Antropologia, História e Filosofia
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- Giuliana Ferretti Amaro
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1 Antropologia, História e Filosofia Breve história do pensamento acerca do homem Um voo panorâmico na história ocidental
2 Cosmológicos 1. Embora o objeto não seja propriamente o homem já encontramos indícios importantes que esta discussão tomará forma no período subsequente; 2. Já encontramos a preocupação com o uso de um método que seja capaz de abordar os objetos em função da natureza mesma destes objetos; 3. O humano começa a delinear se a partir das categorias de ser, dialética, racionalidade, infinito e alma. Mas este processo ainda é fragmentado e só foi possível percebê lo depois de um distanciamento histórico
3 Cosmológicos Aqui nos referimos aos primeiros pensadores gregos, também conhecidos como pré socráticos. Nomes como Tales (água), Pitágoras (números), Anaximandro (ápeiron), Heráclito (fogo/devir), Parmênides (ser) são alguns deles. Estabeleceram os primeiros problemas da filosofia e abriram os horizontes para o pensamento ocidental tal como o concebemos hoje.
4 Grécia Clássica Os pensadores deste período são os chamados clássicos da grécia antiga. Destaque para: Sócrates ( a.c) Platão ( a.c) Aristóteles ( a.c)
5 Grécia Clássica 1. Instaura se, definitivamente, a concepção de uma consciência racional da qual todos os homens são dotados; 2. Continua em evidência a compreensão dos elementos que envolvem a vida política, mas a razão é chamada a ocupar o papel de orientadora das ações humanas;
6 Grécia Clássica 3. O passional e o que pertence ao mundo sensitivo fica desvalorizado em favor de uma razão teórica. O mundo ganha os contornos apolíneos e perde a força dionisíaca; 4. O homem do período é racional e político
7 Patrística Este período tem suas maiores expressões nos padres da igreja católica (dai a origem do termo). Os dois maiores representantes deste período sào: Sto Agostinho ( ) Santo Tomás de Aquino ( )
8 Patrística 1. O homem é formado por uma duplicidade corpo/alma. A alma precisa ser salva por Deus. 2. Deus presente em todos os homens individualmente, fundamento do pensamento dos próprios homens e, por força da doutrina cristã, finalidade última para a qual todos tendem. 3. O homem tomista encontra sua realização quando realiza em ato aquilo para o qual foi criado: voltar ao Criador. Toda a tarefa do humano é conhecer e reconhecer esta natureza que possui, mediante a fé e a razão.
9 Renascentistas O período renascentista é marcado pela ruptura com o modelo teocêntrico vigente. Foi muito profícuo nas áreas das artes e resgatou o pensamento clássico Destaque para os pensadores: Erasmo ( ) e Giordano Bruno ( ) Maquiavel ( ) Lutero ( ) e Calvino ( ) Montaigne ( )
10 Renascentistas 1. Ruptura com a tradição e apelo ao novo, traduzidos na busca constante do progresso; 2. Oposição a autoridade da fé e valorização do indivíduo em oposição às instituições; 3. Crença no poder da razão opondo se ao obscurantismo; 4. Valorização do papel da consciência; 5. Dualidade: subjetividade do espírito e a exterioridade do corpo em relação ao espírito
11 Modernidade Muitos autores consideram como marco da modernidade a publicação das obras de Descartes ( ), Meditações e Discurso do método. Os movimentos do racionalismo e empirismo ocupam o centro das atenções, atingindo o ápice com o movimento iluminista.
12 Modernidade 1. A característica mais significativa do homem é sua racionalidade; 2. No plano da subjetividade a racionalidade tem primazia sobre a dimensão sentimental; 3. A alma é compreendida enquanto participante de uma racionalidade maior que possibilita estabelecer relações entre a consciência e o mundo; 4. A consciência ganha destaque sendo o espaço onde a razão opera; outras) exigem a fragmentação do objeto para sua compreensão
13 Modernidade 5. A realização da plenitude do humano passa pelo exercício racional nas diversas esferas da vida; 6. O homem moderno pode prescindir de Deus pois é autônomo e livre, construindo um mundo totalmente antropocêntrico; 7. A autonomia humana não conhece limites e não se subordina ao poder político ou religioso; 8. A ciência passa a exercer um papel importante na estruturação do mundo.
14 Modernidade 9. O homem é fragmentado segundo o instrumental científico adotado para compreendê lo, já que as ciências (biologia, sociologia, etnologia, física e outras) exigem a fragmentação do objeto para sua compreensão
15 Historicismo Karl Marx ( ) juntamente com Friedrich Engels ( ) são os grandes representantes deste movimento. A contribuição de ambos se faz a partir de uma ruptura com o pensamento de Hegel ( ) sustentada sobre uma análise concreta das condições de vida dos trabalhadores ingleses
16 Historicismo 1. O homem de Marx é caracterizado pela sua historicidade; 2. As condições concretas de produção influenciam de maneira significativa no conjunto das representações que o homem tem de si, dos outros e do mundo; 3. A liberdade humana não pode ser tomada de forma absoluta e incondicional, pois só ocorre em condições concretas determinadas historicamente;
17 Historicismo de Marx 4. O trabalho é o instrumento através do qual o homem produz sua existência e constitui sua extensão mais humana; 5. A consciência não é autônoma frente ao mundo, pois carrega determinantes de caráter ideológico que são produzidas socialmente; 6. O homem de Marx é o homem da práxis.
18 Existencialismo Sartreano O movimento existencialista desenvolveu se a partir das contribuições de Kierkegaard ( ) e Nietzsche ( ). Centrado a partir do problema da liberdade deixou marcas profundas na pós modernidade. Nomes como Martin Heidegger ( ), Simone de Beauvoir ( ), Gabriel Marcel ( ) e Karl Jaspers ( ).
19 Existencialismo Sartreano 1. A existência precede a essência. O homem, tal como o existencialista o concebe, se não é passível de uma definição porque, de início, não é nada: só posteriormente será alguma coisa e será aquilo que ele fizer de si mesmo (SARTRE, 1987). 2. O homem é o resultado de uma série de empreendimentos. 3. A única situação da qual o homem não consegue se livrar é a obrigação de escolher. Essa realidade é traduzida na famosa frase o homem é condenado a escolher.
20 Contemporaneidade A contemporaneidade é marcada por uma série de movimentos/leituras que oferecem novos referenciais constantemente. Psicanálise, Escola de Frankfurt, Empirismo Lógico, Estruturalismo são alguns exemplos. Temos ainda a continuidade dos movimentos marxista e existencialista que permaneceram repercutindo nas configurações do mundo contemporâneo.
21 Contemporaneidade 1. Marcado pelo auto grau de adaptabilidade ao meio; 2. Desprovido de um padrão ético de conduta estável capaz de orientar o agir humano; 3. Constrói sua existência a partir da habilidade de aprender a aprender; 4. Participa da cultura global com perda de identidades próprias, massificado socialmente e submetido aos padrões ditados pelos polos de produção tecnológica
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