Capitães da Areia Jorge Amado
|
|
|
- Nicholas Rui Dreer Schmidt
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Capitães da Areia Jorge Amado Leitura biográfica dos personagens Pedro Bala,- o líder, uma espécie de pai para os garotos, mesmo sendo tão jovem quanto os outros, e depois descobre ser filho de um líder sindical morto durante uma greve; Volta Seca - afilhado de Lampião, tem ódio das autoridades e o desejo de se tornar cangaceiro; Professor (João José) - grande amigo de Pedro Bala partilhando amor pela mesma moça que o seu amigo, rapaz sonhador e mediador do grupo Capitães da Areia, sendo essencialmente conselheiro de Pedro B.; Lê e desenha vorazmente, sendo muito talentoso; ao final do livro, vai para o Rio de Janeiro pintar e ficou conhecido por isso. Essa sua ida proporcionou ao mundo a história do seu grupo de crianças de rua; Gato - que com seu jeito malandro acaba conquistando uma prostituta, Dalva;
2 Boa-Vida - era um malandro, adorava Querido-de-deus, ia para as festas conquistando prostitutas; Sem-Pernas - o garoto coxo que serve de espião se fingindo de órfão desamparado (em uma das casas que vai é bem acolhido, mas trai a família ainda assim, mesmo sem querer fazê-lo de verdade); provavelmente a criança mais carenciada de afeto no grupo; João Grande - o "negro bom" como diz Pedro Bala, segundo em comando; porte físico forte e corajoso; Querido-de-Deus - um capoeirista que é apenas amigo do grupo; Dora - era a "mãe" de todos do trapiche, é amada por Professor e por Pedro Bala. Fica doente e antes de morrer teve relações sexuais com Pedro Bala. Professor diz que Dora, ao morrer, vira uma estrela no céu; Caboclo Raimundo - era chefe dos Capitães da Areia antes de Pedro Bala, foi ele que cortou o rosto de Pedro Bala, mas logo vai embora; Don'Anninha - Mãe de Santo amiga dos Capitães da Areia; Padre José Pedro - amigo dos Capitães da Areia e que procura fazer Daqueles meninos homens de bem e crentes em Deus; João-de-Adão - estivador, negro, forte e antigo grevista. Através dele Pedro Bala soube do pai; Barandão - Nomeado chefe do grupo depois que Pedro Bala partiu para o grupo dos Índios Maloqueiros de Aracaju, onde tenta organizá-los como os Capitães da Areia. Almiro - morreu de Bexiga Pirulito - grande fé cristã, o único que prestava atenção nos dizeres religiosos do Padre José Pedro, seu destino foi o celibato; Loiro - pai de Pedro Bala, lider nas greves antigas ao lado de João de Adão; Zé Fuinha - irmão de Dora; Ezequiel - chefe de outro grupo de meninos mendigos; Alberto - estudante que se torna amigos dos Capitães da Areia. Análise da obra
3 A obra Capitães da Areia foi escrita na primeira fase da carreira de Jorge Amado, e nota-se grandes preocupações sociais. As autoridades e o clero são sempre retratados como opressores (Padre José Pedro é uma exceção, mas nem tanto; antes de ser um bom padre foi um operário), cruéis e responsáveis pelos males. Os Capitães da Areia são tachados como heróis no estilo Robin Hood. No geral, as preocupações sociais dominam, mas os problemas existenciais dos garotos os transforma em personagens únicos e corajosos, corajosos Capitães da Areia de Salvador. A grande admiração de Jorge Amado pelos vagabundos ensejou o romance Capitães da Areia. A narrativa se desenrola no Trapiche (hoje Solar do Unhão e o Museu de Arte Moderna); no Terreiro de Jesus (na época era lugar de destaque comercial de Salvador); onde os meninos circulavam na esperança de conseguirem dinheiro e comida devido ao trânsito de pessoas que trabalhavam lá e passavam por lá; no Corredor da Vitória área nobre de Salvador, local visado pelo grupo porque lá habitavam as pessoas da alta sociedade baiana, como o comendador mencionado no início da narrativa. Tempo A obra apresenta tempo cronológico demarcado pelos dias, meses, anos e horas conforme exemplificam os fragmentos: "É aqui também que mora o chefe dos Capitães da Areia, Pedro Bala. Desde cedo foi chamado assim, desde seus 5 anos. Hoje tem 15 anos. Há dez anos que vagabundeia nas ruas da Bahia." O tempo psicológico correspondente às lembranças e recordações constantes na narrativa.
4 Foco Narrativo A obra Capitães da Areia é narrada na terceira pessoa, sendo o autor, Jorge Amado, o narrador apenas o expectador. Ele se comporta, durante todo o desenvolvimento do tema, de maneira indiferente, criando e narrando os acontecimentos sem se envolver diretamente com eles. O livro é dividido em três partes. Antes delas, no entanto, via uma seqüência de pseudo-reportagens, explica-se que os Capitães da Areia é um grupo de menores abandonados e marginalizados, que aterrorizam Salvador. Os únicos que se relacionam com eles são Padre José Pedro e uma mãe-desanto. O Reformatório é um antro de crueldades, e a polícia os caçam como os adultos antes do tempo que são. Enredo Tendo como cenário as ruas e as areias das praias de salvador, Capitães da Areia trata da vida de crianças sem família que vivia em um velho armazém abandonado no cais do porto. Os motivos que as uniram eram os mais variados: ficaram órfãs, foram abandonadas, ou fugiram dos abusos e maus tratos recebidos em casa. Aproximadamente quarenta meninos de todas as cores, entre nove e dezesseis anos, dormiam nas ruínas do velho trapiche. Tinham como líder Pedro Bala, rapaz de quinze anos, loiro, com uma cicatriz no rosto. Generoso e valente, há dez anos vagabundeava pelas ruas de Salvador, conhecendo cada palmo da cidade. Durante o dia, maltrapilhos, sujos e esfomeados, mostravam-se para a sociedade, perambulando pelas ruas, fumando pontas de cigarro, mendigando comida ou praticando pequenos furtos para poder comer. Esse contato precoce com a dura realidade da vida adulta fazia com que se tornassem agressivos e desbocados.
5 Além desses pequenos expedientes, os Capitães da Areia praticavam roubos maiores, o que os tornou conhecidos, temidos e procurados pela polícia, que estava em busca do esconderijo e do chefe dos capitães. Esses meninos se pegos, seriam enviados para o Reformatório de Menores, visto pela sociedade como um estabelecimento modelar para a criança em processo de regeneração, com trabalho, comida ótima e direito a lazer. No entanto, esta não era a opinião dos menores infratores. Sabendo que lá estariam sujeitos a todos os tipos de castigo, preferiam as agruras das ruas e da areia a essa falsa instituição. Um dia, Salvador foi assolada pela epidemia de varíola. Como os pobres não tinham acesso à vacina, muitos morriam isolados no lazareto. Almiro, o primeiro capitão a ser infectado, ali morreu. Já Boa-Vida teve outra sorte; saiu de lá, andando. Dora e o irmão, Zequinha, perderam os pais durante a epidemia. Ao saber que eram filhos de bexiguentos, o povo fechava-lhes a porta na cara. Não tendo onde ficar, os dois acabaram no trapiche, levados por João Grande e o Professor. A confusão, causada pela presença de Dora no armazém, foi contornada por Pedro. Os meninos aceitaram-na no grupo e, depois de algum tempo, vestida como um deles participava de todas as atividades e roubos do bando. Pedro Bala considerava Dora mais que uma irmã; era sua noiva. Ele que não sabia o que era amor, viu-se apaixonado; o que sentia era diferente dos encontros amorosos com as negrinhas ou prostitutas no areal. Quando roubavam um palacete de um ricaço na ladeira de São Bento, foram presos. Parte do grupo conseguiu fugir da delegacia, graças à intervenção de Bala que acabou sendo levado para o Reformatório. Ali sofreu muito, mas conseguiu fugir. Em liberdade, preparou-se para libertar Dora. Um mês no Reformatório feminino foi o suficiente para acabar com a alegria e saúde da menina que, ardendo em febre, se encontrava na enfermaria. Após renderem a irmã, Pedro, Professor e Volta-Seca fugiram, levando
6 Dora consigo. Infelizmente, não resistindo, ela morreu na manhã seguinte. Don'aninha embrulhou-a em uma toalha de renda branca e Querido-de-Deus levou-a em seu saveiro, jogando-a em alto mar. Pedro Bala, inconsolável e muito triste, chorou com todos a ausência de Dora. Alguns anos se passaram e o destino de cada um do grupo foi tomando rumo. Graças ao apoio de um poeta, o Professor foi para o Rio, e já estava expondo seus quadros. Pirulito, que já não roubava mais, entrara para uma ordem religiosa. Sem-Pernas orreu, quando fugia da polícia. Volta-Seca estava fazendo o que sempre tinha sonhado; aliou-se ao bando de seu padrinho, Lampião, tornando-se um terrível matador de polícia. Gato, perfeito gigolô e vigarista, estava em Ilhéus, trapaceando coronéis. Boa-Vida, tocador de violão e armador de bagunças, pouco aparecia no trapiche. João Grande embarcou como marinheiro, num navio de carga do Lloyd. Após o auxílio na greve dos condutores de bonde, o bando Capitães da Areia de Pedro Bala, tornou-se uma "brigada de choque", intervindo em comício, greves e em lutas de classes. Assim como Pirulito, Bala havia encontrado sua vocação. Passando a chefia do bando para Barandão, seguiu para Aracaju, onde iria organizar outra brigada. Anos depois, Pedro Bala, conhecido organizador de greves e perigoso inimigo da ordem estabelecida, é perseguido pela polícia de cinco estados. Os Capitães da Areia são heróicos, "Robin Hood"s que tiram dos ricos e guardam para si (os pobres). O Comunismo é mostrado como algo bom. No geral, as preocupações sociais dominam, mas os problemas existenciais dos garotos os transforma em personagens únicos e corajosos. O emprego metonímico para a apresentação das personagens Uma forma bastante usual nas narrativas é o narrador apresentar as personagens por meio da descrição de suas características físicas e psicológicas. E nisso, como pudemos ver acima, o romance de Jorge Amado vale-se da metonímia, figura de linguagem que consiste em tomar a parte para
7 representar o todo. Devido a esse recurso estilístico, temos a impressão de que "a qualidade ou o defeito principal de cada personagem se estendesse e dominasse todo o indivíduo, servindo-lhe de emblema e, em muitos casos, determinando-lhe toda a ação", conforme afirma o prof. Álvaro Cardoso Gomes (em Roteiro de Leitura: Capitães da Areia, Ática, 1996). Estrutura da narrativa O romance é divido em três partes, que são subdivididas em capítulos de variadas extensões, ora longos, ora curtos. O prólogo "Cartas à Redação" precede às partes subdivididas do romance. Com ele, o autor cria um artifício que nos leva a acreditar na veracidade dos fatos que a voz, em terceira pessoa, irá narrar sobre os "capitães da areia". Esse recurso utilizado por Jorge Amado trata-se de um expediente bastante comum e antigo ao gênero romance - que remonta ao início do Romantismo, período em que o gênero será delineado na sua forma moderna e, praticamente, obtém alcance mundial -, de modo que era bastante usual iniciar a narrativa pela afirmação de que a história era a transcrição de um velho manuscrito. No caso da obra do autor baiano, trata-se de um recurso de caráter missivista-jornalístico, em que aparece uma sucessão de cartas dirigidas à redação do Jornal da Tarde, após a publicação, por parte deste, de uma reportagem em que tratava do assalto das crianças à casa de um abastado comerciante de um dos bairros mais ricos da cidade. Tal expediente - o das cartas e reportagens -, fornece à história um alto grau de verossimilhança. Na segunda parte do romance, por exemplo, o narrador, de forma indireta, nos dá notícia do destino de algumas personagens por meio de reportagens. O clímax da primeira parte do romance é dividido em dois momentos. O primeiro dá-se quando os meninos se envolvem com um carrossel mambembe
8 que chegou à cidade, deixando em evidência a verdadeira condição de cada um deles, isto é, toda a meninice que existia por detrás daquele embrutecimento causado pela miséria em que viviam: "Mas o carrossel girava com as crianças bem vestidas e aos poucos os olhos dos Capitães da Areia se voltaram para ele e estavam cheios de desejos de andar nos cavalos, de girar com as luzes. Eram crianças, sim - pensou o padre." (p. 73). O segundo momento será quando a varíola ataca a cidade, matando um deles (Almiro): "E a varíola desceu para a cidade dos pobres e botou gente doente, botou negro cheio de chaga em cima da cama." (p. 133). Padre José Pedro tentando ajudá-los vai contra a lei e é chamado às falas pelo arcebispado. Ruptura com certas convenções do romance tradicional Já afirmou o prof. Álvaro Cardoso Gomes (em Roteiro de Leitura: Capitães da Areia, Ática, 1996) que Capitães da Areia é diferente dos demais romances de Jorge Amado não apenas por causa da temática, mas também em virtude de sua estrutura sui generis. A rigor, diz Álvaro Gomes, podemos dizer que o romance não tem propriamente um enredo, porque modernamente o autor preferiu a montagem de Capitães da Areia por meio de quadros mais ou menos independentes, ao invés da estrutura convencional em que há uma rigorosa organização dos fatos e relações causais entre os eventos narrados. Visão paradoxalmente lírico-comunista Jorge Amado é conhecido por ser um escritor que cria narradores que aderem às causas das personagens mais necessitadas, excluídas. Escolhendo essa forma de criar histórias, através de narradores que tomam partido pelos mais fracos, Jorge Amado, claramente, reflete os princípios ideológicos da esquerda, pois, conforme já afirmado anteriormente, na época em que escreveu o romance, o autor pertencia aos quadros do Partido Comunista. Dessa forma, o narrador, aqui, funciona como uma espécie de delegado do autor. D'Onófrio (em Poemas e narrativas: estruturas, Duas Cidades, São
9 Paulo, 1978) afirma que, na arte narrativa, o narrador nunca é o autor, mas um papel inventado pelo autor; é uma personagem de ficção em que o autor se metaformoseia. Mesmo nos casos limites, diz D'Onófrio, do uso da própria vida para fins artísticos, num poema ou num romance escrito em primeira pessoa e com a utilização de dados biográficos da pessoa do autor, quem nos dirige a palavra só pode ser um ser ficcional. No caso do narrador de Capitães da Areia há muitos traços da personalidade de Jorge Amado, que, na época, era ativista político. No entanto, jamais poderíamos afirmar que o narrador é o próprio Jorge Amado. Sendo assim, a melhor forma de entender essa relação narrador-autor será a de delegação deste para com aquele. Diálogo com o poema "Bandido Negro", de Castro Alves O texto que segue abaixo é a epígrafe e as duas primeiras estrofes do poema "Bandido Negro" do poeta romântico, também baiano, Castro Alves: BANDIDO NEGRO Castro Alves Corre, corre, sangue do cativo Cai, cai, orvalho de sangue Germina, cresce, colheita vingadora A ti, segador a ti. Está madura Aguça tua foice, aguça, aguça tua foice. (E. SUE - Canto dos Filhos de Agar) Trema a terra de susto aterrada... Minha égua veloz, desgrenhada, Negra, escura nas lapas voou. Trema o céu... ó ruína! ó desgraça! Porque o negro bandido é quem passa, Porque o negro bandido bradou:
10 Cai, orvalho de sangue do escravo, Cai, orvalho na face do algoz. Cresce, cresce, seara vermelha, Cresce, cresce, vingança feroz. Para os propósitos aqui estabelecidos, deteremo-nos apenas ao título: "Bandido", aqui, pode ser entendido como herói ao estilo Robin Hood, que é movido pela injustiça, por isso quer fazer justiça pelas próprias mãos. Já o adjetivo "Negro", propositalmente está sendo empregado pelo poeta de forma ambígua: tanto pode designar o negro cativo, quanto pode referir-se ao cavaleiro da vingança, que usa capa negra. A vingança, nesse caso, é uma realização tanto pessoal quanto social - e, para ser realizada, precisa de extensão narrativa (embora tenhamos extraído apenas as primeiras linhas do poema, devido ao nosso objetivo para essa aula, saiba que o poema é longo: contém 16 estrofes). De forma análoga ao poeta romântico do século 19, seu conterrâneo, Jorge Amado, valendo-se de um tom poético, irá narrar em Capitães da Areia, se assim podemos dizer, a vingança desses jovens excluídos pela sociedade, abandonados à própria sorte. E aqui não são apenas os negros, outrora escravos (como no poema de Castro Alves), que se levantarão contra essa sociedade burguesa, mas também, os pobres, brancos e mestiços. No poema de Castro Alves há uma espécie de desabafo das vozes escravas reprimidas, uma espécie de reivindicação por justiça, que é feita pelas próprias mãos do Bandido Negro, assim, também são os meninos do trapiche, que, num gesto de desabafo, clamam por justiça, por estarem à margem de uma sociedade que não os reconhece. Por isso, partem para fazer justiça com as próprias mãos. Por isso, num plano mais geral, existe o conflito desses jovens com a sociedade, com o status quo, isto é, com a ordem estabelecida. E a forma de criar o conflito será roubando desta sociedade seu "sossego", praticando os mais diversos atos ilícitos, como roubar, estuprar etc. Crítica impassível em torno de sua obra
11 Tida pela crítica como uma das criações ficcionistas mais populares do Brasil, a obra de Jorge Amado tem-se caracterizado, como já se disse pela adesão afetiva do narrador aos fatos que relata. Normalmente, seus comentadores o opõem a Graciliano Ramos, que, no mesmo período, observou criticamente o real. Um dos maiores problemas de Jorge Amado foi, segundo seus críticos, o de aceitar sem profundidade o universo psicológico de suas personagens. É nesse sentido que muitos classificam sua obra como fazendo parte de um populismo literário, inclusive seus romances de ênfase política e social, como é o caso decapitães da Areia. profundidade o universo psicológico de suas personagens. É nesse sentido que muitos classificam sua obra como fazendo parte de um populismo literário, inclusive seus romances de ênfase política e social, como é o caso decapitães da Areia. É nesse sentido que Alfredo Bosi afirma que o populismo literário (incluindo o de Jorge Amado) é uma mistura de equívocos, e o maior deles, diz Bosi, será por certo o de se passar por arte revolucionária.
Capitães da Areia, Jorge Amado
15:04 Natureza: TD DE LITERATURA 3º BIMESTRE Aluno(a): Professor(a): MARYVAL Série: 1 a /EM N o Questões: Data: Turma: 1º Análise da obra 1) A única frase em que há erro no emprego do pronome pessoal é:
Análise da obra O romance, que retrata o cotidiano de um grupo de meninos de rua, procura mostrar não apenas os assaltos e as atitudes violentas de
Análise da obra O romance, que retrata o cotidiano de um grupo de meninos de rua, procura mostrar não apenas os assaltos e as atitudes violentas de sua vida bestializada, mas também as aspirações e os
Resumo do livro Capitães da Areia
Resumo do livro Capitães da Areia Personagens A obra não possui um personagem principal. Para indicar um protagonista, o mais apropriado seria apontar o conjunto do bando, ou seja, os Capitães da Areia
CAPITÃES DA AREIA JORGE AMADO
CAPITÃES DA AREIA JORGE AMADO - 1937 O AUTOR: JORGE AMADO Baiano, apaixonado pela Bahia. Formou-se em direito pela UFRJ e foi quando entrou em contato com o comunismo. Foi o escritor brasileiro mais traduzido,
Capitães da Areia O TRAPICHE
O texto baixo é um fragmento do primeiro capítulo do romance Capitães da Areia, de Jorge Amado. O livro conta a história de um grupo de menores abandonados, que ocupam a cidade de Salvador dos anos 30.
Fase socialista: décadas de trinta e quarenta. Retrato das lutas ferozes entre fazendeiros pela posse de terras férteis para o plantio de cacau;
Fase socialista: décadas de trinta e quarenta. Retrato das lutas ferozes entre fazendeiros pela posse de terras férteis para o plantio de cacau; Crítica ácida ao governo ditatorial de Vargas; Retrato do
CULLER, Jonathan. Narrativa. In:. Teoria. Literária. São Paulo: Beca, 1999, pp. 84-94. No século XX, a narrativa, através do romance,
CULLER, Jonathan. Narrativa. In:. Teoria Literária. São Paulo: Beca, 1999, pp. 84-94. No século XX, a narrativa, através do romance, passa a ter maior interesse e, a partir dos anos 60, passa a dominar
Porto Alegre (RS) - Areal da Baronesa está perto de se tornar território quilombola
Porto Alegre (RS) - Areal da Baronesa está perto de se tornar território quilombola Origem de área quilombola remonta ao século XIX Foto: Ramiro Furquim/Sul21 Foi publicado nesta quinta (18) no Diário
ENCONTRO VOCACIONAL PARA CATEQUESE
ENCONTRO VOCACIONAL PARA CATEQUESE 1. OBJETIVO DO ENCONTRO Este encontro tem por objetivo despertar as crianças para a realidade da VOCAÇÃO como o chamado de Deus e a necessidade da resposta humana. 2.
CAPITÃES DA AREIA. Jorge Amado (1912-2001) Resenhado por Douglas Machert e Marco Antônio Xavier
CAPITÃES DA AREIA Jorge Amado (1912-2001) Resenhado por Douglas Machert e Marco Antônio Xavier Publicado em 1937 Estado Novo Lutas sociais Perseguição aos comunistas obra datada Jorge Amado O escritor
Bíblia para crianças. apresenta JESUS E
Bíblia para crianças apresenta JESUS E LÁZARO Escrito por: Edward Hughes Ilustradopor:Janie Forest Adaptado por: Ruth Klassen O texto bíblico desta história é extraído ou adaptado da Bíblia na Linguagem
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º ANO 3º BIMESTRE AUTORIA DEBORA HELLEN GOMES CANELLAS Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I O Texto Gerador I é um fragmento do segundo capítulo
Regulação Bimestral do Processo Ensino Aprendizagem - 2º Bimestre Ano: 9º ano Ensino Fundamental Data:
Regulação Bimestral do Processo Ensino Aprendizagem - 2º Bimestre Ano: 9º ano Ensino Fundamental Data: Disciplina: História Professor: Eder Para a realização da regulação o aluno deverá: Estudar a unidade
DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO
DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO DENOTAÇÃO Atribui às palavras significados claros, objetivos, que evocam um único sentido, aceito pelas pessoas como algo convencional. Ex.: A rosa é uma flor perfumada. CONOTAÇÃO
O Nascimento de Jesus nosso Salvador
Este livrinho faz parte do material disponibilizado pelo projecto Presépio na Cidade. O Presépio na Cidade é um projecto de leigos católicos voluntários, cujo lema de 2005 é Presépio, berço do Cristo Vivo
ENREDO. O enredo como categoria estruturante da narrativa em prosa de ficção: conceitos teóricos
ENREDO O enredo como categoria estruturante da narrativa em prosa de ficção: conceitos teóricos Tópico um Enredo e História: dos rituais pré-históricos às novelas de TV e ao hipertexto Enredo: arranjo
Português. Crase. Professor Carlos Zazmbeli.
Português Crase Professor Carlos Zazmbeli www.acasadoconcurseiro.com.br Português CRASE Eles foram à praia no fim de semana (A prep. + A artigo) A aluna à qual me refiro é estudiosa (A prep. + A do pronome
República Velha das Oligarquias: dominação e resistência
República Velha das Oligarquias: dominação e resistência República Velha das Oligarquias. OLIGARQUIA = Governo de poucos. (1894 1930): Período em que o Brasil foi controlado por cafeicultores da região
Uma saudação carinhosa
Meus caros amiguitos e amiguitas! Uma saudação carinhosa Olá! Chamo-me António Marto. Sou o novo Bispo desta diocese de Leiria-Fátima. Sabem o que é ser Bispo? Eu explico-vos através de uma comparação
É importante saber por que certas coisas são o que são. Quer dizer, saber por que acontecem de um jeito e não de outro. O arco-íris, por exemplo.
1. É importante saber por que certas coisas são o que são. Quer dizer, saber por que acontecem de um jeito e não de outro. O arco-íris, por exemplo. O arco-íris pode parecer muito estranho se você não
Saúde www.teachingforafrica.com página 1
Saúde www.teachingforafrica.com página 1. Trazido por Every Child Ministries Uma ONG cristã trazendo esperança as crianças esquecidas da Africa Porque as crianças são os grandes recursos de qualquer nação
A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO
A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO A busca por oportunidades iguais de trabalho e renda entre homens e mulheres é o foco de discussão entre grupos feministas em todos os países. A discriminação no campo de
LÍNGUA PORTUGUESA REDAÇÃO POEMA (7º ANO) Professora Jana Soggia
LÍNGUA PORTUGUESA REDAÇÃO POEMA (7º ANO) Professora Jana Soggia Características do Gênero Textual Texto construído por versos (cada linha do poema) O conjunto de versos forma a estrofe Explora a sonoridade
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º ANO 3º BIMESTRE AUTORIA MARCILENE SANTOS FERREIRA DA SILVA Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR I 110 a 117. O trecho a seguir foi extraído
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE LITERATURA
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE LITERATURA Nome: Nº 1 a. Série Data: / /2015 Professores: Fernando, Roberto Nota: (valor: 1,0) Introdução Caro aluno. 3º bimestre Neste semestre, você obteve média inferior a
O Romance de Folhetim
O Romance de Folhetim 1844 início oficial da ficção no Brasil com A Moreninha, de Joaquim M. de Macedo. Mostra os costumes da burguesia do RJ imperial; Sentimental e superficial; Personagens planas (unidimensionais);
Metodologia do trabalho 1. Pré-leitura: Texto de introdução à leitura sobre a formação do conhecimento noções de semânticas e fonéticas.
Projeto de Livro Paradidático - 5 ano 1 bimestre Desafios de cordel Autor: César Obeid- Ilustrações de Fernando Vilela Desafios de cordel' apresenta um panorama da literatura de cordel e do repente de
O Som do Silêncio. quando Deus age e ninguém percebe
O Som do Silêncio PALESTRA 01 - CUIDADO CONSTANTE Livro de ESTER capítulo 2 Algum tempo depois, quando cessou a indignação do rei Xerxes, ele se lembrou de Vasti, do que ela havia feito e do que ele tinha
PALAVRAS-CHAVE Produção Jornalística. Perfil jornalístico. Cultura Popular. Projeto Cultura Plural.
ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( x ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A PRODUÇÃO DE PERFIL
Qual é o empregado fiel e prudente? É aquele que o Senhor colocou responsável pelos outros empregados, para dar comida a eles na hora certa.
Qual é o empregado fiel e prudente? É aquele que o Senhor colocou responsável pelos outros empregados, para dar comida a eles na hora certa. Feliz o empregado cujo Senhor o encontrar fazendo assim quando
Perguntas. Porque nosso papel é trazer respostas aos anseios do coração humano (aspecto pastoral)
Perguntas 1. Por que partir de um livro? Porque nosso papel é trazer respostas aos anseios do coração humano (aspecto pastoral) Porque o que acontece no mundo tem a ver conosco (aspecto missional) Perguntas
DOM BOSCO E SUA FÉ: ESCOLA DE SANTIDADE
DOM BOSCO E SUA FÉ: ESCOLA DE SANTIDADE ANIMADOR 1: A escola de Santidade de Dom Bosco foi alimentar os seus sonhos no cotidiano, acreditando no que Deus lhe confiava. A vocação e todo o sentido da vida
TESES E DISSERTAÇÕES
Aprovada pela Resolução CONSAD nº 009/07 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO 3 2 ESTRUTURA 3 2 2.1. Elementos Pré-Textuais 5 2.2 Elementos Textuais 6 2.3 Elementos Pós-Textuais referências, anexos e apêndices. 6 2.4
Cadernos da Escola de Educação e Humanidades
Um a l e m b r a n ç a q u e n ã o se a p a g a n o t e m p o d e n t r o d a poesia de Manuel Bandeira Caroline Nava* Poema só para Jaime Ovalle Quando hoje acordei, ainda fazia escuro 1 (Embora a manhã
Textos literários e não literários
ASSESSORIA DE EDUCAÇÃO PROVÍNCIA DO PARANÁ Colégio Madre Clélia Textos literários e não literários Prof. Eliana Martens 1ºEM Linguagem não literária A linguagem não literária é a utilizada com o seu sentido
Capitães da Areia. Jorge Amado
Capitães da Areia Jorge Amado Jorge Amado 1912-2001 Baiano, sua Literatura busca retratar os costumes locais Sucesso internacional: Traduzido para 49 idiomas Membro do Partido Comunista desde 1945; caçado
SIMULADOS DE RACIOCÍNIO LÓGICO
SIMULADOS DE RACIOCÍNIO LÓGICO 1) Lúcia foi ao mesmo tempo a décima terceira melhor classificada e a décima terceira pior classificada de um concurso. Quantos eram os concorrentes? a) 13. b) 26. c) 27.
RENASCIMENTO. Localização Espacial: Cidades Italianas, Países Baixos e reinos alemães. Localização Temporal: Século XV e XVI
RENASCIMENTO Localização Espacial: Cidades Italianas, Países Baixos e reinos alemães Localização Temporal: Século XV e XVI Não há uma definição de Renascimentos mas sim definições. Este período histórico
ÉTICA E MORAL. profa. Karine Pereira Goss
profa. Karine Pereira Goss Muitas vezes utiliza-se esses termos como sinônimos. Mas há diferenças entre eles, embora se relacionem estreitamente. MORAL é um conjunto de normas que regulam o comportamento
ESCOLA ESTADUAL BUENO BRANDÃO PROJETO INTERDISCIPLINAR - 1 ANO- AGOSTO / 2010 PROFESSORA: NEUSA APARECIDA VIANA BERNARDES
ESCOLA ESTADUAL BUENO BRANDÃO PROJETO INTERDISCIPLINAR - 1 ANO- AGOSTO / 2010 PROFESSORA: NEUSA APARECIDA VIANA BERNARDES 1-TEMA: FOLCLORE BRASILEIRO O FOLCLORE É O SABER TRADICIONAL DE UM POVO, OU SEJA,
A leitura inspira, transforma e abre horizontes
A leitura inspira, transforma e abre horizontes A leitura é uma janela voltada para o infinito de descobertas e compreensão sobre o mundo. A formação do leitor se dá de forma contínua: a toda hora nascem
D. José da Cruz Policarpo. Actualidade da Palavra de Deus
D. José da Cruz Policarpo Actualidade da Palavra de Deus U n i v e r s i da d e C at ó l i c a E d i to r a Lisboa 2009 Sumário I. Descobrir a fecundidade da Palavra, caminhando com Paulo II. Aprofundar
Aula 36.1 Conteúdos: Período simples e composto; Coordenação LÍNGUA PORTUGUESA FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES
2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 36.1 Conteúdos: Período simples e composto; Coordenação 3 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidades: Reconhecer
Unidade III Temática - Trabalho: a trajetória humana, suas produções e manifestações Aula 24.1 Conteúdo: Textos dramáticos.
2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade III Temática - Trabalho: a trajetória humana, suas produções e manifestações Aula 24.1 Conteúdo: Textos dramáticos. 3 CONTEÚDO E HABILIDADES
Agrupamento de Escolas Ribeiro de Carvalho. EB1 nº 1 do Cacém. Observa atentamente a capa do livro e responde às seguintes questões:
ANEXOS ANEXO I ii Agrupamento de Escolas Ribeiro de Carvalho EB1 nº 1 do Cacém Nome: Data: / / ANEXO II Observa atentamente a capa do livro e responde às seguintes questões: 1. O que te sugere o título
AULA 8.1 Conteúdos: A Guerra de Canudos e do Contestado O Cangaço A Revolta da Vacina
HISTÓRIA AULA 8.1 Conteúdos: A Guerra de Canudos e do Contestado O Cangaço A Revolta da Vacina 2 HISTÓRIA AULA 8.1 Habilidades: Refletir sobre as guerras de Canudos e do Contestado, atentando para as semelhanças
LITERATURA INTRODUÇÃO
LITERATURA INTRODUÇÃO CONCEITO DICIONÁRIO HOUAISS (1) É um conjunto de obras que, valendo-se da ficção ou não, expressa a visão particular do autor a partir de uma linguagem específica obtendo, assim,
A ser preenchido para todos os moradores do domicílio com 50 anos e mais de idade, pelos próprios ou pelo informante do domicílio ou pelo cuidador.
Módulo I Saúde dos indivíduos com 50 anos e mais A ser preenchido para todos os moradores do domicílio com 50 anos e mais de idade, pelos próprios ou pelo informante do domicílio ou pelo cuidador. Primeiramente,
ACORDA BRASIL COM A MULHER
ACORDA BRASIL COM A MULHER O que se pensa quando se lê este titulo? Neste momento eu lembro um trecho de uma poesia de Fernando Pessoa que diz eu quero fazer uma canção que faz acordar as crianças e adormecer
1. O amor que sabe. 2. A boa e a má consciência
1. O amor que sabe A idéia de que devem e podem assumir algo pelos pais ou ancestrais faz parte do pano de fundo que causa dificuldades aos filhos. Isso leva a problemas intermináveis para eles. E de certa
Educação para a PAZ Teresina-PI 2006
Educação para a PAZ Teresina-PI 2006 PROJETO 1 TÍTULO EDUCAÇÃO PARA A PAZ (Iniciado em 1999) 2 COORDENAÇÃO: Diretora Pedagógica:. Profª. Waldília Neiva de M. S. Cordeiro. Profª. Maria Luiza Lima do Vale
VIAGENS DE GULLIVER. Jonathan Swift Adaptação Cláudia Lopes. Profª Kelly de Sousa Alves
VIAGENS DE GULLIVER Jonathan Swift Adaptação Cláudia Lopes Profª Kelly de Sousa Alves Contexto A obra Viagens de Gulliver, foi publicada em 1726. Trata-se do relato das viagens de um médico através de
Quem é Marcos? Marcos, autor do primeiro Evangelho, vivia em Jerusalém. A mãe se chamava Maria. Em sua casa reuniam-se os cristãos da cidade.
Atenção O Catequista, coordenador, responsável pela reunião ou encontro, quando usar esse material, tem toda liberdade de organizar sua exposição e uso do mesmo. Poderá interromper e dialogar com o grupo;
PROPOSIÇÕES (SIMPLES E COMPOSTAS)/ CONECTIVOS/TAUTOLOGIA/TABELA VERDADE
PROPOSIÇÕES (SIMPLES E COMPOSTAS)/ CONECTIVOS/TAUTOLOGIA/TABELA VERDADE Ser síndico não é fácil. Além das cobranças de uns e da inadimplência de outros, ele está sujeito a passar por desonesto. A esse
O NASCIMENTO DE MOISÉS Lição 28
O NASCIMENTO DE MOISÉS Lição 28 1 1. Objetivos: Ensinar que Deus tinha um plano para Moisés. Ensinar a cada aluno que Deus tem um plano para sua vida e ele pode confiar em Deus para guia-lo. 2. Lição Bíblica:
Aula Teórica. Tema: Vamos conhecer a fábula? Objetivo(s):
Aula Teórica Tema: Vamos conhecer a fábula? Objetivo(s): Introdução às narrativas fabulísticas; Leitura de fábulas clássicas; Exploração do elemento fantástico; Apresentação das etapas de persuasão e moral.
ESTUDO DIRIGIDO DE LÍNGUA PORTUGUESA DO 8º ANO PARA 0 2 BIMESTRE DE 2016
FUNDAÇÃO OSORIO PROFESSORA: REGINA CÉLIA DA SILVA ANDRADE ESTUDO DIRIGIDO DE LÍNGUA PORTUGUESA DO 8º ANO PARA 0 2 BIMESTRE DE 2016 TEXTO TEATRAL Características: Texto escrito para ser representado Escrito
A IGREJA ENCONTRA PROBLEMAS
Bíblia para crianças apresenta A IGREJA ENCONTRA PROBLEMAS Escrito por: Edward Hughes Ilustrado por: Janie Forest O texto bíblico desta história é extraído ou adaptado da Bíblia na Linguagem de Hoje 1998
Capitães da Areia. de Jorge Amado. O que diz a crítica de Alfredo Bosi:
Capitães da Areia de Jorge Amado O que diz a crítica de Alfredo Bosi: Jorge Amado, fecundo contador de histórias regionais, definiu-se certa vez apenas um baiano romântico e sensual. Definição justa, pois
Auto-disciplina, Privação, Compromisso, Responsabilidade.
Valores: Competências -chave: Auto-disciplina, Privação, Compromisso, Responsabilidade. Ser capaz de gerir a frustração; Resistir à tentação e esperar pela recompensa; Reduzir riscos praticando o auto-controlo;
poemas do vai e vem versos aves de arribação atravessam tempo e espaço Elias Fajardo
poemas do vai e vem poemas do vai e vem versos aves de arribação atravessam tempo e espaço Elias Fajardo 4 Pequenas alegrias sinônimo de felicidade. Para meu filho Gabriel, sua mãe Vasni, meus irmãos
Sinto, por vezes, que alguns responsáveis governamentais parecem ter dificuldades em entender as reivindicações e as aspirações dos Corvinos.
Sinto, por vezes, que alguns responsáveis governamentais parecem ter dificuldades em entender as reivindicações e as aspirações dos Corvinos. Sinto também que, sempre que falamos em investimentos importantes
O Deus que tudo vê. Lc 12:1-5
O Deus que tudo vê Lc 12:1-5 Pare e pense: será que podemos esconder algo de Deus? Será que tudo aquilo que fazemos não está diante de um Deus onipresente (presente em todos os lugares ao mesmo tempo)
Bibliografia Consultada.
ATIVIDADE INTERMEDIÁRIA PARFOR LETRAS PROFESSORA TÂNIA SARMENTO-PANTOJA DISCIPLINA: LITERATURA PORTUGUESA MODERNA PERÍODO: 17 A 23 DE JANEIRO LOCAL: REDENÇÃO DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE: A atividade vale 10,
TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL
Agrupamento de Escolas de Arraiolos Escola EB 2,3/S Cunha Rivara de Arraiolos Ano Lectivo 2009/2010 HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 6º Ano Teste de Avaliação nº 2 TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM
EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 1) Oração Sexta-feira da 11ª Semana do Tempo Comum Ó Deus,
Bons-tratosparaavida. apoio: ISBN:978-85-7839-134-8
BRASIL Bons-tratosparaavida apoio: ISBN:978-85-7839-134-8 Vamos cantar Vamos cantar, vamos cuidar Este é meu corpo E vou lhe apresentar Onde estão suas mãos? Minhas mãos aqui estão. Vamos todos juntos
Proporcionar a modelagem de sistemas utilizando todos os conceitos da orientação a objeto;
Módulo 7 UML Na disciplina de Estrutura de Sistemas de Informação, fizemos uma rápida passagem sobre a UML onde falamos da sua importância na modelagem dos sistemas de informação. Neste capítulo, nos aprofundaremos
01. O Senhor É Santo 02. Hosana no Alto dos Céus Hosana, hosana/ hosana, hosana/ hosana no alto dos céus. (2x) 03. Santo é o Senhor Deus do Universo
01. O Senhor É Santo O Senhor é Santo, o Senhor é Santo, o Senhor é Santo/ O Senhor é nosso Deus, o Senhor é nosso Pai/ Que Seu reino de Amor se estenda sobre a Terra. O Senhor é Santo,o Senhor é Santo,
Tipologia Textual: Texto Narrativo. Definição Exemplo Características
Texto Narrativo Definição Exemplo Características Definição O que é narrar? Narrar Contar Implica a transmissão de uma história, recordações, experiências vividas, acontecimentos reais ou imaginários.
GEOGRAFIA 3º. Meu bairro
3º ANO 11 M/T 28/ago/12 GEOGRAFIA 3º Meu bairro Eu me chamo Natália. Quando era pequena, morava num bairro só de casas. O lugar era tão calmo que nós podíamos brincar no meio da rua. Parecia uma cidade
Nome: Gabrielle 4ª Série 1ª. Unidade: Bom Jesus Centro Cidade: Curitiba Estado: Paraná. A Coruja e a Raposa
Nome: Gabrielle 4ª Série 1ª A Coruja e a Raposa Era uma vez uma coruja que tinha sua bela casa na montanha. A raposa tinha uma casa pequena e feia. Um dia, a coruja convidou a raposa para almoçar em sua
BARROCO BRASILEIRO. O Homem em Conflito (século XVII)
BARROCO BRASILEIRO O Homem em Conflito (século XVII) ARQUITETURA BARROCA Igreja de S. Carlos Barromeu - Áustria ESCULTURA BARROCA Bernini Êxtase de Santa Tereza PINTURA BARROCA Caravaggio Judith degola
Pronomes: as pessoas do discurso
I. Introdução A. As classes de palavras 1. Substantivo 2. Adjetivo 3. Verbo 4. Advérbio 5. Pronome 6. Artigo 7. Numeral 8. Conjunção 9. Preposição 10. Interjeição B. Tipos de pronomes 1. Pronome pessoal
Mortal, quente e branco são adjetivos explicativos, em relação a homem, fogo e leite.
Adjetivo é a classe gramatical que modifica um substantivo, atribuindo-lhe qualidade, estado ou modo de ser. Um adjetivo normalmente exerce uma dentre três funções sintáticas na oração: Aposto explicativo,
JOSÉ DO EGITO, Vocação para transformar tragédias em bênçãos
JOSÉ DO EGITO, Vocação para transformar tragédias em bênçãos 1. Às vezes Deus de fato conduz seus filhos ao sofrimento. Mas isso sempre acontece para que Ele possa produzir um bem maior. I. O QUE APRENDEMOS
Uma brincadeira de bola chamada Ordem
Lição 2 Uma brincadeira de bola chamada Ordem Ruth Rocha Dá pra fazer de turma ou até sozinho. Bata a bola na parede e jogue de volta, quem deixar a bola cair sai fora. Ordem! Seu lugar! Enquanto bate
3ºAno. 1.3 HISTÓRIA E GEOGRAFIA 4º período 9 de dezembro de 2015
3ºAno 1.3 HISTÓRIA E GEOGRAFIA 4º período 9 de dezembro de 2015 Cuide da organização da sua prova. Escreva de forma legível. Fique atento à ortografia e elabore respostas claras. Tudo isso será considerado
O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL BRASIL REINO UNIDO 1815 BRASIL É ELEVADO A REINO UNIDO A PORTUGAL
O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL BRASIL REINO UNIDO 1815 BRASIL É ELEVADO A REINO UNIDO A PORTUGAL BRASIL DEIXA DE SER COLÔNIA PARA SE TRANSFORMAR EM REINO COMO ISSO ACONTECEU? Pelo CONGRESSO DE VIENA,
Em, Portugal, segundo dados do Instituto Nacional de estatística, em 10 anos ocorreram 47.178 partos em adolescentes dos 11 aos 17 anos.
Contracepção, um modo de evitar uma gravidez não desejada. Será que estou grávida? Será que ela está grávida? SERÁ QUE ESTOU GRÁVIDA? Esqueci-me do usar preservativo RELAÇÕES SEXUAIS DESPROTEGIDAS FALTA
Língua Portuguesa 9º ano
Aula de Pronomes Moré: Hemerson Siqueira Pronomes Critério Semântico Sob o ponto de vista semântico, a classe de pronomes tem uma característica singular: trata-se de palavras quase vazias de significado.
Professora Me. Jaqueline Cappellari
Professora Me. Jaqueline Cappellari Contexto histórico-cultural Os poemas foram escritos entre 1943 e 1945. Os horrores da Segunda Guerra Mundial angustiavam a humanidade e o exército nazista recuava,
AÇÃO FORMATIVA EM PRODUÇÃO AUDIOVISUAL
AÇÃO FORMATIVA EM PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Fotograma Um Fotograma é cada uma das imagens fotográficas estáticas captadas pelo equipamento de filmagem, as quais, projetadas em uma certa velocidade, produzem
Estudo dirigido. 02. Relacione, por escrito, algumas características que norteiam a produção artística.
Estudo dirigido Capítulo 0 introdução 01. No livro de Graça Proença intitulado História da arte, a autora correlaciona o ato de criar ferramentas, realizado pelos humanos, com a interferência dos seres
LEITURA ORIENTADA NA SALA DE AULA
LEITURA ORIENTADA NA SALA DE AULA NATAL! NATAL! ATIVIDADES PROPOSTAS Promover a leitura e a escrita associadas à festa de Natal. Preparação da festa de Natal com a história O Pai Natal Guloso. Elaboração
O Dinheiro ou a Circulação das Mercadorias. O Capital Crítica da Economia Política Capítulo III
O Dinheiro ou a Circulação das Mercadorias O Capital Crítica da Economia Política Capítulo III 1 O começo de tudo Em O Capital, Marx começa pela mercadoria, indicada por M. Ele começa pelo objeto da troca
Classes Gramaticais: Pronomes
Classes Gramaticais: Pronomes Aula ao Vivo Demonstrativos São pronomes utilizados para indicar a posição de alguma coisa (no espaço, no tempo ou no discurso) em relação às pessoas do discurso. Ex.: Este
Menino ou menina? Exercício 1 Vamos lembrar então o que são genes e cromossomos. Volte à Aula 20 e dê as definições: a) Gene... b) Cromossomo...
A UU L AL A Menino ou menina? Quando um casal descobre que vai ter um filho, a primeira curiosidade é saber se nascerá um menino ou uma menina. Mas será que os futuros pais, ou mesmo as pessoas que não
WAGNER COSTA. O segredo da amizade. Leitor iniciante. Leitor em processo. Leitor fluente ILUSTRAÇÕES: MARILDA CASTANHA
Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente WAGNER COSTA O segredo da amizade ILUSTRAÇÕES: MARILDA CASTANHA PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Rosane Pamplona O segredo da amizade WAGNER COSTA
O livro em branco. Elton Rodrigues Janaína Medeiros Maísa Rozendo Ricardo Fontes
O livro em branco Elton Rodrigues Janaína Medeiros Maísa Rozendo Ricardo Fontes O livro em branco Elton Rodrigues Janaína Medeiros Maísa Rozendo Ricardo Fontes O LIVRO EM BRANCO ILUSTRAÇÃO Elton Rodrigues
Apoio Pedagógico à Casa da Mãe Abigail
ÁREA TEMÁTICA: DIRETOS HUMANOS E JUSTIÇA GEPES - Grupo de Estudos em Políticas Educacionais e Sociais UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E COMUNIDADE COORDENADORIA
3 Padrões de troca de Polanyi
3 Padrões de troca de Polanyi Na obra de Karl Polanyi, duas grandes questões se destacam: (1) a relação da sociedade com a economia em sistemas primitivos e arcaicos; (2) o estudo da transformação ocorrida
Quem é o Profeta Muhammad?
Quem é o Profeta Muhammad? من هو ليب مد ص االله عليه وسلم [رتغايل portuguese [português - www.islamreligion.com website موقع دين الا سلام 2013-1434 O profeta Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus
Leitura da Bíblia. Disciplina. Instituto de Ensino Bíblico Teológico Aliança 31/03/2011
Leitura da Bíblia Disciplina 31/03/2011 Este material didático, é de grande importância para o estudo em seminário, visando a formação dos futuros líderes e obreiros da Igreja Aliança Evangélica Missionária.
LINHA DE MARINHEIROS. Pontos Individuais
LINHA DE MARINHEIROS Pontos Individuais Martinho Composição: Reinaldo Godinho Onde nasce o sol, no mar > tem seu despertar >2x Chama, chama Iemanjá > Martinho > Remando o barquinho nas ondas do mar >2x
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA Escola Básica Integrada c/ Jardim de Infância Fialho de Almeida, Cuba Ano Lectivo 2007/2008
9. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns. O Império Colonial português no Séc. XVIII: - Recursos naturais e actividades económicas; - Movimentos da população, tráfico de escravos; - A sociedade
PLANEJAMENTO ANUAL 2014
PLANEJAMENTO ANUAL 2014 Disciplina: ENSINO RELIGIOSO Período: Anual Professor: MARIA LÚCIA DA SILVA Série e segmento: 7º ANO 1º TRIMESTRE 2º TRIMESTRE 3º TRIMESTRE * conhecer os elementos básicos que compõe
GUIA PRÁTICO PARA APROVAÇÃO EM CONCURSOS PÚBLICOS
GUIA PRÁTICO PARA APROVAÇÃO EM CONCURSOS PÚBLICOS Wilton Vieira Junior GUIA PRÁTICO PARA APROVAÇÃO EM CONCURSOS PÚBLICOS LIVROS Copyright by 2013 Wilton Vieira Jr. Projeto editorial: Wilbett Oliveira
LÍNGUA PORTUGUESA CRASE
LÍNGUA PORTUGUESA CRASE Professora Sônia Aparecida de Souza Cotrim Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia www.professorasonia.com.br professorasonia.com.br 1 CRASE = FUSÃO/ MISTURA Fenômeno marcado com
