CESA COMITÊ SOCIETÁRIO
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1 CESA COMITÊ SOCIETÁRIO GOVERNANÇA CORPORATIVA Heloisa de Oliveira Herrera Agosto/2008
2 Processo Histórico Governança Corporativa APRESENTAÇÃO Razões internas e externas determinantes para adoção da Governança Corporativa Conceito de Governança Corporativa Os Princípios da Governança Corporativa Governança Corporativa no Brasil (breve análise) Recomendação CVM Níveis de Governança BOVESPA: 1, 2 e Novo Mercado
3 respaldo teológico à diligência empreendedora do capitalismo emergente ÉTICA CALVINISTA Evolução Histórica Processos Determinantes as mudanças nas relações entre o capital e o trabalho, a formação do capitalismo industrial REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Do Poder da Terra para o poder do capital Alta produtividade, mobilização massiva de poupanças A ASCENSÃO DO CAPITAL Fim da abstenção do governo, controle dos vícios do mercado e conciliação do livre empreendimento com o interesse social CRASH, REVOLUÇÃO KEYNESIANA E OS AVANÇOS DA MACROECONOMIA DOUTRINA LIBERAL suporte doutrinário às instituições do sistema capitalista TECNOLOGIA, ESCALAS E PRODUÇÃO EM SÉRIE Grandes Escalas O Modelo Ford O SISTEMA DA SOCIEDADE ANÔNIMA Segurança dos investidores, efervescência do mercado. O DESENVOLVIMENTO DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Despertar para GOVERNANÇA CORPORATIVA
4 Processo Histórico Doutrinas Precursoras Adolf A. Berle e Gardner C. Means (1932) The modern corporation and private property. A separação da propriedade e da gestão J. K. Galbraith (1967) The new industrial state. A emergência de novo fator de poder: as tecnoestruturas da gestão R. Monks (1995). Corporate Governance. O ativismo para revisão das relações acionistas-conselhos-gestores Cadbury (1992). The Cadbury Report. Um código pioneiro de boas práticas de governança OCDE Organização para Cooperação e Desenvolvimeno Econômico (1999) Principles of corporate governance. A difusão mundial dos códigos de boa governança.
5 Evolução Histórica da Governança Mundo e Brasil Acionista majoritário familiar Conselheiros não atuantes Valorização do Acionista Abertura de capital, fundos de investimento, fundos de pensão participaçao de bancos Fundos tipos Calpers e Fidelity Criação dos níveis diferenciados de governança corporativa BOVESPA (2000) Anos 50/60 Anos 70 Anos 80 Anos Surgimento de grandes conselhos: Docas, Monteiro Aranha e Alpargatas Fundação da NACD National Association of Corporate Directors Lei 6.404/76 Criação da CVM Surgimento da Governança Corporativa (1992) 1º Código Cadbury Report (Inglaterra) Mudanças nos comandos decorrentes das pressões dos Conselhos: General Motors, IBM, Kodak, Sears etc. General Motors: Corporate Governance Guideines (1994) 1995 criação do IBCA Instituto Brasileiro de Conselheiros de Administração (hoje IBGC) 1996 Código das Melhores Práticas da NACD Report 1999 criação da OCDE Organização para cooperação e desenvolvimento econômico
6 Razões Determinantes (Raízes de conflitos de agência proprietários-gestores e majoritários-minoritários) O GESTOR OPORTUNISTA Conflito típico de agência: Interesses dos acionistas conflituosos com os dos gestores Agentes que podem vir a exercer práticas oportunistas: os gestores Exemplos: Benefícios exorbitantes autoconcedidos Crescimento da empresa em detrimento da maximização do retorno Participação acionária em empresas clientes ou fornecedoras daquela que gerenciam AS REAÇÕES Preocupações efetivas com boas práticas de governança corporativa. Criação de institutos legais e marcos regulatórios protecionistas dos direitos e interesses dos acionistas. Constituição de Conselhos de Administração eficazes, com foco em: remoção de conflitos e de custos de agências Práticas centradas no retorno e na riqueza dos acionistas O ACIONISTA OPORTUNISTA Conflito típico de agência: Agentes que podem vir a exercer práticas oportunistas: majoritários Exemplos: Uso fechado de informações privilegiadas Autonomeação ou nepotismo para cargos relevantes Co-optação de colegiados corporativos: complacência em relação à estratégia e às operações Estruturas piramidais de controle: participações acionárias cruzadas
7 Razões Determinantes para Adoção da Governança Corporativa Relacionamento acionistas-corpora corporações Falhas, informalidades e descontinuidade Inconformidades com disposições estatutárias Opacidade ou acesso privilegiado a informações Desprezível participação efetiva de minoritários Expropriações: abuso do poder majoritário Para Ajustes, maior formalidade e regularidade no relacionamento Conformidade: restabelecimento de maior vigor Transparência: comunicações abertas Democracia acionária: minoritários ativos e representados Justa retribuição dos investidores minoritários
8 Razões Determinantes para Adoção da Governança Corporativa Constituição de Conselhos de Administração Baixa eficácia. Pro forma preponderando sobre efetividade Conflitos de interesses presentes Mérito e competência desconsiderados Mandatos irremovíveis de conselheiros complacentes Para Comprometimento, responsabilidade, resultados Interesses conflituosos removidos Exigência: perfis de excelência Alternância e nomeação, pelos acionistas, de conselheiros independentes.
9 Razões Determinantes para Adoção da Governança Corporativa Atuação da Direção Executiva: Conflitos de Agência Conflitos com interesses dos acionistas: benefícios questionáveis autoconcedidos Conciliação questionável dos resultados de curto com os de longo prazo Diretrizes importantes não objeto de consenso Estratégias defensivas: proteções para os gestores não geradoras de valor Manipulações contábeis: resultados forjados Para Alinhamento negociado de interesses: harmonização fundamentada em resultados Gestão de resultados: brilho de curto prazo não prejudicial à perenidade da cia. Avaliação e homologação pela Assembléia ou conselhos de acionistas. Estratégias agressivas, bem formuladas e arrojadas, geradoras de valor Prestação responsável de contas: rigor na demonstração de resultados.
10 RAZÕES EXTERNAS Razões Adicionais RAZÕES INTERNAS 1. MUDANÇAS NO MACROAMBIENTE Globalização uniões, blocos, mercados comuns 2. MUDANÇAS NO AMBIENTE DE NEGOCIOS Novas estruturas de competição Crescente velocidade e profundidade das mudanças 3. REVISÕES INSTITUCIONAIS Regulação geral abrangente e severa Profusão de códigos de governança Reações do mercado aos escândalos corporativos Postura mais ativa de investidores institucionais (fundos, private equities) 1. MUDANÇAS SOCIETÁRIAS Reestruturações societárias (alianças estratégicas, associações e controle de mercado) 2. REALINHAMENTOS ESTRATÉGICOS Novos mercados, novos competidores Gestão de alinhamentos (formulação de estratégias, modelos de acompanhamentos) 3. REORDENAMENTOS ORGANIZACIONAIS Profissionalização modelos avançados de gestão Reconstituição dos conselhos de administração Clareza e transparência: acionistas, diretores e conselheiros Controles preventivos
11 SÍNTESE A reaproximação das três âncoras do mundo corporativo: acionistas-conselhos-direção A proposição de códigos de boas práticas para a alta gestão A ênfase em valores: foco na recuperação da ética corporativa: conformidade, transparência e prestação responsável de contas A resposta da governança a um dos últimos avanços do sistema capitalista: Gestão orientada pelo conceito triple bottom line geração de resultados econômico-financeiros, sociais e ambientais.
12 QUAIS INTERESSES DEVEM SER ATENDIDOS PELA GESTÃO? 2 espécies de governança: STAKEHOLDERS e SHAREHOLDERS SHAREHOLDERS STAKEHOLDERS Origem anglo-saxão Voltado aos interesses dos acionistas e gestores com relação ao valor, riqueza e retorno Indicadores de desempenho voltados para demonstrações patrimoniais e financeiras Crescimento, riscos e retornos corporativos avaliações e aferições como focos da governança Origem nipo-germânica Ampliação de interesses geração abrangente de valor. Público-alvo maior, ligado à estratégia corporativa Vários indicadores de desempenho. Atenção para os resultados patrimoniais e financeiro e também para a sustentabilidade e função social. Elaboração de balanços social e ambiental.
13 CONCEITO Governança Corporativa Sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas,, envolvendo os relacionamentos entre acionistas/cotistas, conselho de administração, diretoria, auditoria independente e conselho fiscal. As boas práticas de governança corporativa têm a finalidade de aumentar o valor da sociedade, facilitar seu acesso ao capital e contribuir para sua perenidade IBGC INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA
14 CONCEITO Governança Corporativa Sistema segundo o qual as corporações de negócio são dirigidas e controladas.. A estrutura da governança corporativa especifica a distribuição dos direitos e responsabilidade entre os diferentes participantes da corporação, tais como o conselho de administração, os diretores executivos, os acionistas e outros interessados, além m de definir as regras e procedimentos para a tomada de decisão em relação às s questões corporativas. E oferece também m bases através s das quais os objetivos da empresa são estabelecidos, definindo os meios para se alcançarem arem tais objetivos e os instrumentos para se acompanhar o desempenho. OCDE Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico
15 CONCEITO Governança Corporativa Conjunto de princípios, pios, propósitos, processos e práticas que rege o sistema de poder (controle) e os mecanismos de gestão (direção) das empresas, abrangendo: Propósitos dos proprietários Sistema de relações proprietários-conselho-direção Maximização do retorno total dos proprietário, minimizando oportunismos conflitantes com este fim Sistema de informações relevantes e de prestação de contas às partes interessadas nos resultados corporativos Sistema guardião dos ativos tangíveis e intangíveis da cia. Adriana Andrade e José Paschoal Rossetti Governança Corporativa: fundamentos, desenvolvimento e tendências
16 Os Princípios da Governança Corporativa FAIRNESS - Senso de Justiça, equidade no tratamento dos acionistas Respeito aos direitos dos minoritários DISCLOSURE Transparência das informações Fato Relevante, que impacte nos negócios e que envolvam resultados, oportunidades e riscos ACCOUNABILITY - Prestação responsável de contas. Fundamentada nas melhores práticas contábeis e de auditoria COMPLIANCE - Conformidade no cumprimento de normas reguladoras. Estatuto social, regimento interno, legislação, regulamentação e instituições legais.
17 A Governança Corporativa no Brasil Reformas legislativas principais aspectos: 1. Redução do limite máximo de emissão de ações preferenciais 2. Redefinição dos direitos dos titulares de ações preferenciais 3. Competência e convocação da Assembléia Geral de acionistas 4. Composição, funcionamento e a competência do Conselho Fiscal 5. Composição e competência do Conselho de Administração 6. Eleição e composição da Diretoria Executiva 7. Acordos de Acionistas 8. Alienação de controle das companhias abertas 9. Arbitragem e solução de conflitos internos 10.Novas formalidades do Código Civil 11.Alcance da SOX (Lei Sarbanes-Oxley)
18 Recomendações da CVM ASSEMBLÉIAS ESTRUTURA ACIONARIA FACILITAR ACESSO DOS ACIONISTAS DESCREVER OM PRECISÃO OS TEMAS QUE SERÃO TRATADOS INCLUIR MATÉRIAS SUGERIDAS PELOS MINORITARIOS TORNAR ACESSÍVEIS OS TERMOS DE ACORDO DE ACIONISTAS DAR PUBLICIDADE À RELAÇÃO DOS ACIONISTAS E RESPECTIVAS QUANTIDADES DE AÇÕES DEFINIR COM CLAREZA AS EXIGÊNCIAS PARA O VOTO E REPRESENTAÇÕES DECISÕES RELEVANTES DELIBERAÇÃO PELA MAIORIA DO CAPITAL SOCIAL CADA AÇÃO UM VOTO, INDEPENDENTEMENTE DE CLASSE OU ESPÉCIE TEMAS RELEVANTES: AVALIAÇÃO DE ATIVOS INCORPORÁVEIS ALTERAÇÃO DO OBJETO SOCIAL FUSÃO, CISÃO, INCORPORAÇÃO TRANSAÇÕES COM PARTES INTERESSADAS TAG ALONG ALIENAÇÃO DE CONTROLE: OFERTA PÚBLIA DE AQUISIÇÃO DE AÇÕES PELO MESMO PREÇO TRATAMENTO IGUAL A TODOS OS ACIONISTAS
19 Recomendações da CVM PROTEÇÃO MINORITARIOS DIREITO A VOTO PARA PREFERENCIAIS, NO CASO DE NÃO PAGAMENTO DE DIVIDENDOS DIVERGÊNCIAS ENTRE CONTROLADORES E MINORITÁRIOS SOLUCIONADAS POR ARBITRAGEM PROPORÇÃO DE AÇÕES ORDINÁRIAS E PREFERENCIAIS: LIMITE DE 50% TRANSAÇÕES ENTRE PARTES INTERESSADAS: ALINHADAS AOS INTERESSES DE TODOS OS ACIONISTAS ADOÇÃO DE NORMAS INTERNACIONAIS: IASB INTERNATIONAL ACCOUNTING STANDARDS BOARD DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GAAP UNITED STATES GENERALLY ACCEPTED ACCOUNTING PRINCIPLES LEI /07
20 Recomendações da CVM CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO E OBJETIVO: PROTEGER O PATRIMÔNIO DA CIA. E ORIENTAR A DIREÇÃO PARA MAXIMIZAR O RETORNO DO INVESTIMENTO CONSTITUIÇÃO: 5 A 9 CONSELHEIROS TECNICAMENTE QUALIFICADOS (2 CAPACITAÇÃO FINANÇAS E TÉCNICAS CONTÁBEIS) FUNCIONAMENTO: DETALHAMENTO DE ATRIBUIÇÕES PROCEDIMENTOS; AVALIAR ANUALMENTE A DIRETORIA EXECUTIVA; ADMITIR DETENTORES DE AÇÕES PREFERENCIAIS CONSELHEIROS E CEO S DEVEM SER PESSOAS DIFERENTES CONSELHO FISCAL E AUDITORIA CONSTITUIÇÃO DEFINIDA POR TITULARES DE AÇÕES ORDINÁRIAS E PREFERENCIAIS ADOÇÃO DE REGIMENTO COM ATRIBUIÇÕES E PROCEDIMENTOS RELACIONAMENTO COM AUDITORES SUPERVISIONADOS POR COMITÊ DE AUDITORIA ACESSO SEM LIMITAÇÕES A QUAISQUER INFORMAÇÕES ANÁLISE TRIMESTRAL: EXAME E DIVULGAÇÃO DE FATORES QUE INFLUENCIARAM O RESULTADO INDICAÇÃO DE FATORES DE RISCO A QUE A CORPORAÇÃO ESTÁ SUJEITA PERSPECTIVAS DO AMBIENTE DE NEGÓCIOS: MACROECONOMIA E RELACIONADOS AO SETOR
21 Níveis BOVESPA de Governança Corporativa NOVO MERCADO NÍVEL 2 NÍVEL 1
22 Níveis BOVESPA de Governança Corporativa FREE FLOAT Manutenção em circulação de parcela mínima de ações (25% do capital social). INFORMAÇÕES ADICIONAIS Além das obrigatórias (trimestrais anuais), abrir para o mercado demais informações. DISPERSÃO Mecanismos de OPA s que favoreçam a maior dispersão do capital PARTES BENEFICIÁRIAS Proibição de emissão e inexistência NÍVEL 1 DISCLOSURE Operações que envolvem ativos da Cia., por parte dos acionistas, controladores ou administradores. SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE Nos prospectos de OPA s abrir informações e elementos que subsidiem o processo de precificação. POSIÇÕES ACIONÁRIAS Abertura da posição acionária do acionista que detiver mais de 5% do capital votante. ACORDOS DE ACIONISTAS - Divulgação STOCK OPTIONS Divulgação NEGÓCIOS COM AÇÕES Divulgação mensal obrigatória REUNIÃO PÚBLICA Mínimo de uma reunião anual com analistas do mercado. CALENDÁRIO ANUAL Divulgação dos principais eventos (Assembléias etc.) SANÇÕES divulgação dos nomes das Cia. s às quais forem aplicadas pela Bovespa
23 Níveis BOVESPA de Governança Corporativa ALÉM DOS REQUISITOS DO NÍVEL 1 PADRÕES INTERNACIONAIS Elaboração das demonstrações financeiras de acordo com padrões internacionais (IASC e US GAAP) TAG ALONG Em caso de venda do controle acionário, extensão da oferta de compra para todos os acionistas detentores de ações ordinárias, com pagamento do mesmo valor de aquisição das ações do grupo de controle. Para os preferencialistas, pagamento de no mínimo 80% do valor das ações ordinárias. NÍVEL 2 DIREITO DE VOTO Concessão de direito de voto aos preferencialistas, para matérias e alta relevância corporativa: Transformação, incorporação, fusão ou cisão; Aprovação de contratos entre a Cia. e eu controlador ou outros que possa haver conflitos de interesse; Avaliação de bens que concorram para aumento do capital; Escolha de empresa para valuation, no caso do fechamento do capital. FECHAMENTO DO CAPITAL OPA de ações em circulação, com base no valor econômico da Cia., avaliado por empresa especializada, selecionada pela Assembléia, de uma lista tríplice indicada pelo Conselho de Administração. CONTROLE DIFUSO a Bovespa conduzirá o processo de OPA para a saída do seguimento, no caso em que não há acionista controlador. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Mínimo de 5 membros, com 20% de conselheiros independentes, mandato de 2 anos. ARBITRAGEM Adesão à Câmara de Arbitragem do Mercado.
24 Níveis BOVESPA de Governança Corporativa ALÉM DOS REQUISITOS DOS NÍVEIS 1 E 2 NOVO MERCADO APENAS AÇÕES ORDINÁRIAS TODOS OS ACIONISTAS COM DIREITO A VOTO TAG ALONG EM CASO DE VENDA DO CONTROLE ACIONÁRIO, O COMPRADOR ESTENDERÁ A OFERTA DE COMPRA A TODOS OS DEMAIS ACIONISTAS, ASSEGURANDO-LHES O MESMO TRATAMENTO DADO AO GRUPO CONTROLADOR
25 Observações Finais Ranking Capital Aberto Caso Agrenco
26 Conceito O que é Governança Corporativa? OBRIGADA PELA ATENÇÃO! [email protected]
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