PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO CARGOS E SALÁRIOS
|
|
|
- Larissa Botelho Palha
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO CARGOS E SALÁRIOS Data de emissão: Associação Paulista de Gestão Pública - APGP Elaborado por: Aprovado por: Francis da Silva Recursos Humanos Diretoria Geral
2 // Sumário 1 OBJETIVO CONSIDERAÇÕES CRITÉRIOS DE NORMATIZAÇÃO DE CARGOS E REMUNERAÇÕES NÍVEIS MEDIÇÃO PARA CLASSIFICAÇÃO DE NÍVEIS REMUNERAÇÃO DE ADMISSÃO REMUNERAÇÃO PARA UM NOVO CARGO ALTERAÇÕES SALARIAIS SALÁRIO APÓS O PERÍODO DE EXPERIÊNCIA PROMOÇÃO VERTICAL PROMOÇÃO HORIZONTAL (AUMENTO POR MÉRITO) RECLASSIFICAÇÃO DO CARGO AJUSTES DE MERCADO AVALIAÇÃO PARA PROMOÇÃO ITENS DE AVALIAÇÃO PARA PROMOÇÃO FATORES DE AVALIAÇÃO... Erro! Indicador não definido. 17 DISCIPLINA... Erro! Indicador não definido. 18 ASSIDUIDADE/PONTUALIDADE... Erro! Indicador não definido. 19 COLABORAÇÃO/DISPONIBILIDADE QUALIDADE DO TRABALHO REALIZADO RESPONSABILIDADE APRESENTAÇÃO PESSOAL CONHECIMENTO DA FUNÇÃO RESILIENCIA (ADAPTAÇÃO À MUDANÇAS) COMUNICAÇÃO ORGANIZAÇÃO LIDERANÇA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS
3 // 29 PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE UMA PROMOÇÃO SOLICITAÇÃO DA PROMOÇÃO (INÍCIO DO PROCESSO) APROVAÇÃO PRELIMINAR PELO SUPERIOR DO SOLICITANTE AVALIAÇÃO DO COLABORADOR... Erro! Indicador não definido. 33 REVISÃO DA AVALIAÇÃO DO COLABORADOR... Erro! Indicador não definido. 34 ANÁLISE PELA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS APROVAÇÃO DA DIRETORIA EFETIVAÇÃO DA PROMOÇÃO PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE UMA TRANSFERÊNCIA INTERNA SOLICITAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA (INÍCIO DO PROCESSO) APROVAÇÃO PRELIMINAR PELO SUPERIOR DO SOLICITANTE APROVAÇÃO PELO ATUAL GERENTE DA ÁREA EM QUE O COLABORADOR TRABALHA AVALIAÇÃO PELA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS DECISÃO DA DIRETORIA EFETIVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE CRIAÇÃO DE UMA VAGA OU POSTO DE TRABALHO CONCEITO DE VAGA SOLICITAÇÃO DE CRIAÇÃO DA VAGA (INÍCIO DO PROCESSO) APROVAÇÃO PRELIMINAR PELO SUPERIOR DO SOLICITANTE ANÁLISE PELA ÁREA DE COORDENAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS... Erro! Indicador não definido. 49 APROVAÇÃO PELA DIRETORIA... Erro! Indicador não definido. 50 PRAZO PARA SOLICITAÇÃO DE PROMOÇÃO E TRANSFERÊNCIA ORÇAMENTO PARA PROMOÇÕES... Erro! Indicador não definido. 52 PROGRAMA DE ESTAGIÁRIOS REGRAS DE FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO CRITÉRIOS DE RECRUTAMENTO DE ESTAGIÁRIOS VALOR DA BOLSA DE APRENDIZAGEM RESPONSABILIDADES DIRETORES
4 // 58 GERENTES ÁREA DE COORDENAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS CONCEITOS E TERMINOLOGIA DESCRIÇÃO DE CARGO AVALIAÇÃO DE CARGOS CLASSE ESTRUTURA SALARIAL FAIXA SALARIAL AMPLITUDE DA FAIXA SALARIAL PESQUISA SALARIAL SALÁRIO FIXO COMISSÃO REMUNERAÇÃO VARIÁVEL BÔNUS PRÊMIO REMUNERAÇÃO BASE REMUNERAÇÃO TOTAL EM DINHEIRO ENQUADRAMENTO SALARIAL POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO PROMOÇÃO HORIZONTAL (AUMENTO POR MÉRITO) PROMOÇÃO VERTICAL MOVIMENTAÇÃO DE PESSOAL CARREIRA FUNCIONAL CARREIRA ESPECÍFICA
5 // 1 OBJETIVO 1.1 A Política de Administração de Cargos e Remunerações tem por objetivo reconhecer a capacitação profissional e o desempenho dos seus colaboradores. O desenvolvimento técnico-profissional do colaborador e sua contribuição efetiva para os resultados da empresa serão os indicadores utilizados para esse reconhecimento. 1.2 O POP norteará o desenvolvimento de regras quanto ao processo de aplicação e gerenciamento de políticas salariais. 1.3 Fornecerá a padronização da aplicação de planos de carreira, bem como proporcionar monitoramento das evoluções de cargos e remunerações aplicados na Associação. 2 CONSIDERAÇÕES 2.1 A relatividade interna: Cada cargo terá sua remuneração estabelecida conforme as responsabilidades e qualificações necessárias para o desempenho da função. 2.2 A situação de mercado: As remunerações serão estabelecidas conforme os padrões de mercado para cargos com responsabilidades semelhantes. 2.3 O equilíbrio orçamentário da empresa: A política salarial levará em conta o desempenho da empresa e seus resultados. 3 CRITÉRIOS DE NORMATIZAÇÃO DE CARGOS E REMUNERAÇÕES. 3.1 Organização estrutural da APGP; 3.2 Organização estrutural de remunerações SUS; 3.3 Orçamento contratual; 3.4 Racionalização dos custos salariais; 3.5 Segurança e transparência nas contratações; 3.6 Embasamento estruturado e fidedigno para a defesa jurídica nos processos trabalhistas; 3.7 Definição de responsabilidades; 3.8 Facilitação nos remanejamentos e transferências internas; 3.9 Fixação de requisitos para admissões, recrutamento, seleção: 3.10 Análise de remunerações aplicadas no mercado; 3.11 Análise curricular; 3.12 Entrevista técnica; 4
6 // 3.13 Testes psicológicos; 3.14 Elaboração do laudo. 4 NÍVEIS 4.1 Os critérios de promoção serão baseados nas Avaliações de Desempenho, Formação e Tempo de Casa. 4.2 As remunerações serão administradas dentro das faixas salariais de cada Classe de cargos. As determinações das remunerações individuais serão feitas conforme as seguintes normas e procedimentos. 4.3 Estabelecemos o crescimento vertical em carreiras, onde há a mudança de cargo em critérios crescentes de: Nível I Nível II Nível III. 4.4 Promoções verticais ficam condicionadas à existência de vagas, eliminadas a preterição. 4.5 NÍVEL I Será de preferência o cargo na admissão. Estipulou-se a escolaridade mínima do segundo grau completo. 4.6 NÍVEL II Para galgar esta condição o ocupante do cargo, deverá atender aos seguintes requisitos: Ter curso superior completo; Ter, no mínimo, um ano de casa (não contando com o tempo de estágio); Obter avaliação de desempenho anual favorável, com índice de desempenho satisfatório e/ou muito satisfatório. 4.7 NÍVEL III Para esta categoria, o colaborador deverá ter: Concluído um curso de pós-graduação/especialização; Ter, no mínimo dois anos na empresa; Obter avaliação de desempenho anual favorável, com índice de desempenho satisfatório e/ou muito satisfatório. 5 MEDIÇÃO PARA CLASSIFICAÇÃO DE NÍVEIS 5.1 Conhecimento do Trabalho; 5.2 Qualidade do Trabalho; 5.3 Produtividade no Trabalho; 5.4 Relacionamento interpessoal; 5.5 Cooperação. 5
7 // OBS. A Diretoria Geral pode definir critérios diferentes, caso julgue necessário. 6 REMUNERAÇÃO DE ADMISSÃO 6.1 Todo colaborador deve ser admitido preferencialmente com remuneração no início da faixa salarial estabelecida para o seu cargo. Excepcionalmente, a remuneração de admissão pode ser estabelecida acima desse limite, em função do grau de qualificação e experiência exigidas do candidato, ou por contingência de mercado. 7 REMUNERAÇÃO PARA UM NOVO CARGO 7.1 Para se definir a faixa salarial de um novo cargo, este deverá passar pelo processo de Avaliação e Classificação, conduzido pela área de Recursos Humanos, com base nas atribuições do novo cargo. 8 ALTERAÇÕES SALARIAIS 8.1 O Sistema de Administração de Cargos e Remunerações prevê as seguintes situações que poderão gerar alterações salariais: Fim do período de experiência; Promoção Vertical (promoção para um cargo maior); Promoção Horizontal (aumento de salário por merecimento, no mesmo cargo); Transferência para outro cargo; Ajustes de mercado; Reclassificação do cargo Às alterações devem ser solicitadas com a utilização do formulário de Alteração Cadastral (-FOR-8/14). 9 SALÁRIO APÓS O PERÍODO DE EXPERIÊNCIA 9.1 Em casos específicos, em que o colaborador tenha sido contratado com a condição de ter um reajuste após o período de experiência, o salário do colaborador será reajustado para o nível previamente acertado na contratação. 6
8 // 10 PROMOÇÃO VERTICAL 10.1 Os aumentos por promoção vertical são concedidos aos colaboradores que passam a ocupar cargos incluídos numa classe superior à classe atual do cargo, dentro da estrutura de cargos e remunerações A promoção vertical está vinculada à existência de vaga no quadro de colaboradores, ou poderá ocorrer em função da necessidade de preenchimento de uma vaga em aberto Os candidatos a uma promoção vertical deverão passar por um processo de avaliação conduzido pela área de Recursos Humanos Os aumentos decorrentes da promoção vertical podem ser concedidos em qualquer mês do ano, desde que o colaborador preencha os requisitos necessários à promoção Após esta promoção deve ser observado um período mínimo de um ano, antes de nova promoção vertical.. 11 PROMOÇÃO HORIZONTAL 11.1 O aumento por promoção horizontal será concedido ao colaborador que apresentar desempenho que o destaque significativamente dos demais ocupantes do mesmo cargo ou dentro de uma equipe de trabalho A promoção vertical está vinculada à existência de vaga no quadro de colaboradores, ou poderá ocorrer em função da necessidade de preenchimento de uma vaga em aberto Os aumentos decorrentes da promoção horizontal podem ser concedidos em qualquer mês do ano e devem se ajustar ao orçamento definido para essa finalidade É recomendado analisar com cuidado cada promoção horizontal, visando evitar a criação de problemas de relatividade interna posteriormente. 12 RECLASSIFICAÇÃO DO CARGO 12.1 Ocorre um reajuste salarial por reclassificação quando um cargo recebe atribuições adicionais, de maior complexidade e responsabilidade e que exijam maior conhecimento do que as atribuições atuais, justificando uma reclassificação do cargo para uma classe mais alta na estrutura de cargos. 7
9 // 13 AJUSTES DE MERCADO 13.1 São alterações salariais com o objetivo de alinhar a remuneração do cargo com os padrões de mercado, constatados por meio de pesquisa de remuneração realizada pela área de Recursos Humanos O ajuste de mercado pode ocorrer como consequência de um reajuste nas tabelas salariais para alinhamento com o mercado, ou apenas para alinhar às remunerações de determinados cargos. 14 AVALIAÇÃO PARA PROMOÇÃO 14.1 O colaborador indicado para uma promoção vertical ou horizontal deverá ser avaliado pelo seu superior imediato, em itens relacionados ao desempenho e comportamento nos últimos 12 meses A validação de uma promoção ainda está condicionada à análise do histórico funcional do colaborador, o qual deverá ser levantado junto a área de Administração de Pessoal, onde serão avaliados a frequência, atrasos, faltas e advertências disciplinares Um colaborador indicado à uma promoção, não poderá apresentar advertências disciplinares que tenham sido aplicadas em um período de 12 meses O colaborador ainda não deverá apresentar mais que 5 faltas injustificadas em um período de 12 meses. 15 ITENS DE AVALIAÇÃO PARA PROMOÇÃO 15.1 O candidato a uma promoção será avaliado pelos seus superiores hierárquicos com base em seu desempenho técnico e comportamental. Os fatores de avaliação serão definidos pela área de Recursos Humanos, em conjunto com a Supervisão direta do avaliado. 16 COLABORAÇÃO/DISPONIBILIDADE 16.1 Iniciativa do colaborador para colaborar em situações como substituição de emergência para cobrir falta de outro colega, execução de trabalhos fora da sua rotina normal e disponibilidade do colaborador para trabalhar em horários especiais, tais como mudança de turno por necessidade do trabalho, trabalho em fins de semana, situações de emergência, horas extras etc. 8
10 // 17 QUALIDADE DO TRABALHO REALIZADO 17.1 Qualidade do trabalho medido pela conformidade do produto ou resultado dos processos sob sua responsabilidade. 18 RESPONSABILIDADE 18.1 Responsabilidade demonstrada na execução das tarefas, antecipação de possíveis problemas, iniciativa para fazer o que for necessário antes que o superior determine. 19 APRESENTAÇÃO PESSOAL 19.1 Forma como o colaborador costuma se apresentar ao trabalho, em termos de vestuário, asseio e higiene pessoal. 20 CONHECIMENTO DA FUNÇÃO 20.1 Grau de domínio que o colaborador tem da função que exerce, demonstrado na prática do dia-a-dia. 21 RESILIENCIA (ADAPTAÇÃO À MUDANÇAS) 21.1 Capacidade de discernimento do colaborador para entender e acatar as mudanças introduzidas pela empresa no ambiente de trabalho. 22 COMUNICAÇÃO 22.1 Capacidade do colaborador de passar informações com clareza para seus superiores e colegas de trabalho. 23 ORGANIZAÇÃO 23.1 Como o colaborador organiza seu ambiente de trabalho, como administra seu dia de trabalho, como elege as prioridades e sequência das tarefas. 24 LIDERANÇA 24.1 Como o colaborador exerce a liderança em seu grupo de trabalho. Como o colaborador envolve sua equipe na busca de melhor produtividade e qualidade. O que ele faz para estimular sua equipe. 9
11 // 25 RESOLUÇÃO DE CONFLITOS 25.1 Forma como o colaborador resolve os conflitos em sua área e com outras pessoas fora de sua área. Habilidade para lidar com pessoas de pensamento e opiniões diferentes, em situações de negociação. 26 PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE UMA PROMOÇÃO 27 SOLICITAÇÃO DA PROMOÇÃO (INÍCIO DO PROCESSO) 27.1 O solicitante (no nível mínimo de Supervisor) preenche o formulário de Alteração Cadastral (-FOR-8/14) e encaminha ao seu superior imediato para uma análise preliminar. 28 APROVAÇÃO PRELIMINAR PELO SUPERIOR DO SOLICITANTE 28.1 O superior imediato do solicitante manifesta sua concordância ou não com a solicitação. Havendo concordância, instrui o solicitante a proceder à Avaliação do candidato à promoção. Não havendo concordância, comunica ao solicitante as razões da negativa e encerra o processo. 29 APROVAÇÃO FINAL 29.1 O superior solicitante encaminha o Alteração Cadastral (-FOR-8/14) para a área de Recursos Humanos, para que seja homologado o processo de promoção. 30 ANÁLISE PELA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS 30.1 A área de RECURSOS HUMANOS fará uma avaliação para verificação dos quesitos de acesso do colaborador verificando histórico de conduta e análise curricular. Após essa avaliação, a área de Recursos Humanos encaminhará o processo para deliberação da Diretoria. 31 APROVAÇÃO DA DIRETORIA 31.1 Após a decisão da Diretoria, a área de Recursos Humanos comunica o resultado do processo ao Gestor direto solicitante. 10
12 // 32 EFETIVAÇÃO DA PROMOÇÃO 32.1 Se o candidato for aprovado, a área de Recursos Humanos tomará as providências necessárias para efetivação da promoção, dentro das regras definidas nestas Normas e Procedimentos. 33 PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE UMA TRANSFERÊNCIA INTERNA 34 SOLICITAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA (INÍCIO DO PROCESSO) 34.1 O Gestor solicitante preenche o formulário de Alteração Cadastral (-FOR-8/14) e encaminha ao seu superior imediato para uma análise preliminar. 35 APROVAÇÃO PRELIMINAR PELO SUPERIOR DO SOLICITANTE 35.1 O superior imediato do solicitante manifesta sua concordância ou não com a solicitação. Se o superior imediato do solicitante concordar, encaminha o processo ao Gestor responsável pela Unidade em que o colaborador trabalha, para liberação do colaborador e continuidade do processo. Se o superior imediato do solicitante não concordar, comunica ao solicitante as razões da negativa e encerra o processo. 36 APROVAÇÃO PELO ATUAL GEESTOR DA ÁREA EM QUE O COLABORADOR TRABALHA 36.1 O Gestor da área em que o colaborador trabalha deverá manifestar sua concordância ou não com a solicitação de transferência. Havendo concordância, informa ao solicitante que poderá solicitar à área de Recursos Humanos para dar seguimento ao processo. Não havendo concordância, comunica ao solicitante as razões da negativa e encerra o processo. 37 AVALIAÇÃO PELA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS 37.1 A área de Recursos Humanos procederá a uma avaliação do colaborador e das possibilidades de sua adaptação ao novo cargo. A seguir, submete o resultado da sua avaliação à deliberação da Diretoria. 38 DECISÃO DA DIRETORIA 38.1 Após a decisão da Diretoria, a área de Recursos Humanos comunica o resultado do processo aos Gerentes das áreas envolvidas. 11
13 // 39 EFETIVAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA 39.1 Se o candidato for aprovado, a área de Recursos Humanos tomará as providências necessárias para efetivação da promoção, dentro das regras definidas nestas Normas e Procedimentos A data da transferência do colaborador para a nova área deverá ser definida de comum acordo entre os Gerentes das áreas envolvidas. 40 PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE CRIAÇÃO DE UMA VAGA OU POSTO DE TRABALHO (AUMENTO DE QUADRO) 41 CONCEITO DE VAGA 41.1 Considera-se como vaga em aberto um posto de trabalho que ficou vago em função da saída do colaborador que o ocupava Há também a possibilidade de criação de vaga em função de necessidade de aumento do quadro de pessoal. 42 SOLICITAÇÃO DE CRIAÇÃO DA VAGA (INÍCIO DO PROCESSO) 42.1 O solicitante, no nível mínimo de Coordenador, preenche o formulário -FOR-1-14 Solicitação de Colaborador e encaminha a Diretoria da Associação, para uma análise preliminar. 43 APROVAÇÃO PRELIMINAR PELO SUPERIOR DO SOLICITANTE 43.1 A Diretoria do solicitante manifesta sua concordância ou não com a criação da nova vaga. Havendo concordância, este envia a solicitação para a área de Recursos Humanos, para análise de viabilidade. Não havendo concordância, A Diretoria comunica ao solicitante as razões da negativa e encerra o processo. 44 PRAZO PARA SOLICITAÇÃO DE PROMOÇÃO E TRANSFERÊNCIA 44.1 As solicitações de promoções verticais e horizontais e transferências deverão ser encaminhadas à área de Recursos Humanos até o dia 20 de cada mês, para que possam ser processadas e aplicadas no mês subsequente. 12
14 // 45 PROGRAMA DE ESTAGIÁRIOS 46 REGRAS DE FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO 46.1 O contrato será de 6 meses, no mínimo, podendo ser renovado a cada 6 meses, enquanto o estagiário for estudante O estágio ocorrerá em horário que não conflite com o horário de estudo do estagiário nem com a conveniência da área O estagiário que não corresponder às expectativas da área terá seu contrato rescindido A Empresa poderá contratar o estagiário como colaborador, em cargo compatível com sua qualificação, quando o estudante concluir seu curso O estágio será supervisionado pelo coordenador da área. A área de Recursos Humanos dará todo o suporte em termos de treinamento e acompanhamento à equipe de estagiários e feedback sobre o processo aos gerentes. 47 CRITÉRIOS DE RECRUTAMENTO DE ESTAGIÁRIOS 47.1 O recrutamento de estagiários será feito entre candidatos externos: estudantes que irão se formar em até dois anos e meio no máximo. 48 VALOR DA BOLSA DE APRENDIZAGEM 48.1 O valor da Bolsa de Aprendizagem será proporcional à carga horária do estagiário O estagiário terá como benefícios um auxilio transporte, se o estágio for de 6h diárias. Caso seja de 8h, além do transporte terá direito a auxilio alimentação A correção desses valores será feita quando houver alteração na Tabela Salarial. 49 RESPONSABILIDADES 50 DIRETORES 50.1 Divulgar estas Normas e Procedimentos entre os colaboradores de suas áreas Assegurar o cumprimento destas Normas e Procedimentos Dar aprovação final a todas as alterações salariais, promoções e movimentações de pessoal propostas, bem como a criação de novos cargos ou vagas Aprovar ajustes de mercado Aprovar alterações nas Políticas de Administração de Cargos e Remunerações. 13
15 // 50.6 Analisar casos especiais não previstos nestas Normas e Procedimentos, decidindo sobre a melhor solução. 51 GERENTES 51.1 Divulgar estas Normas e Procedimentos entre os colaboradores de suas áreas Assegurar o cumprimento destas Normas e Procedimentos em suas áreas Controlar as propostas de promoções e alterações salariais, conforme critérios estabelecidos nestas Normas e Procedimentos Analisar e dar parecer sobre as alterações salariais solicitadas pelos supervisores Propor alterações salariais para colaboradores de suas áreas quando necessário Propor a criação de novos cargos ou vagas, conforme a necessidade. 52 ÁREA DE COORDENAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 52.1 Acompanhar as regras estabelecidas e assessorar todas as áreas quanto à melhor forma de conduzir os processos e procedimentos estabelecidos nestas Normas e Procedimentos. 53 CONCEITOS E TERMINOLOGIA 54 DESCRIÇÃO DE CARGO 54.1 É o relato, de forma organizada, das atividades e responsabilidades de cada cargo existente na empresa. 55 AVALIAÇÃO DE CARGOS 55.1 Processo de determinação da importância relativa de cada cargo dentro da estrutura organizacional, com base nos conhecimentos, complexidades e responsabilidades do cargo. 56 CLASSE 56.1 Designa um grupo de cargos com avaliação semelhante, que possuem a mesma Faixa Salarial. 57 ESTRUTURA SALARIAL 57.1 É composta de Tabelas Salariais. 14
16 // 58 FAIXA SALARIAL 58.1 A Faixa Salarial define os valores das remunerações de cada Classe. 59 AMPLITUDE DA FAIXA SALARIAL 59.1 É a distância percentual entre o início e o fim da Faixa Salarial. 60 PESQUISA SALARIAL 60.1 É a coleta, tabulação e análise de remunerações praticados pelo mercado. 61 SALÁRIO FIXO 61.1 Soma das parcelas fixas de natureza salarial pagas mensalmente, tais como: salário, ajuda para aluguel, etc. 62 COMISSÃO 62.1 Valores recebidos mensalmente, pela atividade de venda de produtos. 63 REMUNERAÇÃO VARIÁVEL 63.1 Valor recebido em função do cumprimento de determinadas metas ou resultados, conforme definido em programa específico. 64 BÔNUS 64.1 Gratificação periódica ou esporádica, em função do desempenho ou contribuições únicas do colaborador para resultados. 65 PRÊMIO 65.1 Prêmio em mercadorias concedido pela obtenção de resultados específicos. Às vezes, o prêmio também denomina valores pagos em dinheiro, como no caso de campanhas de vendas. 15
17 // 66 REMUNERAÇÃO BASE 66.1 É o salário fixo mensal. 67 REMUNERAÇÃO TOTAL EM DINHEIRO 67.1 Soma da Remuneração Base mais a Remuneração Variável. A Remuneração Total em Dinheiro mensal é obtida somando-se a Remuneração Base mensal + 1/13 (um treze avos) do total da Remuneração Variável recebida no último ano. 68 ENQUADRAMENTO SALARIAL 68.1 Elevação do salário do colaborador até um determinado nível da Faixa Salarial do seu cargo, observando uma avaliação do seu desempenho e desenvolvimento profissional. 69 POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO 69.1 Conjunto de normas e critérios definidos pela empresa, para orientar sua administração salarial. 70 PROMOÇÃO HORIZONTAL (AUMENTO POR MÉRITO) 70.1 Aumento de salário no mesmo cargo, como reconhecimento pelo desempenho ou desenvolvimento profissional do colaborador. Com uma promoção horizontal, o salário do colaborador avança na Faixa Salarial. 71 PROMOÇÃO VERTICAL 71.1 Ocorre uma promoção vertical quando um colaborador passa a ocupar um cargo maior, dentro da estrutura de cargos da empresa, e seu salário passa a ser administrado dentro da faixa salarial do novo cargo. 16
18 // 72 MOVIMENTAÇÃO DE PESSOAL 72.1 Movimentação de Pessoas: formulário próprio para preenchimento de movimentação de pessoas no que se referir à admissão, substituição, demissão, entre outras. 73 CARREIRA FUNCIONAL 73.1 Sequência de cargos possíveis de serem ocupados por um profissional, numa escala ascendente pelos diversos níveis da estrutura organizacional, dentro de uma área funcional (Auxiliar, Assistente, Analista, Supervisor, Gerente, em áreas funcionais como Administração, Produção, Vendas, Marketing). 74 CARREIRA ESPECÍFICA 74.1 Conjunto de cargos de uma mesma atividade, em função das crescentes exigências de conhecimentos e amadurecimento profissional (Auxiliar I, II e III, Analista Júnior, Pleno e Sênior, dentro de uma área funcional). 17
Normas e Procedimentos de Funcionamento do Sistema de Administração de Cargos e Salários ABCZ
Normas e Procedimentos de Funcionamento do Sistema de Administração de Cargos e Salários ABCZ Os salários serão administrados dentro das faixas salariais de cada classe de cargos. A determinação dos salários
POLÍTICA CARGOS E REMUNERAÇÃO
1 / 9 1. OBJETIVO 1.1 Geral Estabelecer uma política eficaz para a ascensão profissional dos seus colaboradores, de acordo com suas aptidões e desempenho; assim como subsidiar o desenvolvimento no plano
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS UNIDADE RECURSOS HUMANOS E PROCESSOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS COB UNIDADE RECURSOS HUMANOS E PROCESSOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS POLRH-001 GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS Revisão: 01 ÁREA RESPONSÁVEL: Recursos Humanos SUMÁRIO CAPÍTULO
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS. CAPÍTULO I - Princípios básicos da administração de Cargos e Salários
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS COB UNIDADE ADMINISTRATIVA GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS POLRH-001 GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS Revisão: 00 ÁREA RESPONSÁVEL: Recursos Humanos SUMÁRIO CAPÍTULO I - Princípios
PORTARIA Nº 02 de 20 de Fevereiro de 2018 PLANO DE ADMINISTRAÇÃO DE CARGOS E SALÁRIOS
PORTARIA Nº 02 de 20 de Fevereiro de 2018 PLANO DE ADMINISTRAÇÃO DE CARGOS E SALÁRIOS O PRESIDENTE DA CBTri, RESOLVE: Art. 1 º - Estabelecer procedimentos de administração salarial, visando assegurar de
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS UNIDADE RECURSOS HUMANOS E PROCESSOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS COB UNIDADE RECURSOS HUMANOS E PROCESSOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS POLRH-001 GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS Revisão: 03 ÁREA RESPONSÁVEL: Recursos Humanos SUMÁRIO CAPÍTULO
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS UNIDADE RECURSOS HUMANOS E PROCESSOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS COB UNIDADE RECURSOS HUMANOS E PROCESSOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS POLRH-001 GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS Revisão: 04 ÁREA RESPONSÁVEL: Recursos Humanos SUMÁRIO CAPÍTULO
Plano de Cargos, Carreiras e Salários CONTROLE DE REVISÕES
Plano de Cargos, Carreiras e Salários Abril de 2013 CONTROLE DE REVISÕES Versão Data Responsável Descrição 0 15/04/2013 Tríade RH Desenvolvimento e Implantação do Plano 1 26/06/2013 Tríade RH Revisão do
Responsável: Gerente de Recursos Humanos Revisado em: 16/09/2016
Responsável: Revisado em: 16/09/2016 Objetivos Estabelecer um conjunto de procedimentos para criar e manter uma estrutura de salários equitativa e justa na organização. Manter o equilíbrio interno dos
POLÍTICA CARGOS E REMUNERAÇÃO
1 / 13 1. OBJETIVO 1.1 Geral Estabelecer uma política eficaz para a ascensão profissional dos seus colaboradores, de acordo com suas aptidões e desempenho; assim como subsidiar o desenvolvimento no plano
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS UNIDADE RECURSOS HUMANOS E PROCESSOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS COB UNIDADE RECURSOS HUMANOS E PROCESSOS GERÊNCIA DE GESTÃO DE PROCESSOS POLRH-001 GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS Revisão: 03 ÁREA RESPONSÁVEL: Recursos Humanos SUMÁRIO CAPÍTULO
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS CONHECENDO UM POUCO MAIS...
POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS CONHECENDO UM POUCO MAIS... As avaliações e premiações são consideradas salários indiretos que tem como principal objetivo motivar, reter e consequentemente garantir bons
Manual do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração. Ordem dos Advogados de Pernambuco
Manual do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração Ordem dos Advogados de Pernambuco 2018 Introdução O Plano de Cargos, Carreira e Salários da OAB tem como objetivo estabelecer diretrizes para gestão da
Procedimentos de Gestão da Qualidade. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Renato L. Filho. Coordenador da Qualidade
Versão: 1 Pg: 1/6 NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Renato L. Filho Coordenador da Qualidade 22/08/2016 DE ACORDO Dra. Débora Salles Supervisora da Qualidade 22/08/2016 APROVADO POR Dr. Renato
Procedimento Operacional Padrão. Recrutamento, Seleção e Contratação de Pessoal. Responsável: Gerente de Recursos Humanos Revisado em: 16/09/2016
Objetivos Estabelecer conceitos, responsabilidades, critérios e procedimentos relacionados à captação, seleção e contratação de pessoal de forma interna e/ou externa. Glossário R&S (Recrutamento e Seleção):
Política de Processo Seletivo Interno Sistema de Gestão da Qualidade
Página 1 de 5 1. FINALIDADE Definir regras e critérios para a realização do Processo de Recrutar e Selecionar Interno, por meio de Alcance ou Mudança Estratégica. E direcionar o crescimento e encarreiramento
DOCUMENTO REGULAMENTO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL
Página 1/5 REVISÃO DATA PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 00 01.01.2017 Emissão 01 18.06.2018 Revisão e formatação do documento ELABORAÇÃO: Simone Alves de Souza Gestora de Recursos Humanos APROVAÇÃO: Katia T Butalo
Procedimento Operacional. Cargos, Salários e Benefícios Versão: 3 Vigência: 12/06/2018
1 APRESENTAÇÃO O Centro de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento do Desporto Não Profissional de São José dos Campos - SÃO JOSÉ DESPORTIVO, estabelece este Procedimento para Cargos, Salários e Benefícios com
MANUAL DE RECURSOS HUMANOS
MANUAL DE RECURSOS HUMANOS OBJETIVO O Manual de Recursos Humanos da Associação de Cultura, Educação e Assistência Social Santa Marcelina, denominada SMC, tem como objetivo apresentar as políticas, normas
Art. 1º Aprovar o Estatuto do Pessoal Técnico Administrativo, conforme cópia anexa a esta Resolução.
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 36/07/Administração RESOLUÇÃO Nº 36/07/Universitário Aprova o Estatuto do Pessoal Técnico Administrativo. O Conselho e Administração da Fundação
Estrutura Remuneratória, Composição dos Funcionários e Critérios de Ascensão em Carreira do Sebrae/SC
Estrutura Remuneratória, Composição dos Funcionários e Critérios de Ascensão em Carreira do Sebrae/SC ESTRUTURA SALARIAL DO SEBRAE SANTA CATARINA FUNÇÃO SALÁRIO INGRESSO SALÁRIO TETO ASSISTENTE I R$ 1.926,87
LEI Nº 1.275/2013. CNPJ. nº / Praça Padre Francisco Pedro da Silva, nº 145- Centro CEP: OURICURI-PERNAMBUCO
LEI Nº 1.275/2013 Ementa:Dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos dos Servidores da Prefeitura Municipal de Ouricuri, Estado de Pernambuco e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO
PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS
PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS 2015 Índice 1 - Introdução... 03 2 Sumário... 04 2.1 - Estrutura de Cargos 2.2 - Estrutura de Remuneração 2.3 Objetivos dos Planos de Cargos e Salários 3 Etapas e resultados...
Gestão de Pessoas Revisão: 02 Página 1 de 6
PROCEDIMENTO PR 6.01 Gestão de Pessoas Revisão: 02 Página 1 de 6 CÓPIA CONTROLADA 1. HISTÓRICO DE REVISÕES DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 29/07/2014 01 03/12/2015 02 Adequações
CREA-GO. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho GESTÃO DE PESSOAS IT / 6
GESTÃO DE PESSOAS IT. 45 09 1 / 6 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para solicitações referentes aos subsistemas de no que se refere aos processos de: Agregar pessoas recrutamento e seleção; Integrar
Plano de Cargos e Salários
Plano de Cargos e Salários Introdução O Plano foi elaborado com a finalidade de normatizar os procedimentos do Plano de Cargos e Salários da Organização que envolve remuneração fixa, gestão por competências
ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS FAEPU
0 ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS FAEPU APRESENTAÇÃO Este manual busca orientar os funcionários do quadro da FAEPU sobre a Avaliação de Desempenho que será realizada.
POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO
POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO 1-OBJETIVO: Disponibilizar um plano de remuneração internamente consistente e externamente competitivo, que assegure a atração, retenção e desenvolvimento profissional dos funcionários
POLÍTICA DE GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS INSTITUTO ODEON
POLÍTICA DE GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS INSTITUTO ODEON 1 1 INTRODUÇÃO O Plano de Cargos e Salários é o conjunto de regras e normas que determinam as políticas de gestão da remuneração do INSTITUTO ODEON.
PROCEDIMENTO. Recrutamento, Seleção e Admissão de Colaboradores.
-02 Rev. 19 1 de 5 1- OBJETIVO Desenvolve uma sistemática para admissão de colaboradores, visando atrair profissionais com perfil pessoal e profissional adequado às necessidades da Empresa. 2- CAMPO DE
RECRUTAMENTO INTERNO Políticas
Esta política estabelece diretrizes que serão aplicadas no Morena Rosa Group, cabendo a todas as áreas envolvidas no processo e citadas neste documento a responsabilidade pelo seu cumprimento. RECRUTAMENTO
Aprova o Regulamento de Recursos Humanos e o Plano de Cargos e Salários do ITCBio
RESOLUÇÃO N 02/2016, DE 10 DE AGOSTO DE 2016. Aprova o Regulamento de Recursos Humanos e o Plano de Cargos e Salários do ITCBio O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, reunido em de 2016, no exercício de suas competências
Plano de Cargos e Salários
ASSOCIAÇÃO DE MÚSICOS, ARRANJADORES E REGENTES/ SOCIEDADE MUSICAL BRASILEIRA AMAR/SOMBRÁS Plano de Cargos e Salários Apresentação do plano de administração de Cargos e Salários ADMINISTRAÇÃO 2015 Conteúdo
Objetivos. Estabelecer requisitos básicos à admissão de um novo servidor, na medida em que subsidia programas de recrutamento e seleção de pessoal.
Objetivos A Principal finalidade do Plano de Cargos e Salários é de estabelecer políticas e procedimentos voltados à valorização do colaborador e de incentivo ao seu crescimento profissional. Os fundamentos
PLANO DE CARREIRA DOS FUNCIONÁRIOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS
PLANO DE CARREIRA DOS FUNCIONÁRIOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS Praia Grande São Paulo Dezembro de 2008 CAPÍTULO I DAS FINALIDADES Artigo 1 - A implantação deste Plano Carreira dos Funcionários Técnico-Administrativos
POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE MINAS GERAIS CODEMIG
POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE MINAS GERAIS CODEMIG 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVO 1.1. A presente Política de Gestão de Pessoas da Companhia de Desenvolvimento Econômico
Política de Recrutamento e Seleção. Estabelecer critérios para o recrutamento e seleção de profissionais para a empresa.
Política de Recrutamento e Seleção 1. OBJETIVO: Estabelecer critérios para o recrutamento e seleção de profissionais para a empresa. 2. ABRANGÊNCIA: Abrange todas as contratações de profissionais da empresa.
Você gostaria de ter um espaço aberto para trocar idéias sobre...
Você gostaria de ter um espaço aberto para trocar idéias sobre... Este bate papo que tivemos foi, na verdade, para inaugurar o Programa Sua carreira; Sua vida profissional; Dicas para o auto-desenvolvimento;
Regulamento para Contratação de Recursos Humanos
REGULAMENTO PARA CONTRATAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS Art. 1º - Os Procedimentos da Gerência de tem a função de definir, normatizar e padronizar os recursos humanos a serem contratados, a partir de sua identificação
COPERGÁS - COMPANHIA PERNAMBUCANA DE GÁS PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS -PCCS- Página 1 de 14
COPERGÁS - COMPANHIA PERNAMBUCANA DE GÁS PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS -PCCS- Página 1 de 14 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. PRINCIPIOS BÁSICOS... 3 3. CONCEITOS... 3 4. QUADRO DE PESSOAL... 5
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA PARA O ENSINO PRESENCIAL
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA PARA O ENSINO PRESENCIAL Rio de Janeiro 2018 2 CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. O Programa de Monitoria, instituído pela Lei nº 5.540/68 e complementada
4. DA ESTRUTURA DO PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS
1. DO REGULAMENTO O quadro de pessoal do Corpo Técnico-Administrativo da Faculdade de Ciências da Saúde IGESP será composto por funcionários que exerçam atividades de gestão financeira, infraestrutura
ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS FAEPU
0 ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS FAEPU SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 2 O QUE É A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO?... 3 QUAL O OBJETIVO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO?... 3 QUEM
Matéria sobre a Pesquisa: de- rh-para
Matéria sobre a Pesquisa: www.isk.com.br/perspectivas-de de- rh-para para-2017 EmpresasParticipantes Perfil das Empresas Participantes 2% 23% Origem de Capital 37% Nacional Segmento de Atuação Multinacional
HOSPITAL MUNICIPAL DE SIMÕES FILHO / ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇAO A MATERNIDADE E A INFÂNCIA DE CASTRO ALVES-APMI
REGULAMENTO PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOAL 1. DISPOSIÇÕES GERAIS. 1.1. Este Regulamento norteia o recrutamento, seleção, regime jurídico e as regras de conduta ética e disciplinar dos empregados da APMI na
REGULAMENTO DE PROCESSO SELETIVO PAPA ADMISSÃO DE PESSOAL DA FUNDAÇÃO DO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS - FUNDIBIO
REGULAMENTO DE PROCESSO SELETIVO PAPA ADMISSÃO DE PESSOAL DA FUNDAÇÃO DO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS - FUNDIBIO CAPÍTULO I Art. 1º - Este Regulamento estabelece normas, objetivando a contratação de pessoal
Perguntas e respostas. Gestão de Desempenho PLR Funcionário
Gestão de Desempenho PLR Funcionário O programa A PLR é formada por quatro blocos de Objetivos, sendo que cada um deles possui Objetivos específicos. Esses blocos têm um peso diferente na apuração do resultado,
Procedimento para Recursos Humanos
1. OBJETIVO Definir sistemática de trabalho do Recursos Humanos. 2. CAMPO DE APLICAÇÃO Aplica-se ao processo de Recursos Humanos. 3. DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS R.H. Recursos Humanos 4. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
Política de Gestão de Pessoas
Política de Gestão de Pessoas Versão 1.00 FOLHA DE CONTROLE Título Política de Gestão de Pessoas Número de versão 1 Status Lançamento Autoria Superintendência de Recursos Humanos - SURH Instrumento de
NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE QUÍMICA E GEOCIÊNCIAS CURSO DE BACHARELADO EM QUÍMICA COMISSÃO DE ESTÁGIO E MONOGRAFIA NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Pelotas, maio de 2009. NORMAS DOS ESTÁGIOS
RH 01 RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL CÓPIA CONTROLADA Nº: 02
ESCALA CONSTRUÇÕES E EMPREENDIMENTOS LTDA. PROCEDIMENTO OPERACIONAL DE RECURSOS HUMANOS RH 01 RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL NBR ISO 9001:2008 e PBQP-H ALTERADO E FORMATADO POR: Danielle Cristina Vergílio
Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 029
1/ 5 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão geral do documento Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável Rubrica Diretoria de Engenharia
Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 026
1/7 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão dos Indicadores 02 Revisão geral do documento 03 Item 4.1: Foi inserida uma aprovação final da após o Gestor escolher o
PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS E POLÍTICA DE BENEFÍCIOS ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO PROJETO GURI
PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS E POLÍTICA DE BENEFÍCIOS ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO PROJETO GURI Versão 2.2 PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS... 4 ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO PROJETO GURI... 4 ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE CULTURA...
D. (49) N, 2º
CONTROLLER (CÓDIGO 1896) Para empresa de médio porte Atividades a serem desenvolvidas: - Análise de produtividade da fábrica; - Elaborar e apresentar as análises de indicadores de resultados; - Análise
EDITAL Nº 024/ PROCESSO DE BUSCA PARA PREENCHIMENTO DE UMA VAGA PARA FUNÇÃO GRATIFICADA DE COORDENADOR DE RECURSOS HUMANOS
EDITAL Nº 024/2012 - PROCESSO DE BUSCA PARA PREENCHIMENTO DE UMA VAGA PARA FUNÇÃO GRATIFICADA DE COORDENADOR DE RECURSOS HUMANOS O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá IDSM está selecionando
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE POLÍTICA ESTUDANTIL - SPE REGULAMENTO DO PROGRAMA BOLSA PERMANÊNCIA
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE POLÍTICA ESTUDANTIL - SPE REGULAMENTO DO PROGRAMA BOLSA PERMANÊNCIA CAPÍTULO I NATUREZA E FINALIDADE Art.1º - O presente Regulamento
Gerir pessoas, com dinamismo, inovação e comprometimento, visando à satisfação dos clientes.
PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS POR UNIDADE GESTORA COORDENAÇÃO DE GESTÃO DE PESSOAS - CGP MISSÃO DA UNIDADE GESTORA Gerir pessoas, com dinamismo, inovação e comprometimento, visando à satisfação dos clientes.
CONSELHO DELIBERATIVO DA FUNAPE RESOLUÇÃO Nº 04, DE 13 DE JUNHO DE 2002.
CONSELHO DELIBERATIVO DA FUNAPE RESOLUÇÃO Nº 04, DE 13 DE JUNHO DE 2002. CONSOLIDAÇÃO ALTERA A RESOLUÇÃO Nº 02 E TRAZ NOVAS DIRETRIZES PARA AS CONTRATAÇÕES DE PESSOAL PELA FUNDAÇÃO DE APOIO À PESQUISA
Política de Contratação de Pessoal
Política de Contratação de Pessoal 01 2 / 6 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. APLICAÇÃO... 3 3. RESPONSABILIDADES... 3 4. PROCEDIMENTO... 3 5. CONSIDERAÇÕES RELEVANTES... 5 6. INFORMAÇÕES ADICIONAIS... 6 7. ANEXOS...
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º O Estágio Curricular Supervisionado consiste num conjunto de atividades profissionais desempenhadas pelos alunos, sendo
POLÍTICAS DE PESSOAL da FUNAPE
POLÍTICAS DE PESSOAL da FUNAPE Goiânia, 20 de abril de 2017 Foco da Governança de RH da FUNAPE 1. Defesa e manutenção dos direitos dos trabalhadores 2. Atração e retenção de talentos 3. Manter a competividade
PLANO DE CARGOS, CARREIRA E REMUNERAÇÃO APRESENTAÇÃO
APRESENTAÇÃO Com a competitividade cada vez mais acirrada e a busca permanente pela excelência dos serviços, torna-se prioritário se voltar essencialmente para os resultados, utilizando os recursos disponíveis
REGULAMENTO DE RECURSOS HUMANOS
REGULAMENTO DE RECURSOS HUMANOS Este Regulamento estabelece as diretrizes adotadas pelo Instituto Ânima, na gestão dos seus colaboradores celetistas. SUMÁRIO 1. Objetivo... 02 2. Aplicação... 02 3. Diretrizes
CENTRO UNIVERSITÁRIO PADRE ANCHIETA
DIRETORIA DE GRADUAÇÃO EDITAL Dir_grad. 001/2017 O Diretor Acadêmico do Centro Universitário Padre Anchieta torna pública a abertura das inscrições para o Programa Institucional de Monitoria UniAnchieta
4 Perfil do Quadro de Servidores
4 Perfil do Quadro de Servidores 4.1 Servidores Docentes O quadro de servidores docentes do IFRO é composto por Professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico regidos pela Lei nº 8.112/90 e Lei nº
PROGRAMAS DE RECURSOS HUMANOS GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS
PROGRAMAS DE RECURSOS HUMANOS GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS Demonstrar as etapas na implantação e desenvolvimento de planos de cargos e salários. Como utilizar as ferramentas de cargos e salários Apresentar
Procedimento Operacional Contratação de Estagiário e Menor Aprendiz
1 APRESENTAÇÃO: O Centro de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento do Desporto Não Profissional de São José dos Campos - SÃO JOSÉ DESPORTIVO, estabelece este Procedimento para Contratação de Estagiário e Menor
Título POLÍTICA DE CRESCIMENTO INTERNO
: Pág.: 1 de 6 1. FINALIDADE Estabelecer diretrizes e critérios que viabilizem os processos de crescimento por meio do recrutamento interno, visando engajar e/ou promover profissionais alinhados com a
Gestão de Pessoas. Prof (a) Responsável: Patrícia Bellotti Carvalho Prof (a) Tutor (a) de Aprendizagem: Tarcis Prado Junior
Gestão de Pessoas Prof (a) Responsável: Patrícia Bellotti Carvalho Prof (a) Tutor (a) de Aprendizagem: Tarcis Prado Junior Quais os conceitos da Disciplina de Gestão de Pessoas? Conhecer os sistemas de
PROGRAMA DE MONITORIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO CENTRAL APPARECIDO DOS SANTOS-UNICEPLAC PROCESSO SELETIVO 1º SEMESTRE DE 2019 EDITAL 01/2019
PROGRAMA DE MONITORIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO CENTRAL APPARECIDO DOS SANTOS-UNICEPLAC PROCESSO SELETIVO 1º SEMESTRE DE 2019 EDITAL 01/2019 A Coordenação de Pós-Graduação, Iniciação Científica
Faculdade Independente do Nordeste Credenciada pela Portaria MEC n 1.393, de 04/07/01 Publicada no DOU de 09/07/01
Faculdade Independente do Nordeste Credenciada pela Portaria MEC n 1.393, de 04/07/01 Publicada no DOU de 09/07/01 RESOLUÇÃO CSA N.º 001/2006 Dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreira e Salários dos Funcionários
