O QUE É O PAIR? Objetivo
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- Thomas Ávila Alcântara
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2 O QUE É O PAIR? É uma estratégia metodológica de estímulo à organização e fortalecimento da rede de atenção a crianças e adolescentes em situação de violência sexual, com particular ênfase no abuso e exploração sexual comercial e tráfico para a exploração sexual. Objetivo Estabelecer um conjunto de ações articuladas que permitam a intervenção técnica, política e financeira para o enfrentamento da violência sexual infanto-juvenil.
3 PREVENÇÃO NA EDUCAÇÃO é a maneira mais econômica, eficaz e abrangente para se evitar a violência contra crianças. Através da prevenção primária atua-se para modificar condutas e formar novas culturas, sensibilizando e mobilizando a sociedade.
4 Orientações para realização de abordagem de crianças com suspeitas ou confirmação de Abuso sexual e ou maus tratos. Para proteger a criança precisa: Ter informações sobre o complexo legal que protege os direitos de crianças e adolescentes; Oferecer subsídios a uma assistência digna no caso de identificação ou ocorrência de violência sexual; Potencializar a cooperação dos educadores; Estimular o cumprimento do processo ético, moral e legal de notificar as autoridades competentes, casos suspeitos ou confirmados de maus-tratos, Violência Sexual (Abuso Sexual, estupro, exploração sexual e tráfico).
5 O que fazer quando há suspeitas de Violência Sexual ou dúvidas sobre o diagnóstico? Mesmo os casos suspeitos, a notificação deve ser feita ao Conselho Tutelar. Vale ressaltar que a denúncia (notificação) é obrigatória e a responsabilidade do profissional da educação é intransferível e pode ser legalmente cobrada, conforme Constituição Federal e Estatuto da Criança e do Adolescente: Art É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade, à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. O que fazer quando a criança relata uma situação de abuso? Ouvir atentamente a criança e explicar que você pretende ajudá-la, de forma que ela não seja surpreendida com ações dos órgãos competente;
6 Como abordar a criança e proteger sua identidade? A abordagem é peça fundamental para derrubar o muro do silêncio. Se o educador não sentir segurança para conduzir a conversa, pode e deve pedir ajuda de outros profissionais ou encaminhar para uma organização que desenvolve trabalhos de proteção a criança e ao adolescente; Se sentir segurança faça a abordagem num ambiente apropriado, sem a intervenção ou presença de outras pessoas; Ouça atentamente a criança, evite perguntar detalhes, não manifeste reações extremas, diga a criança que você vai ajudá-la;
7 Não trate a criança como coitadinha, ela quer ser tratada com carinho dignidade e respeito. Proteger a identidade da criança e do adolescente sexualmente abusado deve ser um compromisso ético e profissional. As informações referentes à criança/adolescente só deverão ser socializadas com as pessoas que puderem ajudá-las. É importante ressaltar que o educador que ouvir o relato deve comunicar imediatamente a direção da escola e esta é que deve assumir a responsabilidade de notificar ao Conselho Tutelar. Caso a direção da escola se omita, é importante lembrar que a notificação é obrigatória e a responsabilidade do profissional da educação é intransferível e pode ser legalmente cobrada.
8 O que fazer quando envolver funcionários ou professores da escola? Notificar ao Conselho Tutelar, encaminhar imediatamente o relatório de abordagem ao Departamento de Gestão Educacional, protocolado com cópia para a Coordenação do PAIR, informar a família, do ocorrido e orientá-los também a Notificar ao C. Tutelar e dependendo da situação, fazer o Boletim de Ocorrência na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente. Obs. A Divisão Distrital Zonal não deve instituir comissão para investigar. O seu papel é apenas orientar e acompanhar toda a situação.
9 Como o educador procede com a família, quando e como contactála? Se o agressor for membro direto da família, pai ou padrasto deve-se comunicar somente ao Conselho Tutelar; Se for alguém conhecido ou amigo da família esta deve ser comunicada imediatamente. Vale ressaltar que a denúncia (notificação) é obrigatória e a responsabilidade do profissional de educação é intransferível e pode ser legalmente cobrada; Lembre-se de que as pessoas que praticam violência sexual contra crianças e adolescentes precisam ser responsabilizadas por seus atos, mas elas também precisam de ajuda para não repeti-los e aprender a respeitar a criança e ao adolescente.
10 F l u x o g r a m a d e A t e n d i m e n t o Enviar Cópia Protocolada da Ficha de Notificação para DRE/DEGE Tratamento de Saúde Identificado pela Escola Protocolo Ficha de Notificação Conselho Tutelar Serviço Médico Outros Procedimentos Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente Programa de Apoio as Vítimas CREAS Tratamento de Justiça
11 Fluxograma de atendimento
12 Um país que quer ser grande tem que proteger quem não terminou de crescer
13 Telefones Úteis Responsáveis: Dircélia Ortiz Almeida Gerente da GACPE corp: / Eliana Hayden / Socióloga / corporativo: Mª do Perpetuo Socorro / Psicóloga Denuncie qualquer forma de violência, abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, trabalho infantil e violência contra a mulher. CMDCA / CEDCA CONSELHOS TUTELARES: CONSELHO TUT. NORTE / CONSEL TUTEL LESTE I / CONSELHO TUT. LESTE II / CONSELHO TUT. OESTE / CONSELHO TUT. CENTRO OESTE / / CONSELHO TUT. SUL I / CONSELHO TUT. SUL II / / CONSELHO T. CENTRO SUL / CONSELHO TUT. RURAL / MINISTÉRIO PÚBLICO JUIZADO DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE PROMOTORIA DA INFÂNCIA E JUVENTUDE DEFENSORIA PÚBLICA DA INFÂNCIA E JUVENTUDE CREAS/NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS / CREAS/CIDADE NOVA / SAI CRIANÇA E ADOLESCENTE DISQUE DIREITOS HUMANOS PAIR SEMED /
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