1- OBJETIVO 2 - INTRODUÇÃO
|
|
|
- Jorge Melgaço Ximenes
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 EXPERIMENTO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR: Condução em Barras metálicas (aletas circulares) e Convecção Natural para o Ar 1- OBJETIVO Este experimento tem como objetivos: a determinação do perfil de temperatura ao longo de barras de seção circular uniforme de diversos diâmetros e materiais diferentes, a determinação do coeficiente convectivo natural médio de transferência de calor entre as barras e o ar ambiente e compar com os valores fornecidos pela literatura. 2 - INTRODUÇÃO Transmissão de calor é a denominação dada à passagem da energia térmica de um corpo para outro ou de uma parte para outra de um mesmo corpo. Essa transmissão pode se processar de três maneiras diferentes: condução, convecção e irradiação. Quando existe um gradiente de temperatura num corpo a transferência de calor é dada por condução. A condução de calor é um processo que exige a presença de um meio material e que, portanto, não ocorre no vácuo. A transferência de calor por convecção acontece quando existe troca de calor de um corpo com o fluido do ambiente. A convecção natural ocorre quando não tem velocidade no meio, já na convecção forçada o fluido passa pelo corpo com uma certa quantidade de movimento. No caso específico deste experimento, uma barra aquecida em uma das extremidades, cria-se um sistema com condução e convecção (convecção natural) combinadas. O fluxo condutivo na barra é considerado como sendo unidimensional, ou seja, admite-se a temperatura na barra como sendo uniforme ao longo de cada seção, assim como vamos desprezar a variação das propriedades físicas dos materiais com a temperatura. Desse modo o calor conduzido pela barra será removido através de um processo de convecção. Para estudar este problema, vide Figura 1, deve-se inicialmente fazer um balanço de energia sobre um elemento da barra de espessura dx: {Energia que entra}-{energia que sai}-{energia perdida por convecção}= {Variação de calor com o tempo} Figura 1 Condução em aletas Página 66 de 149
2 O coeficiente de transferência de calor por convecção é definido através da seguinte equação: (1) Desse modo as quantidades de energia são: - Energia entrando: (2) - Energia saindo: (3) - Energia perdida por convecção: (4) A área diferencial para a convecção é o perímetro da barra pelo comprimento diferencial dx. Quando combinamos estas quantidades, o balanço de energia fica: a (d 2 T/dx 2 ) (h.p/k.a) (T-T ) = (dt/dt) (5) que é a equação para o caso de regime transiente. Definindo: q = T -T obtém-se: a (d 2 q/dx 2 ) (h.p/k.a) q = (dq/dt) (6) A abordagem clássica da literatura para a descrição do comportamento de uma barra circular submetida a uma brusca variação de temperatura em seus extremos consiste em considerar o fluxo de calor como sendo unidimensional (ou seja, admite-se a temperatura da barra como sendo uniforme ao longo de cada seção da mesma), desprezando-se a variação das propriedades físicas dos materiais (k,cp,r) com a temperatura (vide eq.1,2,3,4,5,6). Assim sendo, em regime transiente, podemos escrever: T t 2 T hx P = a -.( T -T ) (7) 2 x C. r. A p As condições de contorno adotadas na resolução da equação (7) são: no tempo, considera-se T = T, para t = 0; na posição, para x = 0, toma-se T = T 0. A segunda condição de contorno para a posição (ou seja, para a extremidade oposta da barra) pode ser assumida de três formas distintas: 1 o ) T = T, para x Þ...(barra semi-infinita), que será chamada condição de contorno de de primeiro tipo. T 2 o ) = 0, para x = L...(barra com extremidade isolada); chamada condição de contorno t de segundo tipo. T 3 o ) - K x= L = h( T -T ) em x=l...(igualando o calor transmitido por convecção pela t extremidade com o calor transmitido por condução na barra em x = L, chamada condição de contorno de terceiro tipo. Página 67 de 149
3 A solução diferencial da equação (7) toma formas diferentes conforme a condição de contorno escolhida. Neste trabalho, limitaremos o estudo às condições de contorno de primeiro tipo e segundo tipo, uma vez que a eventual melhora na descrição do perfil de temperatura não justifica as complicações matemáticas acrescentadas pela adoção da condição de contorno de terceiro tipo, desde que a relação A/L seja pequena (que é o caso das barras utilizadas). Dentre as soluções da equação (7) apresentadas na literatura, temos: 1) Para a condição de contorno do primeiro tipo a solução é: (T-T )/(T 0 -T )= ½ { e -x Ö b/a. erfc[(x/2 Öat) - Öb.t ] + e x Öb/a.erfc[(x/2 Öa.t) + Öb.t ]} (8) Nesta equação, assim como nas equações apresentadas a seguir, admitiu-se um coeficiente de transferência de calor (barra-ar) médio (h) constante, ou seja, h x = h = constante. O parâmetro (b) relaciona-se com h pela equação: b = m 2. a (9) onde: para barras circulares (10) 2) A expressão do perfil de temperatura para o regime permanente pode ser obtido levando a equação (7) ao limite (tþ ), ou então integrando-se a equação (6) com T / t = 0. Desta forma obtém-se: - para a condição de contorno do primeiro tipo: (T - T ) / (T 0 - T ) = e mx (11) - para a condição de contorno do segundo tipo: (T - T ) / (T 0 - T ) = cos h [ m.(l.x)] / cos h (m.l) (12) Para o cálculo do h médio teórico utilizam-se correlações empíricas, para que seja possível comparar o valor experimental com o previsto na teoria. O coeficiente teórico de transferência convectiva de calor (h teórico ) pode ser calculado pelas correlações: do número de Rayleigh e de Nusselt, para cilindro horizontal comprido apresentada por Incopera (1992). O número de Rayleigh é calculado pela fórmula a seguir (Incropera): g * b * Ra = ( T -T ) x n * a * D E o número de Nusselt médio (Incropera): 3 (13) ì 0,387 * Ra Nu = í0,60 + é æ 0,559 ö ê1 + ç î êë è Pr ø 1/ 6 9 /16 ù ú úû 8 / 27 ü ý þ 2 (14) Página 68 de 149
4 Com esses dados é calculado o coeficiente teórico (h teórico ) (Incropera): h Nu * k ar teórico = (15) Dtubo 3 EQUIPAMENTO, MATERIAIS E PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 3.1. EQUIPAMENTO E MATERIAIS O equipamento utilizado está apresentado na Figura 2. Figura 2 Experimento para Transferência de Calor por Condução em Barras Metálicas e por Convecção Natural Página 69 de 149
5 Serão utilizadas quatro barras distintas: Barra A: Cobre com diâmetro igual a 13 mm Barra B: Alumínio com diâmetro igual a 13 mm; Barra C: Aço inox com diâmetro igual a 13 mm e Barra D: Aço inox com diâmetro igual a 25 mm; Cada barra tem uma das extremidades inseridas num Banho termostático contendo água (Fonte quente) com Controlador de Temperatura. A outra extremidade de cada barra encontra-se no ar ambiente ou pode ser isolada termicamente, uma vez que se deseja apenas as condições de contorno do primeiro e segundo tipos. Indicadores de Temperatura e Termopares colocados ao longo de cada barra para as medidas de (T) e estão dispostos nas Barras conforme tabela, a seguir: Barras Posição dos termopares ao longo das barras, a partir da parede da Fonte quente, em mm N o 1 N o 2 N o 3 N o 4 N o 5 N o 6 N o 7 N o 8 N o 9 N o 10 A, B,C e D Obs.: Conferir tais medidas PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Inicialmente, fazer a leitura de todos os termopares de todas as barras afim de anotar possíveis desvios de leitura entre eles e anotar a Temperatura média do ambiente (T ) através do termopar instalado sobre o painel elétrico; Encher o recipiente do Banho termostático com água até o nível indicado no visor do mesmo e regular a Temperatura do Banho termostático (fonte quente = T o ) para a temperatura de 50 o C; Esperar atingir o regime permanente de transferência de calor ao longo de todas as Barras e então começar a anotar as temperaturas em cada posição (x) de cada barra inclusive a da fonte quente (T 0 ). Obs.: Evitar deslocamentos de ar nas proximidades das barras a fim de obtermos o coeficiente convectivo natural Em seguida, regular a Temperatura do Banho termostático (fonte quente = T o ) para a temperatura de 90 o C; Esperar atingir o regime permanente de transferência de calor ao longo de todas as Barras e então começar a anotar as temperaturas em cada posição (x ) de cada barra inclusive a da fonte quente (T 0 ). Obs.: Evitar deslocamentos de ar nas proximidades das barras a fim de obtermos o coeficiente convectivo natural. OBS.: Como curiosidade; após ter devidamente anotado todas as temperaturas do item 4.3, ligar algum ventilador disponível e direcionar sobre as Barras. Observe a queda brusca Página 70 de 149
6 de temperatura das Barras e, consequentemente, a diferença significativa entre um Coeficiente convectivo forçado de troca de calor e o convectivo natural. 4 - CÁLCULOS E ANÁLISE DOS RESULTADOS Traçar gráficos do perfil de temperatura ao longo das quatro barras para as duas situações de (T o ) realizadas, numa mesma figura. Analise e comente Traçar gráficos de (T - T )/(T 0 - T ) versus (x) visando a obtenção do (h) médio para cada situação de T 0. Analise e comente Compare o valor obtido para (h) médio com o valor encontrado na literatura e comente sobre possíveis desvios e erros cometidos. 5 SIMBOLOGIA A = área de seção transversal das barras; Cp = calor específico; D = diâmetro das barras; h x = coeficiente local de transferência de calor; k = condutividade térmica dos materiais das barras; L = comprimento total das barras; T= temperatura local; m = parâmetro ajustável; P = perímetro de seção transversal da barras; To = temperatura em x=0; T = temperatura ambiente; t = tempo; x = coordenada de posição; a = difusividade térmica; b = parâmetro ajustável; r = massa específica dos materiais das barras. 6 BIBLIOGRAFIA 1- INCROPERA, Frank P. Fundamentos de Transferência de Calor e de massa. Rio de Janeiro: LTC, ARPACI, V.S. - Conduction Heat Transfer - Addison/Wesley Publishing Company, CROSBY, E.J. - Experimentos sobre Fenômenos de Transporte en las Operaciones Unitárias de la Industria Química, Editoral Hispano Americano S.A., HOLMAN, J.P. - Transferência de Calor. McGraw-Hill, KREITH, F. - Princípios de Transmissão de Calor. Editora Edgar-Blucher Ltda., WELTY, J.R. et all, - Fundamentals of Momentum, Heat and Mass Transfer. 3ed. John Wiley and Sons. Página 71 de 149
EXPERIÊNCIA Nº 4 ESTUDO DE UM TROCADOR DE CALOR DE FLUXO CRUZADO
EXPERIÊNCIA Nº 4 ESTUDO DE UM TROCADOR DE CALOR DE FLUXO CRUZADO 1. CONCEITOS ENVOLVIDOS Convecção de calor em escoamento externo; Transferência de calor em escoamento cruzado; Camada limite térmica; Escoamento
¾ Ò Ñ Ó ÐÙ Ó ÓÑÔÐ Ñ ÒØ ËÙ Ø ÒØ Ó ÓÑÔÐ Ñ ÒØ Ø ÓÒ Ó Ù ÝÒ Ñ Ò ÖÓ ÝÒ Ñ Ð Ø ÃÐ Ù Ï ÐØÒ Ö Å ÖØ Ò ÁÒ ÐÑ Ò¹ËÙÒ Ö ÒØÓÒ Ó Ë Ö Ó Ô Ö Ó È ÙÐÓ Å Ö Ò ÁÒ Ø ØÙØÓ Í ÊÙ Ø ÒÓ ÅÓÙÖ ½¾ ¹ Ö Ó ÑÔÙ ÍÒ Ú Ö Ø Ö Ó ÇÒ Ò È ¼º¾½¼¹
Å ÒÙ Ö ØÓ ËÙ Ñ Ø Ó Ê Ú Ø ÁÒ ÓÖÑ Ø Ì ÓÖ ÔÐ ¾¼ ÒÓÚ Ñ ÖÓ ¾¼¼¼ Ê ÙÔ Ö Ó Ò ÓÖÑ Ó Ú Ù Ð ÓÑ ÒÓ ÓÒØ Ù Ó Ñ Ñ Ò Ú Ó Ø ÖÒ Ð Ó Ð ÙÕÙ ÖÕÙ Ö Ù Ó Ë ÐÚ Ó Â Ñ Ð ÖÞÓÐ Ù Ñ Ö Ê ÙÔ Ö Ó Ò ÓÖÑ Ó Ú Ù Ð ÓÑ ÒÓ ÓÒØ Ù Ó Ñ Ñ Ò Ú Ó
Ò ÓÙÚ Ä Ö ØÙ Ó ØÖ Ù Ó È ÕÙ ÒÓ Ç ØÓ ÒÓ Ë Ø Ñ ËÓÐ Ö Ì ÔÖ ÒØ ÍÒ Ú Ö Ö Ð Î Ó ÓÑÓ Ô ÖØ Ü ¹ Ò Ó ÔÖÓ Ö Ñ È Ó ¹ Ö Ù Ó Ñ ÔÐ Ô Ö Ó Ø Ò Ó Ó Ø ØÙÐÓ Å Ø Ö Ë ÒØ º ÎÁ ÇË ÅÁÆ Ë Ê ÁË ¹ Ê ËÁÄ ¾¼¼ Ñ Ò ÔÓ Â Ò Ö Ñ Ò Ð ÄÙ ÒÒ
Condução Unidimensional em Regime Estacionário 5ª parte (Geração de Energia Térmica e Superfícies Estendidas)
FENÔMENOS DE TRANSPORTE II TRANSFERÊNCIA DE CALOR DEQ303 Condução Unidimensional em Regime Estacionário 5ª parte (Geração de Energia Térmica e Superfícies Estendidas) Professor Osvaldo Chiavone Filho Soluções
O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1
O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1 João Carmo Vendramim 2 Marco Antonio Manz 3 Thomas Heiliger 4 RESUMO O tratamento térmico de ligas ferrosas de média e alta liga já utiliza há muitos anos a tecnologia
1 a QUESTÃO Valor 1,0
1 a QUESTÃO Valor 1,0 Um esquimó aguarda a passagem de um peixe sob um platô de gelo, como mostra a figura abaixo. Ao avistá-lo, ele dispara sua lança, que viaja com uma velocidade constante de 50 m/s,
BC 0205 Fenômenos Térmicos. Experimento 3 Roteiro
BC 005 Fenômenos Térmicos Experimento Roteiro Calorimetria parte Professor: Data: / /0 Turma: Turno: Nome: RA: Proposta Determinar a capacidade térmica do recipiente que constitui o calorímetro e o calor
1300 Condutividade térmica
1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Otavio A.T. Dias & Elias da Silva PUC-SP Tópicos Relacionados Difusão, gradiente de temperatura, transporte de calor, calor específico,
1. Difusão. A difusão só ocorre quando houver gradiente de: Concentração; Potencial; Pressão.
1. Difusão Com frequência, materiais de todos os tipos são tratados termicamente para melhorar as suas propriedades. Os fenômenos que ocorrem durante um tratamento térmico envolvem quase sempre difusão
Lei de resfriamento de Newton
Lei de resfriamento de Newton C E N T R O D E C I Ê N C I A S T E C N O L Ó G I C A S D E P A R T A M E N T O D E F Í S I C A P R O F : J O R G E P A S S I N H O Objetivos: Desenvolver um modelo de simulação
Caracterização de Termopares
Roteiro Experimental n 1 da disciplina de Materiais Elétricos COMPONENTES DA EQUIPE: NOTA: Data: / / 1. OBJETIVOS: Conhecer os princípios de funcionamento de um Termopar Extrair curva de Temperatura x
PUCRS FAMAT Exemplos de Equações Diferenciais Parciais- Prof. Eliete
PUCRS FAMAT Exemplos de Equações Diferenciais Parciais- Prof. Eliete Equação diferencial parcial (EDP) é a uma equação que envolve duas ou mais variáveis independentes ( x, y,z,t, K ) e derivadas parciais
PROJETO DE UM TROCADOR DE CALOR PARA RESFRIAMENTO DE FLUIDO EM UM CIRCUITO HIDRÁULICO UTILIZADO NA AGRICULTURA DE PRECISÃO
PROJETO DE UM TROCADOR DE CALOR PARA RESFRIAMENTO DE FLUIDO EM UM CIRCUITO HIDRÁULICO UTILIZADO NA AGRICULTURA DE PRECISÃO Clovis Adelar Mattjie (FAHOR) [email protected] Renato Ristof (FAHOR) [email protected]
Simulação Numérica do Aquecimento de Água Utilizando-se um Cilindro Ferromagnético
Simulação Numérica do Aquecimento de Água Utilizando-se um Cilindro Ferromagnético Paulo Tibúrcio Pereira, Universidade Federal de São João Del Rei UFSJ Engenharia de Telecomunicações 36420-000, Ouro Branco,
Introdução à condução de calor estacionária
Introdução à condução de calor estacionária Exercício 1 - O telhado de uma casa com aquecimento elétrico tem 6m de comprimento, 8m de largura e 0, 25m de espessura e é feito de uma camada plana de concreto
29/Abril/2015 Aula 17
4/Abril/015 Aula 16 Princípio de Incerteza de Heisenberg. Probabilidade de encontrar uma partícula numa certa região. Posição média de uma partícula. Partícula numa caixa de potencial: funções de onda
DIFERENÇA ENTRE ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA E TÉRMICA DAVANTISOLAR.COM.BR
DIFERENÇA ENTRE ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA E TÉRMICA DAVANTISOLAR.COM.BR ÍNDICE 01. Sol 02. Energia Solar 03. Térmica 04. Como funciona? 05. Fotovoltaica 06. Como Funciona? 07. Por que investir em Energia
4 Resfriamento de Óleo
4 Resfriamento de Óleo Para analisar o tempo de resfriamento e o fluxo de calor através das paredes do duto, considerou-se que inicialmente há um fluido quente escoando no interior da tubulação, em regime
PRÁTICA 12: VISCOSIDADE DE LÍQUIDOS
PRÁTICA 12: VISCOSIDADE DE LÍQUIDOS Viscosidade é uma característica dos líquidos que está relacionada com a sua habilidade de fluir. Quanto maior a viscosidade de um líquido (ou de uma solução) mais difícil
subdiretório diretório de usuário
Ô ØÙÐÓ Ë Ø Ñ ÖÕÙ ÚÓ Ô ÖØ Ñ Ú Ú Ð ÙÑ Ø Ñ ÓÔ ÖÓÒ Ð Ó Ù Ø Ñ ÖÕÙ ÚÓ º ÈÖÓ Ö Ñ ÔÐØ ÚÓ ÙØ Ð Þ Ñ Ó Ø Ñ ÖÕÙ ÚÓ Ú Ñ Ø Ñ µ Ô Ö ÖÖ Ð Ö Ö Ú Ö Ö ÑÓÚ Ö ÖÕÙ ÚÓ º Í Ù Ö Ó ÙØ Ð Þ Ñ ÒØ Ö Ø Ú Ñ ÒØ Ó Ø Ñ ÖÕÙ ÚÓ Ú Ðе Ô Ö
Tabela 1 - conteúdo de umidade em alguns alimentos:
UMIDADE EM ALIMENTOS Umidade, ou teor de água, de um alimento constitui-se em um dos mais importantes e mais avaliados índices em alimentos. É de grande importância econômica por refletir o teor de sólidos
Ensaio de impacto. Os veículos brasileiros têm, em geral, suspensão
A UU L AL A Ensaio de impacto Os veículos brasileiros têm, em geral, suspensão mais reforçada do que a dos similares europeus. Não é à toa. As condições de nossas estradas e ruas requerem esse reforço,
DESIDRATAÇÃO, SEPARAÇÃO E LIQUEFAÇÃO DE GÁS NATURAL USANDO O TUBO VORTEX
DESIDRATAÇÃO, SEPARAÇÃO E LIQUEFAÇÃO DE GÁS NATURAL USANDO O TUBO VORTEX REV C Por Luiz Henrique V. Souza Com Agradecimentos Especiais ao Engº Eduardo Gertrudes, CTGÁS/RN. Dezembro, 2010. ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO.
ME-30 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DO EFEITO DO CALOR E DO AR SOBRE MATERIAIS ASFÁLTICOS (MÉTODO DA PELÍCULA DELGADA)
ME-30 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DO EFEITO DO CALOR E DO AR SOBRE MATERIAIS ASFÁLTICOS DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...
Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica
Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica Num metal os electrões de condução estão dissociados dos seus átomos de origem passando a ser partilhados por todos os iões positivos do sólido, e constituem
Capítulo 8: Transferência de calor por condução
Capítulo 8: ransferência de calor por condução Equação da condução de calor Condução de calor unidimensional e em regime permanente Condução Um corpo sólido isolado está em equilíbrio térmico se a sua
EME405 Resistência dos Materiais I Laboratório Prof. José Célio
Universidade Federal de Itajubá Instituto de Engenharia Mecânica EME405 Resistência dos Materiais I Laboratório Prof. José Célio Ensaio 01 Impacto Matrícula: 14551 Nome: Cid Henrique Otoni de Carvalho
( ) =. GABARITO: LETRA A + ( ) =
) Há 0 anos, em º de julho de 994, entrava em vigor o real, moeda que pôs fim à hiperinflação que assolava a população brasileira. Nesse novo sistema monetário, cada real valia uma URV (Unidade Real de
Proposta de uma rotina para calculo da área necessária de uma placa coletora solar
Proposta de uma rotina para calculo da área necessária de uma placa coletora solar André Felipe Brescovici Nunes (UNIOESTE) [email protected] Eduardo César Dechechi (UNIOESTE) [email protected]
Lista de Exercícios - Unidade 8 Eu tenho a força!
Lista de Exercícios - Unidade 8 Eu tenho a força! Forças 1. (UFSM 2013) O uso de hélices para propulsão de aviões ainda é muito frequente. Quando em movimento, essas hélices empurram o ar para trás; por
MF-0514.R-1 - DETERMINAÇÃO DA UMIDADE DO GÁS, EM CHAMINÉS
MF-0514.R-1 - DETERMINAÇÃO DA UMIDADE DO GÁS, EM CHAMINÉS Notas: Aprovado pela Deliberação CECA n. 168, de 02 de abril de 1981 Publicado no DOERJ de 07 de abril de 1981 1. OBJETIVO Definir método para
Critérios de Resistência
Critérios de Resistência Coeficiente de segurança ensão uivalente Seja um ponto qualquer, pertencente a um corpo em uilíbrio, submetido a um estado de tensões cujas tensões principais estão representadas
Ensaios Mecânicos de Materiais. Aula 12 Ensaio de Impacto. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues
Ensaios Mecânicos de Materiais Aula 12 Ensaio de Impacto Tópicos Abordados Nesta Aula Ensaio de Impacto. Propriedades Avaliadas do Ensaio. Tipos de Corpos de Prova. Definições O ensaio de impacto se caracteriza
HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO
HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO Antonio Marozzi Righetto 1. Hidráulica é o ramo da ciência que trata das condições físicas da água em condições de repouso e em movimento. 2. Um volume de água aprisionado em um
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE ELÉTRICOS INTRODUÇÃO Os fatores básicos que envolvem o dimensionamento de um condutor são: tensão nominal; freqüência nominal; potência ou corrente
Universidade Paulista Unip
Elementos de Produção de Ar Comprimido Compressores Definição Universidade Paulista Unip Compressores são máquinas destinadas a elevar a pressão de um certo volume de ar, admitido nas condições atmosféricas,
Geradores de Física. Jean-Carlo Valduga Guilherme Francisco Zabott Ednei. 27 de Abril de 2009
Geradores de Física Jean-Carlo Valduga Guilherme Francisco Zabott Ednei 27 de Abril de 2009 Introdução Este experimento visa aplicar os conceitos apresentados nos experimentos anteriores (erros, propagação
Técnicas adotas para seu estudo: soluções numéricas (CFD); experimentação (análise dimensional); teoria da camada-limite.
Escoamento externo Técnicas adotas para seu estudo: soluções numéricas (CFD); experimentação (análise dimensional); teoria da camada-limite. Soluções numéricas, hoje um campo interessante de pesquisa e
A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO NODAL NA SIMULAÇÃO DE PROCESSOS TÉRMICOS
A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO NODAL NA SIMULAÇÃO DE PROCESSOS TÉRMICOS C. R. RODRIGUES VELOSO 1, R. GEDRAITE 2 1 Bolsista PIBIC FAPEMIG/UFU, discente do curso de Engenharia Química 2 Professor da Faculdade de
Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa.
Mais Questões Isildo M. C. Benta, Assistência Técnica Certificada de Sistemas Solares Quanto poupo se instalar um painel solar térmico? Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da
Capacidade térmica mássica
AL 1.3. Capacidade térmica mássica Em grupo de trabalho e com ajuda do professor os alunos planificam um procedimento experimental que os vai ajudar a dar resposta ao problema. Durante a realização da
FONTES DE CAMPO MAGNÉTICO. Caracterizar e mostrar o campo magnético produzido por uma carga a velocidade constante.
FONTES DE CAMPO MAGNÉTICO META Aula 8 Caracterizar e mostrar o campo magnético produzido por uma carga a velocidade constante. Mostrar a lei da circulação de Ampère-Laplace e a lei de Biot-Savart. Estudar
1 Propagação de Onda Livre ao Longo de um Guia de Ondas Estreito.
1 I-projeto do campus Programa Sobre Mecânica dos Fluidos Módulos Sobre Ondas em Fluidos T. R. Akylas & C. C. Mei CAPÍTULO SEIS ONDAS DISPERSIVAS FORÇADAS AO LONGO DE UM CANAL ESTREITO As ondas de gravidade
Controle II. Estudo e sintonia de controladores industriais
Controle II Estudo e sintonia de controladores industriais Introdução A introdução de controladores visa modificar o comportamento de um dado sistema, o objetivo é, normalmente, fazer com que a resposta
Centro de Seleção/UFGD Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração.
Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração. (A) O movimento de energia de frio dentro de um espaço onde ele é necessário. (B) A remoção de calor
EXPERIÊNCIA 06: DETERMINAÇÃO DA MASSA MOLAR DE UM GÁS
1 UFSC Departamento de Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química EXPERIÊNCIA 06: DETERMINAÇÃO DA MASSA MOLAR DE UM GÁS 1. Comportamento dos gases Ao se examinar o comportamento experimental
Laboratório de Física I - EAD- UESC 2011
Laboratório de Física I - EAD- UESC 011 Equipe: 1. Nome:.... Nome:... 3. Nome:... Pólo:... Data:... Experiência três: CONSERVAÇÃO DA ENERGIA Relatório Programado: Guia para tomada e análise de dados Prazo:
Propriedades Térmicas
Propriedades Térmicas Quais os pontos principais no estudo de propriedades térmicas? Como o material responde ao calor? Como definir... - Capacidade Calorífica - Expansão Térmica - Condutividade Térmica
Escoamentos Internos
Escoamentos Internos Escoamento Interno Perfil de velocidades e transição laminar/turbulenta Perfil de temperaturas Perda de carga em tubulações Determinação da perda de carga distribuída Determinação
Elementos de Engenharia Civil 2007/2008. Enunciados dos problemas *
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA SECÇÁO DE HIDRÁULICA E RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTAIS Elementos de Engenharia Civil 2007/2008 2 SEMESTRE Enunciados dos problemas * (módulo de Hidráulica)
INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS RESPOSTA DE ELEMENTOS PRIMÁRIOS
INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS RESPOSTA DE ELEMENTOS PRIMÁRIOS Introdução As características dinâmicas de um instrumento de medição podem ser determinadas estudando-se o sistema físico, e escrevendo-se
Automatismos Industriais
Automatismos Industriais Introdução à Pneumática Nos actuais sistemas de automação a pneumática é um elemento muito importante pois está presente num vasto numero de aplicações, seja como sistema totalmente
CALORIMETRIA. H T = c m T.
CALORIMETRIA 1. Resumo Coloca-se em contacto diferentes quantidades de água quente e fria num recipiente termicamente isolado, verificando-se a conservação da energia térmica. Com base nessa conservação,
Questão 2 Uma esfera de cobre de raio R0 é abandonada em repouso sobre um plano inclinado de forma a rolar ladeira abaixo. No entanto, a esfera
Questão 1 Na figura abaixo, vê-se um trecho de uma linha de produção de esferas. Para testar a resistência das esferas a impacto, são impulsionadas a partir de uma esteira rolante, com velocidade horizontal
Tolerância geométrica de forma
Tolerância geométrica de forma A UU L AL A Apesar do alto nível de desenvolvimento tecnológico, ainda é impossível obter superfícies perfeitamente exatas. Por isso, sempre se mantém um limite de tolerância
Resolução de Curso Básico de Física de H. Moysés Nussenzveig Capítulo 08 - Vol. 2
HTTP://COMSIZO.BLOGSPOT.COM/ Resolução de Curso Básico de Física de H. Moysés Nussenzveig Capítulo 08 - Vol. 2 Engenharia Física 09 Universidade Federal de São Carlos 10/31/2009 *Conseguimos algumas resoluções
Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 04. Física Geral e Experimental III 2012/1
Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 04 Física Geral e Experimental III 2012/1 Experimento: Capacidade Térmica de um Calorímetro 1. Calorimetria Nesta tarefa serão abordados os seguintes
PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM GERADOR DE VAPOR COM REALIMENTAÇÃO
2013 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2013 Recife, PE, Brazil, November 24-29, 2013 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-05-2 PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM GERADOR
6.4 Condutividade Hidráulica Saturada com Temperatura Controlada
Capítulo 6 Equipamentos e Metodologias de Ensaios 125 6.4 Condutividade Hidráulica Saturada com Temperatura Controlada Para o equipamento de temperatura controlada foi feita uma adaptação no permeâmetro
UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE. Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Materiais para Produção Industrial
UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE Curso: Disciplina: Aula 5 Tratamento Térmico Tratamento Térmico O tratamento térmico pode ser definido de forma simples como um processo de aquecimento e/ou
TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR RESFRIAMENTO RADIAL EM SUCOS DILUÍDO E CONCENTRADO
TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR RESFRIAMENTO RADIAL EM SUCOS DILUÍDO E CONCENTRADO Rosana Araújo Cruz 1 (PVIC), Anna Carolina O. Martins 1 (PVIC), Rosilayne M. Oliveira Trindade 1 (PVIC), Thaís Rodrigues de
SISTEMA HIDRÁULICO. Cilindros hidráulicos Válvulas direcionais Bombas Filtros Reservatórios Circuitos hidráulicos básicos CILINDROS HIDRÁULICOS
SISTEMA HIDRÁULICO A unidade hidráulica é destinada ao acionamento dos pistões de aperto do abafador à base, composta de duas bombas (sendo uma de reserva), e dos respectivos acessórios de supervisão,
Eficiência Energética: a Economia Gerada pelo Isolamento Térmico em uma Tubulação de Reaproveitamento de Ar Quente
Eficiência Energética: a Economia Gerada pelo Isolamento Térmico em uma Tubulação de Reaproveitamento de Ar Quente Marcelo Tramontin Souza a,b, Roger Honorato Piva a,c, Pamela Cabreira Milak a,d, Oscar
Ciências Físico - Químicas. Planificação de uma Actividade Laboratorial No contexto dos Novos Programas
ESCOLA SECUNDÁRIA NUNO ÁLVARES CASTELO BRANCO Ciências Físico - Químicas Planificação de uma Actividade Laboratorial No contexto dos Novos Programas Trabalho elaborado por: Célia Maria Antunes Dias Castelo
LINGUAGEM C UMA INTRODUÇÃO
LINGUAGEM C UMA INTRODUÇÃO AULA 4 Entrada e saída 1 Entrada, saída, hãmm? O conceito de entrada e saída já foi utilizado de forma intuitiva nos exemplos das aulas anteriores. Entendemos por entrada qualquer
Válvulas controladoras de vazão
Generalidades Válvula controladora de vazão variável Válvula de controle de vazão variável com retenção integrada Métodos de controle de vazão Válvula de controle de vazão com pressão compensada temperatura
Nome:...N o...turma:... Data: / / ESTUDO DOS GASES E TERMODINÂMICA
Ensino Médio Nome:...N o...turma:... Data: / / Disciplina: Física Dependência Prof. Marcelo Vettori ESTUDO DOS GASES E TERMODINÂMICA I- ESTUDO DOS GASES 1- Teoria Cinética dos Gases: as moléculas constituintes
MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE CALOR PPRA
MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE CALOR PPRA 1ª edição 2000 2ª edição 2004 3ª edição 2010 4ª edição 2012 5ª edição 2013 6ª edição 2014 TUFFI MESSIAS SALIBA Engenheiro Mecânico, pós-graduado em
Boletim da Engenharia
Boletim da Engenharia 28 Compressores Octagon Aplicação Sub Crítica com Dióxido de Carbono CO 2 09/08 Nesse boletim vamos abordar as instruções de operação dos compressores Octagon aplicados com o Dióxido
Questão 46 Questão 47
Questão 46 Questão 47 Um estudante que se encontrava sentado em uma praça, em frente de um moderno edifício, resolveu observar o movimento de um elevador panorâmico. Após haver efetuado algumas medidas,
UNICAMP - 2006. 2ª Fase FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR
UNICAMP - 2006 2ª Fase FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Um corredor de 100 metros rasos percorre os 20 primeiros metros da corrida em 4,0 s com aceleração constante. A velocidade
EXPERIMENTAÇÃO PROBLEMATIZADORA: COMO SÃO DETERMINADAS AS QUANTIDADES DE CALORIAS NOS ALIMENTOS
IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN EXPERIMENTAÇÃO PROBLEMATIZADORA: COMO SÃO DETERMINADAS AS QUANTIDADES DE CALORIAS
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR
1 PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA: TRANFERÊNCIA DE CALOR Departamento Engenharia Mecânica Curso: Engenharia Industrial Elétrica Carga Horária: 75H (Teórica: 45H Lab.: 30H Exerc.:00H ) Créditos: Pré-requisitos:
Régua graduada. metro e trena
A U A UL LA Régua graduada, metro e trena Um problema Silva verificou, contrariado, que os instrumentos de medição, há pouco adquiridos pela empresa, não estavam sendo bem cuidados pelos funcionários.
CORTESIA Prof. Renato Brito www.vestseller.com.br Espaço
INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA ESTIBULAR 983/984 PROA DE FÍSICA 0. (ITA-84) Colocou-se uma certa quantidade de bolinhas de chumbo numa seringa plástica e o volume lido na própria escala da seringa
Redes de Distribuição Aéreas Urbanas de Energia Elétrica
CEMAR NORMA DE PROCEDIMENTOS Função: Área: Processo: Código: Técnica Técnica Redes de Distribuição Aéreas Urbanas de Energia Elétrica NP-12.306.02 Redes de Distribuição Aéreas Urbanas de Energia Elétrica
ESTRUTURA QUÍMICA TESTE DE CHAMA
ESTRUTURA QUÍMICA TESTE DE CHAMA META Demonstrar fatos que comprovem a transição eletrônica através do teste da chama. Apresentar os conceitos da técnica do teste de chama. OBJETIVOS Identificar os constituintes
DISTRIBUIÇÕES CONTINUAS COM APLICAÇÃO NO R
DISTRIBUIÇÕES CONTINUAS COM APLICAÇÃO NO R Valneli da Silva MELO 1, Arielly Arethuza Galdino ARAÚJO 1, Nathielly Lima do Rêgo 1, Edwirde Luiz SILVA 1 1 Departamento de Estatística, Universidade Estadual
Actividade Laboratorial
Faculdade de Ciências da Universidade do Porto Actividade Laboratorial Capacidade Térmica Mássica Elaborado por: Armanda Costa Fernanda Veríssimo Hélder Silva Formadores: Professor Doutor Paulo Simeão
NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004
NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004 MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE 1 OBJETIVO Esta Norma fixa as condições exigíveis para a indicação
FLUXO DE OTIMIZAÇÃO EM PROJETO DE INOVAÇÃO UTILIZANDO
FLUXO DE OTIMIZAÇÃO EM PROJETO DE INOVAÇÃO UTILIZANDO FERRAMENTAS ESTATÍSTICAS EM CONJUNTO COM FORMULAÇÃO TEÓRICA Cristiano Marques de Oliveira 1 1 Delphi Automotive Systems E-mails: [email protected]
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA Departamento de Química e Exatas DQE Curso: Farmácia Disciplina: Química Geral Professora: Karina
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA Departamento de Química e Exatas DQE Curso: Farmácia Disciplina: Química Geral Professora: Karina TESTE DE CHAMAS Laercio Lago Lenine Mafra Samile Rúbia JEQUIÉ
6 a Experiência: Calorimetria
6 a Experiência: Calorimetria Objetivo Determinar os calores específicos dos materiais (latão, alumínio) e comparar com os valores teóricos já conhecidos. Introdução Para compreender essa experiência é
Tópico 8. Aula Prática: Sistema Massa-Mola
Tópico 8. Aula Prática: Sistema Massa-Mola. INTRODUÇÃO No experimento anterior foi verificado, teoricamente e experimentalmente, que o período de oscilação de um pêndulo simples é determinado pelo seu
Os motores de CA podem ser monofásicos ou polifásicos. Nesta unidade, estudaremos os motores monofásicos alimentados por uma única fase de CA.
Motores elétricos Os motores de CA podem ser monofásicos ou polifásicos. Nesta unidade, estudaremos os motores monofásicos alimentados por uma única fase de CA. Para melhor entender o funcionamento desse
Campos Vetoriais e Integrais de Linha
Cálculo III Departamento de Matemática - ICEx - UFMG Marcelo Terra Cunha Campos Vetoriais e Integrais de Linha Um segundo objeto de interesse do Cálculo Vetorial são os campos de vetores, que surgem principalmente
Exercícios Tensão e Corrente
Exercícios Tensão e Corrente TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Atualmente há um número cada vez maior de equipamentos elétricos portáteis e isto tem levado a grandes esforços no desenvolvimento de baterias
SFQ-2011 - FÍSICA EXPERIMENTAL II
unesp Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" ampus de Guaratinguetá - Faculdade de Engenharia epartamento de Física e Química SFQ-211 - FÍSI EXPEIMENT II Turmas 241, 243 e 244 - ENGENHI
COMPRESSORES. Ruy Alexandre Generoso
COMPRESSORES Ruy Alexandre Generoso É o componente básico de qualquer sistema pneumático. O ar é comprimido em um sistema pneumático, de forma que possa ser usado para puxar, empurrar, realizar trabalho
3 Transdutores de temperatura
3 Transdutores de temperatura Segundo o Vocabulário Internacional de Metrologia (VIM 2008), sensores são elementos de sistemas de medição que são diretamente afetados por um fenômeno, corpo ou substância
Q t. Jornal de Física Único Jornal do Pará www.fisicapaidegua.com
A condição necessária para que haja propagação do calor de um ponto para outro é que exista diferença de temperatura entre os pontos. O calor pode se propagar de três maneiras: condução, convecção e irradiação.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA ENG7764 APLICAÇÕES INDUSTRIAIS DO CALOR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA ENG7764 APLICAÇÕES INDUSTRIAIS DO CALOR DIMENSIONAMENTO DE TROCADOR DE CALOR CASCO & TUBOS Porto Alegre, 18 de março de 2003
Acumuladores hidráulicos
Tipos de acumuladores Compressão isotérmica e adiabática Aplicações de acumuladores no circuito Volume útil Pré-carga em acumuladores Instalação Segurança Manutenção Acumuladores Hidráulicos de sistemas
TIPO-A FÍSICA. x v média. t t. x x
12 FÍSICA Aceleração da gravidade, g = 10 m/s 2 Constante gravitacional, G = 7 x 10-11 N.m 2 /kg 2 Massa da Terra, M = 6 x 10 24 kg Velocidade da luz no vácuo, c = 300.000 km/s 01. Em 2013, os experimentos
PROGRAMA EDUCACIONAL PARA ESTUDO DA TRANSFERENCIA DE CALOR POR CONDUÇÃO E CONVECÇÃO
PROGRAMA EDUCACIONAL PARA ESUDO DA RANSFERENCIA DE CALOR POR CONDUÇÃO E CONVECÇÃO Míriam Rocchi avares Marcelo Oliveira de Souza Guilherme Menin Gaertner Universidade de São Paulo, Escola Politécnica,
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O acoplamento ACRIFLEX AD, consiste em dois flanges simétricos inteiramente usinados, pinos de aço com superfícies retificadas e buchas amortecedoras de borracha nitrílica à prova
Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado
Fundamentos de Engenharia Solar Racine T. A. Prado Coletores Solares Um coletor solar é um tipo específico de trocador de calor que transforma energia solar radiante em calor. Duffie; Beckman Equação básica
