Semiologia Ortopédica Pericial
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- Maria Luiza Stachinski Borba
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1 Semiologia Ortopédica Pericial Prof. Dr. José Heitor Machado Fernandes 2ª V E R S Ã O DO H I P E R T E X T O
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3 Módulos Módulo 1 - Semiologia Ortopédica Pericial Módulo 2 Termos Ortopédicos Comuns Módulo 3 Doença Musculoesquelética Módulo 4 Distúrbios Ortopédicos Gerais Módulo 5 Exame Clínico Módulo 6- Marcha Humana (resumo) Módulo 7- Exame Físico Ortopédico Módulo 8 - Articulação Temporomandibular Módulo 9 Coluna Cervical Módulo 10 Testes Físicos Especiais Módulo 11 Coluna Torácica e Lombar Módulo 12 Articulações Sacroilíacas Módulo 13 Ombros Módulo 14 Cotovelos Módulo 15 Antebraços
4 Módulos Módulo 16 - Punhos e Mãos Módulo 17 - Quadril Módulo 18 Joelhos e Pernas Módulo 19 Pés e Tornozelos Módulo 20 - Trauma Ortopédico Módulo 21 Radiologia do Aparelho Locomotor Módulo 22 Dificuldades do Exame Físico Pericial Módulo 23- Principais DORTs da nossa comunidade Módulo 24 Crédito de Imagens & Referências Bibliográficas Módulo 25 Relação de Vídeos, na Internet, sobre Exame Físico do Aparelho Locomotor Epílogo
5 Anatomia da Coluna Vertebral e da Medula Espinal
6 Aparência normal das costas. A, Mulher; B, Homem.
7 Curvaturas normais da coluna vertebral.
8 Vertebrae.
9 Spaces between adjacent vertebral arches in the lumbar region.
10 Relationships of the back to other regions.
11 Vertebral canal, spinal cord, and spinal nerves.
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13 A COLUNA VERTEBRAL APRESENTA 5 DIVISÕES E 4 CURVATURAS Coluna cervical ( lordose) Coluna Torácica (cifose) Coluna Lombar (lordose) Coluna sacral (cifose) Coccix
14 A C O L U N A P O S S U I 7 VERTEBRAS CERVICAIS (C1 A C5) 12 VÉRTEBRAS TORÁCICAS (T1 A T12) 5 VÉRTEBRAS LOMBARES (L1 A L5) 5 VÉRTEBRAS SACRAIS FUSIO- NADAS ( S1 A S5) 4 VÉRTEBRAS COCCÍGEAS FUSIONA- DAS (CO1 A CO4)
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16 Vertebral canal.
17 Veins that drain the spinal cord.
18 Meninges.
19 AS MEMBRANAS QUE RECOBREM A MEDULA PIA MATER DURA MATER ARACNÓIDE
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21 Seções transversais através da medula espinhal em diferentes níveis
22 Organização básica de um nervo espinhal
23 REGIÕES DE INERVAÇÃO MOTORA REGIÃO NERVO- SA CERVICAL Cabeça e pescoço Diafragma Braços e mãos REGIÃO NERVO- AS TORÁCICA Músculos torácicos Respiração Músculos abdominais REGIÃO NERVO- AS LOMBAR Pernas e pés REGIÃO NERVO- AS SACRAL Contrôle do intestino e bexiga Funções sexuais
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25 NÍVEIS DE DANO E EXTENSÃO DA PARALISIA C4 QUADRIPLEGIA C6 QUADRIPLEGIA T6 PARAPLEGIA L1 PARAPLEGIA
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27 COLUNA CERVICAL
28 COLUNA CERVICAL Assuntos do Módulo 9 1- Anatomia da coluna vertebral e da Medula Espinal 2- Anatomia específica da Coluna Cervical 3- Anatomia radiológica da coluna cervical 4- Comentários clínicos sobre coluna cervical 5- Plexo braquial 7- Diagrama da dor na coluna cervical 8- Exame Físico (Inspeção, palpação, amplitude de movimentos, força muscular, sensibilidade, testes dos reflexos, testes especiais cervicais, avaliação de dano da medula espinal e extensão da paralisisa) 9)- Patologias Cervicais: 10)- Manifestações clínicas das hérnias discais cervicais 11)- Cervicoartrose, Estenose cervical, Mielopatia espondilótica cervical 12)- Síndrome do desfiladeiro torácico (testes especiais) 13)- Demonstração de testes físicos (vídeos do youtube) 14)- Cervicalgia, Cervicobraquialgia
29 COLUNA CERVICAL Assuntos do Módulo 9 15)- Diagnóstico diferencial entre síndrome facetária cervical, lesão de raiz nervosa cervical e síndrome do desfiladeiro torácico 16- Lesões por hiperextensão e hiperflexão 17- Causas de Cervicalgia 18- Principais técnicas cirúrgicas para patologias cervicais 19- Disco cervical artificial de substituição 20- Principais testes especiais para coluna cervical 21- Dor referida da coluna cervical para outras áreas do corpo 22- Estudo de casos semiológicos da coluna cervical 23- Para encontrar o trauma cervical (fraturas e luxações) acesse o módulo 20 Trauma Ortopédico
30 Anatomia Cervical
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34 Anatomia Cervical
35 Complexo Cervical Superior 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 35
36 < CENTER> 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 36
37 16/01/2012 Complexo Cervical Superior Dr. José Heitor M. Fernandes 37
38 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 38
39 RX com a boca aberta mostrando atlas e axis 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 39
40 ATLAS SUBLUXATION Upper Cervical Spine No subluxation Upper Cervical Spine Skull to atlas subluxation 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 40
41 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 41
42 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 42
43 16/01/2012 Complexo Cervical Superior Dr. José Heitor M. Fernandes 43
44 Facetas articulares cervicais
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46 Forame Neural Cervical
47 Pinçamento de raiz cervical
48 Duas partes do disco intervertebral
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50 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 50
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54 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 54 <>
55 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 55 <>
56 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 56
57 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 57 <>
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59 Relação entre as raízes nervosas cervicais e os corpos vertebrais cervicais
60 Anatomia Radiológica Cervical 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 60
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62 Acesse os Vídeos Anatomia da coluna cervical ligamentos, vértebras, revisão ossos do crânio Anatomia Geral Músculos do Pescoço Cervical Spine Animation
63 Anatomia Radiológica Cervical 1. Radiografia Simples Radiografia da coluna cervical
64 Série de Radiografias Simples da Coluna Cervical 1- Incidência AP com a boca aberta (para visualizar C1-C2); 2- Incidência AP cervical inferior; 3- Incidência cervical lateral (perfil); 4- Incidências oblíquas direita e esquerda; 5- Incidências adicionais: - Incidência lateral em flexão e extensão - Incidência de Fuch - Incidência dos pilares de Boyleston
65 AP Lateral 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 65
66 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 66
67 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 67
68 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 68
69 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 69
70 Incidência Oblíqua Anterior Direita 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 70
71 Incidência Oblíqua Anterior Esquerda 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 71
72 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 72
73 Diâmetro Sagital aceito para o Canal Vertebral na Coluna Cervical DIÂMETRO (mm) NÍVEL MÍNIMO MÁXIMO C C C C4 a C
74 2. Tomografia Computadorizada Está indicada no estudo de doenças ósseas, sendo imagens que revelam espondilose e osteófitos nas articulações zigoapofisárias. É útil para medida do canal vertebral e o forame de conjugação. Observam-se imagens patológicas em pacientes assintomáticos. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 74
75 3. Ressonância Magnética Opção preferencial para detecção de patologias de partes moles tais como hérnia de disco e tumores. Estudo realizado em 100 pacientes com doenças na laringe, sem queixas clínicas relacionados à coluna cervical, evidenciaram 20% de lesão discal em pacientes entre anos e 57% com mais de 64 anos. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 75
76 16/01/2012 Neuroimagem Dr. José Heitor M. Fernandes 76
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80 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 80
81 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 81
82 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 82
83 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 83
84 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 84
85 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 85
86 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 86
87 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 87
88 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 88
89 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 89
90 A coluna cervical é a coluna flexível que suporta o peso da cabeça e provê uma via protegida para a medula espinhal na sua descida. Ela protege as artérias vertebrais, as veias jugulares internas e a cadeia simpática do sistema nervoso autônomo (SNA). É muito importante que cuidado especial seja tomado para monitorar essas estruturas durante o exame físico. O arranjo distinto das articulações da parte superior da coluna cervical em continuidade com as facetas articulares permite que a cabeça se mova. Entretanto, os músculos e os ligamentos criam uma grande quantidade de estabilidade ao contrafazer a inércia da cabeça. Há também uma interação única com a cintura escapular porque muitos músculos apresentam inserções mútuas.
91 Já que a coluna cervical é bastante flexível, é uma área muito comumente afetada por artrose, inflamação e trauma. Deve-se perguntar ao paciente sobre a natureza e a localização de suas queixas, e sua duração e intensidade. Observe se a dor se irradia para a cabeça do paciente, ou para baixo no cotovelo. Se o paciente relata uma história de trauma, é importante notar o mecanismo de lesão. A direção da força, a posição da cabeça e do pescoço e a atividade da qual ele estava participando no momento da lesão contribuem para compreender o problema resultante e auxiliam a dirigir melhor o exame.
92 AXIOMAS DA AVALIAÇÃO DA COLUNA CERVICAL As síndromes da coluna cervical são extremamente comuns e provavelmente são a 4ª causa mais comum de dor. Em qualquer tempo dado, 9% dos homens e 12% das mulheres têm dor cervical, com ou sem dor no braço e mão, e 35% da população é capaz de lembrar ter tido cervicalgia em algum tempo. A coluna cervical é a origem de uma grande proporção de distúrbios referidos ao ombro, ao cotovelo, à mão e ao punho. A maioria das pessoas que desenvolve dor no pescoço não procura atenção médica por vê-la como parte da vida, de modo que simplesmente aguarda que ela desapareça.
93 Radiulopatia Cervical
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96 Relações anatômicas e Circulação Arterial
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100 A artéria vertebral é muitas vezes o primeiro e o maior ramo da artéria subclávia. Ela sobre para entrar no forame do processo transverso da 6ª vértebra cervical. Continua a subir, encerrada nos anéis ósseos formados pelos forames transversos. Depois de emergir do forame transverso do atlas, a artéria vertebral prossegue para curvar-se posterior e medialmente em torno da massa lateral do atlas. A artéria vertebral a seguir passa através do forame magno e na borda inferior da ponte, une-se com a artéria vertebral do lado oposto para formar o tronco basilar. As artérias cerebelares póstero-inferiores (ACPIs) saem das artérias vertebrais imediatamente antes delas se juntarem uma à outra
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102 Qualquer redução adicional no calibre do vaso, a não ser que um suprimento colateral adequado tenha se desenvolvido, resultará em isquemia e sintomas cerebrais. Normalmente, hiperextensão e rotação do pescoço comprimem e podem ocluir a artéria vertebral no lado contralateral no nível do atlas e do áxis. Entretanto, sintomas não se desenvolvem porque a circulação colateral é adequada. Quando os vasos são ocluídos por placas de ateromatosas e comprimidos por osteófitos, o fluxo sanguíneo colateral pode ser insuficiente e os sintomas podem desenvolver-se quando a artéria vertebral torna-se momentaneamente bloquada durante o movimento de rotação e hiperextensão da coluna cervical. Várias causas de tontura precisam ser primeiro excluídas, particularmente aquelas causadas por doença labiríntica ou cerebelar.
103 Teste de DeKleyn para síndrome da artéria vertebral MANOBRA Com o paciente na posição de decúbito dorsal e a cabeça para fora da mesa, o examinador instrui o paciente a hiperextender e rodar a cabeça e manter essa posição por 14 a 15 segundos. O paciente repete essa manobra com a cabeça rodada e estendida para o lado oposto. CONDIÇÃO DETECTADA Vertigem, visão turva, náusea, síncope e nistagmo são sinais de um teste positivo. CONCLUSÃO O teste de DeKleyn é positivo após rotação cervical para a direita com hiperextensão. Esse resultado sugere síndrome da artéria vertebral no lado ipsilateral (do mesmo lado).
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107 A e B Face anteror do pescoço A. osso hióide; B. cartilagem tireóide; C. cartilagem cricóide; D. músculos esternocledoimastóideos; E. esterno; F. tubérculos de Chassaignac; G. incisura esternal. Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
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110 Plexo Braquial (C5 a T1) 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 110
111 28/10/2010 Dr. José Heitor Machado 120
112 COLUNA VERTEBRAL - Diagrama da Dor
113 Coluna Cervical 1. Inspecione o pescoço para: - Alinhamento - Simetria de pregas cutâneas e músculos 2. Teste a amplitude de movimento através das manobras: - Flexão frontal ( 45 graus) - Hiperextensão (55 graus) - Inclinação lateral (40 graus) - Rotação (70 graus) 3. Teste a força dos músculos esternocleidomastóide e trapézio (XI par craniano, nervo acessório)
114 Um exame ortopédico da coluna cervical inclui: 1- História 2- Sinais vitais 3- Inspeção 4- Palpação dos tecidos superficiais e profundos,e jogo articular 5- Percussão 6- Instrumentação (outra medição física: inclinômetro...) 7- Avaliação da amplitude de movimento 8- Manobras ortopédicas com testes espaciais 9- Exame neurológico 10- Imagem 11- Avaliação laboratorial
115 O exame da coluna cervical envolve a determinação de lesão ou patologia na coluna cervical ou numa porção do membro superior. Essa avaliação é um exame de rastreamento segundo Cyriax. Na avaliação inicial de um paciente com queixa de dor no pescoço e/ou no membro superior, este procedimento sempre é realizado, exceto quando o examinador está absolutamente seguro em relação à localização da lesão. Quando a lesão localiza-se no pescoço, o exame de rastreamento é obrigatório para se descartar um envolvimento neurológico. Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment, 4th Ed., Elseiver- 2002
116 Após a determinação do local da lesão, uma avaliação mais detalhada da área afetada é realizada quando ele se encontra fora da coluna cervical. Como muitas condições que afetam a coluna cervical podem se manifestar em outras partes do corpo, a coluna cervical é uma área cuja avaliação adequada é complicada e se deve despender o tempo necessário para se garantir que seja examinado o máximo possível de causas e problemas. A coluna cervical apresenta várias articulações. Trata-se de uma área cuja estabilidade foi sacrificada em favor da mobilidade, o que a torna particularmente vulnerável à lesão. Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment, 4th Ed., Elseiver- 2002
117 Face posterior da coluna vertebral. A e B Face posterior do pescoço A. Ínio; B. m. trapézio; C. Grupo muscular transversocostal; D. processo espinhoso de C7; E. Processo espinhoso de T1; F. Ligamento nucal; G. Faceta articular posterior; H. músculos suboccipitais; I. Nervo occipital maior. Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
118 A e B Face anteror do pescoço A. osso hióide; B. cartilagem tireóide; C. cartilagem cricóide; D. músculos esternocledoimastóideos; E. esterno; F. tubérculos de Chassaignac; G. incisura esternal. Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
119 A e B Face anteror do pescoço A. osso hióide; B. cartilagem tireóide; C. cartilagem cricóide; D. músculos esternocledoimastóideos; E. esterno; F. tubérculos de Chassaignac; G. incisura esternal. Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
120 Linfonódos da cabeça e do pescoço
121 Palpação dos linfonódos cervicais anteriores
122 Arco de Movimento da Coluna Cervical
123 Exame da força muscular dos músculos mm. esternocleidomastóide e trapézio (inervados pelo XI par craniano nervo acessório).
124 Alinhamento das raízes nervosas cervicais A disposição das raízes nervosas em relação às vértebras é da maior importância clínica. Dado o fato de existirem 8 raízes nervosas cervicais e apenas 7 vértebras cervicais, a primeira raiz nervosa cervical emerge entre o occipital e o atlas, enquanto o oitavo nervo cervical emerge entre a sétima vértebra cervical e a primeira torácica. Portanto, a hérnia do disco entre a quinta e a sexta vértebras cervicais vai afetar a raiz do sexto nervo cervical.
125 Curso dos nervos espinhais dentro do canal cervical 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 125
126 Relação entre as raízes nervosas cervicais e os corpos vertebrais cervicais
127 Nível Neurológico C5
128 Avaliação Motora Teste do Bíceps: através dessa manobra observamos o nervo musculocutâneo e sua raíz C5 e C6. Fonte:
129 Compressão da Raiz Nervosa C5 A raiz nervosa C5 sai entre as vértebras C4-C5. O músculo deltóide é testado. Pede-se ao paciente que abduza o braço e mantenha esta posição enquanto o examinador exerce uma pressão para baixo sobre o cotovelo. Déficit sensorial = região lateral superior do braço e cotovelo Fraqueza muscular = deltóide, bíceps (variável) Alteração dos reflexos = bíceps
130 Nível Neurológico C6
131 Compressão da Raiz Nervosa C6 A raiz nervosa C6 sai entre as vértebras C5-C6. Testam-se o bíceps e os extensores do punho. Para testar o bíceps, pede-se ao paciente que flexione o cotovelo a 90 e mantenha a posição. O examinador segura o cotovelo com uma das mãos e o punho com a outra mão e tenta estender o cotovelo. Para testar os extensores do punho, pede-se ao paciente que estenda o punho e flexione o cotovelo a 90 enquanto o braço é mantido bem ao lado. O examinador estabiliza o antebraço com uma das mãos e exerce uma pressão para baixo com a outra mão.
132 Compressão da Raiz Nervosa C6 Déficit sensorial = antebraço lateral, polegar e dedo indicador. Fraqueza muscular = bíceps e extensores do punho. Alterações de reflexo = braquiorradial.
133 Nível Neurológico C7
134 Avaliação Motora Extensores do punho: verifica raízes de C6 e C7. Fonte:
135 Compressão da Raiz Nervosa C7 A raiz nervosa C7 sai entre as vértebras C6-C7. Testam-se os flexores do punho, os extensores longos dos dedos e o tríceps. Para testar os flexores do punho, pede-se ao paciente para flexionar o punho e o cotovelo a 90 enquanto o braço é mantido bem próximo lateralmente. O examinador estabiliza o antebraço com uma das mãos e exerce pressão para estender o punho com a outra mão. Para testar os extensores longos dos dedos, pede-se ao paciente que estenda os dedos e mantenha a posição com o punho na posição neutra. O examinador estabiliza o antebraço com uma das mãos e exerce pressão distal às articulações metacarpofalangianas para flexionar os dedos.
136 Compressão da Raiz Nervosa C7 Para testar o tríceps, pede-se ao paciente que flexione o cotovelo a 90 e mantenha a posição. O examinador apóia o cotovelo com uma das mãos, segura o punho com a outra mão e tenta flexionar o cotovelo. Déficit sensorial = dedo médio. Fraqueza muscular = tríceps, flexores do punho, extensores longos dos Alterações nos reflexos = tríceps. dedos.
137 Nível Neurológico C8
138 Compressão da Raiz Nervosa C8 A raiz nervosa C8 sai entre as vértebras C7-T1. Testam-se os flexores digitais. Para testar os flexores digitais, o examinador coloca os seus dedos indicador, médio e anular na palma da mão do paciente e pede a ele para fechar a mão e apertar o máximo possível. Déficit sensorial = dedos mínimo e anular, borda ulnar da palma e antebraço medial. Fraqueza muscular = flexores dos dedos. Alterações de reflexos = nenhuma!
139 Nível Neurológico T1
140 Avaliação Motora Oposição do polegar: nervo mediano, raíz de C8 e T1. Fonte:
141 Avaliação Motora Abdução dos dedos: nervo ulnar, raíz de T1. Fonte:
142 Compressão da Raiz Nervosa T1 A raiz nervosa T1 sai entre as vértebras T1 T2. Testam-se os músculos interósseos como um grupo ou os primeiros músculos interósseos dorsais. Para avaliar os músculos interósseos, pede-se ao paciente que estique e abduza os dedos e mantenha essa posição. O examinador exerce pressão sobre o dedo indicador e o mínimo, para colocá-los mais próximos. Alternativamente, para testar o primeiro interósseo dorsal, o examinador pressiona o seu dedo indicador contra a borda radial do indicador do paciente, enquanto, com a outra mão, palpa a contratura muscular.
143 Compressão da Raiz Nervosa T1 Déficit sensorial = região medial do braço. Fraqueza muscular = interósseos dorsais, abdutor do dedo mínimo. Alterações de reflexos = nenhuma!
144 Avaliação Coluna Cervical Teste de Spurling 3,5 Teste da Compressão Foraminal de Jackson 3,5 Teste da Depressão do Ombro 3,5 Teste da Distração Cervical 3,5 Níveis de dano da medula espinal e extensão da paralisia
145 A espondilose é freqüentemente observada em indivíduos com 25 anos de idade ou mais, está presente em 60% dos indivíduos com mais de 45 anos, e, em 85% daqueles com mais de 65 anos. Geralmente, os sintomas da cervicoartrose manifestam-se somente em indivíduos com 60 anos de idade ou mais. Problemas articulares cervicotorácicos são frequentemente dolorosos durante a realização de atividades que requerem movimento puxar-empurrar (p.ex., cortar grama, serrar e limpar janelas).
146 Algumas vezes, o paciente pode relatar que a dor e os sintomas referidos diminuem ou desaparecem com a colocação da mão ou do membro superior do lado afetado sobre o topo da cabeça, isto é chamado sinal de Bakody e, geralmente, ele indica problemas na área de C4 ou C5. A dor à deglutição pode ser indicativa de edema de tecidos moles da garganta, subluxação vertebral, projeção de osteófitos ou protusão discal para o interior do esofago ou da faringe.
147 A. Teste de compressão axial B. Teste de distração Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
148 Teste de Spurling (3,5) 2- O examinador faz pressão sobre a cabeça direto para baixo 1 - O paciente flexiona a cabeça para um lado 3- Se não houver dor, coloque a cabeça do paciente na vertical e aplique um golpe vertical na parte superior da cabeça. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 148
149 Teste de Spurling Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
150 Teste de Spurling MANOBRA O teste é efetuado com o paciente sentado. O examinador põe uma mão em cima da cabeça do paciente e aumenta gradualmente a pressão para baixo. O paciente observa qualquer dor ou parestesia e a distribuição destas. Pressão também pode ser aplicada enquanto a cabeça é flexionada lateralmente para cada um dos lados e é estendida. A pressão deve ser mantida. Essa manobra fecha os forames intervertebrais do lado da flexão e reproduz a dor ou parestesias familiares. CONDIÇÃO DETECTADA - O teste de Spurling é positivo à direita com dor e parestesia provocada no dermnátomo C5. Isso sugere compressão da raiz nervosa C5.
151 Teste de Spurling (modificado) Uma pancada vertical é aplicada na parte mais superior do crânio. O examinador pode querer interpor uma mão entre a mão concussiva e o crânio do paciente. A cabeça e o pescoço estão primeiro em uma posição neutra para esse procedimentoe, a seguir, posicionados em flexão lateral e extensão para um procedimento repetido. O teste estimulará qualquer irritação de raiz nervosa ou outras estruturas sensíveis à dor relacionada à doença discal e espondilose cervical. O uso dessa modificação não deve constituir uma surpresa para o paciente.
152 Pérola Clínica O teste de Spurling é um teste agressivo de compressão cervical, e o paciente deve ser informado de cada passo à medida que ele é introduzido. Entretanto, o examinador não deve dar sugestões ao paciente quanto às respostas de dor. O teste de Spurling provoca sinal de colapso muito facilmente!!
153 Teste de Compressão Foraminal de Jackson (3,5) 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 153
154 Teste de Compressão Foraminal de Jackson (3,5) INDICAÇÃO Avaliação para compressão da raiz nervosa cervical resultante de uma lesão ocupante do espaço, subluxação, edema inflamatório, exostose de doença articular degenerativa, tumor ou hérnia de disco intervertebral. MANOBRA- A compressão cervical é comumente efetuada fazendo-se o paciente sentar e inclinar a cabeça obliquamente para trás, enquanto o examinador aplica pressão para baixo sobre o vértex. Entretanto, com o teste de compressão de Jackson, a cabeça é apenas ligeiramente rodada para o lado comprometido. Em qualquer um dos casos o sinal é positivo se a dor localizada irradiar-se pelo braço abaixo. Um sinal positivo indica comprometimento nervoso por uma lesão mocupante de espaço, subluxação, edema inflamatório, exostose da doença articular degenerativa, tumor ou hérnia discal. CONDIÇÃO DETECTADA A compressão cervical de Jackson é positiva à direita e provoca dor no dermátomo C5. Isso sugere a presença de uma lesão ocupante de espaço comprimindo o nervo perto da raiz nervosa C5.
155 Pérola Clínica O fechamento dos forames intervertebrais ocorre no lado da flexão nessa manobra. Esse teste deve ser efetuado sem desconforto excessivo. O sinal de colapso pode estar presente.
156 Teste de Depressão do Ombro (3,5) (estiramento das raízes cervicais) 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 156
157 Teste de Distração Cervical ou Tração-separação (3,5) 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 157
158 Teste da Distração Cervical MANOBRA Com o paciente sentado, o examinador exerce pressão para cima sobre a cabeça do paciente. Isso remove o peso da cabeça do paciente pela parte de cima do pescoço. Dor generalizada, aumentada, indica espasmo muscular. Alívio da dor indica invasão foraminal intervertebral ou capsulite facetária. O examinador continua a distração de 30 a 60 segundos para relaxar completamente os tecidos comprometidos. Esse teste proporciona alguma predição do efeito da tração da coluna cervical para aliviar a dor ou parestesia. Com o desaparecimento dos sintomas e sinais, a compressão de raiz nervosa pode ser aliviada se os forames intervertebrais forem abertos ou os espaços discais, extendidos. A pressão sobre as cápsulas articulares das articulações apofisárias também é diminuída pela distração. CONCLUSÃO O teste da distração é positivo ao aliviar a dor radicular de C5 à direita. Esse resultado sugere síndrome de compressão da raiz nervosa nesse nível, à direita.
159 Pérola Clínica O teste da distração não somente indica a natureza da queixa do paciente, como também identifica o mérito da tração cervical no esquema de tratamento. Também deve ser observado qua quanto mais elevado for o peso de tração cervical estática necessário para produzir alívio, mais instável será a síndrome de compressão nervosa. De fato, a necessidade de peso mais alto constitui muitas vezes um indicador da necessidade de tratamento cirúrgico.
160 Manobra de L hermitte Pede-se ao paciente sentar ou efetuar uma flexão máxima da coluna cervical e torácica. O sinal de Lhermitte é considerado presente quando essa manobra provoca parestesias distais em vários membros ou no tronco Acredita-se que o sinal de Lhermitte seja um indicador de estenose vertebral e consequente compressão da medula espinhal. Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
161 Pérola Clínica Embora o sinal de Lhermitte seja muitas vezes interpretado como um teste patognomônico para esclerose múltipla, ele não o é. Entretanto, o sinal de Lhermitte revela ou sugere mielopatia resultante de esclerose múltipla, estenose, tumor ou hérnia de disco.
162 A- reflexo bicipital ( a contração do m. bíceps provoca uma flexão do cotovelo visível ou palpável) C5 e C6 B- reflexo braquioradial (produz pronação do antebraço e flexão do cotovelo) C5 e C6 C- reflexo tricipital ( a contração do tríceps provoca uma extensão visível ou palpável do cotovelo) C6, C7 e C8 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 162
163 Escala de Reflexos 0 = Reflexo ausente 1 = Reflexo diminuído 2 = Reflexo normal 3 = Reflexo aumentado 4 = Clono transitório (contração repetida de um membro 5 = Clono prolongado hiperestendido)
164 Testes sensitivos A. Toque suave B. Pontiagudo C. Rombo Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
165 Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan Testes sensitivos D e E. Vibração F e G. Propriocepção
166 Teste de 2 Pontos de Discriminação (2PD) Avaliação sensitiva Discriminação entre 2 pontos: via coluna dorsal lemnisco. Checa-se em várias regiões a capacidade discriminatória. Discriminação entre 2 pontos : (A)no dedo, (B) no antebraço. Fonte:
167 Avaliar a Sensação Vibratória e Posicional As sensações vibratória e posicional são transmitidas pelas terminações nervosas sensitivas, as colunas posteriores da medula espinhal, o lemnisco medial, o tálamo e o córtex sensitivo. A sensação vibratória é testada movendo-se um diapasão (128 Hz) sobre cada articulação, começando pelos artelhos. A sensação de posição articular é testada movendo-se um artelho ou um dedo da mão rapidamente e perguntando-se ao periciando em que direção o dedo se moveu. Este é o teste ideal para a função da coluna posterior.
168 Avaliar a Sensação Vibratória e Posicional O sinal de Romberg avalia se o periciando pode permanecer estável ao ficar de pé com os olhos fechados. - A instabilidade com os olhos fechados indica uma disfunção dos nervos periféricos de grandes fibras ou das colunas posteriores nas extremidades inferiores. - A instabilidade com os olhos abertos indica uma lesão cerebelar.
169 Dermátomos cervicais e torácicos A e C, Segundo Foerster B e D, Segundo Keegan e Garrett Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
170 Avaliação sensitiva dos dermátomos cervicais A, C4 ; B, C5 ; C, C6 ; D, C7 ; E, C8 ; F, T1 ; G,T2 Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
171 TESTE SENSORIAL A DISTRIBUÍÇÃO SENSORIAL DOS MEMBROS SUPERIORES DEVE SER TESTADA. Lembre-se de que existe uma grande área de superposição entre os dermátomos e isso varia de um indivíduo para outro. Dermátomo C3: pescoço Dermátomo C4: ponta do ombro Dermátomo C5: parte medial do deltóide e epicôndilo lateral Dermátomo C6: polegar Dermátomo C7: dedo médio Dermátomo C8: dedo mínimo Dermátomo T1: região medial do cotovelo Dermátomo T2: região medial do braço Dermátomo T3: axila Dermátomo T4: mamilo Dermátomo T5-8: parede torácica Dermátomo T9-12: parede abdominal (umbigo é T10).
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173 Dermátomos Úteis e Movimento Segmentar C5 : Deltóide (abdução do braço),bíceps (flexão do cotovelo) C6 : Extensão do punho C7 : Flexão do punho C8 : Flexão dos dedos T1 : Adução e abdução dos dedos L1, L2, L3 : Iliopsoas (flexão do quadril) L2, L3, L4 : Quadríceps (extensão do joelho) L5 : Dorsiflexão, eversão e inversão do pé S1 : Flexão plantar S2, S3, S4: Esfíncter anal externo
174 Teste dos Reflexos Tendinosos Profundos Os reflexos tendinosos profundos incluem geralmente o reflexo supinador (basicamente C6 nervo radial), o reflexo do bíceps ( basicamente C5 nervo musculocutâneo), o reflexo do tríceps (C7- nervo radial), o reflexo patelar (basicamente L4 nervo femoral) e o reflexo do tornozelo (S1 nervo tibial posterior). A hiperreflexia generalizada sugere uma neuropatia periférica. Uma hiporreflexia unilateral sugere radiculopatia, plexopatia, mononeuropatia. A hiper-reflexia sugere uma doença do neurônio motor superior e se associa geralmente a espasticidade e ao sinal de Babinski.
175 Teste dos Reflexos Tendinosos Profundos A hiporreflexia das extremidades superiores com hiperreflexia das extremidades inferiores sugere ELA ou acometimento da coluna cervical. O sinal de Babinski indica uma doença do neurônio motor superior, mas é normal em lactentes. O reflexo mandibular deve ser testado caso se suspeite de uma paralisia pseudobulbar. Os reflexos superficiais (p.ex., reflexos abdominais) podem estar ausentes em pacientes normais.
176 Patologias da Coluna Cervical
177 Radiculopatia cervical 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 177
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179 Hérnia Discal Cervical
180 Disco herniado/radiculopatia Cervical
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183 Manifestações Clínicas das Hérnias Discais Cervicais Os sintomas radiculares, são dependentes do nível acima da hérnia discal. Manifestação disco envolvido C4-5 Nível do Disco Herniado disco envolvido C5-6 Disco envolvido C6-7 disco envolvido C7-T1 * Raiz comprometida nível neurológico C5 nível neurológico C6 nível neurológico C7 nível neurológico C8 * Fraqueza muscular m. deltóide m. bíceps m. tríceps, mm. extensores do punho mm. intrínsecos da mão, mm. flexores dos dedos * Perda de sensibilidade ombro & lateral superior do braço lateral do braço & antebraço, polegar & face lateral do indicador dedo médio 4 e 5 quirodáctilos * Reflexo diminuído Bicipital, peitoral Bíceps, braquioradial tricipital Não há reflexo! Incidência: 2% 19% 69% 10%
184 PARESTESIAS OU DORMÊNCIAS (nível da lesão na coluna cervical) Pode estar relacionada a radiculopatia. Geralmente, a queixa do paciente de dormência/parestesia aponta para o nível do dermátomo da lesão. Pescoço = dermátomo C3 Ponta do ombro = C4 Deltóide e região lateral do cotovelo = C5 Polegar = C6 Dedo médio = C7 Dedo mínimo = C8 Região medial do cotovelo = T1
185 Radiculopatia Cervical Sinais e Sintomas Dores no pescoço com irradiação para o braço numa distribuíção dermatômica. Dor pode aumentar em posições específicas do pescoço que comprometem ainda mais a raiz nervosa. Há dor, parestesias, fraqueza muscular e alterações reflexas na distribuíção do dermátomo envolvido. Espasmo muscular reflexo pode ocorrer secundariamente, causando dor localizada.
186 Radiculopatia Cervical Sinais e Sintomas Diminuíção do limite de movimento cervical, especialmente da rotação e inclinação lateral. Se houver uma compressão medular associada, os sinais mielopáticos podem incluir distúrbio da marcha, fraqueza, espasticidade e disfunção esfincteriana. Síndrome de Horner pode ocorrer em raras ocasiões.
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189 Cervicoartrose com Estenose cervical
190 Estenose Espinhal Cervical A estenose cervical produz achados compatíveis com a lesão de neurônios motores inferiores no nível da lesão e um déficit de neurônios motores superiores abaixo da lesão.
191 Estenose cervical
192 Estenose Espinhal Cervical - sintomas
193 Mielopatia Cervical Uma mielopatia é uma condição neurológica que acomete a medula espinhal ou o cérebro, resultando em uma lesão do neurônio motor superior. Ela afeta tanto os membros superiores quanto os inferiores. Sinais e sintomas: # marcha instável # fraqueza dos membros (membro superior> inferior) # alterações sensoriais # espasticidade # disfunção urinária
194 Estenose Espinal / Mielopatia Cervical
195 Mielopatia Cervical Disfunção intestinal ou da bexiga = mielopatia Dificuldade para caminhar/equilíbrio = mielopatia devido a uma espondilose cervical ou torácica Caso suspeite de uma mielopatia, não se esqueça de olhar para as mãos e procurar o sinal de Wartenberg. O dedo mínimo abduz espontaneamente devido à fraqueza intrínseca.
196 Mielopatia Cervical A mielopatia cervical é uma lesão compressiva da medula vertebral. Mielopatia significa, distúrbio ou doença da medula vertebral. Essa condição tem ocorrência rara, mas requer avaliação e tratamento de emergência quando encontrada. Sua patologia subjacente costuma ser coluna degenerativa, podendo incluir discos herniados ou protusos, hipertrofia de articulação facetária e hipertrofia ligamentar.
197 Mielopatia Cervical Além disso, alguns indivíduos são geneticamente predispostos à mielopatia pelo estreitamento de seu canal vertebral. Em geral, os pacientes não relatam dor, mas reclamam de peso nos braços e/ou pernas, instabilidade no movimento das suas mãos e/ou da marcha. Além disso, os pacientes podem relatar perda de controle instetinal ou vesical.
198 Estenose Espinhal Cervical - sintomas
199 Mielopatia Espondilótica Cervical Sinais e Sintomas É a causa mais comum de doença medular espinhal em adultos. Devida comumente à artrose cervical, com hipertrofia dos processos articulares e dos ligamentos de sustentação, ocasionando estreitamento gradual do canal vertebral cervical, com compressão da medula espinhal ou de raízes nervosas ( comum depois da sexta década da vida. Dor no pescoço e dores bilaterais nos braços. Anormalidades da marcha (marcha espático-atáxica). Fenômenos de Lhermitte (parestesias nas costas, nádegas ou pernas à flexão do pescoço). Mãos desajeitadas. Mielopatia com hiper-reflexia. Sinais de Babinski Nível sensitivo na área cervical.
200 Mielopatia Espondilótica Cervical Sinais e Sintomas Clônus É considerado um sinal de mielopatia. O clônus é uma contração repetitiva, rítmica, de um músculo quando se tenta segurá-lo em um estado estriado. Ele é um reflexo tendíneo profundo potente, que ocorre quando o SNC deixa de inibí-lo. Manobra: - om o paciente sentado na borda da mesa de exame, o examinador agarrará o antepé e fará uma dorsoflexão ativa em um movimento rápido. Se positivo, o pé contrai-se mais de três vezes em uma flexão plantar rítmica, que é chamada clônus. Três contraturas ou menos são consideradas normais.
201 Mielopatia Espondilótica Cervical Sinais e Sintomas Sinal de Hoffmann Teste específico para mielopatia cervical. Um estímulo à polpa do dedo indicador para estender a AIFD é seguido pela flexão do polegar e do dedo indicador em um teste positivo. Sinal de Babinski Um teste comum para detectar mielopatia. O examinador estimula a borda lateral da planta do pé firmemente e observa os pododáctilos. Reflexo de Babinski positivo => o primeiro pododáctilo estende-se e os outros pododáctilos espraiam-se. Reflexo de Babinski negativo => todos os pododáctilos flexionam
202 Mielopatia Espondilótica Cervical Sinais e Sintomas Sinal de L hermitte Apesar de menos específico, também é usado para diagnóstico de mielopatia cervical. Manobra: com o paciente sentado, o pescoço e o quadril são flexionados simultaneamente. O teste positivo é uma sensação de choque elétrico ao longo da coluna vertebral até o membro inferior. Parestesias distais em vários membros ou no tronco em resposta à manobra. Acredita-se que esse sinal seja indicador de estenose vertebral e consequente compressão da medula espinhal.
203 Radiculopatia cervical Mielopatia Cervical - Dor no braço em distribuíção de der- Entorpecimento da mão, cefaléia, mátomo. rouquidão, vertigem, zumbido. - Dor aumentada pela extensão e ro- Extensão, rotação e flexão lateral tação ou flexão lateral. podem causar dor. - A dor pode ser aliviada pondo a Posições do braço não tem nenhum mão na cabeça. efeito sobre a dor. - Sensibilidade (dermátomo) afetada. Sensibilidade afetada padrão anormal. - Marcha não afetada. Marcha de base larga, ataques de queda, ataxia: propriocepção afetada. - Função da mão alterada. Perda de função da mão. - Reflexo patológico negativo. Reflexos tendinosos profundos no membro superior hiperativos. - Reflexo superficial negativo. Reflexo superficial diminuído. - Atrofia (sinal tardio). Atrofia
204 Síndrome do Desfiladeiro Torácico 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 204
205 Síndrome do Desfiladeiro Torácico 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 205
206 Síndrome do Desfiladeiro Torácico 16/01/
207 Síndrome do Desfiladeiro Torácico 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 207
208 Síndrome do Desfiladeiro Torácico 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 208
209 Com referência a Anatomia de Superfície quais são os limites do Desfiladeiro Torácico? Quantos pontos de compressão do feixe vásculo-nervoso (artéria subclávia e plexo braquial) existem no Desfiladeiro Torácico? Quais são estes pontos de compressão? O Desfiladeiro Torácico compreende a um palmo de comprimento, medido do pescoço até o processo coracóideno ombro. Existem três pontos de compressão do feixe vásculo-nervoso no Desfiladeiro Torácico. O primeiro ponto de compressão é formado pela passagem do feixe vásculo nervoso entre os ventres musculares do escaleno médio e escaleno anterior. O segundo ponto de compressão é formado por um quadrilátero formado por uma costela cervical (malformação congênita), primeira costela e aderências entre a costela cervical e a primeira costela; ou entre a clavícula e a primeira costela. O terceiro ponto de compressão do feixe vásculo-nervoso é formado quando o paciente faz hiperextensão do MS tracionando o tendão do músculo peitoral menor que se insere no processo coracóide. Esta tração do tendão do peitoral menor comprime o feixe váculonervoso.
210 Tipos de Síndromes do Desfiladeiro Torácico a) Síndrome do escaleno anterior Os sintomas da síndrome do escaleno anterior são entorpecimento e formigamento do braço, mãos e dedos. Estas sensações de mão "adormecendo" e de "alfinetes e agulhas", prevalecem mais nas primeiras horas do dia e freqüentemente acordam o paciente. E este pode se queixar de debilidade dos dedos e quando houver dor, é descrita como uma "dolência" profunda e surda. Os achados físicos são mínimos ou ausentes, sendo essencialmente subjetivos e o exame consiste em reproduzir os sintomas por movimentos e posições específicas. O teste de Adson é o mais indicado para tal patologia, pois consiste em voltar a cabeça para o lado dos sintomas, estendendo a cabeça para trás, abduzindo o braço e inspirando profundamente. Considera-se "positivo" o teste quando se consegue a obliteração do pulso radial naquele braço e a reprodução das queixas do paciente. O mecanismo de como estas manobras reproduzem os sintomas é o seguinte: a posição rotada e estendida do pescoço coloca o músculo escaleno sob tensão, estreitando assim o ângulo entre ele e a primeira costela a qual se fixa. Uma inspiração profunda usa o escaleno como músculo acessório e eleva a costela. Os efeitos destas ações tracionam e comprimem o feixe neurovascular.
211 b) Síndrome costoclavicular O feixe neurovascular pode estar comprimido entre a primeira costela e a clavícula num ponto onde o plexo braquial se une a artéria subclávia se cruza sobre a primeira costela. Os sintomas se assemelham aos da síndrome do escaleno anterior e os achados são mínimos. Os sintomas nesta síndrome são reproduzidos pela obliteração do pulso radial ao trazer os ombros para traz e para baixo. Teste da hiperextensão do MS - O examinador encontra o puslo radial e aplica uma tração para baixo na extremidade em teste enquanto o pescoço do paciente e hiperextendido e a cabeça é rodada para o lado oposto. O desaparecimento do pulso indica teste positivo para SDT. (Este teste também é chamado de teste de Halstead) Esta manobra postural é feita primeiro ativamente pelo paciente, depois passivamente por uma pressão para baixo feita pelo examinador. Um sopro que pode ser ouvido quando os vasos são comprimidos e desaparece quando são liberados, é uma boa confirmação diagnóstica. Os fatores etiológicos são: postura, fadiga, trauma e estafa.
212 c) Síndrome da hiperabdução (ou peitoral menor) O músculo peitoral menor se origina anteriormente na terceira, quarta e quinta costelas e se insere no processo coracóide da escápula. As raízes do plexo braquial junto com a artéria e a veia axilar descendem sobre a primeira costela sob o músculo peitoral. Os sintomas de entorpecimento e formigamento da mão são provocados pela compressão do feixe neurovascular entre o músculo peitoral menor e a primeira costela e podem ser reproduzidos trazendo os braços do paciente por sobre a cabeça, abduzidos e ligeiramente para trás. Esta posição estira o músculo peitoral menor e estreita o espaço através do qual passa o feixe neurovascular. Os fatores etiológicos se assemelham aos das síndromes do escaleno anterior e costoclavicular.
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214 Síndrome do Desfiladeiro Torácico ( SDT) Estas manobras são positivas em indiv. assintomáticos ** Teste de Roos (braços elevados,abre e fecha mãos 3 min.) * Teste de Alen ( face voltada p / o lado oposto da lesão ) * Teste de Adson ( face voltada p / o lado da lesão ) * Compressão Costo-clavicular ( ombros para trás e p/ cima * Diminuíção força muscular * Hipotrofia muscular dos mm intrínsecos da mão * Alteração da sensibilidade em 2 PD * Teste da Hiperabdução MS ( M.Peitoral Menor comprime...) Ecodoppler color da art. Subclávia para medição do fluxo arterial ( em abdução e hiperextensão) ENMG comprometimento raiz de C7 ( atenção para SDT Miofascial com pontos-gatilho no m. grande dorsal) 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 214
215 Avaliação para Síndrome do Desfiladeiro Torácico A síndrome de compressão no desfiladeiro torácico refere-se a uma condição comum na qual nervos e/ou vasos são comprimidos entre a raiz do pescoço e a axila. Duas formas claramente definidas dessa condição foram descritas. Uma é uma síndrome neurológica que afeta o tronco inferior do plexo braquial e é causada por estiramento nervoso anormal ou compressão. A outra é uma forma vascular que compromete a artéria e veia subclávias e é mais comum em homens que em mulheres.
216 Avaliação para Síndrome do Desfiladeiro Torácico A forma neurológica da síndrome do desfiladeiro torácico ocorre muitas vezes em mulheres magras de ombros caídos. Os sintomas de apresentação incluem: dor surda continuada no lado ou dorso do pescoço que se estende através do ombro e para baixo ao longo da face interna do braço, e parestesias na área ulnar da mão (C7). Os achados sensitivos estendem-se mais proxinalmente do que uma lesão do nervo ulnar, enquanto os achados motores incluem fraqueza e atrofia dos músculos tenares e intrínsecos.
217 Avaliação para Síndrome do Desfiladeiro Torácico Quando o feixe neurovascular entra no canal axilar, ele corre através de uma fenda estreita embaixo da clavícula e em cima da 1ª costela. Essa fenda é uma abertura estreita sobre a qual o músculo subclávio arqueia-se, às vezes com uma margem inferior fusiforme aguçada. Alterações e anormalidades nessa fenda podem comprimir o feixe neurovascular. Essa é a compressão costoclavicular. Uma vez que a veia é a estrutura mais medial que corre para dentro do braço e se situa na parte mais estreita da fenda, é ela que mais sofre com qualquer estreitamento que apareça.
218 Avaliação para Síndrome do Desfiladeiro Torácico Anormalidades, fraturas e luxações do terço medial da clavícula ou fraturas da 1ª costela seguidas por formação excessiva de calo ósseo podem constringir esse espaço. Os sintomas resultantes são uma sensação de enchimento da mão e nos dedos e uma dor surda tipo cãibra no antebraço e na mão. Vago desconforto no ombro ou no ombro e braço pode ser mencionado, mas a dor irradiada é enfatizada. A mão pode edemaciar-se intermitentemente, e às vezes as veias superficiais em torno do ombro estão ingurgitadas. O movimento do ombro não é limitado
219 Síndrome do Desfiladeiro Torácico A síndrome do desfiladeiro torácico é um transtorno caracterizado por compressão da artéria subclávia, da veia subclávia ou do plexo braquial separadamente ou, raramente, em combinação. Essa compressão resulta em uma síndrome vascular ou neurogênica, dependendo de qual estrutura está envolvida. A síndrome do desfiladeiro torácico neurogênica é uma síndrome neurológica causada pela compressão do plexo braquial inferior. A síndrome do desfiladeiro torácico neurogênica verdadeira, ou clássica, geralmente é causada por uma banda congênita que se origina da extremidade da costela cervical rudimentar e se insere na 1ª costela. O paciente típico é uma mulher jovem, com fraqueza da mão e atrofia da eminência tenar mais do que a hipotenar, que experimenta variáveis dor e parestesia na face medial da extremidade superior. Os sintomas são aumentados por atividade da extremidade superior.
220 Síndrome do Desfiladeiro Torácico O exame eletrodiagnóstico é o procedimento diagnóstico mais útil e objetivo para um síndrome do desfiladeiro torácico neurogênico. A compressão resulta em uma plexopatia braquial crônica com perda de axônios do tronco inferior. Uma vez que todas as fibras sensitivas ulnares, todas as fibras motoras e as fibras do mediano de C8-T1 correm pelo tronco inferior, elqas estão entre as anormalidades mais obviamente notadas no estudo de condução nervosa de rotina (ECN). Os sintomas sensitivos são dor e parestesia no antebraço e mão, mais acentuados no lado ulnar. Os sintomas motores incluem fraqueza crescente da mão. As alterações vasculares são explicadas pelo dano à artéria subclávia, a partir da qual êmbolos trombóticos podem ser repetidamente descarregados para dentro dos vasos periféricos do membro superior. As alterações vasculares que foram observadas variam desde cianose escura do antebraço e da mão até gangrena dos dedos. O pulso radial pode ser fraco ou ausente.
221 Síndrome do Desfiladeiro Torácico 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 221
222 Desfiladeiro Torácico / Thoracic Outlet
223 Síndrome do Desfiladeiro Torácico É conhecida como uma vasculopatia de compressão e aprisionamento dos vasos subclávios e do tronco inferior ou cordão medial do plexo braquial em qualquer um dos quatro locais abaixo descritos. O desfiladeiro torácico possui quatro seções: A)- espaço esternocostovertebral (formado pelo esterno, 1ª costela e coluna vertebral) B)- triângulo escalênico (formado pela 1ª costela e músculos escaleno anterior e médio) C)- o espaço costoclavicular ( formado pela clavícula, 1ª costela e músculos escalenos anterior e médio) D)- o espaço coracopeitoral (formado pelo processo coracóide da escápula e pelo músculo peitoral menor)
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225 RX mostrando Costela Cervical Bilateral
226 Radiografia convencional da transição cervicotorácica, incidência pósteroanterior. As setas mostram uma costela cervical incompleta à esquerda.
227 A apresentação clínica varia conforme a etiologia, como mostra o diagrama a seguir.
228 A, B e C. Teste de Adson Teste de Adson - O braço do paciente é abduzido a 30 no ombro e estendido ao máximo. O examinador então segura o punho do paciente, procurando palpar o pulso radial. Pede ao paciente que vire a cabeça em direção ao ombro lesado. Teste de Allen (manobra de Halstead)- é um teste semelhante, em que o ombro é abduzido a 90 e o paciente ( faz uma hiperextensão do pescoço e rotação lateral total) afasta a cabeça do lado que está sendo testado. Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
229 O teste de Adson indica síndrome do desfiladeiro torácico causado por síndrome do escaleno anterior ou síndrome de costela cervical. PÉROLA CLÍNICA A demonstração radiográfica de uma costela cervical não prova que ela é a causa dos sintomas. A condição tem que ser distinguida: 1- de outras causas de dor e parestesia no antebraço e na mão, 2- de outras causas de atrofia na mão e 3- de outras causas de alterações vasculares periféricas na extremidade superior. As manobras de Adson, de hiperabdução e costoclavicular são movimentos e posturas provocadores que procuram reproduzir dor, parestesias, alteração no pulso radial ou um sopro supraclavicular.
230 A e B Manobra de Halsted (ou teste de Allen) (Pede-se ao paciente que vire a cabeça ao lado oposto do ombro afetado e hiperestenda o pescoço enquanto o examinador exerce tração sobre o braço e continua palpando o pulso radial). Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
231 O teste de Allen com hiperextensão do pescoço e rotação lateral total da cabeça (manobra de Halstead) se o pulso radial diminui ou desaparece indica presença de síndrome do desfiladeiro torácico. PÉROLA CLÍNICA A posição relativa da cintura escapular ao feixe neurovascular, ou viceversa, é um elemento comum da síndrome do desfiladeiro torácico. Entretanto, um grupo de sintomas pode ser separado, no qual pode haver um processo estático ou gradual em andamento que aparece como um desenvolvimento mais geral sem incidentes específicos, separados, irritantes. Essa condição é chamada postural por causa da alteração da relação normal da cintura escapular em relação ao resto do corpo.
232 Manobra de Halstead (teste de Allen) MANOBRA À medida que o pulso radial do braço afetado é palpado, tração- elevação do MS é aplicada na extremidade até 180. O pescoço é hiperestendido. Perda ou diminuição do pulso sugere um teste positivo. Se o teste for negativo, ele é repetido com o paciente rodando a cabeça para o lado oposto. CONDIÇÃO DETECTADA- A presença de síndrome do desfiladeiro torácico é sugerida por um teste positivo.
233 Pérola Clínica Doença de Raynaud, acroparestesia, tromboangiite obliterante podem ser confundidas com síndromes de compressão do desfiladeiro torácico, mas as primeiras três condições, na realidade, diferem profundamente das síndromes de compressão da saída porque a doença de Raynaud, acroparestesia e tromboangiite obliterante não são acompanhadas por desconforto no ombro, não tem nenhuma correlação com o movimento do braço ou ombro, e não são afetadas pela postura corporal.
234 Desfiladeiro Torácico- Teste da Hiperabdução em 180 ou Manobra de Wright 8/29/
235 Teste de Hiperabdução ou Manobra de Wright MANOBRA Antes que esse teste seja iniciado, a Manobra de Allen no punho é efetuada para estabelecer o desimpedimento das artérias radiais. O paciente está sentado, com ambos os braços pendentes ao longo do corpo. O examinador palpa o pulso radial do paciente. Ambos os braços, por sua vez, são abduzidos passivamente a 180. O examinador observa o ângulo de abdução no qual o pulso radial diminui ou desaparece no lado afetado. O examinador compara os resultados com aqueles do lado não afetado. O teste é significante para comprometimento neurovascular da artéria axilar, como visto na síndrome do desfiladeiro torácico por hiperabdução. Muitos pacientes têm cessação do pulso radial com a abdução sem que a síndrome de hiperabdução esteja presente. Se o membro não afetado demonstrar amortecimento ou cessação do pulso aproximadamente ao mesmo grau de abdução que o lado afetado, o teste não é positivo para sín drome de hiperabdução.
236 Angiografia mostrando compressão de artéria subclávia em posição neutra (A), que se acentua com a abdução (B), artéria subclávia direita pérvia em posição neutra (C) e com compressão à hiperabdução (D).
237 Cianose de mão esqueda + lesões isquêmicas de polpas digitais (setas).
238 Angiografia por subtração digital. Redução progressiva do calibre da artéria subclávia na projeção do espaço costoclavicular.
239 Teste de Wright Pérola Clínica Na maioria dos casos de compressão por hiperabdução do ombro, o pulso radial é obliterado; entretanto, obliteração do pulso radial também pode ocorrer na extremidade normal. Contudo, há uma diferença. No lado afetado, a posição marginal é alcançada mais cedo do que no lado normal. A posição marginal é o nível de abdução imediatamente abaixo daquele que produz obliteração do pulso. O paciente muitas vezes sabe o nível exato de abdução com o qual os sintomas ocorrem.
240 A e B. Teste de Roos O paciente deve abduzir o ombro afetado a 90, enquanto flexiona o cotovelo também a 90. Pede-se ao paciente que abra e feche a mão 15 vezes. O paciente é incentivado a descrever qualquer sensação percebida durante a manobra Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
241 Teste de Roos Teste de estresse com os braços elevados (TEBE) MANOBRA Na posição sentada, o paciente posiciona ambos os braços em 90 de abdução e roda externamente. minutos. O paciente repetidamente abre e fecha os punhos durante 3 Se esta manobra reproduzir os sintomas usuais de desconforto, o paciente provavelmente tem síndrome do desfiladeiro torácico. CONDIÇÃO DETECTADA O teste de Roos é positivo quando o paciente refere a reprodução dos sintomas usuais e sente o braço afetado enfraquecido. PÉROLA CLÍNICA- Uma vez que todos os sintomas neurológicos, arteriais e venosos são constantemente agravados por exercício e elevação dos braços, o teste mais confiável para o diagnóstico da síndrome do desfiladeiro torácico é o teste de estresse com braços elevados por 3 minutos (TEBE).
242 Teste da Hiperextensão (Compressão costoclavicular do feixe vásculonervoso ) Reider, O Exame Físico em Ortopedia Guanabara Koogan -2001
243 Teste Costoclavicular A compressão costoclavicular é diferenciada claramente da compressão por hiperabdução, pela ausência significante com o movimento do ombro. MANOBRA O pulso radial é palpado enquanto os ombros do paciente são tracionados para baixo e em extensão. A coluna cervical é flexionada maximamente. Se os pulsos radiais desaparecerem a palpação, o teste é positivo. CONDIÇÃO DETECTADA Síndrome do desfiladeiro torácico é sugerida por um teste costoclavicular positivo.
244 Pérola Clínica Desconforto irradiando-se de compressão neurovascular pode ser associado com sono ou decúbito. Esse desconforto é um distúrbio comum que tem muitos termos descritivos a ele aplicados, incluindo: disestesia noturna de Wartenberg, tetania de sono, entorpecimento de acordar, paralisia noturna e entorpecimento matinal.
245 Sinal de Bakody inverso MANOBRA- Na posição sentada, o paciente posiciona ativamente a palma da mão da extremidade afetada sobre o topo da cabeça, elevando o cotovelo a uma altura aproximadamente ao nível da cabeça. Com a elevação do braço, a compressão interescalênica aumenta. O sinal está presente quando dor irradiada aparece ou é piorada com essa manobra. O sinal ajuda a diferenciar entre compressão foraminal cervical e compressão interescalênica. CONDIÇÃO DETECTADA Um sinal de Bakody inverso positivo indica compressão interescalênica do plexo braquial.
246 Pérola Clínica Radiografias mostrarão a costela anormal. Se ela for pequena, será claramente observada nas incidências oblíquas. Em casos de suspeita de obstrução vascular, é necessário obter uma arteriografia da subclávia ou uma ultrasonografia da subclávia com doppler color, com medição do fluxo arterial.
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248 Acesse demonstração de Testes Físicos no youtube: teste de Wrigth, manobra de Adson, teste do piriforme, teste de compressão do plexo braquial, teste de Allen (manobra de Halstead), teste de Hawkins-Kennedy, teste de Roos, teste de Speed, teste de Clunk
249 CERVICALGIA 1- A cervicalgia uma síndrome caracterizada por dor e rigidez transitória na região da coluna cervical, na maioria das vezes auto limitada. Acomete 12 a 34% de uma população adulta em alguma fase da vida, tendo maior incidência no sexo feminino. 2- Está relacionada com a postura inadequada, tarefas repetitivas, falta de entrosamento de equipes de trabalho e alta demanda de produtividade. Trabalhadores de baixa escolaridade e serviços pesados e manuais. Esses pacientes apresentam menor absenteísmo no trabalho que os portadores de doenças lombares.
250 CERVICALGIA 3- Os sintomas geralmente são causados por um espasmo muscular e/ou tração de suas raízes nervosas sendo que déficit neurológico é constatado em menos de 1% dos casos. A presença de dor crônica, regra geral é associada à lesão do chicote e manifestações psicossomáticas (depressão), enquanto a dor postural de natureza discutível é reconhecida somente na flexão extrema e prolongada do pescoço.
251 A coluna cervical é o elo flexível entre a plataforma sensorial do crânio (visão, audição, olfato) e o tronco. Entre suas principais funções estão suporte e movimentação da cabeça, bem como proteção das estruturas do sistema nervoso e vascular. A coluna combina força (tubo ósseo vertebral) e movimentação, que é realizada por meio de um complexo sistema articular (discos, ligamentos intervertebrais e articulações interapofisárias posteriores). O principio fundamental do seu funcionamento deve-se ao equilíbrio entre a força muscular e sua flexibilidade, e qualquer disfunção desse equilíbrio provoca dor. Realiza 600 movimentos por hora ou 1 a cada 6 segundos.
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254
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256 Cervicalgia & Cervicobraquialgias
257 Cervicalgia, Cervicobraquialgia A cervicalgia uma síndrome caracterizada por dor e rigidez transitória na região da coluna cervical, na maioria das vezes autolimitada. Cervicobraquialgia: dor na coluna cervical que se irradia para um dos braços. É uma das maiores causas de consulta, pode ser confundida com infarto do miocárdio
258 Cervicalgia 55% da população em algum momento da vida 12% mulheres e 9% homens com cervicalgia crônica Fatores de Risco: idade, trabalhadores braçais, tensão, vicios posturais
259 CLASSIFICAÇÃO CERVICALGIA degenerativas (artrose, ossificação ligamentar idiopática); mecânico-posturais (posturas viciosas, seqüelas neurológicas); traumáticas (hérnias discais, lesão do "chicote" e fraturas); infecciosas (bacterianas, micóticas); malformações congênitas; inflamatórias (artrite reumatóide do adulto,artrite reumatóide juvenil, espondilite anquilosante), metabólicas (osteoporose), neoplásicas (metástases ósseas, mieloma múltiplo) e ainda a afecções no interior da duramater ( meningioma, neurinoma, abcesso, meningite).
260 Dor Cervical Postural Nessa situação comum, a dor no pescoço e nos ombros ocorre em associação com alguma anormalidade na ostura cervical. Ela é mais comum nas mulheres com menos de 40 anos de idade, muitas das quais têm empregos sedentários (como operadoras de computador) que fazem que a cabeça seja mantida por longos períodos em uma posição que pode não ser a ideal. Em alguns casos, pode haver um histórico de pequeno trauma que exacerba ou precipita as queixas. Clinicamente, a cabeça e o pescoço podem ser mantidos em uma posição um pouco protraída, com alguma perda da curvatura cervical normal, porém, geralmente, há uma amplitude completa dos movimentos do pescoço com radiografias normais.
261 Dor Cervical Aguda No Adulto Jovem No grupo etário dos 20 aos 35 anos de idade, e frequentemente antes que haja evidência radiológica de alteração artrítica na coluna, um movimento súbito do pescoço pode produzir cervicalgia e braquialgia graves acompanhada por um marcante espasmo muscular protetor e com limitação dos movimentos cervicais. Em alguns casos esses sintomas são produzidos por um prolapso discal agudo similar aos que ocorrem com maior familiaridade na região lombar. Em outros, com sintomas idênticos, as investigações, incluindo exame com RM, podem ser negativas; pensa-se que o responsável seja alguns distúrbio das facetas articulares ou das estruturas relacionadas.
262 Radiculopatia Cervical
263 CERVICOBRAQUIALGIA Ocorre nas protrusões póstero-laterais ou foraminais do disco intervertebral. A cervicalgia é devido à irritação do plexo sensitivo raquidiano, enquanto que a braquialgia (radiculopatia) por contato ou compressão da raiz nervosa pelo disco comprometido ou pelo osteófito. As estenoses foraminais exercem ações mecânicas sobre as raízes (tração e compressão) e biológicas (distúrbios vasculares, edema, isquemia e irritação química), promovendo manifestações clínicas diversas. A hiperextensão do pescoço aumenta a estenose, podendo desencadear a dor
264 Causas de Cervicalgia Causas: - origem mecânica : síndrome facetária cervical... -tumores: ósseos, extra-durais, intramedulares -infeccções: Tb, ostemielite -proc. Inflamatórios: LES, EA, AR, polimiosite -fibromialgia -maformações A-V, AVM -neuralgias: glossofaríngeo, trigêmeo, laríngeo sup -dor visceral cervical: tireóide, esôfago, laringe...
265 Cervicalgia de Origem Mecânica
266
267 Tumores da coluna vertebral causas de cervicalgia
268 Fibromialgia
269 Estenose Espinhal Cervical
270 Lúpus Eritematoso Sistêmico causas de cervicalgia
271 Síndrome Dolorosa Miofascial- causas de cervicalgia
272 Cervicalgia História e EF descartar RED FLAGS ->50a ou <20a, febre,calafrios, perda de peso tumor ou infecção -dor com piora noturna ou em decúbito dorsal infecção bacteriana recente, dependentes químicos, imunossuprinidos -trauma maior, ou menor em idosos ou osteoporóticos -déficit neurológico progressivo ou grave em MMSS radiculopatia
273 Cervicalgia D. Diferencial: - Meningite - STC - Dor secundária a ombro doloroso - S. desfiladeiro torácico - S. Pancoast Tratamento: ~ lombalgia
274 Cervicalgia Tratamento Conservador -fase aguda: repouso relativo (<48h) analgésicos, AINH, relaxantes musculares, opóides acupuntura, meios físicos exercícios graduais e orientados retirada do fator causal
275 Cervicalgia Tratamento Conservador - fase crônica: analgésicos, adjuvantes, opioides, relaxantes musculares acupuntura, meios físicos exercícios graduais e orientados infiltrações, dessensibilização retirada do fator causal mudança do estilo de vida abordagem multidisciplinar
276 Tendinite Calcárea de Ombro Diagnóstico Diferencial com Cervicalgia
277 Síndrome do Impacto do ombro Diagnóstico Diferencial com Cervicalgia
278 Síndrome do Desfiladeiro Torácico Diagnóstico Diferencial com Cervicalgia
279 Ruptura de Supraespinhoso Diagnóstico Diferencial com Cervicalgia
280 Síndrome do Túnel do Carpo Diagnóstico Diferencial com Cervicalgia
281 Discectomia cervical anterior
282 Discetomia cervical posterior
283 Laminectomia total em três níveis na coluna cervical
284 Foraminotomia Cervical
285 Discectomia Cervical Anterior + Artrodese
286 Discectomia Cervical Anterior + Artrodese
287 Artrodese Cervical Posterior
288 Disco Cervical Artificial de Substituíção
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290 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 290
291 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 291
292 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 292
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297 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 297
298 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 298
299 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 299
300 Some of the most common complications are: - anesthesia complications - thrombophlebitis - infection - blood loss - nerve injury or paralysis - spontaneous ankylosis (fusion) - subsidence (sinking) - implant failure (need for further surgery) 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 300
301 Disco cervical artificial SECURE-C Liberado pelo FDA em julho de /01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 301
302 Disco cervical artificial Kineflex-C Começou a ser usado nos USA em Janeiro de Até 2009 deverão ser implantados 400 discos deste tipo. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 302
303 Disco cervical artificial Bryan É designado como uma peça porque permite movimento irrestrito- Medtronic Sofamor Danek 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 303
304 Disco cervical artificial PRODISC-C É semelhante à versão do disco artificial lombar Prodisc 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 304
305 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 305
306 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 306
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308 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 308
309 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 309
310 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 310
311 Principais testes especiais para Coluna Cervical Teste de Spurling Manobra Flexionar lateralmente a cervical e realizar pressão axial sobre a cabeça. Condição detectada Dor irradiada (cervicobraquialgia) indica compressão de raiz do nervo espinal. Teste de Distração Manobra Força de tração cervical para cima ( a distração da coluna cervical aumenta o diâmetro dos forames neurais). Condição detectada Alívio dos sintomas indica compressão do forame da raiz do nervo espinal Teste de Kernig Manobra Em posição supina, flexionar o pescoço. Condição detectada Dor nas pernas (ou irradiação de dor) indica irritação meníngea/infecção
312 Principais testes especiais Coluna Cervical Teste de Brudzinski Manobra Em posição supina, flexionar o pescoço, quadril flexionado. Condição detectada Redução da dor com o joelho flexionado indica irritação meníngea. Sinal de Jolt Tem maior especificidade para o diagnóstico de meningite do que os testes de Kernig e Brudzinski. Manobra - O paciente apresenta dificuldade em aproximar o queixo do peito. O movimento do pescoço estira as meninges inflamadas, provocando dores. O paciente é instruído a girar rapidamente a cabeça na horizontal, se isso faz a dor de cabeça pior, a meningite é provável. Condição detectada A rigidez de nuca é um sinal característico de meningite. Também pode ocorrer, principalmente nos casos de meningite meningocócica, o aparecimento na pele de pequenas manchas vermelhas, conhecidas como petéquias.
313 Sintomas referidos oriundos da coluna cervical manifestando-se em áreas da: coluna, cabeça, cintura escapular e do membro superior 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 313
314 Radiologia Convencional ou Radiografia Simples ou Raio X Simples Musculoesqauelético Radiografia da coluna cervical Radiografia da coluna torácica Radiografia da coluna lombar Radiografia de tórax Radiografia do ombro Radiografia do cotovelo Radiografia do antebraço Radiografia do punho Radiografia da mão Radiografia do abdômen Radiografia da bacia (pelve) Radiografia do quadril Radiografia do joelho Radiografia do tornozelo Radiografia do pé Fonte: info-radiologie.ch
315 Após qualquer exame, o paciente deve ser advertido quanto à possibilidade de exacerbação de sintomas em consequência da avaliação física com os testes especiais.
316 ESTUDO DE CASOS SEMIOLÓGICOS Coluna Cervical Uma mulher com 23 anos de idade o procura após um acidente automobilístico. Seu carro sofreu uma colisão traseira enquanto estava parado em um semáforo. Ela pôde prever o acidente porque percebeu através do espelho retrovisor que o carro não iria conseguir parar. O carro vinha a 50 km/h e marcas de derrapagem eram percebidas a 5 metros da localização de seu carro. Descreva seu plano de avaliação. (distensão cervical versus síndrome facetária cervical) Um rapaz de 16 anos de idade o procura com a queixa de ter machucado o pescoço. Enquanto brincava com amigos em um lago, ele tentou fugir e mergulhou para escapar. Ele bateu o topo de sua cabeça no fundo do lago e sentiu uma dor tipo queimação. A dor diminuiu quando ele saiu da água, mas ele ainda apresenta uma dor residual. Descreva seu plano de avaliação para este paciente. (fratura cervical versus distensão cervical) Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment, 4th Ed., Elseiver- 2002
317 ESTUDO DE CASOS SEMIOLÓGICOS Coluna Cervical Um homem com 54 anos de idade queixa-se de rigidez cervical, especialmente ao se levantar. Algumas vezes, ele apresenta hipoestesia no membro superior esquerdo. Descreva seu plano de avaliação. (espondilose cervical versus bursite subacromial) Um jogador de futebol com 18 anos de idade queixa-se de braço morto, após um choque contra um outro jogador há 2 dias. Embora ele consiga mover o membro superior esquerdo atualmente, ele sente que o membro ainda não está bem. Descreva seu plano de avaliação. (lesão do plexo braquial versus distensão acromioclavicuar) Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment, 4th Ed., Elseiver- 2002
318 Para Fraturas da coluna vertebral ver módulo 20 Trauma Ortopédico, desse hipertexto.
319 Para acessar os módulos do hipertexto Retornar para o Índice Geral ou, usar o botão voltar na barra de navegação. Botão voltar Botão avançar
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