Análise de componentes principais (PCA)
|
|
|
- Gustavo Garrido Vilalobos
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Análise de componentes principais (PCA)
2 Redução de dados Sumarizar os dados que contém muitas variáveis (p) por um conjunto menor de (k) variáveis compostas derivadas a partir do conjunto original. p k n A n X
3 Data Reduction Variação residual são informações contidas em A que não estão presentes em X. Compromisso entre: redução do tamanho, representação mais compacta supersimplificação: perda de informação relevante.
4 Análise de componentes principais (PCA) Provavelmente o método multivariado mais usado e conhecido de redução de dados Inventado por Pearson (1901) e Hotelling (1933)
5 Principal Component Analysis (PCA) usa uma conjunto de dados representado por uma matriz de n registros por p atributos, que podem estar correlacionados, e sumariza esse conjunto por eixos não correlacionados (componentes principais) que são uma combinação linear das p variáveis originais as primeiras k componentes contém a maior quantidade de variação dos dados
6 Raciocínio geométrico da PCA Objetos são representados por uma nuvem de n pontos em um espaço multidimensional, com um eixo para cada uma dos p atributos o centroide dos pontos é definido pela média de cada atributo a variância de cada atributo é média dos quadrados da diferença dos n pontos com relação a média de cada atributo V i = 1 n 1 n ( X X ) 2 im i m =1
7 Raciocínio geométrico da PCA Grau com que cada variável é linearmente correlacionado é representado pela sua covariância. Covariance of variables i and j Sum over all n objects Value of variable i in object m Mean of variable i Value of variable j in object m Mean of variable j
8 Interpretação geométrica da PCA O objetivo da PCA é rotacionar rigidamente os eixos desse espaço p- dimensional para nova posições (eixos principais) que tem a seguinte propriedade: Ordenado de tal maneira que o eixo principal 1 tem a maior variância, o eixo 2 tem a próxima maior variância,..., e o último eixo tem a menor variância Covariância entre cada par de eixos é zero (os eixos principais não são correlacionados).
9 2D Example of PCA variáveis X 1 and X 2 tem covariância positiva e cada uma delas têm variância similar.
10 Os dados são centralizados Cada variável é ajustada para ter média zero (subtraindo a média para cada valor).
11 Componentes principais são calculadas PC 1 tem a maior variância possível (9.88) PC 2 tem variância de 3.03 PC 1 e PC 2 tem covariância zero.
12 A medida dedissimilaridade usada na PCA é a distância euclidiana PCA usa a distância euclidiana calculada a partir dos p atributos como uma medida de dissimilaridade entre os n objetos PCA calcula as k melhores possíveis dimensões (k < p) representandos a distância euclidiana entre os objetos
13 Generalização para p-dimensões Na prática, PCA não é usada com somente 2 variables A algebra para encontrar os eixos pode ser facilmente extendida para p variáveis PC 1 é a direção de maior variação na nuvem p-dimensional de pontos PC 2 está na direção da próxima maior variância, condiciodicionada a zero covariânciancia com PC 1.
14 Generalização para p-dimensões PC 3 está na direção da próxima maior covariância, condidionada com zero covariância entre PC 1 e PC 2 e assim por diante... até PC p
15 cada eixo principal é uma combinação linear das variáveis originais PC j = a i1 Y 1 + a i2 Y 2 + a in Y n a ij s são os coeficiente para o fator i, multiplicado pela dimensão da variável j PC 1 PC 2
16 os PC eixos são rotações rígidas das variáveis originais PC 1 é simultaneamente a direção de maior variâcia e simultaneamente melhor reta ajustada que minimiza a distância média entre os pontos e PC1 PC 1 PC 2
17 Generalização para p-dimensões se tomarmos as primeiras k components, eles definem um hiperplano k-dimensional que melhor se ajusta à nuvem de pontos Da variância total dos p atributos: PCs 1 até k representam a proporção máximo possivel de variância que pode ser mostrada em k dimensões
18 Covariancia vs Correlação usar covariância entre variáveis somente faz sentido se elas estão representadas na mesma unidade Mesmo assim, variáveis com alta variância vão dominar as componentes principais Esses problemas são geralmente contornados normalizando os atributos Média de i Desvio padrão de i
19 Covariance vs Correlation covariancias entre variáveis normalizadas são correlações correlações Depois da normalização, cada variável tem variância 1 Correlações também podem ser calculadas a paritr de variâncias e covariâncias: Correlation between variables i and j Variance of variable i Covariance of variables i and j Variance of variable j
20 Algebra do PCA O primeiro passo é calcular a matriz de produto vetorial de variâncias e covariâncias (ou correlações) entre cada par dos p atributos Matriz quadrada e assimétrica Diagonais são covariâncias, fora, covariâncias. X1 X2 X1 X2 X X Variance-covariance Matrix X X Correlation Matrix
21 Algebra da PCA Em notação matricial: onde X é a matriz n x p de dados, com cada variável centralizada X1 X2 X1 X2 X X Variance-covariance Matrix X X Correlation Matrix
22 Manipulação de Matrizes Transposição: inverte linhas e colunas X = Multiplica as matrizes X =
23 Algebra do PCA Soma dos elementos diagonais da matriz de variância-covariância é chamado traço Ele representaa variância total dos dados É a distância média quadrada entre cada ponto e o centro no espaço p-dimensional. X1 X2 X1 X2 X X X X Trace = Trace =
24 Algebra do PCA Encontrar os eixos principais envolve encontrar os auto-vetores da matriz de produto vetorial (S) The auto-valores de S são soluções (λ) da equação característica
25 Algebra do PCA os auto-valores, λ 1, λ 2,... λ p correspondem à variância representada em cada componete principal A soma de todos os p auto-valores é igual ao traço de S. X1 X2 X X Trace = λ 1 = λ 2 = Note: λ 1 +λ 2 =
26 Algebra do PCA Cada auto-vetor consiste nos p valores que representam a contribuição de cada atributo para a componente principal Autovetores são não correlacionaods (ortogonal) Seus produtos-internos são zero. Auto-vetores u1 u2 X X *( ) * = 0
27 Algebra do PCA As coordenadas de cada objeto i na k esimo eixo principal, chamada de escores na PC k, são computadas como one Z é a matriz n x k de PC escores, X é a n x p matriz centralizada de daos e U é a p x k matriz de autovetores.
28 Algebra da PCA variancia dos scores em cada PC é proporcional ao auto-valor correspondente para aquele eixo O autovalor representa a variância mostrada ( explicada or extraida ) pelo eixo k A soma dos primeiros k autovalores é proporcional ao total de variância explicada pelas primeiras k-dimensões da transformação
29 λ 1 = λ 2 = Trace = PC 1 mostra ( explica ) / = 76.5% of the total variance
30 Algebra da PCA A matriz do produto vetorial calculada usando as p componentes principais tem uma forma simples: Todos os elementos for a da diagonal tem valores zero A diagonal contém os auto-valores. PC1 PC2 PC PC Variance-covariance Matrix of the PC axes
Análise de Componente Principais (PCA) Wagner Oliveira de Araujo
Análise de Componente Principais (PCA) Wagner Oliveira de Araujo Technical Report - RT-MSTMA_003-09 - Relatório Técnico May - 2009 - Maio The contents of this document are the sole responsibility of the
INTRODUÇÃO AOS MÉTODOS FACTORIAIS
Capítulo II INTRODUÇÃO AOS MÉTODOS FACTORIAIS A Análise Factorial de Correspondências é uma técnica simples do ponto de vista matemático e computacional. Porém, devido ao elevado suporte geométrico desta
Este apêndice resume os conceitos de álgebra matricial, inclusive da álgebra de probabilidade,
D Resumo de Álgebra Matricial Este apêndice resume os conceitos de álgebra matricial, inclusive da álgebra de probabilidade, necessária para o estudo de modelos de regressão linear múltipla usando matrizes,
Pré processamento de dados II. Mineração de Dados 2012
Pré processamento de dados II Mineração de Dados 2012 Luís Rato Universidade de Évora, 2012 Mineração de dados / Data Mining 1 Redução de dimensionalidade Objetivo: Evitar excesso de dimensionalidade Reduzir
Correlação e Regressão
Correlação e Regressão Análise de dados. Tópico Prof. Dr. Ricardo Primi & Prof. Dr. Fabian Javier Marin Rueda Adaptado de Gregory J. Meyer, University of Toledo, USA; Apresentação na Universidade e São
7.4 As nuvens de perfis
7.4 As nuvens de perfis Cada perfil de linha, ou seja, cada linha da matriz de perfis de linha, P L, define um ponto no espaço a b dimensões, R b. A nuvem de a pontos em R b assim resultante pode ser designada
a 1 x 1 +... + a n x n = b,
Sistemas Lineares Equações Lineares Vários problemas nas áreas científica, tecnológica e econômica são modelados por sistemas de equações lineares e requerem a solução destes no menor tempo possível Definição
IMES Catanduva. Probabilidades e Estatística. no Excel. Matemática. Bertolo, L.A.
IMES Catanduva Probabilidades e Estatística Estatística no Excel Matemática Bertolo, L.A. Aplicada Versão BETA Maio 2010 Bertolo Estatística Aplicada no Excel Capítulo 3 Dados Bivariados São pares de valores
O ESPAÇO NULO DE A: RESOLVENDO AX = 0 3.2
3.2 O Espaço Nulo de A: Resolvendo Ax = 0 11 O ESPAÇO NULO DE A: RESOLVENDO AX = 0 3.2 Esta seção trata do espaço de soluções para Ax = 0. A matriz A pode ser quadrada ou retangular. Uma solução imediata
2 Matrizes. 3 Definição Soma de duas matrizes, e ( ) 4 Propriedades Propriedades da soma de matrizes ( )
Nova School of Business and Economics Apontamentos Álgebra Linear 1 Definição Matriz ( ) Conjunto de elementos dispostos em linhas e colunas. Ex.: 0 1 é uma matriz com 2 linhas e 3 colunas. 2 Definição
Álgebra Linear. Mauri C. Nascimento Departamento de Matemática UNESP/Bauru. 19 de fevereiro de 2013
Álgebra Linear Mauri C. Nascimento Departamento de Matemática UNESP/Bauru 19 de fevereiro de 2013 Sumário 1 Matrizes e Determinantes 3 1.1 Matrizes............................................ 3 1.2 Determinante
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - MATEMÁTICA PROJETO FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - MATEMÁTICA PROJETO FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR Assuntos: Matrizes; Matrizes Especiais; Operações com Matrizes; Operações Elementares
Factor Analysis (FACAN) Abrir o arquivo ven_car.sav. Clique Extraction. Utilizar as 10 variáveis a partir de Vehicle Type.
Prof. Lorí Viali, Dr. [email protected]; [email protected]; http://www.pucrs.br/famat/viali; http://www.mat.ufrgs.br/~viali/ Factor Analysis (FACAN) Abrir o arquivo ven_car.sav Utilizar as 10 variáveis a
Correlação Canônica. Outubro / 1998. Versão preliminar. Fabio Vessoni. [email protected] (011) 30642254. MV2 Sistemas de Informação
Correlação Canônica Outubro / 998 Versão preliminar Fabio Vessoni [email protected] (0) 306454 MV Sistemas de Informação Introdução Existem várias formas de analisar dois conjuntos de dados. Um dos modelos
25 a 30 de novembro de 2013
Programa de Pós-Graduação em Estatística e Experimentação Agronômica ESALQ/USP 25 a 30 de novembro de 2013 Parte 6 - Conteúdo 1 2 3 Dados multivariados Estrutura: n observações tomadas de p variáveis resposta.
TRATAMENTO MULTIVARIADO DE DADOS POR ANÁLISE DE CORRESPONDÊNCIA E ANÁLISE DE AGRUPAMENTOS
TRATAMENTO MULTIVARIADO DE DADOS POR ANÁLISE DE CORRESPONDÊNCIA E ANÁLISE DE AGRUPAMENTOS Luciene Bianca Alves ITA Instituto Tecnológico de Aeronáutica Praça Marechal Eduardo Gomes, 50 Vila das Acácias
6. Geometria, Primitivas e Transformações 3D
6. Geometria, Primitivas e Transformações 3D Até agora estudamos e implementamos um conjunto de ferramentas básicas que nos permitem modelar, ou representar objetos bi-dimensionais em um sistema também
Mestrado Profissional em Administração. Disciplina: Análise Multivariada Professor: Hedibert Freitas Lopes 1º trimestre de 2015
Mestrado Profissional em Administração Disciplina: Análise Multivariada Professor: Hedibert Freitas Lopes 1º trimestre de 2015 Análise de Correlação Canônica MANLY, Cap. 10 HAIR et al., Cap. 8 2 Objetivos
ExemResumo parcial da última. 15.053 Quinta-feira, 28 de fevereiro. Os preços-sombra podem ser encontrados ao se examinar os quadros inicial e final!
15.053 Quinta-feira, 28 de fevereiro Análise de Sensibilidade 2 Mais sobre pricing out Efeitos sobre os quadros finais Apostilas: Notas de Aula ExemResumo parcial da última O preço-sombra é a alteração
Mestrado Profissional em Administração. Disciplina: Análise Multivariada Professor: Hedibert Freitas Lopes 1º trimestre de 2015
Mestrado Profissional em Administração Disciplina: Análise Multivariada Professor: Hedibert Freitas Lopes 1º trimestre de 2015 Análise Fatorial MANLY, Cap. 7 HAIR et al., Cap. 3 2 Objetivos: Análise Fatorial!
ficha 3 espaços lineares
Exercícios de Álgebra Linear ficha 3 espaços lineares Exercícios coligidos por Jorge Almeida e Lina Oliveira Departamento de Matemática, Instituto Superior Técnico 2 o semestre 2011/12 3 Notação Sendo
TRANSFORMAÇÕES LINEARES. Álgebra Linear e Geometria Analítica Prof. Aline Paliga
TRANSFORMAÇÕES LINEARES Álgebra Linear e Geometria Analítica Prof. Aline Paliga INTRODUÇÃO Estudaremos um tipo especial de função, onde o domínio e o contradomínio são espaços vetoriais reais. Assim, tanto
TÉCNICAS EXPERIMENTAIS APLICADAS EM CIÊNCIA DO SOLO
1 TÉCNICAS EXPERIMENTAIS APLICADAS EM CIÊNCIA DO SOLO Mario de Andrade Lira Junior www.lira.pro.br direitos autorais. INTRODUÇÃO À ANÁLISE MULTIVARIADA Apenas uma breve apresentação Para não dizerem que
UNIDADE 4 - ESTRUTURA CRISTALINA
UNIDADE 4 - ESTRUTURA CRISTALINA 4.1. INTRODUÇÃO Em geral, todos os metais, grande parte dos cerâmicos e certos polímeros cristalizam-se quando se solidificam. Os átomos se arranjam em uma estrutura tridimensional
APLICAÇÕES DE ALGUMAS TÉCNICAS MULTIVARIADAS (Componentes Principais, Variáveis Canônicas e Correlações Canônicas)
APLICAÇÕES DE ALGUMAS TÉCNICAS MULTIVARIADAS (Componentes Principais, Variáveis Canônicas e Correlações Canônicas) ÍNDICE Página 1. INTRODUCÃO... 1 2. COMPONENTES PRINCIPAIS... 1 2.1. Introdução... 1 2.2.
DEPARTAMENTO DE MESTRADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA DA FEI 18/5/2006 SEMINÁRIOS DA FEI
DEPARTAMENTO DE MESTRADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA DA FEI TUTORIAL SOBRE ANÁLISE DE COMPONENTES PRINCIPAIS PARA RECONHECIMENTO AUTOMÁTICO DE FACES MESTRADO DA FEI/IAAA Edson C. Kitani (Mestrando) Orientador:
Organizaçãoe Recuperaçãode Informação GSI521. Prof. Dr. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU
Organizaçãoe Recuperaçãode Informação GSI521 Prof. Dr. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU Análisede links Page Rank Prof. Dr. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU Motivação Suponha que um modelo clássico, como
NOÇÕES DE ÁLGEBRA LINEAR
ESPAÇO VETORIAL REAL NOÇÕES DE ÁLGEBRA LINEAR ESPAÇOS VETORIAIS Seja um conjunto V φ no qual estão definidas duas operações: adição e multiplicação por escalar, tais que u, v V, u+v V e α R, u V, αu V
Título: Sistemas Lineares no CAp UFRJ: Interpretações Algébrica e Gráfica
Autor Letícia Guimarães Rangel Co-autor(es): Fernando Celso Villar Marinho Lílian Káram Parente Cury Spiller Rita Maria Cardoso Meirelles Tipo de Pesquisa Ensino Médio Números e Operações Componente Curricular
Workshop: Como usar o software estatístico DAD?
Workshop: Como usar o software estatístico DAD? Medidas de Pobreza e Desigualdade: algumas aplicações teóricas Prof. Caio Piza CCSA - Depto de Economia/NPQV Medidas de Pobreza e Desigualdade O que é DAD
Bem, produto interno serve para determinar ângulos e distâncias entre vetores e é representado por produto interno de v com w).
Produto Interno INTRODUÇÃO Galera, vamos aprender agora as definições e as aplicações de Produto Interno. Essa matéria não é difícil, mas para ter segurança nela é necessário que o aluno tenha certa bagagem
GLOSSÁRIO: UM DICIONÁRIO PARA ÁLGEBRA LINEAR
GLOSSÁRIO: UM DICIONÁRIO PARA ÁLGEBRA LINEAR Matriz de adjacência de um grafo. Matriz quadrada com a ij = 1 quando existe uma arestado nodo i para o nodo j; caso contrário a ij = 0. A = A T para um grafo
4.2 Produto Vetorial. Orientação sobre uma reta r
94 4. Produto Vetorial Dados dois vetores u e v no espaço, vamos definir um novo vetor, ortogonal a u e v, denotado por u v (ou u v, em outros textos) e denominado produto vetorial de u e v. Mas antes,
Um sistema de equações lineares (sistema linear) é um conjunto finito de equações lineares da forma:
Sistemas Lineares Um sistema de equações lineares (sistema linear) é um conjunto finito de equações lineares da forma: s: 2 3 6 a) 5 2 3 7 b) 9 2 3 Resolução de sistemas lineares Metodo da adição 4 100
5 Transformações Lineares e Matrizes
Nova School of Business and Economics Prática Álgebra Linear 5 Transformações Lineares e Matrizes 1 Definição Função de em Aplicação que faz corresponder a cada elemento de um conjunto (domínio), denominado
QUADRADO MÁGICO - ORDEM 4
CONCEITO Partindo da definição original, os QUADRADOS MÁGICOS devem satisfazer três condições: a) tabela ou matriz quadrada (número de igual ao número de ); b) domínio: com elementos assumindo valores
Métodos Matemáticos para Gestão da Informação
Métodos Matemáticos para Gestão da Informação Aula 05 Taxas de variação e função lineares III Dalton Martins [email protected] Bacharelado em Gestão da Informação Faculdade de Informação e Comunicação
ROTEIRO DE ESTUDO - 2013 VP4 MATEMÁTICA 3 a ETAPA 6 o ao 9º Ano INTEGRAL ENSINO FUNDAMENTAL 1º E 2º ANOS INTEGRAIS ENSINO MÉDIO
6 o ANO MATEMÁTICA I Adição e subtração de frações: Frações com denominadores iguais. Frações com denominadores diferentes. Multiplicação de um número natural por uma fração. Divisão entre um número natural
A Análise de Componentes Principais sobre dados dependentes.
A Análise de Componentes Principais sobre dados dependentes. Paulo Canas Rodrigues Faculdade de Ciências e Tecnologia/Universidade Nova de Lisboa João A. Branco Instituto Superior Técnico/Universidade
Trabalho 2 Fundamentos de computação Gráfica
Trabalho 2 Fundamentos de computação Gráfica Processamento de Imagens Aluno: Renato Deris Prado Tópicos: 1- Programa em QT e C++ 2- Efeitos de processamento de imagens 1- Programa em QT e C++ Para o trabalho
Prof. Júlio Cesar Nievola Data Mining PPGIa PUCPR
Uma exploração preliminar dos dados para compreender melhor suas características. Motivações-chave da exploração de dados incluem Ajudar na seleção da técnica correta para pré-processamento ou análise
G4 de Álgebra Linear I
G4 de Álgebra Linear I 27.1 Gabarito 1) Considere a base η de R 3 η = {(1, 1, 1); (1,, 1); (2, 1, )} (1.a) Determine a matriz de mudança de coordenadas da base canônica para a base η. (1.b) Considere o
Tutorial de Matlab Francesco Franco
Tutorial de Matlab Francesco Franco Matlab é um pacote de software que facilita a inserção de matrizes e vetores, além de facilitar a manipulação deles. A interface segue uma linguagem que é projetada
11/07/2012. Professor Leonardo Gonsioroski FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA.
FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Aulas anteriores Tipos de Sinais (degrau, rampa, exponencial, contínuos, discretos) Transformadas de Fourier e suas
Recordamos que Q M n n (R) diz-se ortogonal se Q T Q = I.
Diagonalização ortogonal de matrizes simétricas Detalhes sobre a Secção.3 dos Apontamentos das Aulas teóricas de Álgebra Linear Cursos: LMAC, MEBiom e MEFT (semestre, 0/0, Prof. Paulo Pinto) Recordamos
G3 de Álgebra Linear I
G3 de Álgebra Linear I 2.2 Gabarito ) Considere a matriz 4 N = 4. 4 Observe que os vetores (,, ) e (,, ) são dois autovetores de N. a) Determine uma forma diagonal D de N. b) Determine uma matriz P tal
1 Módulo ou norma de um vetor
Álgebra Linear I - Aula 3-2005.2 Roteiro 1 Módulo ou norma de um vetor A norma ou módulo do vetor ū = (u 1, u 2, u 3 ) de R 3 é ū = u 2 1 + u2 2 + u2 3. Geometricamente a fórmula significa que o módulo
Método de Eliminação de Gauss. Eduardo Camponogara
Sistemas de Equações Lineares Método de Eliminação de Gauss Eduardo Camponogara Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina DAS-5103: Cálculo Numérico para Controle e Automação
Álgebra Linear I - Aula Matrizes simultaneamente ortogonais e simétricas
Álgebra Linear I - Aula 22 1. Matrizes 2 2 ortogonais e simétricas. 2. Projeções ortogonais. 3. Matrizes ortogonais e simétricas 3 3. Roteiro 1 Matrizes simultaneamente ortogonais e simétricas 2 2 Propriedade
Álgebra Linear I Solução da 5ª Lista de Exercícios
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS Centro de Ciências e Tecnologia Curso de Graduação em Engenharia de Produção Curso de Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária
Gobooks.com.br. PucQuePariu.com.br
ÁLGEBRA LINEAR todos os conceitos, gráficos e fórmulas necessárias, em um só lugar. Gobooks.com.br PucQuePariu.com.br e te salvando de novo. Agora com o: RESUMO ÁLGEBRA LINEAR POR: Giovanni Tramontin 1.
Análise de Regressão. Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho. Cleber Moura Edson Samuel Jr
Análise de Regressão Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho Cleber Moura Edson Samuel Jr Agenda Introdução Passos para Realização da Análise Modelos para Análise de Regressão Regressão Linear Simples
Curso de Computação Gráfica (CG) 2014/2- Unidade 1- Modelagem de objetos. Exercício 1 (individual) - Entrega: quarta 13/08
Curso de Computação Gráfica (CG) 2014/2- Unidade 1- Modelagem de objetos Exercício 1 (individual) - Entrega: quarta 13/08 Escolha um objeto entre os que possivelmente compõem uma clínica médica de exames
FILTRAGEM ESPACIAL. Filtros Digitais no domínio do espaço
FILTRAGEM ESPACIAL Filtros Digitais no domínio do espaço Definição Também conhecidos como operadores locais ou filtros locais Combinam a intensidade de um certo número de piels, para gerar a intensidade
MATLAB Avançado. Melissa Weber Mendonça [email protected]
MATLAB Avançado Melissa Weber Mendonça [email protected] Relembrando... >> inteiro = fscanf(arquivo, %d ) Repita o exercício da aula anterior (ler UM dado de um arquivo), agora com um número real:
Sistemas Lineares e Escalonamento
Capítulo 1 Sistemas Lineares e Escalonamento Antes de iniciarmos nos assuntos geométricos da Geometria Analítica, vamos recordar algumas técnicas sobre escalonamento de matrizes com aplicações na solução
DESENVOLVIMENTO DE UMA FUNÇÃO NO R PARA ANÁLISE DE TRILHA
DESENVOLVIMENTO DE UMA FUNÇÃO NO R PARA ANÁLISE DE TRILHA Édimo F. A. Moreira 1 ; Luiz Alexandre Peternelli 2 ; Laís M. A. Barroso 1 INTRODUÇÃO A análise de trilha, desenvolvida por Wright (1923) consiste
EXCEL 2013. Público Alvo: Arquitetos Engenheiros Civis Técnicos em Edificações Projetistas Estudantes das áreas de Arquitetura, Decoração e Engenharia
EXCEL 2013 Este curso traz a vocês o que há de melhor na versão 2013 do Excel, apresentando seu ambiente de trabalho, formas de formatação de planilhas, utilização de fórmulas e funções e a criação e formatação
textos documentos semi-estruturado
1 Mineração de Textos Os estudos em Aprendizado de Máquina normalmente trabalham com dados estruturados Entretanto, uma grande quantidade de informação é armazenada em textos, que são dados semiestruturados
PÓLOS NA REPRESENTAÇÃO DO ESPAÇO DOS ESTADOS
PÓLOS NA REPRESENTAÇÃO DO ESPAÇO DOS ESTADOS. Motiação e necessidade Pólos de um sistema fornecem o comportamento dinâmico do sistema tempo de resposta, frequencia natural, coeficiente de amortecimento
Scale-Invariant Feature Transform
Scale-Invariant Feature Transform Renato Madureira de Farias [email protected] Prof. Ricardo Marroquim Relatório para Introdução ao Processamento de Imagens (COS756) Universidade Federal do Rio de Janeiro,
Medidas de Variação ou Dispersão
Medidas de Variação ou Dispersão Estatística descritiva Recapitulando: As três principais características de um conjunto de dados são: Um valor representativo do conjunto de dados: uma média (Medidas de
Ivan Guilhon Mitoso Rocha. As grandezas fundamentais que serão adotadas por nós daqui em frente:
Rumo ao ITA Física Análise Dimensional Ivan Guilhon Mitoso Rocha A análise dimensional é um assunto básico que estuda as grandezas físicas em geral, com respeito a suas unidades de medida. Como as grandezas
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Data Mining (DM): um pouco de prática. (1) Data Mining Conceitos apresentados por
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Data Mining (DM): um pouco de prática (1) Data Mining Conceitos apresentados por 1 2 (2) ANÁLISE DE AGRUPAMENTOS Conceitos apresentados por. 3 LEMBRE-SE que PROBLEMA em IA Uma busca
Grupo C Vetores e Matrizes
Grupo C Vetores e Matrizes Exercício Descrição 1. Elaborar um algoritmo que lê um conjunto de 30 valores e os coloca em 2 vetores conforme forem pares ou ímpares. O tamanho do vetor é de 5 posições. Se
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas Departamento de Matemática 3 a Lista - MAT 137 - Introdução à Álgebra Linear 2013/I
1 Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas Departamento de Matemática 3 a Lista - MAT 137 - Introdução à Álgebra Linear 013/I 1 Sejam u = ( 4 3) v = ( 5) e w = (a b) Encontre a e b tais
11 a LISTA DE PROBLEMAS DE ÁLGEBRA LINEAR LEIC-Taguspark, LERCI, LEGI, LEE 1 o semestre 2003/04 - semana de 2003-12-08
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO - DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA a LISTA DE PROBLEMAS DE ÁLGEBRA LINEAR LEIC-Taguspark LERCI LEGI LEE o semestre 23/4 - semana de 23-2-8. Diga justificando quais dos seguintes ternos
APLICAÇÃO DA ANÁLISE DE CORRESPONDÊNCIA À AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FECILCAM
APLICAÇÃO DA ANÁLISE DE CORRESPONDÊNCIA À AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FECILCAM Marco Tadeu Gonçalves IC-Fecilcam, Matemática, Fecilcam, [email protected] Solange Regina dos Santos (OR), Fecilcam,
P4 de Álgebra Linear I de junho de 2005 Gabarito
P4 de Álgebra Linear I 25.1 15 de junho de 25 Gabarito 1) Considere os pontos A = (1,, 1), B = (2, 2, 4), e C = (1, 2, 3). (1.a) Determine o ponto médio M do segmento AB. (1.b) Determine a equação cartesiana
Introdução à Informática Aulas 9 e 10
FAPAN SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI Introdução à Informática Aulas 9 e 10 Prof. Roberto Tikao Tsukamoto Júnior Cáceres, 24 de março de 2011. NUMEROS BINÁRIOS NÃO INTEIROS NÚMEROS BINÁRIOS INTEIROS POSITIVOS
Lista 1: Vetores -Turma L
Lista 1: Vetores -Turma L Professora: Ivanete Zuchi Siple 1. Dados os vetores u e v da gura, mostrar num gráco um representante do vetor: (a) u v (b) v u (c) u + 4 v u v. Represente o vetor x = u + v w
DESENVOLVIMENTO DE UMA FUNÇÃO NO R PARA ANÁLISE DE TRILHA RESUMO
DESENVOLVIMENTO DE UMA FUNÇÃO NO R PARA ANÁLISE DE TRILHA Édimo F. A. Moreira 1 ; Luiz Alexandre Peternelli 2 ; Laís M. A. Barroso 1 RESUMO A análise de trilha é uma metodologia bastante útil para a identificação
Vetores. Definição geométrica de vetores
Vetores Várias grandezas físicas, tais como por exemplo comprimento, área, olume, tempo, massa e temperatura são completamente descritas uma ez que a magnitude (intensidade) é dada. Tais grandezas são
Correlação e Regressão Linear
Correlação e Regressão Linear A medida de correlação é o tipo de medida que se usa quando se quer saber se duas variáveis possuem algum tipo de relação, de maneira que quando uma varia a outra varia também.
ANÁLISE MULTIVARIADA DA TEORIA À PRÁTICA
ANÁLISE MULTIVARIADA DA TEORIA À PRÁTICA por Lorena Vicini Orientador: Adriano Mendonça Souza Santa Maria, RS, Brasil 005 V65a Vicini, Lorena Análise multivariada da teoria à prática / Lorena Vicini ;
Faculdade Sagrada Família
AULA 12 - AJUSTAMENTO DE CURVAS E O MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS Ajustamento de Curvas Sempre que desejamos estudar determinada variável em função de outra, fazemos uma análise de regressão. Podemos dizer
G3 de Álgebra Linear I
G de Álgebra Linear I 7 Gabarito ) Considere a transformação linear T : R R cuja matriz na base canônica E = {(,, ), (,, ), (,, )} é [T] E = a) Determine os autovalores de T e seus autovetores correspondentes
Investigação Operacional- 2009/10 - Programas Lineares 3 PROGRAMAS LINEARES
Investigação Operacional- 2009/10 - Programas Lineares 3 PROGRAMAS LINEARES Formulação A programação linear lida com problemas nos quais uma função objectivo linear deve ser optimizada (maximizada ou minimizada)
O modelo espaço de vetores. vetorial. Marcelo Keese Albertini. Faculdade de Computação - UFU. O modelo de espaço vetorial 1 / 25
Recuperação de Informação: O modelo de espaço vetorial Marcelo Keese Albertini Faculdade de Computação - UFU O modelo de espaço vetorial 1 / 25 Veremos hoje Modelo de espaço de vetores: representação vetorial
Capítulo 3. Cálculo Vetorial. 3.1 Segmentos Orientados
Capítulo 3 Cálculo Vetorial O objetivo deste capítulo é o estudo de vetores de um ponto de vista geométrico e analítico. De acordo com a necessidade, a abordagem do assunto será formal ou informal. O estudo
Universidade Federal de Alagoas UFAL Centro de Tecnologia - CTEC Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil - PPGEC
Universidade Federal de Alagoas UFAL Centro de Tecnologia - CTEC Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil - PPGEC Introdução à Mecânica do Contínuo Tensores Professor: Márcio André Araújo Cavalcante
3. REDES DE CAMADA ÚNICA
3. REDES DE CAMADA ÚNICA Perceptron Forma mais simples de RN Utilizado para classificação de padrões (linearmente separáveis) Consiste em um único neurônio, com pesos sinápticos ajustáveis e bias 3.1 Funções
Capítulo 1. x > y ou x < y ou x = y
Capítulo Funções, Plano Cartesiano e Gráfico de Função Ao iniciar o estudo de qualquer tipo de matemática não podemos provar tudo. Cada vez que introduzimos um novo conceito precisamos defini-lo em termos
RESUMO 2 - FÍSICA III
RESUMO 2 - FÍSICA III CAMPO ELÉTRICO Assim como a Terra tem um campo gravitacional, uma carga Q também tem um campo que pode influenciar as cargas de prova q nele colocadas. E usando esta analogia, podemos
Álgebra linear algorítmica
Álgebra linear algorítmica S. C. Coutinho Este arquivo reúne as provas do curso álgebra linear algorítmica (MAB 5) oferecido pelo Departamento de Ciência da Computação da UFRJ. Primeira Prova200/. Seja
http://www.de.ufpb.br/~luiz/
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA MEDIDAS DESCRITIVAS Departamento de Estatística Luiz Medeiros http://www.de.ufpb.br/~luiz/ Vimos que é possível sintetizar os dados sob a forma de distribuições de frequências
Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções
Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções 1. INTRODUÇÃO Ao se obter uma sucessão de pontos experimentais que representados em um gráfico apresentam comportamento
PROPRIEDADES DOS DETERMINANTES E O CÁLCULO DA ÁREA DE TRIÂN- GULOS: EXEMPLOS SIGNIFICATIVOS
A RTIGO PROPRIEDADES DOS DETERMINANTES E O CÁLCULO DA ÁREA DE TRIÂN- GULOS: EXEMPLOS SIGNIFICATIVOS Fábio Marson Ferreira e Walter Spinelli Professores do Colégio Móbile, São Paulo Recentemente nos desafiamos
UTILIZAÇÃO DA ANÁLISE DE COMPONENTES PRINCIPAIS PARA MEDIDA DE SIMILARIDADE ENTRE IMAGENS ESTUDO DE CASO
DIOGO BORTOLINI UTILIZAÇÃO DA ANÁLISE DE COMPONENTES PRINCIPAIS PARA MEDIDA DE SIMILARIDADE ENTRE IMAGENS ESTUDO DE CASO JOINVILLE SC 2010 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS
Retorno e risco de carteiras de investimento
Retorno e risco de carteiras de investimento 1 OBJETIVOS DA UNIDADE DE ESTUDO Compreender o processo de avaliação do risco de uma carteira. Definir e mensurar a covariancia entre duas variáveis Definir
Modelagem no Domínio do Tempo. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello [email protected] 1
Carlos Alexandre Mello 1 Modelagem no Domínio da Frequência A equação diferencial de um sistema é convertida em função de transferência, gerando um modelo matemático de um sistema que algebricamente relaciona
PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS
PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF FILTRAGEM ESPACIAL
Conceitos: A fração como coeficiente. A fração e a sua representação gráfica. Termos que compõem uma fração. Fração unidade. Fração de um número.
Unidade 1. As frações. Enquadramento Curricular em Espanha: Objetos de aprendizagem: 1.1. Conceito de fração Identificar os termos de uma fração. Escrever e ler frações. Comparar frações com igual denominador.
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ESTATÍSTICA MULTIVARIADA Ano Lectivo 2014/2015
Programa da Unidade Curricular ESTATÍSTICA MULTIVARIADA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Gestão de Recursos Humanos 3. Ciclo de Estudos 1º
Variantes sobre o método Simplex: Método do grande M
Variantes sobre o método Simplex: Método do grande M Revisões Simplex básico Solução óptima multipla Em simplex: valores 0 na função custo Solução degenerada Em simplex: empates na variável a sair, variáveis
Tratamento de Dados Utilizando o SciDAVis Tutorial Parte 1 Como construir um gráfico e fazer um ajuste linear
LABORATÓRIO DE FÍSICA EXPERIMENTAL 1 DEPARTAMENTO DE FÍSICA - DAFIS UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ - UTFPR Tratamento de Dados Utilizando o SciDAVis Tutorial Parte 1 Como construir um gráfico
Aplicações de Combinatória e Geometria na Teoria dos Números
Aplicações de Combinatória e Geometria na Teoria dos Números Nesse artigo vamos discutir algumas abordagens diferentes na Teoria dos Números, no sentido de envolverem também outras grandes áreas, como
Imagem e Gráficos. vetorial ou raster?
http://computacaografica.ic.uff.br/conteudocap1.html Imagem e Gráficos vetorial ou raster? UFF Computação Visual tem pelo menos 3 grades divisões: CG ou SI, AI e OI Diferença entre as áreas relacionadas
AULAS 13, 14 E 15 Correlação e Regressão
1 AULAS 13, 14 E 15 Correlação e Regressão Ernesto F. L. Amaral 23, 28 e 30 de setembro de 2010 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de
Manual do Usuário. Plano de Corte
Manual do Usuário Plano de Corte Sumário Gigatron Plano de Corte...2 Versão...2 Plano de Corte...2 Edição de Atributos de Peças...3 Atributos de Linhas de Corte...4 Estilos de Entrada e Saída...8 Contorno...8
