RELATÓRIO DE GESTÃO DO SESCOOP/RJ Exercício 2013
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- Mauro Assunção Caldas
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1 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro RELATÓRIO DE GESTÃO DO SESCOOP/RJ Exercício 2013 RIO DE JANEIRO/RJ, MAIO/2014
2 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro RELATÓRIO DE GESTÃO Exercício 2013 Relatório de Gestão do exercício 2013 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art.70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições das IN TCU 63/2010 e 72/2013, da DN TCU nº 127/2013, Portaria TCU 175/2013 e das orientações da Controladoria Geral da União Portaria CGU nº 133, de 18/01/2013. RIO DE JANEIRO/RJ, MAIO/2014
3 Sumário INTRODUÇÃO... 6 CAPÍTULO 1: IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UNIDADE IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE IDENTIFICAÇÃO DO NÚMERO, DATA E EMENTA DA NORMA DE CRIAÇÃO E DAS DEMAIS NORMAS SOBRE A GESTÃO E A ESTRUTURA DO SESCOOP/RJ FINALIDADE E COMPETÊNCIAS INSTITUCIONAIS IDENTIFICAÇÃO E DESCRIÇÃO SUCINTA DOS SETORES DA ECONOMIA LOCAL OU NACIONAL ABRANGIDOS PELA ATUAÇÃO DA ENTIDADE NO EXERCÍCIO ORGANOGRAMA FUNCIONAL MACROPROCESSOS CAPÍTULO 2: PLANEJAMENTO E RESULTADOS ALCANÇADOS PLANEJAMENTO DO SESCOOP/RJ ESTRATÉGIAS ADOTADAS PELO SESCOOP/RJ PARA ATINGIR OS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DO EXERCÍCIO DE EXECUÇÃO FÍSICA E FINANCEIRA DOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS E DAS AÇÕES DO PLANO DO SESCOOP/RJ PARA CAPÍTULO 3: ESTRUTURAS DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO ESTRUTURA DE GOVERNANÇA RELAÇÃO DOS PRINCIPAIS DIRIGENTES E MEMBROS DE CONSELHOS, INDICANDO O PERÍODO DE GESTÃO, A FUNÇÃO, O SEGMENTO, O ÓRGÃO OU A ENTIDADE QUE REPRESENTA REMUNERAÇÃO PAGA AOS ADMINISTRADORES, MEMBROS DA DIRETORIA E DE CONSELHOS DEMONSTRAÇÃO DA ATUAÇÃO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA, INCLUINDO INFORMAÇÕES SOBRE A QUALIDADE E SUFICIÊNCIA DOS CONTROLES INTERNOS DO SESCOOP/RJ AVALIAÇÃO, PELA ALTA GERÊNCIA, DA QUALIDADE E SUFICIÊNCIA DOS CONTROLES INTERNOS ADMINISTRATIVOS PARA GARANTIR A REALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DA ENTIDADE SISTEMA DE CORREIÇÃO CAPÍTULO 4: PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA DEMONSTRAÇÃO DA RECEITA DEMONSTRAÇÃO E ANÁLISE DO DESEMPENHO DA ENTIDADE NA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA TRANSFERÊNCIAS REGULAMENTARES DE CONVÊNIOS E OUTROS INSTRUMENTOS ANÁLOGOS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA
4 CAPÍTULO 5: GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS ESTRUTURA DE PESSOAL DO SESCOOP/RJ INFORMAÇÕES SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E SOBRE QUADRO DE ESTAGIÁRIOS CAPÍTULO 6: GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO GESTÃO DA FROTA DE VEÍCULOS GESTÃO DO PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO CAPÍTULO 7: GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAPÍTULO 8: GESTÃO DO USO DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL GESTÃO AMBIENTAL E LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS CONSUMO DE PAPEL, ENERGIA ELÉTRICA E ÁGUA CAPÍTULO 9: CONFORMIDADE E TRATAMENTO DE DISPOSIÇÕES LEGAIS E NORMATIVAS CAPÍTULO 10: INFORMAÇÕES CONTÁBEIS INFORMAÇÕES SOBRE A ADOÇÃO DE CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS ESTABELECIDOS PELAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.9 E NBC T 16.10, PUBLICADAS PELAS RESOLUÇÕES CFC Nº 1.136/2008 E 1.137/2008, RESPECTIVAMENTE, OU NORMA ESPECÍFICA EQUIVALENTE, PARA TRATAMENTO CONTÁBIL DA DEPRECIAÇÃO, DA AMORTIZAÇÃO E DA EXAUSTÃO DE ITENS DO PATRIMÔNIO E AVALIAÇÃO E MENSURAÇÃO DE ATIVOS E PASSIVOS DA UNIDADE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PREVISTAS PELA LEI Nº 4.320/64 E PELA NBC 16.6 APROVADA PELA RESOLUÇÃO CFC Nº 1.133/2008, OU AINDA PREVISTA NA LEI Nº 6.404/76, INCLUINDO AS NOTAS EXPLICATIVAS RELATÓRIO DA AUDITORIA INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, QUANDO A LEGISLAÇÃO DISPUSER A RESPEITO CAPÍTULO 11: OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO OUTRAS INFORMAÇÕES CONSIDERADAS RELEVANTES PELO SESCOOP/RJ ANEXO I - DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PREVISTAS PELA LEI Nº 4.320/64 E PELA NBC 16.6 APROVADA PELA RESOLUÇÃO CFC Nº 1.133/2008, OU AINDA PREVISTA NA LEI Nº 6.404/76, INCLUINDO AS NOTAS EXPLICATIVAS ANEXO II - RELATÓRIO DA AUDITORIA INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ANEXO III RESOLUÇÃO Nº 1207/2014 CONSELHO NACIONAL DO SESCOOP
5 Lista de Tabelas, Quadros e Ilustrações 1. Ramos do Cooperativismo 2. Identificação da Unidade 3. Número de Cooperativas por Ramo 4. Número de Associados por Ramo 5. Número de Empregados por Ramo 6. Orientações Estratégicas do SESCOOP 7. Realizações Financeiras por Área de Atuação 8. Consolidação das atividades em Formação Profissional 9. Consolidação das atividades em Promoção Social 10. Consolidação das atividades em Monitoramento 11. Indicadores por Objetivos Estratégicos 12. Síntese da Remuneração dos Administradores 13. Receitas Realizadas 14. Relação de Admitidos e Demitidos Relação de Promoções no ano de Relação de Processos Seletivos no ano de Relação de Estagiários no ano de 2012 Adesão e Desligamento 18. Demonstrativo de Invest. Externo em Capacitação e Formação Profissional 19. Demonstrativo de Invest. Interno em Capacitação e Formação Profissional 20. Demonstrativo de Vencimentos, Encargos e Benefícios 21. Demonstrativo de Terceirização de Mão de Obra 22. Quadro de Atividades Básicas e Responsabilidade da Unid. de Tecnologia 23. Consumo de Papel, Energia Elétrica e Água. 4
6 Lista de Abreviações e Siglas Abreviações e Siglas CGU DN IN TCU DMS EDUCOOP SESCOOP ERC/RJ FGTS OCB SNA PCRJ BNDES SMAC Descrição Controladoria-Geral da União Decisão Normativa Instrução Normativa Tribunal de Contas da União Declaração Mensal de Serviços Formação de Professores em Educação Cooperativista Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo Escritório Regional do Cooperativismo no Rio de Janeiro Fundo de Garantia por Tempo de Serviço Organização das Cooperativas Brasileiras Sociedade Nacional de Agricultura Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Banco Nacional de Desenvolvimento Social Secretaria Municipal de Meio Ambiente 5
7 Introdução Este Relatório de Gestão está estruturado em tópicos, abaixo sintetizados: Capítulo 1- Identificação e Atributos da Unidade: apresenta os dados e informações sobre a identificação da Unidade Estadual; Capítulo 2- Planejamento e Resultados Alcançados: apresenta os comentários e informações sobre a construção do plano estratégico, das estratégias adotadas, da execução física e financeira, além dos indicadores de desempenho operacional da Unidade; Capítulo 3- Estrutura de Governança e de Autocontrole da Gestão: apresenta as informações e comentários sobre a relação e remuneração dos dirigentes e membros da diretoria e dos conselhos de administração e fiscal. Comenta ainda o funcionamento da Auditoria Interna e a qualidade e suficiência dos controles internos; Capítulo 4- Programação e Execução Orçamentária e Financeira: apresenta os dados, informações e comentários a respeito da programação e execução orçamentária e financeira da Unidade, além das transferências mediante convênios e instrumentos análogos; Capítulo 5- Gestão de Pessoas, terceirização de mão de obra e custos relacionados: apresenta as considerações sobre a estrutura de pessoal da Unidade e do quadro de estagiários e terceirizados; Capítulo 6- Gestão do patrimônio mobiliário e imobiliário: apresenta considerações a respeito da gestão da frota de veículos e do patrimônio imobiliário da Unidade; Capítulo 7 Gestão da Tecnologia da Informação: apresenta considerações sobre os destaques na gestão da tecnologia da informação da Unidade; Capítulo 8- Gestão do uso dos recursos renováveis e sustentabilidade ambiental: apresenta os comentários sobre as medidas e critérios adotados para o uso racional dos recursos; Capítulo 9 Conformidades e tratamento de disposições Legais e Normativas: apresenta considerações e informações sobre o atendimento às deliberações do TCU e sobre a estrutura da Auditoria Interna; Capítulo 10 Informações Contábeis: apresenta informações e comentários sobre os critérios e procedimentos contábeis adotados, além das demonstrações contábeis e o parecer da auditoria independente; Capítulo 11- Outras Informações sobre a gestão: apresenta as informações consideradas relevantes para demonstrar a conformidade e o desempenho da gestão no exercício. Cumpre ressaltar que as informações contábeis aqui apresentadas são relativas ao período compreendido entre os dias 1º de janeiro e 31 de dezembro de O SESCOOP não realizou execução física ou financeira de ações da LOA bem como não possui servidores inativos e pensionistas no seu Quadro de Pessoal, de modo que estas informações não constam no presente Relatório de Gestão. Todos os dados contidos neste Relatório mantêm as mesmas fontes e métodos de cálculo utilizados na edição imediatamente anterior a este documento (Relatório de Gestão de 2012), disponível no formato eletrônico, no endereço 6
8 Capítulo 1: Identificação e Atributos da Unidade 1.1. Identificação da entidade Poder e Órgão de Vinculação: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério do Trabalho e Emprego - MTE Código SIORG: Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo RJ Denominação abreviada: SESCOOP/RJ CNPJ / Situação: ativa Natureza Jurídica: Serviço Social Autônomo Finalidade: organizar, administrar e executar o ensino de formação profissional, a promoção social dos empregados de cooperativas, cooperados e de seus familiares, e o monitoramento das cooperativas. Telefones/Fax de contato: (021) (021) [email protected] Página na Internet: sescooprj.coop.br Código CNAE: Endereço Postal: Av. Presidente Vargas, 583 grupo , CEP , Centro - Rio de Janeiro/RJ Identificação do número, data e ementa da norma de criação e das demais normas sobre a gestão e a estrutura do SESCOOP/RJ. Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Medida Provisória 1.715, de 03 de setembro de 1998 e suas reedições e Decreto 3.017, de 07 de abril de 1999, publicado no Diário Oficial da União em (Aprova o Regimento do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo- SESCOOP); Lei /2007 de 23/11/2007. Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Regimento Interno registrado no Registro Civil de Pessoas Jurídicas Comarca da Capital do RJ Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Regulamento de Licitações e Contratos Resolução 43/2006, Norma de Pessoal Resolução 300/2008. Resolução 850/2012, Norma de Fundo Fixo de Caixa, Norma de Contratações, Norma de Incentivo ao Desenvolvimento e Aperfeiçoamento de Pessoal, Norma de Viagem, Norma de Controle de Bens Patrimoniais, Norma de Aquisição e Uso de Veiculo e Norma Procedimental de Sindicância. 7
9 1.3. Finalidade e Competências Institucionais Finalidade: o SESCOOP foi criado por meio da MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.715, DE 3 DE SETEMBRO DE 1998, com a finalidade de organizar, administrar e executar em todo o território nacional o ensino de formação profissional, desenvolvimento e promoção social do trabalhador em cooperativa e dos cooperados (Art. 7º) Competências: as competências do SESCOOP estão definidas no DECRETO Nº 3.017, DE 6 DE ABRIL DE São elas: I - organizar, administrar e executar o ensino de formação profissional e a promoção social dos trabalhadores e dos cooperados das cooperativas em todo o território nacional; II - operacionalizar o monitoramento, a supervisão, a auditoria e o controle em cooperativas, conforme sistema desenvolvido e aprovado em Assembleia Geral da Organização das Cooperativas Brasileiras OCB Identificação e descrição sucinta dos setores da economia local ou nacional abrangidos pela atuação da entidade no exercício O SESCOOP atua em um ambiente de elevada complexidade, pois busca apoiar de modo efetivo cooperativas de 13 (treze) diferentes ramos econômicos (da agricultura aos serviços, passando pelo comércio e pela indústria), com portes distintos (das grandes às pequenas) e distribuídas espacialmente por todo o País (nos 26 estados e no Distrito Federal). A seguir, uma síntese descritiva de cada um dos ramos: 1. Agropecuário: composto por cooperativas de produtores rurais ou agropastoris e de pesca, cujos meios de produção pertençam ao associado. Caracterizam-se pelos serviços prestados aos associados, como recebimento ou comercialização da produção conjunta, armazenamento e industrialização. 2. Consumo: constituído por cooperativas dedicadas à compra em comum de artigos de consumo para seus associados. É o ramo mais antigo no Brasil e no mundo. 3. Crédito: cooperativas destinadas a promover a poupança e financiar necessidades ou empreendimentos de seus cooperados. Atuam no crédito rural e urbano. 4. Educacional: cooperativas de profissionais em educação, de alunos, de pais de alunos, de empreendedores educacionais e de atividades afins. O papel da cooperativa de ensino é ser mantenedora da escola. 5. Especial: cooperativas de pessoas que precisam ser tuteladas (menor de idade ou relativamente incapaz) ou as que se encontram em situação de desvantagem nos termos da Lei 9.867, de 10 de novembro de A atividade econômica mais comum neste ramo é a produção artesanal de peças de madeira, roupas ou artes plásticas. 6. Habitacional: compõe-se de cooperativas destinadas à construção, manutenção e administração de conjuntos habitacionais para seu quadro social. 7. Infraestrutura: atende direta e prioritariamente o próprio quadro social com serviços de infraestrutura. As cooperativas de eletrificação rural, que são a maioria deste ramo, aos poucos estão deixando de serem meros repassadores de energia, para se tornarem geradoras de energia. 8. Mineral: constituído por cooperativas com a finalidade de pesquisar, extrair, lavrar, industrializar, comercializar, importar e exportar produtos minerais. 9. Produção: compõe-se por cooperativas dedicadas à produção de um ou mais tipos de bens e produtos, quando detenham os meios de produção. 8
10 10. Saúde: constituído por cooperativas que se dedicam à preservação e promoção da saúde humana em seus variados aspectos. 11. Trabalho: engloba todas as cooperativas constituídas por categorias profissionais (professores, engenheiros, jornalistas e outros), cujo objetivo é proporcionar fontes de ocupação estáveis e apropriadas aos seus associados, através da prestação de serviços a terceiros. 12. Transporte: composto pelas cooperativas que atuam no transporte de cargas e/ou passageiros. 13. Turismo e lazer: cooperativas prestadoras de serviços turísticos, artísticos, de entretenimento, de esportes e de hotelaria. Atendem direta e prioritariamente o seu quadro social nestas áreas Organograma Funcional Em conformidade com o Plano Estratégico , a estrutura organizacional da Unidade é a seguinte: Figura 1: Organograma funcional do SESCOOP/RJ Conselho Estadual do SESCOOP Conselho Fiscal Assessoria de Comunicação DIRETORIA EXECUTIVA Presidência Superintendência Assessoria Jurídica Gerência de Operações Escritório de Projetos Gerência de Desenvolvimento de Cooperativas Coordenação de Monitoramento Escritório Região Metropolitana Coordenação de Monitoramento Escritórios Avançados Coordenação de Formação Profissional Coordenação de Promoção Social O escritório de projetos busca ser sistêmico propondo garantir os resultados de projetos, a partir do gerenciamento das inter-relações entre a entregas, a necessidade estratégicas, os requisitos e o plano de forma a alcançar os resultados esperados. O sucesso dos projetos será a consequência da articulação estratégica de processos, pessoas motivadas e a aplicação de tecnologia adequada para fazer face à complexidade crescente. Assim a gestão integrada (Estratégia+Projetos+Operações) será uma das chaves para a excelência organizacional, tendo o escritório de projetos as seguintes atribuições definidas institucionalmente: coordenar equipes, acompanhar e controlar processos, projetos e ações de trabalho no âmbito do Escritório de Projetos, visando ao alcance dos resultados definidos no planejamento estratégico da Unidade Estadual RJ, no âmbito dos macroprocessos compreende o planejamento estratégico e orçamentário, sustentação e acompanhamento do planejamento estratégico, apoio a gestão organizacional. 9
11 Quadro 1: Detalhamento do Organograma Funcional do SESCOOP/RJ Área Competências Atribuições Macroprocessos Produtos Conselho Administrativo Conselho Fiscal Diretoria Executiva Superintendência Escritório de projetos Deliberar e acompanhar todas as ações previstas no planejamento estratégico, bem como, corroborar com a diretoria executiva relacionada às diretrizes do SESCOOP/RJ. Fiscalizar e conferir a execução financeira das ações previstas no planejamento estratégico. Direcionar ações, a fim de garantir a convergência de esforços para o alcance das metas e objetivos do Sistema OCB- SESCOOP/RJ. Garantir e acompanhar ações, a fim de garantir a convergência de esforços para o alcance das metas e objetivos do Sistema OCB-SESCOOP/RJ. Gerar e disseminar conhecimento; Apresentar visão sistêmica; Manter compromisso organizacional; Conservar foco em resultados para as cooperativas; Cultivar domínio dos conhecimentos conceituais de gestão e técnicos relacionados; Capacidade de assessoramento e habilidade de comunicação. Difundi e implementa as políticas, diretrizes, programas, projetos e normativos, com estrita observância das deliberações e decisões do Conselho Nacional, contribuindo para que as atribuições e os objetivos do SESCOOP/RJ sejam alcançados. Acompanha e fiscaliza a execução financeira, orçamentária e os atos de gestão do SESCOOP/RJ. Governança em administração do SESCOOP/RJ, consoante às diretrizes estabelecidas pelos Conselhos Nacional, e Regional. Desenvolve, implementa e gerencia políticas, processos e projetos de formação e gestão de cooperativas, assim como controla e acompanha as atividades de suporte técnico e administrativo, visando o fortalecimento dos direcionadores estratégicos e o alcance dos objetivos estabelecidos para o Sistema. Coordena equipes, acompanha e controla processos, projetos e ações de trabalho no âmbito do Escritório de Projetos. Governança; Planejamento Estratégico e Orçamentário; Manutenção e Acompanhamento do Planejamento Estratégico; Orçamentário; Manutenção e Acompanhamento do Planejamento Estratégico; Planejamento Estratégico e Orçamentário; Manutenção e Governança; Planejamento Estratégico e Orçamentário; Manutenção e Acompanhamento do Planejamento Estratégico; Atendimento às demandas das Auditorias e Conselhos. Avaliação de Desempenho da Governança, em conjunto com as Gerências. Planejamento estratégico e orçamentário, Sustentação e acompanhamento do planejamento estratégico, Apoia a gestão organizacional. Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico e Orçamentário Governança e Planejamento Estratégico Aumento da transparência; Melhoria de processos; Aumento de controle; Melhoria na comunicação e Elevação da Capacidade Empreendedora. Aumento da transparência; Melhoria de processos; Aumento de controle; Melhoria na comunicação e Elevação da Capacidade Empreendedora. Obs.: As duas gerencias, Gerencia de Operações e Gerencia de Desenvolvimento Cooperativista, encontram-se em vacância, aguardando a implantação do PCCS em
12 Macroprocessos Figura 2: Macroprocessos do SESCOOP/RJ A construção da proposta de estrutura organizacional para o SESCOOP-RJ foi feita pela FGV/RJ, tendo por base o regimento interno, o planejamento estratégico da unidade (2011/2013) e a identificação de tendências modernizadoras já existentes e em fase de implementação. Assim, vale destacar, potencialidades da proposta de estrutura organizacional, tanto como forma de registro como de explicitação de recomendações, a saber: retrata o SESCOOP/RJ em grandes macroprocessos capazes de cumprir sua missão organizacional; atuará como um recurso gerencial onde o SESCOOP/RJ questione a forma como deseja transferir valor aos intervenientes, pela execução dos serviços prestados. a cadeia de valor e os macroprocessos permitem a leitura das atividades desempenhadas pela instituição, independente da estrutura organizacional vigente. 11
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14 CAPÍTULO 2: PLANEJAMENTO E RESULTADOS ALCANÇADOS 2.1. Planejamento do SESCOOP/RJ O Plano Estratégico do SESCOOP (modelo corporativo), aprovado em agosto de 2010, com horizonte , tem o desafio maior de impulsionar a sua atuação em prol do desenvolvimento das cooperativas brasileiras, dando maior visibilidade aos resultados gerados em favor do público-alvo. Isto porque o cooperativismo é um movimento voltado para formas associativas e democráticas de organização da produção, do trabalho e do consumo, com foco no atendimento às necessidades comuns dos seus associados e não apenas no lucro, no que se diferencia dos demais empreendimentos. A importância do cooperativismo pode ser avaliada em razão de recente estudo da ACI (Aliança Cooperativa Internacional), que apontou que as cooperativas somam aproximadamente 1 bilhão de membros, em 90 países do mundo, o que equivale a 1/7 da população mundial. No Brasil, estima-se em 30 milhões o número de pessoas envolvidas com o cooperativismo. Embora sejam sociedades sem fins lucrativos, as cooperativas atuam numa economia de mercado e em concorrência com empresas essencialmente privadas. Apesar das diferenças na propriedade do capital, na destinação dos resultados, e na relação com as comunidades, as cooperativas agem em um ambiente competitivo, em que predominam o mercado e as empresas capitalistas e, portanto, devem estar bem preparadas. Diante disso, o sistema cooperativista depara-se com o desafio de atender às demandas sociais de seus cooperados e de seu entorno e, ao mesmo tempo, desenvolver-se em conformidade com um mercado altamente competitivo. O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP), criado em 1998, faz parte do denominado Sistema S e tem como objetivo integrar o Sistema Cooperativista Nacional, bem como auxiliá-lo a vencer seus desafios. Cabe ao SESCOOP organizar, administrar e executar: O ensino de formação profissional cooperativista para cooperados, empregados de cooperativas e familiares; A promoção social de cooperados, empregados de cooperativas e familiares; e O monitoramento das cooperativas em todo o território nacional. Nesse sentido, as ações do SESCOOP para o fortalecimento das cooperativas englobam capacitação, valorização e melhor aproveitamento dos cooperados e empregados. Assim, a entidade busca patamares mais elevados de inovação e excelência, favorecendo a competitividade dos produtos e serviços desses empreendimentos. No cumprimento da sua missão, os desafios encontrados pelas entidades cooperativistas em seus ambientes de atuação são: Doutrina e Princípios: realizar ações no sentido de tornar a doutrina e princípios do cooperativismo conhecidos e praticados; Legislação: atuar em parceria com entidades, principalmente a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), buscando tornar a legislação, sua interpretação e aplicação pelos órgãos julgadores e fiscalizadores, adequadas aos preceitos cooperativistas; Cultura da cooperação: buscar sensibilizar a sociedade para a importância da cultura da cooperação, como forma de propiciar desenvolvimento econômico e social; 13
15 Cooperativas: propiciar condições para a implantação de governança e gestão profissionalizadas das cooperativas, possibilitando atuação em ambientes competitivos, por intermédio da capacitação dos dirigentes, cooperados e empregados, visando, portanto, a sustentabilidade dos empreendimentos cooperativos. Resultados: realizar ações de monitoramento do desempenho das cooperativas, propondo as medidas adequadas à obtenção de resultados econômicos e sociais positivos, cuidando, em parceria com a OCB, da transparência e divulgação dos resultados do sistema cooperativista. Imagem: atuar, em parceria com a OCB, no sentido de divulgar, zelar e fortalecer a imagem do cooperativismo junto à sociedade. Por ser um plano corporativo, as macroestratégias nele definidas orientam a realização de esforço conjunto entre as unidades estaduais e nacional para a concretização de resultados. Os principais fundamentos do referido plano corporativo encontram-se descritos a seguir. Missão e visão A função e a razão de ser do SESCOOP estão contempladas em sua missão: "Promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social e do monitoramento das cooperativas, respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados, empregados e familiares. A visão de futuro descreve a situação desejada para o SESCOOP, no horizonte do plano (2020) e configura-se como a síntese dos desejos e das aspirações quanto ao novo perfil institucional da organização. Deve ser conquistada por meio de esforços coordenados de todos que trabalham e fazem a instituição. A visão de futuro do SESCOOP é: Ser reconhecido por sua excelência em formação profissional cooperativista, como promotor da sustentabilidade e da autogestão das cooperativas e como indutor da qualidade de vida e bem-estar social de cooperados, empregados e familiares. Objetivos Estratégicos Finalísticos Os objetivos estratégicos do SESCOOP revelam as principais escolhas da instituição para o período do plano e são orientados para o alcance da Visão de Futuro e cumprimento da missão organizacional. Neste Plano Estratégico, o SESCOOP definiu treze objetivos estratégicos, sendo oito finalísticos e cinco de Administração e de Apoio. Objetivo Estratégico 1 Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil. A população, muitas vezes, não sabe distinguir o cooperativismo dos demais tipos societários, o que acaba retirando vantagens e igualando as cooperativas às demais formas de produção, notadamente às empresas. Assim, faz-se necessária a difusão da doutrina, dos princípios e dos valores do cooperativismo em todo o Brasil como elementos integradores de uma organização social competitiva, mas que produz frutos sociais aos seus associados e demais atores relacionados. Essa difusão contribuirá significativamente pata o desenvolvimento sustentável do cooperativismo. Objetivo Estratégico 2 Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista, alinhada às suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade. 14
16 Em um ambiente cada vez maior competitivo, a eficiência da gestão é instrumento central para a sustentabilidade das organizações. A formação em gestão cooperativista se volta para a preparação em governança e em gestão profissional das cooperativas além de formação de lideranças cooperativistas. Difere das abordagens empresariais à medida que se alinha à doutrina, aos princípios e valores do cooperativismo. Objetivo Estratégico 3 Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional. Além da formação em gestão cooperativista, as cooperativas necessitam de cooperados e empregados em outras áreas administrativas e em suas áreas de atuação específicas. Tendo em vista a grande diversidade de ramos de negócio no sistema cooperativista, dispersos em todo o País, não é possível nem adequado que o SESCOOP desenvolva programas de formação profissional para todas as necessidades de todas as cooperativas. O SESCOOP focará seus esforços na identificação das diversas demandas, formação de parcerias e viabilização de soluções de formação profissional para as cooperativas. Objetivo Estratégico 4 Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas. Um dos princípios do cooperativismo é a gestão democrática. Como a cooperativa é uma entidade que agrega no mínimo 20 associados, tendo cada um o mesmo poder de voto nas decisões estratégicas, uma boa governança é fundamental para sua sustentabilidade e seu crescimento. Além disso, organizações com modelos mais complexos de governança tendem a refletir essa complexidade também em sua gestão. O SESCOOP irá contribuir para a governança e a gestão das cooperativas, por meio da disseminação de conhecimento sobre o tema, da identificação, disseminação e incentivo à adoção de boas práticas, tudo atrelado à doutrina, aos princípios e aos valores do cooperativismo. Objetivo Estratégico 5 Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas. As cooperativas precisam desenvolver sua governança e suas competências técnicas, além de incorporar métodos, instrumentos e boas práticas de gestão. Devem se pautar em metas de desempenho e resultados. Como forma de aumentar as chances de sucesso, é importante que as cooperativas contem com mecanismos de monitoramento externo que as auxiliem na identificação de pontos de melhoria, oportunidades e boas práticas em gestão e governança. Sendo assim, o SESCOOP atua no monitoramento das cooperativas analisando seus desempenhos e contribuindo de maneira pró-ativa para a minimização de riscos, a profissionalização da gestão e a sustentabilidade das cooperativas. Objetivo Estratégico 6 Incentivar as cooperativas na promoção da segurança no trabalho. As cooperativas precisam adotar práticas que promovam a segurança no trabalho cooperativista para reduzir os riscos de acidentes. As cooperativas que adotam estas práticas no trabalho além de cumprir a legislação, reduzem gastos com acidentes e assistência à saúde, melhoram a relação com empregados e fortalecem a imagem perante o público. Nesse âmbito, o SESCOOP se propõe a desenvolver programas e competências para a disseminação de informações e conceitos de segurança no trabalho e para apoio e incentivos à prevenção de acidentes e à melhoria das condições de trabalho. Objetivo Estratégico 7 Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados e familiares. A atuação do SESCOOP se dará por meio da articulação de parcerias e do desenvolvimento de programas orientados para apoiar as cooperativas em ações que favoreçam um estilo de vida saudável e possibilitem o alcance da melhoria da qualidade de vida dos empregados de cooperativas, associados e seus familiares. Objetivo Estratégico 8 Intensificar a adoção da responsabilidade socioambiental na gestão das cooperativas brasileiras. 15
17 O SESCOOP atuará com foco não só na melhoria do desempenho interno das cooperativas, mas também na adoção por estas de conceitos e boas práticas de responsabilidade socioambiental. Essa atuação é convergente com o princípio cooperativista do interesse pela comunidade, que orienta o trabalho das cooperativas também para o desenvolvimento sustentado de suas comunidades, por meio de políticas aprovadas pelos membros. Objetivos Estratégicos de Administração e Apoio Objetivo Estratégico 9 Intensificar o desenvolvimento de competências alinhadas à estratégia do SESCOOP. O SESCOOP possui um quadro de funcionários qualificado. No entanto, para que os objetivos finalísticos estabelecidos sejam alcançados, faz-se necessário o desenvolvimento de competências aderentes aos novos desafios propostos. A ampliação das competências deverá ser viabilizada também pela ampliação quantitativa das redes de colaboradores, internos e externos, visando ao aumento da capacidade de realização orientada para resultados para o público-alvo. Objetivo Estratégico 10 Desenvolver e implementar a gestão do conhecimento no SESCOOP. O aumento da eficiência, da inovação e da capacidade de gerar resultados abrange uma gestão do conhecimento. Gerir conhecimento requer processos bem definidos e eficazes de identificação, seleção, armazenamento e disponibilização de dados, informações e boas práticas. Essas práticas são ainda mais necessárias em organizações com elevado grau de descentralização das ações e atuação distribuída por regiões e setores com elevada heterogeneidade. Objetivo Estratégico 11 Gerar sinergias e integração do Sistema SESCOOP. Um sistema não é de fato um sistema se suas partes seguem em direções distintas e de maneira descoordenada. Por isso, as diversas unidades e áreas do SESCOOP devem atuar, de maneira integrada e alinhada em seus objetivos e ações, propiciando sinergia no Sistema SESCOOP. Mantendo a autonomia das partes, trata-se de garantir a integração no sentido estratégico e o alinhamento de grandes iniciativas e das estratégias de comunicação, para dentro e para fora do Sistema. Objetivo Estratégico 12 Assegurar adequada utilização da tecnologia de informação e comunicação. O fluxo crescente de informações e a velocidade cada vez maior dos processos de tomada de decisão ampliaram radicalmente a relevância das tecnologias de informação e comunicação. A tecnologia de informação e comunicação passou a ser elemento estratégico para o bom desempenho de qualquer organização nos dias atuais. Ela deve ser orientada para o alinhamento e integração do Sistema, assim como para o melhor atendimento do público-alvo. Objetivo Estratégico 13 Assegurar qualidade e transparência na divulgação das ações e na comunicação dos resultados. 16
18 Figura 3: Árvore Estratégica do SESCOOP Missão do SESCOOP Promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social e do monitoramento das cooperativas, respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados, empregados e familiares Visão de Futuro 2020 Ser reconhecido por sua excelência em formação profissional cooperativista, como promotor da sustentabilidade e da autogestão das cooperativas e como indutor da qualidade de vida e bem-estar social de cooperados, empregados e familiares Gestão profissionalizada COOPERATIVAS COOPERADOS EMPREGADOS DAS COOPERATIVAS FAMÍLIAS Envolvimento maior dos cooperados com suas cooperativas Sensibilização para a responsabilidade socioambiental Ambiente propício à cooperação Padrões de qualidade em gestão e governança cooperativistas Cultura da Cooperação OBJETIVO 1 Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil OBJETIVO 9 Intensificar o desenvolvimento de competências alinhadas à estratégia do SESCOOP Educação cooperativista e em gestão cooperativa Desenvolvimento de lideranças cooperativistas Transparência da gestão Profissionalização e Sustentabilidade OBJETIVO 2 Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista, alinhada as suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade OBJETIVO 3 Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional OBJETIVO 10 OBJETIVO 11 Desenvolver e implementar a gestão do conhecimento no SESCOOP Gerar sinergias e integração do Sistema SESCOOP Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas Formação profissional de qualidade Conhecimento da cultura da cooperação e exercício do empreendedorismo Melhores condições de saúde e segurança no trabalho Transparência da gestão OBJETIVO 4 OBJETIVO 5 OBJETIVO 12 Assegurar adequada utilização da tecnologia de informação e comunicação Conhecimento da cultura da cooperação e exercício do empreendedorismo Qualidade de Vida OBJETIVO 6 Incentivar as cooperativas na promoção da segurança no trabalho OBJETIVO 7 Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados e familiares OBJETIVO 8 Intensificar a adoção da responsabilidade socioambiental na gestão das cooperativas brasileiras OBJETIVO 13 Assegurar qualidade e transparência na divulgação das ações e na comunicação dos resultados Proposta de Valor Objetivos Estratégicos Finalísticos Objetivos Estratégicos de Administração e Apoio 17
19 Por seu turno, o Plano Estratégico do SESCOOP/RJ está inserido no contexto de um planejamento estratégico Corporativo. Objetivo Estratégico 1 Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil. O desenvolvimento sustentável do cooperativismo somente será possível se apoiado em sólidos pilares, representados aqui pela doutrina, pelos princípios e valores do cooperativismo. É preciso garantir que todos os cooperativistas os conheçam e os pratiquem, desde o momento da criação da cooperativa. Além disso, muitas vezes, a população não sabe distinguir o cooperativismo dos demais tipos societários, o que acaba retirando vantagens e igualando as cooperativas às demais formas de produção, notadamente às empresas. Desse modo, faz-se importante a difusão da doutrina, dos princípios e dos valores do cooperativismo em todo o Brasil como elementos integradores de uma organização social competitiva, mas que produz frutos sociais aos seus associados e demais atores relacionados. Objetivo Estratégico 2 Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista, alinhada às suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade. Em um ambiente de cada vez maior competitividade, a eficiência da gestão é instrumento central para a sustentabilidade das organizações. A formação em gestão cooperativista se volta para a preparação em governança e em gestão profissional das cooperativas e para a formação de lideranças cooperativistas. Difere das abordagens empresariais à medida que se alinha à doutrina, aos princípios e valores do cooperativismo. Objetivo Estratégico 3 Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional. Além da formação em gestão cooperativista, as cooperativas necessitam de cooperados e empregados em outras áreas administrativas e em suas áreas de atuação específicas. Tendo em vista a grande diversidade de ramos de negócio no sistema cooperativista, dispersos em todo o País, não é possível nem adequado que o Sescoop desenvolva programas de formação profissional para todas as necessidades de todas as cooperativas. O Sescoop focará seus esforços na identificação das diversas demandas, formação de parcerias e viabilização de soluções de formação profissional para as cooperativas. Objetivo Estratégico 4 Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas. Um dos princípios do cooperativismo é a gestão democrática. Como a cooperativa é uma entidade que agrega no mínimo 20 associados, tendo cada um o mesmo poder de voto nas decisões estratégicas, uma boa governança é fundamental para sua sustentabilidade e seu crescimento. Além disso, organizações com modelos mais complexos de governança tendem a refletir essa complexidade também em sua gestão. O Sescoop irá contribuir para a governança e a gestão das cooperativas, por meio da disseminação de conhecimento sobre o tema, da identificação, disseminação e incentivo à adoção de boas práticas, tudo atrelado à doutrina, aos princípios e aos valores do cooperativismo. Objetivo Estratégico 5 Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas. As cooperativas precisam desenvolver sua governança e suas competências técnicas, além de incorporar métodos, instrumentos e boas práticas de gestão. Devem se pautar em metas de desempenho e resultados. 18
20 Como forma de aumentar as chances de sucesso, é importante que as cooperativas contem com mecanismos de monitoramento externo que as auxiliem na identificação de pontos de melhoria, oportunidades e boas práticas em gestão e governança. Sendo assim, o Sescoop atuará no desenvolvimento de um modelo de monitoramento que analise as cooperativas e forneça informações sobre boas práticas e padrões de qualidade em gestão e governança, contribuindo de maneira pró-ativa para a minimização de riscos, a profissionalização da gestão e a sustentabilidade das cooperativas. Objetivo Estratégico 6 Incentivar as cooperativas na promoção da segurança no trabalho. Para reduzir os riscos de acidentes, as cooperativas precisam concentrar esforços na promoção de ações e medidas de segurança no trabalho cooperativista, seja ele realizado dentro ou fora das cooperativas e por cooperados ou empregados das cooperativas. Mais do que apenas cumprir a legislação, cooperativas que adotam práticas de segurança no trabalho reduzem gastos com acidentes e assistência à saúde, melhoram a relação com empregados e fortalecem a imagem perante o público. A atuação do Sescoop nesse âmbito se propõe a desenvolver programas e competências para a disseminação de informações e conceitos de segurança no trabalho e para apoio e incentivos à prevenção de acidentes e à melhoria das condições de trabalho. Objetivo Estratégico 7 Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados e familiares. A promoção social tem por finalidade desenvolver ações que favoreçam um estilo de vida saudável e possibilitem o alcance da melhoria da qualidade de vida dos empregados de cooperativas, associados e seus familiares. A atuação do Sescoop se dará por meio da articulação de parcerias para campanhas e do desenvolvimento de programas orientados para apoiar as cooperativas na promoção da saúde dos cooperados, empregados e familiares. Objetivo Estratégico 8 Intensificar a adoção da responsabilidade socioambiental na gestão das cooperativas brasileiras. Com a preocupação cada vez maior da sociedade com o impacto das organizações nas questões sociais e do meio ambiente, é fundamental que o cooperativismo desempenhe ações para mitigar seus efeitos negativos, promovendo a responsabilidade socioambiental das cooperativas. Por isso, o Sescoop atuará com foco não só na melhoria do desempenho interno das cooperativas, mas também na adoção por estas de conceitos e boas práticas de responsabilidade socioambiental. Essa atuação é convergente com o princípio cooperativista do interesse pela comunidade, que orienta o trabalho das cooperativas também para o desenvolvimento sustentado de suas comunidades, por meio de políticas aprovadas pelos membros. Objetivos Estratégicos de Administração e Apoio Objetivo Estratégico 9 Intensificar o desenvolvimento de competências alinhadas à estratégia do Sescoop. O Sescoop possui um quadro de funcionários qualificado. No entanto, para que os objetivos finalísticos estabelecidos sejam alcançados, o Sescoop precisa desenvolver competências aderentes aos novos desafios propostos. A ampliação das competências deverá ser viabilizada também pela ampliação 19
21 quantitativa das redes de colaboradores, internos e externos, visando ao aumento da capacidade de realização orientada para resultados para o público-alvo. Objetivo Estratégico 10 Desenvolver e implementar a gestão do conhecimento no Sescoop. O aumento da eficiência, da inovação e da capacidade de gerar resultados abrange uma gestão do conhecimento. Gerir conhecimento requer processos bem definidos e eficazes de identificação, seleção, armazenamento e disponibilização de dados, informações e boas práticas. Essas práticas são ainda mais necessárias em organizações com elevado grau de descentralização das ações e atuação distribuída por regiões e setores com elevada heterogeneidade. Objetivo Estratégico 12 Assegurar adequada utilização da tecnologia de informação e comunicação. O fluxo crescente de informações, as demandas por informações e a velocidade cada vez maior dos processos de tomada de decisão ampliaram radicalmente a relevância das tecnologias de informação e comunicação. A tecnologia de informação e comunicação passou a ser elemento estratégico para o bom desempenho de qualquer organização nos dias atuais. Ela deve ser orientada para o alinhamento e integração do Sistema, assim como para o melhor atendimento do público-alvo. Objetivo Estratégico 13 Assegurar qualidade e transparência na divulgação das ações e na comunicação dos resultados. O desafio maior da Unidade, portanto, é apoiar, de modo efetivo, este amplo e diversificado conjunto de empreendimentos cooperativos, de diferentes ramos que atuam no estado, cujos grandes números estão apresentados na Tabela 1, a seguir. Tabela 1: Números do Cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro Acompanhando os processos internos das Cooperativas Fluminenses, percebeu-se uma evolução no desempenho geral da Unidade Estadual. Ocorrendo um aumento no numero de associados, contabilizando todos os ramos de novos sócios e a criação de 218 novos postos de trabalho nas Cooperativas Fluminenses. Ramo Agropecuário Acréscimo de 4,8 % em relação ao ano de 2012 no numero de cooperativas, com a filiação de 02 (duas) novas cooperativas. E uma expansão de 2,7 % no numero total de sócios cooperados. Com o objetivo principal de organizar o trabalho dos produtores rurais e prover sua inclusão social, as cooperativas do Ramo Agropecuário, garantem a subsistência de aproximadamente pessoas no Estado (considerando famílias com quatro pessoas), com um total de sócios. Ramo Consumo Com a criação de duas novas cooperativas no ramo de consumo, uma de usuários de planos de saúde e outra de produtos farmacêuticos. Ocorreu um acréscimo de 25,00 % no numero de cooperativas deste ramo no Estado do Rio de Janeiro, passando para 10 cooperativas. Ramo Educacional Solução encontrada pelos profissionais de ensino, como ferramenta de competitividade. Em resposta aos constantes desafios verificados nas relações subordinadas entre professores e donos de escola. No estado do Rio de Janeiro as Cooperativas Educacionais mantém a tendência de crescimento, com a captação de 02 (duas) cooperativas neste ano. Ramo Trabalho Com o advento da nova lei /2012 o numero de grupos monitorados pelo setor de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas aumentou sensivelmente. As cooperativas de serviços, comumente conhecidas como trabalho, tem passado por um rigoroso processo de readaptação a nova legislação. O Ramo Trabalho apresentou um crescimento de 9,24 %, com uma expansão de 4,3 % no numero de associados e como resultado da ampla revisão dos processos e controles internos das cooperativas filiadas, um crescimento de 48,28 % no numero de funcionários, passando de 263 para 390 colaboradores. 20
22 Ramo Transporte O segmento Transporte Complementar utilizado como instrumento de reorganização do Transporte Público no Estado do Rio de Janeiro, somado ao Segmento Taxi e as cooperativas de transporte executivo e as cooperativas de transporte de cargas representa o momento de expansão do cooperativismo de transporte do Estado. O Rio de Janeiro teve um acréscimo de 4,1 % no numero de cooperativas filiadas, atingindo o total de 152 cooperativas filiadas. E com uma tendência a aumentar esta busca pela regularidade da Cooperativa buscando a filiação ao Sistema. Pois os órgãos regulamentadores do Setor de Transporte de cargas e passageiros estão requerendo o Registro na OCB Estadual. Apresentando também um acréscimo no numero total de sócios de 20,0 %, passando de para no numero de associados nas cooperativas. Empregando um total de pessoas. Tabela 1 Ramos do Cooperativismo Ramo Cooperativas Associados Empregados Fonte: OCB/RJ AGROPECUÁRIO CONSUMO CRÉDITO EDUCACIONAL ESPECIAL HABITACIONAL INFRAESTRUTURA MINERAL PRODUÇÃO SAÚDE TRABALHO TRANSPORTE TURISMO E LAZER TOTAL Tabela 3 Numero de Cooperativas por Ramo Fonte: OCB/RJ Cooperativas RJ % AGROPECUÁRIO ,8 CONSUMO % CRÉDITO EDUCACIONAL ,0 ESPECIAL HABITACIONAL ,8 INFRAESTRUTURA MINERAL PRODUÇÃO SAÚDE TRABALHO ,24 TRANSPORTE ,1 TURISMO E LAZER TOTAL ,4 21
23 Tabela 4 Numero de Associados por Ramo Fonte: OCB/RJ Cooperativas RJ % AGROPECUÁRIO ,7 CONSUMO ,56 CRÉDITO ,64 EDUCACIONAL ,7 ESPECIAL HABITACIONAL ,7 INFRAESTRUTURA MINERAL PRODUÇÃO SAÚDE ,1 TRABALHO ,3 TRANSPORTE ,0 TURISMO E LAZER TOTAL ,98 Tabela 5 Numero de Empregados por Ramo Fonte: OCB/RJ Cooperativas RJ % AGROPECUÁRIO CONSUMO CRÉDITO ,39 EDUCACIONAL ,40 ESPECIAL HABITACIONAL INFRAESTRUTURA MINERAL PRODUÇÃO SAÚDE ,02 TRABALHO ,28 TRANSPORTE ,30 TURISMO E LAZER TOTAL ,73 A sua Missão é: "Promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social e do monitoramento das cooperativas, respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados, empregados e familiares. 22
24 A sua visão de futuro é: A visão de futuro é a imagem que descreve a situação desejada para o SESCOOP, no horizonte do plano, no ano de 2020, é, portanto, a síntese dos desejos e das aspirações quanto ao novo perfil institucional da organização. A visão deve ser conquistada por meio de esforços coordenados do todos que trabalham e fazem a instituição, veja a seguir a visão corporativa do SESCOOP. Ser reconhecido por sua excelência em formação profissional cooperativista, como promotor da sustentabilidade e da autogestão das cooperativas e como indutor da qualidade de vida e bem-estar social de cooperados, empregados e familiares Estratégias adotadas pelo SESCOOP/RJ para atingir os objetivos estratégicos do exercício de 2013 A partir dos fundamentos e dos projetos do Plano Estratégico, o SESCOOP/RJ elaborou o seu Plano de Trabalho e Orçamento para o exercício de 2013, contemplando os projetos estratégicos descritos no Plano Estratégico e as demais atividades de apoio ao desenvolvimento de seus objetivos. Os principais objetivos estratégicos do SESCOOP/RJ para 2013, bem como as suas respectivas metas, riscos identificados para seu alcance, as estratégias adotadas, bem como as devidas contextualizações estão dispostos no Quadro 2. No exercício em tela, destacam-se, pela importância e impacto na realidade do cooperativismo local, as seguintes iniciativas: - CURSO INFORMÁTICA BÁSICA/INTRODUÇÃO - Promovemos 5 Cursos, atingindo 107 filhos de cooperados e funcionários da cooperativa, com o objetivo de fornecer conhecimentos necessários para realizar diversas atividades que exigem o uso do computador no ambiente de trabalho, com apoio das ferramentas de Windows, Word, Excel, PowerPoint e Internet. - CURSO EXCEL/EXCEL BÁSICO Através desta ação 84 filhos de cooperados e funcionários da cooperativa foram instruídos a cerca dos conhecimentos e recursos básicos e avançados do Microsoft Excel, capacitando-os na criação de cronogramas físicos e financeiros, controles de estoque, geração de gráficos, tabelas e planilhas que simulem o ambiente de trabalho. - INTRODUÇÃO AO COOPERATIVISMO Foram desenvolvidos 5 iniciativas nesse sentido, agregando 100 participantes, com o intuito de introduzir pessoas interessadas no Cooperativismo, abordando sobre os princípios do Cooperativismo, como também sua constituição de uma cooperativa e a adesão ao quadro societário. - CONTROLES E ORDENS EM CURSO ANEEL Com o objetivo de fornecer subsídios necessários para adaptação das cooperativas de infraestrutura a exigência da ANAEL certificou 52 cooperados. - RESOLUÇÃO 168 Entre o curso regular e atualização, 206 cooperados foram beneficiados com essa ação. Este capacita e habilita o motorista a conduzir um veículo de transporte coletivo de passageiros de forma educada, eficiente e com segurança, atendendo assim as exigências da Prefeitura na continuidade do seu ofício. - DESENVOLVIMENTO DE CAIXAS BÁSICO E AVANÇADO Promovemos esse curso com objetivo de apresentar aos cooperados técnicas de rotinas de caixa, técnicas de como descobrir e impedir o acontecimento de fraudes e grafoscopia, técnicas e rotinas de segurança, excelência no atendimento, técnicas de negociação e matemática financeira, onde 40 pessoas foram beneficiadas. - PROGRAMA DPR Com o objetivo de formar, instruir e atualizar condutores de transporte, na forma da legislação vigente e, habilitando-os ao exercício eficaz e eficiente da função, atingimos 142 beneficiados. - EXIGÊNCIAS LEGAIS P/ REALIZAÇÃO DE ASSEMBLÉIAS Certificamos 61 participantes neste curso, onde o objetivo é prestar esclarecimento sobre prestação de contas do relatório de gestão, balanço patrimonial, demonstrativo das sobras apuradas ou das perdas, bem como sua destinação ou rateio e etc. 23
25 - COMO TRABALHAR EM EQUIPE NA SUA COOPERATIVA Através dessa ação disseminamos orientações para 58 cooperados, de como proceder no trabalho em equipe, enfatizando as principais qualidades que deve possuir e como reagir diante da oposição. - CURSO NR 10 Com esse curso, habilitamos 88 profissionais da área de segurança do trabalho, com instruções de suma importância quando se trata de trabalhos que envolvem de forma direta ou indireta os Líquidos Combustíveis e Inflamáveis. - APECTOS POLÊMICOS DO MARCO LEGAL DAS COOPERATIVAS Com 147 participantes, oferecemos esclarecimentos a cerca da Lei /2012, que traz um novo marco jurídico para as cooperativas que atuam na organização do trabalho. Entender o que muda com a nova legislação é essencial para a manutenção da cooperativa no mercado. - NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO Realizamos esse curso objetivando atualização das mudanças ortográficas, transmitindo a importância da linguagem escrita e, os meios para utilizá-las com eficiência no cotidiano das cooperativas. Registramos 77 beneficiados. - DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO, realizado com o objetivo de integrar os cooperados dos diversos ramos do cooperativismo, assim como promover o cooperativismo, onde foram beneficiadas 316 pessoas. - O FÓRUM DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO, realizado em duas oficinas, com o objetivo de levantar demandas das cooperativas a fim de construirmos um Plano de Trabalho para o próximo ano de acordo com as necessidades das cooperativas, tendo como beneficiados 46 participantes, dentre eles, a diretoria do Sistema. - Realizamos o SEMINÁRIO ASPECTOS POLÊMICOS DO MARCO LEGAL DAS COOPERATIVAS DE TRABALHO, com o objetivo de esclarecer as dúvidas referentes à lei /12, beneficiando 147 pessoas. - Periodicamente foram realizados FÓRUNS PARA OS DIVERSOS RAMOS, a fim de discutir melhorias e debater questões pertinentes aos ramos, beneficiando um público médio de 40 participantes. - Foram promovidas duas oficinas de COOPERATIVISMO E MEIO AMBIENTE, que beneficiou 64 participantes. - O DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO DE CRÉDITO, que beneficiou 110 participantes, tendo como principal objetivo a integração do ramo, e o debate de assuntos pertinentes ao mesmo. - Realizamos a III SIPATR, promovendo palestras sobre saúde do trabalhador, segurança no trabalho, meio ambiente e motivação no trabalho, beneficiando 240 participantes. - Promovemos o PRIMEIRO CICLISMO COOPERATIVO, realizado a fim de promover um estilo de vida mais saudável e a disseminação do cooperativismo, tendo em vista que foi um evento realizado nas ruas, beneficiando 500 pessoas, dentre elas, cooperados, empregados de cooperativas e comunidade. - Através da RODADA DE INTERCOOPERAÇÃO, promovemos um ambiente propício para 54 pessoas, de diversos ramos e cooperativas, realizarem negociações, promovendo a intercooperação entre as cooperativas. - Recebemos o III ENCONTRO INTERNACIONAL DE PENSADORES EM COOPERATIVISMO, realizado com a presença de diversos palestrantes internacionais, beneficiando 100 participantes, que puderam debater assuntos importantes para o cooperativismo. 24
26 Figura 4: Mapa Estratégico do SESCOOP/RJ Ressaltamos que o objetivo 11, não consta no Mapa Estratégico desta Unidade Estadual para os anos de 2011/
27 Quadro 2: Estratégias adotadas pelo SESCOOP/RJ para atingir os objetivos estratégicos do exercício de 2013 Objetivos Estratégicos Ações Riscos Estratégias Adotadas Contexto Limitações Objetivo Estratégico 1 Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil. Objetivo Estratégico 2 Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista, alinhada às suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade. Cooperativismo ao Alcance de Todos Socioeconomia no Cooperativismo Curso Gestão Cooperativista Curso Gestão Financeira na Sociedade Cooperativa Curso Controle Internos Curso Comportamento Organizacional Curso Moderna Administração de Cooperativas Curso Contabilidade para Gestores e Executivos de Cooperativas Dentro da realidade competitiva dos dias atuais, o cooperativismo não ser considerado como alternativa viável.. Cooperativas desprovidas das modernas ferramentas de gestão.. Líderes com precário conhecimento em gestão sustentável nas Cooperativas.. Lideranças resistentes ao investimento para aumento de nível do capital intelectual em gestão.. Cooperativas com parcos recursos estratégicos para enfrentarem a competitividade do mercado. Programação mensal de palestras de sensibilização e promoção da doutrina, princípios e valores cooperativistas. Apresentar ações que facilitem a participação das lideranças e cooperados em eventos de formação voltados à gestão eficiente, respeitando a dificuldade natural da participação deles em períodos onde a sua presença se faz importante nas cooperativas. Sempre adequada à agenda das cooperativas. Necessidade de reconhecimento do cooperativismo como ferramenta de sustentabilidade social. Numa conjuntura cada vez mais globalizada e, considerado o bom momento da economia regional, as cooperativas se apresentam com baixo índice de gestão e governança, comprometendo assim, a exploração das oportunidades oferecidas pelo mercado. Lideranças pouco preparadas para coadunar ações políticas, inerentes a todas as instituições com a utilização efetiva de técnicas de gestão eficientes. Instalações com recursos limitados, equipe reduzida, diminuindo assim a abrangência do ciclo de palestras. Marketing mais efetivo na sensibilização e motivação de gestores, para o preparo do seu ofício. A ausência de pessoal para uma um trabalho mais efetivo dentro de cada uma das cooperativas, visando à apreensão de suas realidades, para a escolha da melhor ferramenta pedagógica e posteriormente, ainda dentro delas avaliar seus resultados. 26
28 Objetivo Estratégico 3 Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional. Introdução a Informática Microsoft Excel Contabilidade para não Contadores Introdução a Fotografia Reciclagem Atendimento ao Cliente Redação Empresarial Profissionais imunes às inovações dentro das cooperativas, comprometendo a sintonia e desenvolvimento das cooperativas com o mercado. Profissionais com pouca compreensão do trabalho em cooperação. Jovens que ingressam no mercado de trabalho sem a capacitação devida Oferta de cursos conciliados com calendário fiscal (e-gov, e-social), dentre outros. Antecipação de cursos em consonância com novas oportunidades do mercado como: inserção das cooperativas provocadas pelos grandes eventos. Disponibilização de cursos para diminuir a vulnerabilidade social, como atividades de formação aos filhos de cooperados. Cenário favorável a utilizações de inovações contínuas, favorecendo a inserção das cooperativas no mercado. Marketing mais efetivo na sensibilização e motivação de cooperados, funcionários e filhos de funcionários no preparo do seu ofício. Objetivo Estratégico 4 Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas. III Encontro Internacional de Pensadores em Cooperativismo Rodada de Intercooperação Fórum Permanente do Ramo Transporte Fórum permanente do Ramo Crédito Fórum Permanente do Ramo Educacional Cooperativas com oportunidades de melhoria em seus processos de gestão e governança. Desconhecimento da ferramenta de intercooperação que o sistema oferece. Promover eventos que integrem as cooperativas, ampliando as possibilidades de negociação entre elas. Manter as cooperativas atualizadas acerca dos interesses em comum dos ramos. Necessidade de demonstrar a importância de desenvolvermos ações para a consolidação do cooperativismo como agente de desenvolvimento econômico e transformador do social. Instalações com recursos limitados, equipe reduzida, diminuindo assim a abrangência do ciclo de palestras. Objetivo Estratégico 5 Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas. Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista Programa de Desenvolvimento da Gestão Cooperativista Ao se descuidarem das questões diretamente relacionadas aos processos de gestão e governança as sociedades cooperativas ficam mais suscetíveis às variações econômicas do mercado. O setor de monitoramento teve seu papel redesenhado na organização estadual. Tanto no ponto de vista estratégico quanto do ponto de vista de estrutura de pessoal Foram consideradas as questões de exigibilidade do mercado concorrente numa expressiva melhora do tempo de resposta das cooperativas relacionada aos pontos de melhoria A retomada das visitas técnicas teve uma representatividade indispensável no processo de retomada do desenvolvimento das cooperativas fluminenses 27
29 Objetivo Estratégico 6 Incentivar as cooperativas na promoção da segurança no trabalho Reduzir os riscos de acidentes, as cooperativas precisam concentrar esforços na promoção de ações e medidas de segurança no trabalho cooperativista, seja ele realizado dentro ou fora das cooperativas e por cooperados ou empregados das cooperativas. Escassez de programas de Segurança no Trabalho nas Cooperativas dos diversos ramos Através das novas ferramentas de gestão, mapear os principais riscos, oferecer alternativas através de capacitação e treinamento Cenário favorável para utilizações de inovações contínuas, favorecendo a inserção das cooperativas no mercado Instalações com recursos limitados Objetivo Estratégico 7 Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados e familiares. Viabilizar programas de educação e conscientização para prevenção de acidentes Apoiar e incentivar pratica de prevenção de acidentes e melhoria das condições de trabalho Falta de indicadores que mensurarem as principais formas de qualidade de vida para o público cooperativista Através de ações de promoção social, tais como Dia C e outras iniciativas direcionadas ao publico cooperativistas Cenário favorável para o cooperativismo fluminense Incentivar o merchandising como alternativa de melhoria da imagem organizacional Objetivo Estratégico 8 Intensificar a adoção da responsabilidade socioambiental na gestão das cooperativas brasileiras Desenvolver programas orientados para apoiar as cooperativas na promoção da saúde dos cooperados e empregados. Baixa participação no que tange ao cumprimento das Leis e dos incentivos de responsabilidade socioambiental Estimular as cooperativas a buscarem alternativas sustentáveis, econômica, ambiental, social e de governança Cenário favorável para o cooperativismo sustentável Estimular a marca do cooperativismo através do merchandising ativo Obs.: Os demais objetivos estratégicos de administração e apoio, apenas um (objetivo 11) não é contemplado pela Unidade. 28
30 Execução física e financeira dos objetivos estratégicos e das ações do plano do SESCOOP/RJ para 2013 As informações no quadro abaixo expressam as atividades desenvolvidas pela atividade fim, ou seja, monitoramento, promoção social e formação cooperativistas realizadas ao longo do ano de Quadro 3: Execução física e financeira dos objetivos estratégicos e das ações do SESCOOP/RJ para o exercício de 2013 Objetivos Estratégicos 1 Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil. 2 - Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista, alinhada as suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade. Metas Físicas Metas Financeiras (R$ 1,00) Unidade de Medida Prevista Realizada %Realiz Prevista Realizada %Realiz Nº de participantes em evento sobre cultura da cooperação, doutrina, princípios e valores do cooperativismo ,65% , ,36 67,47% Cooperativas % , ,38 62,10% 3 Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional Cooperativas ,48% , ,67 105,70% 4 - Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas Nº de boas práticas identificadas e compartilhadas junto às cooperativas ,09% , ,96 117,30% 5 Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas Cooperativas ,48% , ,76 79,74% 7 - Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados e familiares. 8 - Intensificar a adoção da responsabilidade socioambiental na gestão das cooperativas brasileiras Nº de participantes atendidos em programas de promoção da saúde Nº de cooperativas participantes de programas do SESCOOP em responsabilidade socioambiental , , ,60 311, , , ,38 121,25 29
31 No que diz respeito ao objetivo 2, a diferença percebida entre a meta financeira prevista e realizada foi resultado de algumas medidas adotadas ao longo do exercício, que impactaram de forma contundente o orçamento planejado. No segundo semestre de 2013, ocorreu uma restruturação organizacional, que resultou a revisão orçamentária, visando à diminuição de despesas. Nesse sentido, foi revisto inicialmente, nos cursos com carga horária inferior a 8 horas, para o não oferecimento de lanches; o valor unitário do coffee break também foi reduzido. Muitos cursos foram redirecionados para os Escritórios Regionais, visando o fortalecimento e desenvolvimento dessas estruturas no meio os quais estão inseridos. Atividades foram oferecidas em cooperativas com localizações favoráveis ao acesso de outras. Notoriamente houve uma maior participação das cooperativas, pois o tempo ausente de seus cooperados e funcionários foram substancialmente reduzidos. Investimento em Instrutoria - Através do Projeto Prata da Casa MINHA PRATA VALE OURO, houve uma mobilização interna motivando analistas e coordenadores, com formação compatível aos assuntos a serem abordados, a atuarem como instrutores. Desta forma promovemos execução de atividades já previstas no perfil desses profissionais, como também buscamos com isso uma maior identidade com o público que atendemos. Por conta dessas estratégias, houve uma interferência direta e, considerada por este departamento positiva, pois conseguimos atingir 23 % a mais de cooperativas mediante ao planejado. Tais resultados não deram base para mantermos e/ou ajustarmos as estratégias praticadas, visando tão somente uma melhor atuação no segmento que esse Departamento se propõe. O investimento de 5,7% do valor estimado para o Objetivo 3 dá-se pela participação da Formação Profissional na sensibilização (Cooperativismo ao Alcance de Todos) para as Cooperativas oriundas da área social para a criação de Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis, em atendimento a Política Nacional de Resíduo Sólido com base na LEI nº , de agosto de O Sescoop/RJ em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, visando contribuir na melhoria da formação de pessoas com conhecimento em cooperativismo resultando na inclusão social e produtiva dos catadores de materiais recicláveis; para se agruparem em empreendimentos cooperativos para melhoria da qualidade socioeconômica e cultural. A atuação do SESCOOP está estruturada em programas. A seguir, a demonstração da execução. Quadro 4 Execução Orçamentária dos Programas Executados pelo SESCOOP RJ 2012 / 2013 Programas 2012 R$ (1,00) Previsto 2013 R$ (1,00) Realizado % Exec. 1 - Atuação Finalística , , ,09 89,77% a- Formação/capacitação profissional , , ,37 92,82% b- Promoção Social , , ,98 85,52% c- Monitoramento/desenvolvimento de cooperativas , , ,20 85,41% 2 - Gestão do Sistema Atividade Meio , , ,56 87,27% d- Órgãos Colegiados (CONSAD/CONFISC) , , ,88 112,62% e- Diretoria Executiva (PRESI/SUPER) , , ,98 98,00% f- Administrativo (Apoio/Informática/jurídico) , , ,87 81,67% g- Divulgação/Comunicação , , ,23 90,40% TOTAL , , ,65 88,45% Total de Recursos , , ,65 88,45% Fonte: Sistema Zeus 30
32 Investimentos em Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas As atividades de monitoramento e desenvolvimento de cooperativas têm como principal objetivo a manutenção da qualidade da gestão das empresas cooperativas, preservando sua credibilidade perante terceiros e a transparência ante o quadro social. Busca-se, ainda, assegurar a longevidade das cooperativas. A qualidade da gestão é perseguida mediante processos que envolvem a constituição, o registro, o sistema de acompanhamento e a auditoria de gestão, incluindo também a análise de cenários econômicos e dos meios de conduzir os negócios nos diversos ambientes onde atuam. Esses processos combinam-se ao monitoramento das cooperativas, que busca proporcionar melhores níveis de eficiência e eficácia, com maiores resultados e menos gastos financeiros. Outra meta é garantir que as cooperativas sejam, de fato, sociedades democráticas atentas aos anseios dos cooperados, sem, contudo, perder de vista o mercado e os condicionantes econômicos. No ano de 2013 foram realizadas 155 visitas técnicas nas cooperativas fluminenses, participação em 74 Assembleias de 42 cooperativas registradas, 628 atendimentos a 58 grupos/cooperativas monitorados pelo POC, 20 Registros Provisórios entregues e 24 Registros Definitivos. Nos nossos Programas suplementares, auxiliamos diretamente na restauração da adimplência de 32 cooperativas através das ações de ASC. A Assessoria em Gestão de cooperativas teve suas ações mensuradas dentro da conta Auditoria e Consultorias atendendo principalmente a demandas de gestão e desenvolvimento das cooperativas, com 52 cooperativas recebendo Assessoria Contábil, com orientações sobre o correto fechamento das contas para aprovação nas Assembleias Gerais e esclarecimentos diversos acerca das duvidas contábeis e fiscais, com 05 cooperativas recebendo Consultoria sobre os Princípios da Legalidade das Normativas de Saúde e Segurança no Trabalho com base na nova Lei /2012. Em Ferramenta de Diagnostico de cooperativas foram emitidos 274 pareceres jurídicos, 22 pareceres contábeis e 12 comunicados contábeis, alem da redação de 790 Relatórios Técnicos. No Programa Rio Genética, tivemos a aplicação de protocolos de inseminação com prenhezes confirmadas, com taxa de êxito em 50,08%. Atendendo a um total de 211 produtores associados a 16 cooperativas. Dentro dos Programas da Diretriz Nacional de Monitoramento tivemos no POC 58 grupos/cooperativas em constituição e destes 46 cooperativas não filiadas atendidas, 15 requereram registro no Sistema e 31 permanecem sendo acompanhadas. No PAGC I 14 cooperativas aderentes com a aplicação da devolutiva e implementação do plano de melhoria em 01 cooperativa. No PDGC 21 cooperativas que preencheram o questionário on line e se encontram aptas a serem monitoradas no inicio da implantação de seus respectivos planos de melhoria, e dentre tantas outras ações que serão discriminadas nas paginas a seguir. a) Atendimentos a Cooperativas realizadas pelo Setor de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO Ações ,00 % Cooperativas ,48 % Fonte: Coordenação de Monitoramento ÁREA DE ATUAÇÃO Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas Fonte: Coordenação de Monitoramento 2013 PREVISTO REALIZADO % EXEC. R$ ,00 R$ ,20 88,48 % 31
33 (1) Programa de Orientação Cooperativista - POC Estas ações com objetivo visa atender aos grupos em constituição e cooperativas já existentes não filiadas ao Sistema. Abrangendo a Região de atendimento Metropolitana e os Escritórios Regionais Cooperativistas. Foi inserido neste contexto, com o objetivo de atender ao Programa de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas definido pela OCB Nacional. a) Metas físicas e financeiras: METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO Financeira R$ ,00 R$ ,73 87,43 % Física ,09 % Fonte: Coordenação de Monitoramento b) Analise de Resultados Foram realizadas 628 ações, acompanhando a 46 grupos/cooperativas interessados. Através do monitoramento destes grupos/cooperativas obtivemos um resultado de 15 cooperativas registradas, 30 que ainda não se registraram e permanecem sendo monitoradas. E apenas um grupo se desfez, totalizando um investimento de R$ ,73. c) Indicadores de Desempenho INDICADORES DE DESEMPENHO Custo total / Cooperativas ou grupos atendidos Fonte: Coordenação de Monitoramento CÁLCULO DO INDICADOR Custo total: R$ ,73 / Cooperativas ou grupos atendidos: 58 DESEMPENHO DO INDICADOR R$ 263,56 (2) Ações de Sensibilização das Cooperativas RJ - ASC Ações para sensibilização às cooperativas fluminenses com o intuito de trazê-las novamente a adimplência, objetivando a legalidade documental. As cooperativas são visitadas com o intuito de alinhar a questão do registro da documentação e captação do balanço patrimonial. Visando a adimplência financeira. No caso de impossibilidade de fornecimento de balanço patrimonial os boletos são gerados com os valores mínimos para facilitar o processo de adimplência. E através das ações de monitoramento auxiliar a mesma a regularizar suas contas. Foram Realizadas 36 ações com captação da adimplência de 36 novas cooperativas para o Sistema, tendo um investimento de R$ 5.386,74. a) Metas físicas e financeiras METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO Financeiras R$ ,00 R$ 5.386, % Física ,47 % Fonte: Coordenação de Monitoramento 32
34 b) Analise de Resultados A baixa execução financeira se deu pelo fato de estarmos privilegiando os contatos via telefone para agilizar o processo de recolhimento de documentos. Evitando assim custos desnecessários referentes ao deslocamento ate as cooperativas. c) Indicadores de Desempenho INDICADORES DE DESEMPENHO Custo total / Cooperativas atendidas Fonte: Coordenação de Monitoramento CÁLCULO DO INDICADOR Custo total: 5.386,74 / Cooperativas atendidas: 36 DESEMPENHO DO INDICADOR R$ 149,63 (3) Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista PAGC I O PAGC tem como meta auxiliar a cooperativa na sua regularidade documental e contábil. Abrangendo os seguintes itens: a) Revisão do livro de matricula e controle de quotas de capital; b) Revisão de atas e estatutos e a interdependência destes; c) Verificação dos processos de gestão dos fundos da cooperativa; d) Conferencia do código de recolhimento a terceiros na GFIP; e) Analise preliminar dos dados econômicos e financeiros da cooperativa, contendo: a. Variação patrimonial; b. Liquidez corrente; c. Grau de Imobilização do Ativo; d. Grau de endividamento; e. Perfil da divida; f. Lucratividade; g. Rentabilidade do Ativo Desenvolvido em varias etapas que vão desde a sensibilização da cooperativa para assinatura do Termo de Adesão, passando pela captação documental para analise e culminando no acompanhamento da execução do plano de melhorias. A ferramenta PAGC realiza um diagnostico nas Cooperativas, detectando possíveis demandas, estimulando a participação em palestras e cursos de formação profissional, acompanhando Assembleias, como também orientando na gestão administrativa, analisando documentos e atas e emitindo pareceres contábeis e jurídicos. Foram Realizadas 28 ações de sensibilização com a aderência de 14 cooperativas e apresentação da devolutiva com elaboração do plano de melhorias em 01 cooperativa. a) Metas físicas e financeira METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO Financeiras R$ ,00 R$ 3.088,91 19,92% Física ,14 % Fonte: Coordenação de Monitoramento 33
35 b) Analise de Resultados A baixa execução tanto física quanto financeira se deu em função, das ações de sensibilização ser feitas na sua grande maioria na Sede do SESCOOP/RJ e nos Escritórios Regionais. Sendo o mesmo objeto de monitoramento quanto à possibilidade de aplicação do programa no ano de As 14 cooperativas aderentes estão em fase da disponibilização de documentos, para a aplicação da ferramenta do IAGC. c) Indicadores de Desempenho INDICADORES DE DESEMPENHO Custo total / Cooperativas atendidas Fonte: Coordenação de Monitoramento CÁLCULO DO INDICADOR Custo total: 3.088,91 / Cooperativas atendidas: 01 DESEMPENHO DO INDICADOR R$ 3.088,91 (4) Programa de Desenvolvimento da Gestão Cooperativista - PDGC A proposta técnica visa verificar o andamento das ações da cooperativa, detectar possíveis demandas, estimular a participação em Cursos de Profissionalização, implementar Monitoramento Técnico em Assembleias, Acompanhar a Gestão Administrativa, Orientar a Redação de Documentos e Atas e demandas Contábeis e Tributárias. Foram realizadas 34 ações com um total de 21 cooperativas participantes já tendo preenchido os questionários. a) Metas físicas e financeiras METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO Financeiras R$ ,00 R$ 4.826,40 33,05% Física ,66% Fonte: Coordenação de Monitoramento b) Analise de Resultados A baixa execução financeira se deu em virtude de estarmos na primeira etapa da aplicação da ferramenta. Pois a parte da sensibilização ate agora tem sido feita em sua grande maioria através de contatos telefônicos e aproveitando eventos já programados pelo SESCOOP/RJ como o Forum do Ramos e as Centrais de Cooperativas, para aplicar as palestras de sensibilização. c) Indicadores de Desempenho INDICADORES DE DESEMPENHO Custo total / Cooperativas atendidas Fonte: Coordenação de Monitoramento CÁLCULO DO INDICADOR Custo total: 4.826,40 / Cooperativas atendidas: 21 DESEMPENHO DO INDICADOR R$ 229,83 (5) Intercambio Técnico de OCE s - IOCE Este programa Estadual tem como objetivo promover um benchmarking de boas pratica de outras unidades estaduais do Sistema OCB-SESCOOP/RJ. No ano de 2013 não foi realizado este item, devido a um realinhamento das ações do setor objetivando melhor demonstrar a implantação dos programas relacionados à melhoria da gestão e 34
36 governança (PDGC e PACG). Para num segundo momento já com os resultados consolidados trocar os resultados efetivos com outras unidades estaduais. Fato este que só será possível em a) Metas físicas e financeiras METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO Financeiras R$ 0,00 R$ 0,00 00,00% Física ,00% Fonte: Coordenação de Monitoramento - Não houve a operacionalização do programa no ano de (6) Assessoria em Gestão de Cooperativas AGC Este programa tem por objetivo o atendimento das demandas das cooperativas relacionadas a aspectos legais/jurídicos da prestação de serviços, analise mercadológica, analise de aspectos organizacionais e estruturais, levantamento/alinhamento do Planejamento Estratégico da sociedade cooperativa, analise de processos relacionados à saúde e segurança do trabalho, analise do plano de marketing, analise/levantamento de vários aspectos contábeis/financeiros como: viabilidade econômica, plano de melhorias, ponto de equilíbrio e controles contábeis e financeiros. a) Metas físicas e financeiras METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO Financeiras , ,09 118,72 % Física ,75 % Fonte: Coordenação de Monitoramento b) Analise de Resultados O quadro acima descreve as ações referentes aos atendimentos realizados por assessoria e consultoria, dentre as quais destacamos: 115 visitas de assessoria contábil, 92 emissões de pareceres jurídicos sobre revisão e adaptação documental, 05 cooperativas atendidas e orientadas sobre as obrigações referentes à Saúde e segurança do trabalho, 22 balanços patrimoniais revisados através de pareceres contábeis, 12 comunicados contábeis emitidos para orientação de cooperativas. Esta linha de ação tem valores orçados também na conta ASSESSORIA e CONSULTORIA da Manutenção e funcionamento do Setor de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas e na mesma conta na Manutenção e Funcionamento da Coordenação Contábil Tributaria. Os valores demonstrados no quadro abaixo excluem o Contrato de Gestão entre o SESCOOP/RJ e a OCB/RJ com valores realizados em R$ ,43. c) Indicadores de Desempenho INDICADORES DE DESEMPENHO Custo total / Cooperativas atendidas Fonte: Coordenação de Monitoramento CÁLCULO DO INDICADOR Custo total ,09 / Cooperativas atendidas: 115 DESEMPENHO DO INDICADOR R$ 1.582,45 35
37 (7) Ferramenta de Diagnostico das Cooperativas do Estado do Rio de Janeiro FDC Contempla todas as ações de revisão documental e emissão de pareceres jurídicos e contábeis. Visitas técnicas para levantamento de demandas de consultorias e necessidades de treinamento e capacitação. a) Metas Físicas e Financeiras METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO Financeiras R$ ,00 R$ ,99 59,26 % Física ,00 % Fonte: Coordenação de Monitoramento b) Analise de Resultados Foram feitas 155 visitas técnicas nas cooperativas fluminenses com participação em 74 Assembleias de 66 cooperativas registradas, e 43 atendimentos a cooperativas realizados na Sede e nos Escritórios Regionais do Cooperativismo. Atendidas demandas das mais diversas, dentre as quais destacamos: 790 relatórios técnicos de revisão documental e orientação à emissão de documentos diversos das cooperativas. Os indicadores de desempenho apresenta indicador com valor abaixo de R$ 100,00 por atendimento devido a não contabilização do custo de manutenção do setor neste índice. O desempenho operacional contemplando este centro de realização somado ao centro de manutenção e funcionamento do Setor de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas será apresentado ao final deste segmento. c) Indicadores de Desempenho INDICADORES DE DESEMPENHO Custo total / Cooperativas atendidas Fonte: Coordenação de Monitoramento CÁLCULO DO INDICADOR Custo total: ,30 / Cooperativas atendidas: 155 DESEMPENHO DO INDICADOR R$ 95,98 (8) PROGRAMA RIO GENETICA - PRG Objetiva promover o melhoramento genético dos rebanhos pecuários do Estado, elevando a produção e a produtividade das explorações, redundando no aumento da renda dos pequenos produtores rurais cooperativados, na geração de trabalho e na melhoria da qualidade de vida da população rural. Aplicado por médicos veterinários cooperativados, tendo a produção cooperativista baseada nas prenhezes confirmadas. a) Metas físicas e financeiras METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO Financeiras R$ ,00 R$ ,00 62,69 % Física ,73% Fonte: Coordenação de Monitoramento 36
38 b) Analise de Resultados Produtores beneficiados No Programa Rio Genética, tivemos a aplicação de protocolos de inseminação com prenhezes confirmadas, com taxa de êxito em 50,08%. Atendendo a um total de 211 produtores associados de 16 cooperativas. c) Indicadores de Desempenho INDICADORES DE DESEMPENHO Custo total / Produtores atendidos Fonte: Coordenação de Monitoramento CÁLCULO DO INDICADOR Custo total: ,00 / Produtores Atendidos: 211 DESEMPENHO DO INDICADOR R$ 589,31 (9) Manutenção de Funcionamento Coordenação Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas A proposta técnica visa atender todas as cooperativas registradas no Sistema atendendo as ações empreendidas nos programas do SESCOOP/UN e suplementares. Os técnicos atendem na sede da Instituição membros das cooperativas que apresentam demandas administrativas, contábeis, tributárias e jurídicas; verificam os atos constitutivos, atas, regimentos internos, editais de convocação. Emitem relatórios técnicos de formato orientativo visando à adequação e/ou orientação, baseando-se na legislação em vigor. Realizam também direcionamento de documentos a JUCERJA (Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro), e acompanhamento do Registro de Documentos. Promovem reuniões, entre dirigentes e demais sócios, mediando conflitos internos orientando sobre decisões ou deliberações de caráter equivocado. As demandas são recebidas pela Sede e pelos ERCs (Escritórios Regionais do Cooperativismo) através de visitas técnicas e recebimento de dirigentes das cooperativas na Sede da Instituição. Os escritórios regionais ramificam o atendimento do SESCOOP/RJ atendendo aos 92 municípios através de 4 escritórios nas cidades de Santo Antonio de Pádua, Marica, Teresópolis e Barra Mansa. Conforme quadro abaixo: 37
39 A equipe deste do Setor de Monitoramento e Desenvolvimento Cooperativista no ano de 2013 até o primeiro semestre foi composto: 1 Coordenador e 8 Analistas de Monitoramento e Desenvolvimento Cooperativista e mais, 1 Coordenador Contábil e Tributário, 1 Coordenadora de Mercados e 1 Coordenador Socioambiental. As ações são coordenadas pelo Setor de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas, como parte do objeto fim do Sistema SESCOOP/RJ. Foi inserido neste contexto, com o objetivo de atender ao Programa de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas definido pela OCB Nacional. Nos resultados apresentados abaixo estão contempladas as ações desempenhadas pelas Coordenações de Mercados, Sócio Ambiental e Contábil Tributaria, alem do próprio Monitoramento contidas no Setor de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas. Coordenação de Mercados A Coordenação de Mercados foi criada em função da visão estratégica de propiciar o desenvolvimento das cooperativas, baseado na profissionalização e sustentabilidade, assessorando-as na melhoria da gestão apontando necessidades de melhorias e soluções. Coordenação Socioambiental O Setor Socioambiental foi criado para realizar ações de Fomento referente as cinco macropolíticas de Gestão Ambiental no País, a saber: 1-Política Nacional de Meio Ambiente 2-Política Nacional de Educação Ambiental 3-Política Nacional de Recursos Hídricos 4-Política Nacional de Mudanças Climáticas 5-Política Nacional de Resíduos Sólidos Coordenação Contábil/Tributaria A criação dessa coordenação foi com a finalidade de orientar as cooperativas nas questões contábeis e fisco/tributárias, bem como, fazer o acompanhamento da implantação das orientações, melhorando a qualidade das informações para a tomada de decisão. a) Metas físicas e financeiras METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO Financeiras R$ ,00 R$ ,20 100,97% Física ,83% Fonte: Coordenação de Monitoramento b) Analise de Resultados Ao somarmos os esforços de todas as coordenações envolvidas no atendimento às cooperativas fluminenses os resultados foram exponencializados, tendo o setor superado às metas de atendimentos estabelecidas em 114,83 % porem gastando praticamente o mesmo recurso previsto, através das visitas técnicas e atendimentos na Sede e nos ERCs. 38
40 d) Indicadores de Desempenho INDICADORES DE DESEMPENHO Valor total do custo de manutenção e funcionamento da Coordenação de Monitoramento, ERCs e Coordenações Complementares / número total de cooperativas atendidas. Fonte: Coordenação de Monitoramento CÁLCULO DO INDICADOR Valor total do custo de manutenção e funcionamento do setor e NACs: R$ ,20 / número total de cooperativas atendidas: 178 DESEMPENHO DO INDICADOR R$ ,97 Custo médio por atendimento INDICADORES DE DESEMPENHO Valor total do custo de manutenção e funcionamento da Coordenação de Monitoramento, ERCs e Coordenações Complementares / número total de ações de atendimento. Fonte: Coordenação de Monitoramento CÁLCULO DO INDICADOR Valor total do custo de manutenção e funcionamento da Coordenação de Monitoramento, ERCs e Coordenações Complementares: R$ ,20 / número total de ações de atendimento: DESEMPENHO DO INDICADOR R$ 1.269, Execução Física e Financeira dos Projetos e Atividades executados em 2013, por Programa e Ação. Tabela 7 Realizações Financeiras por Área de Atuação ÁREAS DE ATUAÇÃO Atuação Finalística 2013 Previsto Realizado % Exec. a- Formação Profissional , , ,17 92,82% b- Promoção Social , , ,98 85,52% c- Monitoramento/desenvolvimento de cooperativas , , ,20 88,48% 2 - Gestão do Sistema Atividade Meio d- Órgãos Colegiados (CONSAD/CONFISC) , , ,88 112,62% e- Diretoria Executiva (PRESI/SUPER) , , ,12 98,00% f- Administrativo (Apoio/Informática/jurídico) , , ,87 81,67% g- Divulgação/Comunicação , , ,23 90,40% TOTAL , , ,45 88,27% Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/ Formação Profissional Área responsável pelo planejamento, coordenação, execução e controle do conjunto de atividades relacionadas à realização dos eventos voltados a Capacitação Profissional, Aperfeiçoamento Profissional e Gestão Cooperativa. Todas as atividades são voltadas à formação e capacitação dos talentos humanos das cooperativas, dirigentes e sócios, cooperados e funcionários em suas funções específicas. Direcionado os diversos públicos que integram os ramos cooperativistas no estado do Rio de Janeiro, no exercício de 2013, pessoas foram beneficiadas com ações dessa natureza, correspondendo a um investimento na ordem de R$ ,17. 39
41 Dentre as ações promovidas, 39% do valor investido foram custeados pelo FUNDECOOP. As atividades foram direcionadas ao ramo crédito, abrangendo 32 cooperativas e certificando 535 cooperados Programa de Qualificação / Capacitação Cooperativista Programa voltado tão somente na preparação do cooperado para o exercício de uma profissão. Nesta modalidade estão incluídos processos de reprofissionalização destinados a trabalhadores que necessitam de uma nova qualificação em virtude das mudanças tecnológicas e organizacionais, nos níveis básicos e técnicos. Esta área de atuação promove ações para formação e qualificação profissional dos empregados das cooperativas e para capacitação técnica dos sócios em geral e dos sócios que ocupam cargos diretivos em suas cooperativas. No ano de 2013, 172 ações; contemplando todos os ramos, foram promovidas nesta área, certificando participantes entre, dirigentes, cooperados, filhos de cooperados e funcionários das cooperativas. Dentre as atividades realizadas, podemos destacar as seguintes: Básico de Cooperativismo - Introduzir pessoas interessadas no Cooperativismo, abordando sobre os princípios do Cooperativismo, sua constituição e formação/adesão ao seu quadro societário. Desenvolvimento de Caixas Básico e Avançado - Apresentarem aos cooperados técnicas de rotinas de caixa, técnicas de como descobrir e impedir o acontecimento de fraudes e grafoscopia, técnicas e rotinas de segurança, excelência no atendimento, técnicas de negociação e matemática financeira. Novo Acordo Ortográfico - Transmitir a utilidade, a importância das linguagens escrita e os meios para utilizá-las com eficiência no cotidiano e os principais conceitos da mudança ortográfica. WORKSHOP DE NEGÓCIOS Proposta de alinhar um modelo padronizado as abordagens e estratégias de vendas, considerando as principais oportunidades de negócio. Quadro 5 - Metas físicas e financeiras do Projeto/Atividade UNIDADE DE MEDIDA PREVISTO REALIZADO % DE REALIZAÇÃO Financeira R$ 1, , ,64 111,12% Física Participantes ,78% Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/2013 a) Indicadores de Desempenho Programa de Qualificação / Capacitação Cooperativista INDICADORES DE DESEMPENHO Pessoas beneficiadas em Atividades de Qualificação / Capacitação Fonte: Plano de Trabalho/2013 CÁLCULO DO INDICADOR Total de Pessoas beneficiadas em Atividades de Qualificação/Capacitação /Total previsto de Pessoas beneficiadas em Atividades de Qualificação/Capacitação DESEMPENHO DO INDICADOR / = 1,55% 40
42 INDICADORES DE DESEMPENHO CÁLCULO DO INDICADOR DESEMPENHO DO INDICADOR Valores Gastos Com Eventos / Numero de Beneficiários Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/2013 R$ ,79 / R$ 122, Programa de Aperfeiçoamento Profissional Destina-se a atualização, ampliação ou complementação de competências profissionais adquiridas por meio de formação profissional ou no trabalho. Atende, sobretudo, às necessidades decorrentes de inovações tecnológicas e de novos processos de produção e de gestão. Pode ser oferecido nos níveis básico, técnico e tecnológico. Em 2013, 273 cooperados foram atingidos por esse programa, através de 13 ações. Perfazendo um investimento da ordem de R$ ,88. Dentre as atividades realizadas, podemos destacar as seguintes: Atualização do Curso Resolução Capacitar e habilitar o motorista a conduzir um veículo de transporte coletivo de passageiros de forma educada, eficiente e com segurança. Curso NR 10 - Informar e expor ao leitor e profissional da área de segurança do trabalho questões que são de suma importância quando se trata de trabalhos que envolvem de forma direta ou indireta os Líquidos Combustíveis e Inflamáveis. Quadro 5 - Metas físicas e financeiras do Projeto/Atividade UNIDADE DE MEDIDA PREVISTO REALIZADO % DE REALIZAÇÃO Financeira R$ 1, , ,88 93,73 % Física Participantes ,25% Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/2013 b) Indicadores de Desempenho Programa de Aperfeiçoamento Profissional INDICADORES DE DESEMPENHO Pessoas beneficiadas em Atividades de Aperfeiçoamento Profissional Fonte: Plano de Trabalho/2013 CÁLCULO DO INDICADOR Total de Pessoas beneficiadas em Atividades de Aperfeiçoamento Profissional /Total previsto de Pessoas beneficiada em Atividades Aperfeiçoamento Profissional DESEMPENHO DO INDICADOR 273 / 400 = 0,68% INDICADORES DE DESEMPENHO CÁLCULO DO INDICADOR DESEMPENHO DO INDICADOR Valores Gastos Com Eventos / Numero de Beneficiários R$ ,88 / 273 R$ 272,46 Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/
43 Programa de Gestão Cooperativista Área que concentra atividades direcionadas a capacitar dirigentes, conselheiros, gerentes e cooperados para o exercício da função diretiva e gerencial nos diversos níveis na estrutura de poder decisório. No exercício de 2013, 16 ações foram promovidas, direcionadas a todos os ramos, resultando na certificação de 510 cooperados. Dentre as atividades realizadas, poderemos destacar as seguintes: FORMACOOP (Curso de Gestão Empresarial de Cooperativas) Com a proposta de oportunizar a discussão de mecanismos de reconhecimento e participação no mercado a ampliar o grau de competitividade das cooperativas e cooperados. Governança Corporativa Promover uma visão prática para a aplicação dos instrumentos de Governança Corporativa. Destacando os benefícios das boas práticas de Governança, buscando melhoria da competitividade. Formação em Excelência e Gestão: Capacitação de Dirigentes e Gestores para Execução do Planejamento Estratégico. Desenvolvimento Socioambiental no Cooperativismo do Estado do RJ. Quadro 5 - Metas físicas e financeiras do Projeto/Atividade UNIDADE DE MEDIDA PREVISTO REALIZADO % DE REALIZAÇÃO Financeira R$ 1,00 R$ ,00 R$ ,38 62,10% Física Participantes ,86% Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/2013 c) Indicadores de Desempenho Programa de Gestão Cooperativista INDICADORES DE DESEMPENHO CÁLCULO DO INDICADOR DESEMPENHO DO INDICADOR Pessoas beneficiadas em Atividades de Gestão Cooperativista Fonte: ZEUS e Plano de Trabalho/2013 Total de Pessoas beneficiadas em Atividades de Gestão Cooperativista /Total previsto de Pessoas beneficiadas em Atividades Gestão Cooperativistas 392 / 510 = 0,76% INDICADORES DE DESEMPENHO CÁLCULO DO INDICADOR DESEMPENHO DO INDICADOR Valores Gastos Com Eventos / Numero de Beneficiários Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/ ,38 / 392 R$ 174, Promoção Social Promoção Social tem por objetivo fomentar, incentivar, desenvolver, realizar, monitorar e participar de ações fundamentadas nos valores do cooperativismo como agente transformador sustentável da sociedade, propiciando autonomia, cidadania e bem-estar em todos envolvidos no processo, visando uma sociedade mais justa, prospera, feliz e cooperativa. 42
44 Educação Esta área de atuação tem por objetivo disseminar a cultura do cooperativismo, por meio de palestras, encontros, e demais ações. Foi realizada a integração de 442 pessoas com um investimento total de R$ ,63, sendo o investimento por participante de aproximadamente de R$ 239,50. Atividade realizada: Palestras de Cooperativismo ao Alcance de Todos Quadro 5 - Metas físicas e financeiras do Projeto/Atividade 1 UNIDADE DE MEDIDA PREVISTO REALIZADO % DE REALIZAÇÃO Financeira R$ 1, , ,63 65,31% Física Participantes ,23% Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/2013 d) Indicadores de Desempenho Educação INDICADORES DE DESEMPENHO CÁLCULO DO INDICADOR DESEMPENHO DO INDICADOR Pessoas beneficiadas em Atividades de Educação Fonte: Plano de Trabalho/2013 Total de Pessoas beneficiadas em Atividades de Educação /Total previsto de Pessoas beneficiadas em Atividades de Educação 442 / = 0,36% INDICADORES DE DESEMPENHO CÁLCULO DO INDICADOR DESEMPENHO DO INDICADOR Valores Gastos Com Eventos / Numero de Beneficiários R$ ,63 / 442 R$ 239,50 Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/ Saúde Esta área de atuação tem por objetivo promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados de cooperativas e familiares de cooperados, por meio de ações de qualidade de vida, palestras, encontros, e demais ações. Foi realizada a integração de 783 pessoas com um investimento total de R$ ,60, sendo o investimento por participante de aproximadamente de R$ 35,38. Dentre as atividades realizadas, poderemos destacar as seguintes: Ciclismo III SIPATR Quadro 5 - Metas físicas e financeiras do Projeto/Atividade 1 UNIDADE DE MEDIDA PREVISTO REALIZADO % DE REALIZAÇÃO Financeira R$ 1, , ,60 311,28% Física Participantes ,00% Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/
45 e) Indicadores de Desempenho Saúde INDICADORES DE DESEMPENHO Pessoas beneficiadas em Atividades de Saúde Fonte: Plano de Trabalho/2013 CÁLCULO DO INDICADOR Total de Pessoas beneficiadas em Atividades de Saúde /Total previsto de Pessoas beneficiadas em Atividades de Saúde DESEMPENHO DO INDICADOR 783 / 150 = 5,22% INDICADORES DE DESEMPENHO CÁLCULO DO INDICADOR DESEMPENHO DO INDICADOR Valores Gastos Com Eventos / Numero de Beneficiários R$ ,60 / 783 R$ 35,38 Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/ Integração Social Esta área de atuação tem por objetivo realizar a integração entre cooperados, assim como dos empregados das cooperativas e familiares de cooperados, por meio de palestras, encontros, e demais ações. Foi realizada a integração de pessoas com um investimento total de R$ ,96, sendo o investimento por participante de aproximadamente de R$ 104,63. Dentre as atividades realizadas, poderemos destacar as seguintes: Dia Internacional do Cooperativismo Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito Fórum do Orçamento Participativo Seminário Aspectos Polêmicos do Marco Legal das Cooperativas de Trabalho Rodada de Intercooperação Quadro 5 - Metas físicas e financeiras do Projeto/Atividade 1 UNIDADE DE MEDIDA PREVISTO REALIZADO % DE REALIZAÇÃO Financeira R$ 1, , ,96 117,30% Física Participantes ,92% Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/2013 f) Indicadores de Desempenho Integração Social INDICADORES DE DESEMPENHO Pessoas beneficiadas em Atividades de Integração Social Fonte: Plano de Trabalho/2013 CÁLCULO DO INDICADOR Total de Pessoas beneficiadas em Atividades de Integração Social /Total previsto de Pessoas beneficiadas em Atividades de Integração Social DESEMPENHO DO INDICADOR / = 1,47% 44
46 INDICADORES DE DESEMPENHO Valores Gastos Com Eventos / Numero de Beneficiários Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/2013 CÁLCULO DO INDICADOR DESEMPENHO DO INDICADOR R$ ,96 / R$ 104, Meio Ambiente Esta área de atuação tem por objetivo promover ações de responsabilidade social e meio ambiente, por meio de palestras, encontros, e demais ações. Foi realizada a integração de 156 pessoas com um investimento total de R$ ,38, sendo o investimento por participante de aproximadamente de R$ 87,05. Dentre as atividades realizadas, poderemos destacar as seguintes: Palestra Cooperativismo e Coleta Seletiva Quadro 5 - Metas físicas e financeiras do Projeto/Atividade 1 UNIDADE DE MEDIDA PREVISTO REALIZADO % DE REALIZAÇÃO Financeira R$ 1, , ,38 121,25% Física Participantes ,43% Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/2013 g) Indicadores de Desempenho Meio Ambiente INDICADORES DE DESEMPENHO Pessoas beneficiadas em Atividades de Meio Ambiente Fonte: Plano de Trabalho/2013 CÁLCULO DO INDICADOR Total de Pessoas beneficiadas em Atividades de Meio Ambiente /Total previsto de Pessoas beneficiadas em Atividades de Meio Ambiente DESEMPENHO DO INDICADOR 156 / 140 = 1,11% INDICADORES DE DESEMPENHO CÁLCULO DO INDICADOR DESEMPENHO DO INDICADOR Valores Gastos Com Eventos / Numero de Beneficiários R$ ,38 / 156 R$ 87,05 Fonte: Relatórios/ZEUS e Plano de Trabalho/
47 CAPÍTULO 3: ESTRUTURAS DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO 3.1. Estrutura de Governança A estrutura de gestão das melhores práticas de governança corporativa, respeitando os quatro princípios básicos desse modelo de administração do SESCOOP obedece às: Transparência - não só em relação aos dados contábeis, mas a todos os assuntos que possam gerar conflitos de interesses internos ou externos. Equidade - igualdade de tratamento a todos os grupos sejam eles conselheiros, governo, cooperados, empregados etc. Prestação de contas - os gestores do SESCOOP prestam contas à sociedade, ao sistema cooperativista e ao governo sobre todos os atos praticados no exercício de seu mandato. Responsabilidade - conjunto de ações que garantam a sustentabilidade do negócio, o desenvolvimento da comunidade e a preservação do meio ambiente. A entidade é administrada de forma colegiada e conta com a seguinte estrutura: um Conselho Nacional, um Conselho Fiscal e uma Diretoria Executiva, composta por um presidente e um superintendente. A Presidência da entidade é cargo privativo do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB. Esse modelo de gestão é reproduzido nas unidades estaduais, onde as atividades são definidas e fiscalizadas pelos respectivos conselhos deliberativos e fiscais, em consonância com as diretrizes nacionais da instituição. O SESCOOP/RJ conta com a seguinte estrutura de gestão: Conselho Administrativo: órgão máximo no âmbito da Administração Estadual terá mandato de 03 (três) anos coincidentes com o mandato do Conselho da OCB/RJ, sendo composto por 05 (cinco) membros titulares e seus respectivos suplentes; Conselho Fiscal: composto por 03 (três) membros titulares e igual número de suplentes, indicados pelo Conselho Administrativo do SESCOOP/RJ, para um mandato de 03 (três) anos, coincidentes com o mandato daquele colegiado vedado a recondução para um mandato subsequente; Diretoria Executiva: órgão gestor e de Administração Estadual do SESCOOP/RJ, consoante às diretrizes estabelecidas pelos Conselhos Nacional e Estadual. Será composta pelo Presidente do Conselho Administrativo Estadual, como seu Presidente, e pelo Superintendente; Presidência; e Superintendência. 46
48 3.2. Relação dos principais dirigentes e membros de conselhos, indicando o período de gestão, a função, o segmento, o órgão ou a entidade que representa Nome do dirigente / membro de conselho Período de gestão Função Segmento, órgão ou entidade que representa. Marcos Diaz 05/2011 à 05/2014 Presidente SESCOOP/RJ Marcelo Dutra Medeiros 05/2011 à 05/2014 Conselheiro Adm Empregados em cooperativas Robert Almeida Rios 05/2011 à 05/2014 Conselheiro Adm Cooperativas Inês Cristina Di Mare Salles 05/2011 à 05/2014 Conselheiro Adm Cooperativas Antônio César da S. Amaral 10/2012 à 05/2014 Conselheiro Adm SESCOOP/UN Nilson de Souza Bastos Cláudio Rocha de Souza Aline dos Santos Silva Carlos Baena Fonte: Setor de Recursos Humanos 05/2011 à 05/ /2011 à 05/ /2011 à 05/ /2011 à 05/2014 Conselheiro Adm. Suplente Conselheiro Adm. Suplente Conselheiro Adm. Suplente Conselheiro Adm. Suplente Cooperativas Cooperativas Empregados em cooperativa SESCOOP/UN 47
49 3.3. Remuneração paga aos administradores, membros da diretoria e de conselhos Política de Remuneração dos Membros da Diretoria Estatutária e dos Conselhos de Administração e Fiscal Os integrantes dos Conselhos Administrativo, Fiscal e o Presidente do SESCOOP/RJ, de acordo com o Regimento Interno, aprovado pelo Decreto 3.017, de , não recebem remuneração e sim, cédula de presença e, quando for o caso, ajuda de custo pela sua participação nas reuniões, cujos valores fixados são: Demonstrativo da Remuneração Mensal de Membros de Conselhos Quadro 59 - Remuneração dos Conselhos de Administração e Fiscal Valores em R$ 1,00 Conselho de Administração Período de Nome do Conselheiro Exercício Remuneração Início Fim jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Total Marcelo Dutra Medeiro 05/ / , , , ,00 945,00 945,00 945, ,00 945, ,00 0, , ,00 Robert Almeida Rios 05/ / , , , ,00 945,00 945,00 945, ,00 945, ,00 0,00-0, ,00 Inês Cristina Di Mare Salles 05/ / , , , ,00 945,00 945,00 945, ,00 945, ,00 0, , ,00 Antônio César da S. Amaral 10/ / , ,00 945, ,00 945,00 945,00 945, ,00 945, ,00 0, , ,00 Conselho Fiscal Período de Nome do Conselheiro Remuneração Exercício (T/S) Início Fim jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Total Antônio Marcos M. da Silva (T) 05/ / ,00 800, ,00 945,00 945,00 945,00 945,00 945,00 945, , , , ,00 Alessandro Portilho Braga (T) 05/ / ,00 800, ,00 945,00 945,00 945,00 945,00 945,00 945, , , , ,00 Alessandro Portilho Braga (T) 05/ / ,00 800, ,00 945,00 945,00 945,00 945,00 945,00 945, , , , ,00 Sergio Vargas Barreto (S) 05/ /2011 -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- Marcio E. Nunes da Rocha (S) 05/ /2011 -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- Manuel dos Prazeres Canelas (S) 05/ /2011 -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- Obs.: T = Titular, S = Suplente 48
50 Demonstrativo Sintético da Remuneração de Membros de Diretoria e de Conselhos Com relação aos Superintendentes, o quadro abaixo apresenta os valores totais pagos nos últimos três exercícios aos superintendentes das áreas, Finalísticas e de Administração e Apoio. Quadro 60 Síntese da Remuneração dos Administradores Órgão: Diretoria Executiva (Superintendência) Identificação do Órgão Valores em R$ 1,00 Remuneração dos Membros EXERCÍCIO Número de membros: I Remuneração Fixa (a+b+c+d) , , ,39 a) salário ou pró-labore , , ,99 b) benefícios diretos e indiretos , , ,40 c) remuneração por participação em comitês d) outros II Remuneração variável (e+f+g+h+i)) e) bônus f) participação nos resultados g) remuneração por participação em reuniões h) comissões i) outros III Total da Remuneração ( I + II) , , ,39 IV Benefícios pós-emprego V Benefícios motivados pela cessação do exercício do cargo VI Remuneração baseada em ações Ressaltamos que o item II, que tece considerações às remunerações variáveis durante aos períodos solicitados, não ocorreu. Quanto aos itens III, IV, V e VI não se aplica à natureza jurídica do Sistema. Informamos que a atual gestão iniciou seu exercício em maio de 2011 a maio de 2014 e a contratação da superintendência técnica na mesma ocasião. Já a superintendência administrativa de apoio foi contratada a partir de agosto do mesmo ano. No ano de 2013, ocorreu uma mudança estrutural na direção executiva com a demissão de um superintendente da área fim e o atual superintendente acumula as duas áreas conforme reestruturação iniciada pela gestão por competência. 49
51 3.4. Demonstração da atuação da unidade de auditoria interna, incluindo informações sobre a qualidade e suficiência dos controles internos do SESCOOP/RJ A área de auditoria interna está estruturada no Sescoop Nacional e realiza trabalhos nas Unidades Estaduais, conforme previsto em seu Regimento Interno. O resultado dos trabalhos de auditoria interna é monitorado com auxílio de uma matriz de riscos, baseada nas melhores práticas geralmente aceitas, que permite visualizar a evolução dos controles internos dos processos operacionais e são atualizados ao final de cada trabalho. A área de auditoria interna do Sescoop Nacional também possui controle sobre o andamento das implementações dos planos de ação referentes às recomendações dos trabalhos realizados, que são avaliados em testes específicos a cada auditoria executada, após os quais, os registros são atualizados em base de dados. Após cada trabalho realizado, a Auditoria Interna do Sescoop Nacional emite um relatório contendo recomendações/sugestões de melhoria, que é enviado para a diretoria da Unidade Estadual auditada, bem como para os Conselhos Fiscal e Nacional da Entidade. No corpo do relatório é solicitado que seu teor seja formalmente comunicado aos Conselhos Fiscal e de Administração da Unidade Estadual auditada, bem como seu registro em ata e o envio de planos de ação relativos às recomendações sugeridas Avaliação, pela Alta Gerência, da qualidade e suficiência dos controles internos administrativos para garantir a realização dos objetivos estratégicos da entidade Quadro 61 Avaliação do Sistema de Controles Internos da Unidade ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM AVALIADOS VALORES Ambiente de Controle A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. 2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UNIDADE são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. 3. A comunicação dentro da UNIDADE é adequada e eficiente. X 4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. X 5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. X 6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UNIDADE na elaboração dos procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta. 7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. X 8. Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da competência da UNIDADE. X 9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UNIDADE. X Avaliação de Risco Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. X 11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. X 12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. 13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. X X X X X 50
52 14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UNIDADE ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. 15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. 16. Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. 17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. 18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. Procedimentos de Controle Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UNIDADE, claramente estabelecidas. 20. As atividades de controle adotadas pela UNIDADE são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. 21. As atividades de controle adotadas pela UNIDADE possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. 22. As atividades de controle adotadas pela UNIDADE são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionadas com os objetivos de controle. Informação e Comunicação A informação relevante para UNIDADE é devidamente identificada, documentada, armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. 24. As informações consideradas relevantes pela UNIDADE são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. 25. A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UNIDADE é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. 26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da UNIDADE, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. 27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UNIDADE, em todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. Monitoramento O sistema de controle interno da UNIDADE é constantemente monitorado para avaliar sua validade e qualidade ao longo do tempo. 29. O sistema de controle interno da UNIDADE tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliações sofridas. 30. O sistema de controle interno da UNIDADE tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. X Análise Crítica: Os itens 12, 13, 14, 15, 28, 29 e 30 foram respondidos com base na matriz de risco da Assessoria de Auditoria e Controle da Unidade Nacional. Os demais itens deste anexo basearam-se em reunião entre a Diretoria Executiva e Coordenações onde o trabalho consistiu em levantamento das ações desenvolvidas pelo SESCOOP/RJ em comparação com os itens constantes deste anexo. X X X X X X X X X X X X X X X X 3.6. Sistema de Correição O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo não possui estrutura de Sistema de Correição, no entanto, apura ilícitos administrativos cometidos por colaboradores da entidade, com base no seu Regimento Interno e Norma de Sindicância da Entidade. No exercício 2013, no âmbito do SESCOOP/RJ, não ocorreram fatos a serem apurados por meio de sindicância ou outra modalidade de processo administrativo. 51
53 CAPÍTULO 4: PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA 4.1. Demonstração da Receita A gestão orçamentária e o planejamento institucional do SESCOOP têm por finalidade contribuir para a transparência e o aperfeiçoamento das práticas de governança corporativa. A principal fonte de recursos do SESCOOP é a contribuição social, no montante de 2,5%, incidente sobre as folhas de pagamento das cooperativas. O Quadro 62 apresenta a evolução das Receitas do SESCOOP/RJ nos três últimos exercícios. Quadro 62 Evolução das Receitas do SESCOOP/RJ 2011/2013 Receita Variação 2012/ Variação 2013/2012 Contribuições , ,80 1, ,41 1,09 Financeiras , ,44 0, ,63 0,21 Serviços 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Outras Receitas , ,27 0, ,18 5,38 Alienação de Bens 8.021, ,52 3, ,80 3,70 Receitas de Transferências , ,35 1, ,18 1,84 Fonte: Sistema Zeus TOTAL , ,38 6, ,20 12,22 O programa de trabalho/orçamento do SESCOOP/RJ do exercício de 2013, na forma da reprogramação aprovada pelo Conselho Nacional, envolveu recursos no total de R$ ,00. As receitas atingiram o valor de R$ ,20 o que representou variação porcentual de 1,16% em relação ao ano de As aplicações alcançaram o montante de R$ ,71, correspondente a 56% do previsto para o exercício. Frente a essas realizações, o resultado orçamentário foi de aproximadamente R$ ,20, cuja demonstração está apresentada no Quadro 62. Quadro 63 Evolução da execução Receitas do SESCOOP/RJ 2013 ORIGENS Prevista Realizada Variação R$ (1,00) % R$ (1,00) % % Receitas de Contribuições ,00 50,99% ,41 79,95% Receitas Patrimoniais ,00 2,05% ,69 0,72% 1,02% 0,23% Receitas de Serviços 0 0,00% 0 0,00% 0,00% Transferências Correntes ,00 21,35% ,12 17,25% Outras Receitas Correntes ,00 25,31% ,18 0,54% 0,53% 0,01% Alienação de Bens ,00 0,30% ,80 1,54% 3,36% Transferências de Capital 0 0,00% 0 0,00% 0,00% Outras Receitas de Capital 0 0,00% 0 0,00% 0,00% TOTAL ,00 100% ,20 100% 5,15% Fonte: Sistema Zeus 52
54 4.2. Demonstração e análise do desempenho da entidade na execução orçamentária e financeira A tabela a seguir, demonstra na rubrica Corrente um elevado percentual no ano de 2013 em relação ao exercício anterior por motivo de renovação na estrutura de gestão. Neste ano, tivemos demissões de um superintendente, um assessor, três coordenadores, dentre outros. Além disso, as demais despesas (encargos/pessoal) tiveram as mesmas consequências pelo aumento do turnover. Acreditamos que para o ano subsequente, com a implantação do Programa Gestão por Competência, as despesas do referido quadro serão reduzidas. Quadro 64 Evolução das Despesas do SESCOOP/RJ 2011/2013 Despesas R$ (1,00) Variação / /2012 (%) Correntes , ,52 155% ,71 214,96% Pessoal e Encargos , ,26 130% ,03 115,84% Capital , ,59 119% ,91 25,08% Inversões Financeiras 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% Outras Despesas 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00% TOTAL , ,37 143% ,65 171,25% Fonte: Sistema Zeus As justificativas da tabela abaixo acompanham as ocorrências da tabela de evolução de despesas apresentada na tabela anterior. Quadro 65 Evolução da execução Despesas do SESCOOP/RJ 2013 GRUPOS Prevista Realizada Variação R$ % R$ % % Pessoal e Encargos Sociais ,00 32,01% ,03 35,90% 1,0% Outras Despesas Correntes ,00 66,76% ,71 63,57% 0,8% Investimentos ,00 1,23% ,91 0,52% 0,4% Inversões Financeiras 0 0,00% 0 0 0,00% TOTAL ,00 100% ,65 100% 2,2% Fonte: Sistema Zeus 53
55 A execução das despesas apresentadas a seguir, para os itens de Modalidade de Licitação (a+b+c+d+e+f+g), só são atualmente, as alíneas (a) e (d). A unidade não faz uso das outras modalidades. A unidade RJ não usa a modalidade tomada de preços e concorrência, pois o valor é baixo. Quadro 66 - Execução das despesas por modalidade de licitação, por natureza e por elementos de despesa do SESCOOP/RJ /2013. Modalidade de Contratação Despesa Liquidada Despesa paga Modalidade de Licitação (a+b+c+d+e+f+g) , , , ,00 a) Convite , , , ,00 b) Tomada de Preços c) Concorrência d) Pregão , ,00 0 e) Concurso f) Consulta g) Regime Diferenciado de Contratações Públicas Contratações Diretas (h+i) , , , ,00 h) Dispensa , , , ,00 i) Inexigibilidade , , , ,00 3. Regime de Execução Especial j) Suprimento de Fundos Pagamento de Pessoal (k+l) k) Pagamento em Folha l) Diárias Outros Total ( ) , , , ,00 Fonte: Sistema Zeus 54
56 4.3. Transferências regulamentares de convênios e outros instrumentos análogos vigentes no exercício de referência Quadro 67 - Transferências regulamentares de convênios e outros instrumentos análogos executados pelo SESCOOP/RJ Unidade Concedente ou Contratante Nome: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CNPJ: / Modalidade Modalidade: 1 - Convênio Nº do instrumento Beneficiário UG/GESTÃO: RJ Informações sobre as transferências Valores Pactuados Valores Repassados Vigência Global Contrapartida No exercício Acumulado até exercício Início Fim Valores em R$ 1, /2013 SESCOOP/RJ , , , ,93 08/ / /2013 SESCOOP/RJ , , ,00 0,00 07/ / /2013 SESCOOP/RJ , , ,00 0,00 11/ / /2013 SESCOOP/RJ , , ,00 0,00 01/ / Projetos Especiais Fundecoop Fonte: Sistema Zeus Situação da Transferência: 1 - Adimplente 2 - Inadimplente 3 - Inadimplência Suspensa 4 - Concluído 5 - Excluído 6 - Rescindido 7 - Arquivado LEGENDA Sit. 55
57 Quadro 68 - Resumo dos instrumentos celebrados pelo SESCOOP/RJ nos três últimos exercícios Unidade Concedente ou Contratante Nome: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CNPJ:: / Modalidade Quantidade de instrumentos celebrados em cada exercício UG/GESTÃO: RJ Valores repassados em cada exercício (independente do ano de celebração) (Valores em R$ 1,00) Convênio Projetos Especiais Fundecoop ,00 Fonte: Sistema Zeus Totais ,00 56
58 Quadro 69 - Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pelo SESCOOP/RJ na modalidade de convênio, termo de cooperação e de contratos de repasse - R$ (1,00) Unidade Concedente Nome: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DO RJ CNPJ: / Exercício da Prestação das Contas Anteriores a 2011 Fonte: Sistema Zeus UG/GESTÃO: RJ Quantitativos e Montante Repassados Contas Prestadas Contas NÃO Prestadas Contas Prestadas Contas NÃO Prestadas Contas Prestadas Contas NÃO Prestadas Contas NÃO Prestadas Instrumentos (Quantidade e Montante Repassado) Convênios Proj. Especiais Fundecoop Quantidade 0 4 Montante Repassado 0, ,00 Quantidade 0 1 Montante Repassado 0, ,00 Quantidade 0 0 Montante Repassado 0,00 0,00 Quantidade 0 0 Montante Repassado 0,00 0,00 Quantidade 0 0 Montante Repassado 0,00 0,00 Quantidade 0 0 Montante Repassado 0,00 0,00 Quantidade 0 0 Montante Repassado 0,00 0,00 57
59 Quadro 70 - Visão geral da análise das prestações de contas de convênios e contratos de repasse do SESCOOP/RJ Unidade Concedente Nome: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DO RJ CNPJ: / UG/GESTÃO: RJ Instrumentos Exercício da (Quantidade e Montante Repassado) prestação de Quantitativos e montante repassados Projetos Especiais- Outros contas Fudecoop instrumentos Ainda no prazo Quantidade 0 4 de prestação de contas Montante Repassado 0, , Quantidade 0 0 Com prazo de Contas prestadas Montante Repassado (R$) 0,00 0,00 prestação de Contas NÃO Quantidade 0 0 contas vencido prestadas Montante Repassado (R$) 0,00 0, Contas prestadas Quantidade 0 0 Montante Repassado (R$) 0,00 0,00 Contas NÃO prestadas Quantidade 0 0 Montante Repassado (R$) 0,00 0, Contas prestadas Quantidade 0 0 Montante Repassado (R$) 0,00 0,00 Contas NÃO prestadas Quantidade 0 0 Montante Repassado (R$) 0,00 0,00 Anteriores a Quantidade 0 0 Contas NÃO prestadas 2011 Montante Repassado (R$) 0,00 0,00 Fonte: Sistema Zeus Quadro 71 - Resumo dos instrumentos de transferência do SESCOOP/RJ que vigerão em 2013 e exercícios seguintes Unidade Concedente ou Contratante Nome: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DO RJ CNPJ: / UG/GESTÃO: RJ Modalidade Qtd. de instrumentos com vigência em 2013 e seguintes. Contratados Valores (R$ 1,00) Repassados até 2013 Previstos para 2014 % do Valor global repassado até o final do exercício de 2013 Convênio Contrato de Repasse 0, Termo de Cooperação Termo de Compromisso (PAC) Projetos Especiais Fundecoop , ,00 40% Totais , ,00 40% Fonte: Sistema Zeus e Relatórios Internos No ano de 2013 o SESCOOP/RJ, não constituiu indicadores para aferição de desempenho orçamentário e financeiro. 58
60 CAPÍTULO 5: GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS Estrutura de Pessoal da Unidade SESCOOP/RJ Um ambiente de trabalho saudável, atrativo e motivador impulsiona a produtividade organizacional e aumenta o nível de satisfação de seus colaboradores. Por isso, o SESCOOP investe constantemente na valorização e na melhoria da qualidade de vida do seu quadro de pessoal, sendo umas das suas prioridades a capacitação e o desenvolvimento do mesmo. Com cerca de quinze anos de atuação, o SESCOOP vê-se diante de desafios comuns a Organizações que se relacionam com um cenário dinâmico, exigindo contínuo aprimoramento dos processos de trabalho. Por isso, a entidade vem crescendo e se desenvolvendo no sentido de melhor atender aos seus objetivos organizacionais. Neste sentido, a unidade estadual em 2013 desenvolveu pelo Setor de Recursos Humanos (RH) um projeto sobre educação continuada e qualidade de vida, investindo no capital humano, suas ações enquanto ativo organizacional e maximizando os seus resultados pela implantação do PCCS por Gestão por Competência. O RH encontra-se congruente com a Visão e a Missão do Sistema OCB-SESCOOP/RJ, que se sustenta nos pilares do cooperativismo e em seus princípios, acredita que a sua MISSÃO é a de construir sonhos no coração e na mente das pessoas que integram o quadro funcional do sistema e, ancora-se na díade da excelência e da qualidade, visando: Gerar valor por meio do desenvolvimento humano, competências com foco em resultado para a cadeia produtiva, através da captação e retenção de talentos e investindo no capital humano. Ajudar a construir sonhos no coração e na mente das pessoas, visando à qualidade de vida no trabalho, bem como, alcançar com excelência as metas organizacionais. Neste sentido, seu objetivo principal é construir um ambiente de trabalho saudável, atrativo e motivador, impulsionando a produtividade organizacional e aumentando o nível de satisfação de seu corpo funcional. Acreditamos que em 2014, após a implantação do Programa de Gestão por Competência, o compromisso dos Recursos Humanos se balizará pela sustentabilidade que se expressa pelo equilíbrio entre o desenvolvimento econômico, social, ambiental e o de governança. Ao assumir esse compromisso o Sistema OCB-SESCOOP/RJ é responsável por gerar impactos positivos para o cooperativismo fluminense. 59
61 Quadro 72 Evolução da Estrutura de Pessoal do SESCOOP/RJ ( ) Descrição Funcionários contratados - CLT em exercício na Unidade, lotados nas Áreas Finalísticas e de Administração e Apoio* Quant. 26 Despesa Valor Prev. Valor Real. Salários , ,35 Quant. Valor Despesa Valor Real. Prev. Salários , ,27 Encargos , ,59 Encargos , ,86 31 Benefícios , ,77 Benefícios , ,80 Total Quadro Fixo , , , ,93 Descrição Estagiários Quant. Terceirizados 0 3 Despesa Valor Prev. Valor Real. Quant. Despesa Valor Prev. Valor Real. Bolsa Bolsa , , , ,29 auxílio 4 auxílio Taxa 2.500, ,00 Taxa 4.000, ,00 Salários Salários 0 0 Encargos Encargos 0 0 Benefícios Benefícios 0 0 Total Temporários e , , , ,29 Estagiários Total da Unidade , , , ,22 Continua... *Obs.: Informamos que a evolução estrutural do quantitativo de pessoal do SESCOOP/RJ para os anos de 2010 e 2011 em relação a salários, encargos e benefícios não foram expressas e nem subdivididas em áreas (finalística/apoio) nos Relatórios de Gestão destes períodos. Outrossim, cabe ressaltar que a partir deste novo modelo de Relatório podemos apresentar tais exigências nos anos (2012/2013) conforme continuidade da tabela abaixo. 60
62 Continuação... Descrição Funcionários contratados - CLT em exercício na Unidade, lotados nas Áreas Finalísticas Funcionários contratados - CLT em exercício na Unidade, lotados nas Áreas de Administração e Apoio Quant. 22 Quant. 15 Despesa Valor Prev. Valor Real. Salários , ,31 Quant. Despesa Valor Prev. Valor Real. Salários , ,86 Encargos , ,92 19 Encargos , ,88 Benefícios , ,91 Benefícios , ,57 Despesa Valor Prev. Valor Real. Salários , ,75 Quant. Despesa Valor Prev. Valor Real. Salários , ,70 Encargos , ,45 17 Encargos , ,24 Benefícios , ,12 Benefícios , ,65 Total Quadro Fixo , , , ,90 Descrição Estagiários Quant. Terceirizados 0 Total Temporários e Estagiários 4 Despesa Valor Prev. Valor Real. Quant. Despesa Valor Prev. Valor Real. Bolsa Bolsa , , , ,05 auxílio 5 auxílio Taxa 3.684,00 Taxa 5.000, ,00 Salários 0 0 Salários 0 0 Encargos Encargos 0 0 Benefícios 0 0 Benefícios , , , ,05 Total da Unidade , , , ,95 Fonte: Sistema ZEUS Evolução da Estrutura de Pessoal do SESCOOP RJ, por Faixa Etária (2013). Quadro 73 Evolução da Estrutura de Pessoal do SESCOOP/RJ, por Faixa Etária (2013). Descrição Até 30 anos De 31 a De 41 a 50 De 51 a 60 Acima de anos anos anos anos Funcionários contratados - CLT em exercício na Unidade, lotados nas Áreas Finalísticas Funcionários contratados - CLT em exercício na Unidade, lotados nas Áreas de Administração e Apoio. Total Quadro Fixo Descrição Até 30 anos De 31 a 40 anos De 41 a 50 anos De 51 a 60 anos Acima de 60 anos Estagiários Terceirizados Total Temporário e Estagiário Descrição Até 30 anos De 31 a 40 anos De 41 a 50 anos De 51 a 60 anos Acima de 60 anos Total da Unidade
63 Quadro 74 Evolução da Estrutura de Pessoal do SESCOOP RJ, por Nível de Escolaridade (2013). Quantidade de Pessoas por Nível de Escolaridade Descrição Funcionários contratados - CLT em exercício na Unidade, lotados nas Áreas Finalísticas Funcionários contratados - CLT em exercício na Unidade, lotados nas Áreas de Administração e Apoio Total Quadro Fixo Descrição Estagiários Terceirizados Total Temporários e Estagiários Total da Unidade Legenda: 1- Analfabeto; 2- Alfabetizado sem cursos regulares; 3- Primeiro grau incompleto; 4- Primeiro grau; 5- Segundo grau ou técnico; 6- Superior; 7- Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação; 8- Mestrado; 9- Doutorado/Pós Doutorado/PhD/Livre Docência; 10- Não Classificada. Em suas estratégias de desenvolvimento de pessoal, o SESCOOP identifica necessidades, promove e gerencia ações em favor do desenvolvimento pleno das atividades profissionais, buscando manter o quadro de colaboradores capacitado e motivado. Quadro 75 Investimentos em Capacitação do Pessoal, executados pelo SESCOOP RJ (2013). Descrição Treinamentos Quantidade Valor (R$ 1,00) Cursos de Graduação Quantidade Valor (R$ 1,00) Cursos de Pós- Graduação Funcionários contratados - CLT em exercício na Unidade, lotados nas Áreas Finalísticas Funcionários contratados - CLT em exercício na Unidade, lotados nas Áreas de Administração e Apoio , Total Quadro Fixo , Estagiários Terceirizados Total Temporários e Estagiários Total da Unidade -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- -*-*- Informamos que os valores de investimentos destinados à pós-graduação no ano de 2013 teve origem através do Projeto Qualidade de Vida e Educação Continuada A Díade da Excelência em Gestão Cooperativistas, no Curso de Pós-Graduação lato-senso em Pedagogia da Cooperação e Metodologias Colaborativas, para 1 conselheiro do Conselho de Administração do SESCOOP/RJ, 3 coordenadores, 3 analistas de Monitoramento e Desenvolvimento Cooperativista. 62
64 Quadro 76 Distribuição dos Colaboradores, por Cargo (2013). Percentual de colaboradores por cargo Indicador Nº % Número de colaboradores no cargo de técnico 7 19,44 Número de colaboradores no cargo de analista 15 41,67 Número de colaboradores no cargo de coordenador de processo 9 25 Número de colaboradores no cargo de gerente/assessor 4 11,11 Número de colaboradores no cargo de gerente geral 0 0 Número de colaboradores no cargo de superintendente 1 2,78 TOTAL % Neste quadro, podemos observar o investimento que o SESCOOP/RJ nos seus colaboradores, num total de 36 empregados 67% possui nível superior ocupando cargos de analistas, coordenadores e superintendente, enquanto 33% são técnicos com ensino médio completo num total de 12, onde 50% destes encontram-se cursando graduação nas áreas de pedagogia, psicologia, administração, e graduação profissional tecnológica em gestão ambiental, gestão empresarial, alguns deles em fase de conclusão de curso. Quadro 77 Distribuição dos Colaboradores, por Faixa Salarial (2013). Percentual de colaboradores por faixa salarial Indicador Nº % Número de colaboradores com salário até R$ 2.000, ,67 Número de colaboradores com salário de 2.001,00 a 3.000, ,21 Número de colaboradores com salário de 3.001,00 a 5000, Número de colaboradores com salário de 5.001,00 a 6.000,00 1 2,78 Número de colaboradores com salário de 6.001,00 a 7.000,00 2 5,56 Número de colaboradores com salário de 7.001,00 a 8.000, Número de colaboradores com salário de 8.001,00 a 9.000, Número de colaboradores com salário acima de 9.000,00 1 2,78 Média salarial em ,77 100% Quanto à distribuição salarial, como demonstrado no quadro acima, o nível salarial segue conforme o enquadramento dos cargos de técnicos, analistas, coordenadores, assessores e superintendente. 63
65 Quadro 78 Movimentação do Quadro de Pessoal (2013) Indicador Nº % Movimentação média anual de pessoal (turnover) (número de admissões + número de demissões /2)/nº empregados final do período* ,80 Número de admissões 7 46,60 Número de demissões 8 53,40 Já o turnover da Unidade, no ano de 2013 teve um percentual relativamente elevado, devido a reestruturação organizacional, com a demissão de um superintendente, um assessor, coordenadores e analistas. Quadro 79 Qualificação da Força de Trabalho (2013) Indicador Nº Número de ações de capacitação 20 Número de horas de capacitação 320 Número de participações 29 Em relação as ações de qualificação da força de trabalho e formação profissional o SESCOOP/RJ, investiu em diversas áreas do conhecimento, a saber: GRI Global Reporting Initiative (Relatório de Gestão); Segurança da Informação, Auditoria de TIC; Intercooperação; Intensivo de Departamento Pessoal; Treinamento de Prevenção de Acidente de Trabalho; Preparação de Candidatos a Avaliador do FNQ; Rotinas de Departamento Pessoal; Gestão Planejada, Governança e produtividade; Os 7 Hábitos de Pessoas Altamente Eficazes; Seminário de Vendas; O Vendedor SAMURAI; Curso e- Social; Núcleo Nacional de Gestão de Pessoas do Sistema S; Novo Sistema de Controle das Obrigações Trabalhistas e Previdenciárias (e-social); Núcleo Nacional das Entidades Integrantes do Sistema S; Congresso de Gestão de Pessoas RH-Rio; Seminário de Avaliação para Investimento Social Privado: metodologia e Treinamento da DIRF Informações sobre a terceirização de mão de obra e sobre quadro de estagiários Nome do Estagiário Departamento Admissão Desligamento Denilson Fernandes Júnior TI 27/11/ /05/2013 Fabiana A. de L. F. Guimarães RH 15/08/2013 Felipe de Araújo Bordalo Jurídico 05/03/ /03/2013 Jonathas Teixeira Barbosa TI 08/04/ /12/2013 Maicon Alves de Carvalho ERC Sul Fluminense 15/07/2013 Mozart Rodrigues Castelo Jurídico 13/03/2013 Rianne Nogueira Cidade Pinto TI 08/04/ /11/2013 Valdinéia Cabral Anúncio Monitoramento 12/09/13 Viviane Esther Cardoso Dias Projetos 07/01/ /06/
66 CAPÍTULO 6: GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO 6.1. Gestão da Frota de Veículos Atualmente o SESCOOP/RJ dispõe de 01 (um) veículo para atender as demandas institucionais, Diretoria Executiva e áreas fim e meio. A Coordenação Administrativa é responsável por todo patrimônio móvel da instituição. Sendo assim, zela pelo seu correto uso, identificando as necessidades de manutenção e/ou reparos necessário. Com o objetivo de sistematizar os procedimentos a serem adotados para o uso e manutenção do veículo, bem como, a diminuição dos custos operacionais, foi criada a Norma Administrativa 010/2008 que fornece parâmetros e indicadores de utilização, a saber: guarda do veículo em garagem, entrega do veículo ao condutor com prévia vistoria, abastecimento e devolução do veículo, relatório de utilização com relatos de acidentes e demais ocorrências. A coordenação controla e acompanha as solicitações através de agenda prévia, identifica o condutor, data e hora de saída e retorno, quilometragem percorrida e consumo de combustível. Além disso, verifica a validade da habilitação do condutor e acompanha o trajeto do veículo através do Sistema de Rastreamento contratado para verificar o trajeto realizado (destino/retorno). O veículo conta com seguro total com cobertura de danos a terceiro e rastreamento via satélite GESTÃO DO PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO O SESCOOP/RJ, não possui patrimônio imobiliário. Neste sentido, faz uso somente de 11 (onze) imóveis sublocados de terceiros.. 65
67 CAPÍTULO 7: GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO A aplicação de todos os itens de governança de TI está sendo apurada pela alta administração juntamente com o setor de Tecnologia da Informação. Quadro 80 - Gestão da Tecnologia da Informação do SESCOOP/RJ Quesitos a serem avaliados 1. Em relação à estrutura de governança corporativa e de TI, a Alta Administração da Instituição: Aprovou e publicou plano estratégico institucional, que está em vigor. monitora os indicadores e metas presentes no plano estratégico institucional. Responsabiliza-se pela avaliação e pelo estabelecimento das políticas de governança, gestão e uso corporativos de TI. aprovou e publicou a definição e distribuição de papéis e responsabilidades nas decisões mais relevantes X quanto à gestão e ao uso corporativos de TI. aprovou e publicou as diretrizes para a formulação sistemática de planos para gestão e uso corporativos de TI, com foco na obtenção de resultados de negócio institucional. X aprovou e publicou as diretrizes para gestão dos riscos aos quais o negócio está exposto. X aprovou e publicou as diretrizes para gestão da segurança da informação corporativa. aprovou e publicou as diretrizes de avaliação do desempenho dos serviços de TI junto às unidades usuárias em termos de resultado de negócio institucional. aprovou e publicou as diretrizes para avaliação da conformidade da gestão e do uso de TI aos requisitos legais, regulatórios, contratuais, e às diretrizes e políticas externas à instituição. Designou formalmente um comitê de TI para auxiliá-la nas decisões relativas à gestão e ao uso corporativos de TI. Designou representantes de todas as áreas relevantes para o negócio institucional para compor o Comitê de TI. Monitora regularmente o funcionamento do Comitê de TI. 2. Em relação ao desempenho institucional da gestão e de uso corporativos de TI, a Alta Administração da instituição: Estabeleceu objetivos de gestão e de uso corporativos de TI. Estabeleceu indicadores de desempenho para cada objetivo de gestão e de uso corporativos de TI. Estabeleceu metas de desempenho da gestão e do uso corporativos de TI, para Estabeleceu os mecanismos de controle do cumprimento das metas de gestão e de uso corporativos de TI. Estabeleceu os mecanismos de gestão dos riscos relacionados aos objetivos de gestão e de uso corporativos de TI. Aprovou, para 2013, plano de auditoria(s) interna(s) para avaliar os riscos considerados críticos para o negócio e a eficácia dos respectivos controles. Os indicadores e metas de TI são monitorados. Acompanha os indicadores de resultado estratégicos dos principais sistemas de informação e toma decisões a respeito quando as metas de resultado não são atingidas. X Nenhuma das opções anteriores descreve a situação desta instituição. 3. Entre os temas relacionados a seguir, assinale aquele(s) em que foi realizada auditoria formal em 2013, por iniciativa da própria instituição: Auditoria de governança de TI. Auditoria de sistemas de informação. Auditoria de segurança da informação. Auditoria de contratos de TI. Auditoria de dados. Outra(s). Qual(is)? X Não foi realizada auditoria de TI de iniciativa da própria instituição em Em relação ao PDTI (Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação) ou instrumento congênere: X A instituição não aprovou e nem publicou PDTI interna ou externamente. A instituição aprovou e publicou PDTI interna ou externamente. A elaboração do PDTI conta com a participação das áreas de negócio. A elaboração do PDTI inclui a avaliação dos resultados de PDTIs anteriores. O PDTI é elaborado com apoio do Comitê de TI. O PDTI desdobra diretrizes estabelecida(s) em plano(s) estratégico(s) (p.ex. PEI, PETI etc.). 66
68 O PDTI é formalizado e publicado pelo dirigente máximo da instituição. O PDTI vincula as ações (atividades e projetos) de TI a indicadores e metas de negócio. O PDTI vincula as ações de TI a indicadores e metas de serviços ao cidadão. O PDTI relaciona as ações de TI priorizadas e as vincula ao orçamento de TI. O PDTI é publicado na internet para livre acesso dos cidadãos. Se sim, informe a URL completa do PDTI: 5. Em relação à gestão de informação e conhecimento para o negócio: X Os principais processos de negócio da instituição foram identificados e mapeados. X Há sistemas de informação que dão suporte aos principais processos de negócio da instituição. Há pelo menos um gestor, nas principais áreas de negócio, formalmente designado para cada sistema de informação que dá suporte ao respectivo processo de negócio. 6. Em relação à gestão da segurança da informação, a instituição implementou formalmente (aprovou e publicou) os seguintes processos corporativos: X Inventário dos ativos de informação (dados, hardware, software e instalações). Classificação da informação para o negócio, nos termos da Lei /2011 (p.ex. divulgação ostensiva ou classificação sigilosa). Análise dos riscos aos quais a informação crítica para o negócio está submetida, considerando os objetivos de disponibilidade, integridade, confidencialidade e autenticidade. X Gestão dos incidentes de segurança da informação. 7. Em relação às contratações de serviços de TI: utilize a seguinte escala: (1) nunca (2) às vezes (3) usualmente (4) sempre ( 3) são feitos estudos técnicos preliminares para avaliar a viabilidade da contratação. ( 3 ) nos autos são explicitadas as necessidades de negócio que se pretende atender com a contratação. ( 2 ) são adotadas métricas objetivas para mensuração de resultados do contrato. ( 2 ) os pagamentos são feitos em função da mensuração objetiva dos resultados entregues e aceitos. ( 2 ) no caso de desenvolvimento de sistemas contratados, os artefatos recebidos são avaliados conforme padrões estabelecidos em contrato. ( 1 ) no caso de desenvolvimento de sistemas contratados, há processo de software definido que dê suporte aos termos contratuais (protocolo e artefatos). 8. Em relação à Carta de Serviços ao Cidadão (Decreto 6.932/2009): (assinale apenas uma das opções abaixo) X O Decreto não é aplicável a esta instituição e a Carta de Serviços ao Cidadão não será publicada. Embora o Decreto não seja aplicável a esta instituição, a Carta de Serviços ao Cidadão será publicada. A instituição a publicará em 2013, sem incluir serviços mediados por TI (e-gov). A instituição a publicará em 2013 e incluirá serviços mediados por TI (e-gov). A instituição já a publicou, mas não incluiu serviços mediados por TI (e-gov). A instituição já a publicou e incluiu serviços mediados por TI (e-gov). 9. Dos serviços que a UJ disponibiliza ao cidadão, qual o percentual provido também por e-gov? Entre 1 e 40%. Entre 41 e 60%. Acima de 60%. X Não oferece serviços de governo eletrônico (e-gov). Comentários Registre abaixo seus comentários acerca da presente pesquisa, incluindo críticas às questões, alerta para situações especiais não contempladas etc. Tais comentários permitirão análise mais adequada dos dados encaminhados e melhorias para o próximo questionário. Ponto de Melhoria Focar a pesquisa nas unidades regionais de acordo com as suas diversidades. 67
69 CAPÍTULO 8: GESTÃO DO USO DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL 8.1. Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis O setor de Compras e Licitações atende a uma demanda incipiente de consumo. O SESCOOP/RJ, com base nestes indicadores e o aumento da demanda de serviços e atendimento as cooperativas, pretende realizar a partir do ano de 2014 licitações para aquisição de grandes quantidades, visando maior atenção aos critérios para aquisição dos mesmos. As respostas abaixo expressam baixo investimento no que tange aos itens solicitados. Quadro 81 - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis Aspectos sobre a gestão ambiental Avaliação Licitações Sustentáveis A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e matérias primas. Se houver concordância com a afirmação acima, quais critérios de sustentabilidade ambiental foram aplicados? X 2. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos, os produtos atualmente adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior quantidade de conteúdo reciclável. X 3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. produtos reciclados, atóxicos ou biodegradáveis). X 4. Nos obrigatórios estudos técnicos preliminares anteriores à elaboração dos termos de referência (Lei /2002, art. 3º, III) ou projetos básicos (Lei 8.666/1993, art. 9º, IX) realizados pela unidade, é avaliado se a existência de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO) é uma situação predominante no mercado, a fim de avaliar a possibilidade de incluí-la como requisito da contratação (Lei /2002, art. 1º, parágrafo único in fine), como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços. Se houver concordância com a afirmação acima, qual certificação ambiental tem sido considerada nesses procedimentos? 5. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas, lâmpadas econômicas). Se houver concordância com a afirmação acima, qual o impacto da aquisição desses produtos sobre o consumo de água e energia? 6. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado). Se houver concordância com a afirmação acima, quais foram os produtos adquiridos? 7. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização, reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga). Se houver concordância com a afirmação acima, como essa preferência tem sido manifestada nos procedimentos licitatórios? 8. No modelo de execução do objeto são considerados os aspectos de logística reversa, quando aplicáveis ao objeto contratado (Decreto 7.404/2010, art. 5º c/c art. 13). 9. A unidade possui plano de gestão de logística sustentável de que trata o art. 16 do Decreto 7.746/2012. Se houver concordância com a afirmação acima, encaminhe anexo ao relatório o plano de gestão de logística sustentável da unidade. X X X X X X 68
70 10. Para a aquisição de bens e produtos são levados em conta os aspectos de durabilidade e qualidade (análise custo-benefício) de tais bens e produtos. 11. Os projetos básicos ou executivos, na contratação de obras e serviços de engenharia, possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da edificação, à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental. 12. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua destinação, como referido no Decreto nº 5.940/2006. Considerações Gerais: LEGENDA Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ. X X X 8.2. Consumo de Papel, Energia Elétrica e Água O SESCOOP/RJ no ano de 2013 desenvolveu o Programa COOPERANDO COM O FUTURO SUSTENTÁVEL, visando contribuir para o racionamento do uso da energia elétrica, água e papel da instituição. Neste sentido, realizou algumas campanhas internas através da INTRANET, do Projeto Cooperativismo as 15:30h e campanhas internas do Informativo do RH. O quadro abaixo demonstra a evolução dos últimos três anos, sendo 2013 o maior investimento no que tange ao consumo de energia elétrica, uma vez que tivemos um aumento de salas, no sexto e vigésimo andar. Quadro 82 - Consumo de Papel, Energia Elétrica e Água Adesão a Programas de Sustentabilidade Nome do Programa Ano de Adesão Resultados Cooperando com o Futuro Sustentável 2013 O programa visa contribuir e conscientizar o publico interno do SESCOOP/RJ quanto ao bom uso e a diminuição da energia elétrica, papel e água. Quantidade Valor Recurso Consumido Exercícios Papel , , ,71 Água *NÃO SE APLICA *NÃO SE APLICA *NÃO SE APLICA 0,00 0,00 0,00 Energia Elétrica 59,544KWH 54,132KWH KWH , , ,00 Total , , ,71 Obs.: * Os valores referentes ao consumo de água não podemos quantificar, devido encontrar-se incluso no valor pago ao condomínio. 69
71 CAPÍTULO 9: CONFORMIDADE E TRATAMENTO DE DISPOSIÇÕES LEGAIS E NORMATIVAS Informamos que até o 2013, não foi solicitado ao SESCOOP/RJ recomendações, comentários ou pendências solicitadas pelo TCU para o preenchimento deste capítulo. Outrossim, relatamos que: A área de auditoria interna está estruturada no SESCOOP Nacional e realiza trabalhos nas Unidades Estaduais, conforme previsto em seu Regimento Interno. O resultado dos trabalhos de auditoria interna é monitorado com auxílio de uma matriz de riscos, baseada nas melhores práticas geralmente aceitas, que permite visualizar a evolução dos controles internos dos processos operacionais e são atualizados ao final de cada trabalho. A área de auditoria interna do SESCOOP Nacional também possui controle sobre o andamento das implementações dos planos de ação referentes às recomendações dos trabalhos realizados, que são avaliados em testes específicos a cada auditoria executada, após os quais, os registros são atualizados em base de dados. Após cada trabalho realizado, a Auditoria Interna do SESCOOP Nacional emite um relatório contendo recomendações/sugestões de melhoria, que é enviado para a diretoria da Unidade Estadual auditada, bem como para os Conselhos Fiscal e Nacional da Entidade. No corpo do relatório é solicitado que seu teor seja formalmente comunicado aos Conselhos Fiscal e de Administração da Unidade Estadual auditada, bem como seu registro em ata e o envio de planos de ação relativos às recomendações sugeridas. 70
72 CAPÍTULO 10: INFORMAÇÕES CONTÁBEIS Informações sobre a adoção de critérios e procedimentos estabelecidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicada ao Setor Público NBC T 16.9 e NBC T 16.10, publicadas pelas Resoluções CFC nº 1.136/2008 e 1.137/2008, respectivamente, ou norma específica equivalente, para tratamento contábil da depreciação, da amortização e da exaustão de itens do patrimônio e avaliação e mensuração de ativos e passivos da Unidade 1. Contexto operacional Em 03 de setembro de 1998, a Medida Provisória nº 1.715/1998 criou o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). O Decreto nº 3.017/1999, de 06 de abril do ano seguinte, complementou o ato inaugural e instituiu os regulamentos e demais dispositivos que lhe balizam a atuação. O Sescoop integra o Sistema Cooperativista Brasileiro e fornece-lhe suporte em formação profissional técnica e gerencial e na promoção social dos cooperados, empregados e familiares, além de apoiar diretamente a operação das cooperativas. Formalmente, é entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, constituída sob o estatuto de serviço social autônomo. Seus recursos são de natureza fiscal: originam-se das cooperativas, que contribuem com um percentual de 2,5% sobre as folhas de pagamento, conforme preceitua o Artigo 12. do Decreto-lei nº de abril de 1999: A distribuição e forma de utilização dos recursos aludidos neste capitulo serão definidos no Regimento Interno. As responsabilidades sociais do Sescoop RJ evidenciam-se, particularmente, na ênfase conferida às atividades capazes de produzir efeitos socioeconômicos condizentes com os objetivos do Sistema Cooperativista. O Sistema Sescoop opera em todo o território brasileiro. Compõe-se de uma unidade nacional o Sescoop NA, com sede em Brasília e de 27 unidades estaduais que atuam nos 26 Estados da Federação e no Distrito Federal. Conta, em função dessa estrutura, com grande capilaridade, o que entre outras vantagens lhe confere flexibilidade ímpar no atendimento às cooperativas. O Sescoop está sujeito, ainda, à auditoria externa e tem sua execução orçamentária sob o crivo do Tribunal de Contas da União, o qual tem poderes para efetuar fiscalizações contábil e financeira, além de inspeções e auditorias operacionais e patrimoniais, nos termos dos Artigos 70. e 71. da Carta Magna e Artigos 1º e 5º da Lei nº 8.443/1992 (Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União), bem como enviar à Controladoria-Geral da União, conforme preceitua a Lei nº , de agosto de 2008, do Artigo 6º., 3º: As entidades constituídas sob a forma de serviço social autônomo, destinatárias de contribuições dos empregadores, incidentes sobre a folha de salários, deverão divulgar, pela internet, dados e informações acerca dos valores recebidos à conta das contribuições, bem como das aplicações efetuadas, discriminadas por finalidade e região. O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro (Sescoop RJ) é segundo a Lei nº 9.532/1997, Artigo 12.: 71
73 uma entidade imune do imposto de renda por ser uma instituição sem fins lucrativos que presta serviços para os quais foi instituída. Art. 12. Para efeito do disposto no art. 150, inciso VI, alínea "c", da Constituição, considera-se imune a instituição de educação ou de assistência social que preste os serviços para os quais houver sido instituída e os coloque à disposição da população em geral, em caráter complementar às atividades do Estado, sem fins lucrativos. (Vide Artigos 1º e 2º da Mpv , de 2001)(Vide Medida Provisória nº , de 2001) 1º Não estão abrangidos pela imunidade os rendimentos e ganhos de capital auferidos em aplicações financeiras de renda fixa ou de renda variável. 2º Para o gozo da imunidade, as instituições a que se refere este artigo, estão obrigadas a atender aos seguintes requisitos: a) não remunerar, por qualquer forma, seus dirigentes pelos serviços prestados; (Vide Lei nº , de 2002) b) aplicar integralmente seus recursos na manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos sociais; c) manter escrituração completa de suas receitas e despesas em livros revestidos das formalidades que assegurem a respectiva exatidão; d) conservar em boa ordem, pelo prazo de cinco anos, contado da data da emissão, os documentos que comprovem a origem de suas receitas e a efetivação de suas despesas, bem assim a realização de quaisquer outros atos ou operações que venham a modificar sua situação patrimonial; e) apresentar, anualmente, Declaração de Rendimentos, em conformidade com o disposto em ato da Secretaria da Receita Federal; f) recolher os tributos retidos sobre os rendimentos por elas pagos ou creditados e a contribuição para a seguridade social relativa aos empregados, bem assim cumprir as obrigações acessórias daí decorrentes; g) assegurar à destinação de seu patrimônio a outra instituição que atenda às condições para gozo da imunidade, no caso de incorporação, fusão, cisão ou de encerramento de suas atividades, ou a órgão público; h) outros requisitos, estabelecidos em lei específica, relacionados com o funcionamento das entidades a que se refere este artigo. 3 Considera-se entidade sem fins lucrativos a que não apresente superavit em suas contas ou, caso o apresente em determinado exercício, destine referido resultado, integralmente, à manutenção e ao desenvolvimento dos seus objetivos sociais. (Redação dada pela Lei nº 9.718, de 1998). 72
74 De acordo com o Artigo 150. da Carta Magna: Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado, à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: (EC nº 3/1993 e EC nº 42/2003)- VI - Instituir impostos sobre: c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei; 4º As vedações expressas no inciso VI, alíneas b e c, compreendem somente o patrimônio, a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas. As operações dos Sescoops estaduais são substancialmente mantidas por meio do recebimento do repasse de recursos efetuados pelo Sescoop Nacional. Havendo déficit técnico apurado no exercício, este será absorvido pelo patrimônio social (superavit acumulado). Todos os valores são apresentados em reais, exceto de outro modo indicado, arredondados o valor mais próximo de mil reais ou milhares de reais. As demonstrações contábeis foram autorizadas e aprovadas pela Administração do Sescoop RJ no dia 09 de maio de Preparação e apresentação das demonstrações contábeis 2.1. Base de apresentação As demonstrações contábeis da Entidade foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária e o Pronunciamento Técnico de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (CPC-PME), emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e referendado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), homologados pelos órgãos reguladores e normativos voltados para entidades sem fins lucrativos NBC T 10.19, NBC T 3 e NBC T 6. Até 31 de dezembro de 2010, as demonstrações contábeis da Entidade foram elaboradas e apresentadas em conformidade com as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBCASP), aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), alinhadas às normas internacionais de contabilidade para o setor público, emitidas pela Federação Internacional de Contadores (IFAC) e adaptadas aos regulamentos instituídos Sescoop. Em 01 de janeiro de 2011 as práticas contábeis foram modificadas de NBCASP para as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária e o Pronunciamento Técnico de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (CPC-PME), emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e referendado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), incluindo as NBC T voltadas para entidades sem fins lucrativos. As demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2013 são as primeiras preparadas pela Administração da entidade que consideram a adoção completa de todos os pronunciamentos, interpretações e orientações emanados do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), tendo como data de transição 01 de janeiro de Existiram poucas diferenças entre as práticas contábeis adotadas na data de transição com aquelas adotadas na apresentação das demonstrações contábeis comparativas. Cabe salientar que, como a Entidade recebe recursos à conta do orçamento fiscal e da seguridade social, era obrigada a apresentar a execução da referida parcela de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor 73
75 Público (NBCASP), conforme estabelecido no Artigo 101, que descreve que os resultados do exercício serão demonstrados no balanço orçamentário, balanço financeiro, balanço patrimonial e na demonstração das variações patrimoniais. Em 2011, com a adoção às práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Entidades por Ações Lei nº 6.404/1976, alteradas pelas Leis nº /2007 e /2009, e nos pronunciamentos, nas orientações e nas interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as demonstrações contábeis a serem apresentadas são: balanço patrimonial, demonstração do resultado do exercício, demonstração da mutação do patrimônio social e demonstração do fluxo de caixa. As alterações mencionadas no parágrafo anterior são os únicos efeitos advindos da mudança de prática contábil no exercício de 2013, conforme resultado de diagnóstico efetuado por empresa especializada no exercício findo em 31 de dezembro de Todos os valores são apresentados em reais, exceto de outro modo indicado, arredondados ao valor mais próximo de mil reais ou milhares de reais Principais práticas contábeis aplicadas na elaboração destas demonstrações contábeis Apuração do resultado O resultado das operações, especificamente as receitas e despesas são apurados em conformidade com o regime contábil de competência. As receitas de contribuições são reconhecidas contabilmente no momento do efetivo recebimento financeiro Estimativas contábeis Na preparação das demonstrações contábeis são adotadas premissas para o reconhecimento das estimativas, para registro de certos ativos, passivos e outras operações como: provisões para contingências, perdas estimadas para crédito de liquidação duvidosa, vida útil dos bens do imobilizado, classificações de curto e longo prazo, entre outros. Os resultados a serem apurados, quando da concretização dos fatos que resultaram no reconhecimento destas estimativas, poderão ser diferentes dos valores registrados nas demonstrações contábeis. A Administração monitora e revisa periódica e tempestivamente estas estimativas e suas premissas Caixa e equivalentes de caixa Incluem caixa, saldos positivos em conta movimento, aplicações financeiras com liquidez imediata e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado. Os critérios adotados para a aplicação financeira são: investimento em banco oficial, Banco do Brasil, com resgate automático. As aplicações financeiras incluídas nos equivalentes de caixa são classificadas na categoria Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado, acrescidas dos rendimentos auferidos até as datas dos balanços Estoques Os materiais para expediente e consumo estão avaliados ao custo médio de aquisição, não excedendo o seu valor de mercado Imobilizado O imobilizado é mensurado pelo seu custo histórico, menos depreciação acumulada, incluindo ainda, quando aplicável, os juros capitalizados durante o período de construção, para os casos de ativos qualificáveis, líquido de depreciação acumulada e de provisão para redução ao valor recuperável de 74
76 ativos para os bens paralisados e sem expectativa de reutilização ou realização. A depreciação é computada pelo método linear, com base na vida útil estimada de cada bem, conforme a Nota Explicativa n 10. A vida útil estimada e o método de depreciação são revisados no final de cada exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. Um item do imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos- -futuros resultantes do uso contínuo do ativo. Os ganhos e as perdas em alienações são apurados comparando-se o produto da venda com o valor residual contábil e são reconhecidos na demonstração do resultado Impairment O Sescoop RJ avaliou a encerramento do exercício social se existem evidências objetivas de deterioração de seus ativos. Caso se confirmasse a existência de impactos nos fluxos de caixa pela deterioração de seus ativos e esta puder ser estimada de maneira confiável, o Sescoop RJ reconhece no resultado a perda por impairment. Foi elaborado um relatório interno do Sescoop RJ, visando atender as exigências contidas no CPC-PME, e não foi identificada a necessidade de provisão para desvalorização de ativos em 31 de dezembro de Intangível Ativos intangíveis adquiridos, separadamente, são mensurados no reconhecimento inicial ao custo de aquisição e, posteriormente, deduzidos da amortização acumulada e perdas do valor recuperável, quando aplicável. A Administração revisa anualmente o valor estimado de realização dos ativos, e taxa de depreciação, levando em consideração sua vida útil. A amortização dos bens é reconhecida no resultado do exercício de acordo com as taxas informadas na Nota Explicativa nº Fornecedores As contas a pagar a fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos no curso ordinário dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes, exceto quando o prazo de vencimento for superior a 12 meses após a data do balanço, quando são apresentadas como passivo não circulante. São, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método da taxa efetiva de juros. Na prática, são normalmente reconhecidas ao valor da fatura correspondente Salários e encargos sociais Os salários, incluindo provisões para férias, 13º salário e os pagamentos complementares negociados em acordos coletivos de trabalho, adicionados dos encargos sociais correspondentes, são apropriados pelo regime de competência Provisões para contingências As provisões para ações judiciais são reconhecidas quando: (i) a companhia tem uma obrigação presente ou não formalizada como resultado de eventos passados; (ii) é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e (iii) o valor possa ser estimado com segurança. Caso haja diversas obrigações semelhantes, a probabilidade de uma saída de recursos a ser exigida para a liquidação será determinada ao se considerar a natureza das obrigações como um todo. 75
77 As provisões são mensuradas pelo valor presente das despesas que se esperam ser exigidas para liquidar a obrigação a qual reflita as avaliações atuais de mercado do valor temporal do dinheiro e dos riscos específicos da obrigação. O aumento da obrigação em decorrência da passagem do tempo é reconhecido como despesa financeira, quando aplicável Receitas financeiras e despesas financeiras As receitas e despesas financeiras são reconhecidas pelo regime de competência Outros ativos e passivos (circulantes e não circulantes) Um ativo é reconhecido no balanço patrimonial quando for provável que seus benefícios econômico-futuros serão gerados em favor do Sescoop RJ e seu custo ou valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo é reconhecido no balanço patrimonial quando o SESCOOP/RJ possuir uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá-lo. São acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização ou liquidação é provável que ocorra nos próximos 12 meses. Caso contrário, são demonstrados como não circulantes. 3. Estimativa e julgamentos contábeis essenciais O SESCOOP/RJ realiza determinadas estimativas e premissas em relação ao futuro. Essas estimativas e os julgamentos são continuamente avaliados com base na experiência histórica e outros fatores, incluindo as expectativas dos eventos futuros que se acredita serem razoáveis de acordo com as circunstâncias. No futuro, a experiência real pode diferir dessas estimativas e premissas. As estimativas e premissas que possuem um risco significativo de provocar um ajuste importante nos valores contábeis de ativos e passivos dentro do próximo exercício financeiro estão divulgadas a seguir: Reconhecimento de receitas A Entidade recebe recursos, mediante contribuição parafiscal das cooperativas instaladas no país, cujo repasse é efetuado pelo Sescoop Nacional. As receitas de contribuições sociais são reconhecidas no momento do efetivo recebimento financeiro, pois em consonância ao princípio de conservadorismo não poderiam ser apropriadas com base orçamentária. Vidas úteis de ativos intangíveis e imobilizados Os ativos intangíveis e imobilizados são amortizados ou depreciados ainda pela taxa fiscal. A Entidade não efetuou estudo para estimar as novas vidas úteis econômicas dos ativos com base na sua vida útil. Processos legais De acordo com o CPC-PME, o Sescoop RJ reconhece uma provisão quando existe uma obrigação presente decorrente de um evento passado, uma transferência de benefícios econômicos é provável e o valor dos custos de transferência pode ser estimado de maneira confiável. Nos casos em que os critérios não são cumpridos, um passivo contingente pode ser divulgado nas notas explicativas das demonstrações contábeis. As obrigações decorrentes de passivos contingentes que foram divulgadas, ou que não são atualmente reconhecidas ou divulgadas nas demonstrações contábeis, poderiam ter um efeito material sobre o balanço patrimonial do Sescoop RJ. A aplicação desses princípios contábeis a litígios exige que a Administração realize cálculos sobre diversas matérias de fato e de direito além de seu controle. O Sescoop RJ revisou as ações judiciais pendentes, monitorando a evolução dos processos 76
78 e a cada data de elaboração de relatórios, visando avaliar a necessidade de provisões e divulgações nas demonstrações contábeis. Entre os fatores considerados na tomada de decisões sobre as provisões estão à natureza do litígio, a reivindicação ou autuação, o processo judicial e o nível potencial de indenização na jurisdição em que o litígio, reivindicação ou autuação foi interposto, o andamento da ação (incluindo o andamento após a data das demonstrações contábeis, mas antes de serem emitidas), os pareceres ou opiniões dos consultores jurídicos, a experiência em casos semelhantes, e qualquer decisão da Administração do Sescoop RJ sobre a forma como ela vai responder ao litígio, reivindicação ou autuação. 4. Instrumentos financeiros gestão de risco O Sescoop RJ poderá estar exposto, em virtude de suas atividades, aos seguintes riscos financeiros: risco de crédito; risco de taxa de juros de valor justo ou de fluxo de caixa; risco de câmbio 1 ; outros riscos de mercado 2. Da mesma maneira que ocorre em todos os outros negócios, o Sescoop RJ está exposto aos riscos que decorrem da utilização de instrumentos financeiros. Essa nota descreve os objetivos, políticas e processos do Sescoop RJ para a gestão desses riscos e os métodos utilizados para mensurá-los. Mais informações quantitativas em relação a esses riscos são apresentadas ao longo dessas demonstrações contábeis. Não houve nenhuma alteração substancial na exposição aos riscos de instrumentos financeiros do SESCOOP/RJ, seus objetivos, políticas e processos para a gestão desses riscos ou os métodos utilizados para mensurá-los a partir de períodos anteriores, a menos que especificado o contrário nesta nota. Principais instrumentos financeiros Os principais instrumentos financeiros utilizados pelo Sescoop RJ, de que surgem os riscos de instrumentos financeiros, são os seguintes: valores a receber; caixa em bancos; aplicações financeiras em fundos de investimentos financeiros; investimentos em títulos patrimoniais negociados ou não em bolsa 1 ; contas a pagar a fornecedores e outras. Objetivos, políticas e processos gerais O Sescoop RJ possui os seguintes órgãos colegiados: Conselho Nacional Deliberativo É o órgão colegiado que detém o poder originário e soberano do Sescoop RJ. Conselho Fiscal É o órgão de assessoramento do Conselho Deliberativo, para assuntos de gestão patrimonial e financeira. Diretoria Executiva 1 Não se aplica ao Sescoop. 2 Indexadores pré-fixados, pactuados em contratos de prestação de serviços. 77
79 É o órgão de gestão administrativa do Sescoop RJ. Risco de crédito O risco de crédito para a Entidade surge preponderantemente de disponibilidades decorrentes de depósitos em bancos e aplicações financeiras em fundos de investimentos financeiros. O Sescoop RJ aplica recursos apenas em seus fundos de investimentos administrados pelo Banco do Brasil S.A. O Sescoop RJ não contrata derivativos para gerenciar o risco de crédito. Seguem divulgações quantitativas da exposição ao risco de crédito em relação aos ativos financeiros: Valor contábil 31/12/ /12/2012 Risco comercial Ativos financeiros Caixa e equivalentes de caixa (Nota nº 5) Total de ativos financeiros O risco comercial surge da utilização de instrumentos financeiros que rendem juros, aplicações em CDB-DI, negociáveis e em moeda estrangeira. É o risco que o valor justo ou fluxos de caixa futuros de um instrumento financeiro flutuarão em virtude de alterações nas taxas de juros (risco de taxa de juros), taxas de câmbio (risco de câmbio) ou outros fatores comerciais (outro risco de preço). A Entidade não possui operações que possam gerar riscos em moeda estrangeira. Risco de câmbio O Sescoop RJ não está sujeita ao risco de câmbio, tendo em vista que o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) não possui operações localizadas em outras partes do mundo, cuja moeda funcional não seja a mesma. Outros riscos de mercado O Sescoop RJ não possui participação em fundos de investimentos financeiros que possuem lastro em títulos e valores mobiliários de empresas emergentes. Divulgações sobre o patrimônio Os bens da Entidade somente poderão ser utilizados para a realização dos seus objetivos, permitida aplicação de uns e outros para a obtenção de rendimentos destinados às suas finalidades estatutárias. 5. Caixa e equivalentes de caixa Descrição 31/12/ /12/2012 Bancos Aplicações financeiras (a) (a)as aplicações financeiras são efetuadas em instituição financeira de primeira linha, com resgate a qualquer momento, na modalidade de Certificado de Depósito Bancário DI com rendimento médio de 98% do CDI mensal. 78
80 Instituições financeiras Modalidade 31/12/ /12/2012 Banco do Brasil S.A. Renda Fixa Banco do Brasil S.A CDB-DI 0, Banco do Brasil S.A. CDB-DI Banco do Brasil S.A. CDB-DI Santander FIC FI Créditos e valores a receber Descrição 31/12/ /12/2012 Adiantamentos a empregados(a) Outros Estoques Descrição 31/12/ /12/2012 Material de consumo Material de Informática Material de expediente Bens e Materiais Destinado a Alienação Despesas pagas antecipadamente Descrição 31/12/ /12/2012 Seguros a apropriar
81 9. Caução e depósitos em garantia Descrição 31/12/ /12/2012 Depósito judicial trabalhistas (a) - - Caução garantia de aluguel (b) Caução Contrato COMLURB (c) (a) Depósito garantia no processo judicial trabalhista movido por Marcio P. Duarte Processo nº ; (b) Caução como garantia no contrato de aluguel do imóvel onde está instalado o Sescoop. (c) Caução como forma de garantia da COMLURB, processo de licitação nº: 14/ /2011, correspondente à 2,0% do valor do contrato firmado com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. 10. Imobilizado Descrição % Taxas anuais de depreciação 31/12/ /12/2012 Mobiliário 10% Veículos 20% Máquinas e equipamentos 10% Equipamentos de informática 20% Equipamentos de comunicação 10% Destacamos a seguir a movimentação do ativo imobilizado em 2013 e de 2012: Descrição Saldo líquido em 31/12/12 Adição Baixa Depreciação Saldo líquido em 31/12/13 Mobiliário (488) (8.916) Veículos (1.613) Máquinas e equipamentos (442) (8.551) Equipamentos de informática (622) (36.928) Equipamentos de comunicação (413) (1.574)
82 11. Intangível Descrição % Taxas anuais de amortização 31/12/ /12/2012 Direitos de uso de software 20% Outros intangíveis 20% Destacamos a seguir a movimentação do ativo intangível em 2013 e de 2012: Descrição Saldo líquido em 31/12/12 Adição Baixa Amortização Saldo líquido em 31/12/13 Direitos de uso de software (20.565) Outros Intangíveis (5.000) Contas a pagar São obrigações componentes dos compromissos assumidos por conta das aquisições de bens e serviços para manutenção das atividades-fim e meio do Sescoop RJ, cuja posição analítica, nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, está descrita a seguir: Descrição 31/12/ /12/2012 Fornecedores pessoa jurídica Fornecedores pessoa física Salários, encargos sociais e imposto a pagar Descrição 31/12/ /12/2012 Salários e Ordenados a Pagar Encargos, consignações e impostos sobre a folha de pagamento Outras obrigações e consignações sociais sobre folha de pagamento - - Total Provisões trabalhistas e encargos previdenciários São obrigações com a provisão de férias, abono pecuniário, adicional de 1/3 das férias, adicional de 1/3 do abono pecuniário e encargos sociais incidentes, cujos valores são provisionados mensalmente e baixados pela ocasião da concessão das férias, e estão assim representados: 81
83 Descrição 31/12/ /12/2012 Provisão de férias Provisão de INSS sobre férias Provisão FGTS sobre férias Provisão PIS sobre férias Total Outras obrigações Descrição 31/12/ /12/2012 Valor a pagar - pessoa física Consignáveis de terceiros Total Provisão para contingências Descrição 31/12/ /12/2012 Provisão para contingências Total Remuneração do pessoal-chave da Administração De acordo com o Artigo 12, 2º, alínea a da Lei nº 9.532, de dezembro de 1997: para efeito do disposto no art. 150, inciso vi, alínea c e, por ser principio sistêmico a não remuneração dos membros dos conselhos deliberativo e fiscal. 18. Patrimônio social O patrimônio social é composto substancialmente de superávit e/ ou déficit acumulados. Os valores demonstrados a seguir referem-se aos resultados dos exercícios de 2013 e de 2012: Descrição 31/12/ /12/2012 Superávit acumulado Déficit do exercício ( ) ( ) ( ) Conforme previsão estatutária, os recursos recebidos do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) devem ser aplicados anualmente no ensino de formação profissional, promoção social dos trabalhadores e cooperados das cooperativas, bem como monitoramento das cooperativas. 82
84 Conforme preceitua a Lei n 9.532/1997, caso apresente em determinado exercício superávit, o mesmo destina-se, integralmente, à manutenção e ao desenvolvimento dos seus objetivos sociais. 19. Receitas brutas de contribuições Descrição 31/12/ /12/2012 Receita de contribuições (a) Receita de contribuições Fundecoop (b) Transferências de projetos específicos - - Total A seguir os valores mensais de contribuição social repassados pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) no decorrer do exercício de 2013: Mês Direta Fundecoop Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro (*) Total (*) Liquidado (recebido) no mês de janeiro de Pessoal, encargos e benefícios sociais Descrição 31/12/ /12/2012 Vencimentos e remunerações Encargos sociais patronais Indenizações trabalhistas Remunerações variáveis Benefícios sociais Benefícios assistenciais Total
85 21. Despesas administrativas Descrição 31/12/ /12/2012 Despesas com dirigentes e conselheiros Ocupação e serviços públicos Despesas de comunicação Material de consumo Material de consumo durável Passagens e locomoções Diárias e hospedagens Outras despesas de viagens Total Despesas institucionais Descrição 31/12/ /12/2012 Locações Materiais de divulgação Materiais para treinamento Serviços e divulgações institucionais Auxílios financeiros a estudantes Auxílios educacionais Total Despesas de serviços profissionais contratados Descrição 31/12/ /12/2012 Auditoria e consultoria Serviços especializados Transportes Serviços gerais Serviços temporários Estagiários Outros serviços de terceiros Outros serviços Encargos sobre serviços de terceiros Serviços especializados pessoa física - - Serviços gerais pessoa física - - Total
86 24. Despesas tributárias 31/12/ /12/2012 Federais Estaduais Municipais Outras despesas tributárias Total Resultado financeiro líquido Descrição 31/12/ /12/2012 Receitas financeiras Receitas de aplicações financeiras Despesas financeiras Despesas bancárias (13.833) (7.026)) (13.833) (7.026) Resultado financeiro Seguros O Sescoop RJ adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes considerados pela Administração como suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As apólices estão em vigor e os prêmios foram devidamente pagos Demonstrações Contábeis previstas pela Lei nº 4.320/64 e pela NBC 16.6 aprovada pela Resolução CFC nº 1.133/2008, ou ainda prevista na Lei nº 6.404/76, incluindo as notas explicativas As informações deste item, constam no anexo I Relatório da auditoria independente sobre as demonstrações contábeis, quando a legislação dispuser a respeito As informações deste item, constam no anexo II 85
87 CAPÍTULO 11: OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO Outras Informações Consideradas Relevantes pelo SESCOOP/RJ O SESCOOP/RJ continua a desenvolver suas ações em bases estratégicas e com foco principal na aproximação do Sistema OCB/RJ-SESCOOP/RJ das cooperativas. Sem essa união, não será possível a aplicação correta dos recursos, tendo em vista que o objetivo principal é promover a autogestão da cooperativa, para isso temos divulgado o Sistema por meio de reportagens em mídia impressa ou por meio das divulgações on-line. O público é amplo, porém acreditamos que se conseguirmos associar a imagem do SESCOOP/RJ ao crescimento do cooperativismo, inevitavelmente nos tornaremos reconhecidos junto a sociedade. 86
88 ANEXO I - DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PREVISTAS PELA LEI Nº 4.320/64 E PELA NBC 16.6 APROVADA PELA RESOLUÇÃO CFC Nº 1.133/2008, OU AINDA PREVISTA NA LEI Nº 6.404/76, INCLUINDO AS NOTAS EXPLICATIVAS Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 (Valores expressos em reais) ATIVO Notas Ativo circulante Caixa e equivalentes de caixa Outros créditos Estoques Despesas pagas antecipadamente Total do ativo circulante Ativo não circulante Caução e Depósitos em Garantia Imobilizado Intangível Total do ativo Não Circulante Ativo compensado Total do ativo As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis. 87
89 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 (Valores expressos em reais) PASSIVO E PATRIMÔNIO SOCIAL Notas Passivo circulante Contas a pagar Salários, encargos sociais e imposto a pagar Provisões trabalhistas e encargos previdenciários Obrigações Por Convênios, Acordos e Projetos Outras obrigações Total do passivo circulante Passivo não circulante Provisão para contingências Passivo compensado Patrimônio social Superavit acumulado integral dos exercícios findos em 31/12/2012 e 31/12/ Superavit/Deficit dos exercícios findos em 31/12/2013 e 31/12/ ( ) ( ) Total do passivo e patrimônio social As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis. 88
90 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro Demonstrações do superavit para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 (Valores expressos em reais) Receita operacional bruta Receitas brutas de contribuições Notas Custo/ (despesas) operacionais Pessoal, encargos e benefícios sociais 20 Despesas administrativas 21 Despesas institucionais 22 Despesas de serviços profissionais contratados 23 Despesas tributárias 24 Despesas de depreciações e amortizações - Outras receitas operacionais Outras despesas operacionais - ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (21.857) (52.664) (83.148) (78.146) (23.706) (38.937) ( ) ( ) (Deficit)/ superavit antes do resultado financeiro ( ) ( ) Resultado financeiro líquido Deficit/superavit do exercício As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis. 89
91 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro Demonstrações das mutações do patrimônio social para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 (Valores expressos em reais) Superavit acumulado parcial dos exercícios findos em 31/12/2011 e 31/12/2012 Superavit do exercício findo em 31/12/2013 Total Saldo acumulado integral em 31/12/10 com incorporação do superávit do exercício de 31/12/ Superávit do exercício findo em 31/12/ Saldo acumulado de superavit integral em 31/12/2011 com incorporação do superávit do exercício findo em 31/12/ Superavit do exercício findo em 31/12/ Saldos acumulados de superavit parcial e integral do exercício findo em 31/12/ Déficit/Superavit do exercício findo em 31/12/2013 ( ) ( ) Saldos acumulados de superavit parcial e integral do exercício findo em 31/12/2013 ( ) ( ) As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis. 90
92 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro Demonstrações dos fluxos de caixa para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 (Valores expressos em reais) Fluxo de caixa proveniente das operações Superavit/Déficit líquido do exercício ( ) ( ) Ajustes para reconciliar o superavit/défict do exercício com recursos provenientes de atividades operacionais Depreciação e amortização Baixa do ativo imobilizado Redução/ (aumento) nos ativos ( ) ( ) Outros créditos ( ) Estoques (12.300) (37.280) Despesas pagas antecipadamente (2.047) 51 Realizável a longo prazo ( ) Aumento/ (redução) nos passivos ( ) Contas a pagar ( ) Salários, encargos sociais e imposto a pagar (5.858) Provisões trabalhistas e encargos previdenciários Obrigações por Convênios, Acordos e Projetos Outras Obrigações (299) Provisão para contingências (3.494) (56.506) Recursos líquidos gerados nas atividades operacionais ( ) ( ) Fluxo de caixa utilizado nas atividades de investimento Adições ao ativo imobilizado (44.257) ( ) Adições ao ativo intangível (2.670) (83.590) Recursos líquidos utilizados nas atividades de investimento (46.927) ( ) Aumento do caixa e equivalentes de caixa ( ) ( ) Caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No final do exercício Aumento/Redução do caixa e equivalentes de caixa ( ) ( ) As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis. 91
93 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro Demonstrações dos fluxos de caixa para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 Fluxo de caixa proveniente das operações (Valores expressos em reais) Superavit/Déficit líquido do exercício ( ) ( ) Ajustes para reconciliar o superavit do exercício com recursos provenientes de atividades operacionais Depreciação e amortização Baixa do ativo imobilizado ( ) ( ) Redução/ (aumento) nos ativos Outros créditos ( ) Estoques (9.853) (37.280) Despesas pagas antecipadamente (2.047) 51 Realizável a longo prazo ( ) ( ) Aumento/ (redução) nos passivos Contas a pagar ( ) Salários, encargos sociais e imposto a pagar (5.858) Provisões trabalhistas e encargos previdenciários Outras obrigações (299) Provisão para contingências (3.494) (56.506) Recursos líquidos gerados nas atividades operacionais ( ) ( ) Fluxo de caixa utilizado nas atividades de investimento Adições ao ativo imobilizado (44.257) ( ) Adições ao ativo intangível (2.670) (83.590) Recursos líquidos utilizados nas atividades de investimento (46.927) ( ) Aumento do caixa e equivalentes de caixa ( ) ( ) Caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No final do exercício Aumento/Redução do caixa e equivalentes de caixa ( ) ( ) As notas explicativas são partes integrantes das demonstrações contábeis. 92
94 ANEXO II - RELATÓRIO DA AUDITORIA INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 93
95 94
96 ANEXO II PARECER DO CONSELHO FISCAL 95
97 ANEXO II PARECER DO CONSELHO ADMINISTRATIVO 96
98 ANEXO III RESOLUÇÃO Nº 1207/2014 CONSELHO NACIONAL DO SESCOOP 97
Conselho de Administração
Conselho de Administração Presidente João Nicédio Alves Nogueira Representante do Sescoop/Nacional Antônio Rodrigues de Amorim Suplente Ryan Carlo Rodrigues dos Santos Representantes das Cooperativas Cristiano
Balanço Social Anual das Cooperativas
Balanço Social Anual das Cooperativas Este Balanço Social (BS) deve apresentar ações sociais e ambientais efetivamente realizadas pelas cooperativas. O BS deve ser resultado de amplo processo participativo
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