Lógica dos Conectivos: validade de argumentos
|
|
|
- João Vítor Camarinho Brandt
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Lógica dos Conectivos: validade de argumentos Renata de Freitas e Petrucio Viana IME, UFF 16 de setembro de 2014
2 Sumário Razões e opiniões. Argumentos. Argumentos bons e ruins. Validade.
3 Opiniões A maior parte das nossas atividades e decisões envolvem opiniões as quais consideramos corretas. (a) Alguns professores dizem que aprender Lógica é uma das condições necessárias para uma boa formação dos estudantes que se dedicam a disciplinas de conteúdo matemático. (b) Já outros dizem que, para ser um bom estudante nestas disciplinas, não é necessário aprender Lógica.
4 Razões De uma maneira geral, opiniões estão sujeitas à crítica racional, isto é, opiniões podem ser examinadas à luz das razões que as justificam. (a) Questionados sobre o porquê de sustentarem esta opinião, os partidários da lógica, usualmente, respondem: A principal atividade executada pelos estudantes de disciplinas de conteúdo matemático é a justificativa formal das suas conclusões. A Lógica estuda os métodos utilizados na justificativa formal de conclusões. Compreender bem os métodos que utilizamos quando executamos nossas tarefas profissionais é dever de todo bom profissional.
5 Razões (b) Já os que não consideram a Lógica necessária, dizem: A Lógica estuda os métodos utilizados na justificativa formal de conclusões. Para ser um bom profissional não é necessário que saibamos como os métodos que utilizamos funcionam. Mas, sim, que saibamos utilizá-los bem. Quando justificamos uma opinião, as razões utilizadas podem ser boas ou não. Isto é, algumas razões de fato justificam uma opinião e outras não.
6 Argumentos Quando as razões e as opiniões são expressas por sentenças e estudamos as relações entre estas sentenças, estamos avaliando o argumento que foi produzido para explicitar, em cada caso, as razões utilizadas na justificativa das opiniões. razão 1 razão 2 razão n opinião
7 Explicitando argumentos (a) A principal atividade executada pelos estudantes de disciplinas de conteúdo matemático é a justificativa formal das suas conclusões. A Lógica estuda os métodos utilizados na justificação formal de conclusões. Compreender bem os métodos que utilizamos quando executamos nossas tarefas profissionais é dever de todo bom profissional. Logo, todo estudante que se dedica a disciplinas de conteúdo matemático deve aprender Lógica.
8 Explicitando argumentos (b) A lógica estuda os métodos utilizados na justificação formal de conclusões. Para ser um bom profissional não é necessário que saibamos como os métodos que utilizamos funcionam. Para ser um bom proficional é suficiente que saibamos utilizar bem os métodos, quando executamos nossa atividade. Assim, nem todo estudante que se dedica a disciplinas de conteúdo matemático deve aprender lógica.
9 Argumentos Num sentido amplo, a Lógica pode ser vista como o estudo das relações entre opiniões e razões. Assim, um dos pontos centrais da Lógica é o estudo de sentenças e argumentos. Um argumento é uma sequência finita de sentenças, em que uma é considerada como conclusão e as demais são consideradas como premissas. As premissas de um argumento são consideradas como justificativas para a sua conclusão.
10 Argumentos (a) Sócrates é homem. Se Sócrates é homem, então Sócrates é mortal. Logo, Sócrates é mortal.
11 Argumentos (a) Sócrates é homem. Se Sócrates é homem, então Sócrates é mortal. Logo, Sócrates é mortal. (b) Sócrates é mortal. Se Sócrates é homem, então Sócrates é mortal. Daí, Sócrates é homem.
12 Argumentos (c) Marley é homem. Se Marley é homem, então Marley é mortal. Assim, Marley é mortal.
13 Argumentos (c) Marley é homem. Se Marley é homem, então Marley é mortal. Assim, Marley é mortal. (d) Sócrates é bípede. Se Sócrates é bípede, então Sócrates voa. Portanto, Sócrates voa.
14 Cuidado! Um argumento é uma sequência de sentenças, mas nem toda sequência de sentenças é um argumento. De fato, de acordo com a definição, para ser um argumento, uma sequência de sentenças deve: ser finita; ter ao menos duas sentenças; ter exatamente uma das sentenças destacada como conclusão.
15 Não é argumento (a) Professores que fazem pesquisa não gostam de ensinar. Renata é uma professora que gosta de ensinar. Existem professores que não fazem pesquisa. Não está indicado explicitamente na sequência qual das sentenças é a conclusão.
16 Não é argumento (b) Se a função seno é derivável e ela ser derivável implica em que ela é contínua, então a função seno é contínua. Apesar das aparências, temos apenas uma única sentença, ou seja, uma sequência com um único elemento. É uma implicação com antecedente e consequente e não um argumento com premissas e conclusão.
17 Não é argumento (c) 1 é um número natural e é positivo. 2 é um número natural e é positivo. 3 é um número natural e é positivo. 4 é um número natural e é positivo.... Logo, todo número natural é positivo. É uma sequência de sentenças, possui premissas e conclusão destacadas, mas não é finita, como as reticências indicam.
18 Destacando a conclusão Para destacar a conclusão de um argumento, usualmente, utilizamos uma frase conclusiva. Nos argumentos, usualmente, as sentenças que sucedem frases conclusivas como logo, daí, consequentemente, deste modo, assim, são as conclusões. As demais são premissas.
19 Destacando a conclusão Nem sempre a conclusão ocorre no final do argumento e, nem sempre, ela ocorre em conjunto com um frase conclusiva. (a) Se Renata faz pesquisa, ela gosta de ensinar. Renata não gosta de ensinar. Renata não faz pesquisa. Esta sequência não contém uma indicação expĺıcita de qual das sentenças é a conclusão. Porém, ela deve ser considerada como um argumento, pois uma leitura cuidadosa mostra que a última sentença é a conclusão e as duas primeiras são as premissas.
20 Destacando a conclusão (b) A terra é redonda. Sabemos disso porque durante um eclipse lunar a terra projeta uma sombra na lua. E a sombra é arredondada. Esta sequência deve ser considerada como um argumento. A conclusão ocorre no início. Ela está especificada pela ocorrência da frase sabemos disso porque que a separa das outras informações que devem ser consideradas como premissas.
21 Destacando a conclusão Uma maneira mais adequada de escrever o argumento: Durante um eclipse lunar a terra projeta uma sombra na lua. A sombra é arredondada. Logo, a terra é redonda.
22 Em geral, utilizamos um argumento quando estamos interessados em estabelecer (ou provar, ou justificar, ou garantir) a verdade de uma determinada sentença. Assim, nos apoiamos sobre determinadas bases (as premissas), de modo que o que queremos provar (a conclusão) tenha a sua verdade assentada sobre a verdade das premissas.
23 Argumentos bons e ruins Existem casos em que as premissas realmente justificam a conclusão e outros em que isto não acontece. Um argumento é bom quando suas premissas são suficientes para garantir a conclusão. Um argumento é ruim quando suas premissas não são suficientes para garantir a conclusão.
24 Argumento bom Sócrates é homem. Se Sócrates é homem, então Sócrates é mortal. Logo, Sócrates é mortal.
25 Argumento bom Sócrates é homem. Se Sócrates é homem, então Sócrates é mortal. Logo, Sócrates é mortal. Se admitimos que Sócrates é homem (o que é verdadeiro) e que se ele é homem, então ele é mortal (o que é verdadeiro), não há outra possibilidade, temos que concluir que Sócrates é mortal (o que é verdadeiro). Aqui, passamos de premissas V para conclusão V.
26 Argumento bom Paulo Coelho é mulher. Se Paulo Coelho é mulher, então ele é escritor. Logo, Paulo Coelho é escritor.
27 Argumento bom Paulo Coelho é mulher. Se Paulo Coelho é mulher, então ele é escritor. Logo, Paulo Coelho é escritor. Se admitimos que Paulo Coelho é mulher (o que é falso) e que se ele é mulher, então ele é escritor, (o que é verdadeiro) temos que concluir que Paulo Coelho é escritor (o que é verdadeiro). Aqui, passamos de premissas F e V para conclusão V.
28 Argumento bom Todos os homens são carecas. Taís Araújo é homem. Logo, Taís Araújo é careca.
29 Argumento bom Todos os homens são carecas. Taís Araújo é homem. Logo, Taís Araújo é careca. Se admitimos que Todos os homens são carecas (o que é falso) e que Taís Araújo é homem (o que é falso), temos que concluir que Taís Araújo é careca (o que é falso). Aqui, passamos de premissas F e F para conclusão F.
30 Argumento ruim Sócrates é mortal. Todos os homens são mortais. Daí, Sócrates é homem.
31 Argumento ruim Sócrates é mortal. Todos os homens são mortais. Daí, Sócrates é homem. Observe que é perfeitamente possível que Sócrates seja mortal, que todo homem seja mortal e que, mesmo assim, Sócrates não seja homem. De fato, Sócrates poderia ser o nome de um cachorro, por exemplo. Aqui, temos premissas e conclusão V mas, mudando o conteúdo das sentenças, podemos passar para premissas V e conclusão F.
32 Objetivo principal da lógica Queremos reconhecer os argumento bons. Assim, temos que definir precisamente quando um argumento é bom e elaborar um critério mecânico que quando aplicado a um argumento decide se ele é bom ou não.
33 Raciocínio correto Para isto vamos examinar o uso de argumentos como suporte para a justificativa de sentenças em duas circunstâncias importantes. (1) As premissas sobre as quais nos baseamos são, de fato, verdadeiras e as premissas realmente apoiam a conclusão. Assim, podemos concluir que a sentença que queremos estabelecer é verdadeira. Neste caso, usar o argumento é o mesmo que estar certo! (possivelmente sem as explicações de por que estamos certos).
34 Raciocínio correto Considere um advogado que, ao defender um cliente, usa o argumento: Se a arma não está registrada no nome do meu cliente, então meu cliente não é culpado. A arma está registrada no nome de um certo Sr. George Pafúncio. Mas o meu cliente se chama Sr. Jorge Petrucio. Logo, meu cliente é inocente. é claro que o advogado sabe que todas as premissas são verdadeiras e, com isso, quer concluir que a conclusão também é verdadeira.
35 Raciocínio hipotético (2) Não sabemos se as premissas sobre as quais nos baseamos são todas verdadeiras, mas temos razões para considerá-las como suportes para a conclusão e as premissas realmente apoiam a conclusão. Assim, nos apoiamos nas premissas de modo a fornecer uma base para a conclusão, tornando a conclusão tão verdadeira quanto as premissas. Neste caso, usar o argumento não é o mesmo que estar certo! Mas isto não impossibilita um bom uso do argumento.
36 Raciocínio hipotético Considere, uma pessoa que defende a existência de Deus utilizando o argumento: Deus é um ser perfeito. Um ser perfeito tem todas as qualidades. A existência é uma qualidade. Logo, Deus existe. Observe que se admitimos que Deus é perfeito, que seres perfeitos têm todas as qualidades e que a existência é uma qualidade, temos que concluir que Deus existe.
37 Raciocínio hipotético O argumento é bom. Mas a pessoa não está provando que Deus existe, apenas mostrando, por exemplo, que Sua existência não é menos verdadeira que Sua perfeição.
38 Critério fundamental O fator determinante no uso de argumentos na justificativa de sentenças não é a verdade das suas premissas, mas sim o fato de que, se admitimos que as premissas são verdadeiras, temos que concluir que a conclusão também é verdadeira. Se argumentar bem fosse o mesmo que estar certo, a ciência que estuda os argumentos, ou seja, a Lógica, deveria abarcar todo o conhecimento humano.
39 Aplicando o critério Os números pares são apenas uma parte dos números naturais. O todo tem mais elementos do que cada uma das suas partes. Logo, existem mais números naturais do que números pares.
40 Aplicando o critério Os números pares são apenas uma parte dos números naturais. O todo tem mais elementos do que cada uma das suas partes. Logo, existem mais números naturais do que números pares. Se admitimos que ambas as premissas são verdadeiras, temos que concluir que que existem mais números naturais que números pares. Logo, este é um bom argumento (embora uma de suas premissas seja falsa!).
41 Aplicando o critério Existe um número perfeito ímpar. Portanto, existe um número perfeito ímpar. Um número natural é perfeito se é igual a soma de seus divisores próprios. Por exemplo, 6 = é perfeito, mas não é.
42 Aplicando o critério Existe um número perfeito ímpar. Portanto, existe um número perfeito ímpar. Um número natural é perfeito se é igual a soma de seus divisores próprios. Por exemplo, 6 = é perfeito, mas não é. Mas, independentemente do que consideremos como um número perfeito e do fato de que, até hoje, no sabermos se sua premissa (e sua concluso) é verdadeira ou no, o argumento é bom. Se admitimos que sua premissa é verdadeira, temos que concluir que a conclusão também é verdadeira, já que ambas são idênticas.
43 Argumentos válidos Chegamos, então, a noção mais importante da Lógica. Um argumento é válido se, em qualquer contexto em que suas premissas são simultaneamente verdadeiras, a sua conclusão também é verdadeira. Um argumento é inválido se não é válido, isto é, se existe ao menos um contexto no qual as suas premissas são simultaneamente verdadeiras e a sua conclusão é falsa.
44 Argumentos válidos Outras maneiras de dizer que um argumento é válido são: 1. A conclusão decorre necessariamente das premissas. 2. A verdade das premissas é suficiente para acarretar a verdade da conclusão. 3. A verdade da conclusão decorre necessariamente da verdade das premissas. 4. Supondo que as premissas sejam verdadeiras, podemos garantir que a conclusão também é verdadeira.
45 Exercício 1 Use o bom senso para classificar as premisas e a conclusão de cada argumento abaixo como V ou F, nos contextos usuais em que elas são dadas, e determinar se os argumentos são válidos ou não: (i) Se Rintintim é um peixe, ele é bípede. Rintintim não é um peixe. Logo, Rintintin não é bípede. (ii) Se Rintintim é um peixe, ele é bípede. Rintintim não é bípede. Logo, Rintintin não é peixe.
46 Exercício 1 (iii) Todos os filotímicos são procrastinadores. Napoleão é procrastinador. Logo, Napoleão é filotímico. (iv) Existem generais que provam teoremas. Napoleão é um general. Logo, Napoleão prova teoremas.
47 Exercício 1 (v) Todos os seres humanos são seres vivos. Todos os macacos são seres vivos. Logo, alguns macacos são seres humanos. (vi) Todos os seres humanos são mamíferos. Todos os macacos são mamíferos. Nenhum macaco é um ser humano. Logo, nenhum ser humano é um macaco.
48 Verdade e validade Resolvendo todos os exercícios acima, chegamos à conclusão que a validade de um argumento não depende nem da veracidade das suas premissas e conclusão, nem do seu conteúdo. Em outras palavras, a validade de um argumento não pode, em geral, ser determinada a partir dos valores de suas premissas e conclusão.
49 Verdade e invalidade Por outro lado, se as premissas de um argumento são simultaneamente V e sua conclusão é F, podemos concluir que o argumento é inválido. Neste caso, o próprio argumento mostra um contexto no qual as premissas são simultaneamente V e a conclusão é F. Em outras palavras, a invalidade de um argumento pode, às vezes, ser determinada a partir dos valores de suas premissas e conclusão.
50 Para os que querem aprender um pouco mais sobre a noção intuitiva de argumento, sugerimos o texto: P. Viana. Validade, Forma e Conteúdo de Argumentos. Manuscrito, que pode ser vizualizado em
51 Exercício 2 1. Verifique a validade dos argumentos apresentados no Exercício 1, utilizando o Método das Tabelas de Avaliação. 2. Verifique a validade de cada argumento apresentado nos exemplos, utilizando o Método das Tabelas de Avaliação.
52 Mais exercícios 1. Ler o texto da Aula Resolver os exercícios da Lista 8.
Argumentos e Validade Petrucio Viana
GAN00166: Lógica para Ciência da Computação Texto da Aula 7 Argumentos e Validade Petrucio Viana Departamento de Análise, IME UFF Sumário 1 Argumentos 1 1.1 Observações................................
Argumentos, Correção e Validade
Lógica para Ciência da Computação I Lógica Matemática Texto 9 Argumentos, Correção e Validade Sumário 1 Razões e opiniões 2 2 Argumentos 3 2.1 Observações................................ 4 2.2 Exercício
Enunciados Quantificados Equivalentes
Lógica para Ciência da Computação I Lógica Matemática Texto 15 Enunciados Quantificados Equivalentes Sumário 1 Equivalência de enunciados quantificados 2 1.1 Observações................................
Validade, Forma e Conteúdo de Argumentos
Validade, Forma e Conteúdo de Argumentos Petrucio Viana 26 de outubro de 2012 Resumo Apresentamos o conceito de argumento e algumas noções básicas referentes a argumentos. Em particular, discutimos o conceito
Enunciados Quantificados Equivalentes
Enunciados Quantificados Equivalentes Renata de Freitas e Petrucio Viana IME, UFF Junho de 2014 Sumário Equivalência de enunciados quantificados. Aplicação da noção de interpretação para decidir quando
Método das Tabelas para Validade
Lógica para Ciência da Computação I Lógica Matemática Texto 10 Método das Tabelas para Validade Sumário 1 Simbolização de argumentos 2 1.1 Observações................................ 3 1.2 Exercício resolvido............................
Método das Tabelas para Validade Petrucio Viana
GAN00166: Lógica para Ciência da Computação Texto da Aula 8 Método das Tabelas para Validade Petrucio Viana Departamento de Análise, IME UFF Sumário 1 Simbolização de argumentos 1 1.1 Observação................................
Lógica Texto 11. Texto 11. Tautologias. 1 Comportamento de um enunciado 2. 2 Classificação dos enunciados Exercícios...
Lógica para Ciência da Computação I Lógica Matemática Texto 11 Tautologias Sumário 1 Comportamento de um enunciado 2 1.1 Observações................................ 4 2 Classificação dos enunciados 4 2.1
Lógica dos Conectivos: demonstrações indiretas
Lógica dos Conectivos: demonstrações indiretas Renata de Freitas e Petrucio Viana IME, UFF 5 de novembro de 2014 Sumário Acrescentando premissas. Estratégias indiretas. Principais exemplos. Um problema
Lógica dos Conectivos: árvores de refutação
Lógica dos Conectivos: árvores de refutação Petrucio Viana IME UFF 30 de junho de 2015 Sumário Algoritmos para classificação das fórmulas Intermezzo sobre Redução ao Absurdo Método de refutação Árvores
Lógica dos Conectivos: demonstrações indiretas
Lógica dos Conectivos: demonstrações indiretas Renata de Freitas e Petrucio Viana IME, UFF 18 de junho de 2015 Sumário Olhe para as premissas Olhe para a conclusão Estratégias indiretas Principais exemplos
18/01/2016 LÓGICA MATEMÁTICA. Lógica é usada para guiar nossos pensamentos ou ações na busca da solução. LÓGICA
LÓGICA MATEMÁTICA Prof. Esp. Fabiano Taguchi [email protected] http://fabianotaguchi.wordpress.com Lógica é usada para guiar nossos pensamentos ou ações na busca da solução. LÓGICA A lógica está
Expressões e enunciados
Lógica para Ciência da Computação I Lógica Matemática Texto 2 Expressões e enunciados Sumário 1 Expressões e enunciados 2 1.1 Observações................................ 2 1.2 Exercício resolvido............................
Enunciados Atômicos, Conectivos e Enunciados Moleculares
Lógica para Ciência da Computação I Lógica Matemática Texto 3 Enunciados Atômicos, Conectivos e Enunciados Moleculares Sumário 1 Enunciados atômicos 2 1.1 Observações................................ 2
Introdução ao pensamento matemático
Introdução ao pensamento matemático Lisandra Sauer Geometria Euclidiana UFPel Uma das principais características da Matemática é o uso de demonstrações (provas) para justificar a veracidade das afirmações.
MD Lógica de Proposições Quantificadas Cálculo de Predicados 1
Lógica de Proposições Quantificadas Cálculo de Predicados Antonio Alfredo Ferreira Loureiro [email protected] http://www.dcc.ufmg.br/~loureiro MD Lógica de Proposições Quantificadas Cálculo de Predicados
Lógica dos Quantificadores: sintaxe e semântica intuitiva
Lógica dos Quantificadores: sintaxe e semântica intuitiva quantificação em domínios infinitos Renata de Freitas e Petrucio Viana IME, UFF 5 de novembro de 2014 Sumário Quantificadores sobre domínios infinitos.
Enunciados Abertos e Enunciados Fechados
Lógica para Ciência da Computação I Lógica Matemática Texto 12 Enunciados Abertos e Enunciados Fechados Sumário 1 Enunciados atômicos abertos e fechados 2 1.1 Observações................................
Passos lógicos. Texto 18. Lógica Texto Limitações do Método das Tabelas Observações Passos lógicos 4
Lógica ara Ciência da Comutação I Lógica Matemática Texto 18 Passos lógicos Sumário 1 Limitações do Método das Tabelas 2 1.1 Observações................................ 4 2 Passos lógicos 4 2.1 Observações................................
Unidade II LÓGICA. Profa. Adriane Paulieli Colossetti
Unidade II LÓGICA Profa. Adriane Paulieli Colossetti Relações de implicação e equivalência Implicação lógica Dadas as proposições compostas p e q, diz-se que ocorre uma implicação lógica entre p e q quando
impossível conclusão falso premissas verdadeiro
Argumento Definição: Um argumento é uma sequência de enunciados(proposições) na qual um dos enunciados é a conclusão e os demais são premissas, as quais servem para provar ou, pelo menos, fornecer alguma
Lógica dos Quantificadores: sintaxe
Lógica dos Quantificadores: sintaxe Renata de Freitas e Petrucio Viana IME, UFF 18 de junho de 2015 Sumário 1. Princípios sintáticos 2. Alfabeto de LQ 3. Fórmulas de LQ 4. Variáveis livres, variáveis ligadas
Matemática Básica I Notas de aula - versão
1 - Departamento de Matemática Aplicada (GMA) Matemática Básica I Notas de aula - versão 3 2011-1 Marlene Dieguez Fernandez Observações preliminares A disciplina Matemática Básica I é oferecida no mesmo
No. Try not. Do... or do not. There is no try. - Master Yoda, The Empire Strikes Back (1980)
Cálculo Infinitesimal I V01.2016 - Marco Cabral Graduação em Matemática Aplicada - UFRJ Monitor: Lucas Porto de Almeida Lista A - Introdução à matemática No. Try not. Do... or do not. There is no try.
Aula 2, 2014/2 Sintaxe da Lógica dos Conectivos
Notas de aula de Lógica para Ciência da Computação Aula 2, 2014/2 Sintaxe da Lógica dos Conectivos Renata de Freitas e Petrucio Viana Departamento de Análise, IME UFF 27 de agosto de 2014 Sumário 1 Sintaxe
4 Simbolização de enunciados 24
Matemática Discreta Tópicos da Linguagem e da Lógica Matemáticas Texto da Semana 1, Parte 3 Simbolização de Enunciados Sumário 1 Conectivos e simbolização dos conectivos 18 2 Enunciados componentes 18
Renata de Freitas e Petrucio Viana. IME - UFF 27 de agosto de 2014
Simbolização em LC Renata de Freitas e Petrucio Viana IME - UFF 27 de agosto de 2014 Sumário Classificações imediatas e não imediatas Falta de uniformidade Regras de reescrita Legendas Procedimento de
Lógica Proposicional Parte 2
Lógica Proposicional Parte 2 Como vimos na aula passada, podemos usar os operadores lógicos para combinar afirmações criando, assim, novas afirmações. Com o que vimos, já podemos combinar afirmações conhecidas
Simbolização de Enunciados com Conectivos
Lógica para Ciência da Computação I Lógica Matemática Texto 4 Simbolização de Enunciados com Conectivos Sumário 1 Conectivos: simbolização e sintaxe 2 2 Enunciados componentes 5 2.1 Observações................................
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/81 1 - LÓGICA E MÉTODOS DE PROVA 1.1) Lógica Proposicional
Lógica Texto 7. Texto 7. 1 Negação de enunciados atômicos Exercício resolvido Negação de enunciados moleculares 5
Lógica para Ciência da Computação I Lógica Matemática Texto 7 Negação e simplificação de enunciados Sumário 1 Negação de enunciados atômicos 2 1.1 Observações................................ 2 1.2 Exercício
6 Demonstrações indiretas 29. Petrucio Viana
GAN00166: Lógica para Ciência da Computação Texto da Aula 9 Demonstrações Indiretas Petrucio Viana Departamento de Análise IME UFF Sumário 1 Demonstrações diretas 2 1.1 Observações................................
Neste artigo, a título de sugestão de abordagem do tema, apresentamos exemplos de explicitação e utilização de algumas dessas regras.
Somo Gilda de La Roque Palis e Iaci Malta PUC - RJ Em sua autobiografia, Carl Gustav Jung 1, um dos grandes pensadores da Psicanálise, lembrando de seus tempos de colégio, diz:... o que mais me irritava
A Linguagem dos Teoremas - Parte II. Tópicos Adicionais. Autor: Prof. Francisco Bruno Holanda Revisor: Prof. Antônio Caminha Muniz Neto
Material Teórico - Módulo de INTRODUÇÃO À LÓGICA MATEMÁTICA A Linguagem dos Teoremas - Parte II Tópicos Adicionais Autor: Prof. Francisco Bruno Holanda Revisor: Prof. Antônio Caminha Muniz Neto 12 de maio
Cálculo proposicional
O estudo da lógica é a análise de métodos de raciocínio. No estudo desses métodos, a lógica esta interessada principalmente na forma e não no conteúdo dos argumentos. Lógica: conhecimento das formas gerais
Fundamentos da Computação 1. Introdução a Argumentos
Fundamentos da Computação 1 Introdução a s Se você tem um senha atualizada, então você pode entrar na rede Você tem uma senha atualizada Se você tem um senha atualizada, então você pode entrar na rede
Introdução ao Curso. Área de Teoria DCC/UFMG 2019/01. Introdução à Lógica Computacional Introdução ao Curso Área de Teoria DCC/UFMG /01 1 / 22
Introdução ao Curso Área de Teoria DCC/UFMG Introdução à Lógica Computacional 2019/01 Introdução à Lógica Computacional Introdução ao Curso Área de Teoria DCC/UFMG - 2019/01 1 / 22 Introdução: O que é
Fundamentos de Lógica e Algoritmos. Aula 1.2 Introdução a Lógica Booleana. Prof. Dr. Bruno Moreno
Fundamentos de Lógica e Algoritmos Aula 1.2 Introdução a Lógica Booleana Prof. Dr. Bruno Moreno [email protected] Você está viajando e o pneu do seu carro fura! 2 Quais são os passos para se trocar
Lógica dos Quantificadores: refutação
Lógica dos Quantificadores: refutação Renata de Freitas e Petrucio Viana IME, UFF 15 de junho de 2015 Sumário 1. Refutação para LQ 2. Redução ao absurdo e refutação 3. Regras de refutação para os quantificadores
Resumo aula. Conceituação; Origem; Lógica de programação; Argumentos; Lógica simbólica; Dedutivos; Indutivos;
Aula 02 - Lógica Disciplina: Algoritmos Prof. Allbert Velleniche de Aquino Almeida E-mail: [email protected] Site: http://www.allbert.com.br /allbert.almeida Resumo aula Conceituação; Origem;
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/30 3 - INDUÇÃO E RECURSÃO 3.1) Indução Matemática 3.2)
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/26 3 - INDUÇÃO E RECURSÃO 3.1) Indução Matemática 3.2)
Racionalidade argumentativa da Filosofia e dimensão discursiva do trabalho filosófico
Racionalidade argumentativa da Filosofia e dimensão discursiva do trabalho filosófico Aplicar tabelas de verdade na validação de formas argumentativas Ficha técnica Autores: Professores de Filosofia do
Matemática Computacional. Introdução
Matemática Computacional Introdução 1 Definição A Lógica tem, por objeto de estudo, as leis gerais do pensamento, e as formas de aplicar essas leis corretamente na investigação da verdade. 2 Origem Aristóteles
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 3
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 3 Nome: N.º Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias. Quando,
Tema I Introdução à lógica bivalente e à teoria de conjuntos
Tema I Introdução à lógica bivalente e à teoria de conjuntos Unidade 1 Proposições Páginas 13 a 9 1. a) 3 é uma designação. b) 3 = 6 é uma proposição. c) é o único número primo par é uma proposição. d)
Matemática Discreta. Lógica Proposicional. Profa. Sheila Morais de Almeida. agosto DAINF-UTFPR-PG
Matemática Discreta Lógica Proposicional Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG agosto - 2016 Tautologias Tautologia é uma fórmula proposicional que é verdadeira para todos os possíveis valores-verdade
Bases Matemáticas. Como o Conhecimento Matemático é Construído. Aula 2 Métodos de Demonstração. Rodrigo Hausen. Definições Axiomas.
1 Bases Matemáticas Aula 2 Métodos de Demonstração Rodrigo Hausen v. 2012-9-21 1/15 Como o Conhecimento Matemático é Construído 2 Definições Axiomas Demonstrações Teoremas Demonstração: prova de que um
Aula 3 Propriedades de limites. Limites laterais.
Propriedades de ites. Limites laterais. MÓDULO - AULA 3 Aula 3 Propriedades de ites. Limites laterais. Objetivos Estudar propriedades elementares de ites, tais como: soma, produto, quociente e confronto.
Breve Resumo das Regras do Silogismo Aristotélico. Paulo Margutti FAJE
Breve Resumo das Regras do Silogismo Aristotélico Paulo Margutti FAJE Para que um argumento em forma silogística seja válido, ele deve obedecer a um conjunto de regras mais ou menos intuitivas, que são
Aula 1: Introdução ao curso
Aula 1: Introdução ao curso MCTA027-17 - Teoria dos Grafos Profa. Carla Negri Lintzmayer [email protected] Centro de Matemática, Computação e Cognição Universidade Federal do ABC 1 Grafos Grafos
O REI MALIGNO E A PRINCESA GENEROSA: SOBRE BASES NUMÉRICAS E CRITÉRIOS DE DIVISIBILIDADE
O REI MALIGNO E A PRINCESA GENEROSA: SOBRE BASES NUMÉRICAS E CRITÉRIOS DE DIVISIBILIDADE ANA PAULA CHAVES AND THIAGO PORTO 1. Introdução Os temas centrais deste texto - bases numéricas e critérios de divisibilidade
INTRODUÇÃO À LÓGICA. Julian Dutra Professor de Filosofia Colégio João Paulo I Unidade Sul Março de 2018
INTRODUÇÃO À LÓGICA Julian Dutra Professor de Filosofia Colégio João Paulo I Unidade Sul Março de 2018 Um argumento é um conjunto de sentenças onde algumas dessas sentenças são as premissas e uma dessas
Fundamentos da Computação 1. Aula 03
Fundamentos da Computação 1 Aula 03 Conteúdo Introdução à Lógica. Definição da Sintaxe. Traduzindo Sentenças. Introdução à Lógica O que é lógica? Introdução à Lógica O que é lógica? Lógica é a análise
Lógica Computacional. Métodos de Inferência. Passos de Inferência. Raciocínio por Casos. Raciocínio por Absurdo. 1 Outubro 2015 Lógica Computacional 1
Lógica Computacional Métodos de Inferência Passos de Inferência Raciocínio por Casos Raciocínio por Absurdo 1 Outubro 2015 Lógica Computacional 1 Inferência e Passos de Inferência - A partir de um conjunto
Matemática - Geometria Caderno 1: Ângulos triédricos
Programa PIBID/CAPES Departamento de Matemática Universidade de Brasília Matemática - Geometria Caderno 1: Objetivos Desenvolver e formalizar o raciocínio lógico do aluno. Conteúdos abordados Reconhecimento
III Números reais - módulo e raízes Módulo ou valor absoluto Definição e exemplos... 17
UFF/GMA - Matemática Básica I - Parte III Notas de aula - Marlene - 010-16 Sumário III Números reais - módulo e raízes 17 3.1 Módulo valor absoluto...................................... 17 3.1.1 Definição
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas Departamento de Matemática MAT Introdução à Álgebra 2015/I 1 a Lista de Exercícios
1 Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas Departamento de Matemática MAT 131 - Introdução à Álgebra 2015/I 1 a Lista de Exercícios Tópico: Argumentos 1. Julgue as premissas e a conclusão
Prof.ª Dr.ª Donizete Ritter. MÓDULO II_PARTE 1: Lógica de Argumentação
Bacharelado em Sistemas de Informação Disciplina: Lógica Prof.ª Dr.ª Donizete Ritter MÓDULO II_PARTE 1: Lógica de Argumentação 1 Origem Aristóteles - filósofo grego - 342 a.c, sistematizou os conhecimentos
Ao utilizarmos os dados do problema para chegarmos a uma conclusão, estamos usando o raciocínio lógico.
CENTRO UNVERSITÁRIO UNA NOÇÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO Professor: Rodrigo Eustáquio Borges A disciplina Lógica Matemática tem como objetivo capacitar o aluno a reconhecer e aplicar os conceitos fundamentais
Notas de aula de Lógica para Ciência da Computação. Aula 11, 2012/2
Notas de aula de Lógica para Ciência da Computação Aula 11, 2012/2 Renata de Freitas e Petrucio Viana Departamento de Análise, IME UFF 21 de fevereiro de 2013 Sumário 1 Ineficiência das tabelas de verdade
ÍNDICE. Bibliografia CRES-FIL11 Ideias de Ler
ÍNDICE 1. Introdução... 5 2. Competências essenciais do aluno... 6 3. Como ler um texto... 7 4. Como ler uma pergunta... 8 5. Como fazer um trabalho... 9 6. Conteúdos/Temas 11.º Ano... 11 III Racionalidade
Exemplos de frases e expressões que não são proposições:
Matemática Discreta ESTiG\IPB Lógica: Argumentos pg 1 Lógica: ramo da Filosofia que nos permite distinguir bons de maus argumentos, com o objectivo de produzirmos conclusões verdadeiras a partir de crenças
Referências e materiais complementares desse tópico
Notas de aula: Análise de Algoritmos Centro de Matemática, Computação e Cognição Universidade Federal do ABC Profa. Carla Negri Lintzmayer Conceitos matemáticos e técnicas de prova (Última atualização:
Análise de Algoritmos
Análise de Algoritmos Técnicas de Prova Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG julho - 2015 Técnicas de Prova Definição Uma prova é um argumento válido que mostra a veracidade de um enunciado matemático.
Elementos de Lógica Matemática. Uma Breve Iniciação
Elementos de Lógica Matemática Uma Breve Iniciação Proposições Uma proposição é uma afirmação passível de assumir valor lógico verdadeiro ou falso. Exemplos de Proposições 2 > 1 (V); 5 = 1 (F). Termos
Para Computação. Aula de Monitoria - Miniprova
Para Computação Aula de Monitoria - Miniprova 1 2013.1 Roteiro Provas e Proposições Conjuntos Provas e Proposições Proposição - Sentença que ou é verdadeira ou é falsa. ex: Hoje é sábado. -> É uma proposição.
1. Métodos de prova: Construção; Contradição.
Universidade Estadual de Santa Cruz Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas Bacharelado em Ciência da Computação Fundamentos Matemáticos para Computação 1. Métodos de prova: Construção; Contradição.
ENQ Gabarito MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL. Questão 01 [ 1,25 ]
MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL ENQ 017 Gabarito Questão 01 [ 1,5 ] Encontre as medidas dos lados e ângulos de dois triângulos ABC diferentes tais que AC = 1, BC = e A BC = 0 Considere
Resumo de Filosofia. Preposição frase declarativa com um certo valor de verdade
Resumo de Filosofia Capítulo I Argumentação e Lógica Formal Validade e Verdade O que é um argumento? Um argumento é um conjunto de proposições em que se pretende justificar ou defender uma delas, a conclusão,
Aprendendo. Raciocínio. Lógico
Aprendendo Raciocínio Lógico Sentenças Abertas Raciocínio Lógico Sentenças matemáticas abertas ou simplesmente sentenças abertas são expressões que não podemos identificar como verdadeiras ou falsas. Exemplos:
Lógica Formal. Matemática Discreta. Prof Marcelo Maraschin de Souza
Lógica Formal Matemática Discreta Prof Marcelo Maraschin de Souza Implicação As proposições podem ser combinadas na forma se proposição 1, então proposição 2 Essa proposição composta é denotada por Seja
Estruturas Discretas INF 1631
Estruturas Discretas INF 1631 Thibaut Vidal Departamento de Informática, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Rua Marquês de São Vicente, 225 - Gávea, Rio de Janeiro - RJ, 22451-900, Brazil
UFF/GMA - Matemática Básica I - Parte III Notas de aula - Marlene
UFF/GMA - Matemática Básica I - Parte III Notas de aula - Marlene - 011-1 37 Sumário III Números reais - módulo e raízes 38 3.1 Módulo valor absoluto........................................ 38 3.1.1 Definição
CEDERJ MÉTODOS DETERMINÍSTICOS 1 - EP4. Prezado Aluno,
CEDERJ MÉTODOS DETERMINÍSTICOS 1 - EP4 Prezado Aluno, Neste EP daremos sequência ao nosso estudo da linguagem da lógica matemática. Aqui veremos o conectivo que causa mais dificuldades para os alunos e
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/81 1 - LÓGICA E MÉTODOS DE PROVA 1.1) Lógica Proposicional
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 4
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 4 Nome: N.º Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias. Quando,
Pré-Cálculo. Humberto José Bortolossi. Aula 2 13 de agosto de Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense
Pré-Cálculo Humberto José Bortolossi Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense Aula 2 13 de agosto de 2010 Aula 2 Pré-Cálculo 1 Problemas de organização e erros frequentes Problemas
Introdução à Lógica Matemática
Introdução à Lógica Matemática Disciplina fundamental sobre a qual se fundamenta a Matemática Uma linguagem matemática Paradoxos 1) Paradoxo do mentiroso (A) Esta frase é falsa. A sentença (A) é verdadeira
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 1
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 1 Nome: N.º Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias. Quando,
Lógica Computacional Aulas 8 e 9
Lógica Computacional Aulas 8 e 9 DCC/FCUP 2017/18 Conteúdo 1 Lógica proposicional 1 11 Integridade e completude dum sistema dedutivo D 1 111 Integridade do sistema de dedução natural DN 1 112 3 12 Decidibilidade
Lógica Matemática. Definição. Origem. Introdução
Lógica Matemática Introdução 1 Definição A Lógica tem, por objeto de estudo, as leis gerais do pensamento, e as formas de aplicar essas leis corretamente na investigação da verdade. 2 Origem Aristóteles
70 Tons de. Raciocínio. Lógico
70 Tons de Raciocínio Lógico BRDE 2015 Qual operação lógica descreve a tabela verdade da função Z abaixo cujo operandos são A e B? Considere que V significa Verdadeiro, e F, Falso. A B Z F F V F V V V
Semana 3 MCTB J Donadelli. 1 Técnicas de provas. Demonstração indireta de implicação. indireta de. Demonstração por vacuidade e trivial
Semana 3 por de por de 1 indireta por de por de Teoremas resultados importantes, Os rótulos por de por de Teoremas resultados importantes, Os rótulos Proposições um pouco menos importantes, por de por
