INTERSETORIALIDADE SOCIOEDUCATIVA
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- Alfredo Lisboa Arantes
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1 PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO DO SUL/SC SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DE HABITAÇÃO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/CREAS SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL A ADOLESCENTES EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE LIBERDADE ASSISTIDA (LA) E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO À COMUNIDADE (PSC) INTERSETORIALIDADE SOCIOEDUCATIVA
2 Prefeito Municipal: Garibaldi Antônio Ayroso Gestora: Claudia Mara Fronza da Silva Equipe técnica: Julio Cesar Alves psicólogo Rita Ferrari Cucco psicopedagoga Verediana Regina Passig Assistente Social
3 O ECA se fundamenta na "doutrina da proteção integral", a qual assegura a todas as crianças e aos adolescentes os mesmos direitos, de forma a serem atendidos na integralidade de suas necessidades.
4 Assim, faz-se necessário um novo tipo de atuação do Estado, no qual as políticas públicas estejam articuladas entre si, superando a histórica fragmentação presente nas ações estatais no Brasil.
5 A gestão pública deve primar pela interlocução ativa e propositiva de todos os seus segmentos, que resulte em políticas intersetoriais e inter-relacionadas, possibilitando, dessa forma, a promoção de uma atenção integral.
6 Entendemos que para uma efetiva execução da política de atendimento socioeducativo faz-se necessário uma articulação orgânica e permanente com todas as demais políticas setoriais, amparado pelo princípio da incompletude institucional, pois nenhuma organização é completa a ponto de garantir a atenção integral à criança e ao adolescente.
7 INTERSETORIALIDADE SOCIOEDUCATIVA No município de Rio do Sul/SC observa-se um crescimento no volume de adolescentes inseridos no serviço ao longo do tempo, sendo que no ano de 2006 foram atendidos 51 adolescentes e no ano de 2013 foram atendidos 134 adolescentes em medidas socioeducativas. nº adolescentes nº adolescentes
8 As atividades desenvolvidas em Rio do Sul levam em consideração as noções de interdisciplinaridade e de incompletude institucional, numa perspectiva de totalidade. Em nossa cidade tal articulação desta rede materializa-se, principalmente, em 5 instâncias formais:
9 1) Reuniões mensais dos Conselhos de Direitos (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente/CMDCA e Conselho Municipal de Assistência Social/COMAS);
10 2) Reuniões mensais do Grupo Gestor da Rede de Atendimento a Criança e ao Adolescente, desde 2009, constituído por diversos setores do Executivo e outras Instituições que atendem a esta demanda;
11 Composição do Grupo Gestor: 2 representantes, com poder deliberativo: Saúde; Educação (Estadual e Municipal); Assistência Social; Conselho Tutelar; Cultura; Desporto; Polícias Civil e Militar; Guarda Municipal; APAE; UNIDAVI; Poder Judiciário; Ministério Público; CMDCA;
12 Principais conquistas do Grupo Gestor: Contribuiu para divulgação dos serviços e equipamentos existentes na rede de Atendimento a Criança e ao Adolescente do município de Rio do Sul, estabelecendo protocolos de atendimento. Promoveu o conhecimento e articulação da rede de atendimento. Aprimorou o fluxograma de atendimento de acordo com as demandas. Contribuiu para agilidade e resolutividade das necessidades dos usuários quanto ao atendimento. Padronização do documento de Referência e Contrarreferência.
13 3) Reuniões técnicas, mensais, com os profissionais dos serviços de atendimento socioeducativo da comarca de Rio do Sul/SC, Instituições de Atendimento (Assistência Social, Saúde, Educação, Cultura, Desporto, Conselho Tutelar, CASEP, entidades prestadoras de serviço, etc.) do Poder Judiciário e do Ministério Público;
14 4) Reuniões bimestrais com as entidades parceiras do CREAS no cumprimento da medida socioeducativa de Prestação de Serviço à Comunidade/PSC;
15 5) Realização anual, desde 2009, do Seminário Municipal de Atendimento Socioeducativo, que tem caráter mobilizador e propositivo, objetivando definir princípios e diretrizes orientadoras da política municipal de atendimento socioeducativo.
16 Foi pactuada no município uma agilidade dos processos de apuração e responsabilização dos atos infracionais, sendo que do registro do Boletim de Ocorrência, na Delegacia Especializada, até a audiência de apresentação ao Ministério Público, o prazo máximo é de 15 dias e após aplicação da medida socioeducativa, em 7 dias o adolescente comparece no CREAS para inicio da mesma, possibilitando efetividade na aplicação e execução da medida socioeducativa.
17 Manutenção da articulação de rede uma atividade permanente.
18 CREAS Rio do Sul/SC. CONTATOS: Fone: (47)
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