CONSELHOS MUNICIPAIS DE MEIO AMBIENTE
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- Luiz Eduardo Olivares Meneses
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1 2010 SEMA-PR Elias Araújo CONSELHOS MUNICIPAIS DE MEIO AMBIENTE O documento trata da conceituação, instituição, composição e funcionamento dos conselhos municipais de meio ambiente e é parte integrante do material pedagógico do Programa Nacional de Capacitação de Gestores sobre Políticas Públicas de Meio Ambiente PNC-PR da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos SEMA, mediante convênio do Ministério do Meio Ambiente com o Governo do Estado do Paraná.
2 Conteúdo O que são Conselhos?... 3 O que são Conselhos Ambientais?... 4 Como instituir os Conselhos?... 5 Como compor os Conselhos?... 5 Como funcionam os Conselhos?
3 O que são Conselhos? Conselhos são instâncias de participação coletiva para tomada de decisão e/ou assessoramento ao responsável (pessoa ou Órgão) pela tomada de decisão, representando a sociedade em nome da qual é exercido o poder. Sociedade aqui deve ser entendida como um conjunto de pessoas ou de entidades que possuam interesses comuns e para promoção dos quais se organizam. Assim o conselho pode reunir tanto os representante de acionistas, como ocorre nas empresas cujo capital é aberto e constituído por ações - neste caso é um conselho privado; quanto pode reunir representantes de nações, como é o Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), neste caso uma instância pública de um Organismo internacional. A palavra Conselho vem do latim, consilium, e no Dicionário da Língua Portuguesa Houaiss, encontra-se a seguinte sucinta definição: corpo consultivo e/ou deliberativo de uma instituição pública ou privada. No mesmo sentido o Dicionário Enciclopédico Ilustrado Larousse assim define: Assembléia de pessoas encarregadas de funções consultivas, deliberativas, administrativas, etc. Desde os conselhos tribais, passando pelo Areópago e pela Bulé da antiga Cidade-Estado de Atenas, até os modernos conselhos de administração das empresas públicas e privadas, as instâncias colegiadas caracterizam-se por serem instrumentos pelos quais se garante que o processo decisório seja de algum modo participativo. Os conselhos podem ser instituídos tanto para que a autoridade a ele recorra sempre que julgar necessário aconselhar-se, quanto para o próprio exercício do poder coletivamente. Aristóteles, em sua Política, deu tanta importância à capacidade de participação, que a pôs no centro de sua definição de cidadão: definimos os cidadãos como aqueles que participam da autoridade inespecífica 1. E mais além, corrobora: tão logo um homem se torne capacitado para participar da autoridade, deliberativa ou judicial, consideramo-lo cidadão do Estado 2. E para que não restasse dúvidas sobre sua posição quanto à democracia e o poder colegiado, assim afirmou suas qualidades:... em numerosas ocasiões, a maioria julga melhor do que um homem só, seja ele quem for, e Além disso, é mais difícil corromper ou chegar a um acordo com a maioria. Assim como é mais difícil poluir uma grande quantidade de água, assim também é mais difícil corromper um grande número de pessoas 3. Há mais de dois mil e trezentos 1 ARISTÓTELES. Política. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Editora Nova Cultura, Livro III, p Idem, p Ibdem, p
4 anos, o filósofo grego já antevia, portanto, as instâncias participativas como instrumentos de transparência, para além de sua qualidade superior nos processos decisórios da pólis. A natureza e a composição dos conselhos estão diretamente relacionadas à sua finalidade. Assim, há conselhos profissionais que regulam, fiscalizam e registram todos os que pretendem exercer determinada profissão, tais como os Conselhos Regionais de Medicina, de Engenharia e Agronomia, de Contabilidade e de Administração. Há também conselhos públicos de natureza estatal que disciplinam e julgam matérias tipicamente da administração pública. Neste campo situam-se o Conselho Nacional de Justiça, o Conselho da República e o Conselho de Econômico e Social. Algumas políticas públicas como as de Saúde e Educação requerem, para ser implementadas enquanto sistema que articula os três níveis de governo (federal, estadual e municipal) a constituição de conselhos cuja função é a de formular, definir prioridade e diretrizes, acompanhar e avaliar a execução. No caso do meio ambiente, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e o Conselho Nacional dos Recursos Hídricos (CNRH), além das funções de formulação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas típicas dos conselhos públicos de natureza consultiva, acumulam também funções deliberativas e de regulamentação suplementar à legislação, mediante resoluções sobre temas específicos. O que são Conselhos Ambientais? Os conselhos ambientais estaduais e municipais, ainda que não se estruturem e funcionem necessariamente de forma sistêmica, posto que o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) ainda está em processo de estruturação, inspiram-se nas experiências do CONAMA e do CNRH que estão entre os mais efetivos e resolutivos da República, ao ponto de funcionarem como verdadeiros parlamentos setoriais, reunindo representantes dos entes da federação e das organizações da sociedade civil, com funções consultivas e deliberativas, incluindo prerrogativas de formular e aprovar normas válidas em âmbito nacional. Os conselhos ambientais permitem ao poder público reunir os diversos órgãos da administração, considerando a transversalidade das políticas ambientais e de recursos hídricos, bem como os representantes dos usuários dos recursos naturais e da sociedade civil organizada para garantir que o Estado e a sociedade cumpram de forma articulada o dever de propiciar um meio ambiente saudável e equilibrado para as presentes e futuras gerações, 4
5 conforme prevê o Art. 225 da Constituição Federal de 1988, mediante a regulamentação das diversas atividades que visem defender e preservar este bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida. Os Conselhos Ambientais são instâncias públicas, de natureza consultiva e deliberativa, constituídos por atos do poder executivo ou do poder legislativo, podendo inclusive fazer parte da Lei que institui a política municipal do meio ambiente, e destinam-se a estabelecer diretrizes, prioridades e objetivos da política ambiental no município, bem como acompanhar e avaliar a execução da mesma, permitindo a participação do governo e da sociedade e a coordenação das ações públicas e privadas, contribuindo ainda para a otimização dos esforços e recursos e para a prevenção e solução de eventuais conflitos. Como instituir os Conselhos? Os conselhos podem ser instituídos por ato do Executivo, na forma de um decreto, ou pelo poder legislativo, mediante a aprovação de projeto de Lei, cuja iniciativa pode ser de qualquer destes poderes e da própria sociedade. Até a edição da Lei Complementar nº 131, de 27 de maio de 2009 (Lei da Transparência) a adoção de instrumentos que garantissem a participação popular estava relacionada ao arbítrio do executivo, assim como a disponibilização dos dados e informações da administração pública, não obstante os preceitos constitucionais (Art.37 da CF/88), e as definições da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000). Ao juízo ético feito por Aristóteles há mais de dois mil e trezentos anos, a experiência da vida política brasileira acrescentou a necessidade de se fixar em lei a obrigação dos governos de prestarem contas e de garantirem e incentivarem a participação, como se pode verificar na Lei da Transparência. Como compor os Conselhos? Os conselhos municipais de meio ambiente podem ser compostos com representação de órgãos de governos e entes da sociedade, com preferência para aqueles cujas funções e ações estejam diretamente relacionadas ao meio ambiente, seja pelo impacto e ou pela dependência ou oportunidade das atividades a que se voltam, como é o caso daqueles que cuidam da agricultura, do saneamento, da educação, da saúde e do ordenamento urbano. Sempre que possível, é aconselhável que haja a representação de outros conselhos setoriais, de modo a aproveitar suas experiências e principalmente fazer repercutir e dar efetividade às deliberações do conselho do meio ambiente. 5
6 No caso da eleição de representantes da sociedade civil, recomenda-se que a renovação de seus representantes se faça de forma alternada. Por exemplo, se forem cinco representantes eleitos a cada dois anos, o ideal é que sejam substituídos primeiro três e depois dois ou vice-versa, de modo a se evitar perda de domínio de conhecimento e da experiência de funcionamento do conselho, que a substituição de uma só vez ocasiona. Como funcionam os Conselhos? Ainda que não existam fórmulas para a composição e funcionamento dos conselhos, estes devem ser compostos e funcionar de acordo com as necessidades do próprio local. Considerando a experiência acumulada em âmbito nacional, bem como a própria dinâmica dos processos de preparação e convocação das reuniões, é recomendável que o Conselho disponha de uma Secretaria Executiva, que normalmente funciona e é desempenhada pelo próprio Órgão responsável pela implementação da política ambiental. Cabe a esta secretaria preparar as reuniões, incluindo a preparação de atas e a distribuição dos documentos aos conselheiros, em tempo hábil para que tomem conhecimento e se posicionem sobre os assuntos a serem apreciados. As reuniões ordinárias devem ser realizadas ao menos quatro vezes por ano, uma a cada trimestre, com calendário aprovado na última reunião anual do conselho, para conhecimento dos órgãos de governo e da sociedade, de modo a melhor se planejarem e prepararem suas contribuições e demandas. É recomendável ainda que o regimento do Conselho contemple a realização de audiências públicas, bem como a constituição de câmaras técnicas permanentes ou temporárias, para tratarem que questões específicas. A presidência do conselho normalmente é exercida pelo dirigente titular do Órgão que cuida do meio ambiente no município, cabendo a este a convocação das reuniões e a representação legal do conselho, bem como o provimento dos meios necessários ao seu funcionamento. No caso em que o presidente do Conselho não convoque as reuniões, a maioria dos seus membros poderá convocá-las, de acordo com o previsto em regimento, que qualificará esta maioria, se simples, absoluta ou de dois terços. A função de conselheiro é de relevância pública e não remunerada. Os conselhos, além do papel de formulação, acompanhamento e avaliação da política pública de meio ambiente, são condição para que o município esteja apto a licenciar, nos termos do Art. 20 da Resolução 237 do CONAMA: Art. 20 Os entes federados, para exercerem suas competências licenciatórias, deverão ter implementados os Conselhos de Meio Ambiente, com caráter deliberativo e participação social e,ainda, possuir em seus quadros ou a sua disposição profissionais legalmente habilitados. 6
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