3. Contrarrazões apresentadas. 4. É o relatório. AHRB
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- Rafael Cipriano Stachinski
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1 PROCESSO Nº: APELAÇÃO RELATÓRIO 1. Trata-se de apelação cível interposta pela União, em face de sentença proferida em sede de ação ordinária, oriunda da 2ª Vara Federal da SJ/CE, que julgou procedente o pedido inicial para declarar a nulidade do ato que provocou duplicidade de inscrição do PIS do autor com o soldado Arthur Alves de Sousa, bem como condenou a União Federal ao pagamento das parcelas do PIS do autor referente aos anos de 2011 e Determinou, ainda, à ré que regularizasse o número de inscrição no PIS/PASEP do autor, procedendo às retificações necessárias em seu cadastros mediante comunicação formal ao agente centralizador CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. 2. Alega a apelante, em apertada síntese, que seria parte ilegítima para figurar no polo passivo da lide e, no mérito, entende que o fato de o autor/apelado ter servido ao Exército Brasileiro e ter havido um equívoco da unidade militar quanto ao preenchimento das suas informações relativas ao PIS/PASEP, não transmuda a causa em lide de cunho administrativo funcional, pois aqui não se discute qualquer relação funcional do Exército com o ex- militar, e sim questão eminentemente ligada ao PIS/PASEP, razão pela qual não pode ser responsabilizada por qualquer problema relativo a RAIS (Relação Anual de informações Sociais), na medida em que participou do caso tão somente na condição de "empregadora". 3. Contrarrazões apresentadas. 4. É o relatório. PROCESSO Nº: APELAÇÃO
2 VOTO 1. Para a melhor compreensão da lide, transcrevo trechos da sentença com o seu escorço fático: "Alegou no essencial que teve seu primeiro emprego de carteira assinada no ano de 2006 e serviu ao Exército pelo período de um ano ( ). Em junho de 2009, retornou a trabalhar com a carteira assinada na empresa Viação Urbana LTDA. Ocorre que em 2012, ao buscar o recebimento de seu abono salarial, o mesmo foi informado que o número do seu PIS estava inscrito no nome de um soldado do exército chamado Arthur Alves de Sousa. Este serviu junto com o Sr. Anderson Rodrigues e continua na ativa. O autor compareceu à Defensoria Pública do Estado com o fito de resolver a questão. A DPE enviou ofício ao Comando Geral do 23 Batalhão para resolver administrativamente a questão. O Comando respondeu o oficio e o autor recebeu seu abono relativo ao ano de Na resposta do oficio, o Comandante do 23 Batalhão de Caçadores informa que o autor e o soldado Arthur Alves foram inscritos no mesmo PASEP de n e solicitou a exclusão do vínculo do autor com o exército bem como a correção do número do PASEP do soldado Arthur Alves de Sousa. Após isto o autor procurou a Defensoria Publica da União em busca de assistência jurídica para que pudesse receber os valores do PIS correspondentes ao ano de 2011 e 2013 já que os valores não foram percebidos pelo autor em virtude de erro da Administração Pública. A Defensoria Publica da União enviou ofício a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego - SRTE no Ceará com o fito de resolver administrativamente a questão A SRTE informou que o erro nas informações concernentes ao PIS do autor se deu por informações erradas prestadas pelo Exercito, como já narrado anteriormente, tendo também informado que é de responsabilidade do empregador a retificação ou a exclusão em caso de equívoco na Relação Anual de informações Sociais - RAIS. Também foi informado mediante oficio que o autor poderia resolver a questão administrativamente se comparecesse a Agencia Regional do Trabalho, situada na Rua 24 de maio, 178, Centro, Fortaleza. O autor compareceu então a DPU para pegar cópia do referido ofício e dirigiu-se à Agencia Regional do Trabalho, entretanto nada foi resolvido. Na ocasião o autor solicitou cópia das RAIS referente aos períodos de e a atual. Não havia RAIS referente ao período em que esteve no Exército". 2. Sobre a preliminar de ilegitimidade passiva ad causam aventada pela União, tenho que ela não mereça acolhimento uma vez que o erro administrativo (preenchimento de informações totalmente equivocadas sobre o então soldado ANDERSON RODRIGUES ARAÚJO, que resultou na inscrição do seu PIS no nome de um soldado do exército chamado ARTHUR ALVES DE SOUSA) decorreu da ação de órgão federal, in casu, o Exército Brasileiro, não havendo que se imputar qualquer conduta comissiva ou omissiva ao Banco do Brasil ou à Caixa Econômica Federal, esta centralizadora das operações do PIS e aquele gestor dos valores pertinentes aos depósitos do PASEP. 3. No mérito, creio que a irresignação da União não mereça prosperar. Vejamos.
3 4. A Lei nº 7.859/1989, que regula a concessão e o pagamento do abono previsto no 3 do art. 239 da Constituição Federal, prevê, no seu art. 1º, que o trabalhador deverá preencher os seguintes requisitos para fazer jus ao benefício: I - perceberem de empregadores, que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), até dois salários mínimos médios de remuneração mensal no período trabalhado, e que tenham exercido atividade remunerada pelo menos durante trinta dias no ano-base; II - estejam cadastrados, há pelo menos cinco anos (art. 4, 3, da Lei Complementar n 26, de 11 de setembro de 1975) no Fundo de Participação PIS-Pasep ou no Cadastro Nacional do Trabalhador. Parágrafo único. No caso de beneficiários integrantes do Fundo de Participações PIS-Pasep, o abono anual será pago com os rendimentos das contas individuais, a cargo do Fundo, e complementado, quando for o caso, com recursos oriundos da arrecadação das contribuições dos programas mencionados neste artigo. 5. Do conjunto probatório coligido aos autos, temos que o autor preencheu os requisitos acima pois se encontrava cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos, recebeu de empregador contribuinte do PIS/PASEP (inscrito sob CNPJ), remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base que foi considerado para a atribuição do benefício, exerceu atividade remunerada, durante pelo menos 30 dias e teve seus dados informados pelo empregador corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do ano-base considerado, sendo que este último requisito fora prejudicado em razão das informações equivocadas prestadas pelo Exército Brasileiro, razão pela qual resta configurada não só a responsabilidade da União, como também o direito do apelado à percepção do PIS/PASEP relativos aos anos de 2011 e 2013 e à retificação do seu número de inscrição. 6. Do exposto, NEGO PROVIMENTO ao apelo. 7. É como voto. PROCESSO Nº: APELAÇÃO
4 EMENTA APELAÇÃO. PIS/PASEP. PRESTAÇÃO DE INFORMAÇÕES EQUIVOCADAS PELA UNIÃO. REJEIÇÃO DA PRELIINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM. ATENDIMENTO AOS PRESSUPOSTOS PREVISTOS NA LEI 7.859/1999. PERCEPÇÃO DO PIS/PASEP DOS ANOS DE 2011 E RECURSO IMPROVIDO. 1. Sobre a preliminar de ilegitimidade passiva ad causam aventada pela União, tem-se que ela não mereça acolhimento uma vez que o erro administrativo (preenchimento de informações totalmente equivocadas sobre o então soldado ANDERSON RODRIGUES ARAÚJO, que resultou na inscrição do seu PIS no nome de um soldado do exército chamado ARTHUR ALVES DE SOUSA) decorreu da ação de órgão federal, in casu, o Exército Brasileiro, não havendo que se imputar qualquer conduta comissiva ou omissiva ao Banco do Brasil ou à Caixa Econômica Federal, esta centralizadora das operações do PIS e aquele gestor dos valores pertinentes aos depósitos do PASEP. 2. A Lei nº 7.859/1989, que regula a concessão e o pagamento do abono previsto no 3 do art. 239 da Constituição Federal, prevê, no seu art. 1º, que o trabalhador deverá preencher os seguintes requisitos para fazer jus ao benefício: I - perceberem de empregadores, que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), até dois salários mínimos médios de remuneração mensal no período trabalhado, e que tenham exercido atividade remunerada pelo menos durante trinta dias no anobase; II - estejam cadastrados, há pelo menos cinco anos (art. 4, 3, da Lei Complementar n 26, de 11 de setembro de 1975) no Fundo de Participação PIS-Pasep ou no Cadastro Nacional do Trabalhador. Parágrafo único. No caso de beneficiários integrantes do Fundo de Participações PIS-Pasep, o abono anual será pago com os rendimentos das contas individuais, a cargo do Fundo, e complementado, quando for o caso, com recursos oriundos da arrecadação das contribuições dos programas mencionados neste artigo. 3. Do conjunto probatório coligido aos autos, temos que o autor preencheu os requisitos acima pois se encontrava cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos, recebeu de empregador contribuinte do PIS/PASEP (inscrito sob CNPJ), remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base que foi considerado para a atribuição do benefício, exerceu atividade remunerada, durante pelo menos 30 dias e teve seus dados informados pelo empregador corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do ano-base considerado, sendo que este último requisito fora prejudicado em razão das informações equivocadas prestadas pelo Exército Brasileiro, razão pela qual resta configurada não só a responsabilidade da União, como também o direito do apelado à percepção do PIS/PASEP relativos aos anos de 2011 e 2013 e à retificação do seu número de inscrição. 4. Apelação improvida.
5 Vistos, relatados e discutidos estes autos, em que são partes as acima mencionadas, ACORDAM os Desembargadores Federais da Primeira Turma do TRF da 5a. Região, por unanimidade, em negar provimento ao apelo, nos termos do relatório, voto e notas taquigráficas constantes dos autos, que ficam fazendo parte do presente julgado.
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