Exemplo Regressão Binomial Dados Emparelhados
|
|
|
- Lucca Diegues Cabreira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Exemplo Regressão Binomial Dados Emparelhados Gilberto A. Paula Departamento de Estatística IME-USP, Brasil 2 o Semestre 2013 G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
2 Desenvolvimento de Diabetes Sumário 1 Desenvolvimento de Diabetes 2 Análise de Dados Preliminar 3 Modelo Condicional 4 Modelo Condicional 5 Resultados Modelo Ajustado 6 Conclusões 7 Referências G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
3 Desenvolvimento de Diabetes Desenvolvimento de Diabetes Descrição dos Dados Como aplicação de modelos binomiais para a análise de dados emparelhados discutimos a seguir um estudo cujo objetivo principal foi avaliar o efeito da obesidade, do histórico familiar e de atividades físicas no desenvolvimento de diabetes não dependente de insulina (Lee, 1991, p. 312). 30 indivíduos não diabéticos foram emparelhados com 30 indivíduos diabéticos não dependentes de insulina pela idade e pelo sexo. A obesidade foi medida através do índice de massa coporal (IMC). O histórico familiar com diabetes (HF) e as atividades físicas (ATF) foram tratadas como sendo variáveis binárias (=1 presença, =0 ausência). G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
4 Desenvolvimento de Diabetes Desenvolvimento de Diabetes Descrição dos Dados Casos Controles Par IMC HF ATF IMC HF ATF 1 22, , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,8 0 0 G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
5 Desenvolvimento de Diabetes Desenvolvimento de Diabetes Descrição dos Dados Casos Controles Par IMC HF ATF IMC HF ATF 11 29, , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,5 1 1 G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
6 Desenvolvimento de Diabetes Desenvolvimento de Diabetes Descrição dos Dados Casos Controles Par IMC HF ATF IMC HF ATF 21 32, , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,5 0 0 G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
7 Análise de Dados Preliminar Sumário 1 Desenvolvimento de Diabetes 2 Análise de Dados Preliminar 3 Modelo Condicional 4 Modelo Condicional 5 Resultados Modelo Ajustado 6 Conclusões 7 Referências G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
8 Análise de Dados Preliminar Histórico Familiar Descrição dos Dados HF Grupo Sim Não Total Casos Controles G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
9 Análise de Dados Preliminar Histórico Familiar Descrição dos Dados HF Grupo Sim Não Total Casos Controles Descrição dos Dados HF Grupo Sim Não Total Casos 57,7% 43,3% 100% Controles 30,0% 70,0% 100% G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
10 Análise de Dados Preliminar Atividades Físicas Descrição dos Dados ATF Grupo Sim Não Total Casos Controles G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
11 Análise de Dados Preliminar Atividades Físicas Descrição dos Dados ATF Grupo Sim Não Total Casos Controles Descrição dos Dados ATF Grupo Sim Não Total Casos 33,3% 66,7% 100% Controles 56,7% 43,3% 100% G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
12 Análise de Dados Preliminar Boxplots Índice de Massa Corporal Casos Controles IMC IMC G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
13 Análise de Dados Preliminar Boxplot Diferença Índice de Massa Corporal Diferença IMC G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
14 Modelo Condicional Sumário 1 Desenvolvimento de Diabetes 2 Análise de Dados Preliminar 3 Modelo Condicional 4 Modelo Condicional 5 Resultados Modelo Ajustado 6 Conclusões 7 Referências G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
15 Modelo Condicional Modelo Condicional Descrição das Variáveis Denotaremos por x i11, x i12 e x i13, respectivamente, o valor da massa corporal (IMC) (definida como sendo o peso (em kg) dividido pela altura (em metros quadrados)), histórico familiar (HF) e atividades físicas (ATF) para o i-ésimo indivíduo diabético. Analogamente definimos por x i21, x i22 e x i23 os valores dessas variáveis para o i-ésimo indivíduo não diabético. G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
16 Modelo Condicional Sumário 1 Desenvolvimento de Diabetes 2 Análise de Dados Preliminar 3 Modelo Condicional 4 Modelo Condicional 5 Resultados Modelo Ajustado 6 Conclusões 7 Referências G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
17 Modelo Condicional Modelo Condicional Descrição O logaritmo da função de verossimilhança do modelo condicional pode ser expressa na seguinte forma: { } l(β) = log[π 30 exp(zi1 β 1 + z i2 β 2 + z i3 β 3 ) i=1 ]. 1+exp(z i1 β 1 + z i2 β 2 + z i3 β 3 ) em que z i1 = x i11 x i21, z i2 = x i12 x i22 e z i3 = x i13 x i23, (i = 1,...,30). G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
18 Modelo Condicional Modelo Condicional Descrição O logaritmo da função de verossimilhança do modelo condicional pode ser expressa na seguinte forma: { } l(β) = log[π 30 exp(zi1 β 1 + z i2 β 2 + z i3 β 3 ) i=1 ]. 1+exp(z i1 β 1 + z i2 β 2 + z i3 β 3 ) em que z i1 = x i11 x i21, z i2 = x i12 x i22 e z i3 = x i13 x i23, (i = 1,...,30). Interpretação l(β) coincide com o logaritmo da função de verossimilhança de uma regressão logística com 30 ensaios, 30 sucessos, valores de variáveis explicativas z i1, z i2 e z i3 e passando pela origem. Portanto, podemos ajustar essa regressão logística para encontrar ˆβ e Var(ˆβ). G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
19 Resultados Modelo Ajustado Sumário 1 Desenvolvimento de Diabetes 2 Análise de Dados Preliminar 3 Modelo Condicional 4 Modelo Condicional 5 Resultados Modelo Ajustado 6 Conclusões 7 Referências G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
20 Resultados Modelo Ajustado Modelo Condicional Estimativas Efeito Estimativa Valor-z Valor-P IMC 0,090 1,38 0,167 HF 0,968 1,65 0,099 ATF -0,563-1,04 0,298 Indícios de efeito significativo (ao nível de 10%) apenas para o histórico familiar. G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
21 Resultados Modelo Ajustado Diagnóstico Modelo Ajustado Distancia de Cook Residuo Componente do Desvio Indice Indice G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
22 Resultados Modelo Ajustado Interpretações Eliminação de Grupos Efeito Sem 18 Sem 28 Sem (18,28) IMC -23,67% 39,78% 16,69% valor-z 1,03 1,70 1,40 HF 43,72% 29,05% 75,31% valor-z 2,04 1,91 2,20 ATF -69,39% 47,97% -24,42% valor-z -1,55-0,50-1,08 G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
23 Resultados Modelo Ajustado Modelo Condicional Final Estimativas Efeito Estimativa Valor-z Valor-P IMC 0,111 1,78 0,074 HF 0,893 1,57 0,116 Indícios de efeito significativo (ao nível de 10%) apenas para índice de massa muscular. G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
24 Resultados Modelo Ajustado Diagnóstico Modelo Final Distancia de Cook Residuo Componente do Desvio Indice Indice G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
25 Resultados Modelo Ajustado Interpretações Eliminação de Grupos Efeito Sem 11 Sem 28 Sem (11,28) IMC 34,20% 26,03% -78,24% valor-z 2,08 2,03 2,29 HF 3,35% 39,09% 54,02% valor-z 1,54 1,90 1,90 G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
26 Resultados Modelo Ajustado Interpretações Razão de Chances A razão de chances entre um indíviduo com (IMC + 1) e um indivíduo com IMC é estimada por ˆψ = exp(0, 111) = 1, 12. Portanto, aumentando-se o índice de massa corporal em 1 unidade espera-se aumento da chance de diabetes não dependente de insulina em aproximadamente 12%. G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
27 Conclusões Sumário 1 Desenvolvimento de Diabetes 2 Análise de Dados Preliminar 3 Modelo Condicional 4 Modelo Condicional 5 Resultados Modelo Ajustado 6 Conclusões 7 Referências G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
28 Conclusões Conclusões Considerações Finais Portanto, podemos concluir que as variáveis índice de massa muscular e histórico familiar parecem estar associadas com o desenvolvimento de diabetes não dependente de insulina. Todavia, a alta sensibilidade das estimativas dos efeitos dessas duas variáveis detectada pela distância de Cook indica a necessidade do estudo ser repetido para uma amostra maior de emparelhamentos. G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
29 Referências Sumário 1 Desenvolvimento de Diabetes 2 Análise de Dados Preliminar 3 Modelo Condicional 4 Modelo Condicional 5 Resultados Modelo Ajustado 6 Conclusões 7 Referências G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
30 Referências Referências Referência Lee, E. T. (1991). Statistical Methods for Survival Data Analysis, Second Edition. John Wiley, New York. G. A. Paula (IME-USP) Desenvolvimento de Diabetes 2 o Semestre / 27
Faturamento de Restaurantes
Faturamento de Restaurantes Gilberto A. Paula Departamento de Estatística IME-USP, Brasil [email protected] 2 o Semestre 2016 G. A. Paula (IME-USP) Faturamento de Restaurantes 2 o Semestre 2016 1 / 29
Exemplo Vida Útil de Ferramentas
Exemplo Vida Útil de Ferramentas Gilberto A. Paula Departamento de Estatística IME-USP, Brasil [email protected] 2 o Semestre 2016 G. A. Paula (IME-USP) Vida útil de Ferramentas 2 o Semestre 2016 1 /
Faturamento de Restaurantes
Faturamento de Restaurantes Gilberto A. Paula Departamento de Estatística IME-USP, Brasil [email protected] 2 o Semestre 2015 G. A. Paula (IME-USP) Faturamento de Restaurantes 2 o Semestre 2015 1 / 28
Exemplos Modelos de Quase-Verossimilhança
Exemplos Modelos de Quase-Verossimilhança p. 1/40 Exemplos Modelos de Quase-Verossimilhança Gilberto A. Paula Departamento de Estatística IME-USP MAE5763 - Modelos Lineares Generalizados 2 o semestre de
Exemplos Equações de Estimação Generalizadas
Exemplos Equações de Estimação Generalizadas Bruno R. dos Santos e Gilberto A. Paula Departamento de Estatística Universidade de São Paulo, Brasil [email protected] Modelos Lineares Generalizados dos
Exame da OAB. Gilberto A. Paula. Departamento de Estatística IME-USP, Brasil
Exame da OAB Gilberto A. Paula Departamento de Estatística IME-USP, Brasil [email protected] 2 o Semestre 2017 G. A. Paula (IME-USP) Exame da OAB 2 o Semestre 2017 1 / 29 Exame da OAB Sumário 1 Exame
Exemplos Modelos Binomiais de Dose-Resposta
Exemplos Modelos Binomiais de Dose-Resposta p. 1/14 Exemplos Modelos Binomiais de Dose-Resposta Gilberto A. Paula Departamento de Estatística IME-USP MAE5763 - Modelos Lineares Generalizados 2 o semestre
Exemplo Preferência de Automóveis
Exemplo Preferência de Automóveis Gilberto A. Paula Departamento de Estatística IME-USP, Brasil [email protected] 2 o Semestre 2013 G. A. Paula (IME-USP) Preferência Automóveis 2 o Semestre 2013 1 /
O USO DE MODELOS DE REGRESSÃO LOGÍSTICA PARA AVALIAÇÃO DO PROBLEMA DE EVASÃO DE ALUNOS NO CURSO DE QUÍMICA INDUSTRIAL DA UNUCET-UEG
O USO DE MODELOS DE REGRESSÃO LOGÍSTICA PARA AVALIAÇÃO DO PROBLEMA DE EVASÃO DE ALUNOS NO CURSO DE QUÍMICA INDUSTRIAL DA UNUCET-UEG Robson de Souza Vieira 1 ; Rogério Silva Pimentel 1 ; Emerson Wruck 2
Disciplina de Modelos Lineares Professora Ariane Ferreira
Disciplina de Modelos Lineares 2012-2 Regressão Logística Professora Ariane Ferreira O modelo de regressão logístico é semelhante ao modelo de regressão linear. No entanto, no modelo logístico a variável
Exemplo Regressão Linear Simples
Exemplo Regressão Linear Simples Gilberto A. Paula Departamento de Estatística IME-USP, Brasil [email protected] 1 o Semestre 2013 G. A. Paula (IME-USP) Área e Preço de Imóveis 1 o Semestre 2013 1 /
INTRODUÇÃO A ECONOMETRIA
INTRODUÇÃO A ECONOMETRIA Análise de regressão e uso do Eviews Introdução O modelo de regressão linear se utiliza para estudar a relação que existe entre uma variável dependente e uma ou várias variáveis
Ajuste e comparação de modelos para dados grupados e censurados
Ajuste e comparação de modelos para dados grupados e censurados 1 Introdução José Nilton da Cruz 1 Liciana Vaz de Arruda Silveira 2 José Raimundo de Souza Passos 2 A análise de sobrevivência é um conjunto
Exemplo Regressão Linear Múltipla
Exemplo Regressão Linear Múltipla Gilberto A. Paula Departamento de Estatística IME-USP, Brasil [email protected] 1 o Semestre 2013 G. A. Paula (IME-USP) Salário de Executivos 1 o Semestre 2013 1 / 27
Introdução ao modelo de Regressão Linear
Introdução ao modelo de Regressão Linear Prof. Gilberto Rodrigues Liska 8 de Novembro de 2017 Material de Apoio e-mail: [email protected] Local: Sala dos professores (junto ao administrativo)
UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DO ICMS *
UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DO ICMS * Carlos Eduardo S. Marino ** * Trabalho de conclusão da disciplina de Econometria I, ministrada pelos professores Ivan Castelar e Vitor Monteiro, realizada no primeiro
PROGRAMA DE DISCIPLINA MÉTODOS ESTATÍSTICOS EM EPIDEMIOLOGIA
PROGRAMA DE DISCIPLINA MÉTODOS ESTATÍSTICOS EM EPIDEMIOLOGIA Professores: Antônio Moura da Silva Carga horária: 60 horas Miranda dos Santos 1. APRESENTAÇÃO A disciplina pretende capacitar o aluno com técnicas
Classificação de dados em modelos com resposta binária via algoritmo boosting e regressão logística
Classificação de dados em modelos com resposta binária via algoritmo boosting e regressão logística Gilberto Rodrigues Liska 1 5 Fortunato Silva de Menezes 2 5 Marcelo Ângelo Cirillo 3 5 Mario Javier Ferrua
1 z 1 1 z 2. Z =. 1 z n
Gabarito Lista 3. Tópicos de Regressão. 2016-2. 1. Temos que y i ind N (µ, φi ), com log φ i = α + γz i, para i = 1,..., n, portanto (i) para o γ = (α, γ) a matriz modelo ca Z = 1 z 1 1 z 2.. 1 z n (ii)
Regressão. PRE-01 Probabilidade e Estatística Prof. Marcelo P. Corrêa IRN/Unifei
Regressão PRE-01 Probabilidade e Estatística Prof. Marcelo P. Corrêa IRN/Unifei Regressão Introdução Analisar a relação entre duas variáveis (x,y) através da equação (equação de regressão) e do gráfico
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 X 39,0 39,5 39,5 39,0 39,5 41,5 42,0 42,0 Y 46,5 65,5 86,0 100,0 121,0 150,5 174,0 203,0 A tabela acima mostra as quantidades, em milhões
Aplicação da análise de regressão na contabilidade do custo de produção do milho
Aplicação da análise de regressão na contabilidade do custo de produção do milho Janser Moura Pereira 1 Quintiliano Siqueira Schroden Nomelini 1 Andréa Clélia da Rocha Moura 2 Nathane Eva dos Santos Peixoto
Modelos Lineares Generalizados - Modelos log-lineares para tabelas de contingência
Modelos Lineares Generalizados - Modelos log-lineares para tabelas de contingência Erica Castilho Rodrigues 12 de Agosto Introdução 3 Vimos como usar Poisson para testar independência em uma Tabela 2x2.
Modelos Lineares Generalizados - Modelos log-lineares para tabelas de contingência
Modelos Lineares Generalizados - Modelos log-lineares para tabelas de contingência Erica Castilho Rodrigues 12 de Agosto 3 Vimos como usar Poisson para testar independência em uma Tabela 2x2. Veremos
Modelos Lineares Generalizados - Verificação do Ajuste do Modelo
1 Modelos Lineares Generalizados - Verificação do Ajuste do Modelo Erica Castilho Rodrigues 9 de Abril de 2015 2 3 Função Deviance Podemos ver o ajuste de um modelo a um conjunto de dados como: uma forma
Procedimento Complementar para Validação de Métodos Analíticos e Bioanalíticos usando Análise de Regressão Linear
Procedimento Complementar para Validação de Métodos Analíticos e Bioanalíticos usando Análise de Regressão Linear Rogério Antonio de Oliveira 1 Chang Chiann 2 1 Introdução Atualmente, para obter o registro
Comparando equações de regressão em dados de saúde
Comparando equações de regressão em dados de saúde Terezinha Aparecida Guedes*, Ivan Ludgero Ivanqui e Ana Beatriz Tozzo Martins Departamento de Estatística, Universidade Estadual de Maringá, Av Colombo,
Modelos de Regressão Linear Simples - parte II
Modelos de Regressão Linear Simples - parte II Erica Castilho Rodrigues 14 de Outubro de 2013 Erros Comuns que Envolvem a Análise de Correlação 3 Erros Comuns que Envolvem a Análise de Correlação Propriedade
Dimensionamento de ensaios de não inferioridade para o caso de grupos paralelos e resposta binária: algumas comparações
Dimensionamento de ensaios de não inferioridade para o caso de grupos paralelos e resposta binária: algumas comparações Introdução Arminda Lucia Siqueira Dimensionamento de amostras, importante elemento
Quantis residuais. Luziane Franciscon Acadêmica de Estatística Universidade Federal do Paraná
Quantis residuais Luziane Franciscon Acadêmica de Estatística Universidade Federal do Paraná Orientador: Fernando Lucambio Departamento de Estatística Universidade Federal do Paraná Resumo Uma etapa importante
Capítulo 9 - Regressão Linear Simples (RLS): Notas breves
Capítulo 9 - Regressão Linear Simples RLS: Notas breves Regressão Linear Simples Estrutura formal do modelo de Regressão Linear Simples RLS: Y i = β 0 + β 1 x i + ε i, 1 onde Y i : variável resposta ou
Multicolinariedade e Autocorrelação
Multicolinariedade e Autocorrelação Introdução Em regressão múltipla, se não existe relação linear entre as variáveis preditoras, as variáveis são ortogonais. Na maioria das aplicações os regressores não
Quiz Econometria I versão 1
Obs: muitos itens foram retirados da ANPEC. Quiz Econometria I versão 1 V ou F? QUESTÃO 1 É dada a seguinte função de produção para determinada indústria: ln(y i )=β 0 + β 1 ln( L i )+β 2 ln( K i )+u i,
9 Correlação e Regressão. 9-1 Aspectos Gerais 9-2 Correlação 9-3 Regressão 9-4 Intervalos de Variação e Predição 9-5 Regressão Múltipla
9 Correlação e Regressão 9-1 Aspectos Gerais 9-2 Correlação 9-3 Regressão 9-4 Intervalos de Variação e Predição 9-5 Regressão Múltipla 1 9-1 Aspectos Gerais Dados Emparelhados há uma relação? se há, qual
Modelos Lineares Generalizados - Regressão Logística
Modelos Lineares Generalizados - Regressão Logística Erica Castilho Rodrigues 26 de Maio de 2014 AIC 3 Vamos ver um critério para comparação de modelos. É muito utilizado para vários tipos de modelo. Mede
Universidade Federal do Paraná (UFPR) Bacharelado em Informática Biomédica. Regressão. David Menotti.
Universidade Federal do Paraná (UFPR) Bacharelado em Informática Biomédica Regressão David Menotti www.inf.ufpr.br/menotti/ci171-182 Hoje Regressão Linear ( e Múltipla ) Não-Linear ( Exponencial / Logística
Aula 2 Uma breve revisão sobre modelos lineares
Aula Uma breve revisão sobre modelos lineares Processo de ajuste de um modelo de regressão O ajuste de modelos de regressão tem como principais objetivos descrever relações entre variáveis, estimar e testar
Dimensionamento de amostras para regressão logística
Dimensionamento de amostras para regressão logística Arminda Lucia Siqueira 1 Flávia Komatsuzaki 1 Introdução Regressão logística é hoje padrão de análise para muitos estudos da área da saúde cuja variável
USO DE PLANEJAMENTO COMPOSTO CENTRAL NA AVALIAÇÃO DAS VARIÁVEIS TEMPERAURA E CONCENTRAÇÃO DE SOLVENTES NO ESTUDO DA SOLUBILIDADE DA UREIA
USO DE PLANEJAMENTO COMPOSTO CENTRAL NA AVALIAÇÃO DAS VARIÁVEIS TEMPERAURA E CONCENTRAÇÃO DE SOLVENTES NO ESTUDO DA SOLUBILIDADE DA UREIA F. M. A. S. COSTA 1, A. P. SILVA 1, M. R. FRANCO JÚNIOR 1 e R.
aula ANÁLISE DO DESEMPENHO DO MODELO EM REGRESSÕES
ANÁLISE DO DESEMPENHO DO MODELO EM REGRESSÕES 18 aula META Fazer com que o aluno seja capaz de realizar os procedimentos existentes para a avaliação da qualidade dos ajustes aos modelos. OBJETIVOS Ao final
Esse material foi extraído de Barbetta (2007 cap 13)
Esse material foi extraído de Barbetta (2007 cap 13) - Predizer valores de uma variável dependente (Y) em função de uma variável independente (X). - Conhecer o quanto variações de X podem afetar Y. Exemplos
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CURSO ESTATÍSTICA DENNIS LEÃO GRR LUAN FIORENTIN GRR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CURSO ESTATÍSTICA DENNIS LEÃO GRR - 20160239 LUAN FIORENTIN GRR - 20160219 MODELAGEM DE DADOS DE ÓBITOS POR AGRESSÕES NO ESTADO DE SÃO PAULO NO ANO DE 2016 CURITIBA Novembro
AULA 8 - MQO em regressão múltipla:
AULA 8 - MQO em regressão múltipla: Definição, Estimação e Propriedades Algébricas Susan Schommer Econometria I - IE/UFRJ Regressão Múltipla: Definição e Derivação A partir de agora vamos alterar o nosso
Regressão Linear Múltipla no R MAE-0217: ESTATÍSTICA DESCRITIVA MAIO DE 2017 PROFESSORA: MÁRCIA D ELIA BRANCO
Regressão Linear Múltipla no R MAE-0217: ESTATÍSTICA DESCRITIVA MAIO DE 2017 PROFESSORA: MÁRCIA D ELIA BRANCO MONITORA PAE: SIMONE HARNIK Regressão Linear Simples > O modelo de regressão linear simples
Econometria. Regressão Linear Simples Lista de Exercícios
Econometria Regressão Linear Simples Lista de Exercícios 1. Formas funcionais e coeficiente de explicação Um corretor de imóveis quer compreender a relação existente entre o preço de um imóvel e o tamanho,
Modelo de regressão log-weibull-exponenciada para dados com censura intervalar
XIII SEMANA da ESTATÍSTICA Universidade Estadual de Maringá Modelo de regressão log-weibull-exponenciada para dados com censura intervalar Elizabeth Mie Hashimoto Departamento Acadêmico de Matemática -
PROCEDIMENTO PARA A ESCOLHA DE UMA DISTRIBUIÇÃO
PROCEDIMENTO PARA A ESCOLHA DE UMA DISTRIBUIÇÃO O método de máxima verossimilhança somente deve ser aplicado após ter sido definido um modelo probabilístico adequado para os dados. Se um modelo for usado
Instituto Federal Goiano
Instituto Federal Goiano Conteúdo 1 2 A correlação mede apenas o grau de associação entre duas variáveis, mas não nos informa nada sobre a relação de causa e efeito de uma variável sobre outra Na correlação,
Modelos de Regressão Linear Simples - Análise de Resíduos
1 Modelos de Regressão Linear Simples - Análise de Resíduos Erica Castilho Rodrigues 27 de Setembro de 2016 2 3 O modelo de regressão linear é dado por 3 O modelo de regressão linear é dado por Y i = β
Modelos de Regressão Linear Simples - Análise de Resíduos
Modelos de Regressão Linear Simples - Análise de Resíduos Erica Castilho Rodrigues 1 de Setembro de 2014 3 O modelo de regressão linear é dado por Y i = β 0 + β 1 x i + ɛ i onde ɛ i iid N(0,σ 2 ). O erro
Probabilidades e Estatística - LEIC + LERCI + LEE 2 o semestre 2004/05
Departamento de Matemática Secção de Estatística e Aplicações - IST Probabilidades e Estatística - LEIC + LERCI + LEE 2 o semestre 2004/05 3 o Teste 4/6/2005 9h O Teste que vai realizar tem a duração total
Análise de modelos lineares mistos com dois fatores longitudinais: um fator quantitativo e um qualitativo ordinal.
Anais do XII Encontro Mineiro de Estatística - MGEST 013. Uberlândia - 0 e 06 de setembro de 013. Revista Matemática e Estatística em Foco - ISSN:318-0 Análise de modelos lineares mistos com dois fatores
Análise de Regressão EST036
Análise de Regressão EST036 Michel Helcias Montoril Instituto de Ciências Exatas Universidade Federal de Juiz de Fora Regressão sem intercepto; Formas alternativas do modelo de regressão Regressão sem
Modelos de Regressão Múltipla - Parte I
Modelos de Regressão Múltipla - Parte I Erica Castilho Rodrigues 4 de Outubro de 2016 2 3 Introdução 4 Quando há apenas uma variável explicativa X, temos um problema de regressão linear simples onde ǫ
Análise do acidente do Titanic
Análise do acidente do Titanic Alexandre Morales Diaz Eduardo Pereira Lima Pedro Guilherme Guimaraes Vinicius Larangeiras Trabalho de Modelos Lineares Generalizados (CE-225), Universidade Federal do Paraná,
Modelos de Regressão Linear Simples - parte III
1 Modelos de Regressão Linear Simples - parte III Erica Castilho Rodrigues 20 de Setembro de 2016 2 3 4 A variável X é um bom preditor da resposta Y? Quanto da variação da variável resposta é explicada
