DECISÃO (Segunda Instância)
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- José Zagalo Vilarinho
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1 DECISÃO (Segunda Instância) JR AI nº /2011 Data: 19/01/2011 Processo nº / Interessado: Luís Filipe Alexandre Barros Crédito de Multa nº /12-3 Código ANAC Piloto: Marca da Aeronave: PR-JAJ Data da Ocorrência: 13/01/2010 Infração: Operar aeronave sem possuir Enquadramento: art. 302, inciso II, alínea e do CBA proficiência linguística Relatora: Renata Motinha Nunes - Especialista em Regulação de Aviação Civil - Mat. SIAPE RELATÓRIO OPERAR AERONAVE DE MARCAS BRASILEIRAS SEM POSSUIR PROFICIÊNCIA LINGUÍSTICA. ALÍNEA E DO INCISO II DO ARTIGO 302 DO CBA C/C RESOLUÇÃO ANAC Nº 100/2009. RECURSO TEMPESTIVO, CONHECIDO E PROVIDO. Trata-se de recurso interposto por Luís Filipe Alexandre Barros em face da decisão proferida no curso do Processo Administrativo nº / , conforme registrado no Sistema de Gestão Arquivística de Documentos SIGAD desta Agência Nacional de Aviação Civil ANAC da qual restou aplicada pena de multa, consubstanciada essa no crédito registrado no Sistema Integrado de Gestão de Créditos SIGEC sob o número /12-3. O Auto de Infração nº 00191/2011, que deu origem ao presente processo, capitula a conduta do Interessado na alínea e do inciso II, do Artigo 302 do CBA Código Brasileiro de Aeronáutica, descreve o seguinte (fls. 01): Data: 13/01/ Hora: 13:01 - Local: SBSP-SULS Código da ementa: PCT Descrição da Ocorrência: O Piloto acima descrito realizou voo internacional como piloto em comando de aeronave, sem possuir proficiência lingüística necessária. HISTÓRICO: Durante a análise dos fatos descritos no processo / , sobre apuração de irregularidades em processo proficiência lingüística de piloto, foi verificado que o interessado realizou voo em comando na aeronave PR-JAJ, em operação internacional, nas datas 13/01/2010 sem possuir proficiência na língua inglesa necessária. No Relatório de Fiscalização (fls. 02), emitido em 14/01/2011, está descrito que durante o andamento do durante o andamento do processo administrativo n / , verificou-se que o piloto, na data 13/01/2010, realizou operação aérea internacional no comando da aeronave PR-JAJ sem possuir a proficiência na língua inglesa necessária. Em seguida, tem-se relatado que tais voos especificados não poderiam ter ocorrido, incidindo o interessado na infração descrita no art. 302, inciso II, alínea e, do Código Brasileiro Aeronáutico c/c o item 61.10(a), do Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica. Às folhas 03, consta uma cópia da declaração, de próprio punho, do Interessado Sr. Luís Filipe Alexandre Barros, datada e assinada em 03/07/2009 e acostada aos presentes autos em 14/01/2011, na qual declara que compareceu a ANAC e apresentou suas CHT avião e helicóptero e demonstrou que não possuía proficiência linguística. Por fim, relata que há mais ou menos um ano, realizou a prova de proficiência linguística na cidade de Brasília, junto à VI Gerência da ANAC. Às folhas 04, consta a cópia da Certidão com a qual certifica-se que em 22/07/2009 foi retirada a Crédito de Multa nº /12-3 Página 1 de 6
2 proficiência linguística (nível 5), inserida em 11/07/2008, dos registros do Sr. Luís Filipe Alexandre Barros. Às folhas 06 e 07, consta uma cópia da Nota Técnica nº 163/2010/GVAG-SP/SSO/UR/SP, de 22 de outubro de 2010, cujo assunto é Apuração de irregularidades em processo de proficiência linguística na língua inglesa de piloto. Destaca-se que esta nota técnica compôs o Processo Administrativo nº / e a mesma concluiu que o Autuado não fazia jus à proficiência linguística e sugeriu a emissão de auto de infração em virtude dos voos internacionais indevidos. Após notificação da lavratura em 25/02/2011 (fls. 08), o Autuado não protocolou Defesa, conforme Termo de Decurso de Prazo (fls. 10). Também foram acostados aos autos cópias: da Tela do SAC/INFO do Movimento de aeronaves do grupo 2, onde consta a operação no trecho internacional, SBSP/SULS, tendo como piloto o Interessado (fls. 05); da Tela do SACI/INFO com dados pessoais do Aeronavegante (fls. 09); do Comprovante da Consulta Nada Consta de Multas do CBAER, em nome do Interessado (fls. 11) e do Extrato de Lançamentos do SIGEC, também em nome do Interessado (fls. 12). Em 16/05/2012, a autoridade competente, após apontar a falta da defesa prévia, confirmou o ato infracional e decidiu pela aplicação, ao final, de multa no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais), considerando a existência de circunstância atenuante prevista no 1º, inciso III do artigo 22 da Resolução ANAC º 25/2008 fls. 13 a 16. Tendo tomado conhecimento da decisão em 10/07/2012 (fls. 18 e 20), o Interessado protocolou recurso em 13/07/2012 nesta Agência (fls. 23), por meio do qual reitera as alegações apresentadas preliminarmente. Acrescenta que no dia 23/09/2009, efetuou na ANAC, na cidade de São Paulo, o Pré-teste GR4/2009, tendo sido aprovado (anexo); posteriormente, em 06/10/2009, efetuou, na Escola de Aviação EJ, em Jundiaí-SP, o teste de proficiência linguística, tendo obtido Level 4. Afirma também que o PVC foi emitido pela ANAC com o holograma de número O interessado anexa ao processo cópias: do extrato da Consulta On Line das licenças e habilitações em nome do Interessado (fls. 24 e 34); de CHT do Interessado (fls. 25 e 26); do Ofício nº 023/2009-DSO-2 (fls. 27); do Ofício nº 21/2009-DSO-SP/ANAC (fls. 28 e 29); do documento de intimação (fls. 30); de telegramas afetos a intimação (fls. 31 e 32); do Resultado de prova do Pretest realizado em 23/09/2009 (fls. 35); de partes da Decisão da SSO para o presente processo administrativo nº (fls. 36, 38 e 39); de parte do Auto de Infração de nº 00191/2011 que deu origem ao presente processo (fls. 37); da Notificação de Decisão (fls. 41). Tempestividade do recurso certificada em 31/07/2012 fls. 44. Em Despacho, de 07/04/2015 (fls. 45), os autos foram encaminhados do setor de distribuição para julgamento pela Junta Recursal. É o Relatório. VOTO DA RELATORA - Renata Motinha Nunes - Mat. SIAPE PRELIMINARMENTE 1.1. Da Ausência de Defesa: Importante observar que a ausência de Defesa do interessado não prejudica o processo administrativo sancionador em curso, na medida em que, como podemos observar, o mesmo foi regularmente notificado quanto ao seu ato infracional (fls. 08). Ressalto que o interessado, até a presente data, teve a sua inteira disposição o acesso aos autos do processo, de forma que, em qualquer tempo, pudesse vir a ter ciência de seu trâmite. Nesta decisão, entretanto, cabe colocar que esta Relatora, visando à busca da Verdade Real, esta própria dos procedimentos administrativos sancionadores, bem como não trazer prejuízos para a Crédito de Multa nº /12-3 Página 2 de 6
3 Administração Pública, considerou TODOS os atos, documentos e declarações constantes dos autos na presente data Da Regularidade Processual: O Interessado foi regularmente notificado quanto à infração imputada em 25/02/2011 (fls. 08) e não apresentou Defesa Prévia (fls. 10). Foi, ainda, notificado quanto à decisão de primeira instância (fls. 18 e 20) em 10/07/2012, tendo apresentado o seu tempestivo Recurso em 13/07/2012 (fls. 23). Desta forma, aponto a regularidade processual do presente processo, o qual preservou todos os direitos constitucionais inerentes ao interessado, bem como respeitou, também, aos princípios da Administração Pública, estando, assim, pronto para, agora, receber uma decisão de segunda instância administrativa por parte desta Junta Recursal. 2. DO MÉRITO 2.1. Quanto à fundamentação da matéria Operar aeronave de marcas brasileiras sem possuir proficiência linguística: Diante da infração do processo administrativo em questão, a autuação foi realizada com fundamento no art. 302, inciso II, alínea e do CBA, Lei nº 7.565, de 19/12/1986, que dispõe o seguinte: CBA, Art A multa será aplicada pela prática das seguintes infrações: II Infrações imputáveis a aeronautas e aeroviários ou operadores de aeronaves: e) participar da composição de tripulação em desacordo com o que estabelece este Código e suas regulamentações. Adicionalmente, a fiscalização aponta infração á norma complementar, vigente à época, esta materializada na Resolução ANAC nº 100, de 13/05/2009, que altera a seção do Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica 61, conforme disposto in verbis : Resolução ANAC nº 100/2009 Art. 1º Alterar a seção do Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica 61 (RBHA 61) Requisitos para concessão de licenças de pilotos e instrutores de voo, a qual passa a vigorar com a seguinte redação: Comunicações radiotelefônicas e proficiência na língua inglesa requerida para o exercício de atividade na aviação civil (a) A partir de 05 de março de 2009, nenhum piloto de avião ou de helicóptero poderá operar aeronaves de marcas brasileiras sem que demonstre a habilidade em falar e compreender a língua utilizada para comunicações radiotelefônicas pelo menos ao Nível Operacional (Nível 4), conforme especificado nos requisitos de proficiência na língua inglesa contidos no apêndice B deste regulamento. (b) A partir de 05 de março de 2009, a proficiência linguística de pilotos de avião ou de helicóptero que demonstrarem proficiência abaixo no Nível Expert (Nível 6) devem ser formalmente avaliados em intervalos de acordo com o nível individual de proficiência na língua inglesa demonstrado, conforme descrito abaixo: Crédito de Multa nº /12-3 Página 3 de 6
4 (c) A partir de 05 de março de 2010, nenhum piloto de avião ou helicóptero poderá operar aeronaves de marcas brasileiras sem que esteja averbado em seu certificado de habilitação técnica o nível de proficiência na língua inglesa demonstrado no momento da avaliação (para os níveis 4, 5 e 6) ou uma ressalva para os níveis 3, 2, e 1: EPL NC A (English Profiency Level Non Compliant with Annex 1 item ). Tal ressalva será, também, averbada para os pilotos não avaliados quando da revalidação de seus certificados de habilitação técnica. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Destaca-se que, com base na tabela do Anexo I desta Resolução, o valor da multa referente a este item poderá ser imputado em R$ 800,00 (grau mínimo), R$ (grau médio) ou R$ (grau máximo). Desta forma, a norma é clara quanto à necessidade, a partir de 05 de março de 2010, de que o piloto demonstre possuir proficiência linguística no idioma inglês (habilidade em falar e compreender a língua utilizada para comunicações radiotelefônicas), pelo menos ao Nível Operacional (Nível 4), para operar aeronaves de marcas brasileiras. Por fim, cabe ressaltar que o Código Brasileiro de Aeronáutica dispõe, em seu art. 295 que a multa será imposta de acordo com a gravidade da infração. Nesse sentido, a Resolução ANAC nº 25/2008 e a Instrução Normativa ANAC nº 08/2008, que dispõem sobre o processo administrativo para a apuração de infrações e aplicação de penalidades no âmbito da competência da Agência Nacional de Aviação Civil determinam, respectivamente, em seu art. 22 e art. 58, que sejam consideradas as circunstâncias agravantes e atenuantes na imposição da penalidade pecuniária Quanto às questões de fato: Quanto ao presente fato, a fiscalização desta ANAC aponta que foi constatado que o piloto operou a aeronave de marca PR-JAJ, com destino ao exterior (SULS), na condição de comandante, sem possuir nível de proficiência linguística 6, 5 ou 4, contrariando o previsto na Resolução nº 100, de Quanto às alegações do Interessado: Preliminarmente, o Interessado, por meio de uma declaração, de próprio punho, datada e assinada em 03/07/2009 e acostada aos presentes autos em 14/01/2011 (fls. 02), declara que compareceu a ANAC e apresentou suas CHT avião e helicóptero e demonstrou que não possuía proficiência linguística. Por fim, relata que há mais ou menos um ano, realizou a prova de proficiência linguística na cidade de Brasília, junto à VI Gerência da ANAC. O Interessado não apresentou Defesa até a presente data do relatório, perdendo a oportunidade de se arvorar contra as alegações de nossa fiscalização. Já em grau recursal (fls. 23), o Interessado protocolou recurso em 13/07/2012 nesta Agência (fls. 23), por meio do qual reitera as alegações apresentadas preliminarmente. Acrescenta que no dia 23/09/2009, efetuou na ANAC, na cidade de São Paulo, o Pré-teste GR4/2009, tendo sido aprovado (anexo); posteriormente, em 06/10/2009, efetuou, na Escola de Aviação EJ, em Jundiaí-SP, o teste de proficiência linguística, tendo obtido Level 4. Afirma também que o PVC foi emitido pela ANAC com o holograma de número Ocorre que, compulsando o processo nº / (vide extrato às fls. 49), constata-se que o Interessado, ora Recorrente, logrou êxito na avaliação de proficiência linguística em 08/10/2009, obtendo o Nível 4. Ademais, em consulta ao SACI (vide extrato às fls. 50), conclui-se que tal proficiência foi validada em 29/10/2009 e permaneceu válida até outubro de Portanto, em 13/01/2010, o Recorrente, Sr. Luís Filipe Alexandre Barros, estava habilitado a realizar, em comando de aeronave, voo internacional. Crédito de Multa nº /12-3 Página 4 de 6
5 2.4. Quanto à Análise dos Elementos Processuais: Diante do quanto exposto acima, resta claro que não há como comprovar a violação à legislação vigente, em especial a alínea e, do incido II, do art. 302, do Código Brasileiro de Aeronáutica. 3. DO VOTO Desta forma, voto por DAR PROVIMENTO ao recurso, ANULANDO, assim, a decisão prolatada em primeira instância administrativa, CANCELANDO a sanção pecuniária aplicada e arquivando o presente processo administrativo. É o voto desta Relatora. Rio de Janeiro, 07 de maio de RENATA MOTINHA NUNES - SIAPE Especialista em Regulação de Aviação Civil Membro Julgador da Junta Recursal da ANAC - Portaria ANAC nº 845/2014 Crédito de Multa nº /12-3 Página 5 de 6
6 CERTIDÃO DE JULGAMENTO JR AUTUAÇÃO AI nº /2011 Data: 19/01/2011 Processo nº / Interessado: Luís Filipe Alexandre Barros Crédito de Multa nº /12-3 Código ANAC Piloto: Marca da Aeronave: PR-JAJ Data da Ocorrência: 13/01/2010 Infração: Operar aeronave sem possuir Enquadramento: art. 302, inciso II, alínea e do CBA proficiência linguística Relatora: Renata Motinha Nunes - Especialista em Regulação de Aviação Civil - Mat. SIAPE Presidente da Sessão: Sr. Sérgio Luís Pereira Santos Matrícula SIAPE nº CERTIDÃO Certifico que a Junta Recursal da Agência Nacional de Aviação Civil ANAC, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão em segunda instância administrativa: A Junta, por unanimidade, DEU PROVIMENTO ao recurso, ANULANDO a multa aplicada pela decisão de primeira instância administrativa, nos termos do voto da Relatora. Os Membros Julgadores, Sr. Sérgio Luís Pereira Santos e a Sra. Erica Chulvis do Val Ferreira, votaram com a Relatora. Encaminhe-se à Secretaria da Junta Recursal para as providências de praxe. Rio de Janeiro, 07 de maio de Sérgio Luís Pereira Santos Presidente da Junta Recursal SIAPE Portaria ANAC nº , de 17/07/2013 De acordo, Erica Chulvis do Val Ferreira Analista Administrativo - SIAPE Membro Julgador da Junta Recursal da ANAC Nomeada pela Portaria ANAC nº 2.869/DIRP, de 2013 Renata Motinha Nunes Especialista em Regulação de Aviação Civil - SIAPE Membro Julgador da Junta Recursal da ANAC Portaria ANAC nº 845, de 10/04/2014 Crédito de Multa nº /12-3 Página 6 de 6
Em Despacho nº 715/2011/GFIS/SER/ANAC, de 11/05/2011 (fls. 12 do processo
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