Supremo Tribunal Federal
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- Gabriel Henrique Caldeira Pacheco
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1 Decisão sobre Repercussão Geral DJe 13/09/2012 Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 11 30/08/2012 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO PARANÁ RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S) ADV.(A/S) ADV.(A/S) : MIN. GILMAR MENDES :NAIR ROMERO MELQUIADES :LINCO KCZAM :CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF :ELAINE GARCIA MONTEIRO PEREIRA :ALTAIR RODRIGUES DE PAULA AÇÃO AUTÔNOMA DE COBRANÇA. POUPANÇA. CORREÇÃO MONETÁRIA. PLANOS ECONÔMICOS. JUROS REMUNERATÓRIOS. EXISTÊNCIA DE AÇÃO CIVIL PÚBLICA. LIMITES DA COISA JULGADA. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. REPERCUSSÃO GERAL REJEITADA. Decisão: O Tribunal, por unanimidade, recusou o recurso ante a ausência de repercussão geral da questão, por não se tratar de matéria constitucional. Ministro GILMAR MENDES Relator documento pode ser acessado no endereço eletrônico sob o número
2 Inteiro Teor do Acórdão - Página 2 de 11 REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO PARANÁ MANIFESTAÇÃO AÇÃO AUTÔNOMA DE COBRANÇA. POUPANÇA. CORREÇÃO MONETÁRIA. PLANOS ECONÔMICOS. JUROS REMUNERATÓRIOS. EXISTÊNCIA DE AÇÃO CIVIL PÚBLICA. LIMITES DA COISA JULGADA. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. REPERCUSSÃO GERAL REJEITADA. Trata-se de recurso extraordinário com agravo em que se discute a existência de violação à coisa julgada, em virtude da propositura de ação individual autônoma na qual se pleiteiam juros remuneratórios mensais e capitalizados da poupança, tendo em vista tratar-se de pedido não compreendido em título executivo decorrente de ação civil pública anteriormente ajuizada. No caso, a Associação Paranaense de Defesa do Consumidor (APADECO) ajuizou Ação Civil Pública (n ) em que houve condenação da Caixa Econômica Federal para depositar, nas contas de cadernetas de poupança por ela mantidas, o valor da diferença apurada entre o que foi efetivamente creditado e o que deveria ter sido pago de acordo com o IPC, em razão dos planos econômicos Bresser e Verão. Ocorre que, posteriormente, a recorrente ajuizou ação individual autônoma em que pleiteou o pagamento de juros remuneratórios, ao fundamento de que a referida ação civil pública não contemplou tal pedido. O pleito foi inicialmente julgado procedente pelo Juízo de Primeiro Grau, mas a 1ª Turma Recursal do Juízo A da Seção Judiciária Estado do Paraná reconheceu, de ofício, a ocorrência de coisa julgada e extinguiu o feito sem resolução de mérito. É contra essa decisão que se insurge o recurso documento pode ser acessado no endereço eletrônico sob o número
3 Inteiro Teor do Acórdão - Página 3 de 11 extraordinário. Argumenta-se, em síntese, que a decisão recorrida afronta, de forma direta, as garantias constitucionais do acesso à justiça, o direito à propriedade e o direito adquirido, inscritos na CF/88, arts. 5º XXII, XXXV e XXXVI, e 170, II, motivo pelo qual se requer sua reforma. Inicialmente, é importante esclarecer que a controvérsia posta nestes autos não coincide com a questão constitucional trazida no Agravo de Instrumento , Rel. Min. Dias Toffoli, cuja repercussão geral foi reconhecida por esta Corte. Naqueles autos, a discussão versa sobre direito adquirido às diferenças de correção monetária de depósitos em cadernetas de poupança, decorrentes de expurgos inflacionários, enquanto nestes debate-se a possibilidade de se pleitearem em juízo, em ação individual autônoma, juros remuneratórios decorrentes de direito reconhecido em sede de ação coletiva já transitada em julgado. Sobre o tema específico deste processo, verifico que a jurisprudência desta Corte é firme no sentido de que a mera alegação de violação aos limites objetivos dos primados constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa, da coisa julgada, do ato jurídico perfeito e do direito adquirido é insuficiente para viabilizar o processamento de recurso extraordinário quando a norma constitucional for atingida apenas de forma reflexa, na medida em que a controvérsia cingirse à interpretação ou aplicação de normas infraconstitucionais. Nesse sentido, destaco os julgamentos do AI-AgR , Rel. Min. Menezes Direito, Pimeira Turma, DJe ; do AI-AgR , Rel. Min. Ricardo Lewandowski, Primeira Turma, DJe ; do ARE-AgR 2 documento pode ser acessado no endereço eletrônico sob o número
4 Inteiro Teor do Acórdão - Página 4 de , Rel. Min. Joaquim Barbosa, Segunda Turma, DJe ; e do ARE-AgR , de minha relatoria, Segunda Turma, DJe ; e do ARE-AgR , Rel. Min. Ayres Britto, Segunda Turma, DJe , este último com a seguinte ementa: AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. PROCESSO CIVIL. CONTROVÉRSIA ALUSIVA AOS LIMITES OBJETIVOS DA COISA JULGADA. AFRONTA AO INCISO XXXVI DO ART. 5º DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. VIOLAÇÃO REFLEXA. SÚMULA 279/STF. 1. A discussão em torno dos limites objetivos da coisa julgada pertence ao plano infraconstitucional. Precedentes. 2. Incidência da Súmula 279/STF. 3. Agravo regimental desprovido. Especificamente quanto à questão do ajuizamento de ação individual autônoma para pleitear juros remuneratórios de caderneta de poupança em virtude de direito reconhecido em ação coletiva já transitada em julgado, cito os seguintes precedentes: ARE , Rel. Min. Cármen Lúcia, DJe ; AI , Rel. Min. Dias Toffoli, DJe ; o AI-AgR , Rel. Min. Marco Aurélio, DJe ; e o AI , Rel. Min. Ellen Gracie, DJe Ante o exposto, diante da manifesta natureza infraconstitucional da matéria, rejeito a repercussão geral. Publique-se. Brasília, 10 de agosto de Ministro Gilmar Mendes Relator 3 documento pode ser acessado no endereço eletrônico sob o número
5 Inteiro Teor do Acórdão - Página 5 de 11 Documento assinado digitalmente 4 documento pode ser acessado no endereço eletrônico sob o número
6 Inteiro Teor do Acórdão - Página 6 de 11 REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO PARANÁ PRONUNCIAMENTO REPERCUSSÃO GERAL RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO ÂUSÊNQA DE MATÉRIA CONSTITUCIONAL INADEQUAÇÃO DO INSTITUTO. 1. A Assessoria prestou as seguintes informações: Eis a síntese do que discutido no Recurso Extraordinário com Agravo nº /PR, da relatoria do ministro Gilmar Mendes, inserido no sistema eletrônico da repercussão geral às 23 horas e 59 minutos do dia 10 de agosto de A Primeira Turma Recursal da Seção Judiciária do Paraná julgou extinto o Processo nº sem resolução do mérito, consignando não ser possível, sob a óptica do princípio da eventualidade, a exigência de juros remuneratórios em demanda distinta daquela que originou título judicial, ainda que o pedido da ação principal não tenha compreendido a mencionada modalidade de compensação. Além disso, ressaltou a ocorrência de coisa julgada, pois a execução do referido título já havia sido promovida pela parte autora. Não foram interpostos embargos de declaração. No extraordinário, protocolado com alegada base na alínea a do permissivo constitucional, a recorrente argui violação aos artigos 5º, incisos XXII, XXXV e XXXVI, e 170, inciso II, da Carta da República. Aponta infringência ao princípio da legalidade, em face de a recorrida não ter efetuado
7 Inteiro Teor do Acórdão - Página 7 de 11 o pagamento dos juros remuneratórios. Sustenta ser exigível a cobrança dos citados juros em ação autônoma, porquanto inexiste, no âmbito da ação coletiva, pedido nesse sentido. Diz da ausência de coisa julgada referente aos juros, em virtude da falta de pronunciamento judicial expresso. Sob o ângulo da repercussão geral, afirma ultrapassar o tema o interesse subjetivo das partes e mostrar-se relevante do ponto de vista social e econômico, em razão da importância da caderneta de poupança, da ilegalidade da retirada dos juros e da divergência do Superior Tribunal de Justiça acerca do assunto. Não foram localizadas as contrarrazões ou a certidão de não apresentação. O extraordinário não foi admitido na origem. O recorrente interpôs agravo, asseverando tratar-se de matéria constitucional. A agravada, na contraminuta, aduz a ausência de violação direta à Constituição Federal bem como a necessidade de reexame fático-probatório, este inviável em sede de recurso extraordinário. Eis o pronunciamento do ministro Cezar Peluso: MANIFESTAÇÃO AÇÃO AUTÔNOMA DE COBRANÇA. POUPANÇA. CORREÇÃO MONETÁRIA. PLANOS ECONÔMICOS. JUROS REMUNERATÓRIOS. EXISTÊNCIA DE AÇÃO CIVIL PÚBLICA. LIMITES DA COISA JULGADA. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. REPERCUSSÃO GERAL REJEITADA. 2
8 Inteiro Teor do Acórdão - Página 8 de 11 Trata-se de recurso extraordinário com agravo em que se discute a existência de violação à coisa julgada, em virtude da propositura de ação individual autônoma na qual se pleiteiam juros remuneratórios mensais e capitalizados da poupança, tendo em vista tratar-se de pedido não compreendido em título executivo decorrente de ação civil pública anteriormente ajuizada. No caso, a Associação Paranaense de Defesa do Consumidor (APADECO) ajuizou Ação Civil Pública (n ) em que houve condenação da Caixa Econômica Federal para depositar, nas contas de cadernetas de poupança por ela mantidas, o valor da diferença apurada entre o que foi efetivamente creditado e o que deveria ter sido pago de acordo com o IPC, em razão dos planos econômicos Bresser e Verão. Ocorre que, posteriormente, a recorrente ajuizou ação individual autônoma em que pleiteou o pagamento de juros remuneratórios, ao fundamento de que a referida ação civil pública não contemplou tal pedido. O pleito foi inicialmente julgado procedente pelo Juízo de Primeiro Grau, mas a 1ª Turma Recursal do Juízo A da Seção Judiciária Estado do Paraná reconheceu, de ofício, a ocorrência de coisa julgada e extinguiu o feito sem resolução de mérito. É contra essa decisão que se insurge o recurso extraordinário. Argumenta-se, em síntese, que a decisão recorrida afronta, de forma direta, as garantias constitucionais do acesso à justiça, o direito à propriedade e o direito adquirido, inscritos na CF/88, arts. 5º XXII, XXXV e XXXVI, e 170, II, motivo pelo qual se requer sua reforma. Inicialmente, é importante esclarecer que a controvérsia posta nestes autos não coincide com a questão constitucional trazida no Agravo de Instrumento , Rel. Min. Dias Toffoli, cuja repercussão geral foi reconhecida por esta Corte. Naqueles autos, a discussão versa sobre direito adquirido às diferenças de correção monetária de depósitos em cadernetas de poupança, decorrentes de expurgos inflacionários, enquanto nestes 3
9 Inteiro Teor do Acórdão - Página 9 de 11 debate-se a possibilidade de se pleitearem em juízo, em ação individual autônoma, juros remuneratórios decorrentes de direito reconhecido em sede de ação coletiva já transitada em julgado. Sobre o tema específico deste processo, verifico que a jurisprudência desta Corte é firme no sentido de que a mera alegação de violação aos limites objetivos dos primados constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa, da coisa julgada, do ato jurídico perfeito e do direito adquirido é insuficiente para viabilizar o processamento de recurso extraordinário quando a norma constitucional for atingida apenas de forma reflexa, na medida em que a controvérsia cingir-se à interpretação ou aplicação de normas infraconstitucionais. Nesse sentido, destaco os julgamentos do AI-AgR , Rel. Min. Menezes Direito, Pimeira Turma, DJe ; do AI-AgR , Rel. Min. Ricardo Lewandowski, Primeira Turma, DJe ; do AREAgR , Rel. Min. Joaquim Barbosa, Segunda Turma, DJe ; e do ARE-AgR , de minha relatoria, Segunda Turma, DJe ; e do ARE-AgR , Rel. Min. Ayres Britto, Segunda Turma, DJe , este último com a seguinte ementa: AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. PROCESSO CIVIL. CONTROVÉRSIA ALUSIVA AOS LIMITES OBJETIVOS DA COISA JULGADA. AFRONTA AO INCISO XXXVI DO ART. 5º DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. VIOLAÇÃO REFLEXA. SÚMULA 279/STF. 1. A discussão em torno dos limites objetivos da coisa julgada pertence ao plano infraconstitucional. Precedentes. 2. Incidência da Súmula 279/STF. 3. Agravo regimental desprovido. Especificamente quanto à questão do ajuizamento de ação individual autônoma para pleitear juros remuneratórios de caderneta de poupança em virtude de 4
10 Inteiro Teor do Acórdão - Página 10 de 11 direito reconhecido em ação coletiva já transitada em julgado, cito os seguintes precedentes: ARE , Rel. Min. Cármen Lúcia, DJe ; AI , Rel. Min. Dias Toffoli, DJe ; o AI-AgR , Rel. Min. Marco Aurélio, DJe ; e o AI , Rel. Min. Ellen Gracie, DJe Ante o exposto, diante da manifesta natureza infraconstitucional da matéria, rejeito a repercussão geral. Publique-se. Brasília, 10 de agosto de Ministro Gilmar Mendes Relator Documento assinado digitalmente 2. Repetem-se as situações jurídicas. O relator consigna a ausência de matéria constitucional e, mesmo assim, determina a inserção do processo no Plenário Virtual. Relembrem a premissa do instituto da repercussão geral o envolvimento de controvérsia constitucional. A partir do momento em que não se veicula tema de envergadura maior, descabe inserir o recurso extraordinário com agravo, presente a manifesta inadequação do instituto da repercussão geral, no Plenário Virtual. Fico a imaginar o objetivo buscado. Ante o sistema, não consigo concebê-lo. 3. Pronuncio-me pela inadequação do instituto da repercussão geral. 4. À Assessoria, para acompanhar a tramitação do incidente. 5. Publiquem. Brasília, 22 de agosto de
11 Inteiro Teor do Acórdão - Página 11 de 11 Ministro MARCO AURÉLIO 6
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