SUBSTITUI O TRIBUT RIA
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- Francisca Bergmann Dinis
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1 SUBSTITUI O TRIBUT RIA ENTENDENDO O REGIME Regras gerais do Regime de Substituição Tributária Conheça as regras gerais concernentes ao regime de substituição tributária do ICMS de forma a permitir a correta aplicação da norma aos casos concretos CONCEITO DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA O regime de substituição tributária está previsto na Constituição Federal de 1988, artigo 150, 7º, o qual estabelece que a lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo pagamento de imposto ou contribuição, cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente, assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga, caso não se realize o fato gerador presumido. Em outras palavras, a lei elege uma terceira pessoa para cumprimento da obrigação tributária, em lugar do contribuinte natural. Para um melhor entendimento, podemos dizer que este regime consiste, basicamente, na cobrança do imposto devido em operações subsequentes, antes da ocorrência do fato gerador. Ou seja, antes de uma posterior saída ou circulação da mercadoria, o imposto correspondente deve ser retido e recolhido. Este tipo regime é comumente chamado de substituição tributária para frente. Os produtos sujeitos ao regime de substituição tributária são relacionados em Convênios, Protocolos e legislações estaduais. Assim, por exemplo, na venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária efetuada por industrial ao distribuidor, o industrial deverá reter e recolher o ICMS que será gerado nas operações subsequentes com esta mercadoria, ou seja, deverá ser retido o ICMS que será devido na venda do distribuidor para o varejista e na venda do varejista para o consumidor final.
2 A quem se destina O regime de substituição tributária do ICMS atinge a qualquer contribuinte do ICMS. Considera-se contribuinte deste imposto qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. OUTRAS MODALIDADES DE SUBSTITUIÇÃO Existem ainda outras duas formas de aplicação do regime de substituição tributária, são elas: 2.1. Antecedente ou Para Trás Comumente chamada de diferimento, acontece quando o recolhimento do ICMS é adiado para um momento futuro, transferindo-se a responsabilidade deste imposto para terceiro. Como exemplo, podemos citar as operações internas com sucata realizada por sucateiro, pessoa física. Mesmo que ocorra o fato gerador do ICMS (circulação da mercadoria), este imposto será diferido até que ocorra a venda da sucata para a indústria ou empresa atacadista, sendo o imposto correspondente à esta operação de responsabilidade do comprador Concomitante Caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte, e não àquele que esteja realizando a operação/prestação, concomitantemente a ocorrência do fato gerador. Como exemplo, podemos citar os casos de contratação, por contribuinte do ICMS, de serviços transporte de cargas realizado por profissional autônomo, sem inscrição no Cadastro Estadual ou não contribuinte do imposto. Nesta a operação onde ocorre o fato gerador do ICMS onde a responsabilidade seria do próprio prestador de serviço por força da legislação, o tomador de serviço fica sendo o responsável pelo pagamento
3 3. 3 deste imposto. CONTRIBUINTES DO REGIME 3.1. Substituto Aquele que assume a condição de responsável pela retenção e pagamento do imposto é chamado de substituto tributário, contribuinte substituto, ou, simplesmente, responsável Substituído Os demais envolvidos na cadeia de circulação da mercadoria, ou seja, aqueles que receberão a mercadoria do substituto e sofrerão a retenção, são chamados de substituídos. OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL O regime de substituição tributária se sobrepõe a qualquer outra forma de tributação a que esteja submetido o contribuinte. Portanto, este regime também se aplica às empresas optantes pelo Simples Nacional, tanto na condição de substituto quanto na condição de substituído. As operações realizadas com mercadorias tributadas no regime de substituição tributária são excluídas da receita total na hora do cálculo do ICMS pelo Simples Nacional. Se um industrial, varejista ou distribuidor de cimento, por exemplo, optar pelo Simples Nacional, ele não terá benefício algum em relação ao ICMS, pois toda a sua receita será tributada pelo regime de substituição tributária. Para o cálculo do ICMS ST dos optantes pelo SIMPLES consulte o item 5- CÁLCULO DO ICMS - ST CÁLCULO DO ICMS- ST 5.1. Cálculo do ICMS a ser Retido Por ocasião da saída da mercadoria, o ICMS a ser retido pelo substituto deverá ser calculado como segue: SUBSTITUTO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL 1. Sobre a base de cálculo apurada, deverá ser aplicada a alíquota interna do produto prevista no Estado para onde irá a mercadoria. O resultado do cálculo corresponde ao ICMS total incidente na operação do substituído;
4 2. Do ICMS total incidente na operação deve ser deduzido o ICMS da própria operação. No caso de contribuinte enquadrado no Simples Nacional não existe ICMS da própria operação destacado na NF. Assim, apenas para cálculo da retenção, deverá ser presumido o ICMS da própria operação, mediante aplicação da alíquota devida por contribuinte tributado, ou seja, não optante pelo Simples Nacional; 3. O resultado no item 2 é o ICMS a ser retido e recolhido SUBSTITUTO NÃO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL 1. Sobre a base de cálculo apurada, deverá ser aplicada a alíquota interna do produto, vigente no Estado para onde irá a mercadoria. O resultado deste cálculo corresponde ao ICMS total incidente na operação do substituído; 2. Do ICMS total incidente na operação deve ser deduzido o ICMS da própria operação (ICMS normal destacado na Nota Fiscal que o substituto emitir); 3. O resultado apurado no item 2 é o ICMS a ser retido e recolhido Base de Cálculo A base de cálculo, para fins de substituição tributária em operações subsequentes, regra geral, será obtida pelo somatório das parcelas relacionadas a seguir: a) do valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído; b) do montante dos valores de seguro, de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço; c) da margem de valor agregado, inclusive lucro, relativa às operações ou prestações subsequentes, determinada em cada legislação estadual ou em Protocolos e Convênios que determinam a aplicação do regime. AO CONSULTAR O SISTEMA ST VOCÊ JÁ OBTERÁ A MARGEM DE VALOR AGREGADO BASEADA NA LEGISLAÇÃO DE SEU ESTADO Margem de Valor Agregado A Margem de Valor Agregado MVA, chamada em alguns estados de Índice de Valor Agregado IVA, é estabelecida com base em preços usualmente praticados no mercado considerado, obtidos por levantamento, ainda que por amostragem, ou através de informações e outros elementos fornecidos por entidades representativas dos respectivos setores, adotando-se a média ponderada dos preços coletados. Encontramos a MVA em percentuais já prontos para aplicação direta, chamada de margem original, normalmente utilizada nas operações internas, e de margem ajustada, que é obtida através de solução de uma fórmula estabelecida nos atos específicos, ou seja, representa um ajuste dos valores em função das alíquotas aplicadas nas operações FÓRMULAS PARA CÁLCULO DA MVA A seguir apresentamos as formulas para cálculo da MVA Ajustada: MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) (1- ALQ intra)] -1, Onde: MVA ST original é a margem de valor agregado prevista na legislação do Estado do destinatário para suas operações internas com produto sujeito ao regime de substituição tributária; ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação;
5 6. 6 ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota interna ou percentual de carga tributária efetiva. Exemplo do uso da fórmula de MVA ajustada: Calculo da MVA Ajustada, usando a fórmula citada, onde a MVA original é de 34,87%, alíquota Interestadual (ALQ Inter) = 12%, e alíquota Interna (ALQ Intra) = 25%. Para facilitar o cálculo, é necessário: Transformar os percentuais ( Alíquotas e MVA original) em números decimais. Logo, 34,87 % =0,3487, 12% = 0,12, 25% = 0,25. Resolver a fórmula por parte: [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) (1- ALQ intra)] -1, onde temos : MVA ajustada = ((A x B) 1) x100 A = (1+ MVA-ST original) B = (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra) A = (1 + MVA-ST original) A = (1 + 0,3487) A = 1,3487 B = (1 - ALQ inter) : (1 - ALQ intra) B = (1 0,12) : (1 0,25) B = 0,88 : 0,75 B = 1,1733 MVA Ajustada = ((A X B) 1) x 100 = ((1,3487 x 1,1733) -1) x 100 = 58,24 % MVA ajustada. Atenção! Nas operações interestaduais em que o optante pelo Simples Nacional esteja na condição de substituto tributário não será aplicada a MVA ajustada, para determinação da base de cálculo da ST, devendo, nessa hipótese, ser utilizada a MVA original estabelecida no ato legal. Nos casos em que a responsabilidade pelo recolhimento for atribuída ao destinatário, não será aplicado o ajuste do MVA quando o fornecedor for optante pelo Simples Nacional Outras formas de apuração da base de cálculo Para alguns casos específicos, poderão ser adotados os seguintes valores como base de cálculo do ICMS substituição tributária: preço estabelecido por órgão público competente, nos casos em que a mercadoria tenha preço final a consumidor, único ou máximo, estabelecido pelo referido órgão; nos casos de produtos nos quais as práticas comerciais preveem a existência de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador, a legislação também pode estabelecer como base de cálculo este preço; o preço a consumidor final usualmente praticado no mercado considerado, relativamente à mercadoria ou sua similar, em condições de livre concorrência, estabelecido com base em preços usualmente praticados no mercado considerado, obtidos por levantamento, ainda que por amostragem ou através de informações e outros elementos fornecidos por entidades representativas dos respectivos setores, adotando-se a média ponderada dos preços coletados, devendo os critérios para sua fixação ser previstos em Lei. FALTA DE RETENÇÃO DO ICMS Nos casos de aquisição de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, sem a devida retenção do ICMS, por desconhecimento do remetente ou por qualquer outro motivo, o adquirente deverá efetuar a
6 antecipação do respectivo imposto, por ocasião da entrada da mercadoria. Para tanto, deverá proceder como segue Fornecedor não Enquadrado no Simples Nacional 1- Considerando os dados constantes da NF do fornecedor, o adquirente e agora responsável pelo pagamento do ICMS pela entrada, determinará a base de cálculo para retenção de acordo com as regras aplicáveis ao produto; 2- Sobre a base de cálculo da retenção, deverá ser aplicada a alíquota interna do produto prevista naquele Estado. O resultado do cálculo corresponde ao ICMS total incidente na operação ; 3- Do ICMS total incidente na operação, deve ser deduzido o ICMS da própria operação destacado na nota fiscal do remetente; O resultado do item 3 é o ICMS a ser recolhido por antecipação Fornecedor Enquadrado no Simples Nacional 1- Considerando os dados constantes da NF do fornecedor, o adquirente e agora responsável pelo pagamento do ICMS pela entrada, determinará a base de cálculo para retenção de acordo com as regras aplicáveis ao produto; 2- Sobre a base de cálculo da retenção, obtida na 1ª fase, aplicar a alíquota interna do produto prevista naquele Estado. O resultado do cálculo corresponde ao ICMS total incidente na operação ; 3- Do ICMS total incidente na operação deve ser deduzido o ICMS da própria operação do fornecedor. Neste caso o fornecedor é contribuinte enquadrado no Simples Nacional e não tem ICMS da própria operação destacado na NF. Assim, apenas para cálculo da antecipação, deverá ser presumido o ICMS da própria operação, mediante aplicação da alíquota devida por contribuinte tributado, ou seja, não optante pelo Simples Nacional, sobre o valor da operação do fornecedor, que consta na NF dele; 4- O resultado da dedução (ICMS total incidente na operação (-) ICMS da própria operação) obtido na 3ª fase, é o ICMS a ser recolhido por antecipação, de acordo com o decêndio de entrada. CÁLCULO INCORRETO DO IMPOSTO Caso alguma parcela que deva compor a base de cálculo da retenção, não seja incluída, por exemplo: IPI, seguros, MVA/IVA menor, frete FOB, e etc), ou quem fez a retenção tinha aplicado uma alíquota menor de ICMS ou de IPI, o adquirente também deve realizar um cálculo na entrada para antecipação complementar do ICMS não retido pelo substituto e deverá observar, no que couberem, as regras gerais para antecipação pela entrada que comentamos neste item. RECOLHIMENTO/PRAZO O recolhimento do ICMS ST deve ser realizado por aquele contribuinte que estiver caracterizado como responsável naquela situação de substituição, ou seja, pode ser o remetente ou o destinatário, conforme o caso. É importante ressaltar que o ICMS recolhido por substituição tributária é sempre um recolhimento à parte, não se confundindo com os recolhimentos relativos a outras operações Documento de Arrecadação Para fins de recolhimento em operações internas são utilizados documentos de arrecadação e códigos de
7 arrecadação específicos, de acordo com cada estado Guia Nacional de Recolhimentos de Tributos Estaduais Nos casos em que o contribuinte de um estado realiza recolhimento de ICMS por substituição tributária para outro Estado, o documento de arrecadação a ser utilizado é a GNRE que poderá ser preenchida pelo contribuinte, via internet. Na GNRE deverá ser informado: Campo 1 - Código da unidade federada favorecida; Campo 2 - Código da Receita: será preenchido pelo contribuinte, conforme especificado em tabela impressa no verso da GNRE; Campo 3 - CNPJ/CPF do contribuinte: será identificado o número do CNPJ /MF ou CPF/MF, conforme o caso; Campo 4 - Nº do Documento de Origem: será identificado somente o número do auto de infração, do parcelamento, da inscrição como dívida ativa ou da declaração da importação, conforme o caso, atendendo as necessidades de cada UF; Campo 5 - Período de Referência ou Nº Parcela: será indicado o mês e ano (no formato MM/AAAA) referente à ocorrência do fato gerador do tributo ou o número da parcela, quando se tratar de parcelamento; Campo 6 - Valor Principal: será indicado o valor nominal histórico do tributo; Campo 7 - Atualização Monetária: será indicado o valor da atualização monetária incidente sobre o valor principal; Campo 8 - Juros: será indicado o valor dos juros de mora; Campo 9 - Multa: será indicado o valor da multa de mora ou da multa aplicada em decorrência da infração; Campo 10 - Total a Recolher: será indicado o valor do somatório dos campos 6 a 9; Campo 11 - Reservado: para uso das UFs; Campo 12 - Microfilme; Campo 13 - UF Favorecida: será indicado o nome e a sigla da unidade da Federação favorecida; Campo 14 - Data de Vencimento: indicar o dia, mês e ano (no formato DD/MM/AAAA) em que o tributo deverá ser recolhido; Campo 15 - Número do Convênio ou Protocolo/Especificação da Mercadoria: será indicado o número do Convênio ou Protocolo que criou a obrigação tributária e especificada a mercadoria correspondente ao pagamento do tributo; Campo 16 - Nome, Firma ou Razão Social: será indicado o nome, a firma ou a razão social, do contribuinte; Campo 17 - Inscrição Estadual na UF Favorecida: o contribuinte indicará o número de sua inscrição estadual na unidade da Federação favorecida; Campo 18 - Endereço Completo: será indicado o logradouro, o número e complemento do endereço do contribuinte; Campo 19 - Município: será indicado o Município do contribuinte; Campo 20 - UF: será indicada a sigla da unidade da Federação do contribuinte; Campo 21 - CEP: será indicado o Código de Endereçamento Postal do contribuinte; Campo 22 - DDD/Telefone: será indicado o número do telefone do contribuinte; Campo 23 - Informações Complementares: reservado a outras informações exigidas pela legislação tributária ou que se façam necessárias; Campo 24 - Autenticação: espaço para aposição da chancela indicativa do recolhimento da receita pelo agente arrecadador; Campo 25 - Código de Barras: espaço reservado para impressão do Código de Barras. Confira aqui a GNRE- a ser utilizada PRAZOS
8 O ICMS relativo à substituição tributária tem prazos específicos previstos nas legislações de cada estado. Os Convênios e Protocolos que tratam de substituição tributária entre estados normalmente trazem prazos específicos para as mercadorias que deles fazem parte. A seguir, relacionamos os prazos de recolhimento do ICMS por substituição tributária nos Estados especificados RIO DE JANEIRO ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 9 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Estado do Rio de Janeiro, relativo às operações internas e interestaduais sujeitas ao regime de substituição tributária, referente aos fatos geradores ocorridos no mês, exceto aquelas com prazo específico ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Vencimento até o dia 10 do mês subseqüente Recolhimento do imposto retido a favor do RJ, relativo às operações com cimento, gasolina automotiva, óleo diesel, combustível e lubrificante, gás liquefeito de petróleo e natural, álcool hidratado, aditivos, agentes de limpeza e anticorrosivos, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês SÃO PAULO ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o 3º dia útil do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido, referente às operações realizadas no mês, com cimento, refrigerante, cerveja, chope e água (exceto água natural, mineral, gasosa ou não, ou potável, em embalagem com capacidade igual ou superior a ml que possui vencimento específico) ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 9 do mês subsequente ao fato gerador ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA/CÓDIGO DE PRAZO DE RECOLHIMENTO Recolhimento do imposto retido, referente às operações realizadas, no mês com tintas, vernizes e outros produtos químicos, energia elétrica, veículo novo, veículo automotor de duas rodas, pneumáticos, câmaras de ar e protetores de borracha, fumo e seus sucedâneos manufaturados, sorvete de qualquer espécie e preparado para fabricação de sorvete em máquina, bem como pelo contribuinte enquadrado em código de Cnae-Fiscal que não identifique a mercadoria a que se refere a sujeição passiva por substituição ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA/CÓDIGO DE PRAZO DE RECOLHIMENTO 1090 Vencimento até o último dia do segundo mês subsequente ao fato gerador, recolhimento do imposto retido inclusive pelos optantes do Simples Nacional, referente às operações realizadas no mês, com medicamentos e contraceptivos, bebida alcoólica, exceto cerveja e chope, produtos de perfumaria e produtos de higiene pessoal, ração tipo pet para animais domésticos, produtos de limpeza, produtos fonográficos, autopeças, pilhas e baterias novas, lâmpadas elétricas, papel, produtos da indústria alimentícia, materiais de construção, colchoaria, ferramentas, bicicletas e suas partes, instrumentos musicais, brinquedos, máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos, produtos de papelaria, artefatos de uso doméstico, material elétrico e produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, água natural, mineral, gasosa ou não, ou potável, em embalagem com capacidade igual ou superior a ml ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA/ME E EPP OPTANTES DO SIMPLES NACIONAL Vencimento até o até o último dia útil da primeira quinzena do mês subseqüente ao fato gerador para o recolhimento do imposto devido por substituição tributária, referente às operações realizadas no mês. Este prazo não será aplicado para as as seguintes mercadorias que possuem vencimentos específicos como: medicamentos e contraceptivos, bebida alcoólica, exceto
9 cerveja e chope, produtos de perfumaria e produtos de higiene pessoal, ração tipo pet para animais domésticos, produtos de limpeza, produtos fonográficos, autopeças, pilhas e baterias novas, lâmpadas elétricas, papel, produtos da indústria alimentícia, materiais de construção, colchoaria, ferramentas, bicicletas e suas partes, instrumentos musicais, brinquedos, máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos, produtos de papelaria, artefatos de uso doméstico, material elétrico e produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, água natural, mineral, gasosa ou não, ou potável, em embalagem com capacidade igual ou superior a ml MINAS GERAIS ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA POR SAÍDAS - vencimento até o dia 09 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Estado de Minas Gerais, referente às operações e prestações realizadas no mês, com as mercadorias e serviços sujeitos a esse regime, exceto aqueles com prazo específico ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o último dia do mês subsequente ao da saída da mercadoria Recolhimento do imposto retido a favor do Estado de Minas Gerais, referente às operações realizadas no mês, pelos responsáveis classificados nas CNAEs /01 (frigorífico abate de bovinos), /01 (abate de aves), /02 (abate de pequenos animais), /03 (frigorífico abate de suínos), /01 (fabricação de produtos de carne), /00 (fabricação de laticínios), /00 (fabricação de águas envasadas), /00 (fabricação de produtos farmoquímicos), /01 (fabricação de medicamentos alopáticos para uso humano), /03 (fabricação de produtos fitoterápicos para uso humano), /00 (fabricação de preparações farmacêuticas), /00 (fabricação de colchões), /00 (comércio atacadista de leite e laticínios), /01(comércio atacadista de carnes bovinas e suínas e derivadas) e /02 (comércio atacadista de aves abatidas e derivados) SANTA CATARINA ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 10 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor de Santa Catarina, referente às operações realizadas diversos produtos que não tenham prazos específicos no mês ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 20 do mês seguinte ao da apuração DISTRIBUIDOR OU ATACADISTA DETENTOR DE REGIME ESPECIAL - Recolhimento do imposto retido por substituição tributária, relativo às entradas de rações tipo pet para animais domésticos, cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, aparelho de barbear, lâmina de barbear descartável e isqueiro, pilhas e baterias elétricas, produtos alimentícios, artefatos de uso doméstico, material de limpeza, artigos de papelaria e brinquedos, provenientes de outras unidades da federação, ocorridas no mês anterior ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o 7º dia subsequente a emissão do Docuemnto fiscal SUBSTITUÍDOS LOCALIZADOS EM SANTA CATARINA - Recolhimento do imposto retido por substituição tributária, relativo às entradas de mercadorias sujeitas a substituição tributária acobertadas por nota fiscal desacompanhadas de GNRE ou DARE-SC ESPÍRITO SANTO ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 09 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Espírito Santo, relativo às operações realizadas no mês, com: derivados do fumo; cerveja, chope, refrigerante, água mineral ou potável e gelo classificados nas posições a NBM/SH; açúcar;
10 produtos farmacêuticos; picolés, sorvetes e acessórios ou componentes destinados a integrar ou acondicionar o sorvete, tais como: casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos, pazinhas, taças, recipientes, xaropes e outros; pneumáticos, câmaras de ar e protetores de borracha, classificados nas posições 4011 e 4013 e na subposição da NCM/SH; tintas, vernizes e outras mercadorias da indústria química; veículos novos com seus respectivos acessórios; filme fotográfico e cinematográfico e slide; aparelhos de barbear, lâminas de barbear e isqueiros de bolso, a gás, não recarregáveis; lâmpada elétrica e eletrônica; reator e starter; pilhas e baterias elétricas, e acumuladores elétricos; disco fonográfico, fita virgem ou gravada e outros suportes para reprodução ou gravação de som ou imagem; material de construção telhas, cumeeiras e caixas d'água de cimento, amianto, fibrocimento, polietileno e fibra de vidro, inclusive suas tampas; rações tipo pet para animais domésticos; aparelhos celulares e cartões inteligentes; autopeças; vermute e outros vinhos de uvas frescas, aromatizados por plantas ou substâncias aromáticas, classificados na posição 22.05, e bebidas alcoólicas quentes, classificadas na posição da NCM/SH; colchoaria; bebidas quentes, material de construção e material de limpeza, a partir do mês de maio ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 10 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Espírito Santo, referente às operações ocorridas no mês, com: cimento de qualquer tipo, exceto o branco e derivados ou não de petróleo operações internas e interestaduais ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 15 do mês subseqüente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Espírito Santo, relativo às operações ocorridas no mês, com: café torrado ou moído; biscoito; pães industrializados e massas de qualquer espécie (derivados de farinha de trigo); óleos comestíveis, inclusive azeite DISTRITO FEDERAL ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CIMENTO - Vencimento até o dia 10 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Distrito Federal, relativo às operações referente aos fatos geradores ocorridos no mês ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA ENTRADAS ORIUNDAS DE ESTADOS NÃO SIGNATÁRIOS DE CONVÊNIOS OU PROTOCOLOS Prazo para recolhimento até o dia 20 do mês que ocorreu a entrada da mercadoria Recolhimento do imposto referente às entradas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária oriundas de Estados não signatários de convênios ou protocolos, ocorridas na 1ª quinzena do mês, adquiridas por contribuintes em situação cadastral regular. Prazo para recolhimento até o dia 05 do mês subsequente que ocorreu a entrada da mercadoria Recolhimento do imposto referente às entradas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária oriundas de Estados não signatários de convênios ou protocolos, ocorridas na 2ª quinzena do mês, adquiridas por contribuintes em situação cadastral regular ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PRODUTOS DIVERSOS - Vencimento até o dia 9 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Distrito Federal, relativo às operações referente aos fatos geradores ocorridos no mês com os seguinyes produtos: veículos, inclusive de duas rodas motorizados (motocicletas); pneumáticos, câmaras de ar e protetores de borracha; medicamentos;
11 tintas e vernizes e outros produtos da indústria química; materiais de construção; cigarros e artigos correlatos; farinha de trigo; disco fonográfico e fita virgem ou gravada; sorvete; aparelho e lâmina de barbear; isqueiro descartável; filme fotográfico e cinematográfico; slide; lâmpada elétrica ou eletrônica, reator e starter; rações tipo pet para animais domésticos; bateria e pilha elétrica; energia elétrica não destinada à comercialização ou à industrialização; materias de construção, acabamento, bricolagem ou adorno; peças de automóveis e materiais elétricos RIO GRANDE DO SUL ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - CIMENTO - APURAÇÃO MENSAL Vencimento até o dia 10 do mês subsequente ao fato gerador, recolhimento do imposto retido a favor do Rio Grande do Sul, referente ao mês nas operações com cimento ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - CIMENTO - APURAÇÃO DECENDIAL Vencimento até o dia 10 do mês subsequente ao fato gerador, recolhimento do imposto decorrente de operações interestaduais realizadas no 3º decêndio do mês de ocorrência do fato gerador ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - CIMENTO - APURAÇÃO DECENDIAL Vencimento até o dia 20 do mês corrente ao fato gerador, recolhimento do imposto decorrente de operações interestaduais realizadas no 1º decêndio do mês de ocorrência do fato gerador ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - CIMENTO - APURAÇÃO DECENDIAL Vencimento até último dia do mês corrente ao fato gerador, recolhimento do imposto decorrente de operações interestaduais realizadas no 1º decêndio do mês de ocorrência do fato gerador ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Vencimento até o dia 9 do mês subseqüente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Rio Grande do Sul, referente às operações realizadas no mês, pelos contribuintes substitutos em geral, exceto os que tenham prazos específicos.
12 ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL Vencimento até o dia 23 do segundo mês subsequente ao fato gerador, recolhimento do imposto retido a favor do Rio Grande do Sul, pelos substitutos tributários optantes pelo Simples Nacional inscritos no CGC/TE, referente às operações realizadas no mês ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Vencimento até o dia 23 do segundo mês subsequente ao fato gerador Vencimento até o dia 23 do segundo mês subsequente ao fato gerador, recolhimento do imposto retido a favor do Rio Grande do Sul, pelos substitutos tributários optantes pelo Simples Nacional inscritos no CGC/TE, referente às operações realizadas no mês. Recolhimento do imposto retido a favor do Rio Grande do Sul, referente às operações internas realizadas no mês, com: a) rações tipo pet para animais domésticos; b) autopeças; c) artigos de colchoaria; d) cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador; e) ferramentas; f) materiais elétricos; g) materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno; h) bicicletas; i) brinquedos; j) materiais de limpeza; l) produtos alimentícios; m) artefatos de uso doméstico; n) bebidas quentes; o) artigos de papelaria; p) instrumentos musicais; q) produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos; r) máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos; s) artigos para bebê; t) artigos de vestuário u) carnes e demais produtos comestíveis frescos, resfriados e congelados, resultantes do abate de aves e de suínos PARANÁ ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 9 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Paraná, relativo aos fatos geradores ocorridos no mês, nas operações com água mineral ou potável, gelo, refrigerante e cerveja, inclusive chope; sorvetes de qualquer espécie e de preparados para fabricação de sorvetes em máquina; veículos; pneumáticos; câmaras de ar e protetores de borracha; cigarro e outros produtos derivados de fumo, classificados na posição 2402 e no código da NBM/SH; tintas, vernizes e outras mercadorias da indústria química; filme fotográfico e cinematográfico, slide, disco fonográfico e fita virgem ou gravada; rações tipo pet para animais domésticos; colchoaria; cosméticos, artigos de perfumaria, de higiene pessoal e de toucador; peças, componentes e acessórios, para veículos automotores e outros fins; produtos farmacêuticos; lâminas de barbear, aparelhos de barbear descartáveis e isqueiros; lâmpadas elétricas; pilhas e baterias elétricas; aparelhos celulares e cartões inteligentes (Smart Cards e Sim Card); produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos; e materiais de construção; acabament; bricolagem ou adorno ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 15 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Paraná, relativo aos fatos geradores ocorridos no mês, nas operações com cimento BAHIA ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 9 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Estado da Bahia, relativo às operações interestaduais sujeitas ao regime de substituição tributária por contribuinte localizado em outra unidade da federação e inscrito no cadastro na condição de substituto, quando não houver prazo estabelecido no convênio ou protocolo referente aos fatos geradores ocorridos no mês ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 15 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto em favor do Estado da Bahia, devido pelo responsável em decorrência de substituição tributária, relativo às saídas de mercadorias do estabelecimento, fatos geradores ocorrido no mês.
13 9. 9 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS Separamos, por tipo de contribuinte, as obrigações acessórias inerentes ao regime de substituição tributária INDUSTRIAIS E IMPORTADORES A seguir, relacionamos as regras para emissão e escrituração de documentos fiscais pelos contribuintes substitutos tradicionais, ou seja, os Industriais e importadores EMISSÃO DE NOTA FISCAL - CONTRIBUINTE NORMAL NÃO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL O contribuinte substituto, no desempenho desta função, ou seja, quando realizar a retenção do ICMS, deve emitir Nota Fiscal, no modelo 1 ou 1-A ou, NF-e, por ocasião da saída da mercadoria sujeita à substituição, que contenha: a) as indicações gerais exigidas na legislação, e no quadro Cálculo do Imposto : base de cálculo do ICMS de sua própria operação; nas hipóteses em que a operação do substituto seja tributada; valor do ICMS de sua própria operação, nas hipóteses em que a operação do substituto seja tributada; valor do frete, seguros e outras despesas acessórias, caso sejam cobradas; b) e, em relação à substituição tributária: no Campo CFOP: código específico de operação sujeita à substituição (Veja relação no item de CFOP); no quadro Dados do Produto : preenchimento normal, com preocupação específica para aposição de CST de operação sujeita à substituição; no quadro Cálculo do Imposto :Campo Base de Cálculo ICMS Substituição : o valor que serviu de base de cálculo para a retenção; e Campo Valor do ICMS Substituição : o valor do imposto retido EMISSÃO DE NOTA FISCAL CONTRIBUINTE ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL O contribuinte substituto enquadrado no Simples Nacional, no desempenho desta função, ou seja, quando realizar a retenção do ICMS nas saídas, deve emitir Nota Fiscal, no modelo 1 ou 1-A, ou NF-e, por ocasião da saída da mercadoria sujeita à substituição, que deverá conter as indicações gerais exigidas na legislação, observado o que segue: a) no quadro Cálculo do Imposto, os campos: - base de cálculo do ICMS de sua própria operação: nenhum valor será lançado, de acordo com a legislação do Simples Nacional; - valor do ICMS de sua própria operação: nenhum valor será lançado, de acordo com a legislação do Simples Nacional; - valor do frete, seguros e outras despesas acessórias, caso sejam cobradas: os respectivos valores deverão ser lançados normalmente. b) e em relação à substituição tributária: no Campo "CFOP": lançar código específico de substituto realizando operação sujeita à substituição. (Veja relação no item CFOP); no quadro Dados do Produto : preenchimento normal, com preocupação específica para aposição de CST de operação sujeita à substituição; No preenchimento da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), além de indicar o Código de Situação Tributária (CST), o contribuinte
14 também deverá indicar o Código do Regime Tributário (CRT) e o Código de Situação da Operação no Simples Nacional (CSOSN), conforme o regime de apuração do contribuinte e a situação da mercadoria. (Acesse o item CST, onde esgotamos as possibilidades sobre o assunto); no quadro Cálculo do Imposto : Campo Base de Cálculo ICMS Substituição ; o valor que serviu de base de cálculo para a retenção; e Campo Valor do ICMS Substituição o valor do imposto retido ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS As instruções a seguir não se aplicam às empresas enquadradas no Simples Nacional, pois estas são dispensadas de escrituração do Livro Registro de Saídas (LRS). Sendo assim, as Notas Fiscais emitidas pelo substituto tributário não enquadrado no Simples Nacional, com produtos sujeitos ao regime de ST, na qual este seja o responsável pela retenção, devem ser lançadas normalmente no Livro Registro de Saídas, observando-se, em especial, o que segue: a) nas colunas do quadro ICMS Valores Fiscais : lançar os dados relativos à sua própria operação; b) em relação aos valores do imposto retido e da respectiva base de cálculo para retenção, o substituto deve adotar o seguinte critério: no caso de contribuinte que utilize o sistema eletrônico de processamento de dados, estes valores devem ser lançados na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum Substituição Tributária ou código ST ; no caso de contribuinte que não utilize o sistema eletrônico de processamento de dados, estes valores devem ser lançados na coluna Observações na mesma linha do lançamento da Nota Fiscal, utilizando colunas distintas para tais indicações, sob o título comum Substituição Tributária ; c) os valores constantes nas colunas relativas ao imposto retido e base de cálculo, mencionados na letra b devem ser totalizados no último dia do período de apuração para lançamento no livro Registro de Apuração do ICMS (LRAICMS), separando-se as operações internas e as operações interestaduais, quando for o caso. No caso de empresa enquadrada no Simples Nacional, como não escrituram o LRAICMS, nem o LRS, o controle dessas operações deve ser feito à parte ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DO LIVRO DE ENTRADAS ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE ENTRADAS O Livro Registro de Entradas deve ser escriturado normalmente pelos substitutos tributários, observadas as regras aplicáveis à respectiva forma de tributação, empresa normal ou optante pelo Simples Nacional, exceto em relação à entrada de mercadoria em devolução (devolução de venda), cujo imposto tenha sido por eles retido anteriormente, que deverá observar o que segue. CONTRIBUINTE NORMAL NÃO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL a) a Nota Fiscal que acobertou a devolução deve ser escriturada normalmente, nas colunas relativas ao documento e ao valor contábil e, em especial, na coluna Operações com Crédito do Imposto ; b) em relação ao valor da base de cálculo da retenção e do ICMS retido, relativos à devolução, deve ser observado o que segue: se o contribuinte utilizar sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar tais valores na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum Substituição Tributária ou ST ; se o contribuinte não utilizar o sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar estes valores separadamente na coluna Observações, na mesma linha do lançamento da Nota Fiscal de devolução, sob o título comum Substituição Tributária ou ST. Os valores relativos à base de cálculo da retenção e ao ICMS retido, ambos da devolução, devem ser totalizados no último dia do período de apuração, para lançamento no LRAICMS CONTRIBUINTE NORMAL NÃO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL a) a Nota Fiscal que acobertou a devolução deve ser escriturada normalmente, nas colunas relativas ao documento e ao valor contábil e, em especial, na coluna Operações com Crédito do Imposto ; b) em relação ao valor da base de cálculo da retenção e do ICMS retido, relativos à devolução, deve ser observado o que segue: se o contribuinte utilizar sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar tais valores na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum Substituição Tributária ou ST ; se o contribuinte não utilizar o sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar estes valores separadamente na coluna Observações, na mesma linha do lançamento da Nota Fiscal de devolução, sob o título comum Substituição Tributária ou ST. Os valores relativos à base de cálculo da retenção e ao ICMS retido, ambos da devolução, devem ser totalizados no último dia do período de
15 apuração, para lançamento no LRAICMS CONTRIBUINTE NORMAL ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL a) a Nota Fiscal que acobertou a devolução deve ser escriturada normalmente, nas colunas relativas ao documento e ao valor contábil. A coluna Operações com Crédito do Imposto não deve ser escriturada, pois a legislação do Simples Nacional não permite o aproveitamento de créditos; b) em relação ao valor da base de cálculo da retenção e do ICMS retido, relativos à devolução, devem ser observado o que segue: se o contribuinte utilizar sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar tais valores na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum Substituição Tributária ou ST ; se o contribuinte não utilizar o sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar estes valores separadamente na coluna Observações, na mesma linha do lançamento da Nota Fiscal de devolução, sob o título comum Substituição Tributária ou ST. No último dia do período de apuração, os enquadrados no Simples Nacional devem somar os valores relativos à base de cálculo da retenção e ao ICMS retido, relativos à devolução, mantendo um controle à parte, pois não escrituram o LRAICMS ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS Os contribuintes enquadrados no Simples Nacional não escrituram o LRAICMS e fazem seus controles de apuração à parte. Assim, o contribuinte substituto não enquadrado no Simples Nacional deve escriturar o Livro Registro de Apuração do ICMS (LRAICMS) de forma diferenciada, pois, a cada mês, deve utilizar pelo menos duas folhas do Livro, da seguinte forma: 1ª folha Para apuração do ICMS das operações próprias Nesta folha é feita a apuração normal dos débitos e créditos do substituto. 2ª folha Para apuração do ICMS retido em operações internas Nesta folha, o substituto deve apurar os valores relativos ao ICMS retido, no último dia do respectivo período, com a indicação da expressão Substituição Tributária, utilizando, no que couber, os quadros Débitos do Imposto, Crédito do Imposto e Apuração dos Saldos, conforme a seguir: no quadro Débitos do Imposto, no Campo Por Saídas com Débito do Imposto : deve ser lançado o somatório do ICMS retido no mês, escriturado no campo Observações do Livro Registro de Saídas; no quadro Créditos do Imposto, no campo Por Entradas com Crédito do Imposto : deve ser lançado o somatório do ICMS retido, relativo às devoluções de venda que porventura ocorrerem no período, escriturado no campo Observações do Livro Registro de Entradas; no quadro Apuração dos Saldos : deve ser lançada a diferença entre os débitos e os créditos do imposto. 3ª folha Para apuração do ICMS retido em operações interestaduais O registro deve ser feito pelos valores totais, detalhando os valores relativos a cada unidade da Federação nos quadros Entrada e Saída, nas colunas Base de Cálculo (para base de cálculo do imposto retido), Imposto Creditado e Imposto Debitado (para imposto retido, identificando a unidade da Federação na coluna Valores Contábeis ) DISTRIBUIDORES Os distribuidores devem proceder, da forma descrita a seguir, quando estiverem na condição de substituídos, ou seja, nas situações em que tenha recebido o produto já com o ICMS retido EMISSÃO DE NOTA FISCAL O estabelecimento distribuidor, não enquadrado no Simples Nacional, na condição de contribuinte substituído quando der saída interna à mercadoria recebida com ICMS retido e não destinada a processo industrial deve emitir Nota Fiscal no modelo 1 ou 1-A, contendo as indicações gerais exigidas na legislação e, em especial: no Campo CFOP o código específico de operação sujeita à substituição; no quadro Dados do Produto : preenchimento normal, com preocupação específica para aposição de CST de operação sujeita à substituição; no quadro Cálculo do Imposto : no Campo Base de Cálculo ICMS : não preencher; no Campo Valor do ICMS : não preencher; no Campo Base de Cálculo ICMS Substituição : não preencher; no Campo Valor do ICMS Substituição : não preencher; nos Campos Valor do Frete, Valor do Seguro e Outras Despesas Acessórias : preencher caso estejam sendo cobrados; nos demais campos: preenchimento normal; no quadro Dados Adicionais : no Campo Informações Complementares : apor a seguinte declaração ou equivalente: Imposto retido por substituição.
16 ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS As instruções a seguir não se aplicam às empresas enquadradas no Simples Nacional, pois estas são dispensadas de escrituração do Livro Registro de Saídas (LRS). Sendo assim, o estabelecimento distribuidor, não enquadrado no Simples Nacional, na condição de contribuinte substituído, deve lançar as Notas Fiscais que emitir relativas a estes produtos nas colunas: Valor Contábil e Outras, de Operações sem Débito do Imposto, do livro Registro de Saídas. As operações com produtos sujeitos à tributação normal e demais hipóteses de saídas devem ser escrituradas normalmente ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE ENTRADAS O estabelecimento distribuidor, enquadrado ou não no Simples Nacional, quando receber mercadoria com o ICMS retido, ou seja, com informação da retenção na NF do fornecedor, deve escriturar a Nota Fiscal do fornecedor nas colunas Valor Contábil e Outras, de Operações sem Crédito do Imposto. As operações com produtos sujeitos à tributação normal, e demais hipóteses de entradas, devem ser escrituradas normalmente ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS Se o distribuidor agir apenas como contribuinte substituído, ou seja, receber mercadoria já com o ICMS retido, com informação da retenção na NF do fornecedor, e realizar operações com produtos sujeitos a outras formas de tributação, deverá escriturar o LRAICMS com os dados colhidos nos Livros Registro de Entradas e de Saídas ATACADISTAS Os atacadistas devem proceder da forma descrita a seguir quando estiverem na condição de substituídos, ou seja, nas situações em que tenham recebido o produto já com o ICMS retido EMISSÃO DE NOTA FISCAL Estabelecimento distribuidor ou atacadista, não enquadrado no Simples Nacional, na condição de contribuinte substituído quando der saída interna à mercadoria recebida com ICMS retido e não destinada a processo industrial deve emitir Nota Fiscal no modelo 1 ou 1-A, contendo as indicações gerais exigidas na legislação e, em especial: no Campo CFOP o código específico de operação sujeita à substituição; no quadro Dados do Produto : preenchimento normal, com preocupação específica para aposição de CST de operação sujeita à substituição; no quadro Cálculo do Imposto : no Campo Base de Cálculo ICMS : não preencher; no Campo Valor do ICMS : não preencher; no Campo Base de Cálculo ICMS Substituição : não preencher; no Campo Valor do ICMS Substituição : não preencher; nos Campos Valor do Frete, Valor do Seguro e Outras Despesas Acessórias : preencher caso estejam sendo cobrados; nos demais campos: preenchimento normal; no quadro Dados Adicionais : no Campo Informações Complementares : apor a seguinte declaração ou equivalente: Imposto retido por substituição ESCRITURAÇÃO DO LIVRO DE SAÍDAS As instruções a seguir não se aplicam às empresas enquadradas no Simples Nacional, pois estas são dispensadas de escrituração do Livro Registro de Saídas (LRS). Sendo assim, o estabelecimento atacadista, não enquadrado no Simples Nacional, na condição de contribuinte substituído
17 deve lançar as Notas Fiscais que emitir relativas a estes produtos nas colunas: Valor Contábil e Outras, de Operações sem Débito do Imposto, do livro Registro de Saídas. As operações com produtos sujeitos à tributação normal e demais hipóteses de saídas devem ser escrituradas normalmente ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO ENTRADAS O estabelecimento atacadista, enquadrado ou não no Simples Nacional, quando receber mercadoria com o ICMS retido, ou seja, com informação da retenção na NF do fornecedor, deve escriturar a Nota Fiscal do fornecedor nas colunas Valor Contábil e Outras, de Operações sem Crédito do Imposto. As operações com produtos sujeitos à tributação normal e demais hipóteses de entradas devem ser escrituradas normalmente ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS Se o atacadista agir apenas como contribuinte substituído, ou seja, receber mercadoria já com o ICMS retido, com informação da retenção na NF do fornecedor, e realizar operações com produtos sujeitos a outras formas de tributação, deverá escriturar o LRAICMS com os dados colhidos nos Livros Registro de Entradas e de Saídas VAREJISTA Os varejistas, enquadrados ou não no Simples Nacional, na condição de substituídos, devem proceder da forma descrita a seguir, nas hipóteses de terem sofrido retenção do ICMS ou de terem pago o ICMS pela entrada da mercadoria por recebimento sem retenção EMISSÃO DE DOCUMENTO FISCAL 1ª Hipótese: Emissão de Notas Fiscais nos Modelos 1, 1-A ou NF-e Nas situações em que o varejista tenha que emitir documentos fiscais nestes modelos, estes devem conter as indicações gerais exigidas na legislação e, em especial: no Campo CFOP: o código específico de operação sujeita à substituição; no quadro Dados do Produto : preenchimento normal, com preocupação específica para aposição de CST de operação sujeita à substituição cujo imposto já foi pago; no quadro Cálculo do Imposto : no Campo Base de Cálculo ICMS : não preencher; no Campo Valor do ICMS : não preencher; no Campo Base de Cálculo ICMS Substituição : não preencher; no Campo Valor do ICMS Substituição : não preencher; nos Campos Valor do Frete, Valor do Seguro e Outras Despesas Acessórias : preencher caso estejam sendo cobrados; nos demais campos: preenchimento normal; no quadro Dados Adicionais : no Campo Informações Complementares : apor a seguinte declaração ou equivalente: Imposto retido por substituição. 2ª Hipótese: Emissão de Nota Fiscal no Modelo 2 (Nota Fiscal de Venda a Consumidor) Os contribuintes que emitirem documentos fiscais neste modelo devem preenchê-los normalmente e lançar no corpo a seguinte declaração ou equivalente ICMS retido por substituição tributária. 3ª Hipótese: Contribuintes Obrigados ao Uso de ECF Os contribuintes obrigados ao Uso de ECF devem emitir os documentos fiscais por este sistema nas hipóteses determinadas pela legislação e as mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária devem estar cadastradas como ST nos ECF dos usuários destes equipamentos ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS As empresas enquadradas no Simples Nacional são dispensadas de escrituração do Livro Registro de Saídas (LRS). Assim, o estabelecimento varejista, não enquadrado no Simples Nacional, na condição de contribuinte substituído, por ter recebido a mercadoria com o ICMS já retido, deve lançar as Notas Fiscais que emitir, relativas a estes produtos, nas colunas Valor Contábil e Outras, de Operações sem Débito do Imposto, do livro Registro de Saídas. As operações com produtos sujeitos à tributação normal e demais hipóteses de saídas devem ser escrituradas normalmente.
18 ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE ENTRADAS O estabelecimento varejista, enquadrado ou não no Simples Nacional, quando receber mercadoria com o ICMS retido, ou seja, com informação da retenção na NF do fornecedor, deve escriturar a Nota Fiscal do fornecedor nas colunas Valor Contábil " e Outras, de Operações sem Crédito do Imposto ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS Este livro não é escriturado pelos enquadrados no Simples Nacional. Se o varejista, não enquadrado no Simples Naiconal, agir apenas como contribuinte substituído, ou seja, receber mercadoria com o ICMS retido, com informação da retenção na NF do fornecedor, e realizar operações com produtos sujeitos a outras formas de tributação, deverá escriturar o LRAICMS com os dados colhidos nos Livros Registro de Entradas e de Saídas GIA ST Os contribuintes que são substitutos por saídas nas operações para outros Estados estão sujeitos à entrega da Gia ST. A GIA-ST deve ser utilizada para a informação e apuração do ICMS devido por substituição tributária à Unidade Federada diversa daquela do domicílio fiscal do substituto. Portanto, se um contribuinte do Rio de Janeiro possuir inscrição como contribuinte substituto em outro Estado, deverá transmitir a GIA-ST para aquele Estado Prazo para apresentação A GIA-ST deve ser remetida pelo substituto tributário à repartição fiscal de circunscrição no Estado, até o dia 10 do mês subsequente ao da apuração do imposto, ainda que no período não tenham ocorrido operações sujeitas à substituição tributária, hipótese em que deverá assinalar o campo 1 correspondente à expressão GIA-ST SEM MOVIMENTO Meio de apresentação A GIA-ST deve ser apresentada por transmissão eletrônica de dados ou em meio magnético, a critério do fisco de cada Estado, após ser validada pelo programa de computador aprovado pela Cotepe/ICMS. DIFERENÇA ENTRE ALÍQUOTA INTERNA E INTERESTADUAL A substituição tributária também se aplica à diferença entre a alíquota interna (do Estado de destino da mercadoria) e a interestadual (do remetente da mercadoria) sobre a base de cálculo da operação própria, nos casos em que a mercadoria sujeita ao regime é adquirida para consumo ou ativo permanente do contribuinte do ICMS, cabendo observar que a aplicação no caso de ativo permanente se aplica a alguns estados. Exemplo: Uma empresa estabelecida em SP vende uma mercadoria para outra empresa localizada no RJ, contribuinte do ICMS, e este produto está sujeito ao regime de substituição tributária. Estes estados firmaram acordo para aplicação do regime atribuindo a responsabilidade pelo pagamento do imposto por substituição tributária à empresa que está remetendo a mercadoria, inclusive nos casos do diferencial de alíquotas. Alíquotas aplicadas : Alíquota aplicada nas operações interestaduais entre contribuintes: 12% Alíquota aplicada na operação interna no estado do RJ para a mercadoria (-) 19% Diferencial a ser recolhido a título de substituição tributária: 7%
19 Deverá ser recolhido 7% a título de diferencial de alíquota em favor do estado do RJ, sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário. PREENCHIMENTO DA NOTA FISCAL Os contribuintes do ICMS são obrigados a observar regras específicas ao preencherem a Nota Fiscal de venda de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Tais regras referem-se à necessidade ou não de aposição de inscrição estadual de substituto, ao CST, ao CFOP, ao preenchimento ou não dos campos relativos à base de cálculo para retenção, e ao ICMS da operação própria, bem como de menção ou não do imposto retido, ou da condição de que a mercadoria já sofreu retenção CFOP Para emissão das Notas Fiscais e escrituração dos livros fiscais de entrada, saída e apuração do ICMS, os contribuintes que realizarem operações com produtos sujeitos à substituição tributária deverão utilizar CFOP específicos, conforme relacionamos a seguir: Nas entradas Os códigos iniciados com o algarismo 1 representam entradas internas e os iniciados com 2 entradas interestaduais ENTRADAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA 1.401/ Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural, decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as compras por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária / Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as compras de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária em estabelecimento comercial de cooperativa / Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária / Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária / Transferência para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem industrializadas ou consumidas na produção rural no estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária / Transferência para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem comercializadas, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária / Devolução de venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária" / Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária" / Retorno de produção do estabelecimento, remetida para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, remetidos para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, e não comercializadas.
20 1.415/ Retorno de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, remetida para venda fora do estabelecimento em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros remetidas para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, e não comercializadas / Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído, efetuado pelo contribuinte substituto, nas hipóteses previstas na legislação aplicável Nas saídas Os iniciados em 5 representam saidas internas e os iniciados em 6 as interestaduais 5.401/ Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto. Também serão classificadas neste código as vendas de produtos industrializados por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa sujeitos ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto / Venda de produção do estabelecimento de produto sujeito ao regime de substituição tributária, em operação entre contribuintes substitutos do mesmo produto Classificam-se neste código as vendas de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária industrializados no estabelecimento, em operações entre contribuintes substitutos do mesmo produto / Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, na condição de contribuinte substituto, em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, cujo imposto já tenha sido retido anteriormente Classificam-se neste código as vendas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, na condição de substituto tributário, exclusivamente nas hipóteses em que o imposto já tenha sido retido anteriormente Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído / Transferência de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código os produtos industrializados ou produzidos no próprio estabelecimento em transferência para outro estabelecimento da mesma empresa de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária / Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária / Devolução de compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária" / Devolução de compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária" / Devolução de bem do ativo imobilizado, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos ou "Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária" Devolução de mercadoria destinada ao uso ou consumo, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para uso ou consumo do estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos ou "Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária" / Remessa de produção do estabelecimento para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as remessas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento para serem vendidos fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária / Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros para venda fora do estabelecimento, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as remessas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para serem vendidas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.
21 5.603 / Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído, efetuado pelo contribuinte substituto, nas hipóteses previstas na legislação aplicável CST - COSN O CST Código de Situação Tributária é formado por três números e tem como finalidade descrever a origem do produto, nacional ou estrangeiro, e a forma de tributação que o produto está sujeito na operação que está sendo realizada. As operações sujeitas à substituição tributária têm CST específicos a serem utilizados na emissão das notas fiscais. Veja no quadro a seguir: Optantes pelo Simples Nacional Para a emissão da NF-e de optantes pelo Simples Nacional, será utilizado o Código do Regime Tributário (CRT) e o Código de Situação da Operação no Simples Nacional (CSOSN), conforme o regime de apuração do contribuinte e a situação da mercadoria. 1. CÓDIGO DE REGIME TRIBUTÁRIO (CRT) Este código especifica o regime tributário adotado pelo contribuinte, que deverá ser utilizado da seguinte forma: Código 1 Simples Nacional; Código 2 Simples Nacional (para aqueles contribuintes que excederam o sublimite da receita bruta estabelecida pelo ente federativo ou que estiverem impedidos de recolher o ICMS/ISS por esse regime, conforme Lei Complementar 123/2006); Código 3 Regime Normal. 2. CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA (CST) Este código que já era preenchido nos documentos fiscais por todos os contribuintes, continuará sendo utilizado na forma abordada no trabalho disponível no campo de Códigos Úteis do Portal COAD. Os optantes do Simples Nacional deixarão de indicar os códigos da Tabela B, que serão substituídos pelo CSOSN, que abordamos adiante. Os contribuintes optantes do Simples Nacional que excederam o sublimite da receita bruta ou que estiverem impedidos de recolher o ICMS ou ISS pelo regime por qualquer outro motivo deverão continuar utilizando as Tabelas A e B do CST. 3. CÓDIGO DE SITUAÇÃO DA OPERAÇÃO NO SIMPLES NACIONAL (CSOSN) Os contribuintes optantes pelo Simples Nacional deverão utilizar o novo Código de Situação da Operação no Simples Nacional CSOSN, somente quando o Código de Regime Tributário utilizado for igual a 1, ou seja, este novo código destina-se aos contribuintes que optaram pelo regime e não possuem nenhuma restrição. O CSOSN substituirá a Tabela B do Código de Situação Tributária CST. 4. QUADRO PRÁTICO PARA INDICAÇÃO DOS CÓDIGOS As tabelas a seguir têm o objetivo de facilitar o trabalho dos contribuintes de acordo com sua situação tributária. I. CONTRIBUINTE DO SIMPLES NACIONAL CRT Tabela A do CST- Origem da Mercadoria CSOSN-Código de Situação da operação No simples Nacional 1- Simples 0 Nacional, exceto as indicadas nos códigos 3, a 5 e 8; 101. Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido no Simples Nacional e o valor do
22 nacional crédito correspondente. 1 Estrangeira Importação direta, exceto a indicada no código 6; 2 Estrangeira Adquirida no mercado Interno 102. Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103, 203, 300, 400, 500 e Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção concedida para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº 123, de Nacional, mercadoria ou bem com 201. Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e Conteúdo de Importação superior a 40% com cobrança do ICMS por substituição tributária Classificam-se (quarenta por cento); Nacional, mercadoria ou neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do bem com Conteúdo de Importação superior a ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e com 40% (quarenta por cento) e inferior ou igual a cobrança do ICMS por substituição tributária. 70% (setenta por cento) 202. Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e 4 Nacional, cuja produção tenha sido feita com cobrança do ICMS por substituição tributária Classificam-se em conformidade com os processos neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota produtivos básicos de que tratam o Decretodo ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e não Lei 288/67, e as Leis: 8.248/91, 8.387/91, estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103, 203, 300, 400, /01 e /07; 500 e 900, e com cobrança do ICMS por substituição tributária Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta e com cobrança do ICMS por substituição tributária 5 Nacional, mercadoria ou bem com Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes Conteúdo de Importação inferior ou igual a pelo Simples Nacional contemplados com isenção para faixa de 40% (quarenta por cento); receita bruta nos termos da Lei Complementar nº 123, de 2006, e com cobrança do ICMS por substituição tributária 6 Estrangeira Importação direta, sem 300. Imune Classificam-se neste código as operações praticadas similar nacional, constante em lista de por optantes pelo Simples Nacional contempladas com imunidade do Resolução CAMEX e gás natural; ICMS. 7 Estrangeira Adquirida no mercado 400. Não tributada pelo Simples Nacional Classificam-se neste interno, sem similar nacional, constante em lista código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional de Resolução CAMEX e gás natural. não sujeitas à tributação pelo ICMS dentro do Simples Nacional. 8 - Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a 70% (setenta por cento) Nota COAD: O conteúdo de importação a que se referem os códigos 3, 5 e 8 da Tabela A é aferido de acordo com normas expedidas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação Classificam-se neste código as operações sujeitas exclusivamente ao regime de substituição tributária na condição de substituído tributário ou no caso de antecipações. A lista a que se refere a Resolução do Conselho de Ministros da Câmara de 900-Classificam-se neste código as demais operações que não se Comércio Exterior CAMEX de que tratam enquadrem nos códigos 101, 102, 103, 201, 202, 203, 300, 400 e os códigos 6 e 7 da Tabela A, contempla, nos 500 termos da Resolução do Senado Federal nº 13/12, os bens ou mercadorias importados sem similar nacional
23 II CONTRIBUINTE DO SIMPLES NACIONAL QUE EXCEDEU O LIMITE OU IMPEDIDO DE RECOLHER PELO REGIME E CONTRIBUINTE DO REGIME NORMAL CRT Tabela A do CST- Origem da Mercadoria CSOSN-Código de Situação da operação No simples Nacional 2. (Optante que excedeu o limite ou impedido de recolher pelo regime) excedeu o limite ou impedido de 0 Nacional, exceto as indicadas nos recolher pelo códigos 3 a 5 e 8; regime) 101. Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido no Simples Nacional e o valor do crédito correspondente. 3. Contribuinte do regime normal) l 1 Estrangeira Importação direta, exceto a indicada no código 6; 2 Estrangeira Adquirida no mercado Interno 3 Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a 40% (quarenta por cento); Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a 40% (quarenta por cento) e inferior ou igual a 70% (setenta por cento) 4 Nacional, cuja produção tenha sido feita em conformidade com os processos produtivos básicos de que tratam o Decreto-Lei 288/67, e as Leis: 8.248/91, 8.387/91, /01 e /07; 102. Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103, 203, 300, 400, 500 e Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção concedida para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº 123, de Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e com cobrança do ICMS por substituição tributária Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103, 203, 300, 400, 500 e 900, e com cobrança do ICMS por substituição tributária Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de
24 5 Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação inferior ou igual a 40% (quarenta por cento); 6 Estrangeira Importação direta, sem similar nacional, constante em lista de Resolução CAMEX e gás natural; 7 Estrangeira Adquirida no mercado interno, sem similar nacional, constante em lista de Resolução CAMEX e gás natural. 8 - Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a 70% (setenta por cento) Nota COAD: O conteúdo de importação a que se referem os códigos 3,5 e 8 da Tabela A é aferido de acordo com normas expedidas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ. A lista a que se refere a Resolução do Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior CAMEX de que tratam os códigos 6 e 7 da Tabela A, contempla, nos termos da Resolução do Senado Federal nº 13/12, os bens ou mercadorias importados sem similar nacional receita bruta e com cobrança do ICMS por substituição tributária Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº 123, de 2006, e com cobrança do ICMS por substituição tributária 300. Imune Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contempladas com imunidade do ICMS Não tributada pelo Simples Nacional Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional não sujeitas à tributação pelo ICMS dentro do Simples Nacional ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação Classificam-se neste código as operações sujeitas exclusivamente ao regime de substituição tributária na condição de substituído tributário ou no caso de antecipações. 900-Classificam-se neste código as demais operações que não se enquadrem nos códigos 101, 102, 103, 201, 202, 203, 300, 400 e Contribuintes não optantes pelo Simples Nacional Emissão da Nota Fiscal com o Código de Situação Tributária (CST) é obrigatório Neste Comentário, analisamos as regras para utilização dos CST Códigos de Situação Tributária, quando da emissão de Notas Fiscais nos modelos 1 e 1-A. 1. CRIAÇÃO DO CST Desde a criação das Notas Fiscais nos modelos 1 e 1-A, também foi instituído o CST Código de Situação Tributária, a ser utilizado na emissão das Notas Fiscais destes modelos. A partir de , com implementação da nova alíquota de 4 %, foram criados novos dígitos para identificar a origem das mercadorias CONTRIBUINTES QUE AINDA NÃO USAM Ainda hoje, muitos contribuintes não utilizam os CST, ou fazem de forma incorreta, em muitos casos desconhecem sua
25 existência e não têm ciência de que em todas estas situações estão sujeitos a penalidades. 2. COMPOSIÇÃO DO CST O CST, que até era composto de dois dígitos na forma AB, a partir de passou a ser composto de três dígitos na forma ABB tendo em vista que a Tabela B passou a ter dois dígitos, conforme segue: a) o 1º dígito indica a origem da mercadoria, se nacional ou estrangeira, com base na Tabela A; e b) o 2º e 3º dígitos indicam a tributação pelo ICMS a que está sujeita a operação, com base na Tabela B TABELAS FORMADORAS DO CST Como descrevemos no item 2, o CST é formado com a junção dos números constantes das Tabelas A e B, que reproduzimos a seguir: Tabela A do CST- Origem da Mercadoria Tabela B Tributação pelo ICMS 0 Nacional, exceto as indicadas nos códigos 3 a 5 e 8; 00. Tributada integralmente 1 Estrangeira Importação direta, exceto a indicada no código 6; 2 Estrangeira Adquirida no mercado Interno 3 Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a 40% (quarenta por cento) e inferior ou igual a 70% (setenta por cento); 4 Nacional, cuja produção tenha sido feita em conformidade com os processos produtivos básicos de que tratam o Decreto-Lei 288/67, e as Leis: 8.248/91, 8.387/91, /01 e /07; 5 Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação inferior ou igual a 40% (quarenta por cento); 6 Estrangeira Importação direta, sem similar nacional, constante em lista de Resolução CAMEX e gás natural; 7 Estrangeira Adquirida no mercado interno, sem similar nacional, constante em lista de Resolução CAMEX e gás natural. 10. Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 20. Com redução de base de cálculo 30. Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40. Isenta 41. Não tributada 50. Suspensão 51. Diferimento 8 - Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a 70% (setenta por cento) Nota COAD: O conteúdo de importação a que se referem os códigos 3, 5 e 8 da Tabela A é aferido de acordo com normas expedidas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ. A lista a que se refere a Resolução do Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior CAMEX de que tratam os códigos 6 e 7 da Tabela A, contempla, nos termos da Resolução do Senado Federal nº 13/12, os bens ou mercadorias importados sem similar nacional 60. ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70. Com redução da base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90- Outras Destinatário/Remetente Dados a serem preenchido pelo emitente da nota fiscal de acordo com a operação a ser realizada, sem rasuras ou emendas
26 com os dados do respectivo cliente ou fornecedor, ou a quem se destina a mercadoria Código e descrição do produto Caso a empresa adote código para cada produto este campo deverá ser preenchido com este código, quanto a descrição do produto deve ser completado com as informações da forma mais completa para a perfeita identificação do mesmo, como marca, item modelo série se for o caso Unidade, Quantidade e Valor Deve ser preenchido de acordo com a unidade dada para a mercadoria como estabelece a legislação. Exemplo: peça, pares, rolos, Kilos, unidades, entre outros Alíquota do ICMS Preenchimento com a respectiva alíquota atribuída a mercadoria ou a operação tributada Valor do IPI Resultado da aplicação da alíquota do IPI sobre a base de cálculo Base do Cálculo do ICMS Base de cálculo do ICMS é o valor sobre o qual se calcula o ICMS da operação própria do emissor. Nas operações sujeitas à substituição tributária, este campo somente é preenchido pelos contribuintes substitutos que fazem retenção pela saída, desde que não enquadrados no Simples Nacional. Os contribuintes substituídos, ou seja, aqueles que sofreram retenção ou que, na entrada, pagaram o ICMS não retido, não preenchem este campo, pois não têm mais que demonstrar débito do ICMS Valor do ICMS É o valor obtido ao se aplicar a alíquota sobre a base de cálculo da operação própria do emissor. Nas operações sujeitas à substituição tributária, este campo somente é preenchido pelos contribuintes substitutos que fazem retenção pela saída, desde que não enquadrados no Simples Nacional. Os contribuintes substituídos, ou seja, aqueles que sofreram retenção ou que, na entrada, pagaram o ICMS não retido, não preenchem este campo, pois não têm que demonstrar débito do ICMS. Sobre o assunto, o Ajuste Sinief 4/93 estabelece que o contribuinte substituído, na operação que realizar, relativamente à mercadoria recebida com imposto retido, emitirá documento fiscal sem destaque do imposto, contendo, além dos demais requisitos, a declaração "imposto retido por substituição - Convênio ou Protocolo ICMS nº " Base de Cálculo do ICMS Substituição Nas operações sujeitas à substituição tributária, este campo somente é preenchido pelos contribuintes substitutos que fazem retenção pela saída, desde que não enquadrados no Simples Nacional. Os contribuintes substituídos, ou seja, aqueles que sofreram retenção ou que, na entrada, pagaram o ICMS não retido, não preenchem este campo, pois não têm que demonstrar débito do ICMS.
27 Este campo da NF, regra geral, somente deve ser preenchido pelo contribuinte substituto, ou seja, o que está retendo o ICMS na operação. O substituído não informa nada neste campo. De todo modo é importante verificar a legislação específica de seu Estado, a qual pode prever procedimento diferente Valor do ICMS Substituição Regra geral, este campo somente é preenchido pelos contribuintes que fazem retenção nas saídas, sejam eles enquadrados ou não no Simples Nacional, não devendo ser preenchido pelos contribuintes que sofreram retenção ou que pagaram o ICMS ST na entrada. De todo modo é importante verificar a legislação específica de seu Estado, a qual pode prever procedimento diferente Valor Total dos produtos Somatório dos valores atribuídos a cada produto do valor unitário multiplicado pela quantidade dos produtos Valor do frete, seguro e outras despesas acessórias Preenchimento com o valor do serviço de transporte ou outra despesa, a ser declarado no documento fiscal ou cobrado do destinatário Valor total da nota Totalidades dos valores declarados no documento, como totalidade dos produtos, frete, despesas acessórias, IPI, seguro e outros Transportador/Volumes Transportados Preenchimento com os dados da empresa responsável pelo transporte das mercadorias, pela prestação de serviço Dados Adicionais Neste quadro, no campo de informações complementares da NF, geralmente, os contribuintes substitutos nada informam sobre a retenção efetuada. Entretanto, na maioria dos Estados, os contribuintes substituídos devem informar o valor que já foi retido anteriormente. Como estabelece o Ajuste Sinief 4/93, o contribuinte substituído, na operação que realizar, relativamente à mercadoria recebida com imposto retido, emitirá documento fiscal sem destaque do imposto, contendo, além dos demais requisitos, a declaração "imposto retido por substituição Convênio ou Protocolo ICMS nº ". Esta também é uma informação que deve ser confirmada na legislação de cada estado, pois certamente existem diferenças Inscrição do Contribuinte Substituto O campo previsto na Nota Fiscal para aposição da inscrição de contribuinte substituto somente deve ser preenchido em operações interestaduais nas quais um contribuinte do ICMS de determinado Estado retêm o ICMS de um contribuinte de outro Estado. Isto porque, regra geral, o substituto tributário localizado em um Estado se tiver que fazer retenção para Estado diferente poderá providenciar sua inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS do Estado de destino. Esta norma está prevista na cláusula sétima do Convênio ICMS 81/93, que disciplina as regras gerais aplicáveis ao regime de substituição tributária.
28 Para obtenção desta inscrição, além de documentação própria, que poderá ser exigida de acordo com a legislação do Estado destinatário, se fará necessária, a apresentação dos seguintes documentos: requerimento solicitando sua inscrição no cadastro de contribuinte do Estado; cópia autenticada do instrumento constitutivo da empresa devidamente atualizado e, quando se tratar de sociedade por ações, também da ata da última assembleia de designação ou eleição da diretoria; cópia do CNPJ; cópia do CPF e RG do representante legal, procuração do responsável, certidão negativa de tributos estaduais e cópia do cadastro do ICMS; registro ou autorização de funcionamento expedido por órgão competente pela regulação do respectivo setor de atividade econômica; declaração de imposto de renda dos sócios nos 3 últimos exercícios. ESCRITURAÇÃO As regras básicas para escrituração de operações sujeitas à substituição tributária estão previstas nacionalmente no Ajuste Sinief 4/93. Entretanto muitos Estados preveem procedimentos distintos em suas legislações internas, que devem ser consideradas. A forma de escrituração que analisaremos a seguir é a prevista no Ajuste Sinief 4/ ESCRITURAÇÃO DO SUBSTITUTO Nas operações com retenção do ICMS ou nas entradas de mercadoria decorrentes de devolução de vendas efetuadas com retenção do imposto, o substituto tributário escriturará os correspondentes documentos fiscais conforme a seguir: LIVRO REGISTRO DE SAÍDA 1) Utilizará as colunas próprias e lançará os dados relativos à sua operação; 2) No caso de contribuinte que utilize o sistema eletrônico de processamento de dados, os valores relativos ao ICMS retido e à respectiva base de cálculo devem ser lançados na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum "Substituição Tributária" ou o código "ST". Se não utilizar sistema eletrônico de processamento de dados os valores do ICMS retido e da respectiva base de cálculo da retenção devem ser lançados na coluna "Observações" na mesma linha do lançamento das operações próprias, utilizando colunas distintas para tais indicações, sob o título comum "Substituição Tributária", 3) Os valores constantes na coluna relativa ao imposto retido serão totalizados no último dia do período de apuração, para lançamento no Livro Registro de Apuração do ICMS. 4) Os contribuintes enquadrados no Simples Nacional não escrituram o Livro Registro de saídas, tampouco o Livro Registro de Apuração do ICMS e,portanto, o controle do imposto retido deve ser feito à parte da forma estabelecida pelo contribuinte LIVRO REGISTRO DE ENTRADAS 1) Os lançamentos relativos às entradas devem ocorrer normalmente, considerando os reflexos nas operações próprias do substituto, que pode ser uma empresa tributada normalmente ou enquadrada no Simples nacional, por exemplo. Entretanto, ocorrendo devolução ou retorno de mercadoria que não tenha sido entregue ao destinatário, cuja saída tenha sido com o ICMS retido, o substituto tributário deverá lançar neste livro o documento fiscal relativo à devolução observando o que se segue em especial relativamente ao ICMS ST: -com utilização das colunas "Operações com Crédito do Imposto", ou "Operações sem Crédito do Imposto na forma prevista na legislação específica aplicada à tributação do substituto, que pode ser uma empresa tributada normalmente como uma empresa enquadrada no Simples Nacional e neste último caso não aproveita crédito por entrada de mercadoria; -se o contribuinte utilizar sistema eletrônico de processamento de dados, os valores relativos ao imposto retido e à respectiva base de cálculo da retenção serão lançados na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum "Substituição Tributária" ou o código "ST". Se não utilizar sistema eletrônico de processamento de dados os valores do ICMS retido e da respectiva base de cálculo da retenção relativos à devolução devem ser lançados na coluna "Observações" na mesma linha do lançamento das operações próprias, utilizando colunas distintas para tais indicações, sob o título comum
29 "Substituição Tributária". 2) Os valores constantes na coluna relativa ao imposto retido devem ser totalizados no último dia do período de apuração, para lançamento no Livro Registro de Apuração do ICMS. 3) Os contribuintes enquadrados no Simples Nacional não escrituram o Livro Registro de Apuração do ICMS e portanto o controle do imposto retido deve ser feito à parte da forma estabelecida pelo contribuinte LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS 1) os valores relativos ao ICMS retido e à sua base de cálculo escriturados no Registro de Saídas devem ser totalizados no último dia do período de apuração para lançamento em folhas separadas, SUBSEQUENTES aquela nas quais escriturar suas próprias operações, a saber: Folha para escrituração de retenção em operações internas: Para lançamento nesta folha deve ser utilizado, no que couber, os quadros "Débito do Imposto", "Crédito do Imposto" e "Apuração dos Saldos" devendo lançar: - o valor do ICMS retido no campo "Por Saídas com Débito do Imposto"; - o valor do ICMS retido informado por seus clientes em devoluções de venda que receber, no campo "Por Entradas com Crédito do Imposto". Folha para escrituração de retenção em operações interestaduais: lançar pelos valores totais, detalhando os valores relativos à cada unidade da Federação nos quadros "Entrada" e "Saída", nas colunas "Base de Cálculo" (para base de cálculo do imposto retido), "Imposto Creditado" e "Imposto Debitado" (para imposto retido na saída ou referente às devoluções interestaduais de venda com retenção), identificando a unidade da Federação na coluna "Valores Contábeis"). 2) Os contribuintes enquadrados no Simples Nacional não escrituram o Livro Registro de Apuração do ICMS e portanto,o controle do imposto retido deve ser feito à parte, da forma estabelecida pelo contribuinte ESCRITURAÇÃO DO SUBSTITUÍDO Também como regra geral, o contribuinte substituído, ou seja, aquele que sofreu retenção nas aquisições ou que pagou o ICMS ST pela entrada, relativamente às operações com mercadorias recebidas em tais condições, deverá escriturar os livros fiscais conforme a seguir: LIVRO REGISTRO DE ENTRADAS Utilizar as colunas Valor Contábil e "Outras", de "Operações sem Crédito do Imposto. Na escrituração do Livro Registro de Entradas de nota fiscal que acoberte operações interestaduais tributadas e não tributadas, cujas mercadorias estejam sujeitas ao regime de substituição tributária, os valores do imposto retido relativo a tais operações serão lançados, separadamente, na coluna OBSERVAÇÕES, caso não escriture por processamento de dados. Se o contribuinte utilizar sistema eletrônico de processamento de dados, os valores relativos ao imposto retido serão lançados na linha abaixo do lançamento da NF LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS Ao realizar saídas posteriores das mercadorias recebidas com o ICMS retido o contribuinte substituído deve utilizar as colunas Valor Contábil e "Outras", de "Operações sem Débito do Imposto". Ressaltamos que as empresas enquadradas no Simples Nacional não escrituram este livro e seu controle deve ser feito à parte LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO Os lançamentos neste livro serão apenas os reflexos dos realizados nos Livros de Entrada e de Saída. Ressaltamos que os enquadrados no Simples Nacional não escrituram o RAICMS.
30 RESTITUIÇÃO A legislação relativa à substituição tributária, regra geral, somente prevê a restituição do ICMS pago por antecipação nas hipóteses em que o fato gerador presumido não acontece, ou seja, quando a posterior saída que deveria acontecer e que ensejou a retenção não ocorre. O fato gerador não realizado caracteriza-se pela inocorrência de operação subsequente por motivo de perda, roubo, quebra, extravio, inutilização ou consumo de mercadoria, salvo disposição em contrário previsto em legislação específica. Na ocorrência de qualquer destas situações, cada Estado estabelece as normas que aplicará para restituir o imposto aos contribuintes que o recolheram antecipadamente. CRÉDITO DO IMPOSTO As operações sujeitas à substituição tributária normalmente não geram crédito para o adquirente, pois a suposição é de que este fará suas vendas posteriores utilizando a mesma forma de tributação, ou seja, considerando que o ICMS devido em toda a cadeia de comercialização do produto já foi recolhido. Assim, as situações em que uma operação sujeita à substituição tributária pode gerar crédito do ICMS para o adquirente são aquelas nas quais o adquirente realizará posteriores operações com tributação normal, ou seja, sem aplicação da substituição tributária, quebrando a cadeia de tributação iniciada com a retenção. INCLUSÃO /EXCLUSÃO DAS MERCADORIAS NO REGIME No início e no término do regime de substituição tributária, é necessário que os contribuintes substituídos (atacadistas/distribuidores/varejistas), ou seja, aqueles que recebem as mercadorias com o ICMS retido, ou os que fazem pagamento pela entrada, enquadrados ou não no Simples Nacional, devem levantar os estoques dos produtos que irão entrar no regime ou que dele sairão. Ressaltamos que os estados têm formas distintas de tratar este assunto, especificamente em relação aos prazos para recolhimento do ICMS na entrada no regime de ST e, no caso de saída do regime, em relação à apuração do ICMS que será aproveitado como crédito. O que analisaremos é o objetivo dos levantamentos e não a forma. Reiteramos que os contribuintes substitutos por natureza, industriais/importadores, ou seja, aqueles que retêm o ICMS nas saídas, não fazem este levantamento para equalização de forma de tributação, uma vez que não sofrem substituição tributária e sim aplicam. Considerando todo o exposto, o levantamento de tais estoques nos estabelecimentos dos contribuintes substituídos (atacadistas/distribuidores/varejistas) tem o objetivo de igualar a forma de tributação que os produtos neles existentes passarão a ter, pois, afinal, seria confuso para o contribuinte, no mês de início do novo regime, ter no estoque produtos com uma forma de tributação e passar a receber produtos com outra, ou seja, ao dar saída destes produtos o contribuinte não teria como controlar o estoque da mesma mercadoria tendo formas de tributação distintas. Assim, o estoque que é levantado no final do expediente do dia anterior ao início do regime de substituição tributária tem como finalidade determinar o ICMS que incidiria nas operações subsequentes com tais produtos e obrigar que o detentor delas pague, por antecipação, este ICMS que incidiria nas operações de saída posteriores. Alguns Estados estabelecem formas distintas para determinar o valor a ser considerado no estoque, preveem regras para distribuidores/atacadistas e outras para varejistas, bem como para as empresas enquadradas no Simples Nacional. Alguns preveem prazos longos para pagamento do ICMS do estoque, outros curtos, portanto, é necessário observar a legislação específica de cada um deles. Já o estoque que é levantado no final do expediente do dia anterior ao término do regime de substituição tributária tem como finalidade determinar o ICMS que o detentor deste estoque tem para aproveitar como crédito, pois, a partir dali, tributará as saídas de tais produtos. Isto porque, o estoque que ele possui ao final deste último dia já teve seu ICMS pago por substituição tributária. Este procedimento evita que a mercadoria seja tributada novamente.também neste caso os Estados estabelecem formas distintas para determinar o valor a ser considerado no estoque, prevêem regras para distribuidores/atacadistas e regras para varejistas, bem como para enquadrados no Simples Nacional. É necessário, portanto, observar a legislação específica de cada um deles
31 EXEMPLOS DE CÁLCULO E RETENÇÃO DO ICMS Exemplificaremos a seguir o cálculo da substituição tributária em operações internas e interestaduais de saída, praticadas por empresas tributadas normalmente e por empresas tributadas pelo Simples Nacional, bem como em operações de entrada de mercadorias sem retenção, cujo adquirente deve fazer o pagamento do imposto Retenção pela Saída por Empresa não Enquadrada no Simples Nacional: OPERAÇÕES INTERNAS A Nota Fiscal da indústria tem os seguintes dados: Valor de cada saco de cimento... R$ 20,00 Valor total das mercadorias... R$ 2.000,00 Alíquota interna do ICMS no RJ... 19% ICMS da operação própria do industrial, incluso no preço total... R$ 380,00 IPI incidente na operação (alíquota de 4%)... R$ 80,00 Base de cálculo da retenção Conforme examinamos nas regras gerais, a base de cálculo da retenção corresponde à aplicação da Margem de Valor Agregado relativa ao produto sobre o resultado da soma dos valores relativos à mercadoria + IPI + outros valores cobrados do adquirente. MVA de cimento (Protocolo ICM 11/85)... 20% Neste exemplo, para aplicação do MVA, somaremos apenas o valor das mercadorias e o IPI, pois não houve cobrança de outros valores. Assim temos: Valor total das mercadorias... R$ 2.000,00 IPI...(+) R$ 80,00 Total... R$ 2.080,00 Aplicação do MVA: MVA (20% de R$ 2.080,00)...(+) R$ 416,00 Base de cálculo da retenção... R$ 2.496,00 ICMS a ser retido Será calculado mediante a aplicação da alíquota interna do produto no RJ (19%) sobre a base de cálculo da retenção (R$ 2.496,00). Do resultado deverá ser deduzido o ICMS da própria operação do industrial (R$ 380,00), ou seja: R$ 2.496,00 X 19% = R$ 474,24 R$ 380,00 = R$ 94,24 A NF a ser emitida pelo substituto terá um valor total de R$ 2.174,24, que é o resultado da seguinte soma: R$ 2.000,00 (Valor total das mercadorias) + R$ 80,00 (IPI) + R$ 94,24 (ICMS Retido).
32 OPERAÇÕES INTERESTADUAIS Indústria de Cimentos localizada em MG vendeu 100 sacos de cimento de sua marca para uma distribuidora localizada no RJ. A indústria fará a retenção do ICMS baseada na obrigatoriedade determinada pelo Protocolo ICM 11/85, do qual RJ e MG são signatários, entre outros. A Nota Fiscal da indústria tem os seguintes dados: Valor de cada saco de cimento... R$ 20,00 Valor total das mercadorias... R$ 2.000,00 Alíquota interestadual do ICMS... 12% ICMS da operação própria do industrial, incluso no preço total... R$ 240,00 IPI incidente na operação (alíquota de 4%)... R$ 80,00 Base de cálculo da retenção: Conforme examinamos nas regras gerais, a base de cálculo da retenção corresponde à aplicação da Margem de Valor Agregado relativa ao produto sobre o resultado da soma dos valores relativos à mercadoria + IPI + outros valores cobrados do adquirente. MVA de cimento (Protocolo ICM 11/85)... 20% Neste exemplo, para aplicação do MVA, somaremos apenas o valor das mercadorias e o IPI, pois não houve a cobrança de outros valores. Assim temos: Valor total das mercadorias... R$ 2.000,00 IPI... (+) R$ 80,00 Total... R$ 2.080,00 Aplicação do MVA: MVA (20 % de R$ 2.080,00)...(+) R$ 416,00 Base de cálculo da retenção... R$ 2.496,00 ICMS a ser retido Será calculado mediante a aplicação da alíquota interna do produto no RJ (19%), estado para onde está sendo vendida, sobre a base de cálculo da retenção (R$ 2.496,00). Do resultado deverá ser deduzido o ICMS da própria operação do industrial (R$ 240,00): R$ 2.496,00 X 19% = R$ 474,24 R$ 240,00 = R$ 234,24 A NF a ser emitida pelo substituto terá um valor total de R$ 2.314,24, que é o resultado da seguinte soma: R$ 2.000,00 (Valor total das mercadorias) + R$ 80,00 (IPI) + R$ 234,24 (ICMS Retido) Retenção pela Saída por empresa Enquadrada no Simples OPERAÇÃO INTERNA?Indústria de Cimentos enquadrada no Simples Nacional e localizada no RJ vendeu 100 sacos de cimento de sua marca para uma distribuidora também localizada no RJ. A Nota Fiscal da indústria tem os seguintes dados: Valor de cada saco de cimento... R$ 20,00 Valor total das mercadorias... R$ 2.000,00 ICMS da operação própria do industrial Este valor não consta na NF dos enquadrados no Simples Nacional, cuja forma de tributação é sobre a receita. No entanto, para que o cálculo do ICMS a ser retido pela empresa enquadrada no Simples Nacional não ficasse muito alto, a legislação do Simples Nacional passou a permitir que as empresas assim tributadas presumissem uma tributação idêntica aplicável às demais empresas, apenas para cálculo do ICMS por substituição tributária. Assim, para cálculo do ICMS ST, vamos considerar os seguintes dados: Alíquota interna do ICMS no RJ... 19% ICMS da operação própria do industrial, incluso no preço total... R$ 380,00 IPI incidente na operação As empresas enquadradas no Simples Nacional não destacam IPI em suas NF, pois é calculado sobre a receita. Base de cálculo da retenção Conforme examinamos nas regras gerais, a base de cálculo da retenção corresponde à aplicação da Margem de Valor Agregado relativa ao produto sobre o resultado da soma dos valores relativos à mercadoria + IPI + outros valores cobrados do adquirente. MVA de cimento (Protocolo ICM 11/85)... 20% Neste exemplo, para aplicação do MVA, teremos apenas o valor das mercadorias, pois não houve a cobrança de outros valores.
33 Assim temos: Valor total das mercadorias... R$ 2.000,00 MVA (20 % de R$ 2.000,00)...(+) R$ 400,00 Base de cálculo da retenção... R$ 2.400,00 ICMS a ser retido Será calculado mediante a aplicação da alíquota interna do produto no RJ (19%) sobre a base de cálculo da retenção (R$ 2.400,00). Do resultado deverá ser deduzido o ICMS da própria operação do industrial (R$ 380,00): R$ 2.400,00 X 19% = R$ 456,00 R$ 380,00 = R$ 76,00 A NF a ser emitida pelo substituto terá um valor total de R$ 2.076,00, que é o resultado da seguinte soma: R$ 2.000,00 (Valor total das mercadorias) + R$ 76,00 (ICMS Retido) OPERAÇÃO INTERESTADUAL?Indústria de Cimentos localizada em MG vendeu 100 sacos de cimento de sua marca para uma distribuidora localizada no RJ. A indústria fará a retenção do ICMS baseada na obrigatoriedade determinada pelo Protocolo ICM 11/85 do qual RJ e MG são signatários, entre outros. A Nota Fiscal da indústria tem os seguintes dados: Valor de cada saco de cimento... R$ 20,00 Valor total das mercadorias... R$ 2.000,00 ICMS da operação própria do industrial Este valor não consta na NF dos enquadrados no Simples Nacional, cuja forma de tributação é sobre a receita. No entanto, para que o cálculo do ICMS a ser retido pela empresa enquadrada no Simples Nacional não ficasse muito alto, a legislação do Simples Nacional passou a permitir que as empresas assim tributadas presumissem uma tributação idêntica a aplicável às demais empresas, apenas para cálculo do ICMS por substituição tributária. Assim, para cálculo do ICMS ST, vamos considerar os seguintes dados: Alíquota interestadual do ICMS... 12% ICMS da operação própria do industrial, incluso no preço total... R$ 240,00 IPI incidente na operação As empresas enquadradas no Simples Nacional não destacam IPI em suas NF, pois é calculado sobre a receita. Base de cálculo da retenção Conforme examinamos nas regras gerais, a base de cálculo da retenção corresponde à aplicação da Margem de Valor Agregado relativa ao produto sobre o resultado da soma dos valores relativos à mercadoria + IPI + outros valores cobrados do adquirente. MVA de cimento (Protocolo ICM 11/85)... 20% Neste exemplo, para aplicação do MVA, teremos apenas o valor das mercadorias, pois não houve a cobrança de outros valores. Assim temos: Valor total das mercadorias... R$ 2.000,00 MVA (20 % de R$ 2.000,00)...(+) R$ 400,00 Base de cálculo da retenção... R$ 2.400,00 ICMS a ser retido Será calculado mediante a aplicação da alíquota interna do produto no RJ (19%) sobre a base de cálculo da retenção (R$ 2.400,00). Do resultado deverá ser deduzido o ICMS da própria operação do industrial (R$ 240,00): R$ 2.400,00 X 19% = R$ 456,00 R$ 240,00 = R$ 216,00 A NF a ser emitida pelo substituto terá um valor total de R$ 2.216,00, que é o resultado da seguinte soma: R$ 2.000,00 (Valor total das mercadorias) + R$ 216,00 (ICMS Retido) PAUTA FISCAL CONCEITO E UTILIZAÇÃO Pauta fiscal, pauta de valores, PMPF - Preço médio ponderado a consumidor final - entre outras nomenclaturas estabelecidas nas legislações, são nomes distintos para o mesmo tipo de norma, e nada mais são que tabelas de preços. Estas tabelas/pautas listam informações de produtos específicos como marca, preço e quantidade, que devem ser utilizadas somente para calcular o ICMS do regime de substituição tributária.
34 Cabe ressaltar que os valores estabelecidos nestas tabelas não são preços para venda, e sim valores mínimos aceitáveis pela fiscalização para fins de cálculo do ICMS dos produtos nelas contidos. As pautas possuem regras e produtos que variam de acordo com os estados. Podendo ainda, dentro próprio estado, sofrer modificação. Algumas são de fácil compreensão, outras são complexas e impõem diversas condições de uso. Como regra geral, ao utilizar uma pauta para realização do cálculo da ST o contribuinte deve, verificar, por exemplo : se o seu produto está realmente listado dentre os que compõem a relação, considerando em alguns casos a marca, capacidade, etc; se ela pode ser utilizada por qualquer revendedor do produto ou somente quem fez algum acordo com o estado tem este direito; se ela pode ser utilizada independentemente do preço que você aplica na sua própria operação ou se o uso da pauta está limitado a algum percentual do preço efetivo que você utiliza; Separamos especificamente as pautas por estados das bebidas que podem ser consultadas nos itens seguintes Bebidas - ES Confira aqui as pautas e preços das bebidas quentes no Espírito Santo. Confira aqui os preços médios de cervejas, chope, regfrigerantes, água e gelo Bebidas - RJ Confira aqui as pautas e preços das bebidas Bebidas - SC Confira aqui os preços médios ponderados a consumidor final para cálculo do ICMS devido por substituição tributária nas operações com cerveja, chope, refrigerante e bebida hidroeletrolítica e energética. Atenção ao consultar este ato verificar as demais alterações. Confira aqui os preços médios ponderados a consumidor final para cálculo do ICMS devido por substituição tributária nas operações com água mineral ou potável. Atenção ao consultar este ato verificar as demais alterações Bebidas, ração tipo PET - MG Confira aqui os preços médios ponderados a consumidor final (PMPF) para cálculo do ICMS devido por substituição tributária nas operações com refrigerantes e bebidas hidroeletrolíticas (isotônicas) ou energéticas em Minas Gerais Confira aqui os preços médios ponderados a consumidor final (PMPF) para cálculo do ICMS devido por substituição tributária nas operações com cerveja e chope em Minas Gerais. Confira aqui os preços médios ponderados a consumidor final (PMPF) para cálculo do ICMS devido por substituição tributária nas operações ração seca tipo pet. Confira aqui os preços médios ponderados a consumidor final (PMPF) para cálculo do ICMS devido por substituição tributária nas operações bebidas alcoólicas especificadas em Minas Gerais Bebidas - PR Confira aqui a pauta de Refrigerante, energéticos e isostônicos, cerveja, água mineral Bebidas e Pneumático- DF
35 Confira aqui os valores da pauta para Cerveja e Chope. Confira aqui os valores de pauta para bebidas mistas. Confira aqui os valores de pauta para pneus remold Bebidas e Sorvete- SP Confira aqui os valores da pauta para Cerveja e Chope Confira aqui os valores da pauta bebidas energéticas e hidroeletrolíticas (Isotônicas). Confira aqui os valores de pauta para água mineral. Confira aqui os valores de pauta para bebida alcoólica, exceto cerveja e chope. Confira aqui os valores de pauta para refrigerantes. Confira aqui os valores de pauta para sorvete Cimento- GO Confira aqui os valores da pauta para cimento Bebidas PE Confira aqui a Pauta de bebidas DEVOLUÇÕES DE MERCADORIAS DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Em operações comercias é muito comum acontecer devolução de mercadorias ou o desfazimento do negócio, por diversos motivos, como falta de pedido, preço ou prazo diferente do acordado, qualidade insatisfatória etc. A devolução de mercadoria resulta no desfazimento do negócio, e com isso a operação volta a ser como era antes. Serão devolvidos os produtos e junto com eles os impostos que vieram destacados na nota fiscal, ou seja, o ICMS da operação própria, quando for o caso, e o ICMS de substituição tributária. Ao tratarmos da devolução de mercadorias sujeitas ao regime de ST precisamos separar os valores do ICMS da operação própria e o valor do ICMS retido para que a devolução seja feita de forma correta, devendo ser observada a legislação interna de cada estado. ORIENTAÇÕES RJ: Confira as mudanças dos prazos de recolhimento do ICMS-ST A Resolução 537 SEFAZ/2012 consolidou, esclareceu e alterou diversas normas relacionadas à substituição tributária, no que se refere à responsabilidade, aos prazos para recolhimento e à escrituração fiscal.
36 Neste comentário, analisamos a drástica diminuição do prazo para recolhimento do ICMS nas entradas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. 1. ALTERAÇÃO DO PRAZO PARA RECOLHIMENTO Até o dia , os prazos eram contados em função do período decendial no qual o produto tivesse dado entrada no estabelecimento, como segue: mercadorias que dessem entrada no estabelecimento entre os dias 1º e 10 do mês: recolhimento até o dia 13 do mês; mercadorias que dessem entrada no estabelecimento entre os dias 11 e 20 do mês: recolhimento até o dia 23 do mês; mercadorias que dessem entrada no estabelecimento entre os dias 21 até o último dia do mês: recolhimento até o dia 3 do mês subsequente. A partir de , os contribuintes do ICMS, desde que não sejam substitutos tributários em relação ao produto, quando adquirirem para revenda, produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, sem que a retenção ou recolhimento antecipado do ICMS tenha sido feito, devem obedecer a novos prazos para recolhimento, conforme a condição da aquisição, seja operação interestadual ou interna, e a existência ou não de Protocolo ou Convênio entre os Estados. Nos itens 2, 3 e 4 a seguir esclarecemos como o contribuinte deve proceder a partir de , consideradas as situações nas quais serão aplicados os novos prazos, ou seja, recolhimento antes da entrada da mercadoria neste Estado ou no mesmo dia da entrada da mercadoria no estabelecimento. 2. AQUISIÇÃO DE ESTADO QUE NÃO MANTÉM ACORDO COM RJ Nas aquisições de mercadorias de Estado que não possui acordo com o Estado do Rio de Janeiro, através de Convênio ou Protocolo em relação ao produto, o fornecedor do outro Estado não é o responsável pela retenção. A responsabilidade de pagar, por antecipação, o ICMS que não foi retido, é do destinatário e adquirente da mercadoria no Rio de Janeiro. Sendo a responsabilidade do destinatário no Rio de Janeiro, este deve recolher o ICMS-ST não retido antes da mercadoria entrar no estado fluminense, pois a fiscalização do Estado do Rio de Janeiro exigirá a apresentação do comprovante de pagamento do ICMS devido, ou seja, o DARJ Documento de Arrecadação de Receitas do Estado do Rio de Janeiro e o DIP Demonstrativo de Item de Pagamento, que detalha os valores que foram pagos RECOLHIMENTO DO ICMS ANTES DA ENTRADA NO ESTADO O recolhimento deste ICMS antes da mercadoria entrar no Estado do Rio de Janeiro pode causar dificuldade operacional para o destinatário, pois o DARJ pago deve vir junto com a mercadoria, a fim de ser apresentado na entrada da mercadoria nesse estado, nos casos em que o veículo seja parado em alguma barreira fiscal, ou no trânsito da mercadoria dentro deste Estado até o destinatário. Para atender a esta norma, o destinatário no Rio de Janeiro terá que tomar providências para que o transportador do produto cruze ou chegue até a fronteira do Estado do Rio de Janeiro já com o DARJ pago. Como podemos perceber, a realização dessas operações exigirá que o destinatário no RJ estabeleça uma perfeita coordenação de procedimentos com seus fornecedores de outros Estados, pois, para cálculo do imposto e preenchimento correto do DARJ, o destinatário precisa saber o número da nota fiscal e o valor dos produtos que virão. Embora a legislação seja omissa em relação a quais procedimentos deverão ser adotados para a realização desse processo, sugerimos que, após o pagamento, o DARJ e o DIP sejam enviados ao fornecedor para que este os traga juntamente com a mercadoria Documento de Arrecadação No preenchimento do DARJ com o valor do ICMS, na situação citada anteriormente, devem ser observados os seguintes detalhes: natureza do recolhimento: substituição tributária por responsabilidade; emissão em nome próprio da empresa destinatária; anotação, em observações: do tipo, da série, do número e da data de emissão da nota fiscal e do CNPJ de seu emitente.
37 3. AQUISIÇÃO DE ESTADO QUE MANTÉM CONVÊNIO OU PROTOCOLO Nesta operação, os fornecedores são os responsáveis pela retenção e recolhimento do ICMS-ST, em relação às mercadorias que o Estado do fornecedor e o RJ possuírem acordo através de Convênio ou Protocolo. Sendo assim, as regras que estes fornecedores devem observar quanto ao recolhimento do ICMS-ST são as seguintes: fornecedores que não possuem inscrição como contribuinte substituto no RJ: as cargas das mercadorias já devem vir com GNRE pagas, individualmente por nota fiscal; fornecedores que possuem inscrição de contribuinte substituto no RJ: o ICMS deve vir retido na nota fiscal e o fornecedor deverá recolher nos dias 9 ou 10 do mês subsequente. 3.1 RESPONSABILIDADE PELO PAGAMENTO Embora a responsabilidade seja do remetente, nos casos em que exista Convênio ou Protocolo, o destinatário deve sempre verificar se a inscrição de substituto de seu fornecedor ainda é válida no Rio de Janeiro, pois caso o fornecedor não retenha ou não pague antecipadamente, o destinatário no Rio de Janeiro deve recolher o ICMS não retido na entrada do produto no território do RJ, sob pena do veículo ser parado na barreira fiscal ou na fiscalização no trânsito da mercadoria, ficando o destinatário sujeito à cobrança do ICMS e autuação Dados a informar no DARJ ou GNRE O DARJ/GNRE referentes à operação, quando emitidos por fornecedor sem inscrição ou pelo destinatário, devem ser preenchidos observados os seguintes detalhes: natureza do recolhimento: substituição tributária por responsabilidade; emissão em nome próprio da empresa destinatária: quando o destinatário for o responsável; emissão em nome do fornecedor: quando este for o responsável. anotação, em observações: do tipo, da série, do número e da data de emissão da nota fiscal e do CNPJ de seu emitente. 4. AQUISIÇÃO INTERNA DAS MERCADORIAS Na aquisição interna, os fornecedores são os responsáveis pela retenção ou por informar ao destinatário que o ICMS já foi retido anteriormente. Caso não tenha ocorrido qualquer das situações, o recolhimento do ICMS não retido deve ocorrer no mesmo dia da entrada da mercadoria no estabelecimento. O destinatário deve observar, em especial, os seguintes dados na nota fiscal do fornecedor: a) aquisição direta de um contribuinte substituto (industrial, importador, distribuidor com regime especial): o ICMS deve vir retido na nota fiscal e o contribuinte substituto deve, nas operações internas, utilizar os seguintes códigos: CFOP : 5401 ou 5403; CST com finais: 10, 30 ou 70; CSOSN com final: 202. b) aquisição direta de um contribuinte substituído (varejista e/ou distribuidor que não possui regime especial que o coloque como substituto): o destinatário deve observar, em especial, a existência dos seguintes dados na nota fiscal do fornecedor: CFOP : 5405; CST : com o final 60; CSOSN com o final 500; no campo de informações complementares: a expressão: ICMS retido por substituição, Dec /2000, Livro II, Anexo
38 I. A verificação e confirmação dos dados da nota fiscal com as características que comentamos se faz necessária a fim de evitar que a responsabilidade pelo recolhimento da ST seja transferida para o destinatário/adquirente. Também deve ser verificado o cálculo. Caso esteja a menor do que deveria, a responsabilidade será do adquirente. Nesta hipótese, o destinatário no RJ deve recolher o ICMS não retido no mesmo dia da entrada do produto no seu estabelecimento Dados a informar no DARJ O DARJ referente à operação relatada deve ser preenchido observados os seguintes detalhes: natureza do recolhimento: substituição tributária por responsabilidade; emissão em nome próprio da empresa destinatária; anotação, em observações: do número da nota fiscal na qual os produtos estão descritos. 5. ESCRITURAÇÃO FISCAL DAS ENTRADAS DE MERCADORIAS SEM RETENÇÃO A Resolução 537 SEFAZ/2012 não alterou as normas para escrituração das entradas sem retenção ou com o ICMS retido em documento de arrecadação à parte, mas esclareceu os procedimentos que o contribuinte deve observar caso utilize a EFD-Escrituração Fiscal Digital e EFD-Sped Fiscal. Nos subitens a seguir verificamos os procedimentos a serem observados no Livro de Entradas e no Livro de Apuração do ICMS Livro Registro de Entradas As notas fiscais que entrarem nas condições do item 5 devem ser escrituradas observando-se as seguintes regras: a) Colunas Valor Contábil e Outras de Operações sem Crédito do Imposto : lançar a nota fiscal relativa à aquisição, com CFOP 1403 ou 2403; b) Coluna Observações : lançar, na mesma linha da nota fiscal de aquisição, os valores relativos a BCR Base de Cálculo da Retenção e o valor do ICMS-ST devido pelo responsável, utilizando-se colunas distintas para tais indicações, sob o título comum Substituição Tributária, ou seja, esta coluna deve ser dividida em dois campos. No caso de uso de SEPD-Sistema Eletrônico de Processamento de Dados, os valores do ICMS-ST e a BCR devem ser escriturados na linha imediatamente abaixo a do lançamento da nota fiscal de aquisição, sob o título comum Substituição Tributária ou o código ST Escrituração pelos Usuários de EFD-Sped Fiscal Os contribuintes que utilizem a escrituração fiscal digital devem fornecer, em especial, as informações a seguir: a) Gerar o registro C100 Nota Fiscal com os dados da nota fiscal relativa à aquisição, sem preenchimento dos campos 21 a 24, ou seja, sem os valores: da base de cálculo do ICMS; do ICMS; da BCR; do ICMS ST; b) Gerar o registro C197 AJUSTES E INFORMAÇÕES DE VALORES PROVENIENTES DE DOCUMENTO FISCAL, observando, em especial, os seguintes detalhes : no campo 02 Código do ajustes/benefício/incentivo : informar o código RJ ; nos campos 05 e 07: informar a BCR e o ICMS-ST devido pelo responsável Livro Registro de Apuração do ICMS Ao escriturar o Livro Registro de Apuração do ICMS (LRAICMS), os adquirentes de produtos nas condições ora analisadas devem lançar o valor total do ICMS-ST pago no mês e a respectiva BCR no campo Observações, na mesma folha correspondente a da operação do próprio contribuinte, assim como, a data de pagamento dos respectivos DARJ. Caso o contribuinte utilize a EFD-Sped Fiscal, deverá informar no campo 15 do registro E110 APURAÇÃO DO ICMS OPERAÇÕES PRÓPRIAS Valores recolhidos ou a recolher, extra-apuração, o valor total do ICMS devido por substituição tributária.
39 Fundamentação Legal: Resolução 537 SEFAZ, de , Convênio S/N, de Confira quando será aplicada alíquota de 4% para os importados Desde , nas operações interestaduais, destinadas a contribuintes do ICMS, com bens e mercadorias importados do exterior, realizadas pelos contribuintes deste imposto deverão aplicar a nova alíquota de 4%, observada as condições para esta aplicabilidade. Esta alíquota de 4% substituirá as de 7% e de 12% que eram normalmente aplicadas nas operações interestaduais com bens e mercadorias destinadas a contribuinte do ICMS, inclusive importados. Nos casos em que o contribuinte estiver proibido de aplicar o percentual de 4%, as operações serão tributadas como de costume dependendo da operação com 7% ou 12%. PRODUTOS SUJEITOS A ALÍQUOTA DE 4% A alíquota do ICMS de 4% deve ser aplicada nas operações interestaduais, destinadas a contribuintes do ICMS, com bens e mercadorias importados do exterior que, após o desembaraço aduaneiro possam ser enquadrados nas seguintes condições: a) Produtos importados que não tenham sido submetidos a processo de industrialização (mercadoria saída do importador e dos demais estabelecimentos que com ela circularem sem qualquer modificação considerada como industrialização); b) Produtos importados submetidos a algum processo de industrialização (transformação, beneficiamento, montagem, acondicionamento, reacondicionamento, renovação ou recondicionamento), que resultem em mercadorias ou bens com Conteúdo de Importação superior a 40%. PRODUTOS NÃO SUJEITOS A ALÍQUOTA DE 4% Para diversos produtos não haverá mudança na alíquota nem na forma de tributação a ser aplicada na operação interestadual destinada a contribuinte do ICMS. A tributação de 4% NÃO será aplicada nas operações interestaduais destinadas a contribuintes com os seguintes produtos: a) bens e mercadorias importados do exterior que NÃO tenham similar nacional, já definidos em lista editada pelo Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior - CAMEX e que podem ser acessados no link: b) bens e mercadorias produzidos em conformidade com os Processos Produtivos Básicos PPB específicos, de que tratam os seguintes atos legais: Decreto-Lei 288, de Determina as normas para a produção de bens na Zona Franca de Manaus com benefícios fiscais. Lei 8.248, de Prevê benefícios para o setor de informática e automação em relação a produtos que na sua industrialização obedeçam a determinado PPB; , de Alterou o Decreto - Lei 288/67; , de Alterou a Lei 8248/91; , de Dispõe sobre os incentivos às indústrias de equipamentos para TV Digital e de componentes eletrônicos semicondutores e sobre a proteção à propriedade intelectual das topografias de circuitos integrados, instituindo o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores PADIS e o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Equipamentos para a TV Digital PATVD. c) gás natural importado do exterior. MVA/IVA AJUSTADOS SÃO ALTERADOS PELO USO DOS 4% Nas operações interestaduais com a maioria dos produtos sujeitos ao regime de substituição tributária o MVA ou IVA, aplicados na formação da base de cálculo da retenção, sofrem um Ajuste e passam a ser chamados de MVA/IVA Ajustados.
40 Este ajuste ocorre em função da diferença entre a alíquota interestadual destinada a estes estados e a alíquota interna neles existente para aquele produto. Quanto maior for esta diferença maior é o MVA/IVA. Portanto, se as alíquotas interestaduais destinadas a contribuintes normalmente aplicadas são fixadas em 7 ou 12%. Já as alíquotas internas mais usadas nos estados estão fixadas em 17, 18, 19 (depende do estado). Portanto usando 12% ou 7% teremos uma diferença menor que usando 4% e portanto ao aplicarmos 4% a diferença será MAIOR em relação às alíquotas internas e resultará num MVA/IVA maior do que os utilizados atualmente. Fundamentação Legal: Resolução 13 SF, DE Confira a forma correta de utilização do CFOP Ao preenchermos uma nota fiscal é necessário atentarmos para as diversas informações que devem ser incluídas no documento fiscal, uma delas é o Código Fiscal da Operação ou Prestação CFOP. A escolha do CFOP correto passa pela análise destes e em comparação com as situações que a legislação determina para sua aplicação. Neste trabalho analisaremos os CFOP 6403 e 6404 que acabam sendo utilizados de forma incorreta pelos usuários. Vejamos no quadro a seguir quais são as situações de aplicação destes códigos : CFOP NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, cujo imposto já tenha sido retido anteriormente QUANDO APLICAR Classificar com este código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, na condição de contribuinte SUBSTITUTO, em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição Tributária. Aplicar este código nas vendas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, na condição de SUBSTITUTO Tributário, exclusivamente nas hipóteses em que o imposto já tenha sido retido anteriormente Da leitura das normas para aplicação dos referidos CFOP podemos concluir, que estes códigos devem ser usados apenas pelos contribuintes SUBSTITUTOS, ou seja, nas notas fiscais em que estes forem aplicados haverá ICMS sendo retido do destinatário. Quando do uso destes códigos o campo de base de cálculo do ICMS substituição tributária estará preenchido e o de ICMS retido também. A Nota Fiscal também deverá ter o campo de base de cálculo do ICMS preenchido, bem como o do ICMS da própria operação, salvo exceções, como a aplicação de isenções, imunidades ou o vendedor ser enquadrado no Simples Nacional. Em resumo: as Notas Fiscais com estes CFOP NÃO podem ser emitidas SEM preenchimento dos campos de ICMS e Base de cálculo, também não podem ter no Campo de Informações complementares qualquer frase significando que o ICMS já foi retido em operações anteriores. Fundamentação Legal :Anexo do Convênio Sinief SNº de SIMPLES NACIONAL : Aplicação do Regime de ST
41 Em razão da legislação federal, em algumas situações, as empresas optantes pelo Simples Nacional são excluídas de sofrer retenção do IR do PIS ou da COFINS. As empresas em geral e as próprias microempresas ou empresas de pequeno porte acabam entendendo, que esta norma de não retenção também é aplicável em relação ao ICMS, o que não é verdade. As empresas optantes pelo Simples Nacional são normalmente sujeitas ao regime de substituição tributária do ICMS. Seja retendo ou sofrendo retenção. Elas são obrigadas a reter ou sofrem retenções deste imposto, nas mesmas situações que as demais empresas não optantes. Fundamentação legal: Lei Complementar 123/2006, artigo 13, 1º, inciso XIII, alínea a ES:Saiba como calcular o ICMS sobre o estoque das mercadorias sujeitas ao regime ST a partir A inclusão de materiais de limpeza e de materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno no regime de substituição tributária a partir de , obriga aos contribuintes a adotar alguns procedimentos, dentre estes, o levantamento de estoque e o cálculo para pagamento antecipado do ICMS. Neste comentário analisamos esses procedimentos. 1. LEVANTAMENTO DO ESTOQUE Para efeito de apuração do ICMS-ST, os estabelecimentos que comercializam materiais de limpeza e materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, deverão levantar o estoque destes produtos, existente em O objetivo deste procedimento é o recolhimento antecipado do ICMS, para que as saídas destes produtos sejam realizadas com o ICMS já recolhido por antecipação. Os industriais não levantarão o estoque das mercadorias, pois são eleitos pela legislação como responsáveis, devendo nas vendas das referidas mercadorias, fazer a retenção e o recolhimento do imposto OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL A obrigatoriedade do levantamento do estoque aplica-se, inclusive, aos contribuintes optantes pelo Simples Nacional. 2. VALORIZAÇÃO DO ESTOQUE Para a valorização do estoque deve ser considerado valor das mercadorias pelo o preço de aquisição mais recente. 3. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ICMS a antecipar corresponde ao resultado da aplicação do percentual de 127% sobre o valor apurado no item CÁLCULO DO ICMS-ST No cálculo do imposto devido sobre o estoque de mercadorias incluídas no regime de substituição tributária a partir de , o contribuinte deverá adotar os seguintes procedimentos: sobre o valor da base de cálculo, deve ser aplicada a alíquota vigente do ICMS, para operações internas com os materiais de limpeza e material de construção acabamento, bricolagem ou adorno;
42 do valor encontrado poderá ser deduzido,se for o caso, o crédito do ICMS, apurado conforme subitem a seguir DEDUÇÃO DO CRÉDITO O valor do crédito a ser deduzido na apuração do imposto a recolher será: Contribuintes optantes pelo Simples Nacional: O valor do crédito correspondente à aquisição da mercadoria (conforme informado no documento fiscal) ou 7% do valor do estoque. Para estas empresas, é permitido ainda que seja compensado o saldo credor existente na data da opção pelo Simples Nacional. Empresas enquadradas no regime ordinário de apuração O saldo credor acumulado na escrita fiscal. 5. ESCRITURAÇÃO FISCAL Além do levantamento do estoque das mercadorias para o pagamento do imposto a ser recolhido, o contribuinte deve fazer a escrituração nos livros fiscais correspondentes, bem como o lançamento na Dief (Documento de Informações Econômicofiscais), observado o disposto a seguir. 5.1 LIVRO REGISTRO DE INVENTÁRIO Os materiais de limpeza e os materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno que se encontrem em estoque ao final do expediente no dia deverão ser escriturados no livro Registro de Inventário, com a observação Levantamento de estoque para efeito do art do RICMS/ES. 5.2 LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS Serão registrados em abril de 2013, os valores apurados na forma do item 4 deste comentário, no quadro Observações, do livro Registro de Apuração do ICMS, com a expressão Imposto devido sobre o estoque apurado nos termos do art , do RICMS/ES e, no campo 38 do Dief, com a expressão art , III, do RICMS/ES DEMONSTRATIVOS DE CÁLCULO Deve ser mantida à disposição do Fisco, pelo prazo decadencial, a relação dos estoques das mercadorias levantados em , com os demonstrativos de cálculo do imposto. 6. RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O valor do imposto apurado sobre os estoque poderá ser recolhido em parcela única ou dividido em
43 parcelas. Os pagamentos parcelados poderão ser efetuados nas seguintes condições: Em relação aos estabelecimentos que comercializam materiais de limpeza: a) para as empresas sujeitas ao regime ordinário de apuração: em até 6 parcelas mensais e sucessivas; b) para as empresas optantes pelo Simples Nacional: em até 12 parcelas mensais e sucessivas. Em relação aos estabelecimentos que comercializam os materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno: a) para as empresas sujeitas ao regime ordinário de apuração: em até 9 parcelas mensais e sucessivas; b) para as empresas optantes pelo Simples Nacional: em até 24 parcelas mensais e sucessivas. Ressaltamos que o valor das parcelas não poderão ser inferiores a 200 VRTEs (Valor de Referência do Tesouro Estadual), que para o ano de 2013 foi fixado em R$ 2,382, perfazendo um total de R$ 476, VENCIMENTO A empresa optante pelo Simples Nacional que comercializar materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, deverá efetuar o recolhimento da primeira ou única parcela do imposto até o dia Os demais contribuintes deverão recolher a primeira ou única parcela do imposto até o dia As demais parcelas, em todos os casos, deverão ser recolhidas até o dia 9 dos meses subsequentes ao mês de vencimento da primeira parcela. 6. RECOLHIMENTO DO IMPOSTO Os valores a pagar deverão ser recolhidos através de DUA Documento Único de Arrecadação, que deve ser impresso no endereço: com o código de receita ICMS Substituição Tributaria Contribuintes sediados no ES. No campo de Informações Complementares, o contribuinte deve indicar o número da parcela a que se refere o documento. 7. INFORMAÇÕES NA DIEF Os contribuintes sujeitos ao regime ordinário de apuração deverão declarar o valor da parcela do imposto no campo 24 do Dief. Este campo destina-se ao registro de outros casos de ICMS devido cujos pagamentos são obrigatórios independentemente da existência de saldo credor para o período seguinte e não incluídos na apuração do campo 14- ICMS a Recolher do Dief..8- RECOLHIMENTO DO ATACADISTA COM REGIME DIFERENCIADO Os atacadistas que aderiram o contrato de competitividade e possuem benefícios fiscais, como crédito presumido e outros, concedidos pela legislação, caso tenham efetuado no respectivo período, operações interestaduais com material de limpeza ou material de construção, acabamento, bricolagem ou adorno devem proceder da seguinte forma: a) calcular a proporção entre o valor das operações internas e das operações interestaduais no período, em relação aos produtos supracitados; b) aplicar o percentual encontrado na letra anterior sobre o valor encontrado após os procedimentos mencionados no item 4 deste comentário; c) recolher o valor apurado na forma da letra anterior em documento de arrecadação distinto do utilizado para o recolhimento normal; e d) tributar as operações interestaduais estornando do montante do débito registrado em decorrência de suas saídas, destinadas a comercialização ou industrialização, o percentual equivalente a 33%, de forma que, após a utilização dos créditos correspondentes apurados no período, a carga tributária efetiva resulte no percentual de 1%.
44 9. COMPLEMENTAÇÃO OU RESTITUIÇÃO Não cabe qualquer complementação ou restituição sobre o valor anteriormente recolhido em relação ao estoque dos materiais de limpeza e dos materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, cujo imposto relativo às saídas subsequentes já tenha sido regularmente recolhido. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Decreto R, de RICMS-ES artigo 130 ( Portal COAD); Decreto R, de artigo 1º ( Fascículo 12/2013) RJ: Confira como proceder nas devoluções de mercadorias sujeitas ao regime de ST Em operações comercias é muito comum acontecer devolução de mercadorias ou o desfazimento do negócio, por diversos motivos, como falta de pedido, preço ou prazo diferente do acordado, qualidade insatisfatória etc. Neste comentário abordamos as regras que devem ser observadas em relação ao ICMS na devolução da mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária. 1- DEVOLUÇÃO DE MERCADORIA CONTRIBUINTES NÃO OPTANTES A devolução de mercadoria resulta no desfazimento do negócio, e com isso a operação volta a ser como era antes. Serão devolvidos os produtos e junto com eles os impostos que vieram destacados na nota fiscal, ou seja, o ICMS da operação própria, quando for o caso, e o ICMS de substituição tributária. Ao tratarmos da devolução de mercadorias sujeitas ao regime de ST precisamos separar os valores do ICMS da operação própria e o valor do ICMS retido para que a operação de devolução seja feita de forma correta ICMS OPERAÇÃO PRÓPRIA O ICMS da operação própria corresponderá ao valor do ICMS que incidiu sobre a mercadoria devolvida na sua operação de entrada. Ou seja, a nota fiscal será emitida com a mesma base de cálculo e a mesma alíquota do ICMS aplicada e destacada na nota fiscal originária da mercadoria devolvida. 1.3 ICMS DE ST A legislação não estabelece de forma expressa como deve ser feita a devolução do ICMS de ST, porém determina que para o recebedor da devolução da mercadoria fazer jus ao crédito do ICMS ST na devolução,o valor do imposto deve está declarado na nota fiscal, no campo de informações complementares, ou no corpo da nota fiscal. 2- DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS PARA OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL Nas operações com os optantes pelo Simples Nacional no documento fiscal referente a devolução da mercadoria, deverá constar apenas as informações do ICMS ST que será devolvido. Já o ICMS da operação própria não será devolvido por que não veio destacado na nota fiscal originária por conta da proibição do destaque para e as empresas optantes pelo simples. 2.1 OPTANTE PELO SIMPLES DEVOLVENDO AS MERCADORIAS Na ocasião em que o optante pelo simples nacional faça a devolução das mercadorias, o valor da base de cálculo, do imposto destacado, e o número da nota fiscal de aquisição da mercadoria devolvida devem ser declarados no campo de informações Complementares, ou no corpo da Nota Fiscal, visto que as empresas optantes por este regime estão proibidas de fazer o destaque do ICMS nos campos próprios da nota fiscal.. 3- INFORMAÇÕES QUE DEVEM CONSTAR NA NOTA FISCAL A legislação determina que na nota fiscal de devolução deve ser indicado no campo de informações complementares, por todos os contribuintes inclusive os optantes pelo simples nacional, o número, a data da emissão e o valor da operação do
45 documento original. Nas operações sujeitas ao regime de Substituição tributária o valor do ICMS que foi retido na operação anterior, bem como a base de cálculo do ICMS que foi utilizada para a retenção do ICMS. 4 DEVOLUÇÃO DE MERCADORIA RETENÇÃO PELA ENTRADA Na hipótese em que o recolhimento do ICMS de ST tenha sido feito pelo próprio adquirente da mercadoria, o conhecido recolhimento do imposto pela entrada.ou pelo remetente em nome do destinatário sem que exista protocolo ou convênio a devolução será com a mesma base de cálculo e mesma alíquota, porém sem a informação do imposto de ICMS ST no campo devido o valor será indicado no campo de informações complementares como segue: a) o número e a data da nota fiscal relativa à aquisição; b) no caso de devolução, as razões que deram causa; c) o valor do ICMS substituição tributária referente à entrada, calculado proporcionalmente à quantidade que está sendo devolvida ou remetida para outra unidade federada; d) o valor e a data da GNRE ou do DARJ referente à aquisição original; Nota: Quando for impossível determinar a correspondência do ICMS pago por substituição tributária quando da aquisição da respectiva mercadoria, tomar-se-á o valor do imposto pago por ocasião da última aquisição do mesmo produto, proporcionalmente à quantidade saída CRÉDITO DO ICMS NÃO APROPRIADO NA ENTRADA Nas compras de mercadorias sujeitas ao regime de ST, em regra não será devido a apropriação do crédito na entrada das mercadorias, por força do princípio da não cumulatividade. Porém no momento da devolução da mercadoria, em que a operação for debitada neste momento deve ser feita a apropriação do crédito. Desta forma, será utilizado como como créditos fiscais, total ou proporcionalmente, conforme o caso, o imposto destacado na nota fiscal de aquisição da mercadoria e ao pagamento antecipado constante no documento relativo ao pagamento do imposto, escriturando-os no quadro Crédito do Imposto Outros Créditos do livro Registro de Apuração do ICMS, na mesma folha destinada à apuração relacionada com as suas próprias operações. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Convênio S/N, de , artigo 35.LII; Decreto de RICMS-RJ (Portal Coad) ; Convênio ICMS 54, de ; Ajuste Sinief 04, de (Portal Coad), Resolução 94 CGSN, DE (Portal Coad);Resolução 537, de artigo 16. HIPÓTESES EM QUE A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NÃO SE APLICA Existem operações que NÃO ESTÃO sujeitas ao regime de substituição tributária, umas por determinação da legislação, outras por conclusão, em face da inaplicabilidade do regime. Cabe ao substituto tributário, aquele que retém o ICMS nas saídas das mercadorias ou aquele que as recebe e faz a antecipação do imposto pela entrada, verificar se na operação o regime será aplicável ou não. Os envolvidos nestas operações devem fazer o procedimento de forma correta a fim de evitar futuras correções complexas. Vejamos então algumas hipóteses de NÃO aplicação de ST: Nas seguintes operações, internas ou interestaduais, dependendo do caso: a) Saída de mercadoria de estabelecimento de industrial ou importador (substitutos tributários) com destino a outro contribuinte substituto da MESMA mercadoria; Alguns estados costumam restringir a aplicação desta regra, estabelecendo que mesma mercadoria é mesma marca. b) Transferência de mercadoria de estabelecimento de contribuinte substituto para outro estabelecimento NÃO varejista do contribuinte substituto. Nesta hipótese a obrigação de reter e recolher o ICMS recairá sobre o estabelecimento que promover a saída da mercadoria com destino a empresa diversa. c) Saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte substituto para utilização em processo de industrialização pelo destinatário. d) Saída para fora do Estado dos produtos em relação aos quais o regime somente se aplica nas operações internas, ou seja, quando, em relação àquele produto, NÃO há Protocolo ou Convênio entre os estados envolvidos estabelecendo responsabilidade pela retenção interestadual. e) Saída interna de mercadoria, realizada diretamente do estabelecimento substituto industrial, por exemplo, com destino a consumidor final do produto, seja ele contribuinte ou não do ICMS.
46 f) Saída interestadual de mercadoria, quando há protocolo ou convênio com o produto e entre os estados envolvidos, realizada diretamente do estabelecimento substituto (que neste caso pode ser o industrial, importador, distribuidor ou varejista), com destino a consumidor final que NÃO seja contribuinte do ICMS. g)saída interestadual de mercadoria destinada a Estado que não tenha Convênio ou Protocolo de substituição tributária em relação ao produtos que estão sendo remetidos; As hipóteses citadas não são exaustivas, em diversos protocolos e convênios que tratam do assunto existem outras situações em que o regime também não será aplicado, a saber : Protocolo 105/2009: a) nas operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. b) na hipótese de saída interestadual promovida com destino a contribuinte detentor de regime especial e considerado distribuidor hospitalar, como tal definido pela legislação da unidade federada de destino, que poderá, a seu critério, dispensar a retenção antecipada de que trata este Protocolo. Protocolo 106/2011: a) nas transferências promovidas por estabelecimento de empresa industrial, ou pelo importador, às mercadorias por ele diretamente importadas, para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; b) nas operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; c) nas operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição que seja fabricante da mesma mercadoria; Protocolo 36/2009 a) nas operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; LEVANTAMENTO DE ESTOQUE - ENTRADA DE MERCADORIAS NO REGIME DE ST RJ - PRODUTOS ALIMENTÍCIOS Confira como deve ser feito o levantamento de estoque dos produtos que entrarão no regime de ST em O Decreto , de , publicado no DO-RJ de , alterou o Decreto , de RICMS/00, dando nova redação ao Anexo I do Livro II, que relaciona os produtos sujeitos à substituição tributária do ICMS, com as respectivas margens de valor agregado a serem aplicadas nas operações com as mercadorias. Incluiu diversas mercadorias no regime de ST como produtos alimentícios, listados no item 29, a madeira serrada ou fendida longitudinalmente, cortada em folhas ou desenrolada, mesmo aplainada, polida ou unida pelas extremidades, de espessura superior a 6mm. Com a inclusão das mercadorias no regime de substituição, o contribuinte substituído deverá antecipar o ICMS devido sobre o estoque. Neste comentário analisamos os procedimentos a serem adotados por esses contribuintes. 1. LEVANTAMENTO DO ESTOQUE A entrada de mercadorias no regime de substituição tributária obriga que os contribuintes considerados como substituídos, aqueles que sofrerão retenção (atacadistas, varejistas, distribuidores), levantem o estoque destas mercadorias ao final do expediente do último dia anterior ao início do novo regime. No caso em questão é o dia O objetivo do levantamento é o recolhimento antecipado do ICMS, para que as saídas destes produtos sejam realizadas com o ICMS já recolhido por antecipação IDENTIFICAÇÃO DAS MERCADORIAS Os contribuintes deverão fazer a correlação entre as legislações para identificar as mercadorias que entrarão no regime de ST. Algumas das mercadorias constantes no grupo de produtos alimentícios, que foi incluído no Anexo I do RICMS pelo Decreto /2013, estavam sujeitas regime de ST anteriormente, como por exemplo, os grupos das NCMS 21.01, 21.06, 17.04,18.06, entre outros. A correlação deverá ser feita comparando a descrição dada pelo novo decreto e a redação anterior, afim de fazer a
47 verificação correta das mercadorias: Exemplo: Os biscoitos e bolachas classificados na NCM , já estavam no regime de ST. A nova redação não trouxe alteração na descrição do produto, nessa hipótese não haverá o levantamento de estoque, tendo em vista que as mercadorias do referido grupo já estavam no regime de ST: NCM PRODUTO- Descrição ANTES DO Decreto /2013 Biscoitos e bolachas (exceto dos tipos "cream cracker", "água e sal", "maisena" e "maria" e outros de consumo popular, não adicionados de cacau, nem recheados, cobertos ou amanteigados, independentemente de sua denominação comercial) NCM PRODUTO- DESCRIÇÃO DADA PELO Decreto /2013 Biscoitos e bolachas (exceto dos tipos "cream cracker", "água e sal", "maisena" e "maria" e outros de consumo popular, não adicionados de cacau, nem recheados, cobertos ou amanteigados, independentemente de sua denominação comercial) Já o produto pão denominado knackebrot classificado na NCM não estava no regime de ST, com a nova redação do item 29, este produto foi introduzido na relação de mercadorias sujeitas a ST, por essa razão o contribuinte deverá realizar o levantamento do estoque. 2. CONTRIBUINTE SUBSTITUÍDO Como definição, substituído é o contribuinte que sofre a retenção do ICMS, ou seja, adquire a mercadoria com o imposto já retido, ou é obrigado a pagar o ICMS pela entrada como responsável em virtude da retenção não ter sido feita. Em geral, os substituídos são: os varejistas e os distribuidores ou atacadistas que não possuam regime especial que os torne substitutos tributários. Já os contribuintes substituto, são aqueles que retêm o ICMS nas operações que tenham como destinatários os substituídos, e destacam e cobram de seus clientes o ICMS ST em suas notas fiscais, não devem levantar o estoque, tendo em vista que a obrigatoriedade de retenção do imposto se faz no momento da emissão do documento fiscal citado. As normas gerais da substituição tributária definem como substitutos os seguintes contribuintes: os industriais, os importadores dos produtos os distribuidores ou atacadistas possuidores de regime especial que os torne substitutos tributários em relação a tais produtos SIMPLES NACIONAL Esta obrigação de levantamento de estoque aplica-se também aos contribuintes substituídos enquadrados no Simples Nacional. 3.LANÇAMENTO NO INVENTÁRIO O estoque final de 30-9 deve ser levantado unicamente em relação às mercadorias que entram no regime de substituição tributária em , e deverá ser lançado no livro Registro de Inventário, com anotação de quantidades e valores. Os valores a serem lançados no inventário devem ser obtidos conforme as regras a seguir, que levam em consideração a atividade exercida pelo contribuinte. 3.1.DISTRIBUIDOR OU ATACADISTA O distribuidor ou atacadista deve valorizar o estoque pelo preço de aquisição mais recente da mercadoria VAREJISTA O varejista deve valorizar o estoque pelo preço de venda a consumidor, ou seja, pelo preço de venda que o varejista estiver praticando no dia
48 4.CÁLCULO DO ICMS DO ESTOQUE Para cálculo do ICMS relativo ao estoque final do dia também deve ser levando em consideração se o contribuinte é ou não optante pelo Simples Nacional, além atividade do contribuinte (varejista, atacadista, distribuidor) DISTRIBUIDOR OU ATACADISTA NÃO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL Procedimentos para cálculo pelos distribuidores ou atacadistas não enquadrados no Simples Nacional: 1º PASSO: Formação da base de cálculo Para formar a base de cálculo do ICMS a antecipar, deve ser acrescentado ao valor de cada item do estoque final, de , a MVA (Margem de Valor Agregado) específica de cada produto, prevista para as operações internas. As MVA estão descritas na tabela constante no Anexo I do Livro II do RICMS, com redação dada pelo Decreto / º PASSO: Cálculo do ICMS a antecipar Sobre a base de cálculo formada no tópico anterior, aplicar a alíquota interna do ICMS referente ao produto. Do valor resultante deste cálculo, poderá ser deduzido o saldo credor apurado na escrita fiscal no mês de setembro/2013. Exemplo Suponhamos os seguintes dados: Descrição do produto: Pão denominado knackebrot com a NCM: MVA interno do produto:... 28,45% - Estoque final de : unidades - Valor unitário do produto para lançamento no estoque final de :...R$ 3,50 - Valor total das mercadorias:... R$ 210,00 Cálculo do ICMS a antecipar: - Valor total das mercadorias... R$ 210,00 - MVA (28,45% de R$ 210,00)... R$ 59,75 - Base de cálculo...r$ 269,75 - Alíquota interna da mercadoria... 13% - ICMS a antecipar (13% de R$ 269,75)... R$35,07 Considerando que a empresa não possui saldo credor em sua apuração do ICMS normal no mês de setembro/2013, o valor a pagar de ICMS será de R$ 35,06. Caso possuísse, poderia ser abatido deste valor DISTRIBUIDOR OU ATACADISTA ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL Procedimentos para cálculo pelos distribuidores ou atacadistas enquadrados no Simples Nacional: 1º PASSO: Formação da base de cálculo Aplicar sobre o valor de cada item do estoque final de o percentual da MVA específica de cada produto prevista para as operações internas. Neste caso, a base de cálculo é apenas o resultado da aplicação do MVA sobre o valor do estoque não deve ser somado ao estoque. As MVA estão descritas na tabela constante no Anexo I do Livro II do RICMS, com redação dada pelo Decreto / º PASSO: Cálculo do ICMS a antecipar
49 Sobre o valor da base de cálculo, obtido no tópico anterior, aplicar a alíquota interna do ICMS referente ao produto. O resultado é o ICMS a recolher sobre o estoque. Exemplo: Suponhamos os seguintes dados: Descrição do produto: Descrição do produto: Pão denominado knackebrot com a NCM: MVA interno do produto:... 28,45% - Estoque final em : unidades - Valor unitário do produto para lançamento no estoque final de :... R$ 3,00 - Valor total das mercadorias:... R$ 120,00 Cálculo do ICMS a antecipar: - Valor das mercadorias... R$ 120,00 - MVA (28,45% de R$ 120,00)... R$ 34,14 - Base de cálculo... R$ 34,14 - Alíquota interna da mercadoria]...13% ICMS a antecipar (13% de R$ 34,14)... R$ 4, VAREJISTA NÃO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL O cálculo do ICMS devido sobre o estoque dos varejistas substituídos deve ser realizado conforme a seguir: Procedimentos para cálculo: 1º PASSO: Formação da base de cálculo A base de cálculo do ICMS a antecipar é o mesmo valor do estoque final apurado em º PASSO: Cálculo do ICMS a antecipar Sobre a base de cálculo formada no tópico anterior, aplicar a alíquota interna do ICMS referente ao produto. Do valor resultante deste cálculo, poderá ser deduzido o saldo credor apurado na escrita fiscal no mês de setembro/2013. Exemplo: Suponhamos os seguintes dados: Descrição do produto: Pão denominado knackebrot com a NCM: MVA interno do produto:... 28,45% - Estoque final em : unidades - Valor unitário do produto para lançamento no estoque final de :...R$ 4,00 - Valor total das mercadorias:... R$ 240,00 Cálculo do ICMS a antecipar: - Base de cálculo (Valor do estoque)... R$ 240,00 - Alíquota interna do produto... 13% - ICMS a antecipar (13% de R$ 240,00)... R$ 31, VAREJISTA ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL Procedimentos para cálculo pelos varejistas enquadrados no Simples Nacional 1º PASSO: Formação da base de cálculo Aplicar sobre o valor de cada item do estoque final de o percentual da MVA específica de cada produto prevista para as operações internas, devendo ser observado que o resultado do cálculo não deve ser somado ao valor do estoque. Neste caso, a base de cálculo é apenas o resultado da aplicação do MVA sobre o estoque, que não deve ser somado ao
50 estoque. As MVA estão descritas na tabela constante do Anexo I do Livro II do RICMS, com redação dada pelo Decreto /2013 PASSO 2: Cálculo do ICMS a antecipar Sobre o valor da base de cálculo, obtido no tópico anterior, aplicar a alíquota interna do ICMS referente ao produto. O resultado é o ICMS a recolher sobre o estoque. Exemplo Suponhamos os seguintes dados: Descrição do produto: Pão denominado knackebrot com a NCM: MVA interno do produto:... 28,45% - Estoque final de : unidades - Valor unitário do produto para lançamento no estoque final de :.... R$ 4,00 - Valor total das mercadorias:... R$ 160,00 Cálculo do ICMS a antecipar: Base de cálculo: Valor do estoque (28,45% de R$ 160,00)... R$ 45,52 Valor total do ICMS a antecipar: Alíquota interna da mercadoria...13% ICMS antecipar (13% de R$ 45,52)...R$ 5,92 5.PAGAMENTO DO ICMS DO ESTOQUE: O ICMS calculado sobre o estoque final deve ser pago em quota única, ou em até 12 parcelas mensais, iguais e consecutivas 5.1. PARCELAMENTO DO ICMS DO ESTOQUE Para usufruir do parcelamento, o contribuinte, optante ou não do Simples Nacional deverá enviar requerimento à repartição fiscal de sua jurisdição até , acompanhado dos dados do estoque levantado e escriturado no Livro Registro de Inventário.. O vencimento das parcelas será sempre no dia 20, vencendo-se a primeira no mês subsequente ao pedido de parcelamento, no caso. No caso em tela será dia Se o dia 20 não for útil o recolhimento é no próximo dia útil subsequente. Fundamentação Legal: Decreto , de RICMS Livro II, artigo 36 (Portal COAD); Resolução 213 SER, de (Portal COAD); Decreto , de (Portal COAD); Decreto , de ( Portal COAD) PR: FERRAMENTAS Ferramentas serão submetias à substituição tributária do ICMS a partir de O Decreto 8726, de , incluiu a seção XXX operações com ferramenta ao Anexo X do Decreto 6.080, de RICMS-PR, com efeitos a partir de
51 1. LEVANTAMENTO DO ESTOQUE Por ocasião da inclusão de produtos no regime de substituição tributária, os contribuintes substituídos (atacadistas, distribuidores e varejistas) são obrigados a levantar o estoque das mercadorias existentes no dia anterior ao início da aplicação do regime, nesse caso o dia O objetivo do levantamento do estoque é fazer com que os estabelecimentos atacadistas, distribuidores e varejistas, na condição de contribuinte substituído, recolham o ICMS das mercadorias em estoque antecipadamente PROCEDIMENTOS Para apuração do ICMS devido sobre o estoque devem ser adotados os seguintes procedimentos: a) levantar o estoque no dia anterior ao da entrada da mercadoria no regime de substituição tributária, valorizado segundo os critérios utilizados pelo contribuinte no controle permanente de estoques ou ao custo de aquisição mais recente, que deverá ser lançado no livro Registro de Inventário; b) considerar como base de cálculo o somatório do valor do estoque acrescido do resultante da aplicação da margem de valor agregado interna prevista no artigo 122 do Anexo X do RICMS-PR em remissão ao final deste comentário; c) calcular o imposto mediante a aplicação da alíquota vigente nas operações internas MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE As Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional, sobre o valor adicionado à mercadoria em estoque, calculado conforme a margem de valor agregado prevista no artigo 122 do Anexo X do RICMS- PR, deverão aplicar o percentual de ICMS correspondente à faixa de receita bruta, determinado de acordo com a tabela prevista no artigo 3º da Lei /2007, com redação da Lei /2011 relativamente ao mês de setembro/ PARCELAMENTO O ICMS devido no levantamento do estoque das mercadorias incluídas no regime de substituição tributária poderá ser recolhido em até 10 parcelas mensais, mediante débito do valor no campo Outros Débitos do livro Registro de Apuração do ICMS, sendo a primeira parcela lançada na apuração correspondente ao mês de outubro de 2013 e as demais nos meses subsequentes. As microempresas e empresas de pequeno porte poderão recolher o imposto em até 10 parcelas, que não poderão ter valor inferior a R$ 100,00, sendo o pagamento da 1º parcela efetuado em GR-PR, até o dia e as demais até o dia 15 dos meses subsequentes SP: PRODUTOS ELETRÔNICOS, ELETROELETRÔNICOS E ELETRODOMÉSTICOS SP: Saiba como calcular o ICMS sobre o estoque das mercadorias sujeitas ao regime ST a partir A inclusão de produtos no Artigo 313-Z19 do RICMS que relaciona os produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos sujeitos ao regime de substituição tributária a partir de , obriga aos contribuintes a adotar alguns procedimentos, dentre estes, o levantamento de estoque e o cálculo para pagamento antecipado do ICMS. Neste comentário analisamos esses procedimentos. 1. LEVANTAMENTO DO ESTOQUE Para efeito de apuração do ICMS-ST, os estabelecimentos que comercializam produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, deverão levantar o estoque, fazendo a contagem destes produtos, existente em O objetivo deste procedimento é o recolhimento antecipado do ICMS, para que as saídas dos produtos que estarão submetidos ao regime de substituição tributária a partir de sejam realizadas com o ICMS já recolhido por antecipação. Os industriais, importadores e arrematadores não levantarão o estoque das mercadorias, pois são eleitos pela legislação como responsáveis tributários, devendo nas vendas das referidas mercadorias, fazer a retenção e o recolhimento do imposto. Estarão sujeitos ao regime de substituição tributária a partir de os seguintes produtos: - Climatizadores de ar - classificados nos códigos da NCM ; e - Outras partes para máquinas e aparelhos de ar-condicionado que contenham um ventilador motorizado e dispositivos próprios para modificar a temperatura e a umidade, incluindo as máquinas e aparelhos em que a umidade não seja regulável separadamente - classificados nos códigos da NCM OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL A obrigatoriedade do levantamento do estoque aplica-se, inclusive, aos contribuintes optantes pelo Simples Nacional.
52 2. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do imposto a ser retido será o preço de aquisição mais recente das mercadorias. 3. CÁLCULO DO ICMS-ST No cálculo do imposto devido sobre o estoque de mercadorias incluídas no regime de substituição tributária a partir de , deverá ser adotada a seguinte fórmula: 3.1. CONTRIBUINTES SUJEITOS AO REGIME PERIÓDICO DE APURAÇÃO - RPA Imposto devido = (base de cálculo x alíquota interna) + (base de cálculo x IVA-ST x alíquota interna) O Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST será, nas operações com: - Climatizadores de ar - NCM ,07% - Outras partes para máquinas e aparelhos de ar- condicionado que contenham um ventilador motorizado e dispositivos próprios para modificar a temperatura e a umidade, incluindo as máquinas e aparelhos em que a umidade não seja regulável separadamente - NCM ,82% EXEMPLO DE CÁLCULO Suponhamos que uma empresa atacadista tenha 2 climatizadores de ar de NCM em estoque no dia , que foram adquiridos por R$ 185,00, cada. Imposto devido = (2 x 185 x 18%) + (2 x 185 x 36,07% x 18%) Imposto devido = (370 x 0,18) + (370 x 0,3607 x 0,18) Imposto devido = 66, ,02 Imposto devido = 90, CONTRIBUINTES OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL Imposto devido = base de cálculo x IVA-ST x alíquota interna 4. DEDUÇÃO DO CRÉDITO O contribuinte sujeito ao Regime Periódico de Apuração - RPA que possua saldo credor de ICMS em , poderá utilizá-lo para deduzir, no todo ou em parte, o imposto a apurado com base no subitem 3.1, observando que o saldo credor utilizado: a) deverá ser discriminado no final da relação a que se refere o item 5.1 deste comentário; b) será lançado no livro Registro de Apuração do ICMS - RAICMS, na folha destinada à apuração das operações e prestações próprias do período em que ocorrer o levantamento de estoque, no campo "Estorno de Créditos" do quadro "Débito do Imposto", com a indicação da expressão "Liquidação (parcial ou total) do imposto devido por substituição tributária relativo ao estoque existente em 30/09/ Decreto /2013". 5. ESCRITURAÇÃO FISCAL Além do levantamento do estoque das mercadorias para o pagamento do imposto a ser recolhido, o contribuinte deve fazer a escrituração do valor do imposto pago no livro registro de Apuração do ICMS. O valor do imposto devido sobre as mercadorias em estoque e recolhido deverá ser lançado no livro Registro de Apuração do ICMS - RAICMS, na folha destinada à apuração das operações e prestações próprias do período em que ocorrer o efetivo recolhimento, com a correspondente transcrição na GIA, da seguinte maneira: a) no campo "Outros Débitos" do quadro "Débito do Imposto", com a expressão "Imposto devido e recolhido por substituição tributária relativo ao estoque existente em 30/09/ Decreto /2013."; b) no campo "Outros Créditos" do quadro "Crédito do Imposto", com a expressão "Imposto recolhido por substituição tributária relativo ao estoque existente em 30/09/ Decreto /2013.". Na hipótese do contribuinte efetuar o recolhimento parcelado do imposto devido, os lançamentos previstos neste item deverão ser efetuados no período em que ocorrer o efetivo recolhimento da parcela, com a indicação do número da parcela na expressão a constar nos campos "Outros Débitos" e "Outros Créditos" DEMONSTRATIVOS DE CÁLCULO Os estabelecimentos paulistas citados no item 1 deste Comentário deverão elaborar relação, indicando, para cada item: a) o valor das mercadorias em estoque e a base de cálculo para fins de incidência do ICMS, considerando a entrada mais recente da mercadoria; b) a alíquota interna aplicável; c) o valor do imposto devido, calculado conforme o item 3 deste Comentário; e d) o correspondente código na Nomenclatura Comum do Mercosul NCM. Na hipótese de estar sujeito ao RPA, os contribuintes deverão transmitir, até , arquivo digital à Secretaria da Fazenda contendo a referida relação e demais informações requeridas. Os contribuintes sujeitos ao Simples Nacional deverão manter a relação em arquivo, pelo prazo de 5 anos, para apresentação ao fisco, quando solicitado.
53 5.2. ARQUIVO DIGITAL São obrigados a gerar e transmitir o arquivo digital à Secretaria de Fazenda de São Paulo até o dia , os contribuintes sujeitos ao RPA. O arquivo digital deverá: ser elaborado no formato texto com a extensão ".txt" e campos delimitados pelo caractere delimitador " " ("pipe" ou barra vertical: caractere 124 da Tabela ASCII); ser validado e ter a mídia para entrega gerada pelo programa "Validador do Arquivo dos Estoques", a ser disponibilizado para "download" no endereço eletrônico após sua validação, ser transmitido à Secretaria da Fazenda, mediante a utilização do "Programa de Transmissão - TED", versão ou superior, disponível para "download" no endereço eletrônico ou na opção Sintegra > Download do Sintegra. O número do protocolo de transmissão e a data do envio do arquivo digital deverão ser registrados no Livro de Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência - modelo RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O valor do imposto apurado sobre os estoque poderá ser recolhido em parcela única ou em até 10 parcelas mensais, iguais e sucessivas VENCIMENTO A parcela única deverá ser recolhida até Nos casos de pagamento parcelado, o vencimento das parcelas será no último dia útil de cada mês, sendo que a primeira deverá ser recolhida até DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO Os valores a pagar deverão ser recolhidos através de GARE-ICMS - Guia de Arrecadação Estadual com código (outros recolhimentos especiais). FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Portaria 44 Cat, de , artigo 1º, incisos I a III e 1º a 5º; Decreto , de Regulamento do ICMS ; Decreto , de , artigos 2º; 3º, incisos I a V e 1º a 3º; Portaria 92 Cat, de MG: LEVANTAMENTO DE ESTOQUE REGRA GERAL A inclusão de uma mercadoria no regime de substituição tributária implica na obrigatoriedade de diversos procedimentos a serem adotados pelos contribuintes substituídos que operam com as mercadorias ingressas, conforme examinamos neste comentário. 1. LEVANTAMENTO DE ESTOQUE Os contribuintes que possuírem em seu estabelecimento mercadorias que passarão a ser tributadas pelo regime de substituição tributária devem inventariar o estoque dessas mercadorias, existentes no estabelecimento no final do dia anterior à mudança do regime de tributação. O objetivo deste procedimento é o recolhimento antecipado do ICMS, para que as saídas destes produtos sejam realizadas com o imposto já recolhido por antecipação. Também será considerada como estoque a mercadoria cuja saída do estabelecimento remetente tenha ocorrido até o dia anterior à mudança do regime de tributação e a entrada no estabelecimento destinatário tenha ocorrido sem a retenção ou recolhimento do imposto a título de substituição tributária DISPENSA DA OBRIGATORIEDADE A obrigatoriedade de inventariar o estoque de mercadorias, conforme mencionado no item anterior, não se aplica ao estabelecimento industrial responsável, na condição de sujeito passivo por substituição, pela retenção e pelo recolhimento do ICMS devido nas operações subsequentes com a mercadoria OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL Esta obrigação se aplica também aos contribuintes substituídos optantes pelo Simples Nacional. 2. CÁLCULO DO ICMS SOBRE ESTOQUE Para calcular o valor do ICMS-ST devido sobre o estoque de mercadorias deverá ser levado em consideração a forma da base de cálculo que foi determinada pela legislação para a mercadoria e se o
54 contribuinte é Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte optante pelo Simples Nacional. 2.1 BASE DE CÁLCULO A legislação vigente estabelece várias formas para obtenção da base de cálculo do ICMS devido a título de substituição tributária. Para definição da base de cálculo deve ser levado em consideração o tipo de mercadoria e o regime de apuração adotado pelo contribuinte, pois no caso de empresas optantes pelo Simples Nacional não serão aplicadas essas variações. São consideradas base de cálculo : a) o preço médio ponderado a consumidor final (PMPF); b) o preço final a consumidor fixado por órgão público competente ou o preço final a consumidor sugerido ou divulgado pelo industrial, pelo importador ou por entidade representativa dos respectivos segmentos econômicos; ou c) o valor encontrado mediante utilização de percentual de margem de valor agregado (MVA) EMPRESAS OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL A microempresa ou empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional, independentemente da modalidade de base de cálculo estabelecida pela legislação para a mercadoria, no o cálculo do imposto devido a título de substituição tributária sobre as mercadorias em estoque deverá: a) multiplicar a quantidade da mercadoria em estoque pelo preço de aquisição mais recente; b) multiplicar o valor encontrado letra a pelo percentual de margem de valor agregado (MVA) estabelecido para a mercadoria c) e multiplicar o valor encontrado na letra b resultado pela alíquota da mercadoria em operação interna. O resultado é o ICMS-ST sobre o estoque a recolher. Exemplo: Suponhamos os seguintes dados: Descrição do produto: Naftalina NCM MVA interno do produto:... 45% - Alíquota interna da mercadoria... 18% - Estoque final em x-x-2013: unidades - Valor unitário do produto para lançamento no estoque final de x-x-2013:... R$ 1,50 - Valor total das mercadorias:... R$ 90,00 Cálculo do ICMS a antecipar: - Valor total das mercadorias... R$ 90,00 - MVA (45% de R$ 90,00)... R$ 40,50 - ICMS a recolher (R$ 40,50 x 18%)... R$ 7, EMPRESAS NÃO OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL Os contribuintes não optantes pelo Simples Nacional deverão considerar, para cálculo do ICMS-ST sobre as mercadorias em estoque, a base de cálculo estabelecida pela legislação para o cálculo do ICMS devido a título de substituição tributária, conforme subitem Dedução de saldo credor O contribuinte que adota o regime normal de apuração do imposto poderá deduzir, a título de crédito, do valor do imposto calculado na forma do subitem 2.2, até o limite deste, a parcela do saldo credor eventualmente existente no período anterior à mudança do regime de tributação, desde que atendidos os procedimentos do subitem 4.3 deste Comentário Procedimentos para cálculo do ICMS sobre estoque com PMPF ou preço final a consumidor Na hipótese em que a legislação estabeleça como base de cálculo o preço médio ponderado a consumidor final (PMPF) ou o preço final a consumidor, o contribuinte deverá: a) multiplicar o respectivo preço pela quantidade da mercadoria em estoque;
55 b) sobre o resultado da multiplicação encontrado na letra a aplicar a alíquota interna da mercadoria. O valor encontrado será o ICMS-ST a recolher. Exemplo: Suponhamos os seguintes dados: Descrição do produto: Naftalina NCM PMPF do produto:... R$ 2,45 - Alíquota interna da mercadoria... 18% - Estoque final em x-x-2013: unidades - Valor total das mercadorias:... R$ 147,00 Cálculo do ICMS a antecipar: - Valor total das mercadorias... R$ 147,00 - ICMS a recolher (R$ 147,00 x 18%)...R$ 26,46 Considerando que a empresa não possui saldo credor em sua apuração do ICMS normal no mês x-2013, o valor a pagar de ICMS será de R$ 26,46. Caso possuísse, poderia ser abatido deste valor Procedimentos para cálculo do ICMS sobre estoque com MVA Na hipótese em que a legislação estabeleça como base de cálculo o valor da operação acrescido do percentual de margem de valor agregado (MVA), o contribuinte deverá a) multiplicar a quantidade da mercadoria em estoque pelo preço de aquisição mais recente; b) adicionar ao valor encontrado na letra a o percentual de MVA estabelecido, pela legislação, para a mercadoria; c) multiplicar o montante encontrado conforme item anterior, pela alíquota interna da mercadoria. O valor encontrado será o ICMS-ST a recolher. Exemplo Suponhamos os seguintes dados: Descrição do produto: Naftalina NCM MVA interno do produto:... 45% - Alíquota interna da mercadoria:... 18% - Estoque final em x-x-2013: unidades - Valor unitário do produto para lançamento no estoque final de x-x-2013:... R$ 1,50 - Valor total das mercadorias:... R$ 90,00 Cálculo do ICMS a antecipar: - Valor total das mercadorias... R$ 90,00 - MVA (45% de R$ 90,00)... R$ 40,50 - Base de cálculo do ICMS ( R$ 90,00 + R$ 40,50)... R$ 130,50 - ICMS a recolher (R$ 130,50 x 18%)... R$ 23,49 Considerando que a empresa não possui saldo credor em sua apuração do ICMS normal no mês x-2013, o valor a pagar de ICMS será de R$ 23,49. Caso possuísse, poderia ser abatido deste valor.
56 3. PAGAMENTO DO ICMS DO ESTOQUE O recolhimento do imposto devido deverá ser realizado no 5º mês subsequente ao de início da vigência do regime, até a data estabelecida para pagamento do imposto devido pelas operações próprias do contribuinte, por meio de Documento de Arrecadação Estadual (DAE), emitido pelo contribuinte, quando se tratar de pagamento integral, com código de receita (ICMS Outros Comércio Outros) PAGAMENTO PARCELADO DO ICMS-ST SOBRE ESTOQUE O imposto devido sobre as mercadorias em estoque poderá ser pago em até: 12 parcelas mensais, iguais e sucessivas, sem acréscimo; 24 parcelas mensais e sucessivas, corrigidas mediante a aplicação da variação acumulada do Índice Geral de Preços (IGP-ID), apurado pela Fundação Getúlio Vargas PEDIDO DE PARCELAMENTO Para recolher o imposto parceladamente, o contribuinte deverá protocolar Requerimento de Parcelamento na Administração Fazendária a que estiver circunscrito até o último dia do 4º mês subsequente ao de início da vigência do novo regime de tributação, acompanhado dos seguintes documentos: Resumo do Demonstrativo de Apuração do Estoque de Mercadorias e do Imposto Devido a Título de Substituição Tributária; Termo de Autodenúncia, contendo o valor total do imposto a ser parcelado; e cópia reprográfica dos atos constitutivos da sociedade, ou do comprovante de inscrição do empresário, no registro público de empresas mercantis e suas alterações, e os respectivos originais para conferência. Os formulários do Requerimento de Parcelamento e do Termo de Autodenúncia serão disponibilizados no endereço eletrônico da Secretaria de Estado de Fazenda na internet ( O recolhimento do imposto parcelado deverá ser efetuado através de DAE emitido pela repartição fazendária, devendo a primeira parcela ser recolhida até o último dia do 5º mês subsequente ao de início da vigência do regime e as demais no último dia dos meses subsequentes. O recolhimento realizado após o prazo será acrescido de juros moratórios, calculados na data do pagamento, equivalentes à Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic). As parcelas não poderão ser inferiores a 100 Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (UFEMG), considerados o valor do imposto total apurado e o valor da UFEMG vigente no mês do pagamento da primeira parcela. 4. OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS Além da obrigação principal, o recolhimento do imposto devido, os contribuintes que tenham em estoque mercadorias ingressas no regime de substituição tributária, devem cumprir as obrigações acessórias relacionadas a seguir: 4.1. ARQUIVO ELETRÔNICO O contribuinte, exceto a microempresa e a empresa de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional, deverá entregar à Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) até o último dia do 4º mês subsequente ao do ingresso das mercadorias no regime de ST, arquivo eletrônico contendo o Demonstrativo de Apuração do Estoque de Mercadorias e do Imposto Devido a Título de Substituição Tributária. O arquivo deverá ser gerado a partir de programa de computador denominado ST - Apuração de Estoque de Mercadorias, disponibilizado no endereço eletrônico da Sefaz, e entregue via internet. As empresas optantes pelo Simples Nacional deverão manter em arquivo o referido demonstrativo para exibição ao Fisco quando solicitado INFORMAÇÃO NA DAPI Na hipótese de pagamento integral do ICMS sobre o estoque, o contribuinte que adota o regime normal de apuração do imposto lançará o valor do ICMS devido no Campo 104 (Outros) da Declaração de Apuração e Informação do ICMS (DAPI) modelo 1 relativa às operações realizadas no 4º mês subsequente ao da inclusão das mercadorias no regime de substituição tributária EMISSÃO DE NOTA FISCAL Será obrigatória a emissão de nota fiscal, modelo 1 ou 1-A, ou nota fiscal eletrônica na hipótese do contribuinte deduzir do ICMS a pagar a parcela do saldo credor eventualmente existente em sua escrita fiscal, conforme subitem deste Comentário. A nota fiscal será emitida no período que ocorrer a mudança do regime de tributação da mercadoria e deverá conter destacado no campo Valor do ICMS o respectivo valor da dedução, indicando:
57 como destinatário, o próprio emitente; como natureza da operação, Dedução de ICMS ST/Estoque; como CFOP, o código 5.949; no campo de Informações Complementares a expressão: Nota Fiscal art. 16 da Resolução nº 3728/ Escrituração da Nota Fiscal A nota fiscal emitida pela dedução do crédito será escriturada, no período de apuração de sua emissão, nos livros: - Registro de Saídas, nas colunas Documento Fiscal e Observações, indicando nesta a seguinte expressão: "Nota Fiscal - art. 16 da Resolução nº 3728/2005"; - Registro de Apuração do ICMS (RAICMS), no item 002, Outros Débitos', e no campo Observações', indicando neste o número, a série, a data e o valor total da nota fiscal, seguidos da expressão: "Nota Fiscal - art. 16 da Resolução nº 3728/2005". FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Resolução 3.728, de Artigos 1º; 3º ao 4º; 3º ao 4º, 1º; 5º ao 10; 15 ao TUTORIAL VIDEOAULAS
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