Capítulo 5 Artigos sobre Testes Diagnósticos
|
|
|
- Diana Franca Fartaria
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Capítulo 5 Artigos sobre Testes Diagnósticos L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S 83 Podemos definir os testes diagnósticos de acordo com a finalidade, em três tipos clínicos distintos: a) rastreamento de doença em pessoas assintomáticas; b) diagnóstico de doença em pessoa com suspeita (sintomas ou sinais de doença); c) avaliar a progressão da doença ou resposta ao tratamento. Podemos ainda defini-los, de acordo com o tipo de resultado fornecido, em: a) Quantitativo: quando expresso em resultados numéricos (por medidas) podendo ser subdivididos em: a.1) Resultados dicotômicos a.2) Resultados contínuos b) Qualitativos: quando apresentam resultados descritivos e que dependem da percepção humana como, por exemplo, os exames de imagem. No entanto, mesmo testes qualitativos podem ser submetidos a escores e fornecer resultados numéricos. um bom exemplo é a classificação Bi-RADS para mamografia. Segundo Orel et al (1) a negatividade de biópsia para a detecção de câncer de mama foi de 87% na categoria 0, 100% nas categorias 1 e 2, 98% na categoria 3, 70% na categoria 4 e de 3% na categoria 5. A apresentação de resultados numéricos permite a realização de estudos de performance do teste, facilitando a compreensão de suas qualidades e limitações e das situações nas quais está indicado. 5.1 Performance dos testes diagnósticos São cinco as principais características de performance dos testes diagnósticos com resultados numéricos: sensibilidade, especificidade, valor preditivo (positivo e negativo), acurácia e razão de verossimilhança (positiva e negativa) (2). Para um melhor entendimento destes conceitos usaremos uma tabela 2x2 conforme descrito abaixo: Tabela Modelo tabela 2x2 Condição do paciente Resultado do teste Positivo Negativo Doentes a c a+c Não-doentes b d b+d a+b c+d a+b+c+d (N)
2 84 L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S Sensibilidade: é a probabilidade de resultado positivo nos doentes (verdadeiro positivo) e é calculado como: a/(a+c). Especificidade: é a probabilidade de resultado negativo nos não-doentes (verdadeiro negativo) e é calculado como: d/b+d. Valor preditivo positivo: é a probabilidade da presença da doença quando o teste é positivo e é calculado como: a/a+b. Valor preditivo negativo: é a probabilidade da ausência de doença quando o teste é negativo: d/c+d. Acurácia: é a probabilidade do teste fornecer resultados corretos, ou seja, ser positivo nos doentes e negativo nos não doentes. Expresso de outra forma é a probabilidade dos verdadeiros positivos e verdadeiros negativos como uma proporção de todos os resultados e é calculado como: (a+d)/(a+b+c+d), também expresso como (a+d)/n. A razão de verossimilhança (RV): é a probabilidade de um determinado resultado em alguém com a doença dividida pela probabilidade do mesmo resultado em alguém sem a doença e também pode ser positiva ou negativa. a) Verificando nas fórmulas acima, podemos reescrever a RV positiva como Sensibilidade (1-Especificidade) b) que pode, também, ser escrito como (1-Sensibilidade) Especificidade Sensibilidade e especificidade descrevem a proporção do resultado positivo ou negativo em quem, sabidamente está, ou não, doente. Por este motivo é necessário outro exame, considerado como padrão-ouro, na diferenciação entre doente e não doente. Como, na prática, não sabemos quem realmente está doente antes de realizarmos o teste, estas características são de pouco valor clínico. São fundamentais, no entanto, para a avaliação inicial de um novo teste. Como são valores não influenciados pela prevalência da doença, podem ser utilizados em diferentes populações e, também, para comparar o potencial diagnóstico de testes diferentes. Valores preditivos positivos e negativos contêm informações sobre o poder do teste (sensibilidade e especificidade) e da população a ser examinada (prevalência da doença), sendo uma medida de maior utilidade clínica. Por outro lado por serem dependentes da prevalência da doença, não podem ser generalizados para pacientes com perfil diferente daquele do estudo clínico inicial e não permitem a comparação entre diferentes testes diagnósticos (3). Razão de verossimilhança, por tratar-se de uma razão entre a probabilidade de um determinado resultado do teste em pessoas doentes sobre o mesmo resultado em pessoas sadias, fornece seu resultado sob a forma de um valor relativo, ou seja, um número sem unidade, permitindo então, sua utilização em fórmulas de cálculo de probabilidade de doença após combinação de testes. Outra característica da RV é poder ser utilizada em testes diagnósticos com
3 L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S 85 resultados contínuos. Permite, ainda, o cálculo de tabelas e nomogramas que auxiliam o refinamento diagnóstico, levando-se em consideração características próprias de cada paciente. Sua principal desvantagem é a dificuldade de ser calculado, principalmente em situações clínicas. A acurácia é uma característica principalmente utilizada quando se deseja transformar um teste com resultados numéricos contínuos em testes dicotômicos, através da determinação de um ponto de corte. 5.2 Aplicação prática A nossa necessidade clínica é entender a utilidade de um teste diagnóstico para o rastreamento das populações sadias, para o diagnóstico de uma determinada doença em pessoas com suspeita ou para avaliar a progressão ou resposta a um determinado tratamento. Quando a intenção for o diagnóstico de uma doença, como nos casos de exames de rastreamento, o melhor teste é aquele com alta especificidade porque terá mais impacto no valor preditivo positivo. Ou seja, se o teste der resultado positivo é muito pouco provável que a pessoa não esteja, de fato, doente. Quando a intenção for afastar o diagnóstico de uma doença ou condição, como por exemplo, em paciente suspeito de recidiva ou progressão, considera-se que o melhor teste deve ter alta sensibilidade porque terá mais impacto no valor preditivo negativo. Ou seja, se o teste der resultado negativo é muito pouco provável que a pessoa esteja, de fato, doente (3). Em relação aos testes com resultados quantitativos contínuos existem duas formas de utilização clínica. 1º- Transformá-los em teste dicotômicos através da escolha de um ponto de corte que defina os resultados positivos e negativos, o que é feito geralmente através de utilização da curva ROC (Receiving Operator Characteristic) que tem este nome porque foi construída, inicialmente, para a análise de sinais de radares para a detecção de aviões, na segunda guerra mundial. 2º- O uso da RV na detecção da probabilidade da presença de uma doença, de acordo com o resultado atual do teste A curva ROC A curva ROC também denominada de relative operating characteristics curve, define as características operacionais de um teste com valores numéricos contínuos. Para melhor entender o conceito e sua importância prática utilizaremos um exemplo fictício. Tomemos o teste ilustrado na figura 5.1 que pode assumir valores entre 0,3 a 4,8. Consideremos que, em comparação com outro teste considerado como padrão-ouro para detecção de uma determinada doença, podemos afirmar, com toda certeza, que pessoas com valores < 1 são normais e aquelas com valores > 4,0 estão doentes. Para valores entre 1,0 e 4,0 há incidência variável de doentes e não doentes. Se por exemplo, desejarmos transformar estes valores contínuos em dicotômicos e elegermos o valor 2,0 como ponto de corte para positividade ou negatividade do teste veremos, conforme assinalado na figura 5.1, que entre os doentes 10% serão falso-negativo e entre os sadios 50% serão falso-positivos.
4 86 L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S FIGURA Curva de frequência de resultado do teste fictício em populações sabidamente sadia e doente. A curva ROC é traçada colocando-se no eixo das abscissas (x) as probabilidades de ocorrência de resultados falso-positivos, que também pode ser expresso como 1-especificidade. No eixo das ordenadas (y) colocamos as probabilidades de ocorrência de resultados verdadeiro-positivos que também podem ser expressos como a sensibilidade do teste para aquele valor. Na figura 5.2 uma curva ROC foi construída baseada no exemplo fictício assinalado na figura 5.1. FIGURA Curva ROC do teste fictício descrito na figura 5.1 Neste tipo de representação, a área sob a curva define a probabilidade do teste em detectar os verdadeiro-positivos e os verdadeiro-negativos, ou seja, expressa a acurácia do teste. A linha traçada em diagonal, a 45 graus, expressa a acurácia de 50% e significa que o teste é tão bom quanto qualquer escolha ao acaso, como por exemplo, jogar uma moeda tipo cara ou coroa. Na linha arqueada situada à esquerda encontra-se uma acurácia de 85%, que significa que em 85% das vezes em que for utilizado, o teste discriminará os verdadeiro-positivos e os verdadeironegativos; isto também significa que em 15% das vezes fornecerá um falso resultado.
5 L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S 87 O ponto de maior acurácia do teste é aquele situado a maior distância da linha dos 45 graus. Consideremos novamente a figura 5.2; se decidirmos que o ponto de corte está localizado no ponto A, que corresponde ao valor de 2,0 do teste, estaremos aptos a detectar 90% dos doentes, mas incluiremos nesta categoria 50% dos sadios. Em uma doença aguda ou de evolução rápida com alto risco de morte ou lesão irreversível, é fundamental diagnosticar a maioria dos doentes mesmo à custa de alta porcentagem de falso-positivo. Chamamos a este limiar de brando, porque ele maximiza a descoberta de indivíduos doentes, às custas de alto número de falso-positivos. Se considerarmos, o ponto de corte no valor 3,0 do teste, localizado no ponto B da curva da figura 5.2, estaremos aptos a considerar como sadios 90% das pessoas realmente não doentes. Por outro lado, detectaremos apenas 50% dos doentes. Este limiar é denominado de severo porque reduz o número de falso-positivos às custas de não detectar muitos indivíduos realmente doentes. Em uma patologia de evolução lenta ou sem risco imediato para o paciente, mas cujo tratamento seria de alto risco (como por exemplo, quimioterapia em caso de recidiva de câncer), este deve ser o critério a ser usado na determinação do ponto de corte do teste para a definição da positividade ou negatividade Razão de verossimilhança (RV) Raramente um teste é aplicado sem uma justificativa para seu uso, ou seja, há sempre a probabilidade da existência de uma doença. Nestas circunstâncias devem ser usadas as propriedades da teoria da probabilidade. Thomas Bayes descreveu regras para o uso de probabilidades condicionais, ou seja, como a variação na probabilidade pré-teste pode influenciar no diagnóstico final, mas um estudo mais aprofundado do tema não é objetivo deste texto. Como vimos anteriormente, a RV pode ser muito útil neste refinamento do diagnóstico em situações clínicas. Para facilitar o entendimento destes conceitos utilizaremos um exemplo citado por Deeks (3) e modificado para servir aos nossos propósitos. Na tabela 5.2 é reproduzida a probabilidade de diagnóstico de câncer baseado na espessura do endométrio conforme medido por ultrassonografia transvaginal em pacientes na pósmenopausa, com sintoma recente de sangramento vaginal e que foram submetidos, em seguida, a curetagem uterina. Tabela Diagnóstico anatomopatológico de câncer do endométrio em relação à espessura do endométrio medida por ultrassonografia transvaginal Diagnóstico de Câncer de endométrio Sim Não < 4, , Espessamento do endométrio (mm) 6, > A RV pode ser calculada para cada valor de espessura do endométrio percebido pelo exame. Na tabela 5.3 foi construída uma escala de RV positiva baseado nestes dados. Na realidade esta informação não tem muita utilidade clínica. Sua importância está na sua capacidade de ser incluída em fórmulas que permitam um diagnóstico mais preciso na presença de características próprias de cada paciente.
6 88 L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S Tabela Cálculo da razão de verossimilhança para espessura diagnóstico de câncer de endométrio Espessura endométrio (mm) <4,0 5,0 6, >26 Sim (%) 0(0) 2(1,8) 13(11,4) 28(24,6) 27(23,7) 17(14,9) 27(23,7) 114(100) Ca de endométrio Não (%) 518(50,6) 86(8,4) 232(22,7) 117(11,4) 38(3,7) 17(1,7) 16(1,6) 1024(100) endometrial no RV+ 0/50,6 =0 1,8/8,4 =0,2 11,4/22,7 =0,5 24,6/11,4= 2,2 23,7/3,7 =6,4 14,9/1,7 =8,8 23,7/1,6 =14,8 A aplicação do teorema de Bayes aos testes diagnósticos pode ser expressa pela seguinte fórmula (3) : chance atual da doença = chance pré- teste X RV Ou seja, a chance de presença da doença depende da chance pré-teste que é função indireta da prevalência da doença e de características próprias do paciente multiplicada pelo valor da RV do resultado do teste efetivamente encontrado naquele paciente. Como vimos anteriormente, chance (ou odds) não é um valor de fácil apreensão imediata. No entanto, ela pode ser transformada em probabilidade segundo a seguinte, e simples, fórmula: Probabilidade = Chance Chance + 1 usando estes conceitos e os dados fornecidos pela tabela 5.3, construímos a tabela 5.4. Nesta população a chance pré-teste foi calculada como sendo por ser esta a relação entre o número de pacientes com diagnóstico de câncer de endométrio (114) dividido pelo número de pacientes sem diagnóstico de câncer do endométrio(1024). Tabela Chance e probabilidade de câncer de endométrio de acordo com espessura endometrial à ultrassonografia Espessura endométrio (mm) <4,0 5,0 6, >26 Chance préteste Notas: Chance da doença nesta população: (114 com doença sobre 1024 sem doença) RV 0 0,2 0,5 2,2 6,4 8,8 14,8 Chance pósteste 0 0,022=1:45 0,055=1:18 0,25=1:40 0,71=1:1,4 1,00=1:1,00 1,64=5:3 Probabilidade da doença 0% 2,15% 5,21% 20,0% 41,5% 50,0%
7 L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S 89 Para exemplificar como podemos refinar o diagnóstico diante de um caso clínico específico e utilizando os conhecimentos obtidos da literatura, vejamos as seguintes situações. Qual a probabilidade de câncer de endométrio em uma mulher de 62 anos de idade, com história de sangramento vaginal, com passado de terapia de reposição hormonal (TRH) com estrógeno, sem uso concomitante de progesterona, por mais de 5 anos e com ultrassonografia endovaginal mostrando espessura endometrial de 22mm? A primeira resposta seria consultar a tabela 5.4, e concluir que ela tem cerca de 50% probabilidade do diagnóstico de câncer de endométrio. No entanto, podemos refinar este diagnóstico e para isto, em primeiro lugar, necessitamos saber qual é a chance pré-teste, ou seja, qual a prevalência da doença nesta faixa etária. Como não temos este dado com precisão em relação à população brasileira, usaremos uma chance de referência. Segundo Weiderpass et al (4) a chance de uma mulher na pós-menopausa que recebeu terapia hormonal com estrógeno isolado, por mais de 5 anos, de desenvolver câncer de endométrio é de 5,60 vezes maior do que uma mulher que não fez a reposição. Na população do estudo, constituída por mulheres suecas com idade entre 50 e 74 anos, a chance do câncer de endométrio foi de 687 casos em 3270 controles sadios (0,21 ou 1:4,8). Se a nossa paciente pertencer a uma população semelhante à do estudo, podemos concluir que seu risco de estar com câncer de endométrio, considerando o resultado da ultrassonografia, é de 91%. Como podemos ver, a probabilidade da presença da doença é bem maior do que à primeira impressão. A sequência de cálculos que fornecem esta resposta é de simples execução. Consideremos a chance pré-teste de 1:4,8. Consideremos, também, o aumento de risco devido à TRH de 5,6 vezes; a chance desta paciente, antes da realização do teste, pode ser calculada como a chance média (1:4,8) multiplicada pelo aumento de risco pela TRH (5,6) 1:4,8 x 5,6 = 1,17. A chance atual, após o teste, para câncer de endométrio é encontrada multiplicando-se a chance pré-teste (1,17) pela RV do resultado da ultrassonografia (8.8) que é igual a 10,3. A probabilidade atual da doença é fornecida pela transformação de chance em probabilidade, ou seja, 10,3/(10,3+1)=0,91 que corresponde a 91%. E se esta mesma paciente apresentasse espessura endometrial de 8,8 mm? Consulta à tabela 5.4 nos faria supor que a probabilidade do diagnóstico de câncer seria de 5,21%. No entanto, seguindo os mesmos cálculos realizados anteriormente, concluímos que a probabilidade atual da presença da neoplasia é de aproximadamente 37%. Estes exemplos nos alertam para a importância da análise das várias características de performance dos testes diagnósticos. É pouco provável, contudo, que em situações clínicas tenhamos tempo para cálculos desta natureza. No entanto, existem tabelas e nomogramas que permitem uma apreciação mais rápida da questão. Para um estudo mais aprofundado recomendamos a leitura do artigo de Fagan (5).
8 90 L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S Referências 1. Orel SG, Kay N, Reynolds C, Sullivan DC. BI-RADS categorization as a predictor of malignancy.radiology Jun;211(3): Greenhalgh T. How to read a paper. Papers that report diagnostic or screening tests.bmj Aug 30;315(7107): Review. 3. Deeks JJ. using evaluations of diagnostic tests: understanding their limitations and making the most of available evidence.ann Oncol Jul;10(7): Review. 4. Weiderpass E, Adami HO, Baron JA, Magnusson C, Bergström R, Lindgren A, Correia N, Persson I. Risk of endometrial cancer following estrogen replacement with and without progestins.j Natl Cancer Inst Jul 7;91(13): Fagan TJ. Letter: Nomogram for Bayes theorem.n Engl J Med Jul 31;293(5):257.
Testes de triagem e provas diagnósticas
Testes de triagem e provas Qual é o valor do teste em distinguir pessoas doentes daquelas não doentes? Triagem Diagnóstico Prof. Dra Marisa M. MussiPinhata Princípios da triagem populacional Doença elevada
Testes Diagnósticos. HEP Cassia Maria Buchalla
Testes Diagnósticos HEP 176 2017 Cassia Maria Buchalla Os testes são utilizados no diagnóstico clínico, na triagem e na pesquisa Concebido como um teste laboratorial, também se aplica à informação obtida
Exercício 4 Desempenho Diagnóstico
XIII Curso de Revisão de Tópicos de Epidemiologia, Bioestatística e Bioética Exercício 4 Desempenho Diagnóstico Regente Dr. Mário B. Wagner, MD PhD DLSHTM Prof. FAMED/UFRGS e PUCRS 2013 Porto Alegre, RS
DIAGNÓSTICO. Processo de decisão clínica que baseia-se, conscientemente ou não, em probabilidade. Uso dos testes diagnósticos
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia Testes
Avaliação de testes diagnósticos
Avaliação de testes diagnósticos De volta ao exemplo do benzenismo Mapeamento da população sob risco (7.356 trabalhadores) 1 a triagem hematológica 2 a triagem hematológica 216 indivíduos considerados
DETERMINANTES DE UM VALOR PREDITIVO
Avaliação de Testes Diagnósticos e de Rastreamento As aparências para a mente são de quatro tipos: as coisas ou são o que parecem ser; ou não são, nem parecem ser; ou são e não parecem ser; ou não são,
II Curso Nacional de Reciclagem em Cardiologia da Região Centro-Oeste. Dr. Maurício Milani
Teste ergométrico II Curso Nacional de Reciclagem em Cardiologia da Região Centro-Oeste Dr. Maurício Milani 15/08/2009 Teste ergométrico Método para avaliar a resposta cardiovascular ao esforço físico
Epidemiologia Analítica TESTES DIAGNÓSTICOS
Epidemiologia Analítica TESTES DIAGNÓSTICOS Introdução Busca do diagnóstico Conscientemente ou não usa-se um raciocínio probabilístico Uso de testes diagnósticos para reduzir ao máximo o grau de incerteza
Mais Aplicações sobre cálculo de probabilidades
Mais Aplicações sobre cálculo de probabilidades Prof. Hemílio Fernandes Campos Coêlho Departamento de Estatística - Universidade Federal da Paraíba - UFPB Noções de Epidemiologia Em algumas aplicações
BIOESTATISTICA. Unidade IV - Probabilidades
BIOESTATISTICA Unidade IV - Probabilidades 0 PROBABILIDADE E DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIAS COMO ESTIMATIVA DA PROBABILIDADE Noções de Probabilidade Após realizar a descrição dos eventos utilizando gráficos,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA DISCIPLINA: MÉTODO EPIDEMIOLÓGICO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA DISCIPLINA: MÉTODO EPIDEMIOLÓGICO Validade em Estudos Epidemiológicos II Universidade Federal do
MATEMÁTICA GEOMETRIA ANALÍTICA I PROF. Diomedes. E2) Sabendo que a distância entre os pontos A e B é igual a 6, calcule a abscissa m do ponto B.
I- CONCEITOS INICIAIS - Distância entre dois pontos na reta E) Sabendo que a distância entre os pontos A e B é igual a 6, calcule a abscissa m do ponto B. d(a,b) = b a E: Dados os pontos A e B de coordenadas
Epidemiologia Analítica TESTES DIAGNÓSTICOS 2
Epidemiologia Analítica TESTES DIAGNÓSTICOS 2 Revendo... Doença (definida pelo teste ouro) PRESENTE AUSENTE TOTAL TESTE + a Verdadeiro positivo b Falso positivo a + b Teste + - c Falso negativo d Verdadeiro
PESQUISA OPERACIONAL -PROGRAMAÇÃO LINEAR. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.
PESQUISA OPERACIONAL -PROGRAMAÇÃO LINEAR Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. ROTEIRO Esta aula tem por base o Capítulo 2 do livro de Taha (2008): Introdução O modelo de PL de duas variáveis Propriedades
Validade interna e externa em estudos epidemiológicos. Sensibilidade; Especificidade; Valor Preditivo Positivo; Valor Preditivo Negativo
Validade interna e externa em estudos epidemiológicos Sensibilidade; Especificidade; Valor Preditivo Positivo; Valor Preditivo Negativo Qualidade da Informação Existem dois conceitos fundamentais, em termos
Validação de métodos diagnósticos
Validação de métodos diagnósticos Medicina é a arte da incerteza e a ciência da probabilidade William Osler George Luiz Lins Machado Coelho Validação (Tornar válido, legítimo; legitimar). A validade de
Roteiro. Métodos diagnósticos: conceitos gerais. Download da aula e links. Introdução. Fases de um programa sanitário. Parâmetros. PCR ou ELISA?
Roteiro Métodos diagnósticos: conceitos gerais. Apresentação de conceitos e suas inter relações. Reação de Elisa e PCR como exemplos. Prof. Dr. Fábio Gregori Laboratório de Biologia Molecular Aplicada
Roteiro Testes sorológicos e moleculares no diagnóstico das doenças infecciosas: o que é necessário saber? Download da aula e links.
Roteiro Testes sorológicos e moleculares no diagnóstico das doenças infecciosas: o que é necessário saber? Apresentação de conceitos e suas relações. Reação de Elisa e PCR como exemplos. Prof. Dr. Fábio
Parte 3 Probabilidade
Parte 3 Probabilidade A probabilidade tem origem no século XVII, motivada, inicialmente, pelos jogos de azar. De maneira bastante informal, refere-se à probabilidade como uma medida de chance de algum
Probabilidade. Ricardo Ehlers Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo
Probabilidade Ricardo Ehlers [email protected] Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo Introdução Experimento aleatório Definição Qualquer experimento cujo resultado
TEOREMA DE BAYES: ESTUDO E APLICAÇÃO 1
TEOREMA DE BAYES: ESTUDO E APLICAÇÃO 1 Felipe Copceski Rossatto 2, Julia Dammann 3, Eliane Miotto Kamphorst 4, Carmo Henrique Kamphorst 5, Ana Paula Do Prado Donadel 6. 1 Projeto do programa institucional
Universidade Federal de Lavras
Universidade Federal de Lavras Departamento de Estatística Prof. Daniel Furtado Ferreira 13 a Lista de Exercícios Práticos Conceitos Básicos de Probabilidade 1) Considere um experimento que consiste em
Probabilidade. Ricardo Ehlers Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo
Probabilidade Ricardo Ehlers [email protected] Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo Experimento aleatório Definição. Qualquer experimento cujo resultado não pode
Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta. Resposta. a) calcule a área do triângulo OAB. b) determine OC e CD.
Questão Se Amélia der R$,00 a Lúcia, então ambas ficarão com a mesma quantia. Se Maria der um terço do que tem a Lúcia, então esta ficará com R$ 6,00 a mais do que Amélia. Se Amélia perder a metade do
Modelos Lineares Generalizados - Regressão Logística
Modelos Lineares Generalizados - Regressão Logística Erica Castilho Rodrigues 26 de Maio de 2014 AIC 3 Vamos ver um critério para comparação de modelos. É muito utilizado para vários tipos de modelo. Mede
José Rodrigues Pereira Médico Pneumologista Hospital São José. Rastreamento do Câncer de Pulmão: Como e quando realizar
José Rodrigues Pereira Médico Pneumologista Hospital São José Rastreamento do Câncer de Pulmão: Como e quando realizar www.globocan.iarc.fr National Cancer Institute 2016 National Cancer Institute 2016
Aula de Exercícios - Teorema de Bayes
Aula de Exercícios - Teorema de Bayes Organização: Rafael Tovar Digitação: Guilherme Ludwig Primeiro Exemplo - Estagiários Três pessoas serão selecionadas aleatóriamente de um grupo de dez estagiários
Lista de Exercícios de Probabilidades
Lista de Exercícios de Probabilidades Joel M. Corrêa da Rosa 2011 1. Lançam-se três moedas. Enumere o espaço amostral e os eventos : Ω = {(c, c, c); (k, k, k); (c, k, k); (k, c, k); (k, k, c); (k, c, c);
Distribuição Normal de Probabilidade
Distribuição Normal de Probabilidade 1 Aspectos Gerais 2 A Distribuição Normal Padronizada 3 Determinação de Probabilidades 4 Cálculo de Valores 5 Teorema Central do Limite 1 1 Aspectos Gerais Variável
Recomendações para pacientes com câncer de mama com mutação dos genes BRCA 1 ou 2
Recomendações para pacientes com câncer de mama com mutação dos genes BRCA 1 ou 2 Rafael Kaliks Oncologia Hospital Albert Einstein Diretor Científico Instituto Oncoguia [email protected] Risco hereditário:
CE055 - Bioestatística A - Prova 1 - Gabarito
CE055 - Bioestatística A - Prova 1 - Gabarito 1. Suponha que um certo evento de um experimento aleatório ocorra com probabilidade 0,02. Qual das seguintes afirmações representa uma interpretação correta
Tratamento adjuvante sistêmico (como decidir)
Tópicos atuais em câncer de mama Tratamento adjuvante sistêmico (como decidir) Dr. André Sasse Oncologista Clínico [email protected] Centro de Evidências em Oncologia HC UNICAMP Centro de Evidências em
Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Departamento de Epidemiologia. Testes Diagnósticos ANA PAULA SAYURI SATO
Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Departamento de Epidemiologia Testes Diagnósticos ANA PAULA SAYURI SATO Objetivos da aula Definir validade de testes de rastreamento (screening) e diagnóstico
Medidas de Acurácia Diagnóstica na Pesquisa Cardiovascular
218 International Journal of Cardiovascular Sciences. 2016;29(3):218-222 ARTIGO DE REVISÃO na Pesquisa Cardiovascular Diagnostic Accuracy Measures in Cardiovascular Research Leonardo Silva Roever Borges
Reunião GETH. Abril.2014
Reunião GETH Abril.2014 Caso 1 Dr Sérgio Mancini Nicolau Caso I: Sexo feminino, 40 anos, casada, administradora História da Doença Atual: 2013 - Paciente sem queixas específicas, conta que irmã teve diagnóstico
Bioestatística: Probabilidade. Prof: Paulo Cerqueira Jr.
Bioestatística: Probabilidade Prof: Paulo Cerqueira Jr. Probabilidade: Definições: Probabilidade; Espaço amostral; Evento; Independência de eventos; Teorema de Bayes; Probabilidade: Variáveis aleatórias;
Bioestatística F Testes Diagnósticos
Bioestatística F Testes Diagnósticos Enrico A. Colosimo Departamento de Estatística Universidade Federal de Minas Gerais http://www.est.ufmg.br/~enricoc 2011 1 / 36 Testes Diagnósticos Uma das experiências
BIOESTATÍSTICA AULA 3. Anderson Castro Soares de Oliveira Jose Nilton da Cruz. Departamento de Estatística/ICET/UFMT
BIOESTATÍSTICA AULA 3 Anderson Castro Soares de Oliveira Jose Nilton da Cruz Departamento de Estatística/ICET/UFMT Probabilidade PROBABILIDADE Probabilidade é o ramo da matemática que estuda fenômenos
RESOLUÇÃO DAS ATIVIDADES E FORMALIZAÇÃO DOS CONCEITOS
CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO Curso de Administração Disciplina: Estatística I Professora: Stefane L. Gaffuri RESOLUÇÃO DAS ATIVIDADES E FORMALIZAÇÃO DOS CONCEITOS Sessão 1 Experimentos Aleatórios e
Princípios de Bioestatística Testes Diagnósticos
1/47 Princípios de Bioestatística Testes Diagnósticos Enrico A. Colosimo/UFMG http://www.est.ufmg.br/ enricoc/ Depto. Estatística - ICEx - UFMG 2/47 Classificando Indivíduos: Doente e não-doente Uma das
OPERAÇÕES COM FRAÇÕES
OPERAÇÕES COM FRAÇÕES Adição A soma ou adição de frações requer que todas as frações envolvidas possuam o mesmo denominador. Se inicialmente todas as frações já possuírem um denominador comum, basta que
USO ADEQUADO DA CATEGORIA 3 EM MAMOGRAFIA, ULTRASSONOGRAFIA E RESSONÂNCIA MAGNÉTICA EDWARD A. SICKLES
USO ADEQUADO DA CATEGORIA 3 EM MAMOGRAFIA, ULTRASSONOGRAFIA E RESSONÂNCIA MAGNÉTICA EDWARD A. SICKLES A CATEGORIA 3 FOI CRIADA PARA SITUAÇÕES ESPECÍFICAS DE LESÕES QUE APRESENTAM MENOS QUE 2% DE CHANCE
Estatística Bayesiana EST047
Estatística Bayesiana EST047 Michel Helcias Montoril Instituto de Ciências Exatas Universidade Federal de Juiz de Fora Conceitos iniciais; Distribuições condicionais Conceitos iniciais Questão Como incorporar
Universidade Estadual de Campinas Departamento de Matemática. Teorema de Jacobson. Adriana Wagner(RA: 144768) Gustavo Terra Bastos(RA: 143800)
Universidade Estadual de Campinas Departamento de Matemática Teorema de Jacobson Adriana Wagner(RA: 144768) Gustavo Terra Bastos(RA: 143800) Campinas - SP 2013 1 Resumo Nesta monografia apresentamos a
3º Ano do Ensino Médio. Aula nº06
Nome: Ano: º Ano do E.M. Escola: Data: / / 3º Ano do Ensino Médio Aula nº06 Assunto: Noções de Estatística 1. Conceitos básicos Definição: A estatística é a ciência que recolhe, organiza, classifica, apresenta
Patrícia Savio de A. Souza
BIOMARCADORES EM PATOLOGIA CERVICAL Patrícia Savio de A. Souza Departamento de Imunobiologia/ UFF Programa de Biologia Celular/ INCA Câncer Colo Uterino (CCU) Consequência da evolução de lesões precursoras
Unidade I ESTATÍSTICA APLICADA. Prof. Mauricio Fanno
Unidade I ESTATÍSTICA APLICADA Prof. Mauricio Fanno Estatística indutiva Estatística descritiva Dados no passado ou no presente e em pequena quantidade, portanto, reais e coletáveis. Campo de trabalho:
Plano Cartesiano e Retas. Vitor Bruno Engenharia Civil
Plano Cartesiano e Retas Vitor Bruno Engenharia Civil Sistema cartesiano ortogonal O sistema cartesiano ortogonal é formado por dois eixos ortogonais(eixo x e eixo y). A intersecção dos eixos x e y é o
Figura 4.1: Diagrama de representação de uma função de 2 variáveis
1 4.1 Funções de 2 Variáveis Em Cálculo I trabalhamos com funções de uma variável y = f(x). Agora trabalharemos com funções de várias variáveis. Estas funções aparecem naturalmente na natureza, na economia
Noções sobre probabilidade
Capítulo 3 Noções sobre probabilidade Um casal tem dois filhos. Qual é a probabilidade de: o primogênito ser homem? os dois filhos serem homens? pelo menos um dos filhos ser homem? A teoria das probabilidades
O PAPEL DOS TESTES DIAGNÓSTICOS EM POLÍTICA PÚBLICA DE SAÚDE E EM DECISÕES CLÍNICAS. Murilo Contó National Consultant PAHO/WHO
O PAPEL DOS TESTES DIAGNÓSTICOS EM POLÍTICA PÚBLICA DE SAÚDE E EM DECISÕES CLÍNICAS Murilo Contó National Consultant PAHO/WHO Sumário 1- Definição Produtos Diagnósticos in vitro (IVD) 2- Características
ALGA - Eng.Civil - ISE - 2009/2010 - Matrizes 1. Matrizes
ALGA - Eng.Civil - ISE - 00/010 - Matrizes 1 Matrizes Introdução Se m e n são números naturais, chama-se matriz real de tipo m n (m vezes n ou m por n) a uma aplicação A : f1; ; :::; mg f1; ; :::; ng R:
Espessamento endometrial na pós menopausa - aspectos atuais
Espessamento endometrial na pós menopausa - aspectos atuais I Curso Téorico-Prático de Histeroscopia do Hospital Pérola Byington 31 mai e 01 jun de 2012 Alysson Zanatta Núcleo de Endoscopia Ginecológica
Probabilidades em Biomedicina: Uma Aplicação da Regra de Bayes
Probabilidades em Biomedicina: Uma Aplicação da Regra de Bayes Introdução Os seguintes parágrafos foram retirados do artigo Uncertainty and Decisions in Medical Informatics, de P. Szolovitz, publicado
3. Probabilidade P(A) =
7 3. Probabilidade Probabilidade é uma medida numérica da plausibilidade de que um evento ocorrerá. Assim, as probabilidades podem ser usadas como medidas do grau de incerteza e podem ser expressas de
Prof.: Joni Fusinato
Probabilidade Condicional Prof.: Joni Fusinato [email protected] [email protected] Probabilidade Condicional É a probabilidade de ocorrer um evento A sabendo-se que já ocorreu um evento B. Assim,
Estudos Epidemiológicos Analíticos: Definição, tipologia, conceitos. Prof. Dr.Ricardo Alexandre Arcêncio
Estudos Epidemiológicos Analíticos: Definição, tipologia, conceitos Prof. Dr.Ricardo Alexandre Arcêncio Estudos epidemiológicos analíticos Estudo transversal Exposição (Causa) Coorte Caso-controle Doença
Modelos Lineares Generalizados - Verificação do Ajuste do Modelo
Modelos Lineares Generalizados - Verificação do Ajuste do Modelo Erica Castilho Rodrigues 21 de Junho de 2013 3 Uma outra medida usada para verificar o ajuste do modelo. Essa estatística é dada por X
Diagnóstico por Imagem em Oncologia
Diagnóstico por Imagem em Oncologia Jorge Elias Jr Linfoma não-hodgkin 1 Mamografia Sintomático x rastreamento Objetivos Discutir o papel dos métodos de imagem em oncologia Diferenciar o uso na confirmação
Seu pé direito nas melhores Faculdades
10 Insper 01/11/009 Seu pé direito nas melhores Faculdades análise quantitativa 40. No campeonato brasileiro de futebol, cada equipe realiza 38 jogos, recebendo, em cada partida, 3 pontos em caso de vitória,
AULA 08 Probabilidade
Cursinho Pré-Vestibular da UFSCar São Carlos Matemática Professora Elvira e Monitores Ana Carolina e Bruno AULA 08 Conceitos e assuntos envolvidos: Espaço amostral Evento Combinação de eventos Espaço Amostral
1- INTRODUÇÃO 2. CONCEITOS BÁSICOS
1 1- INTRODUÇÃO O termo probabilidade é usado de modo muito amplo na conversação diária para sugerir um certo grau de incerteza sobre o que ocorreu no passado, o que ocorrerá no futuro ou o que está ocorrendo
ORIENTAÇÕES SOBRE CARCINOMA NÃO INVASIVO DA BEXIGA
ORIENTAÇÕES SOBRE CARCINOMA NÃO INVASIVO DA BEXIGA (Actualização limitada do texto em Março de 2009) M. Babjuk, W. Oosterlinck, R. Sylvester, E. Kaasinen, A. Böhle, J. Palou Introdução Eur Urol 2002;41(2):105-12
aula 12: estudos de coorte estudos de caso-controle
ACH-1043 Epidemiologia e Microbiologia aula 12: estudos de coorte estudos de caso-controle Helene Mariko Ueno [email protected] Estudo epidemiológico observacional experimental dados agregados dados individuais
Teste Intermédio de MATEMÁTICA - 9o ano 10 de maio de 2012
Teste Intermédio de MATEMÁTICA - 9o ano 10 de maio de 01 Proposta de resolução 1. 1.1. Como, na turma A os alunos com 15 anos são 7% do total, a probabilidade de escolher ao acaso um aluno desta turma
Probabilidade Condicional
18 Probabilidade Condicional Sumário 18.1 Introdução....................... 2 18.2 Probabilidade Condicional............... 2 1 Unidade 18 Introdução 18.1 Introdução Nessa unidade, é apresentada mais uma
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ALCIDES CARNEIRO DIA - 20/12/2009 CARGO: MASTOLOGISTA C O N C U R S O P Ú B L I C O - H U A C / 2 0 0 9 Comissão de Processos
Curso de Data Mining
Curso de Data Mining Sandra de Amo Curvas Roc Uma curva ROC (Receiver Operating Characteristic) é um enfoque gráfico que permite visualizar os trade-offs entre as taxas de positivos verdadeiros e positivos
1.3 Matrizes inversas ] [ 0 1] = [ ( 1) ( 1) ] = [1 0
1.3 Matrizes inversas Definição: Seja A uma matriz de ordem k n, a matriz B de ordem n k é uma inversa à direita de A, se AB = I. A Matriz C de ordem n k é uma inversa à esquerda de A, se CA = I. Exemplo
Estatística e Modelos Probabilísticos - COE241
Estatística e Modelos Probabilísticos - COE241 Aulas passadas Espaço Amostral Álgebra de Eventos Axiomas de Probabilidade Análise Aula de hoje Probabilidade Condicional Independência de Eventos Teorema
Importância dos. em Ginecologia Ramon Andrade R2 Prof. Dr. Maurício Magalhães - Orientador
Importância dos marcadores tumorais em Ginecologia Ramon Andrade R2 Prof. Dr. Maurício Magalhães - Orientador Definição Macromoléculas (principalmente proteínas) Origem Gênese tumoral Resposta do organismo
Imunologia Aplicada. Sorologia
Imunologia Aplicada Sorologia Importância da pesquisa de Anticorpos no diagnóstico individual 1. Elucidar processos patológicos 2. Diferenciar a fase da doença 3. Diagnosticar doença congênita 4. Selecionar
Módulo de Equações do Segundo Grau. Equações do Segundo Grau: Resultados Básicos. Nono Ano
Módulo de Equações do Segundo Grau Equações do Segundo Grau: Resultados Básicos. Nono Ano Equações do o grau: Resultados Básicos. 1 Exercícios Introdutórios Exercício 1. A equação ax + bx + c = 0, com
Teorema de Pitágoras
Teorema de Pitágoras Luan Arjuna 1 Introdução Uma das maiores preocupações dos matemáticos da antiguidade era a determinação de comprimentos: desde a altura de um edifício até a distância entre duas cidades,
Probabilidade. Luiz Carlos Terra
Luiz Carlos Terra Nesta aula, você conhecerá os conceitos básicos de probabilidade que é a base de toda inferência estatística, ou seja, a estimativa de parâmetros populacionais com base em dados amostrais.
Stela Adami Vayego DEST/UFPR
Resumo 4 - Resumo dos dados numéricos por meio de números (continuação) 4. A importância do desvio padrão Para se entender a importância que o desvio padrão representa na análise de dados estatísticos,
