Manual do Posto de Coleta
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- Bento Almeida Carreiro
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1 Triagem Neonatal No Estado de Goiás Manual do Posto de Coleta APAE ANÁPOLIS-GO
2 MISSÃO DA APAE DE ANÁPOLIS Promover, com a participação da família, a prevenção e manutenção da saúde, reabilitação, formação e inclusão do deficiente intelectual na sociedade. VISÃO DE FUTURO DO LABORATÓRIO DA APAE DE ANÁPOLIS "Laboratório da APAE-Anápolis consolidado como centro de excelência em diagnóstico especializado." TRIAGEM NEONATAL NO ESTADO DE GOIÁS MANUAL DO POSTO DE COLETA Elaboração: Eliane Pereira dos Santos CRBM-GO 0336 Taís Pires Terra Araújo CRBM-GO 1210 Flaviane Marcília Pedatella CRBM-GO 0462 Maurício Carvalho Suzana CRBM-GO 0980 Miguel Antônio Isaac André CRBM-GO 1942 Jaime Custódio Silva Filho CRBM-GO 2626 Revisão: João Amélio da Silva Júnior CRM-GO ª Edição - Setembro de 2008 VENDA PROIBIDA / DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
3 APRESENTAÇÃO As Associações de pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) surgiram a partir de 1954 pela necessidade de procurar melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiências, procurando integrá-las na sociedade. Em Anápolis a APAE iniciou suas atividades em 06/09/1969, por iniciativa do Sr. Munir Calixto. No início da década de 90, apresentei à Diretoria da APAE a possibilidade de prevenir doenças mentais através de um exame neonatal chamado Teste do Pezinho, que poderia diagnosticar doenças cujo tratamento adequado poderia evitar que as crianças portadoras tivessem deficiência mental definitiva e outras desordens da saúde. Nosso programa evoluiu muito, crescendo com responsabilidade e qualidade, e hoje alcança a grande maioria dos recém nascidos em nosso Estado, sendo totalmente gratuito para população. Para que isso tudo seja possível, e permaneça sempre melhor, é necessário que haja uma perfeita integração de todos envolvidos no programa, desde os responsáveis pela coleta, passando pelo laboratório onde se realizam os exames, e indo até o ambulatório onde se faz o tratamento e o acompanhamento dos casos diagnosticados. Este manual surgiu da necessidade de trazer fundamentos a todos envolvidos no programa, esclarecendo as etapas e a importância de cada um, especialmente dos responsáveis pela coleta de material, onde se inicia todo o programa, e principalmente pelo fato de estarem quase sempre longe do serviço de triagem(laboratório e Ambulatório), dificultando a troca de informações. Hoje são 730 locais de coleta, distribuídos nos 246 municípios goianos. Esperamos que seja útil a todos, e que sirva de fonte de informações, para que todos possam estar certos da sua importância para que este programa continue sendo sempre um exemplo de qualidade em medicina preventiva. Aproveitem a leitura, Dr. João Amélio da Silva Júnior CRM-GO 4101 Presidente APAE DE ANÁPOLIS
4 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO CONCEITO DE TRIAGEM FUNDAMENTOS HISTÓRICOS PROGRAMA NACIONAL DE TRIAGEM NEONATAL ATIVIDADES E RESPONSABILIDADES DO POSTO DE COLETA ARMAZENAGEM DO PAPEL FILTRO AMBIENTE DE COLETA REGISTRO DE DADOS NO PAPEL FILTRO PROCEDIMENTO DE COLETA: ETAPAS VERIFICAÇÃO IMEDIATA PÓS-COLETA SUGESTÃO DE PROCEDIMENTO COMPLEMENTAR SECAGEM DA AMOSTRA VERIFICAÇÃO POSTERIOR DA AMOSTRA AMOSTRAS INADEQUADAS AMOSTRAS SATISFATÓRIAS ARMAZENAMENTO DE AMOSTRAS DEPOIS DE SECAS REQUISITOS PARA COLETA DE MATERIAL DO RECÉM-NASCIDO DOCUMENTAÇÃO INTERNA DE REGISTRO REMESSA DE AMOSTRAS AO LABORATÓRIO ESPECIALIZADO ENTREGA DE RESULTADOS COLETA DE MATERIAL DOS CASOS RECONVOCADOS ERROS DE COLETA MAIS FREQUENTES FORMULÁRIOS: SUGESTÃO DE CONTEÚDO FORMULÁRIO 1: COMPROVANTE DE COLETA PARA O TESTE DO PEZINHO FORMULÁRIO 2: COMPROVANTE DE IMPOSSIBILIDADE DE REALIZAÇÃO DA COLETA FORMULÁRIO 3: COMPROVANTE DE ENTREGA DE RESULTADOS ACOMPANHAMENTO MULTIDISCIPLINAR ESPECIALIZADO AMBULATÓRIO ESPECIALIZADO DO SRTN - SERVIÇO REGIONAL DE TRIAGEM NEONATAL ACONSELHAMENTO GENÉTICO AS PATOLOGIAS FENILCETONÚRIA HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO ANEMIA FACIFORME E OUTRAS HEMOGLOBINOPATIAS HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA OU SÍNDROME ADRENO-GENITAL FIBROSE CÍSTICA ANEXOS CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA ENVELOPE PARA ENVIO DE COLETA FORMULÁRIO DE LAUDO MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO LEGISLAÇÃO REFERÊNCIAS
5 1. INTRODUÇÃO 1.1 CONCEITO DE TRIAGEM O termo triagem, que se origina do vocábulo francês triage, significa seleção, separação de um grupo, ou mesmo, escolha entre inúmeros elementos e define, em Saúde Pública, a ação primária dos programas de Triagem, ou seja, a detecção através de testes aplicados numa população de um grupo de indivíduos com probabilidade elevada de apresentarem determinadas patologias. Ao aplicarmos a definição Triagem Neonatal, estamos realizando esta metodologia de rastreamento especificamente na população com idade de 0 a 30 dias de vida. Na Triagem Neonatal, além das doenças metabólicas, podem ser incluídas outros tipos de patologias como as hematológicas, infecciosas, genéticas, etc. 2.1 FUNDAMENTOS HISTÓRICOS No final da década de 50, nos Estados Unidos, o biólogo Robert Guthrie ( ) passou a dirigir seus estudos para a prevenção da doença mental e, com este objetivo, adaptou o método de inibição bacteriana em que vinha trabalhando para a realização de identificação de erros inatos do metabolismo. Através desta metodologia poder-se-ia detectar patologias que tardiamente culminavam com o retardo mental dos pacientes. Através da inibição do crescimento da bactéria Bacillus subtilis, realizava análise da presença de níveis elevados do aminoácido Fenilalanina no sangue de recém-nascidos (RN) coletados em papel filtro, realizando o diagnóstico precoce de Fenilcetonúria. Em 1965, crianças haviam sido testadas em 29 estados americanos, 39 casos positivos da doença (incidência de 1: RN). Alguns poucos anos após, em todos os 50 estados americanos, seu teste passou a ser obrigatório aos recém-nascidos. Com o passar dos anos, sua metodologia de detecção de patologias foi sendo substituída por outras metodologias mais precisas e simples, e várias outras patologias puderam ser incluídas nos programas de Triagem Neonatal. Desde a década de 60, a Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza a importância da realização dos programas populacionais de Triagem Neonatal, especialmente nos países em desenvolvimento, além de criar critérios para a realização dos mesmos. Ressalta-se que, quando um programa de triagem já está estabelecido em toda sua estrutura e logística, não existe custo elevado para a inclusão de outros testes ao protocolo, considerando-se a importância preventiva da doença a ser implantada. Para que um defeito metabólico seja considerado importante para um procedimento de triagem, certos critérios devem ser observados: Não apresentar características clínicas precoces; Ser um defeito de fácil detecção; Permitir a realização de um teste de identificação com especificidade e sensibilidade altas (confiável); Ser um programa economicamente viável; Ter um programa logístico para acompanhamento dos casos detectados até o diagnóstico final; Estar associado a uma doença cujo sintomas clínicos possam ser resolvidos, reduzidos ou eliminados através de tratamento; Ter estabelecido um programa de acompanhamento clinico com quesitos mínimos necessários ao sucesso do tratamento.
6 Os programas de triagem neonatal iniciaram em diversos paises na década de 60. No Brasil a primeira tentativa ocorreu em 1976, na cidade de São Paulo, numa associação dedicada ao atendimento a crianças portadoras de deficiência mental (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais APAE SP), iniciativa pioneira na América Latina. Inicialmente realizava-se somente a pesquisa de Fenilcetonúria, porém a partir de 1980, incorporou a triagem do Hipotireoidismo Congênito. Na década de 80, houve o amparo legal para a realização de programas de triagem neonatal em poucos Estados brasileiros, como São Paulo e Paraná, porém com a lei Federal, 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente) houve a tentativa inicial de tornar obrigatório o teste em todo território nacional: Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, públicos e particulares, são obrigados a proceder a exames, visando ao diagnóstico e terapêutica de anormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientações aos pais. Em 1991, por iniciativa do Dr. João Amélio da Silva Júnior, o então vereador Dr. José Sidney propôs e aprovou, em Anápolis/GO, a Lei Municipal nº 078/91, que tornou obrigatório o Teste do Pezinho para todos os recém-nascidos do Município, para pesquisa de Fenilcetonúria e Hipotireoidismo Congênito. Em 1992, a legislação federal foi complementada, definindo Fenilcetonúria e Hipotireoidismo Congênito como as patologias a serem triadas (Portaria GM/MS n.º 22, de 15 de janeiro de 1992): Torna obrigatória a inclusão no Planejamento das Ações de Saúde dos Estados, Municípios e Distrito Federal, públicos e particulares contratados em caráter complementar,do Programa de Diagnóstico Precoce de Fenilcetonúria e Hipotireoidismo Congênito. Apesar da legislação, a implantação dos diversos serviços de Triagem Neonatal surgiu através da iniciativa particular em alguns poucos Estados do Brasil. Esta situação trouxe como conseqüência a falta de integração entre os diversos serviços, a ausência de rotinas uniformes estabelecidas, a diversidade de patologias triadas e a baixa cobertura populacional (assimétrica entre as diferentes regiões brasileiras). Em setembro de 1999, foi fundada a Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal com a finalidade de reunir os diversos serviços existentes e profissionais ligados à área. Considera-se este um grande progresso na Triagem Neonatal no Brasil, pois dentre seus objetivos gerais destacam-se: congregar profissionais de saúde e atividades correlatas, relacionados à Triagem Neonatal; estimular o estudo e a pesquisa no campo de Triagem Neonatal, diagnóstico de doenças genéticas, metabólicas, endócrinas, hematológicas, infecciosas e outras que possam prejudicar o desenvolvimento somático, neurológico e/ou psíquico do recém-nascido, e seu tratamento; cooperar com os poderes públicos quantos às medidas adequadas à proteção da saúde Pública, no campo da Triagem Neonatal; além de promover eventos científicos objetivando a aproximação e o intercâmbio de informações. O Ministério da Saúde fez o lançamento, em 6 de junho de 2001 (Portaria GM/MS n.º 822), do Programa Nacional de Triagem Neonatal(PNTN). O PNTN tem o objetivo de ampliar a Triagem Neonatal existente (Fenilcetonúria e Hipotireoidismo Congênito), incluindo a detecção precoce de outras doenças congênitas como as Doenças Falciformes e outras Hemoglobinopatias e lançar as bases para uma abordagem mais ampla de questão, envolvendo desde a detecção precoce, a ampliação da cobertura populacional tendo como meta 100% dos nascidos vivos, a busca ativa de pacientes suspeitos de serem portadores das patologias, a confirmação diagnóstica, o acompanhamento, o adequado tratamento dos pacientes identificados, e ainda a criação de um sistema de informações que permitirá cadastrar todos os pacientes num Banco de Dados Nacional.
7 2. PROGRAMA NACIONAL DE TRIAGEM NEONATAL O governo brasileiro, através do Ministério da Saúde, com o intuito de regulamentar as ações de Saúde Pública em Triagem Neonatal, criou, no inicio do ano de 2001, uma comissão de assessoria técnica para avaliar as condições existentes no País. Essa comissão, que contava com profissionais da Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal - SBTN - realizou um levantamento inicial que demonstrou uma cobertura populacional insuficiente e irregular, com grandes diferenças entre as diversas regiões do País. Diante dos dados levantados e com o objetivo de realizar um programa de qualidade que proporcionasse redução nos índices de morbimortalidade infantil em nosso País, foi instituído o Programa Nacional de Triagem Neonatal. Até a data da criação do PNTN, o governo brasileiro custeava somente os exames de triagens iniciais, ficando todo o custo restante do programa por conta da iniciativa particular de cada serviço. Com o PNTN, recursos governamentais foram destinados ao pagamento dos exames de triagem propriamente ditos, os exames confirmatórios, os necessários para diagnóstico tardio (para pacientes que não foram triados no período neonatal) e ainda o pagamento do acompanhamento dos pacientes nos Serviços de Referência em Triagem Neonatal (SRTN). Estão previstos também recursos para subsídios dos insumos necessários ao tratamento, como as fórmulas de aminoácido isentas de fenilalanina, a reposição hormonal com levotiroxina e outros. A partir da implantação do PNTN poderemos dispor de informações que serão utilizadas na realização de estudos epidemiológicos e projeções estatísticas, visando a melhoria na qualidade do programa ou estabelecimento de novas estratégias em Triagem Neonatal. A estrutura do PNTN está baseada no credenciamento de Serviços de Referência em Triagem Neonatal (SRTN), pelo menos um em cada estado brasileiro, com a responsabilidade de: Organizar a rede estadual de coleta vinculada a um laboratório específico de Triagem Neonatal, junto com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde; Utilizar um laboratório especializado em Triagem Neonatal; implantar o ambulatório multidisciplinar para atendimento e seguimento dos casos diagnosticados; Estabelecer vínculo com a rede de assistência hospitalar complementar; Utilizar um sistema informatizado que gerencie todo o Programa e gere os relatórios que irão alimentar o Banco de Dados do PNTN. Para dar suporte de financiamento a todas essas atividades e viabilizar economicamente sua realização, o Ministério da Saúde inclui em Tabela do SUS (Portaria SAS nº. 223, de 22 de junho de 2001) todos os procedimentos necessários e sua respectiva remuneração. 3. ATIVIDADES E RESPONSABILIDADES DO POSTO DE COLETA NO ESTADO DE GOIÁS O profissional designado como responsável pela coleta em cada Posto é a pessoa que será acionada pelo SRTN toda vez que o contato com a família se fizer necessário.
8 Geralmente é um profissional de enfermagem (enfermeiro, técnico de enfermagem ou auxiliar de enfermagem), cuja atividade é regulamentada por legislação específica e, no Posto de Coleta, tem a responsabilidade de: Orientar os pais da criança a respeito do procedimento que irá ser executado, assim como a finalidade do teste; Fazer a coleta e/ou orientar a equipe de coleta; manter registro da realização da coleta e orientação para retirada dos resultados; Manter registro da orientação dada aos pais para levar a criança a outro posto de coleta da rede, no caso da impossibilidade de realização da coleta (alta precoce)no Hospital/Maternidade (Formulário 02 - Pág. 24) ; Administrar o armazenamento e estoques de papel filtro; Administrar as remessas das amostras colhidas ao Laboratório da APAE Anápolis bem como o recebimento dos resultados (Controle de remessas enviadas/recebidas); Manter registro das ações de busca ativa dos reconvocados: localizar as crianças reconvocadas cujo material tenha sido devolvido por estar inadequado, por solicitação de nova coleta de repetição de exame ou para agendamento de consulta no SRTN; Administrar e manter registro da entrega de resultados normais ou alterados às famílias (Formulário 3 - Pág. 25) ; Garantir a documentação e registro das informações solicitadas na Portaria GM/MS n.º 822; Arquivar os comprovantes de coleta e entrega de resultados. 3.1 ARMAZENAGEM DO PAPEL FILTRO As amostras de sangue só poderão ser coletadas em papel filtro fornecido pelo Serviço de Referência do Estado de Goiás SRTN_GO APAE DE ANÁPOLIS que irá proceder à realização das análises, uma vez que o laboratório controla cada lote de remessa de papel do fabricante. O PAPEL FILTRO UTILIZADO NA TRIAGEM É DELICADO E REQUER CUIDADOS ESPECIAIS NO MANUSEIO E ARMAZENAGEM. CALOR E UMIDADE EXCESSIVOS SÃO AS CONDIÇÕES DO AMBIENTE QUE PRECISAM SER EVITADAS, POIS PODEM SER ABSORVIDAS PELO PAPEL FILTRO, SEM QUE SE PERCEBA. Isto vai comprometer a capacidade de absorção final do papel, prejudicando a condição de padronização da amostra e, conseqüentemente, a validação dos resultados dos testes. É o principal motivo que leva a dificuldades no momento da coleta e, conseqüentemente, é a causa mais freqüente de devolução de amostras inadequadas. Não é conveniente que o posto de coleta armazene grande quantidade de papel filtro, para que o laboratório possa monitorar o índice de devolução de amostras que sejam consideradas inadequadas devido à armazenagem inadequada. Estoque 20% de cartões acima da média de coleta de cada unidade pode ser considerado mais do que suficiente, até que nova remessa de material seja enviada. O material de coleta que inclui(cartão de coleta, lancetas e carta resposta), são repostas automaticamente de acordo coma a utilização dos mesmo.utilize todo o material de cada remessa antes de iniciar o uso de material da nova (PQE/PQS - primeiro que entra
9 primeiro que sai). Armazene o material em algum recipiente fechado, em local fresco e bem ventilado, longe de umidade, contato com água ou quaisquer outros líquidos ou substâncias químicas. NUNCA guarde o papel filtro ainda não utilizado em geladeiras, que são locais com alto índice de umidade que modificam suas características fundamentais de absorção. 3.2 AMBIENTE DE COLETA A sala de coleta deve ser um local aconchegante e tranqüilo, adequado à finalidade. O uso de ar refrigerado não é recomendado, pois o resfriamento dos pés do bebê irá dificultar a obtenção de sangue. Antes de iniciar a coleta, o profissional deverá se assegurar de que todo o material necessário, citado abaixo, esteja disponível na bancada de trabalho que deve estar convenientemente limpa: Luvas de procedimento (não é necessário o uso de luvas cirúrgicas); Lanceta estéril descartável com ponta triangular de aproximadamente 2,0 mm; Recipiente (pissete) com álcool a 70% para assepsia; Algodão e/ou gaze pequena esterilizada; Papel filtro do PNTN. Na bancada deverá estar disponível uma pequena prateleira ou algum outro dispositivo que permita a distribuição dos papéis filtros já coletados, até a secagem total das amostras.
10 3.3 REGISTRO DE DADOS NO PAPEL FILTRO Todas as informações solicitadas no papel filtro são importantes e necessárias para que se alcance os resultados desejados do PNTN. Preencha todas as informações conforme mostrado na figura abaixo. Escrever com letra bem legível, de preferência de forma, e evitar o uso de abreviaturas. Usar apenas caneta esferográfica para garantir uma boa leitura. Para evitar a contaminação dos círculos do papel filtro, manuseie o papel com cuidado evitando o contato com as mãos, assim como com qualquer tipo de substância. No caso de registro de dados de coleta de repetição (reconvocação), procure repetir os dados de identificação (principalmente: RN de Fulana de Tal.) da mesma forma que foi escrito na ficha anterior, para facilitar a identificação. Dados incompletos, trocados ou ilegíveis retardam ou impedem a realização do exame, retardam o diagnóstico, prejudicando a criança. Apenas informações claras e bem legíveis permitirão a localização rápida das crianças cujos resultados dos exames estiverem alterados, necessitando atendimento médico urgente. Oriente a família a respeito da importância do exame. Informe que eles têm direito aos resultados do exame. Eles deverão apresentar os resultados ao pediatra que acompanha a criança, que fará a transcrição dos mesmos na carteira de vacinação. Peça ao responsável pela criança que assine o comprovante de coleta (Formulário 1 - Pág. 23). Iniciar a coleta somente após todos os dados solicitados estarem preenchidos. ATENÇÃO: A FICHA DE COLETA É UM DOCUMENTO LEGAL. QUEM O PREENCHE É O RESPONSÁVEL PELA PRECISÃO DAS INFORMAÇÕES ALI CONTIDAS. AS ATIVIDADES NO POSTO DE COLETA, APESAR DE SEREM CONSIDERADAS MUITO SIMPLES, SÃO DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA PARA O PROGRAMA DE TRIAGEM NEONATAL. O POSTO DE COLETA É A PORTA DE ENTRADA DO PROGRAMA. SUA ORGANIZAÇÃO E AS INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO ALI COLETADAS SÃO CRÍTICAS E ESSENCIAIS PARA A LOCALIZAÇÃO DAS CRIANÇAS QUE NECESSITAM DE ATENÇÃO ESPECIAL.. CLEM E NTI NA PE REI RA JOS ANE P. SILVIA CLEMENTINA PEREIRA MARIA DAS DORES PEREIRA R. BENFICA CENTRO ANÁPOLIS :45 X 3,600 X X X X :00 09 C N Nº 1212 PSF - E TRO PSF - CENTRO Nº CLEMENTINA PEREIRA
11 3.4 PROCEDIMENTO DE COLETA: ETAPAS LUVAS DE PROCEDIMENTO: Para dar início à coleta da amostra de cada criança, o profissional deve lavar as mãos antes de calçar as luvas de procedimento. As mãos devem ser lavadas e as luvas trocadas novamente a cada novo procedimento de coleta. As luvas devem ser retiradas pelo avesso e desprezadas em recipientes apropriados. Quando estiver portando luvas, não toque outras superfícies como maçanetas, telefones, etc. Não se esqueça, luvas são equipamentos de proteção individual de biossegurança. CONSULTE AS NORMAS DE BIOSSEGURANÇA PARA FAZER O USO ADEQUADO DESTE EQUIPAMENTO. EVITE O RISCO DE CONTAMINAÇÃO. POSIÇÃO DA CRIANÇA: Para que haja uma boa circulação de sangue nos pés da criança, suficiente para a coleta, o calcanhar deve sempre estar abaixo do nível do coração. A mãe, o pai ou o acompanhante da criança deverá ficar de pé, segurando a criança na posição de arroto. O profissional que vai executar a coleta deve estar sentado, ao lado da bancada, de frente para o adulto que está segurando a criança. ASSEPSIA: Realizar a assepsia do calcanhar com algodão ou gaze levemente umedecida com álcool 70%. Massagear bem o local, ativando a circulação. Certificar-se de que o calcanhar esteja avermelhado. Aguardar a secagem completa do álcool. NUNCA realizar a punção enquanto existir álcool, porque sua mistura com o sangue leva à diluição da amostra e rompimento dos glóbulos sanguíneos (hemólise). NUNCA utilizar álcool iodado ou anti-séptico colorido, porque eles interferem nos resultados de algumas das análises. ÁREA DA PUNÇÃO - ESCOLHA DO LOCAL: A escolha do local adequado da punção é muito importante. Um procedimento seguro evita complicações. A punção deve ser executada numa das laterais da região plantar do calcanhar, locais com pouca possibilidade de se atingir o osso, que caso fosse atingido, poderia levar às complicações mencionadas. Evite o uso de agulhas, pois elas podem atingir estruturas mais profundas do pé como ossos ou vasos de maior calibre, além de provocarem um sangramento abundante que dificulta a absorção pelo papel, sendo este outro motivo muito freqüente de devolução de amostras por coleta inadequada. PUNÇÃO: É necessário que a punção seja realizada de forma segura e tranqüila. Tenha em mente que um procedimento eficiente irá prevenir recoleta, devolução de amostra inadequada e, conseqüentemente, evitar transtornos de localização da família para agendamento de nova coleta. Segure o pé e o tornozelo da criança, envolvendo com o dedo indicador e o polegar todo o calcanhar, de forma a imobilizar, mas não prender a circulação.
12 Após a assepsia e secagem do álcool, penetrar num único movimento rápido toda a ponta da lanceta (porção triangular) no local escolhido, para garantir um corte suficiente para o sangramento necessário. Uma punção superficial não produzirá sangramento suficiente para preencher todos os círculos necessários à realização dos testes. Material insuficiente é outra causa freqüente de devolução de amostras. COLETA DE SANGUE: Coletas de repetição ou novas punções trazem mais dor e incômodo ao bebê e à família do que o procedimento eficiente de uma única coleta. Despreze a primeira gota, ela pode conter outros fluidos teciduais que podem interferir nos resultados dos testes. Passe uma gase limpa e encoste o papel filtro na nova gota que se forma, na região demarcada para a coleta (círculos), e faça movimentos circulares com o papel, ate o preenchimento de todo o círculo. Deixe o sangue fluir naturalmente e de maneira homogênea no papel, evitando concentração de sangue. Não permita que ele coagule nem no papel nem no pezinho. Só desencoste o papel do pezinho quando todo o círculo estiver preenchido. Não toque com os dedos a superfície do papel na região dos círculos. Qualquer pressão poderá comprimir o papel, absorver menor quantidade de sangue e alterar os resultados dos testes. Encoste o outro círculo do papel novamente no local do sangramento. Repita o movimento circular até o preenchimento total do novo círculo. Repita a mesma operação até que todos os círculos estejam totalmente preenchidos. Jamais retorne um círculo já coletado no sangramento para completar áreas mal preenchidas. A superposição de camadas de sangue interfere nos resultados dos testes. Os movimentos circulares com o papel, enquanto o círculo está sendo preenchido, irão permitir a distribuição do sangue por toda a superfície do círculo. Se houver interrupção no sangramento, aproveite o momento de troca de círculo para massagear novamente a região do calcanhar com algodão levemente umedecido com álcool para ativar novamente a circulação. Não se esqueça de esperar a secagem completa do álcool do calcanhar do bebê e despreze novamente a primeira gota, antes de reiniciar a coleta no outro círculo do papel filtro. Jamais vire o papel para fazer a coleta dos dois lados. É necessário que o sangue atravesse toda a camada do papel até que todo o círculo esteja preenchido e com sangue de forma homogênea. CURATIVO: Após a coleta colocar a criança deitada, comprimir levemente o local da punção com algodão ou gaze até que o sangramento cesse. Se desejar, utilize curativo. ATENÇÃO NUNCA UTILIZE ANTICOAGULANTES. TANTO EDTA COMO CITRATO INTERFEREM NOS TESTES.
13 3.5 VERIFICAÇÃO IMEDIATA PÓS-COLETA Faça a verificação imediata da qualidade da amostra coletada, levantando o papel filtro acima de sua cabeça e observando-a contra a luz. Todo o círculo deverá ter um aspecto translúcido na região molhada com o sangue, que deverá estar espalhado de forma homogênea. Vire o papel e observe o lado oposto. É necessário que o sangue tenha atravessado o papel filtro, preenchendo todo o círculo de forma homogênea também do outro lado. Se houver alguma dúvida, repita todo o procedimento em novo papel filtro. Tentar aproveitar uma amostra com coleta inadequada, geralmente leva ao insucesso. Depois de secas, envie as duas amostras colhidas, mesmo a de qualidade duvidosa, grampeadas juntas e bem identificadas contendo no mínimo o nome do RN nas duas amostras. Talvez ela possa ser aproveitada. Não é necessário que os limites do sangue coincidam com os limites dos círculos impressos no papel filtro. Os limites estabelecidos servem de guia para a quantidade de material necessária à realização dos testes e também para se evitar o encharcamento de sangue no papel, o que inviabilizaria a amostra 3.6 SUGESTÃO DE PROCEDIMENTO COMPLEMENTAR Em cidades com condição de temperatura ambiente muito baixa, o aquecimento prévio do pé do bebê deve ser considerado, pois leva à vasodilatação e, conseqüentemente, a um aumento do fluxo sangüíneo, que favorece a boa coleta. É recomendável o uso de bolsa de água quente ao invés de compressas com toalhas quentes, que podem vir a molhar o papel filtro ou mesmo deixar o pé do bebê molhado para a coleta. Nunca utilize bolsa de água quente a uma temperatura maior que 44oC. Confira na palma da sua mão se a temperatura é confortável. Não se esqueça que o bebê tem pele fina e delicada. O aquecimento prévio deve ser feito com a bolsa de água quente, por 5 minutos sobre o pé coberto pela meia, sapatinho ou qualquer outro tecido fino e limpo, para evitar o contato direto da bolsa com o pé da criança. Durante o aquecimento, a criança deve estar na posição vertical, com o pé abaixo do nível do seu coração. 3.7 SECAGEM DA AMOSTRA Terminada a coleta e a verificação imediata, as amostras devem ser colocadas numa prateleira ou qualquer outro dispositivo que permita que as amostras possam secar de forma adequada. Temperatura Ambiente longe do sol, em ambiente de 15 a 20ºC, por cerca de 3 horas. Isoladas uma amostra não pode tocar outra, nem qualquer superfície. Posição horizontal mantém a distribuição do sangue de forma homogênea.
14 São procedimentos de secagem proibidos: Temperaturas altas exposição ao sol e secagem em cima de estufas ressecam a amostra inutilizando-a; Ventilação forçada ventiladores também ressecam a amostra inutilizando-a; Local com manipulação de líquidos ou gases químicos podem inutilizar a amostra; Empilhamento de amostras leva à mistura de sangue entre amostras diferentes; Contato com superfícies algum excesso de sangue que tenha restado na amostra, não consegue se espalhar uniformemente quando em contato com superfícies. Numa pequena prateleira destinada especialmente à secagem, as amostras podem ficar bem apoiadas, com a região contendo o sangue exposto do lado de fora da prateleira, sem tocar nenhuma superfície. 3.8 VERIFICAÇÃO POSTERIOR DA AMOSTRA Após a secagem completa, as amostras de sangue que tinham uma cor vermelho-vivo, passam a ter uma cor marrom-avermelhado. Amostras com excesso de sangue ficam escuras, endurecidas e retorcidas devido à coagulação. Essas amostras não podem ser aproveitadas e as crianças devem ser convocadas para uma nova coleta. 3.9 AMOSTRAS INADEQUADAS O Laboratório Especializado em Triagem Neonatal deve ser cuidadoso na verificação de amostras que recebe. Se uma amostra é coletada de forma inadequada ou se sua qualidade estiver prejudicada por procedimentos pós-coleta incorretos, a precisão dos resultados dos testes realizados fica comprometida. Nesses casos, as amostras são rejeitadas sem serem analisadas. Os motivos mais freqüentes de rejeição de amostra e suas possíveis causas são: 1. A quantidade de amostra coletada é insuficiente para realização de todos os exames. Isso ocorre quando: O papel filtro for removido antes que o sangue tenha preenchido completamente o círculo, ou antes que o sangue tenha sido absorvido pelo outro lado do papel; O sangue for aplicado no papel filtro com tubo capilar; O papel filtro for tocado antes ou depois da coleta da amostra, com ou sem luvas, com as mãos untadas de cremes ou óleos; O papel filtro entrar em contato com mãos com ou sem luvas ou com substâncias tais como cremes ou talco antes ou depois da coleta.
15 2. A amostra aparenta estar amassada, raspada ou arranhada, inutilizando a padronização do papel filtro. Isso ocorre quando: O círculo for tocado com os dedos no momento da coleta; O sangue for aplicado com tubo capilar ou outro dispositivo; Houver sobreposição de sangue. 3. A amostra ainda está molhada quando é enviada. Isso ocorre quando: A amostra for enviada antes do período de secagem, ou envolvida em papel alumínio antes de secar. 4. A amostra está concentrada, com excesso de sangue, prejudicando a padronização da quantidade de sangue na amostra. Isso ocorre quando: A punção provocar um ferimento que resulte em sangramento abundante; O sangue em excesso for aplicado no papel filtro, possivelmente através do uso de algum dispositivo (agulha ou capilar); O sangue for coletado em ambos os lados do papel filtro. 5. A amostra está diluída, prejudicando a padronização da quantidade de sangue na amostra. Isso ocorre quando: O calcanhar da criança for ordenhado no momento da coleta; O papel filtro entrar em contato com substâncias como álcool, produtos químicos, Soluções anti-sépticas, água, loção para as mãos, etc; A amostra de sangue for exposta ao calor direto.
16 6. A amostra está com o sangue hemolisado, apresentando anéis de soro, prejudicando a uniformidade da quantidade de sangue na amostra. Isso ocorre quando: O álcool utilizado no calcanhar não for seco antes da punção ser realizada; A amostra for embalada antes da secagem completa à temperatura ambiente; O calcanhar da criança for ordenhado no momento da coleta; O sangue for aplicado no papel filtro com tubo capilar. 7. A amostra está com coágulos de sangue, prejudicando a uniformidade da quantidade de sangue na amostra. Isso ocorre quando: Houver demora na formação de gota, resultando em coágulo. 8. A amostra está contaminada, o que interfere nos resultados de alguns dos exames. Isso ocorre quando: A amostra for embalada antes da secagem completa à temperatura ambiente, em embalagem fechada, propiciando a formação de fungos e bolor; A amostra fica exposta a moscas. 9. Não há sangue na amostra. Isso ocorre quando: Após o preenchimento dos dados, a amostra de sangue não for coletada antes do envio da amostra.
17 10. O sangue não elui do papel filtro. Apesar de ter aparência de uma amostra bem coletada, o sangue não consegue ser extraído do papel filtro no momento da realização dos testes. As causas mais freqüentes são: Secagem forçada no sol ou calor; Amostra velha demora no envio da amostra após a coleta. SE OS PROBLEMAS DE DEVOLUÇÃO DE AMOSTRAS DE SEU POSTO DE COLETA PERSISTIREM, PROCURE O LABORATÓRIO DA APAE DE ANÁPOLIS E SOLICITE ORIENTAÇÃO AMOSTRAS SATISFATÓRIAS Apenas as amostras consideradas satisfatórias serão aceitas pelo laboratório de Triagem Neonatal, para que o laboratório possam garantir resultados seguros e confiáveis. São consideradas amostras satisfatórias aquelas que tem as seguintes características: Todas as informações solicitadas foram preenchidas. Todos os círculos estão totalmente preenchidos. A amostra tem uma cor marrom-avermelhado. A distribuição de material é homogênea. A amostra não apresenta coágulos, manchas e nem hemólise. A amostra não está arranhada, raspada ou amassada. Não há sinais de contaminação ARMAZENAMENTO DE AMOSTRAS DEPOIS DE SECAS As amostras podem ser recolhidas apenas quando estiverem completamente secas. Se as amostras não forem enviadas ao laboratório logo após a secagem completa, elas podem ser empilhadas para serem armazenadas e, neste caso, a preservação em geladeira é recomendada, principalmente em cidades onde a temperatura ambiente é elevada. Nesse caso, vários cuidados adicionais devem ser considerados para que a amostra não se torne inadequada mesmo que a coleta tenha sido perfeita. Os perigos mais freqüentes são: amostra molhada, amostra contaminada pelo contato com outras substâncias ou amostra com manchas de bolor devido ao excesso de umidade em recipiente fechado. A armazenagem de amostras empilhadas, envoltas em papel laminado, dentro de saco plástico fechado é uma alternativa que pode ser considerada. Consulte o Laboratório da Apae de Anápolis e peça orientação. Esses procedimentos mais arriscados podem ser evitados se o envio das amostras ocorrer com regularidade a
18 cada dois ou três dias. O prazo máximo para envio nunca deve ultrapassar 5 (cinco) dias após a data da coleta. NUNCA GUARDE O PAPEL FILTRO AINDA NÃO UTILIZADO EM GELADEIRAS, QUE SÃO LOCAIS COM ALTO ÍNDICE DE UMIDADE E QUE MODIFICAM SUAS CARACTERÍSTICAS DE ABSORÇÃO REQUISITOS PARA COLETA DE MATERIAL DO RN JEJUM Não há necessidade de jejum para a realização da coleta. IDADE MÍNIMA A idade da criança no momento da coleta é um fator restritivo na triagem da Fenilcetonúria. Crianças com menos de 48 horas de vida ainda não ingeriram proteína (leite) suficiente para serem detectadas de forma segura na triagem da Fenil-cetonúria. Nesses casos, poderíamos encontrar falsos resultados normais. Amostras com menos de 48 horas de vida poderão ser coletadas, mas uma nova coleta deverá ser agendada para a repetição do exame. Se a maternidade optar por não coletar a amostra, a família deverá ser orientada a levar a criança a um local de coleta na primeira semana de vida do bebê. Nesses casos, o responsável pela criança deve assinar o comprovante de impossibilidade de coleta (Formulário 2 - Pág. 24). TRANSFUSÃO Transfusões são fatores restritivos na triagem neonatal quando realizada na Anemia Falciforme e outras Hemoglobinopatias. A amostra deverá ser coletada da forma habitual para a triagem das outras doenças(evitar coletas imediatamente após a transfusão) e nova coleta deverá ser realizada após 90 dias do nascimento. PREMATURIDADE A coleta ao redor do sétimo dia de vida, para prematuros internados, devem obrigatoriamente ser realizada, mas deverá seguir protocolo para prematuros(ver informações com o SRTN). GEMELARIDADE Coleta de amostras de gêmeos devem ser realizadas com a máxima atenção para que não haja troca na identificação das crianças nas respectivas amostras. USO DE MEDICAMENTOS Uso de medicamentos e presença de doenças não é fator restritivo para coleta de amostras. Sugerimos informar apenas crianças com antecedentes familiares das doenças que estão sendo triadas: Fenilcetonúria, Hipotireoidismo Congênito, Anemia Falciforme e outras Hemoglobinopatias e Hiperplasia Adrenal Congênita, relatando grau de parentesco. PACIENTES DE UTI NEONATAL O aumento da sobrevida de pacientes em UTI neonatal é um desafio para a Triagem Neonatal, pois algumas situações especiais podem aumentar o risco de falsos positivos ou negativos nos testes de triagem, por isto deverá ser seguido protocolo diferenciado para estes casos.
19 3.13 DOCUMENTAÇÃO INTERNA DE REGISTRO Cada Posto de Coleta deve manter registro de suas atividades em livro de registro próprio. O responsável técnico pelo Posto de Coleta deverá manter atualizados os seguintes livros: Registro de Amostras Novas; Registro de Amostras Reconvocadas; Indicadores de Gerenciamento. REGISTRO DE AMOSTRAS NOVAS Deve ser preparado antes que as amostras sejam enviadas ao Laboratório que irá processar as análises e deve conter as seguintes informações mínimas: Código da amostra (registro local ou código da remessa) que caracteriza a data de envio das amostras para o laboratório; Identificação completa do RN; Nome completo da mãe da criança; Dia, mês e ano de nascimento da criança (também hora para maternidades); Dia, mês e ano em que a amostra foi coletada (também hora para maternidades); Endereço completo; Telefone e nome da pessoa para contato; Data em que a amostra foi enviada ao laboratório; Data em que os resultados foram recebidos; Data de entrega de resultados às famílias; Indicação de resultados: normal, reconvocado ou amostra devolvida. O modelo de Registro de Amostras Novas deverá ser reproduzido em caderno tipo livro de ata (tamanho ofício, capa preta dura). Identificar o conteúdo do caderno e o mês de início do registro na primeira página. Para cada Registro de Amostra Nova, utilizar duas páginas consecutivas (a da esquerda e a da direita), conforme sugerido no modelo abaixo. Ao finalizar cada mês, extrair e registrar os Indicadores de Gerenciamento de Amostras Novas correspondentes àquele mês. Iniciar cada novo mês numa nova página. REGISTRO DE AMOSTRAS NOVAS CÓDIGO LOCAL R N/ MÃE DATA N ASC. 31/12/01 03/ 01 DATA COLETA ENDEREÇO T EL. E NOME PARA CONTATO DATA ENVIO DATA RESULT. DATA ENTREGA OBS. 08/01 12/ 01 10/ 01 22/01 26/ 01
20 REGISTRO DE AMOSTRAS RECONVOCADAS Deve conter as seguintes informações mínimas: Código e/ou número da primeira amostra; Nome completo da criança; Data de coleta da nova amostra; Data em que a amostra foi enviada ao laboratório; Data em que o novo resultado foi recebido; Data de entrega do resultado à família. O modelo de Registro de Amostras Reconvocadas deverá ser reproduzido em caderno tipo livro de ata (tamanho ofício, capa preta dura). Para cada Registro de Amostra Reconvocada, poderá ser utilizada apenas uma página, conforme sugerido no modelo. Ao finalizar cada mês, extrair e registrar os Indicadores de Gerenciamento de Amostras Reconvocadas correspondentes àquele mês. Iniciar cada novo mês numa nova página. REGISTRO DE AMOSTRAS RECONVOCADAS CÓDIGO LOCAL ANTERIOR RN / ÃE M DATA NASC. OBS. DATA NOVA DATA COLETA ENVIO DATA RESULT. DATA ENTRE- GA OBS. FINAL
21 INDICADORES DE GERENCIAMENTO O responsável técnico pelo Posto de Coleta deve, ao final de cada mês, extrair os Indicadores de Gerenciamento, citados abaixo, que serão importantes para a gestão do programa: Número de novas amostras coletadas. Número de amostras recoletadas entre as devolvidas ou reconvocadas no período. Número de amostras ainda pendentes entre as devolvidas ou reconvocadas no período. Intervalo médio de tempo entre a coleta e o envio de amostras ao laboratório. Intervalo médio de tempo entre a coleta e entrega/retirada dos resultados às famílias. É fundamental que cada Posto de Coleta tenha atenção especial à Busca Ativa dos Casos Reconvocados. Entre eles serão encontrados os casos positivos que necessitam orientação e atendimento urgentes, para poderem se beneficiar do Programa Nacional de Triagem Neonatal, que tem como finalidade a detecção e tratamento precoce das patologias triadas, o que previne a deficiência mental e pode salvar vidas REMESSA DE AMOSTRAS AO LABORATÓRIO ESPECIALIZADO Verifique com o Laboratório da Apae de Anápolis, a melhor forma de fazer o envio de amostras. Procure utilizar os envelopes personalizados remetidos pelo Laboratório da Apae de Anápolis. Informe-se na Agência dos correios mais próxima, sobre os horários e dias mais adequados para entrega dos envelopes, para evitar que fiquem estocados na agência do correio. Antes do envio da remessa, cheque novamente as informações contidas no papel filtro. Todos os campos devem estar preenchidos. Mantenha atualizado num caderno grande de capa dura o Controle de Remessas Enviadas e Recebidas devidamente protocoladas contendo as seguintes informações: o número seqüencial da remessa, a quantidade de amostras que compõe a remessa, a data de envio do material, assim como a data de recebimento dos resultados. É sua responsabilidade que as amostras não fiquem retidas em sua unidade por um período superior a 3 (três) dias úteis. Elas podem se tornar velhas para serem analisadas ENTREGA DE RESULTADOS RESULTADOS NORMAIS O momento da entrega de resultados é um momento de ansiedade para a família. Se o resultado da criança estiver normal, informe claramente que os resultados estão normais e peça ao responsável para assinar o comprovante de entrega de resultados (Formulário 3). Mesmo estando normais, os resultados deverão ser entregues às famílias, com a maior brevidade possível, assim que o Posto de Coleta os receba do Laboratório Especializado. RESULTADOS ALTERADOS Neste caso, não espere a família vir buscar o resultado. Entre em contato assim que o laboratório enviar os resultados e informe ao responsável que foi encontrada uma alteração e que esta alteração precisa de um novo exame de confirmação. Para isso, a criança deverá comparecer ao local para uma nova coleta.
22 3.16 COLETA DE MATERIAL DOS CASOS RECONVOCADOS Em caso de positividade ou alteração no resultado de um exame, a busca ativa do laboratório da APAE comunicará ao Posto de Coleta e solicitará recoleta de sangue para exame confirmatório, através de carta de reconvocação e via telefone fornecendo as explicações necessárias à realização dessa recoleta. Crianças reconvocadas deverão ser localizadas com urgência para serem tomadas as providências requisitadas pelo Laboratório da APAE. Havendo necessidade poderá ocorrer mais de uma repetição ou reconvocação para confirmação diagnóstica. As recoletas deverão ser realizadas pelas unidades de saúde de acordo com a solicitação feita pela busca ativa do laboratório da APAE ANÁPOLIS. Importante:Recém nascidos gemelares, prematuros e/ou baixo peso, poderão ser solicitadas novas coletas mesmo apresentando resultados normais. HEMOGLOBINOPATIAS: Existem algumas condições em que é necessário repetir o exame para hemoglobinopatias, como por exemplo transfusão sanguínea e padrão de hemoglobina indeterminado. A transfusão sanguínea pode alterar o resultado tanto para falso-positivo quanto para falso-negativo. É realizado nova coleta de papel filtro por volta do sexto mês de vida do lactente para confirmação do diagnóstico. Para o resultado com padrão indeterminado também é feita nova avaliação do perfil do lactente por volta do sexto mês de vida, porém é solicitado nova amostra de sangue total com EDTA da criança, mãe e pai para estudo familiar. Lactentes com resultados de traço de hemoglobinas recebem junto com o seu laudo uma carta convite, para participarem acompanhados de seu pais da orientação genética, confirmação diagnóstica e estudo familiar, a partir do 3º mês de vida, no Ambulatório Multidisciplinar Especializado do Serviço de referência do Estado de Goiás, na APAE de Anápolis. FENILCETONÚRIA: Resultados alterados serão solicitados uma nova amostra em papel filtro.uma outra condição de nova amostra é coletas realizadas em Recém nascidos com menos de 48 horas de vida, antes de se alimentarem após o nascimento. HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO: Existem 2 formas de pedido de recoleta dos exames alterados para hipotiroidismo congênito (TSH): papel filtro ou Soro. A solicitação deverá ser atendida conforme o pedido de recoleta do setor de busca ativa, via telefone e/ou carta. HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA: Existem 2 formas de pedido de recoleta dos exames alterados para Hiperplasia Adrenal congênita ( 17-a-hidroxiprogesterona e exames complementares): em papel filtro ou Soro. A solicitação deverá ser atendida conforme o pedido de recoleta do setor de busca ativa, via telefone e/ou carta. FIBROSE CÍSTICA: Pacientes com resultado alterado para Tripsina Imunoreativa (IRT), deverá realizar uma nova coleta confirmatória em papel filtro antes de 30 dias de vida. Permanecendo alterado o resultado da segunda coleta, o paciente será reconvocado para realização do teste do suor.
23 3.17 ERROS DE COLETA MAIS FREQUENTES Não preenchimento do cartão antes da coleta causando possíveis trocas; Preenchimento incorreto ou incompleto da requisição e cartão de coleta; 1. Nome sem sobrenome; 2. Abreviação de sobrenomes; 3. Datas errôneas de nascimento e/ou coleta; 4. Não informação de todos os dados da requisição (transfusão, gemelar, sexo, peso, 1ª coleta ou recoleta, endereço, requisitante, horário de nascimento e coleta, etc.) 5. Nome da mãe ou do bebê preeenchido de forma incorreta no cartão de coleta; 6. Não especificar qual o posto de coleta em cidades que contém mais de um; 7. Letras ilegíveis; 8. Assinatura do responsável pelo bebê (a assinatura deve ser feita pelo responsável pela coleta); Coleta inadequada / insuficiente; Armazenamento inadequado da coleta (amostra ressecada); Interferência de substâncias no cartão de coleta ( amostra diluída); Troca nas datas de nascimento e coleta; Envio tardio da amostra ao laboratório; Coletas dobradas e embrulhadas em papel alumínio ou em plástico antes ou não de secas; 1ª coleta no nome da mãe e recoleta no nome do bebê; Má informação dos responsáveis sobre normas para coleta e entrega de resultados; Má realização do treinamento dos profissionais dos postos de coleta ( apenas para os profissionais da coleta no laboratório); Não consulta ao computador da situação do paciente em questão; Passar material para outro setor sem descrição do procedimento (registro, nome, tipo de exame, etc) 4. FORMULÁRIOS: SUGESTÃO DE CONTEÚDO Veja nas páginas seguintes os modelos dos seguintes formulários mencionados neste manual: FORMULÁRIO 1 - COMPROVANTE DE COLETA FORMULÁRIO 2 - COMPROVANTE DE IMPOSSIBILIDADE DE REALIZAÇÃO DA COLETA FORMULÁRIO 3 - COMPROVANTE DE ENTREGA DE RESULTADOS
24 FORMULÁRIO 1 - COMPROVANTE DE COLETA PARA O TESTE DO PEZINHO
25 FORMULÁRIO 2 - COMPROVANTE DE IMPOSSIBILIDADE DE REALIZAÇÃO DA COLETA
26 FORMULÁRIO 3 - COMPROVANTE DE ENTREGA DE RESULTADOS
27 5. ACOMPANHAMENTO MULTIDISCIPLINAR ESPECIALIZADO 5.1. AMBULATÓRIO ESPECIALIZADO DO SRTN Uma vez identificado o paciente e confirmado o diagnóstico de cada uma das patologias, ele será imediatamente encaminhado ao Ambulatório Especializado do SRTN. Neste serviço é feita uma completa avaliação do paciente por uma equipe multidisciplinar, com fornecimento das recomendações a respeito da possibilidade de recorrência genética aos pais, assim como orientações sobre evolução e tratamento da doença, sendo que o seguimento clínico e terapêutico global dos pacientes será sempre realizado por esta equipe. O Serviço conta, ainda, com uma rede assistencial complementar que dá suporte ao tratamento e efetua investigações diagnósticas quando o SRTN não dispuser de capacidade instalada suficiente para tais atividades. Citamos como exemplo as internações hospitalares eventuais, uso de Unidades de Terapia Intensiva em descompensações clínicas da doença, além de outras ações de saúde. A equipe multidisciplinar mínima do SRTN é simples e conta com uma pequena variação, de acordo com a patologia a ser acompanhada: Na Fenilcetonúria, é composta de médico pediatra, nutricionista, psicólogo, assistente social e Biomédico /Bioquimico; No Hipotireoidismo Congênito, de médico endocrinologista/endocrinologista pediátrico, psicólogo, assistente social e biomédico/ Bioquimico; Nas Hemoglobinopatias, de médico pediatra, psicólogo e assistente social, médico hematologista e Biomédico /Bioquimico ACONSELHAMENTO GENÉTICO Uma das definições corretamente aceitas de Aconselhamento Genético (AG) é a adotada pela American Society of Human Genetics (Epstein,1975). Segundo ela, trata-se do processo de comunicação que lida com problemas humanos associados com a ocorrência, ou risco de ocorrência, de uma doença genética em uma família, envolvendo a participação de uma ou mais pessoas treinadas para ajudar o indivíduo ou sua família: Compreender os fatos médicos, incluindo o diagnóstico, provável curso da doença e as condutas disponíveis; Apreciar o modo como a hereditariedade contribui para a doença e o risco de recorrência para parentes específicos; Entender as alternativas para lidar com o risco de recorrência; Escolher o curso de ação que pareça apropriado em virtude do seu risco, objetivos familiares, padrões ético e religiosos, atuando de acordo com essa decisão; Ajustar-se, da melhor maneira possível, à situação imposta pela ocorrência do distúrbio na família, bem como à perspectiva de recorrência do mesmo AS PATOLOGIAS Passaremos a definir abaixo algumas das conceituações propostas para cada uma das patologias triadas no Programa Nacional de Triagem Neonatal. Estes conceitos são os mesmos utilizados no Protocolos de diretrizes Terapêuticas para cada uma das patologias.
28 5.3.1 FENILCETONÚRIA Fenilcetonúria é um erro do metabolismo, de herança autossômica recessiva, cujo defeito metabólico (geralmente na enzima fenillalanina hidroxilase), leva ao acúmulo de fenilalanina (FAL) no sangue e aumento da excreção urinária de ácido Fenilpinúvico e fenilalanima. Foi a primeira doença genética a ter um tratamento realizado à partir de terepêutica dietética específica. Sem a realização de diagnóstico e início de tratamento precoce, antes dos 3 meses de vida (através de programas de Triagem Neonatal), a criança portadora de Fenilcetonúria apresenta um quadro clínico clássico caracterizado por atraso global do DNPM(desenvolvimento neuropsicomotor), deficiência mental, comportamento agitado ou padrão autista, convulsões, alterações eletroencefalográficas e odor característico na urina. Pacientes que recebem o diagnóstico no período neotanal e recebem a terapia dietética adequada precocemente, não apresentarão o quadro clínico acima descrito. O diagnóstico ideal é aquele realizado através de programas de triagem neonatal, pois como exposto anteriormente, permite tratamento precoce e não desenvolvimento de quadro clínico. O diagnóstico de Fenilcetonúria (formas Clássica ou Leve) é feito pela dosagem de fenilalanina com valores superiores à 10 mg/dl em pelo menos duas amostras laboratoriais distintas, do mesmo paciente. Além disso, para descartar as formas variantes de Fenilcetonúria, os co-fatores da biopterina (BH4) devem ser também determinados. O tratamento consiste basicamente em uma dieta com baixo teor de FAL (fenilalanina), porém com níveis suficientes deste aminoácido para promover crescimento e desenvolvimento adequados. A dieta é individualizada, sendo calculada para cada paciente, pois a tolerância à FAL varia de acordo com a idade, peso, e grau da deficiência enzimática. INCIDÊNCIA EM GOIÁS: 1/ HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO Hipotireoidismo Congênito ocorre quando a glândula tireóide do recémnascido (RN) não é capaz de produzir quantidades adequadas de hormônios tireoidianos, o que resulta numa redução generalizada dos processos metabólicos. Nas crianças não submetidas a programas de Triagem Neonatal e, conseqüentemente, não tratadas precocemente, o crescimento físico e o desenvolvimento mental ficam seriamente comprometidos. As crianças diagnosticadas pelos programas de Triagem Neonatal não apresentam qualquer sintomatologia clínica, desde que o tratamento seja iniciado precocemente. O momento ideal para o diagnóstico do Hipotireoidismo Congênito é o período neonatal, pois sabe-se que à partir de 4 semanas de vida, a deficiência de hormônios tireóideos já pode causar alguma lesão neurológica. O tratamento da patologia consiste na reposição do hormônio tireoideano deficitário, no caso, reposição de Levotiroxina que é apresentada na forma de comprimidos que contém 25 a 300 mcg, sendo que a dose utilizada varia de acordo com a idade e peso corporal, sendo que as crianças mais jovens necessitam doses superiores que crianças maiores e que os adultos. INCIDÊNCIA EM GOIÁS: 1/2.611 (ÚLTIMOS 5 ANOS)
29 5.3.3 ANEMIA FALCIFORME E OUTRAS HEMOGLOBINOPATIAS A ANEMIA FALCIFORME é a doença genética mais comum na nossa população com alta morbi-mortalidade. É uma doença que passa dos pais para os filhos e altera os glóbulos vermelhos que diante de certas condições, tornam parecidos com uma foice, daí o nome falciforme. A maioria das pessoas recebe dos seus pais os genes para hemoglobina normal (A). Como recebe um gene do pai e outro da mãe as pessoas são AA. As pessoas com anemia falciforme recebem de cada genitor uma hemoglobina S e portanto elas são SS. O TRAÇO FALCIFORME não é uma doença. Significa que a pessoa herdou de um dos pais o gene para hemoglobina A e do outro o gene da hemoglobina S, ou seja, ela é AS. As pessoas com traço falciforme são saudáveis e nunca desenvolvem a doença. É importante saber: quando duas pessoas com o traço falciforme se unem, elas podem gerar filhos com Anemia falciforme. Os glóbulos vermelhos são células arredondadas e deformáveis que passam facilmente por todo o sistema circulatório. A hemoglobina, pigmento que dá cor vermelha ao sangue, transporta o oxigênio dos pulmões para os diversos tecidos do organismo. Quando diminui a quantidade de oxigênio no sangue, os glóbulos vermelhos das pessoas falcêmicas tomam a forma de foice ou meia lua. Essas células têm sua membrana alterada e rompem-se mais facilmente causando anemia hemolítica - a pessoa apresenta-se pálida e com icterícia. Estas células alteradas são também mais aderentes aos vasos sanguíneos, e por isso podem causar obstrução, dificultar a circulação no local causando dor de intensidade variável (são as crises dolorosas) e com o tempo, causando lesões nos órgãos irrigados por estes vasos. A anemia falciforme acontece quando o indivíduo possui somente a hemoglobina alterada chamada S (indivíduo SS). Há diversas outras alterações na hemoglobina que não a S. Entre estas alterações estão a talassemia, a hemoglobinopatia C, D e outras. Assim são doentes falciformes, além do indivíduo SS, os indivíduos que possuam hemoglobina S associada a hemoglobina C (SC), ou hemoglobina S associada com outras hemoglobinas variantes. A doença falciforme pode se manifestar de forma diferente em cada indivíduo. Uns têm apenas alguns sintomas leves, outros apresentam um ou mais sinais ou sintomas que vamos decrever: 1 - Crise de dor: É o sintoma mais freqüente da doença falciforme causado pela obstrução de pequenos vasos sanguíneos pelos glóbulos vermelhos em foice. A dor é mais freqüente nos ossos e nas articulações, podendo porém atingir qualquer parte do corpo. Essas crises têm duração variável e podem ocorrer várias vezes ao ano. Geralmente são associadas ao tempo frio, infecções, período pré-menstrual, problemas emocionais, gravidez ou desidratação. 2 - Icterícia ( cor amarela nos olhos ): É o sinal mais freqüente da doença. O quadro não é contagioso e não deve ser confundido com hepatite. Quando o glóbulo vermelho se rompe, aparece um pigmento amarelo no sangue que se chama bilirrubina. Fazendo com que o branco dos olhos fique amarelo. 3 - Síndrome mão-pé: Nas crianças pequenas as crises de dor podem ocorrer nos pequenos vasos sangüíneos das mão e pés causando inchaço, dor e vermelhidão no local. 4 - Infecções: As pessoas com doença falciforme têm maior propensão a infecções e principalmente as crianças podem ter mais pneumonias e meningites. Por isso elas devem receber vacinas especiais para prevenir estas complicações. Ao primeiro sinal de febre procure o hospital onde você é atendido. Isto certamente fará com que a infecção seja controlada com mais facilidade. 5 - Úlcera de Perna: Ocorrem mais freqüentemente, próximo aos tornozelos, a partir da adolescência. As úlceras podem levar anos para a cicatrização completa, se não forem bem cuidadas no início do seu aparecimento. Para prevenir o aparecimento das úlceras, os pacientes devem andar com meias grossas e calçados confortáveis.
30 6 - Seqüestro do Sangue no Baço: Neste caso há palidez e aumento de volume do baço repentinamente. Trata-se de uma emergência. Ocorre mais frequentemente em crianças menores de 5 anos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde vinte por cento das crianças doentes não atingem cinco anos de idade, por complicações diretamente relacionadas à anemia falciforme. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado representam papel fundamental na redução da morbidade e mortalidade destas crianças. INCIDENCIA EM GOIÁS - DOENTES:1/ TRAÇOS:1/ HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA OU SÍNDROME ADRENO-GENITAL. CONCEITO: A hiperplasia adrenal congênita é causada pela deficiência total ou parcial de enzimas envolvidas na síntese de corticóides pela glândula adrenal (ou supra-renal). Diversos distúrbios são conhecidos, sendo mais comum (90%) a deficiência da enzima 21-hidroxilase. IDADE DE APARECIMENTO DOS SINTOMAS: As meninas afetadas podem ser detectadas ao nascimento pelo aspecto virilizado da genitália, mas os sintomas relacionados com o desequilíbrio hidroeletrolítico geralmente se manifestam a partir da segunda ou terceira semanas de vida. Não são raras manifestações mais tardias em casos de deficiência parcial da 21-hidroxilase ou de outras enzimas da rota biossintética de mineralocorticóides. SINTOMAS CLÍNICOS: A deficiência de 21-hidroxilase pode ser manifestada em formas clássica e não-clássica (com ou sem perda de sal). A forma clássica virilizante é acompanhada de masculinização da genitália externa em meninas (grandes lábios enrugados e por vezes fundidos, clitóris hipertrofiado, área genital pigmentada), podendo ser assintomática em meninos, ao nascimento. A forma clássica é acompanhada de perda de sal, causando desequilíbrio hidroeletrolítico, tanto em meninos quanto em meninas. As formas não-clássica são uma variante atenuada da doença que, em meninas não diagnosticadas e tratadas adequadamente, apresentam hirsutismo(aumento dos pêlos corporais), amenorréia e infertilidade. COMPLICAÇÕES: A exposição continuada ao excesso de esteróides virilizantes pode ocasionar o aumento progressivo do clitóris ou do pênis, aparecimento de pêlos faciais, axilares e pubianos, acne, aumento da massa muscular, aceleração do crescimento e da maturação óssea em relação à idade cronológica, resultando na diminuição da estatura final do paciente. Na forma perdedora de sal, tanto meninos quanto meninas podem apresentar, em função dos baixos níveis de mineralocorticóides, desidratação e desequilíbrio hidroeletrolítico agudo, que podem ser graves a ponto de levar ao óbito se não tratados adequadamente. O Teste do Pezinho é o único método de diagnóstico precoce e, com tratamento adequado, salva a vida dessas crianças. ETIOLOGIA: A deficiência de 21-hidroxilase é herdada de modo autossômico recessivo, havendo algumas exceções. A base molecular para esta deficiência é a deleção do gene, localizado no cromossomo 6, que codifica a proteína citocromo P- 450c21. Geralmente, um mesmo tipo de manifestação clínica é encontrado nas famílias com múltiplos casos da doença.
31 PATOGÊNESE: Na forma virilizante simples, a deficiência da 21-hidroxilase interrompe o processo de síntese do cortisol na etapa metabólica de hidroxilação da 17-a-hidroxiprogesterona. A baixa concentração de cortisol serve como um sinal metabólico para uma maior secreção de ACTH, o que estimula a supra-renal a produzir mais hormônios, aumentando os níveis de precursores do cortisol como a 17-a-hidroxipregnenolona e a 17-a-hidroxiprogesterona, os quais são então desviados para a rota de síntese de esteróides com efeito androgênico, provocando virilização. Na forma perdedora de sal, a deficiência da 21-hidroxilase impede também a formação da aldosterona, levando à incapacidade de retenção de sódio, à severa desidratação e ao óbito, se não identificada imediatamente. DIAGNÓSTICO: Na deficiência de 21-hidroxilase, o diagnóstico laboratorial baseia-se na elevação dos níveis séricos dos precursores do cortisol, especialmente a 17-a-hidroxiprogesterona, com cortisol diminuído ou mesmo normal. A quantificação de 17-a-hidroxiprogesterona nos primeiros dias de vida é considerada o indicador mais importante para o diagnóstico precoce. A avaliação dos níveis dos eletrólitos (sódio e potássio) é também importante para a identificação da forma perdedora de sal. PREVENÇÃO: A freqüência relativamente alta da hiperplasia adrenal congênita e a possibilidade da instituição precoce de um tratamento eficiente justificam a realização da triagem neonatal, a qual pode ser feita através da dosagem de 17-a-hidroxiprogesterona no sangue colhido em papel-filtro. DETECÇÃO DE PORTADORES: É possível através de técnicas de biologia molecular, identificando-se mutações presentes em indivíduos afetados da mesma família. DIAGNÓSTICO PRÉ-NATAL: Pode ser realizado entre a 14ª e a 20ª semana de gestação, através da dosagem de 17-a-hidroxiprogesterona no líquido amniótico, desde que os valores de referência tenham sido previamente estabelecidos pelo laboratório, de acordo com a idade gestacional. Exames moleculares realizados em vilo corial permitem o diagnóstico na 10ª semana de gestação. TRATAMENTO: A suplementação de cortisona bloqueia a liberação de ACTH, diminuindo a síntese de hormônios androgênicos relacionados com a virilização. Medidas cirúrgicas de caráter plástico auxiliam a recompor o aspecto anatômico da genitália nas meninas afetadas. Na forma perdedora de sal, a administração de mineralocorticóides corrige o desequilíbrio hidroeletrolítico, que deve ser, no entanto, continuamente monitorizado. O tratamento deve ser mantido por toda a vida. PROGNÓSTICO: Quando o diagnóstico é feito precocemente, o tratamento é instituído de forma correta e adequadamente monitorizado, o prognóstico é muito bom. OBSERVAÇÕES: Casais que tiveram um filho do sexo masculino falecido nas primeiras semanas de vida por quadro de desidratação de causa inexplicada devem ser encaradas como de risco de terem uma criança com hiperplasia adrenal congênita em uma nova gestação. INCIDÊNCIA EM GOIÁS: 1/16.164
32 5.3.5 FIBROSE CÍSTICA Fibrose Cística (FC), ou mucoviscidose, é uma doença genética autossômica recessiva que se manifesta em ambos os sexos. O gene defeituoso localiza-se no braço longo do cromossomo 7 e é transmitido pelo pai e pela mãe (embora nenhum dos dois manifeste a doença), sendo responsável pela alteração no transporte de íons através das membranas das células. Isso compromete o funcionamento das glândulas exócrinas, que passam a produzir secreções mais espessas e de difícil eliminação (muco, suor ou enzimas pancreáticas). A afecção compromete o funcionamento de praticamente todos os órgãos e sistemas do organismo, mas afeta principalmente os aparelhos respiratório e gastrintestinal. Quando cada um dos pais tem um gene para a FC, em cada gestação, o risco de nascer um filho com a doença é de 25% e sem a doença é de 75%. A probabilidade de nascer um filho saudável, mas com um gene para FC é de 50%. Estima-se que a incidência da doença no Brasil seja de 1: nascidos vivos, embora haja variação de acordo com as etnias, ocorrendo mais frequentemente na raça branca. Em 2001, o Ministério da Saúde lançou a portaria nº 822, que normatiza a triagem neonatal no Brasil, sendo a FC uma das patologias investigadas neste programa em sua fase III. Em Goiás, a APAE Anápolis já solicitou ao Ministério da Saúde a autorização para iniciar esta fase III. Essa portaria estabelece que, além da detecção dos casos suspeitos, deve ser realizado a confirmação diagnóstica, acompanhamento e tratamento dos pacientes. A triagem para fibrose cística é feita pela dosagem da enzima Tripsina Imuno Reativa (IRT) no sangue da criança. A colheita de sangue ideal deve ser do 3º ao 5º dia de vida, pois há uma queda crescente nos níveis da enzima com o passar dos dias dificultando sua interpretação, por isso, a realização de uma coleta precoce e o envio rápido das amostras torna-se muito importante. A confirmação diagnóstica pode ser feito pelo Teste do Suor (TS) que consiste na estimulação da produção do suor pela pilocarpina, que é colocada sobre a pele diretamente nas glândulas sudoríparas, usando-se um gradiente de potencial (iontoforese) e análise da concentração dos íons sódio e cloro. O teste do suor normal não exclui o diagnóstico da FC, sendo os casos duvidosos confirmados através do estudo molecular.
33 6. ANEXOS 6.1 CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA (1) A primeira dose da vacina contra a hepatite B deve ser administrada na maternidade, nas primeiras 12 horas de vida do recém-nascido. O esquema básico se constitui de 03 (três) doses, com intervalos de 30 dias da primeira para a segunda dose e 180 dias da primeira para a terceira dose. (2) O esquema de vacinação atual é feito aos 2, 4 e 6 meses de idade com a vacina Tetravalente e dois reforços com a Tríplice Bacteriana (DTP). O primeiro reforço aos 15 meses e o segundo entre 4 e 6 anos. (3) É possível administar a primeira dose da Vacina Oral de Rotavírus Humano a partir de 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias de idade (6 a 14 semanas de vida). (4) É possível administrar a segunda dose da Vacina Oral de Rotavírus Humano a partir de 3 meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias de idade (14 a 24 semanas de vida). O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e a segunda dose é de 4 semanas. (5) A vacina contra febre amarela está indicada para crianças a partir dos 09 meses de idade, que residam ou que irão viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Se viajar para áreas de risco, vacinar contra Febre Amarela 10 (dez) dias antes da viagem. Fonte:
34 6.2 ENVELOPE PARA ENVIO DE COLETA 6.3 FORMULÁRIO DE LAUDO
35 6.4 MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO CARTAZ I FOLDER
36 6.5 LEGISLAÇÃO ÂMBITO FEDERAL Lei nº /07/1990 Obrigatoriedade de realização de exames visando diagnóstico e terapêutica de anormalidades do metabolismo. Portaria GM/MS nº 22-15/01/92 Inclusão no Planejamento das Ações da Saúde, do Programa p/ diagnóstico precoce de Fenilcetonúria e Hipotiroidismo Congênito Portaria GM/MS nº /06/2001 Programa Nacional de Triagem Neonatal SAS /06/2001 Cria o Grupo Técnico de Assessoria em Triagem Neonatal (GTATN/MS) e nomeia seus integrantes SAS /06/2001 Cria códigos novos na tabela SIA/SUS para pagamento dos procedimentos da Triagem Neonatal para os SRTN e extingue códigos existentes SAS /07/2001 Protocolo Clinico e Diretrizes Terapêuticas para Fibrose Cística (enzimas pancreáticas) SAS /09/2001 Habilitação (Fase II) de 1 SRTN de GO no PNTN GM /07/2002 Define mecanismos de ampliação dos acessos dos pacientes detectados no PNTN ao tratamento GM /07/2002 Altera recursos da PT SAS 194 para medicamentos excepcionais (Alzheimer e PNTN) SAS /11/2002 Protocolos Clinicos e Diretrizes Terapêuticas para Fenilcetonúria (formula de aminoácidos isenta de fenilalanina) SAS /11/2002 Protocolos Clinicos e Diretrizes Terapêuticas para Hipotireoidismo Congênito SAS /11/2002 Protocolos Clinicos e Diretrizes Terapêuticas para Doença Falciforme ÂMBITO ESTADUAL Lei Estadual nº /02/2005: Dispõe sobre a obrigatoriedade da realização gratuita de exames diagnósticos precoces do Hipotireoidismo Congênito, da Fenilcetonúria, Hiperplasia Adrenal Congênita, da Anemia Falciforme e outras Hemoglobinopatias, nos hospitais, maternidades, postos de saúde e estabelecimentos congêneres de saúde do Estado de Goiás e dá outras providências ÂMBITO MUNICIPAL (ANÁPOLIS/GO) Lei nº /04/1991 Obrigatoriedade de realização do Teste do Pezinho para diagnóstico de Fenilcetonúria e Hipotireoidismo Congênito. Lei nº /09/2004 Dispõe sobre a inclusão do exame de fibrose cística no Teste do Pezinho
37 7. REFERÊNCIAS: AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS. Health supervision for children with sickle cell diseases and their families. Pediatrics, v. 98, n. 3, p , AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS; American Thyroid Association. Newborn Screening for CH: recommended guidelines pediatrics, v. 91, n. 6, june 1993, p Disponível em < AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS; Committee on Genetics. Issues in Newborn ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária Manual de diagnóstico e tratamento de doenças falciformes. ANVISA 142p. BICKEL, H.; GUTHRIE, R.; HAMMERSEN, G. (Eds.). Neonatal screening for Inborn errors of metabolism. Berlin: Heidelberg; New York: Springer-Verlag, BIESECKER, B. B.; PETERS, K. F. Process studies in genetic counseling: peering into the black box. American Journal of Medical Genetics, v. 106, p , CORNEJO, V. (Ed.). Normas para el optimo desarrollo de programas de busqueda masiva de fenilquetonuria (PKU) e hipotiroidismo congenito (HC) y otros errores congenitos del metabolismo. Santiago, Chile: Ministerio de Salud, DAVIES SC, CRONIN E, GILL M, GREENGROSS P, HICKMAN M, NORMAND C Screening for sickle cell disease and thalassaemia: a systematic review with supplementary research. Health Technol Assess 4: i-v, DERKSEN-LUBSEN, G.; VERKERK, P. H. Neuropsychologic development in early treated congenital hypothyroidism: analysis of literature data. Pediatr Res, v. 39, n. 3, p , DONOHOVE, P. A.; PARKER, K.; MIGEON, C. J. Congenital Adrenal Hyperplasia. In: SCRIVER, C. R.; BEAUDET, A. L.; SLY, W. S.; VALE, D., eds. The Metabolic and Molecular Bases of Inherited Diseases, McGraw Hill, New York, 7th ed., SILVA, I. N.; CHAGAS, A. J.; CORDEIRO, J. G. Hiperplasia Congênita da Supra-Renal na Infância. Revisão. Jornal de Pediatria, 65(8): , DUSSAULT, J. H. Neonatal screening for congenital hypothyroidism. Clinical Laboratory Medicine, v. 13, p , DUSSAULT, J. H.; FISHER, D. A. Hypothyroidism in infants and children. In: BRAVERMAN, L. E; UTIGER, R. D. (Editors). Werner and Ingbar's the thyroid. 6th ed. Lippincott, ELSAS, L. J.; ACOSTA, P. B. Nutrition support of Inherited metabolic diseases. In: SHILS, M. E.; YOUNG, V. R. Modern nutrition in health and disease. 7ª ed. Philadelphia: LEA & Febiges, p EPSTEIN, C. J. Genetic Counseling: Statement of the American Society of Human Genetics Ad Hoc Committee on Genetic Counseling. American Journal of Human Genetics, v. 27, n. 2, p , FARRIAUX, Jean-Pierre; DHONDT, Jean Louis. New horizons in neonatal screening. In: SCHMIDT, B. J. et al. PKU screening in Brazil. Amsterdam, Excerpta Meedica, p FISHER, D. A. Management of congenital hypothyroidism. Clinical Review 19. Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, v. 72, p. 523, GOODMAN, L. S. et al. As Bases farmacológicas da terapêutica. 9. ed. [S.l.]: McGraw & Hill Company, GREENSPAN, F. S. The thyroid gland. In: Greenspan and Strewler's basic & clinical GUTHRIE, R. The origin of newborn screening. Screening, v. 1, n. 1, p. 5-15, GUTHRIE, R.; SUZI, A. A Simple method for detecting phenylketonuria in large populations of newborn infants. Pediatr., v. 32, p , JANUÁRIO, José Nélio; MOURÃO, Oto Guimarães. Manual de organização e normas técnicas para triagem neonatal. Belo Horizonte: Coopmed, JOINER, C. H. Universal newborn screening for hemoglobinopathies. J. Pediatr., v. 136, p , LEVY, H. L. Phenylketonuria: old disease, new approach to treatment. PNAS, v. 96, n. 5, p. 1-12, march MARTINS, A. M. et al. Fenilcetonúria: abordagem terapêutica. Temas em Pediatria. São Paulo: Nestlé, MIRA, N. V.; MARQUEZ, U. M. Importance of the diagnoses and treatment of phenylketonuria. NATIONAL INSTITUTE OF HEALTH CONSENSUS DEVELOPMENT CONFERENCE NATIONAL INSTITUTE OF HEALTH. Phenylketonuria: screening and management. NIH Consens Statement, v. 17, n. 3, p. 1-28, oct
38 36 NEONATAL SCREENING FOR CYSTIC FIBROSIS. J Med Screen, v. 8, n. 1, p. 51, NEWBORN SCREENING Practitioner's manual: mountain states genetics network. Third edition. Disponível em: NEWBORN SCREENING FACT SHEETS. Consensus of the American Academy of Pediatrics. Pediatrics, v. 98, n. 3, p , PASS, K. et al. US Newborn Screening System Guidelines II: follow-up of children, diagnosis, management and evaluation. J Pediatr.,v. 137, p. S1-S46, RASKIN S, PHILIPPS JA, KRISHNAMANI MR, VNEUCA K, JONES C, PARKER RA, et al. DNA analysis of cystic fibrosis in Brazil by direct PCR amplification from Guthrie Cards. Am J Med Genetics. 1993; 46: SANTOS GPC, DOMINGOS MT, WITTIG EO, RIEDI CA, ROSÁRIO NA. Programa de triagem neonatal para fibrose cística no estado do Paraná: avalição após 30 meses de sua implantação. Jornal de Pediatria. 2005; 81: SCHMIDT, B. J. et al. Neonatal mass screening of hereditary metabolic diseases in São Paulo, Brazil. Acta Pediatr., v. 24, p , June SCHNOG JB, DUITS AJ, MUSKIET FA, TEN CATE H, ROJER RA, BRANDJES DP Sickle cell disease; a general overview. Neth J Med 62: SCREENING FOR CONGENITAL HYPOTHYROIDISM. J Med Screen, v. 7, n. 4, p. 212, SCREENING, Disponível em: < paragraph 3.4>. SCRIVER, C. R. et al. The Metabolic and molecular bases of inherited disease. 8th ed. New York: McGraw-Hill Inc., SEARJENT, G. R. Screening for sickle-cell disease in Brazil. The Lancet, v. 356, n. 8, p , SEASHORE, M. R. et al. Development of guidelines for treatment of children with SHAFER, F. E. et al. Newborn screening for sickle-cell disease: 4 years of experience from California's newborn screening program. J. Pediatr. Hematol. Oncol., Philadelphia, v. 8, n. 1, p , SILLA, L. M. R. Doença falciforme: um grave e desconhecido problema de saúde pública no Brasil. J. Pediatr., v. 75, n. 3, p , STATEMENT. Newborn screening for sickle cell disease and other hemoglobinopathies. NIH, v. 61, p. 1-21, TIERNEY JR., L. M. et al. Diagnóstico & Tratamento. [S.l.]: Atheneu, p TREFZ, F. K. et al. Differential diagnosis and significance of various hyperphenylalaninemias. International Symposium. Heidelberg, Stuttgart: Georg Thieme Verlag, p. 86. US DEPARTAMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES; Public Health Service; Sickle cell disease guideline panel. Sickle cell disease: screening, diagnosis, management and counseling in newborns and infants. Clinical Practice Guideline. In: Number 6. Rockville, Maryland: Agency for Health Care Policy and Research, 1993, AHCPR publication number WEATHERALL DJ, CLEGG JB Inherited haemoglobin disorders: an increasing global health problem. Bull World Health Organ 79:
39 A APAE Anápolis é referência em Goiás para triagem neonatal, credenciada pelo Ministério da Saúde. Seu laboratório é o responsável pela realização do Teste do Pezinho, oferecido gratuitamente a todos recém-nascidos goianos. Além disso também realiza vários Exames Complementares especializados como Dosagens Hormonais, Marcadores Tumorais e Virais, Drogas de Monitoramento e outras versões ampliadas do Teste do Pezinho. APAE ANÁPOLIS-GO Laboratório: Avenida Contorno, Centro - Anápolis/GO - CEP Fone/Fax: (62) Ambulatório Multidisciplinar Especializado: Rua Zaqueu Crispim, Quadra 02 - Lote 03 - Setor Bouganville - Anápolis/GO - CEP Fone/Fax: (62) I
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