Prof. Moisés Alves de Oliveira

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1 Prof. Moisés Alves de Oliveira

2 Nos atuais sistemas de compreensão da linguagem, tudo o que se escreve recebe o nome genérico de redação. Que podemos distinguir em três tipos: Descrição; Narração; Dissertação. Vejamos as diferenças básicas entre elas: Descrição Uma descrição consiste na enumeração de parâmetros que buscam fornecer uma definição de alguma coisa. Inclui distinções sutis úteis para distinguir uma coisa de outra. Caracteriza-se por ser um retrato verbal de pessoas, objetos, animais, sentimentos, cenas ou ambientes. Entretanto, uma descrição não se resume à enumeração pura e simples. O essencial é saber captar o traço distintivo, particular, o que diferencia aquele elemento descrito de todos os demais de sua espécie. Os elementos mais importantes no processo de caracterização são os adjetivos e locuções adjetivas.

3 Narração É a modalidade de redação na qual contamos ais fatos que ocorreram em determinado tempo e lugar, envolvendo certas personagens que podem ser reais ou imaginárias. Os elementos centrais são: Fato - o que se vai narrar (O quê?) Tempo - quando o fato ocorreu (Quando?) Lugar - onde o fato se deu (Onde?) Personagens - quem participou ou observou o ocorrido (Com quem?) Causa - motivo que determinou a ocorrência (Por quê?) Modo - como se deu o fato (Como?) Conseqüências

4 Dissertação Estudo teórico de natureza reflexiva, que consiste na ordenação de idéias sobre um determinado tema. A característica básica da dissertação é o cunho reflexivo-teórico. Dissertar é debater, discutir, questionar, expressar ponto de vista, qualquer que seja. É desenvolver um raciocínio, desenvolver argumentos que fundamentem posições. É polemizar, inclusive, com opiniões e com argumentos contrários aos nossos. É estabelecer relações de causa e conseqüência, é dar exemplos, é tirar conclusões, é apresentar um texto com organização lógica das idéias.

5 Descrição Pode-se entender a descrição como um tipo de texto em que, por meio da enumeração de detalhes e da relação de informações e características, vai-se construindo a imagem verbal daquilo que se pretende descrever. A descrição, entretanto, não se resume a uma enumeração pura e simples. É essencial revelar também os traços distintivos, ou seja, aquilo que distingue o objeto descrito dos demais. Busca-se:

6 Descrição Ênfase aos pormenores, situações ou pessoas; Utiliza a evocação para descrever o que se vê e sente; Cria o que não se vê, mas se percebe ou imagina; Há envolvimento pessoal, não se copia friamente, deixa-se rica uma imagem; Busca-se transmitir sensações fortes; Evocar uma descrição implica considerar ao mesmo tempo o ser e o ambiente; O substantivo e o adjetivo devem ser explorados para traduzirem ênfase a uma impressão.

7 Exemplos: Uso das Impressões cromáticas, sensações térmicas e de movimento. 1. Era uma sala lúgubre, de cores pastéis que pareciam invadir e desestimular a criatividade e a agitação alegre das crianças. 2. Era um verde transparente que deslumbrava e enlouquecia qualquer um...

8 Na descrição de um objeto deve-se levar em conta: A escolha do ângulo de percepção: a perspectiva espacial; a relação observador X objeto. Análise do objeto: Forma; Cor; Dimensões; Peso; Textura; Material; Utilidade... etc.

9 Na descrição de um objeto: É importante que, além da imagem visual, sejam transmitidas ao leitor outras referências sensoriais, como: as táteis (o objeto é liso ou áspero); as auditivas (o som que ele emite é grave ou agudo); as olfativas (o objeto exala algum cheiro). Exemplo: Um cilindro de parafina, de cor branca, medindo aproximadamente 7cm. de comprimento por 1,7cm. de diâmetro, envolve um cilindro menor, de tecido. Em uma das extremidades foi ateado fogo, formando-se um cone, cujo ápice é uma fina fuligem de grafite que serpenteia no ar".

10 A descrição de um objeto será única, singular: O ângulo de percepção do objeto varia de observador para observador; O critério do observador, a análise do objeto levará à seleção de aspectos mais importantes.

11 Pode ser apresentada de duas maneiras: Descrição objetiva: quando o objeto, o ser, a cena, a passagem são apresentadas como realmente são, concretamente. EX: "Sua altura é 1,85m. Seu peso, 70Kg. Aparência atlética, ombros largos, pele bronzeada. Morena, olhos negros, cabelos negros e lisos". Descrição subjetiva: quando há maior participação da emoção de quem escreve (Evocação). EX: "Nas ocasiões de aparato é que se podia tomar pulso ao homem. Não só as condecorações gritavam-lhe no peito como uma couraça de grilos. Ateneu! Ateneu! Aristarco todo era um anúncio; os gestos, calmos, soberanos, calmos, eram de um rei..." ("O Ateneu", Raul Pompéia).

12 Na descrição de uma pessoa deve-se levar em conta: Ângulo de percepção. Análise: a) aspectos físicos: sexo, idade, peso, cor de pele, cabelos, olhos, estatura, etc. b) aspectos psicológicos: às vezes, a descrição de um aspecto físico do indivíduo poderá revelar um traço psicológico; Exemplo: "O gaúcho do sul, ao encontrá-los nesse instante sobreolhá-la-ia comiserado. O vaqueiro do norte é a sua antítese. Na postura, no gesto na palavra, na índole e nos hábitos, não há que equipará-los. O primeiro, filho dos plainos sem fins, afeito às correrias fáceis nos pampas e adaptado a uma natureza carinhosa que o encanta, tem, certo, feição mais cavalheirosa e atraente. A luta pela vida não lhe assume o caráter selvagem da dos sertões do norte. Não conhece os horrores da seca e os combates cruentos a terra árida e exsicada.

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