Alteridade e responsividade em Bakhtin 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Alteridade e responsividade em Bakhtin 1"

Transcrição

1 Alteridade e responsividade em Bakhtin 1 Sebastiana Almeida Souza 2 Sérgio Souza Almeida 3 Este artigo pretende trabalhar a noção de alteridade e responsividade em uma abordagem bakhtinina através da análise da música: O Outro. Assim, serão abordadas também as noções de sujeito e dialogismo, uma vez que, para Bakhtin e seu Círculo, é somente nas relações dialógicas que o sujeito se instaura enquanto ser responsivo. 1- Introdução Música: O outro (Adriana Calcanhoto) Eu não sou eu nem sou o outro, Sou qualquer coisa de intermédio: Pilar da ponte de tédio Que vai de mim para o outro. Na canção de Adriana Calcanhoto, a nosso ver, resume-se com poucas palavras o que Bakhtin e o Círculo entendem pela relação do sujeito com seu outro, uma relação de incompletude. Iniciaremos analisando a primeira estrofe da música: eu não sou eu nem sou outro. Baseando-se na teoria bakhtiniana, compreendemos que somos constituido numa relacão entre eu e o outro, mas, nas interações, num sentido aparentemente paradoxal, 1 Essa investigação está inserida no projeto de pesquisa Relendo Bakhtin: contribuições do Círculo de Bakhtin para uma análise dialógica de discursos produzidos em diferentes esferas da atividade humana, desenvolvida pelo Grupo de pesquisa RELENDO BAKHTIN (REBAK), do Programa de Pós-graduação em Estudos de Linguagem, da Universidade Federal de Mato Grosso. 2 Mestranda do Programa de Pós-graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal de Mato Grosso, campus de Cuiabá, Brasil, [email protected]. 3 Mestrando do Programa de Pós-graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal de Mato Grosso, campus de Cuiabá, Brasil, [email protected].

2 não deixo de ser eu, por isso, eu não sou eu (no sentido de uma identidade fixa, estática), nem sou outro (em que o eu se perde ou é assujeitado pelo outro). Nesse aspecto, Bakhtin assinala que a busca da palavra como ato por sua vez singular e irrepetível deve descrever de maneira participante a concreta arquitetônica, focada ao redor do eu, cujos momentos, segundo os quais se constituem e se dispõem todos os valores, os significados e as relações espaço-temporais, são eu-para-mim, o outro-paramim e eu-para outro (BAKHTIN, 1992, p.38)., o que caracteriza a arquitetônica do eu em termos de alteridade. A dialogicidade do eu que Bakhtin (1929 e 1963) descreve, analisando-a na obra de Dostoiévski, é a expressão desta inevitável situação do eu e da palavra na qual se decide cada vez o seu ouvir, o seu pensar, o seu agir, o seu dizer, o que fica claro na música, a qual, se trabalharmos de forma dialógica, consequentemente, fará os alunos refletirem e refratarem os diversos sentidos ali sugeridos. O verso sou qualquer coisa de intermédio nos remete ao conceito de interação, ao evento da interação, que se constitui um e o outro, eu e outro, ou seja, é no momento da interação que acontece o diálogo e ali se constitui a natureza da linguagem. Para Bakhtin (isso permeia toda a sua obra), viver é tomar posições continuamente, é enquadrar-se em um sistema de valores e, do interior dele, responder axiologicamente. Desse modo, partindo dos pressupostos bakhtinianos de que a linguagem humana é essencialmente dialógica e de que vivemos "no universo das palavras do outro", focalizaremos, mais precisamente, em que medida o dialogismo e a alteridade figuram e se configuram no discurso, neste caso na análise da música. Entendemos que nossas palavras estão imbricadas com a palavra do outro: Vivo no universo das palavras do outro. E toda a minha vida consiste em conduzir-me nesse universo, em reagir às palavras do outro. 2- Alteridade e Dialogicidade da palavra Analisando este trecho da música: Que vai de mim para o outro, entendemos que estamos constantemente internalizando e ressignificando os enunciados dos outros, a linguagem apresenta, segundo Bakhtin (2003), um caráter heteroglóssico; assim como dialógico, uma vez que esses enunciados sempre pressupõem uma atitude responsiva do(s) outro(s) a quem eles se dirigem..

3 A esse respeito, Faraco (2003, p. 22) diz: O mesmo mundo, quando correlacionado comigo e com o outro, recebe valorações diferentes, é determinado por diferentes quadros axiológicos. E essas diferenças são arquitetonicamente ativas, no sentido de que elas são constitutivas dos nossos atos (inclusive de nossos enunciados): é na contraposição de valores que os atos concretos se realizam; é no plano dessa contraposição axiológica (é no plano da alteridade) que cada um orienta seus atos. Baseado na concepção de alteridade, Bakhtin, afirma que não é um destinatário pacífico, cuja única função se resume em compreender o locutor; sua atitude em relação à fala do locutor é sempre responsiva ativa e materializa-se na sua resposta (externa ou interna). É exatamente uma resposta e não uma compreensão passiva que o locutor espera do(s) outro(s) a quem o seu discurso se dirige, resposta que pode se materializar sob a forma de uma concordância, pois nossos enunciados estão repletos da fala dos outros, isto é, de outros enunciados que são assimilados ou empregados de forma consciente ou não-consciente. Segundo Brait (1997), o dialogismo na teoria bakhtiniana pode ser interpretado como o elemento que instaura a natureza interdiscursiva da linguagem, na medida em que diz respeito ao permanente diálogo, nem sempre simétrico e harmonioso, que existe entre os diferentes discursos que configuram uma comunidade, uma cultura, uma sociedade (BRAIT, 1997, p. 98), assim, podemos pensar que a música se torna um elemento representativo das relações discursivas que se estabelecem entre o eu e o outro nos processos discursivos instaurados historicamente pelos sujeitos. Analisando a música na perspectiva da linguagem verbal, verificamos várias questões que se iluminam. Assim como na língua, podemos dizer que também aqui são as obras concretamente produzidas (os enunciados musicais ) que permitem o acesso das pessoas à fruição e compreensão das músicas. Os sistemas, as regras formais, as escolas estilísticas só são acessíveis, só tem existência por intermédio das obras concretas. Fora delas, não passam de abstrações, possibilidades virtuais que podem ou não vir a se realizarem. Analogamente ao funcionamento linguístico, também todo enunciado musical é dirigido a alguém, pressupõe um interlocutor presente ou ausente, real ou imaginário que de algum modo lhe será um respondente. A resposta aos enunciados musicais, também como na língua, nem sempre é imediata e materialmente visível, pois pode ser desde uma simples fruição da obra ou uma manifestação verbal (como um elogio,

4 saudação ou cumprimento) até a criação de outra obra em algum outro momento ou numa outra linguagem artística. Esse jogo de respostas a enunciados artísticos através da criação de outras obras, aliás, é uma característica muito presente no campo artístico de modo geral, não apenas na música. Desse modo, comprendemos que se trabalharmos a música em sala de aula, abordando os aspectos cognitivo, psicológico e social, numa perspectiva dialógica, enfatizando sua relevância para o desenvolvimento da humanidade, bem como sua representação histórica, pois a música tem a finalidade de ampliar e facilitar a aprendizagem do educando, e ensinando o indivíduo a ouvir e a escutar de maneira ativa e reflexiva, teremos bons frutos no processo educativo e colaboraremos para a formação de leitores críticos. Considerações finais: reflexões para outros horizontes Muito embora nosso caminho reflexivo nessa direção ainda esteja no início, a perspectiva discursiva mostra sinais positivos também ao jogar algumas luzes nas nossas práticas educativas e reflexivas sobre a questão da música em particular. Para além do campo analítico dos elementos linguísticos apenas, pensamos que esse modo de entender a música seja promissor também para o da discursividade. O fato de concebermos as músicas como enunciados e o campo musical como uma cadeia discursiva permite uma revisão radical dos procedimentos que envolvem a participação direta ou indireta da música. Desse modo, alicerçado na concepção dialógica da linguagem, podemos dizer que a nossa fala, assim como a música, não pertence só a nós. Nela ecoam muitos discursos, muitas vozes, às vezes explícitas, às vezes silenciadas. Nesse sentido, observamos que o discurso do outro na abordagem bakhtiniana revela a presença do heterogêneo na constitutição do discurso, o que nos mostra a contribuição de Bakhtin para os estudos da hetoregeneidade, a partir de sua reflexão sobre o discurso de outrem.

5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAKHTIN, M. Estética da Criação Verbal. 1 ed. Tradução de Maria Appenzeller. São Paulo: Martins Fontes, 1992 b. BRAIT, Beth. Bakhtin e a natureza constitutivamente dialógica da linguagem In: (org). Bakhtin, dialogismo e construção de sentido. Campinas: UNICAMP, FARACO, Carlos Alberto. Linguagem e diálogo: as idéias linguísticas do Círculo de Bakhtin, Curitiba: Criar, 2003.

Alteridade e responsividade em Bakhtin

Alteridade e responsividade em Bakhtin Alteridade e responsividade em Bakhtin Sebastiana Almeida Souza (UFMT/MeEL) 1 Sérgio Henrique de Souza Almeida (UFMT/MeEL) 2 Introdução Este artigo pretende trabalhar a noção de alteridade e responsividade

Leia mais

analisar de que maneira o enunciado de um participante discursivo reflete o enunciado de outro, dando ênfase aos aspectos em que as vozes envolvidas

analisar de que maneira o enunciado de um participante discursivo reflete o enunciado de outro, dando ênfase aos aspectos em que as vozes envolvidas 1 Introdução Nos últimos anos, inúmeros pesquisadores têm se dedicado a compreender, explorar e aprofundar os estudos do pensador russo Mikhael Bakhtin no que diz respeito à dimensão dialógica e polifônica

Leia mais

CONTEÚDOS DE FILOSOFIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE FILOSOFIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO DE FILOSOFIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas SECRETÁRIA

Leia mais

Rebak 1 : A alteridade pelo viés dialógico e a prática de escrita do aluno

Rebak 1 : A alteridade pelo viés dialógico e a prática de escrita do aluno Rebak 1 : A alteridade pelo viés dialógico e a prática de escrita do aluno Viviane Letícia Silva Carrijo 2 O eu pode realizar-se verbalmente apenas sobre a base do nós. BAKHTIN/VOLOSHINOV (1926) Bakhtin

Leia mais

Gêneros textuais no ciclo de alfabetização

Gêneros textuais no ciclo de alfabetização Gêneros textuais no ciclo de alfabetização Maria José Francisco de Souza NEPEL/FaE/UEMG [email protected] Objetivos Subsidiar o trabalho com gêneros textuais em salas de alfabetização; refletir

Leia mais

Universidade de São Paulo. Escola de Comunicação e Artes, ECA-USP

Universidade de São Paulo. Escola de Comunicação e Artes, ECA-USP Universidade de São Paulo Escola de Comunicação e Artes, ECA-USP Qual a USP que queremos: A USP hoje e daqui a 20 anos Estela Damato NUSP 7693618 São Paulo 2014 Introdução Pensar no futuro de uma universidade

Leia mais

LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: um estudo das relações entre as questões de interpretação textual e a proposta de ensino-aprendizagem 1

LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: um estudo das relações entre as questões de interpretação textual e a proposta de ensino-aprendizagem 1 1 LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: um estudo das relações entre as questões de interpretação textual e a proposta de ensino-aprendizagem 1 TARCÍSIO GOMES DA SILVA E DIVANEIDE FERREIRA DA SILVA INTRODUÇÃO O

Leia mais

Dialogismo no protocolo do professor-artista

Dialogismo no protocolo do professor-artista Dialogismo no protocolo do professor-artista Tânia Cristina dos Santos Boy Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da ECA/USP Doutoranda - Pedagogia do Teatro Or. Prof.ª Ingrid D. Koudela Professora

Leia mais

PESQUISA NARRATIVA: UMA METODOLOGIA PARA COMPREENDER A EXPERIÊNCIA HUMANA

PESQUISA NARRATIVA: UMA METODOLOGIA PARA COMPREENDER A EXPERIÊNCIA HUMANA - SEPesq PESQUISA NARRATIVA: UMA METODOLOGIA PARA COMPREENDER A EXPERIÊNCIA HUMANA Ana Paula Sahagoff Doutoranda em Letras, Mestre em Letras, Especialista em Gestão em Educação, Graduada em Letras UniRitter

Leia mais

NOÇÕES PRELIMINARES SOBRE O TEXTO E SUAS PROPRIEDADES. Angela Jamal. agosto/2013

NOÇÕES PRELIMINARES SOBRE O TEXTO E SUAS PROPRIEDADES. Angela Jamal. agosto/2013 NOÇÕES PRELIMINARES SOBRE O TEXTO E SUAS PROPRIEDADES Angela Jamal agosto/2013 Recorremos a um texto, quando temos alguma pretensão comunicativa e a queremos expressar (...) dessa forma, todo texto é a

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores METODOLOGIA CIENTÍFICA Redes de Computadores Metodologia e Introdução à Pesquisa AULA Inaugural AGENDA EMENTA OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS ESPECÍFICOS JUSTIFICATIVA COMPETÊNCIAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

Leia mais

Palavras Chave: Ambientes Virtuais, Conhecimento, Informação

Palavras Chave: Ambientes Virtuais, Conhecimento, Informação AMBIENTES COMPLEXOS E VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM Ivete Picarelli PUC/SP 2010 Resumo A Internet de um modo geral está abrindo espaços para novas formas de comunicação e de buscas de informação, permitindo

Leia mais

UM OLHAR EXOTÓPICO SOBRE O TEXTO NÃO VERBAL ABAPORU 1

UM OLHAR EXOTÓPICO SOBRE O TEXTO NÃO VERBAL ABAPORU 1 UM OLHAR EXOTÓPICO SOBRE O TEXTO NÃO VERBAL ABAPORU 1 Lucimeire da Silva FURLANETO (UFMT/CEFAPRO) 2 A cultura genericamente entendida como sendo o modo de viver de um determinado povo em um determinado

Leia mais

A COMPREENSÃO DO SENTIDO EM LIVROS DIDÁTICOS PARA O ENSINO MÉDIO

A COMPREENSÃO DO SENTIDO EM LIVROS DIDÁTICOS PARA O ENSINO MÉDIO A COMPREENSÃO DO SENTIDO EM LIVROS DIDÁTICOS PARA O ENSINO MÉDIO 307 Christiê Duarte Linhares 11 Kellen Fabiane Chaves Ferreira 22 1 Introdução A leitura desempenha um papel importante para a formação

Leia mais

Num caso como no outro, o filosofar apresenta-se como uma actividade que consiste

Num caso como no outro, o filosofar apresenta-se como uma actividade que consiste 1.3.A Dimensão Discursiva do Trabalho Filosófico 1.3.1.Os Instrumentos do Trabalho Discursivo a) O trabalho filosófico Disse-se atrás que mais importante do que a filosofia é o filosofar, o trabalho que

Leia mais

O SIGNIFICADO INTERPESSOAL EM TEXTOS MULTIMODAIS NO LIVRO DE INGLÊS: UMA ANÁLISE CONTRASTIVA

O SIGNIFICADO INTERPESSOAL EM TEXTOS MULTIMODAIS NO LIVRO DE INGLÊS: UMA ANÁLISE CONTRASTIVA O SIGNIFICADO INTERPESSOAL EM TEXTOS MULTIMODAIS NO LIVRO DE INGLÊS: UMA ANÁLISE CONTRASTIVA Adriana Baptista de Souza (UERJ) [email protected] 1. Introdução Este trabalho visa a investigar como

Leia mais

2 Método. 2.1. Tipo de Pesquisa

2 Método. 2.1. Tipo de Pesquisa 2 Método 2.1. Tipo de Pesquisa Segundo Kotler (2000), a natureza da pesquisa pode ser classificada como exploratória, descritiva ou casual. A primeira, busca aprofundar conceitos preliminares. De acordo

Leia mais

Os gêneros do discurso. BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003. p.261-306.

Os gêneros do discurso. BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003. p.261-306. Os gêneros do discurso BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003. p.261-306. Resenhado por Rita Signor 1 Nos estudos de gêneros do

Leia mais

ORIENTAÇÕES CURRICULARES PERÍODO INICIAL - LÍNGUA PORTUGUESA

ORIENTAÇÕES CURRICULARES PERÍODO INICIAL - LÍNGUA PORTUGUESA ORIENTAÇÕES CURRICULARES PERÍODO INICIAL - LÍNGUA PORTUGUESA OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES Apropriação da língua escrita como meio de expressão, interação e comunicação. Uso social da escrita Relação

Leia mais

DOS BRINQUEDOS ÀS BRINCADEIRAS: REFLEXÕES SOBRE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

DOS BRINQUEDOS ÀS BRINCADEIRAS: REFLEXÕES SOBRE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL DOS BRINQUEDOS ÀS BRINCADEIRAS: REFLEXÕES SOBRE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila de Lima Neves.(UEPB) [email protected] Margareth Maria de Melo, orientadora, UEPB, [email protected]

Leia mais

ÉTICA E MORAL. profa. Karine Pereira Goss

ÉTICA E MORAL. profa. Karine Pereira Goss profa. Karine Pereira Goss Muitas vezes utiliza-se esses termos como sinônimos. Mas há diferenças entre eles, embora se relacionem estreitamente. MORAL é um conjunto de normas que regulam o comportamento

Leia mais

O ENSINO NUMA ABORDAGEM CTS EM ESCOLA PÚBLICA DE GOIÂNIA

O ENSINO NUMA ABORDAGEM CTS EM ESCOLA PÚBLICA DE GOIÂNIA O ENSINO NUMA ABORDAGEM CTS EM ESCOLA PÚBLICA DE GOIÂNIA Rafaella Rodrigues Santos 1 Danielle Regina de Ávila 2 Paulo Vinícius de Carvalho 3 Mirian Pacheco Silva 4 RESUMO: Pensando na formação de sujeitos

Leia mais

O currículo do Ensino Religioso: formação do ser humano a partir da diversidade cultural

O currículo do Ensino Religioso: formação do ser humano a partir da diversidade cultural O currículo do Ensino Religioso: formação do ser humano a partir da diversidade cultural Prof. Ms. Henri Luiz Fuchs Pedagogo e teólogo. Professor no Centro Universitário La Salle, Canoas, RS. Integrante

Leia mais

Oficina: Jogar para gostar e aprender matemática. Profa. Dra. Adriana M. Corder Molinari [email protected]

Oficina: Jogar para gostar e aprender matemática. Profa. Dra. Adriana M. Corder Molinari dri.molinari@uol.com.br Oficina: Jogar para gostar e aprender matemática Profa. Dra. Adriana M. Corder Molinari [email protected] 1 Implicações do Jogo Quatro Cores: Para jogar bem, é preciso economia de cores e consideração

Leia mais

Formas de abordagem dramática na educação

Formas de abordagem dramática na educação 1 Formas de abordagem dramática na educação Ana Carolina Müller Fuchs O teatro no contexto escolar possui diversas abordagens que se modificaram conforme a transformação da própria educação. Inicialmente

Leia mais

VI CONGRESSO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO DAS DST/AIDS Belo Horizonte - Minas Gerais Novembro de 2006

VI CONGRESSO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO DAS DST/AIDS Belo Horizonte - Minas Gerais Novembro de 2006 VI CONGRESSO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO DAS DST/AIDS Belo Horizonte - Minas Gerais Novembro de 2006 Contextos Epidêmicos e Aspectos Sociais das DST/Aids no Brasil: Os Novos Horizontes da Prevenção José Ricardo

Leia mais

Aula3 ESTUDOS CULTURAIS E PRODUÇÃO DISCURSIVA DA NATUREZA. Marlécio Maknamara

Aula3 ESTUDOS CULTURAIS E PRODUÇÃO DISCURSIVA DA NATUREZA. Marlécio Maknamara Aula3 ESTUDOS CULTURAIS E PRODUÇÃO DISCURSIVA DA NATUREZA META Compreender, à luz dos Estudos Culturais, que a natureza não é algo exclusivamente natural. OBJETIVOS Ao fi nal desta aula, o aluno deverá:

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Filosofia e Ciências Humanas Faculdade de Educação Pós-Graduação Lato Sensu

Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Filosofia e Ciências Humanas Faculdade de Educação Pós-Graduação Lato Sensu Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Filosofia e Ciências Humanas Faculdade de Educação Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DOCÊNCIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL NATASHA PITANGUY DE

Leia mais

Avaliação Diagnóstica de Língua Portuguesa

Avaliação Diagnóstica de Língua Portuguesa Gestão da Aprendizagem Escolar II Avaliação Diagnóstica de Língua Portuguesa (Entrada) Gabaritos e Ensino Fundamental 5 a à 8 a série (6 o ao 9 o ano) 5 a Série (6 o ano) - Ensino Fundamental Leitura e

Leia mais

A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos

A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos Organizadoras: Francisca Izabel Pereira Maciel Mônica Correia Baptista Sara Mourão Monteiro Estrutura da exposição 1. O contexto

Leia mais

ASPECTOS DA REFLEXÃO DE RENÉ DESCARTES NA PRIMEIRA E SEGUNDA MEDITAÇÃO METAFÍSICA

ASPECTOS DA REFLEXÃO DE RENÉ DESCARTES NA PRIMEIRA E SEGUNDA MEDITAÇÃO METAFÍSICA ASPECTOS DA REFLEXÃO DE RENÉ DESCARTES NA PRIMEIRA E SEGUNDA MEDITAÇÃO METAFÍSICA Thauana Aparecida Teixeira* Marco Antonio Facione Berbel** JUSTIFICATIVA A história da humanidade perpassa por vários momentos

Leia mais

A sociologia e o espaço urbano. Por: Eugénio Brás

A sociologia e o espaço urbano. Por: Eugénio Brás A sociologia e o espaço urbano Por: Eugénio Brás Planeamento Participativo (PP) Cultura Urbana Etnografia aplicada Os custos potenciais Tempo Recursos Ideologia Política O PP precisa de uma metodologia:

Leia mais

TÓPICOS DE RELATIVIDADE E NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO MÉDIO: DESIGN INSTRUCIONAL EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM.

TÓPICOS DE RELATIVIDADE E NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO MÉDIO: DESIGN INSTRUCIONAL EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM. TÓPICOS DE RELATIVIDADE E NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO MÉDIO: DESIGN INSTRUCIONAL EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM. Palavras-chave: física moderna, ambiente virtual de aprendizagem, design instrucional,

Leia mais

D. José da Cruz Policarpo. Actualidade da Palavra de Deus

D. José da Cruz Policarpo. Actualidade da Palavra de Deus D. José da Cruz Policarpo Actualidade da Palavra de Deus U n i v e r s i da d e C at ó l i c a E d i to r a Lisboa 2009 Sumário I. Descobrir a fecundidade da Palavra, caminhando com Paulo II. Aprofundar

Leia mais

O SUBJETIVISMO IDEALISTA E O OBJETIVISMO ABSTRATO NO CÍRCULO DE BAKHTIN INDIVIDUALISTIC SUBJECTIVISM AND ABSTRACT OBJECTIVISM IN BAKHTIN CIRCLE

O SUBJETIVISMO IDEALISTA E O OBJETIVISMO ABSTRATO NO CÍRCULO DE BAKHTIN INDIVIDUALISTIC SUBJECTIVISM AND ABSTRACT OBJECTIVISM IN BAKHTIN CIRCLE O SUBJETIVISMO IDEALISTA E O OBJETIVISMO ABSTRATO NO CÍRCULO DE BAKHTIN INDIVIDUALISTIC SUBJECTIVISM AND ABSTRACT OBJECTIVISM IN BAKHTIN CIRCLE Danielle Sousa SILVA Francisco de Freitas LEITE NETLLI/URCA,

Leia mais

FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROGRAMA GERAL DE COMPONENTE CURRICULAR PGCC

FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROGRAMA GERAL DE COMPONENTE CURRICULAR PGCC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE UERN CAMPUS AVANÇADO PROFª. MARIA ELISA DE A. MAIA - CAMEAM DEPARTAMENTO DE LETRAS DL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS PPGL Curso de Mestrado Acadêmico

Leia mais

Copyright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total deste ebook só é permitida através de autorização por escrito de

Copyright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total deste ebook só é permitida através de autorização por escrito de 1 Veja nesta aula uma introdução aos elementos básicos da perspectiva. (Mateus Machado) 1. DEFINIÇÃO INTRODUÇÃO A PERSPECTIVA Podemos dizer que a perspectiva é sem dúvida uma matéria dentro do desenho

Leia mais

Letras Tradução Espanhol-Português Ementário

Letras Tradução Espanhol-Português Ementário Letras Tradução Espanhol-Português Ementário Componentes Curriculares CH Ementa Cultura Clássica 04 Estudo da cultura das civilizações clássica em suas diversas fases, tendo em vista reflexões sobre a

Leia mais

A LITERATURA DE CORDEL E OS CLÁSSICOS DA POLÍTICA

A LITERATURA DE CORDEL E OS CLÁSSICOS DA POLÍTICA A LITERATURA DE CORDEL E OS CLÁSSICOS DA POLÍTICA Valdezia Izidorio Agripino UFPB 1 [email protected] INTRODUÇÃO Sabemos que o ensino-aprendizagem é um processo de assimilação de conhecimentos

Leia mais

O PIBID LETRAS PORTUGUÊS NO COLÉGIO ESTADUAL MAHATMA GANDHI: A LEITURA COMPREENSIVA E A APROXIMAÇÃO COM O TEXTO LITERÁRIO PARA O GÊNERO TEATRAL

O PIBID LETRAS PORTUGUÊS NO COLÉGIO ESTADUAL MAHATMA GANDHI: A LEITURA COMPREENSIVA E A APROXIMAÇÃO COM O TEXTO LITERÁRIO PARA O GÊNERO TEATRAL O PIBID LETRAS PORTUGUÊS NO COLÉGIO ESTADUAL MAHATMA GANDHI: A LEITURA COMPREENSIVA E A APROXIMAÇÃO COM O TEXTO LITERÁRIO PARA O GÊNERO TEATRAL Alessandra Silvestri (Bolsista do PIBID -CAPES UNICENTRO)

Leia mais

Fundamentos Teóricos da Linguística. Contextualização. Licenciatura em Letras. Com as Ideias de Chomsky. Após Saussure

Fundamentos Teóricos da Linguística. Contextualização. Licenciatura em Letras. Com as Ideias de Chomsky. Após Saussure Fundamentos Teóricos da Linguística Teleaula 2 Prof. Dra. Sandra Lopes Monteiro [email protected] Contextualização Licenciatura em Letras Após Saussure A linguística tem sido alvo de várias

Leia mais

Formas imperativas em tiras de jornais paulistas

Formas imperativas em tiras de jornais paulistas Formas imperativas em tiras de jornais paulistas Poliana Rossi Borges Faculdade de Ciências e Letras - Unesp Rodovia Araraquara-Jaú km 1, Araraquara-SP Cep 14800-901 Abstract. This study aims to describe

Leia mais

MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES Hellen Braga Serpeloni 1 Este artigo analisa os mapas conceituais na formação inicial de professores como métodos eficazes para armazenar

Leia mais

TÍTULO: A ARTE COMO PROCESSO EDUCATIVO: UM ESTUDO SOBRE A PRÁTICA DO TEATRO NUMA ESCOLA PÚBLICA.

TÍTULO: A ARTE COMO PROCESSO EDUCATIVO: UM ESTUDO SOBRE A PRÁTICA DO TEATRO NUMA ESCOLA PÚBLICA. Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: A ARTE COMO PROCESSO EDUCATIVO: UM ESTUDO SOBRE A PRÁTICA DO TEATRO NUMA ESCOLA PÚBLICA. CATEGORIA:

Leia mais

TÉCNICAS DE ESTUDO E PESQUISA TÉCNICAS DE ESTUDO E PESQUISA

TÉCNICAS DE ESTUDO E PESQUISA TÉCNICAS DE ESTUDO E PESQUISA TÉCNICAS DE ESTUDO E PESQUISA Graduação 1 UNIDADE 5 A ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA Esta unidade aborda o processo de construção de um importante instrumento da pesquisa: o projeto. Algumas unidades

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO. Joselaine S. de Castro

ALFABETIZAÇÃO. Joselaine S. de Castro ALFABETIZAÇÃO Joselaine S. de Castro Pressuposto n Preciso conhecer/compreender o fenômeno para poder intervir eficazmente nele. LINGUAGEM Quatro habilidades: Ouvir Falar Ler Escrever n Recebemos: Ouvir

Leia mais

Boas situações de Aprendizagens. Atividades. Livro Didático. Currículo oficial de São Paulo

Boas situações de Aprendizagens. Atividades. Livro Didático. Currículo oficial de São Paulo Atividades Boas situações de Aprendizagens Livro Didático Currículo oficial de São Paulo LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EXCLUSIVAMENTE EM CONTEÚDOS E ATIVIDADES Enfoque fragmentado, centrado na transmissão

Leia mais

CONTEÚDOS DE ARTE POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE ARTE POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO CONTEÚDOS DE ARTE POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas

Leia mais

Programação das Unidades de Aprendizagem

Programação das Unidades de Aprendizagem Disciplina: Língua Portuguesa 8ºAno Ano Lectivo: 09 /10 U.A.Nº: 0 metodologias básicas de análise, e investir esse na mobilização das apropriadas à compreensão oral e escrita e na - Apresentação - Apresentação

Leia mais

1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS.

1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS. Formulação de Objetivos Educacionais 1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS. A prática educativa atua no desenvolvimento individual e social dos indivíduos, proporcionando-lhes os meios de apropriação

Leia mais

A Teoria do Conhecimento

A Teoria do Conhecimento A Teoria do Conhecimento Objeto Conhecimento Objetivo Estudar a origem, natureza, valor e limites do conhecimento e da nossa capacidade de conhecer Problemas As formas do conhecimento A definição de conhecimento

Leia mais

CONTEXTUALIZAÇÃO DO CONTEÚDO DE TABELA PERIÓDICA UTILIZANDO RÓTULOS DE ALIMENTOS

CONTEXTUALIZAÇÃO DO CONTEÚDO DE TABELA PERIÓDICA UTILIZANDO RÓTULOS DE ALIMENTOS CONTEXTUALIZAÇÃO DO CONTEÚDO DE TABELA PERIÓDICA UTILIZANDO RÓTULOS DE ALIMENTOS Jaqueline de Souza (1); Caio César Alves de Souza Lima (1); Maria Betania Hermenegildo dos Santos (1) Universidade Federal

Leia mais

Unidade II Ciência: O homem na construção do conhecimento.

Unidade II Ciência: O homem na construção do conhecimento. Unidade II Ciência: O homem na construção do conhecimento. 12.1 Conteúdo: Análise de questões do ENEM, inferência de informação implícita e relação de discurso. Habilidades: Reconhecer a estrutura das

Leia mais

O QUE É A FILOSOFIA? A filosofia no Ensino Médio

O QUE É A FILOSOFIA? A filosofia no Ensino Médio O QUE É A FILOSOFIA? A filosofia no Ensino Médio Gustavo Bertoche Quando a filosofia é apresentada no ensino médio, a primeira dificuldade que os alunos têm é relativa à compreensão do que é a filosofia.

Leia mais

d) usar um pronome (a apontação ostensiva) numa localização particular quando a referência for óbvia;

d) usar um pronome (a apontação ostensiva) numa localização particular quando a referência for óbvia; Sintaxe Espacial Qualquer referência usada no discurso requer o estabelecimento de um local no espaço de sinalização. Este local pode ser referido através de vários mecanismos espaciais: a) fazer o sinal

Leia mais

A INFLUÊNCIA DE SAUSSURE NOS TRABALHOS DE DUCROT: APROXIMAÇÕES E DISTANCIAMENTOS 1

A INFLUÊNCIA DE SAUSSURE NOS TRABALHOS DE DUCROT: APROXIMAÇÕES E DISTANCIAMENTOS 1 A INFLUÊNCIA DE SAUSSURE NOS TRABALHOS DE DUCROT: APROXIMAÇÕES E DISTANCIAMENTOS 1 Considerações iniciais Deise Redin Mack 2 Temos encontrado em nossos referenciais teóricos a afirmação de que a Linguística

Leia mais

Autor: Profª Msª Carla Diéguez METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

Autor: Profª Msª Carla Diéguez METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Autor: Profª Msª Carla Diéguez METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA OBJETIVO DA AULA AULA 3 O PROJETO E O ARTIGO PARTE 1 A ESTRUTURA DO PROJETO E DO ARTIGO Objetivo Geral Auxiliar o aluno na elaboração do

Leia mais

ENSAIO FILOSÓFICO ACERCA DO TEMA FORA DA ARTE NÃO HÁ SALVAÇÃO

ENSAIO FILOSÓFICO ACERCA DO TEMA FORA DA ARTE NÃO HÁ SALVAÇÃO 27 ENSAIO FILOSÓFICO ACERCA DO TEMA FORA DA ARTE NÃO HÁ SALVAÇÃO Júlia de Holanda [email protected] Brasília-DF 2006 28 ENSAIO FILOSÓFICO ACERCA DO TEMA FORA DA ARTE NÃO HÁ SALVAÇÃO Júlia

Leia mais

Artes Visuais. Profª Ms. Alessandra Freitas Profª Ms. Gabriela Maffei Professoras das Faculdades COC. 12 e 13 de Maio

Artes Visuais. Profª Ms. Alessandra Freitas Profª Ms. Gabriela Maffei Professoras das Faculdades COC. 12 e 13 de Maio Artes Visuais Profª Ms. Alessandra Freitas Profª Ms. Gabriela Maffei Professoras das Faculdades COC 12 e 13 de Maio Temas propostos para discussão O que é Arte? A arte e a educação. O que são Artes Visuais?

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia 3.1 Tipo de Pesquisa De acordo com os conceitos propostos por Gil (1996) e Vergara (1997), podemos classificar esta pesquisa segundo dois critérios básicos: Quanto aos fins: Exploratória

Leia mais

PSICOLOGIA EM SAÚDE. Unidade III - Psicanálise

PSICOLOGIA EM SAÚDE. Unidade III - Psicanálise PSICOLOGIA EM SAÚDE Unidade III - Psicanálise 0 PSICANÁLISE Estudaremos, nesta Unidade, a Psicanálise considerada como a teoria da psicologia desenvolvida por Sigmund Freud. A Psicanálise é a teoria da

Leia mais

Informativo THE 2014 Testes de Habilidades Específicas

Informativo THE 2014 Testes de Habilidades Específicas 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO PROCESSO SELETIVO DISCENTE THE 2014 ESCOLA DE TEATRO CANDIDATOS AOS CURSOS DE BACHARELADO EM ARTES CÊNICAS HABILITAÇÃO CENOGRAFIA BACHARELADO EM

Leia mais

PROJETO CICLO Arte e Educação. Dinamarca Rio de Janeiro

PROJETO CICLO Arte e Educação. Dinamarca Rio de Janeiro PROJETO CICLO Arte e Educação 2014 Dinamarca Rio de Janeiro Apresentação CICLO é um projeto internacional de arte e educação que acontece no Rio, Brasil, Dinamarca, São Petersburgo, Rússia e Cidade do

Leia mais

Seminário 2: Análise de livros didáticos de Física para o Ensino Médio

Seminário 2: Análise de livros didáticos de Física para o Ensino Médio Propostas e Projetos para o Ensino de Física Prof. Anne L. Scarinci Seminário 2: Análise de livros didáticos de Física para o Ensino Médio Henrique Gallo Jairo Mendes Marcos Teruo Ronaldo Belizário 2001

Leia mais

Simpósio Múltiplos letramentos na escola pública Resumos das comunicações

Simpósio Múltiplos letramentos na escola pública Resumos das comunicações Simpósio Múltiplos letramentos na escola pública Resumos das comunicações Evento realizado no Colégio Municipal Prefeito Mendes de Moraes Rio de Janeiro em 22.09.12 Cenas de Musicais Anorata Teixeira da

Leia mais

Para Marcuschi (2003), gêneros são eventos textuais altamente maleáveis, dinâmicos e plásticos. Surgem a partir de necessidades, atividades

Para Marcuschi (2003), gêneros são eventos textuais altamente maleáveis, dinâmicos e plásticos. Surgem a partir de necessidades, atividades 3 Gênero discursivo Em termos teóricos, entender as características de gêneros discursivos tornou-se uma questão essencial para este estudo, pois, como observou Ramos (capítulo 2), a análise da situação-alvo

Leia mais

PROJETO EDUCAÇÃO LINGUÍSTICA E INTERCULTURAL- ESPANHOL VIA PROJETOS: IMPRESSÕES E PERSPECTIVAS

PROJETO EDUCAÇÃO LINGUÍSTICA E INTERCULTURAL- ESPANHOL VIA PROJETOS: IMPRESSÕES E PERSPECTIVAS PROJETO EDUCAÇÃO LINGUÍSTICA E INTERCULTURAL- ESPANHOL VIA PROJETOS: IMPRESSÕES E PERSPECTIVAS Adriele Delgado Dias (Autora) Chaiane Viera dos Santos (Autora) Scárlati Castro de Menezes (Autora) Eliana

Leia mais

Como Fazer uma Monografia

Como Fazer uma Monografia Como Fazer uma Monografia Profa. Mara Abel Instituto de Informática / UFRGS [email protected] O que é uma monografia? A descrição, através de um texto com formato pré-definido, dos resultados obtidos

Leia mais

O mestre e o professor na revista Nova Escola 1

O mestre e o professor na revista Nova Escola 1 O mestre e o professor na revista Nova Escola 1 Bianca Benini Moézia de Lima 2 - UCB Este trabalho é parte de um projeto de pesquisa intitulado Educação e Ciência: representações práticas desenvolvido

Leia mais

Metodologia de Investigação Educacional I

Metodologia de Investigação Educacional I Metodologia de Investigação Educacional I Desenhos de Investigação Isabel Chagas Investigação I - 2004/05 Desenhos de Investigação Surveys (sondagens) Estudos Experimentais Estudos Interpretativos Estudos

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO PADRE ANCHIETA Pós-graduação UNIANCHIETA. TRABALHO DE CURSO Modalidade: projeto corporativo

CENTRO UNIVERSITÁRIO PADRE ANCHIETA Pós-graduação UNIANCHIETA. TRABALHO DE CURSO Modalidade: projeto corporativo TRABALHO DE CURSO Modalidade: projeto corporativo Jundiaí/SP 2015 Introdução No Brasil, o ambiente corporativo, antes muito a mercê das práticas e decisões relativamente simples, em função dos novos padrões

Leia mais

O TRABALHO PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA.

O TRABALHO PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA. O TRABALHO PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Roseane Soares Almeidai Rroseane Cruz Freire Rodriguesii Palavras-chave: trabalho pedagógico; formação de professor; educação

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 3-CEPE/UNICENTRO, DE 5 DE JANEIRO DE 2011. Aprova o Curso de Especialização em Educação e Diversidade, modalidade regular, a ser ministrado no Campus de Irati, da UNICENTRO. O VICE-REITOR,

Leia mais

Metodologia do trabalho 1. Pré-leitura: Texto de introdução à leitura sobre a formação do conhecimento noções de semânticas e fonéticas.

Metodologia do trabalho 1. Pré-leitura: Texto de introdução à leitura sobre a formação do conhecimento noções de semânticas e fonéticas. Projeto de Livro Paradidático - 5 ano 1 bimestre Desafios de cordel Autor: César Obeid- Ilustrações de Fernando Vilela Desafios de cordel' apresenta um panorama da literatura de cordel e do repente de

Leia mais

TOM, SEMITOM, SUSTENIDO, BEMOL.

TOM, SEMITOM, SUSTENIDO, BEMOL. TOM, SEMITOM, SUSTENIDO, BEMOL. Tom e semitom (ou tono e semitono): são diferenças específicas de altura, existentes entre as notas musicais, isto é, são medidas mínimas de diferença entre grave e agudo.

Leia mais

OUTROS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO

OUTROS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO Aula 6 OUTROS MODOS DE REPRESENTAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO META Apresentar formas e alternativas de representação do espaço geográfico que permitam o mapeamento de rugosidades espaciais. OBJETIVOS No final

Leia mais

NÍVEIS DE CONHECIMENTO ESPERADOS DOS ESTUDANTES: A NOÇÃO INTUITIVA DE CONJUNTO.

NÍVEIS DE CONHECIMENTO ESPERADOS DOS ESTUDANTES: A NOÇÃO INTUITIVA DE CONJUNTO. NÍVEIS DE CONHECIMENTO ESPERADOS DOS ESTUDANTES: A NOÇÃO INTUITIVA DE CONJUNTO. Áureo de Albuquerque Ribeiro 1 -UNICSUL Marlene Alves Dias 2 -UNICSUL Resumo: Este trabalho constituiu-se em uma proposta

Leia mais

INTEGRAR ESCOLA E MATEMÁTICA

INTEGRAR ESCOLA E MATEMÁTICA INTEGRAR ESCOLA E MATEMÁTICA BONFIM, Isabela Prado 1 NETTO, Geisson Fernandes 2 SILVA, Élida Alves da 3 CUNHA, Juliana Bernardes Borges da 4 PALAVRAS-CHAVE: Educação, Matemática, Oficinas, Laboratório.

Leia mais

ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR

ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR 1º PERÍODO Lamego, 14 de janeiro de 2013 INTRODUÇÃO Para uma eficaz monitorização das competências esperadas para cada criança, no final

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº 99, DE 23 DE JULHO DE 2013 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, tendo em vista a decisão tomada em sua 316ª Reunião Ordinária, realizada em 23 de julho de 2013, e o que consta

Leia mais

O ALUNO PRODUZ DISCURSOS? UMA ANÁLISE SOBRE A PRODUÇÃO ESCRITA ARGUMENTATIVA EM SALA DE AULA

O ALUNO PRODUZ DISCURSOS? UMA ANÁLISE SOBRE A PRODUÇÃO ESCRITA ARGUMENTATIVA EM SALA DE AULA O ALUNO PRODUZ DISCURSOS? UMA ANÁLISE SOBRE A PRODUÇÃO ESCRITA ARGUMENTATIVA EM SALA DE AULA SCHORK, Silvana FURB [email protected] Educação, Cultura e Sociedade/ Sem Agência Financiadora. RESUMO

Leia mais

JOGO DIDÁTICO PERFIL PERIÓDICO: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO DA TABELA PERIÓDICA

JOGO DIDÁTICO PERFIL PERIÓDICO: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO DA TABELA PERIÓDICA JOGO DIDÁTICO PERFIL PERIÓDICO: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO DA TABELA PERIÓDICA Janelene Freire Diniz 1, Fátima Suely de A. Santos 2, Maria Socorro de Queirós 3, Antonio Nóbrega de Sousa 4. 1 Graduando

Leia mais

DESAPROPRIANDO O CURRÍCULO: ARTE, PRÁTICA EDUCATIVA E EXPERIÊNCIA VIVIDA

DESAPROPRIANDO O CURRÍCULO: ARTE, PRÁTICA EDUCATIVA E EXPERIÊNCIA VIVIDA DESAPROPRIANDO O CURRÍCULO: ARTE, PRÁTICA EDUCATIVA E EXPERIÊNCIA VIVIDA Maurício REMÍGIO [email protected] Faculdade de Artes Visuais Universidade Federal de Goiás Raimundo MARTINS [email protected]

Leia mais

Programa de Matemática 2º ano

Programa de Matemática 2º ano Programa de Matemática 2º ano Introdução: A Matemática é uma das ciências mais antigas e é igualmente das mais antigas disciplinas escolares, tendo sempre ocupado, ao longo dos tempos, um lugar de relevo

Leia mais

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JÚLIO MÜLLER DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO OUTUBRO DE 2013 SUMÁRIO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO... 1 1. Núcleo de Informações

Leia mais

Apresentação da disciplina

Apresentação da disciplina FEUP MIEIG & MIEM Ano letivo 2013/14 Disciplina: Gestão da Qualidade Total Apresentação da disciplina (v1 em 2 de setembro) José A. Faria, [email protected] Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto,

Leia mais

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA CRIANÇAS DE 6 MESES A 2 ANOS DE IDADE

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA CRIANÇAS DE 6 MESES A 2 ANOS DE IDADE 1 BERNADETE LOURDES DE SOUSA BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA CRIANÇAS DE 6 MESES A 2 ANOS DE IDADE SINOP 2010 2 BERNADETE LOURDES DE SOUSA BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Leia mais

DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO

DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO DENOTAÇÃO Atribui às palavras significados claros, objetivos, que evocam um único sentido, aceito pelas pessoas como algo convencional. Ex.: A rosa é uma flor perfumada. CONOTAÇÃO

Leia mais

Fundamentos da Educação Infantil

Fundamentos da Educação Infantil FAAC Faculdade Afonso Cláudio Pólo Tijuca Rio de Janeiro Pós-graduação em Educação Fundamentos da Educação Infantil Rosane Tesch [email protected] Educação Infantil: Fundamentos e Métodos Zilma Ramos

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE A LEGISLAÇÃO PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NAS TRÊS CAPITAIS DA REGIÃO SUL DO BRASIL

UM ESTUDO SOBRE A LEGISLAÇÃO PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NAS TRÊS CAPITAIS DA REGIÃO SUL DO BRASIL 034 UM ESTUDO SOBRE A LEGISLAÇÃO PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NAS TRÊS CAPITAIS DA REGIÃO SUL DO BRASIL Sérgio Luiz Ferreira de Figueiredo 1 ; Dyane da Silva Rosa 2

Leia mais

ENSAIO SOBRE AS FASES DA LUA

ENSAIO SOBRE AS FASES DA LUA Introdução ENSAIO SOBRE AS FASES DA LUA Denis E. Peixoto NASE Brasil Compreender e explicar as fases da tem sido um dos maiores obstáculos enfrentados pelos professores de ciências tanto do Ensino Fundamental

Leia mais

SIMETRIA - POÉTICA EM LÍNGUA DE SINAIS

SIMETRIA - POÉTICA EM LÍNGUA DE SINAIS SIMETRIA - POÉTICA EM LÍNGUA DE SINAIS Fernanda de Araujo Machado (PGET/UFSC) [email protected] RESUMO As inovações tecnológicas, notadamente a possibilidade de registro e compartilhamento

Leia mais