Gestão Pública Democrática
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- Camila Sequeira Penha
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1 Gestão Pública Democrática Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa
2 Gestão Pública Democrática Conceito de gestão Tem origem na palavra latina gestione que se refere ao ato de gerir, gerenciar e administrar. Conceito de democracia Tem origem na palavra grega demokratia que significa governo do povo. Demo povo kratia - governo
3 Gestão Democrática da Educação Inclusão de todos Acesso Permanência Diálogo Transparência Capacidade de ouvir
4 Gestão Democrática da Educação Marcos legais: CF art.206 inciso VI gestão democrática do ensino público na forma da lei. ECA art.53 - único é direito dos pais ou responsáveis ter ciência do PPP da escola LDB art. 3º - VIII- gestão democrática do ensino público na forma da lei e da legislação Art. 14 Sistema Municipal de ensino define as normas da gestão democrática da educação básica
5 Gestão Democrática da Educação A gestão democrática da educação se fortalece quando tem: Legitimidade Representatividade Autonomia
6 Gestão Democrática da Educação A gestão democrática está expressa em vários instrumentos: PME Plano Municipal de Educação PAR Plano de Ações Articuladas PDE interativo Plano de Metas - Compromisso Todos pela Educação
7 Compromisso Todos pela Educação - decreto federal nº 6094/2007 O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação é a conjugação dos esforços da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, em regime de colaboração das famílias e da comunidade, em proveito da melhoria da qualidade da educação básica. Os sistemas municipais e estaduais que aderiram ao Compromisso deverão seguir as 28 diretrizes pautadas em resultados de avaliação de qualidade e de rendimento dos estudantes.
8 Compromisso Todos pela Educação - decreto federal nº 6094/2007 envolver todos os professores na discussão e elaboração do projeto político pedagógico, respeitadas as especificidades de cada escola; incorporar ao núcleo gestor da escola coordenadores pedagógicos que acompanhem as dificuldades enfrentadas pelo professor; divulgar na escola e na comunidade os dados relativos à área da educação, com ênfase no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB, referido no art. 3o; promover a gestão participativa na rede de ensino;
9 Compromisso Todos pela Educação - decreto federal nº 6094/2007 zelar pela transparência da gestão pública na área da educação, garantindo o funcionamento efetivo, autônomo e articulado dos conselhos de controle social; elaborar plano de educação e instalar Conselho de Educação, quando inexistentes; acompanhar e avaliar, com participação da comunidade e do Conselho de Educação, as políticas públicas na área de educação e garantir condições, sobretudo institucionais, de continuidade das ações efetivas, preservando a memória daquelas realizadas;
10 Compromisso Todos pela Educação - decreto federal nº 6094/2007 integrar os programas da área da educação com os de outras áreas como saúde, esporte, assistência social, cultura, dentre outras, com vista ao fortalecimento da identidade do educando com sua escola; fomentar e apoiar os conselhos escolares, envolvendo as famílias dos educandos, com as atribuições, dentre outras, de zelar pela manutenção da escola e pelo monitoramento das ações e consecução das metas do compromisso; transformar a escola num espaço comunitário e manter ou recuperar aqueles espaços e equipamentos públicos da cidade que possam ser utilizados pela comunidade escolar;
11 Compromisso Todos pela Educação - decreto federal nº 6094/2007 firmar parcerias externas à comunidade escolar, visando a melhoria da infra-estrutura da escola ou a promoção de projetos socioculturais e ações educativas; organizar um comitê local do Compromisso, com representantes das associações de empresários, trabalhadores, sociedade civil, Ministério Público, Conselho Tutelar e dirigentes do sistema educacional público, encarregado da mobilização da sociedade e do acompanhamento das metas de evolução do IDEB.
12 Gestão Democrática da Educação A gestão democrática se concretiza por meio de instituições como: Conselho Municipal da Educação Conselho do FUNDEB CAE Conselho de Alimentação Escolar Conselho de escola Fórum Municipal da Educação Conferências Municipais
13 Gestão Democrática da Educação A gestão democrática tem como foco: A promoção da Educação de qualidade A construção da cidadania Diálogo
14 Gestão Democrática da Educação Para construir essa educação de qualidade o gestor e toda a comunidade precisam lutar para garantir algumas condições essenciais: Total atendimento a demanda escolar Jornada mínima de 5 horas-aula Execução de 200 dias letivos Infraestrutura adequada Contratação e formação de bons professores Fornecimento de material escolar Bom programa de transporte e de merenda Acompanhamento da assiduidade dos alunos Acompanhamento contínuo do trabalho da equipe escolar
15 Participação Social Tudo o que a gente puder fazer no sentido de convocar os que vivem em torno da escola, e dentro da escola, no sentido de participarem, de tomarem um pouco o destino da escola na mão, tudo o que a gente puder fazer nesse sentido é pouco ainda, considerando o trabalho imenso que se põe diante de nós que é o de assumir esse país democraticamente. Paulo Freire
16 Participação Social É a capacidade que tem a sociedade civil organizada de intervir nas políticas públicas, (planejamento, acompanhamento e avalição) interagindo, desta forma com o Estado na definição de prioridades e na elaboração de planos de ação administrativa seja a nível do Município, do Estado ou da União.
17 Participação Social A discussão do Controle Social na Sociedade Brasileira, a partir da década de 1980, ganha uma dimensão relevante porque com ela estamos discutindo a relação Estado e Sociedade!
18 Participação Social Princípio da ética e da responsabilidade: Eixo orientador das políticas sociais Se a educação é um direito de todos e é dever do Estado garantir esse direito, o princípio da responsabilidade cria para o cidadão o dever ético de participar do processo.
19 Objetivos do Controle Social Possibilitar a participação da sociedade nos assuntos do governo; Tornar o governo mais público e a sociedade civil mais atenta e cooperativa; Zelar pela utilização dos recursos públicos; Democratizar a gestão das políticas públicas.
20 Participação Social HISTÓRICO A constituição Federal/88 inova a relação do Estado com a sociedade, tendo por base: a participação de organizações da sociedade na formulação e co-gestão das políticas sociais. Propõe a criação de Conselhos: instâncias de negociação e pactuação das propostas institucionais e das demandas da comunidade.
21 Participação Social Base Legal Constituição de 88 Art. 194, Inciso VII Seguridade Social Gestão Quadripartite; Art. 198, Inciso III Política de Saúde Participação da Comunidade; Art. 204, Inciso II Participação da população por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis; Lei 9394/96 LDB (art participação das comunidades escolar e local em Conselhos)
22 Participação Social Base Legal Constituição Federal de Controle interno (Controladoria Geral da União, Estados e Municípios; Ministério Público) 2. Controle externo (Congresso Nacional, Assembleia Estadual e Câmaras de Vereadores + TCU, TCE); 3. Controle Social: que o cidadão exerce sobre o Estado
23 Participação Social O EXERCÍCIO DO CONTROLE SOCIAL EXIGE: Socialização de Informações. Acompanhamento e Fiscalização das Ações Governamentais. Controle do Orçamento Público Fiscalização dos Fundos Públicos. Avaliação do desempenho das Políticas Públicas. Realização de Reuniões Abertas Realização de audiências, assembleias e fóruns para ampliar a participação da sociedade no controle das Políticas Públicas.
24 Conselho Municipal de Educação CME Novas Funções ANTES DA CF/88 Consultiva e de assessoramento Deliberativa Opinativa DEPOIS DA CF/88 Consultiva e de assessoramento Deliberativa Propositiva Mobilizadora * No caso de CME de Sistema Municipal de Ensino Acompanhamento e controle social Normativa * Fiscalizadora *
25 Participação Social Para que o Conselho funcione adequadamente, algumas condições são necessárias: Que o conselho tenha Legitimidade Que o Conselho seja Representativo Que sua atuação tenha Efetividade e Eficácia
26 Participação Social PARA QUE O CONSELHO TENHA LEGITIMIDADE Em geral há maior legitimidade nos conselhos cuja criação foi efetivada a partir de um processo de discussão ou de mobilização social.
27 Participação Social PARA QUE O CONSELHO TENHA REPRESENTATIVIDADE É NECESSÁRIO QUE: Não se distancie da entidade ou movimento que o indicou. Represente e defenda os interesses da sociedade, ou seja, o conselheiro não deve se limitar à defesa dos interesses específicos da entidade ou movimento que representa. Atue como interlocutor de suas bases, levando ao conselho as suas demandas e retornando com as decisões de interesses das bases. Que os representantes governamentais tenham poder de decisão.
28 Participação Social Para o conselho ter efetividade e eficácia é preciso: paridade - quali-quantitativa; funcionamento regular representatividade e capacidade de mobilização social para que a deliberação se concretize capacidade de articulação respeitabilidade:
29 Participação Social É importante que o Conselho - seja reconhecido pela sociedade como órgão de defesa do interesse público - não seja visto pelo poder público como órgão para referendar iniciativas governamentais e cumprir exigência legal no repasse dos recursos
30 Participação Social A relação do conselho com o órgão gestor depende: da forma como foi constituído; do grau de representatividade dos seus membros; de como está organizado; da atitude do poder público (os conselhos são canais de participação onde o poder é compartilhado) Síntese: há uma forte relação entre o funcionamento dos Conselhos e como foi o seu processo de formação.
31 CONDIÇÕES PARA O FORTALECIMENTO DOS CONSELHOS Autonomia - infra-estrutura (espaço físico e secretaria executiva, dotação orçamentária) e condições de funcionamento autônomo. Transparência e socialização de informações - para controlar o orçamento e os gastos públicos Visibilidade - divulgação e publicização das ações do Conselho.
32 CONDIÇÕES PARA O FORTALECIMENTO DOS CONSELHOS Integração - criar estratégias de articulação e integração do Conselho -através de agendas comuns e fóruns mais amplos- que contribuam para superar a setorialização e a fragmentação das políticas públicas. Articulação - dos conselhos com outras instâncias de Controle Social como os Fóruns e Comissões Temáticas ampliando a participação da sociedade no Controle Social das Políticas Públicas.
33 CONDIÇÕES PARA O FORTALECIMENTO DOS CONSELHOS Capacitação Continuada dos Conselhos - Desenvolver um processo contínuo de formação dos Conselheiros - instrumentalizando-os para o efetivo exercício do controle social
34 Participação Social Alguns desvios na trajetória dos conselhos Apesar da lei determinar o caráter deliberativo desses conselhos, em geral, denotam um caráter eminentemente consultivo. Dificuldade e resistência do poder público em permitir a publicização do Estado:
35 Síntese Que práticas de gestão facilitam/favorecem a participação? Quem pode/deve participar? Em que momentos ela acontece? Em que locais ela acontece? Como a participação enriquece o trabalho do gestor? Como ela modifica o ambiente escolar?
Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um.
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