CESA COMITÊ SOCIETÁRIO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CESA COMITÊ SOCIETÁRIO"

Transcrição

1 CESA COMITÊ SOCIETÁRIO GOVERNANÇA CORPORATIVA Heloisa de Oliveira Herrera Agosto/2008

2 Processo Histórico Governança Corporativa APRESENTAÇÃO Razões internas e externas determinantes para adoção da Governança Corporativa Conceito de Governança Corporativa Os Princípios da Governança Corporativa Governança Corporativa no Brasil (breve análise) Recomendação CVM Níveis de Governança BOVESPA: 1, 2 e Novo Mercado

3 respaldo teológico à diligência empreendedora do capitalismo emergente ÉTICA CALVINISTA Evolução Histórica Processos Determinantes as mudanças nas relações entre o capital e o trabalho, a formação do capitalismo industrial REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Do Poder da Terra para o poder do capital Alta produtividade, mobilização massiva de poupanças A ASCENSÃO DO CAPITAL Fim da abstenção do governo, controle dos vícios do mercado e conciliação do livre empreendimento com o interesse social CRASH, REVOLUÇÃO KEYNESIANA E OS AVANÇOS DA MACROECONOMIA DOUTRINA LIBERAL suporte doutrinário às instituições do sistema capitalista TECNOLOGIA, ESCALAS E PRODUÇÃO EM SÉRIE Grandes Escalas O Modelo Ford O SISTEMA DA SOCIEDADE ANÔNIMA Segurança dos investidores, efervescência do mercado. O DESENVOLVIMENTO DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Despertar para GOVERNANÇA CORPORATIVA

4 Processo Histórico Doutrinas Precursoras Adolf A. Berle e Gardner C. Means (1932) The modern corporation and private property. A separação da propriedade e da gestão J. K. Galbraith (1967) The new industrial state. A emergência de novo fator de poder: as tecnoestruturas da gestão R. Monks (1995). Corporate Governance. O ativismo para revisão das relações acionistas-conselhos-gestores Cadbury (1992). The Cadbury Report. Um código pioneiro de boas práticas de governança OCDE Organização para Cooperação e Desenvolvimeno Econômico (1999) Principles of corporate governance. A difusão mundial dos códigos de boa governança.

5 Evolução Histórica da Governança Mundo e Brasil Acionista majoritário familiar Conselheiros não atuantes Valorização do Acionista Abertura de capital, fundos de investimento, fundos de pensão participaçao de bancos Fundos tipos Calpers e Fidelity Criação dos níveis diferenciados de governança corporativa BOVESPA (2000) Anos 50/60 Anos 70 Anos 80 Anos Surgimento de grandes conselhos: Docas, Monteiro Aranha e Alpargatas Fundação da NACD National Association of Corporate Directors Lei 6.404/76 Criação da CVM Surgimento da Governança Corporativa (1992) 1º Código Cadbury Report (Inglaterra) Mudanças nos comandos decorrentes das pressões dos Conselhos: General Motors, IBM, Kodak, Sears etc. General Motors: Corporate Governance Guideines (1994) 1995 criação do IBCA Instituto Brasileiro de Conselheiros de Administração (hoje IBGC) 1996 Código das Melhores Práticas da NACD Report 1999 criação da OCDE Organização para cooperação e desenvolvimento econômico

6 Razões Determinantes (Raízes de conflitos de agência proprietários-gestores e majoritários-minoritários) O GESTOR OPORTUNISTA Conflito típico de agência: Interesses dos acionistas conflituosos com os dos gestores Agentes que podem vir a exercer práticas oportunistas: os gestores Exemplos: Benefícios exorbitantes autoconcedidos Crescimento da empresa em detrimento da maximização do retorno Participação acionária em empresas clientes ou fornecedoras daquela que gerenciam AS REAÇÕES Preocupações efetivas com boas práticas de governança corporativa. Criação de institutos legais e marcos regulatórios protecionistas dos direitos e interesses dos acionistas. Constituição de Conselhos de Administração eficazes, com foco em: remoção de conflitos e de custos de agências Práticas centradas no retorno e na riqueza dos acionistas O ACIONISTA OPORTUNISTA Conflito típico de agência: Agentes que podem vir a exercer práticas oportunistas: majoritários Exemplos: Uso fechado de informações privilegiadas Autonomeação ou nepotismo para cargos relevantes Co-optação de colegiados corporativos: complacência em relação à estratégia e às operações Estruturas piramidais de controle: participações acionárias cruzadas

7 Razões Determinantes para Adoção da Governança Corporativa Relacionamento acionistas-corpora corporações Falhas, informalidades e descontinuidade Inconformidades com disposições estatutárias Opacidade ou acesso privilegiado a informações Desprezível participação efetiva de minoritários Expropriações: abuso do poder majoritário Para Ajustes, maior formalidade e regularidade no relacionamento Conformidade: restabelecimento de maior vigor Transparência: comunicações abertas Democracia acionária: minoritários ativos e representados Justa retribuição dos investidores minoritários

8 Razões Determinantes para Adoção da Governança Corporativa Constituição de Conselhos de Administração Baixa eficácia. Pro forma preponderando sobre efetividade Conflitos de interesses presentes Mérito e competência desconsiderados Mandatos irremovíveis de conselheiros complacentes Para Comprometimento, responsabilidade, resultados Interesses conflituosos removidos Exigência: perfis de excelência Alternância e nomeação, pelos acionistas, de conselheiros independentes.

9 Razões Determinantes para Adoção da Governança Corporativa Atuação da Direção Executiva: Conflitos de Agência Conflitos com interesses dos acionistas: benefícios questionáveis autoconcedidos Conciliação questionável dos resultados de curto com os de longo prazo Diretrizes importantes não objeto de consenso Estratégias defensivas: proteções para os gestores não geradoras de valor Manipulações contábeis: resultados forjados Para Alinhamento negociado de interesses: harmonização fundamentada em resultados Gestão de resultados: brilho de curto prazo não prejudicial à perenidade da cia. Avaliação e homologação pela Assembléia ou conselhos de acionistas. Estratégias agressivas, bem formuladas e arrojadas, geradoras de valor Prestação responsável de contas: rigor na demonstração de resultados.

10 RAZÕES EXTERNAS Razões Adicionais RAZÕES INTERNAS 1. MUDANÇAS NO MACROAMBIENTE Globalização uniões, blocos, mercados comuns 2. MUDANÇAS NO AMBIENTE DE NEGOCIOS Novas estruturas de competição Crescente velocidade e profundidade das mudanças 3. REVISÕES INSTITUCIONAIS Regulação geral abrangente e severa Profusão de códigos de governança Reações do mercado aos escândalos corporativos Postura mais ativa de investidores institucionais (fundos, private equities) 1. MUDANÇAS SOCIETÁRIAS Reestruturações societárias (alianças estratégicas, associações e controle de mercado) 2. REALINHAMENTOS ESTRATÉGICOS Novos mercados, novos competidores Gestão de alinhamentos (formulação de estratégias, modelos de acompanhamentos) 3. REORDENAMENTOS ORGANIZACIONAIS Profissionalização modelos avançados de gestão Reconstituição dos conselhos de administração Clareza e transparência: acionistas, diretores e conselheiros Controles preventivos

11 SÍNTESE A reaproximação das três âncoras do mundo corporativo: acionistas-conselhos-direção A proposição de códigos de boas práticas para a alta gestão A ênfase em valores: foco na recuperação da ética corporativa: conformidade, transparência e prestação responsável de contas A resposta da governança a um dos últimos avanços do sistema capitalista: Gestão orientada pelo conceito triple bottom line geração de resultados econômico-financeiros, sociais e ambientais.

12 QUAIS INTERESSES DEVEM SER ATENDIDOS PELA GESTÃO? 2 espécies de governança: STAKEHOLDERS e SHAREHOLDERS SHAREHOLDERS STAKEHOLDERS Origem anglo-saxão Voltado aos interesses dos acionistas e gestores com relação ao valor, riqueza e retorno Indicadores de desempenho voltados para demonstrações patrimoniais e financeiras Crescimento, riscos e retornos corporativos avaliações e aferições como focos da governança Origem nipo-germânica Ampliação de interesses geração abrangente de valor. Público-alvo maior, ligado à estratégia corporativa Vários indicadores de desempenho. Atenção para os resultados patrimoniais e financeiro e também para a sustentabilidade e função social. Elaboração de balanços social e ambiental.

13 CONCEITO Governança Corporativa Sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas,, envolvendo os relacionamentos entre acionistas/cotistas, conselho de administração, diretoria, auditoria independente e conselho fiscal. As boas práticas de governança corporativa têm a finalidade de aumentar o valor da sociedade, facilitar seu acesso ao capital e contribuir para sua perenidade IBGC INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA

14 CONCEITO Governança Corporativa Sistema segundo o qual as corporações de negócio são dirigidas e controladas.. A estrutura da governança corporativa especifica a distribuição dos direitos e responsabilidade entre os diferentes participantes da corporação, tais como o conselho de administração, os diretores executivos, os acionistas e outros interessados, além m de definir as regras e procedimentos para a tomada de decisão em relação às s questões corporativas. E oferece também m bases através s das quais os objetivos da empresa são estabelecidos, definindo os meios para se alcançarem arem tais objetivos e os instrumentos para se acompanhar o desempenho. OCDE Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico

15 CONCEITO Governança Corporativa Conjunto de princípios, pios, propósitos, processos e práticas que rege o sistema de poder (controle) e os mecanismos de gestão (direção) das empresas, abrangendo: Propósitos dos proprietários Sistema de relações proprietários-conselho-direção Maximização do retorno total dos proprietário, minimizando oportunismos conflitantes com este fim Sistema de informações relevantes e de prestação de contas às partes interessadas nos resultados corporativos Sistema guardião dos ativos tangíveis e intangíveis da cia. Adriana Andrade e José Paschoal Rossetti Governança Corporativa: fundamentos, desenvolvimento e tendências

16 Os Princípios da Governança Corporativa FAIRNESS - Senso de Justiça, equidade no tratamento dos acionistas Respeito aos direitos dos minoritários DISCLOSURE Transparência das informações Fato Relevante, que impacte nos negócios e que envolvam resultados, oportunidades e riscos ACCOUNABILITY - Prestação responsável de contas. Fundamentada nas melhores práticas contábeis e de auditoria COMPLIANCE - Conformidade no cumprimento de normas reguladoras. Estatuto social, regimento interno, legislação, regulamentação e instituições legais.

17 A Governança Corporativa no Brasil Reformas legislativas principais aspectos: 1. Redução do limite máximo de emissão de ações preferenciais 2. Redefinição dos direitos dos titulares de ações preferenciais 3. Competência e convocação da Assembléia Geral de acionistas 4. Composição, funcionamento e a competência do Conselho Fiscal 5. Composição e competência do Conselho de Administração 6. Eleição e composição da Diretoria Executiva 7. Acordos de Acionistas 8. Alienação de controle das companhias abertas 9. Arbitragem e solução de conflitos internos 10.Novas formalidades do Código Civil 11.Alcance da SOX (Lei Sarbanes-Oxley)

18 Recomendações da CVM ASSEMBLÉIAS ESTRUTURA ACIONARIA FACILITAR ACESSO DOS ACIONISTAS DESCREVER OM PRECISÃO OS TEMAS QUE SERÃO TRATADOS INCLUIR MATÉRIAS SUGERIDAS PELOS MINORITARIOS TORNAR ACESSÍVEIS OS TERMOS DE ACORDO DE ACIONISTAS DAR PUBLICIDADE À RELAÇÃO DOS ACIONISTAS E RESPECTIVAS QUANTIDADES DE AÇÕES DEFINIR COM CLAREZA AS EXIGÊNCIAS PARA O VOTO E REPRESENTAÇÕES DECISÕES RELEVANTES DELIBERAÇÃO PELA MAIORIA DO CAPITAL SOCIAL CADA AÇÃO UM VOTO, INDEPENDENTEMENTE DE CLASSE OU ESPÉCIE TEMAS RELEVANTES: AVALIAÇÃO DE ATIVOS INCORPORÁVEIS ALTERAÇÃO DO OBJETO SOCIAL FUSÃO, CISÃO, INCORPORAÇÃO TRANSAÇÕES COM PARTES INTERESSADAS TAG ALONG ALIENAÇÃO DE CONTROLE: OFERTA PÚBLIA DE AQUISIÇÃO DE AÇÕES PELO MESMO PREÇO TRATAMENTO IGUAL A TODOS OS ACIONISTAS

19 Recomendações da CVM PROTEÇÃO MINORITARIOS DIREITO A VOTO PARA PREFERENCIAIS, NO CASO DE NÃO PAGAMENTO DE DIVIDENDOS DIVERGÊNCIAS ENTRE CONTROLADORES E MINORITÁRIOS SOLUCIONADAS POR ARBITRAGEM PROPORÇÃO DE AÇÕES ORDINÁRIAS E PREFERENCIAIS: LIMITE DE 50% TRANSAÇÕES ENTRE PARTES INTERESSADAS: ALINHADAS AOS INTERESSES DE TODOS OS ACIONISTAS ADOÇÃO DE NORMAS INTERNACIONAIS: IASB INTERNATIONAL ACCOUNTING STANDARDS BOARD DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GAAP UNITED STATES GENERALLY ACCEPTED ACCOUNTING PRINCIPLES LEI /07

20 Recomendações da CVM CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO E OBJETIVO: PROTEGER O PATRIMÔNIO DA CIA. E ORIENTAR A DIREÇÃO PARA MAXIMIZAR O RETORNO DO INVESTIMENTO CONSTITUIÇÃO: 5 A 9 CONSELHEIROS TECNICAMENTE QUALIFICADOS (2 CAPACITAÇÃO FINANÇAS E TÉCNICAS CONTÁBEIS) FUNCIONAMENTO: DETALHAMENTO DE ATRIBUIÇÕES PROCEDIMENTOS; AVALIAR ANUALMENTE A DIRETORIA EXECUTIVA; ADMITIR DETENTORES DE AÇÕES PREFERENCIAIS CONSELHEIROS E CEO S DEVEM SER PESSOAS DIFERENTES CONSELHO FISCAL E AUDITORIA CONSTITUIÇÃO DEFINIDA POR TITULARES DE AÇÕES ORDINÁRIAS E PREFERENCIAIS ADOÇÃO DE REGIMENTO COM ATRIBUIÇÕES E PROCEDIMENTOS RELACIONAMENTO COM AUDITORES SUPERVISIONADOS POR COMITÊ DE AUDITORIA ACESSO SEM LIMITAÇÕES A QUAISQUER INFORMAÇÕES ANÁLISE TRIMESTRAL: EXAME E DIVULGAÇÃO DE FATORES QUE INFLUENCIARAM O RESULTADO INDICAÇÃO DE FATORES DE RISCO A QUE A CORPORAÇÃO ESTÁ SUJEITA PERSPECTIVAS DO AMBIENTE DE NEGÓCIOS: MACROECONOMIA E RELACIONADOS AO SETOR

21 Níveis BOVESPA de Governança Corporativa NOVO MERCADO NÍVEL 2 NÍVEL 1

22 Níveis BOVESPA de Governança Corporativa FREE FLOAT Manutenção em circulação de parcela mínima de ações (25% do capital social). INFORMAÇÕES ADICIONAIS Além das obrigatórias (trimestrais anuais), abrir para o mercado demais informações. DISPERSÃO Mecanismos de OPA s que favoreçam a maior dispersão do capital PARTES BENEFICIÁRIAS Proibição de emissão e inexistência NÍVEL 1 DISCLOSURE Operações que envolvem ativos da Cia., por parte dos acionistas, controladores ou administradores. SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE Nos prospectos de OPA s abrir informações e elementos que subsidiem o processo de precificação. POSIÇÕES ACIONÁRIAS Abertura da posição acionária do acionista que detiver mais de 5% do capital votante. ACORDOS DE ACIONISTAS - Divulgação STOCK OPTIONS Divulgação NEGÓCIOS COM AÇÕES Divulgação mensal obrigatória REUNIÃO PÚBLICA Mínimo de uma reunião anual com analistas do mercado. CALENDÁRIO ANUAL Divulgação dos principais eventos (Assembléias etc.) SANÇÕES divulgação dos nomes das Cia. s às quais forem aplicadas pela Bovespa

23 Níveis BOVESPA de Governança Corporativa ALÉM DOS REQUISITOS DO NÍVEL 1 PADRÕES INTERNACIONAIS Elaboração das demonstrações financeiras de acordo com padrões internacionais (IASC e US GAAP) TAG ALONG Em caso de venda do controle acionário, extensão da oferta de compra para todos os acionistas detentores de ações ordinárias, com pagamento do mesmo valor de aquisição das ações do grupo de controle. Para os preferencialistas, pagamento de no mínimo 80% do valor das ações ordinárias. NÍVEL 2 DIREITO DE VOTO Concessão de direito de voto aos preferencialistas, para matérias e alta relevância corporativa: Transformação, incorporação, fusão ou cisão; Aprovação de contratos entre a Cia. e eu controlador ou outros que possa haver conflitos de interesse; Avaliação de bens que concorram para aumento do capital; Escolha de empresa para valuation, no caso do fechamento do capital. FECHAMENTO DO CAPITAL OPA de ações em circulação, com base no valor econômico da Cia., avaliado por empresa especializada, selecionada pela Assembléia, de uma lista tríplice indicada pelo Conselho de Administração. CONTROLE DIFUSO a Bovespa conduzirá o processo de OPA para a saída do seguimento, no caso em que não há acionista controlador. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Mínimo de 5 membros, com 20% de conselheiros independentes, mandato de 2 anos. ARBITRAGEM Adesão à Câmara de Arbitragem do Mercado.

24 Níveis BOVESPA de Governança Corporativa ALÉM DOS REQUISITOS DOS NÍVEIS 1 E 2 NOVO MERCADO APENAS AÇÕES ORDINÁRIAS TODOS OS ACIONISTAS COM DIREITO A VOTO TAG ALONG EM CASO DE VENDA DO CONTROLE ACIONÁRIO, O COMPRADOR ESTENDERÁ A OFERTA DE COMPRA A TODOS OS DEMAIS ACIONISTAS, ASSEGURANDO-LHES O MESMO TRATAMENTO DADO AO GRUPO CONTROLADOR

25 Observações Finais Ranking Capital Aberto Caso Agrenco

26 Conceito O que é Governança Corporativa? OBRIGADA PELA ATENÇÃO! [email protected]

O que é Governança Corporativa?

O que é Governança Corporativa? O que é Governança Corporativa? O que é Governança Corporativa? Tradução literal de Corporate Governance conduz à percepção equivocada da abrangência e limites de aplicabilidade da Governança Corporativa.

Leia mais

COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A

COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A 1 NATUREZA DO COMITÊ E OBJETIVO GERAL O Comitê de Risco e Auditoria Interna é um órgão acessório ao Conselho de Administração (CAD) e tem como objetivo

Leia mais

Disciplina: Governança Corporativa Professora: Rosely Gaeta

Disciplina: Governança Corporativa Professora: Rosely Gaeta Disciplina: Governança Corporativa Professora: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 ORIGENS E FUNDAMENTOS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA - FUNDAMENTOS Fonte: Nota de Aula 05 Governança Corporativa - Prof Fábio Gomes

Leia mais

Proposta de Modelo de Avaliação de Gestão e Governança para Bancos

Proposta de Modelo de Avaliação de Gestão e Governança para Bancos Proposta de Modelo de Avaliação de Gestão e Governança para Bancos Sílvia Marques de Brito e Silva Amaro Luiz de Oliveira Gomes Bacen/Denor Estrutura da Apresentação 1. Objetivo do trabalho 2. Importância

Leia mais

MARCOS HISTÓRICOS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA: O ATIVISMO DE MONKS X OS PRINCÍPIOS DA ORGANIZAÇÃO DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

MARCOS HISTÓRICOS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA: O ATIVISMO DE MONKS X OS PRINCÍPIOS DA ORGANIZAÇÃO DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO 235 MARCOS HISTÓRICOS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA: O ATIVISMO DE MONKS X OS PRINCÍPIOS DA ORGANIZAÇÃO DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO JovelinoMárcio de Souza¹, Ronise Suzuki de Oliveira² Resumo:

Leia mais

EXTRATO DA POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS

EXTRATO DA POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas as áreas da Fibria que, direta

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2/11 Sumário 1. Conceito... 3 2. Objetivo... 3 3. Áreas de aplicação... 3 4. Diretrizes... 4 4.1 Princípios... 4 4.2 Estratégia de e Responsabilidade

Leia mais

Nível 2. Governança Corporativa

Nível 2. Governança Corporativa Nível 2 Governança Corporativa Apresentação Implantados em dezembro de 2000 pela antiga Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), o Novo Mercado e os Níveis Diferenciados de Governança Corporativa Nível

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA GOVERNANÇA CORPORATIVA: PONTOS RELEVANTES PARA EVOLUÇÃO DOS SEGMENTOS ESPECIAIS DA BM&FBOVESPA

CONSULTA PÚBLICA GOVERNANÇA CORPORATIVA: PONTOS RELEVANTES PARA EVOLUÇÃO DOS SEGMENTOS ESPECIAIS DA BM&FBOVESPA CONSULTA PÚBLICA GOVERNANÇA CORPORATIVA: PONTOS RELEVANTES PARA EVOLUÇÃO DOS SEGMENTOS ESPECIAIS DA BM&FBOVESPA QUESTÕES I. IDENTIFICAÇÃO 1. Assinale a alternativa que identifica seu perfil como respondente

Leia mais

Preparação da Empresa para o Capital Empreendedor. Sidney Chameh ABVCAP

Preparação da Empresa para o Capital Empreendedor. Sidney Chameh ABVCAP Preparação da Empresa para o Capital Empreendedor Sidney Chameh ABVCAP Agenda Mudança Cultural Passos para obtenção do capital empreendedor O que os fundos procuram Seleção de projetos Ciclo de Investimento

Leia mais

I - o modelo de gestão a ser adotado e, se for o caso, os critérios para a contratação de pessoas jurídicas autorizadas ou credenciadas nos termos da

I - o modelo de gestão a ser adotado e, se for o caso, os critérios para a contratação de pessoas jurídicas autorizadas ou credenciadas nos termos da RESOLUCAO 3.506 Dispõe sobre as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social instituídos pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do

Leia mais

Introdução à lei Sarbanes- Oxley

Introdução à lei Sarbanes- Oxley Introdução à lei Sarbanes- Oxley A Lei Sarbanes-Oxley (Sarbanes-Oxley Act, normalmente abreviada em SOx ou Sarbox) é uma lei dos Estados Unidos criada em 30 de julho de 2002 por iniciativa do senador Paul

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 549, DE 24 DE JUNHO DE 2014

INSTRUÇÃO CVM Nº 549, DE 24 DE JUNHO DE 2014 Altera a Instrução CVM nº 409, de 18 de agosto de 2004, que dispõe sobre a constituição, a administração, o funcionamento e a divulgação de informações dos fundos de investimento. O PRESIDENTE DA COMISSÃO

Leia mais

Ambiente de Controles Internos

Ambiente de Controles Internos Ambiente de Controles Internos Agosto/2012 Gerência de Gestão de Riscos, Compliance e Controles Internos Gestão de Controle Interno Responsabilidades GESTÃO DE RISCOS AUDITORIA INTERNA Mapeamento dos Riscos

Leia mais

PrimeGlobal PGBR. Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos. Diferença PrimeGlobal

PrimeGlobal PGBR. Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos. Diferença PrimeGlobal PrimeGlobal PGBR Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos Somos uma empresa de auditoria, consultoria e impostos, criada á partir da junção de importantes empresas nacionais,

Leia mais

Práticas Corporativas

Práticas Corporativas Práticas Corporativas Nível 1 de Governança Corporativa Fontes: Estatuto Social Código de Conduta Relatório de Sustentabilidade Formulário de Referência Política de divulgação e negociação Atualizado em

Leia mais

1 a Jornada de Contabilidade Práticas de Governança Corporativa e Transparência 22 de setembro de 2005

1 a Jornada de Contabilidade Práticas de Governança Corporativa e Transparência 22 de setembro de 2005 1 a Jornada de Contabilidade Práticas de Governança Corporativa e Transparência 22 de setembro de 2005 Agenda Introdução Demandas do mercado de capitais Governança corporativa Governança corporativa no

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL SUL AMÉRICA INVESTIMENTOS DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Índice: 1 OBJETIVO 2 2 CONCEITOS E DEFINIÇÕES 2 3

Leia mais

REGULAÇÃO MÍNIMA DO MERCADO DE CAPITAIS

REGULAÇÃO MÍNIMA DO MERCADO DE CAPITAIS MERCOSUL/CMC/DEC. N 8/93 REGULAÇÃO MÍNIMA DO MERCADO DE CAPITAIS TENDO EM VISTA: o Art. 1 do Tratado de Assunção, a Decisão N 4/91 do Conselho do Mercado Comum e a Recomendação N 7/93 do Subgrupo de Trabalho

Leia mais

SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A. Regimento Interno do Conselho de Administração

SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A. Regimento Interno do Conselho de Administração SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A. Regimento Interno do Conselho de Administração Este Regimento Interno foi aprovado pelo Conselho de Administração da Suzano Papel e Celulose S.A. em 18 de fevereiro de 2016.

Leia mais

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Outras Apostilas em: www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Centro Universitário Geraldo di Biase 1. Governança Corporativa A Governança Corporativa tem sido objeto de vários

Leia mais

A Prática na Unimed João Pessoa

A Prática na Unimed João Pessoa A Prática na Unimed João Pessoa 27º Encontro Nacional de Núcleos de Desenvolvimento Humano e Comitês Educativos Unimed do Brasil São Paulo, Julho/2015 COOPERATIVISMO E GOVERNANÇA Princípios e Características

Leia mais

Unidade I GOVERNANÇA CORPORATIVA. Profa. Ligia Vianna

Unidade I GOVERNANÇA CORPORATIVA. Profa. Ligia Vianna Unidade I GOVERNANÇA CORPORATIVA Profa. Ligia Vianna Conceito Termo governança corporativa: criado no início da década de 1990, nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha. Objetiva definir as regras que regem

Leia mais

BETAPART PARTICIPAÇÕES S.A. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E DE 2013. Página 1 de 16

BETAPART PARTICIPAÇÕES S.A. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E DE 2013. Página 1 de 16 BETAPART PARTICIPAÇÕES S.A. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E DE 2013 Página 1 de 16 BETAPART PARTICIPAÇÕES S.A. Demonstrações Contábeis Em 31 de Dezembro de 2014 e de 2013 Conteúdo Relatório

Leia mais

Código Revisão Data Emissão Aprovação PPG 1.0 18/02/2016 HS - RC RCA SUMÁRIO

Código Revisão Data Emissão Aprovação PPG 1.0 18/02/2016 HS - RC RCA SUMÁRIO Código Revisão Data Emissão Aprovação PPG 1.0 18/02/2016 HS - RC RCA Título: Política de Controles Internos Riscos Corporativos SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 2 2. PRINCÍPIOS... 2 3. ABRANGÊNCIA... 2 4. DEFINIÇÕES...

Leia mais

/ 2012 6 ( ) ADM ( X ) COMEX ( X ) MKT

/ 2012 6 ( ) ADM ( X ) COMEX ( X ) MKT Disciplina: Governança Corporativa / 2012 Carga horária: 68h Curso/Semestre: 6 ( x ) ADM ( X ) COMEX ( X ) MKT Data de atualização: janeiro 2012 Núcleo: ECONOMIA Nucleador: LUÍS CARLOS VIEIRA DA CUNHA

Leia mais

Governança Corporativa Profa. Patricia Maria Bortolon

Governança Corporativa Profa. Patricia Maria Bortolon Governança Corporativa Desenvolvimento dos Códigos de Boas Práticas no Mundo Aula 3 O crescimento dos Códigos de Governança Durante a última década, todo ano uma série de novos códigos e revisões são introduzidos

Leia mais

Tendências da Governança Corporativa Tá na Mesa Porto Alegre, 7/04/2010. Gilberto Mifano

Tendências da Governança Corporativa Tá na Mesa Porto Alegre, 7/04/2010. Gilberto Mifano Tendências da Governança Corporativa Tá na Mesa Porto Alegre, 7/04/2010 Gilberto Mifano Agenda Panorama atual da GC no Brasil 2009 x 2003 Temas em discussão no Brasil e no Mundo 2 GOVERNANÇA CORPORATIVA

Leia mais

Certificações Deloitte Programa de Inteligência em Riscos

Certificações Deloitte Programa de Inteligência em Riscos Certificações Deloitte Programa de Inteligência em Riscos Certificação Deloitte A Deloitte é referência mundial em soluções integradas em todas as indústrias e vem atendendo as demandas corporativas em

Leia mais

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Introdução O panorama que se descortina para os próximos anos revela um quadro de grandes desafios para as empresas. Fatores como novas exigências dos

Leia mais

Última atualização em: 23/4/2014 Resolução Sicoob Confederação 080. 1ª edição em 14/6/2012 Resolução Sicoob Confederação 031 1/5

Última atualização em: 23/4/2014 Resolução Sicoob Confederação 080. 1ª edição em 14/6/2012 Resolução Sicoob Confederação 031 1/5 1. Esta Política Institucional de Gerenciamento de Capital: a) é elaborada por proposta da área de Controles Internos e Riscos da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Sicoob Confederação; b)

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR DATASUS Maio 2013 Arquivo: Política de Gestão de Riscos Modelo: DOC-PGR Pág.: 1/12 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO...3 1.1. Justificativa...3 1.2. Objetivo...3 1.3. Aplicabilidade...4

Leia mais

ATRIBUIÇÕES ESSENCIAIS DA FUNÇÃO

ATRIBUIÇÕES ESSENCIAIS DA FUNÇÃO PERFIL DE CARGO S 1- DADOS DA VAGA Cargo: Analista Função: Analista de Cooperativismo e Monitoramento Unidade Estadual: Sescoop- Maranhão Carga Horária: 40h/ semanais Salário: R$ 1.663,00 (hum mil seiscentos

Leia mais

Política de Divulgação de Informações Relevantes e Preservação de Sigilo

Política de Divulgação de Informações Relevantes e Preservação de Sigilo Índice 1. Definições... 2 2. Objetivos e Princípios... 3 3. Definição de Ato ou Fato Relevante... 4 4. Deveres e Responsabilidade... 5 5. Exceção à Imediata Divulgação... 7 6. Dever de Guardar Sigilo...

Leia mais

Governança Corporativa Gestão de Riscos

Governança Corporativa Gestão de Riscos Governança Corporativa Gestão de Riscos Introdução As constantes mudanças no âmbito global têm fomentado a necessidade do aprimoramento dos controles executados pelas organizações e do ambiente de riscos,

Leia mais

Fundos de Investimentos em Participações (FIP) e Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE)

Fundos de Investimentos em Participações (FIP) e Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE) I Curso de Férias do Grupo de Estudos de Direito Empresarial - Direito UFMG Fundos de Investimentos em Participações (FIP) e Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE) Bernardo Vianna

Leia mais

18/08/2015. Governança Corporativa e Regulamentações de Compliance. Gestão e Governança de TI. Governança Corporativa. Governança Corporativa

18/08/2015. Governança Corporativa e Regulamentações de Compliance. Gestão e Governança de TI. Governança Corporativa. Governança Corporativa Gestão e Governança de TI e Regulamentações de Compliance Prof. Marcel Santos Silva A consiste: No sistema pelo qual as sociedades são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo o relacionamento

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS 1. INTRODUÇÃO Entende-se como responsabilidade socioambiental, no âmbito da Magliano SA CCVM, o processo contínuo de: Respeito e proteção aos direitos humanos por meio da promoção de diversidade, inclusão

Leia mais

São Paulo, 04 de setembro de 2008. Bom dia, Senhoras e Senhores:

São Paulo, 04 de setembro de 2008. Bom dia, Senhoras e Senhores: Discurso do diretor de Fiscalização do Banco Central do Brasil, Alvir Alberto Hoffmann, no II Seminário de Boa Governança do Sistema Financeiro Nacional São Paulo, 04 de setembro de 2008 Bom dia, Senhoras

Leia mais

MECANISMOS DE CONTROLE INTERNO NA GOVERNANÇA CORPORATIVA

MECANISMOS DE CONTROLE INTERNO NA GOVERNANÇA CORPORATIVA MECANISMOS DE CONTROLE INTERNO NA GOVERNANÇA CORPORATIVA ADALBERTO JOSÉ CONTESSOTTO,ADILSON TREVISAN, FILIPE FRANCISCHINE, LUCIANO APARECIDO SOARES E MARCOS PAULO GONÇALVES, alunos do Curso de Administração

Leia mais

Governo das Sociedades E RESPONSABILIDADE SOCIAL

Governo das Sociedades E RESPONSABILIDADE SOCIAL Governo das Sociedades E RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS 23-2-2015 Carlos Tavares 1. Quando falamos em governo das sociedades e no papel da respectiva regulação, a primeira questão que se nos depara

Leia mais

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro Gerenciamento de Projetos Douglas Farias Cordeiro Conceito de Organização Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado

Leia mais

A Função de Controles Internos em Instituições Financeiras

A Função de Controles Internos em Instituições Financeiras Seminário IIA Brasil - Os Desafios da Auditoria Interna frente aos processos de Gestão de Riscos, Controles e Governança Corporativa Belém, 21 de junho de 2013 A Função de Controles Internos em Instituições

Leia mais

PROPOSTA DE REGIMENTO INTERNO PARA O COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (CTI)

PROPOSTA DE REGIMENTO INTERNO PARA O COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (CTI) PROPOSTA DE REGIMENTO INTERNO PARA O COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (CTI) Abril/2013 CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA Art. 1º. O Comitê de Tecnologia da Informação CTI do Instituto Federal

Leia mais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais Fl. 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais PORTARIA CARF Nº 64, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2015. Dispõe sobre a Política de Gestão de Riscos do Conselho Administrativo de Recursos

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental 1.0 PROPÓSITO A Política de Responsabilidade Socioambiental ( PRSA ) do Banco CNH Industrial Capital S.A. tem, como finalidade, estabelecer princípios e diretrizes que norteiem as ações da Instituição

Leia mais

PORTARIA Nº 2.050, DE 22 DE ABRIL DE 2016.

PORTARIA Nº 2.050, DE 22 DE ABRIL DE 2016. PORTARIA Nº 2.050, DE 22 DE ABRIL DE 2016. Inclui o Anexo 10 da Portaria nº 4.772/2008, a qual institui a Política de Segurança da Informação no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. A

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2013 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2013 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

ELEKEIROZ S.A. CNPJ 13.788.120/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300323971

ELEKEIROZ S.A. CNPJ 13.788.120/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300323971 ELEKEIROZ S.A. CNPJ 13.788.120/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300323971 ATA SUMÁRIA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 7 DE FEVEREIRO DE 2014 DATA, HORA E LOCAL: Em 7 de fevereiro de

Leia mais

POLÍTICA RISCO OPERACIONAL

POLÍTICA RISCO OPERACIONAL POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL 1 POLITICA DE RISCO OPERACIONAL Conceito A definição de Risco Operacional adotada pelo Conglomerado Cruzeiro do Sul, em acordo com a norma vigente, é a seguinte: Risco Operacional

Leia mais

Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras

Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Versão 5.0 dezembro 2010 Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Sumário 1. Objetivos 2. Conceitos 3. Referências 4. Princípios 5. Diretrizes

Leia mais

MODELO BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS OPERACIONAIS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

MODELO BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS OPERACIONAIS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL MODELO BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS OPERACIONAIS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Ministério da Previdência Social - MPS Secretaria Executiva - SE Assessoria de Gerenciamento de Riscos - AGR MODELO BRASILEIRO

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA CONCEITOS PARA REVISÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA CONCEITOS PARA REVISÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA CONCEITOS PARA REVISÃO Este capítulo introduz vários conceitos novos que serão usados através do texto. Duas idéias deverão ser mantidas em mente enquanto

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º CT460- CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA HISTÓRIA DA CONTABILIDADE, ELEMENTOS INTRODUTÓRIOS DE CONTABILIDADE: OBJETO DE ESTUDO E SUA REPRESENTAÇÃO GRÁFICA, CAMPO DE ATUAÇÃO, INFORMAÇÕES CONTÁBEIS

Leia mais

http://www.grupoempresarial.adm.br/contab_geral/prof_lima.htm

http://www.grupoempresarial.adm.br/contab_geral/prof_lima.htm DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS Representam um conjunto de informações que devem ser obrigatoriamente divulgadas, anualmente, segundo a lei 6404/76, pela administração de uma sociedade por ações e representa a

Leia mais

GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL

GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL Definição de Risco Operacional Riscos Operacionais cobrem as instâncias onde a corretora pode sofrer perdas inerentes direta ou indiretamente a processos internos falhos ou

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

Governança Corporativa e Familiar Desafios e Oportunidades

Governança Corporativa e Familiar Desafios e Oportunidades Governança Corporativa e Familiar Desafios e Oportunidades Luiz Marcatti Fevereiro/2009 GOVERNANÇA CORPORATIVA É o sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas, envolvendo os relacionamentos

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 5.0 06/12/2010 Sumário 1 Objetivos... 3 2 Conceitos... 3 3 Referências... 4 4 Princípios... 4 5 Diretrizes... 5 6 Responsabilidades... 6 7 Disposições

Leia mais

Diretrizes de Governança Corporativa

Diretrizes de Governança Corporativa Diretrizes de Governança Corporativa DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BM&FBOVESPA Objetivo do documento: Apresentar, em linguagem simples e de forma concisa, o modelo de governança corporativa da

Leia mais

Aula 1 Governança Corporativa BDMG

Aula 1 Governança Corporativa BDMG Aula 1 Governança Corporativa BDMG Olá, pessoal! Agradeço a confiança de todos! Quero ajudá-los a conseguirem a aprovação no concurso do BDMG. O programa é extenso e a Bibliografia também. Governança Corporativa

Leia mais

MANUAL PARA REGISTRO DE CERTIFICADO DE DEPÓSITO DE VALORES MOBILIÁRIOS - BDR NÍVEL I NÃO PATROCINADO

MANUAL PARA REGISTRO DE CERTIFICADO DE DEPÓSITO DE VALORES MOBILIÁRIOS - BDR NÍVEL I NÃO PATROCINADO MANUAL PARA REGISTRO DE CERTIFICADO DE DEPÓSITO DE VALORES MOBILIÁRIOS - BDR NÍVEL I NÃO PATROCINADO Artigo 1º. Para registro do Certificado de Depósito de Valores Mobiliários - BDR Nível I Não Patrocinado

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO

Leia mais

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S/A CNPJ/MF n.º 61.486.650/0001-83 NIRE n.º 35.300.172.507. Companhia Aberta

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S/A CNPJ/MF n.º 61.486.650/0001-83 NIRE n.º 35.300.172.507. Companhia Aberta DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S/A CNPJ/MF n.º 61.486.650/0001-83 NIRE n.º 35.300.172.507 Companhia Aberta ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 12 DE NOVEMBRO DE 2015 ANEXO I Política de Divulgação

Leia mais

Av. Ataulfo de Paiva, 245-3º andar Leblon CEP: 22440-032 www.animaeducacao.com.br/ri Rio de Janeiro Tel.: +55 (21) 3550-1630. www.genuscapital.com.

Av. Ataulfo de Paiva, 245-3º andar Leblon CEP: 22440-032 www.animaeducacao.com.br/ri Rio de Janeiro Tel.: +55 (21) 3550-1630. www.genuscapital.com. Av. Ataulfo de Paiva, 245-3º andar Leblon CEP: 22440-032 Rio de Janeiro Tel.: +55 (21) 3550-1630 www.genuscapital.com.br A EMPRESA A Genus Capital Group é uma gestora independente centrada em produtos

Leia mais

para a Governança Corporativa

para a Governança Corporativa Seminário A importância dos Websites de Sustentabilidade para os Públicos Estratégicos A relevância da sustentabilidade t d para a Governança Corporativa Carlos Eduardo Lessa Brandão [email protected] (11)

Leia mais

A nova visão da. Contabilidade Aplicada ao Setor Público

A nova visão da. Contabilidade Aplicada ao Setor Público A nova visão da Contabilidade Aplicada ao Setor Público Constituição Federal Lei de Responsabilidade Fiscal 101/2000 Lei 4.320/64 Finanças Públicas Lei 12.249/2010 Conselho Federal de Contabilidade Lei

Leia mais

POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO

POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO Belo Horizonte, Fevereiro de 2016. Diretoria Executiva de Controladoria, Compliance, PLD e Riscos Diretoria de Compliance, PLD e Riscos ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2.

Leia mais

GOVERNANÇA CORPORATIVA

GOVERNANÇA CORPORATIVA GOVERNANÇA CORPORATIVA O que é governança corporativa? Qual o motivo do crescente interesse pela governança corporativa? A quem interessa a governança corporativa? Trata-se de apenas mais um modismo? Francisco

Leia mais

Melhores Práticas de Governança

Melhores Práticas de Governança Melhores Práticas de Governança Corporativa Eletros Novembro de 2011 Eliane Lustosa Objetivos Introdução Governança Corporativa (GC) Conceito e princípios básicos Sistema Importância e benefícios Principais

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Artigo 2º - O currículo, ora alterado, será implantado no início do ano letivo de 2001, para os matriculados na 5ª série.

R E S O L U Ç Ã O. Artigo 2º - O currículo, ora alterado, será implantado no início do ano letivo de 2001, para os matriculados na 5ª série. RESOLUÇÃO CONSEPE 54/00 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS, REGIME SERIADO ANUAL, TURNO NOTURNO, DO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, JURÍDICAS E ADMINISTRATIVAS, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA.

Leia mais

Apresentação. Apresentação. Adesão ao Nível 1 de Governança Corporativa. Requisitos para Adesão ao Nível 1

Apresentação. Apresentação. Adesão ao Nível 1 de Governança Corporativa. Requisitos para Adesão ao Nível 1 Apresentação Apresentação Implantados em dezembro de 2000 pela Bolsa de Valores de São Paulo BOVESPA, o Novo Mercado e os Níveis Diferenciados de Governança Corporativa Nível 1 e Nível 2 são segmentos

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE DO GRUPO INVEPAR

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE DO GRUPO INVEPAR DE DO GRUPO INVEPAR PÁGINA Nº 2/5 1. INTRODUÇÃO Desenvolver a gestão sustentável e responsável nas suas concessões é um componente fundamental da missão Invepar de prover e operar sistemas de mobilidade

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL PAPÉIS E RESPONSABILIDADES

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL PAPÉIS E RESPONSABILIDADES ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL O Conglomerado Prudencial Safra SAFRA, de acordo com as melhores práticas de mercado e integral atendimento à regulamentação, implementou a sua Estrutura

Leia mais

M. DIAS BRANCO S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS Companhia Aberta Capital Autorizado CNPJ nº 07.206.816/0001-15 NIRE 2330000812-0

M. DIAS BRANCO S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS Companhia Aberta Capital Autorizado CNPJ nº 07.206.816/0001-15 NIRE 2330000812-0 1 M. DIAS BRANCO S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS Companhia Aberta Capital Autorizado CNPJ nº 07.206.816/0001-15 NIRE 2330000812-0 POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO COM PARTES RELACIONADAS 1. OBJETIVO 1.1

Leia mais

O estado da arte da sustentabilidade empresarial. A gestão da sustentabilidade como pilar de sucesso das companhias no longo prazo

O estado da arte da sustentabilidade empresarial. A gestão da sustentabilidade como pilar de sucesso das companhias no longo prazo O estado da arte da sustentabilidade empresarial A gestão da sustentabilidade como pilar de sucesso das companhias no longo prazo A Usina82 Missão Contribuir para que companhias de todos os setores incorporem

Leia mais

-CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO

-CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO -CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO 1. Sistema Sicoob A Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional abaixo visa dar conformidade ao que dispõe a Resolução n 3.380/2006, do Conselho Monetário

Leia mais