4. SISTEMAS COLOIDAIS
|
|
|
- Luiz Guilherme de Caminha Chaves
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 4. SISTEMAS COLOIDAIS I. INTRODUÇÃO Nas aulas práticas anteriores discutimos soluções que representam um tipo de mistura de substâncias, os quais, por não diferenciarmos mais soluto e solvente são chamados soluções verdadeiras. Existem outros tipos de misturas. Podemos misturar areia da praia e água e após agitação observamos a olho nu os grãos (ou partículas) em suspensão. Com o tempo estas partículas sedimentam por ação da gravidade. Temos ainda outro tipo de solução a qual é denominada dispersão coloidal. Um colóide representa um estado intermediário entre uma solução e uma suspensão. O termo coloide (que em grego significa cola) foi inicialmente utilizado para descrever uma classe de substâncias que se diferenciavam de açúcar e sal. Coloides são misturas heterogêneas de pelo menos duas fases diferentes, com a matéria de uma das fases na forma finamente dividida (sólido, líquido ou gás) denominada fase dispersa, misturada com a fase contínua (sólido, líquido ou gás) denominada meio de dispersão 1. A ciência dos coloides está relacionada com o estudo dos sistemas nos quais pelo menos um dos componentes da mistura apresenta uma dimensão no intervalo de 1 a 1000 nm (1 nm = 1 x 10-9 m). 1 Na Tabela 1 são mostrados os diferentes tipos de dispersões coloidais. 2 Fase Dispersa Tabela 1: Os tipos de dispersões coloidais e alguns exemplos. Fase dispersante Nome Exemplo Líquido Gás Aerossol liq. Névoa, sprays líquidos. Sólido Gás Aerossol sól. Fumaça poeira. Gás Líquido Espuma Espuma da cerveja, chantilly. Líquido Líquido Emulsão Leite, maionese. Sólido Líquido Sol* Gelatina, pomadas, tintas. Gás Sólido Espuma sólida Poliestireno expandido (isopor). Líquido Sólido Emulsão sólida Pérola. Sólido Sólido Suspensão sól. Plásticos pigmentados, vidros. * No caso de elevada concentração de sólido, a denominação é pasta.
2 Como vemos nos exemplos mostrados na Tabela 1, as dispersões coloidais fazem parte da nossa vida diária desde os primórdios da civilização humana. Elas estão presentes nas nossas cozinhas, no meio ambiente, na purificação da água que consumimos, na lavagem de nossas roupas, nas indústrias alimentícia e farmacêutica, tintas, cosméticos, etc. Algumas características das substâncias que formam coloides são: baixas difusões em água, incapacidade em atravessar membranas, não cristalizam facilmente, geralmente são compostos com elevada massa molar como proteínas (gelatina, por exemplo), polissacarídeos (o amido), polímeros naturais e sintéticos ou materiais inorgânicos que formam agregados em meio aquoso de tal forma que a partícula possui dimensões coloidais (óxidos e hidróxidos metálicos). Soluções de macro-moléculas são misturas homogêneas, mas são consideradas colóides porque a dimensão da macromolécula está no intervalo do tamanho coloidal e apresentam as propriedades características dos colóides. Algumas propriedades das dispersões coloidais são: espalham a luz visível (dispersões coloidais geralmente possuem um aspecto leitoso), não precipitam por ação da gravidade, mas por centrifugação, possuem carga elétrica superficial, etc. II. OBJETIVO Estudar alguns métodos de obtenção de coloides e algumas de suas propriedades, tais como a carga e área superficial e, o espalhamento de luz. Além disso, estudaremos o conceito de estabilidade coloidal. III. PARTE EXPERIMENTAL III.1 Demonstrações do professor III.1.1.Eletroforese.
3 Encher um tubo em U com dispersão coloidal de sulfeto de arsênio (III), As 2 S 3, em cada extremidade do tubo em U introduzir um eletrodo de grafite e ligar uma fonte de corrente contínua. Ao final da aula observar o que ocorreu e concluir sobre a carga das partículas coloidais de As 2 S 3. corrente contínua III.1.2.Precipitador Cotrell. O precipitador Cotrell é usado no controle da poluição do ar, eliminando fumaça e poeira prejudiciais à saúde. É usado também na recuperação de materiais finamente divididos que se perderiam na atmosfera sob a forma de poeira, um aerossol. Usar uma trompa d'àgua ou bomba de vácuo para puxar a fumaça do cigarro. alta voltagem
4 III.2. Experimentos realizados pelos alunos III.2.1. Preparação de Colóides Processos de condensação. a) Fe(OH) 3 coloidal. Adicione 3 a 4 gotas de solução saturada de FeCl 3 em um tubo de ensaio com 3 ml de água bem quente. Observe o que ocorre! Repita o procedimento usando água fria e compare as cores obtidas. RECOLHER o hidrossol Fe(OH) 3 ao frasco na capela. FeCl a quente 3 (aq) + 3 H 2O(l) Fe(OH) 3 (s) + 3 HCl(aq) coloidal b) As 2 S 3 coloidal. Em um tubo de ensaio com 3,0 a 4,0 ml de solução saturada de As 2 O 3 aquecida passar uma corrente de gás sulfídrico, H 2 S, obtido a partir de solução de HCl e pirita em um aparelho de Kipp, e observar. As2O3 (aq) + 3 H 2O(l) 2 H 3AsO3 (aq) 2 H 3AsO3(aq) + 3 H 2S(g) As 2S3 (s) + 6 H 2O(l) coloidal ATENÇÃO! O GAS SULFÍDRICO É VENENOSO! Escreva a equação de obtenção do gás sulfídrico no Kipp. Observar o colóide formado com ajuda do Efeito Tyndall. Para tal, colocar o tubo de ensaio em uma caixa escura e passar um feixe de luz através da dispersão. Colocar o As 2 S 3 coloidal (sem turvação) no frasco apropriado na capela Processos de Dispersão.
5 a) Em um tubo de ensaio colocar 1,0 a 2,0 ml de água e 2 a 3 gotas de óleo vegetal. Agitar bem e observar. b) Em um tubo de ensaio com 1,0 a 2,0 ml de água destilada adicionar 2 a 3 gotas de óleo vegetal e 3 a 4 gotas de sabão ou detergente. Agitar bem. OBSERVE a diferença. III.2.2. Propriedades das partículas coloidais Adsorção Colocar em dois tubos de centrífuga 2,0 ml de solução de azul de metileno. Em um dos tubos colocar um pouco de carvão ativo e no outro, um pedaço de carvão. Aquecê-los em banho-maria por algum tempo, centrifugar e comparar a cor dos líquidos sobrenadantes nos dois tubos. Pela adsorção seletiva de íons existentes no meio em que se originam, as partículas coloidais podem adquirir carga elétrica Diálise Introduzir um saquinho de papel celofane contendo solução de iodeto de potássio, KI, e dispersão de amido em um becher de 100 ml contendo água destilada. Ao final da aula constatar a presença do íon iodeto no dialisado. O amido, por estar no estado coloidal, não consegue atravessar o papel celofane que age como membrana semipermeável. Usar solução de peróxido de hidrogênio 3-5 % para formar, no dialisado, iôdo molecular, I 2, acrescentar amido para confirmar a diálise. Escreva a equação de oxidação do iodeto pelo peróxido de hidrogênio. III.2.3. Destruição de colóides - Coagulação.
6 Coagulação mútua de colóides Em um tubo de ensaio misturar 0,5 ml do sol de Fe(OH) 3 com 0,5 ml do sol de As 2 S 3. Observar o que ocorre! Coagulação pela ação de eletrólitos. Realizar os três ensaios simultaneamente para comparação. a) Em um tubo de ensaio com 1,0 ml do sol de As 2 S 3 adicionar 2 gotas de solução de NaCl 1,0 mol L -1. Misturar e OBSERVAR o que acontece. b) Repetir a experiência usando no lugar da solução de NaCl solução de cloreto de magnésio, MgCl 2, ambas 1,0 mol L -1. c) Repetir novamente usando a solução de cloreto de alumínio, AlCl 3, 1,0 mol L -1 como eletrólito. ONDE O EFEITO COAGULANTE FOI MAIOR? III.2.4. Colóide Protetor Prata coloidal. Realizar os dois ensaios simultaneamente para comparação. a) Em um tubo de ensaio com 1,0 a 2,0 ml de água destilada adicione 3 gotas da solução de AgNO 3 0,1 mol L -1 e 3 gotas de solução aquosa de NH 3. Adicionar 5 gotas de formol, aquecer em banho-maria e OBSERVAR o que acontece. b) Em um tubo de ensaio misture 3,0 a 4,0 ml de dispersão de gelatina a 1%, 3 gotas de solução de AgNO 3 e 3 gotas de solução aquosa de NH 3. Adicione 5 gotas de formol, aqueça em banho-maria e OBSERVE.
7 IV. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. M. Jafelicci Jr., L. C. Varanda; Química Nova na Escola n o 9 9 (1999). 2. D. J. Shaw; Introdução à química de coloides e de superfícies ; Trad. J. H. Maar; Editora Edgard Blucher / Edusp; São Paulo; V. CÁLCULOS E QUESTÕES
As dispersões coloidais são compostas por dispersante e disperso. O dispersante é o equivalente ao solvente e o disperso é o equivalente ao soluto.
Conceito Um coloide, ou dispersão coloidal, consiste numa mistura na qual uma ou mais substâncias se encontram uniformemente disseminadas (dispersas) numa outra substância, sob a forma de pequenas partículas,
7. EQUILÍBRIO QUÍMICO
Departamento de Química Inorgânica IQ / UFRJ IQG 18 / IQG 1 7. EQUILÍBRIO QUÍMICO I. INTRODUÇÃO Quando a concentração de todos os reagentes e produtos, em um sistema fechado, não variam mais com o tempo
Colóides. 2) Indique em que fase de agregação se encontram respectivamente o disperso e o dispergente nas dispersões coloidais abaixo:
Colóides Questionário 1) Dê a definição de dispersão coloidal e discorra sobre suas características principais em relação às partículas do disperso R= As dispersões coloidais são misturas heterogêneas
Maria do Anjo Albuquerque
ispersões na atmosfera Maria do Anjo Albuquerque Atmosfera A atmosfera é uma solução gasosa de vários gases (sobretudo oxigénio, dióxido de carbono e vapor de água) dispersos em azoto (componente maioritário);
Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada
1 Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada 1. Questões de estudo - Como preparar uma solução aquosa de NaOH 0,1 M? - Como preparar uma solução
UNIVERSIDADE DE CUIABÁ QUIMICA GERAL DOCENTE: ADRIANO LUIZ SANTANA AULAS PRÁTICAS DE QUÍMICA GERAL. Discente:
UNIVERSIDADE DE CUIABÁ QUIMICA GERAL DOCENTE: ADRIANO LUIZ SANTANA AULAS PRÁTICAS DE QUÍMICA GERAL Discente: AULA PRÁTICA N º VI ASSUNTO: REAÇÕES QUIMICAS OBJETIVOS: Observar as reações químicas em soluções
Prof.: Eduardo Campos
Prof.: Eduardo Campos Definição: As dispersões são misturas nas quais uma substância está disseminada na forma de partículas no interior de uma outra substância. Vejamos alguns exemplos: Ao agitar a mistura,
É o cálculo das quantidades de reagentes e/ou produtos das reações químicas.
Estequiometria Introdução Estequiometria É derivada da palavra grega STOICHEON (elemento) e METRON (medida) significa medida dos elementos químicos", ou ainda medir algo que não pode ser dividido. É o
Escola Básica e Secundária da Calheta. Físico-Química 7.º Ano de escolaridade
Escola Básica e Secundária da Calheta Físico-Química 7.º Ano de escolaridade Ano letivo 2015/2016 FICHA INFORMATIVA 1 Classificação dos materiais NOME: N.º TURMA DATA DA REALIZAÇÃO: / / CLASSIFICAÇÃO DOS
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Prof. Hugo Henrique Pádua M.Sc. Fundamentos de Biofísica.
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Prof. Hugo Henrique Pádua M.Sc. Fundamentos de Biofísica Água e Soluções Água Introdução a biofísica Água Introdução a biofísica Água
Lista de Exercícios. Estudo da Matéria
FACULDADE PITÁGORAS DE BETIM Credenciada pela portaria 792, de 27 de março de 2006. Curso: Engenharia Química Lista de Exercícios Disciplina: Química Geral Semestre: 2º / 2013 Docente: Carla Soares Souza
QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 01 Reatividade de Metais: Síntese do gás hidrogênio
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier Prática 01 Reatividade de Metais:
t 1 t 2 Tempo t 1 t 2 Tempo
Concentração 01)Uma reação química atinge o equilíbrio químico quando: a) ocorre simultaneamente nos sentidos direto e inverso. b) as velocidades das reações direta e inversa são iguais. c) os reatantes
GOIÂNIA, / / 2016. PROFESSORA: Núbia de Andrade. DISCIPLINA:Química SÉRIE: 2º. ALUNO(a):
GOIÂNIA, / / 2016 PROFESSORA: Núbia de Andrade DISCIPLINA:Química SÉRIE: 2º ALUNO(a): Lista de Exercícios P1 I Bimestre No Anhanguera você é + Enem Antes de iniciar a lista de exercícios leia atentamente
www.professormazzei.com SOLUÇÕES Folha 03 João Roberto Mazzei
01. (UERJ 2008) Certos medicamentos são preparados por meio de uma série de diluições. Assim, utilizando-se uma quantidade de água muito grande, os medicamentos obtidos apresentam concentrações muito pequenas.
a) apenas I. b) apenas I e III. c) apenas II e III. d) apenas I e II. e) todas. Profa. Graça Porto
www.agraçadaquímica.com.br BANCO DE QUESTÕES - FÍSICO-QUÍMICA ELETRÓLISE (12 questões) 1. (UFF) Quando uma solução aquosa de Li 2 SO 4 é eletrolizada, os produtos formados no ânodo e no cátodo são, respectivamente:
Título: Iodometria. Aula Experimental n 16
Aula Experimental n 16 Objetivos: - Padronização de solução de Na 2 S 2 O 3. - Determinação do teor de cobre (Cu 2 ) de uma amostra. - Determinação do teor de Cloro ativo em uma amostra de água sanitária.
Unidade 2 Substâncias e átomos
Unidade 2 Substâncias e átomos Substâncias Puras pág. 51 A matéria é composta por uma ou mais substâncias químicas. Porém, é difícil saber se um corpo é composto por uma única substância ou por uma mistura
tem-se no equilíbrio que 1 mol de HCl reagiu com 1 mol de NaOH, ou seja: n(hcl) = n(naoh)
Experiência 8: TITULAÇÕES ÁCIDO-BASE 1. Objetivos Após a realização desta atividade experimental, espera-se que o aluno seja capaz de: - Determinar a concentração de um ácido e uma base por titulação.
Concurso de Seleção 2004 NÚMERO DE INSCRIÇÃO - QUÍMICA
QUÍMICA QUESTÃO 21 Muitas pessoas já ouviram falar de gás hilariante. Mas será que ele é realmente capaz de provocar o riso? Na verdade, essa substância, o óxido nitroso (N 2 O), descoberta há quase 230
QUÍMICA. Soluções: características, tipos de concentração, diluição, mistura, titulação e soluções coloidais. Parte 10. Prof a.
QUÍMICA Parte 10 Prof a. Giselle Blois Exemplo: Foi colocado 25 ml de uma solução de HCl de concentração desconhecida no erlenmeyer (titulado), com gotas de fenolftaleína, e foi usado como titulante uma
Átomos & Moléculas. Definição: é uma porção de matéria que tem propriedades bem definidas e que lhe são característica.
Átomos & Moléculas H + H H H H + H + O O H H Átomos Moléculas Definição: é uma porção de matéria que tem propriedades bem definidas e que lhe são característica. SUBSTÂNCIA (Material Puro): material formado
CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 9º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 9º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ Prova elaborada
CURSO APOIO QUÍMICA RESOLUÇÃO
QUÍMICA CURSO APOIO 15. O sulfato de sódio é um composto utilizado na indústria de celulose e na fabricação de detergentes. Por apresentar grande afinidade por água, pode ser encontrado na forma de um
QUÍMICA - 3 o ANO MÓDULO 31 ELETROQUÍMICA: ELETRÓLISE
QUÍMICA - 3 o ANO MÓDULO 31 ELETROQUÍMICA: ELETRÓLISE Como pode cair no enem (ENEM) Eu também podia decompor a água, se fosse salgada ou acidulada, usando a pilha de Daniell como fonte de força. Lembro
Aulas: 1, 2 e 3. 4. Qual será a massa de uma amostra de 150 ml de urina, sabendo-se que sua densidade é 1,085 g.ml -1?
Lista de Exercícios Professor: Igor Saburo Suga Serie: Nome: Aulas: 1, 2 e 3 Ano: n⁰ 1. Transforme as massas em gramas: a) 0,20 kg; b) 200 mg; c) 1x10-3 kg; d)5,0 x 10 2 mg 2. Transforme os volumes em
ferro bromo brometo de ferro 40g 120g 0g 12g 0g 148g 7g 40g 0g 0g x g 37g
01) (FCMSC-SP) A frase: Do nada, nada; em nada, nada pode transformar-se relaciona-se com as idéias de: a) Dalton. b) Proust. c) Boyle. d) Lavoisier. e) Gay-Lussac. 02) Acerca de uma reação química, considere
EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA COM TRANSFERÊNCIA DE ELÉTRONS
EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA COM TRANSFERÊNCIA DE ELÉTRONS José Celson Braga Fernandes¹ - [email protected] Emanuele Montenegro Sales² Flaviana Vieira da Costa³ Apoliana Braga Fernandes 4
Medição de massa específica com base no método de Arquimedes. Química 12º Ano
Medição de massa específica com base no método de Arquimedes Parte I: Aplicação a líquidos Química 12º Ano Unidade 3 Plásticos, vidros e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial Janeiro 2006
www.professormazzei.com PROPREDADES COLIGATIVAS Folha 03 João Roberto Mazzei
01. (UNESP 1989) Considerar duas soluções de ácido clorídrico e outra de ácido acético (ácido etanóico), ambas 10 2 M. Pergunta-se: a) Qual das duas soluções apresenta menor temperatura de congelação?
QUÍMICA. Soluções: características, tipos de concentração, diluição, mistura, titulação e soluções coloidais. Parte 11. Prof a.
QUÍMICA Parte 11 Prof a. Giselle Blois Dispersões: São sistemas nos quais uma substância está disseminada (disperso ou fase dispersa), sob forma de pequenas partículas, em uma segunda substância (dispersante,
GRAVIMETRIA. Qui-094 Introdução a Análise Química Profa Maria Auxiliadora Costa Matos 2011-1
GRAVIMETRIA Qui-094 Introdução a Análise Química Profa Maria Auxiliadora Costa Matos 2011-1 1 GRAVIMETRIA OU ANÁLISE GRAVIMETRICA Processo de isolar ou de pesar um composto definido de um elemento na forma
Química 1 Cecília e Regina 2ºEM/TI 2º. Química 1-2ºTI
2º anos - 2012 Matéria Professor(a) Ano/Série Turma Data Trimestre Química 1 Cecília e Regina 2ºEM/TI 2º Aluno(a) Número Observação Química 1-2ºTI Projeto de Recuperação Paralela Atividades podem ser feitas
Substâncias Puras e Misturas
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS LAGES Substâncias Puras e Misturas Elementos Químicos
HIPÓTESE ATÔMICA. SENHA: emat BC0102: ESTRUTURA DA MATÉRIA. André Sarto Polo.
BC0102: ESTRUTURA DA MATÉRIA HIPÓTESE ATÔMICA Crédito: Sprace André Sarto Polo [email protected] http://sqbf.ufabc.edu.br/disciplinas/bc0102.php SENHA: emat Estados da matéria 2 http://www.cave.com.br/cave2009/images/conteudo/quintoestado.gif
CURSINHO TRIU QUÍMICA FRENTE B
CURSINHO TRIU QUÍMICA FRENTE B AULA 3 EXPRESSÕES DE CONCENTRAÇÃO (CONT.) E PROPRIEDADES COLIGATIVAS DATA: 01/09/2014 1) EXPRESSÕES DE CONCENTRAÇÃO (CONTINUAÇÃO) a. FRAÇÃO EM MOL Fração em mols ou fração
ELETROQUÍMICA: PILHAS ELETRÓLISE
ELETROQUÍMICA: PILHAS ELETRÓLISE Profa. Adélia Química Aplicada HISTÓRICO 1800 ALESSANDRO VOLTA Ele empilhou pequenos discos de zinco e cobre, separando-os com pedaços de um material poroso (feltro) embebidos
Práticas de. Química Geral e Orgânica. para Engenharia Ambiental
Apostila de Aulas Práticas de Prof. Alonso Goes Guimarães Práticas de Química Geral e Orgânica para Engenharia Ambiental Apostila de Aulas Práticas de INTRODUÇÂO A química é uma ciência experimental e
Lista de Exercícios Estequiometria
Lista de Exercícios Estequiometria Átomos e Mols de Átomos Fonte: Química Geral, Vol. 1 John B. Russel 1. Calcule a massa atômica do elemento X, dado que 2,02 x l0 6 átomos de X têm uma massa de 1,70 x
ANÁLISE QUÍMICA QUALITATIVA
Escola Secundária do Padre António Martins Oliveira de Lagoa Técnicas Laboratoriais de Química ANÁLISE QUÍMICA QUALITATIVA Pedro Pinto Nº 14 11ºA 22/04/2004 Índice Objectivo do Trabalho... 2 Fundamentos
Após agitação, mantendo-se a temperatura a 20ºC, coexistirão solução saturada e fase sólida no(s) tubo(s)
01) (Covest-2006) Uma solução composta por duas colheres de sopa de açúcar (34,2g) e uma colher de sopa de água (18,0 g) foi preparada. Sabendo que: MMsacarose = 342,0g mol -1, MMágua = 18,0 g mol -1,
Escola Secundária de Casquilhos Teste 1 de Física e Química A 10º ANO 22/10/2013 90 minutos
Escola Secundária de Casquilhos Teste 1 de Física e Química A 10º ANO 22/10/2013 90 minutos NOME Nº Turma Informação Professor Enc. de Educação 1. Os átomos dos isótopos e do carbono têm (A) números atómicos
CONDIÇÃO: Sólidos que facilmente são separados à mão ou com a ajuda de um. CONDIÇÃO: Sólidos com densidades diferentes, em que um deles facilmente é
TEMA B TERRA EM TRANSFORMAÇÃO B1 MATERIAIS 1.1 Constituição do mundo material 1.2 Substâncias e misturas de substâncias 1.3 Soluções 1.4 Transformações dos materiais 1.5 Propriedades físicas e químicas
A.L.1.3 EFEITOS DA TEMPERATURA E DA CONCENTRAÇÃO NA PROGRESSÃO GLOBAL DE UMA REACÇÃO
A.L.1.3 EFEITOS DA TEMPERATURA E DA CONCENTRAÇÃO NA PROGRESSÃO GLOBAL DE UMA REACÇÃO QUÍMICA 11.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA Como pode evoluir um sistema em equilíbrio quando se faz variar a temperatura ou a
REAÇÕES QUÍMICAS e FUNÇÕES QUÍMICAS INORGÂNICAS RELATÓRIOS
1 ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR LÉO KOHLER ENSINO FUNDAMENTAL TERRA BOA - PARANÁ REAÇÕES QUÍMICAS e FUNÇÕES QUÍMICAS INORGÂNICAS RELATÓRIOS DISCIPLINA: CIÊNCIAS ALUNO (A): N 9ª Professora: Leonilda Brandão
Aula 01 QUÍMICA GERAL
Aula 01 QUÍMICA GERAL 1 Natureza da matéria Tales de Mileto (624-548 a. C.) Tudo é água Anaxímenes de Mileto (585-528 a. C.) Tudo provém do ar e retorna ao ar Empédocle (484-424 a. C.) As quatro raízes,
Água e óleo. Solução de CuSO 4. Qual dos sistemas é uma dispersão? Por que?
Solução de CuSO 4 Água e óleo Por que? Qual dos sistemas é uma dispersão? Solução de CuSO 4 Disperso Dispersante Sistema Distribuição uniforme de partículas Dispersão Os constituintes de uma substância
QUÍMICA. Um estudante pretende separar os componentes de uma amostra contendo três sais de chumbo II: Pb(NO 3. e PbI 2
QUÍMICA 37 d Um estudante pretende separar os componentes de uma amostra contendo três sais de chumbo II: Pb(N 3, PbS 4 e PbI 2 Após analisar a tabela de solubilidade abaixo, Solubilidade em água Substâncias
Disciplina Química geral (MAF1293) Professora Cleonice Rocha Aluno - Estudo Dirigido Reações em solução aquosa (valor = 1,5 pt)
Disciplina Química geral (MAF1293) Professora Cleonice Rocha Aluno - Estudo Dirigido Reações em solução aquosa (valor = 1,5 pt) Propriedades gerais das soluções aquosas Propriedades eletrolíticas As soluções
Dispersão: disperso dispersante ou dispergente
Dispersão: disperso dispersante ou dispergente Dispersão: Suspensão, Solução Coloidal e Solução Verdadeira (solução) Mistura Heterogênea: Suspensão e Solução Coloidal Mistura Homogênea: Solução Verdadeira
AS TRANSFORMAÇÕES DA MATÉRIA.
AS TRANSFORMAÇÕES DA MATÉRIA. Toda e qualquer alteração que a matéria venha a sofrer é denominada de transformação ou fenômeno. Algumas transformações (fenômenos) são reversíveis, isto é, podem ser desfeitas
VI Olimpíada Norte - Nordeste de Química e
VI Olimpíada Norte - Nordeste de Química e Seletiva para a Olimpíada Ibero-americana de Química - 2000 Exame aplicado em 27.05.2000 Somente as questões de números 1 a 6 serão consideradas na composição
MECÂNICA DOS SOLOS I 1º RELATÓRIO GRUPO 2 TURMA C 3
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GEOTECNIA MECÂNICA DOS SOLOS I 1º RELATÓRIO GRUPO 2 TURMA C 3 Gustavo Lima Marina Quirino Marlon Xavier Olívia Ianhez 13/03/2008
PROCESSOS DE SEPARAÇÃO. Prof FERENC
PROCESSOS DE SEPARAÇÃO Prof FERENC SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS (Processos mecânicos de separação) Sistema sólido - sólido Separação magnética: Separa misturas do tipo sólido-sólido nas quais um
8ª série / 9º ano U. E. 13
8ª série / 9º ano U. E. 13 Introdução ao estudo da química A ciência é formada por um conjunto de disciplinas que se relacionam entre si. A química faz parte desse conjunto e é responsável por estudar
Química Inorgânica Aula 3
Química Inorgânica Aula 3 Orientadora: Drª Karla Vieira Professor Monitor: Gabriel Silveira LIGAÇÕES QUÍMICAS O que são Ligações Químicas? São as ligações que se estabelecem entre a união de dois átomos.
www.professormazzei.com Assunto: Eletroquímica Folha 4.2 Prof.: João Roberto Mazzei
www.professormazzei.com Assunto: Eletroquímica Folha 4.2 Prof.: João Roberto Mazzei 01. (UDESC 2009) O hidrogênio tem sido proposto como o combustível "ecológico", já que a sua reação de combustão com
MASSA ATÔMICA, MOLECULAR, MOLAR, NÚMERO DE AVOGADRO E VOLUME MOLAR.
MASSA ATÔMICA, MOLECULAR, MOLAR, NÚMERO DE AVOGADRO E VOLUME MOLAR. UNIDADE DE MASSA ATÔMICA Em 1961, na Conferência da União Internacional de Química Pura e Aplicada estabeleceu-se: DEFINIÇÃO DE MASSA
DISPERSÕES. Prof. Tatiane Kuchnier de Moura
DISPERSÕES Prof. Tatiane Kuchnier de Moura DISPERSÃO Mistura DISPERSO + DISPERSANTE Classificação das Dispersões Nome da dispersão Diâmetro médio das partículas dispersas Exemplos Solução verdadeira Entre
A ÁLISE TITRIMÉTRICA
A ÁLISE TITRIMÉTRICA Análise titrimétrica - O termo análise titrimétrica refere-se à análise química quantitativa feita pela determinação do volume de uma solução, cuja concentração é conhecida com exatidão,
PROPRIEDADES: Hidróxido de Sódio NaOH.
Densidade: 2,3 g cm 3 Massa Molar: 40,01 g mol -1. Ponto de Fusão: 318ºC Ponto de Ebulição: 1390ºC PROPRIEDADES: Hidróxido de Sódio NaOH. Toxicidade: Pode causar graves queimaduras na boca, garganta e
SISTEMAS DISPERSOS SOLUÇÕES COLÓIDES SUSPENSÕES
SISTEMAS DISPERSOS SOLUÇÕES COLÓIDES SUSPENSÕES SOLUÇÕES homogêneo COLÓIDES SUSPENSÕES heterogêneo Tamanho médio das partículas do disperso Homogeneidade do sistema Sedimentação das partículas Filtração
Escola Secundária de Lagoa. Ficha de Trabalho 4. Física e Química A 11º Ano Turma A Paula Melo Silva. Revisão 10º Ano: As três miudinhas
Escola Secundária de Lagoa Física e Química A 11º Ano Turma A Paula Melo Silva Ficha de Trabalho 4 Cálculos estequiométricos Parte Um Revisão 10º Ano: As três miudinhas Quantidade em química corresponde
SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS
NOTAS DE AULA (QUÍMICA) SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS PROFESSOR: ITALLO CEZAR 1 INTRODUÇÃO A química é a ciência da matéria e suas transformações, isto é, estuda a matéria. O conceito da
www.professormazzei.com Estequiometria Folha 03 Prof.: João Roberto Mazzei
01. (CFTCE 2007) Dada a reação de neutralização: HCl + NaOH NaCl + H 2O, a massa de NaCl, produzida a partir de 80 g de hidróxido de sódio (NaOH), é: a) 58,5 g b) 40 g c) 117 g d) 80 g e) 120 g 02. (CFTCE
Aos materiais que a Química usa como matéria-prima podemos classificá-los como:
Sumário Módulo inicial Unidade temática 0 A sua origem, a sua constituição e a sua composição. Classificação de misturas e classificação de substâncias. Processos físicos de separação de misturas. Unidades
Módulo Q2 - Soluções DISPERSÕES
Módulo Q2 - Soluções DISPERSÕES Os materiais e sua classificação Uma forma de classificar os materiais consiste em agrupá-los conforme o número de componentes que os constituem. Assim, um dado material
Critérios Específicos de Classificação da Questão Aula
Critérios Específicos de da Questão Aula Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos DISCIPLINA: Física e Química Módulo: Q 05/06 0 ºAno de escolaridade Data: 3 de novembro
PRÁTICA 03 - DETERMINAÇÃO DE CLORETO PELO MÉTODO DE MOHR E FAJANS
PRÁTICA 03 - DETERMINAÇÃO DE CLORETO PELO MÉTODO DE MOHR E FAJANS Aula 13 METAS Familiarizar com as técnicas de preparo e padronização de uma solução de AgNO3; determinar a concentração de cloreto em soro
Potencial hidrogeniônico e hidroxiliônico - ph e poh
Potencial hidrogeniônico e hidroxiliônico - ph e poh 01. (Fuvest) Coloca-se em um recipiente de vidro água destilada, gotas de solução de fenolftaleína e, em seguida, pedaços de sódio metálico: Observa-se,
A) 11,7 gramas B) 23,4 gramas C) 58,5 gramas D) 68,4 gramas E) 136,8 gramas
Questão 1 Sejam dadas as seguintes soluções aquosas: I) 0,2 mol/l de cloreto de potássio (KCl) II) 0,3 mol/l de glicose (C 6 H 12 O 6 ) III) 0,1 mol/l de sacarose (C 12 H 22 O 11 ) IV) 0,2 mol/l de sulfato
Curvas de Solubilidade
Curvas de Solubilidade Solução é uma mistura homogênea de duas ou mais substâncias. Para se obter uma solução, devemos ter dois componentes importantes: o soluto e o solvente. O soluto é a substância que
9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL -2015
COLÉGIO NOSSA SENHORA DE LOURDES trimestral Disciplina: Professor (a): QUÍMICA LUIS FERNANDO Roteiro de estudos para recuperação 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL -2015 Conteúdo: Referência para estudo: Sites
DETERMINAÇÃO DE ALCALINIDADE - MÉTODO VOLUMÉTRICO
1.1.b- Procedimento Experimental 1 DETERMINAÇÃO DE ALCALINIDADE - MÉTODO VOLUMÉTRICO A alcalinidade de uma solução é a medida da sua capacidade de neutralizar ácidos devido à presença de bases, de sais
b) Qual é a confusão cometida pelo estudante em sua reflexão?
1º B EM Química A Lailson Aval. Trimestral 28/03/11 1. Qual o estado físico (sólido, líquido ou gasoso) das substâncias da tabela a seguir, quando as mesmas se encontram no Deserto da Arábia, à temperatura
Concentrações. Flavia de Almeida Vieira Tatiana Dillenburg Saint Pierre
Flavia de Almeida Vieira Tatiana Dillenburg Saint Pierre Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 3.0 do Creative Commons. http://creativecommons.org.br http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/legalcode
Introdução à Eletroquímica. 1. Gentil V. Corrosão. 3 edição. 2. Cotton F. A. e Wilkinson G. Basic Inorganic Chemistry, John Wiley & Son, USA, 1976.
Introdução à Eletroquímica 1. Gentil V. Corrosão. 3 edição. 2. Cotton F. A. e Wilkinson G. Basic Inorganic Chemistry, John Wiley & Son, USA, 1976. INTRODUÇÃO Eletroquímica: estuda as relações entre efeitos
UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2012 GABARITO DA PROVA DE QUÍMICA
Questão 1 O ácido carbônico é formado quando se borbulha o dióxido de carbono em água. Ele está presente em águas gaseificadas e refrigerantes. Em solução aquosa, ele pode sofrer duas dissociações conforme
Laboratório de Física I. Experiência 3 Determinação do coeficiente de viscosidade de líquidos. 26 de janeiro de 2016
4310256 Laboratório de Física I Experiência 3 Determinação do coeficiente de viscosidade de líquidos 1 o semestre de 2016 26 de janeiro de 2016 3. Determinação do coeficiente de viscosidade de líquidos
ATIVIDADE DE ÁGUA (Aw) E REAÇÕES DE DETERIORAÇÃO
ATIVIDADE DE ÁGUA (Aw) E REAÇÕES DE DETERIORAÇÃO Água A molécula de água é triatômica e possui estrutura tetraédrica. Tem baixo peso molecular, pequeno volume e é diamagnética. Apresentaria um ângulo de
Série: 2º ano. Assunto: Estequiometria
Aluno: Série: 2º ano Assunto: Estequiometria 1) A massa de dióxido de carbono liberada na queima de 80 g de metano, quando utilizado como combustível, é: (Dados: massas molares, em g/mol: H = 1, C =12,
A forma geral de uma equação de estado é: p = f ( T,
Aula: 01 Temática: O Gás Ideal Em nossa primeira aula, estudaremos o estado mais simples da matéria, o gás, que é capaz de encher qualquer recipiente que o contenha. Iniciaremos por uma descrição idealizada
Obtenção de biodiesel por catálise heterogênea utilizando Cr 2 O 3 /Al 2 O 3
Obtenção de biodiesel por catálise heterogênea utilizando Cr 2 O 3 /Al 2 O 3 Mariane Gomes de Lima (IC)¹, Haroldo Luis de Sousa Neres (PG)², Carla Verônica Rodarte de Moura (PQ)¹, Edmilson Miranda de Moura
Aula 5_ Cursinho TRIU - 08_04_2013-Profa: Luciana Assis Terra. Tópicos: MÉTODOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS_2
Aula 5_ Cursinho TRIU - 08_04_2013-Profa: Luciana Assis Terra Tópicos: MÉTODOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS_2 Continuação de Métodos de Separação de Misturas Heterogênea Sedimentação ou decantação é o processo
Métodos de separação dos componentes de uma mistura. Métodos de separação de misturas heterogéneas
TEXTO DE APOIO Métodos de separação dos componentes de uma mistura Na natureza as substâncias raramente existem no estado "puro". Elas surgem quase sempre como componentes de uma mistura. Como no estado
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE QUÍMICA
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE QUÍMICA PROPOSTA DE ATIVIDADES DIDÁTICAS DISCIPLINA DE QUÍMICA GERAL EXPERIMENTAL ORIENTADORA: Profa. Dra. Liane M. Rossi MONITORES: Bernardo A. Iglesias/Lucas L.
P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 10/09/08
P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 10/09/08 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 10,0 Dados R 0,081 atm L mol -1 K -1 T (K) T ( C) + 73,15
Propriedades coligativas: são propriedades que dependem da concentração de partículas (solutos) dissolvidas, mas não da natureza dessas partículas.
Química Geral Aula 2 Marcelo Propriedades coligativas: são propriedades que dependem da concentração de partículas (solutos) dissolvidas, mas não da natureza dessas partículas. Em 50 C a água pura estará
Coloides. Vamos falar sobre eles? Prof. Marcos Benfica
Coloides Vamos falar sobre eles? Prof. Marcos Benfica Vamos falar sobre coloides? Olá! Nessa atividade vamos conhecer um artigo científico, que é a maneira como os cientistas relatam seus trabalhos e descobertas.
Aula Prática 05 Experiências com Gelatina Emulsões 19 de Outubro de 2008
Aula Prática 05 Experiências com Gelatina Emulsões 19 de Outubro de 2008 Licenciatura em Fotografia, 3º ano, 2008-2009 Departamento de Fotografia Luis Pavão Escola Superior de Tecnologia de Tomar Equipamentos
FCAV/UNESP. DISCIPLINA: Química Orgânica. ASSUNTO: Ácidos Carboxílicos e Ésteres Prof a. Dr a. Luciana Maria Saran
FCAV/UNESP DISCIPLINA: Química Orgânica ASSUNTO: Ácidos Carboxílicos e Ésteres Prof a. Dr a. Luciana Maria Saran 1 CLASSE FUNCIONAL ÁCIDO CARBOXÍLICO Os compostos desta classe têm em comum a presença do
De acordo com o estado de agregação da solução. De acordo com o estado físico do soluto e do estado físico do solvente
1. INTRODUÇÃO Quando a mistura apresenta as mesmas características em toda a extensão do recipiente temos uma mistura homogênea e, se tiver mais de um aspecto a mistura será heterogênea. Deste modo: I.P.C.:
DETERMINAÇÃO DAS ALTERAÇÕES OCORRIDAS NA FRAÇÃO LIPÍDICA DOS ALIMENTOS
UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC FACULDADE DE NUTRIÇÃO DISCIPLINA: BROMATOLOGIA 4 O PROFA. IVETE ARAKAKI FUJII DETERMINAÇÃO DAS ALTERAÇÕES OCORRIDAS NA FRAÇÃO LIPÍDICA DOS ALIMENTOS 1. INTRODUÇÃO Óleos e
Volumetria de Neutralização Ácido-Base
Volumetria de Neutralização Ácido-Base 1 O que é um Processo de Titulação? A Titulação é uma operação analítica utilizada em análises volumétricas com o objetivo de determinar a Concentração de soluções.
Cálculo Químico ESTEQUIOMETRIA
Cálculo Químico ESTEQUIOMETRIA Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É o estudo da quantidade de reagentes e produtos em uma reação química, portanto é uma análise quantitativa de um fenômeno
www.professormazzei.com FUNÇÕES INORGÂNICAS Folha 02 João Roberto Fortes Mazzei
01. Durante um experimento, seu professor de química pediu que você identificasse as soluções aquosas presentes em cada um dos béqueres (A, B, C) apresentados na figura a seguir. Dois béqueres do experimento
Calor Específico. 1. Introdução
Calor Específico 1. Introdução Nesta experiência, serão estudados os efeitos do calor sobre os corpos, e a relação entre quantidade de calor, variação da temperatura e calor específico. Vamos supor que
P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 08/10/07
P2 - PRVA DE QUÍMICA GERAL - 08/10/07 Nome: Nº de Matrícula: GABARIT Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 R = 8,314 J mol -1 K -1 = 0,0821 atm L mol
[CADERNO DE EXERCÍCIOS I]
Escola Básica e Secundária de Velas FÍSICA E QUÍMICA A 10º Ano [CADERNO DE EXERCÍCIOS I] UNIDADE 2 NA ATMOSFERA DA TERRA: RADIAÇÃO, MATÉRIA E ESTRUTURA 2. ATMOSFERA: TEMPERATURA, PRESSÃO E DENSIDADE EM
Boas Práticas Laboratoriais Preparo de soluções
Boas Práticas Laboratoriais Preparo de soluções Disciplina de Reumatologia 2011 http://www.ruf.rice.edu/~bioslabs/schedules/talks/solutions_dilutions/bioedmixtures.htm O que fazer antes do preparo Vc sabe
