Atos do Congresso Nacional
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- Luna Coradelli Damásio
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1 <!ID > <!ID > <!ID > ISSN Ano CXLIII 121 Brsíli - DF, terç-feir, 27 de junho de 2006 Sumário. PÁGINA Atos do Poder Judiciário... 1 Atos do Congresso Ncionl... 1 Atos do Poder Executivo... 4 Presidênci d Repúblic... 9 Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento Ministério d Ciênci e Tecnologi Ministério d Cultur Ministério d Defes Ministério d Educção Ministério d Fzend Ministério d Integrção Ncionl Ministério d Justiç Ministério d Previdênci Socil Ministério d Súde Ministério ds Comunicções Ministério de Mins e Energi Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior Ministério do Desenvolvimento Socil e Combte à Fome Ministério do Esporte Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão Ministério do Trblho e Emprego Ministério dos Trnsportes Ministério Público d União Poder Legisltivo Poder Judiciário Entiddes de Fisclizção do Exercício ds Profissões Liberis Atos do Poder Judiciário SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PLENÁRIO <!ID > DECISÕES Ação Diret de Inconstitucionlidde e Ação Declrtóri de Constitucionlidde (Publicção determind pel Lei nº 9.868, de ) Julgmentos AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE (1) PROCED. : DISTRITO FEDERAL R E L ATO R : MIN. CARLOS BRITTO REQTE.(S) : CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA A D V. ( A / S ) : MARIA LUIZA WERNECK DOS SANTOS E OUTRO(A/S) REQDO.(A/S) : PRESIDENTE DA REPÚBLICA A D V. ( A / S ) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO REQDO.(A/S) : CONGRESSO NACIONAL INTDO.(A/S) : INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRÓLEO E GÁS - IBP A D V. ( A / S ) : CARLOS ROBERTO SIQUEIRA CASTRO E OUTROS Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Crlos Britto (Reltor), que julgv improcedente ção diret, pediu vist dos utos o Senhor Ministro Mrco Aurélio. Ausente, justificdmente, o Senhor Ministro Celso de Mello. Flrm, pel requerente, Dr. Mri Luiz Werneck dos Sntos; pelo micus curie, Instituto Brsileiro de Petróleo e Gás-IBP, o Dr. Torquto Jrdim e, pelo Ministério Público Federl, o Dr. Antônio Fernndo Brros e Silv de Souz, Procurdor-Gerl d Repúblic. Presidênci d Senhor Ministr Ellen Grcie. Plenário, Secretri Judiciári ANA LUIZA M. VERAS Secretári Atos do Congresso Ncionl <!ID > Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 222, DE 2006 Aprov o to que outorg concessão o SISTEMA DE COMUNICAÇÃO TERRA DO SOL LTDA. pr explorr serviço de rdiodifusão sonor em ond médi n cidde de Bel Cruz, Estdo do Cerá. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere o Decreto s/nº de 3 de bril de 2002, que outorg concessão o Sistem de Comunicção Terr do Sol Ltd. pr explorr, por dez nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão sonor em ond médi n cidde de Bel Cruz, Estdo do Cerá. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 223, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA SÃO VICENTE DE PAULO executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Morújo, Estdo do Cerá. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 656, de 9 de dezembro de 2003, que utoriz Associção Comunitári São Vicente de Pulo executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Morújo, Estdo do Cerá. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 224, DE 2006 Aprov o to que utoriz A ASSOCIA- ÇÃO DOS COMUNICADORES DE MA- RACANAÚ - ASCOMAR executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Mrcnú, Estdo do Cerá. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 32, de 15 de jneiro de 2004, que utoriz Associção dos Comunicdores de Mrcnú - ASCOMAR executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Mrcnú, Estdo do Cerá. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte
2 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 2 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 DECRETO LEGISLATIVO Nº 225, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA BENEFICENTE E SOCIAL DE NOVA FLORESTA executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Jguribe, Estdo do Cerá. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 141, de 16 de bril de 2004, que utoriz Associção Comunitári Beneficente e Socil de Nov Florest executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Jguribe, Estdo do Cerá. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 226, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA VALE DO GROAÍRAS - ACVG executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Groírs, Estdo do Cerá. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 107, de 6 de mrço de 2001, que utoriz Associção Comunitári Vle do Groírs - ACVG executr, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Groírs, Estdo do Cerá, retificndo-se o przo de utorizção pr 10 (dez) nos, tendo em vist o disposto n Lei nº , de 11 de dezembro de Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 227, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO CULTURAL DE PENHA executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Penh, Estdo de Snt Ctrin. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 59, de 4 de fevereiro, de 2005, que utoriz Associção Culturl de Penh executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Penh, Estdo de Snt Ctrin. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 228, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO DE RADIODIFUSÃO DO VALE DO CURU executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de São Luís do Curu, Estdo do Cerá. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 211, de 12 de junho de 2003, que utoriz Associção de Rdiodifusão do Vle do Curu executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de São Luís do Curu, Estdo do Cerá. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 229, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA PROGRESSO E CIDADANIA DE MONSENHOR TABO- SA executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Monsenhor Tbos, Estdo do Cerá. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 412, de 12 de novembro de 2004, que utoriz Associção Comunitári Progresso e Ciddni de Monsenhor Tbos executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Monsenhor Tbos, Estdo do Cerá. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 230, DE 2006 Aprov o to que utoriz o INSTITUTO DE RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA DE PACUJÁ - CEARÁ executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Pcujá, Estdo do Cerá. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 53, de 16 de jneiro de 2004, que utoriz o Instituto de Rdiodifusão Comunitári de Pcujá - Cerá executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Pcujá, Estdo do Cerá. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 231, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO NITEROIENSE DE ARTE, CIDA- DANIA E COMUNICAÇÃO POPGOIA- BA executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Niterói, Estdo do Rio de Jneiro. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 83, de 16 de fevereiro de 2005, que utoriz Associção Niteroiense de Arte, Ciddni e Comunicção POPGOIABA executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Niterói, Estdo do Rio de Jneiro. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 232, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA DE COMUNICA- ÇÃO E CULTURA VIDA NOVA executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Frnc, Estdo de São Pulo. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 77, de 14 de fevereiro de 2005, que utoriz Associção Comunitári de Comunicção e Cultur Vid Nov executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Frnc, Estdo de São Pulo. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte
3 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN DECRETO LEGISLATIVO Nº 233, DE 2006 Aprov o to que outorg permissão à FUNDAÇÃO NOVA CAMPO LARGO RÁDIO E TELEVISÃO EDUCATIVA pr executr serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld n cidde de Lp, Estdo do Prná. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 2.794, de 11 de dezembro de 2002, que outorg permissão à Fundção Nov Cmpo Lrgo Rádio e Televisão Eductiv pr executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld, com fins exclusivmente eductivos, n cidde de Lp, Estdo do Prná. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 234, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA DE COMUNICA- ÇÃO E CULTURA DE CRUZEIRO DO OESTE executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Cruzeiro do Oeste, Estdo do Prná. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 676, de 9 de dezembro de 2003, que utoriz Associção Comunitári de Comunicção e Cultur de Cruzeiro do Oeste executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Cruzeiro do Oeste, Estdo do Prná. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 235, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA DE DESENVOL- VIMENTO CULTURAL E ARTÍSTICO DE ITAGUAJÉ executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Itgujé, Estdo do Prná. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 369, de 17 de julho de 2003, que utoriz Associção Comunitári de Desenvolvimento Culturl e Artístico de Itgujé executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Itgujé, Estdo do Prná. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 236, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO BENEFICENTE E CULTURAL CO- MUNITÁRIA RÁDIO LIBERDADE FM executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de São Bento do Sul, Estdo de Snt Ctrin. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 187, de 21 de fevereiro de 2005, que utoriz Associção Beneficente e Culturl Comunitári Rádio Liberdde FM executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de São Bento do Sul, Estdo de Snt Ctrin. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 237, DE 2006 Aprov o to que utoriz ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA DE DESENVOL- VIMENTO CULTURAL E ARTÍSTICO DE SANTA FÉ executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Snt Fé, Estdo do Prná. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 2.950, de 18 de dezembro de 2002, lterd pel Portri nº 623, de 9 de dezembro de 2003, que utoriz Associção Comunitári de Desenvolvimento Culturl e Artístico de Snt Fé executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Snt Fé, Estdo do Prná. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 238, DE 2006 Aprov o to que utoriz o CLUBE DE MÃES E IDOSOS MARIA IZABEL DE MEDEIROS executr serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Ntl, Estdo do Rio Grnde do Norte. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 72, de 4 de fevereiro de 2005, que utoriz o Clube de Mães e Idosos Mri Izbel de Medeiros executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão comunitári n cidde de Ntl, Estdo do Rio Grnde do Norte. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 239, DE 2006 Aprov o to que outorg concessão à RÁ- DIO TIRADENTES LTDA. pr explorr serviço de rdiodifusão de sons e imgens n cidde de Porto Velho, Estdo de Rondôni. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere o Decreto s/nº, de 3 de novembro de 2005, que outorg concessão à Rádio Tirdentes Ltd. pr explorr, pelo przo de quinze nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão de sons e imgens n cidde de Porto Velho, Estdo de Rondôni. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 240, DE 2006 Aprov o to que outorg permissão à FUNDAÇÃO EDUCATIVA SÃO GON- ÇALO pr executr serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld n cidde de São Gonçlo do Amrnte, Estdo do Rio Grnde do Norte. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 405, de 10 de novembro de 2004, que outorg permissão à Fundção Eductiv São Gonçlo pr executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld, com fins exclusivmente eductivos, n cidde de São Gonçlo do Amrnte, Estdo do Rio Grnde do Norte. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl Fço sber que o Congresso Ncionl provou, e eu, Renn Clheiros, Presidente do Sendo Federl, nos termos do rt. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 241, DE 2006 Aprov o to que outorg permissão à FUNDAÇÃO JOSÉ FERNANDES DE MELO pr executr serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld n cidde de Pu dos Ferros, Estdo do Rio Grnde do Norte. O Congresso Ncionl decret: Art. 1º Fic provdo o to que se refere Portri nº 183, de 21 de fevereiro de 2005, que outorg permissão à Fundção José Fernndes de Melo pr executr, por 10 (dez) nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld, com fins exclusivmente eductivos, n cidde de Pu dos Ferros, Estdo do Rio Grnde do Norte. Art. 2º Este Decreto Legisltivo entr em vigor n dt de su publicção. Sendo Federl, em 26 de junho de 2006 Sendor RENAN CALHEIROS Presidente do Sendo Federl
4 <!ID > DECRETO 4 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de Atos do Poder Executivo 5.813, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Promulg o Acordo de Sede entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e Orgnizção do Trtdo de Cooperção Amzônic, celebrdo em Brsíli, em 13 de dezembro de O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, d Constituição, e Considerndo que o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e Orgnizção do Trtdo de Cooperção Amzônic celebrrm, em Brsíli, em 13 de dezembro de 2002, um Acordo de Sede; Considerndo que o Congresso Ncionl provou esse Acordo por meio do Decreto Legisltivo n o 44, de 12 de bril de 2006; Considerndo que o Acordo entrou em vigor interncionl em 6 de mio de 2006, nos termos de seu Artigo XV; D E C R E T A : Art. 1 o O Acordo de Sede entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e Orgnizção do Trtdo de Cooperção Amzônic, celebrdo em Brsíli, em 13 de dezembro de 2002, penso por cópi o presente Decreto, será executdo e cumprido tão inteirmente como nele se contém. Art. 2 o São sujeitos à provção do Congresso Ncionl quisquer tos que possm resultr em revisão do referido Acordo, ssim como quisquer justes complementres que, nos termos do rt. 49, inciso I, d Constituição, crretem encrgos ou compromissos grvosos o ptrimônio ncionl. Art. 3 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 26 de junho de 2006; 185 o d Independênci e 118 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Ruy Nunes Pinto Nogueir ACORDO DE SEDE ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A ORGANIZAÇÃO DO TRATADO DE COOPERAÇÃO AMAZÔNICA O Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e A Orgnizção do Trtdo de Cooperção Amzônic, Considerndo Resolução V MRE-TCA/1, dotd durnte V Reunião de Ministros ds Relções Exteriores do Trtdo de Cooperção Amzônic (Lim, 4 e 5 de dezembro de 1995), que cri um Secretri Permnente do Trtdo de Cooperção Amzônic, com sede em Brsíli; Considerndo o Protocolo de Emend o Artigo XXII do Trtdo de Cooperção Amzônic (Crcs, 14 de dezembro de 1998), que cri Orgnizção do Trtdo de Cooperção Amzônic (OTCA); Considerndo Resolução VI MRE-TCA/1, dotd durnte VI Reunião de Ministros ds Relções Exteriores do Trtdo de Cooperção Amzônic (Crcs, 6 de bril de 2000), que prov o Regulmento d Secretri Permnente d Orgnizção do Trtdo de Cooperção Amzônic; Acordm o seguinte: ARTIGO I Definições Aos fins deste Acordo, plicm-se s seguintes definições: ) o termo Governo signific o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil; b) expressão Estdo-sede signific Repúblic Federtiv do Brsil; c) expressão utoriddes brsileirs signific utoriddes governmentis competentes do Estdo-sede; d) o termo Secretri Permnente (SP) signific o órgão dministrtivo básico d OTCA; e) expressão Regulmento d SP refere-se o instrumento provdo pel Reunião de Ministros ds Relções Exteriores d Orgnizção do Trtdo de Cooperção Amzônic, relizd em Crcs, em bril de 2000; f) o termo Secretário-Gerl signific o titulr e representnte legl d SP; g) expressão instlções d SP signific s instlções, tnto provisóris qunto definitivs, descrits no Anexo A do presente Acordo, bem como qulquer terreno, edificção, prtes de edificções, locis e instlções ocupds pel SP; h) o termo sede signific s instlções d SP n Repúblic Federtiv do Brsil; i) expressão pessol d SP signific todos os funcionários d SP. ARTIGO II Personlidde Jurídic A personlidde jurídic d OTCA é exercid por intermédio d Secretri Permnente e compreende cpcidde de dquirir direitos e contrir obrigções, inclusive pr celebrr contrtos e cordos com pessos físics e jurídics, públics e privds, ncionis e estrngeirs, bem como pr dquirir e dispor de bens tngíveis, móveis e imóveis e, sem prejuízo ds disposições deste Acordo, pr promover e contestr ções judiciis. ARTIGO III Instlções O Estdo-sede grntirá, observdos os procedimentos e przos dministrtivos d legislção brsileir, os meios pr instlção d OTCA, tnto com relção às instlções provisóris, em conformidde com o estbelecido no cpítulo I do Anexo A do presente Acordo, como em relção às instlções definitivs, em conformidde com o estbelecido no cpítulo II do mesmo Anexo. ARTIGO IV Comunicções Pr comunicções oficiis, SP gozrá de: ) liberdde de comunicção e vntgens não menos fvoráveis que s tribuíds pelo Governo qulquer orgnizção interncionl em termos de prioridde, trifs, sobretxs e impostos plicáveis às comunicções; e b) direito de usr códigos ou cifrs e de envir e receber su correspondênci por meio de mls selds, beneficindo-se ds mesms prerrogtivs e imuniddes concedids mls de outrs orgnizções interncionis. ARTIGO V Autoriddes, Leis e Regulmentos Aplicáveis às Instlções d OTCA 1.A SP exercerá, nos termos do cpítulo I do Anexo A, dministrção ds instlções provisóris d OTCA, de cordo com s leis e regulmentos do Estdo-sede, respeitds inviolbilidde e imunidde grntids pelo rtigo VI deste Acordo. 2.A SP exercerá, nos termos do cpítulo II do Anexo A, posse e dministrção ds instlções definitivs d OTCA, de cordo com s leis e regulmentos do Estdo-sede respeitds inviolbilidde e imunidde grntids pelo rtigo VI deste Acordo. 3.A SP terá fculdde de estbelecer regulmentos plicáveis no âmbito de sus instlções, pr fins de nels grntir s condições necessáris pr o pleno desempenho de sus funções. As utoriddes do Estdo-sede serão informds respeito, tão logo dotdos os regulmentos previstos neste prágrfo. ARTIGO VI Instlções, Fundos e Outros Bens d OTCA 1.As instlções, rquivos, documentos e correspondênci oficil d OTCA gozrão de inviolbilidde e de imunidde à jurisdição locl, slvo nos csos prticulres em que OTCA renuncie expressmente tis privilégios. 2.A OTCA poderá: ) no Estdo-sede, possuir e usr fundos, ouro ou instrumentos negociáveis de qulquer tipo, bem como mnter e operr conts em qulquer moed e converter qulquer moed que possu; e b) trnsferir seus fundos, ouro ou moed de um pís pr outro ou dentro do Estdo-sede, pr qulquer indivíduo ou entidde. 3.A OTCA, seus tivos, rend ou outros bens estrão isentos de todos os impostos diretos no Estdo-sede; estrá igulmente isent de direitos duneiros e proibições e restrições de importr ou exportr com relção rtigos importdos ou exportdos pel OTCA pr seu uso oficil. Entretnto, rtigos dquiridos com tis isenções não poderão ser cedidos nem vendidos no Estdo-sede, exceto em conformidde com s norms, procedimentos e przos de su legislção vigente. 4.As disposições do prágrfo 3 cim não se plicm txs e encrgos cobrdos por serviços públicos pgáveis pel OTCA. ARTIGO VII Proteção ds Instlções d OTCA 1.O Governo brsileiro grntirá o uso exclusivo ds instlções d OTCA pr os fins ssinldos neste Acordo. 2.As utoriddes brsileirs dotrão tods s medids dequds pr proteger s instlções d OTCA e grntir su segurnç. ARTIGO VIII Privilégios e Imuniddes 1.O Secretário-Gerl, o Diretor-Executivo, o Diretor-Administrtivo e o Assessor Jurídico, desde que não tenhm ncionlidde brsileir nem residm permnentemente no Estdo-sede, gozrão dos seguintes privilégios, imuniddes e fciliddes concedids, de cordo com o Direito Interncionl: ) inviolbilidde pessol e imunidde de jurisdição em relção mnifestções verbis ou escrits e todos os tos por eles prticdos em su condição oficil; imunidde de jurisdição persistirá mesmo depois do término ds obrigções de representção de tis pessos, em conformidde com o rtigo 31 e o prágrfo 2 do rtigo 39 d Convenção de Vien sobre Relções Diplomátics de 1961; b) visto diplomático, pelo tempo que durr missão, pr o titulr, seu cônjuge e seus filhos menores de idde; os filhos miores de idde que cursem estudos superiores, comprtilhem residênci fmilir e dependm economicmente do titulr, ssim como os filhos miores de idde que sofrm de incpcidde físic e/ou mentl será concedido visto de cortesi; c) documentos oficiis de identificção pr o titulr, seu cônjuge e seus filhos menores de idde; os filhos miores de idde dependentes economicmente do titulr ou que sofrem de incpcidde físic ou mentl será concedid identificção correspondente o visto de cortesi; d) crteir de hbilitção pr o titulr e fmilires devidmente credencidos, medinte presentção de crteir de hbilitção válid do pís de origem, compnhd d respectiv trdução; e) direito de livre entrd de bens de uso doméstico, isent de direitos duneiros e impostos, com exceção dos gstos de depósito e serviços nálogos, dentro de seis meses contdos prtir d dt de chegd o Estdo-sede; f) direito de importr bens de uso pessol, com isenção de direitos duneiros e impostos, durnte o período de exercício de sus funções, de cordo com legislção do Estdo-sede; g) isenção de impostos sobre remunerção e emolumentos pgos por seus serviços à SP; h) s mesms imuniddes e fciliddes concedids os envidos diplomáticos com relção sus bggens; i) direito de importr um veículo utomotor ou comprr um veículo utomotor ncionl pr seu uso pessol, com s mesms isenções normlmente concedids os representntes de orgnizções interncionis no Estdo-sede; j) s mesms fciliddes de câmbio concedids os integrntes do corpo diplomático creditdo junto o Governo do Estdo-sede; k) direito o uso de plcs diplomátics, em conformidde com s norms vigentes do Estdo-sede. 2.Os demis membros do pessol d SP, desde que não tenhm ncionlidde brsileir nem tenhm residênci permnente no Estdo-sede, gozrão de: ) imunidde à jurisdição locl qunto tos e mnifestções verbis ou escrits durnte o exercício de sus funções; b) visto oficil pelo tempo que durr missão pr o titulr, cônjuge e seus filhos menores de idde; os filhos miores de idde, que cursem estudos superiores, comprtilhem residênci fmilir e dependm economicmente do titulr, ssim como os filhos miores de idde que sofrm de incpcidde físic e/ou mentl será concedido visto de cortesi; c) documentos oficiis de identificção pr o titulr, cônjuge e filhos menores de idde; os filhos miores de idde dependentes economicmente do titulr ou que sofrm de incpcidde físic ou mentl será concedid identificção correspondente o visto de cortesi; d) crteir de hbilitção pr o titulr e fmilires devidmente credencidos, medinte presentção de crteir de hbilitção válid do pís de origem, compnhd d respectiv trdução; e) direito de importr bens de uso doméstico e de uso pessol, com isenção de direitos duneiros e impostos, com exceção dos gstos de depósito e serviços nálogos, no przo de seis meses contr d dt de chegd o Estdo-sede; f) isenção de impostos com relção os slários e remunerções pgos pel OTCA;
5 <!ID > DECRETO Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN g) s mesms fciliddes de câmbio concedids os funcionários de um ctegori comprável, pertencentes representções de orgnismos interncionis no Estdo-sede; h) direito de importr um veículo utomotor ou comprr um veículo utomotor ncionl pr seu uso pessol, no przo de seis meses contr d dt de chegd o Estdo-sede, com s mesms isenções concedids os funcionários de representções de orgnismos interncionis no Estdo-sede. 3.Os bens dquiridos com isenções tributáris não poderão ser cedidos ou vendidos no Estdo-sede exceto em conformidde com s norms e przos de su legislção vigente. 4. O Secretário-Gerl e os demis membros do pessol d SP, desde que não tenhm ncionlidde brsileir nem residênci permnente no Estdo-sede, terão o direito de exportr e/ou reexportr seus bens de uso doméstico e de uso pessol, inclusive veículos utomotores, sem o pgmento de direitos ou impostos, dentro do przo de três meses contr d dt do término de sus funções no Estdo-sede. 5.As residêncis prticulres do Secretário-Gerl, do Diretor- Executivo, do Diretor-Administrtivo e do Assessor Jurídico gozrão d mesm inviolbilidde e proteção que s instlções d SP; o mobiliário, os documentos e correspondênci gozrão igulmente de inviolbilidde. 6.Os privilégios e imuniddes serão concedidos não em benefício dos membros do pessol d SP, ms pr grntir o desempenho eficz de sus funções. A OTCA poderá renuncir às imuniddes concedids qulquer de seus funcionários, qundo esss imuniddes impedirem plicção d justiç e puderem ser suspenss sem prejuízo dos interesses d OTCA. Cbe os órgãos de deliberção coletiv decidir sobre suspensão ds imuniddes concedids o Secretário-Gerl. No que diz respeito os demis membros do pessol d SP, cbe o Secretário-Gerl, d referendum do Conselho de Cooperção Amzônic ou, subsidirimente, d Comissão de Coordenção do Conselho de Cooperção Amzônic, prerrogtiv de suspender s imuniddes. ARTIGO IX Representntes ds Prtes Contrtntes d OTCA Os representntes ds Prtes Contrtntes d OTCA, credencidos pr prticipr de reuniões no Estdo-sede, durnte o período de exercício de sus funções e no curso de sus vigens de id o locl d reunião e regresso, desde que não tenhm ncionlidde brsileir, gozrão dos seguintes privilégios e imuniddes: ) inviolbilidde pessol, imunidde de jurisdição qunto mnifestções verbis ou escrits e todos os tos por eles prticdos em su qulidde oficil; imunidde de jurisdição persistirá mesmo depois do término ds obrigções de representção de tis pessos; b) inviolbilidde de todos os ppéis e documentos; c) fcilidde imigrtóris, bem como visto diplomático ou oficil, qundo requerido, conforme o sttus do representnte d Prte Contrtnte d OTCA, desde que portdor de pssporte diplomático ou oficil, inclusive pr seus cônjuges e filhos menores, de cordo com legislção pertinente do Estdo-sede; d) s mesms fciliddes de câmbio concedids os gentes diplomáticos de um ctegori comprável, no exercício de missões oficiis temporáris; e e) s mesms imuniddes e fciliddes concedids os envidos diplomáticos com relção sus bggens compnhds. ARTIGO X Cooperção com s Autoriddes Brsileirs 1.A SP colborrá permnentemente com s utoriddes brsileirs, fim de fcilitr bo dministrção d Justiç, ssegurr observânci ds leis, regulmentos de segurnç e prevenção de incêndios e evitr todo buso que pudessem dr lugr os privilégios, imuniddes e fciliddes enumerdos neste Acordo. 2.A SP respeitrá s legislções previdenciári e trblhist que o Estdo-sede impõe os empregdores, com relção seus empregdos que sejm ncionis ou residentes permnentes no Estdo-sede. Os funcionários que não sejm ncionis ou residentes permnentes do Estdo-sede serão regidos exclusivmente pels norms de pessol d Orgnizção. ARTIGO XI Cooperção com Orgnismos Interncionis A OTCA estbelecerá, de comum cordo com o Estdo-sede, s condições pels quis peritos funcionários de orgnismos interncionis poderão vir cumprir missões de consultori n SP, por tempo determindo. ARTIGO XII Notificção 1.O Secretário-Gerl notificrá o Governo os nomes e s ctegoris dos membros do pessol d SP referidos neste Acordo, bem como qulquer lterção em su situção. 2.O Secretário-Gerl será substituído, em su usênci temporári ou permnente, pelo Diretor-Executivo e notificrá o Governo do Estdo-sede nesses csos. Ao exercer s funções de Secretário- Gerl, o substituto gozrá dos mesmos direitos e obrigções. ARTIGO XIII Entrd, Síd e Circulção no Estdo-Sede Todos os membros do pessol d SP, desde que não tenhm ncionlidde brsileir nem residênci permnente no Estdo-sede, bem como seus respectivos cônjuges e filhos menores poderão entrr e permnecer no território do Estdo-sede, e dele sir, pelo período de sus respectivs missões, com o visto proprido, qundo requerido, conforme determin legislção brsileir pertinente. O menciondo visto será concedido sem custos. ARTIGO XIV Solução de Controvérsis Qulquer controvérsi entre o Governo do Estdo-sede e OTCA sobre plicção ou interpretção ds disposições deste Acordo será resolvid por negocições direts entre s Prtes, de cordo com o Direito Interncionl, resslvds s disposições constitucionis vigentes no Estdo-sede. ARTIGO XV Entrd em Vigor Este Acordo, ou qulquer emend o seu texto, entrrá em vigor no di seguinte àquele em que o Governo brsileiro comunicr, por escrito, à SP d OTCA que completou seus requisitos legis internos pr entrd em vigor. ARTIGO XVI Emends Este Acordo poderá ser emenddo por cordo mútuo entre o Governo e SP; eventuis emends entrrão em vigor em conformidde com o rtigo XV. ARTIGO XVII Denúnci Este Acordo poderá ser denuncido por qulquer um ds Prtes, qulquer tempo, medinte notificção por escrito, que produzirá seus efeitos pós decorrido o przo de seis meses prtir d dt de recebimento d referid notificção. ARTIGO XVII Disposições Finis Este Acordo expirrá em cso de dissolução d SP ou de trnsferênci de su sede pr território de outro Estdo. Feito em Brsíli, os 13 dis do mês de dezembro de 2002, em dois exemplres originis, nos idioms português, espnhol, inglês e holndês, sendo todos os textos igulmente utênticos. PELO GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL PELA ORGANIZAÇÃO DO TRATADO DE COOPERAÇÃO AMAZÔNICA ANEXO A AO ACORDO DE SEDE ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A ORGANIZAÇÃO DO TRATADO DE COOPERAÇÃO AMAZÔNICA (OTCA) CAPÍTULO I Instlções Provisóris 1.O Estdo-sede cederá à OTCA, pr s instlções provisóris de su SP, o uso de 320 metros qudrdos de espço no Anexo II do Ministério ds Relções Exteriores em Brsíli, tl como figurm n plnt pens, e do mobiliário necessário seu funcionmento. 2.O espço cedido pr s instlções provisóris será entregue em condições dequds de uso no que diz respeito à pintur, o revestimento de piso, à climtizção e os meios de iluminção e o controle de luminosidde. 3.O Estdo-sede cederá à OTCA, pr s instlções provisóris de su SP, o uso de equipmento de escritório tl como bixo discrimindo: ) 14 microcomputdores; b) té 14 impressors, podendo o número finl de uniddes cedids vrir de cordo com s possibiliddes e conveniêncis técnics de comprtilhmento; c) 1 fotocopidor; d) 1 triturdor; e) 1 máquin de escrever; f) 1 prelho de fc-símile; g) sistem telefônico, composto de 15 prelhos e 5 linhs, um ds quis de cesso direto. 4.O Estdo-sede grntirá tulidde técnic do equipmento cim discrimindo em gru comptível com s trefs institucionis d SP. 5.O Estdo-sede ssegurrá à SP, em sus instlções provisóris, cesso grtuito e ilimitdo à internet. 6.O Estdo-sede cederá à OTCA, pr s instlções provisóris de su SP, o uso de mteril básico permnente de escritório, ser discrimindo no momento d entreg. 7.O Estdo-sede ssegurrá à SP, em sus instlções provisóris, disponibilidde de todos os serviços necessários seu funcionmento, tis como águ, energi elétric, limpez, segurnç e mnutenção de equipmentos e mobiliário. 8.O Estdo-sede fcultrá à SP, medinte requerimento protocoldo com rzoável ntecedênci e observds s prioriddes de serviço do principl ocupnte do prédio, utilizção de uditório djcente o espço cedido. 9.O uso do espço cim discrimindo será cedido, de conformidde com legislção brsileir plicável, inclusive com o termo dministrtivo de cessão, pr s instlções provisóris d SP, pelo tempo que for necessário té que estejm disponíveis s instlções definitivs. 10.O uso do equipmento e do mobiliário cim discrimindo será cedido, de conformidde com legislção brsileir plicável, inclusive com o termo dministrtivo de cessão, pr s instlções provisóris d SP, enqunto se fizer necessário pr os fins d OTCA, podendo estender-se às instlções definitivs. CAPÍTULO II Ds Instlções Definitivs 1.O Estdo-sede tomrá s providêncis legisltivs e dministrtivs necessáris à trnsferênci à OTCA, título grtuito e estável e no mis breve przo possível, de lote de terreno pr s instlções definitivs tão logo OTCA disponh dos recursos suficientes pr s obrs de edificção. 2.A cessão de uso do equipmento e mobiliário de escritório à OTCA, pr s instlções definitivs de su SP, desde que necessári pr seus fins institucionis e exeqüível pr o Estdo-sede, poderá ser feit por prorrogção ds cessões efetuds em benefício ds instlções provisóris , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Promulg o Acordo de Cooperção entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic do Pnmá no Cmpo d Lut contr o Crime Orgnizdo, celebrdo em Brsíli, em 21 de gosto de O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, d Constituição, e Considerndo que o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic do Pnmá celebrrm em Brsíli, em 21 de gosto de 2001, um Acordo de Cooperção no Cmpo d Lut contr o Crime Orgnizdo; Considerndo que o Congresso Ncionl provou esse Acordo por meio do Decreto Legisltivo n o 73, de 18 de bril de 2006; Considerndo que o Acordo entrou em vigor interncionl em 3 de mio de 2006, nos termos do prágrfo 1 de seu Artigo 7; D E C R E T A : Art. 1 o O Acordo de Cooperção entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic do Pnmá no Cmpo d Lut contr o Crime Orgnizdo, celebrdo em Brsíli, em 21 de gosto de 2001, penso por cópi o presente Decreto, será executdo e cumprido tão inteirmente como nele se contém.
6 <!ID > DECRETO 6 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 Art. 2 o São sujeitos à provção do Congresso Ncionl quisquer tos que possm resultr em revisão do referido Acordo, ssim como quisquer justes complementres que, nos termos do rt. 49, inciso I, d Constituição, crretem encrgos ou compromissos grvosos o ptrimônio ncionl. Art. 3 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 26 de junho de 2006; 185 o d Independênci e 118 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Smuel Pinheiro Guimrães Neto ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DO PANAMÁ NO CAMPO DA LUTA CONTRA O CRIME ORGANIZADO O Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e O Governo d Repúblic do Pnmá (dorvnte denomindos Prtes Contrtntes ), Conscientes do perigo d expnsão do crime orgnizdo interncionl, e, especilmente, do terrorismo e do tráfico ilícito de drogs e delitos conexos; Reconhecendo importânci d cooperção interncionl no combte esss prátics criminoss; Dispostos fortlecer e perfeiçor cooperção já existente entre os dois píses; De conformidde com os propósitos d Convenção ds Nções Unids contr o Crime Orgnizdo Trnsncionl (Convenção de Plermo, de 2000), bem como de outros instrumentos jurídicos interncionis sobre mtéri; Inspirdos ns decisões e recomendções emnds d Assembléi Gerl ds Nções Unids em su sessão especil sobre o problem ds drogs, relizd em 1998, em especil nos princípios li consgrdos, entre os quis o d responsbilidde comprtilhd entre todos os píses n busc de soluções pr o problem ds drogs ilícits, Acordm o seguinte: ARTIGO 1 1.As Prtes Contrtntes, respeitds s leis e regulmentos em vigor em seus respectivos píses, propõem-se desenvolver tividdes de cooperção nos cmpos do combte o crime orgnizdo. 2.A cooperção cim menciond levrá em cont s convenções interncionis ds quis são prtes. ARTIGO 2 No cmpo do combte o terrorismo, s Prtes Contrtntes relizrão: ) intercâmbio de informções sobre tividdes de grupos terrorists, sus estruturs de orgnizção, membros, meios de finncimento e métodos de tução; b) intercâmbio de informções sobre métodos e técnics ntiterrorists; e c) intercâmbio de experiêncis científics e tecnológics n áre de proteção e segurnç de trnsporte mrítimo, éreo e ferroviário, com o propósito de modernizr medids de segurnç e proteção de portos, eroportos e estções ferroviáris, bem como de edifícios e instlções que possm ser lvos de ções terrorists. ARTIGO 3 1.Com vists combter o crime orgnizdo em sus vrids forms, s Prtes Contrtntes relizrão: ) intercâmbio de informções sobre orgnizções criminoss de todo tipo, sus lidernçs, membros, estruturs, tividdes e relções com outros grupos dedicdos tividdes ilícits; e b) intercâmbio de informções sobre métodos e técnics de combte o crime orgnizdo. 2.As Prtes Contrtntes intercmbirão ind informções e ddos, bem como tomrão medids conjunts com vists o combte às seguintes tividdes ilícits: i) contrbndo de rms, munições e explosivos; ii) flsificção e contrbndo de produtos informáticos de todo tipo; iii) tividdes comerciis ilícits por meios eletrônicos (trnsferêncis ilícits de numerário, invsão de bncos de ddos, pedofili e outros); iv) contrbndo de bens culturis e históricos, bem como de pedrs e metis preciosos; v) flsificção de qulquer tipo de documento de identidde, bem como de cheques e crtões de crédito; vi) seqüestro; vii) extorsão; viii) lvgem de dinheiro e de tivos. 3.As Prtes Contrtntes envidrão esforços conjuntos no sentido de coibir prátic de crimes que envolvm o tráfico de seres humnos e imigrção ilegl, prticulrmente mulheres e crinçs com fins de prostituição. 4.As Prtes Contrtntes prestrão ssistênci recíproc ns seguintes áres: i) loclizção e identificção de pessos homizids em mbos os píses e de bens (tivos finnceiros e imóveis) de propriedde de criminosos; ii) fornecimento de cópis de registros oficiis públicos com vists à purção de delitos de lvgem de dinheiro ou fcilitr investigções em curso; iii) obtenção de informções reltivs processos em curso de perd de bens e de devolução de bens preendidos. 5.As solicitções de cooperção e de intercâmbio de informções e ddos sobre s tividdes criminoss relcionds neste Artigo deverão ser feits por escrito, slvo em situção de urgênci. ARTIGO 4 No espírito ds Convenções ds Nções Unids sobre combte às drogs (Convenção sobre Entorpecentes de 1961 e seu Protocolo Adicionl de 1972, Convenção sobre Substâncis Psicotrópics de 1971 e Convenção contr o Tráfico Ilícito de Drogs e Substâncis Psicotrópics de 1988) e d Estrtégi Hemisféric Antidrogs d OEA, s Prtes Contrtntes relizrão: ) intercâmbio de informções e experiêncis sobre novos métodos utilizdos n produção ilícit de entorpecentes e substâncis psicotrópics, rots de tráfico interncionl, métodos de ocultção e distribuição, ssim como sobre novs forms de combte esss tividdes; b) intercâmbio de informções e ddos sobre pessos e orgnizções envolvids n produção e no tráfico de drogs ilícits e sobre sus tividdes; c) ções policiis coordends - incluindo técnics de entreg controld - pr prevenção do tráfico de drogs ilícits; d) intercâmbio de informções sobre resultdos de investigções criminis e estudos cerc d produção e do tráfico de drogs ilícits; e) intercâmbio de informções sobre o controle do buso de drogs, bem como sobre s respectivs legislções interns sobre o tem. ARTIGO 5 Com vists monitorr implementção do presente Acordo, s Prtes Contrtntes promoverão, sempre que necessário, reuniões entre utoriddes competentes dos dois píses. Tis reuniões serão proposts pelos cnis diplomáticos e terão os seguintes objetivos, entre outros: ) identificr objetivos específicos e estrtégis serem desenvolvids no combte os crimes menciondos no presente Acordo; b) vlir s tividdes conjunts que venhm ser desenvolvids; c) estimulr crição de cnis ágeis de comunicção entre utoriddes competentes no combte às diverss modliddes criminoss contemplds no presente Acordo; d) estipulr, de comum cordo, przos pr o tendimento ds solicitções que se refere o item 5 do Artigo 3 cim; e) intercmbir informções e experiêncis cerc ds modliddes criminoss prevists no presente Acordo, bem como sobre métodos empregdos pr seu combte. ARTIGO 6 1.Cd Prte Contrtnte obrig-se proteger s informções de cráter sigiloso recebids d outr Prte. O gru de sigilo ds informções prestds n plicção do presente Acordo será definido pel Prte trnsmissor. 2.As informções, mteriis e recursos técnicos e humnos recebidos por um ds Prtes Contrtntes no âmbito d implementção do presente Acordo não poderão ser trnsferidos terceiros Estdos ou pessos sem o consentimento prévio d outr Prte. ARTIGO 7 Disposições Finis 1.O presente Acordo entrrá em vigor n dt do recebimento, por vi diplomátic, d segund comunicção n qul se inform o cumprimento dos requisitos legis internos necessários pr su provção. 2.O presente Acordo poderá ser emenddo por mútuo consentimento ds Prtes Contrtntes, medinte troc de nots diplomátics. 3.Qulquer um ds Prtes Contrtntes poderá dr por termindo o presente Acordo, medinte denúnci formlizd por not diplomátic, que surtirá efeito 6 (seis) meses pós dt de seu recebimento pel outr Prte. As solicitções de ssistênci formlizds dentro dquele przo deverão ser tendids pel Prte requerid. Feito em Brsíli, em 21 de gosto de 2001, em dois exemplres originis, em português e espnhol, sendo mbos os textos igulmente válidos e utênticos. PELO GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL CELSO LAFER Ministro de Estdo ds Relções Exteriores PELO GOVERNO DA REPÚBLICA DO PANAMÁ JOSÉ MIGUEL ALEMÁN Ministro ds Relções Exteriores 5.815, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Promulg o Acordo de Cooperção Mútu entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic d Colômbi pr o Combte o Tráfego de Aeronves Envolvids com Atividdes Ilícits Trnsncionis, celebrdo em Crtgen de Índis, em 7 de novembro de O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, d Constituição; e Considerndo que o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic d Colômbi celebrrm em Crtgen de Índis, em 7 de novembro de 1997, um Acordo de Cooperção Mútu pr o Combte o Tráfego de Aeronves Envolvids com Atividdes Ilícits Trnsncionis; Considerndo que o Congresso Ncionl provou esse Acordo por meio do Decreto Legisltivo n o 51, de 5 de gosto de 1999; Considerndo que o Acordo entrou em vigor interncionl em 22 de mrço de 2006, nos termos do prágrfo 1 de seu Artigo VII; D E C R E T A : Art. 1 o O Acordo de Cooperção Mútu entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic d Colômbi pr o Combte o Tráfego de Aeronves Envolvids com Atividdes Ilícits Trnsncionis, celebrdo em Crtgen de Índis, em 7 de novembro de 1997, penso por cópi o presente Decreto, será executdo e cumprido tão inteirmente como nele se contém. Art. 2 o São sujeitos à provção do Congresso Ncionl quisquer tos que possm resultr em revisão do referido Acordo ou que, nos termos do rt. 49, inciso I, d Constituição, crretem encrgos ou compromissos grvosos o ptrimônio ncionl. Art. 3 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 26 de junho de 2006; 185 o d Independênci e 118 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Smuel Pinheiro Guimrães Neto
7 <!ID > DECRETO Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN ACORDO DE COOPERAÇÃO MÚTUA ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA COLÔMBIA PARA O COMBATE AO TRÁFEGO DE AERONAVES ENVOLVIDAS COM ATIVIDADES ILÍCITAS TRANSNACIONAIS O Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e O Governo d Repúblic d Colômbi (dorvnte denomindos Prtes ), Convencidos que o tráfego de eronves supostmente envolvids com tividdes ilícits trnsncionis, notdmente o contrbndo de rms e munições e o nrcotráfico, constitui um problem que fet s comuniddes de mbos os píses; Reconhecendo que o enfrentmento deste problem deve operr-se por meio de tividdes concertds e hrmônics; Interessdos em desenvolver colborção mútu neste sentido, Acordm o seguinte: ARTIGO I 1.As Prtes comprometem-se envidr esforços conjuntos pr coibir o tráfego de eronves supostmente envolvids com tividdes ilícits trnsncionis, dentrndo ou evoluindo nos respectivos espços éreos ncionis. As Prtes intercmbirão s informções relevntes pr o objetivo cim, tendo em vist umentr eficáci e mplir o escopo d cooperção bilterl. Ess cooperção, que se regerá pelo presente Acordo, poderá compreender s seguintes tividdes por prte de mbos os governos signtários: ) intercâmbio de informções de cráter estrtégico-opercionl; b) treinmento técnico ou opercionl especilizdo; c) fornecimento de equipmento e recursos humnos pr serem empregdos em progrms específicos n áre cim menciond; e d) mútu ssistênci técnic. 2.Os recursos mteriis, finnceiros e humnos necessários à execução de progrms específicos em virtude deste Acordo serão, qundo for pertinente e em cd cso, definidos pels Prtes por intermédio de Ajustes Complementres. ARTIGO II 1.De cordo com s respectivs legislções interns, s Prtes tomrão s medids cbíveis pr: ) controlr o tráfego de eronves evoluindo nos respectivos espços éreos ncionis; e b) intensificr o intercâmbio de informções e experiêncis relcionds com o combte eronves envolvids com tividdes ilícits trnsncionis, em especil o nrcotráfico. 2.As Prtes intercmbirão s informções relevntes pr os objetivos cim, tendo em vist umentr eficáci d cooperção bilterl. ARTIGO III 1.As Forçs Aéres ds Prtes estbelecerão progrms de trblho cobrindo períodos de dois nos, com vists implementr o presente Acordo. Estes progrms de trblho contemplrão objetivos, mets mensuráveis específics e um cronogrm pr execução de tividdes, qundo for o cso. 2.Os tributos de importção ou txs os quis possm estr sujeitos os mteriis e equipmentos fornecidos no âmbito deste Acordo e como resultdo de su execução serão de exclusiv responsbilidde do governo recipiendário, que tomrá s medids proprids pr su liberção. ARTIGO IV O Governo brsileiro design, como coordendor de su prticipção, n execução do presente Acordo o Estdo Mior d Aeronáutic e o Governo d Repúblic d Colômbi design, como coordendor de su prticipção, o Estdo Mior d Forç Aére d Colômbi. ARTIGO V Com vists lcnçr os objetivos do presente Acordo e pedido de um ds Prtes, representntes ds Prtes reunir-se-ão periodicmente pr: ) vlir eficáci dos progrms de ção; b) recomendr os respectivos Governos progrms nuis com objetivos específicos, serem desenvolvidos no âmbito deste Acordo e serem implementdos medinte cooperção bilterl; c) exminr quisquer questões reltivs à execução do presente Acordo; e d) presentr os seus respectivos Governos s recomendções considerds pertinentes pr melhor execução do presente Acordo. ARTIGO VI Tods s tividdes decorrentes do presente Acordo serão desenvolvids em conformidde com s leis e regulmentos em vigor de cd um ds Prtes. ARTIGO VII 1.Cd um ds Prtes notificrá outr do cumprimento ds formliddes requerids pel respectiv legislção intern pr que o Acordo entre em vigor. Este Acordo entrrá em vigor n dt do recebimento d últim desss notificções. 2.O presente Acordo permnecerá em vigor por przo ilimitdo, menos que um ds Prtes o denuncie, por vi diplomátic. A denúnci surtirá efeito 90 (novent ) dis pós dt d respectiv notificção. A denúnci do presente Acordo não fetrá vlidde de quisquer progrms estbelecidos nteriormente à denúnci os quis se continurm executndo té su terminção. Feito em Crtgen de Índis, em 7 de novembro de 1997, em dois exemplres originis, nos idioms português e espnhol, sendo mbos os textos igulmente utênticos. Pelo Governo d Repúblic Federtiv do Brsil SEBASTIÃO DO REGO BARROS Ministro de Estdo ds Relções Exteriores, Interino Pelo Governo d Repúblic d Colômbi ALMABEATRIZ RENGIFO LÓPEZ Ministr d Justiç 5.816, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Promulg o Memorndo de Entendimento entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic d Índi referente à Cooperção Tecnológic n Áre de Mistur de Etnol em Combustíveis pr Trnsportes, celebrdo em Nov Delhi, em 8 de bril de O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, d Constituição; e Considerndo que o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic d Índi celebrrm, em Nov Delhi, em 8 de bril de 2002, um Memorndo de Entendimento referente à Cooperção Tecnológic n Áre de Mistur de Etnol em Combustíveis pr Trnsportes; Considerndo que o Congresso Ncionl provou esse Memorndo de Entendimento por meio do Decreto Legisltivo n o 29, de 21 de fevereiro de 2006; Considerndo que o Memorndo de Entendimento entrou em vigor interncionl em 28 de fevereiro de 2006, nos termos do prágrfo 1 o de seu Artigo X; D E C R E T A : Art. 1 o O Memorndo de Entendimento entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic d Índi referente à Cooperção Tecnológic n Áre de Mistur de Etnol em Combustíveis pr Trnsportes, celebrdo em Nov Delhi, em 8 de bril de 2002, penso por cópi o presente Decreto, será executdo e cumprido tão inteirmente como nele se contém. Art. 2 o São sujeitos à provção do Congresso Ncionl quisquer tos que possm resultr em revisão do referido Memorndo de Entendimento, ssim como quisquer justes complementres que, nos termos do rt. 49, inciso I, d Constituição, crretem encrgos ou compromissos grvosos o ptrimônio ncionl. Art. 3 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 26 de junho de 2006; 185 o d Independênci e 118 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Celso Luiz Nunes Amorim MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA ÍNDIA REFERENTE A COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA NA ÁREA DE MISTURA DE ETANOL EM COMBUSTÍVEIS PARA TRANSPORTES O Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e O Governo d Repúblic d Índi (dorvnte denomindos Prtes Contrtntes ), Desejndo intensificr os trdicionis lços de mizde entre os dois píses medinte cooperção em pesquis e desenvolvimento tecnológico; Reconhecendo s vntgens que, pr seus respectivos povos, resultrão d promoção de tl cooperção, em especil n áre de mistur de etnol em combustíveis pr trnsportes; Tendo conhecimento de que Repúblic Federtiv do Brsil já implementou mistur de etnol à gsolin e vem procedendo experimentos relciondos com mistur de etnol e óleo diesel; Observndo, demis, que o Governo d Índi vem procedendo estudos sobre vibilidde d mistur de etnol com gsolin e óleo diesel; Concordm: ARTIGO I As Prtes Contrtntes intensificrão su cooperção, no cmpo d mistur de etnol em combustíveis pr trnsportes, com bse nos princípios de iguldde e vntgens mútus, identificndo s áres propícis à cooperção e considerndo experiênci obtid pelos especilists no ssunto e s possibiliddes existentes. ARTIGO II Em fvor de tl cooperção, o Governo do Brsil concord em comprtilhr tecnologi d mistur de etnol n gsolin e no óleo diesel e prover consultori ns seguintes áres: i) otimizção de índices de mistur, visndo o melhor desempenho com o mínimo de justes/modificções nos motores; ii) modificções/justes que se tornem necessários, no motor e no combustível dos veículos, pr utilizção do etnol misturdo à gsolin e o diesel em diferentes proporções; iii) seleção dos mteriis propridos à comptibilizção dos componentes do sistem combustível com o etnol; iv) desempenho dos veículos sob diferentes condições de mistur e condições climátics e impcto sobre emissões e no meio mbiente; v) desenvolvimento de estbilizdores/ditivos/de-nturnts, em prticulr pr utilizção em misturs de etnol e diesel; vi) infr-estrutur necessári nos fornecedores e distribuidores; vii) testes lbortoriis e respectivo equipmento necessários à determinção do índice de mistur; viii) nálise de qulquer outr áre referente à mistur de gsolin/diesel com etnol e utilizção de produtos misturdos como combustíveis pr veículos utomotivos. ARTIGO III 1.Os termos do presente Memorndo de Entendimento serão considerdos prtir de progrms de implementção firmdos periodicmente, ms não em períodos inferiores um ou dois nos. Esses progrms de implementção deverão especificr gm, o ssunto e s forms de cooperção, incluídos os termos e condições de cráter finnceiro. 2.A implementção deste Memorndo de Entendimento será de responsbilidde ds gêncis indicds por cd um dos Governos, em protocolos seprdos, cobrindo cd projeto específico.
8 <!ID > DECRETO <!ID > DECRETO 8 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 ARTIGO IV As Prtes Contrtntes concordm em cooperr no intercâmbio de treinmento de especilists, bem como de informções e documentção de cráter técnico e n relizção de seminários/conferêncis que fcilitem o porte de tecnologi e o reforço n formção de recursos humnos n áre em questão. ARTIGO V 1.As Prtes Contrtntes deverão promover cooperção entre s gêncis designds em mbos os píses, com vists concluir, se necessário, os devidos protocolos ou contrtos no âmbito do presente Memorndo de Entendimento. 2.Os protocolos ou contrtos que servirem de bse à citd cooperção deverão ser firmdos em consonânci com s leis e os regulmentos em vigor no pís respectivo. Desses protocolos ou contrtos deverá constr, se necessário: i) trnsferênci de know-how técnico sobre estbilizdores/ditivos/emulsificdores relciondos com mistur de combustíveis; ii) projetos conjuntos referentes à utilizção de bio-diesel e trnsferênci do respectivo know-how técnico; iii) pesquis conjunt sobre o desenvolvimento de céluls de combustível bseds em etnol pr fins de gerção de energi e plicção n áre utomotiv; iv) compensção finnceir pelo licencimento de know-how ou pel utilizção de ptentes; v) intercâmbio de ptentes, utilizção conjunt no cso de ptentes bseds em projetos conjuntos de pesquis e desenvolvimento e condições pr su comercilizção por cd um ds Prtes ou conjuntmente por mbs em terceiro pís; vi) condições pr inicir produção em escl comercil; vii) termos e condições de cráter finnceiro. ARTIGO VI As Prtes Contrtntes concordm em não divulgr informções por els obtids, ou por seu pessol, no contexto do presente Memorndo de Entendimento, qulquer outr terceir prte, sem o expresso consentimento d outr Prte. ARTIGO VII Aspectos referentes direitos de propriedde intelectul do Projeto de Cooperção, onde quer que se pliquem, deverão ser objeto de negocições específics e que levem em considerção s leis ncionis de cd pís e s norms interncionis ceits por mbos os píses. ARTIGO VIII Despess de vigem de técnicos entre os dois píses serão pgs pels gêncis designds interessds, em conformidde com s condições mutumente cordds. ARTIGO IX 1.Emends ou modificções este Memorndo de Entendimento poderão ser feits qulquer momento por consentimento mútuo ds Prtes Contrtntes e serão válids qundo feits por escrito pels Prtes ou seus representntes utorizdos e qundo dispuserem especificmente que constituem emends este Memorndo de Entendimento. 2.As modificções entrrão em vigor n dt de su formlizção, menos que diversmente corddo pels Prtes Contrtntes. ARTIGO X 1.Este Memorndo de Entendimento entrrá em vigor qundo mbs s Prtes Contrtntes houverem-se informdo do cumprimento de seus respectivos procedimentos legis e permnecerá em vigor por um período de dois nos menos que s Prtes Contrtntes cordem pôr fim à su vigênci ntes desse período. 2.Este Memorndo de Entendimento poderá ser denuncido por qulquer ds Prtes medinte notificção à outr Prte com três meses de ntecedênci. 3.Expirdo este Memorndo, s tividdes em execução não serão fetds e continurão té o seu término. Feito em Nov Delhi, em 8 de bril de 2002, em dois exemplres originis, nos idioms português, hindi e inglês, sendo todos os textos igulmente utênticos. Em cso de qulquer divergênci n interpretção, prevlecerá o texto em inglês. PELO GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SERGIO SILVA DO AMARAL Ministro do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior PELO GOVERNO DA REPÚBLICA DA ÍNDIA RAM NAIK Ministro do Petróleo e Gás Nturl 5.817, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Promulg o Acordo de Cooperção n Áre do Turismo entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic d Croáci, celebrdo em Brsíli, em 7 de junho de O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, d Constituição; e Considerndo que o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic d Croáci celebrrm, em Brsíli, em 7 de junho de 2001, um Acordo de Cooperção n Áre do Turismo; Considerndo que o Congresso Ncionl provou esse Acordo por meio do Decreto Legisltivo n o 28, de 21 de fevereiro de 2006; Considerndo que o Acordo entrou em vigor interncionl em 7 de bril de 2006, nos termos do prágrfo 1 o de seu Artigo VI; D E C R E T A : Art. 1 o O Acordo de Cooperção n Áre do Turismo entre o Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e o Governo d Repúblic d Croáci, celebrdo em Brsíli, em 7 de junho de 2001, penso por cópi o presente Decreto, será executdo e cumprido tão inteirmente como nele se contém. Art. 2 o São sujeitos à provção do Congresso Ncionl quisquer tos que possm resultr em revisão do referido Acordo, ssim como quisquer justes complementres que, nos termos do rt. 49, inciso I, d Constituição, crretem encrgos ou compromissos grvosos o ptrimônio ncionl. Art. 3 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 26 de junho de 2006; 185 o d Independênci e 118 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Celso Luiz Nunes Amorim ACORDO DE COOPERAÇÃO NA ÁREA DE TURISMO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA CROÁCIA O Governo d Repúblic Federtiv do Brsil e O Governo d Repúblic d Croáci (dorvnte denomindos Prtes ), Desejosos de reforçr s relções de mizde e de cooperção entre os dois Estdos; Conscientes do mútuo interesse pel mplição dos fluxos turísticos entre os dois píses; Convencidos de que o setor do turismo contribui pr o entendimento entre seus povos e pr o desenvolvimento econômico e socil e bem como pr ocupção rcionl do território, com bse n iguldde e benefícios recíprocos; Resolvem cordr o seguinte: ARTIGO I As Prtes encorjrão, desenvolverão e coordenrão cooperção no setor de turismo, segundo seus interesses recíprocos e de conformidde com legislção pertinente, os demis regulmentos cbíveis e s respectivs disponibiliddes orçmentáris. ARTIGO II As Prtes procederão o intercâmbio de informções reltivs sus legislções pertinentes o turismo, à orgnizção do setor, sus polítics ncionis e regionis de turismo, bem como ções relcionds o cmpo do turismo, prevists em outros dispositivos lém do presente Acordo, com o objetivo de explorr s possibiliddes existentes de cooperção. ARTIGO III As Prtes fvorecerão o exme e o desenvolvimento conjunto de projetos de investimento no setor de turismo, e encorjrão prestção de ssistênci técnic, o intercâmbio de especilists e os progrms de cpcitção profissionl, com vists o desenvolvimento desse setor, incluindo-se nesse prticulr implementção de ções especilmente ligds à orgnizção d tividde turístic, seu desenvolvimento e gestão, ssim como prestção de serviços e operções destinds à promoção do turismo. ARTIGO IV As Prtes simplificrão o máximo s formliddes de vigem observds por sus respectivs utoriddes pr entrd, estd e síd de seus turists, com vists à mplição do fluxo turístico entre si. ARTIGO V As Prtes notificrão um à outr, por vi diplomátic, sus proposts de lterções ou emends o presente Acordo. Um vez decidids de comum cordo, s lterções ou emends entrrão em vigor pós cumprids, por cd um ds Prtes, s exigêncis de sus legislções interns. ARTIGO VI 1.O presente Acordo entrrá em vigor n dt de recebimento d últim notificção por escrito, trocd por vi diplomátic, pel qul s Prtes se informrão sobre os respectivos términos de seus procedimentos legisltivos internos exigidos pr su vlidção. 2.O presente Acordo terá durção de 5 (cinco) nos podendo ser prorrogdo utomticmente por subseqüentes períodos de igul durção, menos que sej expressmente denuncido por escrito por um ds Prtes no przo mínimo de 1 (um) no nterior à dt de expirção, quer do período inicil ou subseqüente. Nesse cso, denúnci não invlid vigênci do Acordo té dt de su expirção. 3.A expirção do przo de vlidde do presente Acordo, ou su denúnci, não colocrá em questão direitos e obrigções contríds pels Prtes em relção projetos implementdos no âmbito dos presentes dispositivos. Feito em Brsíli, em 07 de junho de 2001, em três exemplres originis, nos idioms português, crot e inglês, sendo os três textos igulmente utênticos. Em cso de divergênci de interpretção, prevlecerá o texto em língu ingles. PELO GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL LUIZ FELIPE DE SEIXAS CÔRREA Ministro de Estdo ds Relções Exteriores, interino PELO GOVERNO DA REPÚBLICA DA CROÁCIA VESNA CVJETKOVIC-LURELEC-KURELEC Vice-Ministr dos Negócios Estrngeiros 5.818, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Dá nov redção o rt. 7 o e o inciso I do 2 o do rt. 14 do Decreto n o 5.474, de 22 de junho de O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 84, incisos IV e VI, líne, d Constituição, e tendo em vist o disposto n Lei n o , de 23 de mrço de 2004, D E C R E T A : Art. 1 o O rt. 7 o e inciso I do 2 o do rt. 14 do Decreto n o 5.474, de 22 de junho de 2005, pssm vigorr com seguinte redção:
9 <!ID > DECRETO <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN Art. 7 o O risco pel operção poderá ser integrlmente ssumido pelo gente finnceiro ou comprtilhdo com o Fundo Constitucionl, nos termos do rt. 6 o d Lei n o , de 12 de jneiro de Prágrfo único. O del credere do gente finnceiro, no cso de comprtilhmento do risco, será reduzido em percentul idêntico o grntido pelos Fundos Constitucionis. (NR) Art o... I - independentemente d fonte do recurso, homologção prévi dos projetos pel Secretri Especil de Aqüicultur e Pesc d Presidênci d Repúblic;... (NR) Art. 2 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 26 de junho de 2006; 185 o d Independênci e 118 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Bernrd Appy Dilm Rousseff DE 26 DE JUNHO DE 2006 Cri, no âmbito d Secretri Especil dos Direitos Humnos d Presidênci d Repúblic, o Comitê Ncionl pr Prevenção e Controle d Tortur no Brsil - CNPCT. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso VI, líne, d Constituição, D E C R E T A : Art. 1 o Fic crido, no âmbito d Secretri Especil dos Direitos Humnos d Presidênci d Repúblic, o Comitê Ncionl pr Prevenção e Controle d Tortur no Brsil - CNPCT. Art. 2 o Compete o CNPCT: I - vlir e compnhr s ções, os progrms, projetos e plnos relciondos o enfrentmento à tortur no Brsil, propondo s dptções que se fizerem necessáris; II - propor mecnismos preventivos ncionis independentes pr prevenção d tortur no Brsil; III - compnhr trmitção de projetos de lei relciondos com o enfrentmento à tortur e submeter nálises sobre s proposições desses projetos e sobre legislção existente o Secretário Especil dos Direitos Humnos d Presidênci d Repúblic; IV - vlir e compnhr os projetos de cooperção técnic firmdos entre o Governo brsileiro e os orgnismos interncionis que trtem do enfrentmento à tortur; V - recomendr elborção de estudos e pesquiss e incentivr relizção de cmpnhs relcionds o enfrentmento à tortur; VI - poir crição de comitês ou comissões ssemelhds n esfer estdul pr monitormento e vlição ds ções locis; VII - mnter contto com setores de orgnismos interncionis, no âmbito do Sistem Intermericno e d Orgnizção ds Nções Unids, que tenhm tução no enfrentmento à tortur; e VIII - elborr e provr seu regimento interno. Art. 3 o O CNPCT será integrdo: I - pelo Secretário Especil dos Direitos Humnos, que o presidirá; II - por um representnte do Ministério ds Relções Exteriores; III - por três representntes do Ministério d Justiç, sendo um d Secretri Ncionl de Segurnç Públic, um d Secretri de Reform do Judiciário e um do Deprtmento Penitenciário Ncionl; IV - por dois professores de direitos humnos de instituições de ensino superior, com notório conhecimento n temátic, escolhidos e designdos, inclusive seus suplentes, pelo Secretário Especil dos Direitos Humnos; e V - por té cinco representntes de entiddes não-governmentis, reconhecids ncionlmente e que possum tividdes relevntes relcionds o enfrentmento d tortur, escolhids pelo Secretário Especil dos Direitos Humnos. 1 o Serão conviddos e terão ssento no CNPCT, com s mesms prerrogtivs e tribuições prevists pr os demis membros, um representnte de cd órgão ou entidde seguir indicdos: I - Procurdori Federl dos Direitos do Ciddão; II - Conselho Ncionl dos Procurdores-Geris do Ministério Público dos Estdos e d União; III - Colégio de Presidentes de Tribunis de Justiç; e IV - Fórum Ncionl de Ouvidores de Políci d Secretri Especil dos Direitos Humnos. 2 o Hverá um suplente pr cd membro do CNPCT. 3 o Os membros e respectivos suplentes serão indicdos pelos titulres dos órgãos e entiddes de que trtm os incisos II, III e V do cput e o 1 o e designdos pelo Secretário Especil dos Direitos Humnos. 4 o Poderão prticipr ds reuniões do CNPCT, convite de seu Presidente, especilists e representntes de instituições públics ou privds, que exerçm relevntes tividdes no enfrentmento à tortur, n qulidde de observdores. 5 o O CNPCT terá um vice-presidente, eleito entre os seus membros, em votção por miori bsolut, pr mndto de dois nos, permitid recondução. Art. 4 o A prticipção dos membros no CNPCT não será remunerd e seu exercício, considerdo de relevnte interesse público. Art. 5 o O regimento interno do CNPCT disporá sobre seu funcionmento e será elbordo no przo de sessent dis, contr de su instlção. Art. 6 o A Secretri Especil dos Direitos Humnos drá o poio técnico, dministrtivo e finnceiro necessário o funcionmento do CNPCT. Art. 7 o A instlção do CNPCT dr-se-á no przo de trint dis contr d dt de publicção deste Decreto. Art. 8 o As resoluções do CNPCT serão registrds em t e publicds no Diário Oficil d União. Art. 9 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 26 de junho de 2006; 185 o d Independênci e 118 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Dilm Rousseff MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES <!ID >DECRETO DE 26 DE JUNHO DE 2006 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso XXI, d Constituição, e n qulidde de Grão-Mestre d Ordem de Rio Brnco, resolve ADMITIR no Qudro Suplementr d Ordem de Rio Brnco, no gru de Grã- Cruz, o Excelentíssimo Senhor HAMOOD AL-ROUDHAN, Embixdor Extrordinário e Plenipotenciário do Estdo do Kuite. Brsíli, 26 de junho de 2006; 185 o d Independênci e 118 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Celso Luiz Nunes Amorim. <!ID > DESPACHOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM Nº 477, de 26 de junho de Encminhmento o Supremo Tribunl Federl de informções pr instruir o julgmento do Mnddo de Segurnç nº Nº 479, de 26 de junho de Encminhmento o Congresso Ncionl do to constnte d Portri n º 134, de 29 de mrço de 2006, do Ministério ds Comunicções, que renov, por dez nos, prtir de 16 de junho de 1998, permissão outorgd o Sistem Tmbú de Comunicção Ltd. pr explorr, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld no município de Snt Rit, Estdo d Príb. Nº 480, de 26 de junho de Encminhmento o Congresso Ncionl do to constnte d Portri n º 60, de 20 de jneiro de 2004, do Ministério ds Comunicções, que outorg permissão à Fundção Culturl São Juds Tdeu pr executr, pelo przo de dez nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld, com fins exclusivmente eductivos, n cidde de Colins do Tocntins, Estdo do Tocntins. Nº 481, de 26 de junho de Encminhmento o Congresso Ncionl do to constnte d Portri n º 100, de 23 de jneiro de 2004, do Ministério ds Comunicções, que outorg permissão à Fundção Culturl São Juds Tdeu pr executr, pelo przo de dez nos, sem direito de exclusividde, serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld, com fins exclusivmente eductivos, n cidde de Tocntinópolis, Estdo do Tocntins. Nº 482, de 26 de junho de Encminhmento o Sendo Federl, pr precição, do nome do Doutor ANTONIO HERMAN VAS- CONCELLOS E BENJAMIN, pr compor o Superior Tribunl de Justiç, n vg destind membro do Ministério Público. MINISTÉRIO DA DEFESA Exposições de Motivos: Presidênci d Repúblic 298, de 23 de junho de Sobrevôo no território ncionl, no di 16 de junho de 2006, de um eronve tipo C-130, pertencente à Forç Aére d Repúblic Bolivrin d Venezuel, em missão de trnsporte de crg, procedente de Mrcy, Venezuel, com destino L Pz, Bolívi, e retorno no di 17 seguinte, com novo sobrevôo no território ncionl. N o 299, de 23 de junho de Sobrevôo no território ncionl de dus eronves tipo AVRO HS-748, pertencentes à Forç Aére d Repúblic do Equdor, em missão de trsldo de eronves, com seguinte progrmção, em 2006: di 23 de junho - decolgem do Rio de Jneiro, com pouso em Cmpo Grnde e destino Cuibá; di 24 de junho - decolgem de Cuibá, com pouso em Porto Velho e destino Tbting; e di 25 de junho - decolgem de Tbting, com destino Quito, E q u d o r. N o 300, de 23 de junho de Sobrevôo no território ncionl de um eronve tipo C-37, pertencente à Forç Aére dos Estdos Unidos d Améric, em missão de trnsporte de crg, com seguinte progrmção, em 2006: di 26 de junho - procedente de Comygu, Hondurs, com pouso em Foz de Iguçu; di 27 de junho - decolgem de Foz de Iguçu, com destino Ciudd Del Este, Prgui; e di 29 de junho - procedente de Assunção, Prgui, sobrevo novmente o território ncionl com destino Mimi, Estdos Unidos d Améric (EUA). N o 301, de 23 de junho de Sobrevôo no território ncionl, no di 29 de junho de 2006, de um eronve tipo C-17, pertencente à Forç Aére dos Estdos Unidos d Améric, em missão de trnsporte de crg, procedente de Snt Cruz, Bolívi, e destino St. Croix, Ilhs Virgens. Homologo e utorizo. Em 26 de junho de 2006.
10 <!ID > PORTARIA 10 ISSN CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO 10, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O SECRETÁRIO FEDERAL DE CONTROLE INTERNO, tendo em vist o disposto no Decreto nº 3.762, de 5 de mrço de 2001, n Portri MF/SFC n.º 40, de 14 de mrço de 2001, n Portri MF nº 69, de 07 de mrço de 2001 e no inciso XIII do rtigo 21 do Regimento Interno d SFC provdo pel Portri nº 289, de 20 de dezembro de 2002, d Controldori-Gerl d União, resolve: Art. 1º Divulgr os resultdos lcnçdos pels Diretoris d Secretri Federl de Controle e uniddes descentrlizds d Controldori-Gerl d União, no tocnte às ções de controle, reltivos às mets do 1º trimestre de 2006, provds pel Portri n.º 271, de 22 de dezembro de 2005, n form dos nexos est Portri. Art. 2 Ficm estbelecidos os percentuis constntes nos nexos I e III dest Portri, pr efeito de cálculo d Avlição de Desempenho Institucionl d Grtificção de Desempenho de Atividde do Ciclo de Gestão dos integrntes d Crreir Finnçs e Controle dest Secretri e ds uniddes descentrlizds d Controldori-Gerl d União. Prágrfo único. O prâmetro de Desempenho Institucionl pr os servidores em exercício ns Uniddes d Controldori-Gerl d União em Brsíli e em exercício nquels subordinds o gbinete d Secretri Federl de Controle Interno será de 100% ( cem por cento), conforme disposto no rtigo 18 d Portri n.º 271, de 22 de dezembro de 2005, que corresponde à Avlição Globl Institucionl. Art. 3 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. VALDIR AGAPITO TEIXEIRA Anexo I Portri Nº 10, de 23 de junho 2006 RESUMO DOS PONTOS OBTIDOS PELAS UNIDADES DA SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO 1º TRIMESTRE DE 2006 CÁLCULO DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL GLOBAL AT I V I D A D E PREVISÃO % REALIZAÇÃO % AUDITORIA DE TOMADA E PRESTAÇÃO DE CONTAS 100% 100% AUDITORIA DE RECURSOS EXTERNOS S O RT E I O ATENDIMENTO A DEMANDAS EXTERNAS ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ATIVIDADES ELABORAÇÃO DO BALANÇO GERAL DA UNIÃO CERTIFICAÇÃO DO RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL ANÁLISE DE PROCESSOS E ATOS DE PESSOAL ANÁLISE DE FOLHAS DE PAGAMENTO TOMADA DE CONTAS ESPECIAL DESENVOLVIMENTO DE PROCEDIMENTOS PLANEJAMENTO DE AÇÕES DE CONTROLE INTERNO ACOMPANHAMENTO DE GESTÃO TOTAL PONTOS PERCENTUAIS: 22,00 22,00 Anexo II Portri Nº 10, de 23 de junho 2006 RESULTADOS DAS METAS DE PRODUÇÃO NO 1º TRIMESTRE DE 2006 DEMONSTRATIVO PREVISTO x REALIZADO - PRODUÇÃO UNIDADE DE FIXAÇÃO CONTROLE INTERNO Tomd e P re s t ç ã o de Conts Recursos Externos Sorteio Demnds Externs Reltório de Atividdes BGU Atos de Pessol Plnej. Acomp. Gestão D I R E TO R I A S 60% 25% 5% 5% 2% 2% - 1% - 100% SFC (DE,DI,DR,DS) TO TA L Regionis 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGU * No cso de não hver demnd em lgum ds áres, o percentul correspondente será utomticmente somdo o percentul fixdo pr Auditori de Tomd e Prestção de Conts. UNIDADE DE CONTROLE INTERNO Dir. INFRA ESTRUTURA D I R E TO R I A S SFC Dir. ECONÔ- MICA Dir. PRODU- ÇÃO E EM- PREGO AFERIÇÃO Tomd e P re s t ç ã o de Conts Recursos Externos Sorteio Demnds Externs Reltório de Atividdes BGU Atos de Pessol Plnej. 61% 25% 5% 5% 2% 2% - sem demnd 61% 25% 5% 5% 2% 2% - sem demnd 61% 25% 5% 5% 2% 2% - sem demnd Dir. SOCIAL 61% 25% 5% 5% 2% 2% - sem demnd Regionis CGU CGUAC 69% 21% 5% 5% - - sem demnd Acomp. Gestão TO TA L - 100% - 100% - 100% - 100% - sem demnd 100% CGUAL 69% 21% 5% 5% - - sem demnd CGUAM 63% 21% 5% 5% - - sem demnd Nº 121, terç-feir, 27 de junho de sem demnd 100% - 6% 100% CGUAP 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGUBA 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGUCE 69% 21% 5% 5% - - sem demnd CGUES 63% 21% 5% 5% - - sem demnd - sem demnd 100% - 6% 100% CGUGO 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGUMA 63% 21% 5% 5% - - sem demnd - 6% 100% CGUMG 66% 21% 5% 5% - - 3% - sem demnd CGUMS 66% 21% 5% 5% - - 3% - sem demnd CGUMT 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% C G U PA 69% 21% 5% 5% - - sem demnd - sem demnd CGUPB 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGUPE 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGUPI 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGUPR 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGURJ 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGURN 63% 21% 5% 5% - - sem demnd 100% 100% 100% - 6% 100% CGURO 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGURR 90% sem demnd 5% 5% - - sem demnd - sem demnd CGURS 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGUSC 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% CGUSE 66% 21% 5% 5% - - 3% - sem demnd CGUSP 60% 21% 5% 5% - - 3% - 6% 100% C G U TO 66% 21% 5% 5% - - 3% - sem 100% demnd * No cso de não hver demnd em lgum ds áres, o percentul correspondente será utomticmente somdo o percentul fixdo pr Auditori de Tomd e Prestção de Conts. OBS: O CAD concedeu os pontos necessários pr o lcnce d met de produção às CGUAC, CGUAL, CGUAM, CGUAP, CGUBA, CGUCE, CGUES, CGUGO, CGUMA, CGUMG, CGUMS, CGUMT, CGUPA, CGUPB, CGUPE, CGUPI, CGUPR, CGURJ, CGURN, CGURO, CGURR, CGURS, CGUSC, CGUSE, CGUSP, CGUTO, Diretori Econômic, Diretori de Infr-estrutur, Diretori de Produção e Emprego e Diretori Socil. Anexo II Portri Nº 10, de 23 de junho 2006 RESULTADOS DAS METAS DE PRODUÇÃO NO 1º TRIMESTRE DE 2006 DEMONSTRATIVO PREVISTO x REALIZADO - PRODUÇÃO UNIDADE FIXAÇÃO DE CONTROLE INTERNO Suporte Sorteio Demnds Externs Relt. de Atividdes BGU Relt. Gestão Fiscl Atos de Pessol Análise d Folh TCE P ro c e d i - mentos Técnicos 100% 100% Plnej. TO TA L Dir. Pessol - - 1% 25% 4% 28% 21% 21% % Dir. Plnejmento 5% 30% 5% % 30% 100% e Av- lição UNIDADE DE CONTROLE INTERNO AFERIÇÃO Suporte Sorteio Demnds Externs Relt. de Atividdes BGU Relt. Gestão Fiscl Atos de Pessol Análise d Folh TCE P ro c e d i - mentos Técnicos Plnej. TO TA L Dir. Pessol - - 1% 25% 4% 28% 21% 21% % Dir. Plnejmento e Av l i ç ã o 5% 30% 5% % 30% 100% Anexo III Portri Nº 10, de 23 de junho 2006 CÁLCULO DA AVALIAÇÃO SETORIAL PRODUÇÃO AVALIAÇÃO SETORIAL Unidde P O N TO S TOTAL DE De % REALIZADOS P O N TO S % C o n t ro l e P O RT. 271 / 2005 P O RT. 271 / 2005 DIRETORIAS SFC Dir. ECONÔMICA 100% 28,00 28,00 100% Dir. INFRA ESTRUTURA 100% 28,00 28,00 100% Dir. PRODUÇÃO E EMPREGO 100% 28,00 28,00 100% Dir. SOCIAL 100% 28,00 28,00 100% Dir. PLANEJ. E AVALIA. 100% 28,00 28,00 100% Dir. AUD. PESSOAL E TCE 100% 28,00 28,00 100% Controldoris Regionis d União CGUAC 100% 28,00 28,00 100% CGUAL 100% 28,00 28,00 100%
11 D I! < Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN CGUAM 100% 28,00 28,00 100% CGUAP 100% 28,00 28,00 100% CGUBA 100% 28,00 28,00 100% CGUCE 100% 28,00 28,00 100% CGUES 100% 28,00 28,00 100% CGUGO 100% 28,00 28,00 100% CGUMA 100% 28,00 28,00 100% CGUMG 100% 28,00 28,00 100% CGUMS 100% 28,00 28,00 100% CGUMT 100% 28,00 28,00 100% C G U PA 100% 28,00 28,00 100% CGUPB 100% 28,00 28,00 100% CGUPE 100% 28,00 28,00 100% CGUPI 100% 28,00 28,00 100% CGUPR 100% 28,00 28,00 100% CGURJ 100% 28,00 28,00 100% CGURN 100% 28,00 28,00 100% CGURO 100% 28,00 28,00 100% CGURR 100% 28,00 28,00 100% CGURS 100% 28,00 28,00 100% CGUSC 100% 28,00 28,00 100% CGUSE 100% 28,00 28,00 100% CGUSP 100% 28,00 28,00 100% C G U TO 100% 28,00 28,00 100% SECRETARIA ESPECIAL DOS DIREITOS HUMANOS <!ID >PORTARIA N o - 85, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O SECRETÁRIO ESPECIAL DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA RE- PÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o 1º do rt. 38 d Lei nº , de 28 de mio de 2003, combindo com o rt. 64 d Lei n o , de 11 de gosto de 2004 e com o rt. 15 d Portri 3, de 16 de mrço de 2005, d Secretri de Orçmento Federl, dinte d necessidde de se dequr à clssificção orçmentári pr vibilizr formlizção de convênios com o Estdo do Prá, resolve: Art. 1 o Alterr, n form dos Anexos I e II dest Portri, modlidde de plicção do orçmento d Secretri Especil dos Direitos Humnos no Progrm Promoção e Defes dos Direitos d Crinç e do Adolescente - Unidde Orçmentári Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt d su publicção. PAULO DE TARSO VANNUCHI ANEXO I REDUÇÃO CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO ESF GND MOD FONTE VA L O R B ANEXO II PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DOS DI- REITOS HUMANOS Apoio Projetos de Promoção, Defes e Grnti do Direito Convivênci Fmilir e Comunitári - Ncionl S ACRÉSCIMO TO TA L CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO ESF GND MOD FONTE VA L O R B PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DOS DI- REITOS HUMANOS Apoio Projetos de Promoção, Defes e Grnti do Direito Convivênci Fmilir e Comunitári - Ncionl Memorndo nº 344/ SPDCA/SEDH/PR, de 26 de junho de S TO TA L R$ 1,00 R$ 1,00. Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA >INSTRUÇÃO NORMATIVA 33, DE 23 DE JUNHO DE 2006 TO SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECI- MENTO, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 42, Anexo I, do Decreto n o 5.351, de 21 de jneiro de 2005, e o que const do Processo n o / , resolve: Art. 1 o Revogr Instrução Normtiv n o 26, de 30 de mio de Art. 2 o Est Instrução Normtiv entr em vigor n dt de su publicção. <!ID >PORTARIA N GABRIEL ALVES MACIEL o - 156, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MI- NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN- TO, no uso d competênci que lhe confere o rt. 42, do Anexo I, do Decreto n o 5.351, de 21 de jneiro de 2005, resolve: Art. 1 o Submeter à consult públic, pelo przo de 30 (trint) dis contr d dt d publicção dest Portri, o Projeto de Instrução Normtiv nexo, provndo o Regulmento Técnico pr exportção de nimis vivos, destindos o bte imedito ou à recri pr posterior bte. Art. 2 o As resposts à consult públic de que trt o rt. 1 o deverão ser encminhds pr o Deprtmento de Súde Animl, Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - Esplnd dos Ministérios - Bloco D - Anexo A - 3 o ndr, Brsíli-DF - CEP ou envids por correio eletrônico pr o seguinte endereço: [email protected]. Art. 3 o Findo o przo estbelecido no rt. 1 o, Secretri de Defes Agropecuári deste Ministério, por meio do Deprtmento de Súde Animl, vlirá s sugestões recebids e frá s dequções pertinentes, pr provção e publicção no Diário Oficil d União. Art. 4 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. GABRIEL ALVES MACIEL ANEXO PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA N o,de DE DE O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 87, prágrfo único, inciso II, d Constituição, e o rt. 2 o do Decreto n o 5.741, de 30 de mrço de 2006, n form do disposto no Regulmento do Serviço de Defes Snitári Animl, provdo pelo Decreto n o , de 3 de julho de 1934, considerndo necessidde de se disciplinr exportção de nimis vivos pr bte imedito ou pr posterior bte, sobretudo de bovinos e ovinos e su dequd preprção pr vigem, tendo em vist os procedimentos provdos pel Orgnizção Mundil de Súde e o que const do Processo n o / , resolve: Art. 1 o Aprovr o REGULAMENTO TÉCNICO PARA EX- PORTAÇÃO DE ANIMAIS VIVOS DESTINADOS AO ABATE IMEDIATO OU À RECRIA PARA POSTERIOR ABATE, constnte do Anexo. Art. 2 o Est Instrução Normtiv entr em vigor 90 (novent) dis pós dt de su publicção. ROBERTO RODRIGUES ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO PARA EXPORTAÇÃO DE ANIMAIS VIVOS DESTINADOS AO ABATE IMEDIATO OU À RECRIA PARA POSTERIOR ABATE 1. ALCANCE 1.1. Objetivo Estbelecer s norms de procedimentos básicos pr preprção de nimis vivos pr exportção, incluindo seleção nos estbelecimentos de origem, o trnsporte terrestre, o mnejo ns instlções de pré-embrque, o embrque e o mnejo bordo de nvios Âmbito de plicção Este Regulmento se plic os bovinos, bublinos, ovinos e cprinos, destindos o bte imedito ou à recri pr posterior bte. 2. DISPOSIÇÕES GERAIS 2.1. A exportção de nimis pr bte imedito ou pr recri e posterior bte será permitid pr queles que estejm prentemente em bom estdo de súde, isentos de ectoprsitos e que procedm de estbelecimentos de crição e áres onde não estejm grssndo doençs especificds ou que sejm livres desss mesms doençs Os nimis deverão estr compnhdos de Certificdo Zoossnitário Interncionl regulrmente expedido pel utoridde competente, que tend os requisitos constntes ds norms vigentes no pís de origem e os requeridos pelo pís importdor A exportção somente será permitid pelos portos e postos de fronteir devidmente prelhdos e designdos pelo Deprtmento de Súde Animl, d Secretri de Defes Agropecuári, do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA Os veículos trnsportdores devem tender os requisitos pr trnsporte dos nimis, de form segur, sendo limpos e desinfetdos ntes do embrque, sob responsbilidde d empres trnsportdor. 3. SELEÇÃO E PREPARAÇÃO DOS ANIMAIS NO ES- TABELECIMENTO DE ORIGEM 3.1. Os nimis serem exportdos devem ser seleciondos em estbelecimentos de cri, recri ou engord que cumprm os requisitos higiênico-snitários e de bem-estr niml vigentes, que tendm o que se segue: estejm cdstrdos n Unidde Locl de tenção à snidde niml; disponhm de instlções dequds pr o mnejo dos nimis; possum dequd qulidde de limentção e de águ fornecids; mntenhm progrms de prevenção e controle de doençs; tenhm um mnejo niml dequdo e bos prátics de produção; mntenhm os Protocolos de Produção, com registros de entrds e síds de nimis e insumos, ds prátics de produção niml, dos controles snitários e ds ocorrêncis; disponhm de ssistênci médico-veterinári regulr, fornecid por um profissionl especilizdo ou operem sob Responsbilidde Técnic de médico veterinário Pr os nimis seleciondos pr exportção, devem ser cumpridos os requisitos snitários e de bem-estr niml requeridos pelo pís importdor, incluindo: procedênci de estbelecimentos e áres livres de doençs especificds, pelo período que venh ser determindo; situção snitári do estbelecimento de origem; preprção dos nimis Os nimis seleciondos pr exportção devem ser: identificdos de form que possm ser relciondos o estbelecimento de origem; ou identificdos individulmente, qundo forem exigidos testes pr dignóstico de doençs durnte o período de preprção pr exportção, ou qundo o pís importdor ssim o solicitr.
12 12 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de Os nimis devem estr dequdmente preprdos pr vigem. Em conformidde com os critérios de rejeição de nimis no locl de embrque, os nimis seleciondos pr exportção não devem presentr qulquer condição que poss comprometer su súde durnte o trnsporte, incluindo: má condição gerl; letrgi; desidrtção; debilidde; inpetênci; cludicção; lterções significtivs nos tecidos moles e mucoss; dirréi; edem; sinis neurológicos; comportmento norml, gressivo ou violento; prsits externos; miíses cutânes; lcerções significtivs; escorições e bcessos; ppilomtose generlizd; querto-conjuntivite uni ou bilterl; descrg nsl norml; câncer de olho; tosse e dificuldde respirtóri; slivção excessiv; ou outros critério do Fiscl que tu no locl de embrque e de cordo com s exigêncis do pís de destino Não poderão ser seleciondos pr exportção os nimis desmmdos há menos de 2 (dus) semns qundo d seleção Fêmes em idde reprodutiv devem estr compnhds de certificdo negtivo de prenhez, firmdo por médico veterinário citdo no item O exme/teste deve ser relizdo té 30 (trint) dis ntes d dt d seleção Bovinos e bublinos, exceto qundo seleciondos em áres livres de febre ftos sem vcinção, devem proceder de áres onde vcinção contr febre ftos é regulrmente prticd e oficilmente controld. Cso tenhm sido vcindos há mis de 90 (novent) dis ntes d dt d seleção, um nov vcinção deve ser efetud ntes d síd do estbelecimento de origem com destino o locl de pré-embrque. No cso de vcinção regulr não ter sido ssistid e certificd por funcionário do serviço veterinário oficil, revcinção será requerid qulquer tempo Os nimis devem ser submetidos trtmento contr endoprsitos e ectoprsitos ns 72 (setent e dus) hors nteriores à síd do estbelecimento de origem e estr livres de ectoprsitos no momento d síd dquele estbelecimento Gui de Trânsito Animl (GTA) deverá compnhr os nimis desde o estbelecimento de origem té o Estbelecimento de Pré-embrque - EPE, descrito no item 4. Qundo forem tendids outrs exigêncis, incluindo testes individuis executdos no estbelecimento de origem, um declrção dicionl deverá ser nexd à GTA, com relção individul dos nimis, se for o cso. 4. ESTABELECIMENTO DE PRÉ-EMBARQUE 4.1. Os nimis seleciondos nos estbelecimentos de origem devem ser reunidos, ntes do embrque pr exportção, em um estbelecimento previmente provdo e cdstrdo pelo MAPA pr esse fim, que pss ser denomindo ESTABELECIMENTO DE PRÉ-EMBARQUE - EPE, onde serão dequdmente preprdos pr vigem, incluindo-se dptção à limentção que será oferecid bordo do nvio Os nimis seleciondos devem ser mntidos no EPE, isoldos de outros nimis, sob supervisão de médico veterinário oficil federl, por período suficiente pr que se recuperem do trnsporte desde o estbelecimento de origem, e de modo cumprir os requisitos snitários do pís importdor, lém d preprção pr vigem. O tempo de permnênci no EPE será o estbelecido pelo pís importdor, não podendo ser inferior 14 (ctorze) dis Pr provção pelo MAPA, o EPE deve estr loclizdo, em relção o porto de embrque ou posto de fronteir de síd do pís, um distânci que não implique um jornd superior 12 (doze) hors de trnsporte por vi rodoviári, e dispor do que se segue: curris, brete e tronco de contenção dequdos o mnejo dos nimis; instlções individuis ou coletivs - estábulos ou pstos -, construídos de form ssegurr o mínimo de estresse e dno os nimis, durnte o período requerido pr su permnênci; pstos com drengem dequd e, no cso de instlções coberts, drengem e ventilção dequds; comedouros pr os nimis, em tmnho e form dequdos; locl pr rmzenmento de forrgem e outros limentos pr os nimis; fornecimento de águ limp, de fonte própri; pessol qulificdo, suficientemente treindo e n quntidde necessári pr o desempenho dequdo ds trefs d rotin do funcionmento do estbelecimento e do mnejo dos nimis; lojmento pr os empregdos do estbelecimento; cesso controldo pr veículos e pessos; Responsável Técnico (RT), médico veterinário hbilitdo pr o exercício profissionl n Unidde d Federção onde se situ o estbelecimento Os Estbelecimentos de Pré-embrque - EPE provdos receberão um número de identificção e frão prte d List de Estbelecimentos de Pré-embrque Hbilitdos à Exportção ser elbord pelo Deprtmento de Súde Animl O número de identificção ser conferido o estbelecimento provdo será formdo pel sigl EPE, crescido de três dígitos com numerção seqüencil e d sigl d Unidde d Federção, n seguinte form: EPE/000/AA, sendo então um estbelecimento cdstrdo pelo MAPA O Deprtmento de Súde Animl deverá preprr um Formulário de Cdstro de EPE, com todos os ddos do estbelecimento e que incluirá o georreferencimento O proprietário do EPE será o responsável pel mnutenção, segurnç e operção do estbelecimento, incluindo o fornecimento de limentção e águ e demis cuiddos com os nimis Ao Responsável Técnico, médico veterinário contrtdo pelo proprietário do EPE, cberá prestr ssistênci veterinári diret e imedit os nimis mntidos no estbelecimento, e executr s demis tividdes e prátics que requeirm su supervisão ou intervenção diret O EPE deve ser construído de tl form que águ de superfície e os efluentes sejm direciondos pr for ds áres de circulção e mnejo dos nimis e de rmzenmento de forrgens e outros limentos As cercs do EPE devem ser construíds de form dequd à contenção d espécie niml ser exportd e impedir entrd de outros nimis, mntids em bom estdo de conservção. Devem ser inspecionds ntes d entrd de um novo lote de nimis e pelo menos dus vezes por semn, durnte permnênci dos nimis no estbelecimento Qundo o pís importdor exigir um período de qurenten ou isolmento ntes do embrque, os nimis serem exportdos deverão ser mntidos permnentemente isoldos de outros nimis por cercs ou outrs brreirs, à distânci de pelo menos 2 (dois) metros, exceto qundo de outr form especificd pelo imp o r t d o r Pr ssegurr o dequdo fornecimento de limento e águ os nimis, os comedouros e bebedouros devem ser construídos de form permitir fácil limpez em tods s sus superfícies, prevenindo o desperdício de limentos e minimizndo contminção fecl Todos os nimis que estiverem no EPE devem ter cesso permnente à águ limp. Os bebedouros devem ser mntidos limpos e estr suficientemente fstdos dos comedouros Somente será permitid síd do EPE, pr exportção, dos nimis que não se enqudrem em qulquer ds condições de rejeição relcionds no item 3.4 e que estejm livres de ectoprsitos. Um trtmento contr ectoprsitos, em todos os nimis, será requerido e deverá ser relizdo ns 72 (setent e dus) hors nteriores à síd dos nimis desse estbelecimento Os nimis devem ser inspeciondos por médico veterinário oficil durnte su permnênci no EPE pr verificr o cumprimento dos requisitos snitários estbelecidos, e imeditmente ntes de su síd do estbelecimento com destino o porto de embrque ou posto de fronteir de síd do pís. Os veículos de trnsporte devem ser lcrdos com lcre numerdo, no modelo oficilmente provdo Gui de Trânsito Animl - GTA deve ser expedid pr mprr o trnsporte interno té o porto de embrque ou posto de fronteir de síd do pís O ingresso de um novo lote de nimis no EPE somente será permitido pós complet limpez e desinfecção ds instlções, com produtos provdos pelo MAPA No ponto de egresso do pís, será expedido o correspondente Certificdo Zoossnitário Interncionl por Fiscl Federl Agropecuário - FFA, no modelo provdo pelo pís importdor, que ssegure o cumprimento dos requisitos zoossnitários especificdos em cd cso. 5. TRANSPORTE TERRESTRE DE ANIMAIS 5.1. O trnsporte terrestre de nimis seleciondos pr exportção, desde o estbelecimento de origem té o EPE, e deste té o porto ou posto de fronteir por onde os nimis serão exportdos, deverá ser relizdo em veículo dequdo o trnsporte dos nimis seleciondos, segundo espécie Os veículos utilizdos pr o trnsporte deverão estr em bom estdo de conservção e mnutenção, devendo ser completmente limpos e desinfetdos com produtos provdos pelo MAPA, ntes do embrque dos nimis Os nimis não poderão ser mntidos embrcdos por mis de 12 (doze) hors seguids sem águ e limento No cso dos nimis procedentes do EPE e destindos o porto de embrque ou posto de fronteir de síd do pís, o trnsporte por vi rodoviári deverá ser efetudo em vigem cuj durção não poderá exceder 12 (doze) hors, não sendo permitido, slvo motivo de forç mior, desembrcr os nimis em qulquer ponto intermediário do trjeto. 6. TRANSPORTE POR NAVIO 6.1. O trnsporte mrítimo deve ser previmente plnejdo e relizdo em nvios utorizdos pel utoridde mrítim competente, dequdmente bstecidos de provisões - limento e águ - pr vigem, que tenhm hbilitção pr o trnsporte de nimis, segundo espécie, e conduzidos de form prevenir dnos os nimis e minimizr o estresse de vigem, respeitndo s norms estbelecids pr o bem-estr niml O exportdor será responsável pel escolh do nvio proprido pr o trnsporte dos nimis e, juntmente com o cpitão do nvio, pelo plnejmento d vigem Animis de diferentes espécies não podem ser trnsportdos no mesmo currl. Animis que são cridos juntos devem ser mntidos como um grupo Os nimis somente poderão ser embrcdos pós o médico veterinário oficil ter em mãos documentção requerid, que deve incluir: plno de vigem; informção sobre o locl, dt e hor do embrque; previsão de chegd, dt e locl de desembrque dos nimis; Certificdo Zoossnitário Interncionl, em modelo provdo pelo pís de destino; número de nimis serem embrcdos; quntidde e o tipo de limento embrcdo e quntidde de águ Quntidde suficiente de limentos e águ deve ser embrcd no nvio, de form ssegurr o dequdo suprimento durnte vigem, crescido de um quntidde extr em torno de 10% do totl necessário. 7. DISPOSIÇÕES FINAIS 7.1. O Deprtmento de Súde Animl d Secretri de Defes Agropecuári do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento é o responsável pel plicção deste Regulmento em todo o Território Ncionl. SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCO RURAL COORDENAÇÃO-GERAL DE ZONEAMENTO AGROPECUÁRIO <!ID >PORTARIA N o - 94, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 17, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 2006 e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv n o - 2, de 22 de dezembro de 2000, d Secretri d Comissão Especil de Recursos, publicd no Diário Oficil d União de 29 de dezembro de 2000, resolve: Art. 1 o - - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de lgodão herbáceo no Distrito Federl, no-sfr 2006/2007, conforme nexo. Art. 2 o - - Est Portri tem vigênci específic pr o nosfr definido no rt. 1 o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSE MITIDIERI ANEXO 1.NOTA TÉCNICA O lgodão herbáceo (Gossypium hirsutun L.r ltifolium Hutch), é um oleginos que produz lém d fibr, diversos subprodutos, que presentm tmbém grnde importânci econômic, destcndo-se o línter, o óleo bruto, tort, lém d csc e do resíduo. N sfr 2005/2006 áre estimd de plntio de lgodão no Distrito Federl é de 2900 hectres, com um rendimento médio de 2,1 t h -1. A distribuição irregulr ds chuvs, freqüente ocorrênci de vernicos e de temperturs bix são os ftores climáticos de mior risco pr produção do lgodão n região. O déficit hídrico e o excesso de umidde no período compreendido entre 60 e 100 dis pós emergênci, podem induzir qued ds estruturs frutífers e comprometer produção. Portnto objetivou-se delimitr os períodos de semedur com menor risco climático pr o cultivo do lgodão herbáceo no Distrito Federl. Pr isso, utilizou-se um modelo de blnço hídrico d cultur, pr períodos de dez dis, com o uso ds seguintes vriáveis: ) Precipitção pluvil: utilizrm-se s séries pluviométrics com no mínimo 15 nos de ddos diários registrdos nos postos do Distrito Federl. b) Evpotrnspirção potencil: estimd vlores médios pr períodos de dez dis. c) Ciclo e fses fenológics d cultur: Form nlisdos os comportmentos de cultivres de ciclo precoce, médio e trdio. Pr efeito de simulção, o ciclo d cultur foi dividido em 4 fses, quis sejm: 1) Fse I - crescimento inicil; 2) Fse II - primeiro botão primeir flor; 3) Fse III - primeir flor o primeiro cpulho; e 4) Fse IV - primeiro cpulho colheit. Considerrm-se s Fses II e III como períodos críticos com relção à necessidde de águ. d) Coeficiente de cultur (Kc): usrm-se vlores médios pr períodos de dez dis determindos em condições de cmpo. e) Reserv útil de águ dos solos: três clsses de solos form utilizds: Solos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3, com, 20 mm, 40 mm e 50 mm de águ disponível, respectivmente.
13 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN Form efetuds simulções pr 12 épocs de plntio entre os meses de outubro jneiro. Pr cd dt, o modelo estimou os índices de stisfção d necessidde de águ (ISNA), definidos como relção entre evpotrnspirção rel (ETr) e evpotrnspirção máxim d cultur do lgodão (ETm). Em seguid relizou-se nálise freqüencil, o nível de 80% de ocorrênci, dos índices de necessidde de águ (ISNA) ds dus fses considerds. Esses vlores form georeferencidos em função d ltitude e longitude e, com o uso de um sistem de informções geográfics (SIG) confeccionrm-se os mps temáticos representtivos ds clsses nteriormente estbelecids. A definição ds áres de risco climático foi ssocid à ocorrênci de déficit hídrico ns fses II e III, considerds s mis crítics em relção o déficit hídrico. Pr isso, estbelecerm-se três clsses de cordo com o ISNA obtido ns referids fses: ) Fse II: 1)fvorável (ISNA = 0.50); 2)intermediário (0,50 > ISNA = 0,40); e 3)desfvorável (ISNA < 0,40). b) Fse III: 1)fvorável (ISNA = 0,60); 2)intermediário (0,60 > ISNA = 0,50); e 3)desfvorável (ISNA < 0,50). Aind, com o uso do SIG, form feitos os cruzmentos ds informções gerds pr obtenção ds melhores áres e dos períodos de semedur do lgodão. Os cruzmentos ds Fses II e III pr definição dos períodos fvoráveis obedecerm os seguintes critérios: Fse II - Fvorável e Fse III - Fvorável. Tods s demis combinções não form considerds Atendendo às recomendções fitossnitáris pr se evitr o tque generlizdo d prg do Bicudo (Anthonomus grndis), o período de semedur foi reduzido e unificdo pr, no máximo, 40 dis pr todo o Distrito Federl, respeitndo o período de bixo risco.. Os Solos Tipo 1, de textur renos, não form indicdos pr o plntio do lgodão herbáceo no Distrito Federl, por presentrem bix cpcidde de retenção de águ e lt probbilidde de quebr de rendimento ds lvours por ocorrênci de déficit hídrico. Os resultdos revelrm que os períodos de menores riscos form semelhntes pr cultivres de ciclos precoce, médio e trdio nos dois tipos de solos indicdos. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento de risco climático pr o Distrito Federl, contempl como ptos o cultivo de lgodão herbáceo os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 10, de 14 de junho de 2005, publicd no DOU de 16 de junho de 2005, Seção 1, págin 12, lterd pr Instrução Normtiv n o -. 12, trvés de retificção publicd no DOU de 17 de junho de 2005, Seção 1, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: solos com teor de rgil entre 15 e 35% e menos de 70% rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 15% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Not - áres/solos não indicdos pr o plntio: áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei do Código Florestl; solos que presentem teor de rgil inferior 10% nos primeiros 50 cm de solo; solos que presentem profundidde inferior 50 cm; solos que se encontrm em áres com declividde superior 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões (diâmetro superior 2 mm) ocupm mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. PERÍODO DE SEMEADURA De 21 de novembro 31 de dezembro, pr cultivres de ciclos: precoce, médio e trdio, nos solos tipos 2 e CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES Ciclo Médio: BAYER - Sicl 40; SYNGENTA - Mkin; Ciclo Trdio: BAYER - FiberMx 977, FM 993; SYNGENTA - Fbrik, INTASP Not: Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção, reção ftores dversos ds cultivres de lgodão indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6 o - ndr, sl 646, CEP Brsíli - DF e no site <!ID >PORTARIA N o - 95, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 17, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 2006 e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv n o - 2, de 22 de dezembro de 2000, d Secretri d Comissão Especil de Recursos, publicd no Diário Oficil d União de 29 de dezembro de 2000, resolve: Art. 1 o - - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur do lgodão herbáceo no Estdo do Mto Grosso, no-sfr 2006/2007 conforme nexo. Art. 2 o - - Est Portri tem vigênci específic pr o nosfr definido no Art. 1 o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O lgodão herbáceo (Gossypium hirsutun L.r ltifolium Hutch), é um oleginos que produz lém d fibr, diversos subprodutos, que presentm tmbém grnde importânci econômic, destcndo-se o línter, o óleo bruto, tort, lém d csc e do resíduo. O lgodoeiro, dependendo do clim e d durção do ciclo, necessit de 700 mm mm de chuv pr tender sus necessiddes de águ; 50% 60% dess águ são necessários durnte o período de florção, qundo mss folir está completmente desenvolvid. O déficit hídrico e o excesso de umidde no período compreendido entre 60 e 100 dis pós emergênci, podem induzir qued ds estruturs frutífers e comprometer produção, pois proximdmente, 80% ds estruturs responsáveis pel produção do lgodoeiro são emitids neste período. Portnto, objetivou-se delimitr s regiões pts e os períodos de semedur com menor risco climático pr o cultivo do lgodoeiro herbáceo no Estdo de Mto Grosso. Pr isso form relizdos blnços hídricos d cultur, pr períodos de dez dis, com o uso ds seguintes vriáveis: ) Precipitção pluvil: utilizrm-se s séries pluviométrics com no mínimo 15 nos de ddos diários registrdos ns estções meteorológics disponíveis no Estdo; b) Evpotrnspirção potencil; estimd pr períodos de 10 dis. c) Ciclo e fses fenológics: Form nlisdos os comportmentos de cultivres com ciclos que representm s vrieddes recomendds pr o Centro-Oeste brsileiro. Pr efeito de simulção, o ciclo d cultur foi dividido em 4 fses, quis sejm: 1) Fse I - crescimento inicil; 2) Fse II - primeiro botão primeir flor; 3) Fse III - primeir flor o primeiro cpulho; e 4) Fse IV - primeiro cpulho colheit. Considerou-se Fse III como período crítico em relção à necessidde de águ; d) Coeficiente de cultur (Kc): usrm-se vlores médios pr períodos de dez dis determindos em condições de cmpo; e) Reserv útil de águ dos solos: três clsses de solos form utilizds: Solo tipo 1, Solo tipo 2 e Solo tipo 3, com, respectivmente, 20 mm, 40 mm e 50 mm de águ disponível nos primeiros 60 cm do solo; Form efetuds simulções pr 12 épocs de semedur, espçds de 10 dis, durnte os meses outubro jneiro. Pr cd dt, o modelo estimou os índices de stisfção d necessidde de águ (ISNA), definidos como relção existente entre evpotrnspirção rel (ETr) e evpotrnspirção máxim d cultur d cultur do lgodão (ETm). Em seguid relizou-se nálise freqüencil, o nível de 80% de ocorrênci dos índices de necessidde de águ (ISNA). A definição ds áres de mior ou menor risco climático foi ssocid à ocorrênci de déficit hídrico n fse de primeir flor o primeiro cpulho (Fse III), considerd fse mis crític em relção o déficit hídrico. Pr isso estbelecerm-se três clsses de cordo com o ISNA obtido ns referids fses: 1)fvorável (ISNA = 0.60); 2)intermediário (0,60 > ISNA = 0,50); e 3)desfvorável (ISNA < 0,50). Esses vlores form georeferencidos em função d ltitude e longitude e, com o uso de um sistem de informções geográfics (SIG) confeccionrm-se os mps temáticos representtivos ds clsses nteriormente estbelecids. Atendendo recomendções fitossnitáris pr se evitr o tque generlizdo d prg do Bicudo (Anthonomus grndis), o período de semedur foi reduzido e unificdo pr, no máximo, 40 dis pr todos os municípios do Estdo, respeitndo os períodos de bixo risco. Assim, os municípios que presentvm dts pts for do período estbelecido, não form recomenddos. Os resultdos revelrm que os períodos de menores riscos form semelhntes pr cultivres de ciclos precoce, médio e trdio. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Estdo do Mto Grosso contempl como ptos o cultivo do lgodão herbáceo, os solos Tipos 1, 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 10, de 14 de junho de 2005, publicd no DOU de 16 de junho de 2005, Seção 1, págin 12, lterd pr Instrução Normtiv n o -. 12, trvés de retificção publicd no DOU de 17 de junho de 2005, Seção 1, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 1: Teor de rgil mior que 10% e menor ou igul 15%, com profundidde igul ou superior 50 cm; ou Teor de rgil entre 15 e 35% e com menos de 70% rei, que presentm diferenç de textur o longo dos primeiros 50 cm de solo, e com profundidde igul ou superior 50 cm. Tipo 2: solos com teor de rgil entre 15 e 35% e menos de 70% rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 15% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Not - áres/solos não indicdos pr o plntio: áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei do Código Florestl; solos que presentem teor de rgil inferior 10% nos primeiros 50 cm de solo; solos que presentem profundidde inferior 50 cm; solos que se encontrm em áres com declividde superior 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões (diâmetro superior 2 mm) ocupm mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos Dts 1 o o o o - 10 Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos Dts 1 o o o o Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos Dts 1 o o o o Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTORES/MANTENE- DORES Ciclo Precoce: EMBRAPA - BRS Arçá; EPAMIG - EPAMIG PRE- COCE 1; COODETEC - CD 410; Ciclo Médio: BAYER - Sicl 40; COODETEC - CD 406, CD 407, CD 408; D&PL - NuOPAL, Delt Opl, Delt Pent, Sure Grow 821; EPAMIG - EPMG Redenção; SYNGENTA - Mkin; Ciclo Trdio: BAYER - FiberMx 977, FM 993; EMBRAPA - BRS Acáci, BRS Aroeir, BRS Cedro, BRS Ipê, BRS Jtobá,BRS Sucupir, CNPA ITA 90; D&PL - Acl 90, DP 90 B; COODETEC - CD 409; SYNGENTA - Fbrik, INTASP 41368; FUNDAÇÃO MT - FMT 501, FMT 701, FMT 702; IAC - IAC RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PE- RÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo do Mto Grosso ptos o cultivo do lgodão herbáceo, suprimidos todos os outros, onde cultur não é recomendd, foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s recomendções são idêntics às do município de origem té que nov relção o inclu formlmente. A époc de plntio indicd pr cd município, não será prorrogd ou ntecipd. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç o plntio ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. MUNICÍPIOS CICLOS: PRECOCE, MÉDIO e TARDIO SOLOS TIPOS 1, 2 e 3 PERÍODOS Acorizl Águ Bo Alt Florest* 36 Alto Argui Alto Bo Vist 36 Alto Grçs Alto Prgui Alto Tquri Apicás* 36 Arguin Arguinh Arputng 36 Arenápolis Aripunã* 36 Brão de Melgço* 36 Brr do Bugres 36 Brr do Grçs Bom Jesus do Argui Brsnorte Cáceres* 36 Cmpinápolis Cmpo Novo do Precis Cmpo Verde Cmpos de Julio Cnbrv do Norte 36 Cnrn Crlind* 36 Cstnheir 36 Chpd dos Guimrães Cláudi 36 Coclinho Colíder* 36 Colniz* 36 Comodoro Confres* 36 Conquist d'oeste 36 Cotriguçu* 36 Cuibá Curvelândi 36 Denise Dimntino
14 14 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 Don Aquino Feliz Ntl 36 Figueirópolis do Oeste 36 Gúch do Norte Generl Crneiro Glóri do Oeste 36 Gurntã do Norte* 36 Guirting Indiví 36 Ipirng do Norte Itnhngá Itúb 36 Itiquir ( leste d Rodovi MT - 471)* Jcir Jngd Juru 36 Jur 36 Juín 36 Juruen* 36 Juscimeir Lmbri do Oeste 36 Lucs do Rio Verde Luciár 36 Mrcelândi* 36 Mtupá* 36 Mirssol do Oeste 36 Nobres Nortelândi Noss Senhor do Livrmento* 36 Nov Bndeirntes* 36 Nov Brsilândi Nov Cnã do Norte* 36 Nov Gurit* 36 Nov Lcerd 36 Nov Mrilândi Nov Mringá Nov Monte Verde* 36 Nov Mutum Nov Nzré Nov Olímpi Nov Snt Helen 36 Nov Ubirtã 36 Nov Xvntin Novo Horizonte do Norte 36 Novo Mundo* 36 Novo São Joquim Novo Snto Antônio 36 Prnít* 36 Prnting Pedr Pret Peixoto de Azevedo* 36 Plnlto d Serr Poconé* 36 Pontl do Argui Ponte Brnc Pontes e Lcerd 36 Porto Alegre do Norte 36 Porto dos Gúchos 36 Porto Esperidião 36 Porto Estrel 36 Poxoréo Primver do Leste Querênci 36 Reserv do Cbçl 36 Ribeirão Csclheir Ribeirãozinho Rio Brnco 36 Rondolândi* 36 Rondonópolis Rosário do Oeste Slto do Céu 36 Snt Cruz do Xingu* 36 Snt Crmem 36 Snt Rit do Trivelto Snt Terezinh* 36 Snto Afonso Snto Antônio do Leste Snto Antônio do Leverger* 36 São Félix do Argui 36 São José do Povo São José do Rio Clro 36 São José do Xingu* 36 São José dos Qutro Mrcos 36 São Pedro d Cip Spezl Serr Nov Dourd 36 Sinop 36 Sorriso T b p o r ã 36 Tngrá d Serr T p u r h 36 Terr Nov do Norte* 36 Te s o u r o To r i x o r é u União do Sul 36 Vle de São Domingos 36 Várze Grnde Ve r 36 Vil Bel d Sntíssim. Trindde 36 Vil Ric * 36 * Municípios onde não poderão ser cultivdos sementes ou croços de lgodoeiro herbáceo (Gossypium hirsutum) com trços de eventos de modificção genétic, conforme Portri 21, de 13/1/2005, do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, publicd no DOU de 16/1/2006. Not: Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção, reção ftores dversos ds cultivres de lgodão indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6 o - ndr, sl 646, CEP Brsíli - DF e no site <!ID >PORTARIA 96, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 17, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 2006 e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv n o - 2, de 22 de dezembro de 2000, d Secretri d Comissão Especil de Recursos, publicd no Diário Oficil d União de 29 de dezembro de 2000, resolve: Art. 1 o - - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur do lgodão herbáceo no Estdo do Goiás, no-sfr 2006/2007 conforme nexo. Art. 2 o - - Est Portri tem vigênci específic pr o nosfr definido no Art. 1 o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O lgodão herbáceo (Gossypium hirsutun L.r ltifolium Hutch), é um oleginos que produz lém d fibr, diversos subprodutos, que presentm tmbém grnde importânci econômic, destcndo-se o línter, o óleo bruto, tort, lém d csc e do resíduo. Os ftores climáticos de mior risco pr cultur do lgodão no Estdo de Goiás relcionm-se distribuição irregulr ds chuvs e ocorrênci de vernicos. O déficit hídrico e o excesso de umidde no período compreendido entre 60 e 100 dis pós emergênci, podem induzir qued ds estruturs frutífers e comprometer produção. Portnto, objetivou-se delimitr s regiões pts e os períodos de semedur com menor risco climático pr o cultivo do lgodão herbáceo no Estdo de Goiás. Pr isso, utilizou-se um modelo de blnço hídrico d cultur, pr períodos de dez dis, fzendo-se uso ds seguintes vriáveis: ) Precipitção pluvil: utilizrm-se s séries pluviométrics com no mínimo 15 nos de ddos diários registrdos ns estções meteorológics disponíveis no Estdo; b) Evpotrnspirção potencil: estimd pr períodos decendis; c) Ciclo e fses fenológics: form nlisdos os comportmentos de cultivres com ciclos que representm s vrieddes recomendds pr o Centro-Oeste brsileiro. Pr efeito de simulção, o ciclo d cultur foi dividido em 4 fses, quis sejm: 1) Fse I - crescimento inicil; 2) Fse II - primeiro botão primeir flor; 3) Fse III - primeir flor o primeiro cpulho; e 4) Fse IV - primeiro cpulho colheit. Considerrm-se s Fses II e III como períodos críticos com relção à necessidde de águ; d) Coeficiente de cultur (Kc): usrm-se vlores médios pr períodos de dez dis determindos em condições de cmpo; e) Reserv útil do solo: três clsses de solos form utilizds: Solos tipos 1, 2 e 3, com, respectivmente, 20mm, 40 mm e 50 mm de águ disponível; Form efetuds simulções pr 12 épocs de plntio, espçds de dez dis, entre os meses de outubro e jneiro. Pr cd dt, o modelo estimou os índices de stisfção d necessidde de águ (ISNA), definidos como relção existente entre evpotrnspirção rel (ETr) e evpotrnspirção máxim d cultur d cultur do lgodão (ETm). Em seguid relizou-se nálise freqüencil, o nível de 80% de ocorrênci dos índices de necessidde de águ (ISNA) ds dus fses considerds. Esses vlores form georeferencidos em função d ltitude e longitude e, com o uso de um sistem de informções geográfics (SIG) confeccionrm-se os mps temáticos representtivos ds clsses nteriormente estbelecids. A definição ds áres de mior ou menor risco climático foi ssocid à ocorrênci de déficit hídrico ns fses II e III, considerds s mis crítics em relção o déficit hídrico. Pr isso estbelecerm-se três clsses de cordo com o ISNA obtido ns referids fses: ) Fse II: 1)fvorável (ISNA = 0.50); 2)intermediário (0,50 > ISNA = 0,40); e 3)desfvorável (ISNA < 0,40). b) Fse III: 1)fvorável (ISNA = 0,60); 2)intermediário (0,60 > ISNA = 0,50); e3)desfvorável (ISNA < 0,50). Aind com o uso do SIG, form feitos os cruzmentos ds informções gerds pr obtenção ds melhores áres e períodos pr semedur d cultur do lgodão herbáceo no Estdo de Goiás. Os cruzmentos ds Fses II e III pr definição dos períodos fvoráveis obedecerm os seguintes critérios: Fse II = Fvorável e Fse III = Fvorável. Tods s demis combinções não form considerds. Atendendo às recomendções fitossnitáris pr se evitr o tque generlizdo d prg do Bicudo (Anthonomus grndis), o período de semedur foi reduzido e unificdo pr, no máximo, 40 dis pr todos os municípios do Estdo, respeitndo os períodos de bixo risco. Assim, os municípios que presentvm dts pts for do período estbelecido, não form recomenddos. Os Solos Tipo 1, de textur renos, não form recomenddos pr o plntio do lgodão herbáceo no Estdo, por presentrem bix cpcidde de retenção de águ e lt probbilidde de quebr de rendimento ds lvours por ocorrênci de déficit hídrico. Os resultdos revelrm que os períodos de menores riscos form semelhntes pr tods s cultivres de ciclos precoce, médio e trdio. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Estdo de Goiás, contempl como ptos o cultivo do lgodão herbáceo, os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 10, de 14 de junho de 2005, publicd no DOU de 16 de junho de 2005, Seção 1, págin 12, lterd pr Instrução Normtiv n o -. 12, trvés de retificção publicd no DOU de 17 de junho de 2005, Seção 1, págin.6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: solos com teor de rgil entre 15 e 35% e menos de 70% rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 15% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Not - áres/solos não indicdos pr o plntio: áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei do Código Florestl; solos que presentem teor de rgil inferior 10% nos primeiros 50 cm de solo; solos que presentem profundidde inferior 50 cm; solos que se encontrm em áres com declividde superior 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões (diâmetro superior 2 mm) ocupm mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. PERÍODO DE SEMEADURA 21 de novembro 31 de dezembro, pr solos tipos 2 e 3 e cultivres de ciclo precoce, médio e trdio. 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES Ciclo Precoce: EMBRAPA - BRS ARAÇA; EPAMIG - EPA- MIG PRECOCE 1; COODETEC - CD 401. Ciclo Médio: COO- DETEC - CD 408, CD 407, CD 406; EPAMIG - EPMG Redenção; IAPAR - IPR 120; SYNGENTA - MAKINA; D&PL - Delt Opl, Sure Grow 821 e Delt Pent; BAYER CROPSCIENCE - Sicl 40. Ciclo Trdio: COODETEC - CD 409; EMBRAPA - BRS ACACIA (Cerrdos), BRS AROEIRA (Cerrdos), BRS CEDRO (Cerrdos), BRS IPE Cerrdos), BRS JATOBÁ (Cerrdos) e CNPA ITA 90 Cerrdos); IAC - IAC 24; SYNGENTA - FABRIKA e INTASP41368; D&PL - DP 90 B e Acl 90; BAYER CROPSCIENCE - Fibermx 977 e FM MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO DE ALGODÃO HERBACEO A relção de municípios do Estdo de Goiás ptos o cultivo do lgodão herbáceo, suprimidos todos os outros, onde cultur não é indicd, foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s recomendções são idêntics às do município de origem té que nov relção o inclu formlmente. A époc de plntio indicd pr cd município, não será prorrogd ou ntecipd. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç o plntio ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. MUNICÍPIOS: Abdi de Goiás, Abdiâni, Acreún, Adelândi, Águ Fri de Goiás, Águ Limp, Águs Linds de Goiás, Alexâni, Aloândi, Alto Horizonte, Alto Príso de Goiás, Alvord do Norte, Amrlin, Americno do Brsil, Amorinópolis, Anápolis, Anhnguer, Anicuns, Aprecid de Goiâni, Aprecid do Rio Doce, Aporé, Arçu, Argrçs, Argoiâni, Argupz, Arenópolis, Arunã, Aurilândi, Avelinópolis, Bliz, Brro Alto, Bel Vist de Goiás, Bom Jrdim de Goiás, Bom Jesus de Goiás, Bonfinópolis, Bonópolis, Brzbrntes, Britâni, Buriti Alegre, Buriti de Goiás, Buritinópolis, Cbeceirs, Cchoeir Alt, Cchoeir de Goiás, Cchoeir Dourd, Cçu, Cipôni, Clds Novs, Cldzinh, Cmpestre de Goiás, Cmpinçu, Cmpinorte, Cmpo Alegre de Goiás, Cmpo Limpo de Goiás, Cmpos Belos, Cmpos Verdes, Crmo do Rio Verde, Cs-
15 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN telândi, Ctlão, Cturí, Cvlcnte, Ceres, Cezrin, Chpdão do Céu, Cidde Ocidentl, Coclzinho de Goiás, Colins do Sul, Córrego do Ouro, Corumbá de Goiás, Corumbíb, Cristlin, Cristinópolis, Crixás, Cromíni, Cumri, Dminópolis, Dmolândi, Dvinópolis, Diorm, Divinópolis de Goiás, Doverlândi, Edelin, Edéi, Estrel do Norte, Fin, Fzend Nov, Firminópolis, Flores de Goiás, Formos, Formoso, Gmeleir de Goiás, Goinápolis, Goindir, Goinési, Goiâni (cpitl), Goinir, Goiás, Goitub, Gouvelândi, Gupo, Gurít, Gurni de Goiás, Gurinos, Heitorí, Hidrolândi, Hidrolin, Icir, Inciolândi, Indir, Inhums, Ipmeri, Ipirng de Goiás, Iporá, Isrelândi, Itberí, Itguri, Itguru, Itjá, Itpci, Itpirpuã, Itpurng, Itrumã, Ituçu, Itumbir, Ivolândi, Jndi, Jrguá, Jtí, Jupci, Jesúpolis, Joviâni, Jussr, Leopoldo de Bulhões, Luziâni, Miripotb, Mmbí, Mr Ros, Mrzgão, Mtrinchã, Murilândi, Mimoso de Goiás, Minçu, Mineiros, Moiporá, Monte Alegre de Goiás, Montes Clros de Goiás, Montividiu, Montividiu do Norte, Morrinhos, Morro Agudo de Goiás, Mossâmedes, Mozrlândi, Mundo Novo, Mutunópolis, Nzário, Nerópolis, Niquelândi, Nov Améric, Nov Auror, Nov Crixás, Nov Glóri, Nov Iguçu de Goiás, Nov Rom, Nov Venez, Novo Brsil, Novo Gm, Novo Plnlto, Orizon, Ouro Verde de Goiás, Ouvidor, Pdre Bernrdo, Plestin de Goiás, Plmeirs de Goiás, Plmelo, Plminópolis, Pnmá, Prnigur, Prún, Perolândi, Petrolin de Goiás, Pilr de Goiás, Pircnjub, Pirnhs, Pirenópolis, Pires do Rio, Plnltin, Pontlin, Porngtu, Porteirão, Portelândi, Posse, Professor Jmil, Quirinopolis, Rilm, Rinápolis, Rio Quente, Rio Verde, Rubitb, Snclerlândi, Snt Bárbr de Goiás, Snt Cruz de Goiás, Snt Fé de Goiás, Snt Helen de Goiás, Snt Isbel, Snt Rit do Argui, Snt Rit do Novo Destino, Snt Ros de Goiás, Snt Terez de Goiás, Snt Terezinh de Goiás, Snto Antônio d Brr, Snto Antônio de Goiás, Snto Antônio do Descoberto, São Domingos, São Frncisco de Goiás, São João d`alinç, São João d Prún, São Luís de Montes Belos, São Luíz do Norte, São Miguel do Argui, São Miguel do Pss Qutro, São Ptrício, São Simão, Sendor Cnedo, Serrnópolis, Silvâni, Simolândi, Sítio d`abdi, Tqurl de Goiás, Teresin de Goiás, Terezópolis de Goiás, Três Rnchos, Trindde, Trombs, Turvâni, Turvelândi, Uirpuru, Uruçu, Urun, Urutí, Vlpríso de Goiás, Vrjão, Vinópolis, Vicentinópolis, Vil Bo, Vil Propício. Not: Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção, reção ftores dversos ds cultivres de lgodão indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6 o - ndr, sl 646, CEP Brsíli - DF e no site <!ID >PORTARIA N o - 97, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 17, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 2006 e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv n o - 2, de 22 de dezembro de 2000, d Secretri d Comissão Especil de Recursos, publicd no Diário Oficil d União de 29 de dezembro de 2000, resolve: Art. 1 o - - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur do lgodão herbáceo no Estdo d Bhi, no-sfr 2006/2007, conforme nexo. Art. 2 o - - Est Portri tem vigênci específic pr o nosfr definido no Art. 1 o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O lgodão herbáceo (Gossypium hirsutun L.r ltifolium Hutch), é um oleginos que produz lém d fibr, diversos subprodutos, que presentm tmbém grnde importânci econômic, destcndo-se o línter, o óleo bruto, tort, lém d csc e do resíduo. A produção brsileir de lgodão herbáceo de 2004 foi de tonelds, representndo um umento de 73 % em relção o no nterior. A Bhi foi um dos estdos que contribuiu pr est expnsão. A produção de lgodão herbáceo no Estdo concentr-se nos municípios de Brreirs, Luís Edurdo Mglhães, Rond Velh e São Desidério, sendo este último o mior produtor, responsável por cerc de 45% d produção do Estdo. O déficit hídrico e o excesso de umidde no período compreendido entre 60 e 100 dis pós emergênci (DAE), podem induzir qued ds estruturs frutífers e comprometer produção. Pr isso utilizou-se um modelo de blnço hídrico d cultur, com o uso ds seguintes vriáveis: ) Precipitção pluvil: utilizrm-se s séries pluviométrics com no mínimo 15 nos de ddos diários registrdos ns estções meteorológics disponíveis no Estdo; b) Evpotrnspirção potencil decendil; c) Ciclo e fses fenológics: Form nlisdos os comportmentos de cultivres que representm s vrieddes recomendds pr o Estdo. Pr efeito de simulção, o ciclo d cultur foi dividido em 4 fses, quis sejm: 1) Fse I - crescimento inicil; 2) Fse II - primeiro botão primeir flor; 3) Fse III - primeir flor o primeiro cpulho; e 4) Fse IV - primeiro cpulho colheit. d) Coeficiente de cultur (Kc): usrm-se vlores médios pr períodos de dez dis determindos em condições de cmpo; e) Reserv útil de águ dos solos: três clsses de solos form utilizds: Solos tipo 1, Solos tipo 2 e Solos tipo 3, com 20 mm, 40 mm e 50 mm de águ disponível, respectivmente. Form efetuds simulções pr períodos de dez dis entre os meses de outubro jneiro, levndo-se em cont os regimes pluviométricos predominntes no Estdo. Pr cd dt, o modelo estimou os índices de stisfção d necessidde de águ (ISNA), definidos como relção existente entre evpotrnspirção rel (ETr) e evpotrnspirção máxim d cultur (ETm). Em seguid relizou-se nálise freqüencil, o nível de 80% de ocorrênci dos índices de necessidde de águ (ISNA). Esses vlores form georeferencidos em função d ltitude e longitude e, com o uso de um de um sistem de informções geográfics (SIG) confeccionrm-se os mps temáticos representtivos ds clsses nteriormente estbelecids. A definição ds áres de mior ou menor risco climático foi ssocid à ocorrênci de déficit hídrico n fse III, considerd mis crític em relção o déficit hídrico. Pr isso estbelecerm-se s seguintes clsses de ISNA: 1)fvorável (ISNA = 0.50); 2)intermediário (0,50 > ISNA = 0,40); e 3)desfvorável (ISNA < 0,40). Atendendo às recomendções fitossnitáris que definem os períodos de semedur do lgodão pr cd estdo, pr se evitr o tque generlizdo d prg do Bicudo (Anthonomus grndis), o período de semedur foi reduzido e unificdo pr, no máximo, 40 dis pr todos os municípios do Estdo, respeitndo os períodos de bixo risco. Assim, os municípios que presentvm dts pts for do período estbelecido, não form recomenddos. Atendendo recomendções fitossnitáris que definem os períodos de semedur do lgodão pr cd estdo, pr se evitr o tque generlizdo d prg do Bicudo (Anthonomus grndis), o período de semedur foi reduzido e unificdo pr, no máximo, 40 dis pr todos os municípios do Estdo, respeitndo os períodos de bixo risco. Assim, os municípios que presentvm dts pts for do período estbelecido, não form recomenddos.. Como o Estdo d Bhi present regimes pluviométricos diferencidos, o início d semedur foi recomenddo pr dus épocs distints, sendo primeir entre os meses de mrço e bril e segund no mês de dezembro. Assim, os municípios que presentrm dts pts for dos períodos estbelecidos, não form recomenddos neste estudo. Os resultdos revelrm que os períodos de menores riscos form semelhntes pr s cultivres de ciclos precoce, médio e trdio. Abixo se presentm os tipos de solos ptos e os melhores períodos pr semedur do lgodão herbáceo no Estdo d Bhi, considerndo-se deficiênci hídric como ftor limitnte. Plntndo nesss dts, o produtor diminui probbilidde de perds ds sus lvours por flt de águ. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Estdo d Bhi contempl como ptos o cultivo do lgodão herbáceo, os solos Tipos 1, 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 10, de 14 de junho de 2005, publicd no DOU de 16 de junho de 2005, Seção 1, págin 12, lterd pr Instrução Normtiv n o -. 12, trvés de retificção publicd no DOU de 17 de junho de 2005, Seção 1, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 1: Teor de rgil mior que 10% e menor ou igul 15%, com profundidde igul ou superior 50 cm; ou Teor de rgil entre 15 e 35% e com menos de 70% rei, que presentm diferenç de textur o longo dos primeiros 50 cm de solo, e com profundidde igul ou superior 50 cm. Tipo 2: solos com teor de rgil entre 15 e 35% e menos de 70% rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 15% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Not - áres/solos não indicdos pr o plntio: áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei do Código Florestl; solos que presentem teor de rgil inferior 10% nos primeiros 50 cm de solo; solos que presentem profundidde inferior 50 cm; solos que se encontrm em áres com declividde superior 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões (diâmetro superior 2 mm) ocupm mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos Dts 1 o o Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos Dts 1 o o o o Meses Mio Junho Julho Agosto 1 o o Períodos Dts 1 o o o o Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTORES/MANTENE- DORES Ciclo Precoce: EMBRAPA - BRS Arçá; EPAMIG - EPAMIG PRE- COCE 1(Região de Gunmbi); Ciclo Médio: BAYER - Sicl 40; COODETEC - CD 406, CD 407, CD 408; D&PL - NuOPAL, Delt Opl, Delt Pent, Sure Grow 821; EMBRAPA - BRS Rubi, BRS Sfir, BRS Verde, BRS 187, BRS 200, BRS 201; EPAMIG - EPMG Redenção; SYNGENTA - Mkin; Ciclo Trdio: BAYER - FiberMx 977, FM 993; EMBRAPA BRS Cmçri, BRS Acáci, BRS Aroeir, BRS Cedro, BRS Ipê, BRS Jtobá, BRS Sucupir, CNPA ITA 90; D&PL - Acl 90, DP 90 B; COODETEC - CD 409; SYNGENTA - Fbrik, INTASP RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PE- RÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo d Bhi ptos o cultivo do lgodão herbáceo, suprimidos todos os outros, onde cultur não é recomendd, foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s recomendções são idêntics às do município de origem té que nov relção o inclu formlmente. A époc de plntio indicd pr cd município, não será prorrogd ou ntecipd. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç o plntio ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. MUNICÍPIOS CICLOS: PRECOCE, MÉDIO e TARDIO SOLOS: TIPOS 1, 2 E 3 PERÍODOS Abír Améric Dourd Angé Andrí Angicl Anguer 8 10 Antônio Crdoso 8 10 Apurem 10 Arctu Arci 8 10 Binópolis Bix Grnde Bnzê 8 10 Brr Brr d Estiv Brr do Choç Brr do Mendes Brr do Roch 10 Brreirs Brro Alto Brrocs 8 10 Belo Cmpo Biriting 8 10 Bo Nov Bo Vist do Tupim Bom Jesus d Lp Bom Jesus d Serr Boninl Bonito Boquir Botuporã Brejolândi Brots de Mcúbs Brumdo Buritirm Ctib Cculé Cetnos Cetité Cfrnum Cmpo Alegre de Lourdes Cnápolis Cnrn Cndel 8 10 Cndib Cândido Sles Cnsnção Cpim Grosso Críbs Crinhnh Cs Nov Cstro Alves 10 Ctolândi Cturm Centrl Cocos 33 36
16 16 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 Conceição do Coité Condeúb Contends do Sincorá Cordeiros Coribe Correntin Cotegipe Crvolândi Cristópolis Cruz ds Alms 10 Dário Meir Dom Bsílio Elísio Medrdo 10 Encruzilhd Érico Crdoso Feir d Mt Feir de Sntn 8 10 Firmino Alves Florest Azul Formos do Rio Preto Gentio do Ouro Governdor Mngbeir 10 Gujeru Gunmbi Içu Ibissucê Ibicor Ibicuí Ibipeb Ibipetub Ibipitng Ibiquer Ibitir Ibititá Ibotirm Ichu 8 10 Igporã Iguí Ipecetá 8 10 Ipirá Ipupir Irjub Irmi Irqur Irecê Itberb Iteté Itgi Itguçu d Bhi Itmbé Itpeting Itqur Itrntim Ittim Itiruçu Itororó Ituçu Iuiú Jborndi Jcrci Jguqur Jequié Jitún João Dourdo Jussr Jussipe Lfiete Coutinho Lgo Rel Ljedinho Ljedo do Tbocl Lmrão 8 10 Lpão Lençóis Licínio de Almeid Livrmento de Noss Senhor Luís Edurdo Mglhães Mcjub Mcrni Mcúbs Meting Miquinique Miri Mlhd Mlhd de Pedrs Mnoel Vitorino Mnsidão Mrcás Mrcionílio Souz Mtin Milgres Mirnte Monte Alegre d Bhi Morprá Morro do Chpéu Mortugb Mucugê Mulungú do Morro Mundo Novo Muquem de São Frncisco Mutuípe Nordestin Nov Cnã Nov Itrn Nov Redenção Novo Horizonte Olindin 10 Oliveir dos Brejinhos Ouriçngs 10 Ourolândi Plms de Monte Alto Plmeirs Prmirim Prting Pitã Pilão Arcdo Pindí Pintds Piripá Piritib Plnltino Plnlto Poções Presidente Dutr Presidente Jânio Qudros Queimds Quijingue 8 10 Quixbeir Rfel Jmbeiro Remnso Retirolândi Richão ds Neves Richo de Sntn Ribeirão do Lrgo Rio de Conts Rio do Antônio Rio do Pires Ruy Brbos Snt Bárbr 8 10 Snt Cruz d Vitóri Snt Inês Snt Mri d Vitóri Snt Rit de Cássi Snt Teresinh Sntluz Sntn Sntnópolis 8 10 Snto Estevão 8 10 São Desidério São Felipe 10 São Félix do Coribe São Gbriel São José do Jcuípe Sebr Sebstião Lrnjeirs Sento Sé Serr do Rmlho Serr Dourd Serr Pret 8 10 Serrinh 8 10 Serrolândi Sitio do Mto Sitio Grnde Souto Sores Tbocs do Brejo Velho T n h ç u Tnque Novo T n q u i n h o 8 10 T p i r m u t á Te o f i l â n d i 8 10 Tr e m e d l Tu c n o 8 10 Uibí Umburns Urndi Uting V l e n t e Várze d Roç Várze do Poço Várze Nov V r z e d o 10 Vitóri d Conquist W g n e r W n d e r l e y Xique-Xique Not: Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção, reção ftores dversos ds cultivres de lgodão indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6 o - ndr, sl 646, CEP Brsíli - DF e no site <!ID > PORTARIA 98, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 17, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 2006, resolve: Art. 1 o - - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de cfé no Estdo do Espírito Snto, no-sfr 2006/2007, conforme nexo. Art. 2 o - - Est Portri tem vigênci específic pr o nosfr definido no Art. 1 o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O cfé é um dos mis importntes produtos brsileiros comercilizdos nos mercdos ncionl e interncionl. O Brsil produz dus espécies de cfé: o rábic (Coffe rábic L.) e o conilon (Coffe cnephor Pierre), mis conhecido como cfé robust. Atulmente, o pís é o mior produtor e exportdor, bem como o segundo mior consumidor de cfé do mundo, com um produção n sfr 2005/2006 estimd de tonelds de cfé beneficido, lém de deter lidernç bsolut em pesquiss cfeeirs. O Estdo do Espírito Snto é o segundo mior produtor de cfé pís, onde tem grnde expressão econômic, com produção n últim sfr de tonelds de robust e tonelds de rábic totlizndo tonelds de grãos beneficidos, que correspondem, proximdmente, 24,4% d produção ncionl. Nesse contexto, cfeicultur tem gerdo diviss e contribuído pr o desenvolvimento do gronegócio do Estdo. No entnto, lgums dversiddes climátics como: deficiêncis hídrics prolongds, vernicos, geds, distribuição irregulr ds chuvs no decorrer do no, lém de ltitude e temperturs elevds podem comprometer o seu bom desenvolvimento. Portnto, torn-se importnte delimitr s áres e os períodos com menor risco climático pr o plntio d cultur dos cfés rábic e robust no Estdo do Espírito Snto. Pr isso, considerrm-se deficiênci hídric nul (DHA) e mensl (DHM) e s temperturs médi nul (T) e do mês de novembro (Tn). A deficiênci hídric nul foi clculd prtir de um modelo de blnço hídrico, dotndo-se um cpcidde de rmzenmento de águ no solo de 125 mm, considerndo-se os solos tipos 2 e 3. Form utilizdos ddos diários de precipitção pluviométric de postos com séries histórics superiores 15 nos disponíveis no Estdo. Estbelecerm-se s seguintes clsses de DHA pr definição ds áres pts e inpts do ponto de vist hídrico: ) cfé rábic DHA < 150 mm - Áre pt DHA > 150 mm - Áre inpt b) cfé robust DHA < 200 mm e DHM < 50 mm no mês de setembro e DHM < 10 mm entre os meses de outubro e mrço - Áre pt; DHA > 200 mm e DHM > 50 mm no mês de setembro e DHM > 10 mm entre os meses de outubro e mrço - Áre inpt. Como disponibilidde de ddos de tempertur contece em um número reltivmente pequeno de locliddes em relção o de totis mensis de chuv, utilizou-se o modelo de regressão múltipl pr estimr tempertur médi mensl e nul em função d ltitude e d ltitude ds locliddes pr s quis não se dispunhm desses ddos. Form estbelecids s seguintes clsses de tempertur médi nul (T) e do mês de novembro (Tn) pr definição ds áres pts e inpts do ponto de vist térmico: ) cfé rábic T < 18 C - Áre inpt 18 C < T < 23 C - Áre pt T > 23 C - Áre inpt Tn < 24 C - Áre pt Tn > 24 C - Áre inpt
17 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN b) cfé robust T < 22 C - Áre inpt 22 C < T < 26 C - Áre pt T > 26 C - Áre inpt Tn < 25 C - Áre pt Tn > 25 C - Áre inpt Os vlores de DHA, T e Tn form georeferencidos e espcilizdos com o uso de um sistem de informções geográfics dndo origem os mps de deficiênci hídric nul, tempertur médi nul e tempertur médi no mês de novembro, respectivmente. Em seguid, efeturm-se os cruzmentos dos respectivos mps, com o objetivo de crcterizr s áres pts pr o cultivo do cfé no Espírito Snto. As regiões que presentrm deficiênci hídric e condições térmics dentro dos limites pré-estbelecidos form considerds pts pr o desenvolvimento d cultur. A nálise dos ddos permitiu identificr que s áres pts pr o plntio dos cfés rábic e conilon presentrm s mesms dts de plntio pr os dois tipos de solos simuldos. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Estdo do Espírito Snto contempl como ptos o cultivo do cfé os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 10, de 14 de junho de 2005, publicd no DOU de 16 de junho de 2005, Seção 1, págin 12, lterd pr Instrução Normtiv n o -. 12, trvés de retificção publicd no DOU de 17 de junho de 2005, Seção 1, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: solos com teor de rgil entre 15 e 35% e menos de 70% rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 15% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Not - áres/solos não indicdos pr o plntio: áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei do Código Florestl; solos que presentem teor de rgil inferior 10% nos primeiros 50 cm de solo; solos que presentem profundidde inferior 50 cm; solos que se encontrm em áres com declividde superior 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões (diâmetro superior 2 mm) ocupm mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. PERÍODO FAVORÁVEL PARA O PLANTIO DE CAFÉ ROBUSTA E CAFÉ ARÁBICA 1 o - de novembro 31 de dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS Ficm indicds no Zonemento Agrícol de Risco Climático pr cultur de cfé no Estdo do Espírito Snto, s cultivres de cfé registrds no Registro Ncionl de Cultivres (RNC) do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, tendids s indicções ds regiões de dptção, em conformidde com s recomendções dos respectivos obtentores/detentores (mntenedores). 5. MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO DE CAFÉ ARÁ- BICA E CAFÉ ROBUSTA SOB CONDIÇÕES DE SEQUEIRO A relção de municípios do Estdo do Espírito Snto ptos o cultivo de cfé rábic e robust, sob condições de sequeiro, suprimidos todos os outros, onde cultur não é indicd, foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem té que nov relção o inclu formlmente. Cfé Arábic - MUNICÍPIOS: Afonso Cláudio, Águ Doce do Norte, Águi Brnc, Alegre, Alfredo Chves, Alto Rio Novo, Apicá, Atilio Vivcqu, Bixo Gundu, Brr de São Frncisco, Bom Jesus do Norte, Brejetub, Cchoeiro de Itpemirim, Cricic, Cstelo, Coltin, Conceição do Cstelo, Divino de São Lourenço, Domingos Mrtins, Dores do Rio Preto, Ecoporng, Governdor Lindenberg, Guçuí, Gurpri, Ibtib, Ibirçu, Ibitirm, Iconh, Irupi, Itguçu, Itrn, Iún, Jerônimo Monteiro, João Neiv, Lrnj d Terr, Mntenópolis, Mrechl Florino, Mrilândi, Mimoso do Sul, Mucurici, Muniz Freire, Muqui, Nov Venéci, Pncs, Ponto Belo, Rio Bnnl, Rio Novo do Sul, Snt Leopoldin, Snt Mri de Jetibá, Snt Teres, São Domingos do Norte, São Gbriel d Plh, São José do Clçdo, São Roque do Cnã, Vrgem Alt, Vend Nov do Imigrnte, Vin, Vil Pvão. Cfé Robust - MUNICÍPIOS: Águ Doce do Norte, Águi Brnc, Alegre, Alfredo Chves, Anchiet, Apicá, Arcruz, Atilio Vivcqu, Bixo Gundu, Brr de São Frncisco, Bo Espernç, Bom Jesus do Norte, Cchoeiro de Itpemirim, Cricic, Cstelo, Coltin, Conceição d Brr, Ecoporng, Fundão, Governdor Lindenberg, Gurpri, Ibirçu, Iconh, Itguçu, Itpemirim, Itrn, Jguré, Jerônimo Monteiro, João Neiv, Lrnj d Terr, Linhres, Mrtízes, Mrilândi, Mimoso do Sul, Montnh, Mucurici, Muqui, Nov Venéci, Pncs, Pedro Cnário, Pinheiros, Piúm, Ponto Belo, Presidente Kennedy, Rio Bnnl, Rio Novo do Sul, Snt Leopoldin, Snt Terez, São Domingos do Norte, São Gbriel d Plh, São Mteus, São Roque do Cnã, Serr, Sooretm, Vrgem Alt, Vin, Vil Pvão, Vil Vlério, Vil Velh, Vitóri. COMISSÃO ESPECIAL DE RECURSOS <!ID >RESOLUÇÕES DE 24 DE FEVEREIRO DE 2006 A Comissão Especil de Recursos do Progrm de Grnti d Atividde Agropecuári - PROAGRO, no uso de sus tribuições conferids pelos Decretos n o , de 29 de julho de 2005, e pelo seu Regimento Interno, provdo pel Portri Ministeril, n o - 18, de 06 de jneiro de 2006, em reunião ocorrid em 07/02/2006 resolve: I - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : BURITI UF :MA 004/ /2005 Rimundo Nonto Mendes Crdoso 005/ /2005 Cloves Mendes Crdoso Agênci : SANTANA DO CARIRI UF :CE 006/ /2005 Cosmo Honorio D Silv Agênci : SOLANEA UF :PB 001/ /2005 Abdis Ferreir De Melo 002/ /2005 Arlete De Souz Bispo 003/ /2005 Frncisco Aquino D Silv II - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr s coberturs já efetuds pel dministrção do Progrm. Agênci : ITAPIUNA UF :CE 007/ /2005 Mri Do Crmo Silv Dis 008/ /2005 Luiz Astrogildo Rozeno Pereir 009/ /2005 Luro Cssemiro D Silv 010/ /2005 Jose Correi Lim 011/ /2005 José Rfel Ferreir 012/ /2005 Frncisco Vldeni De Aquino 013/ /2005 Cosmo Mtis D Silv 014/ /2005 Celi Mri Tomz D Silv 015/ /2005 Cezr Nilton Rodrigues Mi 016/ /2005 Frncisco De Pulo Lim 017/ /2005 Frncisco Evngelist D Silv 018/ /2005 Frncisco Nilton Grci Dis 019/ /2005 Frncivldo Mtis D Silv 020/ /2005 Ismel Rogerio D Silv 021/ /2005 João Evngelist Oliveir Brros III - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que s perds se deverm cuss não mprds pelo PROAGRO. Agênci : JOAO CAMARA UF :RN 025/ /2005 Antonio Moreir Trgino 026/ /2005 Genivl Teixeir Do Nscimento 027/ /2005 Jose Demetrio D Silv 028/ /2005 Antonio Vieir De Lim 029/ /2005 Honorio Lemos Btist 030/ /2005 Frncisco D Silv Dionizio 031/ /2005 João Btist Frncisco D Silv Agênci : TOUROS UF :RN 022/ /2005 Frncisco Gomes Dos Sntos 023/ /2005 Frncisco Fernndes D Silv 024/ /2005 Jorge Frncisco Cmpos 032/ /2005 Josfá Messis De Andrde 033/ /2005 Antonio Rfel Fernndes 034/ /2005 Pulo Alexndre D Silv 035/ /2005 Jose Do Nscimento Bento IV - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi indequd n condução do empreendimento e o contido nos processos correspondentes. Agênci : CANTO DO BURITI UF :PI 036/ /2005 Eurildo Cvlcnte De Holnd 037/ /2005 Jose Wilson Pereir De Souz 038/ /2005 Joo Btist Pereir De Sous 039/ /2005 Edilson Dos Sntos Sobreir 040/ /2005 Jose Mrtins De Sous Filho 041/ /2005 Jose Vieir Dos Sntos 042/ /2005 Jose Crdoso D Silv 043/ /2005 Vldir Crdoso Rmos 044/ /2005 Jose Alves D Cost Arrud 046/ /2005 Vlmirm Crdoso Sobreir 047/ /2005 Vlderi Crdoso Sobreir 048/ /2005 Milton Gonçlves Sobreir 049/ /2005 Jose Gomes D Cost 050/ /2005 Mri Elin Roch Rmos 051/ /2005 Rimundo Dnts Monteiro Agênci : SAO DOMINGOS DO MARANHAO UF :MA 045/ /2005 Mnoel Mrtins De Oliveir V - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s),o considerr que comunicção do evento foi intempestiv, impossibilitndo vlição segur ds perds. Agênci : PASSIRA UF :PE 052/ /2005 Aluisio Gomes D Silv 053/ /2005 Antonio Gldino D Silv 054/ /2005 Severino Jose D Silv 055/ /2005 Severino Domingos D Silv 056/ /2005 Horcio Frncisco D Silv 057/ /2005 João Mnoel Dos Sntos Filho 058/ /2005 Jose Frncelino D Silv Filho 059/ /2005 Jose Cosme De Lim Filho 060/ /2005 Aldo Domicio Mendes 061/ /2005 Horcio Simplicio Fris 062/ /2005 Gilvn Fernndo D Silv 072/ /2005 Arlindo Sebstião D Silv 103/ /2005 Severino Frncisco D Silv 104/ /2005 Severin Mri De Medeiros 105/ /2005 Severin Amr D Silv 106/ /2005 Severino Frncelino D Silv 107/ /2005 Severino Trindde D Silv 108/ /2005 Sebstião José Filho 109/ /2005 Ricrdo Brbos De Lim 110/ /2005 Mrluce Mri D Silv 111/ /2005 Mrgrid Cleonice D Silv 112/ /2005 Mri Do Crmo D Silv Sntos 113/ /2005 Mri Severin D Silv 114/ /2005 Mri Do Crmo Dos Sntos 115/ /2005 Hmilton Amncio Dos Sntos 116/ /2005 Guilherme Severino D Silv 117/ /2005 Edurdo Cordeiro D Silv 118/ /2005 Ariovldo Oliveir Dnts 134/ /2005 Severino Antonio D Silv 135/ /2005 Gerldo Amro D Silv 136/ /2005 Edilene Ferreir D Silv 137/ /2005 Dniel Jose D Silv 138/ /2005 Dniel Jose D Silv 139/ /2005 Cicero Mnoel De Sous 140/ /2005 Armndo Jose De Sntn 141/ /2005 Aguinldo Jose D Silv 142/ /2005 Antonio Mrtins D Silv 143/ /2005 Antonio Belrmino Filho 144/ /2005 An Mri Do Nscimento 145/ /2005 Antonio Clu D Silv Agênci : SOLANEA UF :PB 081/ /2005 Josenildo Gomes D Silv 082/ /2005 Antonio Justino Dos Sntos 083/ /2005 Mnuel Jorge Severino 084/ /2005 Mri De Lourdes D Silv 085/ /2005 Jose Vnderlei Alves De Mcen 086/ /2005 Gerldo Gomes De Melo 087/ /2005 Mtis Jose D Silv 088/ /2005 Mriz D Silv Amorim 089/ /2005 Mri De Lourdes Silv Do Nscimento 090/ /2005 José Lopes D Silv 091/ /2005 Jose Melho D Silv 092/ /2005 Vldines Ros Dos Sntos 093/ /2005 Rniere Mrtins D Silv 094/ /2005 Mri Nzré Sntos De Oliveir 095/ /2005 Mrcos Antonio D Silv Sous 096/ /2005 Mri De Lourdes Ferreir D Silv 097/ /2005 Jose Jurez D Silv 098/ /2005 Josenildo Gomes D Silv 099/ /2005 Antonio Justino Dos Sntos 100/ /2005 Ailton D Silv Poncino 102/ /2005 Sebstião Jose Dos Sntos Agênci : SOLEDADE UF :PB 063/ /2005 Josué Frnklin Ferreir 064/ /2005 Incio Tot Mrinho 065/ /2005 Antonio Joquim D Silv 066/ /2005 Mrio Jose De Couto 067/ /2005 Jose Bonifcio De Couto 068/ /2005 Josfá Couto 069/ /2005 Frncisco José De Couto 070/ /2005 Evndro Couto D Roch 071/ /2005 Dniel De Couto Rodrigues 073/ /2005 Sebstião Gldino 074/ /2005 Ricrdo Celso Fernndes Mrques 075/ /2005 Mri De Lourdes Egidio Arujo 076/ /2005 Mri Cleide De Lim Bernrdo 077/ /2005 Mri Do Socorro Bernrdo D Silv 078/ /2005 Frncisco De Sles Mtildes De Sous 079/ /2005 Luiz Mtildes De Sous 080/ /2005 Adelidio Fernndes De Arujo 119/ /2005 Luiz Angelo Teodosio De Oliveir 120/ /2005 João Sebstião De Oliveir 121/ /2005 Jose Avelino D Cost 122/ /2005 Jose Gilberto Dos Sntos 123/ /2005 João Sebstião De Oliveir 124/ /2005 Jndir Xvier D Silv 125/ /2005 Aderldo Dos Sntos
18 18 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de / /2005 Mri Do Socorro Brbos D Silv 127/ /2005 Adelson Frnklin De Couto 128/ /2005 Almir Rodrigues Bento 129/ /2005 Fbio Dos Sntos Arujo 130/ /2005 Pedro Bonifcio Correi Arujo 131/ /2005 Mrinlv Alves Dos Sntos 132/ /2005 Jnurio Mrinho De Melo 133/ /2005 Jndir Xvier D Silv Agênci : SOUSA UF :PB 101/ /2005 Adonis Ferreir De Melo VI - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que os rendimentos uferidos form suficientes pr o pgmento ds despess relizds, segundo norms do Progrm. Agênci : BARRO UF :CE 146/ /2005 Frncisco Pereir D Silv 147/ /2005 Luiz Fernndes Coutinho 148/ /2005 Jose De Arimte Tvres VII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : EXU UF :PE 149/ /2005 An Sucine De Alencr De S Prente 150/ /2005 Digerson Peixoto 151/ /2005 Izbel Cristin Moreir Antunes 152/ /2005 Nelson S De Alencr VIII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi dequd n condução. Agênci : POCO VERDE UF :SE 153/ /2005 Antenor De Sntn Andrde 154/ /2005 José De Jesus Sntos 155/ /2005 José Crdoso D Silv 156/ /2005 Josef Mri Grci Reis Crvlho 167/ /2005 Josef Do Nscimento Sntos 168/ /2005 José Dário De Jesus Sntos 169/ /2005 Jildcio Porfirio De Jesus 170/ /2005 Altenor Assis De Oliveir Agênci : PRESIDENTE DUTRA UF :MA 157/ /2005 Alilson Cost Silv 158/ /2005 Evldo Felix D Cruz 159/ /2005 Rimund Dutr D Silv 160/ /2005 Vlmir Alves D Silv 161/ /2005 Ozivldo D Silv Moris 162/ /2005 Murineide Brros Cotiim 163/ /2005 Mri Lide Cost Silv 164/ /2005 Lzro Ferreir De S 165/ /2005 Cludecir Torres De Alencr 166/ /2005 Antonio Reis Xvier IX - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que existirm possibiliddes de vlição ds perds. Agênci : MORRO DO CHAPEU UF :BA 171/ /2005 Firmino Mrçl De Souz O vlor d indenizção será clculdo pel dministrção do Progrm. Ests Resoluções entrrão em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. <!ID >RESOLUÇÕES DE IVAN WEDEKIN Presidente d Comissão 18 DE MAIO DE 2006 A Comissão Especil de Recursos do Progrm de Grnti d Atividde Agropecuári - PROAGRO, no uso de sus tribuições conferids pelos Decretos n o , de 29 de julho de 2005, e pelo seu Regimento Interno, provdo pel Portri Ministeril, n o - 18, de 06 de jneiro de 2006, em reunião ocorrid em 14/03/2006 resolve: I - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : CRUZ ALTA UF :RS 172/ /2005 Mteus Formentini Agênci : SAO BORJA UF :RS 179/ /2005 Telmo Mott Junior Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : ARVOREZINHA UF :RS 177/ /2005 Ndir Antonio Cmpo Trevisn Agênci : CAMPO NOVO UF :RS 174/ /2005 Muri Jose Mchdo Agênci : PORTO LUCENA UF :RS 175/ /2005 Siegfrido Penning Agênci : ROQUE GONZALES UF :RS 173/ /2005 Pedro Delmr Brnd Lenz Agênci : SANTO ANGELO UF :RS 178/ /2005 Sidinei Antonio Forgirini Agênci : TAPEJARA UF :RS 176/ /2005 Mristel Wsinieski II - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr s coberturs já efetuds pel dministrção do Progrm. Agênci : SAO LOURENCO DO OESTE UF :SC 213/ /2005 Delcio De Jesus Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : ERVAL GRANDE UF :RS 185/ /2005 Zelir Pulino Nogueir Agênci : HUMAITA UF :RS 181/ /2005 Ivo Hoppe Agênci : REDENTORA UF :RS 184/ /2005 Evldo Simionto Agênci : RONDINHA UF :RS 180/ /2005 Emerson Luiz Stivnin Agênci : SANANDUVA UF :RS 183/ /2005 Mrtin Dreher Agênci : SANTA BARBARA DO SUL UF :RS 189/ /2005 Rquel Cristin Abreu Cocco Agênci : SANTO ANTONIO DAS MISSOES UF :RS 182/ /2005 Nild Elis D Silv Mrtins Agênci : SAO LUIZ GONZAGA UF :RS 194/ /2005 João Fernndo Zimmermnn Bnco : CCR GETULIO VARGAS LTDA Agênci : ESTACAO UF :RS 190/ /2005 Aldir Antonio Roglski 206/ /2005 Joo Reinldo Dll'Agnol Bnco : CCR DE MARAU LTDA Agênci : ALTO NORDESTE UF :RS 199/ /2005 Itcir Trevizn 200/ /2005 Eustáchio Mezzomo 201/ /2005 Arlindo Frncisco Domeneghini 202/ /2005 Ari Zbot 212/ /2005 Ari Pulo Zbot Bnco : CCR DO NOROESTE DO R.G. SUL LTDA Agênci : INDEPENDENCIA UF :RS 207/ /2005 Elio Debesitis Agênci : TRES DE MAIO UF :RS 186/ /2005 Ernni Freoder 187/ /2005 Edemr Eldo Pgel 188/ /2005 Derli Joo Altissimo 196/ /2005 Ervino Pfeifer Bonmnn 197/ /2005 Eribldo Zingler 198/ /2005 Elio Hubner 203/ /2005 Leonor Weddigen 204/ /2005 Jorge Dniel Hubner 205/ /2005 Arno Gottems 208/ /2005 Silvno Menegt 209/ /2005 Mocir Trevisn 210/ /2005 Jime Csli 211/ /2005 Jorge Gliotto 214/ /2005 Vldir Pndolfo 215/ /2005 Ttine Percoski Gottems 216/ /2005 Mri Rossi Vipin Bnco : CCR ALTO URUGUAI LTDA Agênci : ALTO URUGUAI UF :RS 195/ /2005 Olvio Dl Forno Bnco : CCR BOTUCARAI Agênci : BOTUCARAI UF :RS 191/ /2005 Silvno Ros D Silv 192/ /2005 Cleudison Rodrigues De Moris 193/ /2005 Antonio Crlos Luptini Nicolini III - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que s perds se deverm cuss não mprds pelo PROAGRO. Agênci : CRUZ ALTA UF :RS 223/ /2005 Arlindo Fucin Antonello Agênci : ENTRE-IJUIS UF :RS 229/ /2005 Vldemr Dombrovski Agênci : PALMEIRA DAS MISSOES UF :RS 221/ /2005 Sergio Rento Sores 222/ /2005 Silvio Fontour Sores 231/ /2005 Turibio Gollub Sores Agênci : PANAMBI UF :RS 224/ /2005 Telmo Dutr De Freits Agênci : RONDA ALTA UF :RS 227/ /2006 Nelsi Antonio Grsselli Agênci : SANTO ANGELO UF :RS 230/ /2005 Rogerio Teloeken Agênci : SARANDI UF :RS 219/ /2005 Jndiro Buqui 225/ /2006 Zeno Schio 226/ /2006 Amrildo Gnotto 232/ /2005 Dltro Snto Giordni Agênci : TRES PALMEIRAS UF :RS 218/ /2005 Vlderlei Lucino Schimnko 228/ /2006 Juvenl Segll Agênci : VICTOR GRAEFF UF :RS 220/ /2005 Wolny Dis Rodrigues Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : CORONEL BICACO UF :RS 233/ /2005 Edemr Roque Reinehr Agênci : SANTA ROSA UF :RS 217/ /2005 Vilimr Dorfschmidt Agênci : SANTO ANGELO UF :RS 234/ /2005 Telmo D Silv Borchrtt IV - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi indequd n condução do empreendimento e o contido nos processos correspondentes. Agênci : CANDIDO GODOI UF :RS 235/ /2005 Elmr Arnold V - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s),o considerr que comunicção do evento foi intempestiv, impossibilitndo vlição segur ds perds. Agênci : CRUZ ALTA UF :RS 236/ /2005 Luis Crlos Modesto VI - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que os rendimentos uferidos form suficientes pr o pgmento ds despess relizds, segundo norms do Progrm. Agênci : CANDIDO GODOI UF :RS 241/ /2005 Elmr Arnold Agênci : CRUZ ALTA UF :RS 237/ /2005 Ernesto Minuzzi Agênci : JULIO DE CASTILHOS UF :RS 242/ /2005 Luiz Pulo Pigtto Agênci : PEJUCARA UF :RS 240/ /2005 Jorge Ros Agênci : SAO LOURENCO DO OESTE UF :SC 238/ /2005 Fiorind Beninc Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : ARVOREZINHA UF :RS 239/ /2005 Leonir Cmpgnolo Agênci : CAMPINA DAS MISSÕES UF :RS 244/ /2005 Slesio Perius Bnco : CCR DE ALTOS DA SERRA LTDA Agênci : ALTOS DA SERRA UF :RS 243/ /2005 Fermin0 Antunes De Souz VII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : AJURICABA UF :RS 253/ /2005 Florino Jorge Breitenbch Agênci : AUGUSTO PESTANA UF :RS 270/ /2005 João Vldir Tisott
19 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN Agênci : BOSSOROCA UF :RS 249/ /2005 Crlos Alberto Grci D Silv Agênci : CHAPADA UF :RS 245/ /2005 Cludir Bischoff Agênci : CONSTANTINA UF :RS 257/ /2005 Celso Aimi Agênci : CRUZ ALTA UF :RS 256/ /2005 Mteus Formentini 272/ /2005 Antonio Crlos Turcto Agênci : ESPUMOSO UF :RS 246/ /2005 Junior Ceccon Agênci : MARAU UF :RS 264/ /2005 Ivndro Heckler Agênci : PEJUCARA UF :RS 273/ /2005 Rul Berto Bergoli Agênci : RONDINHA UF :RS 250/ /2005 Amdeu Mrcos Signor 262/ /2005 Mrcino Cuz Agênci : SANTO AUGUSTO UF :RS 252/ /2005 Aquiles Tiburcio Stivl Agênci : SAO BORJA UF :RS 255/ /2005 Theodoro Rodrigues 260/ /2005 Telmo Mott Junior 261/ /2005 Telmo Mott Junior Agênci : SARANDI UF :RS 259/ /2005 Leo Gris 265/ /2005 Zelindo Mrtinelli 271/ /2005 Ivni Potrich Agênci : TRES PALMEIRAS UF :RS 251/ /2005 Lucindo Luiz Mrini 254/ /2005 Adão Flores Algier 258/ /2005 Luiz Brbieri Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : ARVOREZINHA UF :RS 267/ /2005 Osmr Mrques De Oliveir Agênci : IBIRAIARAS UF :RS 268/ /2005 Ines Dlcin Mrchesini Agênci : SANANDUVA UF :RS 269/ /2005 Benjmin Glon Agênci : SILVEIRA MARTINS UF :RS 266/ /2005 Rosimr Sielo Bnco : CCR GETULIO VARGAS LTDA Agênci : ESTACAO UF :RS 247/ /2005 Eliseu Tonil 248/ /2005 Vilmr Cmpeol Bnco : CCR DE ALTOS DA SERRA LTDA Agênci : ALTOS DA SERRA UF :RS 263/ /2005 Arceli Mri Silvestro VIII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que os rendimentos uferidos não form suficientes pr o pgmento ds despess relizds. Agênci : ESPUMOSO UF :RS 274/ /2005 Albno Klein Agênci : IBIRUBA UF :RS 280/ /2005 Armindo Welzel Agênci : SAO LOURENCO DO OESTE UF :SC 276/ /2005 Hermes Crescel 277/ /2005 Sirlei Cristin Wolfrt 278/ /2005 Ademir Dos Sntos Agênci : SARANDI UF :RS 283/ /2005 Ginni Bosetto Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : CERRO LARGO UF :RS 275/ /2005 Vilson Butzen Agênci : CRUZ ALTA UF :RS 282/ /2005 Leonel Pereir De Pereir Bnco : CCR DO NOROESTE DO R.G. SUL LTDA Agênci : TRES DE MAIO UF :RS 281/ /2005 Rento Rossi Bnco : CCR DE ALTOS DA SERRA LTDA Agênci : ALTOS DA SERRA UF :RS 279/ /2005 Cmpolim Pereir Rmos IX - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), complementndo cobertur(s) já indenizd(s) pelo(s) gente(s) do PROAGRO. Agênci : CONSTANTINA UF :RS 285/ /2005 Juscemr Rigo Agênci : ESPUMOSO UF :RS 315/ /2005 Lurino Grff Agênci : NOVA PALMA UF :RS 284/ /2005 Zit Grlet Fcco Pegorro Agênci : SARANDI UF :RS 316/ /2005 Roberto Crlos Corso Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : AJURICABA UF :RS 297/ /2005 Aniro Ari Dllbrid 310/ /2005 Cesr Augusto Bgetti 311/ /2005 Cludio Jir Lusmnn Agênci : CAMPINA DAS MISSÕES UF :RS 292/ /2005 Romeu Schuren 293/ /2005 Nicnor Mximenco 294/ /2005 Estnislu Jose Seibert 295/ /2005 Alvro Arnold Agênci : COTIPORA UF :RS 298/ /2005 Jcir Moro 299/ /2005 Idcir Antonio Peterle Agênci : CRISSIUMAL UF :RS 303/ /2005 Gilberto Luiz Znell 309/ /2005 Jorge Jose Mttje Agênci : HORIZONTINA UF :RS 301/ /2005 Iriceu Pohl Agênci : HUMAITA UF :RS 286/ /2005 Mri Hedi Willers 287/ /2005 Silvno Licerio Federhen 288/ /2005 Pedro Otvio Ehrenbrinck 289/ /2005 Nelson Ms 290/ /2005 Mrcos Fritzen 291/ /2005 Mgnus Rfel Spiecker Agênci : PEJUCARA UF :RS 300/ /2005 Lur Bernrdete Mioso Bresolin 314/ /2005 Abilio Bresolin Junior Agênci : SANTA ROSA UF :RS 312/ /2005 Alfredo Welke Agênci : SANTO ANGELO UF :RS 305/ /2005 Zilmr Vlentim D Silv Agênci : SANTO ANTONIO DAS MISSOES UF :RS 302/ /2005 Angel Lendro Wolfrt Agênci : SAO LUIZ GONZAGA UF :RS 304/ /2005 Gldino Medrdo Hoff Agênci : SAO PAULO DAS MISSOES UF :RS 308/ /2005 Smuel Ferreir De Souz Agênci : TRES DE MAIO UF :RS 296/ /2005 Helmuth Rustick Bnco : CCR SANTA ROSA LTDA Agênci : SANTA ROSA UF :RS 306/ /2005 João Rodrigues D Silv 307/ /2005 Elemr Kupscke Bosenbecker Bnco : CCR DO NOROESTE DO R.G. SUL LTDA Agênci : VILA CASCATA UF :RS 313/ /2005 Nilo Althus X - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que s perds se deverm cuss mprds pelo PROA- GRO. Agênci : BOA VISTA DO BURICA UF :RS 329/ /2005 Drio Sedemr Kiser Agênci : CONSTANTINA UF :RS 321/ /2005 Dirceu Broilo 322/ /2005 Vlcir Lzzretti 326/ /2005 Severin Mri Coppini Agênci : CRUZ ALTA UF :RS 330/ /2005 Luis Crlos Modesto Agênci : ENTRE-IJUIS UF :RS 325/ /2005 Jose Crlos Bigolin Agênci : PALMEIRA DAS MISSOES UF :RS 320/ /2005 Gilberto Mrtins Agênci : PASSO FUNDO UF :RS 327/ /2005 José Idilio Sggin Agênci : SAO MARTINHO UF :RS 317/ /2005 Eri Eichoff 324/ /2005 Ildo Foletto 328/ /2005 João Becker 332/ /2005 Nereu Arno Ritter Agênci : SARANDI UF :RS 318/ /2005 Sidnei Angelo Aschi 319/ /2005 Clrice Bezutti Novello Agênci : SEBERI UF :RS 323/ /2006 Odir José Csrin Agênci : TUPANCIRETA UF :RS 331/ /2005 Rodrigo Fernndez Bopp XI - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi dequd n condução. Agênci : SAO LOURENCO DO OESTE UF :SC 333/ /2005 Adão Crescel 334/ /2005 Arno Avil 335/ /2005 José De Bitencourt 336/ /2005 Mximino José Trts 337/ /2005 Drci Mezzomo 338/ /2005 Adelr José Ptel XII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que existirm possibiliddes de vlição ds perds. Agênci : SARANDI UF :RS 339/ /2005 Acir Roque Rupollo O vlor d indenizção será clculdo pel dministrção do Progrm. Ests Resoluções entrrão em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. <!ID >RESOLUÇÕES DE IVAN WEDEKIN Presidente d Comissão 23 DE MAIO DE 2006 A Comissão Especil de Recursos do Progrm de Grnti d Atividde Agropecuári - PROAGRO, no uso de sus tribuições conferids pelos Decretos n o , de 29 de julho de 2005, e pelo seu Regimento Interno, provdo pel Portri Ministeril, n o - 18, de 06 de jneiro de 2006, em reunião ocorrid em 10/04/2006 resolve:: I - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : PILAR UF :PB 341/ /2005 José Pereir D Cost Irmão Bnco : BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. Agênci : IRECE UF :BA 340/ /2005 Gildevn Evngelist De Sous II - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr s coberturs já efetuds pel dministrção do Progrm. Agênci : POCO VERDE UF :SE 342/ /2005 Miguel Felix De Abreu III - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que s perds se deverm cuss não mprds pelo PROAGRO. Bnco : BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. Agênci : LARANJEIRAS UF :SE 343/ /2006 Augusto Rezende 344/ /2006 Angelin Cstro D Silv 345/ /2006 Alexsndro Dnts D Silv 346/ /2006 Cicero Elpidio Dos Sntos 347/ /2006 Eline Neves De Frnç 348/ /2006 Edinldo Gldino Dos Sntos 349/ /2006 Jose Augusto D Conceição 350/ /2006 Jose Ferreir Filho 351/ /2006 Jose Messis De Jesus
20 20 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de / /2006 José Nilton Dos Sntos 353/ /2006 Gilsio Bispo De Rezende 354/ /2006 Gilberto Oliveir Menezes 355/ /2006 Gilson Tvres 356/ /2006 Elizld Pnt Leão 357/ /2006 Erivldo Dos Sntos 358/ /2006 Jurez Demesio Bomfim 359/ /2006 Julio Felisberto D Silv 360/ /2006 Jocirn D Cruz 361/ /2006 Jose Simão 362/ /2006 Jose Vlmir Sores 363/ /2006 Jose Vieir Sntos 364/ /2006 Jose Alves Dos Sntos 365/ /2006 Joseilde Mri De Jesus 366/ /2006 Jose Nunes Ferreir 367/ /2006 Jose Vldez Lim 368/ /2006 Jose De Sntn 369/ /2006 Jose Eronildes Crvlho 370/ /2006 Jose Domingos Dos Sntos 371/ /2006 Jose Ferreir D Pixão 372/ /2006 Jose Roberto Dos Sntos 373/ /2006 Jose Frncisco Dos Sntos 374/ /2006 Jose Unldo Vieir 375/ /2006 Rute Sntos De Jesus 376/ /2006 Rivldo De Freits Souz 377/ /2006 Roslvo Sntn 378/ /2006 Rimundo Sá Arujo 379/ /2006 Pulo Fernndes D Silv 380/ /2006 Pulo Sores Pinheiro 381/ /2006 Ntlicio Pnt Dos Sntos 382/ /2006 Mri Do Crmo D Silv 383/ /2006 Mrilene Bezerr Muniz 384/ /2006 Mri Helen Sntn 385/ /2006 Mnoel Antonio De Oliveir Neto 386/ /2006 Mri Slete Conceição De Arujo 387/ /2006 Mri Nilde Siqueir 388/ /2006 Mri Jose Dos Sntos 389/ /2006 Ligi Mri Dos Sntos 390/ /2006 Jurez Pereir De Lim 391/ /2006 Edivn Mtos Dis 392/ /2006 Delmr De Oliveir Hor IV - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi indequd n condução do empreendimento e o contido nos processos correspondentes. Agênci : COREMAS UF :PB 399/ /2006 Erivn Pereir Dos Sntos 400/ /2006 Cicero Eufrsio D Silv 401/ /2006 Antonio Roberto Urtig Agênci : IGUATU UF :CE 407/ /2005 Gerldo Alves Do Crmo Agênci : PARNAMIRIM UF :PE 395/ /2005 Mnoel Antonio Dos Sntos 396/ /2005 João Pedro De Mtos 397/ /2005 José Reginldo D Silv 398/ /2005 Mri D Conceição Silv Porfírio 402/ /2006 Joo Pereir D Silv 403/ /2005 Lucs Izquiel Dos Sntos 404/ /2005 José Izquiel D Silv 405/ /2005 Mri De Fátim Agr Neto 406/ /2005 José Romildo D Silv Agênci : QUIXERAMOBIM UF :CE 393/ /2005 Odecio Olimpio Fernndes Agênci : SOUSA UF :PB 394/ /2005 José Normndo Fernndes Bnco : BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. Agênci : IRECE UF :BA 408/ /2005 Noeriton Pereir De Souz V - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s),o considerr que comunicção do evento foi intempestiv, impossibilitndo vlição segur ds perds. Agênci : SOLANEA UF :PB 409/ /2005 José Poncino D Silv VI - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : CEDRO UF :PE 411/ /2005 Jose Milson Leite 412/ /2005 Jose Luiz De Figueiredo 413/ /2005 Jose Rimundo Agostinho 414/ /2005 Helio Lurentino De Mirnd 415/ /2005 Gldencio Leite Sntigo 416/ /2005 Frncisco De Assis Nscimento 417/ /2005 Fernndo Antonio D Silv 418/ /2005 Frncisco Eufrsio D Silv 419/ /2005 Frncisco Jose De Arujo 421/ /2005 Zenivm Mirnd De Arujo 422/ /2005 Pedro Jeová Leite 423/ /2005 Mnoel Honorto Dos Anjos 424/ /2005 Jose Alves Leite 425/ /2005 Jose Inocencio Sobrinho 426/ /2005 Antonio Aufrsio Primo 427/ /2005 Antonio Almeid Leite 428/ /2005 Antonio Adlberto Leite 429/ /2005 Frncilndo Romão De Souz 430/ /2005 Cicero Ros Coelho 431/ /2005 Ademilton Eufrsio D Silv 432/ /2005 Afonso Ferreir Leite Agênci : IRECE UF :BA 410/ /2005 Gilmr Amorim Mchdo Agênci : SAO DOMINGOS DO MARANHAO UF :MA 420/ /2005 Jose Lcerd Mrrocos VII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que os rendimentos uferidos não form suficientes pr o pgmento ds despess relizds. Agênci : ARARIPINA UF :PE 436/ /2005 Jurez Antonio De Souz Agênci : CASTELO DO PIAUI UF :PI 433/ /2005 Cludio Jose Sores Monte Agênci : CHAPADINHA UF :MA 434/ /2005 Mnoel Pereir D Silv 435/ /2005 Filomen Vers De Crvlho VIII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que s perds se deverm cuss mprds pelo PROAGRO. Agênci : JOAO CAMARA UF :RN 437/ /2005 Adelson De Crvlho Silv 438/ /2005 An Zild De Frnç 439/ /2005 Frncisco Ribeiro Do Amrl 440/ /2005 Frncisco Jilton Incio D Cost 441/ /2005 Frncisco Lenilson Elis D Cost 442/ /2005 Jose Rodrigues D Silv 443/ /2005 Mri Ds Grçs Ferreir De Souz 444/ /2005 An Gbriel Dos Sntos E Silv 456/ /2005 Frncisco Borges D Silv 458/ /2005 Antonio Borges D Silv 459/ /2005 Frncisco Vieir Alves 460/ /2005 Antonio Vieir Alves 461/ /2005 Wellingthon Lim Venncio 462/ /2005 Mri De Ftim Sores D Silv 463/ /2005 Jorge Eufrsio D Silv 464/ /2005 Mri D Glóri Pinto Dos Sntos 465/ /2005 Dmião Alfredo José 468/ /2005 Jose Sntn De Menezes 469/ /2005 Jose Ferreir Dos Sntos 470/ /2005 Luis Acurcio Torres 471/ /2005 Jose Frncelino Pereir 472/ /2005 Josemr Nunes D Silv 473/ /2005 Mri Bent D Cost 474/ /2005 Mnoel Pcheco D Silv Agênci : SANTANA DO CARIRI UF :CE 445/ /2006 Cicero Crdoso Neto 446/ /2005 Osvldo Ferreir Diniz 447/ /2005 Mnoel Pereir D Silv Neto 448/ /2005 Lucino Crlos D Silv 449/ /2005 José Lenilson De Lim 450/ /2005 José Fernndes De Oliveir 451/ /2005 Jose Crdoso D Silv 452/ /2005 Jose Ribeiro De Souz 453/ /2005 João Edilson Ferreir 454/ /2005 Frncisco Durte Oliveir 455/ /2005 Antonio Unis Neto 457/ /2006 Frncisco Cruz Neves 466/ /2005 João Rimundo D Silv 467/ /2005 Benign Alves Do Crmo IX - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi dequd n condução. Agênci : CHAPADINHA UF :MA 477/ /2005 Rimundo Crdoso Dos Sntos 482/ /2006 Antonio Lino Alves Agênci : SERRITA UF :PE 498/ /2005 Mri Seiude D Cruz Pereir Agênci : SOUSA UF :PB 478/ /2005 Frncisco Chgs De Sous 479/ /2005 Frncisco De Assis Sbino De Mtos 480/ /2005 Frncisco Estrel Dnts 481/ /2005 Frncisco Estrel Filho 492/ /2005 José Ildo Estrel 493/ /2005 João Estrel De Oliveir 494/ /2005 Frncisco Sbino De Mtos 495/ /2005 Frncisco Estrel De Oliveir 496/ /2005 Frncisco Emidio Neto 497/ /2005 Frncisco Dnts Filho Agênci : TAVARES UF :PB 483/ /2006 Willimis Rmos Gldino 484/ /2006 Severino Rmos D Silv 485/ /2006 Luzivn Severino Fernndes 486/ /2006 Jilson Alves Pereir 487/ /2006 José Rodrigues Filho 488/ /2006 Genivl Gomes Sobrinho 489/ /2006 Egildo Rmos D Silv 490/ /2006 Edinldo Rmos D Silv 491/ /2006 Alvro Anselmo Teixeir Bnco : BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. Agênci : CHAPADINHA UF :MA 475/ /2005 Mri Oliveir D Silv 476/ /2005 Pedro Pereir De Oliveir 499/ /2005 Rimundo Nonto Vlentim 500/ /2005 Rosilene Dos Sntos Cstro 501/ /2005 Rosilne Dos Sntos Cstro O vlor d indenizção será clculdo pel dministrção do Progrm. Ests Resoluções entrrão em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. <!ID >RESOLUÇÕES DE IVAN WEDEKIN Presidente d Comissão 24 DEMAIO DE 2006 A Comissão Especil de Recursos do Progrm de Grnti d Atividde Agropecuári - PROAGRO, no uso de sus tribuições conferids pelos Decretos n o , de 29 de julho de 2005, e pelo seu Regimento Interno, provdo pel Portri Ministeril, n o - 18, de 06 de jneiro de 2006, em reunião ocorrid em 18/04/2006 resolve: I - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : SAO CARLOS UF :SC 502/ /2006 Terezinh Nunes Rdeski II - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr s coberturs já efetuds pel dministrção do Progrm. Agênci : ABELARDO LUZ UF :SC 534/ /2006 Vnir De Ftim Rodrigues De Oliveir 535/ /2006 Orides Plcido Dos Sntos Agênci : CANDOI UF :PR 523/ /2006 Onei De Vrgs 524/ /2006 Olivio Jkuboski 525/ /2006 Mrco Antonio Sores 526/ /2006 Helmuth Czeky 527/ /2006 Genezio Antonio Giesel 529/ /2006 Niomr Rmos 531/ /2006 Ivor Kusnei 532/ /2006 Ironi De Brito Agênci : CENTENARIO DO SUL UF :PR 503/ /2006 Jons Zrmelo Pinheiro Agênci : LARANJEIRAS DO SUL UF :PR 521/ /2006 Jiro Tedesco Agênci : MAMBORE UF :PR 530/ /2006 Jedir Pires Murbck Agênci : PALMITAL UF :PR 528/ /2006 Miro Krpinski Agênci : RONCADOR UF :PR 522/ /2006 Osmr Mendes Sores Agênci : SANTA IZABEL DO OESTE UF :PR 533/ /2006 Gilmr Menegotti Bnco : CCR COAMO LTDA Agênci : CAMPO MOURAO UF :PR 504/ /2006 Agros Agropecuári Ltd 505/ /2006 Anildo Domingo Gudgnin 506/ /2006 Denglr Antonio Rodrigues 507/ /2006 Urnei De Oliveir 508/ /2006 Ivir Antonio Psqulli 509/ /2006 Geronimo Kento Kuroski 510/ /2006 Augusto Rodrigues Ii 511/ /2006 Ivo Heck Frntz 512/ /2006 Ronel D Silv Gobbi 513/ /2006 Rul Mrdro Mrsro 514/ /2006 Pulo Emerson D Cruz Pereir Grci
21 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN / /2006 Odenir Bttisti 516/ /2006 Osmr Vinhote 517/ /2006 Lzro Odezio De Sous 518/ /2006 Leonicio Pereir Lopes 519/ /2006 Leomr Puton 520/ /2006 Jose Mriussi 536/ /2006 Simprts Ci Agricol Ltd 537/ /2006 Sidinei Antonio Mnfrin 538/ /2006 Sidnei Likes Pentedo 539/ /2006 Sidnei Likes Pentedo 540/ /2006 Ricrdo Domukoski III - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi indequd n condução do empreendimento e o contido nos processos correspondentes. Agênci : ABELARDO LUZ UF :SC 564/ /2006 Jnete Mri Mi 565/ /2006 Antonio Mer Sgz Agênci : BITURUNA UF :PR 545/ /2006 Mrio Antonio Lorensini Agênci : CANDIDO DE ABREU UF :PR 551/ /2006 Dorli Piscki Agênci : CAPANEMA UF :PR 562/ /2006 Leocir Tizzini Agênci : CLEVELANDIA UF :PR 544/ /2006 João Bzi Agênci : CORONEL FREITAS UF :SC 563/ /2006 Ademr Miguel Pereir Agênci : DOIS VIZINHOS UF :PR 549/ /2006 Luro Mciorowski 552/ /2006 Antonio Gv 560/ /2006 Neori Antonio Bzzi 561/ /2006 Nelson Mntovnello Agênci : ITAPIRANGA UF :SC 542/ /2006 Helmut Clem Agênci : PALMITAL UF :PR 550/ /2006 João Mri Wilherme Enke 553/ /2006 Cludinei Dos Sntos 558/ /2006 Osni Munhoz Agênci : PINHALZINHO UF :SC 557/ /2006 Jose Nilson Goetz Agênci : PITANGA UF :PR 541/ /2006 Amilton Heidemnn Agênci : SALTO DO LONTRA UF :PR 559/ /2006 Odir Luiz D Silv Agênci : SANTO ANTONIO DO SUDOESTE UF :PR 546/ /2006 Terezinh Mrschiner Mttis 547/ /2006 Sidinei D Cunh 548/ /2006 Enio Luiz Alberton Agênci : SAO CARLOS UF :SC 543/ /2006 Volmei Glupo 554/ /2006 Nilson Diel 555/ /2006 Jcob Albno Schleicher 556/ /2006 Hilton Borscheid 566/ /2006 Otto Eisele IV - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s),o considerr que comunicção do evento foi intempestiv, impossibilitndo vlição segur ds perds. Agênci : CORONEL FREITAS UF :SC 567/ /2006 Vldecir Lovtto 568/ /2006 Loni De Lourdes Strpzzon V -não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que os rendimentos uferidos form suficientes pr o pgmento ds despess relizds, segundo norms do Progrm. Agênci : ABELARDO LUZ UF :SC 570/ /2006 Rosn D Silv 572/ /2006 Osni D Silv Agênci : ANDIRA UF :PR 569/ /2006 Celso Bueno De Godoy Agênci : MANGUEIRINHA UF :PR 571/ /2006 Joo Frederico Fbrin VI - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : MANGUEIRINHA UF :PR 573/ /2006 Antonio Teodoro Dos Sntos VII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que os rendimentos uferidos não form suficientes pr o pgmento ds despess relizds. Agênci : ABELARDO LUZ UF :SC 629/ /2006 Luiz Miguel De Souz 630/ /2006 Jose Sdi Alves Dos Sntos Agênci : AGUAS DE CHAPECO UF :SC 616/ /2006 Vilson Rodrigues Agênci : CANDOI UF :PR 589/ /2006 Ademir Zelinski Agênci : CHAPECO UF :SC 621/ /2006 Evndro Crlos Golin Agênci : CORONEL FREITAS UF :SC 606/ /2006 Sebstio Rmos 607/ /2006 Nilson Ps 608/ /2006 Mrt Lurdes Cordzzo Coletti 609/ /2006 Frederico Pedro Ferrrini 610/ /2006 Dirceu Mchdo 611/ /2006 Dionisio Antonio Benetti 612/ /2006 Cludir Domingos Pgliochi 615/ /2006 Vergini Regin Dniel 617/ /2006 Vlcir Luiz Kuosinski 618/ /2006 Pedro Jose Dl Snto 619/ /2006 Ludir Frncisco Znette 620/ /2006 Ftim Guimres 622/ /2006 Cludir Schmidt 623/ /2006 Ado Ferreir Frnc Agênci : ICARAIMA UF :PR 594/ /2006 Roslin Ferreir Crvlho De Frederico 596/ /2006 Jose Sobrinho Sntigo 597/ /2006 Isteli Anstácio Meirelles Agênci : ITAPEJARA DO OESTE UF :PR 595/ /2006 Neri D Silv Agênci : ITAPIRANGA UF :SC 574/ /2006 Cnisio Jose Wolfrt 575/ /2006 Mrino Wiest 576/ /2006 Pedro Jose Zilles 577/ /2006 Nilo Stuelp 578/ /2006 João Cetno Kirchner 624/ /2006 Celso Dewes Agênci : MANGUEIRINHA UF :PR 625/ /2006 Elemr Emilio Fritzen 626/ /2006 Edgr Antonio Leonrdi 627/ /2006 Cludiomiro Segobio Dos Sntos 628/ /2006 Albno Jose Nonnemcher Agênci : PALMITAL UF :PR 590/ /2006 Pedrinho Jose D Ros 591/ /2006 Ntlicio De Souz Breguedo 592/ /2006 Lubin Pcentchuk 593/ /2006 Lidi Rudey 598/ /2006 Luro Zptoski 599/ /2006 Jose D Silv Leite 600/ /2006 Eroni Teles Agênci : PINHALZINHO UF :SC 587/ /2006 Sdi Antonio Solivo 601/ /2006 Rogerio Jose Becker 602/ /2006 Olimpio Cnei 603/ /2006 Nilson Brescovite 604/ /2006 Ntlio Rigeu Muller 605/ /2006 Herberto Emilio Pieper Agênci : REALEZA UF :PR 588/ /2006 Agostinho Luiz Wrth Agênci : SAO CARLOS UF :SC 579/ /2006 Milton Silvio Endres 580/ /2006 Mrcio Miguel Gehlen 581/ /2006 Leo Luiz Leifheit 582/ /2006 Jose Blduino Mllmnn 583/ /2006 Ivo Stoffel 584/ /2006 Crlos Jose Herbert 585/ /2006 Cludio Goetz 586/ /2006 Afonso Susen 613/ /2006 Pulo Weber 614/ /2006 Otvino Bron VIII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), complementndo cobertur(s) já indenizd(s) pelo(s) gente(s) do PROAGRO. Agênci : CHOPINZINHO UF :PR 634/ /2006 Osmr Chipetti 635/ /2006 Luri Jose Pnser 636/ /2006 Antonio Pizztto Agênci : GUAIRA UF :PR 631/ /2006 Cilson Ribeiro Correi Agênci : MANGUEIRINHA UF :PR 637/ /2006 Jose Antonio Girldi Agênci : PALMA SOLA UF :SC 633/ /2006 Antonio Dos Sntos Chrão Bnco : CCR COAMO LTDA Agênci : CAMPO MOURAO UF :PR 632/ /2006 Neuri Schmitz Freiberger IX - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi dequd n condução. Agênci : ABELARDO LUZ UF :SC 639/ /2006 Domingos Luiz Brizon 641/ /2006 Pedro Arquimedes Corre Agênci : ARAPOTI UF :PR 645/ /2006 Cludomiro Jose Gonçlves Agênci : CAPANEMA UF :PR 644/ /2006 Arlindo Antonio Pinto 657/ /2006 Jose Ervino Constncio Rodrigues Agênci : CHOPINZINHO UF :PR 646/ /2006 Zenide Artuze Guidin 654/ /2006 Everson Roque Dmski 655/ /2006 Albino Mlcrne Agênci : GUARANIACU UF :PR 651/ /2006 Pedro Gvlik Agênci : ITAPEJARA DO OESTE UF :PR 658/ /2006 Ivo Abti Agênci : MANGUEIRINHA UF :PR 638/ /2006 José Ari Ribs Cordeiro 640/ /2006 Luci Tubin 652/ /2006 Jovit Aprecid Brsil 656/ /2006 Noel Siqueir 660/ /2006 Demetrio De Oliveir Ribeiro 661/ /2006 Deltide Cristino Dos Sntos 662/ /2006 Cidivl Jose Philippsen 663/ /2006 Ari Ploschi 664/ /2006 Albino Borsto 665/ /2006 Pulo Cezr Evristo De Souz 666/ /2006 Dimorvn Pizzi 667/ /2006 Olind Nunes Do Amrl De Melo 668/ /2006 Sergio Pvn Agênci : PALMITAL UF :PR 642/ /2006 Cludio Siom Agênci : SALTO DO LONTRA UF :PR 659/ /2006 Edimr Figueiro Agênci : SAO JOAO UF :PR 647/ /2006 Vldemr Scriote Fin 648/ /2006 Rubens Hrtmnn 649/ /2006 Romild Mri Fin 650/ /2006 Mrilete Mri Csgrnde 653/ /2006 Vldecir Cvejon D Ros Agênci : SAO JOAO DO TRIUNFO UF :PR 643/ /2006 Amuri Novki O vlor d indenizção será clculdo pel dministrção do Progrm. Ests Resoluções entrrão em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. <!ID >RESOLUÇÕES DE IVAN WEDEKIN Presidente d Comissão 25 DEMAIO DE 2006 A Comissão Especil de Recursos do Progrm de Grnti d Atividde Agropecuári - PROAGRO, no uso de sus tribuições conferids pelos Decretos nº 5.502, de 29 de julho de 2005, e pelo seu Regimento Interno, provdo pel Portri Ministeril, nº 18, de 06 de jneiro de 2006, em reunião ocorrid em 08/05/2006 resolve: I - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : POCO VERDE UF :SE 669/ /2005 Antonio Oliveir Neto
22 22 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de / /2005 Pedro Rodrigues Dos Sntos 671/ /2005 Adonis Mrtins Dos Reis 673/ /2005 Ademilton Arujo Cstro 674/ /2005 Dmião Ferreir Sntos 678/ /2005 Mri Luzi Oliveir 679/ /2005 Antonio Oliveir Fontes 682/ /2005 Helio Fernndo Ribeiro De Oliveir Agênci : PRESIDENTE DUTRA UF :MA 672/ /2005 Jose Alcione De Sous Sntos 680/ /2005 Mri Jose De Sous 681/ /2005 Jose Lucen Oliveir Bnco : BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. Agênci : LARANJEIRAS UF :SE 675/ /2006 Mnoel Cndido D Silv 676/ /2006 Milton Dos Sntos 677/ /2006 Mri Isbel Dos Sntos II - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr s coberturs já efetuds pel dministrção do Progrm. Agênci : POCO VERDE UF :SE 683/ /2005 Gilvnice De Jesus Sntos III - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que s perds se deverm cuss não mprds pelo PROAGRO. Agênci : PALMEIRA DOS INDIOS UF :AL 684/ /2006 Luzenir Teres D Silv 685/ /2006 Luzinete Teres D Silv 687/ /2006 José Pinheiro Jupi 688/ /2006 José Vieir De Mcedo Irmão 689/ /2006 Antonio Frncisco D Silv 690/ /2006 Luiz Correi D Silv 691/ /2006 José Ros D Silv 692/ /2006 Lidi Silv D Roch Agênci : POCO VERDE UF :SE 686/ /2006 José Crlos De Souz IV - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi indequd n condução do empreendimento e o contido nos processos correspondentes. Agênci : SAO JOSE DO BELMONTE UF :PE 695/ /2006 José Gulberto De Sous Neto 696/ /2006 Ivldo Felix Jnuário 697/ /2006 Domingos Mrino D Silv 698/ /2006 Jose Wilton Berto De Lim 699/ /2006 Mnoel João Augusto 700/ /2006 Pedro Sores Constntino 701/ /2006 Roberto Nunes De Sá 702/ /2006 Mnoel Dos Sntos Rodrigues 703/ /2006 Jose Pereir De Souz Agênci : SERRITA UF :PE 693/ /2005 Espedito Amorim D Silv 694/ /2005 Joquim Sbino Pereir V - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que os rendimentos uferidos form suficientes pr o pgmento ds despess relizds, segundo norms do Progrm. Agênci : BARRA DE SANTA ROSA UF :PB 704/ /2006 Agenor Gomes De Souz VI - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : ACOPIARA UF :CE 708/ /2006 Vicente Dnts De Sous 709/ /2006 Mnoel Brbos Dos Reis 710/ /2006 Frncisco Annis Filho 711/ /2006 Cicero Amro D Silv 712/ /2006 Antonio Alves Cost 713/ /2006 Antonio Vieir D Silv Agênci : BARRO UF :CE 706/ /2006 Gerldo Leite Cbrl 707/ /2006 Luiz Monteiro Neto 714/ /2006 João Bosco Sobrinho Agênci : SOLANEA UF :PB 705/ /2005 Frncisco Luiz D Cost VII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que os rendimentos uferidos não form suficientes pr o pgmento ds despess relizds. Agênci : SOLANEA UF :PB 715/ /2005 Mri Dnts D Silv VIII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), complementndo cobertur(s) já indenizd(s) pelo(s) gente(s) do PROAGRO. Agênci : CHAPADINHA UF :MA 716/ /2005 Lourivl Gonçlves De Sous 717/ /2006 Luis Gonçlves De Sous 718/ /2006 Luis Gonçlves De Sous Filho IX - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que s perds se deverm cuss mprds pelo PROAGRO. Agênci : SANTANA DO CARIRI UF :CE 719/ /2005 Cristino Gonçlves D Silv 720/ /2005 Antonio Mrcos De Mtos Sous 721/ /2005 Incio Itmr D Silv 722/ /2006 Frncisco Pedro D Silv 723/ /2006 Eliseu Jcinto De Oliveir 724/ /2005 Jose Frutuoso Sobrinho 725/ /2005 Jose Pereir D Cunh 726/ /2005 Frncisco Sores D Silv 727/ /2005 Antonio Correi De Menezes 728/ /2005 Frncisco Antonio Ferreir D Silv 729/ /2005 Frncisco Felix Brbos Junior 730/ /2005 Antonio Gerldo D Cunh 731/ /2005 Sebstião Vicente D Silv X - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi dequd n condução. Agênci : PRESIDENTE DUTRA UF :MA 732/ /2005 Rimundo Nunes Mrtins Agênci : SOUSA UF :PB 733/ /2005 Antonio Sbino Sobrinho 734/ /2005 Artur Estrel D Silv 735/ /2005 Celio Sbino De Mtos 736/ /2005 Everldo Lopes De Melo 737/ /2005 Frncisco Arisom Pinheiro 738/ /2005 Frncisco Rodrigues D Silv 739/ /2005 Frncisc Suzn Estrel 740/ /2006 Frncisco Ptricio De Almeid Silv 741/ /2005 José Gribldo Pinheiro De Melo 742/ /2005 Luiz Alves De Sous 743/ /2005 Lucino Estrel De Oliveir 744/ /2005 Mri Estrel De Oliveir 745/ /2005 Mri Do Socorro Estrel De Mtos 746/ /2005 Mri D Conceição Alves De Oliveir 747/ /2005 Mri Jussndr Abreu Fernndes Estrel 748/ /2005 Mri D Conceição Estrel 749/ /2005 Mri Sueli Abrntes Estrel 750/ /2005 Mnoel Cludio De Melo 751/ /2005 Mnoel Estrel De Oliveir 752/ /2005 Pedro Mri Dos Sntos 753/ /2005 Ricrdo Estrel De Oliveir 754/ /2005 Vldemiro Sbino De Mtos XI - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que existirm possibiliddes de vlição ds perds. Agênci : BARRA DE SANTA ROSA UF :PB 755/ /2006 Frncisco Pereir Gomes 756/ /2006 Ircem Anli Dos Sntos 757/ /2006 Jose Antonio Do Nscimento 758/ /2006 Luiz Gldino De Oliveir 759/ /2006 Mocir Mrques Ferreir 760/ /2006 Pedro Lopes Dos Sntos O vlor d indenizção será clculdo pel dministrção do Progrm. Ests Resoluções entrrão em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. <!ID >RESOLUÇÕES DE IVAN WEDEKIN Presidente d Comissão 30 DE MAIO DE 2006 A Comissão Especil de Recursos do Progrm de Grnti d Atividde Agropecuári - PROAGRO, no uso de sus tribuições conferids pelos Decretos nº 5.502, de 29 de julho de 2005, e pelo seu Regimento Interno, provdo pel Portri Ministeril, nº 18, de 06 de jneiro de 2006, em reunião ocorrid em 15/05/2006 resolve: I - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : SARANDI UF :RS 761/ /2005 Dilet Agt Treme Mocelini Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : CRISSIUMAL UF :RS 764/ /2006 Jose Aldir Tormes Dudel Agênci : SAO MARTINHO UF :RS 763/ /2005 Aloisio Frncisco Engster Bnco : CCR DE PALMEIRA DAS MISSOES LTDA Agênci : PALMEIRA DAS MISSOES UF :RS 762/ /2005 Elpidio Grethe II - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr s coberturs já efetuds pel dministrção do Progrm. Agênci : SAO LOURENCO DO OESTE UF :SC 771/ /2005 Ivo Cost Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : CAMPINA DAS MISSÕES UF :RS 789/ /2005 Cnuto Grun Agênci : CASCA UF :RS 786/ /2005 Hermes Gurkevicz Agênci : HUMAITA UF :RS 769/ /2005 Eloi Vitor Bomhrt Agênci : PARAI UF :RS 766/ /2005 Osvldo Alexndre De Vrgs Agênci : REDENTORA UF :RS 780/ /2006 Pulo Sergio Gonztto 781/ /2006 Ivo Roberti 782/ /2006 Amdeu Angelo De Mour Fv Agênci : RONDINHA UF :RS 779/ /2006 Ivni Lourdes Possmi 790/ /2005 Florencio José Fintto Agênci : SANANDUVA UF :RS 768/ /2005 Pulo Sergio Curzel 788/ /2005 Jndir Chiste Agênci : SEBERI UF :RS 770/ /2005 Adão Diomr Do Prdo Agênci : SERAFINA CORREA UF :RS 767/ /2005 Evldo Somensi Agênci : VICENTE DUTRA UF :RS 765/ /2005 Celso Corre De Brros Bnco : CCR DE ERECHIM LTDA Agênci : ERECHIM UF :RS 774/ /2005 Adilson Thiesen Berlesi Bnco : CCR DE PALMEIRA DAS MISSOES LTDA Agênci : PALMEIRA DAS MISSOES UF :RS 784/ /2005 Osmr Tirloni 785/ /2005 Osmr Tirloni Bnco : CCR DO NOROESTE DO R.G. SUL LTDA Agênci : BOA VISTA DO BURICA UF :RS 773/ /2005 Arci Elisbete Weber Beuren Agênci : HORIZONTINA UF :RS 775/ /2005 Romeu Decker Agênci : TRES DE MAIO UF :RS 772/ /2005 Luci Ferrz Bueno 776/ /2005 Ulisses Rosso Junior 777/ /2005 Neri Schroer 778/ /2005 Clrice Helen Rosso 783/ /2005 Mri Meinerz Schmengler Bnco : CCR BOTUCARAI Agênci : BOTUCARAI UF :RS 787/ /2005 Adão Roque Formgini III - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que s perds se deverm cuss não mprds pelo PROAGRO. Agênci : SARANDI UF :RS 791/ /2006 Joel José Cé Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : SANTA ROSA UF :RS 792/ /2006 Vldemr Fischer IV - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi indequd n condução do empreendimento e o contido nos processos correspondentes. Agênci : CHARQUEADAS UF :RS 793/ /2005 Rodolfo Fernndes Ptricio
23 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN V - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que os rendimentos uferidos form suficientes pr o pgmento ds despess relizds, segundo norms do Progrm. Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : CAMPINA DAS MISSÕES UF :RS 794/ /2005 Ademir Chrtnovicz Agênci : CORONEL BICACO UF :RS 795/ /2006 Jesus Eloni Miotto Agênci : PAIM FILHO UF :RS 802/ /2005 Adrino Fistrol Agênci : REDENTORA UF :RS 796/ /2006 Dirlei Roberti Agênci : SAO MARTINHO UF :RS 800/ /2005 Antenor Jco Ritter Agênci : TRES DE MAIO UF :RS 797/ /2006 Eloi Mrcos Pvlk Tiecher 798/ /2006 Eloi Mrcos Pvlk Tiecher 801/ /2005 Leneu Blz Bnco : CCR GETULIO VARGAS LTDA Agênci : ESTACAO UF :RS 799/ /2005 Lourenço Zicto VI - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr normlidde ds operções pr fins de cobertur pelo PROAGRO. Agênci : AUREA UF :RS 811/ /2005 Incio Gounski Agênci : FREDERICO WESTPHALEN UF :RS 806/ /2005 Omr Luiz Milni Agênci : GAURAMA UF :RS 813/ /2005 Cludir Bednrski Agênci : GETULIO VARGAS UF :RS 819/ /2005 Delcio Luis Lzzri Agênci : GUARANI DAS MISSOES UF :RS 808/ /2005 Albino Krlec 818/ /2005 Elemr Looben Agênci : MARAU UF :RS 816/ /2005 Zeferino Sebben Agênci : PALMEIRA DAS MISSOES UF :RS 803/ /2005 Aldo Jose Buznello 810/ /2005 Izidoro Bgtini 812/ /2005 Dims Alencr Binsfeld 822/ /2005 Drci Boss Agênci : PANAMBI UF :RS 823/ /2005 Gerson Luro Schneider 824/ /2005 Cristino Germno Schnitzler Agênci : SAO LUIZ GONZAGA UF :RS 809/ /2005 Andre Noe Libreloto Stefnelo Agênci : SARANDI UF :RS 804/ /2005 Luro Edmundo Simon 805/ /2005 Eugen Leitzke 817/ /2006 Jiro Antonio Corso 821/ /2005 Dirceu Zffri 825/ /2005 Roberto Crlos Corso 826/ /2005 Muro Cstoldi 827/ /2005 Lúcio Roque Grdin 828/ /2005 Alvro Potrick Agênci : SEBERI UF :RS 833/ /2005 Vldecir Luis Stochero Agênci : TRES DE MAIO UF :RS 814/ /2005 Jco Slvdor Knebel 815/ /2005 Augustinho Rocznieski Agênci : TRES PALMEIRAS UF :RS 835/ /2005 Osvldo Ferronto Agênci : TUPARENDI UF :RS 820/ /2005 Dionigi Pisoni Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : GETULIO VARGAS UF :RS 834/ /2005 Avelino Jose Soligo E Outros Agênci : HORIZONTINA UF :RS 807/ /2006 Arnldo Vldemr Muller Agênci : IMIGRANTE UF :RS 831/ /2005 Aneti Horst 832/ /2005 Geneci Bergos Mttei Bnco : CCR DE PALMEIRA DAS MISSOES LTDA Agênci : PALMEIRA DAS MISSOES UF :RS 829/ /2005 Dnilo Tirloni 830/ /2005 Dnilo Tirloni VII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que os rendimentos uferidos não form suficientes pr o pgmento ds despess relizds. Agênci : AGUA SANTA UF :RS 841/ /2005 Odemir Mnic Agênci : ERVAL SECO UF :RS 848/ /2005 Vnderlei Tolotti Agênci : GAURAMA UF :RS 839/ /2005 Euclides Antonio Serfini Agênci : PANAMBI UF :RS 843/ /2005 Jiro Ditmr Kruger Agênci : RONDA ALTA UF :RS 842/ /2005 Antonio Luiz Tres Agênci : SARANDI UF :RS 844/ /2005 Romeu Riech 845/ /2005 Ldimir Kmpff 846/ /2005 Dltro Sntos Giordni 850/ /2005 Ingo Brndt Agênci : SEBERI UF :RS 840/ /2005 Irineu Noro Agênci : TRES PALMEIRAS UF :RS 849/ /2005 Ruy Flores Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : COTIPORA UF :RS 851/ /2005 Neivile Frizon Agênci : PARAI UF :RS 837/ /2005 Alberto Piet Agênci : PAVERAMA UF :RS 838/ /2005 Ildo De Souz Vicente Bnco : CCR GETULIO VARGAS LTDA Agênci : ESTACAO UF :RS 847/ /2005 Ivldir Sergio Bini Bnco : CCR DE ALTOS DA SERRA LTDA Agênci : ALTOS DA SERRA UF :RS 836/ /2005 Docimr Confortin VIII - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), complementndo cobertur(s) já indenizd(s) pelo(s) gente(s) do PROAGRO. Agênci : MARAU UF :RS 863/ /2005 Cludir Andreis Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : BARAO DE COTEGIPE UF :RS 857/ /2005 Neri Pz Agênci : CASCA UF :RS 858/ /2005 Arzelindo Ferro Agênci : CONSTANTINA UF :RS 859/ /2006 Clir Pizzintto Agênci : CORONEL BICACO UF :RS 865/ /2005 Eloi Frncisco Schimidt Agênci : COTIPORA UF :RS 853/ /2005 Dulcimr Cenci 868/ /2005 Gilmr Antonio Cenci Agênci : IBIRAIARAS UF :RS 856/ /2005 Rover Odcir Pgnoncelli Agênci : LIBERATO SALZANO UF :RS 854/ /2005 Ilrio Hln Petter Agênci : PAIM FILHO UF :RS 867/ /2005 Pedro Vldomiro Bosqueiro Agênci : PUTINGA UF :RS 864/ /2005 Mrio Luis Vldmeri Agênci : SANTA ROSA UF :RS 862/ /2006 Egon Gerldo Gbert Agênci : SARANDI UF :RS 860/ /2006 Sergio Corso 861/ /2006 Rui Mccri Bnco : CCR DO NOROESTE DO R.G. SUL LTDA Agênci : ALEGRIA UF :RS 852/ /2005 Roque Visineski Bnco : CCR DE ALTOS DA SERRA LTDA Agênci : ALTOS DA SERRA UF :RS 855/ /2005 Domingos Fvretto Bnco : CCR BOTUCARAI Agênci : BOTUCARAI UF :RS 866/ /2005 Vldomiro Becker Gehring IX - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que s perds se deverm cuss mprds pelo PROAGRO. Agênci : CANOAS UF :RS 958/ /2006 Mrcos Augusto Aschi Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : AJURICABA UF :RS 944/ /2006 Milton Jose Dllbrid Agênci : AUGUSTO PESTANA UF :RS 913/ /2006 Armin Everling Agênci : BOSSOROCA UF :RS 914/ /2006 Antonio Andres 945/ /2006 Jose Incio Torres De Souz Agênci : CAMPINA DAS MISSÕES UF :RS 871/ /2006 Alberto Herrmnn 872/ /2006 Ademir Chrtnovicz 880/ /2006 Mrt Zbolotski 881/ /2006 Jose Arno Both 882/ /2006 Jir Joner 883/ /2006 Estnislu Nelmo Ksper 884/ /2006 Delmr Justen Zimmermnn 885/ /2006 Drio Eisenbrun 886/ /2006 Bertino Tdeus Arnold 887/ /2006 Belisário Lindolfo Gerlch 888/ /2006 Andre Luis Pusti 933/ /2006 Slesio Perius 934/ /2006 Romeu Werner 935/ /2006 Romeu Werner 936/ /2006 Romeu Schuren 937/ /2006 Pedro Luro Perius 938/ /2006 Nolr Antonio Both 939/ /2006 Neri Luiz Lunkes 940/ /2006 Mocir Henz Agênci : CANDIDO GODOI UF :RS 915/ /2006 Lucino Beck 917/ /2006 Armndo Abentroth Agênci : CHIAPETA UF :RS 870/ /2006 Arlindo Rozin 899/ /2006 Willy Buch 900/ /2006 Osmr Jose Both 901/ /2006 Jiro Alencr Beck Agênci : CONDOR UF :RS 911/ /2006 Jolcy Crdoso Kruger Agênci : ERNESTINA UF :RS 910/ /2006 Jurez Lutz 948/ /2006 Dniel Pulo De Gois Agênci : GAURAMA UF :RS 912/ /2006 Crlos Jose Znette Agênci : GIRUA UF :RS 902/ /2006 Mri Elizbete Squinzni Funke 903/ /2006 Mrcio Andre Perin 904/ /2006 Jiro Fbricio Limn Mchdo 905/ /2006 Arno Kupski Agênci : GUARANI DAS MISSOES UF :RS 875/ /2006 Mocir Jose Milnesi 876/ /2006 Leonrdo Estnislu Szinvelski 877/ /2006 Edurdo Jose Polczinski 878/ /2006 Dnilo Alberto Rudek 889/ /2006 Enio Zlewiski Rodrigues 906/ /2006 Vldir Mrcos Jroszewski 925/ /2006 Vlerio Dlek 926/ /2006 Tdeu Jblonski 927/ /2006 Ricrdo Juhnieseki 928/ /2006 João Zurwski 929/ /2006 João Crlos Kpelinski 930/ /2006 João Thdeu Klidzio 931/ /2006 Jose Tizotti 932/ /2006 Frncisco Altir Lovtto
24 24 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de / /2006 Angelo Emilio Steinmetz Agênci : HUMAITA UF :RS 908/ /2006 Milton Incio Ritter Agênci : MACHADINHO UF :RS 916/ /2006 Sntin Luiz Segll Agênci : PAIM FILHO UF :RS 947/ /2006 Helio Bortolon Sofiti Agênci : PORTO LUCENA UF :RS 879/ /2006 Andre Luiz Bordim 898/ /2006 Ademr Erik Olsson 921/ /2006 Olivio Giusmin 922/ /2006 Mrco Antonio Tissot 923/ /2006 Dirceu Frmrin 924/ /2006 Cmilo Bordim 941/ /2006 Ari Antonio Lst 942/ /2006 Adelque Luiz Cssol 950/ /2006 Mrio Bordim 951/ /2006 Mteus Perini 952/ /2006 Luro Vnderlei Rieger 953/ /2006 Leomr Vldir Fink 954/ /2006 Idlci Giusmin 955/ /2006 Gilmr Celso Lst 956/ /2006 Gilberto Schulz 957/ /2006 Dolcir Fink Agênci : SANTA ROSA UF :RS 873/ /2006 Nelson Dell Vlli 874/ /2006 Adilr Dl Pi 918/ /2006 Elenir Kruse 919/ /2006 Crlos Alberto Hibler 920/ /2006 Airto Vrgs Durte Agênci : SAO JOSE DO OURO UF :RS 909/ /2006 Lisine Vness Girelli Agênci : SAO LUIZ GONZAGA UF :RS 946/ /2006 Joo Prestes Corre Agênci : SAO PAULO DAS MISSOES UF :RS 943/ /2006 Pulo Htwig Spies Agênci : TRES DE MAIO UF :RS 890/ /2006 Vilson Mrholt 891/ /2006 Vilson Mrholt 892/ /2006 Vicente Antonio Pvlk Tiecher 893/ /2006 Pedro Dllvechi 894/ /2006 Muri Antonio Metzk 895/ /2006 João Pedro Stsik Tiecher 896/ /2006 Evndro Joel Schlosser 897/ /2006 Angelo Elis Rgsson Agênci : VICTOR GRAEFF UF :RS 907/ /2006 Ronei Erno Kuhn Bnco : CCR DO NOROESTE DO R.G. SUL LTDA Agênci : NOVA CANDELARIA UF :RS 869/ /2006 Dniel Evndro Schuster X - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi dequd n condução. Agênci : CAPANEMA UF :PR 964/ /2006 Arno D Silveir Agênci : CHAPADA UF :RS 961/ /2005 Jose Nesio Dis De Meir Agênci : NOVA PALMA UF :RS 960/ /2005 Jose Sulo Stefnello Agênci : SAO LOURENCO DO OESTE UF :SC 966/ /2005 Kleber José Dll Agênci : SARANDI UF :RS 959/ /2005 Erico Jose Rech Agênci : SERTAO SANTANA UF :RS 965/ /2005 Avelino Bierfuss Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : MIRAGUAI UF :RS 962/ /2006 Euclides Cnbrro 963/ /2006 Ivonir Botton XI - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que existirm possibiliddes de vlição ds perds. Bnco : BANCO DO EST. DO R.G. DO SUL S.A. Agênci : MARAU UF :RS 967/ /2005 Pulo Roberto Bernrdi O vlor d indenizção será clculdo pel dministrção do Progrm. Ests Resoluções entrrão em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. <!ID >RESOLUÇÕES DE IVAN WEDEKIN Presidente d Comissão 2 DE JUNHO DE 2006 A Comissão Especil de Recursos do Progrm de Grnti d Atividde Agropecuári - PROAGRO, no uso de sus tribuições conferids pelos Decretos nº 5.502, de 29 de julho de 2005, e pelo seu Regimento Interno, provdo pel Portri Ministeril, nº 18, de 06 de jneiro de 2006, em reunião ocorrid em 28/05/2006 resolve : I - não dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi indequd n condução do empreendimento e o contido nos processos correspondentes. Agênci : PARNAMIRIM UF :PE 968/ /2005 Pedro Eugenio Agustinho 969/ /2005 Frncisco De Assis Silv 970/ /2005 Justinino Erculno De Lim 971/ /2006 Dmião Cicero Silvestre 972/ /2005 Pedro Dis D Silv 973/ /2006 Cicero Jose Alves Dos Sntos II - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr que os rendimentos uferidos não form suficientes pr o pgmento ds despess relizds. Agênci : AGUA BOA UF :MT 974/ /2006 Vercelino Brizoll Grminho III - dr provimento o(s) recurso(s) bixo relciondo(s), o considerr o uso de tecnologi dequd n condução. Agênci : CEDRO UF :PE 992/ /2006 Sebstião Quentl Mrtins 993/ /2006 Mri Quentl Mrtins Cruz 994/ /2006 Frncyer Tvres Cruz 995/ /2006 Antonio Honorto Sobrinho 1018/ /2005 Luiz Mnoel D Silv Agênci : IPU UF :CE 1016/ /2005 Antonio Dis Xerez Agênci : POCO VERDE UF :SE 975/ /2005 Argemiro Mciel Nscimento De Sntn 976/ /2005 Jose Ivo De Almeid 996/ /2006 Jose Crlos Ferreir Silv 1015/ /2005 Jose Vlter Fonsec Oliveir 1017/ /2005 Rimund Nscimento Oliveir Agênci : SOUSA UF :PB 977/ /2005 Antonio De Oliveir Gdelh 978/ /2005 Eilzo Estrel Dnts 979/ /2005 Frncisc Jnete Alves Sbino 980/ /2005 Julio Cezr Alves 981/ /2005 Jose Sbino Junior 982/ /2005 José Btist De Melo 983/ /2005 Jose Sbino Neto 984/ /2005 Jose Nildo De Abrntes 985/ /2005 José Emídio Moreir Neto 986/ /2005 João Alves Junior 987/ /2005 Jon Bezerr Pinheiro 988/ /2005 Frncisco Mrcilio De Oliveir 989/ /2006 João Mendes Tvres 990/ /2006 Gerldo Cssino De Mendonç 991/ /2006 Frncisco Abrntes Srmento 997/ /2006 Jerry Adrino Moreir 999/ /2006 Antonio Mrcos Do Nscimento 1000/ /2006 Zenilton Gomes D Silv 1001/ /2006 Juscelio Brg Avelino 1002/ /2006 Jose De Lim Filho 1003/ /2006 Jose Cristovm Cssino 1004/ /2005 Vldemr Rodrigues De Oliveir 1005/ /2005 Soni Mri Lim 1006/ /2005 Severino Bezerr De Oliveir 1007/ /2005 Ros Estrel Alves 1008/ /2005 Pulo Moreir De Oliveir 1009/ /2005 Murilo Abrntes Srmento 1010/ /2005 Mnoel Estrel Jeronimo 1011/ /2005 Luzivldo Ferreir D Silv 1012/ /2005 Frncisco Ferreir De Albuquerque 1013/ /2005 Elis Estrel D Silv 1014/ /2005 Adeilde Estrel Pinheiro Bnco : BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. Agênci : SOUSA UF :PB 998/ /2006 Lênio Antonio De Lcerd O vlor d indenizção será clculdo pel dministrção do Progrm. Ests Resoluções entrrão em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. IVAN WEDEKIN Presidente d Comissão 1ª TURMA DE JULGAMENTO REGIONAL <!ID >ATA DA 3ª REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA EM 27 DE ABRIL DE 2006 No vigésimo sétimo di do mês de bril do no de dois mil e seis, às nove hors, n Sl de Reuniões d Comissão Especil de Recursos - CER/PROAGRO, no Edifício Sede do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, sl 636, em Brsíli - Distrito Federl, reuniu-se 1ª Turm de Julgmento Regionl - TJR pr dr início os trblhos de julgmento dos processos constntes d put de su 3ª Reunião Ordinári, sob presidênci do Representnte do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA, José Wilmn d Silv, Presidente d 1ª TJR. - CER/PROAGRO. Presentes os representntes legis ds Instituições que compõem o Colegido como segue: Roberto Cmpos e Adelm Alves de Oliveir, d Empres Brsileir de Pesquis Agropecuári - EMBRAPA; Frncisco Erismá Albuquerque, do Ministério d Fzend - MF; João Crlos de Petribú Dé Crli, d Confederção d Agricultur e Pecuári do Brsil - CNA; José Erndir d Roch, d Confederção Ncionl dos Trblhdores n Agricultur - CONTAG; Fbricino Cordo d Silv, do Bnco Centrl do Brsil - BACEN; Acácio Nérys, do Bnco do Brsil S/A; Sílvio Crlos do A. Silv, do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão - MP e Murílio Cnut, do Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA. Ausentes os representntes ds demis Instituições que tmbém compõem leglmente este Colegido, Associção Brsileir de Empress de Plnejmento Agropecuário - ABEPA e Orgnizção ds Coopertivs Brsileirs - OCB. Form submetidos julgmento 150 (cento e cinqüent) recursos dministrtivos à CER, de mutuários de váris Instituições Finnceirs utudos em processos, os quis estão discrimindos no termo de convocção e put de julgmento dtdos de 17 de mrço de dois mil e seis; sendo que destes: 48 (qurent e oito) processos form objetos de pedido de vists pelo representnte do MAPA, 09 (nove) retirdos de put e 01(um) processo MAPA/CER/Nº 2944/2005 foi encminhdo pr cncelmento por ser duplict, 56 (cinqüent e seis) tiverm seus recursos colhidos e 36 (trint e seis) negdos. Dos processos putdos: 31(trint e um) são d sfr 2003/2004 e 119 (cento e dezenove) d sfr 2004/2005. Nd mis hvendo trtr, os trblhos form encerrdos às doze hors, do que pr constr, eu Frncisc Irin d Roch, como secretári, lvrei presente t, que pós lid e provd pelos presentes vi ssind por mim e pelo Senhor Presidente. Brsíli-DF, 9 de mio de FRANCISCA IRIAN DA ROCHA Secretári JOSÉ WILMAN DA SILVA Presidente d 1ª Turm <!ID >ATA DA 5ª REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA EM 31 DE MAIO DE 2006 No trigésimo di do mês de mio do no de dois mil e seis, às nove hors, n Sl de Reuniões d Comissão Especil de Recursos - CER/PROAGRO, no Edifício Sede do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, sl 636, em Brsíli - Distrito Federl, reuniu-se 1ª Turm de Julgmento Regionl - TJR pr dr início os trblhos de julgmento dos processos constntes d put de su 5ª Reunião Ordinári, sob presidênci do Representnte do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA, José Wilmn d Silv, Presidente d 1ª TJR. - CER/PROAGRO. Presentes os representntes legis ds Instituições que compõem o Colegido como segue: Roberto Cmpos, d Empres Brsileir de Pesquis Agropecuári - EMBRAPA; Frncisco Erismá Albuquerque, do Ministério d Fzend - MF; José Erndir d Roch, d Confederção Ncionl dos Trblhdores n Agricultur - CONTAG; Acácio Nérys, do Bnco do Brsil S/A.; Murílio Cnut, do Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA; João Crlos de Petribú Dé Crli, d Confederção d Agricultur e Pecuári do Brsil - CNA e Sílvio Crlos do Amrl Silv, do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão - MP. Ausentes os representntes ds demis Instituições que tmbém compõem leglmente este Colegido, Associção Brsileir de Empress de Plnejmento Agropecuário - ABEPA; e Orgnizção ds Coopertivs Brsileirs - OCB; Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão - MP e Bnco Centrl do Brsil - BACEN;. Form submetidos julgmento 195 (cento e novent e cinco) recursos dministrtivos à CER, de mutuários de váris Instituições Finnceirs utudos em processos, os quis estão discrimindos no termo de convocção e put de julgmento dtdos de trint de mio de dois mil e seis; 166 (cento e sessent e seis) tiverm seus recursos colhidos e 21 21(vinte e um) negdos e 09 (nove) retirdos de put. Dos processos putdos: 37 (trint e sete) são d sfr 2003/2004; 130 (cento e trint) são d sfr 2004/2005 e 28 (vinte e oito) são d sfr 2005/2006. Nd mis hvendo trtr, os trblhos form relizdos durnte três reuniões do colegido nos dis 30.05, 05 e , qundo encerrdos às 18:00 hors do di , do que pr constr, eu Frncisc Irin d Roch, como secretári, lvrei presente t, que pós lid e provd pelos presentes vi ssind por mim e pelo Senhor Presidente. Brsíli-DF, 7 de junho de FRANCISCA IRIAN DA ROCHA Secretári JOSÉ WILMAN DA SILVA Presidente d 1ª Turm
25 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN ª TURMA DE JULGAMENTO REGIONAL <!ID >ATA DA 2ª REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA EM 15 DE MAIO DE 2006 No décimo quinto di do mês de mio do no de dois mil e seis, às nove hors, n Sl de Reuniões d Comissão Especil de Recursos - CER/PROAGRO, no Edifício Sede do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, sito à Avenid Loureiro d Silv, nº 515, sl 804, em Porto Alegre/RS, reuniu-se 4ª Turm de Julgmento Regionl - 4ª TJR pr dr início os trblhos de julgmento dos processos constntes d put de su 2ª Reunião Ordinári, sob presidênci do Representnte do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA, José Wilmn d Silv, Presidente d 4ª TJR - CER/PROAGRO. Presentes os representntes legis ds Instituições que compõem o Colegido como segue: Ruben Arend, do Bnco do Brsil S.A. - BB; Elisbete Busnello, do Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA; Eliziário Noe Boeir Toledo, d Confederção Ncionl dos Trblhdores d Agricultur - CONTAG; Ricrdo José Nuncio, d Orgnizção ds Coopertivs Brsileirs - OCB; Mocir Antônio Biotto, d Associção Brsileir de Empress de Plnejmento Agropecuári - ABEPA, Amilton Cunh Sores, d Confederção d Agricultur e Pecuári do Brsil - CNA; Júlio Césr Lhmby, d Empres Brsileir de Pesquis Agropecuári - EMBRAPA e Fernndo Mt, representnte suplente do Ministério d Agricultur, Pecuári e do Abstecimento - MAPA. Prticiprm ds reuniões como conviddos os Senhores Adélio Hermeto Ruschel, do Sistem de Crédito Coopertivo - SICREDI e Jorge Luiz Prestes Muller, do Bnco do Estdo do Rio Grnde do Sul - BANRISUL; que permnecerm té o momento que ntecederm s votções dos recursos.ausentes os representntes ds demis Instituições que tmbém compõe leglmente este Colegido, Bnco Centrl do Brsil - BACEN; Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão- MP e Ministério d Fzend - MF. Form submetidos julgmento 207 (duzentos e sete) recursos dministrtivos dirigidos CER de mutuários de váris Instituições Finnceirs, utudos em processos, os quis estão discrimindos no termo de convocção e put de julgmento dtdos de 11 de mio de dois mil e seis; sendo que destes, 165 (cento e sessent e cinco) tiverm seus recursos colhidos, 42 (qurent e dois) negdos. Dos processos submetidos julgmento, 3 (três) são d sfr 2004/2004, 98 (novent e oito) são d sfr 2004/2005 e 106 (cento e seis) d sfr 2005/2005.Nest, form incluídos os sete processos em diligênci d put nterior. Nd mis hvendo trtr, os trblhos de julgmento, que ocorrerm de form continu, form encerrdos às dezoito hors do di 16 de mio de dois mil e seis. Do que pr constr, eu Jcqueline dos Sntos Souz, n condição de Estgiári do MAPA-RS, secretriei os trblhos e lvrei presente t, que pós lid e provd pelos presentes vi ssind por mim e pelo Senhor Presidente. Porto Alegre-RS, 15 de mio de JACQUELINE DOS SANTOS SOUZA Secretári JOSÉ WILMAN DA SILVA Presidente d 4ª Turm <!ID >ATA DA 3ª REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA EM 12 DE JUNHO DE 2006 No décimo segundo di do mês de junho do no de dois mil e seis, às nove hors, n Sl de Reuniões d Comissão Especil de Recursos - CER/PROAGRO, no Edifício Sede do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, sito à Avenid Loureiro d Silv, nº 515, sl 804, em Porto Alegre/RS, reuniu-se 4ª Turm de Julgmento Regionl - 4ª TJR pr dr início os trblhos de julgmento dos processos constntes d put de su 3ª Reunião Ordinári, sob presidênci do Representnte do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA, José Wilmn d Silv, Presidente d 4ª TJR - CER/PROAGRO. Presentes os representntes legis ds Instituições que compõem o Colegido como segue: Ruben Arend, do Bnco do Brsil S/A - BB; Nilton Pinho de Bem, do Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA; Eliziário Noe Boeir Toledo, d Confederção Ncionl dos Trblhdores d Agricultur - CONTAG; Ricrdo José Nuncio, d Orgnizção ds Coopertivs Brsileirs - OCB; Cláudio Luiz Guerr, d Associção Brsileir de Empress de Plnejmento Agropecuári - ABEPA, Elmr Konrd, d Confederção d Agricultur e Pecuári do Brsil - CNA; Júlio Césr Lhmby, d Empres Brsileir de Pesquis Agropecuári - EM- BRAPA e Fernndo Mt, representnte suplente do Ministério d Agricultur, Pecuári e do Abstecimento - MAPA. Ausentes os representntes ds demis Instituições que tmbém compõe leglmente este Colegido, Bnco Centrl do Brsil - BACEN; Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão- MP e Ministério d Fzend - MF. Form submetidos julgmento 250 (duzentos e cinquent) recursos dministrtivos dirigidos à CER de 248 (duzentos e qurent e oito) mutuários do Bnco do Brsil S/A - Agênci Operdor Cnguçu/RS e pens 02 (dois) do BANRISUL - Agênci Operdors: Coronel Bicco e Redentor, utudos em processos, os quis estão discrimindos no termo de convocção e put de julgmento dtdos de 26 de mio de dois mil e seis; sendo que destes, 01(um) teve seu recurso colhido, 241 (duzentos e qurent e um) negdos e 08 (oito) processos bixdos em diligênci. Dos processos submetidos julgmento todos são d sfr 2004/2005. Nd mis hvendo trtr, os trblhos de julgmento, que ocorrerm de form continu, form encerrdos às dezoito hors do di 12 de junho de dois mil e seis. Do que pr constr, eu Mri Aprecid d Cruz Debom, n condição de Secretári do MAPA-RS, secretriei os trblhos e lvrei presente t, que pós lid e provd pelos presentes vi ssind por mim e pelo Senhor Presidente. Porto Alegre-RS, 12 de junho de MARIA APARECIDA DA CRUZ DEBOM Secretári JOSÉ WILMAN DA SILVA Presidente d 4ª Turm <!ID >ATA DA 4ª REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA EM 13 DE JUNHO DE 2006 No décimo terceiro di do mês de junho do no de dois mil e seis, às nove hors, n Sl de Reuniões d Comissão Especil de Recursos - CER/PROAGRO, no Edifício Sede do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, sito à Avenid Loureiro d Silv, nº 515, sl 804, em Porto Alegre/RS, reuniu-se 4ª Turm de Julgmento Regionl - 4ª TJR pr dr início os trblhos de julgmento dos processos constntes d put de su 4ª Reunião Ordinári, sob presidênci do Representnte do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA, José Wilmn d Silv, Presidente d 4ª TJR - CER/PROAGRO. Presentes os representntes legis ds Instituições que compõem o Colegido como segue: Ruben Arend, do Bnco do Brsil S/A - BB; Nilton Pinho de Bem, do Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA; Eliziário Noe Boeir Toledo, d Confederção Ncionl dos Trblhdores d Agricultur - CONTAG; Ricrdo José Núncio, d Orgnizção ds Coopertivs Brsileirs - OCB; Cláudio Luiz Guerr, d Associção Brsileir de Empress de Plnejmento Agropecuári - ABEPA, Elmr Konrd, d Confederção d Agricultur e Pecuári do Brsil - CNA; Júlio Césr Lhmby, d Empres Brsileir de Pesquis Agropecuári - EM- BRAPA e Fernndo Mt, representnte suplente do Ministério d Agricultur, Pecuári e do Abstecimento - MAPA. Ausentes os representntes ds demis Instituições que tmbém compõe leglmente este Colegido, Bnco Centrl do Brsil - BACEN; Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão- MP e Ministério d Fzend - MF. Form submetidos julgmento 233 (duzentos e trint e três) recursos dministrtivos dirigidos à CER de mutuários do Bnco do Brsil - Agencis Operdors: Cnguçu/RS e Sntn do Livrmento/RS e pens 01 (um) processo do Bnrisul - Agenci Cmpin ds Missões/RS, utudos em processos, os quis estão discrimindos no termo de convocção e put de julgmento dtdos de 01 de junho de dois mil e seis; sendo que destes, 16 (dezesseis) tiverm seus recursos colhidos, 153 (cento e cinqüent e três) negdos, 63 (sessent e três) bixdos em diligenci e 01 (um) processo MAPACER Nº 912/2006 encminhdo pr cncelmento por duplicidde com processo nº 760/2006, julgdo nest put. Dos processos submetidos julgmento, 233 (duzentos e trint e três) são d sfr 2004/2005 e 01 (um) d sfr 2005/2005. Nd mis hvendo trtr, os trblhos de julgmento, que ocorrerm de form continu, form encerrdos às dezoito hors do di 13 de junho de dois mil e seis. Do que pr constr, eu Mri Aprecid d Cruz Debom, n condição de Secretri do MAPA-RS, secretriei os trblhos e lvrei presente t, que pós lid e provd pelos presentes vi ssind por mim e pelo Senhor Presidente. Porto Alegre-RS, 13 de junho de MARIA APARECIDA DA CRUZ DEBOM Secretári JOSÉ WILMAN DA SILVA Presidente d 4ª Turm 5ª TURMA DE JULGAMENTO REGIONAL <!ID >ATA DA 1ª REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA EM 18 DE ABRIL DE 2006 Aos dezoito dis do mês de bril do no de dois mil e seis, às oito hors e trint minutos, n Sl de Reuniões d Comissão Especil de Recursos - CER/PROAGRO, situd n Ru Emilino Pernet nº 10-14º ndr, em Curitib/PR, reuniu-se 5ª Turm de Julgmento Regionl - TJR pr dr início os trblhos de julgmento dos processos constntes d put de su 1ª Reunião Ordinári, sob presidênci do Representnte do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA, Dr. José Wilmn d Silv, Presidente d 5ª TJR - CER/PROAGRO. Presentes os representntes legis ds Instituições que compõem o Colegido como segue: Honorino Roque Rodigheri, d Empres Brsileir de Pesquis Agropecuári - EMBRAPA; Stewrt Anderson Jucini, do Bnco do Brsil S.A.; Jiro Correi de Almeid, excepcionlmente substituindo Sr. Solnge Mri d Ros Coelho, d Confederção Ncionl dos Trblhdores d Agricultur - CONTAG, Jorge de Arrud Proenç Filho, d Confederção d Agricultur e Pecuári do Brsil - CNA, Clir Msetti Junior, d Associção Brsileir de Empress de Plnejmento Agropecuário - ABEPA, Robson Lendro Mfioletti d Orgnizção ds Coopertivs Brsileirs - OCB e José d Encrnção Leitão, do Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA. Prticiprm tmbém dest reunião o Sr. Jorge Luiz Comprim, representnte suplente do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, n condição de secretário e o Sr. Fernndo Rodrigues Tvres, representnte d EMBRAPA. Ausentes os representntes ds demis Instituições que tmbém compõem leglmente este Colegido, Bnco Centrl do Brsil - BACEN; Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão - MP; e Ministério d Fzend - MF. O Sr. Presidente deu início os trblhos grdecendo presenç de todos os presentes, e prestndo um homengem especil o Sr. Fernndo Rodrigues Tvres que, pós 15 (quinze) nos de tução junto à 5ª TJR posentou-se, deixndo ssim de fzer prte do Colegido d CER. Form submetidos julgmento 167 (setent e sete) recursos dministrtivos CER de mutuários de váris Instituições Finnceirs, utudos em processos, os quis estão discrimindos no termo de convocção e put de julgmento dtd de , e sendo que destes, 96 (novent e seis) tiverm seus recursos colhidos e 71 (setent e um) negdos, conforme const no mp de julgmento produzido. Os processos julgdos são referentes às sfrs, 2003/2004, 2004/2004, 2004/2005 e 2005/2005. Os trblhos relizrm-se de form contínu, durnte os dis 18 e 19/04/2006, ds 08:30 às 18:00 h. Nd mis hvendo trtr pós o julgmento do último processo constnte d put, os trblhos form encerrdos, do que pr constr, eu Jorge Luiz Comprim, n condição de Secretário, lvrei presente t, que pós lid e provd pelos presentes vi ssind por mim e pelo Senhor Presidente. JORGE LUIZ COMPARIM Secretário JOSÉ WILMAN DA SILVA Presidente d 5ª Turm
26 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > EXTRATO <!ID > EXTRATO 26 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de Ministério d Ciênci e Tecnologi GABINETE DO MINISTRO INTERMINISTERIAL 395, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Os Ministros de Estdo d Ciênci e Tecnologi, do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior e d Fzend, no uso ds tribuições que lhes confere o rt. 2º do Decreto nº 3.800, de 20 de bril de 2001, e considerndo o que const no processo MCT nº / , de 28/04/2005, resolvem: Art.1º Hbilitr empres Flextronics Interntionl Tecnologi Ltd., inscrit no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic do Ministério d Fzend - CNPJ sob o nº / , à fruição dos benefícios fiscis referidos no rt. 1º do Decreto nº 3.800/2001, qundo d fbricção do seguinte bem: - Módulo de comunicção stelitl pr plicção em rstremento vi GPS. 1º Frão jus os incentivos fiscis, nos termos dest Portri, os cessórios, os sobresslentes, s ferrments, os mnuis de operção, os cbos pr interconexão e de limentção que, em quntidde norml, compnhem o bem menciondo neste rtigo, conforme const no respectivo processo. 2º Ficm ssegurds mnutenção e utilizção do crédito do IPI reltivo às mtéris-prims, produtos intermediários e mteril de emblgem empregdos n industrilizção do bem relciondo neste rtigo. Art. 2º Será cnceld hbilitção cso empres não tend o disposto no rt. 2 o d Portri Interministeril MCT/MDIC/MF nº 760, de 13 de dezembro de Art. 3º As nots fiscis reltivs à comercilizção do bem relciondo no rt. 1º deverão fzer express referênci est Portri. Prágrfo único. O modelo do produto relciondo n not fiscl devem constr do processo de hbilitção MCT nº / , de 28/04/2005. Art. 4º Est hbilitção poderá ser suspens, qulquer tempo, sem prejuízo do ressrcimento previsto no rt. 9º d Lei nº 8.248, de 1991, cso empres beneficiári deixe de tender ou de cumprir quisquer ds condições estbelecids no Decreto nº 3.800, de 20 de bril de Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estdo d Ciênci e Tecnologi LUIZ FERNANDO FURLAN Ministro de Estdo do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior GUIDO MANTEGA Ministro de Estdo d Fzend INTERMINISTERIAL 396, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Os Ministros de Estdo d Ciênci e Tecnologi, do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior e d Fzend, no uso ds tribuições que lhes confere o rt. 2º do Decreto nº 3.800, de 20 de bril de 2001, e considerndo o que const no processo MCT nº / , de 28/04/2005, resolvem: Art. 1º Hbilitr empres Flextronics Interntionl Tecnologi Ltd., inscrit no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic do Ministério d Fzend - CNPJ sob o nº / , à fruição dos benefícios fiscis referidos no rt. 1º do Decreto nº 3.800/2001, qundo d fbricção do seguinte bem: - Módulo de comunicção stelitl pr plicção em rstremento vi GPS. 1º Frão jus os incentivos fiscis, nos termos dest Portri, os cessórios, os sobresslentes, s ferrments, os mnuis de operção, os cbos pr interconexão e de limentção que, em quntidde norml, compnhem o bem menciondo neste rtigo, conforme const no respectivo processo. 2º Ficm ssegurds mnutenção e utilizção do crédito do IPI reltivo às mtéris-prims, produtos intermediários e mteril de emblgem empregdos n industrilizção do bem relciondo neste rtigo. Art. 2º Será cnceld hbilitção cso empres não tend o disposto no rt. 2º d Portri Interministeril MCT/MDIC/MF nº 73, de 30 de jneiro de Art. 3º As nots fiscis reltivs à comercilizção do bem relciondo no rt. 1º deverão fzer express referênci est Portri. Prágrfo único. O modelo do produto relciondo n not fiscl devem constr do processo de hbilitção MCT nº / , de 28/04/2005. Art. 4º Est hbilitção poderá ser suspens, qulquer tempo, sem prejuízo do ressrcimento previsto no rt. 9º d Lei nº 8.248, de 1991, cso empres beneficiári deixe de tender ou de cumprir quisquer ds condições estbelecids no Decreto nº 3.800, de 20 de bril de Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estdo d Ciênci e Tecnologi LUIZ FERNANDO FURLAN Ministro de Estdo do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior GUIDO MANTEGA Ministro de Estdo d Fzend INTERMINISTERIAL 397, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Os Ministros de Estdo d Ciênci e Tecnologi, do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior e d Fzend, no uso ds tribuições que lhes confere o rt. 2º do Decreto nº 3.800, de 20 de bril de 2001, e considerndo o que const no processo MCT nº / , de 20/01/2005, resolvem: Art.1º Hbilitr empres Ericsson Telecomunicções S.A., inscrit no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic do Ministério d Fzend - CNPJ sob o nº / , à fruição dos benefícios fiscis referidos no rt. 1º do Decreto nº 3.800, de 20 de bril de 2001, qundo d fbricção do seguinte bem: - Centrl de comutção de pcotes. 1º Frão jus os incentivos fiscis, nos termos dest Portri, os cessórios, os sobresslentes, s ferrments, os mnuis de operção, os cbos pr interconexão e de limentção que, em quntidde norml, compnhem o bem menciondo neste rtigo, conforme const no respectivo processo. 2º Ficm ssegurds mnutenção e utilizção do crédito do IPI reltivo às mtéris-prims, produtos intermediários e mteril de emblgem empregdos n industrilizção do bem relciondo neste rtigo. Art. 2º Será cnceld hbilitção cso empres não tend o disposto no rt. 2º d Portri Interministeril MCT/MDIC/MF nº 893, de 28 de dezembro de Art. 3º As nots fiscis reltivs à comercilizção do bem relciondo no rt. 1º deverão fzer express referênci est Portri. Prágrfo único. Os modelos do produto relciondos n not fiscl devem constr do processo MCT nº / , de 20/01/2005. Art. 4º Est hbilitção poderá ser suspens, qulquer tempo, sem prejuízo do ressrcimento previsto no rt. 9º d Lei nº 8.248, de 1991, cso empres beneficiári deixe de tender ou de cumprir quisquer ds condições estbelecids no Decreto nº 3.800, de 20 de bril de Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estdo d Ciênci e Tecnologi LUIZ FERNANDO FURLAN Ministro de Estdo do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior GUIDO MANTEGA Ministro de Estdo d Fzend INTERMINISTERIAL 398, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Os Ministros de Estdo d Ciênci e Tecnologi, do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior e d Fzend, no uso ds tribuições que lhes confere o rt. 2º do Decreto nº 3.800, de 20 de bril de 2001, e considerndo o que const no processo MCT nº / , de 09 de junho de 2005, resolvem: Art.1º Hbilitr empres Qunt Tecnologi Eletrônic Indústri e Comércio Ltd., inscrit no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic do Ministério d Fzend - CNPJ sob nº / , à fruição dos benefícios fiscis referidos no rt. 1º do Decreto nº 3.800/2001, qundo d fbricção dos seguintes bens: ) Rstredor pr veículos utomotores com GPS e comunicção vi stélite ou telefone celulr; b) Sensor de tempertur pr rstredor utomotivo; c) Atudor/imobilizdor pr rstredor utomotivo; d) Terminl de ddos pr rstredor utomotivo; e e) lrme utomotivo microprocessdo. 1º Frão jus os incentivos fiscis, nos termos dest Portri, os cessórios, os sobresslentes, s ferrments, os mnuis de operção, os cbos pr interconexão e de limentção que, em quntidde norml, compnhem os bens menciondos neste rtigo, conforme const no respectivo processo. 2º Ficm ssegurds mnutenção e utilizção do crédito do IPI reltivo às mtéris-prims, produtos intermediários e mteril de emblgem empregdos n industrilizção dos bens relciondos neste rtigo. Art. 2º Será cnceld hbilitção cso empres não inicie execução do Projeto de Pesquis e Desenvolvimento por el proposto, no przo de 180 (cento e oitent) dis, contr d edição dest Portri. Art. 3º As nots fiscis reltivs à comercilizção dos bens relciondos no rt. 1º deverão fzer express referênci est Portri. Prágrfo único. Os modelos dos produtos relciondos n not fiscl devem constr do processo de hbilitção MCT nº / , de 09 de junho de Art. 4º Est hbilitção poderá ser suspens, qulquer tempo, sem prejuízo do ressrcimento previsto no rt. 9º d Lei nº 8.248, de 1991, cso empres beneficiári deixe de tender ou de cumprir qulquer ds condições estbelecids no Decreto nº 3.800, de Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estdo d Ciênci e Tecnologi LUIZ FERNANDO FURLAN Ministro de Estdo do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior GUIDO MANTEGA Ministro de Estdo d Fzend COMISSÃO TÉCNICA NACIONAL DE BIOSSEGURANÇA DE PARECER TÉCNICO 589/2006 O Presidente d Comissão Técnic Ncionl de Biossegurnç - CTNBio, no uso de sus tribuições e de cordo com o rtigo 14, inciso XIX, d Lei /05 e do Art. 5º, inciso XIX do Decreto 5.591/05, torn público que n 92ª Reunião Ordinári, ocorrid em 20 de junho de 2006, CTNBio preciou e emitiu precer técnico pr o seguinte processo: Processo nº: / Requerente: Centro de Biologi Genômic e Moleculr - Fculdde de Biociêncis - PUCRS CNPJ: / Endereço: Av. Ipirng, Prédio 12C - CEP Porto Alegre - RS Assunto: Extensão do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç Extrto Prévio: 330/2005, publicdo em 17/02/2005 Reunião: 92ª Reunião Ordinári d CTNBio Decisão: DEFERIDO A CTNBio, pós precição do pedido de extensão do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç do Centro de Biologi genômic e Moleculr, concluiu pelo seu DEFERIMENTO, nos termos deste precer técnico. O Centro de Biologi Genômic e Moleculr d Fculdde de Biociêncis d Pontifíci Universidde Ctólic do Rio Grnde Sul, detentor do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç - CQB nº 136/01, solicitou à CTNBio extensão de seu CQB pr o Lbortório de Biotecnologi Vegetl, pr o desenvolvimento de pesquis em regime de contenção com orgnismos geneticmente modificdos de clsse de risco 1. O Lbortório present identificção de risco biológico n entrd e n câmr de fluxo lminr. O mteril líquido será descrtdo por trtmento com hipoclorito de sódio 5%. O mteril sólido contmindo será rmzendo em cixs própris com identificção ntes de ser descrtdo. O mteril cortnte ou perfurnte contmindo será descrtdo em cixs mrels rotulds com o símbolo de mteril biológico. Tods s pessos que mnipulrão OGM usrão equipmentos de proteção individul (EPI), estndo disponíveis n Fculdde de Biociêncis diversos chuveiros e lv-olhos. Não há restrições o uso do OGM e seus derivdos, desde que seguids s condições provds e descrits no processo e neste precer técnico. A tividde propost não é cusdor de significtiv degrdção do meio mbiente e d súde humn. No âmbito ds competêncis do rt. 14 d Lei /05, CTNBio considerou que s medids de biossegurnç proposts tendem às norms e à legislção pertinente que vism grntir biossegurnç do meio mbiente, gricultur, súde humn e niml. A CTNBio esclrece que este extrto não exime requerente do cumprimento ds demis legislções vigentes no pís, plicáveis o objeto do requerimento. A íntegr deste Precer Técnico const do processo rquivdo n CTNBio. Informções complementres ou solicitções de miores informções sobre o processo cim listdo deverão ser encminhds por escrito à Secretri Executiv d CTNBio. WALTER COLLI DE PARECER TÉCNICO 591/2006 O Presidente d Comissão Técnic Ncionl de Biossegurnç - CTNBio, no uso de sus tribuições e de cordo com o rtigo 14, inciso XIX, d Lei /05 e do Art. 5º, inciso XIX do Decreto 5.591/05, torn público que n 92ª Reunião Ordinári, ocorrid em 20 de junho de 2006, CTNBio preciou e emitiu precer técnico pr o seguinte processo:
27 <!ID > EXTRATO <!ID > EXTRATO <!ID > EXTRATO <!ID > EXTRATO <!ID > EXTRATO Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN Processo nº: / Requerente: D&PL Brsil Ltd. CNPJ: / Endereço: Avenid Alexndre Ribeiro Guimrães, Birro Snt Mri - Uberlândi - MG - CEP Assunto: Revisão do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç Decisão: INDEFERIDO A CTNBio, pós precição d revisão do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç, concluiu pelo seu INDEFERIMENTO, nos termos deste precer técnico. A D&PL Brsil Ltd., detentor do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç - CQB 194/03, solicitou à CTNBio exclusão d Unidde Opertiv de Cpinópolis. A referid unidde é credencid pr tividdes com OGM do grupo I, desde setembro de A empres informou que o processo de liberção plnejd no meio mbiente de lgodão geneticmente modificdo tolernte o glifosto, / , provdo pel CTNBio conforme o precer técnico 220/2004, está sendo conduzido n unidde opertiv de Cpinópolis, um vez que, devido à prlisção ds tividdes d CTN- Bio, não foi possível o credencimento d Unidde Opertiv de Uberlândi no CQB 194/03. Dinte do exposto, o precer d CTNBio foi pelo indeferimento. A empres deverá encminhr novo pedido de exclusão dest unidde opertiv somente pós provção do reltório de liberção plnejd pós su conclusão e dos reltórios nuis d Comissão Intern de Biossegurnç - CIBio. No âmbito ds competêncis do rt. 14 d Lei /05, CTNBio considerou que s medids de biossegurnç proposts tendem às norms e à legislção pertinente que vism grntir biossegurnç do meio mbiente, gricultur, súde humn e niml. A CTNBio esclrece que este extrto não exime requerente do cumprimento ds demis legislções vigentes no pís, plicáveis o objeto do requerimento. A íntegr deste Precer Técnico const do processo rquivdo n CTNBio. Informções complementres ou solicitções de miores informções sobre o processo cim listdo deverão ser encminhds por escrito à Secretri Executiv d CTNBio. WALTER COLLI DE PARECER TÉCNICO 592/2006 O Presidente d Comissão Técnic Ncionl de Biossegurnç - CTNBio, no uso de sus tribuições e de cordo com o rtigo 14, inciso XIX, d Lei /05 e do Art. 5º, inciso XIX do Decreto 5.591/05, torn público que n 92ª Reunião Ordinári, ocorrid em 20 de junho de 2006, CTNBio preciou e emitiu precer técnico pr o seguinte processo: Processo nº: / Requerente: Embrp Hortliçs CNPJ: / Endereço: Rod. BR 060, Km 09 - Cix Postl Brsíli, DF - CEP Assunto: Revisão do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç Extrto Prévio: 439/2006, publicdo em 21/02/2006 Decisão: DEFERDIO A CTNBio, pós revisão do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç, concluiu pelo seu DEFERIMENTO, nos termos deste precer técnico. A Embrp Hortliçs, detentor do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç - CQB 032/97, solicitou à CTNBio revisão de seu CQB. A Comissão Intern de Biossegurnç - CIBio informou que houve troc do piso do Lbortório de Virologi, sem lterções no lyout. O revestimento, nteriormente constituído de plcs de PVC colds, foi substituído por piso de cerâmic. Foi retird um bncd, restndo três, disposts perpendiculrmente o comprimento. Mudou-se cor d prede de mrelo pr brnco. Não houve lterções nos OGM provdos pel CTNBio pr mnipulção nesss instlções. Após publicção ds Resoluções Normtivs d CTNBio, futuros pedidos deverão se dequr à legislção vigente. No âmbito ds competêncis do rt. 14 d Lei /05, CTNBio considerou que s medids de biossegurnç proposts tendem às norms e à legislção pertinente que vism grntir biossegurnç do meio mbiente, gricultur, súde humn e niml. A CTNBio esclrece que este extrto não exime requerente do cumprimento ds demis legislções vigentes no pís, plicáveis o objeto do requerimento. A íntegr deste Precer Técnico const do processo rquivdo n CTNBio. Informções complementres ou solicitções de miores informções sobre o processo cim listdo deverão ser encminhds por escrito à Secretri Executiv d CTNBio. WALTER COLLI DE PARECER TÉCNICO 593/2006 O Presidente d Comissão Técnic Ncionl de Biossegurnç - CTNBio, no uso de sus tribuições e de cordo com o rtigo 14, inciso XIX, d Lei /05 e do Art. 5º, inciso XIX do Decreto 5.591/05, torn público que n 92ª Reunião Ordinári, ocorrid em 20 de junho de 2006, CTNBio preciou e emitiu precer técnico pr o seguinte processo: Processo nº: / Requerente: Interntionl Pper do Brsil Ltd. CNPJ: / Endereço: Rod. SP, 340 Km Horto Mogi Guçu - Mogi Guçu - SP CEP Assunto: Liberção plnejd no meio mbiente de orgnismo geneticmente modificdo Extrto Prévio: 408/2006, publicdo em 21/02/2006 Decisão: INDEFERIDO A CTNBio, pós precição do pedido de liberção plnejd no meio mbiente de euclipto geneticmente modificdo, concluiu pelo seu INDEFERIMENTO, nos termos deste precer técnico. A Interntionl Pper do Brsil Ltd., detentor do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç - CQB nº 173/02, solicitou à CTNBio precer sobre liberção plnejd no meio mbiente de euclipto geneticmente modificdo com genes pr redução e modificção de lignin. A propost tem como objetivo identificr e selecionr árvores geneticmente modificds de Euclyptus sp. onde ocorreu redução e modificção d lignin e o umento d eficiênci do rendimento no processo de polpção. Após nálise do processo, CTNBio concluiu pelo seu indeferimento. Apesr ds medids de biossegurnç proposts terem sido considerds dequds, construção genétic do OGM contém um gene que impede formção dos grãos de pólen trtndo-se, portnto, de um Tecnologi de Restrição de Uso ou GURT, proibid no Brsil, conforme detemin Lei de 24 de mrço de 2005, em seu rtigo 6º, prágrfo único. No âmbito ds competêncis do rt. 14 d Lei /05, CTNBio considerou que s medids de biossegurnç proposts não tendem às norms e à legislção pertinente que vism grntir biossegurnç do meio mbiente, gricultur, súde humn e niml. A CTNBio esclrece que este extrto não exime requerente do cumprimento ds demis legislções vigentes no pís, plicáveis o objeto do requerimento. A íntegr deste Precer Técnico const do processo rquivdo n CTNBio. Informções complementres ou solicitções de miores informções sobre o processo cim listdo deverão ser encminhds por escrito à Secretri Executiv d CTNBio. WALTER COLLI DE PARECER TÉCNICO 594/2006 O Presidente d Comissão Técnic Ncionl de Biossegurnç - CTNBio, no uso de sus tribuições e de cordo com o rtigo 14, inciso XIX, d Lei /05 e do Art. 5º, inciso XIX do Decreto 5.591/05, torn público que n 92ª Reunião Ordinári, ocorrid em 20 de junho de 2006, CTNBio preciou e emitiu precer técnico pr o seguinte processo: Processo nº: / Requerente: Embrp Recursos Genéticos e Biotecnologi CNPJ: / Endereço: PqEB Prque Estção Biológic - Finl W 5 Norte - CEP: Brsíli -DF Assunto: Extensão do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç -CQB Extrto Prévio: 471/2006, publicdo em 21/02/2006 Reunião: 92ª Reunião Ordinári, ocorrid em 20/06/2006 Decisão: DEFERIDO A CTNBio, pós precição d solicitção de Extensão do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç - CQB 004/96, concluiu pelo seu DEFERIMENTO, nos termos deste Precer Técnico. A Embrp Recursos Genéticos e Biotecnologi solicitou à CTNBio extensão de seu CQB, credencido sob nº 004/96, pr s instlções de um cs de vegetção loclizd no próprio Centro, pr desenvolver tividdes de pesquis em regime de contenção com plnts (Algodão e Feijão) geneticmente modificds do grupo I. A cs de vegetção possui sistems utomáticos de Resfrimento (PAD), Irrigção por Microspersão, Sombremento Interno e Fotoperíodo. Em um ds lteris d cs de vegetção, foi instld 01 (um) Antecâmr de Acesso, com dimensões de 4,00 m de lrgur x 4,00m de comprimento. A ntecâmr foi construíd com perfis de ço glvnizdo fogo e perfis de lumínio, com cobertur em Plcs de Policrbonto Alveolr, espessur de 10mm e fechmentos com Tel Brnc Anti-fídeos, mbos com trtmento rios violet. Pr o controle de fotoperíodo interno n cs de vegetção, form instlds lâmpds especiis, tipo Bulbo Espelhd, clculds pr fornecer o mbiente 250 lux, controlds trvés de interruptor horário progrmável. Os soquetes são à prov de umidde. Foi instldo 01 (um) pinel de comndo elétrico, pr proteção e cionmento mnul ou utomático de todos os equipmentos elétricos. O pinel foi composto de chve comutdor com sinlizção, contdores, reles e disjuntores. A cix foi em chp de ço com proteção contr umidde e pr interligção com os motores e sensores (Termostto e Umidostto) foi fornecid fição elétric. Contudo, utorizção pr emissão de extensão do CQB 004/96 não implic n utorizção pr relizções de experimentos com OGMs. Após publicção ds novs Resoluções d CTNBio, os futuros pedidos envidos, deverão ser dequdos s novs legislções. Após nálise ds medids de biossegurnç descrits n solicitção, CTNBio entendeu que os OGMs e derivdos devem ser utilizdos nest unidde opertiv pens pr os fins propostos. Assim sendo e tendids s recomendções d CTN- Bio e s medids de biossegurnç contids no processo, ess tividde NÃO É potencilmente cusdor de significtiv degrdção do meio mbiente ou prejudicil à súde humn. No âmbito ds competêncis do rt. 14 d Lei /05, CTNBio considerou que s medids de biossegurnç proposts tendem às norms e à legislção pertinente que vism grntir biossegurnç do meio mbiente, gricultur, súde humn e niml. A CTNBio esclrece que este extrto não exime requerente do cumprimento ds demis legislções vigentes no pís, plicáveis o objeto do requerimento. A íntegr deste Precer Técnico const do processo rquivdo n CTNBio. Informções complementres ou solicitções de miores informções sobre o processo cim listdo deverão ser encminhds por escrito à Secretri Executiv d CTNBio. WALTER COLLI DE PARECER TÉCNICO 595/2006 O Presidente d Comissão Técnic Ncionl de Biossegurnç - CTNBio, no uso de sus tribuições e de cordo com o rtigo 14, inciso XIX, d Lei /05 e do Art. 5º, inciso XIX do Decreto 5.591/05, torn público que n 92ª Reunião Ordinári, ocorrid em 20 de junho de 2006, CTNBio preciou e emitiu precer técnico pr o seguinte processo: Processo nº: / Requerente: Sementes Dow AgroSciences Ltd CNPJ: / Endereço: Rodovi Anhnguer, Km 344 s/nº - CEP: Jrdinópolis -SP Assunto: Mudnç de époc de plntio dos ensios do processo nº / Extrto Prévio: 383/2006, publicdo em 21/02/2006 Reunião: 92ª Reunião Ordinári, ocorrid em 20/06/2006 Decisão: DEFERIDO A CTNBio, pós precição d solicitção de mudnç de époc de plntio dos ensios do processo nº / , concluiu pelo seu DEFERIMENTO, nos termos deste Precer Técnico. A Sementes Dow AgroScinces solicitou à CTNBio provção de mudnç de époc de plntio dos ensios do processo nº / , provdos pel CTNBio pr o plntio em 2005/06 ns Uniddes Opertivs d Sementes Dow Agrosciences de Indinópolis -MG, Jrdinópolis - SP e Cstro -PR. A necessidde dess lterção d dt de plntio pr outubro desse presente no se fez necessári pel dificuldde que se teve de relizr experimentção em époc dequd e ter informções ntes do florescimento pr seleção de plnts com crcterístics necessáris pr tendimento dos pdrões d empres. Porém recomend-se que sejm verificds s norms de biossegurnç já estbelecids pr que pesquis fosse relizd, bem como observr, os isolmentos espcil de 300 metros e temporl de 30 dis prtir d emergênci. No entnto, utorizção deste pedido relciondo à lterção d dt de plntio não implic n utorizção pr relizção de outros experimentos com OGMs. Após publicção ds novs Resoluções d CTNBio, os futuros pedidos envidos, deverão ser dequdos s novs legislções. No âmbito ds competêncis do rt. 14 d Lei /05, CTNBio considerou que s medids de biossegurnç proposts tendem às norms e à legislção pertinente que vism grntir biossegurnç do meio mbiente, gricultur, súde humn e niml. A CTNBio esclrece que este extrto não exime requerente do cumprimento ds demis legislções vigentes no pís, plicáveis o objeto do requerimento. A íntegr deste Precer Técnico const do processo rquivdo n CTNBio. Informções complementres ou solicitções de miores informções sobre o processo cim listdo deverão ser encminhds por escrito à Secretri Executiv d CTNBio. WALTER COLLI DE PARECER TÉCNICO 596/2006 O Presidente d Comissão Técnic Ncionl de Biossegurnç - CTNBio, no uso de sus tribuições e de cordo com o rtigo 14, inciso XIX, d Lei /05 e do Art. 5º, inciso XIX do Decreto 5.591/05, torn público que n 92ª Reunião Ordinári, ocorrid em 20 de junho de 2006, CTNBio preciou e emitiu precer técnico pr o seguinte processo: Processo nº: / Requerente: Embrp Agroindústri de Alimentos CNPJ: / Endereço: Avenid ds Américs, Gurtib - Rio de Jneiro - RJ - CEP Assunto: Extensão do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç Extrto Prévio: 563/2006, publicdo em 01/03/2006 Decisão: DEFERIDO A CTNBio, pós precição do pedido de extensão do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç - CQB nº 126/00, concluiu pelo seu DEFERIMENTO, nos termos deste precer técnico. A Embrp Agroindústri de Alimentos, detentor do CQB 126/00, solicitou à CTNBio extensão de seu CQB pr tividde de pesquis em regime de contenção, descrte e rmzenmento de orgnismo geneticmente modificdo de clsse de risco 1, Ze mys, evento TC1507 ou DAS01507, n form de grãos e forrgem. O trblho de detecção de OGM será executdo em instlções já credencids pel CTNBio. As medids de biossegurnç serão s mesms já provds pel CTNBio. Não há restrições o uso do OGM e seus derivdos, desde que seguids s condições previmente provds. Assim, tendids s recomendções d CTNBio e s medids de biossegurnç contids no processo, ess tividde não é potencilmente cusdor de significtiv degrdção do meio mbiente ou prejudicil à súde humn. No âmbito ds competêncis do rt. 14 d Lei /05, CTNBio considerou que s medids de biossegurnç proposts tendem às norms e à legislção pertinente que vism grntir biossegurnç do meio mbiente, gricultur, súde humn e niml. A CTNBio esclrece que este extrto não exime requerente do cumprimento ds demis legislções vigentes no pís, plicáveis o objeto do requerimento. A íntegr deste Precer Técnico const do processo rquivdo n CTNBio. Informções complementres ou solicitções de miores informções sobre o processo cim listdo deverão ser encminhds por escrito à Secretri Executiv d CTNBio. WALTER COLLI
28 <!ID > DELIBERAÇÃO <!ID > PORTARIA 28 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR NUCLEBRÁS EQUIPAMENTOS PESADOS S/A DIRETORIA ADMINISTRATIVA <!ID >D E S PA C H O S Processo: OC-0635/06 de 18/05/2006. Contrtd: Krom Prod. Grf. Rep. Ltd, Objeto: Um Processdor Kodk M35 Automáric. Vlor: R$ ,70 - Precer Jurídico CMC-069/2006. Justifictiv: A justifictiv técnic nex à RM que originou est contrtção, present s justifics pr quisição do equipmento e não relizção do certme licittório e indic empres Krom, pr o fornecimento. De cordo com justifictiv técnic suprcitd, quisição d máquin permitirá um umento d quntidde de filmes serem reveldos, diminuição do tempo pr obtenção do ludo finl do ensio de rios X em conseqüênci d diminuição do tempo d revelção,e, em decorrênci desses 2 ftores, obter-se-á mior produtividde, menor perd de mteril, com melhor qulidde, evitndo, ssim, repetições desnecessáris. Com lt velocidde do processmento devido o uso de soluções químics especiis, contínu gitção dos filmes, mnutenção d tempertur ds soluções e secgem por jtos de r quecido, hverá um redução significtiv do tempo opercionl no procedimento de ensio rdiográfico, o que é vitl, em grndes obrs, em que quntidde de ensios é volumos, como é o cso d fbricção dos Gerdores de Vpor de Reposição de Angr 1.N justifictiv técnic, são mencionds 2 empress fbricntes do equipmento, e que tendem às necessiddes d NUCLEP, porque são s únics, d pesquis relizd no mercdo, que processm filmes Kodk utilizdos pel empres em seus ensios rdiográficos. São els, frnces Cegelec e Kodk. Os preços ds máquins de mbs s empress se equivlem, sendo o d Kodk um pouco inferior o d Cegelec. A diferenç é que Kodk tem representnte no Brsil, Krom, que cotou o equipmento, e Cegelec pr comercilizção desse tipo de equipmento não possui representnte no pis. O fto de Kodk possuir representnte no Brsil, pesou n indicção pel Gerênci de Controle de Qulidde d NUCLEP d processdor utomátic Kodk Industrex M35 pr quisição, considerndo-se mior gilidde pr compr em território ncionl, em contrposição às dificulddes inerentes o processo de importção, e, considerndo, ind, que o equipmento d Kodk é o mis brto.considerndo que justifictiv cim tem fundmento no rt. 25 cput, d Lei 8666/93, reconheço inexigibilidde de licitção referente o processo suprcitdo. MARCOS AURÉLIO RODRIGUES DUARTE Gerente de Suprimentos Em observânci o rt. 26 d Lei 8666/93 e em fce do precer fvorável já efetudo pel consultori jurídic sobre o ssunto, rtifico decisão do Gerente de Suprimentos. PAULO ROBERTO TRINDADE BRAGA Diretor Administrtivo CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO <!ID > DESPACHO DO DIRETOR Em 26 de junho de ª Relção de revlidção de credencimento - Lei 8.010/90 ENTIDADE C R E D E N C I A M E N TO CNPJ Universidde Ctólic de Brsíli / / GILBERTO PEREIRA XAVIER Ministério d Cultur AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL 193, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O SUPERINTENDENTE DE DESENVOLVIMENTO IN- DUSTRIAL d ANCINE, no uso ds tribuições legis conferids pel Portri n o - 11 de 28 de jneiro de 2005 e em cumprimento o disposto n Lei n o , de 23 de dezembro de 1991, Lei n o , de 20 de julho de 1993, Medid Provisóri n o , de 06 de setembro de 2001, lterd pel Lei n o , de 13 de mio de 2002, e Decreto n o , de 04 de novembro de 2002, deliber: Art. 1 o - - Prorrogr o przo de cptção e relizr revisão orçmentári de cordo com Instrução Normtiv 42, de 30 de gosto de 2005 do projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés medinte doções ou ptrocínios, n form previst nos Arts. 25 e 26 d Lei n o / Universo Pntnl Processo: / Proponente: M T Okmur Serviços. Cidde/UF: Cuibá / MT CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: de R$ ,76 pr R$ ,45 Vlor Aprovdo n Lei n o /91: de R$ ,76 pr R$ ,45 Bnco: 001- Agênci: Cont Corrente: Przo de cptção: de 01/01/2006 té 31/12/2006. Art. 2 o - - Prorrogr o przo de cptção e relizr revisão orçmentári de cordo com Instrução Normtiv 42, de 30 de gosto de 2005 do projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés d comercilizção de Certificdos de Investimento nos termos do Art. 1 o - d Lei n o /93 e medinte doções ou ptrocínios, n form previst nos Arts. 25 e 26 d Lei n o / Um Homem Chmdo Rondon Processo: / Proponente: Brr Filmes Ltd. Cidde/UF: São João de Meriti / RJ CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: de R$ ,93 pr R$ , 6 3 Vlor Aprovdo no Art. 1 o - d Lei n o /93: R$ ,00 Bnco: 001- Agênci: Cont Corrente: Vlor Aprovdo n Lei n o /91: de R$ ,89 pr R$ ,59 Bnco: 001- Agênci: Cont Corrente: Przo de cptção: de 01/01/2006 té 31/12/2006. Art. 3 o - - Prorrogr o przo de cptção do projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés medinte doções ou ptrocínios, n form previst nos Arts. 25 e 26 d Lei n o / Sobre o Humor e o Riso Processo: / Proponente: Locomotiv Cinem e Arte Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro / RJ CNPJ: / Przo de cptção: de 01/01/2006 té 31/12/2006. Art. 4 o - - Prorrogr o przo de cptção e relizr revisão orçmentári de cordo com Instrução Normtiv 42, de 30 de gosto de 2005 do projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés d comercilizção de Certificdos de Investimento e d formlizção de contrtos de co-produção nos termos dos Arts. 1 o - e 3 o - d Lei n o /93 e medinte doções ou ptrocínios, n form previst nos Arts. 25 e 26 d Lei n o / Históri do Crnvl Crioc Processo: / Proponente: V F Produções de Artes Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro / RJ CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: de R$ ,81 pr R$ ,90 Vlor Aprovdo no Art. 1 o - d Lei n o /93: R$ ,00 Bnco: 001- Agênci: Cont Corrente: Vlor Aprovdo no Art. 3 o - d Lei n o /93: R$ ,20 Bnco: 001- Agênci: Cont Corrente: Vlor Aprovdo n Lei n o /91: de R$ ,20 pr R$ ,29 Bnco: 001- Agênci: Cont Corrente: Przo de cptção: de 01/01/2006 té 31/12/2006. Art. 5 o - - Aprovr o remnejmento do projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés d comercilizção de Certificdos de Investimento e d formlizção de contrtos de co-produção nos termos dos Arts. 1 o - e 3 o - d Lei n o /93 e medinte doções ou ptrocínios, n form previst nos Arts. 25 e 26 d Lei n o / Brco Seco Processo: / Proponente: Solr Filmes Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro / RJ CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: R$ ,68 Vlor Aprovdo no Art. 1 o - d Lei n o /93: de R$ ,00 pr R$ ,00 Bnco: 001- Agênci: Cont Corrente: Vlor Aprovdo no Art. 3 o - d Lei n o /93: de R$ ,00 pr R$ ,00 Bnco: 001- Agênci: Cont Corrente: Vlor Aprovdo n Lei n o /91: de R$ ,00 pr R$ ,00 Bnco: 001- Agênci: Cont Corrente: Przo de cptção: de 01/01/2006 té 31/12/2006. Art. 6 o - - Aprovr lterção de título do projeto udiovisul relciondo bixo de Blé d Utopi pr Sonhos e Desejos Sonhos e Desejos Processo: / Proponente: Filmes do Equdor Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro / RJ CNPJ: / Przo de cptção: de 01/01/2006 té 31/12/2006 Art. 7 o - - Est Deliberção entr em vigor n dt de su publicção. LUIZ FERNANDO NOEL DE SOUZA FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES 144, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O Presidente d Fundção Ncionl de Artes - Funrte, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso V, rtigo14, do Esttuto provdo pelo Decreto 5.037, de 07/04/2004, publicdo no DOU de 08/04/2004, resolve: Publicr relção ds bnds de músic civis selecionds pelo Progrm Ncionl Bnds de Músic, contemplds com distribuição grtuit de instrumentos de sopro: ESTADO DE PARANÁ Proc / PRONAC n o , Proc / PRONAC n o e Proc / PRONAC n o Fundção Culturl e Artístic de Cmbé - Corporção Musicl 7 de Setembro - Cmbé Proc / PRONAC n o Prefeitur Municipl de Bls Nov - Bnd Musicl Municipl de Bls Nov - Bls Nov Proc / PRONAC n o Fundção Culturl de Foz do Iguçu - Bnd Municipl de Foz do Iguçu - Foz do Iguçu Proc / PRONAC n o Prefeitur Municipl de Lrnjeirs do Sul - Bnd Municipl de Lrnjeirs do Sul - Lrnjeirs do Sul Proc / PRONAC n o Prefeitur Municipl de Cndói - Bnd Jovem Municipl Tlentos d Terr - Cndói Proc / PRONAC n o Associção dos Músicos d Bnd Municipl de Mrechl Cândido Rondon - Bnd Municipl de Mrechl Cândido Rondon Proc / PRONAC n o Prefeitur Municipl de Contend - Bnd Musicl Municipl Contend Proc / PRONAC n o Prefeitur Municipl de Mrmeleiro - Bnd Municipl de Mrmeleiro Proc / PRONAC n o Prefeitur Municipl de Plmeir - Bnd Municipl Hrmoni - Plmeir ESTADO DO RIO DE JANEIRO Proc / PRONAC Associção Musicl 22 de Outubro - São Fidélis Proc / PRONAC e Proc / Sociedde Musicl União Ribeironense - Bom Jrdim Proc / PRONAC Fundção de Cultur, Esporte e Lzer / Sociedde Musicl São Sebstião - Brr Mns Proc / PRONAC Prefeitur Municipl de Crdoso Moreir / Bnd de Músic do Município de Crdoso Moreir - Crdoso Moreir Proc / PRONAC Grêmio Recretivo Musicl Gupiense - Gupimirim Proc / PRONAC Ginásio Musicl Recretivo 24 de Fevereiro - Snt Cruz / Rio de Jneiro Proc / Associção Musicl Lir Porciunculense - Porciúncul Proc / S.M.B. Cmpesin Friburguense / Cmpesin Friburguense - Nov Friburgo Proc / Sociedde Musicl Noss Senhor d Conceição - Vssours
29 <!ID > PORTARIA 0> - D I <! RETIFICAÇÃO Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN Proc / Sociedde Musicl Isbelense - Snt Isbel do Rio Preto Proc / Sociedde Musicl Vinte de Jneiro - Itperun Proc / Prefeitur Municipl de Mcuco / Sociedde Musicl São João Btist - Mcuco Proc / Prefeitur Municipl de Porto Rel / Bnd Musicl de Porto Rel - Porto Rel ANTONIO CARLOS GRASSI SECRETARIA DO AUDIOVISUAL N Portri n o - 11, de 22 de junho de 2006, publicd no DOU de 23 de junho de 2006, págins 19 22, seção 1, onde se lê: 189 Três Corções Lei-se:. 189 Três Estções Ministério d Defes COMANDO DO EXÉRCITO GABINETE DO COMANDANTE 354, DE 22 DE JUNHO DE 2006 Aprov o Regulmento de Pessol d Indústri de Mteril Bélico do Brsil - IM- BEL, e dá outrs providêncis. O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 4 o - d Lei Complementr n o - 97, de 9 de junho de 1999, de cordo com o prescrito no rt. 15, inciso XIII, líne b, do Esttuto Socil d Indústri de Mteril Bélico do Brsil - IMBEL, provdo pelo Decreto n o , de 12 de jneiro de 2005, e em tenção à Resolução n o - 12/05-CA/IMBEL, de 15 de dezembro de 2005, do Presidente do Conselho de Administrção d IMBEL, resolve: Art. 1 A Aprovr o Regulmento de Pessol d Indústri de Mteril Bélico do Brsil - IMBEL, que com est bix. Art. 2 o - Estbelecer que est Portri entre em vigor n dt de su publicção. Art. 3 o - Revogr o Despcho do Ministro do Exército, de 4 de novembro de 1993, que provou o Regulmento de Pessol d IM- BEL, publicdo no Diário Oficil d União n o - 211, de 5 de novembro de 1993, e Resolução do Conselho de Administrção d IMBEL n o - 4, de 26 de bril de FRANCISCO ROBERTO DE ALBUQUERQUE ANEXO REGULAMENTO DE PESSOAL DA INDÚSTRIA DE MATERIAL BÉLICO - IMBEL CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o - O presente Regulmento tem por finlidde estbelecer s diretrizes básics reltivs o pessol d Indústri de Mteril Bélico do Brsil (IMBEL). Art. 2 o - As relções entre IMBEL e seus empregdos serão regids pelos dispositivos legis previstos n Constituição Federl, n Consolidção ds Leis do Trblho (CLT), pelo Esttuto Socil, pelo Regimento Interno, pelo Plno de Crgos, Slários, Vntgens e Benefícios (PCSVB), pel vlição de desempenho, pelo Código de Étic Profissionl, pels norms própris d Empres, pelo Acordo Coletivo e demis norms plicáveis pelos órgãos controldores do Governo Federl. CAPÍTULO II DA POLÍTICA DE RECURSOS HUMANOS Art. 3 o - A Polític de Recursos Humnos d IMBEL está consubstncid ns seguintes premisss: I - crir condições de trblho que permitm grntir um efetiv prticipção dos empregdos ns tuções d Empres; II - mnter um estrutur orgnizcionl cpz de grntir mis intens prticipção dos empregdos nos resultdos d Empres; III - desenvolver e consolidr um comportmento centrdo em serviços e resultdos, de form grntir eficáci orgnizcionl; IV - desenvolver tecnologis dministrtivs e gerenciis moderns e justds à relidde; V - propicir e mnter condições pr o exercício de um ção gerencil ágil e dinâmic; e VI - promover o contínuo desenvolvimento dos seres humnos e o compnhmento d evolução mbientl, com o propósito de evitr obsolescênci do conhecimento e d informção. CAPÍTULO III DO QUADRO DE PESSOAL Art. 4 o - O Qudro de Pessol é integrdo por tods s pessos que prestm serviços de nturez não eventul à Empres, sob su dependênci e medinte slário. Art. 5 o - O totl dos crgos efetivos, preenchidos medinte dmissão por concurso público, crescido do totl de funções de confinç, não poderá ultrpssr os limites de empregdos n Empres, estbelecidos pelo Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão (MPOG). CAPÍTULO IV DA SELEÇÃO E ADMISSÃO Art. 6 o - Os empregdos d IMBEL serão dmitidos medinte provção prévi em concurso público de provs ou de provs e títulos, relizdo de cordo com nturez do crgo ou função, observdo o previsto no rt. 37 d Constituição Federl e os critérios estbelecidos no Editl do Concurso, e de conformidde com o PCSVB e com legislção vigente. Art. 7 o - O concurso público deverá permitir verificção de conhecimentos geris (português, mtemátic, idiom estrngeiro, informátic e ssuntos d tulidde) e específicos indispensáveis pr o preenchimento dos crgos necessários às tividdes d Empres e, qundo pertinente, terá um etp prátic. Prágrfo único. O concurso público será relizdo por um orgnizção especilizd, de comprovd idoneidde, que será contrtd pr esse fim. Art. 8 o - A relizção do concurso público não constitui pr Empres obrigção de dmitir os cndidtos provdos, devendo sempre destinr-se à formção de cdstro e reserv de pessol, conforme s necessiddes d Empres. Art. 9 o - Qundo o exercício profissionl depender d hbilitção legl, do diplom de conclusão de curso regulr ou registro em órgão profissionl competente, dmissão do cndidto estrá condiciond à comprovção desses requisitos. Prágrfo único. O cndidto deverá estr plenmente hbilitdo pr o exercício d função n dt de execução do concurso público. Art. 10. A dmissão de pessol fr-se-á título experimentl, pelo przo de qurent e cinco dis, prorrogável um vez por igul período, critério do órgão interessdo, que opinrá por escrito o órgão de Recursos Humnos sobre conveniênci de ser mntido, ou não, o contrto de trblho. Art. 11. O cndidto provdo deverá se submeter à vlição de súde e vlição psicológic. Art. 12. A Empres poderá contrtr, por przo determindo, independentemente de provs de hbilitção em concurso público, empregdos pr o desempenho de funções de confinç, ou designr, pr esss funções, empregdos do seu Qudro de Pessol, obedecids s limitções e quntittivos de pessol estbelecidos pelo Deprtmento de Coordenção e Controle ds Empress Esttis, do MPOG. Prágrfo único. São considerds funções de confinç s de Superintendente, Procurdor Jurídico, Chefe de Gbinete d Presidênci, Ouvidor/Controldor, Secretário-Gerl d Vice-Presidênci, Assessor e Chefe de Divisão. Art. 13. As nomeções e s exonerções pr s funções de confinç serão feits por Portri do Diretor-Presidente. Prágrfo único. O Superintendente de Auditori Intern será designdo pós provção do Conselho de Administrção, nos termos do inciso V do rt. 15 do Esttuto Socil d IMBEL. Art. 14. A critério d Diretori, poderão ser contrtdos os técnicos ou especilists, ncionis ou estrngeiros, pr trblhos específicos ou por tempo determindo. CAPÍTULO V DA RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO Art. 15. A rescisão do contrto de trblho, nos termos d legislção em vigor, poderá ocorrer: I - pedido do empregdo; II - por inicitiv d Empres, qulquer tempo; III - por posentdori; IV - por morte do empregdo; V - por término de Contrto com przo determindo; VI - pelos motivos elencdos no rt. 482 d CLT; e VII - nos demis csos previstos em lei. CAPÍTULO VI DA REMUNERAÇÃO Art. 16. A remunerção e os benefícios que têm direito os empregdos serão fixdos no PCSVB d IMBEL e tulizdos de cordo com legislção em vigor. Prágrfo único. O PCSVB fixrá s condições em que serão pgos os slários os empregdos, juntmente com s vntgens que fizerem jus. Art. 17. A remunerção dos militres d tiv e d reserv e dos empregdos esttutários colocdos à disposição d IMBEL regerse-á pel legislção pertinente. Art. 18. Todos os Diretores frão jus à remunerção conforme previsto n legislção em vigor. CAPÍTULO VII DA FREQÜÊNCIA Art. 19. É dever de todo empregdo comprecer dirimente, dentro do horário fixdo, o locl de trblho e registrr su freqüênci por meio de um registro mecnizdo ou eletrônico (mrcção de ponto). Prágrfo único. O empregdo deve procurr o seu chefe imedito, no início do expediente seguinte su flt o serviço, pr informr os motivos d flt. Art. 20. O registro de freqüênci será obrigtório pr todos os empregdos, exceto pr os Diretores e os que exercem funções de confinç e pr os crgos cujo exercício exige tividde em mbiente externo. Prágrfo único. Os empregdos que desempenhm funções isents de registro de freqüênci não estrão sujeitos o recebimento de hors extrordináris. Art. 21. Hverá tolerânci de cinco minutos pr entrd em cd expediente, té três trsos durnte o mês, visndo tender eventuis imprevistos. Prágrfo único. Cso som dos tempos dos trsos mensis ultrpssr quinze minutos, o desconto no slário será feito computndo-se totlidde do tempo de trso, sem bter tolerânci. Art. 22. As flts o serviço, o comprecimento com trso ou síd ntecipd, desde que não justificdos, sujeitrão o empregdo, lém do desconto estbelecido n CLT, às penliddes que serão plicds segundo s norms estbelecids pel Empres e divulgds os empregdos. 1 o - As flts decorrentes de doençs ou motivos de forç mior deverão ser imeditmente comunicds pelo empregdo ou pelo seu chefe imedito, que frá, por escrito, devid comunicção à áre de Recursos Humnos. 2 o - Os csos de doenç serão comprovdos com presentção de testdos médicos, sujeitos notificções do médico do trblho d Empres. CAPÍTULO VIII DAS FÉRIAS E DAS LICENÇAS Art. 23. Os empregdos d IMBEL gozrão o período de féris que tiverem direito, conforme previsto n legislção, segundo progrmção previmente provd pelo superior hierárquico. Art. 24. As féris dos empregdos d IMBEL serão de, no máximo, trint dis corridos. Prágrfo único. Aos menores de dezoito nos e os miores de cinqüent nos de idde, s féris serão sempre concedids de um só vez. Art. 25. O empregdo poderá converter um terço do período de féris que tiver direito em bono pecuniário, de cordo com rt. 143 d CLT, por meio de pedido feito o órgão de Recursos Humnos quinze dis ntes do término do seu período quisitivo. Art. 26. O pgmento d remunerção ds féris será efetudo té dois dis ntes do início do respectivo período. Art. 27. Os empregdos d IMBEL frão jus às licençs, conforme previsto no rt. 473 d CLT e no Acordo Coletivo. Art. 28. Além dos csos previstos n legislção em vigor, poderão ser concedids licençs pedido do empregdo, critério d Diretori, ns seguintes hipóteses: I - pr estudos especilizdos, no pís ou no exterior, desde que interessem diretmente à Empres; e II - em csos especiis, pr tendimento necessiddes de cráter prticulr, por meio de licençs não remunerds, sem prejuízo dos interesses d Empres e seu critério. CAPÍTULO IX DOS DEVERES E DAS RESPONSABILIDADES DOS EMPREGADOS Art. 29. São deveres dos empregdos: I - ser pontul e ssíduo, ciente de que qulquer tolerânci com relção à pontulidde, ssiduidde e registro de ponto não implic revogção dos preceitos deste Regulmento e não desobrig o empregdo de presentr justifictiv, por escrito, sob pen de se constituir precedente pr plicção de snção disciplinr; II - mnter discrição no trto dos ssuntos que não devm tornr-se públicos; III - trtr com urbnidde os chefes, compnheiros e demis empregdos de qulquer gru hierárquico, ssim como terceiros que se encontrem nos locis de trblho; IV - ser lel à Empres e à preservção do seu conceito; V - ser imprcil em sus informções e decisões, evitndo preferêncis pessois; VI - mnter espírito de cooperção e solidriedde n equipe de trblho; VII - observr s norms legis e dministrtivs; VIII - obedecer s ordens superiores, exceto qundo reconhecidmente ilegis; IX - zelr pel economi e conservção dos mteriis e equipmentos, inclusive veículos, que lhe forem confidos; X - providencir pr que os seus ddos estejm sempre tulizdos no órgão de Recursos Humnos, bem como cuidr pr que su Crteir de Trblho e Previdênci Socil estej sempre tulizd; XI - tender convocções que forem feits pr serviços extrordinários, n form d lei; XII - mnter sigilo bsoluto qunto os trblhos, trefs e ssuntos d Empres que sejm do seu conhecimento, nos termos do rt. 12 d Lei n o , de 14 de julho de 1975; XIII - levr o conhecimento d Administrção qulquer to ou fto de que tenh conhecimento contr os interesses d Empres ou que poss denegrir su reputção; e XIV - cumprir s demis regrs e deveres previstos no Código de Étic Profissionl estbelecido pel Empres e pel Legislção Federl. Art. 30. Ao empregdo é proibido: I - referir-se de modo desrespeitoso às chefis ou às utoriddes o prestr informções, emitir precer ou durnte despcho; II - retirr do locl de trblho, sem prévi utorizção competente, qulquer documento ou objeto pertencente à Empres; III - vler-se do crgo pr logrr vntgem, em detrimento d dignidde d função ou do conceito d Empres;
30 <!ID > <!ID > <!ID > PORTARIA <!ID > <!ID > 30 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 IV - controlr o cpitl, prticipr de gerênci ou mnter qulquer vínculo profissionl com empress que sejm fornecedors/clientes d IMBEL ou prestdors de serviço de qulquer nturez; V - propicir fciliddes prejudiciis os interesses do serviço ou d Empres, por subserviênci terceiros ou filição entiddes de qulquer nturez; VI - usentr-se do serviço durnte o expediente, sem utorizção do seu chefe imedito; VII - prticr usur em qulquer ds sus forms ou proporcionr fciliddes pr que terceiros fçm; VIII - receber comissões ou vntgens de qulquer espécie, em rzão ds sus tribuições funcionis, exceto s grtificções prevists em lei; IX - plicr irregulrmente os recursos finnceiros d Empres que, em função do crgo ocupdo ou de incumbêncis especiis delegds pel utoridde competente, estiverem sob su responsbilidde; X - promover reuniões ns dependêncis d Empres, sej que título for, sem utorizção express do chefe imedito; XI - permnecer no recinto d Empres pós o término do expediente, não ser por determinção ou utorizção do seu superior hierárquico; XII - divulgr informções sigiloss ou privtivs d Empres elementos estrnhos, sem utorizção express; XIII - divulgr notícis ou botos inverídicos que possm trzer instbilidde ou dnos à Empres e os empregdos; e XIV - comprometer, de qulquer form, o bom nome d Empres. Art. 31. O empregdo poderá ser responsbilizdo ns esfers trblhist, civil, criminl e dministrtiv: I - pelos prejuízos que cusr à Empres ou terceiros por imperíci, negligênci, imprudênci, omissão ou dolo; II - pel sonegção de objetos ou documentos confidos su gurd; III - pel divulgção de informções sigiloss ou privtivs d Empres, sem utorizção; IV - pel não imputção de responsbilidde seus subordindos infrtores; e V - por buso ou omissão no exercício do crgo. Prágrfo único. A responsbilidde, conforme nturez d trnsgressão cometid, será purd trvés de sindicânci ou inquérito dministrtivo no przo máximo de trint dis, contdos d ocorrênci d flt. CAPÍTULO X DA AÇÃO DISCIPLINAR E DAS PENALIDADES Art. 32. Aos militres cedidos pr IMBEL plicr-se-ão s norms do Regulmento Disciplinr específico. Art. 33. Aos esttutários plicm-se s snções prevists n legislção em vigor. Art. 34. A ção disciplinr é destind punir o empregdo incurso em flts disciplinres, de cordo com seguinte clssificção: I - dvertênci verbl; II - dvertênci por escrito; III - suspensão; ou IV - demissão por just cus. 1 o - As penliddes prevists neste rtigo poderão ser plicds independentemente d ordem em que estão relcionds, levndo-se em considerção grvidde d flt cometid e os dnos del provenientes, mesmo em cso de primeir infrção. 2 o - As penliddes serão plicds pelos Superintendentes de Deprtmento ou de Uniddes de Produção, com provção do respectivo Diretor, cbendo recurso, em últim instânci, dirigido o Diretor Vice-Presidente Executivo. Art. 35. A pen de suspensão não excederá trint dis consecutivos de trblho. Art. 36. O empregdo suspenso não perceberá slário ou outrs vntgens durnte o período em que durr suspensão. Art. 37. A snção disciplinr deverá considerr s circunstâncis tenuntes e grvntes, os ntecedentes do empregdo e reincidênci indisciplinr, e será plicd de cordo com grdção d flt cometid pelo empregdo, com notção n su fich funcionl. 1 o - As flts, de cordo com su grdção, clssificm-se em: I - leve; II - médi; e III - grve. 2 o - Flt leve é quel que não crret prejuízo ptrimonil à Empres, ms perturb ordem do serviço ou cus constrngimento às pessos; punível com dvertênci verbl ou escrit, ou suspensão de um cinco dis, com rebilitção pós trnscorridos três nos. 3 o - Flt médi é quel que, embor não se revist de grvidde, crret dnos o serviço ou o ptrimônio d Empres, ou exerce influênci negtiv sobre disciplin, de um modo gerl; punível com suspensão seis quinze dis, com rebilitção pós trnscorridos qutro nos. 4 o - Flt grve é quel decorrente de dolo ou culp, que ocsion prejuízo à Empres ou o seu corpo funcionl, sujeitndo o infrtor, em qulquer hipótese, à pen de suspensão de dezesseis trint dis, com rebilitção trnscorridos cinco nos. Art. 38. Nos csos de flt grve, pós purção em sindicânci, o empregdo poderá ser demitido por just cus, conforme previsto no rt. 482 d CLT. Art. 39. O empregdo poderá ser fstdo de su função enqunto durr purção ds irregulriddes. Prágrfo único. O empregdo que for cusdo de flt grve, e possuir estbilidde provisóri, poderá ser fstdo de su função; rescisão do seu contrto de trblho tornr-se-á efetiv pós o Inquérito Judicil, que Empres obrigtorimente juizrá pernte Justiç do Trblho, n form do rt. 853 d CLT. Art. 40. O empregdo que tomr conhecimento de to ou fto irregulr deverá comunicr à utoridde competente, pr que el insture o procedimento purdor. Art. 41. A purção dos tos ou ftos irregulres que envolvm diret ou indiretmente os empregdos d Empres deve ser relizd por sindicânci. Prágrfo único. A Diretori ou Superintendênci à qul o empregdo estiver vinculdo é responsável pel insturção d sindicânci. CAPÍTULO XI DA COMISSÃO DE ÉTICA Art. 42. À Comissão de Étic cbe insturr processo sobre fto ou condut considerdos pssíveis de infringênci princípios ou norms ético-profissionis, bem como receber denúncis ou representções formulds por ou contr funcionários d Empres. CAPÍTULO XII DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. 43. As disposições deste Regulmento tmbém se plicm - no que couber -, o pessol cedido por outros órgãos ou que prestm serviços eventuis e temporários à IMBEL. Art. 44. O Diretor-Presidente d IMBEL bixrá s instruções que se fizerem necessáris o cumprimento deste Regulmento e resolverá s dúvids e os csos omissos suscitdos n su plicção. Art. 45. Este Regulmento entrrá em vigor n dt de su publicção, ficndo revogds s disposições em contrário. COMANDO MILITAR DO PLANALTO 11ª REGIÃO MILITAR <!ID >D E S PA C H O S Dispens de Licitção 02/2006-Pmb Reconheço Dispens de Licitção fundmentd nos termos do inciso VIII do rtigo 24 d Lei de 21 de junho de 1993, conforme Precer Jurídico n o - 005/ Ass Jur/PMB de 09 de junho de 2006, pr Cessão de Uso em nome d Sr MANOEL ROCHA NETO, representndo o Bnco do Brsil, prtir de 01 de julho de Brsíli-DF, 23 de junho de 2006 ANTÔNIO RAMOS - CEL Ordendor de Despess Rtifico decisão do Ordendor de Despess d Prefeitur Militr de Brsíli, exrd no TERMO De DISPENSA 02/ PMB, crcterizd nos termos do inciso VIII do rtigo 24 d Lei n o de 21 de junho de Brsíli-DF, 26 de junho de 2006 Gen Bd ADHEMAR DA COSTA MACHADO FILHO Comndnte Dispens de Licitção 3/2006-Pmb Reconheço Dispens de Licitção fundmentd nos termos do inciso VIII do rtigo 24 d Lei de 21 de junho de 1993, conforme Precer Jurídico n o - 005/ Ass Jur/PMB de 09 de junho de 2006, pr Cessão de Uso em nome d Sr INAR BEATRIZ CIDRIM De CARVALHO, representndo Cix Econômic Federl, prtir de 01 de julho de Brsíli-DF, 23 de junho de 2006 ANTÔNIO RAMOS - CEL Ordendor de Despess Rtifico decisão do Ordendor de Despess d Prefeitur Militr de Brsíli, exrd no TERMO De DISPENSA 03/ PMB, crcterizd nos termos do inciso VIII do rtigo 24 d Lei n o de 21 de junho de Brsíli-DF, 26 de junho de 2006 Gen Bd ADHEMAR DA COSTA MACHADO FILHO Comndnte Dispens de Licitção 4/2006-Pmb Reconheço Dispens de Licitção fundmentd nos termos do inciso VIII do rtigo 24 d Lei de 21 de junho de 1993, conforme Precer Jurídico n o - 005/ Ass Jur/PMB de 09 de junho de 2006, pr Cessão de Uso em nome d Sr JOSÉ LEOPOLDINO e SILVA, representndo Fundção Hbitcionl do Exército, prtir de 01 de julho de Brsíli-DF, 23 de junho de 2006 ANTÔNIO RAMOS - CEL Ordendor de Despess Rtifico decisão do Ordendor de Despess d Prefeitur Militr de Brsíli, exrd no TERMO De DISPENSA 04/ PMB, crcterizd nos termos do inciso VIII do rtigo 24 d Lei n o de 21 de junho de Brsíli-DF, 26 de junho de 2006 Gen Bd ADHEMAR DA COSTA MACHADO FILHO Comndnte <!ID > Dispens de Licitção 01/2006-Pmb Reconheço Dispens de Licitção fundmentd nos termos do inciso VIII do rtigo 24 d Lei de 21 de junho de 1993, conforme Precer Jurídico n o - 005/ Ass Jur/PMB de 09 de junho de 2006, pr Cessão de Uso em nome d Sr EILTON OLIVEIRA DO NASCIMENTO, representndo o Bnco do Brsil, prtir de 01 de julho de Brsíli-DF, 23 de junho de 2006 ANTÔNIO RAMOS - CEL Ordendor de Despess Rtifico decisão do Ordendor de Despess d Prefeitur Militr de Brsíli, exrd no TERMO De DISPENSA 01/ PMB, crcterizd nos termos do inciso VIII do rtigo 24 d Lei n o de 21 de junho de Brsíli-DF, 26 de junho de 2006 Gen Bd ADHEMAR DA COSTA MACHADO FILHO Comndnte Inexigibilidde de Licitção 2/2006-PMB Reconheço Inexigibilidde de Licitção d cessão de uso pr exercício de tividde poio pel Associção dos Servidores Civis do Exército (ASCEx), nos termos do cput do rtigo 25 d Lei n o de 21 de junho de 1993, conforme Precer Jurídico n o - 005/ Ass Jur/PMB de 09 de junho de 2006, pr Cessão de Uso em nome do Sr LUIZ CARLOS CARNEIRO De ARAÚJO, representndo Associção dos Servidores Civis do Exército (AS- CEx), prtir de 01 de julho de Brsíli-DF, 23 de junho de 2006 ANTÔNIO RAMOS - CEL Ordendor de Despess Rtifico decisão do Ordendor de Despess d Prefeitur Militr de Brsíli, exrd no TERMO De INEXIGIBILIDADe De LICITAÇÃO 02/ PMB, nos termos do cput do rtigo 25 d Lei n o de 21 de junho de Brsíli, 26 de junho de 2006 Gen Bd - ADHEMAR DA COSTA MACHADO FILHO Comndnte Inexigibilidde de Licitção 1/2006-Pmb Reconheço Inexigibilidde de Licitção d cessão de uso pr exercício de tividde poio pel Empres Brsileir de Correios e Telégrfos (EBCT), nos termos do cput do rtigo 25 d Lei n o de 21 de junho de 1993, conforme Precer Jurídico n o - 005/ Ass Jur/PMB de 09 de junho de 2006, pr Cessão de Uso em nome do Sr ALBERTO DIAS, representndo Empres Brsileir de Correios e Telégrfos (EBCT), prtir de 01 de julho de Brsíli-DF, 23 de junho de 2006 ANTÔNIO RAMOS - CEL Ordendor de Despess Rtifico decisão do Ordendor de Despess d Prefeitur Militr de Brsíli, exrd no TERMO De INEXIGIBILIDADe De LICITAÇÃO 01/ PMB, nos termos do cput do rtigo 25 d Lei n o de 21 de junho de Brsíli, 26 de junho de 2006 Gen Bd - ADHEMAR DA COSTA MACHADO FILHO Comndnte COMANDO DA AERONÁUTICA GABINETE DO COMANDANTE 645/GC2, DE 23 DE JUNHO DE 2006 Aprov s instruções sobre o trnsporte éreo de utoriddes e comitivs em eronves do Comndo d Aeronáutic. O COMANDANTE DA AERONÁUTICA, de conformidde com o previsto nos incisos I e XIV do rt. 23 d Estrutur Regimentl do Comndo d Aeronáutic, provd pelo Decreto n o , de 26 de gosto de 2004, resolve: Art. 1 o - Aprovr instrução que trt do trnsporte éreo de utoriddes e comitivs em eronves do Comndo d Aeronáutic. Art. 2 o - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. Art. 3 o - Revog-se Portri n o - 78/GCRP, de 14 de fevereiro de Art. 4o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. Ten Brig Ar LUIZ CARLOS DA SILVA BUENO
31 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL <!ID >PORTARIA N o - 864/SEORI, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O SECRETÁRIO DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri n o - 207/MD, de 27 de fevereiro de 2004, e considerndo o disposto no Decreto n o , de 19 de mio de 2006, ns Portris Interministeriis n os 125/MP/MF, de 19 de mio de 2006 e 146/MP/MF, de 1 o de junho de 2006, e n Portri n o 147, de 6 de junho de 2006, resolve: Art. 1 o - A movimentção e o empenho ds dotções orçmentáris dos Comndos Militres e d dministrção centrl do Ministério d Defes, constntes d Lei n o , de 16 de mio de 2006, ficm limitdos os vlores fixdos nos Anexos I, II, III, IV e V dest Portri. Art. 2 o - Fic utorizdo o pgmento de despess, no exercício de 2006, inclusive dos Restos Pgr dos Comndos Militres e d dministrção centrl do Ministério d Defes, té os limites menciondos nos Anexos VI, VII, VIII, IX e X dest Portri. Art. 3 o - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ANTONIO CARLOS AYROSA ROSIÈRE <!ID > ANEXO I <!ID > ANEXO II <!ID > ANEXO III LIMITES PARA MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO R$ MIL COMANDO / UNIDADE LEI ORÇAMENTÁRIA QUADRIMESTRES ATÉ AGO ATÉ DEZ CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L INVERSÕES FI- INVERSÕES FI- INVERSÕES FI- NANCEIRAS NANCEIRAS NANCEIRAS ADMINISTRAÇÃO CENTRAL MINISTÉRIO DA DEFESA FUNDO DO MD FUNDO DE ADM. DO HFA FUNDO DO SERV. MILITAR FUNDO AEROVIÁRIO AERONÁUTICA E X É R C I TO MARINHA TO TA L Fontes: 100, 111, 112, 113, 115, 118, 120, 129, 130, 132, 134, 135, 139, 141, 142, 148, 151, 153, 155, 157, 159, 162, 164, 172, 174, 175, 176, 180, 191, 249, 280, 293, e sus correspondentes, resultntes d incorporção de sldos de exercícios nteriores. LIMITES PARA MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO R$ MIL COMANDO / UNIDADE LEI ORÇAMENTÁRIA QUADRIMESTRES ATÉ AGO ATÉ DEZ CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L INVERSÕES FI- INVERSÕES FI- INVERSÕES FI- NANCEIRAS NANCEIRAS NANCEIRAS ADMINISTRAÇÃO CENTRAL MINISTÉRIO DA DEFESA FUNDO DO MD FUNDO DE ADM. DO HFA FUNDO DO SERV. MILITAR FUNDO AEROVIÁRIO AERONÁUTICA E X É R C I TO MARINHA TO TA L Fontes: 150, 250 e sus correspondentes, resultntes d incorporção de sldos de exercícios nteriores. LIMITES PARA MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO R$ MIL COMANDO / UNIDADE LEI ORÇAMENTÁRIA QUADRIMESTRES ATÉ AGO ATÉ DEZ CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L INVERSÕES FI- INVERSÕES FI- INVERSÕES FI- NANCEIRAS NANCEIRAS NANCEIRAS ADMINISTRAÇÃO CENTRAL MINISTÉRIO DA DEFESA FUNDO DO MD FUNDO DE ADM. DO HFA FUNDO DO SERV. MILITAR FUNDO AEROVIÁRIO AERONÁUTICA E X É R C I TO MARINHA TO TA L Fontes: 179, 181, 281, e sus correspondentes, resultntes d incorporção de sldos de exercícios nteriores. PROJETO PILOTO DE INVESTIMENTOS NÃO APLICÁVEL Inclui recursos de tods s Fontes. <!ID > ANEXO IV
32 <!ID > <!ID > 32 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 <!ID > ANEXO V LIMITES PARA MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO R$ MIL COMANDO / UNIDADE LEI ORÇAMENTÁRIA QUADRIMESTRES ATÉ AGO ATÉ DEZ CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L CUSTEIO INVESTIMENTO + TO TA L INVERSÕES FI- INVERSÕES FI- INVERSÕES FI- NANCEIRAS NANCEIRAS NANCEIRAS ADMINISTRAÇÃO CENTRAL MINISTÉRIO DA DEFESA FUNDO DO MD FUNDO DE ADM. DO HFA FUNDO DO SERV. MILITAR FUNDO AEROVIÁRIO AERONÁUTICA E X É R C I TO MARINHA TO TA L Inclui recursos de tods s Fontes. ANEXO VI VALORES AUTORIZADOS PARA PAGAMENTO RELATIVOS A DOTAÇÕES CONSTANTES DA LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2006 E AOS RESTOS A PAGAR DE COMANDO / UNIDADE ATÉ JUN ATÉ JUL ATÉ AGO ATÉ SET ATÉ OUT ATÉ NOV ATÉ DEZ ADMINISTRAÇÃO CENTRAL MINISTÉRIO DA DEFESA FUNDO DO MINISTÉRIO DA DEFESA FUNDO DE ADMINISTRAÇÃO DO HFA FUNDO DO SERVIÇO MILITAR FUNDO AEROVIÁRIO COMANDO DA AERONÁUTICA COMANDO DO EXÉRCITO COMANDO DA MARINHA TO TA L Fontes: 100, 111, 112, 113, 115, 118, 120, 124, 125, 127, 129, 130, 131, 132, 133, 134, 135, 138, 139, 140, 141, 142, 145, 147, 148, 149, 151, 153, 155, 157, 158, 162, 164, 166, 168, 172, 174, 175, 176, 180, 185, 191, 246, 247, 249, 280, 293 e sus correspondentes, resultntes d incorporção de sldos de exercícios nteriores. ANEXO VII VALORES AUTORIZADOS PARA PAGAMENTO RELATIVOS A DOTAÇÕES CONSTANTES DA LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2006 E AOS RESTOS A PAGAR DE COMANDO / UNIDADE ATÉ JUN ATÉ JUL ATÉ AGO ATÉ SET ATÉ OUT ATÉ NOV ATÉ DEZ ADMINISTRAÇÃO CENTRAL FUNDO DO MINISTÉRIO DA DEFESA FUNDO DE ADMINISTRAÇÃO DO HFA FUNDO AEROVIÁRIO COMANDO DA AERONÁUTICA COMANDO DO EXÉRCITO COMANDO DA MARINHA TO TA L Fontes: 150,250 e sus correspondentes, resultntes d incorporção de sldos de exercícios nteriores. <!ID > ANEXO VIII VALORES AUTORIZADOS PARA PAGAMENTO RELATIVOS A DOTAÇÕES CONSTANTES DA LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2006 E AOS RESTOS A PAGAR DE COMANDO / UNIDADE ATÉ JUN ATÉ JUL ATÉ AGO ATÉ SET ATÉ OUT ATÉ NOV ATÉ DEZ COMANDO DA AERONÁUTICA COMANDO DO EXÉRCITO COMANDO DA MARINHA TO TA L Fontes: 145, 179, 181, 281 e sus correspondentes, resultntes d incorporção de sldos de exercícios nteriores. ( ANEXO III do Decreto n o , de 19 de mio de 2006 ) VALORES ATUALIZADOS PARA PAGAMENTO DOS RESTOS A PAGAR PROCESSADOS <!ID > ANEXO IX ATÉ JUN ATÉ JUL ATÉ AGO ADMINISTRAÇÃO CENTRAL MINISTÉRIO DA DEFESA FUNDO DE ADM. DO HFA AERONÁUTICA E X É R C I TO MARINHA TO TA L
33 <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN <!ID > ANEXO X (ANEXO IV do Decreto n o , de 19 de mio de 2006) VALORES ATUALIZADOS PARA PAGAMENTO DOS RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS AtéJun Até Jul Até Ago Até Set Até Out Até Nov Até Dez ADMINISTRAÇÃO CENTRAL MINISTÉRIO DA DEFESA FUNDO DE ADM. DO HFA FUNDO DO SERV. MILITAR AERONÁUTICA E X É R C I TO MARINHA TO TA L Ministério d Educção CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA SÚMULA DE PARECERES Reunião Ordinári dos dis 6 8 de junho de 2006 CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR Processo: / SAPIEnS: Precer: CES 159/2006 Interessdo: Instituto Fildélfi de Londrin/Centro Universitário Fildélfi - Londrin (PR) Decisão: Fvorável o reconhecimento do curso de Direito, bchreldo, com 200 (duzents) vgs totis nuis, nos turnos diurno e noturno, té dt de publicção d portri ministeril reltiv à renovção de reconhecimento decorrente d vlição institucionl extern referid n Portri MEC n o 2.413/2005 Reltor: Milton Linhres. Processo: / Precer: CES 160/2006 Interessdo: Conselho Ncionl de Educção/Câmr de Educção Superior - Brsíli (DF) Decisão: Ao precir Indicção CNE/CES nº 1/2006, o Reltor mnifest-se fvorvelmente à lterção do przo previsto no rt. 3º d Resolução CNE/CES nº 2/2005, que dispõe sobre os cursos de pós-grdução stricto sensu oferecidos no Brsil por instituições estrngeirs, diretmente ou medinte convênio com instituições ncionis, n form do presente Precer e do Projeto de Resolução em nexo, do qul é prte integrnte Reltor: Milton Linhres. Processo: / SAPIEnS: Precer: CES 161/2006 Interessd: Anbr S/C Ltd./Fculdde CERES - São José do Rio Preto (SP) Decisão: Fvorável à utorizção pr o funcionmento do curso de Psicologi, com 240 (duzents e qurent) vgs totis nuis, nos turnos diurno e noturno, em turms de, no máximo, 60 (sessent) lunos Reltor: Alex Bolonh Fiúz de Mello. Processo: / Precer: CES 162/2006 Interessd: Fundção São Pulo/Pontifíci Universidde Ctólic de São Pulo - São Pulo (SP) Decisão: Responde consult referente progrm de Mestrdo relizdo por meio de convênio entre Pontifíci Universidde Ctólic de São Pulo e Universidde Pedgógic de Mputo, Moçmbique, e mnifest-se fvorvelmente à concessão do pleito d instituição, condicionndo que bnc de exmindores sej, em su miori, de professores doutores d PUC-SP, ind que s defess de dissertções ocorrm n universidde fricn, em Mputo, Moçmbique Reltor: Alex Bolonh Fiúz de Mello. Processo: / Precer: CES 163/2006 Interessd: Sociedde de Educção Ritter dos Reis/Centro Universitário Ritter dos Reis - Porto Alegre (RS) Decisão: Fvorável à extensão do przo de credencimento do Centro Universitário Ritter dos Reis, por trnsformção ds Fculddes Integrds do Instituto Ritter dos Reis, mntids pel Sociedde de Educção Ritter dos Reis, com sede n cidde de Porto Alegre e unidde for de sede n cidde de Cnos, est sem prerrogtiv de utonomi, mbs no Estdo do Rio Grnde do Sul, té dt do to de recredencimento d instituição, cujo processo deverá ser imeditmente protocoldo no Ministério d Educção Reltor: Mríli Ancon-Lopez. Processo: / SAPIEnS: Precer: CES 164/2006 Interessdo: Instituto de Ensino São Sebstião S/C Ltd./Fculdde São Sebstião - São Sebstião (SP) Decisão: Fvorável à utorizção pr o funcionmento do curso de Direito, bchreldo, com 200 (duzents) vgs totis nuis, nos turnos diurno e noturno, em turms de té 50 (cinqüent) lunos Reltor: Antônio Crlos Cruso Ronc. Processo: / Precer: CES 165/2006 Interessdo: MEC/Fundção Coordenção de Aperfeiçomento de Pessol de Nível Superior - CAPES - Brsíli (DF) Decisão: Fvorável o reconhecimento, com przo de vlidde determindo pel sistemátic vlitiv, dos Progrms de Mestrdo e Doutordo provdos com conceitos de 3 5 pelo CTC, ns reuniões relizds nos dis 31 de jneiro e 1º e 2 de fevereiro de 2006, conforme plnilhs nexs o Precer Reltor: Edson de Oliveir Nunes. Processo: / Precer: CES 166/2006 Interessdo: Conselho Ncionl de Educção/Câmr de Educção Superior - Brsíli (DF) Decisão: Fvorável à delegção de competênci à Secretri de Educção Superior - SESu e à Secretri de Educção Profissionl e Tecnológic - SETEC do Ministério d Educção pr prátic de tos de regulção compreendidos no Decreto nº 5.773, de 9 de mio de 2006, n form do projeto de resolução nexo o Precer Reltor: Edson de Oliveir Nunes. Processo: / Precer: CES 167/2006 Interessdo:Conselho Ncionl de Educção/Câmr de Educção Superior - Brsíli (DF) Decisão: Ao precir Indicção CNE/CES nº 2/2006, o Reltor vot no sentido de que sejm expressmente revogdos os tos normtivos citdos no Precer, e no Projeto de Resolução que o compnh, nos termos d legislção vigente Reltor: Edson de Oliveir Nunes. Observções: 1) de cordo com o Regimento do Conselho Ncionl de Educção, os interessdos terão przo de 30 (trint) dis, contr d dt de publicção dest súmul, pr recorrer d decisão ds Câmrs. Os recursos deverão ser dirigidos o Presidente do Conselho Ncionl de Educção; 2) Os Preceres citdos encontrm-se à disposição dos interessdos no Conselho Ncionl de Educção e somente terão eficáci pós homologção pelo Ministro de Estdo d Educção. Brsíli-DF, 26 de junho de ANTONINHO PEGORARO STEFANELLO Secretário Executivo Interino ANEXO DO PARECER CNE/CES 162/2006 LISTA De ORIENTANDOS X ORIENTADOR PUC/SP EM CONVÊNIO COM A UNIVERSIDADe PEDAGÓGICA, MAPUTO, MOÇAMBIQUE ALUNOS - MESTRADO O R I E N TA D O R 01 - Abudo Atumsse Ossofo Alípio Csli 02 - Agostinho Molesse Antônio Chizzotti 03 - Alexndre Albino Dougls Sntos 04 - Alfido Victorino Fernndo Almeid 05 - Alípio Elis Pulino Siquisse Antônio Chizzotti 06 - An Pul Lucino Alichi Cmuendo Fernndo Almeid 07 - Benedit Doncino Terezinh Azeredo Rios 08 - Cmilo Ussene Terezinh Azeredo Rios 09 - Cândido Jsse Cnd Alípio Csli 10 - Cremildo Benedito Pulo Nhcumbe Terezinh Azeredo Rios 11 - Domingos Brz Alfredo Covinhvo Antônio Chizzotti 12 - Ernesto Dniel Chmbisse Terezinh Azeredo Rios 13 - Guilherme Bsílio Antônio Chizzotti 14 - Jnuário Língu Dougls Sntos 15 - Joquim Notice Dougls Sntos 16 - Juvenl Mricne Mudurn Inrum Alípio Csli 17 - Lúci Suzete Simbine Alípio Csli 18 - Mri Verônic Frncisco Mptse Fernndo Almeid 19 - Nobre Roque dos Sntos Terezinh Azeredo Rios 20 - Rfel Pedro Alípio Csli 21 - Rimundo Alberto Mulhisse Dougls Sntos 22 - Suzette Lourenço Buquê Fernndo Almeid 23 - Turev Etrez Cossi Vurnde Fernndo Almeid Ministério d Educção - MEC Fundção Coordenção de Aperfeiçomento de Pessol de Nível Superior - CAPES Coordenção de Acompnhmento e Avlição - CAA 89ª Reunião do CTC CURSOS NOVOS CAPES 31 de jneiro 2 de fevereiro de 2006 <!ID > ANEXO DO PARECER CNE/CES 165/2006 CIÊNCIAS AGRÁRIAS Áre de vlição Sigl IES Nome IES UF Nome do Curso Nível Conceito CTC CIÊNCIA DE ALIMENTOS U N O PA R UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ PR CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO LEITE ME 3 CIÊNCIA DE ALIMENTOS UESB UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA BA ENGENHARIA DE ALIMENTOS ME 3 CIÊNCIA DE ALIMENTOS UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA BA CIÊNCIA DE ALIMENTOS ME 3 CIÊNCIAS AGRÁRIAS UNIMONTES UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS MG PRODUÇÃO VEGETAL NO SEMI-ÁRIDO ME 3 CIÊNCIAS AGRÁRIAS UFRRJ UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO RJ FITOSSANIDADE E BIOTECNOLOGIA APLICADA ME 3 CIÊNCIAS AGRÁRIAS UNIOESTE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ PR ENGENHARIA AGRÍCOLA DO 4 CIÊNCIAS AGRÁRIAS UFPEL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS RS PRODUÇÃO VEGETAL ME DO 4 CIÊNCIAS AGRÁRIAS UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA BA CIÊNCIAS AGRÁRIAS DO 4 CIÊNCIAS AGRÁRIAS U N I PA R UNIVERSIDADE PARANAENSE PR BIOTECNOLOGIA APLICADA À AGRICULTURA ME 3 CIÊNCIAS AGRÁRIAS UNEB UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA BA HORTICULTURA IRRIGADA ME 3 CIÊNCIAS AGRÁRIAS UFMG UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS MG CIÊNCIAS AGRÁRIAS ME 3
34 34 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 CIÊNCIAS AGRÁRIAS UNIFENAS UNIVERSIDADE JOSÉ DO ROSÁRIO VELLANO MG SISTEMAS DE PRODUÇÃO NA AGROPECUÁRIA MP 3 ZOOTECNIA / RECURSOS PES- QUEIROS ZOOTECNIA / RECURSOS PES- QUEIROS UCGO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS GO TECNOLOGIA EM AQÜICULTURA CONTINENTAL MP 3 UFV UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA MG ZOOTECNIA MP 5 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Áre de vlição Sigl IES Nome IES UF Nome do Curso Nível Conceito CTC CIÊNCIAS BIOLÓGICAS I UCDB UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO MS BIOTECNOLOGIA ME 3 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS II UNESP/BOT UNIVERSIDADE EST.PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO/BOTUCATU SP CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (FARMACOLOGIA) DO 4 ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE UERJ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RJ ECOLOGIA E EVOLUÇÃO ME DO 4 ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE UNISINOS UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS RS BIOLOGIA DO 4 CIÊNCIAS DA SAÚDE Áre de vlição Sigl IES Nome IES UF Nome do Curso Nível Conceito CTC EDUCAÇÃO FÍSICA UNB UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DF EDUCAÇÃO FÍSICA ME 3 EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSO UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA RJ CIÊNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA ME 3 EDUCAÇÃO FÍSICA UFES UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO ES EDUCAÇÃO FÍSICA ME 3 ENFERMAGEM UNESP/BOT UNIVERSIDADE EST.PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO/BOTUCATU SP ENFERMAGEM MP 3 FA R M Á C I A U F PA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS ME 3 MEDICINA I UFJF UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA MG SAÚDE ME DO 4 MEDICINA I USF UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO SP CIÊNCIAS DA SAÚDE ME 4 O D O N TO L O G I A UFJF UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA MG CLÍNICA ODONTOLÓGICA ME 3 O D O N TO L O G I A EBMSP ESCOLA BAHIANA DE MEDICINA E SAUDE PUBLICA BA O D O N TO L O G I A MP 3 O D O N TO L O G I A UFSC UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA SC I M P L A N TO D O N T I A MP 4 O D O N TO L O G I A UFES UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO ES CLINICA ODONTOLÓGICA MP 3 CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA Áre de vlição Sigl IES Nome IES UF Nome do Curso Nível Conceito ASTRONOMIA / FÍSICA UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA SC FÍSICA ME 3 ASTRONOMIA / FÍSICA UFJF UFV UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA MG * FÍSICA DO 4 CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO FUNECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CE COMPUTAÇÃO APLICADA MP 3 MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA UFRN UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE RN MATEMÁTICA APLICADA E ESTATISTICA ME 3 QUÍMICA UNICENTRO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE PR QUÍMICA APLICADA ME 3 QUÍMICA PUCCAMP PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS SP QUÍMICA TECNOLÓGICA ME 3 * Estes cursos são resultdos ds ssocições: UFJF/UFV - pgs nº 2 de 5 ordem 2 CTC CIÊNCIAS HUMANAS Áre de vlição Sigl IES Nome IES UF Nome do Curso Nível Conceito ANTROPOLOGIA / ARQUEOLOGIA UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA BA ANTROPOLOGIA ME DO 4 CIÊNCIA POLÍTICA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE RJ CIÊNCIA POLÍTICA DO 4 FILOSOFIA / TEOLOGIA: subcomissão FILOSOFIA UFRJ UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO RJ LÓGICA E METAFÍSICA ME 4 HISTÓRIA UNIVERSO UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA RJ HISTÓRIA DO BRASIL ME 3 HISTÓRIA UERJ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RJ HISTÓRIA SOCIAL ME 3 PSICOLOGIA UNIVERSO UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA RJ PSICOLOGIA ME 3 PSICOLOGIA UNISINOS UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS RS PSICOLOGIA ME 3 PSICOLOGIA UNB UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DF PSICOLOGIA CLÍNICA E CULTURA DO 4 SOCIOLOGIA UNESP/MAR UNIVERSIDADE EST.PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO/MARILIA SP CIÊNCIAS SOCIAIS DO 4 SOCIOLOGIA UNISINOS UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS RS CIÊNCIAS SOCIAIS DO 4 CTC CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS Áre de vlição Sigl IES Nome IES UF Nome do Curso Nível Conceito ADMINISTRAÇÃO / TURISMO PUC/RS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL RS ADMINISTRAÇÃO ME 4 ADMINISTRAÇÃO / TURISMO UFRN UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE RN ADMINISTRAÇÃO DO 4 ADMINISTRAÇÃO / TURISMO PUC/PR PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PR ADMINISTRAÇÃO DO 4 ADMINISTRAÇÃO / TURISMO UNB UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DF * CONTABILIDADE DO 4 UFPB-J.P UFPE UFRN UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PER- NAMBUCO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ADMINISTRAÇÃO / TURISMO UNIR UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDONIA RO ADMINISTRAÇÃO ME 3 ADMINISTRAÇÃO / TURISMO UNISAL CENTRO UNIVERSITÁRIO SALESIANO DE SÃO PAULO SP ADMINISTRAÇÃO ME 3 ADMINISTRAÇÃO / TURISMO FESP/UPE UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO PE GESTÃO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL MP 3 ARQUITETURA E URBANISMO UPM UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE SP ARQUITETURA E URBANISMO DO 4 ARQUITETURA E URBANISMO AM UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI SP DESIGN ME 3 D I R E I TO URI UNIV. REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES RS D I R E I TO ME 3 D I R E I TO UNISAL CENTRO UNIVERSITÁRIO SALESIANO DE SÃO PAULO SP BIODIREITO, ÉTICA E CIDADANIA ME 3 D I R E I TO UNAERP UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO SP DIREITOS COLETIVOS E CIDADANIA ME 3 ECONOMIA U F PA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PA ECONOMIA ME 3 ECONOMIA FUFSE FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE SE DESENVOLVIMENTO REGIONAL E GESTÃO DE EMPREENDI- MENTOS LOCAIS PLANEJAMENTO URBANO E RE- GIONAL / DEMOGRAFIA PB PE RN CTC MP 3 UNC UNIVERSIDADE DO CONTESTADO SC DESENVOLVIMENTO REGIONAL ME 3 * Estes cursos são resultdos ds ssocições ds Instituições: UNB / UFPB / UFPE / UFRN - pgs nº 4 de 5 ordem 4 ENGENHARIAS Áre de vlição Sigl IES Nome IES UF Nome do Curso Nível Conceito CTC ENGENHARIAS I CEFET/CAMP CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE CAMPOS RJ ENGENHARIA AMBIENTAL MP 3 ENGENHARIAS II UFRN UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE RN CIÊNCIA E ENGENHARIA DE PETRÓLEO ME DO 4 ENGENHARIAS III UENF UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO RJ ENGENHARIA DE RESERVATÓRIO E DE EXPLORAÇÃO DO 4
35 <!ID > PORTARIA <!ID > RESOLUÇÃO Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN LINGÜÍSTICA, LETRAS E ARTES Áre de vlição Sigl IES Nome IES UF Nome do Curso Nível Conceito CTC ARTES / MÚSICA UFMG UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS MG A RT E S DO 4 ARTES / MÚSICA UFES UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO ES A RT E S ME 3 LETRAS / LINGUÍSTICA U F P B / J. P. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA/JOÃO PESSOA PB LINGÜÍSTICA ME DO 4 LETRAS / LINGUÍSTICA UNIANDRADE CENTRO UNIVERSITÁRIO CAMPOS DE ANDRADE PR TEORIA LITERÁRIA ME 3 LETRAS / LINGUÍSTICA RITTER CENTRO UNIVERSITÁRIO RITTER DOS REIS RS LETRAS ME 3 OUTROS Áre de vlição Sigl IES Nome IES UF Nome do Curso Nível Conceito ENSINO DE CIÊNCIAS E MATE- MÁTICA ENSINO DE CIÊNCIAS E MATE- MÁTICA ENSINO DE CIÊNCIAS E MATE- MÁTICA ENSINO DE CIÊNCIAS E MATE- MÁTICA UFRJ UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO RJ EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E SAÚDE DO 4 UFRJ UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO RJ ENSINO DE MATEMÁTICA ME 3 FIOCRUZ FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ RJ ENSINO EM BIOCIÊNCIAS E SAÚDE MP 3 UNIPLI CENTRO UNIVERSITARIO PLINIO LEITE RJ ENSINO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DO AMBIENTE MP 3 CTC ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE MANAUS <!ID >PORTARIA N o - 143, DE 22 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR GERAL DA ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE MANAUS, no uso de sus tribuições que lhe são conferids trvés ds Portris Ministeriis n o de publicd no Diário Oficil d União (D.O.U.) do di 8 subsequente, e n o , de , publicd no D.O.U. do di 3 subsequente, resolve: I - HOMOLOGAR, o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos pr provimento de crgo efetivo de Professor de Ensino de 1 o - e 2 o - grus, regido pel Lei Federl n o de 11/12/90, (Processo d EAF-Mnus n o / ), com bse ns portris n o - 73, de 29/3/2006, do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão e n o - 842, de 3/4/2006, do Ministério d Educção, em conformidde com o Aviso de Seleção n o - 02/2006, publicdo no Jornl Regionl em 9/5/2006, consonte com o Precer n o - 27/2006 -PROJUR/EAFM, de 8/5/2006. INFORMÁTICA Clssificção Nome Pontução 1 o - RICARDO RIOS VILLAS BOAS 1.390,0 LETRAS / LÍNGUA INGLESA 1 o - FÁTIMA PEREIRA MORAES 1.426,0 RECURSOS PESQUEIROS / PRODUÇÃO ANIMAL COM ÊNFASE EM QUELÔNIOS E JACARÉ 1 o - KILMA CRISTIANE SILVA NEVES 1.273,0 2 o - SEBASTIÃO BATALHA P. DE SOUZA 1.263,0 AGROPECUÁRIA / PRODUÇÃO FLORESTAL 1 o - ANTÓNIO RIBEIRO DA COSTA NETO 1.458,5 Est Portri entr em vigor prtir dest dt. ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE SOUSA <!ID >PORTARIA N o - 48, DE 21 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR GERAL DA ESCOLA AGROTÉCNICA FE- DERAL DE SOUSA-PB, no uso de sus tribuições legis e de cordo com delegção de competênci conferid pel Portri n o - 849/MEC, de , publicd no DOU de , resolve: Art. 1 o - - Homologr o resultdo do Processo Seletivo Simplificdo pr Professor Substituto, relizdo n form do Editl n 03/2006, conforme segue: ÁREA C A N D I D ATO CLASSIFICAÇÃO Língu Portugues Mri Anúzi Mendes Cmpos 1 Aprovd / Clssificd Júlio Neto dos Sntos 2 o - Aprovdo ÁREA C A N D I D ATO CLASSIFICAÇÃO Agricultur João Jácome de Oliveir 1 Aprovdo / Clssificdo ÁREA C A N D I D ATO CLASSIFICAÇÃO Zootecni Merilândi Vieir de Figueiredo 1 Aprovd / Clssificd Art. 2 - Est Portri entr em vigor prtir dest dt. FRANCISCO TOMAZ DE OLIVEIRA JORGE NUNES PEREIRA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO AMAZONAS 1.078, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O Reitor d Universidde Federl do Amzons, usndo de sus tribuições esttutáris, resolve: I - Homologr o resultdo do Concurso Público pr provimento de crgos d Crreir do Mgistério Superior dos Deprtmentos de Língu e Litertur Portugues e Língus e Literturs Estrngeirs do Instituto de Ciêncis Humns e Letrs e o Deprtmento de Prsitologi do Instituto de Ciêncis Biológics, em Regime de Trblho Dedicção Exclusiv, objeto do Editl 007, de 6/4/2006, por áre de conhecimento e ordem de clssificção dos cndidtos, conforme segue: DEPARTAMENTO DE LÍNGUA E LITERATURA PORTUGUESA / ICHL Áre de Conhecimento: Litertur Brsileir e Portugues Clsse/Pdrão: Professor Assistente I NICIA PETRECELI ZUCOLO Áre de Conhecimento: Língu e Litertur Ltin Clsse/Pdrão: Professor Auxilir I SORAYA PAIVA CHAIN DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS E LITERATURAS ESTRANGEI- RAS / ICHL Áre de Conhecimento: Língu Espnhol e Literturs Espnhol e Hispno-Americn Clsse/Pdrão: Professor Auxilir I ANTONIO FERREIRA DA SILVA JÚNIOR FABIANA DOS SANTOS MATOS EUGENIO CUNHA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA / ICB Áre de Conhecimento: Imunologi Moleculr e Bioensios Clsse/Pdrão: Professor Adjunto I ADRIANA MALHEIRO RAQUEL BORGES II - Estbelecer o przo de vlidde do concurso em 01 (um) no, contdo prtir d dt de publicção d respectiv homologção no Diário Oficil d União. HIDEMBERGUE ORDOZGOITH DA FROTA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE <!ID >PORTARIA N o - 980, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O Reitor d Universidde Federl do Acre, no uso de sus tribuições legis, de cordo com o Art. 220, "cput", do Regimento Gerl e o que const no Processo n. o / , resolve: homologr o resultdo finl do Concurso Público pr o Provimento de Crgos n Crreir do Mgistério Superior, relizdo nos termos do Editl n o - 02/2006, ns ctegoris e áres seguir relcionds: Professor Auxilir de Ensino Análise Mtemátic: 1 o - lugr: Mrcos Aurélio de Alcântr Músic/Teori, Percepção Musicl e Instrumento: 1 o - lugr: Dmián Keller 2 o - lugr: Écio Rogério d Cunh Músic/Prátic de Conjunto e Instrumento: 1 o - lugr: Romuldo Silv Medeiros Estruturs: 1 o - lugr: José Roberto de Lim Murd Súde d Fmíli Aplicd - áre de Otorrinolringologi: 1 o - lugr: Jene Greyce Souz de Oliveir 2 o - lugr: Crlos Augusto Beyruth Borges Doençs Infeccioss e Prsitáris: 1 o - lugr: Sebstião Afonso Vin Mcedo Neves 2 o - lugr: Rit do Socorro Uchô d Silv 3 o - lugr: Cirley Mri de Oliveir Lobto Clínic Pediátric: 1 o - lugr: Gilberto Vieir Ribeiro Clínic Cirúrgic - áre de Ortopedi 1 o - lugr: André Fernndes Mglhães 2 o - lugr: Nelson Césr Mrquezini Imgenologi - áre de Rdiologi 1 o - lugr: Rogério Henriques Netto Professor Assistente Históri Antig e Medievl: 1 o - lugr: Geórge Pereir Lim Químic: 1 o - lugr: Lucin Gffo 2 o - lugr: Crromberth Crioc Fernndes Lógic e Filosofi d Ciênci: 1 o - lugr: Lígi Mri de Almeid 2 o - lugr: Pulo Roberto Pinheiro d Silv JONAS PEREIRA DE SOUZA FILHO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO 2.946, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; documentção constnte do processo UFOP n o /2006,resolve:Art. 1 o - Aprovr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 067/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Fundmentos d Educção Distânci e d Educção Básic, em que,
36 36 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 pel ordem de clssificção, form provds s cndidts Tâni Rossi Grbin, Gláuci Mri dos Sntos e Mri Jqueline de Grmmont Mchdo de Arújo. Art. 2 o - Considerr homologdo esse mesmo resultdo, pós o trnscurso do przo recursl, previsto no rtigo 35 d Resolução CUNI n o Art. 3 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.947, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Aprovr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 068/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Novs Tecnologis pr Educção, em que foi provdo o cndidto Crlos Alberto Dinese. Art. 2 o - Considerr homologdo esse mesmo resultdo, pós o trnscurso do przo recursl, previsto no rtigo 35 d Resolução CUNI n o Art. 3 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.948, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve: Art. 1 o - Aprovr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o / U F O P, relizdo pr o crgo de Professor Adjunto, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Fundmentos d Educção Distânci e d Educção Infntil, em que foi provd cndidt Crl Mercês d Roch Jtobá Ferreir. Art. 2 o - Considerr homologdo esse mesmo resultdo, pós o trnscurso do przo recursl, previsto no rtigo 35 d Resolução CUNI n o - 416, Art. 3 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.949, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi provdo, d referendum, pel Presidente do Conselho Deprtmentl do Instituto de Ciêncis Exts e Biológics, em 13 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006,resolve: Art. 1 o - Homologr, desde que não hj interposição de recurso em tempo hábil, o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o / U F O P, relizdo pr o crgo de Professor Adjunto, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Ecofisiologi Vegetl, subáre Ecofisiologi de Sistems Nturis, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos Alessndr Rodrigues Kozovits, Rfel Silv Oliveir, Cláudio Pgotto Ronchi e Mri Cristin Snches. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.950, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi provdo, d referendum, pel Presidente do Conselho Deprtmentl do Instituto de Ciêncis Exts e Biológics, em 13 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve: Art. 1 o - Homologr, desde que não hj interposição de recurso em tempo hábil, o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o / U F O P, relizdo pr o crgo de Professor Adjunto, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Ensino d Físic, em que foi provdo o cndidto Helder de Figueiredo e Pul. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.951, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi provdo, d referendum, pel Presidente do Conselho Deprtmentl do Instituto de Ciêncis Exts e Biológics, em 13 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Homologr, desde que não hj interposição de recurso em tempo hábil, o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 032/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Mtemátic, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos Jussr de Mtos Moreir, Eder Mrinho Mrtins, Elizbeth Filho Wnner, Regin Crl Lim Corrê, Wenderson Mrques Ferreir, Genilson Ferreir d Silv, Sebstião Mrtins Xvier, Alexndre Mirnd Alves e Cláudio Tdeu Cristino. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.952, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi provdo, d referendum, pel Presidente do Conselho Deprtmentl do Instituto de Ciêncis Exts e Biológics, em 13 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Homologr, desde que não hj interposição de recurso em tempo hábil, o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 051/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Adjunto, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Físic Computcionl, subáres Métodos Computcionis em Análise e Trtmento de Sinis e Simulção de Sistems Dinâmicos não Lineres, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos Gerld Weber, Alcides Volpto Crneiro de Cstro e Silv, Andre Gomes Cmpos Binchi e Sílvio Luiz Thomz de Souz. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.953, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi provdo, d referendum, pel Presidente do Conselho Deprtmentl do Instituto de Ciêncis Exts e Biológics, em 13 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Homologr, desde que não hj interposição de recurso em tempo hábil, o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 026/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Adjunto, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Prsitologi, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos André Tlvni Pedros d Silv, Julin de Assis Silv Gomes Estnislu e Hélid Monteiro de Andrde. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.954, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi devidmente provdo pelo Conselho Deprtmentl do Instituto de Filosofi, Artes e Cultur, em 06 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Homologr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o / U F O P, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Tetro, subáre Expressão Corporl e Improvisção, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos Frederick Mglhães Hunzicker, Dniel Furtdo Simões d Silv, André Silveir Lge, Kêni e Silv Dis, Fátim Cristin Monis, An Crolin de Souz Silv Dnts Mendes, Crlos Frederico Bustmnte Pontes e Eloís Brntes Bcellr Mendes. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.955, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi devidmente provdo pelo Conselho Deprtmentl do Instituto de Filosofi, Artes e Cultur, em 06 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Homologr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o / U F O P, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Músic, subáre Cnto, em que foi provd cndidt André Albuquerque Adour d Câmr. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.956, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi provdo, d referendum, pelo Presidente do Conselho Deprtmentl d Escol de Mins, em 05 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Homologr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o / U F O P, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Gerênci d Produção, subáre Gerênci d Qulidde e Desenvolvimento do Produto, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos Zirlene Alves d Silv Sntos, Dnilo de Oliveir Smpio, Márcio Fernndes, Krine Arújo Ferreir, Lásr Fbríci Rodrigues e Deilton Gonçlves Gomes. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.957, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi provdo, d referendum, pelo Presidente do Conselho Deprtmentl d Escol de Mins, em 12 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Homologr, desde que não hj recurso interposto em tempo hábil, o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 056/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Adjunto, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Recursos Hídricos com ênfse em Gestão, em que, pel ordem de clssificção, form provds s cndidts An August Pssos Rezende e Mri Helen Rodrigues Gomes. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho
37 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN RESOLUÇÃO 2.958, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi provdo, d referendum, pelo Presidente do Conselho Deprtmentl d Escol de Mins, em 05 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Homologr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o / U F O P, relizdo pr o crgo de Professor Adjunto, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Conformção de Metis, em que foi provd cndidt Mri Aprecid Pinto. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.959, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi provdo, d referendum, pelo Presidente do Conselho Deprtmentl d Escol de Mins, em 09 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Homologr, desde que não hj recurso interposto em tempo hábil, o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 044/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Adjunto, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Sistems Termodinâmicos e Acionmentos Fluidomecânicos, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos Luiz Joquim Crdoso Roch e Milton Relino de Pul. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.960, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi devidmente provdo pelo Conselho Deprtmentl d Escol de Nutrição, em 12 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - H o m o l o g r, desde que não hj interposição de recurso em tempo hábil, o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 048/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Nutrição Humn, Nutrição Esportiv e Estágio Supervisiondo em Nutrição Clínic, em que, pel ordem de clssificção, form provds s cndidts Kési Diego Quintes, An Pul Crlos Cândido, Simone de Fátim Vin d Cunh e Lun Croline dos Sntos. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.962, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi provdo pelo Conselho Deprtmentl do Instituto de Ciêncis Humns e Sociis, em 05 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Homologr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 036/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Adjunto, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Metodologi Científic, com ênfse em Métodos e Técnics de Pesquis em Educção, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos Mri Ros Lombrdi, Erisvldo Pereir dos Sntos, Ros Mri d Exltção Coutrim e Agrip Fri Alexndre. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.963, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; que tl precer foi provdo pelo Conselho Deprtmentl do Instituto de Ciêncis Humns e Sociis, em 05 de junho de 2006; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Homologr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 035/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Psicologi d Educção: Desenvolvimento e Socil, em que, pel ordem de clssificção, form provds s cndidts Érik Lourenço, Rit de Cássi de Souz, Fernnd de Oliveir Ferreir e Thís Porln de Oliveir. Art. 2 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.964, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Aprovr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 033/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Lingüístic Aplicd: Ensino/Aprendizgem de Língu Ingles, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos Adil Sebstião Rodrigues Júnior, Lein Cláudi Vin Jucá, Mríli Mendes Ferreir, Liline Assis Sde Resende, Lucin de Oliveir Silv e Shirlene Bemfic de Oliveir. Art. 2 o - Considerr homologdo esse mesmo resultdo, pós o trnscurso do przo recursl, previsto no rtigo 35 d Resolução CUNI n o Art. 3 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.966, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Aprovr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 059/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Administrção, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos Rit de Cássi Oliveir, Márci Freire de Oliveir e Simão Pereir d Silv. Art. 2 o - Considerr homologdo esse mesmo resultdo, pós o trnscurso do przo recursl, previsto no rtigo 35 d Resolução CUNI n o Art. 3 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.967, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Aprovr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 065/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Sistems de Informção, subáres Engenhri de Softwre e Bncos de Ddos, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos Julin Glvni Greghi, Euler Hort Mrinho e Ttin Alves Cost. Art. 2 o - Considerr homologdo esse mesmo resultdo, pós o trnscurso do przo recursl, previsto no rtigo 35 d Resolução CUNI n o Art. 3 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.968, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Aprovr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 064/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Engenhri de Produção, subáres Engenhri d Qulidde e Desenvolvimento de Produto, em que, pel ordem de clssificção, form provdos os cndidtos Ricrdo Coser Mergulhão, Dniel Gibertoni, Edurdo Corrê de Sá Gzoll e Wshington Luis Vieir d Silv. Art. 2 o - Considerr homologdo esse mesmo resultdo, pós o trnscurso do przo recursl, previsto no rtigo 35 d Resolução CUNI n o Art. 3 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.969, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Aprovr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 061/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Sistems de Informção, subáres Sistems Opercionis e Redes de Computdores, em que foi provdo o cndidto Crlos Henrique de Resende Brbos. Art. 2 o - Considerr homologdo esse mesmo resultdo, pós o trnscurso do przo recursl, previsto no rtigo 35 d Resolução CUNI n o Art. 3 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.971, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o disposto n Resolução CEPE n o , que deu provimento recurso interposto por cndidto esse concurso; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:não homologr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 060/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Assistente, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Engenhri de Produção, subáres Ergonomi, Higiene e Segurnç do Trblho. JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho RESOLUÇÃO 2.972, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Conselho de Ensino, Pesquis e Extensão d Universidde Federl de Ouro Preto, em su 255ª reunião ordinári, relizd em 19 de junho de 2006, no uso de sus tribuições legis, considerndo: o precer d Comissão Exmindor do referido Concurso; documentção constnte do processo UFOP n o /2006, resolve:art. 1 o - Aprovr o resultdo finl do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt o Editl PROAD n o - 066/2006-UFOP, relizdo pr o crgo de Professor Adjunto, nível I, d Crreir do Mgistério, áre Cultur e/ou Históri, subáres Turismo Culturl, Museologi, Folclore, em que, pel ordem de clssificção, form provds s cndidts Yr Mttos e Mri do Crmo Pires. Art. 2 o - Considerr homologdo esse mesmo resultdo, pós o trnscurso do przo recursl, previsto no rtigo 35 d Resolução CUNI n o Art. 3 o - O przo de vlidde do Concurso Público de Provs e Títulos de que trt presente Resolução será de um no, prorrogável por igul período, conforme o disposto no Decreto n o , de 27 de mrço de 2002, e n Portri MP n o - 450, de 06 de novembro de JOÃO LUIZ MARTINS Presidente do Conselho
38 <!ID > PORTARIA 38 ISSN FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE 538, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGI- PE, no uso de sus tribuições legis e, considerndo o que const nos Processos de n o /06-37/Núcleo de Grdução em Administrção de 23/06/2006 e /06-19/Núcleo de Grdução em Letrs/Cmpus de Itbin de , resolve: Art. 1 o - - Homologr o resultdo do Concurso Público de Provs e Títulos, objetivndo o preenchimento de vgs pr o Crgo de Professor Efetivo, n ctegori de Professor Assistente, Nível I, conforme Editl n o - 14/2006, publicdo no D.O.U em 23/02/2006, cujos os Núcleos, Mtéris e Cndidtos provdos estão relciondos n ordem que se segue: Núcleo de Grdução em Administrção - Mtéri de Ensino: Administrção 1 o - lugr: IVANILDA SILVA 2 o - lugr: GRACINDO VASCONCELOS DE ANDRADE Núcleo de Grdução em Letrs - Mtéri de Ensino: Língu Portugues 1 o - lugr: EUGÊNIO PAGOTTI 2 o - lugr: RAQUEL MEISTER KO FREITAG 3 o - lugr: MARIA EMÍLIA DE R. DE A. B. BARROS 4 o - lugr: JACQUELINE RAMOS 5 o - lugr: FERNANDA ROSARIO DE MELO 6 o - lugr: VALQUIRIA CLAUDETE M. BORBA Art. 2 o - - Est Portri entrrá em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. JOSUÉ MODESTO DOS PASSOS SUBRINHO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA <!ID >PORTARIA N o - 31, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O Secretário de Educção Profissionl e Tecnológic, usndo d competênci que lhe foi delegd pelo Decreto n o , de 9 de mio de 2006, considerndo o rt. 81 d Lei n o , de 20 de Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 dezembro de 1996, e tendo em vist o Despcho n o - 123/2006, do Deprtmento de Polítics e Articulção Institucionl, conforme const do Processo n o / , do Ministério d Educção, resolve Art. 1 - Autorizr o funcionmento, em cráter experimentl, do Curso Superior de Tecnologi em Segurnç Empresril (Áre Profissionl: Gestão), com cento e cinqüent vgs totis nuis, sendo cinqüent vgs totis nuis no turno mtutino e cem vgs totis nuis no turno noturno, ser ofertdo pel Fculdde Integrção Zon Oeste, estbelecid à Avenid Frnz Voegeli, n o - 900, Vil Yr, n cidde de Ossco, Estdo de São Pulo, mntid pel Oeste Orgnizção de Ensino Superior e Tecnologi S/C Ltd. Art. 2 o - - A utorizção que se refere est portri é válid exclusivmente pr o curso ministrdo no endereço menciondo no rtigo nterior. Art. 3 o - - Est portri entr em vigor n dt de su publicção. ELIEZER PACHECO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR <!ID > PORTARIA 24, DE 17 DE MAIO DE 2006 (Publicd no DOU de e republicd no DOU de ) ANEXO I (*) Ministério d Educção - Secretri de Educção Superior Deprtmento de Modernizção e Progrms d Educção Superior - DEPEM Progrm de Trblho: Treinmento Especil pr Alunos de Grdução de Entiddes de Ensino Superior - Ncionl Fonte: IFES Instituição Elementos de Despes TO TA L U FA L Universidde Federl de Algos , , , , ,00 UFMA Universidde Federl do Mrnhão 1.200, , , , , ,00 U FA C Universidde Federl do Acre , , , ,00 (*) Republicdo por ter sído, no DOU de 18 /5/2006 e 22/6/2006, Seção 1, págs. 8 e 27, respectivmente, com incorreção no originl. <!ID >PORTARIA N o - 294, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, no uso de sus tribuições legis e observdo o disposto nos seguintes fundmentos legis: o Art. 214 d Constituição Federl, Lei Complementr n o , de 04 de mio de 2000, Lei n o , de 20 de setembro de 2005, Lei n o , de 17 de mio de 2006, o Decreto 5.780, de 19 de mio de 2006, o Decreto n o , de 11 de novembro de 2003, Portri/MEC n 3.167, de 13 de setembro de 2005, o Editl n o - 11, de 14 de dezembro de 2005, Portri/MEC n o - 833, de 3 de bril de 2006, o Art. 12 d IN n o - 01 d Secretri do Tesouro Ncionl/MF, de 15 de jneiro de 1997 e Súmul d Coordenção Gerl de Norms, Avlição e Execução de Despes - CONED n 04/2004/ STN/MF, resolve: Art. 1 o - - Descentrlizr, por destque, crédito orçmentário d ção Concessão de Benefício Estudntes Estrngeiros em Grdução no Brsil, com o objetivo de conceder uxílio finnceiro pr lunos estrngeiros prticipntes do Progrm Estudntes-Convênio de Grdução - PEC-G, regulrmente mtriculdos em cursos de grdução ns Instituições Federis de Ensinos Superiores, referentes o mês de junho de 2006, de cordo com o Anexo I dest Portri, obedecendo seguinte clssificção orçmentári: Funcionl Progrmátic: Concessão de Benefício Estudntes Estrngeiros em Grdução no Brsil - Ncionl Fonte: PTRES: Processo: / Art. 2 o - - A descentrlizção de crédito orçmentário será conforme o Memorndo n o /2006-MEC/SESu/GAB, de 20 de junho de 2006, e o recurso finnceiro observrá s diretrizes estbelecids no Decreto n 5.780, de 19/05/06. Prágrfo Único - o sldo dos créditos orçmentários descentrlizdos e não empenhdos, deverá ser devolvido Secretri de Educção Superior, no exercício finnceiro de Art. 3 o - - O monitormento d execução, referente à ção Concessão de Benefício Estudntes Estrngeiros em Grdução no Brsil, será relizdo pelo Deprtmento de Polític d Educção Superior - DEPES/SESu. Art. 4 o - - Os créditos descentrlizdos por destque integrrão s prestções de conts nuis ds IFES, serem presentds os órgãos de controle interno e externo nos termos d legislção vigente. Art. 5 o - - Est Portri entr em vigor n dt de su ssintur. NELSON MACULAN FILHO ANEXO I IFES UG Gestão Instituição Qunt. de V l o r Not de beneficidos Crédito CEFET-RJ Centro Federl de Educção Tecnológic Celso Suckow d Fonsec 5 R$ 1.750,00 NC FURG Fundção Universidde Federl de Rio Grnde 3 R$ 1.050,00 NC U FA L Universidde Federl de Algos 14 R$ 4.900,00 NC U FA M Universidde Federl do Amzons 2 R$ 1.050,00 NC UFBA Universidde Federl d Bhi 1 R$ 350,00 NC UFCE Universidde Federl do Cerá 22 R$ 7.700,00 NC UFCG Universidde Federl de Cmpin Grnde 1 R$ 350,00 NC UFES Universidde Federl do Espírito Snto 6 R$ 2.100,00 NC UFF Universidde Federl Fluminense 6 R$ 2.100,00 NC UFGO Universidde Federl de Goiás 5 R$ 1.750,00 NC UFJF Universidde Federl de Juiz de For 13 R$ 4.550,00 NC UFLA Universidde Federl de Lvrs 5 R$ 1.750,00 NC UFMA Universidde Federl do Mrnhão 2 R$ 700,00 NC UFMG Universidde Federl de Mins Geris 17 R$ 5.950,00 NC UFMS Universidde Federl do Mto Grosso do Sul 10 R$ 3.500,00 NC UFMT Universidde Federl do Mto Grosso 3 R$ 1.050,00 NC UFOP Universidde Federl de Ouro Preto 1 R$ 350,00 NC U F PA Universidde Federl do Prá 11 R$ 3.850,00 NC UFPB Universidde Federl d Príb 17 R$ 5.950,00 NC UFPE Universidde Federl de Pernmbuco 13 R$ 4.550,00 NC UFPI Universidde Federl do Piuí 3 R$ 1.050,00 NC UFPR Universidde Federl do Prná 6 R$ 2.100,00 NC
39 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA D I! < <!ID > PORTARIA Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN UFRGS Universidde Federl do Rio Grnde do Sul 4 R$ 1.400,00 NC UFRJ Universidde Federl do Rio de Jneiro 28 R$ 9.450,00 NC UFRN Universidde Federl do Rio Grnde do Norte 26 R$ 9.450,00 NC UFRR Universidde Federl de Rorim 1 R$ 350,00 NC UFRRJ Universidde Federl Rurl do Rio de Jneiro 5 R$ 1.750,00 NC UFSE Universidde Federl de Sergipe 12 R$ 4.200,00 NC UFSC Universidde Federl de Snt Ctrin 14 R$ 4.900,00 NC UFSCr Universidde Federl de São Crlos 5 R$ 1.750,00 NC UFSJ Universidde Federl de São João del-rei 6 R$ 2.100,00 NC UFSM Universidde Federl de Snt Mri 1 R$ 350,00 NC UFT Universidde Federl do Tocntins 10 R$ 3.500,00 NC UFTM Universidde Federl do Triângulo Mineiro 7 R$ 2.450,00 NC UFV Universidde Federl de Viços 17 R$ 5.950,00 NC UnB Universidde de Brsíli 43 R$ ,00 NC UNIFEI Universidde Federl de Itjubá 2 R$ 700,00 NC UNIFESP Universidde Federl de São Pulo 5 R$ 1.750,00 NC UNIRIO Fundção Universidde Federl do Estdo do Rio de Jneiro 11 R$ 3.850,00 NC TO TA L 363 R$ ,00 - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO 2.216, DE 21 DE JUNHO DE 2006 O Reitor d Universidde Federl do Rio de Jneiro, no uso de sus tribuições, conferids pelo Decreto Presidencil de 24 de junho de 2003, publicdo no Diário Oficil d União 120, de 25 de junho de 2003, resolve: Homologr o resultdo finl do concurso público de provs e títulos relizdo pr clsse de professor ssistente. O número do editl do concurso é 7, de 12 de fevereiro 2004, publicdo no DOU n o - 32, em 16 de fevereiro de 2004 e o nome do cndidto indicdo pr provimento d vg é o seguinte: Nome Processo RENE GOMES DUTRA /04-27 ALOÍSIO TEIXEIRA N 2.217, DE 21 DE JUNHO DE 2006 O Reitor d Universidde Federl do Rio de Jneiro, no uso de sus tribuições, conferids pelo Decreto Presidencil de 24 de junho de 2003, publicdo no Diário Oficil d União 120, de 25 de junho de 2003, resolve: Homologr o resultdo finl do concurso público de provs e títulos relizdo pr clsse de professor djunto. O número do editl do concurso é 9, de 12 de fevereiro 2004, publicdo no DOU n o - 32, em 16 de fevereiro de 2004 e o nome do cndidto indicdo pr provimento d vg é o seguinte: Nome Processo ARNAUD MARIE PIE BELLOIR /04-80 ALOÍSIO TEIXEIRA N 2.218, DE 21 DE JUNHO DE 2006 O Reitor d Universidde Federl do Rio de Jneiro, no uso de sus tribuições, conferids pelo Decreto Presidencil de 24 de junho de 2003, publicdo no Diário Oficil d União 120, de 25 de junho de 2003, resolve: Homologr o resultdo finl do concurso público de provs e títulos relizdo pr clsse de Professor Adjunto. O número do editl do concurso é 18, de 06 de bril de 2006, publicdo no DOU n o - 68, em 07 de bril de 2006 e o nome dos cndidtos indicdos pr provimento ds vgs é o seguinte: Nome Processo ALCIDES JOSÉ MONTEIRO DA SILVA /06-97 ANDRE PEREIRA BOTELHO /06-96 FLAVIA CHAVES ALVES /06-06 GLAUCO VALLE DA SILVA COELHO /06-31 LUIZ AUGUSTO COIMBRA DE REZENDE FILHO /06-34 MARIA APARECIDA REZENDE MOTA /06-45 ALOÍSIO TEIXEIRA N 2.219, DE 21 DE JUNHO DE 2006 O Reitor d Universidde Federl do Rio de Jneiro, no uso de sus tribuições, conferids pelo Decreto Presidencil de 24 de junho de 2003, publicdo no Diário Oficil d União 120, de 25 de junho de 2003, resolve: Homologr o resultdo finl do concurso público de provs e títulos relizdo pr clsse de Professor Adjunto. O número do editl do concurso é 22, de 20 de bril de 2006, publicdo no DOU n o - 77, em 24 de bril de 2006 e o nome do cndidto indicdo pr provimento d vg é o seguinte: Nome Processo RODRIGO GUERIZOLI TEIXEIRA /06-70 ALOÍSIO TEIXEIRA. Ministério d Fzend PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL PROCURADORIA DA FAZENDA NACIONAL EM MINAS GERAIS PROCURADORIA SECCIONAL DA FAZENDA NACIONAL EM UBERABA 5, DE 7 DE ABRIL DE 2006 O PROCURADOR-SECCIONAL DA FAZENDA NACIO- NAL EM UBERABA, ESTADO DE MINAS GERAIS-SUBSTITU- TO, no uso d tribuição que lhe confere Portri MF nº 202, de 03 de mio de 2002, publicd no DOU de 06 de mio de 2002, o inciso XIII do rt. 49 do Regimento Interno d Procurdori-Gerl d Fzend Ncionl, provdo pel Portri n 138, de 1º de julho de 1997, publicd no D.O.U. de 03 de julho de 1997, seção I, págin , resolve: Art. 1º Excluir do Prcelmento Especil- PAES, de que trt Lei /03, empres EMPREENDIMENTOS AKEL LTDA, CNPJ / , cont PAES , em rzão de INADIMPLEMENTO ds prestções do referido prcelmento com fundmento nos rtigos 7.º e 8.º d lei referid, rtigos 7.º e 8.º d Portri Conjunt -PGFN/SRF n.º 1, de 25 de junho de 2003, e rt.10 d Portri Conjunt- SRF/PGFN n.º 3, de 25 de gosto de 2004, conforme decisão proferid no Processo Administrtivo nº / , ficndo referid pesso jurídic cientificd do presente to de exclusão e de que tem o przo de 10(dez) dis contr d publicção dest Portri, pr presentr recurso d presente decisão, ser dirigido à Procurdori-Seccionl d Fzend Ncionl em Uberb,MG, com endereço n Ru Aluízio de Melo Teixeir, 378, Fbrício, CEP , Uberb,MG. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. JOSE VALDEMAR BISINOTTO JÚNIOR SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL >INSTRUÇÃO NORMATIVA 657, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Alter o Anexo à Instrução Normtiv SRF n o 80/96, de 27 de dezembro de 1996, que instituiu Nomencltur de Vlor Aduneiro e Esttístic - NVE. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso d tribuição que lhe confere o inciso III do rt. 230 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF n o 30, de 25 de fevereiro de 2005, e o disposto no rt. 491 do Decreto n o 4.543, de 26 de dezembro de 2006, resolve: Art. 1 o Aprovr, n form do nexo único est Instrução Normtiv, o texto consoliddo d Nomencltur de Vlor Aduneiro e Esttístic - NVE. Art. 2 o O Anexo que se refere o cput do rt. 3 o d Instrução Normtiv SRF n o 80/96, de 27 de dezembro de 1996, pss ser o constnte deste to, que se encontr disponível no endereço eletrônico d Secretri d Receit Federl. Art. 3 o Fic revogd Instrução Normtiv SRF n o 603, de 29 de dezembro de Art. 4 o Est Instrução Normtiv entr em vigor n dt de su publicção, produzindo efeitos prtir de 1 o de julho de JORGE ANTONIO DEHER RACHID <!ID >ATO DECLARATÓRIO INTERPRETATIVO 7, DE 23 DE JUNHO DE 2006 Dispõe sobre possibilidde de s pessos jurídics que exercem tividde de frmáci de mnipulção optrem pelo Sistem Integrdo de Pgmento de Impostos e Contribuições ds Microempress e ds Empress de Pequeno Porte (Simples). O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso d tribuição que lhe confere o inciso III do rt. 230 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF nº 30, de 25 de fevereiro de 2005, considerndo o disposto no rt. 9º d Lei nº 9.317, de 5 de dezembro de 1996, e tendo em vist o que const do processo nº / , declr: Artigo único. O exercício d tividde de frmáci de mnipulção não constitui impedimento que pesso jurídic fç opção pelo Sistem Integrdo de Pgmento de Impostos e Contribuições ds Microempress e ds Empress de Pequeno Porte (Simples), um vez que não se trt de prestção de serviços, ms sim de tividde comercil. JORGE ANTONIO DEHER RACHID COORDENAÇÃO-GERAL DE TRIBUTAÇÃO DIVERGÊNCIA 3, DE 21 DE JUNHO DE 2006 <!ID >SOLUÇÃO DE ASSUNTO: Sistem Integrdo de Pgmento de Impostos e Contribuições ds Microempress e ds Empress de Pequeno Porte - Simples EMENTA: O exercício d tividde de frmáci de mnipulção não constitui impedimento que pesso jurídic fç opção pelo Simples, um vez que não se trt de prestção de serviços, ms sim de tividde comercil. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº9.317, de 5 de dezembro de 1996, rt. 9º. REGINA MARIA FERNANDES BARROSO Coordendor-Gerl SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS 1ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM GOIÂNIA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 32, DE 21 DE JUNHO DE 2006 Declr cnceld inscrição no Cdstro de Pessos Físics. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM GOIÂ- NIA/GO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF nº. 030, de 25 de fevereiro de 2005, e tendo em vist o disposto no rt. 46, inciso I, e rt. 47, todos d Instrução Normtiv SRF nº 461, de 18 de outubro de 2004, e fce o constnte no processo nº / , declr: Art. 1º Cnceld inscrição no Cdstro de Pessos Físics - CPF, bixo relciond, tendo em vist hver sido tribuído mis de um número de inscrição pr mesm pesso físic: CPF nº JOSÉ RODRIGUES SILVA. Art. 2º O presente Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. SÉRGIO LUIZ MESSIAS DE LIMA
40 40 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 33, DE 20 DE JUNHO DE 2006 Declr cnceld inscrição no Cdstro de Pessos Físics. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM GOIÂ- NIA/GO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF nº. 030, de 25 de fevereiro de 2005, e tendo em vist o disposto no rt. 46, inciso I, e rt. 47, todos d Instrução Normtiv SRF nº 461, de 18 de outubro de 2004, e fce o constnte no processo nº / , declr: Art. 1º Cnceld inscrição no Cdstro de Pessos Físics - CPF, bixo relciond, tendo em vist hver sido tribuído mis de um número de inscrição pr mesm pesso físic: CPF AFONSO LEITE DE CARVALHO Art. 2º O presente Ato Declrtório Executivo Nº 0033 de 20 de Junho de 2006, entr em vigor n dt de su publicção <!ID >ATO DECLARATÓRIO 3ª REGIÃO FISCAL EXECUTIVO 16, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL NA 3 REGIÃO FISCAL, no cumprimento do disposto no 1 o do rtigo 5 o d IN DpRF n o 109, de 2 de outubro de 1992, declr: 1. Excluíd do Registro de Ajudnte de Despchnte Aduneiro: INSCRIÇÃO NOME CPF Nº PROCESSO 3A MÁRCIA VIRGÍNIA AGUIAR DE SOUSA / Incluíd no Registro de Despchnte Aduneiro: INSCRIÇÃO NOME CPF PROCESSO 3D MÁRCIA VIRGÍNIA AGUIAR DE SOUSA / Incluídos no Registro de Ajudnte de Despchnte Aduneiro: TADEU CARDOSO CRUZ Substituto 2ª REGIÃO FISCAL <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 69, DE 23 DE JUNHO DE 2006 A SUPERINTENDENTE ADJUNTA DA RECEITA FEDE- RAL NA 2ª REGIÃO FISCAL, no uso ds tribuições que lhe form delegds pel Portri SRRF02 nº 130, de 27 de mrço de 2006, considerndo o disposto no cput e prágrfos do rtigo 24 do Decreto nº 4.543, de 26 de dezembro de 2002 e n Portri nº 602, de 10 de mio de 2002 e tendendo à solicitção formlizd no processo dministrtivo nº / , protocolizdo pel empres CONSTRUTORA NORBERTO ODEBRECHT S/A, CNPJ/MF nº / , declr: Art. 1º - Alfndegdo, em cráter eventul e temporário, o ponto de fronteir entre Repúblic Federtiv do Brsil e Repúblic do Peru, situdo no ponto de trvessi do Rio Acre que interlig o município de Assis Brsil, no Estdo do Acre e cidde perun de Iñpri. Art. 2º - O referido ponto de fronteir ficrá sob jurisdição d Inspetori d Receit Federl em Brsiléi/AC e por ele está utorizdo proceder, durnte o przo de 30 (trint) dis, contdos prtir d dt de publicção deste to, o cruzmento d fronteir entre os dois píses, pr conclusão do correspondente despcho de exportção DEFINITIVA de 11 (onze) cminhões bsculntes. Art. 3º - A Inspetori d Receit Federl em Brsiléi/AC deverá providencir o compnhmento fiscl d crg no percurso compreendido entre o Posto Fiscl de Fronteir em Epitciolândi/AC e o ponto de fronteir lfndegdo, cbendo o interessdo recolher o Tesouro Ncionl os vlores suficientes o ressrcimento ds despess reltivs o deslocmento dos servidores encrregdos de compnhr o cruzmento d fronteir no ponto permitido, em cumprimento o que determin IN SRF nº 14, de 25 de jneiro de Art. 4º - Este to entr em vigor n dt de su publicção. MARIA FERNANDA GUSMÃO DE MORAES DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM BELÉM <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 32, DE 22 DE JUNHO DE 2006 A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL EM BELÉM, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Regimento Interno d Secretri d Receit Federl SRF nº 30 de 25/02/2005, publicd no DOU de 04/03/2005 e tendo em vist os rtigos 81 e 82 d Lei 9.430/96, Portri MF nº 94/97 e o rt.39 d IN/SRF nº 568, de 08/09/2005, declr: Ser inpt inscrição no CNPJ nº / , d empres denomind ANANIMBEL DISTRIBUIDORA COMER- CIAL LTDA, por motivo de Inexistênci de Fto, conforme processo / Serão considerdos inidôneos, não produzindo efeitos tributários em fvor de terceiros interessdos, os documentos emitidos pel empres cim citd, prtir de 01 de jneiro de MARIA HELENA COUTINHO PONTE DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM PORTO VELHO <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 24, DE 17 DE ABRIL DE 2006 Declr nuld inscrição que se refere, no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic (CNPJ), por vício n inscrição. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM PORTO VE- LHO - RO, no uso d tribuição que lhe confere o rtigo 250, do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF nº 30, de 25 de fevereiro de 2005, e tendo em vist o disposto no inciso II, do rt. 30, d Instrução Normtiv RFB nº 568, de 8 de setembro de 2005, e o que const do processo dministrtivo nº / , declr: Art.1º Anuld, de ofício, inscrição nº / , no CNPJ, d empres M S GINO MONTENEGRO ME, por vício n inscrição Ȧrt.2º Este Ato Declrtório entr em vigor n dt d publicção no Diário Oficil d União. ROBERTO MACHADO BUENO INSCRIÇÃO NOME CPF PROCESSO 3A MARIZÂNGELA DE ARAÚJO LINS / A PAULO ROGÉRIO DE ARAÚJO OLIVEIRA / A MARCELO DE SOUSA PEIXOTO / A CLÁUDIA GURGEL DO AMARAL MOTA / A LARA GURGEL DO AMARAL DUARTE / Este to entrrá em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil. 6ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM BELO HORIZONTE SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 87, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Exclui pesso físic do Prcelmento Especil (Pes), de que trt o rt. 1º d Lei nº , de 30 de mio de O CHEFE DO SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM BE- LO HORIZONTE, no uso de sus tribuições e tendo em vist o disposto nos rts. 1º e 7º d Lei nº , de 30 de mio de 2003, no rt. 12 d Lei nº , de 21 de dezembro de 2004, nos rts. 9º 17 d Portri Conjunt PGFN/SRF nº 3, de 25 de gosto de 2004, e n Portri Conjunt PGFN/SRF nº 4, de 20 de setembro de 2004, declr: Art. 1º Fic excluído do Prcelmento Especil (Pes) de que trt o rt. 1º d Lei nº , de 30 de mio de 2003, de cordo com seu rt. 7º, pesso físic DANIEL ANTONIO DE MELO, CPF , tendo em vist que foi consttd flt de recolhimento ds prcels do Pes dos meses de julho, setembro, outubro, novembro e dezembro de 2005 e dos meses de jneiro mio de Art. 2º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de 10 dis, contdo d dt de publicção deste Ato Declrtório Executivo, presentr recurso dministrtivo dirigido o Delegdo d Receit Federl em Belo Horizonte n Avenid Afonso Pen 1316, 3º ndr, Sl 323,Centro - Belo Horizonte - CEP Art. 3º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt. 2º, exclusão do Pes será definitiv. Art. 5º Este Ato Declrtório entr em vigor n dt de su publicção. FLÁVIO ANTÔNIO SOUZA ABREU DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM UBERABA SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 15, DE 23 DE JUNHO DE 2006 Exclui pesso jurídic do Prcelmento Especil (Pes), de que trt o rt. 1º d Lei nº , de 30 de mio de A CHEFE DA SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DE UBERABA - MG, no uso de sus tribuições, tendo em vist o disposto nos rts. 1º e 7º d Lei nº , de 30 de mio de 2003, no rt. 12 d Lei nº , de 21 de dezembro de 2004, nos rts. 9º 17 d Portri Conjunt PGFN/SRF nº 3, de 25 de gosto de 2004, e n Portri Conjunt PGFN/SRF nº 4, de 20 de setembro de 2004, declr: Art. 1º Fic excluído do Prcelmento Especil (Pes) de que trt o rt. 1º d Lei nº , de 30 de mio de 2003, de cordo com seu rt. 7º, pesso jurídic COMERCIAL AGROMEN MA- QUINAS E PRODUTOS AGRÍCOLAS, CNPJ / , tendo em vist que foi consttd ocorrênci de três meses consecutivos ou seis lterndos sem recolhimento ds prcels do Pes ou que este tenh sido efetudo em vlor inferior o fixdo nos incisos II e III do 3º, incisos I e II do 4º e 6º do rt. 1º d Lei , de PAULO DE TARSO MIRANDA DE LACERDA Art. 2º O detlhmento do motivo d exclusão pode ser obtido n págin d Secretri d Receit Federl n Internet, no endereço < com utilizção d Senh Pes. Art. 3º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de 10 dis, contdo d dt de publicção deste Ato Declrtório Executivo, presentr recurso dministrtivo dirigido o Delegdo d Receit Federl de Uberb - MG, no Av. Mri Crmelit Cstro Cunh, Vil Olímpic - Uberb - MG. Art. 4º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt. 3º, exclusão do Pes tornr-se-á definitiv. Art. 5º Este to entr em vigor n dt de su publicção. MARIA ABADIA BARBOSA LIMA FIGUEIREDO 7ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM VITÓRIA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 47, DE 23 DE JUNHO DE 2006 A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL EM VITÓRIA NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usndo d competênci que lhe foi conferid pelo rtigo 57, I, d Instrução Normtiv SRF nº 504/2005, tendo em vist s informções contids no Processo nº / , utoriz, à empres INTERFOOD IMPOR- TAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA, situd à Ru Henrique Moscoso, 717, sl 809, Centro - Vil Velh/ES, inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , detentor do Registro Especil nº 07201/00263, publicdo no DOU de 25/04/2003, o fornecimento de (cinqüent e qutro mil ) selos de controle do tipo UÍSQUE, pr cixs com 12 grrfs de 1000 ml e 400 cixs com 6 grrfs de 1000 ml, clssificdo no código TIPI , mrc comercil Fmous Grouse, crcterístics físics - Whisky Grouse 12x1000ml e Wisky Gold Reserve 06X1000 ml, clsse de enqudrmento - Letr X = R$ 7,38/grrf e Letr Y = 9,00/grrf, fbricdo pel Highlnd Distillers LTD, loclizd em West Kinfuns - Perth, PH2 7xz, Escóci - Reino Unido. Est utorizção implic no cumprimento ds obrigções citds n IN SRF nº 504/2005. Este Ato Declrtório só terá vlidde pós su publicção no Diário Oficil d União LAURA GADELHA XAVIER DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 204, DE 22 DE JUNHO DE 2006 O CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUA- NEIRA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FE- DERAL NA 7ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci delegd pel Portri SRRF07 nº 170, de 27 de julho de 2004, publicd no D.ªU. de 30 de julho de 2004, tendendo o previsto no rt. 7º d Instrução Normtiv SRF nº 4, de 10 de jneiro de 2001, e tendo em vist o que const do processo nº / , declr: Art.1º-Fic empres NAVEGAÇÃO SÃO MIGUEL LT- DA., inscrit no CNPJ/MF sob o nº / hbilitd utilizr o regime duneiro especil de exportção e de importção de bens destindos às tividdes de pesquis e de lvr ds jzids de petróleo e de gás nturl - REPETRO, de que trt o cput e o 1º do rt. 2º d IN SRF nº 4/2001, n execução dos contrtos seguir relciondos, té o termo finl estbelecido nos mesmos.
41 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN Art.2º- Sem prejuízo d plicção de penlidde específic, hbilitção pr utilizr o RE- PETRO poderá ser suspens ou cnceld, n hipótese de ocorrênci de situções prevists no rt. 34 d IN SRF nº 4/2001. Art.3º- Eventuis prorrogções dos contrtos especificdos serão objeto de novo Ato Declrtório Executivo. Art.4º- Este Ato entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. Art.5º- Fic revogdo o Ato Declrtório Executivo SRRF07 nº 184, de 7 de junho de 2006, publicdo no DOU de 9 de junho de WALTER SANCHES SANCHES JUNIOR ANEXO Nº NO CONTRA- ÁREA DE CONCESSÃO Nº DO TERMO CNPJ TA N T E ( ANP) C O N T R ATO FINAL Cmpos em Explorção: Bcis Sedimentres: Amzons: BA-1 e 3 AT R E K Cerá- Amzons: BPOT-4, 100 AHTS 7000 e 10(RNS-143) Sergipe-Algos: BM-SEAL-4, SEAL-30 e 100, BT-SEAL Cmmu-Almd:BCAM-40 e BM-CAL-1 GUARDSMAN retificção Espírito Snto: BES-3, 100 e 200. PSV 1000 OR Cmpos: BC- 20, 30, 50, 60, 100, 200, 400, 500, 600, BM-C-3 e 6 Sntos: BS-3, 400, 500, BM-S-3, 7, 8, 9, e 11. Red Fox cessão de (Tricô Serviços direitos e Cmpos em Produção: Mrítimos Ltd.) obrigções Petróleo Agulh, Albcor, Albcor Leste, / Brsileiro Anequim, Arbin, Artum, Áre do S.A. CES - 066, Atum, Bdejo, Bgre, Brrcud, Bicudo, Biqur, Bonito, Doce River cessão de Ciob, Cngoá, Crpeb, Crting, (Tricô Serviços direitos e Crún, Cherne, Ciob, Congro, Corl, Mrítimos Ltd.) obrigções Corvin, Curimã, Dentão, Dourdo, Enchov, Enchov Oeste, Espd, Espdrte, Estrel do Mr, Group, Groupinh, Guiub, Guricem, Jesse O prorrogção Lingudo, Mlhdo, _ricô_, Mrlim, (Tricô Serviços (cessão de Mrlim Leste, Mrlim Sul, Moréi, Mrítimos Ltd.) direitos e Nmordo, Nordeste de Nmordo, obrigções) Norte de Pescd, Oeste de Urubrn, Pmpo, Prti, Prgo, Peroá, Pescd, P i r ú n, R o n c d o r, Serr,Trilh, Ubrn, Grnd River novo Vermelho,Viol, Vodor e Xréu. Contrto Cmpo em Explorção: El Pso Bci Sed. de Cmmu-Almd: EPPC-CP-001A Óleo e Gás BM-CAL-4 S TAT E S M A N novo do Brsil Ltd. (Poços:1-ELPS-16-BAS e 1-ELPS-17-BAS) contrto Cmpos em Explorção: Bci Sed. de Cmpos: Shell Brsil BC-10 S B E P - U C / Ltd. Bci Sed. de Sntos: Fernnd M novo BS-4 contrto Cmpos em Produção: Bijupirá e Slem <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 205, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA DA SUPERINTENDENCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL NA 7ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci delegd pel Portri SRRF07 nº 170, de 27 de julho de 2004, publicd no D.O.U. de 30 de julho de 2004, tendendo o previsto no rt. 7º d Instrução Normtiv SRF nº 4, de 10 de jneiro de 2001, e tendo em vist o que const do processo nº /00-22 declr: Art.1º-Fic empres NOBLE DO BRASIL S/C LTDA., inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , hbilitd utilizr o regime duneiro especil de exportção e de importção de bens destindos às tividdes de pesquis e de lvr ds jzids de petróleo e de gás nturl - REPETRO, de que trt o cput e o 1º do rt. 2º d IN SRF nº 4/2001, n execução dos contrtos seguir relciondos, té o termo finl estbelecido nos mesmos. Art.2º- Sem prejuízo d plicção de penlidde específic, hbilitção pr utilizr o RE- PETRO poderá ser suspens ou cnceld, n hipótese de ocorrênci de situções prevists no rt. 34 d IN SRF nº 4/2001. Art.3º- Eventuis prorrogções dos contrtos especificdos serão objeto de novo Ato Declrtório Executivo. Art.4º- Este Ato entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. Art.5º- Fic revogdo o Ato Declrtório Executivo SRRF07 nº 163, de 22 de mio de 2006, publicdo no D.O.U. de 24 de mio de Nº NO CONTRA- ÁREA DE CONCESSÃO Nº DO TERMO CNPJ TA N T E (ANP) C O N T R ATO FINAL Cmpo em Desenvolvimento: Mrlim Leste Noble Léo Segérius prorrogção Cmpo em Desenvolvimento: Mrlim Leste Cmpos em Produção: prorrogção Pirnem Noble Murvlenko Jubrte - Poço 3-ESS-110HPA (BC-60) Cmpos em Explorção: Bcis Sedimentres: Petróleo Espírito Snto: PA1-ESS-130 (BC-60) prorrogção / Brsileiro Cmpos: BC-500 Noble Pul Wolff S.A. Sntos: 1-RJS-628 (BM-S-11) Cmpos em Explorção: Amzons: BA-1 e Cerá- Amzons: BPOT-4, 10 (RNS-143) e 100 Noble Roger Eson prorrogção Sergipe-Algos: BM-SEAL-4, SEAL-30 e 100, BT-SEAL-2 Cmmu-Almd: BCAM-40 e BM-CAL-1 Espírito Snto: BES-3, 100 e Cmpos: BC- 20, 30, 50, 60, 100, 200, 400, novo 500, 600, BM-C-3 e 6 Noble Therld Mrtin contrto Sntos: BS-3, 400, 500, BM-S-3, 7, 8, 9,10, e 11 <!ID >ATO DECLARATÓRIO WALTER SANCHES SANCHES JUNIOR EXECUTIVO 206, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA DA SUPERINTENDENCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL NA 7ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci delegd pel Portri SRRF07 nº 170, de 27 de julho de 2004, publicd no D.O.U. de 30 de julho de 2004, tendendo o previsto no rt. 7º d Instrução Normtiv SRF nº 4, de 10 de jneiro de 2001, e tendo em vist o que const do processo nº /00-25 declr: Art.1º-Fic empres DELBA MARÍTIMA NAVEGAÇÃO S.A, inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , hbilitd utilizr o regime duneiro especil de exportção e de importção de bens destindos às tividdes de pesquis e de lvr ds jzids de petróleo e de gás nturl - REPETRO, de que trt o cput e o 1º do rt. 2º d IN SRF nº 4/2001, n execução dos contrtos seguir relciondos, té o termo finl estbelecido nos mesmos. Art.2º-Sem prejuízo d plicção de penlidde específic, hbilitção pr utilizr o RE- PETRO poderá ser suspens ou cnceld, n hipótese de ocorrênci de situções prevists no rt. 34 d IN SRF nº 4/2001. Art.3º- Eventuis prorrogções dos contrtos especificdos serão objeto de novo Ato Declrtório Executivo. Art.4º- Este Ato entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. Art.5º- Fic revogdo o Ato Declrtório Executivo SRRF07 nº 177, de 30 de mio de 2006, publicdo no DOU de 1 de junho de Nº NO CONTRA- ÁREA DE CONCESSÃO Nº DO TERMO CNPJ TA N T E (ANP) C O N T R ATO FINAL Cmpos em Explorção: Bcis Sedimentres: Amzons: BA-1 e 3 MISS GAYLA retificção e Cerá-Amzons: BPOT-4,10(RNS-143) prorrogção e 100 Sergipe-Algos:BM-SEAL-4, SEAL-30 e 100, BT-SEAL Cmmu-Almd: BCAM-40 e BM-CAL-1 MISS RAMONA retificção e Espírito Snto: BES-3, 100 e 200. prorrogção Cmpos: BC- 20, 30, 50, 60, 100, 200, 400, 500,600, BM-C - 3 e 6 Sntos: BS-3,400, 500, BM-S - 3, 7, 8, 9, e 11. BLUE SHARK prorrogção Cmpos em Produção: Petróleo Agulh, Albcor, Albcor Leste, Anequim, / Brsileiro Arbin, Artum, Áre do CES -066 S.A. Atum, Bdejo, Bgre, Brrcud, Bicudo, Bigur (RNS-134), Bonito, Ciob, MISS ALLIE prorrogção Cngoá, Crpeb, Crting, Crún, Cherne, Ciob(RNS-035), Congro, Corl, Corvin, Curimã, Dentão (RNS-035), Dourdo, Enchov, Enchov Oeste, Estrel-do-Mr, Group, Espd, Espdrte, Groupinh, Guiub (RNS-128), MISS KATHY prorrogção Guricem, Lingudo, Mlhdo, Mrimbá, Mrlim, Mrlim Leste, Mrlim Sul, Nmordo, Nordeste de Nmordo, Moréi, Norte de Pescd (RNS-033), Oeste de Ubrn (RNS-071), Pmpo, Prti, Prgo, (retificção) Peroá, Pescd, Pirún,Roncdor, Serr TEXAS STAR prorrogção (RNS-105),Trilh, Ubrn,Vermelho,Viol, Vodor e Xréu. <!ID >ATO DECLARATÓRIO WALTER SANCHES SANCHES JUNIOR EXECUTIVO 207, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL NA 7ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci delegd pel Portri SRRF07 nº 170, de 27 de julho de 2004, publicd no D.O.U. de 30 de julho de 2004, tendendo o previsto no rt. 7º d Instrução Normtiv SRF nº 4, de 10 de jneiro de 2001, e tendo em vist o que const do processo nº /00-19, declr: Art.1 - Fic empres MARINE PRODUCTION SYSTEMS DO BRASIL LTDA., inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , hbilitd utilizr o regime duneiro especil de exportção e de importção de bens destindos às tividdes de pesquis e de lvr ds jzids de petróleo e de gás nturl - REPETRO, de que trt o cput e o 1º do rt. 2º d IN SRF nº 4/2001, n execução dos contrtos seguir relciondos, té o termo finl estbelecido nos mesmos. Art.2 - Sem prejuízo d plicção de penlidde específic, hbilitção pr utilizr o RE- PETRO poderá ser suspens ou cnceld, n hipótese de ocorrênci de situções prevists no rt. 34 d IN SRF nº 4/2001.
42 42 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 Art.3 - Eventuis prorrogções dos contrtos, em nexo, serão objeto de novo Ato Declrtório Executivo. Art.4 - Este Ato entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. Art.5 - Fic revogdo o Ato Declrtório Executivo SRRF07 nº 146, de 3 de mio de 2006, publicdo no D.O.U. de 5 de mio de WALTER SANCHES SANCHES JUNIOR ANEXO Nº NO C O N T R ATA N T E ÁREA DE CONCESSÃO Nº DO TERMO CNPJ ( ANP) C O N T R ATO FINAL Rov Mgnum nov denominção novo (Rov Mgnum-47) contrto Up Grde Petróleo Rov Mgnum-17 prorrogção Brsileiro Cmpos em Explorção: S.A. Bcis Sedimentres : Amzons: BA-1 e 3 ROV retificção Cerá e Potigur: BPOT-4, 10 (RNS- 143) / e / Sergipe/Algos: BM-SEAL-4, SEAL (inclusão) e 100, BT-SEAL-2. ROV novo Cmmu-Almd: BCAM - 40 e contrto BM-CAL-1. Espírito Snto: BES-3, 100 e Cmpos: BC-20, 30, 40, 50, 60, 100, 200, prorrogção 400, 600 e BM-C-3 e 6. Petróleo Sntos : BS-3, 400, 500, BM-S-3, 7, 8, 9, Brsileiro 10 e 11. prorrogção S.A. cessão de direitos (Stolt Offhore S.A) Rov Mgnum-26 Cmpos em Produção: / Jubrte e Cchlote ROV <!ID >ATO DECLARATÓRIO (FPSO Seilllen) EXECUTIVO 208, DE 23 DE JUNHO DE 2006 prorrogção O CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL NA 7ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci delegd pel Portri SRRF07 nº 170, de 27 de julho de 2004, publicd no D.O.U. de 30 de julho de 2004, tendendo o previsto no rt. 7º d Instrução Normtiv SRF nº 4, de 10 de jneiro de 2001, e tendo em vist o que const do processo nº / declr: Art.1 - Fic empres TESCO DO BRASIL LTDA., inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , hbilitd utilizr o regime duneiro especil de exportção e de importção de bens destindos às tividdes de pesquis e de lvr ds jzids de petróleo e de gás nturl - REPETRO, de que trt o cput e o 1º do rt. 2º d IN SRF nº 4/2001, n execução dos contrtos seguir relciondos, té o termo finl estbelecido nos mesmos. Art.2 - Sem prejuízo d plicção de penlidde específic, hbilitção pr utilizr o RE- PETRO poderá ser suspens ou cnceld, n hipótese de ocorrênci de situções prevists no rt. 34 d IN SRF nº 4/2001. Art.3 - Eventuis prorrogções do contrto especificdo serão objeto de novo Ato Declrtório Executivo. Art.4 - Este Ato entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. Art.5 - Fic revogdo o Ato Declrtório Executivo SRRF07 nº 275, de 30 de setembro de 2005, publicdo no DOU de 6 de outubro de Nº NO C O N T R ATA N T E ÁREA DE CONCESSÃO Nº DO TERMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO FINAL Cmpos em Explorção: Bci Sed. do Espírito Snto: BCED e BREG Top-driver (SC-77) prorrogção Cmpos em Explorção: Bci de Sed. de Cerá- Potigur: RNS-143 (BPOT-10), BPOT-100A e BPOT / Petróleo Cmpos em Produção: / Brsileiro Agulh, Arbin, Artum, S.A. Áre do CES -066, Atum, Biqur (RNS-134), Crún, novo contrto Ciob (RNS-035), Curimã, Dentão (RNS-035), Espd, Guiub (RNS-128), Norte de Pescd (RNS-033), Oeste de Urubrn (RNS-071), Pescd, Serr (RNS-105), Ubrn e Xréu. WALTER SANCHES SANCHES JUNIOR <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 209, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL NA 7ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci delegd pel Portri SRRF07 nº 170, de 27 de julho de 2004, publicd no D.O.U. de 30 de julho de 2004, tendendo o previsto no rt. 7º d Instrução Normtiv SRF nº 4, de 10 de jneiro de 2001, e tendo em vist o que const do processo nº /00-38 declr: Art.1º - Fic empres HALLIBURTON SERVIÇOS LTDA., inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , hbilitd utilizr o regime duneiro especil de exportção e de importção de bens destindos às tividdes de pesquis e de lvr ds jzids de petróleo e de gás nturl - REPETRO, de que trt o cput e o 1º do rt. 2º d IN SRF nº 4/2001, n execução dos contrtos seguir relciondos, té o termo finl estbelecido nos mesmos. Art.2º - Sem prejuízo d plicção de penlidde específic, hbilitção pr utilizr o REPETRO poderá ser suspens ou cnceld, n hipótese de ocorrênci de situções prevists no rt. 34 d IN SRF nº 4/2001. Art.3º - Eventuis prorrogções dos contrtos especificdos serão objeto de novo Ato Declrtório Executivo. Art.4º - Este Ato entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. Art.5º - Fic revogdo o Ato Declrtório Executivo SRRF07 nº 170, de 26 de mio de 2006, publicdo no DOU de 30 de mio de WALTER SANCHES SANCHES JUNIOR ANEXO Nº NO C O N T R ATA N T E ÁREA DE CONCESSÃO Nº DO TERMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO FINAL Cmpos em Explorção: B. Sed Espirito Snto: BES - 3, 100 e 200. B. Sed. Cmpos: BC- 20, 30, 50, 60, 100, 200, 400, 500 e BM-C-3 e 6. prorrogção B. Sed.Sntos: BS- 3, 400 e 500, BM-S-3, 7, 8, 9, 10 e 11. Cmpos em Produção: Albcor, Albcor Leste, Anequim, Bdejo, Bgre, Brrcur, Bicudo, Bonito, Crpeb, Crting, Cherne, Congro, Corl, Corvin, Enchov, Enchov Oeste, Espdrte, Estrel do Sul, Group, Groupinh, Lingudo, Mlhdo, Mrimbá, Mrlim, Mrlim Leste, Mrlim Sul, retificção Moréi, Nmordo, Nordeste de Nmordo,Pmpo, Prti, Prgo, Pirún, Roncdor, Trilh, Vermelho, Viol e Vodor. Cmpos em Explorção: Bcis Sedimentres: / Amzons: BA-1 e / Cerá: BCE / Potigur: BPOT- 4, 100 e 100A / Petróleo Brsileiro S.A. Sergipe-Algos: SEAL-30,100, prorrogção / BM-SEAL - 4 e BT-SEAL / Cmmu-Almd: BM-CAL-1, / BCAM - 40, 100 e BALM-200. Cumuruxtib: BCUM-100. Cmpos em Explorção: B. Sed. Cmpos: BC-30, 50, 60, , 200, 400, 500 e 600 e BM-C-6. Cmpos em Explorção: Solimões: BSOL - 2, 5, 6 e Amzons: BA-1, 2 e 3. prorrogção Cerá: BCE- 6, 8 e 9. Potigur: BPOT- 4, 5, 6, 10,100, 100- A, BT-POT-4 e BCE-5. Sergipe-Algos: SEAL-1,10,20, ,100, 300 e BT-SEAL-2. prorrogção Tucno: BTUS- 3 e 5. S Recôncvo:BREC-3,5,9,10,11e13. Cmmu: BCAM-1 e 100. Almd: BALM Cumuruxtib:BCUM-1, 20 e 50. novo Espírito Snto: BES-100 e 200, contrto BE-49, BCED, BREG e BFRD. Mucuri: BMUC Cmpos: BC-30,50, 60,100,200, , 500, 600 e BM-C-6 prorrogção Sntos: BS- 400 e 500. Devon Energy do Brsil Ltd. Cmpo em Explorção: / (SFR Petróleo Brsil B. Sed. Potigur: prorrogção / Ltd.) BPOT / El Pso Petróleo do Cmpo em Explorção: / Brsil Ltd. Bcis Sedimentres: / El Pso BM-S-13 Ltd. Prá-Mrnhão: BM-PAMA / CostlBM-CAL-4 Ltd. Cmmu-Almd: BM-CAL-4 EPPC-MSA / Costl BM-PAMA-1 Espírito Snto: BM-ES-6 Ltd. Sntos: BM-S-13 BPAR-10 Ltd. Prná: BPAR-10 e BT-PR-4
43 <!ID > ATO Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN <!ID >ATO DECLARATÓRIO 8ª REGIÃO FISCAL EXECUTIVO 43, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DA RECEITA FE- DERAL NA 8ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci estbelecid pel Portri SRF nº 13, de 09 de jneiro de 2002, declr: 1. Fic lfndegdo, em cráter eventul e título extrordinário, pens e tão-somente no di 26/06/2006, o AEROPORTO INTERNACIONAL DE CONGONHAS/SP pr fins de pouso de um eronve d Forç Aére Brsileir, procedente de Buenos Aires, com pouso previsto pr s 17h00min, trnsportndo o Ministro de Desenvolvimento, Indústri e Comércio, Senhor Luís Furln. 2. Pr est situção os procedimentos fiscis serão efetudos pel ALF/AISP/Gurulhos. 3. Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. SEDMUNDO RONDINELLI SPOLZINO DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM ARAÇATUBA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 26, DE 16 DE JUNHO DE 2006 Declr inscrit no Registro Especil pesso jurídic que explor tividde de usuário de ppel com imunidde tributári, de cordo com o rt. 150, inciso VI, líne d, d Constituição Federl. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM ARAÇA- TUBA, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 250 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF n.º 30, de 25 de fevereiro de 2005, tendo em vist o disposto n Instrução Normtiv SRF n.º 71, de 24 de gosto de 2001, com s lterções introduzids pel IN SRF nº 101, de 21 de dezembro de 2001, e o que const do processo dministrtivo nº / , declr: Art. 1º Inscrit no REGISTRO ESPECIAL instituído pelo rt. 1º do Decreto-lei nº 1.593, de 21 de dezembro de 1977, sob o nº UP-08102/026, empres LUIZ GUSTAVO AMORIM CORREA - ME, CNPJ / , com sede n cidde de Andrdin (SP), n qulidde de pesso jurídic que explor tividde de usuário (UP) de ppel destindo à impressão de livros, jornis e periódicos, de conformidde com o rt. 150, inciso VI, líne d, d Constituição Federl. Art. 2º O estbelecimento interessdo deverá cumprir s obrigções citds n IN SRF nº 7l/2001, com s lterções introduzids pel IN SRF nº 101/2001, sob pen de cncelmento do registro especil, bem como observr os demis tos legis e normtivos pertinentes. Art. 3º Este Ato Declrtório Executivo somente terá vlidde pós su publicção no Diário Oficil d União. THARSIS ARAÚJO BUENO DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM GUARULHOS SERVIÇO DE CONTROLE E ACOMPANHAMENTO TRIBUTÁRIO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 7, DE 22 DE JUNHO DE 2006 Declr inpt inscrição de contribuinte no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic - CNPJ O Chefe do Serviço de Controle e Acompnhmento Tributário - SECAT, d Delegci d Receit Federl em Gurulhos, no uso d competênci que lhe foi delegd pelo rt. 4º, inciso X, d Portri DRF/GUA nº 104, de 24 de outubro de 2005, publicd no DOU de 27 de outubro de 2005, e, considerndo que o contribuinte não tendeu à Intimção objeto do Editl nº 003, publicdo no DOU de 18/05/2006, pr regulrizr su situção cdstrl pernte o CNPJ ou contrpor s rzões d Representção contid no Processo Administrtivo nº / , n form dos rts. 43 e 48, 3º, III d Instrução Normtiv RFB nº 568, de 08 de setembro de 2005, publicd no DOU de 12 de setembro de 2005, declr: Art. 1º - Inpt inscrição no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic do contribuinte com nome empresril ROSI DE SOUZA TROLESI, CNPJ nº / , com os efeitos previstos nos rtigos d IN RFB nº 568/2005. Art. 2º - São considerdos tributrimente ineficzes os documentos emitidos pelo citdo contribuinte prtir de 10/05/2006. MARIO ROBERTO GRANZIERA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM RIBEIRÃO PRETO <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 41, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DE RIBEIRÃO PRETO-SP, no uso d tribuição que lhe confere o rtigo 250, do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF nº 030, de 25/02/2005, publicdo no D.O.U. de 04/03/2005, com fundmento nos rtigos 46 e 47 d Instrução Normtiv SRF Nº461, de 18 de outubro de 2004, e tendo em vist o que const no processo dministrtivo nº / , declr que fic cnceldo de ofício inscrição no Cdstro de Pessos Físics (CPF) sob nº , em nome de OSVALDO DE PAULA, por ter sido tribuíd mis de um inscrição à mesm pesso físic. GLAUCO PETER ALVAREZ GUIMARAES DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 37, DE 5 DE JUNHO DE 2006 A CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUA- NEIRA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FE- DERAL NA 8ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci que lhe foi delegd pelos incisos XV e XVI do rtigo 1º d Portri SRRF/8ªRF nº 12, de 07 de fevereiro de 2000, publicd no D.O.U. de 16 de fevereiro de 2000, nos termos do 1º do rtigo 5º d Instrução Normtiv DpRF nº 109, de 02 de outubro de 1992, resolve: 1. Cncelr no Registro de Ajudntes de Despchnte Aduneiro, em rzão de inclusão no Registro de Despchntes Aduneiros, s seguintes inscrições: INSCRIÇÃO NOME CPF PROCESSO Nº 8A ADRIANO MOURO / ALEXANDRONI 8A ALOIR CARVALHO / A CLAUDINEI RODRIGUES / A EGAS RODRIGO QUEIROZ / A FÁBIO JOSÉ BUCHEDID VAZQUEZ / A GUSTAVO VALLIM / A JOSÉ TORRES DO PRADO / A MARIA DE LOURDES TOSSINI MICHELONE / A ROGÉRIO CORTEZ DA SILVA / A VÁLTER FLAUZINO / A VERA LÚCIA MONÇÃO ABRUZZINI / Incluir no Registro de Despchntes Aduneiros, com fundmento no rt. 50 do Decreto nº 646 de 09 de setembro de 1992, s seguintes inscrições: INSCRIÇÃO NOME CPF PROCESSO Nº 8D ADRIANO MOURO ALEXAN- DRONI / D ALOIR CARVALHO / D CLAUDINEI RODRIGUES / D EGAS RODRIGO QUEIROZ / D FÁBIO JOSÉ BUCHEDID VAZ- QUEZ / D GUSTAVO VALLIM / D JOSÉ TORRES DO PRADO / D MARIA DE LOURDES TOSSINI MICHELONE / D ROGÉRIO CORTEZ DA SILVA / D VÁLTER FLAUZINO / D VERA LÚCIA MONÇÃO ABRUZ- ZINI / Incluir, no Registro de Ajudntes de Despchnte Aduneiro, s seguintes inscrições: INSCRIÇÃO NOME CPF PROCESSO Nº 8 A ANDRÉ DA SILVA CELESTINO / A ANTONIO CARLOS ALVES FERREIRA 8 A ANTONIO RUBENS DOS SANTOS JUNIOR / / A CÉLIO DELGADO BELARMINO / A DANIEL BALSANI FERRAZ / A ÉDER LOLLO PEREIRA / A ÉLVIS DE JESUS VIEIRA / A FÁBIO RODRIGUES SOARES / A FERNANDO ROSA / A JOSÉ ANTONIO MENDONÇA / A JOSÉ HENRIQUE VIEIRA / A JOSÉ MARCOS POSSEDENTE DIAS / A LUCAS MIRANDA STANCIOLA / A MARCELO VALER / A MARCOS DE SOUSA ROCHA / A MARCOS ROBERTO DO PRADO / A MICHAEL MONTEDORI / A OZÉIAS SANTOS DA ROCHA / A RICARDO CONFALONIERI GELAIN / A RODRIGO GOMES DOS SANTOS DO ROSÁRIO 8 A SAMUEL GUSTAVO DA SILVA RODRIGUES 8 A VALDEIR GONÇALVES DE AGUIAR / / / A WILLIAM GRACIANO / A YURI BALLERINE DE ARRUDA C A RVA L H O / A ADRIANA COLAÇO LONGHIN / A ANDRÉA CRISTINA ASSUMPÇÃO / A ANDRÉIA TEBALDI / A ANNE MICHELE CHAGAS DE CAMARGO / A FERNANDA PATRÍCIA SALUSTIANO / A LEDA MARIA INÊS CABERLIN / A MARCELA ALVAREZ SAVIOLI / A YUKIKO FUGISSAWA / A ISABEL FILOMENA PINHEIRO SAMPAIO BOLOGNE / A ANA LAURA BARROS DE LIMA / A DAVID SANTANA TORRES / A FÁBIO VIEIRA FERREIRA / A HENRIQUE YUKIO ABEL / A JACKSON CRISTIANO GONÇALVES / A JEFFERSON ROCHA DE LIMA / A JOSCÉLIO SILVA SANTOS / A MARCELLO PIERO BORBA / A MÁRCIO ALVES DE ARAÚJO / A MARIA APARECIDA DA SILVA / A SHIRLEI MUNHOZ / A SHIRLEINE MUNHOZ / A SÍLVIO LUÍS LEOPOLDINO / A WELINGTON SALADINO DA PAIXÃO / Este to entrrá em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. <!ID >ATO DECLARATÓRIO SANDRA IVETE RAU VITALI EXECUTIVO 38, DE 14 DE JUNHO DE 2006 A CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUA- NEIRA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FE- DERAL NA 8ª REGIÃO FISCAL, no uso d delegção de competênci estbelecid pelo rt. 1º, inciso XII, d Portri SRRF/8ªRF nº 12, de 07/02/2000 (D.O.U. de 16/02/2000), e tendo em vist o que const do processo nº / , declr: 1. A empres TECSIS TECNOLOGIA E SISTEMAS AVANÇADOS LTDA., inscrit no CNPJ sob nº / , estbelecid n Ru Mocyr Ozes Guitti, 36 - Distrito Industril - Sorocb/SP, fic hbilitd utilizr os procedimentos simplificdos de concessão e de controle do regime duneiro especil de Admissão Temporári previstos n Instrução Normtiv SRF nº 115, de 31 de dezembro de 2001, reltivmente : ) Jogo de engrddo de ço, especilmente desenvolvido pr condicionmento de pás pr gerdores de energi eólic, constituído de: 1peç Cng BA, perfil menor qudro simples; 1 peç Cng BA, perfil mior qudro simples; 1 peç Cng BF, perfil menor qudro simples; 1 peç Cng BF, perfil mior qudro simples; 2 peçs Cint 2748; 1 peç Brço Regulável Suporte dos Cintos; 6 peçs Suporte dos Cintos; 2 peçs Fixdor de Cng BA perfil menor; 1peç Cng BA, perfil menor qudro duplo; 1 peç Cng BA, perfil mior qudro duplo; 1 peç Cng BF, perfil menor qudro duplo; 1 peç Cng BF, perfil mior qudro duplo; 2 peçs Cint 3150; 2 peçs Protetor de Pont; 2 peçs Protetor de Atrito; 12 peçs Cbo de Aço 5/8 ; 12 peçs Esticdor 5/8 ; 2 peçs Brr Superior dos Frme; 2 peçs Escds Lteris; 2 peçs Frme d Riz; 1 peç Frme Intermediário Simples e 1 peç Frme Intermediário Duplo, no quntittivo máximo de jogos, vlor unitário de US$ 3.250,00 cd jogo, pesndo kg, NCM ; b) Jogo de engrddo de ço, especilmente desenvolvido pr condicionmento de pás pr gerdores de energi eólic, constituído de: 2 peçs Qudro Interno Inferior; 2 peçs Qudro Interno Superior; 2 peçs Qudro d Riz; 2 peçs Posiciondor de Riz; 2 peçs Plc Protetor de Pont; 2 peçs Plc Posiciondor de Pás; 4 peçs Almofds Cr; 2 peçs Almofds Ci; 4 peçs Almofds Cf; 4 peçs Almofds Cb1; 4 peçs Almofds Cb2; 4 peçs Almofds Cb3; 4 peçs Almofds Cb4; 2 peçs Esticdor do Ldo d Riz; 2 peçs Protetor de Pont e 2 peçs Esticdor do Ldo d Pont, no quntittivo máximo de 700 jogos, vlor unitário de US$ 6.853,00 cd jogo, pesndo kg, NCM Os bens em questão serão desembrçdos pel ALF/Porto de Sntos. 3. Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. SANDRA IVETE RAU VITALLI
44 44 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 39, DE 20 DE JUNHO DE 2006 A CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUA- NEIRA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FE- DERAL NA 8ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci estbelecid pelo rt. 1º, inciso XII, d Portri SRRF08 nº 12, de 07/02/2000 (D.O.U. de 16/02/2000), e à vist do que const do processo nº / , declr: I - A empres SAINT GOBAIN VIDROS S/A, inscrit no CNPJ/MF sob o nº / , estbelecid n Ru Rui Brbos, Muá/SP, fic hbilitd utilizr os procedimentos simplificdos de concessão e de controle do regime duneiro especil de exportção temporári previstos n Instrução Normtiv SRF nº 115, de 31 de dezembro de 2001, reltivmente os bens bixo discrimindos, destindos o condicionmento de vidros, sber: 1) rck tipo A1, medids x x 1.300mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 2) rck tipo A2, medids x x 1.350mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 3) rck tipo AA1, medids x x 1.300mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 4) rck tipo AA10, medids x x 1.300mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 5) rck tipo AA2, medids x x 1.350mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 6) rck tipo AA3, medids x x 1.250mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de 8000 uniddes; 7) rck tipo AA4, medids x x 1.350mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 8) rck tipo AA5, medids x x 1.350mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 9) rck tipo AA6, medids x x 1.350mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 10) rck tipo AA7, medids x x 1.440mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 11) rck tipo AA8, medids x x 1.350mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 12) rck tipo B1, medids x x 1.100mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 13) rck tipo B2, medids x x 910mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 14) rck tipo B3, medids x x 950mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 15) rck tipo B4, medids x x 1.120mm, vlor unitário Us$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 16) rck tipo B5, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de 8000 uniddes; 17) rck tipo B6, medids x x 1.000mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 18) rck tipo B7, medids x x 910mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 19) rck tipo B8, medids x x 1.230mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes. 20) rck tipo B9, medids x x 1.115mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 21) rck tipo D1, medids x x 950mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de 8000 uniddes; 22) rck tipo D2, medids x x 1.030mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de 8000 uniddes; 23) rck tipo D3, medids x x 900mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 24) rck tipo D4, medids x x 1.000mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 25) rck tipo D5, medids x x 1.000mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 26) rck tipo D5, medids x x 1.000mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 27) rck tipo D6, medids x x 900mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 28) rck tipo D7, medids x x 900mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 29) rck tipo D8, medids x x 680mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 30) rck tipo D9, medids x x 1000mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 31) rck tipo D10, medids x x 920mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 32) rck tipo D11, medids x x 920mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 33) rck tipo P1, medids x x 1.220mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 34) rck tipo P2, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 35) rck tipo P3, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 36) rck tipo P4, medids x x 910mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 37) rck tipo P5, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 38) rck tipo P6, medids x x 920mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 39) rck tipo P7, medids x x 930mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 40) rck tipo P8, medids x x 910mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 41) rck tipo P9, medids x x 1.230mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; <!ID >ATO DECLARATÓRIO 42) rck tipo PA, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 43) rck tipo PB, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 44) rck tipo PC, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 45) rck tipo PD, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 46) rck tipo PE, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 47) rck tipo PF, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 48) rck tipo PG, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 49) rck tipo PL, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 50) rck tipo PM, medids x x 1.230mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 51) rck tipo PO, medids x x 1.120mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 52) rck tipo R1, medids x x 900mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 53) rck tipo R2, medids x x 590mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 54) rck tipo R3, medids x x 1.360mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 55) rck tipo R4, medids x x 1.320mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 56) rck tipo R5, medids x x 1.040mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 57) rck tipo R6, medids x x 590mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 58) rck tipo R7, medids x x 1.360mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes; 59) rck tipo R8, medids x x 1.000mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes, e 60) rck tipo R10, medids x x 1.320mm, vlor unitário US$ , NCM , no quntittivo máximo totl de uniddes. II - O desembrço duneiro de exportção temporári será relizdo pel IRF/São Pulo, sendo 50% (cinqüent por cento) no Porto Seco Snto André e 50% (cinqüent por cento) no Porto Seco Dry Port. III - Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. 9ª REGIÃO FISCAL EXECUTIVO 39, DE 23 DE JUNHO DE 2006 SANDRA IVETE RAU VITALI Hbilit empres que mencion utilizr o procedimento simplificdo de concessão e de controle do regime duneiro especil de dmissão temporári previsto n IN SRF no 115, de 31 de dezembro de O SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL NA 9ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci que lhe confere o rtigo 2.º d Instrução Normtiv SRF n.º 115, de 31 de dezembro de 2001, e considerndo o que const do processo n.º / , declr: Art. 1º - Fic empres Renult do Brsil S/A, estbelecid n Avenid Renult, nº prte, em São José dos Pinhis - PR,, inscrit no CNPJ sob o n.º / , hbilitd utilizr o procedimento simplificdo de concessão e de controle do regime duneiro especil de dmissão temporári, previsto n IN SRF no 115, de 31 de dezembro de 2001, no despcho duneiro de rcks metálicos e rcks plásticos, pr o quntittivo máximo mensl conforme descrição bixo: P R O D U TO CÓDIGO DIMENSÃO (LxCxA) ABERTO DIMENSÃO (LxCxA) FECHADO QTDE VALOR UNITÁ- TOTAL (US$) RIO (US$) Rck metálico CKD---1HC m m x 1140 m m x 660 m m 1180 m m x 1140 m m x 240 m m , ,00 Rck metálico CKD---1HC m m x 1140 m m x 860 m m 1180 m m x 1140 m m x 295 m m , ,00 Rck metálico CKD m m x 1140 m m x 1090 m m 1180 m m x 1140 m m x 295 m m , ,00 Rck plástico CKD---1BAC 1136 m m x 1157 m m x 350 m m , ,80 Art. 2º - Os despchos duneiros serão efetudos n DRF/Itjí, DRF/Prnguá, ALF/Porto de Sntos, ALF/Aeroporto Interncionl de São Pulo/Gurulhos e IRF/Curitib. Art. 3º - Este to entr em vigor n dt de su publicção. LUIZ BERNARDI
45 <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 40, DE 23 DE JUNHO DE 2006 Cncel inscrição de Ajudnte de Despchnte Aduneiro. O SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL NA 9ª REGIÃO FISCAL, no uso d tribuição que lhe confere o prágrfo 1º do rtigo 5º d Instrução Normtiv DpRF nº 109, de 2 de outubro de 1992, e conforme disposto no item 4 d Ordem de Serviço GAB/SRRF/9ª RF nº 2, de 29 de outubro de 1992, resolve: Art. 1º Cncelr inscrição nº 9A , de Eder Frncisco Mirnd, CPF , constnte do Ato Declrtório Executivo SRRF09/Din nº 33, de 10 de gosto de 2005, publicdo no Diário Oficil d União de 12 de gosto de 2005, por renúnci express do inscrito, conforme processo nº / Art. 2º Este to entrrá em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. LUIZ BERNARDI DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 21, DE 23 DE JUNHO DE 2006 Inclusão no Registro de Ajudntes de Despchnte Aduneiro. A CHEFE SUBSTITUTA DA DIVISÃO DE ADMINIS- TRAÇÃO ADUANEIRA DA 9ª REGIÃO FISCAL, no uso d competênci delegd pel Portri SRRF09 nº 97, de 19 de bril de 2000, publicd no Diário Oficil d União de 26 de bril de 2000, resolve: Art. 1º Incluir no Registro de Ajudntes de Despchnte Aduneiro s seguintes pessos: Nº NOME CPF 9A WILLIAN YOKIO NUMAI FUJIWARA MOREIRA LISBOA DE MIRANDA 9A FABIO DA SILVA ARAUJO A ALESSANDRO DE MELLO A LUCIANA FRANCA RODRIGUES A RAFAEL LOURIVAL DOS PASSOS A ANDRE BERNARDO STEFFEN A JULIANA DE SOUZA A BRUNA GAYA FELIPE A RODRIGO CRISPIM HEUSI A HERIVELTO DE SOUZA JUNIOR A CLEBER NEVES DAMASCENO A ELVIS FERNANDO MACHADO A GEOVANE RIBEIRO DA CUNHA A RAFAELA DOS SANTOS DE OLIVEIRA A ANTONIO BERNARDO VAILATTI A ADILSON LUIZ BULLA A JEFFERSON ROCKENBACH A ELAINE GUERRA GREGORIO A LUIZ FERNANDO CENTURIAO A MONICA DE BRITO A MARIO ANTONIO MARTINS MOREIRA A JOSE BATISTA DE OLIVEIRA A MARIO WAN STADNIK A ERYSON LUIS MACIEL Art. 2º Este Ato entrrá em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. JANETE DE SOUZA MACENA 10ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM CAXIAS DO SUL <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 12, DE 21 DE MARÇO DE 2006 Declr excluíd d sistemátic de pgmento dos tributos e contribuições de que trt o rtigo 3.º d Lei 9.317, de 05 de dezembro de 1996, empres que mencion. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, EM CAXIAS DO SUL (RS), no uso d tribuição que lhe confere o inciso II do rt. 227 do Regimento Interno, provdo pel Portri MF 30, de 25 de fevereiro de 2005, considerndo o disposto nos rtigos 9º, inciso V e XII, líne 'f'; 12; 14, inciso I e 15 d Lei nº 9.317, de 05 de dezembro de 1996; nos rtigos 192, inciso XII, líne 'f'; 194, inciso II, líne ; 195, inciso I; 196, inciso II; e 197 do Regulmento do Imposto de Rend, provdo pelo Decreto n.º 3.000, de 26 de mrço de 1999; no rtigo 32 d Medid Provisóri nº 252, de 15 de junho de 2005; Instrução Normtiv nº 355, de 29 de gosto de 2003; e em tenção o Precer DRF/CXL/Sct nº 42/2006, exrdo no processo nº / , declr: Art. 1.º O contribuinte ITALUX COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA., CNPJ n.º / , excluído de su opção pel sistemátic de pgmentos de tributos e contribuições de que trt o rtigo 3.º d Lei n.º 9.317, de 05 de dezembro de 1996, denomind SIMPLES, em virtude do exercício de tividde vedd, de mnutenção e instlção de mteriis e equipmentos elétricos e locção de mão de obr, conforme previsto no inciso V e n líne 'f', do inciso XII, do rtigo 9º d Lei nº 9.317, de 05 de dezembro de 1996, e lterções posteriores; no inciso V e n líne 'f' do inciso XII, do rtigo 192 do Decreto n.º 3.000, de 26 de mrço de Art. 2º Os efeitos d exclusão ocorrem prtir de 18/02/2002, retificndo-se de ofício dt de 01/09/2003, de cordo com o disposto no rtigo 15 d Lei nº 9.317/1996; no inciso II do rtigo 196 do Decreto nº 3.000, de 26 de mrço de 1999; combindo com o rt. 32 d Medid Provisóri nº 252 de 15 de junho de Art. 3º D presente declrção de exclusão poderá o contribuinte, dentro do przo de trint dis, contdos prtir d dt de ciênci deste Ato, mnifestr su inconformidde, por escrito, o Delegdo d Receit Federl do Brsil de Julgmento, em Porto Alegre, nos termos do Decreto nº , de 07 de mrço de 1972, e sus lterções posteriores, ssegurndo-se, ssim, o contrditório e mpl defes. Art. 4º Não hvendo mnifestção nesse przo, exclusão tornr-se-á definitiv. <!ID >ATO DECLARATÓRIO MIGUEL PLETSCH EXECUTIVO 18, DE 30 DE MAIO DE 2006 Atuliz relção dos produtos constntes do Registro Especil nº 10106/067. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM CAXIAS DO SUL (RS), no uso d tribuição que lhe confere o inciso II do rt. 250 do Regimento Interno, provdo pel Portri MF n 30, de 25 de fevereiro de 2005, considerndo o disposto no inciso II, 1.º, rtigo 2º d Instrução Normtiv SRF n 504, de 03 de fevereiro de 2005, e o despcho exrdo no processo n / , declr: Art. 1.º O estbelecimento d empres Moët Hennessy do Brsil - Vinhos e Destildos Ltd., inscrit no CNPJ sob nº / , situdo n RST 470, Km 62, no Município de Gribldi/RS, está inscrito no Registro Especil nº10106/067, concedido trvés do ADE nº 52, de 15 de bril de Artº 2º O estbelecimento supr citdo está utorizdo engrrfr os produtos bixo discrimindos: Produtos Importdos Clssificção Fiscl Mrc Comercil Preço em R$ p/cix ICMS 12% Ti p o Cpc. Conhque Hennessy VSOP Hennessy 85,00 700ml Conhque Hennessy VSOP Hennessy 9,00 50ml Conh que Hennessy VSOP c/ Hennessy 95,00 700ml 02 copos Conhque Hennessy X.O Hennessy 268,00 700ml Conhque Hennessy X.O c/ 02 copos Hennessy 280,00 700ml Conhque Hennessy Prdis Extr Hennessy 580,00 700ml Conhque Hennessy Richrd Hennessy 2.900,00 700ml Licor Grnd Mrnier Rouge Mrnier Lpostolle 45,00 700ml Licor Grnd Mrnier c/ 01 copo Mrnier Lpostolle 45,00 700ml Licor Grnd Mrnier Rouge Mrnier Lpostolle 24,75 350ml Licor Grnd Mrnier Rouge Mrnier Lpostolle 3,95 50ml Cognc Mrnier VSOP Luxe Mrnier Lpostolle 63,00 700ml Cognc Mrnier VS Luxe Mrnier Lpostolle 45,00 700ml Cognc Mrnier X.O Luxe Mrnier Lpostolle 170,00 700ml Cognc Armgnc Lpostolle Mrnier Lpostolle 85,00 700ml X.O Luxe Licor Cuvée du Centenire Mrnier Lpostolle 132,00 700ml Licor Cuvée du Cinquentenire Mrnier Lpostolle 265,00 700ml Licor Cherry Mrnier Mrnier Lpostolle 27,70 700ml Brndy Torres Miguel Torres 29,75 700ml Conhque Hennessy X.º Exclusive Collection c/ 2 estojos 200mlx Hennessy 450,00 200ml Vodk Belvedere Pure Belvedere 95,00 700ml Vodk Belvedere Cytrus Belvedere 105,00 700ml Vodk Belvedere Pomrncz Belvedere 105,00 700ml Uisque Glenmorngie Glenmorngie 11 5, ml Art. 3º Fic revogdo o prágrfo 2º do Ato Declrtório Executivo nº 92, de 26 de dezembro de MIGUEL PLETSCH DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM SANTA CRUZ DO SUL <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 27, DE 16 DE JUNHO DE 2006 Declr inscrit no Registro Especil pesso jurídic que explor tividde gráfic - impressor de livros, jornis e periódicos, que recebe ppel dquirido com imunidde tributári (GP) de cordo com o rt. 150, inciso VI, líne d d Constituição Federl. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM SANTA CRUZ DO SUL/RS, tendo em vist o disposto n Instrução Normtiv (IN) SRF nº 71 de 24 de gosto de 2001, com s lterções introduzids pel IN SRF 101 de 21 de dezembro de 2001 e o que const do processo dministrtivo nº / , declr: I - Inscrit no REGISTRO ESPECIAL instituído pelo rt 1º do Decreto Lei nº1.593 de 21 de dezembro de 1977 sob o número GP /039 empres Muniz & Siqueir Ltd, CNPJ / , estbelecid n Ru Fernndo Abott, 714, em Snt Cruz do Sul/RS, n qulidde de gráfic impressor de livros, jornis e periódicos com oficin de impressão própri, que recebe ppel de terceiros ou o dquire com imunidde tributári nos termos do rt. 1º, 1º, inciso V d IN SRF 101 de 21 de dezembro de II - A presente utorizção poderá ser cnceld qulquer tempo em cso de inobservânci, pel beneficiári, de qulquer dos requisitos que condicionrm concessão do registro. III - Este Ato Declrtório somente terá vlidde pós su publicção no Diário Oficil d União. ANTONIO FACCHI COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS <!ID >RETIFICAÇÃO N Instrução nº 434, de 22 de junho de 2006, publicd no D.O.U. de 23/06/2006, Seção 1, págs. 29 e 30, n ement, onde se lê:...e revog s Instruções CVM nºs 355, de 25 de junho de 2001,... lei-se:...e revog s Instruções CVM nºs 355, de 1º de gosto de 2001,... e, onde se lê: Art. 24. Ficm revogds s Instruções CVM nºs 355, de 25 de junho de 2001,... lei-se: Art. 24. Ficm revogds s Instruções CVM nºs 355, de 1º de gosto de 2001,... PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES CONSELHO PLENO ATA DA 1ª SESSÃO EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 20 DE JUNHO DE 2006 Aos vinte dis do mês de junho de dois mil e seis, às qutorze hors e trint minutos, no Auditório do Edifício Órgãos Centris do Ministério d Fzend, loclizdo no Setor de Autrquis Sul, Qudr 6, nono ndr, nest cidde de Brsíli, Distrito Federl, reunirm-se os Membros do Conselho Pleno do Primeiro Conselho de Contribuintes, estndo presentes os Conselheiros Mnoel Antonio Gdelh Dis (Presidente), Mário Junqueir Frnco Júnior, Sebstião Rodrigues Cbrl, Pulo Roberto Cortez, Cio Mrcos Cândido, Nury Frgoso Tnk, Leonrdo Henrique Mglhães de Oliveir, José Rimundo Tost Sntos, Silvn Mncini Krm, Antonio José Prg de Souz, Moisés Gicomelli Nunes d Silv, Alexndre Andrde Lim d Fonte Filho, Leil Mri Scherrer Leitão, Aloysio José Percínio d Silv, Márcio Mchdo Cldeir, Flávio Frnco Corrê, Alexndre Brbos Jguribe, Pulo Jcinto do Nscimento, Leonrdo de Andrde Couto, Antonio Crlos Guidoni Filho, Cândido Rodrigues Neuber, Nelson Mllmnn, Oscr Luiz Mendonç de Aguir, Pedro Pulo Pereir Brbos, Heloís Gurit Souz, Mri Betriz Andrde de Crvlho, Gustvo Lin Hddd, Remis Almeid Estol, Mri Helen Cott Crdozo, Luís Alberto Bcelr Vidl, Dniel Shgoff, Cláudi Luci Pimentel Mrtins d Silv (Suplente Convocd), Edurdo d Roch Schmidt, Wilson Fernndes Guimrães, Irineu Binchi, José Crlos Pssuello, José Clóvis Alves, Sueli Efigêni Mendes de Britto, Gonçlo Bonet Allge, Luiz Antônio de Pul, José Crlos d Mtt Rivitti, An Neyle Olímpio Holnd, Robert de Azeredo Ferreir Pgetti, Wilfrido Augusto Mrques, José Ribmr Brros Penh, Luiz Mrtins Vlero, Ntnel Mrtins, Albertin Silv Sntos de Lim, Hugo Correi Sotero, Rent Sucupir Durte, Nilton Pess, Crlos Alberto Gonçlves Nunes, Mrcos Vinícius Neder de Lim, Kren Jureidini Dis, Ivete Mlquis Pesso Monteiro, Mrgil Mourão Gil Nunes, José Crlos Teixeir d Fonsec, José Henrique Longo, Dorivl Pdovn, e eu, Alfredo Murillo Gmeiro de Souz, Secretário-Executivo do Primeiro Conselho de
46 <!ID > <!ID > 46 ISSN Contribuintes, fim de ser relizd presente Sessão Extrordinári. Ausentes justificdmente os Conselheiros Vlmir Sndri, Sndr Mri Froni e Nelson Lósso Filho. Verificd existênci de quorum regimentl, o Presidente declrou bert sessão, fzendo breve relto do funcionmento do Conselho Pleno, esclrecendo que su convocção se deu pr o fim de votção e provção de enuncidos de súmuls do Primeiro Conselho de Contribuintes, previst no rt. 29 do Regimento Interno dos Conselhos de Contribuintes, provdo pel Portri MF nº 55, de 16 de mrço de 1998, ressltndo os procedimentos estbelecidos n Portri 1ºCC nº 04, de 19 de junho de 2006, publicd no Diário Oficil d União, Seção 1, de 23 de junho de 2006, e destcndo que, conforme o inciso IV do rt. 30 do mesmo Regimento Interno, cd propost deve ser provd pelo voto de, no mínimo, 2/3 (dois terços) do respectivo Conselho Pleno, correspondente qurent votos n presente sessão. N ordem do di, form submetidos à votção dezesseis enuncidos de súmuls, tendo o Presidente, pós dr plvr os Conselheiros inscritos pr presentrem sus posições fvoráveis ou contráris à provção, tomdo, um um, os votos sim, pel provção, ou não, pel rejeição de cd enuncido, votdo por último e nuncido o seguinte resultdo: Enuncido nº 1 Import renúnci às instâncis dministrtivs propositur pelo sujeito pssivo de ção judicil por qulquer modlidde processul, ntes ou depois do lnçmento de ofício, com o mesmo objeto do processo dministrtivo, sendo cbível pens precição, pelo órgão de julgmento dministrtivo, de mtéri distint d constnte do processo judicil.. Decisão: APROVADO, por unnimidde, com cinqüent e nove votos fvoráveis. Súmul 1ºCC nº 1. Enuncido nº 2 O Primeiro Conselho de Contribuintes não é competente pr se pronuncir sobre inconstitucionlidde de lei tributári.. Decisão: APROVADO, por miori, com qurent e três votos fvoráveis e dezesseis votos contrários proferidos pelos Conselheiros Sebstião Rodrigues Cbrl, Antonio Crlos Guidoni Filho, Heloís Gurit Souz, Dniel Shgoff, Edurdo d Roch Schmidt, Irineu Binchi, José Crlos Pssuello, José Clóvis Alves, Gonçlo Bonet Allge, José Crlos d Mtt Rivitti, Robert de Azeredo Ferreir Pgetti, Wilfrido Augusto Mrques, Hugo Correi Sotero, Rent Sucupir Durte, Crlos Alberto Gonçlves Nunes e Kren Jureidini Dis. Apresentrm mnifestção orl os Conselheiros Wilfrido Augusto Mrques e Mário Junqueir Frnco Júnior. Súmul 1ºCC nº 2. Enuncido nº 3 Pr determinção d bse de cálculo do Imposto de Rend ds Pessos Jurídics e d Contribuição Socil sobre o Lucro, prtir do no-clendário de 1995, o lucro líquido justdo poderá ser reduzido em, no máximo, trint por cento, tnto em rzão d compensção de prejuízo, como em rzão d compensção d bse de cálculo negtiv.. Decisão: APROVADO, por unnimidde, com cinqüent e nove votos fvoráveis. Súmul 1ºCC nº 3. Enuncido nº 4 A prtir de 1º de bril de 1995, os juros mortórios incidentes sobre débitos tributários dministrdos pel Secretri d Receit Federl são devidos, no período de indimplênci, à tx referencil do Sistem Especil de Liquidção e Custódi - SELIC pr títulos federis.. Decisão: APROVADO, por miori, com cinqüent e sete votos fvoráveis e dois votos contrários proferidos pelos Conselheiros Wilfrido Augusto Mrques e Luiz Mrtins Vlero. Apresentrm mnifestção orl os Conselheiros Wilfrido Augusto Mrques e Mrcos Vinícius Neder de Lim. Súmul 1ºCC nº 4. Enuncido nº 5 São devidos juros de mor sobre o crédito tributário não integrlmente pgo no vencimento, ind que suspens su exigibilidde, slvo qundo existir depósito no montnte integrl.. Decisão: APROVADO, por miori, com cinqüent e cinco votos fvoráveis e qutro votos contrários proferidos pelos Conselheiros Hugo Correi Sotero, Crlos Alberto Gonçlves Nunes, Kren Jureidini Dis e Ivete Mlquis Pesso Monteiro. Súmul 1ºCC nº 5. Enuncido nº 6 N presunção reltiv de omissão de receit ou de rendimentos previst no rtigo 42 d Lei nº 9.430, de 1996, cbe o sujeito pssivo o ônus d prov d origem dos depósitos bncários.. Decisão: REJEITADO (Trint e cinco votos fvoráveis: Conselheiros Sebstião Rodrigues Cbrl, Pulo Roberto Cortez, Cio Mrcos Cândido, Nury Frgoso Tnk, José Rimundo Tost Sntos, Silvn Mncini Krm, Alexndre Andrde Lim d Fonte Filho, Leil Mri Scherrer Leitão, Márcio Mchdo Cldeir, Flávio Frnco Corrê, Cândido Rodrigues Neuber, Nelson Mllmnn, Oscr Luiz Mendonç de Aguir, Pedro Pulo Pereir Brbos, Heloís Gurit Souz, Mri Betriz Andrde de Crvlho, Gustvo Lin Hddd, Remis Almeid Estol, Mri Helen Cott Crdozo, Luís Alberto Bcelr Vidl, Cláudi Luci Pimentel Mrtins d Silv, Edurdo d Roch Schmidt, Wilson Fernndes Guimrães, Luiz Antônio de Pul, José Crlos d Mtt Rivitti, José Ribmr Brros Penh, Albertin Silv Sntos de Lim, Nilton Pess, Mrcos Vinícius Neder de Lim, Kren Jureidini Dis, Ivete Mlquis Pesso Monteiro, Mrgil Mourão Gil Nunes, José Crlos Teixeir d Fonsec, Mário Junqueir Frnco Júnior e Mnoel Antonio Gdelh Dis. Vinte e qutro votos contrários: Conselheiros Leonrdo Henrique Mglhães de Oliveir, Antonio José Prg de Souz, Moisés Gicomelli Nunes d Silv, Aloysio José Percínio d Silv, Alexndre Brbos Jguribe, Pulo Jcinto do Nscimento, Leonrdo de Andrde Couto, Antonio Crlos Guidoni Filho, Dniel Shgoff, Irineu Binchi, José Crlos Pssuello, José Clóvis Alves, Sueli Efigêni Mendes de Britto, Gonçlo Bonet Allge, An Neyle Olímpio Holnd, Robert de Azeredo Ferreir Pgetti, Wilfrido Augusto Mrques, Luiz Mrtins Vlero, Ntnel Mrtins, Hugo Correi Sotero, Rent Sucupir Durte, Crlos Alberto Gonçlves Nunes, José Henrique Longo e Dorivl Pdovn.). Apresentrm mnifestção orl os Conselheiros Wilfrido Augusto Mrques, Luiz Mrtins Vlero, Mri Helen Cott Crdozo e Mnoel Antonio Gdelh Dis. Enuncido nº 7 É legítim lvrtur de uto de infrção no locl em que foi consttd infrção, ind que for do estbelecimento do contribuinte.. Decisão: APROVADO, por unnimidde, com cinqüent e nove votos fvoráveis. Súmul 1ºCC nº 6. Enuncido nº 8 A usênci d indicção d dt e d hor de lvrtur do uto de infrção não invlid o lnçmento de ofício qundo suprid pel dt d ciênci.. Decisão: APROVADO, por unnimidde, com cinqüent e nove votos fvoráveis. Súmul 1ºCC nº 7. Enuncido nº 9 O Auditor Fiscl d Receit Federl é competente pr proceder o exme d escrit fiscl d pesso jurídic, não lhe sendo exigid hbilitção profissionl de contdor.. Decisão: APROVADO, por unnimidde, com cinqüent e nove votos fvoráveis. Súmul 1ºCC nº 8. Enuncido nº 10 É válid ciênci d notificção por vi postl relizd no domicílio fiscl eleito pelo contribuinte, confirmd com ssintur do recebedor d correspondênci, ind que este não sej o representnte legl do destintário.. Decisão: APRO- VADO, por miori, com qurent votos fvoráveis e dezenove votos contrários proferidos pelos Conselheiros Sebstião Rodrigues Cbrl, Moisés Gicomelli Nunes d Silv, Alexndre Andrde Lim d Fonte Filho, Aloysio José Percínio d Silv, Márcio Mchdo Cldeir, Flávio Frnco Corrê, Alexndre Brbos Jguribe, Pulo Jcinto do Nscimento, Antonio Crlos Guidoni Filho, Gonçlo Bonet Allge, José Crlos d Mtt Rivitti, An Neyle Olímpio Holnd, Robert de Azeredo Ferreir Pgetti, Wilfrido Augusto Mrques, José Ribmr Brros Penh, Hugo Correi Sotero, Rent Sucupir Durte, José Henrique Longo e Dorivl Pdovn. Apresentrm mnifestção orl os Conselheiros Wilfrido Augusto Mrques e Mrcos Vinícius Neder de Lim. Súmul 1ºCC nº 9. Enuncido nº 11 O przo decdencil pr constituição do crédito tributário reltivo o lucro inflcionário diferido é contdo do período de purção de su efetiv relizção ou do período em que, em fce d legislção, deveri ter sido relizdo, ind que em percentuis mínimos.. Decisão: APROVADO, por miori, com cinqüent e cinco votos fvoráveis e qutro votos contrários proferidos pelos Conselheiros Nury Frgoso Tnk, José Crlos Pssuello, Gonçlo Bonet Allge e Wilfrido Augusto Mrques. Súmul 1ºCC nº 10. Enuncido nº 12 Não se plic prescrição intercorrente no processo dministrtivo fiscl.. Decisão: APROVADO, por unnimidde, com cinqüent e nove votos fvoráveis. Súmul 1ºCC nº 11. Enuncido nº 13 Consttd omissão de rendimentos sujeitos à incidênci do imposto de rend n declrção de juste nul, é legítim constituição do crédito tributário n pesso físic do beneficiário, ind que fonte pgdor não tenh procedido à respectiv retenção.. Decisão: APROVADO, por miori, com qurent e sete votos fvoráveis e doze votos contrários proferidos pelos Conselheiros Sebstião Rodrigues Cbrl, Pulo Roberto Cortez, Cio Mrcos Cândido, Heloís Gurit Souz, Gustvo Lin Hddd, José Clóvis Alves, Sueli Efigêni Mendes de Britto, Gonçlo Bonet Allge, José Crlos d Mtt Rivitti, Wilfrido Augusto Mrques, Crlos Alberto Gonçlves Nunes e José Henrique Longo. Apresentrm mnifestção orl os Conselheiros Wilfrido Augusto Mrques e Leil Mri Scherrer Leitão. Súmul 1ºCC nº 12. Enuncido nº 14 Menor pobre que o sujeito pssivo crie e eduque pode ser considerdo dependente n Declrção do Imposto de Rend d Pesso Físic, desde que o declrnte detenh gurd judicil.. Decisão: APROVADO, por unnimidde, com cinqüent e nove votos fvoráveis. Súmul 1ºCC nº 13. Enuncido nº 15 A simples purção de omissão de receit ou de rendimentos, por si só, não utoriz qulificção d mult de ofício, sendo necessári comprovção do evidente intuito de frude do sujeito pssivo.. Decisão: APROVADO, por miori, com cinqüent e sete votos fvoráveis e dois votos contrários proferidos pelos Conselheiros Albertin Silv Sntos de Lim e Nilton Pess. Súmul 1ºCC nº 14. Enuncido nº 16 A bse de cálculo do PIS, previst no rtigo 6º d Lei Complementr nº 7, de 1970, é o fturmento do sexto mês nterior.. Decisão: APROVADO, por miori, com cinqüent e oito votos fvoráveis e um voto contrário proferido pelo Conselheiro José Crlos Teixeir d Fonsec. Súmul 1ºCC nº 15. Pr constr, foi lvrd presente t que, pós lid e chd conforme, eu, Alfredo Murillo Gmeiro de Souz, Secretário- Executivo do Primeiro Conselho de Contribuintes, ssino com o Presidente. Finlmente, determinou o Presidente publicção d presente t, por três vezes no Diário Oficil d União, pr o fim estbelecido no prágrfo único do rtigo 29 do Regimento Interno dos Conselhos de Contribuintes, provdo pel Portri MF nº 55, de 16 de mrço de MANOEL ANTONIO GADELHA DIAS Presidente do Conselho ALFREDO MURILLO GAMEIRO DE SOUZA Secretário Executivo RETIFICAÇÃO N At d 1ª Sessão Extrordinári, publicd no DOU Seção 1, di , onde se lê: PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA Lei-se: PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES CONSELHO PLENO Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ª CÂMARA ATA DA 7.788ª SESSÃO ORDINÁRIA Aos vinte e qutro dis do mês de mio de dois mil e seis, às oito hors e trint minutos, n sl ds sessões do Primeiro Conselho de Contribuintes, de número novecentos e cinco, loclizd no nono ndr do Edifício Alvord, Qudr 1, Bloco "J", no Setor Comercil Sul, nest cidde de Brsíli, Distrito Federl, reunirm-se os Membros d Terceir Câmr deste Conselho, estndo presentes os Conselheiros Cândido Rodrigues Neuber (Presidente) Aloysio José Percinio d Silv, Márcio Mchdo Cldeir, Flávio Frnco Corrê, Alexndre Brbos Jguribe, Pulo Jcinto do Nscimento, Leonrdo de Andrde Couto e Antonio Crlos Guidoni Filho e, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, fim de ser relizd presente Sessão Ordinári. Verificd existênci de quorum regimentl, o Presidente declrou bert à sessão, sendo seguir lid e post em discussão t d sessão nterior, que foi provd. Durnte o expediente, procedeu-se o sorteio de recursos serem reltdos, resultndo n seguinte distribuição: RELATOR: CONSELHEIRO ALOYSIO JOSÉ PERCÍNIO DA SILVA Recurso nº Processo nº / Recorrente: ALLIEDSIGNAL AUTOMOTIVE LTDA. - Recorrid: 3ª T U R M A / D R J - C A M P I N A S / S P. Recurso nº Processo nº / Recorrente: REFINARIA PIEDADE S.A - Recorrid: DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I Recurso nº EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: 3ª TURMA/DRJ- FORTALEZA/CE e BM DISOL DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS LT D A. Recurso nº Processo nº / Recorrente: MARCELO JUNQUEIRA MACIEL DIAS (FIRMA IN- DIVIDUAL) - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG. Recurso nº Processo nº / Recorrente: MARCELO JUNQUEIRA MACIEL DIAS (FIRMA IN- DIVIDUAL) - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG. RELATOR: CONSELHEIRO MÁRCIO MACHADO CAL- DEIRA Recurso nº Processo nº / Recorrente: AMAZONAS DIGITAL S.A. - Recorrid: 1ª TUR- M A / D R J - B E L É M / PA. Recurso nº Processo nº / Recorrente: VICENTE PEDROSA E IRMÃOS LTDA. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG. Recurso nº Processo nº / Recorrente: VICENTE PEDROSA E IRMÃOS LTDA. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG. Recurso nº Processo nº / Recorrente: TELECOMUNICAÇÕES DE RONDÔNIA S.A. TELERON - Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-BELÉM/PA. Recurso nº Processo nº / Recorrente: TELECOMUNICAÇÕES DE RONDÔNIA S.A - TELE- RON - Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-BELÉM/PA. Recurso nº Processo nº / Recorrente: MONTEIRO ARANHA PARTICIPAÇÕES S.A - Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I. Recurso nº Processo nº / Recorrente: POTENCIAL FOMENTO MERCANTIL LTDA. - Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-CURITIBA/PR. Recurso nº Processo nº / Recorrente: BRADESCO LEASING S.A ARRENDAMENTO MER- CANTIL - Recorrid: 8ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I. RELATOR(A) CONSELHEIRO FLÁVIO FRANCO COR- RÊA Recurso nº Processo nº / Recorrente: AMAPOLA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA. - Recorrid: 7ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I. Recurso nº Processo nº / Recorrente: LÍDIA VEÍCULOS E SERVIÇOS LTDA. - Recorrid: 3ª T U R M A / D R J - F O RTA L E Z A / C E. Recurso nº Processo nº / Recorrente: EDILANE PEIXOTO CABRAL - ME (FIRMA INDI- VIDUAL) - Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-FLORIANÓPOLIS/SC. Recurso nº Processo nº / Recorrente: CONSERVAS RUBI S.A. - Recorrid: 3ª TURMA/DRJ- F O RTA L E Z A / C E. Recurso nº EX OFFICIO E VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: 1ª TURMA/DRJ- BELÉM/PA e ETN - EMPRESA TÉCNICA NACIONALS.A. Recurso nº Processo nº / Recorrente: I.J.B. CÂMBIO E TURISMO LTDA. - Recorrid: 3ª T U R M A / D R J - F O RTA L E Z A / C E. Recurso nº Processo nº / Recorrente: ENGESET ENGENHARIA E SERVIÇOS DE TELE- MÁTICA S.A. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG. RELATOR: CONSELHEIRO ALEXANDRE BARBOSA JAGUARIBE Recurso nº Processo nº / Recorrente: ORGANIZAÇÃO NOSSA SENHORA DA ABADIA LTDA. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG. Recurso nº Processo nº / Recorrente: MENDES DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS LTDA. - Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE. Recurso nº EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: 4ª TURMA/DRJ- BELO HORIZONTE/MG e EGESA ENGENHARIA S.A.
47 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN Recurso nº Processo nº / Recorrente: BANCO ITAÚ BBA S.A. (SUC. POR INCORPORAÇÃO DE ITAUSEG HOLDING S.A - CNPJ / ). RELATOR: CONSELHEIRO PAULO JACINTO DO NAS- C I M E N TO Recurso nº Processo nº / Recorrente: SOCAPE SOCIEDADE CAXIENSE DE PETRÓLEO LT- DA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I. Recurso nº Processo nº / Recorrente: VERTENCO ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA. - Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP. Recurso nº Processo nº / Recorrente: MINASA TRADING INTERNACIONAL S.A. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP. Recurso nº Processo nº / Recorrente: MINASA TRADING INTERNACIONAL S.A. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP. Recurso nº Processo nº / Recorrente: MACRO PLANEJAMENTO PROMOÇÕES E VENDAS S/C LTDA. - Recorrid: 6ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I. Recurso nº Processo nº / Recorrente: ABADIR DISTRIBUIDORA E IMPORTADORA DE RO- LAMENTOS E PEÇAS LTDA. - Recorrid: 7ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I. Recurso nº Processo nº / Recorrente: UNIVERSAL COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG. Recurso nº Processo nº / Recorrente: ÉVORA COMERCIAL DE GÊNEROS ALIMENTÍ- CIOS LTDA. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-CURITIBA/PR. RELATOR: CONSELHEIRO LEONARDO DE ANDRADE C O U TO Recurso nº EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: 4ª TURMA/DRJ- SÃO PAULO/SP I e SERVENG CIVILSAN S.A. EMPRESAS AS- SOCIADAS DE ENGENHARIA. Recurso nº Processo nº / Recorrente: PERSA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CARNES E DERIVADOS LTDA. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BRASÍLIA/DF. Recurso nº Processo nº / Recorrente: CAMBARA S.A. PRODUTOS FLORESTAIS - Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-PORTO ALEGRE/RS. Recurso nº Processo nº / Recorrente: COPA MOTORS COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS LTDA. - Recorrid: 10ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I. Recurso nº EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: 2ª TURMA/DRJ- BRASÍLIA/DF e SOTAVE S.A. Recurso nº Processo nº / Recorrente: SOTAVE S.A. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BRASÍ- L I A / D F. Recurso nº Processo nº / Recorrente: BANCO VOLKWAGEN S.A. - Recorrid: 10ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP I. Recurso nº Processo nº / Recorrente: FIAT AUTOMÓVEIS S.A. - Recorrid: 3ª TUR- MA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG. Recurso nº EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: 10ª TURMA/DRJ- SÃO PAULO/SP I e COMPANHIA NÍQUEL TOCANTINS. RELATOR: CONSELHEIRO ANTONIO CARLOS GUIDO- NI FILHO Recurso nº Processo nº / Recorrente: COMERCIAL W.S. IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG. Recurso nº Processo nº / Recorrente: TRANSPORTES HENKES LTDA. - Recorrid: 1ª TUR- MA/DRJ-SANTA MARIA/RS. Recurso nº Processo nº / Recorrente: AURICCHIO & BARROS EXTRAÇÃO E COMÉRCIO DE AREIA E PEDRAS LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-CAM- P I N A S / S P. Recurso nº Processo nº / Recorrente: AURICCHIO & BARROS EXTRAÇÃO E COMÉRCIO DE AREIA E PEDRAS LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-CAM- P I N A S / S P. Recurso nº Processo nº / Recorrente: SOTREL ENGENHARIA LTDA. - Recorrid: 2ª TUR- MA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG. Recurso nº Processo nº / Recorrente: FAZENDAS REUNIDAS VALE DO RIO PRETO S.A. - Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE. N ordem do di, form vistos, exmindos e reltdos os recursos em put, e em decorrênci form proltds s seguintes decisões: RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALOYSIO JOSÉ PER- CÍNIO DA SILVA Recurso nº Processo nº / Recorrente: WESTINGHOUSE DO BRASIL S.A. (SUCESSORA DE WESTINGHOUSE INDÚSTRIA ELÉTRICA BRASILEIERA S.A., ATUALMENTE COM A RAZÃO SOCIAL EATOM LTDA.) - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG - IRPJ - Ex(s): 1988 e DECISÃO: Por miori de votos, DERAM provimento o recurso, vencido o Conselheiro Cândido Rodrigues Neuber que negou provimento em relção à verb utud título de correção monetári de mútuo entre empress ligds. A contribuinte foi defendid pelo Dr. Abelrdo Pinto de Lemos Neto, inscrição OAB/SP nº ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº: / Recorrente: WESTINGHOUSE DO BRASIL S.A. (SUC. DA WES- TINGHOUSE DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, SERVIÇOS LTDA., ATUALMENTE COM A RAZÃO SOCIAL; EATON LT- DA.) - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Por miori de votos, DERAM provimento o recurso, vencido o Conselheiro Cândido Rodrigues Neuber que negou provimento o recurso. A contribuinte foi defendid pelo Dr. Abelrdo Pinto de Lemos Neto, inscrição OAB/SP nº ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) MÁRCIO MACHADO CALDEIRA Recurso nº Processo nº / Recorrente: BELTERRA EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. - Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, DERAM provimento PARCIAL o recurso voluntário nos termos do voto do reltor. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Recorrente: COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO- CEL- PE - Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Vist o Conselheiro Alexndre Brbos Jguribe. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) FLÁVIO FRANCO CORRÊA Recurso nº EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: 1ª TURMA/DRJ- PORTO ALEGRE/RS e PREDILETO ALIMENTOS LTDA. - IRPJ E OUTROS - Ex(s): 2000 e DECISÃO: Por unnimidde de votos, DERAM provimento PARCIAL o recurso voluntário pr excluir s exigêncis de contribuições o PIS e à COFINS e NE- GARAM provimento o recurso ex officio. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALEXANDRE BAR- BOSA JAGUARIBE Recurso nº EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: 5ª TURMA/DRJ- RECIFE/PE e COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Vist o Conselheiro Márcio Mchdo Cldeir. Recurso nº Processo nº / Recorrente: VICUNHA TEXTIL S.A. - Recorrid: 3ª TURMA/DRJ- FORTALEZA/CE - CSLL - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) PAULO JACINTO DO N A S C I M E N TO Recurso nº EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: 1ª TURMA/DRJ- JUIZ DE FORA/MG e EMPRESAS REUNIDAS BSM SOTREL LTDA. ( ERBS) - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Por miori de votos, NEGARAM provimento o recurso voluntário, vencido o Conselheiro Pulo Jcinto do Nscimento (Reltor) que o provi prcilmente pr excluir d tributção verb utud título de distribuição disfrçd de lucros - DDL ; e, por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso ex officio. Designdo pr redigir o voto vencedor o Conselheiro Márcio Mchdo Cldeir. O julgmento foi compnhdo pelo Dr. Bruno Giembinsky Curvello, inscrição OAB/RJ nº ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) LEONARDO DE AN- DRADE COUTO Recurso nº EX OFFICIO - Processo nº / Recorrente: 3ª TURMA/DRJ-FORTALE- ZA/CE - Interessdo(): ELEBRA COMPUTADORES S.A. (ATUAL HEWLETT-PACKARD BRASIL LTDA.) - IRPJ E OUTRO - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso ex officio. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Recorrente: COMESA COMÉRCIO E IMPORTAÇÃO LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPJ E OUTROS - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, REJEITARAM o pedido de relizção de períci e, no mérito, NEGARAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº Finlmente, pr constr, foi lvrd presente t que, pós lid e chd conforme, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, ssino com o Presidente. CÂNDIDO RODRIGUES NEUBER Presidente d Câmr GILDA ALEIXO DOS SANTOS Chefe d Secretri ATA DA 7.789ª SESSÃO ORDINÁRIA Aos vinte e qutro dis do mês de mio de dois mil e seis, às qutorze hors e trint minutos, n sl ds sessões do Primeiro Conselho de Contribuintes, de número novecentos e cinco, loclizd no nono ndr do Edifício Alvord, Qudr 1, Bloco "J", no Setor Comercil Sul, nest cidde de Brsíli, Distrito Federl, reunirm-se os Membros d Terceir Câmr deste Conselho, estndo presentes os Conselheiros Cândido Rodrigues Neuber (Presidente) Aloysio José Percinio d Silv, Márcio Mchdo Cldeir, Flávio Frnco Corrê, Alexndre Brbos Jguribe, Pulo Jcinto do Nscimento, Leonrdo de Andrde Couto e Antonio Crlos Guidoni Filho e, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, fim de ser relizd presente Sessão Ordinári. Verificd existênci de quorum regimentl, o Presidente declrou bert à sessão, sendo seguir lid e post em discussão t d sessão nterior, que foi provd. N ordem do di, form vistos, exmindos e reltdos os recursos em put, e em decorrênci form proltds s seguintes decisões: RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALOYSIO JOSÉ PER- CÍNIO DA SILVA Recurso nº Processo nº / Recorrente: MINERAÇÃO MORRO VELHO LTDA. - Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG - CSLL - Ex(s): DECISÃO: Por miori de votos, DERAM provimento PARCIAL o recurso pr excluir exigênci d mult isold, vencidos os Conselheiros Márcio Mchdo Cldeir, Alexndre Brbos Jguribe e Antonio Crlos Guidoni Filho que provim mior pr reconhecer postergção no pgmento d CSLL. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) MÁRCIO MACHADO CALDEIRA Recurso nº Processo nº / Recorrente: NAVEGAÇÃO VALE DO RIO DOCE S.A. - DOCENAVE (ATUAL DEN. DE NAVEGAÇÃO RIO DOCE LTDA.) - Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Por miori de votos, DERAM provimento o recurso, vencidos os Conselheiros Flávio Frnco Corrê, Leonrdo de Andrde Couto e Cândido Rodrigues Neuber que negrm provimento. A contribuinte foi defendid pelo Dr. Leonrdo Viveiros de Cstro, inscrição OAB/RJ nº ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) FLÁVIO FRANCO CORRÊA Recurso nº Processo nº / Recorrente: SUPERMERCADOS POPÓ LTDA. - Recorrid: 1ª TUR- MA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG - IRPJ E OUTRO - Ex(s): DECISÃO: Por miori de votos, ACOLHERAM preliminr de decdênci do direito de constituir o crédito tributário reltivo os ftos gerdores dos 1º, 2º e 3º trimestres de 1998, suscitd de ofício pelo Conselheiro Reltor, vencidos o Conselheiro Cândido Rodrigues Neuber que não colheu e o Conselheiro Leonrdo de Andrde Couto que não colheu em relção à CSLL; por unnimidde de votos, REJEITARAM o pedido de relizção de períci; e, no mérito, DERAM provimento PARCIAL o recurso pr reduzir mult de lnçmento ex officio de 112,5% (cento e doze e meio por cento) o seu percentul norml de 75% (setent e cinco por cento). - ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Recorrente: ARAÚJO DISTRIBUIDORA LTDA. - Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG - CSLL - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, DERAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALEXANDRE BAR- BOSA JAGUARIBE Recurso nº Processo nº / Recorrente: AMÉRICA DO SUL DISTRIBUIDORA DE ALIMEN- TOS LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NE- GARAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: 3ª TURMA/DRJ- BELO HORIZONTE/MG e EDIVA EMPREENDIMENTOS LTDA. - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, RE- JEITARAM s preliminres suscitds pel contribuinte inclus preliminr de decdênci do direito de constituir o crédito tributário; e, no mérito, por miori de votos, DERAM provimento o recurso voluntário, vencidos os Conselheiros Leonrdo de Andrde Couto e Cândido Rodrigues Neuber que negrm provimento; e, por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso ex officio. A contribuinte foi defendid pelo Dr. José Roberto Pisni, inscrição OAB/SP nº A Fzend Ncionl foi defendid por seu procurdor, Dr. Sérgio de Mour. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) PAULO JACINTO DO N A S C I M E N TO Recurso nº Processo nº / Recorrente: NICECREAM COMÉRCIO DE ALIMENTOS LTDA. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - IRPJ E OUTROS - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NÃO TO- MARAM CONHECIMENTO do recurso por não tendidos os pressupostos de dmissibilidde do recurso voluntário. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Recorrente: CARPA SERRANA AGROPECUÁRIA RIO PARDO S.A. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP - PIS/PASEP - Ex(s): 1991, 1993 e DECISÃO: Por unnimidde de votos, ACOLHERAM preliminr de decdênci do direito de constituir o crédito tributário. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) LEONARDO DE AN- DRADE COUTO Recurso nº Processo nº / Recorrente: CITROVITA AGRO-INDUSTRIAL LTDA. - Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP - CSLL - Ex(s): DE- CISÃO: Por unnimidde de votos, REJEITARAM preliminr de decdênci do direito de constituir o crédito tributário e, no mérito, por miori de votos, NEGARAM provimento o recurso, vencido o Conselheiro Márcio Mchdo Cldeir que o proveu. A contribuinte foi defendid pel Drª Crl de Lourdes Gonçlves, inscrição OAB/SP nº ACÓRDÃO Nº
48 48 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 Recurso nº Processo nº / Recorrente: BANCO SUDAMERIS BRASIL S.A. - Recorrid: 8ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - IRPJ E OUTRO - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ANTONIO CARLOS GUIDONI FILHO Recurso nº EX OFFICIO - Processo nº / Recorrente: 4ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEI- RO/RJ I - Interessdo(): EDITORA PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS LTDA. - IRPJ E OUTROS - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, DECLARARAM nulidde d decisão quo e DETERMINARAM remess dos utos à reprtição de origem pr que nov decisão sej proltd n bo e devid form. - ACÓRDÃO Nº Finlmente, pr constr, foi lvrd presente t que, pós lid e chd conforme, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, ssino com o Presidente. CÂNDIDO RODRIGUES NEUBER Presidente d Câmr GILDA ALEIXO DOS SANTOS Chefe d Secretri ATA DA 7.790ª SESSÃO ORDINÁRIA Aos vinte e cinco dis do mês de mio de dois mil e seis, às oito hors e trint minutos, n sl ds sessões do Primeiro Conselho de Contribuintes, de número novecentos e cinco, loclizd no nono ndr do Edifício Alvord, Qudr 1, Bloco "J", no Setor Comercil Sul, nest cidde de Brsíli, Distrito Federl, reunirm-se os Membros d Terceir Câmr deste Conselho, estndo presentes os Conselheiros Cândido Rodrigues Neuber (Presidente) Aloysio José Percinio d Silv, Márcio Mchdo Cldeir, Flávio Frnco Corrê, Alexndre Brbos Jguribe, Pulo Jcinto do Nscimento, Leonrdo de Andrde Couto e Antonio Crlos Guidoni Filho e, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, fim de ser relizd presente Sessão Ordinári. Verificd existênci de quorum regimentl, o Presidente declrou bert à sessão, sendo seguir lid e post em discussão t d sessão nterior, que foi provd. N ordem do di, form vistos, exmindos e reltdos os recursos em put, e em decorrênci form proltds s seguintes decisões: RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALOYSIO JOSÉ PER- CÍNIO DA SILVA Recurso nº Processo nº / Recorrente: BREMEN COMÉRCIO DE VEÍCULOS LTDA. - Recorrid: 8ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - IRPJ E OUTROS - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso. A contribuinte foi defendid pelo Dr. Luiz Henrique Brros de Arrud, inscrição OAB/RJ nº A Fzend Ncionl foi defendid pelo seu procurdor, Dr. Sérgio de Mour. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Embrgnte: CONSELHEIRO ALOYSIO JOSÈ PERCÍNIO DA SIL- VA - Embrgd: TERCEIRA CÂMARA DO PRIMEIRO CON- SELHO DE CONTRIBUINTES - Interessd: TUMELINI FOMEN- TO MERCANTIL LTDA. - IRPJ E OUTROS - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, ACOLHERAM os embrgos de declrção interpostos pelo Conselheiro Reltor pr retificr decisão do córdão nº , de 20/02/2006, no sentido de: por unnimidde de votos, REJEITARAM preliminr de nulidde do lnçmento tributário; ACOLHERAM preliminr de decdênci do direito de constituir o crédito tributário do IRPJ e d CSLL referentes os ftos gerdores do 2º trimestre de 1999, e em relção às contribuições o PIS e COFINS, pr os ftos gerdores ocorridos té o mês de julho de 1993, inclusive; e, no mérito, por unnimidde de votos, DERAM provimento PARCIAL o recurso pr reduzir mult de lnçmento "ex officio" mjord de 150% (cento e cinquent por cento) o seu percentul norml de 75% (setent e cinco por cento). Ausentes, por motivo justificdo, os Conselheiros Márcio Mchdo Cldeir e Flávio Frnco Corrê. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) MÁRCIO MACHADO CALDEIRA Recurso nº Processo nº / Recorrente: IFF ESSÊNCIAS E FRAGÂNCIAS LTDA. - Recorrid: 6ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - IRPJ E OUTRO - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NÃO TOMARAM CONHECIMENTO ds rzões de recurso em relção à mtéri não expressmente impugnd e, no mérito, DERAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) FLÁVIO FRANCO CORRÊA Recurso nº Processo nº / Recorrente: BMF BELGO MINEIRA FOMENTO MERCANTIL LT- DA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALEXANDRE BAR- BOSA JAGUARIBE Recurso nº EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: DRJ-SÃO PAU- LO/SP I e TELCON TELECOMUNICAÇÕES DO BRASIL LTDA. - IRPJ E OUTROS - Ex(s): DECISÃO: Vist o Conselheiro Márcio Mchdo Cldeir. Recurso nº Processo nº / Recorrente: A. VESPA EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S/C LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, REJEITARAM s preliminres suscitds pel recorrente e, no mérito, DERAM provimento PARCIAL o recurso pr excluir d tributção s prcels de lucro inflcionário cumuldo de relizção mínim obrigtóri reltivs os exercícios já brngidos pel decdênci. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) PAULO JACINTO DO N A S C I M E N TO Recurso nº Processo nº / Recorrente: DISTRIBUIDORA COMERCIAL DE BEBIDAS LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPJ E OUTROS - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NÃO TO- MARAM CONHECIMENTO do recurso voluntário por não tendidos os pressupostos legis de dmissibilidde. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº EX OFFICIO - Processo nº / Recorrente: 1ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FO- RA/MG - Interessdo(): EMPRESAS REUNIDAS BSM - SOTREL LTDA. (ERBS) - PIS/DEDUÇÃO - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso ex officio. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) LEONARDO DE AN- DRADE COUTO Recurso nº Processo nº / Recorrente: CONCORDIA DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPJ E OUTROS - Ex(s): DECISÃO: Pelo voto de qulidde, RE- JEITARAM preliminr de não conhecimento do recurso voluntário, vencidos os Conselheiros Flávio Frnco Corrê, Alexndre Brbos Jguribe, Pulo Jcinto do Nscimento e Antonio Crlos Guidoni Filho que não tomvm conhecimento e, no mérito, por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Recorrente: LAB MASTER DO BRASIL INSTRUMENTAÇÃO ANALÍTICA LTDA. - Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - IRPJ E OUTROS/SIMPLES - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, REJEITARAM s preliminres e, no mérito, por miori de votos, DERAM provimento PARCIAL o recurso pr reduzir mult de lnçmento ex officio grvd de 150% (cento e cinqüent por cento) o seu percentul norml de 75% (setent e cinco por cento), vencidos os Conselheiros Leonrdo de Andrde Couto (Reltor) e Flávio Frnco Corrê. Designdo pr redigir o voto vencedor o Conselheiro Pulo Jcinto do Ncimento. - ACÓR- DÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ANTONIO CARLOS GUIDONI FILHO Recurso nº Processo nº / Recorrente: TÁGIDE VEÍCULOS S.A. - Recorrid: 1ª TURMA/DRJ- BELÉM/PA - IRPJ - Ex(s): 2000 e DECISÃO: Por unnimidde de votos, REJEITARAM s preliminres suscitds e, no mérito, DERAM provimento PARCIAL o recurso pr reduzir bse de cálculo d mult isold o montnte do IRPJ purdo e informdo ns DIPJ's. - ACÓRDÃO Nº Finlmente, pr constr, foi lvrd presente t que, pós lid e chd conforme, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, ssino com o Presidente. CÂNDIDO RODRIGUES NEUBER Presidente d Câmr GILDA ALEIXO DOS SANTOS Chefe d Secretri ATA DA 7.791ª SESSÃO ORDINÁRIA Aos vinte e cinco dis do mês de mio de dois mil e seis, às qutorze hors e trint minutos, n sl ds sessões do Primeiro Conselho de Contribuintes, de número novecentos e cinco, loclizd no nono ndr do Edifício Alvord, Qudr 1, Bloco "J", no Setor Comercil Sul, nest cidde de Brsíli, Distrito Federl, reunirm-se os Membros d Terceir Câmr deste Conselho, estndo presentes os Conselheiros Cândido Rodrigues Neuber (Presidente) Aloysio José Percinio d Silv, Márcio Mchdo Cldeir, Flávio Frnco Corrê, Alexndre Brbos Jguribe, Pulo Jcinto do Nscimento, Leonrdo de Andrde Couto e Antonio Crlos Guidoni Filho e, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, fim de ser relizd presente Sessão Ordinári. Verificd existênci de quorum regimentl, o Presidente declrou bert à sessão, sendo seguir lid e post em discussão t d sessão nterior, que foi provd. N ordem do di, form vistos, exmindos e reltdos os recursos em put, e em decorrênci form proltds s seguintes decisões: RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALOYSIO JOSÉ PER- CÍNIO DA SILVA Recurso nº Processo nº / Recorrente: PERES MENDES DE ALMEIDA - Recorrid: 3ª TUR- MA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPJ E OUTROS - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, REJEITARAM preliminr suscitd pel contribuinte; por miori de votos, ACOLHERAM preliminr de decdênci do direito de constituir o crédito tributário ds contribuições o PIS e COFINS, reltivs os ftos gerdores dos meses de jneiro e fevereiro de 1998, vencidos o Conselheiro Cândido Rodrigues Neuber que não colheu e o Conselheiro Leonrdo de Andrde Couto que não colheu pens em relção à contribuição COFINS; e no mérito, por unnimidde de votos, NE- GARAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) MÁRCIO MACHADO CALDEIRA Recurso nº Processo nº / Recorrente: TAVELA E VALLE LTDA. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ- CAMPINAS/SP - IRPJ E OUTROS - Ex(s): DE- CISÃO: Por unnimidde de votos, DERAM provimento o recurso. Ausente, por motivo justificdo, o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Recorrente: LABORATÓRIO PAULO CÉSAR FIGUEIREDO LTDA. - Recorrid: 2ªTURMA/DRJ-CAMPO GRANDE/MS - CSLL - Ex(s): DECISÃO: Por miori de votos, DERAM provimento o recurso, vencidos os Conselheiros Flávio Frnco Corrê e Leonrdo de Andrde Couto. Ausente, por motivo justificdo, o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) FLÁVIO FRANCO CORRÊA Recurso nº Processo nº / Recorrente: HP TRANSPORTES COLETIVOS LTDA. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BRASÍLIA/DF - IRPJ E OUTRO - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, DERAM provimento o recurso, sendo que o Conselheiro Cândido Rodrigues Neuber compnhou o Conselheiro Reltor pels conclusões. A contribuinte foi defendid pelo Dr. Edson Ferreir Ros, inscrição OAB/GO nº ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Recorrente: AUTO VIAÇÃO TIJUCA S.A. - Recorrid: 8ª TUR- MA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, DECLINARAM d competênci pr julgmento de recurso voluntário versndo sobre IRF/ILL fvor ds Câmrs especilizds.. Ausente, por motivo justificdo, o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALEXANDRE BAR- BOSA JAGUARIBE Recurso nº Processo nº / Recorrente: AMÉRICA DO SUL DISTRIBUIDORA DE ALIMEN- TOS LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - PIS - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NE- GARAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Recorrente: AMÉRICA DO SUL DISTRIBUIDORA DE ALIMEN- TOS LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - CSLL - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NE- GARAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) PAULO JACINTO DO N A S C I M E N TO Recurso nº Processo nº / Recorrente: EMPRESAS REUNIDAS BSM SOTREL LTDA. (ERBS) - Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG - PIS/REPIQUE - Ex(s): 1986 e DECISÃO: Por miori de votos, NEGARAM provimento o recurso em consonânci com decisão exrd no processo mtriz pelo córdão nº , vencido o Conselheiro Pulo Jcinto do Nscimento (Reltor), que o provi prcilmente. Designdo pr redigir o voto vencedor o Conselheiro Márcio Mchdo Cldeir. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Recorrente: EMPRESAS REUNIDAS BSM SOTREL LTDA. - Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG - FINSOCIAL - Ex(s): 1986 e DECISÃO: Por miori de votos, NEGARAM provimento o recurso em consonânci com decisão exrd no processo mtriz pelo córdão nº , vencido o Conselheiro Pulo Jcinto do Nscimento (Reltor), que o provi prcilmente. Designdo pr redigir o voto vencedor o Conselheiro Márcio Mchdo Cldeir. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) LEONARDO DE AN- DRADE COUTO
49 <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN Recurso nº EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº / Recorrentes: 1ª TURMA/DRJ- SÃO PAULO/SP I e CACAU BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRO- DUTOS ALIMENTÍCIOS LTDA. - IRPJ E OUTROS - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NEGARAM provimento os recursos voluntário e ex officio. Ausente, por motivo justificdo, o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ANTONIO CARLOS GUIDONI FILHO Recurso nº Processo nº / Recorrente: INDÚSTRIAS QUÍMICAS CUBATÃO LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - IRPJ - Ex(s): DE- CISÃO: Por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso. - ACÓRDÃO Nº Finlmente, pr constr, foi lvrd presente t que, pós lid e chd conforme, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, ssino com o Presidente. CÂNDIDO RODRIGUES NEUBER Presidente d Câmr GILDA ALEIXO DOS SANTOS Chefe d Secretri ATA DA 7.792ª SESSÃO ORDINÁRIA Aos vinte e seis dis do mês de mio de dois mil e seis, às oito hors e trint minutos, n sl ds sessões do Primeiro Conselho de Contribuintes, de número novecentos e cinco, loclizd no nono ndr do Edifício Alvord, Qudr 1, Bloco "J", no Setor Comercil Sul, nest cidde de Brsíli, Distrito Federl, reunirm-se os Membros d Terceir Câmr deste Conselho, estndo presentes os Conselheiros Cândido Rodrigues Neuber (Presidente) Aloysio José Percinio d Silv, Márcio Mchdo Cldeir, Flávio Frnco Corrê, Alexndre Brbos Jguribe, Pulo Jcinto do Nscimento, Leonrdo de Andrde Couto e Antonio Crlos Guidoni Filho e, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, fim de ser relizd presente Sessão Ordinári. Verificd existênci de quorum regimentl, o Presidente declrou bert à sessão, sendo seguir lid e post em discussão t d sessão nterior, que foi provd. N ordem do di, form vistos, exmindos e reltdos os recursos em put, e em decorrênci form proltds s seguintes decisões: RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALOYSIO JOSÉ PER- CÍNIO DA SILVA Recurso nº Processo nº / Recorrente: WESTINGHOUSE DO BRASIL S.A. (SUC. DA WES- TINGHOUSE INDÚSTRIA, ELÉTRICA BRASILEIRA S.A. ATUALMENTE COM NOVA RAZÃO SOCIAL; EATON LTDA.) - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG - PIS/DEDU- ÇÃO - Ex(s): DECISÃO: Por miori de votos, DERAM provimento o recurso pr justr exigênci d contribuição o PIS o decidido no processo mtriz pelo córdão nº , de 24/05/2006. Vencido o Conselheiro Cândido Rodrigues Neuber que negou provimento em relção à verb utud título de correção monetári de mútuo entre empress ligds. A contribuinte foi defendid pelo Dr. Abelrdo Pinto de Lemos Neto, inscrição OAB/SP nº ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) MÁRCIO MACHADO CALDEIRA Recurso nº Processo nº / Recorrente: ALBERTO SOARES - ME - Recorrid: 2ª TUR- MA/DRJ-CAMPO GRANDE/MS - IRPJ E OUTROS - Ex(s): 1999 e DECISÃO: Por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso. Ausente, por motivo justificdo, o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Recorrente: ALBERTO SOARES - ME - Recorrid: 2ª TUR- MA/DRJ-CAMPO GRANDE/MS - IRPJ - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, CONVERTERAM o julgmento em diligênci nos termos do voto do reltor. Ausente, por motivo justificdo, o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - RESOLUÇÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) FLÁVIO FRANCO CORRÊA Recurso nº Processo nº / Recorrente: BMF BELGO MINEIRA FOMENTO MERCANTIL LT- DA. - Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG - CSLL - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, REJEITA- RAM s preliminres suscitds; NÃO TOMARAM CONHECI- MENTO ds rzões de recurso reltivs às mtéris submetids o crivo do Poder Judiciário e, no mérito, NEGARAM provimento o recurso. Ausente, por motivo justificdo, o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) PAULO JACINTO DO N A S C I M E N TO Recurso nº Processo nº / Recorrente: DISTRIBUIDORA COMERCIAL DE BEBIDAS LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRF - Ano(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NÃO TOMARAM CO- NHECIMENTO do recurso voluntário por não tendidos os pressupostos legis de dmissibilidde. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) LEONARDO DE AN- DRADE COUTO Recurso nº Processo nº / Recorrente: AGROPECUÁRIA VALE DO JOÃO LEITE LTDA. - Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BRASÍLIA/DF - CSLL - Ex(s): 1999 e DECISÃO: Por miori de votos, DERAM provimento o recurso. Vencido o Conselheiro Flávio Frnco Corrê que negou provimento. Ausente, por motivo justificdo, o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ANTONIO CARLOS GUIDONI FILHO Recurso nº Processo nº / Recorrente: TÁGIDE VEÍCULOS S.A. - Recorrid: 1ª TURMA/DRJ- BELÉM/PA - CSLL - Ex(s): 2000 e DECISÃO: Por unnimidde de votos, REJEITARAM s preliminres suscitds e, no mérito, DERAM provimento PARCIAL o recurso pr reduzir bse de cálculo d mult isold o montnte d CSLL purd e informd ns DIPJ's. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) CÂNDIDO RODRI- GUES NEUBER Recurso nº Processo nº / Recorrente: DIOMARITA DE ARAÚJO CALADO FILHA- ME - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE - IRPJ E OUTROS/SIM- PLES - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NE- GARAM provimento o recurso. Ausente, por motivo justificdo, o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - ACÓRDÃO Nº Finlmente, pr constr, foi lvrd presente t que, pós lid e chd conforme, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, ssino com o Presidente. CÂNDIDO RODRIGUES NEUBER Presidente d Câmr GILDA ALEIXO DOS SANTOS Chefe d Secretri ATA DA 7.793ª SESSÃO ORDINÁRIA Aos vinte e seis dis do mês de mio de dois mil e seis, às doze hors e quinze minutos, n sl ds sessões do Primeiro Conselho de Contribuintes, de número novecentos e cinco, loclizd no nono ndr do Edifício Alvord, Qudr 1, Bloco "J", no Setor Comercil Sul, nest cidde de Brsíli, Distrito Federl, reunirm-se os Membros d Terceir Câmr deste Conselho, estndo presentes os Conselheiros Cândido Rodrigues Neuber (Presidente) Aloysio José Percinio d Silv, Márcio Mchdo Cldeir, Flávio Frnco Corrê, Alexndre Brbos Jguribe, Pulo Jcinto do Nscimento, Leonrdo de Andrde Couto e Antonio Crlos Guidoni Filho e, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, fim de ser relizd presente Sessão Ordinári. Verificd existênci de quorum regimentl, o Presidente declrou bert à sessão, sendo seguir lid e post em discussão t d sessão nterior, que foi provd. N ordem do di, form vistos, exmindos e reltdos os recursos em put, e em decorrênci form proltds s seguintes decisões: RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALOYSIO JOSÉ PER- CÍNIO DA SILVA Recurso nº Processo nº / Recorrente: MADEIREIRA JUARY LTDA. - Recorrid: 1ª TUR- MA/DRJ-BELÉM/PA - CSLL - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, REJEITARAM preliminr suscitd e, no mérito, DERAM provimento o recurso. Ausente, por motivo justificdo, o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) MÁRCIO MACHADO CALDEIRA Recurso nº Processo nº / Recorrente: ALBERTO SOARES - ME - Recorrid: 2ª TUR- MA/DRJ-CAMPO GRANDE/MS - CSLL - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, CONVERTERAM o julgmento em diligênci nos termos do voto do reltor. Ausente, por motivo justificdo o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - RESOLUÇÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) FLÁVIO FRANCO CORRÊA Recurso nº Processo nº / Recorrente: POSTO DE GASOLINA CANÁRIO LTDA. - Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - IRPJ E OUTRO - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NEGARAM provimento o recurso. Ausente, por motivo justificdo, o Conselheiro Antonio Crlos Guidoni Filho. - ACÓRDÃO Nº RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) PAULO JACINTO DO N A S C I M E N TO Recurso nº Processo nº / Recorrente: DISTRIBUIDORA COMERCIAL DE BEBIDAS LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - CSLL - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NÃO TOMARAM CO- NHECIMENTO do recurso voluntário por não tendidos os pressupostos legis de dmissibilidde. - ACÓRDÃO Nº Recurso nº Processo nº / Recorrente: DISTRIBUIDORA COMERCIAL DE BEBIDAS LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - FINSOCIAL/FATU- RAMENTO - Ex(s): DECISÃO: Por unnimidde de votos, NÃO TOMARAM CONHECIMENTO do recurso voluntário por não tendidos os pressupostos legis de dmissibilidde. - ACÓRDÃO Nº Finlmente, pr constr, foi lvrd presente t que, pós lid e chd conforme, eu, Gild Aleixo dos Sntos, Chefe d Secretri, ssino com o Presidente. CÂNDIDO RODRIGUES NEUBER Presidente d Câmr GILDA ALEIXO DOS SANTOS Chefe d Secretri SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS <!ID >PORTARIA N o , DE 23 DE JUNHO DE 2006 O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no uso d competênci delegd pelo Senhor Ministro de Estdo d Fzend, por meio d Portri n o 151, de 23 de junho de 2004, tendo em vist o disposto no rtigo 74 do Decreto-Lei n o 73, de 21 de novembro de 1966, e o que const do Processo SUSEP n o / , resolve: Art. 1 o Conceder ITAÚ SEGUROS CORPORATIVOS S/A, CNPJ nº / , com sede n cidde de São Pulo - SP, controld diretmente pel ITAÚ SEGUROS S.A., CNPJ nº / , utorizção pr operr com seguros de pessos e dnos, em todo território ncionl. Art. 2 o Aprovr o Esttuto Socil dotdo pel Sociedde, objeto de deliberção n Assembléi Gerl Extrordinári relizd em 5 de mio de Art. 3 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. <!ID >PORTARIA N RENÊ GARCIA JÚNIOR o , DE 23 DE JUNHO DE 2006 O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no uso d competênci delegd pelo Ministro de Estdo d Fzend, por meio d Portri n 151, de 23 de junho de 2004, tendo em vist o disposto no rtigo 77 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, e o que const do Processo SUSEP n o / , resolve: Art. 1 Homologr trnsferênci do controle cionário indireto d SUDAMERIS VIDA E PREVIDÊNCIA S.A. (tul denominção socil d SUDAMERIS GENERALI CIA. NACIONAL DE SEGUROS E PREVIDÊNCIA PRIVADA), CNPJ n / , com sede socil n cidde de São Pulo - SP, pssndo-o d ABN AMRO BRASIL DOIS PARTICIPAÇÕES S.A., CNPJ n / , pr MILLEA HOLDINGS, INC., pesso jurídic de direito privdo com sede socil no Jpão, n form do contrto de compr e vend de ção celebrdo em 7 de julho Art. 2 O controle cionário indireto d sociedde pssrá ser comprtilhdo pel ABN AMRO BRASIL DOIS PARTICIPA- ÇÕES S.A. e pel MILLEA HOLDINGS, INC. Art. 3 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. RENÊ GARCIA JÚNIOR DEPARTAMENTO DE CONTROLE ECONÔMICO <!ID >PORTARIA N o - 565, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O CHEFE DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE ECO- NÔMICO - DECON, no uso d competênci delegd pelo Superintendente d Superintendênci de Seguros Privdos, por meio d Portri n 848, de 1 de junho de 2000, tendo em vist o disposto no rtigo 38 d Lei Complementr n 109, de 29 de mio 2001, e o que const n Not N.AGU/MS de 05/2004 e no Processo SUSEP n / , resolve: Art. 1 Homologr, n íntegr, s deliberções tomds pelos cionists d ARCESP PREVIDÊNCIA PRIVADA, CNPJ n / , com sede socil n cidde de São Pulo - SP, que n Assembléi Gerl Extrordinári relizd em 20 de fevereiro de 2006, provou, em especil: Art. 2º Mudnç do endereço d sede socil pr Av. Nilo Peçnh, nº 11, sl Prte, Rio de Jneiro-RJ. Art. 3 Reformr e consolidr o Esttuto Socil. Art. 4º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. <!ID >PORTARIA N LÉO MARANHÃO DE MELLO o - 566, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O CHEFE DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE ECO- NÔMICO - DECON, no uso d competênci delegd pelo Senhor Superintendente d Superintendênci de Seguros Privdos, por meio d Portri n 848, de 1 o de junho de 2000, tendo em vist o disposto no rtigo 77 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, e o que const do Processo SUSEP n / , resolve: Art. 1 Homologr s deliberções provds pelos cionists d Prná Compnhi de Seguros, com sede em Curitib - PR, ns Assembléi Gerl Extrordinári relizd em 31 de mrço de 2005, em especil: I - Alterr o Artigo 2º do Esttuto Socil, pr dequá-l os rtigos 778 e 789 d Lei nº /2002, que lterou clssificção ds modliddes de seguros, de rmos vid e elementres pr rmos pessos e dnos; II - Aprimorr redção do item 3.1 do rtigo 3º do Esttuto Socil, referente à prestção dos serviços de ções escrituris. Art.2 Est Portri entr em vigor n dt de su Publicção. LÉO MARANÃO DE MELLO
50 <!ID > 50 ISSN TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES 1ª CÂMARA PAUTA DE JULGAMENTO Put de julgmento dos recursos ds sessões ordináris serem relizds ns dts seguir mencionds, no Setor Comercil Sul, Qudr 01, bloco "J", Sobreloj, Edifício Alvord, em Brsíli-DF OBSERVAÇÃO: Serão julgdos n primeir sessão ordinári subseqüente, independente de nov publicção, os recursos cuj decisão tenh sido did, em rzão de pedido de vist de conselheiro ou procurdor d Fzend Ncionl, não-comprecimento do conselheiro reltor, flt de tempo n sessão mrcd, ser ferido ou ponto fculttivo ou por outro motivo objeto de decisão do Colegido. DIA 11 DE JULHO DE 2006, ÀS 14:30 HORAS Reltor: OTACÍLIO DANTAS CARTAXO Recurso: Processo: / Recte: COMERCIAL OSWALDO CRUZ LTDA. Recd: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri : DCTF Recurso: Processo: /94-01 Recte: OUROMINAS - DIST. DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. Recd: DRJ-SAO PAULO/SP Mtéri : FINSOCIAL - FALTA DE RECOLHIMENTO Recurso: Processo: /00-15 Recte: SUPERMERCADO IRMÃOS RICARDO LTDA. Recd: DRJ-RIBEIRAO PRETO/SP Mtéri : FINSOCIAL - RESTITUIÇÃO/COMPENSAÇÃO Reltor: JOSÉ LUIZ NOVO ROSSARI Recurso: Processo: / Recte: MIRAMAR M. O. ANDRADE BAZAR LTDA Recd: DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Reltor: LUIZ ROBERTO DOMINGO Recurso: Processo: / Recte: CHURRASCARIA E RESTAURANTE ANDI LT- DA. Recd: DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: C.A. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS LTDA. - EPP Recd: DRJ-RIBEIRAO PRETO/SP Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: IRMÃOS ABADIA LTDA. Recd: DRJ-BRASILIA/DF Mtéri : SIMPLES - INSUFICIÊNCIA DE RECOLHI- M E N TO Recurso: Processo: / Recte: SUPERMERCADO GOIABA VERDE Recd: DRJ-BRASILIA/DF Mtéri : SIMPLES - INSUFICIÊNCIA DE RECOLHI- M E N TO Reltor: VALMAR FONSECA DE MENEZES 09 - Recurso: Processo: / Recte: SAPIENS ELETRÔNICA LTDA. Recd: DRJ-CURITIBA/PR Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: /99-29 Recte: INACI INSTITUTO NACIONAL DE CULTURA IN- TEGRAL S/C. LTDA. Recd: DRJ-SAO PAULO/SP Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: /99-03 Recte: EXCEL PRESS INDÚSTRIA GRÁFICA LTDA. Recd: DRJ-SAO PAULO/SP Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: /98-46 Recte: LIDER SUPER MERCADO E MAGAZINE LTDA Recd: DRJ-BELEM/PA Mtéri : FINSOCIAL - RESTITUIÇÃO/COMPENSAÇÃO Reltor: ATALINA RODRIGUES ALVES Recurso: Processo: /99-31 Recte: BERÇO - SERVIÇOS DE ATENDIMENTO INFAN- TIL LTDA. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: CONPLAN CONTADORES ASSOCIADOS S/C. LT- DA. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: GENUIR F. BERLATTO & CIA. LTDA. - ME. Recd: DRJ-SANTA MARIA/RS Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: VIP-IMAGEM E BELEZA LTDA. - ME. Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: /99-13 Recte: CBPO ENGENHARIA LTDA. Recd: DRJ-CURITIBA/PR Mtéri : FINSOCIAL - FALTA DE RECOLHIMENTO VISTA AO CONSELHEIRO SUSY GOMES HOFFMANN VISTA AO CONSELHEIRO CARLOS HENRIQUE KLA- SER FILHO Recurso: Processo: / Recte: BEBIDAS E CONDIMENTOS ASA BRANCA Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Reltor: SUSY GOMES HOFFMANN 019 -Recurso: Processo: / Recte: ELETROTÉCNICA W.S. LTDA. - ME. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: /99-00 Recte: DECORPLAC MOLDAGEM PLÁSTICA LTDA. Recd: DRJ-SAO PAULO/SP Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: IRIS SCHEID FERREIRA Recd: DRJ-CURITIBA/PR Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: DI CINEMA E VÍDEO Recd: DRJ-PORTO ALEGRE/RS Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: E.L. DOS SANTOS DECORAÇÕES Recd: DRJ-SAO PAULO/SP Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Reltor: IRENE SOUZA DA TRINDADE TORRES Recurso: Processo: /93-57 Recte: TV GAZETA DE ALAGOAS LTDA. Recd: DRJ-RECIFE/PE Mtéri : FINSOCIAL - FALTA DE RECOLHIMENTO VISTA AO CONSELHEIRO LUIZ ROBERTO DOMINGO VISTA AO CONSELHEIRO CARLOS HENRIQUE KLA- SER FILHO VISTA AO CONSELHEIRO OTACÍLIO DANTAS CAR- TA X O Recurso: Processo: / Recte: FABIANO & POLIANA REPRESENTAÇÕES LT- DA. - ME. Recd: DRJ-BELO HORIZONTE/MG Mtéri : DCTF Recurso: Processo: / Recte: LAURINDO JOSÉ BONATTO DE PIRACICABA - ME. Recd: DRJ-RIBEIRAO PRETO/SP Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: HOSMARINA COMERCIAL LTDA. Recd: DRJ-SALVADOR/BA Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: PAPELARIA CONTE LTDA. Recd: DRJ-BELEM/PA Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: COMERCIAL FERNANDES LTDA. Recd: DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ Mtéri : SIMPLES - INSUFICIÊNCIA DE RECOLHI- M E N TO Recurso: Processo: / Recte: ANGELA MARIA CARVALHO E CARVALHO - ME. Recd: DRJ-SALVADOR/BA Mtéri : SIMPLES - INSUFICIÊNCIA DE RECOLHI- M E N TO Reltor: CARLOS HENRIQUE KLASER FILHO Nº 121, terç-feir, 27 de junho de Recurso: Processo: / Recte: V.M.B. SAMPAIO Recd: DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: M2 STANDS E MONTAGEM LTDA. - ME. Recd: DRJ-CURITIBA/PR Mtéri : SIMPLES - EXCLUSÃO Recurso: Processo: / Recte: CONSERVAS ODERICH S/A Recd: DRJ-PORTO ALEGRE/RS Mtéri : FINSOCIAL - FALTA DE RECOLHIMENTO DIA 12 DE JULHO DE 2006, ÀS 09:00 HORAS Reltor: OTACÍLIO DANTAS CARTAXO Recurso: Processo: / Recte: DISTRIBUIDORA SULAMERICANA DE MATE- RIAIS DE CONSTRUÇÃO LTDA. Recd: DRJ-CURITIBA/PR Mtéri : EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO Reltor: LUIZ ROBERTO DOMINGO Recurso: Processo: / Recte: AMERICAN VIRGINIA INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE TABACOS LTDA Recd: DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ Mtéri : EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO Recurso: Processo: / Recte: MARAZUL TECNOPLÁSTICA INDÚSTRIA E CO- MÉRCIO LTDA Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO 037 -Reltor: SUSY GOMES HOFFMANN Recurso: Processo: / Recte: CENTRAIS ELÉTRICAS MATOGROSSENSES S/A. - CEMAT Recd: DRJ-CAMPO GRANDE/MS Mtéri : RESTITUIÇÕES DIVERSAS Recurso: Processo: /00-61 Recte: JOSÉ MARIA FERREIRA DOS SANTOS Recd: DRJ-BELEM/PA Mtéri : RESTITUIÇÕES DIVERSAS Recurso: Processo: / Recte: FASOLO ARTEFATOS DE COURO LTDA. Recd: DRJ-PORTO ALEGRE/RS Mtéri : COMPENSAÇÃO DE TRIBUTOS COM TÍTU- LOS DA DÍVIDA AGRÁRIA VISTA AO CONSELHEIRO LUIZ ROBERTO DOMINGO Reltor: IRENE SOUZA DA TRINDADE TORRES Recurso: Processo: / Recte: EMPRESA GRÁFICA GUTEMBERG LTDA. Recd: DRJ-BRASILIA/DF Mtéri : COMPENSAÇÃO DE CRÉDITOS DE APÓLICE DA DÍVIDA PÚBLICA VISTA AO CONSELHEIRO CARLOS HENRIQUE KLA- SER FILHO Reltor: OTACÍLIO DANTAS CARTAXO Recurso: Processo: / Recte: COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : DRAWBACK - SUSPENSÃO Recurso: Processo: / Recte: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Inter: SAIBRITA MINERAÇÃO E CONSTRUÇÃO LTDA. Mtéri : INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA Reltor: JOSÉ LUIZ NOVO ROSSARI Recurso: Processo: / Recte: CIWAL ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS LTDA. Recd: DRJ-SAO PAULO/SP Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Reltor: LUIZ ROBERTO DOMINGO Recurso: Processo: /99-94 Recte: EXIDE ELETRONICS - MICROLITE LTDA. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : IPI/CLASSIFICAÇÃO FISCAL Recurso: Processo: /00-70 Recte: MORMAII IND. COM. IMP. EXP. DE ARTIGOS ESPORTIVOS LTDA. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : II/CLASSIFICAÇÃO FISCAL
51 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN Recurso: Processo: /99-95 Recte: FORTILIT TUBOS E CONEXÕES S/A. Recd: DRJ-SAO PAULO/SP Mtéri : II/CLASSIFICAÇÃO FISCAL Reltor: VALMAR FONSECA DE MENEZES Recurso: Processo: / Recte: LICÍNIO DIAS & CIA. LTDA. Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : IPI/CLASSIFICAÇÃO FISCAL VISTA AO CONSELHEIRO LUIZ ROBERTO DOMINGO Recurso: Processo: /00-40 Recte: COSTA CRUZEIROS AGÊNCIA MARÍTIMA E TURISMO LTDA. Recd: DRJ-SAO PAULO/SP Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Recurso: Processo: / Recte: CONTAREGIS EQUIPAMENTOS DE CONTROLE S/A. Recd: DRJ-PORTO ALEGRE/RS Mtéri : IPI/CLASSIFICAÇÃO FISCAL Reltor: ATALINA RODRIGUES ALVES Recurso: Processo: / Recte: COOPERATIVA AGRARIA DE CAFEICULTORES DO SUL DE SÃO PAULO LTDA Recd: DRJ-RIBEIRAO PRETO/SP Mtéri : COTA DE CONTRIBUIÇÃO NA EXPORTAÇÃO DO CAFÉ VISTA AO CONSELHEIRO SUSY GOMES HOFFMANN VISTA AO CONSELHEIRO VALMAR FONSECA DE ME- NEZES VISTA AO CONSELHEIRO OTACÍLIO DANTAS CAR- TA X O VISTA AO CONSELHEIRO CARLOS HENRIQUE KLA- SER FILHO VISTA AO CONSELHEIRO LUIZ ROBERTO DOMINGO Recurso: Processo: / Recte: COMPANHIA CACIQUE DE CAFÉ SOLUVÉL Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : DRAWBACK - SUSPENSÃO VISTA AO CONSELHEIRO VALMAR FONSECA DE ME- NEZES VISTA AO CONSELHEIRO SUSY GOMES HOFFMANN VISTA AO CONSELHEIRO IRENE SOUZA DA TRIN- DADE TORRES Recurso: Processo: / Recte: MBN PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : II/CLASSIFICAÇÃO FISCAL Reltor: IRENE SOUZA DA TRINDADE TORRES Recurso: Processo: / Recte: DRJ-FORTALEZA/CE Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Inter: SOENERG - SISTEMAS INTERNACIONAIS DE ENERGIA LTDA. Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO VISTA AO CONSELHEIRO CARLOS HENRIQUE KLA- SER FILHO Recurso: Processo: / Recte: COROA S. A. INDÚSTRIAS ALIMENTARES Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO VISTA AO CONSELHEIRO VALMAR FONSECA DE ME- NEZES VISTA AO CONSELHEIRO CARLOS HENRIQUE KLA- SER FILHO Recurso: Processo: / Recte: LUEMAR PRODUTOS TÊXTEIS LTDA. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA VISTA AO CONSELHEIRO CARLOS HENRIQUE KLA- SER FILHO Reltor: CARLOS HENRIQUE KLASER FILHO Recurso: Processo: / Recte: VOLVO DO BRASIL VEÍCULOS LTDA. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO VISTA AO CONSELHEIRO SUSY GOMES HOFFMANN VISTA AO CONSELHEIRO JOSÉ LUIZ NOVO ROSSA- RI VISTA AO CONSELHEIRO IRENE SOUZA DA TRIN- DADE TORRES Recurso: Processo: / Recte: CONFAB INDUSTRIAL S/A. Recd: DRJ-RIBEIRAO PRETO/SP Mtéri : IPI/CLASSIFICAÇÃO FISCAL VISTA AO CONSELHEIRO JOSÉ LUIZ NOVO ROSSA- RI VISTA AO CONSELHEIRO VALMAR FONSECA DE ME- NEZES Recurso: Processo: /00-27 Recte: BOBST BRASIL IND. E COM. DE MÁQUINAS LT D A. Recd: DRJ-SAO PAULO/SP Mtéri : II/ALÍQUOTA VISTA AO CONSELHEIRO JOSÉ LUIZ NOVO ROSSA- RI Recurso: Processo: / Recte: DEO MADEIRAS IMPORTAÇÃO E EXPORTA- ÇÃO LTDA. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA VISTA AO CONSELHEIRO JOSÉ LUIZ NOVO ROSSA- RI DIA 12 DE JULHO DE 2006, ÀS 14:00 HORAS Reltor: OTACÍLIO DANTAS CARTAXO Recurso: Processo: / Recte: PLASLAM INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PLÁS- TICOS LTDA. Recd: DRJ-PORTO ALEGRE/RS Mtéri : IPI/CLASSIFICAÇÃO FISCAL VISTA AO CONSELHEIRO JOSÉ LUIZ NOVO ROSSA- RI Recurso: Processo: / Recte: ÁGUIA SISTEMAS DE ARMAZENAGEM S. A. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Reltor: JOSÉ LUIZ NOVO ROSSARI Recurso: Processo: /00-53 Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRÁS Recd: DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ Mtéri : OUTROS VISTA AO CONSELHEIRO VALMAR FONSECA DE ME- NEZES VISTA AO CONSELHEIRO IRENE SOUZA DA TRIN- DADE TORRES Reltor: LUIZ ROBERTO DOMINGO Recurso: Processo: /95-08 Recte: SYNERGY CONSULTORIA E INFORMÁTICA LT- DA. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : II/CLASSIFICAÇÃO FISCAL VISTA AO CONSELHEIRO CARLOS HENRIQUE KLA- SER FILHO VISTA AO CONSELHEIRO SUSY GOMES HOFFMANN VISTA AO CONSELHEIRO OTACÍLIO DANTAS CAR- TA X O VISTA AO CONSELHEIRO VALMAR FONSECA DE ME- NEZES VISTA AO CONSELHEIRO IRENE SOUZA DA TRIN- DADE TORRES Recurso: Processo: /00-94 Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S/A. - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : RESTITUIÇÃO DO IMPOSTO SOBRE A IM- P O RTA Ç Ã O VISTA AO CONSELHEIRO CARLOS HENRIQUE KLA- SER FILHO Recurso: Processo: /99-11 Recte: RACE - COMÉRCIO IMPORTAÇÃO E EXPOR- TAÇÃO LTDA. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : IPI/CLASSIFICAÇÃO FISCAL VISTA AO CONSELHEIRO JOSÉ LUIZ NOVO ROSSA- RI Recurso: Processo: /98-19 Recte: LABORATÓRIOS SINTOFARMA S/A. Recd: DRJ-SAO PAULO/SP Mtéri : II/CLASSIFICAÇÃO FISCAL Recurso: Processo: /98-65 Recte: FMC DO BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO LT- DA. Recd: DRJ-SAO PAULO/SP Mtéri : II/CLASSIFICAÇÃO FISCAL VISTA AO CONSELHEIRO VALMAR FONSECA DE ME- NEZES Reltor: VALMAR FONSECA DE MENEZES Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : RESTITUIÇÃO DO IMPOSTO SOBRE A IM- P O RTA Ç Ã O VISTA AO CONSELHEIRO IRENE SOUZA DA TRIN- DADE TORRES Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S/A. - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO VISTA AO CONSELHEIRO LUIZ ROBERTO DOMINGO VISTA AO CONSELHEIRO IRENE SOUZA DA TRIN- DADE TORRES Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRÁS Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : CIDE - FALTA DE RECOLHIMENTO VISTA AO CONSELHEIRO IRENE SOUZA DA TRIN- DADE TORRES VISTA AO CONSELHEIRO LUIZ ROBERTO DOMINGO Reltor: ATALINA RODRIGUES ALVES Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : II/CLASSIFICAÇÃO FISCAL Reltor: SUSY GOMES HOFFMANN Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S/A. - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : II/ALÍQUOTA Recurso: Processo: /00-14 Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : RESTITUIÇÃO DO IMPOSTO SOBRE A IM- P O RTA Ç Ã O Reltor: CARLOS HENRIQUE KLASER FILHO Recurso: Processo: /00-27 Recte: PORTO A PORTO COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Recurso: Processo: / Recte: INDÚSTRIA E COMÉRCIO QUIMETAL S. A. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. - PETROBRÁS Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Recurso: Processo: /00-18 Recte: LUIS ANTÔNIO NABUCO DE ALMEIDA BRA- GA Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO
52 52 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de Recurso: Processo: /00-21 Recte: TRANSMAGNO TRANSPORTE RODOVIÁRIO LT D A. Recd: DRJ-FLORIANOPOLIS/SC Mtéri : II/IPI - FALTA DE RECOLHIMENTO Recurso: Processo: / Recte: PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. - PETROBRÁS Recd: DRJ-FORTALEZA/CE Mtéri : II/ALÍQUOTA DIA 13 DE JULHO DE 2006, ÀS 09:00 HORAS Reltor: OTACÍLIO DANTAS CARTAXO Recurso: Processo: /99-57 Recte: AGROFLORESTAL SANTA CECÍLIA LTDA. Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: DIAL DISTRIBUIDORA DE AÇO LTDA. Recd: DRJ-BRASILIA/DF Recurso: Processo: / Recte: AGUINALDO PRADO E OUTROS Recd: DRJ-BRASILIA/DF Recurso: Processo: / Recte: JOSÉ PATRUS DE SOUSA - ESPÓLIO Recd: DRJ-BRASILIA/DF Recurso: Processo: /00-14 Recte: SENDAS AGROPECUÁRIA S/A. Recd: DRJ-BRASILIA/DF Reltor: JOSÉ LUIZ NOVO ROSSARI Recurso: Processo: / Recte: ISAAC BENAYON SABBÁ Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: /00-64 Recte: ISAAC BENAYON SABBÁ Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ISAAC BENAYON SABBÁ Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ISAAC BENAYON SABBÁ Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ISAAC BENAYON SABBÁ Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: /00-43 Recte: ISAAC BENAYON SABBÁ Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ISAAC BENAYON SABBÁ Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ISAAC BENAYON SABBÁ Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ANTONIO CELSO SGANZERLA Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ANTONIO CELSO SGANZERLA Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ANTONIO CELSO SGANZERLA Recd: DRJ-RECIFE/PE TA X O Recurso: Processo: / Recte: ANTONIO CELSO SGANZERLA Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ANTONIO CELSO SGANZERLA Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ANTONIO CELSO SGANZERLA Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ANTONIO CELSO SGANZERLA Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ANTONIO CELSO SGANZERLA Recd: DRJ-RECIFE/PE DIA 13 DE JULHO DE 2006, ÀS 14:00 HORAS Reltor: LUIZ ROBERTO DOMINGO Recurso: Processo: / Recte: FAROUK ADAS Recd: DRJ-CAMPO GRANDE/MS Recurso: Processo: / Recte: FAROUK ADAS Recd: DRJ-CAMPO GRANDE/MS Recurso: Processo: / Recte: MÁRCIO SAAD Recd: DRJ-CAMPO GRANDE/MS Reltor: VALMAR FONSECA DE MENEZES Recurso: Processo: / Recte: CAMILO JORGE CURY Recd: DRJ-BRASILIA/DF Recurso: Processo: / Recte: FAZENDA GUAICURUS LTDA Recd: DRJ-CAMPO GRANDE/MS Recurso: Processo: / Recte: CAMILO JORGE CURY Recd: DRJ-BRASILIA/DF Recurso: Processo: / Recte: CESAR CARLOS AFONSO Recd: DRJ-BRASILIA/DF Recurso: Processo: / Recte: EDUARDO JOSÉ BERNARDES Recd: DRJ-CAMPO GRANDE/MS Recurso: Processo: / Recte: CAMILO JORGE CURY Recd: DRJ-BRASILIA/DF Reltor: ATALINA RODRIGUES ALVES Recurso: Processo: / Recte: SILVIO LEPESQUEUR Recd: DRJ-BRASILIA/DF VISTA AO CONSELHEIRO OTACÍLIO DANTAS CAR Recurso: Processo: / Recte: JOSÉ GERALDO ESTEVES MACHADO Recd: DRJ-BRASILIA/DF Recurso: Processo: / Recte: CIA. AGRO INDUSTRIAL TAPAJOS Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: /98-41 Recte: JOÃO ALVES DIAS Recd: DRJ-CAMPO GRANDE/MS Recurso: Processo: /91-38 Recte: JOÃO ALBERTO FERREIRA DA COSTA Recd: DRJ-BRASILIA/DF Reltor: SUSY GOMES HOFFMANN Recurso: Processo: / Recte: WANDO PEREIRA BORGES Recd: DRJ-BRASILIA/DF Recurso: Processo: /00-59 Recte: MODO BATTISTELLA REFLORESTAMENTO S.A. - MOBASA Recd: DRJ-CAMPO GRANDE/MS Recurso: Processo: /00-83 Recte: TECUMSEH DO BRASIL LTDA. Recd: DRJ-CAMPO GRANDE/MS Recurso: Processo: /00-30 Recte: PAULO KOURY NETO Recd: DRJ-CAMPO GRANDE/MS Recurso: Processo: / Recte: ITHAMAR VIANA DA SILVA Recd: DRJ-BRASILIA/DF Reltor: IRENE SOUZA DA TRINDADE TORRES Recurso: Processo: / Recte: AGROSAFRA DO PIAUÍ LTDA. Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: DROGARIA E FARMÁCIA NOSSA SENHORA DO CARMO LTDA. Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: OSVALDO TOJAL DANTAS - ESPOLIO Recd: DRJ-RECIFE/PE Reltor: CARLOS HENRIQUE KLASER FILHO Recurso: Processo: / Recte: MANOEL MARQUES DA SILVA Recd: DRJ-RECIFE/PE VISTA AO CONSELHEIRO LUIZ ROBERTO DOMINGO Recurso: Processo: / Recte: JOSÉ DE FÁTIMA FERREIRA Recd: DRJ-BRASILIA/DF VISTA AO CONSELHEIRO LUIZ ROBERTO DOMINGO Recurso: Processo: / Recte: ANTONIO AUGUSTO DOS SANTOS CASARO E OUTROS Recd: DRJ-BRASILIA/DF Recurso: Processo: / Recte: LAURO SERGIO BELCHIOR Recd: DRJ-BRASILIA/DF Recurso: Processo: / Recte: FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S/A. Recd: DRJ-RECIFE/PE Recurso: Processo: / Recte: ESPÓLIO DE JOSÉ FERNANDES PEDROSA Recd: DRJ-BRASILIA/DF Recurso: Processo: / Recte: JOSÉ GOMES DE MATOS FILHO Recd: DRJ-BRASILIA/DF OTACÍLIO DANTAS CARTAXO Presidente d Câmr SILVANA CRISTINA DOS SANTOS FERNANDES Secretári
53 <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN SECRETARIA EXECUTIVA Ministério d Integrção Ncionl. GABINETE DO MINISTRO <!ID >PORTARIA Nº 478, DE 20 DE JUNHO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DA INTEGRAÇÃO NACIO- NAL, no uso de sus tribuições, Considerndo os dispositivos do Decreto nº 4.649, de 27 de mrço de 2003, que prov Estrutur Regimentl do Ministério d Integrção Ncionl e s competêncis ele tribuíds e estbelece pr Secretri de Polítics de Desenvolvimento Regionl condução do processo de formulção e implementção d polític de desenvolvimento ncionl integrd, bem como rticulção de ções direcionds à integrção ncionl e o desenvolvimento regionl; Considerndo Polític Ncionl de Desenvolvimento Regionl (PNDR), provd pel Câmr de Polítics de Integrção Ncionl e de Desenvolvimento Regionl, em junho de 2004, e pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Socil d Presidênci d Republic, em setembro do mesmo no; Considerndo os objetivos d PNDR relciondos com redução ds desigulddes regionis e de tivção do potencil de desenvolvimento ds diverss regiões, territórios e sub-regiões do Pís; Considerndo o ppel glutindor e integrdor que deve ter ção de concepção, formulção e implementção d PNDR, sendo este necessrimente fundmentdo no conhecimento profundo ds reliddes territoriis, regionis e sub-regionis, dos mecnismos e processos que s determinm, e conseqüente necessidde d rticulção ds ções públics e privds em torno dos seus objetivos miores; Considerndo complexidde e dinâmic d relidde territoril, regionl e sub-regionl brsileir d qul resultm s dispriddes de rend hoje observds, relidde est ind insuficientemente conhecid pel sociedde em sus diverss forms de orgnizção, sobretudo dos diversos gentes públicos e privdos relciondos com promoção do desenvolvimento; Considerndo necessidde e importânci de se promover o debte, difusão e divulgção de tems, ssuntos e tividdes relciondos os spectos cim referidos e importânci de promover o seu conhecimento e debte público, resolve: Art. 1º. Crir o Comitê Editoril do Boletim Informtivo d PNDR, denomindo Comitê, com o objetivo de promover dequd e oportun divulgção e difusão dos tems e tividdes de interesse d PNDR. 1º. O Comitê, or crido, terá cráter permnente, e seus representntes, e os respectivos suplentes, deverão ser indicdos em té 15 (quinze) dis pós publicção dest Portri. 2º. O Comitê será composto de um representnte de cd um dos seguintes órgãos, lém do Editor-Chefe do Boletim Informtivo d PNDR, denomindo Boletim: I - Secretri de Progrms Regionis; II - Secretri de Infr-Estrutur Hídric; III - Secretri de Desenvolvimento do Centro-Oeste; IV - Secretri-Executiv; V - Secretri Ncionl de Defes Civil; VI - Assessori de Comunicção Socil; e VII - Secretri de Polítics de Desenvolvimento Regionl, que o presidirá e lhe drá suporte executivo pr funcionmento. 3º. A Secretri de Polítics de Desenvolvimento Regionl poderá convidr especilists com notório sber em mtéri de desenvolvimento regionl pr prticipr ds reuniões do Comitê. Art. 2º. Competem o Comitê s seguintes tribuições: I - propor tems e rtigos constrem dos números do Boletim; II - compnhr e vlir o ndmento do processo de elborção, publicção, distribuição e divulgção do Boletim; e III - posicionr-se sobre s provs editoril e gráfic finis de cd número do Boletim, prtir de Not Técnic emitid pel Secretri de Polítics de Desenvolvimento Regionl. Art. 3º. A orgnizção e o funcionmento do Comitê serão estbelecidos em regimento interno ser elbordo por deliberção de seus membros. Art. 4º. Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PEDRO BRITO <!ID > DESPACHO DO MINISTRO Em 21 de junho de 2006 PROCESSO EXTINTA SUDENE Nº /98-42 DATA DE REFERÊNCIA: 21/06/2006 INTERESSADA: TRANSNORDESTINA S/A - CNPJ / ASSUNTO: Avlição Finnceir e Reformulção do Projeto TERMO DE APROVAÇÃO Aprovo o pleito constnte do processo /98-42, às folhs 382/385, no que se refere à vlição finnceir e tulizção cdstrl, e vlição técnic, econômic, mercdológic e legl d reformulção do Projeto d TRANSNORDESTINA S/A - CNPJ / , Código (SUDENE) nº , n conformidde os Preceres Internos UGFIN/GM/MI n s 043/2006 (fls.543/544) e 044/2006 (fls. 554/556), respectivmente, complementdos pel Not Técnic nº 006/2006/UGFIN/GM/MI (fls.639/641), de 07 de junho de 2006, de cordo com recomendção do Senhor Gerente-Gerl d UGFIN, no uso d tribuição mim conferid por meio do rt. 87, prágrfo único, incisos I e II d Constituição, e tendo em vist s disposições dos incisos II e IV do 5 do rt. 21 d Medid Provisóri n.º , de 24 de gosto de 2001, do rt. 5 do Decreto nº 4.985, de 12 de fevereiro de 2004, com fundmento nos 2 do rt. 205 Portri SUDENE n 855, de 15 de dezembro de 1994 (e lterções posteriores), e dos rtigos 1 e 7º d Portri nº 113, de 25 de jneiro de 2006, do Ministério d Integrção Ncionl, instrumentos legis que regulmentm plicção dos recursos do FINOR. PEDRO BRITO <!ID >PORTARIA Nº 32, DE 23 DE JUNHO DE 2006 A SECRETÁRIA EXECUTIVA DO MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, no uso ds tribuições que lhe form delegds n Portri nº 1.425, de 20 de dezembro de 2005, publicd no DOU de 21 de dezembro de 2005, seção 2, p. 28 e tendo em vist o disposto no inciso II do rt. 62, d Lei nº , de 20 de setembro de 2005 (LDO-2006), e considerndo necessidde de dequr progrmção orçmentári do Deprtmento Ncionl de Obrs Contr s Secs - DNOCS, fim de permitir plicção diret dos recursos, resolve: Art. 1º Promover, n form do Anexo dest Portri, lterção d modlidde de plicção de dotções orçmentáris consignds n Lei nº , de 16 de mio de Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt d su publicção. SILVANA PARENTE Ministério d Integrção Ncionl Deprtmento Ncionl de Obrs Contr s Secs - DNOCS <!ID > ANEXO R$ 1,00 REDUÇÃO ACRÉSCIMO Progrm de Trblho ESF FTE Modlidde V l o r Modlidde V l o r Implntção de Poços Públicos - No Estdo de Mins Geris F , , , ,00 To t l , ,00 JUSTIFICATIVA : A lterção orçmentári vis permitir plicção diret de recursos com vists à implntção de poços públicos, no Estdo de Mins Geris. AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA DIRETORIA COLEGIADA <!ID >RESOLUÇÃO N o - 30, DE 30 DE MAIO DE 2006 A Diretori Colegid d Agênci de Desenvolvimento d Amzôni - ADA, no uso ds tribuições que lhe conferem o inciso II, do rt. 16, d Medid Provisóri nº , de 24 de gosto de 2001, e o inciso II, do rt. 11, do Decreto nº , de 27 de mrço de 2003 e, tendo em vist o que dispõe o rt. 2.º, do Decreto n.º 4.254, de 31 de mio de 2002, resolve: Art. 1º Aprovr, n form do Anexo est resolução, norm pr opercionlizção do Fundo de Desenvolvimento d Amzôni - FDA. Art. 2º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção.. DJALMA BEZERRA MELLO Diretor-Gerl GEORGETT MOTTA CAVALCANTE Diretor PEDRO CALMON PEPEU GARCIA V. SANTANA Diretor Ministério d Justiç GABINETE DO MINISTRO <!ID > DESPACHO DO MINISTRO Em 26 de junho de Referênci: Processo n o / Denego o pedido d Federção Ncionl dos Policiis Federis - FENAPEF, nos termos d Not CJ n o - 299/2006 d Consultori Jurídic, que doto. MÁRCIO THOMAZ BASTOS RETIFICAÇÕES N Portri n o , de 20 de fevereiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União n o - 176, de 22 de subseqüente, Seção 1, págin 28, onde se lê: MARIA ALEDENOURA DE SÁ PORTO TELLES PIRES, lei-se: MARIA ALDENOURA DE SÁ PORTO TELLES PIRES N Portri n o , de 20 de fevereiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União n o - 196, de 22 de subseqüente, Seção 1, págin 29, onde se lê: ERNESTO CARREIA DE MELO, lei-se: ERNESTO CORREIA DE MELO. CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA <!ID >ACÓRDÃOS ATO DE CONCENTRAÇÃO / Requerentes: Gontijo Prticipções S.A. e Ci São Gerldo de Vição Advogdos: Túlio Coelho, Alessndro Mrtins, Vinícius de Andrde Prdo e outros. Reltor: Conselheiro Luis Fernndo Schurtz EMENTA: Ato de Concentrção - Aquisição, pel Gontijo Prticipções S.A., d totlidde ds ções d Ci São Gerldo de Vição - Prte envolvid no to com prticipção cim de 20% em mercdo relevnte que inclui o território ncionl - Hipótese previst no rt. 54, 3 o - d Lei 8.884/94 - Apresentção tempestiv - Ausênci de mnifestções contráris à operção - Inexistênci de prejuízo à concorrênci no território brsileiro - Aprovção sem restrições. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, em conformidde com os votos e s nots eletrônics, cordm Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, provr operção, sem restrições, nos termos do voto do Conselheiro Reltor. Prticiprm do julgmento Presidente Elizbeth Mri Mercier Querido Frin e os Conselheiros Ricrdo Vills Bôs Cuev, Luis Fernndo Rigto Vsconcellos, Luiz Crlos Thdeu Delorme Prdo, Luis Fernndo Schurtz, Pulo Furquim de Azevedo e Abrhm Benzquen Sicsú. Presente o Procurdor Gerl Arthur Bdin. Brsíli - DF, 25 de mio de 2006, dt do julgmento d 373ª Sessão Ordinári de Julgmento. ELIZABETH M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUIS FERNANDO SCHUARTZ Conselheiro PROCESSO ADMINISTRATIVO /99-03 Representnte: Secretri de Acompnhmento Econômico - SEAE Representd: Merck S.A. Indústris Químics do Brsil Advogdos: José Del Chiro Ferreir d Ros, Priscil Brólio Gonçlves, Tâmr Dumoncel Hoff e outros. Reltor: Conselheiro Luis Fernndo Schurtz EMENTA: Processo Administrtivo. Apurção de umento injustificdo de preços. Verificção de prescrição intercorrente nos termos do rt. 1 o -, 1 o -, d Lei n. o /99. Inexistênci de indícios de infrção d ordem econômic. Decisão pelo rquivmento. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, em conformidde com os votos e s nots eletrônics, cordm Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, conhecer, preliminrmente, ocorrênci d prescrição intercorrente, determinndo o rquivmento do presente Processo Administrtivo, nos termos do voto do Reltor. Vencidos os Conselheiros Cuev, Rigto e Prdo, que não conhecerm ocorrênci d prescrição intercorrente. Prticiprm do julgmento Presidente Elizbeth Mri Mercier Querido Frin e os Conselheiros Ricrdo Vills Bôs Cuev, Luis Fernndo Rigto Vsconcellos, Luiz Crlos Thdeu Delorme Prdo, Luis Fernndo Schurtz, Pulo Furquim de Azevedo e Abrhm Benzquen Sicsú. Presente o Procurdor Gerl Arthur Bdin. Brsíli - DF, 25 de mio de 2006, dt do julgmento d 373ª Sessão Ordinári de Julgmento. ELIZABETH M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUIS FERNANDO SCHUARTZ Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO / Requerentes: JFE Stell Corportion e Nov Er Silicon S.A. Advogdos: Antonio Crlos Gonçlves, João Berchmns C. Serr, Leonrdo Peres d Roch e Silv e outros Reltor: Conselheiro Luis Fernndo Schurtz EMENTA: Ato de Concentrção - Operção relizd no Brsil - Aquisição, pel JFE Steel Corportion, ds ções ordináris representtivs de 49% do cpitl socil (e votnte) d Nov Er Silicon S.A. detids pel Compnhi Vle do Rio Doce - Aquisição de prticipção mjoritári - Prte envolvid pertencente grupo com
54 <!ID > PORTARIA 54 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 fturmento bruto em território ncionl superior R$ 400 milhões - Hipótese previst no rt. 54, 3 o - d Lei n o /94 - Apresentção tempestiv - Ausênci de mnifestções contráris à provção do to - Inexistênci de prejuízos à concorrênci - Aprovção sem restrições ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, em conformidde com os votos e s nots eletrônics, cordm Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, provr operção, sem restrições. Prticiprm do julgmento Presidente Elizbeth Mri Mercier Querido Frin e os Conselheiros Ricrdo Vills Bôs Cuev, Luis Fernndo Rigto Vsconcellos, Luiz Crlos Thdeu Delorme Prdo, Luis Fernndo Schurtz, Pulo Furquim de Azevedo e Abrhm Benzquen Sicsú. Presente o Procurdor-Gerl Arthur Bdin. Brsíli - DF, 25 de mio de 2006, dt do julgmento d 373ª Sessão Ordinári de Julgmento. ELIZABETH M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUIS FERNANDO SCHUARTZ Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO / Requerentes: Cervezs Cuuhtémoc Moctezum, S.A de CV e Cervejs Kiser Brsil S.A. Advogdos: José Augusto Regzzini, Mrcelo Clliri, Cristine Sccb Zrzur e outros Reltor: Conselheiro Luis Fernndo Schurtz EMENTA: Ato de Concentrção - Operção relizd no Brsil - Aquisição, pel Cervezs Cuuhtémoc Moctezum, S.A. de CV, pertencente o GRUPO FEMSA, ds ções ordináris representtivs d totlidde do cpitl votnte) d Kiser Prticipções S.A. e de 5,14% do cpitl socil d Cervejris Kiser Brsil S.A., mbs detids pel Molson Inc, pertencente o GRUPO MOLSON - Prte envolvid pertencente grupo com fturmento bruto em território ncionl superior R$ 400 milhões - Hipótese previst no rt. 54, 3 o - d Lei n o /94 - Apresentção tempestiv - Ausênci de mnifestções contráris à provção do to - Inexistênci de prejuízos à concorrênci - Aprovção sem restrições ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, em conformidde com os votos e s nots eletrônics, cordm Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, provr operção, sem restrições. Prticiprm do julgmento Presidente Elizbeth Mri Mercier Querido Frin e os Conselheiros Ricrdo Vills Bôs Cuev, Luis Fernndo Rigto Vsconcellos, Luiz Crlos Thdeu Delorme Prdo, Luis Fernndo Schurtz, Pulo Furquim de Azevedo e Abrhm Benzquen Sicsú. Presente o Procurdor-Gerl Arthur Bdin. Brsíli - DF, 25 de mio de 2006, dt do julgmento d 373ª Sessão Ordinári de Julgmento. ELIZABETH M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUIS FERNANDO SCHUARTZ Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO / Requerentes: Sílvio Sntos Prticipções Ltd. e SSR Comércio de Cosméticos e Produtos de Higiene Pessol Ltd. Advogdos: Luro Celidônio Gomes dos Reis Neto, Ptríci Avigni, Mrcos Joquim Gonçlves Alves e outros Reltor: Conselheiro Luis Fernndo Schurtz EMENTA: Ato de Concentrção - Operção relizd no Brsil - Aquisição, pel Sílvio Sntos Prticipções Ltd., pertencente o GRUPO SÍLVIO SANTOS, d totlidde do cpitl socil d SSR Comércio de Cosméticos e Produtos de Higiene Pessol Ltd. - Prte envolvid pertencente grupo com fturmento bruto em território ncionl superior R$ 400 milhões - Hipótese previst no rt. 54, 3 o - d Lei n o /94 - Apresentção tempestiv - Ausênci de mnifestções contráris à provção do to - Inexistênci de prejuízos à concorrênci - Aprovção sem restrições ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, em conformidde com os votos e s nots eletrônics, cordm Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, provr operção, sem restrições. Prticiprm do julgmento Presidente Elizbeth Mri Mercier Querido Frin e os Conselheiros Ricrdo Vills Bôs Cuev, Luis Fernndo Rigto Vsconcellos, Luiz Crlos Thdeu Delorme Prdo, Luis Fernndo Schurtz, Pulo Furquim de Azevedo e Abrhm Benzquen Sicsú. Presente o Procurdor-Gerl Arthur Bdin. Brsíli - DF, 31 de mio de 2006, dt do julgmento d 374ª Sessão Ordinári de Julgmento. ELIZABETH M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUIS FERNANDO SCHUARTZ Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO / Requerentes: Hexion Specilty Chemicls, Inc. e Akzo Nobel N.V Advogdos: José Augusto Cleiro Regzzini, Mrcelo Procópio Clliri, Dniel Oliveir Andreoli e outros Conselheiro-Reltor: Luís Fernndo Rigto Vsconcellos. EMENTA: Ato de concentrção. Enqudrmento no rtigo 16 d Resolução n o - 12/98 do CADE. Subsunção do to o 3 do rtigo 54 d Lei 8884/94, em função do fturmento ds Requerentes. Apresentção tempestiv. Aquisição do Negócio de Tints e Resins Adesivs d Akzo Nobel N.V pel Hexion Specilty Chemicls, INC. Ausênci de integrção verticl. Concentrção horizontl incpz de gerr efeitos nticoncorrenciis. Aprovção sem restrições. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, em conformidde com os votos e s nots eletrônics, cordm Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, pel provção d operção sem restrições. Prticiprm do julgmento Presidente Elizbeth Mri Mercier Querido Frin e os Conselheiros Ricrdo Vills Bôs Cuev, Luís Fernndo Rigto Vsconcellos, Luiz Crlos Thdeu Delorme Prdo, Luis Fernndo Schurtz, Pulo Furquim de Azevedo e Abrhm Benzquen Sicsú. Presente o Procurdor-Gerl Arthur Bdin. Brsíli - DF, 31 de mio de 2006, dt do julgmento d 374ª Sessão Ordinári de Julgmento. ELIZABETH M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUÍS FERNANDO RIGATO VASCONCELLOS Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO / Requerentes: Nippon Sheet Co., Ltd. e Pilkington PLC Advogdos: Cristine Romno Frht Ferrz, Tito Amrl de Andrde, Crlos Amdeu Bueno Pereir de Brros e outros. Conselheiro-Reltor: Luís Fernndo Rigto Vsconcellos. EMENTA: Ato de concentrção. Rito Sumário. Enqudrmento no rtigo 16 d Resolução n o - 12/1998 do CADE. Subsunção o 3 o - do rtigo 54 d Lei n o /1994, em função do fturmento de um ds Requerentes. Apresentção Tempestiv. Aquisição pel Nippon Sheet Glss Go., Ltd. de tods s ções d Pilkington PLC. Substituição de gentes econômicos. Operção incpz de gerr efeitos nticompetitivos.aprovção sem restrições. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, em conformidde com os votos e s nots eletrônics, cordm Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, pel provção d operção sem restrições. Prticiprm do julgmento Presidente Elizbeth Mri Mercier Querido Frin e os Conselheiros Ricrdo Vills Bôs Cuev, Luís Fernndo Rigto Vsconcellos, Luiz Crlos Thdeu Delorme Prdo, Luis Fernndo Schurtz, Pulo Furquim de Azevedo e Abrhm Benzquen Sicsú. Presente o Procurdor-Gerl Arthur Bdin. Brsíli - DF, 31 de mio de 2006, dt do julgmento d 374ª Sessão Ordinári de Julgmento. ELIZABETH M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUÍS FERNANDO RIGATO VASCONCELLOS Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO / Requerentes: Gmbro Lundi AB e Bxter Helthcre Corportion Advogdos: José Mrtins Pinheiro Neto, João Berchmns C. Serr, Leonrdo Peres d Roch e Silv e outros. Conselheiro-Reltor: Luís Fernndo Rigto Vsconcellos. EMENTA: Ato de concentrção. Contrto de distribuição, com efeitos concorrenciis. Subsunção do to o 3 do rtigo 54 d Lei 8884/94, em função do fturmento do Grupo d Requerente. Apresentção tempestiv. Mercdo de instrumentos pr hemodiálise. Distribuição de prelhos de hemodiálise d GAMBRO, pel empres concorrente BAXTER. Intenção d BAXTER em se retirr grdulmente do mercdo relevnte de máquins de hemodiálise de grnde porte. Cláusul contrtul que permite à fornecedor ter outros distribuidores. Possibilidde de concorrênci entre os distribuidores d GAMBRO. Operção conhecid e provd sem restrições. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, em conformidde com os votos e s nots eletrônics, cordm Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, pel provção d operção sem restrições. Prticiprm do julgmento Presidente Elizbeth Mri Mercier Querido Frin e os Conselheiros Ricrdo Vills Bôs Cuev, Luis Fernndo Rigto Vsconcellos, Luiz Crlos Thdeu Delorme Prdo, Luis Fernndo Schurtz, Pulo Furquim de Azevedo e Abrhm Benzquen Sicsú. Presente o Procurdor-Gerl Arthur Bdin. Brsíli - DF, 31 de mio de 2006, dt do julgmento d 374ª Sessão Ordinári de Julgmento. ELIZABETH M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUÍS FERNANDO RIGATO VASCONCELLOS Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO / Requerentes: Primv Ecorodovis S.A., SBS Engenhri Construções Ltd., Iví Engenhri de Obrs S.A. e ECOSUL - Empres Concessionári de Rodovis do Sul S.A. Advogdos: Lisine Bptiston Herdy Menossi Pce, Fbio Ferreir Alves Pereir, Roberto Fleury de Almeid Arrud Cmrgo e outros. Conselheiro-Reltor: Luís Fernndo Rigto Vsconcellos. EMENTA: Ato de concentrção. Rito Sumário. Enqudrmento no rtigo 16 d Resolução n o - 12/98 do CADE. Subsunção do to o 3 do rtigo 54 d Lei 8884/94, em função do fturmento do Grupo d Requerente. Apresentção tempestiv. Mercdo de concessão de rodovis, no Rio Grnde do Sul. Reestruturção societári, com umento de prticipção no cpitl socil de empres concessionári de rodovis, medinte retird de um ds sócis. Inexistênci de lterção no controle cionário. Operção incpz de gerr efeitos nticoncorrenciis. Não conhecimento d operção, com mnutenção ds txs processuis em virtude do exercício do poder de políci pel Administrção Públic. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, em conformidde com os votos e s nots eletrônics, cordm Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, não conhecer do presente Ato de Concentrção, por não estr subsumido às hipóteses prevists pelo rt. 54, 3 o - d Lei 8.884/94, julgndo o processo extinto sem julgmento de mérito. Prticiprm do julgmento Presidente Elizbeth Mri Mercier Querido Frin e os Conselheiros Ricrdo Vills Bôs Cuev, Luis Fernndo Rigto Vsconcellos, Luiz Crlos Thdeu Delorme Prdo, Luis Fernndo Schurtz, Pulo Furquim de Azevedo e Abrhm Benzquen Sicsú. Presente o Procurdor-Gerl Arthur Bdin. Brsíli - DF, 31 de mio de 2006, dt do julgmento d 374ª Sessão Ordinári de Julgmento. ELIZABETH M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUÍS FERNANDO RIGATO VASCONCELLOS Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO / Requerentes: Cyrel Brsil Relty S.A. Empreendimentos e Prticipções e Mc Investimentos e Prticipções Ltd. Advogdos: Luro Celidonio Gomes dos Reis Neto; Ptríci Avigni; Mrcos Joquim Gonçlves Alves e outros. Conselheiro-Reltor: Luís Fernndo Rigto Vsconcellos. EMENTA: Ato de concentrção. Operção relizd no Brsil, por meio d qul s Requerentes Cyrel e Mc constituírm um joint venture, denomind Mc II, que pssrá dministrr novos empreendimentos serem lnçdos conjuntmente pels prtes. Mercdo relevnte de incorporção imobiliári residencil ns regiões de São Pulo e Grnde São Pulo. A operção enqudr-se no critério de fturmento previsto no 3 o - do rtigo 54 d Lei n o /94. Recolhid tx processul. Operção intempestiv. Ausênci de impctos nticoncorrenciis. Aplicção de mult por intempestividde d presentção do to no vlor de R$ ,92 ( UFIRs). Aprovção sem restrição. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, em conformidde com os votos e s nots eletrônics, mnifestou-se o Procurdor-Gerl do CADE. Acordm Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, provou operção sem restrições, impondo mult por intempestividde n presentção d operção no vlor de R$ ,92, nos termos do voto do Reltor. Prticiprm do julgmento Presidente Elizbeth Mri Mercier Querido Frin e os Conselheiros Ricrdo Vills Bôs Cuev, Luis Fernndo Rigto Vsconcellos, Luiz Crlos Thdeu Delorme Prdo, Luis Fernndo Schurtz, Pulo Furquim de Azevedo e Abrhm Benzquen Sicsú. Presente o Procurdor-Gerl Arthur Bdin. Brsíli - DF, 24 de mio de 2006, dt do julgmento d 373ª Sessão Ordinári de Julgmento. ELIZABETH M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUÍS FERNANDO RIGATO VASCONCELLOS Conselheiro DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA 1.118, DE 20 DE ABRIL DE 2006 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 45 do Decreto n o de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo rt. 1 o - do Decreto n o de 10 de gosto de 1995, e tendendo solicitção por prte do interessdo, bem como decisão proltd no Processo n o / SR/DPF/SC; resolve: Conceder utorizção à empres ADAMI S/A MADEIRAS, CNPJ/MF n o / , sedid no Estdo de SANTA CA- TARINA, pr dquirir em estbelecimento comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército, rms e crtuchos de munição ns seguintes quntiddes e nturez: 02 (DOIS) RE- VÓLVERES CALIBRE 38 E 60 (SESSENTA) CARTUCHOS DE MUNIÇÃO CALIBRE 38. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS
55 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN , DE 6 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rtigo 32 do Decreto n o , de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo rtigo 1 o - do Decreto n o , de 10 de gosto de 1995, tendendo solicitção formuld pel prte interessd, bem como decisão proltd no Processo n o / DE- LESP/SR/DPF/SP; resolve: ) lterr Portri n o , de 18 de outubro de 2004, publicd no D.O.U. em 21 de outubro de 2004, que concedeu Autorizção pr Funcionmento à empres MPM TRANSPORTE DE VALORES SEGURANÇA E VIGILÂNCIA LTDA., CNPJ n o / ,pr prestção de serviços de vigilânci no Estdo de SÃO PAULO. b) utorizr empres menciond no item dest Portri, promover lterção em seus tos constitutivos, no que se refere rzão socil que pss ser: TV TRANSNACIONAL TRANSPORTE DE VALORES SEGURANÇA E VIGILÂNCIA LT- DA. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS 1.444, DE 7 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL,, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rtigo 32 do Decreto n o de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo rtigo 1 o - do Decreto n o , de 10 de gosto de 1995, tendendo solicitção por prte do interessdo, bem como decisão proltd no Processo n o / DELESP/SR/SP; resolve: Conceder utorizção à empres LIBERDADE - SEGU- RANÇA E VIGILÂNCIA LTDA., CNPJ/MF: n o / , especilizd em prestção de serviços de Vigilânci pr exercer tividde de SEGURANÇA PESSOAL PRIVADA no Estdo de SÃO PAULO, nos termos do rtigo 37, d Portri 992-DG/DPF de 25 de outubro de 1995, publicd no D.O.U. de 31 de outubro de ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS 1.449, DE 31 DE MAIO DE 2006 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.102, de 20 de junho de 1983, lterd pel Lei n o , de 30 de mrço de 1995, regulmentd pelo Decreto n o , de 24 de novembro de 1983, tulizdo pelo Decreto n o , de 10 de gosto de 1995, tendendo requerimento d prte interessd, nos termos do rt. 28 d Portri n o DG/DPF, de 25 de outubro de 1995, lterd pel Portri n o DG/DPF, de 13 de bril de 1998 e, considerndo, finlmente, o posicionmento fvorável d Coordenção-Gerl de Controle de Segurnç Privd, conforme despcho exrdo nos utos do Processo n o / DELESP/SR/DPF/SP, DECLARA revist utorizção pr funcionmento, válid por 01(um) no prtir d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres MEGAVIG SE- GURANÇA E VIGILÂNCIA LTDA, inscrit no CNPJ/MF sob o n o / , especilizd n prestção de serviços de VIGILÂNCIA, tendo como sócios ELIZABETE LUIZ LEME e FA- BIO FUKUOKA, pr efeito de exercer sus tividdes no estdo de SÃO PAULO. GETULIO BEZERRA SANTOS 1.525, DE 13 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.102, de 20 de junho de 1983, lterd pel Lei n o , de 30 de mrço de 1995, regulmentd pelo Decreto n o , de 24 de novembro de 1983, tulizdo pelo Decreto n o , de 10 de gosto de 1995, tendendo requerimento d prte interessd, nos termos do rt. 28 d Portri n o DG/DPF, de 25 de outubro de 1995, lterd pel Portri n o DG/DPF, de 13 de bril de 1998 e, considerndo, finlmente, o posicionmento fvorável d Coordenção-Gerl de Controle de Segurnç Privd, conforme despcho exrdo nos utos do Processo n o / DELESP/SR/DPF/SE, DECLARA revist utorizção pr funcionmento, válid por 01(um) no prtir d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres TRANSFORTE ALAGOAS - VIGILÂNCIA E TRANSPORTE DE VALORES LT- DA, inscrit no CNPJ/MF sob o n o / , especilizd n prestção de serviços de VIGILÂNCIA e TRANSPORTE DE VALORES, e hbilitd exercer tividde de ESCOLTA AR- MADA, tendo como sócios MIGUEL RAYMUNDO DO NASCI- MENTO FILHO, MIGUEL RAYMUNDO DO NASCIMENTO NE- TO, MARGOT CASTRO DO NASCIMENTO e MARCUS VINI- CIUS CASTRO DO NASCIMENTO, pr efeito de exercer sus tividdes no estdo de SERGIPE. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS SECRETARIA NACIONAL DE JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE ESTRANGEIROS <!ID >DESPACHOS DO DIRETOR Permnênci Definitiv DEFERIDA pelo Conselho Ncionl de Imigrção, nos termos d Resolução Administrtiv 05/ / Miguel Angel Suárez Escobio Permnênci Definitiv DEFERIDA pelo Conselho Ncionl de Imigrção, nos termos d Resolução Normtiv n o - 27/ / Dniz Gonzles Rodriguez IZAURA MARIA SOARES MIRANDA DIVISÃO DE PERMANÊNCIA DE ESTRANGEIROS <!ID >DESPACHOS DO CHEFE Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, DEFIRO o presente pedido de permnênci, vez que restou provdo que o () estrngeiro () está csdo de fto e de direito com cônjuge brsileiro (), slientndo, todvi, que o to persistirá enqunto for detentor d condição que lhe deu origem / Bryce Eugene Rizzuto Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, DEFIRO o presente pedido de permnênci, vez que restou provdo que o() estrngeiro() mntém prole brsileir sob su gurd e dependênci econômic, ssistindo- socil e morlmente / Frncisco Lopez Tello / Nd Estephn / Jun Crlos Snchez Flores Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, DEFIRO o presente pedido de permnênci, vez que restou provdo que o () estrngeiro () está csdo de fto e de direito com cônjuge brsileiro (), slientndo, todvi, que o to persistirá enqunto for detentor d condição que lhe deu origem / Cludi Cecili Vrgs Ve g Nos termos do Precer CJ n o - 066/85, constnte do Processo MJ n o /83, determino REPUBLICAÇÃO do despcho deferitório, pr que surt seus jurídicos e legis efeitos / Getrudiz Fernndez Romero / Luz Mrin Mereles / Jorge Mrtin Fiori / Vness Alexndr Sous Mi Mrtins D Silv / Elv Ros Portill Mldondo / Julio Jose Ojed Fulguer e Celi Chmbi Hucho de Ojed / Romulo Rene Cruz Lun / Yol Chur Limche / Nzinh Mohmd Yo u s s e f / Eldio Vlenzuel Cuenc / Osvldo Rene Quispe Myt e Eusebi Lidi Mchicdo Espinoz / Thorsten Glismnn / Jun Crlos Pnozo Orelln / Lus Mri Sturgeon D Cost / Dniel Alejndro Lopez Ahumd Recebo o pedido de reconsiderção, torno insubsistente o Ato Indeferitório publicdo em 18/08/05-DOU pg.39, fls.17v do feito, DEFERINDO permnênci vez que o interessdo mntém prole sob su gurd e dependênci econômic / Lucin Morel de Insurrlde Recebo o pedido de reconsiderção, tornndo insubsistente o Ato Indeferitório publicdo em 26/07/05-DOU pg.21, fls.25v do feito, DEFERINDO permnênci vez que o interessdo mntém prole sob su gurd e dependênci econômic / Edurdo Armndo d Cost Recebo o pedido de reconsiderção, torno insubsistente o Ato Indeferitório publicdo em 30/11/05-DOU pg.77, fls.39v do feito, DEFERINDO permnênci vez que o interessdo mntém prole sob su gurd e dependênci econômic / Lrs Henrik Jonsson Recebo o pedido de reconsiderção, tornndo insubsistente o Ato Indeferitório publicdo em 18/07/05-DOU pg.72, fls.49v do feito, DEFERINDO permnênci vez que o interessdo mntém prole sob su gurd e dependênci econômic / Stefn Mkwejew Recebo o pedido de reconsiderção, torno insubsistente o Ato Indeferitório publicdo em 01/07/05-DOU pg.52, fls.106v do feito, DEFERINDO permnênci vez que o interessdo mntém prole sob su gurd e dependênci econômic / Sng Chun Hn, Eun Jng Ko e N Yeon Hn Recebo o pedido de reconsiderção, torno insubsistente o Ato Indeferitório publicdo em 05/09/05-DOU pg.63, fls.68v do feito, DEFERINDO permnênci vez que o interessdo mntém prole sob su gurd e dependênci econômic / Pblo Jorge Belgeri e Cludi Vzquez Iglesis Recebo o pedido de reconsiderção, tornndo insubsistente o Ato Indeferitório publicdo em 18/07/05-DOU pg.52, fls.45v do feito, DEFERINDO permnênci vez que o interessdo mntém prole sob su gurd e dependênci econômic / Michelngelo Fusi Recebo o pedido de reconsiderção, torno insubsistente o Ato Indeferitório publicdo em 04/11/03-DOU pg.41, fls.128v do feito, DEFERINDO permnênci vez que o interessdo mntém prole sob su gurd e dependênci econômic / Li Zhongting, Li Liqin e Li Dfeng Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, INDEFIRO o presente pedido de permnênci, tendo em vist, que o estrngeiro não preenche os requisitos do rt.75, II, /b, d Lei 6.815/ / Crlo Mtrigini DEFIRO o(s) presente(s) pedido(s) de prorrogção do przo de estd / Assitu Blde, té 25/03/ / Jorge Isc Peren Montero, té 17/02/2007 Considerndo os utos devidmente intruídos, torno insubsistente o Ato Indeferitório publicdo em 25/05/05-DOU pg.29, fls.23v do feito, DEFERINDO prorrogção té 04/02/ / Mmdou Alph Dillo OLIMPIO GARCIA SOBRINHO <!ID > DEFIRO o(s) presente(s) pedido(s) de prorrogção do przo de estd / Tsutomu Seki, té 16/06/ / Sndin Crig Brney, té 29/06/ / Michel Krl Schmutz, té 29/06/ / Cssidy Anne Fckrell, té 29/06/ / Nilton Eufrzio Mrtinho Moçmbique, té 21/04/ / Gbriel Joselyn Rodriguez Grvizu, té 16/02/ / Jon Cstro Pinto Ruivo Domingos, té 30/11/ / Adili dos Przeres d Roch Nogueir, té 30/11/ / John Andrew Crey Jckson, té 18/01/ / Dowyvn Gbriel Gspr, té 31/01/ / Pi Alexndr Schildmir, té 10/04/ / Mri Luis Snn, té 22/04/ / Pblo Surez, té 18/03/ / Lucimr Letici d Cost Mnoel e Ium Vness d Cost Mnoel, té 06/03/ / Tots Antonio João Correi, té 05/10/ / Cecili Mrgrit Giur Fernndez, té 28/02/ / Qin Wng, té 07/10/ / Muren Slli Tvres Brroso, té 28/02/ / Chiril Sjfig Willim, té 10/01/ / Ros Elen Florin Brbos, té 05/02/ / Angel Rfel Borj Cbrer, té 09/12/ / Cludi Ptrici Nobmnn Roch, Alberto Mrio Abuchibe Nobmnn, Alvro Enrique Abuchibe Nobmnn e Nicole Abuchibe Nobmnn, té 11/03/ / Romn Elisio Mrtins Ferreir, té 27/02/ / Igncio Lrrbide, té 27/03/ / Ros Mri Diz Penfiel, té 07/04/ / Mhdi Teymuri Grkni, té 30/10/ / Antônio Jose Povo Vilel, té 19/02/ / Kry Ann Del Crmen Sorino Ocnã, té 20/03/ / Nilton Mnoel Roch Fernndes, té 18/03/2007
56 56 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de / Vldemr Mrcos Munni Sibi, té 20/03/ / Oscr Enrique Mrtinez Pb, té 30/12/ / Yuny Mr Briceno Moreno, té 22/03/ / Alice Wirimu Nduti, té 22/03/ / Mrio Lendro Aolit, té 06/03/ / Avito Willim Eckert, té 04/03/ / Andre Lcombe, té 06/04/ / Lovi Afi Mwuen Ashong, té 02/03/ / Adrin Forero Bllesteros, té 14/03/ / Pulo Aderito Semedo de Crvlho, té 08/03/ / Mri José Guzmn, té 09/04/ / Fernndo Del Crpio Mrek, té 13/03/ / Indir Mrgrid Fernndes Tvres, té 04/03/ / Ido Antonio Mendes Crvlho, té 30/11/ / Jose Norbet Zulug Botero, té 03/02/ / Ros Amli Yhun Rondoy, té 14/03/ / Min Ogod, té 05/02/ / Cstelo Pedro Vemb Cidde, té 21/04/ / Jred Nielsen Dhl, té 23/06/ / Andrew Ptrick Jolley, té 23/06/ / Brinton Jmes Robison, té 23/06/ / Drke Hill Thomson, té 23/06/ / Curt Russell Whitworth, té 22/06/ / Dustin Tylor Crowton, té 23/06/ / Tyler Reid Folkmn, té 22/06/ / Json Willim Gruber, té 23/06/ / Mitchel Allen Humpherys, té 23/06/ / Dougls Blin Kipper, té 22/06/ / Michel Bruce Utley, té 23/06/ / Dniel Vern Wtkins, té 22/06/ / Kelly Lewis Mcguire, té 23/06/ / Alexndri Lur Rfiner, té 23/06/ / Andrew Jeffrey Decker, té 22/06/ / Kryn Dine Forsey, té 22/06/ / Russell Evn Plmer, té 23/06/ / Dniel Owen Qurnberg, té 22/06/ / Cory Wrren Seibert, té 22/06/ / Peter Hinckley Blir, té 22/06/ / Logn Lrs Brdford, té 23/06/ / Andrew Ernesting Emmons, té 23/06/ / Steven Philip Hnsen, té 22/06/ / Dvid Richrd Huffmire, té 22/06/ / Mtthew Hrold Mitchell, té 23/06/ / Brin Dvid Oswld, té 23/06/ / Mry Elizbeth Olsen Muir, té 26/06/ / Boyd Bruce Muir, té 26/06/ / Nncy N Dnsie, té 26/06/ / Lmonte Jones Dnsie Jr, té 26/06/ / Renee Elizbeth Condie, té 26/06/ / Robert Blir Condie, té 26/06/ / Milton Hrvey Brinton, té 26/06/ / Brbr Brinton, té 26/06/ / Dle Hnsen Brdford, té 26/06/ / Brend Lrsen Brdford, té 26/06/ / Frncisco Henry Cbrer Zmbrno, Flor Alb Vivs Meji, Luz de Lun Cbrer Vivs e Miguel Angel Cbrer Vivs, té 26/02/ / Chir Leonrdi, té 24/02/ / Hui Xie, té 30/10/ / Nelid Gldys Mquer Sos, té 01/04/ / Teres Sebstio Pulo, té 05/03/ / Fbin Andre Fryssinet e Gonzlo Hernán Gudemizi Fryssinet, té 16/12/ / Leine Guerrero Ticlihunc, té 14/03/ / Leonrdo Villbon Rmos, té 29/04/ / Josef Skokn, té 31/08/ / Tmti Reimundo Colmn Aveiro, té 12/02/ / Olwle Tiwo Oldeinde, té 10/03/2007 FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA DA SILVA P/Delegção de Competênci RETIFICAÇÃO No Diário Oficil de 13/06/2006, pg. 53, onde se lê: Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, DEFIRO o presente pedido de permnênci, vez que restou provdo que o() estrngeiro() mntém prole brsileir sob su gurd e dependênci econômic, ssistindo- socil e morlmente / Phelippe Mrcel Henri Prunie e Mrie Gbrielle Ctherine Piketty Lei-se: / Philippe Mrcel Henri Prunier e Mrie Gbrielle Ctherine Piketty DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA, CLASSIFICAÇÃO, TÍTULOS E QUALIFICAÇÃO <!ID >PORTARIA N o - 214, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O Diretor Substituto, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o disposto nos rtigos 21, Inciso XVI, e 220, prágrfo 3 o -, Inciso I, d Constituição Federl e rtigo 74 d Lei 8.069, de 13 de julho de 1990, com bse n Portri MJ n o - 796, de 08 de setembro de 2000, publicd no DOU de 13 de setembro de 2000, resolve clssificr os progrms: Episódio: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III (THE O.C. III, Estdos Unidos d Améric ) Episódio(s): 6262 Título d Série: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III Produtor(es): George Lucs Diretor(es): Doug Limn Distribuidor(es): TVSBT Cnl 04 de São Pulo S/A. Clssificção Pretendid: Veiculção em qulquer horário: livre Gênero: Drm Veículo: Televisão Tipo de Análise: Fit VHS Clssificção: Veiculção em qulquer horário: livre Descrição Temátic: Relcionmentos Interpessois Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Episódio: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III (THE O.C. III, Estdos Unidos d Améric ) Episódio(s): 6261 Título d Série: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III Produtor(es): George Lucs Diretor(es): Doug Limn Distribuidor(es): TVSBT Cnl 04 de São Pulo S/A. Clssificção Pretendid: Veiculção em qulquer horário: livre Gênero: Drm Veículo: Televisão Tipo de Análise: Fit VHS Clssificção: Veiculção em qulquer horário: livre Descrição Temátic: Relcionmentos Interpessois Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Episódio: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III (THE O.C. III, Estdos Unidos d Améric ) Episódio(s): 6260 Título d Série: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III Produtor(es): George Lucs Diretor(es): Doug Limn Distribuidor(es): TVSBT Cnl 04 de São Pulo S/A. Clssificção Pretendid: Veiculção em qulquer horário: livre Gênero: Drm Veículo: Televisão Tipo de Análise: Fit VHS Clssificção: Veiculção em qulquer horário: livre Descrição Temátic: Relcionmentos Interpessois Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Episódio: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III (THE O.C. III, Estdos Unidos d Améric ) Episódio(s): 6259 Título d Série: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III Produtor(es): George Lucs Diretor(es): Doug Limn Distribuidor(es): TVSBT Cnl 04 de São Pulo S/A. Clssificção Pretendid: Veiculção em qulquer horário: livre Gênero: Drm Veículo: Televisão Tipo de Análise: Fit VHS Clssificção: Veiculção em qulquer horário: livre Descrição Temátic: Relcionmentos Interpessois Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Episódio: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III (THE O.C. III, Estdos Unidos d Améric ) Episódio(s): 6258 Título d Série: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III Produtor(es): George Lucs Diretor(es): Doug Limn Distribuidor(es): TVSBT Cnl 04 de São Pulo S/A. Clssificção Pretendid: Veiculção em qulquer horário: livre Gênero: Drm Veículo: Televisão Tipo de Análise: Fit VHS Clssificção: Progrm não recomenddo pr menores de 12 nos: indequdo pr ntes ds vinte hors Indequções: Agressão Físic Descrição Temátic: Relcionmentos Interpessois Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Episódio: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III (THE O.C. III, Estdos Unidos d Améric ) Episódio(s): 6257 Título d Série: O.C. UM ESTRANHO NO PARAÍSO III Produtor(es): George Lucs Diretor(es): Doug Limn Distribuidor(es): TVSBT Cnl 04 de São Pulo S/A. Clssificção Pretendid: Veiculção em qulquer horário: livre Gênero: Drm Veículo: Televisão Tipo de Análise: Fit VHS Clssificção: Veiculção em qulquer horário: livre Descrição Temátic: Relcionmentos Interpessois Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Episódio: FULLMETAL ALCHEMIST (Jpão ) Episódio(s): 31 Título d Série: FULLMETAL ALCHEMIST Produtor(es): Mshiko Minmi Diretor(es): Seiji Mizushim Distribuidor(es): Swen do Brsil Ltd. Clssificção Pretendid: Veiculção em qulquer horário: livre Gênero: Desenho Animdo Veículo: Televisão Tipo de Análise: Fit VHS Clssificção: Veiculção em qulquer horário: livre Descrição Temátic: Alquimi Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Episódio: FULLMETAL ALCHEMIST (Jpão ) Episódio(s): 32 Título d Série: FULLMETAL ALCHEMIST Produtor(es): Mshiko Minmi Diretor(es): Seiji Mizushim Distribuidor(es): Swen do Brsil Ltd. Clssificção Pretendid: Veiculção em qulquer horário: livre Gênero: Desenho Animdo Veículo: Televisão Tipo de Análise: Fit VHS Clssificção: Veiculção em qulquer horário: livre Descrição Temátic: Alquimi Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Episódio: FULLMETAL ALCHEMIST (Jpão ) Episódio(s): 33 Título d Série: FULLMETAL ALCHEMIST Produtor(es): Mshiko Minmi Diretor(es): Seiji Mizushim Distribuidor(es): Swen do Brsil Ltd. Clssificção Pretendid: Veiculção em qulquer horário: livre
57 <!ID > DECISÕES <!ID > DECISÕES <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN Gênero: Desenho Animdo Veículo: Televisão Tipo de Análise: Fit VHS Clssificção: Progrm não recomenddo pr menores de 12 nos: indequdo pr ntes ds vinte hors Indequções: Assssinto e Agressão Físic Descrição Temátic: Alquimi Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Evento Tetrl: CORA CORALINA - CORAÇÃO ENCARNADO (Brsil ) Produtor(es): Rent Roriz Diretor(es): Or Figueiredo Clssificção Pretendid: Livre Gênero: Culturl Tipo de Análise: Sinopse Clssificção: Livre Processo: / Requerente: Rent Betriz Cvlcnte Roriz TARCÍZIO ILDEFONSO COSTA JÚNIOR <!ID >PORTARIA 215, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O Diretor Substituto, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o disposto nos rtigos 21, Inciso XVI, e 220, prágrfo 3 o -, Inciso I, d Constituição Federl e rtigo 74 d Lei 8.069, de 13 de julho de 1990, com bse n Portri MJ n o , de 02 de julho de 2004, publicd no DOU de 05 de julho de 2004, resolve clssificr os filmes: Triler: UMA NOITE NO MUSEU (NIGHT AT THE MUSEUM, Estdos Unidos d Améric ) Produtor(es): Michel Brnthn Diretor(es): Shwn Levy Distribuidor(es): Fox Film do Brsil Ltd. Clssificção Pretendid: Livre Gênero: Aventur Veículo: Cinem Tipo de Análise: Filme Clssificção: Livre (Triler) Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Triler: OS SIMPSONS (THE SIMPSONS, Estdos Unidos d Améric ) Produtor(es): Richrd Ski Diretor(es): Dvid Silvermn Distribuidor(es): Fox Film do Brsil Ltd. Clssificção Pretendid: Livre Gênero: Comédi/Animção Veículo: Cinem Tipo de Análise: Filme Clssificção: Livre (Triler) Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Triler: VOLVER (Estdos Unidos d Améric ) Produtor(es): Esther Grci Diretor(es): Pedro Almodóvr Distribuidor(es): Fox Film do Brsil Ltd. Clssificção Pretendid: Livre Gênero: Drm Veículo: Cinem Tipo de Análise: Filme Clssificção: Livre (Triler) Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. Filme: PAIXÃO EM MOVIMENTO (WHIRLY GIRL, Estdos Unidos d Améric ) Produtor(es): Diretor(es): Jim Wilson Distribuidor(es): Brodwy Representções e Distribuição de Filmes Ltd. Clssificção Pretendid: Indequdo pr menores de 16 nos Gênero: Drm/Romnce Veículo: DVD/VÍDEO Tipo de Análise: Fit VHS Clssificção: Indequdo pr menores de 16 nos (Long Metrgem) Indequções: Erotizção, Relção Sexul e Agressão Físic Descrição Temátic: Loucurs por um mor Processo: / Requerente: Tiquinho Comércio de Brinquedos & Serviços Ltd. TARCÍZIO ILDEFONSO COSTA JÚNIOR <!ID > DESPACHO DO DIRETOR Em 23 de julho de 2006 O Diretor Substituto, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o disposto nos rtigos 21, Inciso XVI, e 220, prágrfo 3 o -, Inciso I, d Constituição Federl e rtigo 74 d Lei 8.069, de 13 de julho de 1990, com bse n Portri MJ n o - 796, de 08 de setembro de 2000 publicd no DOU de 13 de setembro de 2000, resolve: Processo MJ n o / Show: MEGAPANCADÃO DO LOVE Requerente: Vi Funchl Empreendimentos Ltd. Clssificção Pretendid: Indequdo pr menores de 12 nos. Deferir o pedido de reconsiderção de clssificção do show, clssificdo como Indequdo pr menores de 14 nos, lterndo su clssificção pr Indequdo pr menores de 12 nos, com seguinte indequção: Temátic Adolescente. TARCÍZIO ILDEFONSO COSTA JÚNIOR. Ministério d Previdênci Socil CONSELHO DE GESTÃO DE PREVIDÊNCIA C O M P L E M E N TA R DE 9 DE JUNHO DE 2006 O Presidente do Conselho de Gestão d Previdênci Complementr, com bse no disposto no rt. 4 o -, do Decreto n o , de 24 de bril de 2003, combindo com o rt. 2 o -, inciso II, do Anexo à Portri/MPS/n o , de 10 de gosto de 2005, e com o 1 o - do rt. 17 do Decreto n o , de 30 de dezembro de 2003, determin publicção do resultdo dos julgmentos relizdos n 89ª Reunião Ordinári, relizd em 09 de junho de 2006: Reltor: Fernndo Antonio Pimentel de Melo Recorrente: FUNREDE - Fundção Rede de Seguridde Processo MPAS/n o / Auto de Infrção n o - 178/95-11 Decisão-Notificção n o / 9 7 Decisão: Por miori de votos, reconhecer de ofício extinção d punibilidde em fce d ocorrênci d prescrição qüinqüenl e determinr o rquivmento do processo. Reltor: Silvio Furtdo Holnd Recorrente: GEAP - Fundção de Seguridde Socil Processo MPAS/n o / Decisão: Por unnimidde de votos, não conhecer do recurso interposto, tendo em vist incompetênci do Conselho de Gestão d Previdênci Complementr pr precição d mtéri, determinndo o retorno dos utos à Secretri de Previdênci Complementr pr doção ds providêncis cbíveis. Reltor: Helmut Schwrzer Recorrente: Sérgio Silveir Clemente Processo MPAS/n o / Decisão: Por unnimidde de votos, reconhecer de ofício extinção d punibilidde em fce d ocorrênci d prescrição qüinqüenl e determinr o rquivmento do processo. Reltor: Fernndo Antonio Pimentel de Melo Recorrente: VALIA - Fundção Vle do Rio Doce de Seguridde Socil Processo MPAS/n o / Auto de Infrção n o - 45/00-49 Decisão-Notificção n o - 76/00 Decisão: Por miori de votos, reconhecer de ofício extinção d punibilidde em fce d ocorrênci d prescrição qüinqüenl e determinr o rquivmento do processo. Reltor: Fernndo Antonio Pimentel de Melo Recorrente: Jiro Rodrigues Correi Processo MPAS/n o / Decisão: Por miori de votos, reconhecer de ofício extinção d punibilidde em fce d ocorrênci d prescrição qüinqüenl e determinr o rquivmento do processo. Reltor: Fernndo Antonio Pimentel de Melo Recorrente: Fernndo Antonio Lp Silv Processo MPAS/n o / Decisão: Adido o julgmento do recurso, em virtude do pedido de vist do Conselheiro Newton Crneiro Cunh. Reltor: Fernndo Antonio Pimentel de Melo Recorrente: Orlndo Ferrer Pulo Mcedo Processo MPAS/n o / Decisão: Adido o julgmento do recurso, em virtude do pedido de vist do Conselheiro Newton Crneiro Cunh. Reltor: Fernndo Antonio Pimentel de Melo Recorrente: GOODYEAR - Previdênci Privd Processo MPAS/n o / Auto de Infrção n o - 35/01-76 Decisão-Notificção n o - 34/01 Decisão: Por miori de votos, reconhecer de recurso pr, no mérito, negr-lhe provimento mntendo decisão d Secretri de Previdênci Complementr. Reltor: Silvio Furtdo Holnd Recorrente: Secretri de Previdênci Complementr Processo MPAS/n o / Auto de Infrção n o - 85/99-58 Decisão-Notificção n o - 03/02-61 Decisão: Por unnimidde de votos, não conhecer do recurso de ofício interposto pel Secretri de Previdênci Complementr. Reltor: Silvio Furtdo Holnd Recorrente: Secretri de Previdênci Complementr Processo MPAS/n o / Auto de Infrção n o - 13/99-47 Decisão-Notificção n o - 52/01 Decisão: Por unnimidde de votos, não conhecer do recurso de ofício interposto pel Secretri de Previdênci Complementr. Reltor: Silvio Furtdo Holnd Recorrente: Secretri de Previdênci Complementr Processo MPAS/n o / Auto de Infrção n o - 12/99-84 Decisão-Notificção n o - 51/01 Decisão: Por unnimidde de votos, não conhecer do recurso de ofício interposto pel Secretri de Previdênci Complementr.. Reltor: José Ricrdo Ssseron Recorrente: CABEC - Cix de Previdênci Privd Processo MPAS/n o / Auto de Infrção n o - 37/01-00 Decisão-Notificção n o - 36/01 Decisão: Por miori de votos, conhecer do recurso pr, no mérito, negr-lhe provimento. Reltor: Helmut Schwrzer Recorrente: ECONOMUS - Instituto de Seguridde Socil Processo MPAS/n o / Auto de Infrção n o - 92/98-32 Decisão-Notificção n o - 80/98 Decisão: Por unnimidde de votos, reconhecer de ofício extinção d punibilidde em fce d ocorrênci d prescrição intercorrente. Reltor: Newton Crneiro d Cunh Recorrente: SILIUS - Fundção Silos e Armzém de Seguridde Socil Processo MPAS/n o / Auto de Infrção n o - 58/00-91 Decisão-Notificção n o - 23/01 Decisão: Por miori de votos, reconhecer de ofício extinção d punibilidde em fce d ocorrênci d prescrição qüinqüenl e determinr o rquivmento do processo. NELSON MACHADO CONSELHO DE RECURSOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL 1ª CÂMARA DE JULGAMENTO PAUTA DE JULGAMENTO Benefício Put de Julgmento dos recursos ds sessões ordináris serem relizds no curso do Mês de Julho de 2006, n sede do Órgão, situd no SAS, Setor de Autrquis Sul - qudr 04. bloco K, Brsíli, DF, ns dts e horários seguir menciondos, podendo, entretnto, ness mesm sessão ou sessões subsequentes, serem julgdos os processos didos ou constntes de puts já publicds. DIA 06/07/2006 prtir ds 09:00 hors RELATOR(A): NÁDIA CRISTINA DE PAULO DOS SANTOS PAI- VA NB (SP) Interessdos: INSS E JOÃO OSMAR OLI- VETTI ISAURA MOREIRA PIRES Presidente d 1ª Câmr 2ª CÂMARA DE JULGAMENTO DE 24 DE MAIO DE 2006 No mês de mio de 2006, n sede do Conselho de Recursos d Previdênci Socil, situdo no Setor de Autrquis Sul - qudr 04, bloco K, Brsíli-DF, reunirm-se os membros d Segund Câmr de Julgmento, ns dts seguir mencionds. N ordem do di, form vistos, exmindos e discutidos os recursos em put e, em decorrênci, form proferids s seguintes decisões: Reltor: Mrco André Rmos Vieir (MG) - Mtéri: PARTE EMPRESA, ABONO - Recorrente: TEKSID DO BRA- SIL LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/466/ Decisão: Conhecido do pedido de revisão do INSS, nulndo o córdão nterior d CJ por unnimidde. Em substituição, conhecer do recurso do contribuinte e dr provimento prcil por desempte, nos termos do reltório e voto divergente que compnhm o presente julgdo (BA) - Mtéri: SALARIO IN NATURA- ALIMENTAÇÃO - Recorrente: MINERA- ÇÃO CARAÍBA S/A - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/429/ Decisão: Não conhecer do pedido de revisão do contribuinte por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. RECONSIDERAÇÃO / (DF) - Mtéri: Pedido de Reconsiderção - Recorrente: PAMPA TELE- COMUNICAÇÕES E ELETRICIDADE LTDA- Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/193/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: Slário Indireto - Recorrente: RIO DE JANEIRO REFRESCOS LT- DA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/430/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente AUTO DE INFRAÇÃO (CE) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: TÂNIA PAIVA NIBON MOURÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/431/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (BA) - Mtéri: SALARIO IN NATURA - ALIMENTAÇÃO - Recorrente: MINE- RAÇÃO CARAÍBA S/A - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/428/ Decisão: Não conhecer do pedido de revisão do contribuinte por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: NOVARTIS BIOCIÊNCIAS S/A - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/465/ Decisão: Conhecido do pedido de revisão do INSS por unnimidde, nulndo o voto d CJ. Em substituição, conhecer do recuso e nulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto divergente vencedor que compnhm o presente julgdo. Reltor: Amílcr Brc Teixeir Junior (SP) - Mtéri: RETENÇÃO 11%- Recorrente: MUNICÍPIO DE IMBITUBA - PRE- FEITURA MUNICIPAL - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/470/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do INSS por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo.
58 58 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 Reltor: Fernnd Elis Porto (SP) - Mtéri: Prte Empres - Recorrente: RODOBENS ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS S/C LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/519/ Decisão: Conhecido e não provido por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Prte Empres - Recorrente: RODOBENS ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS S/C LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/520/ Decisão: Conhecido e não provido por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Amílcr Brc Teixeir Junior (RJ) - Mtéri: DEBITO SUPLEMENTAR - Recorrente: ASSOCIAÇÃO EDUCA- CIONAL J. DE OLIVEIRA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/440/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: DEBITO SUPLEMENTAR - Recorrente: ASSOCIAÇÃO EDUCA- CIONAL J. DE OLIVEIRA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/439/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: DEBITO SUPLEMENTAR - Recorrente: ASSOCIAÇÃO EDUCA- CIONAL J. DE OLIVEIRA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/441/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: DEBITO SUPLEMENTAR - Recorrente: ASSOCIAÇÃO EDUCA- CIONAL J. DE OLIVEIRA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/442/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Mário Humberto Cbus Moreir (SP) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: NOVARTIS BIOCIÊNCIAS S/A - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/509/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do INSS por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: SECOVI SIN- DICATO DOS EMP COMPRA VENDA LOCAÇÃO ADM. IMOV. RES. COMERCIAIS DE SP - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/580/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do INSS por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: SECOVI SIN- DICATO DOS EMP COMPRA VENDA LOCAÇÃO ADM. IMOV. RES. COMERCIAIS DE SP - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/577/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do INSS por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Mrco André Rmos Vieir (SP) - Mtéri: PARTE EMPRESA - Recorrente: PLAGENCO ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/437/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (MG) - Mtéri: PARTE EMPRESA - Recorrente: STOQUE MERCANTIL LT- DA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/438/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. COMPENSAÇÃO / (SP) - Mtéri: Pedido de Compensção - Recorrente: PLÍMAX INDÚSTRIA DE EMBALAGENS PLÁSTICAS LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/436/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (ES) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: VERA LUCIA MOREIRA COELHO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/435/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: PLAGENCO ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/434/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: PLAGENCO ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/433/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de INfrção - Recorrente: PLAGENCO ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/432/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Amílcr Brc Teixeir Junior (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/504/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: DIFERENÇA DE CONTRIBUIÇÕES - SAT - Recorrente: MWM MOTORES DIESEL LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/469/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do INSS por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/521/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/503/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/524/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do INSS por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/505/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/517/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/516/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/502/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/506/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/508/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/523/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/514/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/518/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/507/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/522/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Mrco André Rmos Vieir AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: PLAGENCO ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/468/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. PT / (MG) - Mtéri: Filntropi, Isenção Cot Ptronl - Recorrente: FUNDAÇÃO CDL DE AM- PARO AO MENOR - BH - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/443/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SE) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: JOSÉ TRINDADE - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/444/ Decisão: Conhecido e provido em prte por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. MÁRIO HUMBERTO CABUS MOREIRA Presidente d Câmr DECISÕES DE 25 DE MAIO DE 2006 Reltor: Jorge Luis Morn (PR) - Mtéri: Prte Empres, Prte Empregdo, Aferição Indiret - Recorrente: VE- XILLUM CONSTRUÇÕES E EMPREENDIMENTOS LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/459/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: Responsbilidde Solidári - Recorrente: VEXILLUM CONSTRU- ÇÕES E EMPREENDIMENTOS LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/458/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (PE) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: PAULO AFONSO VALENÇA SAM- PAIO - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/183/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (ES) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: PEDRINHO RAUL HOPPE - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/181/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RN) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: SERRINHA DOS PINTOS PREFEITURA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/456/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do INSS por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SC) - Mtéri: Prte Empregdo - Recorrente: ROHDEN PORTAS E PAINÉIS LT- DA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/207/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: PARTE EMPREGADO - Recorrente: REFINARIA DE PETRÓLEOS DE MANGUINHOS S/A - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/234/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. RECONSIDERAÇÃO / (DF) - Mtéri: Pedido de Reconsiderção - Recorrente: CASA DE SAÚDE DA URCAMP - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/178/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: PARTE EMPREGADO - Recorrente: TRANSMIX ENGENHARIA IND E COM S/A - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/205/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: PARTE PATRONAL - Recorrente: PLÁSTICOS MUELLER S/A IND. E COM. - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/223/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RS) - Mtéri: DIFERENÇA DE CONTRIBUIÇÕES - SAT - Recorrente: PAMPA TELECOMUNICAÇÕES E ELETRICIDADE LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/578/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do INSS por miori, nos termos do reltório e voto divergente vencedor que compnhm o presente julgdo (MG) - Mtéri: Prte empres; Prte empregdo, Aferição Indiret - Recorrente: TOCANTINS ARMAZÉNS GERAIS LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/180/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (MG) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: TOCANTINS ARMAZÉNS GERAIS LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/455/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (TO) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: TOCANTINS GOVERNO DO ESTADO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/450/ Decisão: Anulr NFLD por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (TO) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: TOCANTINS GOVERNO DO ESTADO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/452/ Decisão: Anulr NFLD por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo.
59 <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN (TO) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDARIA, AFERIÇÃO INDIRETA - Recorrente: TOCANTINS GOVERNO DO ESTADO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/453/ Decisão: Anulr NFLD por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: POLLUS SERVIÇOS DE SEGU- RANÇA SC LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/182/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Aferição Indiret - Recorrente: POLLUS SERVIÇO DE SEGURAN- ÇA S/C LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/208/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - Recorrente: VOLVO DO BRASIL VEÍCULOS LTDA E OUTROS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/457/ Decisão: Anulr NFLD por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RN) - Mtéri: Segurdo Empregdo - não crcterizção - Recorrente: TRANS- FLOR LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/451/ Decisão: Conhecido e provido em prte por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Prte Empregdo - Recorrente: TRIEFE PARTICPAÇÕES E EM- PREENDIMENTOS S/A - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/448/ Decisão: Anulr Decisão Notificção por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: TRIEFE PARTICPAÇÕES E EM- PREENDIMENTOS S/A - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/449/ Decisão: Anulr Decisão-Notificção (DN) por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Prte ptronl - Recorrente: SOLETROL INDUSTRIA E COMÉR- CIO LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/454/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Decdênci - Recorrente: SOLETROL INDUSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/447/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Prte Ptronl - Recorrente: TRANSMIX ENGENHARIA IND E COM S/A - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/222/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Mnoel Coelho Arrud Junior (SP) - Mtéri: Prte Empres - Recorrente: RODOVIÁRIO IBITINGUENSE LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/179/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Acordos/Sentençs Trblhists, Pró Lbore, Prte Empregdo - Recorrente: ANTÔNIO PRATS MASO & CIA LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/471/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do INSS por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Jorge Luis Morn (SP) - Mtéri: Débito Norml - Recorrente: TRANSBRAÇAL PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/224/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: Responsbilidde Solidári - Recorrente: SUL AMÉRICA SANTA CRUZ SEGUROS S/A - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/206/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Slário In Ntur - PAT - Recorrente: ORGANIZAÇÃO EDUCA- CIONAL BARÃO DE MAUÁ - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/531/ Decisão: Conhecido e provido em prte por miori, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Amílcr Brc Teixeir Junior AUTO DE INFRAÇÃO (DF) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: UNIÃO PIONEIRA DE INTEGRA- ÇÃO SOCIAL - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/472/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do INSS por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Jorge Luis Morn (RJ) - Mtéri: Prte empregdo - Recorrente: REFINARIA DE PETRÓLEOS DE MANGUINHOS S/A - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/233/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Sidney Ferreir Btlh (SP) - Mtéri: SALÁRIO INDIRETO - HORA EXTRA - Recorrente: VIAÇÃO SAFIRA LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/185/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: VIAÇÃO SAFIRA LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/445/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Slário Indireto - Hor Extr - Recorrente: VIAÇÃO SAFIRA LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/177/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (RS) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: METALÚRGICA USIMEC LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/446/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: MAHLE METAL LEVE S/A - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/461/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (MG) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: WALTER DE ASSIS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/460/ Decisão: Anulr Decisão-Notificção (DN) por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: MAHIE METAL LEVE S/A - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/462/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Jorge Luis Morn (SP) - Mtéri: Diferenç de Contribuição, Autônomos, Retenção 11%, Slário indireto, PAT, Crgo Comissiondo - Recorrente: MUNICÍPIO DE ES- TIVA GERBI - PREFEITURA MUNICIPAL - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/186/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. MÁRIO HUMBERTO CABUS MOREIRA Presidente d Câmr DECISÕES DE 29 DE MAIO DE 2006 Reltor: Jorge Luis Morn (RJ) - Mtéri: Aferição Indiret, Responsbilidde Solidári - Recorrente: SUDERJ - SUPERINTENDÊNCIA DESPORTOS ESTADO RIO DE JANEI- RO - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/211/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: Aferição Indiret, Responsbilidde Solidári - Recorrente: SUDERJ - SUPERINTENDÊNCIA DESPORTOS ESTADO RIO DE JANEI- RO - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/210/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: Aferição Indiret, Responsbilidde Solidári - Recorrente: SUDERJ - SUPERINTENDÊNCIA DESPORTOS ESTADO RIO DE JANEI- RO - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/227/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: Prte Empregdo - Recorrente: SUDERJ - SUPERINTENDÊNCIA DESPORTOS ESTADO RIO DE JANEIRO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/533/ Decisão: Anulr Decisão-Notificção (DN) por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: Prte Empregdo - Recorrente: SISTEN S/A - PARTICIPAÇÕES - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/229/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: Slário Indireto - Comissões - Recorrente: SISTEN S/A - PARTI- CIPAÇÕES - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/215/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (MG) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: PEDRO DE QUEIROZ BRAGA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/228/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Slário Indireto - Recorrente: UNILEVER BESTFOODS BRASIL LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/528/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SC) - Mtéri: Slário Indireto - Alimentção - Recorrente: ORBENK ADMINIS- TRAÇÃO E SERVIÇOS LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/213/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: Diferenç SAT - Recorrente: SISTEN S/A - PARTICIPAÇÕES - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/219/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Prte Empregdo - Recorrente: SOCIEDADE CIVIL DE EDUCA- ÇÃO SÃO MARCOS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/527/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: Pró Lbore - Recorrente: SISTEN S/A - PARTICIPAÇÕES - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/217/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (MG) - Mtéri: Prte Empregdo - Recorrente: UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/197/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (RJ) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SINCORA CONSTRUÇÃO E IN- CORPORAÇÃO LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/196/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: Prte Empregdo - Recorrente: SISTEN S/A - PARTICIPAÇÕES - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/220/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: Descrcterizção, Prte Empres - Recorrente: SISTEN S/A - PAR- TICIPAÇÕES - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/214/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: Descrcterizção, Prte Empres - Recorrente: SISTEN S/A - PAR- TICIPAÇÕES - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/218/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: Prte Empregdo - Recorrente: SISTEN S/A - PARTICIPAÇÕES - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/226/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (PR) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SISTEN S/A - PARTICIPAÇÕES - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/225/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: Prte Empregdo - Recorrente: SISTEN S/A - PARTICIPAÇÕES - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/216/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: Responsbilidde Solidári - Recorrente: SUL AMÉRICA SANTA CRUZ SEGUROS S/A - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/473/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do contribuinte por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. RECONSIDERAÇÃO / (SP) - Mtéri: Pedido de Reconsiderção - Recorrente: JOSÉ FERNANDO CASQUEL MONTI - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/535/ Decisão: Não conhecer do pedido de revisão do contribuinte por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: Responsbilidde Solidári, Aferição Indiret - Recorrente: SUDERJ - SUPERINTENDÊNCIA DESPORTOS ESTADO RIO DE JANEI- RO - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/212/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: Responsbilidde Solidári, Aferição Indiret - Recorrente: SUDERJ - SUPERINTENDÊNCIA DESPORTOS ESTADO RIO DE JANEI- RO - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/209/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo.
60 60 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 AUTO DE INFRAÇÃO (PR) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: RICARDO RCOCHA DE OLIVEIRA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/195/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (ES) - Mtéri: prte Empregdo, Prte Empres - Recorrente: THEODOMIRO AL- VES GALDINO - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/203/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (ES) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SAMUEL DIAS DE OLIVEIRA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/232/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Prte Empres - Recorrente: SOCIEDADE CIVIL DE EDUCAÇÃO SÃO MARCOS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/525/ Decisão: Conhecido e provido em prte por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CIVIL DE EDUCA- ÇÃO SÃO MARCOS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/536/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Prte Empres, Autônomos - Recorrente: SOCIEDADE CIVIL DE EDUCAÇÃO SÃO MARCOS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/532/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Slário Indireto, Bols de Estudo - Recorrente: SOCIEDADE CIVIL DE EDUCAÇÃO SÃO MARCOS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/530/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Prte Empres - Recorrente: SOCIEDADE CIVIL DE EDUCAÇÃO SÃO MARCOS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/231/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Prte Empregdo - Recorrente: SOCIEDADE CIVIL DE EDUCA- ÇÃO SÃO MARCOS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/537/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CIVIL DE EDUCA- ÇÃO SÃO MARCOS - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/221/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. RESTITUIÇÃO DE CONTRIBUIÇÃO / (SP) - Mtéri: Pedido de Restituição - Recorrente: SÔNIA DE OLIVEIRA CASSETARI - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/534/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: Prte ptronl - prestdor de serviço - Recorrente: RODOVIÁRIO MATSUDA LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/249/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Mnoel Coelho Arrud Junior RESTITUIÇÃO DE CONTRIBUIÇÃO / (PB) - Mtéri: Pedido de Restituição - Recorrente: OGMO - ÓRGÃO DEGESTÃO DE MÃO-DE-OBRA DO PORTO DE CEBEDELO - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/198/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Jorge Luis Morn AUTO DE INFRAÇÃO (RS) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: VALTER PERBONI - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Glos Compensção - Recorrente: RASSINI NHK AUTOPEÇAS LT- DA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/230/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: Responsbilidde Solidári - Recorrente: VIAÇÃO SANTA CRUZ S/A- Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/529/ Decisão: Não conhecido do recurso por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (RJ) - Mtéri: Descrcterizção, Prte Empregdo - Recorrente: SOCIEDADE BRASILEIRA DE INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/194/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. MÁRIO HUMBERTO CABUS MOREIRA Presidente d Câmr DESCISÕES DE 30 DE MAIO DE 2006 Reltor: Elis Smpio Freire (SP) - Mtéri: PARTE SEGURADO- Recorrente: RENATA HADDAD FORTI - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/201/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (RJ) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: POLICLÍNICA DE BOTAFOGO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/501/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (ES) - Mtéri: Autônomos, Prte Empregdo, Pró Lbore - Recorrente: TRANSAL- VES COMÉRCIO DE DERIVADOS DE PETRÓLEO LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/500/ Decisão: Conhecido e provido em prte por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (ES) - Mtéri: Autônomos, Prte Empregdo, Pró Lbore - Recorrente: TRANSAL- VES COMÉRCIO DE DERIVADOS DE PETRÓLEO LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/499/ Decisão: Conhecido e provido em prte por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Mrco André Rmos Vieir (SP) - Mtéri: Slário Indireto - Recorrente: SAÚDE ASSISTÊNCIA MÉDICA DO ABC S/C LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/475/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: DIFERENÇA DE SAT - Recorrente: TRANSBRAÇAL PRESTA- ÇÃO DE SERVIÇO IND. E COM. LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/191/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: DIFERENÇA DE SAT - Recorrente: TRANSBRAÇAL PRESTA- ÇÃO DE SERVIÇO IND. E COM. LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/192/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: DIFERENÇA DE SAT - Recorrente: TRANSBRAÇAL PRESTA- ÇÃO DE SERVIÇO IND. E COM. LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/190/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: PARTE EMPREGADO - Recorrente: SAME SAAB - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/188/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (PR) - Mtéri: PARTE EMPREGADO - Recorrente: SAME SAAB - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/189/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: RODOVIÁRIO UBERABA LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/463/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (GO) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: RICARDO DE CASTRO RIBEIRO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/464/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (BA) - Mtéri: Prte Empregdo - Recorrente: MUNICÍPIO DE ITABUNA - PRE- FEITURA MUNICIPAL - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/474/ Decisão: Não conhecido do recurso por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: CONSTRUÇÃO CIVIL - Recorrente: SEARA PROJETOS EMPRE- ENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/202/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: PARTE EMPRESA - Recorrente: SOCIEDADE BENEFICENTE PORTUGUESA DE BAURU - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/187/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. Reltor: Amílcr Brc Teixeir Junior (DF) - Mtéri: PARTE EMPRESA, PARTE EMPREGADO - Recorrente: UNIÃO PIONEIRA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/204/ Decisão: Conhecido do pedido de revisão do contribuinte por miori nulndo o córdão nterior d CJ. Em substituição àquele, converte-se o julgmento em diligênci extern por miori, nos termos do reltório e voto divergente vencedor que compnhm o presente julgdo. Reltor: Elis Smpio Freire AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/476/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/485/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/484/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/483/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/480/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/491/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/481/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/482/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/477/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (MS) - Mtéri: Prte Empregdo, Aferição Indiret - Recorrente: RODOMAQ CONSTRUTORA LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/200/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/490/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/489/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/488/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/487/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/486/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/478/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/479/ Decisão: Conhecido e provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo.
61 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/492/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. NOTIFICAÇÃO FISCAL N o (SP) - Mtéri: PARTE EMPREGADO - Recorrente: VISCOFAN DO BRASIL SOC. COML. E INDUSTRIAL LTDA E OUTRO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/513/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto divergente vencedor que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: PARTE EMPREGADO - Recorrente: VISCOFAN DO BRASIL SOC COML E INDUSTRIAL LTDA E OUTRO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/512/ Decisão: Anulr NFLD por miori, nos termos do reltório e voto divergente vencedor que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: PARTE EMPREGADO - Recorrente: VISCOFAN DO BRASIL SOC COML E INDUSTRIAL LTDA E OUTRO - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/511/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. AUTO DE INFRAÇÃO (SP) - Mtéri: Auto de Infrção - Recorrente: UNIÃO MADUREIRA CONSTRU- ÇÃO CIVIL LTDA - Recorrido: INSS - Decisão: 02CAJ/199/ Decisão: Convertido o julgmento em diligênci extern por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. NOTIFICAÇÃO FISCAL N o (SP) - Mtéri: PARTE EMPRESA - COMPENSAÇÃO - Recorrente: PORTO SE- GURO COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/510/ Decisão: Conhecido e provido em prte por miori, nos termos do reltório e voto divergente vencedor que compnhm o presente julgdo. Reltor: Mrco André Rmos Vieir (SP) - Mtéri: PARTE EMPRESA, DIFERENÇA DE ALIQUOTA -SAT - Recorrente: SABÓ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/493/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: PARTE EMPRESA, DIFERENÇA DE ALIQUOTA -SAT - Recorrente: SABÓ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/515/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: PARTE EMPRESA, DIFERENÇA DE ALIQUOTA -SAT - Recorrente: SABÓ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/497/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: PARTE EMPRESA, DIFERENÇA DE ALIQUOTA -SAT - Recorrente: SABÓ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/498/ Decisão: Não conhecido do pedido de revisão do contribuinte por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: PARTE EMPRESA, DIFERENÇA DE ALIQUOTA -SAT - Recorrente: SABÓ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/494/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: PARTE EMPRESA, DIFERENÇA DE ALIQUOTA -SAT - Recorrente: SABÓ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/495/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo (SP) - Mtéri: PARTE EMPRESA, DIFERENÇA DE ALIQUOTA -SAT - Recorrente: SABÓ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Recorrido: INSS - Acórdão: 02CAJ/496/ Decisão: Conhecido e não provido por unnimidde, nos termos do reltório e voto que compnhm o presente julgdo. MÁRIO HUMBERTO CABUS MOREIRA Presidente d Câmr INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL <!ID >RESOLUÇÃO N o - 14, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Definir diretrizes, princípios, conceitos e provr norms técnics pr tução d Auditori-Gerl. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DO SE- GURO SOCIAL-INSS, no uso d competênci que lhe confere o Decreto n o , de 16 de gosto de 2005, Considerndo s inovções introduzids n estrutur orgnizcionl do INSS; Considerndo necessidde de tulizr os spectos conceituis e práticos, no que se refere à tução d Auditori-Gerl; e Considerndo, ind, necessidde de tulizr normtivos técnicos que norteim s ções de Auditori no tocnte às vlições dos controles internos d Instituição, resolve: Art. 1 - Definir diretrizes, princípios, conceitos e provr s norms técnics reltivs às ções d Auditori-Gerl, fim de disciplinr e pdronizr su tução. Art. 2 - Estbelecer que s providêncis reltivs à revisão dos tos pels linhs de execução do INSS, em decorrênci ds recomendções emnds de uditoris preventivs e corretivs, deverão observr e cumprir o devido processo legl, com retorno do tendimento ds recomendções às respectivs Auditoris, informndo os resultdos obtidos qunto os seguintes spectos: regulridde, irregulridde, prejuízo, economi mensl, se houver, e s providêncis qunto os encminhmentos pr purção de responsbiliddes dministrtivs, civis e penis. Art. 3 o - - Aprovr o Mnul de Auditori Intern do INSS, consubstncido no disposto no rt. 1 o, constituído do Anexo est Resolução, bem como os tos complementres supervenientes. Art. 4 Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. O Anexo dest Resolução será publicdo no Boletim de Serviço. VALDIR MOYSÉS SIMÃO SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA DELEGACIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA NO DISTRITO FEDERAL 8, DE 22 DE JUNHO DE 2006 O DELEGADO DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA NO DISTRITO FEDERAL, no uso ds tribuições que lhe conferem o inciso XXIII do rt.73 d Portri MPS/GM - n o , de 18 de julho de 2005 e, Considerndo o que dispõe o rtigo 556 d Instrução Normtiv /SRP n o - 03 de , Resolve : Art. 1 o - Declrr sem efeito, prtir de , Certidão Negtiv de Débito SÉRIE I, , emitid indevidmente pr regulrizção d obr Mtrícul CEI /79, d empres ELF AGROPECUÁRIA LTDA. Art.2 o - Dess form contr de , ficm cnceldos os efeitos d Certidão discrimind no rtigo nterior. Art.3 o - O to eventulmente prticdo pós dt menciond no rt.2 o -, pr o qul presentção d referid Certidão tenh servido de fto gerdor de prov de inexistênci de débito de contribuição previdenciári, é nulo de cordo com o disposto no cput do rtigo 48 d Lei 8.212, de 24 de julho de 1991 e lterções posteriores. Art.4 o - Est Portri entrrá em vigor n dt de su publicção. MARCIO HENRIQUE LANDA DE SOUZA DELEGACIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA EM GOVERNADOR VALADARES 15, DE 20 DE JUNHO DE 2006 O DELEGADO DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA EM GOVERNADOR VALADARES, no uso ds tribuições conferids no inciso XXIII, do rt. 73 do Regimento Interno d Secretri d Receit Previdenciári, provdo pel Portri MPS 1.344, de 18 de julho de 2005, e considerndo o 1 o - do rt. 556 d Instrução Normtiv MPS/SRP n o - 3, de 14 de julho de 2005, resolve: Art. 1 o - - Declrr sem efeito Certidão Negtiv de Débito n o / em nome de MANOEL PETRONÍLIO MARQUES DA SILVA-CEI /61, emitid indevidmente em 20/12/2005 e cnceld em 08/06/2006. Art. 2 o - - Dest form ficm cnceldos os efeitos d menciond certidão, devendo ser recusd por qulquer instituição públic ou privd à qul venh ser presentd. Art. 3 o - - O to eventulmente prticdo pr o qul presentção d certidão supr tenh servido de prov de inexistênci de débito de contribuição previdenciári, é nulo, pr todos os efeitos, de cordo com disposto no cput do rt. 48 d Lei 8.212, de 24 de julho de 1991 e lterções posteriores. ANTÔNIO CARLOS NADER 16, DE 20 DE JUNHO DE O DELEGADO DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA EM GOVERNADOR VALADARES, no uso ds tribuições conferids no inciso XXIII, do rt. 73 do Regimento Interno d Secretri d Receit Previdenciári, provdo pel Portri MPS 1.344, de 18 de julho de 2005, e considerndo o 1 o - do rt. 556 d Instrução Normtiv MPS/SRP n o - 3, de 14 de julho de 2005, resolve: Art. 1 o - - Declrr sem efeito Certidão Negtiv de Débito n o / em nome de MANOEL PETRONÍLIO MARQUES DA SILVA-CEI /61, emitid indevidmente em 20/12/2005 e cnceld em 08/06/2006. Art. 2 o - - Dest form ficm cnceldos os efeitos d menciond certidão, devendo ser recusd por qulquer instituição públic ou privd à qul venh ser presentd. Art. 3 o - - O to eventulmente prticdo pr o qul presentção d certidão supr tenh servido de prov de inexistênci de débito de contribuição previdenciári, é nulo, pr todos os efeitos, de cordo com disposto no cput do rt. 48 d Lei 8.212, de 24 de julho de 1991 e lterções posteriores. ANTÔNIO CARLOS NADER DELEGACIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA EM SÃO PAULO-SUL 31, DE 09 DE JUNHO DE A DELEGADA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA EM SÃO PAULO - SUL, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso XXIII, do rt. 73, d Portri n. o , de 18 de julho de 2005, publicd no DOU n. o - 137, de 19 de julho de 2005, e considerndo o que dispõe o inciso I do rt. 556 d Instrução Normtiv/SRP n. o - 03, de 14 de julho de 2005, resolve: Art. 1 o -. Declrr sem efeito, prtir de 12 de jneiro de 2004, Certidão Positiv de Débitos com Efeito de Negtiv - CPD/EN, n. o / , com dt de emissão de 12 de jneiro de 2004, em nome de NETWORKER TELECOM INDÚS- TRIA COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA. - CNPJ / , fce decisão judicil que cssou determinção de su expedição. Art. 2 o -. Dess form, contr de 12 de jneiro de 2004, ficm cnceldos os efeitos d certidão n. o / , devendo ser recusd por qulquer instituição públic ou privd qul venh ser presentd. Art. 3 o -. O to eventulmente prticdo, pós dt menciond no rtigo 2 o -, pr o qul presentção d CPD/EN n o / tenh servido de fto gerdor de prov de inexistênci de débito de contribuição previdenciári, é nulo, pr todos os efeitos, de cordo com o disposto no cput do rt. 48 d Lei n. o , de 24 de julho de 1991, e lterções posteriores. MARIA BEATRIZ FERNANDES BRANCO 32, DE 16 DE JUNHO DE 2006 A DELEGADA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA EM SÃO PAULO - SUL, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso XXIII, do rt. 73, d Portri n. o , de 18 de julho de 2005, publicd no DOU n. o - 137, de 19 de julho de 2005, e considerndo o que dispõe o inciso I do rt. 556 d Instrução Normtiv/SRP n. o - 03, de 14 de julho de 2005, resolve: Artigo 1 o - - Declrr Certidão Negtiv de Débito- CND, referente os recolhimentos de contribuições previdenciáris crgo do INSS, n o , com dt de emissão em 03 de fevereiro de 2006, em nome d empres J N G CONSTRUÇÕES LTDA. - CNPJ / , inutêntic e, conseqüentemente, inidône, um vez que não foi emitid pelo INSS. Artigo 2 o - - Dest form, tl documento é nulo de pleno direito, não produzindo quisquer efeitos, devendo ser recusdo por qulquer instituição públic ou privd, à qul venh ser presentdo. Artigo 3 o - - O to eventulmente prticdo, pr o qul tenh sido presentdo quele documento como prov de inexistênci de débito de contribuição previdenciári, é nulo pr todos os efeitos de cordo com o disposto no rt. 48, cput, d Lei n o , de 24 de Julho de 1991 e lterções posteriores.. MARIA BEATRIZ FERNANDES BRANCO Ministério d Súde GABINETE DO MINISTRO 1.358, DE 23 DE JUNHO DE 2006 Aprov o Regimento Interno d Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, INTERINO, no uso de sus tribuições legis e tendo em vist o disposto n Lei nº , de 28 de mio de 2003, e no Decreto de 13 de mrço de 2006, resolve: Art. 1º Aprovr o Regimento Interno d Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde, crid pelo Decreto de 13 de mrço de 2006, n form do Anexo est Portri. Art. 2º Est Portri entrrá em vigor n dt de su publicção. JOSÉ AGENOR ÁLVARES DA SILVA
62 <!ID > RESOLUÇÃO-RE 62 ISSN ANEXO Cpítulo I DOS OBJETIVOS Art. 1º A Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde - CNDSS, crid pelo Decreto de 13 de mrço de 2006, tem os seguintes objetivos: I - poir e rticulr tução do Poder Público, instituições de pesquis e d sociedde civil sobre determinntes sociis relciondos à melhori d súde e à redução ds iniqüiddes snitáris; II - promover modelos e prátics efetivs relcionds os determinntes sociis d súde voltds à inserção d eqüidde em súde ns polítics de governo; III - contribuir pr formulção e implementção de polítics, plnos e progrms de súde bsedos em intervenções sobre os determinntes sociis que condicionm o nível de súde; IV - orgnizr e gerr informções e conhecimentos voltdos informr polítics e ções sobre os determinntes sociis d súde; e V - mobilizr setores de governo e sociedde civil pr tur n prevenção e solução dos efeitos negtivos de determinntes sociis d súde. Art. 2º Pr cumprir com esses objetivos Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde deverá: I - reunir ddos sobre intervenções eficzes e propor polítics reltivs os principis determinntes sociis, com ênfse ns populções de bix rend; II - rticulr redes de especilists, líderes sociis e pesquisdores com vists reunir conhecimentos sobre intervenções e polítics efetivs pr enfrentr os determinntes sociis d súde, priorizndo contextos sócio-políticos de bix rend; III - fomentr debte socil mplo e tur pr que o Poder Público, s orgnizções d sociedde civil e s gêncis interncionis relcionds implementem polítics de intervenção sobre os determinntes sociis que condicionm o nível de súde; e IV - elborr progrm de ção médio e longo przos pr incorporr s sus recomendções às polítics, os plnos e os progrms relciondos com súde, bem como pr promover su implementção no âmbito d União, dos estdos, do Distrito Federl e dos Municípios. Art. 3º A Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde concluirá seus trblhos dois nos pós o início destes, presentndo reltório finl o Ministro de Estdo d Súde. Cpítulo II DA COMPOSIÇÃO Art. 4º A CNDSS está integrd por 17 membros designdos pelo Senhor Ministro de Estdo d Súde, por meio d Portri nº 532/GM de 14 de mrço de 2006: I - PAULO MARCHIORI BUSS - Fundção Oswldo Cruz - (Cordendor); II - ADIB JATENE - Acdemi Ncionl de Medicin; III - ALOÍSIO TEIXEIRA - Universidde Federl do Rio de Jneiro - UFRJ; IV - ANA LÚCIA GAZZOLA - Universidde Federl de Mins Geris - UFMG; V - CÉSAR VICTORA - Universidde Federl de Pelots - UFPel; VI - DALMO DALLARI - Universidde de São Pulo - USP; VII - EDUARDO EUGÊNIO GOUVÊA VIEIRA - Federção ds Indústris do Estdo do Rio de Jneiro - FIRJAN; VIII - ELZA SALVATORI BERQUÓ - Centro Brsileiro de Análise e Plnejmento - CEBRAP; IX - SÉRGIO DE MAGALHÃES GOMES JAGUARIPE (Jgur) - Crtunist; X - JAIRNILSON PAIM - Universidde Federl d Bhi - UFBA; XI - MARIA LUCÉLIA DOS SANTOS - Atriz; XII - MOACYR SCLIAR - Acdemi Brsileir de Letrs; XIII - ROBERTO SMERALDI - Amigos d Terr - Amzôni Brsileir; XIV - RUBEM CÉSAR FERNANDES - Movimento Viv Rio; XV - SANDRA DE SÁ - Cntor; XVI - SÔNIA FLEURY - Fundção Getúlio Vrgs; e XVII - ZILDA ARNS NEUMANN - Pstorl d Crinç. Cpítulo III DO GRUPO DE TRABALHO Art. 5º Pr promover rticulção d CNDSS com s áres de governo foi constituído Grupo de Trblho, cujos membros serão designdos pelo Ministro de Estdo d Súde, medinte indicção do respectivo representnte pelos dirigentes máximos ds seguintes instituições: I - Cs Civil d Presidênci d Repúblic; II - Ministério d Súde; III - Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão; IV - Ministério d Fzend; V - Ministério do Desenvolvimento Socil e Combte à Fome; VI - Ministério d Educção; VII - Ministério d Ciênci e Tecnologi; VIII - Ministério d Cultur; IX - Ministério do Esporte; X - Ministério ds Ciddes; XI - Ministério do Meio Ambiente; XII - Ministério do Trblho e Emprego; XIII - Ministério d Previdênci Socil; XIV - Ministério do Desenvolvimento Agrário; XV - Secretri Especil de Polítics de Promoção d Iguldde Rcil d Presidênci d Repúblic; XVI - Secretri Especil de Polítics pr s Mulheres d Presidênci d Repúblic; XVII - Conselho Ncionl de Súde XVIII - Conselho Ncionl de Secretários de Súde; e XIX - Conselho Ncionl de Secretários Municipis de Súde. 1º A Orgnizção Pn-Americn d Súde no Brsil (OPAS) poderá indicr representnte pr integrr o Grupo Inter- Setoril. 2º Em su primeir reunião ser relizd ntes de completdos três meses de su crição, o Grupo de Trblho deverá definir sus linhs de trblho e forms de rticulção com CNDSS Cpítulo IV DAS DELIBERAÇÕES Art. 6º Sob presidênci de seu Coordendor, Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde reunir-se-á em ssembléis plenáris, relizds em locl, di e hor previmente designdos pelo Coordendor ou miori bsolut de seus membros, pelo menos dus vezes o no, sendo que um dels, necessrimente com o Grupo de Trblho, pr deliberr sobre ssuntos de seu interesse e pr fins de lcnçr seus objetivos. Cpítulo V DO PLANO DE AÇÃO Art. 7º A Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis n Súde elborrá um Plno Anul onde constrão sus linhs e estrtégis de ção e seus projetos de trblho. Nos projetos de trblho constrão os respectivos objetivos, tividdes, cronogrm, recursos, instituições e pessos físics responsáveis e prticipntes. Prágrfo único. O primeiro Plno de Ação, que vigorrá té mrço de deverá ser provdo pelos membros d Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde, num przo máximo de 2 (dois) meses pós crição d Comissão. Cpítulo VI DA COORDENAÇÃO Art. 8º Ao Coordendor d comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde, nomedo por portri do Ministro d Súde, incumbe: I - convocr, definir gend e coordenr s reuniões d Comissão; II - estbelecer subcomissões ou grupos de trblho pr o desenvolvimento de tividdes específics prevists no plno de ção; III - propor celebrção de convênios por intermédio d Fiocruz, com pessos físics ou jurídics, públics ou privds, pr o desenvolvimento de tividdes prevists no Plno de Ação, de cordo com s norms e procedimentos d Fundção Oswldo Cruz; e IV - outrs tribuições que se fizerem necessáris pr serem lcnçdos os objetivos d Comissão bem como pr o seu bom funcionmento. Cpítulo VII DA SECRETARIA TÉCNICA Art. 9º A Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde contrá com o poio de um Secretri Técnic, sedid n Fundção Oswldo Cruz, com s seguintes tribuições: I - orgnizr reuniões plenáris d Comissão, fornecendo tod infr-estrutur necessári pr seu funcionmento; II - preprr documentos técnicos serem exmindos pel Comissão; III - implementr o Plno de Ação, bem como outrs decisões e orientções d Comissão; IV - mnter um endereço eletrônico e informtivo impresso periódico, de cesso universl, com informções sobre os trblhos, s inicitivs e os progressos d Comissão, ssim como divulgr s ções e produtos d Comissão por meio dos órgãos de imprens; V - fcilitr s relções d comissão com instituições ncionis e interncionis pertinentes com os objetivos d Comissão; e VI - desenvolver outrs tividdes solicitds e necessáris o pleno funcionmento d Comissão. Art. 10. O Secretário-Executivo será designdo pelo Coordendor d Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde por to específico. Art. 11. A Fundção Oswldo Cruz deverá colocr à disposição d Secretri Técnic d Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde os recursos físicos, mteriis e humnos necessários o seu regulr funcionmento. CpítuloVIII DO FINANCIAMENTO Art. 12. O Ministério d Súde, por meio de portri ministeril, trnsferirá pr Fundção Oswldo Cruz recursos finnceiros referentes o finncimento ds tividdes prevists no Plno de Ação d CNDSS. Art. 13. O Coordendor d Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde poderá cptr outros recursos, públicos ou privdos, necessários o finncimento ds tividdes prevists no Plno de Ação. Cpítulo IX DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 14. Nos intervlos ds reuniões prevists no cput do rtigo 5º deste Regimento, os membros d Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde deverão colborr com um ou mis dos projetos constntes no Plno de Ação, de cordo com su escolh. Art. 15. Pr o desenvolvimento dos projetos previstos no Plno de Ação, Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde poderá estbelecer contrtos e convênios com instituições públics ou privds, por intermédio d Fundção Oswldo Cruz, de cordo com s norms e procedimentos dotdos pel referid Comissão. Prágrfo único. Nos tos previstos no cput deste Artigo, representrá Comissão Ncionl sobre Determinntes Sociis d Súde seu Coordendor. <!ID >PORTARIA N Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 SECRETARIA EXECUTIVA o - 67, DE 23 DE JUNHO DE 2006 Aprov Plno de Trblho de poio às ções de súde do() UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA. O SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, por Delegção de Competênci trvés d Portri GM/MS nº 93, de 05/02/2003, publicd no Diário Oficil d União nº 27, pág. 14, seção II, de 06/02/2003, no uso de sus tribuições legis, e com bse ns condições consignds no Decreto n 825, de 28/05/93, com sus lterções, observds s disposições do Decreto-lei n º 200, de , d Lei nº 8.666, de , com sus lterções, do Decreto nº , de , do Decreto nº 20, de ; ds Leis nºs , de , , de e , de ; d Lei Complementr nº. 101, de e d Instrução Normtiv/STN nº 01, de , no que couber, resolve: Art. 1º - Aprovr o Plno de Trblho, que fz prte integrnte d presente Portri, independentemente de trnscrição, destinndo recursos finnceiros do Orçmento do Ministério d Súde, no vlor de R$ ,49 (quinze milhoes, qutrocentos e setent e nove mil, quinhentos e sessent e qutro reis e qurent e nove centvos), com finlidde de AQUISICAO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PERMANENTES, conforme detlhmento seguir: Processo nº / ÓRGÃO CEDENTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE ÓRGÃO EXECUTOR: UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA C.F.P DESPESAS DE CAPITAL = R$ ,49 NOTA DE CRÉDITO Nº , de 23/06/ R$ ,49 Art. 2º - O repsse dos recursos de que trt o rtigo nterior será efetivdo pelo Ministério d Súde, de cordo com s sus disponibiliddes finnceirs e em conformidde com o cronogrm de desembolso constnte do Plno de Trblho provdo. Art. 3º - O período de execução do objeto observrá o przo estbelecido no Plno de Trblho, sendo que, esse período poderá ser lterdo trvés de reformulção do Plno provdo. Art. 4º - As dotções orçmentáris correspondentes serão descentrlizds de cordo com s norms vigentes, devendo os recursos finnceiros serem repssdos trvés d Cont Únic do Tesouro Ncionl, sendo vedd su utilizção de form divers d estbelecid no respectivo Plno de Trblho, em conformidde com legislção federl pertinente. Art. 5º - Os vlores, porventur, não empenhdos no corrente exercício, terão seus sldos nuldos no finl do exercício orçmentário. Art. 6º - Cberá o Ministério d Súde, ou quem ele delegr, exercer o compnhmento ds ções prevists pr execução do Plno de Trblho, de modo poir e evidencir bo e regulr plicção dos recursos trnsferidos. Art. 7º - Os bens ptrimoniis produzidos ou dquiridos com os recursos dest trnsferênci, integrrão o ptrimônio do() UNI- VERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA, medinte presentção d respectiv declrção de incorporção. Art. 8º - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ AGENOR ÁLVARES DA SILVA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA 1.971, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O Diretor d Diretori Colegid d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe confere Portri nº. 42, de 24 de jneiro de 2006; considerndo o 3º do rt. 111 do Regimento Interno provdo pel Portri ANVISA nº. 593, de 25 de gosto de 2000, republicd em 22 de dezembro de 2000; considerndo o inciso XV do rt. 7º. d Lei nº , de 26 de jneiro de 1999; considerndo os rts. 7º. e 72, d Lei 6.360, de 23 de setembro de 1976; considerndo o rt. 23 e seus prágrfos, d Lei 6.437, de 20 de gosto de 1977; considerndo, ind, o Ludo de Análise Fiscl nº /2005, emitido pel Fundção Oswldo Cruz - INCQS, com resultdo instisftório nos ensios de Análise de Rótulo e de Aspecto, resolve: Art. 1º. Determinr, como medid de interesse snitário, interdição cutelr, em todo o território ncionl, do medicmento SOLUÇÃO DE RINGER COM LA C TATO, 500ml, lote nº A11, dt de fbricção 01/03/2005 e dt de vlidde 31/03/2008, fbricdo pel empres LABORATÓRIOS B. BRAUN S.A., CNPJ / , loclizdo n Av. Eugênio Borges nº. 1092, São Gonçlo (RJ), por não tender às exigêncis regulmentres d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári. Art. 2º. Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA
63 <!ID > PORTARIA Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE 489, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo Portri GM/MS n 774, de 17 de bril de 2002, que hbilit o estdo de Algos n Gestão Plen do Sistem, pel NOAS 01/01; Considerndo s Resoluções CIB/AL nº 04, 09, 13 e 20 de 2006 e o ofício d Secretri Executiv de Súde de Algos nº 0933/2006/CCAR/SESAU, de 08 de junho de 2006, resolve: Art. 1º - Remnejr o limite finnceiro nul referente à ssistênci de médi e lt complexidde hospitlr sob gestão estdul, conforme descrito no Anexo I dest Portri, e sob gestão dos municípios hbilitdos à Gestão Plen do Sistem Municipl, nos termos d Norm Opercionl Básic do Sistem Único de Súde - NOB SUS 01/96 e Norm Opercionl de Assistênci à Súde - NOAS 01/02, conforme detlhdo nos Anexos II e III. 1º O totl de recurso finnceiro nul do Estdo de Algos referente à ssistênci de médi e lt complexidde corresponde R$ ,69, ssim distribuído: Destino Vlor Anul Detlhmento Prcel ser trnsferid o FES ,90 Anexo I Prcels serem trnsferids os FMS ,79 Anexo II 2º - O Estdo e Municípios frão jus à prcel mensl correspondente 1/12 (um doze vos) dos vlores descritos nos nexos dest Portri. Art 2º - Instruir que o remnejmento de recurso concedido, por meio dest portri, não crretrá impcto no teto finnceiro globl do estdo. Art 3º - Estbelecer que o Fundo Ncionl de Súde dotrá s medids necessáris pr trnsferênci, regulr e utomátic, do vlor mensl pr o Fundo Estdul de Súde e Fundos Municipis de Súde, correspondentes. Prágrfo Único - Os recursos orçmentários, objeto dest Portri, correrão por cont do orçmento do Ministério d Súde, devendo onerr o Progrm de Trblho: Atenção à Súde dos Municípios hbilitdos em Gestão Plen do Sistem e nos Estdos hbilitdos em Gestão Plen/Avnçd. Art. 4º - Est portri entr em vigor n dt d su publicção, com efeitos finnceiros vigentes prtir de 1º de junho de SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE ALAGOAS - JUNHO / (QUADRO 1A) JOSÉ GOMES TEMPORÃO ANEXO I () Limite Finnceiro progrmdo n SES SÍNTESE DOS RECURSOS FEDERAIS TRANSFERIDOS PARA OS ESTADOS EM GESTÃO PLENA DO SISTEMA ESTADUAL PARA ASSISTÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE (b) Recursos Progrmdos em Municípios em GPAB, GPABA e/ou Não Hbilitdos. (c) Consoliddo dos Recursos Federis comprometidos nos TCEP entre SES e Municípios em GPSM serem trnsferidos pr FES Recursos Trnsferidos do FNS o FES (d) Cronogrm dos Recursos de Ajuste do Comndo Único (e )SUBTOTAL e=+b+c+d (f) Recursos Federis comprometidos nos Contrtos de Mets e/ou TCEP serem trnsferidos diretmente às uniddes prestdors (T) Recursos de Trnsferênci utomátic o FES T = e-f , , ,60 0, ,90 0, ,90 SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE ALAGOAS - JUNHO / (QUADRO 2A) ANEXO II SÍNTESE DOS RECURSOS FEDERAIS PROGRAMADOS E TRANSFERIDOS PARA OS MUNICÍPIOS EM GESTÃO PLENA DO SISTEMA PARA ASSISTÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE Código IBGE Município (GPSM) Totl de Recursos Progrmdos pr o Município (PPI) (f) Recursos que ficrão sob gestão estdul (hemorrede, LACEN etc) () Populção Própri (b) Populção Referencid (c) FIDEPS (d) Totl Ajuste CIB (e) Totl PPI (e = +b+c+d) (g) Recursos Federis comprometidos nos TCEP entre SES e Municípios em GPSM serem trnsferidos pr FES (h) Recursos Federis comprometidos nos Contrtos de Mets e/ou TCEP serem trnsferidos diretmente às uniddes prestdors (T) Recursos de Trnsferênci Automátic o FMS (T = e-f-g-h ) ANADIA ,69 0,00 0,00 0, ,69 0,00 0,00 0, , ARAPIRACA , ,21 0,00 0, ,94 0, ,27 0, , CAJUEIRO ,02 0,00 0,00 0, ,02 0,00 0,00 0, , CAPELA ,20 0,00 0,00 0, ,20 0,00 0,00 0, , COLÔNIA LEOPOLDINA , ,20 0,00 0, ,62 0,00 0,00 0, , CORURIPE , ,07 0,00 0, ,52 0,00 0,00 0, , FLEXEIRAS ,08 0,00 0,00 0, ,08 0,00 0,00 0, , JUNQUEIRO , , 82 0,00 0, ,31 0,00 0,00 0, , MACEIÓ , , ,00 0, ,54 0, ,33 0, , MURICI ,60 0,00 0,00 0, ,60 0,00 0,00 0, , PALMEIRAS DOS ÍNDIOS , , 77 0,00 0, ,33 0,00 0,00 0, , PÃO DE AÇÚCAR , ,19 0,00 0, ,32 0,00 0,00 0, , PENEDO , ,39 0,00 0, ,78 0,00 0,00 0, , SANTANA DO IPANEMA , ,43 0,00 0, ,74 0,00 0,00 0, , SÃO MIGUEL DOS CAMPOS , ,65 0,00 0, ,24 0,00 0,00 0, , TEOTÔNIO VILELA , , 64 0,00 0, ,91 0,00 0,00 0, , UNIÃO DOS PALMARES , ,31 0,00 0, ,55 0,00 0,00 0, ,55 TO TA L , , ,00 0, ,39 0, ,60 0, ,79 SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE ALAGOAS - JUNHO / (QUADRO 2B) ANEXO III PROGRAMAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS FEDERAIS COMPROMETIDOS COM OS TERMOS DE COMPROMISSO ENTRE ENTES PÚBLICOS (TCEP) E/OU CONTRATO DE METAS ENTRE SES e MUNICIPIOS em GPSM A SEREM TRANSFERIDOS PARA O FUNDO ESTADUAL DE SAÚDE Código Município Nome d Unidde CGC Tipo de Relção Nturez do prestdor Dt de Publicção do Extrto TCEP Contrto de Mets Trnsf pr FES Municipl Estdul MS/MEC Privdo TCEP Contrto Mets Ajuste Comndo Único Vlores serem trnsferidos o Fundo Estdul de Súde ARAPIRACA Unidde de Emergênci do Agreste / X X 15/08/ , , MACEIÓ Unidde de Emergênci Dr. Armndo Lges / X X 15/08/ , , MACEIÓ I Centro de Súde / X X 15/08/ , , MACEIÓ II Centro de Súde / X X 15/08/ , , MACEIÓ Ambultório 24hs Noéli Less / X X 15/08/ , , MACEIÓ Mini Pronto Socorro Denilm Bulhões / X X 15/08/ , , MACEIÓ Clínic Infntil Dyse Bred / X X 15/08/ , , MACEIÓ Mini Pronto Socorro D. Miguel Fenelon / X X 15/08/ , , MACEIÓ Mini Pronto Socorro Dr. João Firemn / X X 15/08/ , , MACEIÓ Mini Pronto Socorro Assis Chteubrind / X X 15/08/ , ,60
64 <!ID > PORTARIA 64 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de MACEIÓ Hospitl Dr. José Crneiro / X X 15/08/ , , MACEIÓ Hospitl Dr. Hélvio Auto / X X 15/08/ , , MACEIÓ Mternidde Escol Snt Mônic / X X 15/08/ , , MACEIÓ Hospitl Portugl Rmlho / X X 15/08/ , ,24 TO TA L , ,60 490, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo Portri GM/MS nº 801, de 30 de bril de 2004, que hbilit o estdo do Piuí n Gestão Plen do Sistem, nos termos d NOAS 01/2002; Considerndo resolução CIB nº 015/06, de 10 de mrço de 2006; Considerndo o Ofício SES/PI nº 1.236/2006, de 15 de mio de 2006, resolve: Art. 1º - Remnejr o limite finnceiro nul referente à ssistênci de médi e lt complexidde hospitlr sob gestão estdul, conforme descrito no Anexo I dest Portri, e sob gestão dos municípios hbilitdos à Gestão Plen do Sistem Municipl, nos termos d Norm Opercionl Básic do Sistem Único de Súde - NOB SUS 01/96 e Norm Opercionl de Assistênci à Súde - NOAS 01/02, conforme detlhdo nos Anexos II e III. 1º O totl de recurso finnceiro nul do estdo do Piuí referente à ssistênci de médi e lt complexidde corresponde R$ ,34, ssim distribuído: Destino Vlor Anul Detlhmento Prcel ser trnsferid o FES ,65 Anexo I Prcels serem trnsferids os FMS ,69 Anexo II 2º - O Estdo e Municípios frão jus à prcel mensl correspondente 1/12 (um doze vos) dos vlores descritos nos nexos dest Portri. Art. 2º - Instruir que o remnejmento de recurso concedido, por meio dest Portri, não crretrá impcto no teto finnceiro globl do estdo. Art. 3º - Estbelecer que o Fundo Ncionl de Súde dotrá s medids necessáris pr trnsferênci, regulr e utomátic, do vlor mensl pr o Fundo Estdul de Súde e Fundos Municipis de Súde, correspondentes. Prágrfo Único - Os recursos orçmentários, objeto dest Portri, correrão por cont do orçmento do Ministério d Súde, devendo onerr o Progrm de Trblho: Atenção à Súde d Populção dos Municípios hbilitdos em Gestão Plen do Sistem e nos Estdos hbilitdos em Gestão Plen/Avnçd. Art. 4º - Est Portri entr em vigor n dt d su publicção, com efeitos finnceiros vigentes prtir de 1º de junho de SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO PIAUÍ - JUNHO / 06 (Qudro 1A) JOMES TEMPORÃO ANEXO I () Limite Finnceiro progrmdo n SES SÍNTESE DOS RECURSOS FEDERAIS TRANSFERIDOS PARA OS ESTADOS EM GESTÃO PLENA DO SISTEMA ESTADUAL PARA ASSISTÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE (b) Recursos Progrmdos em Municípios em GPAB, GPABA e/ou Não Hbilitdos. (c) Consoliddo dos Recursos Federis comprometidos nos TCEP entre SES e Municípios em GPSM serem trnsferidos pr FE Recursos Trnsferidos do FNS o FES (d) Cronogrm dos Recursos de Ajuste do Comndo Único (e ) SUBTOTAL e=+b+c+d (f) Recursos Federis comprometidos nos Contrtos de Mets e/ou TCEP serem trnsferidos diretmente às uniddes prestdors (T) Recursos de Trnsferênci utomátic o FES T=e-f , , ,48 0, ,65 0, ,65 SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO PIAUÍ - JUNHO / 06 (Qudro 2 A) ANEXO II Código IBGE SÍNTESE DOS RECURSOS FEDERAIS PROGRAMADOS E TRANSFERIDOS PARA OS MUNICÍPIOS EM GESTÃO PLENA DO SISTEMA PARA ASSISTÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE Município (GPSM) Totl de Recursos Progrmdos pr o Município (PPI) (g) Recursos que ficrão sob gestão estdul (hemorrede, LACEN etc) (h) Recursos Federis comprometidos nos TCEP entre SES e Municípios em GPSM serem trnsferidos pr FES (i) Recursos Federis comprometidos nos Contrtos de Mets e/ou TCEP serem trnsferidos diretmente às uniddes prestdors (T) Recursos de Tr n s f e r ê n c i Automátic o FMS (T = f-g-h-i) () Populção Própri (b) Populção Referencid (c) FIDEPS (d) Ajuste CIB (e) Outros recursos federis (f) Totl PPI (f = +b+c+d+e) Águ Brnc , ,14 0, ,40 0, ,69 0, ,00 0, , Florino , ,93 0, , 76 0, ,90 0,00 0,00 0, , Picos , ,52 0, ,00 0, ,74 0,00 0,00 0, , Pircuruc , ,55 0, ,44 0, ,29 0,00 0,00 0, , Piripiri , ,76 0, , 09 0, ,18 0,00 0,00 0, , São João do Piuí , ,37 0, ,92 0, ,96 0, ,00 0, , Simplicio Mendes , ,76 0, ,12 0, ,71 0, ,48 0, , Te r e s i n , , , ,28 0, ,70 0,00 0,00 0, ,70 TO TA L , , , ,01 0, ,17 0, ,48 0, ,69 SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO PIAUÍ - JUNHO / 06 (Qudro 2 B) ANEXO III PROGRAMAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS FEDERAIS COMPROMETIDOS COM OS TERMOS DE COMPROMISSO ENTRE ENTES PÚBLICOS (TCEP) E/OU CONTRATO DE METAS ENTRE SES e MUNICIPIOS em GPSM A SEREM TRANSFERIDOS PARA O FUNDO ESTADUAL DE SAÚDE Código Município Nome d Unidde CGC Tipo de Relção Nturez do prestdor Dt de Publicção do Extrto TCEP Contrto de Mets Trnsf pr FES Municipl Estdul MS/MEC Privdo TCEP Contrto Mets Ajuste Comndo Único Vlores serem trnsferidos o Fundo Estdul de Súde Águ Brnc Hospitl Estdul Sendor Dirceu Arcoverde / X X 17/5/ , , São João do Piuí Hospitl Regionl Teresinh Nunes de Brros / X X 25/3/ , , Simplicio Mendes Hospitl Estdul José de Mour Fé / X X 21/5/ , ,48 TO TA L ,48
65 <!ID > PORTARIA <!ID > <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN , DE 26 DE JUNHO DE 2006 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo necessidde de se concluir s redes estduis de áres de Assistênci Crdiovsculr e Tráumto-Ortopedi; Considerndo vlição d Coordenção-Gerl d Alt Complexidde Ambultoril, do Deprtmento de Atenção Especilizd/DAE/SAS, resolve: Art. 1º - Prorrogr, té 30 de setembro de 2006, o przo pr o novo credencimento/hbilitção dos serviços de Assistênci Crdiovsculr e de Trumto-Ortopedi de que trt Portri SAS/MS nº 09, de 12 de jneiro de Prágrfo Único - Os serviços que, findo este przo não tenhm se dptdo às norms e não tenhm solicitdo o novo credencimento/hbilitção ns referids áres, serão excluídos do Sistem Único de Súde - SUS pr relizção dos respectivos procedimentos. Art. 2º - Est Portri entr em vigor n dt d su publicção.. JOSÉ GOMES TEMPORÃO Ministério ds Comunicções AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES SUPERINTENDÊNCIA DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO <!ID >ATO N o , DE 21 DE JUNHO DE 2006 Processo nº / Autorizr RC COM- PETIÇÕES LTDA. relizr operção temporári de equipmentos de rdiocomunicção, n cidde de São Pulo - SP, no período de 28 de junho 2 de julho de EDILSON RIBEIRO DOS SANTOS GERÊNCIA-GERAL DE FISCALIZAÇÃO DESPACHOS DO GERENTE Em 19 de dezembro de 2003 Processo nº /2002, determin o rquivmento do presente processo, insturdo contr RADIO ALTERNATIVA, executnte irregulr do Serviço de Rdiodifusão Sonor em FM, em Águs Linds, Estdo de Goiás. Em 11 de mrço de 2003 Processo nº /2003, determin o rquivmento do presente processo, insturdo contr RADIO REDENÇÃO FM 90.5 MHz, executnte do Serviço de Rdiodifusão sonor em FM, n cidde de Luziâni, Estdo de Goiás. ORLANDO DE LUCA JUNIOR Em 26 de fevereiro de 2003 Processo nº / plic RADIO TÁXI TELECOMUNICAÇÕES TRANSPORTE E TURISMO LTDA., executnte do Serviço Limitdo Privdo de Rádio Táxi, n cidde de Brsíli, Distrito Federl, pen de mult no vlor de R$ 268,16 (Duzentos e sessent e oito reis dezesseis centvos), por ter incorrido ns infrções tipificds no item 3.5 c/c 7.5, item c/c 7.3 b d Norm 13/97, instituíd pel Portri 455, de 18/09/97. Processo nº / plic RADIO TAXI ATIVIDADE LTDA., executnte do Serviço Limitdo DE Rdio Táxi, n cidde de Brsíli, Distrito Federl, pen de mult no vlor de R$ 402,24 (Qutrocentos e dois reis e vinte e qutro centvos), por infringênci os subitem 3.5 c/c 7.5, d Norm 13/97, provd pel Portri 455, de 18/09/ Em 28 de fevereiro de 2003 Processo nº / plic VIAÇÃO SANT'ANA LTDA., executnte do Serviço Limitdo Privdo, n cidde de Plnltin, Estdo de Goiás, pen de mult no vlor de R$ 250,00 (Duzentos e cinqüent reis), por infringênci o item 10.1 c/c o item 13.5 II, c, d Norm 13/97, provd pel Portri 455, de 18/09/1997. Em 6 de mrço de 2003 Processo nº / plic BRASIL BETON S/A, executnte do Serviço Limitdo Privdo, n cidde de Brsíli, Distrito Federl, pen de mult no vlor de R$ 469,28 (Qutrocentos e sessent e nove reis e vinte e oito centvos) por infringir o item 10.1 e rt. 4º. d Norm 13/97, provd pel Portri 455, e Resolução 242/00, respectivmente. Em 25 de mrço de 2003 Processo nº / plic EMPRESA SAN- TO ANTONIO TRANSPORTE E TURISMO LTDA., executnte do Serviço Limitdo Privdo, n cidde de Brsíli, Distrito Federl, pen de mult no vlor de R$ 250,00 (Duzentos e cinqüent reis), por infringênci o item 10.1 c/c o item 13.5 II, c, d Norm 13/97, provd pel Portri 455, de 18/09/1997. ORLANDO DE LUCA JUNIOR Em exercício <!ID > Em 8 de julho de 2003 Processo nº / plic MDB SERVIÇOS LTDA, executnte do Serviço Especil de Rdiochmd, n cidde de Brsíli, Distrito Federl, pen de mult no vlor de R$ 670,00 (Seiscentos e setent reis), por infringênci o item d d Norm 15/97, instituíd pel Portri 558, de 03/11/97. Processo nº / plic MDB SERVIÇOS LTDA, executnte do Serviço Especil de Rdiochmd, n cidde de Brsíli, Distrito Federl, pen de mult no vlor de R$ 670,00 (Seiscentos e setent reis), por infringênci o item d d Norm 15/97, instituíd pel Portri 558, de 03/11/97. Processo nº / plic INO SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE TELECOMUNICAÇÕES LTDA, executnte do Serviço Especil de Rdiochmd, n cidde de Brsíli, Distrito Federl, pen de mult no vlor de R$ 670,00 (Seiscentos e setent reis), por infringênci o item d d Norm 15/97, instituíd pel Portri 558, de 03/11/97. Processo nº / plic FUNDAÇÃO CULTURAL ECLÉTICA UNIVERSAL, executnte do Serviço de Rdiodifusão em Onds Médis, n cidde de Snto Antonio do Descoberto, Estdo de Goiás, pen de mult no vlor de R$ 1.840,58 (Um mil oitocentos e qurent reis e cinqüent e oito centvos), por infringênci os sub itens e do Regulmento Técnico pr Emissors de Rdiodifusão Sonor em Ond Medi e em Ond Tropicl, instituído pel Resolução 116, de 25/03/199. Processo nº / plic RADIO COMU- NITÁRIA EDUCATICVA E CULTURAL ARINENSE executnte do Serviço de Rdiodifusão Comunitári, n cidde de Arinos, Estdo de Mins Geris, pen de mult no vlor de R$ 1.168,62 (Um mil cento e sessent e oito reis e sessent e dois centvos), por infringênci o item 15.3 XXV, d Norm 02/98. Em 18 de novembro de 2004 Processo nº / plic ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE RADIODIFUSÃO DA CIDADE SATELITE DO GAMA/DF, executnte irregulr do Serviço de Rdiodifusão Comunitári, n cidde do Gm, Distrito Federl, pen de mult no vlor de R$ 1.752,93 (Um mil setecentos e cinqüent e dois reis e novent e três centvos), por infringênci o rtigo 163 d Lei 9.472/97. Processo nº / plic ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS MORADORES DOS LOTEAMENTOS JAR- DIN ABC, PARQUE DAS AMERICAS E JARDIM SATÉLITE DO MUNICIPIO DE CIDADE OCIDENTAL/GO, executnte irregulr do Serviço de Rdiodifusão Comunitári, n cidde Ocidentl, Estdo de Goiás, pen de mult no vlor de R$ 1.752,93 (Um mil setecentos e cinqüent e dois reis e novent e três centvos), por infringênci o rtigo 163 d Lei 9.472/97. Em 18 de gosto de 2004 Processo nº / plic ACESUM - AS- SOCIAÇÃO COMUNITÁRIA EDUCATIVA DE URUANA, executnte irregulr do Serviço de Rdiodifusão Comunitári, n cidde do Urun, Estdo de Mins Geris, pen de mult no vlor de R$ 1.752,93 (Um mil setecentos e cinqüent e dois reis e novent e três centvos), por infringênci o rtigo 163 d Lei 9.472/97. Em 19 de gosto de 2004 Processo nº / plic IVAN DO NAS- CIMENTO PINHEIRO, executnte irregulr do Serviço de Rdiodifusão Comunitári, n cidde de Brsíli, Distrito Federl, pen de mult no vlor de R$ 1.752,93 (Um mil setecentos e cinqüent e dois reis e novent e três centvos), por infringênci o rtigo 163 d Lei 9.472/97. Em 22 de novembro de 2004 Processo nº / plic ASSOCIAÇÃO CULTURAL DE RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA RECANTO DAS EMAS, executnte irregulr do Serviço de Rdiodifusão Comunitári, n cidde do Recnto ds Ems, Distrito Federl, pen de mult no vlor de R$ 1.752,93 (Um mil setecentos e cinqüent e dois reis e novent e três centvos), por infringênci o rtigo 163 d Lei 9.472/97. Em 24 de fevereiro de 2005 Processo nº / plic CONSELHO CU- MUNITÁRIO DE NOVO GAMA, executnte irregulr do Serviço de Rdiodifusão Comunitári, n cidde do Gm, Distrito Federl, pen de mult no vlor de R$ 1.752,93 (Um mil setecentos e cinqüent e dois reis e novent e três centvos), por infringênci o rtigo 163 d Lei 9.472/97. HIROSHI WATANABE SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS PRIVADOS <!ID >ATO N o , DE 14 DE JUNHO DE 2006 Processo nº Outorg utorizção d rdiofreqüênci MHz à COOPERATIVA MISTA DE TRA- BALHOS DE TAXISTAS ESPECIAIS DA REGIAO METROPO- LITANA DE BELO HORIZONTE, sem exclusividde, em cráter precário, té 20 de Mrço de 2016, ssocid à utorizção pr explorção do serviço Rdioenlces Associdos o Serviço de Rádiotxi, submodlidde serviço Rdioenlces Associdos o Serviço de Rádiotxi, referente o rdioenlce ncilir. <!ID >ATO N JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente o , DE 14 DE JUNHO DE 2006 Processo n /2003. Outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci à SÃO JUDAS RÁDIO TÁXI S/C LTDA - ME, sem exclusividde, em cráter precário, de form oneros, té 26 de Junho de 2010, ssocid à utorizção pr explorção do Serviço de Rdiotáxi Especilizdo, referente o(s) rdioenlce(s) ncilr(es). <!ID >ATO N JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente o , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à AGRO- PECUARIA ZK LTDA. ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à GENOR LUIZ FACCIO ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à ITAKAIÚ AGROPASTORIL S/A ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente
66 66 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 ATO , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à MADEI- REIRA BOTELHO LTDA ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à MA- NOEL AUGUSTO RODRIGUES DA CRUZ ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à SOCIE- DADE FOGAS LTDA ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à SWISS- PORT BRASIL LTDA ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à TRANS- PORTADORA BRASILEIRA GASODUTO BOLIVIA BRASIL S/A TBG ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à VISE VIGILANCIA E SEGURANCA LTDA ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à WILSON PULZATTO ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à ARIS- MARI ROCHA CAMARGO ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente <!ID >ATO Nº , DE 26 DE JUNHO DE 2006 Processo n / Expedir utorizção à TE- LEVISÃO PONTA PORÃ LTDA, inscrit no CNPJ sob o n.º / , pr executr, pr uso próprio, o Serviço Limitdo Privdo, submodlidde de Serviço de Rede Privdo, de interesse restrito, com finlidde de trnsmissão de sinis de áudio e vídeo codificdos, vi stélite, em âmbito interior e interncionl, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, e tendo como áre de explorção do serviço o território ncionl. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente SECRETARIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA <!ID >PORTARIA N o - 226, DE 14 DE JUNHO DE 2006 O SECRETÁRIO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 237 do Regimento Interno do Ministério ds Comunicções, considerndo o disposto no rt. 101 do Regulmento dos Serviços de Rdiodifusão, e tendo em vist o que const do Processo /2006, resolve: Aprovr lterção d diretori d Agênci Goin de Comunicção - AGECOM, promovid pelo Governo do Estdo de Goiás, detentor de outorgs dos serviços de rdiodifusão sonor em onds curts, onds médis, onds tropicis, freqüênci moduld e de sons e imgens, tods no Município de Goiâni, no Estdo de Goiás, que ficrá ssim constituíd: Vlterli José Alves - Presidente; Antônio Durvl de Oliveir Borges - Diretor Administrtivo Finnceiro; Edin Aprecid Goulrt - Diretor de Operção. JOANILSON L.B. FEREIRA R$ 179,52
67 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN Ministério de Mins e Energi AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA <!ID > DESPACHOS DO DIRETOR-GERAL Em 22 de mio de 2006 / O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis, de cordo com deliberção d Diretori e o que const do Processo n o /05-49, resolve conhecer e dr provimento o recurso presentdo pel Compnhi Energétic do Cerá - COEL- CE, reformndo-se decisão proferid pelo Conselho Diretor d Agênci Reguldor de Serviços Públicos Delegdos do Estdo do Cerá - ARCE, pr fins de que sej mntid cobrnç de kwh, tulizd nos termos do Art. 77 d Resolução ANEEL 456/2000, referente à energi consumid e não pg no período de 13 meses (mio de 2001 mio de 2002), devido o procedimento irregulr consttdo n unidde consumidor do Sr. Frncisco José Souz Silv. <!ID > Em 20 de junho de O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis, de cordo com deliberção d Diretori, e o que const nos utos do Processo n o /04-47, resolve conhecer e dr provimento o recurso d Ampl Energi e Serviços S.A., determinndo que trif de energi ser prticd no contrto de suprimento entre ess concessionári e Compnhi de Eletricidde de Nov Friburgo - CENF dev ser quel já reconhecid pel ANEEL qundo do último rejuste ds trifs d CENF, isto é, resultnte do leilão de Compr de Energi Elétric Proveniente de Empreendimento de Gerção Existente relizdo em dezembro de 2004 (EDITAL DE LEILÃO nº 001/2004), pr o produto cujo início de suprimento er jneiro de <!ID > O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis, em conformidde com Resolução ANEEL nº 318, de 06 de outubro de 1998, tendo em vist deliberção d Diretori, o que const no Processo nº / , resolve conhecer e negr provimento o recurso interposto pel Compnhi Energétic do Cerá - COELCE contr o Auto de Infrção nº /2002-CEE, de 13 de mio de 2002, mntendo penlidde plicd pel Agênci Reguldor de Serviços Delegdos do Estdo do Cerá - ARCE, no vlor de R$ ,92 (trint e seis mil, seiscentos e novent e cinco reis e novent e dois centvos), correspondente 0,005% (cinco milésimos por cento) d receit plicável, crescido ds tulizções monetáris cbíveis. JERSON KELMAN SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS DO MERCADO <!ID > DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em 26 de junho de O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts. 2º e 10, e o que const do Processo nº /06-11, resolve: I - Registrr, sob o nº 8012/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi Elétric celebrdo pel vendedor Trdener Ltd, CNPJ nº / , e comprdor (unidde suprid) Iguçu Distribuidor de Energi Elétric Ltd, CNPJ nº / , conforme s condições constntes n tbel bixo: Período de Suprimento Montnte Contrtdo (MW médio) 01/03/ /08/2006 3,5 II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção. <!ID > O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts 2º e 10, e o que const do Processo n /06-15, resolve: I - registrr, sob o nº 3.040/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi celebrdo entre comprdor Trctebel Energi Comercilizdor Ltd, CNPJ n / , e vendedor Compnhi Energétic de São Pulo - CESP, CNPJ n / conforme s condições detlhds n tbel bixo: Período de Suprimento Montnte Contrtdo (MWh) , , ,00 II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts 2º e 10, e o que const do Processo n /06-90, resolve: I - registrr, sob o nº 3.045/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi celebrdo entre comprdor Trctebel Energi Comercilizdor Ltd, CNPJ n / , e vendedor Furns Centris Elétrics S.A., CNPJ n / , conforme s condições detlhds n tbel bixo: Período de Suprimento Montnte Contrtdo (MWh) 01/jn/ /dez/ ,00 II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts 2º e 10, e o que const do Processo n /06-27, resolve: I - registrr, sob o nº 3.044/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi celebrdo entre comprdor Trctebel Energi Comercilizdor Ltd, CNPJ n / , e vendedor Furns Centris Elétrics S.A., CNPJ n / , conforme s condições detlhds n tbel bixo: Período de Suprimento Montnte Contrtdo (MWh) 01/jn/ /dez/ ,00 01/jn/ /dez/ ,00 01/jn/ /dez/ ,00 II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts. 2º e 10, e o que const do Processo nº /06-45, resolve: I - registrr, sob o nº 1149/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi celebrdo pel vendedor Foz do Chopim Energétic Ltd (PCH Foz do Chopim), CNPJ nº / , e comprdor Eline S/A Revestimentos Cerâmicos (unidde consumidor Criciúm/SC), CNPJ nº / , de cordo com s condições detlhds n tbel bixo: Período de Suprimento 01/06/ /07/2006 1,5 Montnte Contrtdo (MW médios) II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts. 2º e 10, e o que const do Processo nº /06-28, resolve: I - registrr, sob o nº 1144/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi celebrdo pel vendedor Centrl de Álcool Lucéli Ltd - Filil Indústri, (Centrl Termoelétric Lucéli), CNPJ nº / , e comprdor Whler Metlúrgic Ltd (unidde consumidor Pircicb/SP), CNPJ nº / , de cordo com s condições detlhds n tbel bixo: Período de Suprimento 2006 Montnte Contrtdo (MW médios) jneiro - fevereiro - mrço - bril - mio 0,586 junho 0,606 julho 0,586 gosto - setembro - outubro - novembro - dezembro - II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts. 2º e 10, e o que const do Processo nº /06-56, resolve: I - registrr, sob o mesmo número do registro do contrto originl (nº 1133/2006), o Primeiro Termo Aditivo o Contrto de Compr e Vend de Energi Elétric celebrdo entre vendedor Arpucel Indiví S/A (PCH Indiví), CNPJ nº / , e comprdor Arno S/A (unidde consumidor São Bernrdo do Cmpo), CNPJ nº / , de cordo com s condições detlhds n tbel bixo; Período de Suprimento 01/07/ /01/2011 0,45 Montnte Contrtdo (MW médios) II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts. 2º e 10, e o que const do Processo nº /06-29, resolve: I - registrr, sob o nº 1142/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi celebrdo pel vendedor Foz do Chopim Energétic Ltd (PCH Foz do Chopim), CNPJ nº / , e comprdor Crbonox S/A - Microfusão de Aço (unidde consumidor Vernópolis/RS), CNPJ nº / , de cordo com s condições detlhds n tbel bixo: Período de Suprimento 01/08/ /07/2012 0,753 Montnte Contrtdo (MW médios) II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts. 2º e 10, e o que const do Processo nº /06-90, resolve: I - registrr, sob o nº 1145/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi celebrdo pel vendedor Arpucel Ombreirs S/A (PCH Ombreirs), CNPJ nº / , e comprdor Hond Automóveis do Brsil Ltd (unidde consumidor Sumré/SP), CNPJ nº , de cordo com s condições detlhds n tbel bixo: Montnte Contrtdo (MW médios) jneiro - 4,38 fevereiro - 4,38 mrço - 4,38 bril - 4,38 mio - - junho 3,25 -
68 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 68 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 julho 3,25 - gosto 3,25 - setembro 3,25 - outubro 3,46 - novembro 3,46 - dezembro 3,46 - II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts. 2º e 10, e o que const do Processo nº /06-71, resolve: I - registrr, sob o nº 1151/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi celebrdo entre vendedor Biogerção Energi S/A (UTE Bndeirntes), CNPJ nº / , e comprdor Coopertiv Centrl dos Produtores Ruris de Mins Geris Ltd (unidde consumidor Itmbé - Goiâni/GO), CNPJ nº / , conforme s condições detlhds n tbel bixo: Período de Suprimento 01/05/ /06/2006 0,10 01/07/ /12/2006 0,56 Montnte Contrtdo (MW Médios) II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts. 2º e 10, e o que const do Processo nº /06-85, resolve: I - registrr, sob o nº 1154/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi celebrdo pel vendedor Horizontes Energi S/A (PCH Slto Psso Velho), CNPJ nº / , e comprdor CNH Ltin Améric Ltd (unidde consumidor Contgem/MG), CNPJ nº / , de cordo com s condições detlhds n tbel bixo: Montnte Contrtdo (MW médios) jneiro - 0,964 0,988 1,058 fevereiro - 0,964 0,988 1,058 mrço - 0,964 0,988 1,058 bril - 0,964 0,988 1,058 mio - 0,964 0,988 1,058 junho 1,033 0,964 0,988 1,058 julho 1,033 0,964 0,988 1,058 gosto 1,033 0,964 0,988 1,058 setembro 1,033 0,964 0,988 1,058 outubro 1,033 0,964 0,988 1,058 novembro 1,033 0,964 0,988 1,058 dezembro 1,033 0,964 0,988 1,058 II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts. 2º e 10, e o que const do Processo nº /06-12, resolve: I - registrr, sob o nº 1148/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi celebrdo pel vendedor Foz do Chopim Energétic Ltd (PCH Foz do Chopim), CNPJ nº / , e comprdor Rinld S/A Indústri de Pneumáticos (unidde consumidor Bento Gonçlves), CNPJ nº / , de cordo com s condições detlhds n tbel bixo: Período de Suprimento Montnte Contrtdo (MW médios) 01/08/ /07/2009 0,69 II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção O SUPERINTENDENTE DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO MERCADO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉ- TRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Portri ANEEL nº 144, de 19 de setembro de 2005, considerndo o disposto n Lei nº , de 15 de mrço de 2004, e no Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seus rts. 2º e 10, e o que const do Documento nº / , resolve: I - registrr, sob o nº 1152/2006, o Contrto de Compr e Vend de Energi celebrdo entre vendedor Arpucel Indiví S/A (PCH Indiví), CNPJ nº / , e comprdor Sherwin Willins do Brsil Ltd (unidde consumidor Tboão d Serr/SP), CNPJ nº / , conforme s condições detlhds n tbel bixo: Período de Suprimento 01/09/ /03/2011 0,63 Montnte Contrtdo (MW médios) II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção. DILCEMAR DE PAIVA MENDES SUPERINTENDÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO <!ID > DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em 26 de junho de O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENER- GIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis e em conformidde com o que estbelece Resolução Normtiv n o 63, de 12 de mio de 2004, tendo em vist o que const no Processo nº / , considerndo o recurso interposto pel Compnhi Estdul de Energi Elétric - CEEE, resolve: I - conhecer por tempestivo o recurso interposto pel Compnhi Estdul de Energi Elétric - CEEE contr o Auto de Infrção nº 006/2006-SFG, de 29 de mio de 2006, e II - mnter n integrlidde decisão constnte no Auto de Infrção nº 006/2006-SFG, qul sej, plicção d penlidde de mult no vlor de R$ ,48 (um milhão e sessent e nove mil e dois reis e qurent e oito centvos), dotndo como fundmento, queles constntes n Exposição de Motivos dest decisão, com fulcro no disposto no rt. 34 d Resolução Normtiv nº 63/ O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENER- GIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003, em conformidde com o que estbelece suprcitd Resolução, e considerndo o que const do Processo nº / , resolve: I - Liberr segund unidde gerdor (UG 2), de kw, do AHE Fundão, loclizdo nos Municípios de Foz do Jordão e Pinhão, Estdo do Prná, concedido à Centris Elétrics do Rio Jordão S.A.- ELEJOR, por meio do Contrto nº 125/2001, de 25 de outubro de 2001, pr início d operção em teste prtir do di 30 de junho de 2006; II - Nos termos do rt. 7º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003, ELEJOR deverá envir à SFG, no przo de té 60 (sessent) dis, pós dt de conclusão d operção em teste, o reltório finl de testes e ensios, rtificndo ou retificndo potênci d unidde gerdor, devidmente compnhdo de cópi d Anotção de Responsbilidde Técnic - ART, registrd no Conselho Regionl de Engenhri, Arquitetur e Agronomi - CREA pel empres ou profissionl responsável pel elborção deste; III - A solicitção do início d operção comercil somente poderá ser efetud pós conclusão d operção em teste e, conforme pertinênci de cd cso, liberção estrá condiciond à presentção dos originis dos documentos exigidos no rt. 5º e dr-se-á nos termos do rt. 6º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENER- GIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003, em conformidde com o que estbelece suprcitd Resolução, e considerndo o que const do Processo nº /03-76, resolve: I - Liberr unidde 1, de kw, d UTE Winimport, loclizd no Município de Imbituv, Estdo do Prná, de propriedde d empres Usin Termoelétric Winimport S.A., utorizd por meio d Resolução nº 505, de 30 de setembro de 2003, com lterções utorizds por meio d Resolução Autoriztiv nº 383, de 10 de novembro de 2004, pr início d operção em teste prtir do di 27 de junho de 2006; II - Nos termos do rt. 7º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003, Usin Termoelétric Winimport S.A. deverá envir à SFG, no przo de té 60 (sessent) dis, pós dt de conclusão d operção em teste, o reltório finl de testes e ensios, rtificndo ou retificndo potênci d unidde gerdor, devidmente compnhdo de cópi d Anotção de Responsbilidde Técnic - ART, registrd no Conselho Regionl de Engenhri, Arquitetur e Agronomi - CREA pel empres ou profissionl responsável pel elborção deste; III - A solicitção do início d operção comercil somente poderá ser efetud pós conclusão d operção em teste e, conforme pertinênci de cd cso, liberção estrá condiciond à presentção dos documentos exigidos no rt. 5º e dr-se-á nos termos do rt. 6º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENER- GIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003 (lterd pel Resolução Normtiv nº 190, de 12 de dezembro de 2005), em conformidde com o que estbelece suprcitd Resolução, e considerndo o que const do Processo nº / , resolve: I - Liberr primeir unidde gerdor (UG 1), de kw, do AHE Peixe Angicl, loclizdo nos Municípios de Peixe e São Slvdor, Estdo do Tocntins, concedid à ENERPEIXE S/A, por meio do Contrto de Concessão nº 130/2001, de 07 de novembro de 2001, pr início d operção comercil prtir de 27 de junho de 2006, qundo energi produzid pel unidde gerdor deverá estr disponibilizd o sistem O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENER- GIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições conferids pel Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003 (lterd pel Resolução Normtiv nº 190, de 12 de dezembro de 2005), em conformidde com o que estbelece suprcitd Resolução, e considerndo o que const do Processo nº / , resolve: I - Liberr terceir unidde gerdor, de kw, d UHE Irpé, loclizd nos Municípios de Berilo e Grão Mogol, Estdo de Mins Geris, concedid à CEMIG Gerção e Trnsmissão S.A., por meio do Contrto de Concessão nº 14/2000, de 28 de fevereiro de 2000, pr início d operção em teste prtir de 27 de junho de 2006; II - Nos termos do rt. 7º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de 2003, CEMIG deverá envir à SFG, no przo de té 60 (sessent) dis, pós dt de conclusão d operção em teste, o reltório finl de testes e ensios, rtificndo ou retificndo potênci d unidde gerdor, devidmente compnhdo de cópi d Anotção de Responsbilidde Técnic - ART, registrd no Conselho Regionl de Engenhri, Arquitetur e Agronomi - CREA pel empres ou profissionl responsável pel elborção deste; III - A solicitção do início d operção comercil somente poderá ser efetud pós conclusão d operção em teste e, conforme pertinênci de cd cso, liberção estrá condiciond à presentção dos originis dos documentos exigidos no rt. 5º e dr-se-á nos termos do rt. 6º d Resolução ANEEL nº 433, de 26 de gosto de JAMIL ABID SUPERINTENDÊNCIA DE LICITAÇÕES E CONTROLE DE CONTRATOS E CONVÊNIOS <!ID > DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em 26 de junho de O SUPERINTENDENTE DE LICITAÇÕES E CON- TROLE DE CONTRATOS E CONVÊNIOS DA AGÊNCIA NA- CIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de su tribuição conferid pel Portri ANEEL nº 35, de 14 de mrço de 2005, tendo em vist o que const do Processo n / , e considerndo que empres DATAMÉ- TRICA CONSULTORIA, PESQUISA e TELEMARKETING LTDA não presentou contr-rgumentções às denúncis de inexecução prcil do contrto n 80/05, torn públic Decisão nº 011/2006- SLC/ANEEL, de 16 de junho de 2006, que lhe plicou snção, n modlidde mult, no vlor de R$ 8.380,00 (oito mil trezentos e oitent reis) e suspensão temporári de prticipr de licitção e contrtr com ANEEL, pelo período de 2 (dois) nos, com fulcro nos incisos II, III e 2 do rtigo 87, d lei n. 8666/93. HÉLVIO NEVES GUERRA SUPERINTENDÊNCIA DE REGULAÇÃO DA COMERCIALIZAÇÃO DA ELETRICIDADE <!ID > DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em 26 de junho de O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DA CO- MERCIALIZAÇÃO DA ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIO- NAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições delegds por meio d Resolução ANEEL n o 284, de 29 de Setembro de 1999, e considerndo o que const no Processo n o /06-70, resolve: I - provr o Progrm de Eficiênci Energétic pr o ciclo 2005/2006, presentdo pel Centris Elétrics do Prá - CELPA, que prevê proprição de R$ ,26
69 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN (dois milhões, novecentos e trint e nove mil, seiscentos e setent e três reis vinte e seis centvos), que correspondem 0,2514% (dois mil, quinhentos e qutorze milésimos por cento) d receit opercionl líquid, no vlor de R$ ,32 (um bilhão, cento e sessent e oito milhões, oitocentos e qurent e um mil, vinte e nove reis trint e dois centvos). O progrm provdo prevê execução dos projetos discrimindos n Not Técnic n 095/2006-SRC/ANE- EL, de 22/06/2006; II - estbelecer que o projeto constnte do Progrm dev ser concluído té o di 30 de junho de 2007; III - determinr que concessionári presente o Reltório Prcil de Acompnhmento do Progrm, conforme modelo estbelecido, em 30 de dezembro de 2006, e que concessionári presente o Reltório Finl do Progrm té 30 de julho de 2007; IV - determinr que o Reltório Finl sej encminhdo ANEEL, em 02 (dus) vis, e em rquivo eletrônico, té dt definid. <!ID > O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DA CO- MERCIALIZAÇÃO DA ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIO- NAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições delegds por meio d Resolução ANEEL n o 284, de 29 de Setembro de 1999, e considerndo o que const no Processo n o /06-31, resolve: I - provr o Progrm de Eficiênci Energétic pr o ciclo 2005/2006, presentdo pel LIGHT Serviços de Eletricidde S/A., o qul prevê um investimento de R$ ,87 (vinte e sete milhões, sessent e cinco mil, seiscentos e vinte e seis reis e oitent e sete centvos), o que corresponde 0,5572% d Receit Opercionl Líquid - ROL. O progrm provdo prevê execução dos projetos discrimindos n Not Técnic n 099/2006-SRC/ANEEL, de 23/06/2006; II - determinr à concessionári que proced todos os justes necessários durnte execução do progrm, se consttdo, pós purção d receit nul conforme estbelece Resolução ANEEL n 185, de 21/5/2001, que os vlores previstos nos projetos são inferiores os mínimos estbelecidos no Contrto de Concessão e n Resolução ANEEL n 492, de 3/9/2002; IV - determinr que concessionári obedeç o seguinte cronogrm: Descrição do Evento: Dt-limite pr conclusão: 1. Entreg do Reltório Prcil 31/12/ Término d Implementção dos Projetos 30/6/ Entreg do Reltório Finl 31/7/2007 <!ID > O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DA CO- MERCIALIZAÇÃO DA ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIO- NAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições delegds por meio d Resolução ANEEL n o 284, de 29 de Setembro de 1999, e considerndo o que const no Processo n o / , resolve: I - provr o Progrm de Eficiênci Energétic pr o ciclo 2005/2006, presentdo pel Compnhi Energétic d Borborem - CELB, o qul prevê um investimento de R$ ,28 (seiscentos e cinqüent e um mil, cento e trint e três reis e vinte e oito centvos), o que corresponde 0,7710% d Receit Opercionl Líquid - ROL. O progrm provdo prevê execução dos projetos discrimindos n Not Técnic n 096/2006-SRC/ANE- EL, de 23/06/2006; II - determinr à concessionári que proced todos os justes necessários durnte execução do progrm, se consttdo, pós purção d receit nul conforme estbelece Resolução ANEEL n 185, de 21/5/2001, que os vlores previstos nos projetos são inferiores os mínimos estbelecidos no Contrto de Concessão e n Resolução ANEEL n 492, de 3/9/2002; IV - determinr que concessionári obedeç o seguinte cronogrm: Descrição do Evento: Dt-limite pr conclusão: 1. Entreg do Reltório Prcil 31/12/ Término d Implementção dos Projetos 30/6/ Entreg do Reltório Finl 31/7/2007 <!ID > O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DA CO- MERCIALIZAÇÃO DA ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIO- NAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições delegds por meio d Resolução ANEEL n o 284, de 29 de Setembro de 1999, e considerndo o que const no Processo n o /05-15, resolve: I - provr o Progrm de Eficiênci Energétic pr o ciclo 2005/2006, presentdo pel Compnhi Prnense de Energi - COPEL, o qul prevê um investimento de R$ ,48 (dez milhões, novecentos e três mil, quinhentos e novent e sete reis e qurent e oito centvos), o que corresponde 0,2607% d Receit Opercionl Líquid - ROL. O progrm provdo prevê execução dos projetos discrimindos n Not Técnic n 097/2006-SRC/ANEEL, de 23/06/2006; II - determinr à concessionári que proced todos os justes necessários durnte execução do progrm, se consttdo, pós purção d receit nul conforme estbelece Resolução ANEEL n 185, de 21/5/2001, que os vlores previstos nos projetos são inferiores os mínimos estbelecidos no Contrto de Concessão e n Resolução ANEEL n 492, de 3/9/2002; IV - determinr que concessionári obedeç o seguinte cronogrm: Descrição do Evento: Dt-limite pr conclusão: 1. Entreg do Reltório Prcil 31/12/ Término d Implementção dos Projetos 30/6/ Entreg do Reltório Finl 31/7/2007 <!ID > O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DA CO- MERCIALIZAÇÃO DA ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIO- NAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições delegds por meio d Resolução ANEEL n o 284, de 29 de Setembro de 1999, e considerndo o que const no Processo n o / , resolve: I - provr o Progrm de Eficiênci Energétic pr o ciclo 2005/2006, presentdo pel Compnhi Cmpolrguense de Energi - COCEL, o qul prevê proprição de R$ ,00 (duzentos e vinte e sete mil, duzentos e setent reis), o que corresponde 0,5555% d Receit Opercionl Líquid - ROL. O progrm provdo prevê execução dos projetos discrimindos n Not Técnic n 098/2006-SRC/ANEEL, de 23/06/2006; II - determinr à concessionári que proced todos os justes necessários durnte execução do progrm, se consttdo, pós purção d receit nul conforme estbelece Resolução ANEEL n 185, de 21/5/2001, que os vlores previstos nos projetos são inferiores os mínimos estbelecidos no Contrto de Concessão e n Resolução ANEEL n 492, de 3/9/2002; IV - determinr que concessionári obedeç o seguinte cronogrm: Descrição do Evento: Dt-limite pr conclusão: 1. Entreg do Reltório Prcil 31/12/ Término d Implementção dos Projetos 30/6/ Entreg do Reltório Finl 31/7/2007 <!ID > O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DA COMER- CIALIZAÇÃO DA ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições delegds por meio d Resolução ANEEL n o 284, de 29 de Setembro de 1999, e considerndo o que const no Processo n o /05-72, resolve: I - provr o Progrm de Eficiênci Energétic pr o ciclo 2005/2006, presentdo pel Compnhi de Eletricidde do Estdo d Bhi - COELBA, que prevê proprição de R$ ,51 (dezessete milhões, trezentos e treze mil, qutrocentos e vinte e dois reis cinqüent e um centvos), que correspondem 0,6056% (seis mil cinqüent e seis milésimos por cento) d receit opercionl líquid, no vlor de R$ ,00 (dois bilhões, oitocentos e cinqüent e nove milhões, vinte e dois mil reis). O progrm provdo prevê execução dos projetos discrimindos n Not Técnic n 100/2006-SRC/ANEEL, de 23/06/2006; II - estbelecer que os projetos constntes do Progrm devm ser concluídos té o di 30 de junho de 2007; III - determinr que concessionári presente o Reltório Prcil de Acompnhmento do Progrm, conforme modelo estbelecido, em 30 de dezembro de 2006, e que concessionári presente o Reltório Finl do Progrm té 30 de julho de 2007; V - determinr que o Reltório Finl sej encminhdo ANEEL, em 01 (um) vi, e em rquivo eletrônico, té dt definid. RICARDO VIDINICH AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS <!ID >RESOLUÇÃO N o - 9, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR-GERAL d AGÊNCIA NACIONAL DO PE- TRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de sus tribuições, tendo em vist s disposições d Lei n.º 9.478, de 6 de gosto de 1997, e Resolução de Diretori nº 125, de 23 de junho de 2006, e considerndo que é tribuição legl d ANP regulr s tividdes reltivs o bstecimento ncionl de combustíveis, definido n Lei n.º 9.847, de 26 de outubro de 1999, como de utilidde públic; considerndo necessidde de reduzir o przo pr tendimento o estbelecido n Resolução ANP n.º 05, de 13 de fevereiro de 2006, que regul os requisitos pr cdstrmento de fornecedor, comercilizção e envio de ddos de álcool etílico combustível pr fins utomotivos, torn público o seguinte to: Art. 1º Fic lterdo o inciso II do rtigo 9º d Resolução ANP n.º 05, de 13 de fevereiro de 2006, que pss vigorr com seguinte redção: "II - té 01 de julho de 2006 pr tender o disposto no inciso I do rt. 8º dest Resolução." Art. 2º Ficm rtificdos os demis dispositivos d Resolução ANP n.º 05, de 13 de fevereiro de Art. 3º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. HAROLDO BORGES RODRIGUES LIMA <!ID >RESOLUÇÃO N o - 10, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR-GERAL d AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIO- COMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de sus tribuições legis, com bse n Resolução de Diretori nº 126, de 23 de junho de 2006, torn público o seguinte to: Art. 1º Ficm estbelecidos, conforme tbel nex, os preços mínimos dos petróleos produzidos no mês de MARÇO de 2006, nos cmpos ds áres concedids pel ANP pr o exercício de tividdes de explorção e produção de petróleo e gás nturl, serem dotdos pr fins de cálculo ds prticipções governmentis de que trt Seção VI, do Cpítulo V, d Lei n.º 9478, de 06 de gosto de 1997, n hipótese previst no 11 do rt. 7º do Decreto n.º 2.705, de 03 de gosto de 1998, preços mínimos estes clculdos conforme Portri n.º 206, de 29 de gosto de Art. 2º Os preços de que trt o rtigo nterior não incluem Contribuição o Progrm de Integrção Socil do Trblhdor - PIS, Contribuição o Progrm de Formção do Servidor Público - PASEP, Contribuição Socil pr o Finncimento d Seguridde Socil - COFINS e o Imposto sobre Operções Reltivs à Circulção de Mercdoris e sobre s Prestções de Serviços de Trnsporte Interestdul e Intermunicipl e de Comunicção - ICMS. Art. 3º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. Art. 4º Revogm-se s disposições em contrário. ANEXO HAROLDO BORGES RODRIGUES LIMA N.º Contrto Concessão Nome do Cmpo Corrente Preço Min (R$/m3) /97-43 AGUA GRANDE Bino Mistur 804, /97-09 AGUILHADA Sergipno Terr 650, /97-66 AGULHA RGN Mistur 744, /97-02 ALBACORA Albcor 725, /97-67 ALBACORA LESTE Albcor 725, /97-04 ALTO DO RODRIGUES RGN Mistur 744, /97-77 ANEQUIM Cbiuns Mistur 670, /97-63 ANGELIM Sergipno Terr 650, /97-62 ANGICO RGN Mistur 744, /97-22 APRAIUS Bino Mistur 804, /97-47 ARABAIANA RGN Mistur 744, /97-95 ARAÇAS Bino Mistur 804, /97-58 A R AT U Bino Mistur 804, /97-45 A R AT U M RGN Mistur 744, /97-72 AREA DO SES-019D Sergipno Mr 842, /97-26 ARUARI Sergipno Terr 650, /97-99 ATALAIA SUL Sergipno Mr 842, /97-13 AT U M Cer Mr 722, /97-20 BADEJO Cbiuns Mistur 670, /97-08 BAGRE Cbiuns Mistur 670, /97-69 BAIXA DO ALGODAO RGN Mistur 744, /97-61 BARRA DO IPIRANGA Espirito Snto 646, /97-92 BARRACUDA Brrcud 662, /97-21 BARRINHA RGN Mistur 744, /98 BENFICA RGN Mistur 744, /97-17 BICUDO Cbiuns Mistur 670, /97-81 BIJUPIRA Bijupir 728, /97-72 BIRIBA Bino Mistur 804, /97-94 BOA ESPERANÇA RGN Mistur 744, /97-57 BOA VISTA RGN Mistur 744, /97-71 B O N I TO Cbiuns Mistur 670, /97-41 BONSUCESSO Bino Mistur 804, /97-17 BREJINHO Bino Mistur 804, /97-10 BREJINHO RGN Mistur 744, /97-51 BREJO GRANDE Sergipno Terr 650, /97-46 BURACICA Bino Mistur 804, /2002 BT-REC-10 LAGOA DO PAULO Mior Preco Minimo d Bci 804, /97-91 CAÇAO Espirito Snto 646, /97-61 CACHOEIRINHA RGN Mistur 744, /97-53 CACIMBAS Espirito Snto 646, /97-06 CAIOBA Sergipno Mr 842, /97-61 CAMORIM Sergipno Mr 842, /97-16 CAMPO GRANDE Espirito Snto 646, /97-71 C A N A B R AVA Bino Mistur 804, /97-34 CANDEIAS Bino Mistur 804, /97-05 CANTA GALO Bino Mistur 804, /97-24 CANTO DO AMARO RGN Mistur 744,2102
70 70 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de / CARAPEBA Cbiuns Mistur 670, /97-55 C A R AT I N G A Crting 652, /97-21 CARDEAL Bino Mistur 804, /97-14 CARMOPOLIS Sergipno Terr 650, /97-86 CASSARONGONGO Bino Mistur 804, /97-87 C A S TA N H A L Sergipno Terr 650, /97-49 CEXIS Bino Mistur 804, /97-62 CHERNE Cbiuns Mistur 670, /97-29 CIDADE SÃO MIGUEL DOS CAMPOS Algono 828, /97-10 CIDADE ENTRE RIOS Bino Mistur 804, /97-23 CIDADE SEBASTIAO FERREIRA Mior Preco Minimo d Bci 828, /97-31 CONCEIÇAO Bino Mistur 804, / CONGRO Cbiuns Mistur 670, /97-91 COQUEIRO SECO Mior Preco Minimo d Bci 828, /97-63 CORAL Corl 853, /97-89 CORREGO CEDRO NORTE Espirito Snto 646, /97-41 CORREGO DAS PEDRAS Espirito Snto 646, /97-21 CRREGO DOURADO Espirito Snto 646, /97-93 CORREGO GRANDE Espirito Snto 646, /97-83 C O RV I N A Cbiuns Mistur 670, /97-78 CURIMA Cer Mr 722, /97-04 CURIO Bino Mistur 804, /97-74 DIAS D'AVILA Bino Mistur 804, /97-37 DOM JOAO Bino Mistur 804, /97-08 DOM JOAO MAR Bino Mistur 804, /97-23 DOURADO Sergipno Mr 842, /97-34 E N C H O VA Cbiuns Mistur 670, /97-13 ENCHOVA OESTE Cbiuns Mistur 670, /97-31 E S PA D A Cer Mr 722, /97-18 E S PA D A RT E Espdrte 733, /97-97 E S T R E I TO RGN Mistur 744, /97-26 ESTRELA DO MAR Corl 853, /98 FAZENDA ALTO DAS PEDRAS Bino Mistur 804, /97-56 FAZENDA ALEGRE Espirito Snto 646, /97-62 FAZENDA ALVORADA Bino Mistur 804, /97-25 FAZENDA AZEVEDO Bino Mistur 804, /97-98 FAZENDA BALSAMO Bino Mistur 804, /97-51 FAZENDA BELEM Bino Mistur 804, /97-12 FAZENDA BELEM Fzend Belem 581, /97-30 FAZENDA BOA ESPERANÇA Bino Mistur 804, /97-85 FAZENDA CANAAN RGN Mistur 744, /97-19 FAZENDA CEDRO Espirito Snto 646, /97-44 FAZENDA CEDRO NORTE Espirito Snto 646, /97-48 FAZENDA CURRAL RGN Mistur 744, /97-15 FAZENDA GAMELEIRA Bino Mistur 804, /97-01 FAZENDA IMBE Bino Mistur 804, /97-19 FAZENDA MALAQUIAS RGN Mistur 744, /97-65 FAZENDA ONÇA Bino Mistur 804, /97-28 FAZENDA PANELAS Bino Mistur 804, /97-54 FAZENDA PAU BRASIL Mior Preco Minimo d Bci 828, /97-73 FAZENDA POCINHO RGN Mistur 744, /97-81 FAZENDA QUEIMADAS Espirito Snto 646, /97-91 FAZENDA RIO BRANCO Fzend Snto Estevo 743, /97-15 FAZENDA SANTA LUZIA Espirito Snto 646, /97-53 FAZENDA SANTO ESTEVAO Fzend Snto Estevo 743, /97-70 FAZENDA SAO JORGE Espirito Snto 646, /97-84 FAZENDA SAO RAFAEL Espirito Snto 646, /97-80 FURADO Algono 828, /97-86 G A R O U PA Cbiuns Mistur 670, /97-49 GAROUPINHA Cbiuns Mistur 670, /97-16 GOMO Bino Mistur 804, /97-51 GUAMARE RGN Mistur 744, /97-96 GUARICEMA Sergipno Mr 842, /97-47 GURIRI Espirito Snto 646, /97-13 ICAPUI Fzend Belem 581, /97-42 ILHA DA CAÇUMBA Espirito Snto 646, /97-89 ILHA DE BIMBARRA Bino Mistur 804, /97-42 ILHA PEQUENA Sergipno Terr 650, /97-12 I TA PA R I C A Bino Mistur 804, /97-93 JACUIPE Bino Mistur 804, /97-86 JANDUI RGN Mistur 744, /97-13 JEQUIA Mior Preco Minimo d Bci 828, /97-49 JUAZEIRO RGN Mistur 744, /97-49 J U B A RT E Jubrte 607, /97-10 LAGOA AROEIRA RGN Mistur 744, /97-32 LAGOA BONITA Espirito Snto 646, /97-18 LAGOA PARDA Espirito Snto 646, /97-35 LAGOA PARDA NORTE Espirito Snto 646, /97-72 LAGOA PARDA SUL Espirito Snto 646, /97-06 LAGOA PIABANHA Espirito Snto 646, /97-23 LAGOA SURUACA Espirito Snto 646, /97-81 LAGOA VERDE Bino Mistur 804, /97-44 LAMARAO Bino Mistur 804, /97-15 LEODORIO Bino Mistur 804, /98 LESTE DE POÇO XAVIER RGN Mistur 744, /97-18 LESTE DO URUCU Urucu 846, /97-92 LINGUADO Cbiuns Mistur 670, /97-74 L I V R A M E N TO RGN Mistur 744, /97-08 LORENA RGN Mistur 744, /97-62 MACAU RGN Mistur 744, /97-46 MALHADO Cbiuns Mistur 670, /97-70 MALOMBE Bino Mistur 804, /97-32 MANDACARU Bino Mistur 804, / MAPELE Bino Mistur 804, /97-01 MARIMBA Cbiuns Mistur 670, /97-96 MARIRICU Espirito Snto 646, /97-38 MARIRICU NORTE Espirito Snto 646, /97-59 MARIRICU OESTE Espirito Snto 646, /97-10 MARLIM Mrlim 654, /97-03 MARLIM LESTE Mrlim 654, /97-74 MARLIM SUL Mrlim Sul P , /97-03 MASSAPE Bino Mistur 804, /97-68 MASSUI Bino Mistur 804, /97-47 MATA DE SAO JOAO Bino Mistur 804, /97-78 MATO GROSSO Sergipno Terr 650, /97-69 MERLUZA Condensdo de Merluz 856, /97-35 MIRANGA Bino Mistur 804, /97-61 MIRANGA LESTE Bino Mistur 804, /97-23 MIRANGA NORTE Bino Mistur 804, /97-25 MONTE ALEGRE RGN Mistur 744, /97-37 MOREIA Cbiuns Mistur 670, /97-12 MORRINHO RGN Mistur 744, /97-02 M O S Q U I TO Espirito Snto 646, / MOSSORO RGN Mistur 744, /97-25 NAMORADO Cbiuns Mistur 670, /97-09 NATIVO OESTE Espirito Snto 646, /97-98 NE NAMORADO Cbiuns Mistur 670, /97-30 NO DO MORRO ROSADO RGN Mistur 744, /97-19 NORTE DE PESCADA RGN Mistur 744, /97-96 NORTE FAZENDA CARUAÇU Bino Mistur 804, /97-01 PA J E U RGN Mistur 744, /97-55 PA M P O Cbiuns Mistur 670, /97-00 PARAMIRIM DO VENCIMENTO Bino Mistur 804, /97-30 PA R AT I Cbiuns Mistur 670, /97-95 PA R G O Cbiuns Mistur 670, /97-75 PA R U Sergipno Mr 842, /98 PEDRA SENTADA RGN Mistur 744, /97-59 PEDRINHAS Bino Mistur 804, /97-84 PESCADA RGN Mistur 744, /97-01 PILAR Algono 828, /97-65 PIRAUNA Cbiuns Mistur 670, /97-65 POÇO VERDE RGN Mistur 744, /97-28 POÇO XAVIER RGN Mistur 744, / POJUCA Bino Mistur 804, /97-09 POJUCA NORTE Bino Mistur 804, /97-91 PONTA DO MEL RGN Mistur 744, /97-53 PORTO CARAO RGN Mistur 744, /97-16 REDONDA RGN Mistur 744, /97-89 REDONDA PROFUNDO RGN Mistur 744, /97-18 REMANSO Bino Mistur 804, /97-26 RIACHO DA BARRA Bino Mistur 804, /97-21 RIACHO DA FORQUILHA RGN Mistur 744, /97-99 RIACHO OURICURI Bino Mistur 804, /97-51 RIACHO SAO PEDRO Bino Mistur 804, /97-82 RIACHUELO Sergipno Terr 650, /97-51 RIO BARRA SECA Espirito Snto 646, /97-87 RIO DO BU Bino Mistur 804, /97-99 RIO DOCE Espirito Snto 646, /97-40 RIO DOS OVOS Bino Mistur 804, /97-03 RIO IBIRIBAS Espirito Snto 646, / RIO ITARIRI Bino Mistur 804, /97-14 RIO ITAUNAS Espirito Snto 646, /97-87 RIO ITAUNAS LESTE Espirito Snto 646, /97-40 RIO MARIRICU Espirito Snto 646, /97-19 RIO MOSSORO RGN Mistur 744, /97-06 RIO PIPIRI Bino Mistur 804, /97-75 RIO POJUCA Bino Mistur 804, / RIO PRETO Espirito Snto 646, /97-91 RIO PRETO OESTE Espirito Snto 646, /97-54 RIO PRETO SUL Espirito Snto 646, /97-17 RIO SAO MATEUS Espirito Snto 646, /97-54 RIO SAUIPE Bino Mistur 804, /97-17 RIO SUBAUMA Bino Mistur 804, /97-81 RIO URUCU Urucu 846, /97-68 RONCADOR Roncdor 755, /97-60 SALEMA Slem 741, /97-38 SALGO Sergipno Terr 650, /97-81 SALINA CRISTAL RGN Mistur 744, /97-80 S A N TA N A Fzend Snto Estevo 743, /97-42 SAO DOMINGOS Bino Mistur 804, /97-45 SAO M.DOS CAMPOS Algono 828, /97-80 SAO MATEUS Espirito Snto 646, /97-15 SAO MIGUEL RGN Mistur 744, /97-13 SAO PEDRO Bino Mistur 804, /97-78 SAUIPE Fzend Snto Estevo 743, /97-16 SERRA RGN Mistur 744, /97-70 SERRA DO MEL RGN Mistur 744, /97-32 SERRA VERMELHA RGN Mistur 744,2102
71 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN / SERRARIA RGN Mistur 744, /97-31 SESMARIA Bino Mistur 804, /97-16 SIRIRIZINHO Sergipno Terr 650, /97-01 SOCORRO Bino Mistur 804, /97-66 SOCORRO EXTENSAO Bino Mistur 804, /97-24 SUDOESTE URUCU Urucu 846, /97-71 SUL DE CORURIPE Mior Preco Minimo d Bci 828, /97-29 SUSSUARANA Bino Mistur 804, /97-33 TABULEIRO DOS MARTINS Mior Preco Minimo d Bci 828, /97-14 TA Q U I P E Bino Mistur 804, /97-35 TA RTA R U G A Sergipno Mr 842, /97-47 TRES MARIAS RGN Mistur 744, /97-18 TRILHA Cbiuns Mistur 670, /97-71 UBARANA RGN Mistur 744, /97-18 U PA N E M A RGN Mistur 744, /97-79 VALE DO QUIRICO Bino Mistur 804, /98 VA R G I N H A RGN Mistur 744, /97-07 VARZEA REDONDA RGN Mistur 744, /97-58 VERMELHO Cbiuns Mistur 670, /97-28 VIOLA Cbiuns Mistur 670, /97-67 VOADOR Mrlim 654, /97-01 XAREU Cer Mr 722,8775 TC = 2,1511 R$ / US$. Tx de Câmbio (TC) de referênci utilizd no cálculo dos preços mínimos do petróleo ncionl, é médi mensl ds txs de câmbio diáris pr compr do dólr mericno obtids junto o Bnco Centrl do Brsil, pr o mês de mrço/2006. Petróleo Brent Dted = 62,0947 US$/bbl. Vlor médio mensl dos preços diários, em mrço de 2006, usdo como referênci no cálculo dos preços mínimos do petróleo ncionl. <!ID >RESOLUÇÃO N o - 11, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR-GERAL d AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIO- COMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de sus tribuições legis, com bse n Resolução de Diretori nº 127, de 23 de junho de 2006, torn público o seguinte to: Art. 1º Ficm estbelecidos, conforme tbel nex, os preços mínimos dos petróleos produzidos no mês de ABRIL de 2006, nos cmpos ds áres concedids pel ANP pr o exercício de tividdes de explorção e produção de petróleo e gás nturl, serem dotdos pr fins de cálculo ds prticipções governmentis de que trt Seção VI, do Cpítulo V, d Lei n.º 9478, de 06 de gosto de 1997, n hipótese previst no 11 do rt. 7º do Decreto n.º 2.705, de 03 de gosto de 1998, preços mínimos estes clculdos conforme Portri n.º 206, de 29 de gosto de Art. 2º Os preços de que trt o rtigo nterior não incluem Contribuição o Progrm de Integrção Socil do Trblhdor - PIS, Contribuição o Progrm de Formção do Servidor Público - PASEP, Contribuição Socil pr o Finncimento d Seguridde Socil - COFINS e o Imposto sobre Operções Reltivs à Circulção de Mercdoris e sobre s Prestções de Serviços de Trnsporte Interestdul e Intermunicipl e de Comunicção - ICMS. Art. 3º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. Art. 4º Revogm-se s disposições em contrário. ANEXO HAROLDO BORGES RODRIGUES LIMA N.º Contrto Concessão Nome do Cmpo Corrente Preço Min (R$/m3) /97-43 AGUA GRANDE Bino Mistur 888, /97-09 AGUILHADA Sergipno Terr 733, /97-66 AGULHA RGN Mistur 821, /97-02 ALBACORA Albcor 817, /97-67 ALBACORA LESTE Albcor 817, /97-04 ALTO DO RODRIGUES RGN Mistur 821, /97-77 ANEQUIM Cbiuns Mistur 758, /97-63 ANGELIM Sergipno Terr 733, /97-62 ANGICO RGN Mistur 821, /97-22 APRAIUS Bino Mistur 888, /97-47 ARABAIANA RGN Mistur 821, /97-95 ARAÇAS Bino Mistur 888, /97-58 A R AT U Bino Mistur 888, /97-45 A R AT U M RGN Mistur 821, /97-72 AREA DO SES-019D Sergipno Mr 945, /97-26 ARUARI Sergipno Terr 733, /97-99 ATALAIA SUL Sergipno Mr 945, /97-13 AT U M Cer Mr 814, /97-20 BADEJO Cbiuns Mistur 758, /97-08 BAGRE Cbiuns Mistur 758, /97-69 BAIXA DO ALGODAO RGN Mistur 821, /97-61 BARRA DO IPIRANGA Espirito Snto 697, /97-92 BARRACUDA Brrcud 748, /97-21 BARRINHA RGN Mistur 821, /98 BENFICA RGN Mistur 821, /97-17 BICUDO Cbiuns Mistur 758, /97-81 BIJUPIRA Bijupir 820, /97-72 BIRIBA Bino Mistur 888, /97-94 BOA ESPERANÇA RGN Mistur 821, /97-57 BOA VISTA RGN Mistur 821, /97-71 B O N I TO Cbiuns Mistur 758, /97-41 BONSUCESSO Bino Mistur 888, /97-17 BREJINHO Bino Mistur 888, /97-10 BREJINHO RGN Mistur 821, /97-51 BREJO GRANDE Sergipno Terr 733, /97-46 BURACICA Bino Mistur 888, /2002 BT-REC-10 LAGOA DO PAULO Mior Preco Minimo d Bci 888, /97-91 CAÇAO Espirito Snto 697, /97-61 CACHOEIRINHA RGN Mistur 821, /97-53 CACIMBAS Espirito Snto 697, /97-06 CAIOBA Sergipno Mr 945, /97-61 CAMORIM Sergipno Mr 945, /97-16 CAMPO GRANDE Espirito Snto 697, /97-71 C A N A B R AVA Bino Mistur 888, /97-34 CANDEIAS Bino Mistur 888, /97-05 CANTA GALO Bino Mistur 888, /97-24 CANTO DO AMARO RGN Mistur 821, / CARAPEBA Cbiuns Mistur 758, /97-55 C A R AT I N G A Crting 736, /97-21 CARDEAL Bino Mistur 888, /97-14 CARMOPOLIS Sergipno Terr 733, /97-86 CASSARONGONGO Bino Mistur 888, /97-87 C A S TA N H A L Sergipno Terr 733, /97-49 CEXIS Bino Mistur 888, /97-62 CHERNE Cbiuns Mistur 758, /97-29 CIDADE SÃO MIGUEL DOS CAMPOS Algono 921, /97-10 CIDADE ENTRE RIOS Bino Mistur 888, /97-23 CIDADE SEBASTIAO FERREIRA Mior Preco Minimo d Bci 921, /97-31 CONCEIÇAO Bino Mistur 888, / CONGRO Cbiuns Mistur 758, /97-91 COQUEIRO SECO Mior Preco Minimo d Bci 921, /97-63 CORAL Corl 959, /97-89 CORREGO CEDRO NORTE Espirito Snto 697, /97-41 CORREGO DAS PEDRAS Espirito Snto 697, /97-21 CRREGO DOURADO Espirito Snto 697, /97-93 CORREGO GRANDE Espirito Snto 697, /97-83 C O RV I N A Cbiuns Mistur 758, /97-78 CURIMA Cer Mr 814, /97-04 CURIO Bino Mistur 888, /97-74 DIAS D'AVILA Bino Mistur 888, /97-37 DOM JOAO Bino Mistur 888, /97-08 DOM JOAO MAR Bino Mistur 888, /97-23 DOURADO Sergipno Mr 945, /97-34 E N C H O VA Cbiuns Mistur 758, /97-13 ENCHOVA OESTE Cbiuns Mistur 758, /97-31 E S PA D A Cer Mr 814, /97-18 E S PA D A RT E Espdrte 826, /97-97 E S T R E I TO RGN Mistur 821, /97-26 ESTRELA DO MAR Corl 959, /98 FAZENDA ALTO DAS PEDRAS Bino Mistur 888, /97-56 FAZENDA ALEGRE Espirito Snto 697, /97-62 FAZENDA ALVORADA Bino Mistur 888, /97-25 FAZENDA AZEVEDO Bino Mistur 888, /97-98 FAZENDA BALSAMO Bino Mistur 888, /97-51 FAZENDA BELEM Bino Mistur 888, /97-12 FAZENDA BELEM Fzend Belem 649, /97-30 FAZENDA BOA ESPERANÇA Bino Mistur 888, /97-85 FAZENDA CANAAN RGN Mistur 821, /97-19 FAZENDA CEDRO Espirito Snto 697, /97-44 FAZENDA CEDRO NORTE Espirito Snto 697, /97-48 FAZENDA CURRAL RGN Mistur 821, /97-15 FAZENDA GAMELEIRA Bino Mistur 888, /97-01 FAZENDA IMBE Bino Mistur 888, /97-19 FAZENDA MALAQUIAS RGN Mistur 821, /97-65 FAZENDA ONÇA Bino Mistur 888, /97-28 FAZENDA PANELAS Bino Mistur 888, /97-54 FAZENDA PAU BRASIL Mior Preco Minimo d Bci 921, /97-73 FAZENDA POCINHO RGN Mistur 821, /97-81 FAZENDA QUEIMADAS Espirito Snto 697, /97-91 FAZENDA RIO BRANCO Fzend Snto Estevo 818, /97-15 FAZENDA SANTA LUZIA Espirito Snto 697, /97-53 FAZENDA SANTO ESTEVAO Fzend Snto Estevo 818, /97-70 FAZENDA SAO JORGE Espirito Snto 697, /97-84 FAZENDA SAO RAFAEL Espirito Snto 697, /97-80 FURADO Algono 921, /97-86 G A R O U PA Cbiuns Mistur 758, /97-49 GAROUPINHA Cbiuns Mistur 758, /97-16 GOMO Bino Mistur 888, /97-51 GUAMARE RGN Mistur 821, /97-96 GUARICEMA Sergipno Mr 945, /97-47 GURIRI Espirito Snto 697, /97-13 ICAPUI Fzend Belem 649, /97-42 ILHA DA CAÇUMBA Espirito Snto 697, /97-89 ILHA DE BIMBARRA Bino Mistur 888, /97-42 ILHA PEQUENA Sergipno Terr 733, /97-12 I TA PA R I C A Bino Mistur 888, /97-93 JACUIPE Bino Mistur 888, /97-86 JANDUI RGN Mistur 821, /97-13 JEQUIA Mior Preco Minimo d Bci 921, /97-49 JUAZEIRO RGN Mistur 821, /97-49 J U B A RT E Jubrte 680, /97-10 LAGOA AROEIRA RGN Mistur 821, /97-32 LAGOA BONITA Espirito Snto 697, /97-18 LAGOA PARDA Espirito Snto 697, /97-35 LAGOA PARDA NORTE Espirito Snto 697, /97-72 LAGOA PARDA SUL Espirito Snto 697, /97-06 LAGOA PIABANHA Espirito Snto 697,7698
72 72 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de /97-23 LAGOA SURUACA Espirito Snto 697, /97-81 LAGOA VERDE Bino Mistur 888, /97-44 LAMARAO Bino Mistur 888, /97-15 LEODORIO Bino Mistur 888, /98 LESTE DE POÇO XAVIER RGN Mistur 821, /97-18 LESTE DO URUCU Urucu 955, /97-92 LINGUADO Cbiuns Mistur 758, /97-74 L I V R A M E N TO RGN Mistur 821, /97-08 LORENA RGN Mistur 821, /97-62 MACAU RGN Mistur 821, /97-46 MALHADO Cbiuns Mistur 758, /97-70 MALOMBE Bino Mistur 888, /97-32 MANDACARU Bino Mistur 888, / MAPELE Bino Mistur 888, /97-01 MARIMBA Cbiuns Mistur 758, /97-96 MARIRICU Espirito Snto 697, /97-38 MARIRICU NORTE Espirito Snto 697, /97-59 MARIRICU OESTE Espirito Snto 697, /97-10 MARLIM Mrlim 735, /97-03 MARLIM LESTE Mrlim 735, /97-74 MARLIM SUL Mrlim Sul P , /97-03 MASSAPE Bino Mistur 888, /97-68 MASSUI Bino Mistur 888, /97-47 MATA DE SAO JOAO Bino Mistur 888, /97-78 MATO GROSSO Sergipno Terr 733, /97-69 MERLUZA Condensdo de Merluz 986, /97-35 MIRANGA Bino Mistur 888, /97-61 MIRANGA LESTE Bino Mistur 888, /97-23 MIRANGA NORTE Bino Mistur 888, /97-25 MONTE ALEGRE RGN Mistur 821, /97-37 MOREIA Cbiuns Mistur 758, /97-12 MORRINHO RGN Mistur 821, /97-02 M O S Q U I TO Espirito Snto 697, / MOSSORO RGN Mistur 821, /97-25 NAMORADO Cbiuns Mistur 758, /97-09 NATIVO OESTE Espirito Snto 697, /97-98 NE NAMORADO Cbiuns Mistur 758, /97-30 NO DO MORRO ROSADO RGN Mistur 821, /97-19 NORTE DE PESCADA RGN Mistur 821, /97-96 NORTE FAZENDA CARUAÇU Bino Mistur 888, /97-01 PA J E U RGN Mistur 821, /97-55 PA M P O Cbiuns Mistur 758, /97-00 PARAMIRIM DO VENCIMENTO Bino Mistur 888, /97-30 PA R AT I Cbiuns Mistur 758, /97-95 PA R G O Cbiuns Mistur 758, /97-75 PA R U Sergipno Mr 945, /98 PEDRA SENTADA RGN Mistur 821, /97-59 PEDRINHAS Bino Mistur 888, /97-84 PESCADA RGN Mistur 821, /97-01 PILAR Algono 921, /97-65 PIRAUNA Cbiuns Mistur 758, /97-65 POÇO VERDE RGN Mistur 821, /97-28 POÇO XAVIER RGN Mistur 821, / POJUCA Bino Mistur 888, /97-09 POJUCA NORTE Bino Mistur 888, /97-91 PONTA DO MEL RGN Mistur 821, /97-53 PORTO CARAO RGN Mistur 821, /97-16 REDONDA RGN Mistur 821, /97-89 REDONDA PROFUNDO RGN Mistur 821, /97-18 REMANSO Bino Mistur 888, /97-26 RIACHO DA BARRA Bino Mistur 888, /97-21 RIACHO DA FORQUILHA RGN Mistur 821, /97-99 RIACHO OURICURI Bino Mistur 888, /97-51 RIACHO SAO PEDRO Bino Mistur 888, /97-82 RIACHUELO Sergipno Terr 733, /97-51 RIO BARRA SECA Espirito Snto 697, /97-87 RIO DO BU Bino Mistur 888, /97-99 RIO DOCE Espirito Snto 697, /97-40 RIO DOS OVOS Bino Mistur 888, /97-03 RIO IBIRIBAS Espirito Snto 697, / RIO ITARIRI Bino Mistur 888, /97-14 RIO ITAUNAS Espirito Snto 697, /97-87 RIO ITAUNAS LESTE Espirito Snto 697, /97-40 RIO MARIRICU Espirito Snto 697, /97-19 RIO MOSSORO RGN Mistur 821, /97-06 RIO PIPIRI Bino Mistur 888, /97-75 RIO POJUCA Bino Mistur 888, / RIO PRETO Espirito Snto 697, /97-91 RIO PRETO OESTE Espirito Snto 697, /97-54 RIO PRETO SUL Espirito Snto 697, /97-17 RIO SAO MATEUS Espirito Snto 697, /97-54 RIO SAUIPE Bino Mistur 888, /97-17 RIO SUBAUMA Bino Mistur 888, /97-81 RIO URUCU Urucu 955, /97-68 RONCADOR Roncdor 852, /97-60 SALEMA Slem 836, /97-38 SALGO Sergipno Terr 733, /97-81 SALINA CRISTAL RGN Mistur 821, /97-80 S A N TA N A Fzend Snto Estevo 818, /97-42 SAO DOMINGOS Bino Mistur 888, /97-45 SAO M.DOS CAMPOS Algono 921, /97-80 SAO MATEUS Espirito Snto 697, /97-15 SAO MIGUEL RGN Mistur 821, /97-13 SAO PEDRO Bino Mistur 888, /97-78 SAUIPE Fzend Snto Estevo 818, /97-16 SERRA RGN Mistur 821, /97-70 SERRA DO MEL RGN Mistur 821, /97-32 SERRA VERMELHA RGN Mistur 821, / SERRARIA RGN Mistur 821, /97-31 SESMARIA Bino Mistur 888, /97-16 SIRIRIZINHO Sergipno Terr 733, /97-01 SOCORRO Bino Mistur 888, /97-66 SOCORRO EXTENSAO Bino Mistur 888, /97-24 SUDOESTE URUCU Urucu 955, /97-71 SUL DE CORURIPE Mior Preco Minimo d Bci 921, /97-29 SUSSUARANA Bino Mistur 888, /97-33 TABULEIRO DOS MARTINS Mior Preco Minimo d Bci 921, /97-14 TA Q U I P E Bino Mistur 888, /97-35 TA RTA R U G A Sergipno Mr 945, /97-47 TRES MARIAS RGN Mistur 821, /97-18 TRILHA Cbiuns Mistur 758, /97-71 UBARANA RGN Mistur 821, /97-18 U PA N E M A RGN Mistur 821, /97-79 VALE DO QUIRICO Bino Mistur 888, /98 VA R G I N H A RGN Mistur 821, /97-07 VARZEA REDONDA RGN Mistur 821, /97-58 VERMELHO Cbiuns Mistur 758, /97-28 VIOLA Cbiuns Mistur 758, /97-67 VOADOR Mrlim 735, /97-01 XAREU Cer Mr 814,2854 TC = 2,1284 R$ / US$. Tx de Câmbio (TC) de referênci utilizd no cálculo dos preços mínimos do petróleo ncionl, é médi mensl ds txs de câmbio diáris pr compr do dólr mericno obtids junto o Bnco Centrl do Brsil, pr o mês de bril/2006. Petróleo Brent Dted =70,3455 US$/bbl. Vlor médio mensl dos preços diários, em bril de 2006, usdo como referênci no cálculo dos preços mínimos do petróleo ncionl. <!ID >RESOLUÇÃO N o - 12, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR-GERAL d AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIO- COMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de sus tribuições legis, com bse n Resolução de Diretori nº 128, de 23 de junho de 2006, torn público o seguinte to: Art. 1º Ficm estbelecidos, conforme tbel nex, os preços mínimos dos petróleos produzidos no mês de MAIO de 2006, nos cmpos ds áres concedids pel ANP pr o exercício de tividdes de explorção e produção de petróleo e gás nturl, serem dotdos pr fins de cálculo ds prticipções governmentis de que trt Seção VI, do Cpítulo V, d Lei n.º 9478, de 06 de gosto de 1997, n hipótese previst no 11 do rt. 7º do Decreto n.º 2.705, de 03 de gosto de 1998, preços mínimos estes clculdos conforme Portri n.º 206, de 29 de gosto de Art. 2º Os preços de que trt o rtigo nterior não incluem Contribuição o Progrm de Integrção Socil do Trblhdor - PIS, Contribuição o Progrm de Formção do Servidor Público - PASEP, Contribuição Socil pr o Finncimento d Seguridde Socil - COFINS e o Imposto sobre Operções Reltivs à Circulção de Mercdoris e sobre s Prestções de Serviços de Trnsporte Interestdul e Intermunicipl e de Comunicção - ICMS. Art. 3º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. Art. 4º Revogm-se s disposições em contrário. ANEXO HAROLDO BORGES RODRIGUES LIMA N.º Contrto Concessão Nome do Cmpo Corrente Preço Min (R$/m3) /97-43 AGUA GRANDE Bino Mistur 900, /97-09 AGUILHADA Sergipno Terr 737, /97-66 AGULHA RGN Mistur 827, /97-02 ALBACORA Albcor 826, /97-67 ALBACORA LESTE Albcor 826, /97-04 ALTO DO RODRIGUES RGN Mistur 827, /97-77 ANEQUIM Cbiuns Mistur 764, /97-63 ANGELIM Sergipno Terr 737, /97-62 ANGICO RGN Mistur 827, /97-22 APRAIUS Bino Mistur 900, /97-47 ARABAIANA RGN Mistur 827, /97-95 ARAÇAS Bino Mistur 900, /97-58 A R AT U Bino Mistur 900, /97-45 A R AT U M RGN Mistur 827, /97-72 AREA DO SES-019D Sergipno Mr 960, /97-26 ARUARI Sergipno Terr 737, /97-99 ATALAIA SUL Sergipno Mr 960, /97-13 AT U M Cer Mr 822, /97-20 BADEJO Cbiuns Mistur 764, /97-08 BAGRE Cbiuns Mistur 764, /97-69 BAIXA DO ALGODAO RGN Mistur 827, /97-61 BARRA DO IPIRANGA Espirito Snto 695, /97-92 BARRACUDA Brrcud 753, /97-21 BARRINHA RGN Mistur 827, /98 BENFICA RGN Mistur 827, /97-17 BICUDO Cbiuns Mistur 764, /97-81 BIJUPIRA Bijupir 829, /97-72 BIRIBA Bino Mistur 900, /97-94 BOA ESPERANÇA RGN Mistur 827, /97-57 BOA VISTA RGN Mistur 827,6098
73 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN /97-71 B O N I TO Cbiuns Mistur 764, /97-41 BONSUCESSO Bino Mistur 900, /97-17 BREJINHO Bino Mistur 900, /97-10 BREJINHO RGN Mistur 827, /97-51 BREJO GRANDE Sergipno Terr 737, /97-46 BURACICA Bino Mistur 900, /2002 BT-REC-10 LAGOA DO PAULO Mior Preco Minimo d Bci 900, /97-91 CAÇAO Espirito Snto 695, /97-61 CACHOEIRINHA RGN Mistur 827, /97-53 CACIMBAS Espirito Snto 695, /97-06 CAIOBA Sergipno Mr 960, /97-61 CAMORIM Sergipno Mr 960, /97-16 CAMPO GRANDE Espirito Snto 695, /97-71 C A N A B R AVA Bino Mistur 900, /97-34 CANDEIAS Bino Mistur 900, /97-05 CANTA GALO Bino Mistur 900, /97-24 CANTO DO AMARO RGN Mistur 827, / CARAPEBA Cbiuns Mistur 764, /97-55 C A R AT I N G A Crting 741, /97-21 CARDEAL Bino Mistur 900, /97-14 CARMOPOLIS Sergipno Terr 737, /97-86 CASSARONGONGO Bino Mistur 900, /97-87 C A S TA N H A L Sergipno Terr 737, /97-49 CEXIS Bino Mistur 900, /97-62 CHERNE Cbiuns Mistur 764, /97-29 CIDADE SÃO MIGUEL DOS CAMPOS Algono 934, /97-10 CIDADE ENTRE RIOS Bino Mistur 900, /97-23 CIDADE SEBASTIAO FERREIRA Mior Preco Minimo d Bci 934, /97-31 CONCEIÇAO Bino Mistur 900, / CONGRO Cbiuns Mistur 764, /97-91 COQUEIRO SECO Mior Preco Minimo d Bci 934, /97-63 CORAL Corl 974, /97-89 CORREGO CEDRO NORTE Espirito Snto 695, /97-41 CORREGO DAS PEDRAS Espirito Snto 695, /97-21 CRREGO DOURADO Espirito Snto 695, /97-93 CORREGO GRANDE Espirito Snto 695, /97-83 C O RV I N A Cbiuns Mistur 764, /97-78 CURIMA Cer Mr 822, /97-04 CURIO Bino Mistur 900, /97-74 DIAS D'AVILA Bino Mistur 900, /97-37 DOM JOAO Bino Mistur 900, /97-08 DOM JOAO MAR Bino Mistur 900, /97-23 DOURADO Sergipno Mr 960, /97-34 E N C H O VA Cbiuns Mistur 764, /97-13 ENCHOVA OESTE Cbiuns Mistur 764, /97-31 E S PA D A Cer Mr 822, /97-18 E S PA D A RT E Espdrte 835, /97-97 E S T R E I TO RGN Mistur 827, /97-26 ESTRELA DO MAR Corl 974, /98 FAZENDA ALTO DAS PEDRAS Bino Mistur 900, /97-56 FAZENDA ALEGRE Espirito Snto 695, /97-62 FAZENDA ALVORADA Bino Mistur 900, /97-25 FAZENDA AZEVEDO Bino Mistur 900, /97-98 FAZENDA BALSAMO Bino Mistur 900, /97-51 FAZENDA BELEM Bino Mistur 900, /97-12 FAZENDA BELEM Fzend Belem 651, /97-30 FAZENDA BOA ESPERANÇA Bino Mistur 900, /97-85 FAZENDA CANAAN RGN Mistur 827, /97-19 FAZENDA CEDRO Espirito Snto 695, /97-44 FAZENDA CEDRO NORTE Espirito Snto 695, /97-48 FAZENDA CURRAL RGN Mistur 827, /97-15 FAZENDA GAMELEIRA Bino Mistur 900, /97-01 FAZENDA IMBE Bino Mistur 900, /97-19 FAZENDA MALAQUIAS RGN Mistur 827, /97-65 FAZENDA ONÇA Bino Mistur 900, /97-28 FAZENDA PANELAS Bino Mistur 900, /97-54 FAZENDA PAU BRASIL Mior Preco Minimo d Bci 934, /97-73 FAZENDA POCINHO RGN Mistur 827, /97-81 FAZENDA QUEIMADAS Espirito Snto 695, /97-91 FAZENDA RIO BRANCO Fzend Snto Estevo 824, /97-15 FAZENDA SANTA LUZIA Espirito Snto 695, /97-53 FAZENDA SANTO ESTEVAO Fzend Snto Estevo 824, /97-70 FAZENDA SAO JORGE Espirito Snto 695, /97-84 FAZENDA SAO RAFAEL Espirito Snto 695, /97-80 FURADO Algono 934, /97-86 G A R O U PA Cbiuns Mistur 764, /97-49 GAROUPINHA Cbiuns Mistur 764, /97-16 GOMO Bino Mistur 900, /97-51 GUAMARE RGN Mistur 827, /97-96 GUARICEMA Sergipno Mr 960, /97-47 GURIRI Espirito Snto 695, /97-13 ICAPUI Fzend Belem 651, /97-42 ILHA DA CAÇUMBA Espirito Snto 695, /97-89 ILHA DE BIMBARRA Bino Mistur 900, /97-42 ILHA PEQUENA Sergipno Terr 737, /97-12 I TA PA R I C A Bino Mistur 900, /97-93 JACUIPE Bino Mistur 900, /97-86 JANDUI RGN Mistur 827, /97-13 JEQUIA Mior Preco Minimo d Bci 934, /97-49 JUAZEIRO RGN Mistur 827, /97-49 J U B A RT E Jubrte 683, /97-10 LAGOA AROEIRA RGN Mistur 827, /97-32 LAGOA BONITA Espirito Snto 695, /97-18 LAGOA PARDA Espirito Snto 695, /97-35 LAGOA PARDA NORTE Espirito Snto 695, /97-72 LAGOA PARDA SUL Espirito Snto 695, /97-06 LAGOA PIABANHA Espirito Snto 695, /97-23 LAGOA SURUACA Espirito Snto 695, /97-81 LAGOA VERDE Bino Mistur 900, /97-44 LAMARAO Bino Mistur 900, /97-15 LEODORIO Bino Mistur 900, /98 LESTE DE POÇO XAVIER RGN Mistur 827, /97-18 LESTE DO URUCU Urucu 970, /97-92 LINGUADO Cbiuns Mistur 764, /97-74 L I V R A M E N TO RGN Mistur 827, /97-08 LORENA RGN Mistur 827, /97-62 MACAU RGN Mistur 827, /97-46 MALHADO Cbiuns Mistur 764, /97-70 MALOMBE Bino Mistur 900, /97-32 MANDACARU Bino Mistur 900, / MAPELE Bino Mistur 900, /97-01 MARIMBA Cbiuns Mistur 764, /97-96 MARIRICU Espirito Snto 695, /97-38 MARIRICU NORTE Espirito Snto 695, /97-59 MARIRICU OESTE Espirito Snto 695, /97-10 MARLIM Mrlim 740, /97-03 MARLIM LESTE Mrlim 740, /97-74 MARLIM SUL Mrlim Sul P , /97-03 MASSAPE Bino Mistur 900, /97-68 MASSUI Bino Mistur 900, /97-47 MATA DE SAO JOAO Bino Mistur 900, /97-78 MATO GROSSO Sergipno Terr 737, /97-69 MERLUZA Condensdo de Merluz 1001, /97-35 MIRANGA Bino Mistur 900, /97-61 MIRANGA LESTE Bino Mistur 900, /97-23 MIRANGA NORTE Bino Mistur 900, /97-25 MONTE ALEGRE RGN Mistur 827, /97-37 MOREIA Cbiuns Mistur 764, /97-12 MORRINHO RGN Mistur 827, /97-02 M O S Q U I TO Espirito Snto 695, / MOSSORO RGN Mistur 827, /97-25 NAMORADO Cbiuns Mistur 764, /97-09 NATIVO OESTE Espirito Snto 695, /97-98 NE NAMORADO Cbiuns Mistur 764, /97-30 NO DO MORRO ROSADO RGN Mistur 827, /97-19 NORTE DE PESCADA RGN Mistur 827, /97-96 NORTE FAZENDA CARUAÇU Bino Mistur 900, /97-01 PA J E U RGN Mistur 827, /97-55 PA M P O Cbiuns Mistur 764, /97-00 PARAMIRIM DO VENCIMENTO Bino Mistur 900, /97-30 PA R AT I Cbiuns Mistur 764, /97-95 PA R G O Cbiuns Mistur 764, /97-75 PA R U Sergipno Mr 960, /98 PEDRA SENTADA RGN Mistur 827, /97-59 PEDRINHAS Bino Mistur 900, /97-84 PESCADA RGN Mistur 827, /97-01 PILAR Algono 934, /97-65 PIRAUNA Cbiuns Mistur 764, /97-65 POÇO VERDE RGN Mistur 827, /97-28 POÇO XAVIER RGN Mistur 827, / POJUCA Bino Mistur 900, /97-09 POJUCA NORTE Bino Mistur 900, /97-91 PONTA DO MEL RGN Mistur 827, /97-53 PORTO CARAO RGN Mistur 827, /97-16 REDONDA RGN Mistur 827, /97-89 REDONDA PROFUNDO RGN Mistur 827, /97-18 REMANSO Bino Mistur 900, /97-26 RIACHO DA BARRA Bino Mistur 900, /97-21 RIACHO DA FORQUILHA RGN Mistur 827, /97-99 RIACHO OURICURI Bino Mistur 900, /97-51 RIACHO SAO PEDRO Bino Mistur 900, /97-82 RIACHUELO Sergipno Terr 737, /97-51 RIO BARRA SECA Espirito Snto 695, /97-87 RIO DO BU Bino Mistur 900, /97-99 RIO DOCE Espirito Snto 695, /97-40 RIO DOS OVOS Bino Mistur 900, /97-03 RIO IBIRIBAS Espirito Snto 695, / RIO ITARIRI Bino Mistur 900, /97-14 RIO ITAUNAS Espirito Snto 695, /97-87 RIO ITAUNAS LESTE Espirito Snto 695, /97-40 RIO MARIRICU Espirito Snto 695, /97-19 RIO MOSSORO RGN Mistur 827, /97-06 RIO PIPIRI Bino Mistur 900, /97-75 RIO POJUCA Bino Mistur 900, / RIO PRETO Espirito Snto 695, /97-91 RIO PRETO OESTE Espirito Snto 695, /97-54 RIO PRETO SUL Espirito Snto 695, /97-17 RIO SAO MATEUS Espirito Snto 695,1758
74 <!ID > 74 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de /97-54 RIO SAUIPE Bino Mistur 900, /97-17 RIO SUBAUMA Bino Mistur 900, /97-81 RIO URUCU Urucu 970, /97-68 RONCADOR Roncdor 862, /97-60 SALEMA Slem 845, /97-38 SALGO Sergipno Terr 737, /97-81 SALINA CRISTAL RGN Mistur 827, /97-80 S A N TA N A Fzend Snto Estevo 824, /97-42 SAO DOMINGOS Bino Mistur 900, /97-45 SAO M.DOS CAMPOS Algono 934, /97-80 SAO MATEUS Espirito Snto 695, /97-15 SAO MIGUEL RGN Mistur 827, /97-13 SAO PEDRO Bino Mistur 900, /97-78 SAUIPE Fzend Snto Estevo 824, /97-16 SERRA RGN Mistur 827, /97-70 SERRA DO MEL RGN Mistur 827, /97-32 SERRA VERMELHA RGN Mistur 827, / SERRARIA RGN Mistur 827, /97-31 SESMARIA Bino Mistur 900, /97-16 SIRIRIZINHO Sergipno Terr 737, /97-01 SOCORRO Bino Mistur 900, /97-66 SOCORRO EXTENSAO Bino Mistur 900, /97-24 SUDOESTE URUCU Urucu 970, /97-71 SUL DE CORURIPE Mior Preco Minimo d Bci 934, /97-29 SUSSUARANA Bino Mistur 900, /97-33 TABULEIRO DOS MARTINS Mior Preco Minimo d Bci 934, /97-14 TA Q U I P E Bino Mistur 900, /97-35 TA RTA R U G A Sergipno Mr 960, /97-47 TRES MARIAS RGN Mistur 827, /97-18 TRILHA Cbiuns Mistur 764, /97-71 UBARANA RGN Mistur 827, /97-18 U PA N E M A RGN Mistur 827, /97-79 VALE DO QUIRICO Bino Mistur 900, /98 VA R G I N H A RGN Mistur 827, /97-07 VARZEA REDONDA RGN Mistur 827, /97-58 VERMELHO Cbiuns Mistur 764, /97-28 VIOLA Cbiuns Mistur 764, /97-67 VOADOR Mrlim 740, /97-01 XAREU Cer Mr 822,6359 TC = 2,1773 R$ / US$. Tx de Câmbio (TC) de referênci utilizd no cálculo dos preços mínimos do petróleo ncionl, é médi mensl ds txs de câmbio diáris pr compr do dólr mericno obtids junto o Bnco Centrl do Brsil, pr o mês de mio/2006. Petróleo Brent Dted =69,8279 US$/bbl. Vlor médio mensl dos preços diários, em mio de 2006, usdo como referênci no cálculo dos preços mínimos do petróleo ncionl. <!ID >AUTORIZAÇÃO N o - 157, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR-GERAL d AGÊNCIA NACIONAL DO PE- TRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, de cordo com o disposto no 3º do rt. 6º do Anexo I o Decreto m.º 2.455, de 14 de jneiro 1998, com bse n Resolução de Diretori n.º 140, de 23 de junho de 2006, nos termos do rt. 53 d Lei n.º 9.478, de 06 de gosto de 1997 e d Portri ANP n.º 28, de 05 de fevereiro de 1999, tendo em vist o que const do Processo ANP n.º / , torn público o seguinte to: Art. 1º Fic utorizd construção, instlção e operção de um Unidde de Ajuste de Ponto de Orvlho do Gás Nturl (DPP-CA) com cpcidde de processmento de 3,5 5,5 milhões m 3 /d de gás nturl ssocido e não ssocido, no município de Linhres, Estdo do Espírito Snto, ns dependêncis d Unidde de Trtmento de Gás de Ccimbs (UTGC), d Unidde de Negócios de Explorção e Produção do Espírito Snto (UN-ES), d Petróleo Brsileiro S.A.- PETROBRAS Art. 2º O objeto d presente Autorizção deverá ser executdo em conformidde com s norms técnics mencionds nos "Critérios de Projeto" presentdos pel solicitnte no seu pedido de utorizção. Art. 3º O Termo de Compromisso firmdo entre ANP e Petróleo Brsileiro S.A. (PETROBRAS) é prte integrnte dest Autorizção, o qul estbelece s norms de relcionmento entre s prtes e disciplin construção e operção d referid unidde. Art. 4º Est Autorizção entr em vigor n dt de su publicção. Art. 5º Est Autorizção será cnceld no cso de não serem mntids s condições pr o exercício ds tividdes de construção, mplição de cpcidde e operção de refinris e uniddes de processmento de gás nturl, prevists e comprovds pr presente concessão. <!ID >AUTORIZAÇÃO N HAROLDO BORGES RODRIGUES LIMA o - 158, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR-GERAL d AGÊNCIA NACIONAL DO PE- TRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, de cordo com o disposto no 3º do rt. 6º do Anexo I o Decreto n.º 2.455, de 14 de jneiro de 1998, com bse n Resolução de Diretori n.º 141, de 23 de junho de 2006, nos termos d Lei n.º 9.478, de 06 de gosto de 1997, e d Resolução ANP n.º 41, de 24 de novembro de 2004, tendo em vist o que const do Processo ANP n.º / , torn público o seguinte to: Art.1º Fic utorizdo o exercício d tividde de produção de biodiesel em plnt industril filil d GRANOL INDÚSTRIA, COMÉRCIO E EXPORTAÇÃO S.A com cpcidde nominl instld de 133 m³/di, situd n Rodovi Anhnguer Km 103,1 s/n, Jrdim Aprecid, município de Cmpins, estdo de São Pulo, ficndo produção d plnt limitd os volumes expressos n licenç de funcionmento em vigor emitid pelo órgão mbientl competente. Art. 2º Est Autorizção entr em vigor n dt de su publicção. Art. 3 A empres GRANOL INDÚSTRIA, COMÉRCIO E EXPORTAÇÃO S.A fic obrigd comunicr s lterções de volumetri de produção n licenç de funcionmento mbientl à Superintendênci de Refino e Processmento de Gás Nturl d ANP, prtir de 5 dis úteis d emissão pelo órgão mbientl. Art. 4º Est Autorizção será cnceld no cso de não serem mntids s condições pr o exercício d tividde de produção de biodiesel, prevists e comprovds pr presente concessão. HAROLDO BORGES RODRIGUES LIMA SUPERINTENDÊNCIA DE ABASTECIMENTO <!ID > DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em 26 de junho de Em virtude do Ofício DEAT nº 511/2006, emitido pel Secretri de Estdo dos Negócios d Fzend - Coordendori d Administrção Tributári - Diretori Executiv d Administrção Tributári que inform regulridde d inscrição nº pernte o cdstro de contribuintes d Secretri d Fzend de São Pulo, e considerndo s tribuições conferids pel Portri ANP nº 92, de 26 de mio de 2004, e com bse n Portri ANP nº 116, de 05 de julho de 2000, torn público o restbelecimento d utorizção pr o exercício d tividde de revend vrejist de combustíveis utomotivos o NANDINHO COMÉRCIO DE COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES LTDA., CNPJ nº / , ficndo registrdo n ANP sob o nº SP , conforme Processo nº / ROBERTO FURIAN ARDENGHY CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S/A COMPANHIA ENERGÉTICA DO AMAZONAS ATA DA ASSEMBLÉIA-GERAL ORDINÁRIA REALIZADA EM 18 DE ABRIL DE 2006 NIRE: Aos dezoito dis do mês de bril do no de dois mil e seis, às dez hors, n sede d Empres, n Avenid Sete de Setembro, 50, Centro, Mnus (AM), relizou-se Assembléi Gerl Ordinári d Compnhi Energétic do Amzons - CEAM, presente o Adv. FRANCISCO DOS SANTOS DA SILVA, inscrito n OAB/AM sob o nº 3458, representndo o cionist mjoritário Centris Elétrics Brsileirs S.A. - Eletrobrás, que ssumiu Presidênci dos trblhos e convidou mim, RICARDO PEREIRA DA SILVA, pr secretriálo, bem como o Senhor JOSÉ CARLOS GOMES COSTA, membro do Conselho Fiscl, ficndo então constituíd mes. Em seguid, o representnte d Eletrobrás solicitou-me registrr que, nos termos do prágrfo primeiro do Art. 124, combindo com o Art. 133 d Lei 6.404/76, os Senhores Acionists form convocdos comprecer à Assembléi Gerl Ordinári medinte o Editl de Convocção publicdo no jornl A Crític, Diário Oficil d União e Imprens Oficil do Estdo do Amzons, nos dis 29, 30 e 31 de mrço de Dndo início os trblhos, o Senhor Presidente d Mes pssou à Ordem do Di d Assembléi Gerl Ordinári, sber: 1. Tomr s conts dos Administrdores, exminr, discutir e votr s Demonstrções Contábeis reltivs o exercício socil findo em ; 2. Deliberr sobre destinção do resultdo líquido do exercício; 3. Eleger os membros titulres e suplentes do Conselho Fiscl; 4. Fixr remunerção dos Membros do Conselho de Administrção, d Diretori Executiv e do Conselho Fiscl. Em seguid, o Senhor Presidente d Assembléi provou s Demonstrções Contábeis e s respectivs Nots Explictivs, compnhds do Precer dos Auditores Independentes e do Precer do Conselho Fiscl, que estiverm à disposição dos cionists pelo przo legl de 30 dis, conforme viso os cionists publicdos no Jornl A Crític, nos dis 17, 18 e 19 de mrço de 2006 e Diários Oficil d União e Imprens Oficil do Estdo do Amzons, nos dis 17, 20 e 21 de mrço de Pssndo o segundo item d Ordem do Di, reltivo à destinção do resultdo, o Senhor Presidente solicitou-me que lesse e trnscrevesse propost d Diretori Executiv e o respectivo Precer do Conselho Fiscl, o que fiz como segue: PROPOSTA DA DIRETORIA - RD-015/ Senhores Acionists, Diretori d Compnhi Energétic do Amzons - CEAM propõe: que o prejuízo purdo por ocsião do encerrmento do exercício socil, findo em , no vlor de R$ mil, sej mntido n cont de prejuízos cumuldos. PARECER DO CONSELHO FISCAL - O Conselho Fiscl d Compnhi Energétic do Amzons - CEAM, bixo ssindo, no âmbito de sus tribuições legis e esttutáris, conheceu o Reltório de Administrção e procedeu o exme ds Demonstrções Contábeis referentes o exercício socil encerrdo em 31 de dezembro de 2005, composts do Blnço Ptrimonil, d Demonstrção do Resultdo do Exercício, ds Mutções do Ptrimônio Líquido, ds Origens e Aplicções de Recursos e ds Nots Explictivs às Demonstrções Contábeis, compnhds do Precer d Auditori Independente, bem como se inteirou d propost reltiv à destinção do resultdo do exercício. Considerndo o trblho de compnhmento d empres, desenvolvido pelo Conselho Fiscl, o longo do exercício, e com bse n documentção presentd, ns informções prestds pelo Deprtmento de Contbilidde (FCO) e no Precer d Auditori Independente NEXUS AUDITORES AS- SOCIADOS, que declr que s Demonstrções Contábeis representm dequdmente em todos os spectos relevntes s posições ptrimonil, finnceir e respectivo blnço consoliddo d Compnhi Energétic do Amzons - CEAM, em 31 de dezembro de 2005, o Conselho Fiscl d CEAM entende que s referids Demonstrções Contábeis estão em condições de serem precids pel Assembléi Gerl Ordinári de Acionists d Empres, com os seguintes comentários. O Conselho Fiscl observ que CEAM vem obtendo prejuízos seguidos nos últimos exercícios sendo dependente dos regulres portes de recursos d Controldor ELETROBRÁS pr custer o déficit opercionl d empres, conforme Not Explictiv nº 20. O Conselho Fiscl entende que esses portes não podem ser feitos sob form de créditos pr umento de cpitl, ms como empréstimos concedidos pel Controldor. Destrte, o Conselho Fiscl recomend doção de polític contundente pr redução do bsurdo índice de perds, bem como de outrs providêncis, fim de permitir o fortlecimento d empres e contribuir pr melhori substncil dos resultdos e do serviço fornecido os consumidores. Por fim, sobre bix execução do orçmento de investimento, inclusive com relção o Progrm Luz Pr Todos. O Conselho Fiscl recomend Diretori Executiv e o Conselho de Administrção que envidem esforços pr snr os óbices que impedem relizção do orçmento provdo pr o exercício, com o objetivo de mnter redução do índice de rcionmento no fornecimento de energi, bem como fornecer energi elétric os consumidores com qulidde e confibilidde. Mnus (AM), 16 de mrço de (.) Artur Obino Neto, Flávio Cls Dolbell e José Crlos Gomes Cost, membros do Conselho Fiscl. A referid propost foi provd por unnimidde pelos cionists presentes. Prosseguindo, Assembléi provou s indicções feits pelo cionist mjoritário Centris Elétrics Brsileirs S.A. - Eletrobrás pr integrrem o Conselho Fiscl, terceiro item d Ordem do Di, sendo eleitos pr exercerem crgos de membros titulres e suplentes do Conselho Fiscl d Compnhi Energétic do Amzons - CEAM, que exercerão seus crgos pelo período previsto no Prágrfo Quinto, Art. 161, d Lei 6.404/76, Titulres: Senhores JOSÉ CARLOS GO- MES COSTA, ARTUR OBINO NETO, Representntes d Centris Elétrics Brsileirs S.A. - Eletrobrás e TONY HIKARI YOSHIDA, Representnte do Tesouro Ncionl. Suplentes: Senhor JAIR AN- TÔNIO ESTEVES DA SILVA e Senhor VÂNIA ALVES FER- REIRA, representntes d Centris Elétrics Brsileirs S.A. - Eletrobrás e Senhor VINICIUS PINTO DE MENEZES, representnte do Tesouro Ncionl. É seguinte qulificção dos titulres eleitos pr comporem o Conselho Fiscl d Compnhi Energétic do Amzons - CEAM: Senhores José Crlos Gomes Cost - brsileiro, csdo, engenheiro mecânico, portdor d crteir de identidde nº expedid pelo CREA-RJ e do CPF nº , residente e domicilido n SQN 308, Bloco F, p. 407, As Norte, Brsíli (DF), Artur Obino Neto, brsileiro, csdo, engenheiro civil, portdor d crteir de identidde nº D, expedid pelo CREA/RJ e do CPF nº , residente e domicilido à Ru Generl Dionísio, nº 24, Botfogo, Rio de Jneiro (RJ) - representnte d Eletrobrás; e Tony Hikri Yoshid, brsileiro, csdo, Administrdor, portdor d crteir de identidde nº expedid pel SSP-DF e do CPF nº , residente e domicilido no SQN 311 Bloco C, p.305, Brsíli (DF). Prosseguindo, o Senhor Presidente pssou o qurto e último item d Ordem do Di que trt d remunerção do Conselho de Administrção, d Diretori Executiv e do Conselho Fiscl. Foi então provd fixção d remunerção
75 <!ID > PORTARIA <!ID > RETIFICAÇÃO <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN globl dos membros d Diretori Executiv e do Conselho de Administrção, pr o período compreendido entre Mio de 2006 e Abril de 2007, no montnte de R$ ,43 (um milhão, duzentos e trint e cinco mil, cento e novent e dois reis e qurent e três centvos), englobndo referid remunerção globl o pgmento à Diretori Executiv de honorários mensis, 13º slário, dicionl e bono pecuniário de féris, seguro de vid em grupo e seguro funerl, uxílio-refeição, cobertur de despess médics, uxílio-mordi, jud de custo de trnsferênci, bem como prticipção nos lucros e resultdos, devendo ser repssdos os respectivos honorários os mesmos benefícios que, eventulmente, forem concedidos os empregdos d Compnhi, por ocsião d formlizção do Acordo Coletivo de Trblho referente à dt bse de Mio/2006, no que se referem os rejustes e bonos, não sendo considerdos pr estes fins quisquer outros umentos, como por exemplo, mérito, promoção e justes não lineres inclusive n remunerção do empregdo prdigm. Tmbém foi votd e provd fixção d remunerção dos membros dos Conselhos Fiscis e de Administrção em 10% dos honorários médios mensis e do 13 º slário, percebidos pel Diretori Executiv, nos termos d Lei nº 9.292, de , não computdos, pr mbos os colegidos, os benefícios reltivos o seguro de vid em grupo, o seguro funerl, às despess médics, à jud de custo de trnsferênci, o uxílio-refeição, à prticipção nos lucros e resultdos e o uxílio-mordi, e delegção de competênci o Conselho de Administrção d Compnhi Energétic do Amzons - CEAM, pr efetur distribuição individul dos vlores destindos o pgmento d remunerção dos membros d Diretori Executiv, observdo o montnte globl de cd período, deduzid prte destind o próprio Conselho de Administrção. Nd mis hvendo trtr, os trblhos form suspensos pelo tempo suficiente à lvrtur d presente At. Rebert sessão, depois de lid e chd conforme, vi At ssind pelo Presidente e por mim, Secretário, del se extrindo s cópis necessáris pr os fins legis. Mnus (AM), 18 de bril de (..) pel Centris Elétrics Brsileirs S/A.- Eletrobrás, Adv. Frncisco dos Sntos d Silv, Presidente d Mes e Ricrdo Pereir d Silv, Secretário d Assembléi. Declro que n qulidde de Secretário, que o texto cim é cópi integrl e fiel d At trnscrit às fls. 29, 30 e 31 do Livro de Ats nº 05 ds Assembléis Geris d Compnhi Energétic do Amzons - CEAM. SUMARIO d At de Assembléi gerl ordinári, relizd em 18/04/2006, conforme prágrfo 1º do rtigo 130, d Lei nº 6.404/76. REGISTRO E ARQUIVAMENTO NA JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO AMAZONAS - JUCEA: Registrd sob o nº , em 02/06/2006. SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL 176, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O SECRETÁRIO DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri Ministeril n o 425, de 8 de setembro de 2005, expedid com fundmento no disposto nos rts. 7 o e 43 do Decreto-lei n o 227, de 28 de fevereiro de 1967, com redção dd pel Lei n o 9.314, de 14 de novembro de 1996, no estbelecido no Decreto-lei n o 7.841, de 8 de gosto de 1945, bem como o que const do Processo DNPM n o /1988, resolve: Art. 1 o Outorgr THERMAS DE GOIÁS MINERADORA LTDA. concessão pr lvrr ÁGUA MINERAL, no Município de Clds Novs, Estdo de Goiás, num áre de 38,96h, delimitd por um polígono que tem um vértice 1.425m, no rumo verddeiro de 16 45'SW do ponto de Coordends Geográfics: Lt '58,1"S e Long '24,2"W, e os ldos prtir deste vértice com os seguintes comprimentos e rumos verddeiros: 366m-W, 52m- S, 250m-W, 70m-S, 200m-W, 103m-N, 75m-W, 348m-S, 520m-E, 150m-S, 404m-E, 124m-N, 46m-E, 26m-N, 132m-E, 34m-N, 60m-W, 215m-N, 151m-W, 118m-N. Art. 2 o Fic estbelecid áre de proteção dest Fonte, com extensão de ,12h, delimitd por um polígono que tem um vértice 2.130m, no rumo verddeiro de 58º00'NE do ponto de Coordends Geográfics: Lt. 17º 43'58,1 S e Long. 48º 37'24,2 W, e os ldos prtir deste vértice com os seguintes comprimentos e rumos verddeiros: 1.658m-E, 1.098m-N, 900m-E, 1.090m-N, 500m-E, 200m-S, 400m-E, 1.200m-N, 500m-W, 350m-S, 400m-W, 440m-N, 220m-E, 76m-N, 48m-E, 1.600m-N, 400m-W, 290m-S, 120m-E, 210m-S, 15m-W, 430m-S, 70m-E, 116m-S, 243m-W, 210m-S, 500m- W, 200m-S, 200m-W, 500m-S, 550m-W, 50m-S, 200m-W, 50m-N, 100m-W, 150m-N, 500m-W, 150m-N, 1.000m-W, 2.360m-S, 3.602m- W, 335m-N, 163m-W, 800m-N, 625m-W, 690m-S, 762m-W, 636m-S, 97m-W, 82m-N, 1.218m-W, 1.180m-N, 1.665m-W, 1.869m-N, 1.208m-W, 366m-N, 769m-W, 622m-N, 1.221m-E, 517m-N, 864m-E, 690m-N, 3.331m-E, 1.380m-N, 2.272m-W, 1.116m-N, 938m-W, 1.380m-N, 1.012m-W, 542m-S, 543m-W, 444m-S, 1.308m-W, 148m- N, 1.406m-W, 986m-S, 666m-E, 1.257m-S, 262m-E, 2.880m-S, 439m- W, 658m-S, 1.391m-E, 1.134m-S, 805m-E, 1.243m-S, 1.684m-W, 585m-S, 915m-W, 549m-S, 553m-W, 488m-S, 586m-W, 256m-S, 439m-W, 332m-S, 1.131m-W, 1.000m-S, 250m-W, 1.179m-S, 1.182m- W, 180m-S, 1.000m-W, 290m-S, 500m-W, 200m-S, 200m-E, 600m-S, 300m-E, 260m-S, 1.000m-E, 420m-S, 1.400m-E, 612m-S, 386m-W, 2.233m-S, 601m-E, 3.425m-S, 1.300m-E, 2.196m-S, 2.281m-E, 804m- S, 2.892m-E, 400m-S, 1.239m-E, 798m-N, 520m-E, 998m-N, 520m-E, 958m-N, 1.039m-E, 838m-S, 480m-E, 1.078m-S, 2.838m-E, 2.036m- N, 1.318m-W, 2.116m-N, 958m-W, 4.695m-N, 518m-W, 1.371m-N, 2.376m-E, 311m-S, 272m-E, 204m-N, 93m-E, 107m-N, 989m-E, 1.025m-S, 400m-E, 1.025m-N, 859m-E, 4.000m-N. Art. 3 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. (Cód. 4.00) CLAUDIO SCLIAR. Ministério do Desenvolvimento Agrário INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA CONSELHO DIRETOR (*) N RESOLUÇÃO/INCRA/CD/Nº 27, de 12 de junho de 2006, publicd no DOU nº 114, do di 16 seguinte, seção I, pág. 46, BS nº 25, de , onde se lê: RESOLUÇÃO/INCRA/CD/Nº metricconverterproductid Lei-se: RESOLUÇÃO/IN- CRA/CD/Nº metricconverterproductid (*) Republicd por ter sído, no DOU n o - 118, de , Seção 1, pág. 87, com incorreção no originl. SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ACRE RETIFICAÇÃO N Portri/INCRA/SR-14/Nº 08, de 5 de mio de 2006, publicd no DOU nº 89, de 11 de mio de 2006, Seção I, págin 59, que cri o PDS Pólo Recnto do Equdor, SIPRA AC , onde se lê:... loclizdo no município de Bujri... lei-se:... loclizdo no município de Xpuri. SECRETARIA DE REORDENAMENTO AGRÁRIO <!ID >RESOLUÇÃO N o - 2, DE 21 DE JUNHO DE 2006 Aprov Norm pr Regulrizção e Revitlizção dos Projetos beneficidos com recursos do Fundo de Terrs e d Reform Agrári O SECRETARIO DE REORDENAMENTO AGRÁRIO DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, no uso de sus tribuições e de cordo com o disposto nos rts. 80, inciso XV, e 89 do Regimento Interno d Secretri de Reordenmento Agrário, provdo pel Portri n.º 63, de 9 de gosto de 2004, publicd no Diário Oficil d União de 11 de gosto de 2004, resolve: Art. 1º Aprovr Norm pr Regulrizção e Revitlizção dos Projetos Finncidos com Recursos do Fundo de Terrs e d Reform Agrári. Art. 2º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. EUGÊNIO CONOLLY PEIXOTO ANEXO NORMA PARA A REGULARIZAÇÃO E REVITALIZA- ÇÃO DOS PROJETOS FINANCIADOS COM RECURSOS DO FUNDO DE TERRAS E DA REFORMA AGRÁRIA TÍTULO I D Regulrizção CAPÍTULO I D Situção dos Beneficiários SEÇÃO I D Desistênci Art. 1º A desistênci do beneficiário deverá ocorrer nos termos previstos em procedimento interno ds ssocições ou coopertivs, por meio ds norms esttutáris e/ou regimento interno. Prágrfo único. Nos esttutos omissos qunto desistênci de beneficiários, est deverá ser feit por meio de ssembléi gerl extrordinári convocd pr fins de provção d desistênci. Art. 2º N desistênci, o beneficiário deverá emitir o termo de desistênci devidmente ssindo e com firm reconhecid. No cso de desistente nlfbeto o termo deverá conter identificção digitl do beneficiário, sendo ssindo rogo por dus testemunhs com firm reconhecid. Art. 3º Não cberá, em cso de desistênci, indenizção trblhist ou de outr ordem o beneficiário que se retir do projeto, exceto s indenizções ou compensções prevists nos esttutos d ssocição ou coopertiv ou, eventulmente, quels reltivs às benfeitoris, culturs ou crições constituíds com o trblho do beneficiário e de su fmíli, no lote individul ou em áres de uso privtivo deste, ou ind reltivs às prcels do finncimento que tiverem sido pgs individulmente pelo beneficiário, incluíndo s benfeitoris úteis e necessáris relizds com recursos próprios do beneficiário. Art. 4º A ssocição ou coopertiv deverá relizr vistori e vlição pr eventul ressrcimento o desistente. A indenizção correspondente poderá ser dimplid pel ssocição, coopertiv ou pelo substituto. Hvendo dúvid ou questionmento, s prtes poderão, de comum cordo, obter precer técnico que oriente e fundmente decisão. Art. 5º O desistente deverá ser informdo que não poderá mis ser beneficido por progrms finncidos com recursos oriundos do Fundo de Terrs e d Reform Agrári em qulquer prte do Pís, bem como qulquer projeto de ssentmento rurl. Art. 6º Nos projetos individuis, o desistente deverá protocolizr o termo de desistênci junto o órgão executor do progrm no estdo. SEÇÃO II D Exclusão Art. 7º A exclusão do beneficiário deverá ocorrer nos termos previstos em procedimento interno ds ssocições ou coopertivs, por meio ds norms esttutáris e/ou regimento interno. Art. 8º Nos esttutos omissos qunto exclusão de beneficiários, est deverá ser feit por meio de ssembléi gerl extrordinári convocd pr este fim, grntindo-lhes o contrditório e mpl defes. Art. 9º As exclusões poderão se dr por: I - inelegibilidde; II - flt de tendimento o Esttuto e/ou Regimento Interno d ssocição ou coopertiv; III - descumprimento ds cláusuls constntes d escritur públic; IV - impedimentos pr ditmento de contrtos (regulrizção do qudro socil); e V - bndono. Art. 10. Nos csos onde houver beneficiário que não estej em conformidde com s norms legis, considerdo inpto receber recursos do Fundo de Terrs e d Reform Agrári, o orgão executor do progrm deverá notificr ssocição ou coopertiv pr que est dote s providêncis cbíveis. Art. 11. Em cso do não cumprimento pelo excluído d decisão d ssembléi, est deverá dotr os procedimentos judiciis pertinentes. Art. 12. Não cberá, em cso de exclusão, indenizção trblhist ou de outr ordem o beneficiário que é excluído do projeto, exceto s indenizções ou compensções prevists nos esttutos d ssocição ou coopertiv ou, eventulmente, quels reltivs às benfeitoris, culturs ou crições constituíds com o trblho do beneficiário e de su fmíli, no lote individul ou em áres de uso privtivo deste, ou ind reltivs às prcels do finncimento que tiverem sido pgs individulmente pelo beneficiário, incluíndo s benfeitoris úteis e necessáris relizds com recursos próprios do beneficiário. SEÇÃO III Do Abndono Art. 13. No cso de beneficiário com prdeiro ignordo, incerto ou não sbido, ssocição ou coopertiv providencirá editl de convocção, ser publicdo em jornl de circulção no município ou no estdo, devendo, ind, fixá-lo em locis de grnde circulção no município e n sede d coopertiv ou ssocição, contendo qulificção do cooperdo ou ssocido, dndo este o direito de se mnifestr no przo de 15 (quinze) dis. Art. 14. Cso o beneficiário não se presente no przo estbelecido no editl de convocção, ssocição ou coopertiv deverá convocr ssembléi gerl extrordinári específic pr configurção do bndono e conseqüente exclusão do beneficiário. Art. 15. Nos projetos individuis, o órgão executor, o consttr o bndono do projeto, deverá dotr s providêncis prevists no rt. 13 deste documento. Decorrido o przo sem que hj mnifestção do beneficiário, o órgão executor, medinte instrução de procedimento dministrtivo, declrrá situção de bndono e comunicrá o órgão gestor que dívid decorrente do finncimento deverá ser executd, ou, se for o cso, que existe interessdo em ssumir o finncimento. SEÇÃO IV D Substituição Art. 16. A substituição de um beneficiário desistente ou excluído de um projeto ssocitivo deverá ser formlizd pel ssocição ou coopertiv em t de ssembléi gerl extrordinári específic e por meio de comunicdo forml o órgão executor do progrm, pr que este comunique, posteriormente, o gente finnceiro. Art. 17. A substituição estrá condiciond o preenchimento dos seguintes requisitos: I - enqudrmento do substituto nos critérios de elegibilidde definidos n Lei Complementr n.º 93, de 4 de fevereiro de 1998, rt. 1º prágrfo único e seus incisos, regulmentd pelo rt. 5º do Decreto nº , de 25 de novembro de 2003, e no Regulmento Opertivo do Fundo de Terrs e d Reform Agrári, provdo pelo Conselho Ncionl de Desenvolvimento Rurl Sustentável - CON- DRAF por meio d Resolução n.º 42, de 13 de bril de 2004; II - provção pelo órgão executor do progrm, que poderá solicitr nálise do Conselho Municipl de Desenvolvimento Rurl Sustentável; III - usênci de impedimentos cdstris ou de outr ordem que impossibilitem su inclusão no contrto de finncimento, ser verificd pelos gentes finnceiros; e IV - ssunção d dívid remnescente e ceitção ds norms do progrm por prte do substituto. Prágrfo único. Não cberá, em cso de substituição, indenizção trblhist ou de outr ordem o beneficiário substituído no projeto, exceto s indenizções ou compensções prevists nos esttutos d ssocição ou coopertiv ou, eventulmente, quels reltivs às benfeitoris, culturs ou crições constituíds com o trblho do beneficiário e de su fmíli, no lote individul ou em áres de uso privtivo deste, ou ind reltivs às prcels do finncimento que tiverem sido pgs individulmente pelo beneficiário, incluindo s benfeitoris úteis e necessáris relizds com recursos próprios do beneficiário. Art. 18. Não serão ceitos como potenciis substitutos queles que se enqudrem nos impedimentos previstos no rt. 8º d Lei Complementr n.º 93, de 1998 e no rt. 8º do Decreto nº , de 2003, e que não tendm os requisitos exigidos pelo gente finnceiro.
76 <!ID > 76 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 Art. 19. Após provção do(s) potencil(is) beneficiário(s), ssocição ou coopertiv encminhrá, o órgão executor do progrm, cópi d respectiv t d ssembléi, d Crteir de Identidde - CI e do Cdstro de Pessos Físics - CPF, tnto do interessdo qunto de seu cônjuge ou convivente, certidão de csmento ou declrção de união estável, se for o cso, comprovnte de residênci e de votção d últim eleição; originl d declrção de elegibilidde (comprovção de, no mínimo, 5 (cinco) nos de experiênci n tividde rurl) e utorizção pr pesquiss cdstris, bem como do termo de desistênci do beneficiário substituído, qundo couber. Art. 20. É fundmentl prticipção do Sindicto de Trblhdores e Trblhdors Ruris e/ou d Sociedde Civil Orgnizd do Meio Rurl n ferição d condição de elegibilidde do potencil beneficiário. Art. 21. Nos projetos individuis o potencil beneficiário encminhrá solicitção diretmente o órgão executor do progrm pleitendo su prticipção no projeto. CAPÍTULO II D Alterção do Número de Beneficiários Art. 22. Os csos de lterção no número de beneficiários, diminuição ou umento, estão condiciondos o precer técnico fvorável de vibilidde do projeto, ser emitido pelo órgão executor do progrm, com correspondente provção do Conselho Estdul de Desenvolvimento Rurl Sustentável - CEDRS. Art. 23. Em cso de redução no número de beneficiários, o órgão executor do progrm deverá, em precer técnico, mnifestr-se obrigtorimente sobre os seguintes spectos: I - condições econômico-finnceirs do empreendimento; II - sustentbilidde produtiv do empreendimento; III - cpcidde de pgmento; IV - vibilidde do projeto; e V - teto de finncimento do progrm. Prágrfo único. O órgão executor do progrm deverá certificr que redução no número de beneficiários não drá ensejo à concentrção fundiári. CAPÍTULO III Ds Responsbiliddes SEÇÃO I D Associção e d Coopertiv Art. 24. As ssocições ou coopertivs deverão encminhr o órgão executor do progrm solicitção de regulrizção do qudro socil, reesclonmento de dívid e porte de recursos. Art. 25. A solicitção deverá ser encminhd por meio de ofício, tendo como nexo os seguintes documentos: I - editl de convocção; II - t d ssembléi gerl extrordinári, com s seguintes informções: ) decisão d ssembléi; b) rol dos beneficiários substituídos, excluídos, incluídos e remnescentes; c) qulificção dos beneficiários (nome, ncionlidde, nturlidde, estdo civil, regime de csmento, dt de nscimento, nº de CPF e CI do beneficiário e do cônjuge ou compnheiro()), profissão e endereço completo; d) reesclonmento de dívid, se for o cso; e) individulizção, cso necessário; e f) portes finnceiros, indicndo su plicção e o vlor do recurso necessário. III - cópi de todos os documentos pessois dos beneficiários incluídos, do cônjuge ou convivente, certidão de csmento ou declrção de união estável, se for o cso, comprovnte de residênci e de votção d últim eleição; IV - declrção de elegibilidde e utorizção pr pesquiss cdstris ssind pelo beneficiário e seu cônjuge ou convivente, fornecid pelo órgão executor, rede de poio (tods s entiddes prceirs do progrm), sindictos, ou diretmente no site i t o f u n d i r i o. o rg. b r ; V - list dos beneficiários e dos respectivos cônjuges ou conviventes pr consult prévi junto os gentes finnceiros (SE- RASA, CADIN e SPC); VI - presentção de, no mínimo, três orçmentos pr cd destinção de recursos previstos n líne f do inciso II deste rtigo; e VII - plno de regulrizção e revitlizção. Art. 26. As ssocições ou coopertivs deverão comunicr o órgão executor do progrm qulquer modificção no projeto que implique em lterção no contrto de finncimento (Escritur Públic). SEÇÃO II Do Órgão Executor do Progrm Art. 27. Compete o órgão executor receber, nlisr e dotr s medids necessáris pr encminhmento ds solicitções dos beneficiários, requerendo, cso necessário, nálise e precer do Conselho Municipl de Desenvolvimento Rurl Sustentável - CEDRS. Art. 28. As solicitções deverão ser utuds sob form de procedimentos dministrtivos. Após nálise, o órgão executor emitirá precer técnico pr posterior encminhmento o CEDRS. Se provd pelo Conselho Estdul, solicitção será encminhd, pelo órgão executor, o gente finnceiro pr doção ds providêncis cbíveis. Art. 29. Nos projetos individuis, cberá o órgão executor do progrm promover regulrizção do beneficiário, nos moldes descritos no rt. 15 deste documento. Art. 30. Compete o órgão executor encminhr o gente finnceiro, previmente o procedimento de regulrizção, list dos beneficiários pr consult o CADIN, SERASA e SPC. SEÇÃO III Do Conselho Estdul de Desenvolvimento Rurl Sustentável - CEDRS Art. 31. Compete o CEDRS nlisr e deliberr cerc ds solicitções encminhds pelo órgão executor do progrm. SEÇÃO IV Do Agente Finnceiro Art. 32. Compete o gente finnceiro dotr s providêncis necessáris pr implementção ds solicitções dos beneficiários serem encminhds pelo órgão executor do progrm. 1º Nos requerimentos de regulrizção, compete o gente finnceiro consultr junto o SPC, SERASA, CADIN, situção cdstrl dos novos beneficários serem incluídos nos contrtos de finncimento. 2º Pr os requerimentos de porte de novos recursos e individulizção de projetos, bem como ssunção e confissão de dívid, compete o gente finnceiro consultr junto o SPC, SERASA e CADIN, situção cdstrl de todos os beneficiários. CAPÍTULO IV D Individulizção Art. 33. As ssocições ou coopertivs que não conseguirem rcr com dívid decorrente do finncimento em decorrênci unicmente d invibilidde do projeto coletivo poderão requerer junto o órgão executor do progrm individulizção dos projetos coletivos. Art. 34. A solicitção de individulizção deverá estr compnhd do croqui do imóvel, indicndo s áres individuis de cd beneficiário e/ou s áres coletivs, respeitndo-se e indicndo-se s áres de reserv legl e de preservção permnente, ssim como s áres de benfeitoris, entre outrs. Art. 35. O órgão executor do progrm poderá excepcionlmente utorizr individulizção do projeto medinte vlição técnic que deverá considerr o módulo fiscl, o percentul tribuído pr áre de reserv legl e permnente, bem como o potencil produtivo d áre individul; condições econômico-finnceirs do empreendimento; e cpcidde de pgmento. 1º A individulizção deverá ser relizd sobre todo imóvel finncido, vedd individulizção pens de prte do imóvel. 2º O requerimento de individulizção deverá ser ssindo por todos os ssocidos ou cooperdos. 3º O órgão mbientl competente deverá mnifestr-se cerc ds áres de reserv legl e permnente delimitds nos projetos. Art. 36. O órgão executor deverá observr que individulizção não promov concentrção fundiári, invibilizndo os objetivos do progrm. TÍTULO II D Revitlizção CAPÍTULO I Do Aporte de Novos Recursos Art. 37. As ssocições ou coopertivs poderão ter cesso novos recursos desde que estej regulrizdo o qudro socil ds orgnizções; definindo o nome dos beneficiários incluídos e remnecentes, conforme estbelecido no procedimento de regulrizção previsto neste documento, rts. 1º 25; se enqudrem nos itens que podem ser finncidos; e não sej ultrpssdo o teto de fincimento. Art. 38. A ssocição ou coopertiv deverá indicr, n t d ssembléi gerl extrordinári previst no inciso II do rt. 25, destinção e o vlor do recurso necessário, previsto no plno de regulrizção e revitlizção do projeto, contendo, no mínimo, três orçmentos pr cd destinção. Art. 39. Poderão ser objeto de porte de novos recursos os itens definidos nos rts. 7º e 8º do Regulmento Opertivo do Fundo de Terrs e d Reform Agrári, provdo pelo CONDRAF por meio d Resolução n.º 42, de CAPÍTULO II D Cpcitção e d Assistênci Técnic Art. 40. A Polític Ncionl de Assistênci Técnic e Extensão Rurl deverá ssegurr os beneficiários do Fundo de Terrs e d Reform Agrári ssistênci técnic n elborção e no desenvolvimento dos Plnos de Regulrizção e Revitlizção previstos neste documento. Art. 41. O Plno de Regulrizção e Revitlizção dos projetos finncidos com recursos do Fundo de Terrs e d Reform Agrári deverá contemplr ções de cpcitção e ssistênci técnic, o montnte de recursos finnceiros necessários e s ções de estruturção, visndo o fortlecimento ds orgnizções. Art. 42. As ssocições ou coopertivs, bem como os beneficiários individuis, deverão definir o responsável técnico ou instituição que prestrá ATER o projeto. Art. 43. O órgão gestor do progrm deverá vibilizr obtenção dos recursos necessários pr relizção dos progrms de cpcitção e ssistênci técnic voltds o gerencimento ds uniddes produtors, gestão orgnizcionl e o poio à comercilizção de seus produtos. TÍTULO III Ds Disposições Finis Art. 44. Os csos omissos e s dúvids suscitds qunto plicção dest norm serão resolvids pelo Comitê Permnente do Fundo de Terrs e do Reordenmento Agrário. Art. 45. Os mnuis opercionis deverão ser utilizdos subsidirimente, no que couber, o disposto nest Norm.. Ministério do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL C.N.P.J. Nº: / BALANCETE PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2006 Em R$ mil AT I V O PA S S I V O BNDES CONSOLIDADO BNDES CONSOLIDADO CIRCULANTE CIRCULANTE DISPONIBILIDADES D E P Ó S I TO S Depósitos vinculdos APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ Diversos Aplicções - crteir de câmbio RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS 5 5 TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Recursos em trânsito de terceiros 5 5 Fundo BB Extrmercdo Títulos Públicos OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES Instrumentos finnceiros derivtivos Empréstimos no exterior Títulos de rend fix no exterior Bônus Debêntures Repsses no pís Provisão pr risco de crédito - Debêntures - ( ) Tesouro Ncionl Ações Controlds Cots de fundos de rend vriável Outros Fundo d Mrinh Mercnte
77 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Repsses no exterior - Instituições multilteris Repsses interfinnceiros Recursos livres OUTRAS OBRIGAÇÕES Recursos Fundo PIS/PASEP Fundos finnceiros e de desenvolvimento (-) Provisão pr risco de crédito ( ) ( ) Fundo PIS/PASEP Outros OPERAÇÕES DE CRÉDITO Vinculds o Tesouro Ncionl Operções de crédito Impostos e contribuições sobre o lucro Recursos livres Instrumentos finnceiros derivtivos Recursos Fundo PIS/PASEP Outros impostos e contribuições Recursos Fundo Mrinh Mercnte Pssivo turil - FAMS (-) Provisão pr risco de crédito ( ) ( ) Conts pgr - FAPES Provisão pr contingêncis trblhists e cíveis OUTROS CRÉDITOS Credores vinculdos liquidção operção Direitos Recebíveis Diverss (-) Provisão pr risco de crédito (509) (509) Vend przo de títulos e vlores mobiliários DÍVIDAS SUBORDINADAS (-) Provisão pr risco de crédito ( 114 ) (50.375) FAT Constitucionl Créditos pernte o Tesouro Ncionl Outrs dívids subordinds Impostos e contribuições recuperr Devedores por depósitos em grnti Pgmentos ressrcir EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Impostos e contribuições - ntecipções Dividendos e bonificções em dinheiro receber OBRIGAÇÕES POR DEPÓSITOS ESPECIAIS Diversos Depósitos especiis - FAT OUTROS VALORES E BENS Outros vlores e bens OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES Despess ntecipds Empréstimos no exterior Bônus REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Repsses no pís Tesouro Ncionl TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Controlds Debêntures Fundo d Mrinh Mercnte Provisão pr risco de crédito - Debêntures (47.228) ( ) Outros Títulos Públicos Repsses no exterior - Instituições multilteris Títulos de rend fix no exterior Instrumentos finnceiros derivtivos OUTRAS OBRIGAÇÕES RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Fundos finnceiros e de desenvolvimento Repsses interfinnceiros Fundo PIS/PASEP Recursos livres Conts pgr - FAPES Recursos Fundo PIS/PASEP Pssivo turil - FAMS (-) Provisão pr risco de crédito ( ) ( ) Provisão pr contingêncis trblhists e cíveis Instrumentos finnceiros derivtivos OPERAÇÕES DE CRÉDITO Impostos diferidos Operções de crédito Recursos livres Recursos Fundo PIS/PASEP DÍVIDAS SUBORDINADAS Recursos Fundo Mrinh Mercnte FAT Constitucionl (-) Provisão pr risco de crédito ( ) ( ) Outrs dívids subordinds Elegível Cpitl OUTROS CRÉDITOS Direitos Recebíveis (-) Provisão pr risco de crédito ( ) ( ) PATRIMÔNIO LÍQUIDO Vend przo de títulos e vlores mobiliários (-) Provisão pr risco de crédito (228) (72.470) Cpitl Socil Impostos e Contribuições recuperr Reservs de cpitl Incentivos fiscis Reservs de revlição Reservs de lucros PERMANENTE Lucros cumuldos Resultdo do exercício I N V E S T I M E N TO S Receits d intermedição finnceir Prticipções em controlds e coligds Despess d intermedição finnceir ( ) ( ) Outros investimentos Outrs receits/despess opercionis Outrs prticipções Resultdo não opercionl (3.015) (3.151) Imposto de rend e contribuição socil ( ) ( ) IMOBILIZADO DE USO Impostos diferidos - constituição (relizção) (81.345) (63.777) DIFERIDO TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO Informções não exminds pelo uditor independente e conselhos de dministrção e fiscl. DEMIAN FIOCCA Presidente ARMANDO MARIANTE CARVALHO JÚNIOR Diretor ANTONIO BARROS DE CASTRO Diretor EDUARDO RATH FINGERL Diretor VANIA MARIA DA COSTA BORGERTH Chefe do Deprtmento de Contbilidde Contdor - CRC - RJ MAURICIO BORGES LEMOS Diretor WAGNER BITTENCOURT DE OLIVEIRA Diretor ELVIO LIMA GASPAR Diretor MARIA IZABEL REZENDE ABOIM Superintendente d Áre Finnceir
78 <!ID > 78 ISSN BNDES PARTICIPAÇÕES S/A - BNDESPAR C.N.P.J. Nº / Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 BALANCETE PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2006 Em R$ mil ATIVO PA S S I V O CIRCULANTE CIRCULANTE DISPONIBILIDADES OBRIGAÇÕES POR REPASSES Depósitos bncários Repsses com Sec. Tesouro Ncionl Repsses com o BNDES TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Repsses com outrs instituições Fundo BB extrmercdo Debêntures OUTRAS OBRIGAÇÕES Provisão pr risco de crédito - Debêntures ( ) Impostos e contribuições sobre o lucro Ações e Certificdo de Depósito de Ações Outros impostos e contribuições Cots de fundos de rend vriável Credores vinculdos liquidção operção Títulos públicos 522 Pssivo turil - FAMS Conts pgr - FAPES OUTROS CRÉDITOS Provisão pr contingêncis trblhists e cíveis 365 Vend przo de títulos e vlores mobiliários Diverss (-) Provisão pr risco de crédito (50.261) Impostos e contribuições recuperr e ntecipções EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Juros sobre cpitl próprio e dividendos receber Diversos OBRIGAÇÕES POR REPASSES OUTROS VALORES E BENS 314 Repsses com o BNDES Repsses com Sec. Tesouro Ncionl REALIZÁVEL A LONGO PRAZO OUTRAS OBRIGAÇÕES TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Provisão pr contingêncis trblhists e cíveis Debêntures Conts pgr - FAPES Provisão pr risco de crédito - Debêntures ( ) Pssivo turil - FAMS Títulos Públicos Impostos diferidos OUTROS CRÉDITOS PATRIMÔNIO LÍQUIDO Vend przo de títulos e vlores mobiliários (-) Provisão pr risco de crédito - Outros créditos (72.242) Cpitl socil Impostos e contribuições recuperr Reservs de cpitl Incentivos fiscis Reservs de revlição Reservs de lucros Lucros Acumuldos Resultdo do exercício PERMANENTE Receits opercionis I N V E S T I M E N TO S Despess opercionis ( ) Resultdo não opercionl (324) Prticipções em coligds Imposto de rend e contribuição socil ( ) Outrs prticipções Impostos diferidos - constituição (relizção) Outros investimentos TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO Informções não exminds pelo uditor independente e conselhos de dministrção e fiscl. DEMIAN FIOCCA Diretor-Presidente EDUARDO RATH FINGERL Diretor ANTÔNIO BARROS DE CASTRO Diretor ELVIO LIMA GASPAR Diretor VANIA MARIA DA COSTA BORGERTH Chefe do Deprtmento de Contbilidde Contdor - CRC - RJ MAURICIO BORGES LEMOS Diretor ARMANDO MARIANTE CARVALHO JÚNIOR Diretor WAGNER BITTENCOURT DE OLIVEIRA Diretor MARIA IZABEL REZENDE ABOIM Superintendente d Áre Finnceir AGÊNCIA ESPECIAL DE FINANCIAMENTO INDUSTRIAL C.N.P.J. Nº / <!ID >BALANCETE PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2006 EM R$ mil ATIVO PASSIVO CIRCULANTE CIRCULANTE DISPONIBILIDADES OBRIGAÇÕES POR REPASSES Repsses com o BNDES TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Repsses com o STN Fundo BB Extrmercdo
79 <!ID > PORTARIA <!ID > RESOLUÇÃO Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN OUTRAS OBRIGAÇÕES RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Credores vinculdos liquidção operção Repsses interfinnceiros Impostos e contribuições sobre o lucro (-) Provisão pr risco de crédito (89.824) Outros impostos e contribuições Conts pgr - FAPES OPERAÇÕES DE CRÉDITO Pssivo turil - FAMS 967 Operções de crédito Diverss (-) Provisão pr risco de crédito (17.814) EXIGÍVEL A LONGO PRAZO OUTROS CRÉDITOS Créditos tributários OBRIGAÇÕES POR REPASSES Direitos vinculdos Tesouro Ncionl Repsses com o BNDES Impostos e contribuições - ntecipções 421 Repsses com o STN Diversos OUTRAS OBRIGAÇÕES Conts pgr - FAPES REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Pssivo turil - FAMS Provisão pr contingêncis trblhists e cíveis TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS 106 Títulos Públicos Federis - Outros 106 PATRIMÔNIO LÍQUIDO RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Cpitl socil Repsses interfinnceiros Reservs de cpitl (-) Provisão pr risco de crédito ( ) Reservs de lucros Resultdo do exercício OPERAÇÕES DE CRÉDITO Receits d intermedição finnceir Operções de crédito Despess d intermedição finnceir ( ) (-) Provisão pr risco de crédito ( ) Outrs receits/despess opercionis (24.186) Resultdo não opercionl 189 OUTROS CRÉDITOS Imposto de rend e contribuição socil (22.164) Créditos tributários Impostos diferidos - constituição (relizção) Incentivos fiscis TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO Informções não exminds pelo uditor independente e conselhos de dministrção e fiscl. JUNTA DE ADMINISTRAÇÃO Presidente: DEMIAN FIOCCA Presidente BNDES MAURÍCIO BORGES LEMOS Diretor BNDES MÁRCIO FORTES DE ALMEIDA ÁLVARO PORTINHO DE SÁ FREIRE JÚNIOR FABIANA MAGALHÃES ALMEIDA RODOPOULOS JOÃO BERNARDO DE AZEVEDO BRINGEL VANIA MARIA DA COSTA BORGERTH Chefe do Deprtmento de Contbilidde Contdor - CRC - RJ /4 Membros FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN LUIZ CARLOS DELBEN LEITE ROBERTO SMITH LUIZ FERNANDO PERES MARIA IZABEL REZENDE ABOIM Superintendente d Áre Finnceir SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS 267, DE 26 DE JUNHO DE 2006 A SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS, no uso de sus tribuições legis, e considerndo o disposto no rt. 14 d Resolução n.º 202, de 17 de mio de 2006, resolve: Art. 1º. Autorizr crédito complementr no vlor de US$ 29,138, (vinte e nove milhões, cento e trint e oito mil, oitocentos e oitent dólres norte-mericnos) o limite nul de importção de insumos pr o produto PLACA DE CIRCUITO IM- PRESSO MONTADA (DE USO EM INFORMÁTICA) - Código Pdrão Sufrm 0361, correspondente 50,00% (cinqüent por cento) do vlor tribuído o 1º no de produção, estbelecido pel Resolução n.º 253, de 26 de gosto de 2004, fbricdo pel empres SAGEM COMUNICAÇÕES S/A., com inscrição Sufrm , nos termos do Precer Técnico de Acompnhmento/Fisclizção nº 091/2006-SPR/CGAPI/COPIN. Art. 2º. Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. FLÁVIA SKROBOT BARBOSA GROSSO. Ministério do Desenvolvimento Socil e Combte à Fome SECRETARIA EXECUTIVA COMISSÃO INTERGESTORES TRIPARTITE 2, DE 7 DE JUNHO DE 2006 A Comissão Intergestores Triprtite - CIT, de cordo com sus competêncis estbelecids n Norm Opercionl Básic do Sistem Único d Assistênci Socil - NOB/SUAS, e: Considerndo necessidde de regulmentr e orientr s disposições d NOB/SUAS reltivs o Benefício de Prestção Continud d Assistênci Socil pr ser discutid e pctud no âmbito dest CIT, ntes de ser objeto de normtizção pel Secretri Ncionl de Assistênci Socil/SNAS; Considerndo que ess regulção envolve tods s instâncis e todos os níveis de gestão do SUAS, resolve: Art.1º Pctur instituição de Câmr Técnic/CT pr, no przo máximo de 2 (dois) meses, contr d publicção dest Resolução/CIT no Diário Oficil d União - DOU, presentr propost inicil de regulção. Art. 2º A Citd CT será compost pelos seguintes membros indicdos pel representção do Ministério do Desenvolvimento Socil e Combte à Fome/MDS: An Lígi Gomes e Helen Ferreir Lim; pel representção do Fórum de Secretários Estduis de Assistênci Socil/Fonses: Denise Arrud Colin/PR e Mrt de Oliveir Sles/DF; pel representção do Colegido Ncionl de Gestores Municipis de Assistênci Socil/Congems; Eline Quresm/MG e Heloís Helen Mesquit Mciel/RJ e pelo CNAS: Tâni Mr Eller d Cruz. Art. 3º A coordenção d CT ficrá crgo do Ministério do Desenvolvimento Socil e combte à Fome, por intermédio d SNAS, quem cberá relizr os conttos com os demis membros objetivndo definir cronogrm e locl de trblho. Prágrfo Primeiro - O MDS rcrá com os custos de pssgens e diáris dos membros d CT que se deslocrem té Brsíli pr s reuniões de trblho. Prágrfo Segundo - A CT poderá convidr outros técnicos pr contribuir eventulmente com os trblhos. Art. 4º Fic revogd Resolução nº1, de 13 de mrço de 2006, publicd no Diário Oficil d União de 12 de bril de Art. 5º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. OSVALDO RUSSO DE AZEVEDO Ministério do Desenvolvimento Socil e Combte à Fome SÌLVIA REGINA DA CUNHA BARRETO Fórum Ncionl de Secretários Estduis de Assistênci Socil/Fonses MARCELO GARCIA VARGENS Colegido Ncionl de Gestores Municipis de Assistênci Socil/Congems
80 <!ID > ATO <!ID > RESOLUÇÃO <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA 80 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL <!ID >RETIFICAÇÃO 01) N put 06 publicd n Seção I do DOU de 22/06/2006, onde se lê: PAUTA DA 137ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO NA- CIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 27, 28 e 29 de junho de 2006 Brsíli - DF DOU 22/06/ /06/ h:00 às 18h:00 - Comissões Temátics (Finncimento, Polític e Norms) 18h:00 às 18h:30 - Presidênci Amplid 28/06/ Pleno 09:00 às 10:30 - Aprovção d Put, At e Informes d Presidênci, Secretri Executiv, Conselheiros e MDS 10:30 às 11:30 - Relto do G.T. PROUNI 11:30 às 12:30 - Relto do G.T/Proteção socil Básic ns Comuniddes Indígens e Quilombols 14:00 às 16:00 - Relto sobre propost NOB/RH e desdobrmentos 16:00 às 17:30 - Preprção e informções sobre o Plnejmento Estrtégico e Presidênci Amplid. 17:30 às 18:00 - Relto do G.T. Contábil. 29/06/ :00 às 10:00 - Câmrs de Julgmento 10:00 às 12:00 - Reltos ds Comissões Temátics 14:00 às 18:00 - Pleno Julgmento de Processos *Przo pr pedido de sustentção orl té o di 23/06/2006. Lei-se: PAUTA DA 137ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 28 e 29 de junho de 2006 Brsíli - DF 28/06/ :00 às 12:30 - Comissões Temátics 14:00 às 15:00 - Aprovção d Put, At e Informes d Presidênci, Secretri Executiv e Conselheiros 15:00 às 17:00 - Relto sobre propost NOB/RH e desdobrmentos 17:00 às 18:00 - Preprção e informções sobre o Plnejmento Estrtégico 18:00 às 18:30 - Relto do G.T. Contábil 19:00 às 19:30- Presidênci Amplid 29/06/ :30 às 09:30 - Câmrs de Julgmento 09:30 às 12:30 - Reltos ds Comissões Temátics e Informes sobre dos GT Prouni e GT Proteção Socil Básic ns Comuniddes Indígens e Quilombols (entreg de reltórios pr precição e discussão n próxim reunião) 14:00 às 18:00 - Pleno - Julgmento de Processos *Przo pr pedido de sustentção orl té o di 23/06/ Ministério do Esporte. Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão GABINETE DO MINISTRO GABINETE DO MINISTRO 1, DE 21 DE JUNHO DE 2006 (*) 160, DE 26 DE JUNHO DE 2006 Dispõe sobre chncel dos projetos esportivos sociis destindos às crinçs e os dolescentes. O MINISTRO DE ESTADO DO ESPORTE, no uso ds tribuições que lhe confere o rt.87, prágrfo único, inciso II, d Constituição, e tendo em vist o disposto n Resolução nº 94 do Conselho Ncionl dos Direitos d Crinç e do Adolescente CONANDA, de 11 de mrço de 2004, resolve: Art. 1º Chncelr os projetos esportivos sociis destindos às crinçs e os dolescentes, conforme nexo, provdos pel 140ª Assembléi Ordinári do CONANDA, relizd nos dis 7 e 8 de junho de Art. 2º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. ANEXO ORLANDO SILVA PROJETOS ESPORTIVOS SOCIAIS APROVADOS EM JUNHO/2006 ITEM Nº DO P R O J E TO UF MUNICÍPIO INSTITUIÇÃO P R O J E TO 1 580/2005 SP São Pulo Instituto Esporte & Educção Progrm Esporte Educção 2 720/2005 RS Bento Gonçlves SECPE B.G. Sociedde Eductiv, Culturl e Poli Esportiv Bento Gonçlves SECPE B. G. Ação Solidári 3 835/2005 RN Ntl Fundção Mrie Jost Projeto Socil Olímpi 4 891/2006 SP São Pulo Instituto Esporte & Educção Crvn do Esporte /2006 CE Fortlez Confederção Brsileir de Futebol de Slão Futsl O Gol d Ciddni /2006 MG Belo Horizonte Associção Mineir de Rebilitção Inclusão Esportiv AMR (*) Republicd por ter sído, no DOU de , Seção 1, pág. 56, com incorreção no originl. SECRETARIA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE ESPORTE E DE LAZER DECLARATÓRIO 13, DE 9 DE JUNHO DE 2006 Reconhece o direito à isenção do II e IPI tlet Bernrdo Muller Criob Arndt l e quisições no mercdo interno e ns importções dos produtos que relcion. A Secretári Ncionl de Desenvolvimento do Esporte e do Lzer do Ministério do Esporte, de conformidde com o disposto no rt. 4º d Portri nº 199, de 09 de gosto de 2002, tendo em vist o que const do Processo nº / , expede o presente ATO DECLARATÓRIO beneficir o tlet Bernrdo Muller Criob Arndt, CPF nº , no direito à isenção do Imposto de Importção - II e Imposto sobre Produtos Industrilizdos - IPI de que trt Lei , de 10 de mio de 2002, prorrogd pel Medid Provisóri nº 227 de 06/12/2004 convertid n Lei de 18/05/05, reltivo o equipmento pr modlidde Vel e Motor bixo relciondo: ANEXO I REJANE PENNA RODRIGUES ORD IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO QTD VALOR TOTAL US$ 01 Brco Vel tipo Hobie Ct ,00 TO TA L 4600,00 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o disposto no rt. 12, inciso II, do Decreto n o 5.780, de 19 de mio de 2006, resolve: Art. 1º Remnejr os vlores utorizdos pr movimentção e empenho de que trt o Anexo I d Portri Interministeril MP/MF nº 125, de 19 de mio de 2006, n form dos Anexos I e II dest Portri. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO BERNARDO SILVA ANEXO I ACRÉSCIMO DOS VALORES AUTORIZADOS PARA MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO (DETALHAMENTO CONSTANTE DO ANEXO I DA PORTARIA INTERMINISTERIAL MP/MF N o 125, DE 19 DE MAIO DE 2006) R$ Mil ÓRGÃOS E/OU UNIDADES ORÇAMENTÁRIAS ATÉ AGO ATÉ DEZ Custeio Investimento + Inv. Finnc. To t l Custeio Investimento + Inv. Finnc Min. do Trblho e Emprego T o t l Fontes: 100, 111, 112, 113, 115, 118, 120, 129, 130, 132, 133, 134, 135, 139, 141, 142, 148, 149, 151, 153, 155, 157, 159, 162, 164, 172, 174, 175, 176, 180, 191, 249, 280, 293, e sus correspondentes, resultntes d incorporção de sldos de exercícios nteriores. ANEXO II REDUÇÃO DOS VALORES AUTORIZADOS PARA MOVIMENTAÇÃO E EMPENHO (DETALHAMENTO CONSTANTE DO ANEXO I DA PORTARIA INTERMINISTERIAL MP/MF N o 125, DE 19 DE MAIO DE 2006) R$ Mil ÓRGÃOS E/OU UNIDADES ORÇAMENTÁRIAS ATÉ AGO ATÉ DEZ Custeio Investimento + Inv. Finnc. To t l Custeio Investimento + Inv. Finnc. Min. dos Trnsportes T o t l Fontes: 100, 111, 112, 113, 115, 118, 120, 129, 130, 132, 133, 134, 135, 139, 141, 142, 148, 149, 151, 153, 155, 157, 159, 162, 164, 172, 174, 175, 176, 180, 191, 249, 280, 293, e sus correspondentes, resultntes d incorporção de sldos de exercícios nteriores. 161, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso d competênci que lhe foi delegd pelo rt. 1o, inciso I, do Decreto no 3.125, de 29 de julho de 1999, observd Resolução no 19, de 28 de junho de 2002, do Conselho Ncionl de Desesttizção - CND, tendo em vist o disposto no rt. 18, inciso I, d Lei no 9.636, de 15 de mio de 1998, e os elementos que integrm o Processo no /96-49, resolve: Art.1oAutorizr cessão de uso grtuito, o Município de Morrinhos, no Estdo de Goiás, do imóvel urbno constituído por terreno medindo 830,00m², contendo cessórios, com áre construíd de 241,67m², loclizdo n Ru Mjor Limírio, no 236, Centro, nquele Município, com s crcterístics e confrontções constntes d Mtrícul no , do Crtório de Registro de Imóveis d Comrc de Morrinhos. Art. 2o O imóvel que se refere o rt. 1o destin-se o funcionmento d Secretri de Desenvolvimento e Assistênci Socil do Município de Morrinhos. Art. 3o O przo d cessão será de cinco nos, contr d dt de ssintur do respectivo contrto, podendo ser prorrogdo por iguis e sucessivos períodos. Art. 4o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO BERNARDO SILVA To t l To t l
81 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN , DE 26 DE JUNHO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, OR- ÇAMENTO E GESTÃO, no uso d competênci que lhe foi delegd pelo rt. 1º, inciso I, do Decreto nº 3.125, de 29 de julho de 1999, observd Resolução nº 19, de 28 de junho de 2002, do Conselho Ncionl de Desesttizção - CND, tendo em vist o disposto no rt. 18, inciso I, d Lei nº 9.636, de 15 de mio de 1998, e os elementos que integrm o Processo nº /96-94, resolve: Art. 1o Autorizr cessão de uso grtuito o Município de Anápolis, Estdo de Goiás, do imóvel urbno constituído por terreno, com áre de 803,88m², e cessórios com áre de 384,70m² loclizdo n Avenid Goiás, esquin com Avenid Contorno, Centro, Anápolis, objeto d Mtrícul nº , do Crtório de Registro de Imóveis d 2 Circunscrição, dquel Comrc. Art. 2o O imóvel que se refere o rt. 1º destin-se o funcionmento do Centro Municipl de Educção Infntil Espernç - Creche, do Município de Anápolis/GO. Art. 3o O przo d cessão será de cinco nos, contdo d dt d ssintur do respectivo contrto, prorrogável por iguis e sucessivos períodos. Art. 4o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO BERNARDO SILVA 163, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, OR- ÇAMENTO E GESTÃO, no uso d competênci que lhe foi delegd pelo rt. 1º, inciso I, do Decreto nº 3.125, de 29 de julho de 1999, observd Resolução nº 19, de 28 de junho de 2002, do Conselho Ncionl de Desesttizção - CND, tendo em vist o disposto no rt. 18, inciso I, d Lei nº 9.636, de 15 de mio de 1998, e os elementos que integrm o Processo nº / , resolve: Art. 1 o Autorizr cessão de uso grtuito o Município de Cidde Gúch, Estdo do Prná, de dois imóveis urbnos, constituídos por terrenos com áre de 600,00m² cd um, totlizndo 1.200,00m², loclizdos n Avenid Seivl s/nº, Lotes 14 e 15, Qudr 72, Cidde Gúch, Estdo do Prná, objeto ds Mtrículs n os e 8.724, do Crtório de Registro de Imóveis d Comrc dquele Município. Art. 2 o A cessão que se refere o rt. 1º destin-se o funcionmento do Centro de Convivênci de Idosos, d Prefeitur Municipl de Cidde Gúch/PR. Art. 3 o O przo d cessão será de cinco nos, contdo d dt d ssintur do respectivo contrto, prorrogável por iguis e sucessivos períodos. Art. 4 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO BERNARDO SILVA 164, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, OR- ÇAMENTO E GESTÃO, no uso ds tribuições e d competênci que lhe foi delegd no rt. 1º, inciso I, do Decreto n o 3.125, de 29 de julho de 1999, observd Resolução n o 19, de 28 de junho de 2002, do Conselho Ncionl de Desesttizção - CND, tendo em vist o disposto no rt. 18, inciso I, d Lei n o 9.636, de 15 de mio de 1998, e os elementos que integrm o Processo n o / , resolve: Art. 1 o Autorizr cessão de uso grtuito o Estdo d Príb do imóvel situdo n Avenid Prná, nº 184, Birro dos Estdos, n cidde de João Pesso, constituído por terreno com áre de 594,00m² e benfeitoris com áre de 280,43m², objeto do Número de Ordem R-2-32, do 2 o Ofício do Registro de Imóveis d Comrc dquel cidde. Art. 2 o A cessão que se refere o rt. 1 o destin-se à instlção d SECTMA - Secretri de Estdo d Ciênci e Tecnologi do Meio Ambiente. Art. 3 o O przo d cessão será de cinco nos, contdo d dt d ssintur do respectivo contrto, prorrogável por iguis e sucessivos períodos. Art. 4 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO BERNARDO SILVA 165, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, OR- ÇAMENTO E GESTÃO, no uso d competênci que lhe foi delegd no rt. 1º, inciso I, do Decreto nº 3.125, de 29 de julho de 1999, observd Resolução nº 19, de 28 de junho de 2002, do Conselho Ncionl de Desesttizção - CND, tendo em vist o disposto no 3º do rt. 79 do Decreto-lei nº 9.760, de 5 de setembro de 1946, c/c o rt. 18, inciso II, d Lei nº 9.636, de 15 de mio de 1998, e os elementos que integrm o Processo nº / , resolve: Art. 1º Autorizr cessão de uso grtuito o Deprtmento Ncionl de Infr-Estrutur de Trnsportes - DNIT, do imóvel com áre de 3.035,37m² e benfeitoris nele existentes, prte de áre mior com 3.192,10m², situdo n Prç Eyer Nogueir, nº 04, Birro ds Grçs, Município de Rio Csc, Estdo de Mins Geris, com s crcterístics e confrontções constntes d Mtrícul n o do Crtório de Registro de Imóveis d Comrc de Rio Csc/MG. Art. 2º A cessão que se refere o rt. 1º destin-se à instlção d Unidde Locl 06/7 d 6ª Unidde de Infr-Estrutur Terrestre - UNIT/MG nquele Município. Art. 3º O przo d cessão será de dez nos, contdo d ssintur do respectivo contrto, prorrogável por iguis e sucessivos períodos. Art. 4º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO BERNARDO SILVA 166, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇA- MENTO E GESTÃO, no uso d competênci que lhe foi delegd no rt. 1º, inciso I, do Decreto nº 3.125, de 29 de julho de 1999, observd Resolução nº 19, de 28 de junho de 2002, do Conselho Ncionl de Desesttizção - CND, tendo em vist o disposto no rt. 79, 3º, do Decreto-lei nº 9.760, de 05 de setembro de 1946, c/c o rt. 18, inciso II, d Lei nº 9.636, de 15 de mio de 1998, e considerndo os elementos que integrm o Processo nº / , resolve: Art. 1º Autorizr cessão de uso grtuito o Deprtmento Ncionl de Infr-Estrutur de Trnsportes - DNIT, do imóvel com áre de 3.180,489m² e benfeitoris com 1.565,747m², prte do imóvel com áre de 4.827,10m², situdo n Ru Felipe Neves, Subdistrito do Estreito, Município de Florinópolis, Estdo de Snt Ctrin, com s crcterístics e confrontções constntes d Mtrícul nº do Crtório do 3º Oficio de Registro de Imóveis d Comrc de Florinópolis/SC. Art. 2º A cessão que se refere o rt. 1º destin-se à instlção d 16ª Unidde de Infr-Estrutur Terrestre/SC. Art. 3º O przo d cessão será de cinco nos, contdo d ssintur do respectivo contrto, prorrogável por iguis e sucessivos períodos. Art. 4º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO BERNARDO SILVA 167, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, OR- ÇAMENTO E GESTÃO, no uso d competênci que lhe foi delegd no rt. 1º, inciso I, do Decreto nº 3.125, de 29 de julho de 1999, observd Resolução nº 19, de 28 de junho de 2002, do Conselho Ncionl de Desesttizção - CND, tendo em vist o disposto no rt. 79, 3º, do Decreto-lei nº 9.760, de 5 de setembro de 1946, c/c o rt. 18, inciso II, d Lei nº 9.636, de 15 de mio de 1998, e os elementos que integrm o Processo nº / , resolve: Art. 1º Autorizr cessão de uso grtuito o Deprtmento Ncionl de Infr-Estrutur de Trnsportes - DNIT, de imóvel medindo ,00m², constituído de dus áres, um com ,00m² e outr com ,00m², e benfeitoris, situdo n BR 381, Km 666, Birro Vil Nov, no Município de Perdões, Estdo de Mins Geris, com s crcterístics e confrontções constntes d Mtrícul nº 6.868, do Crtório de Registro de Imóveis d Comrc de Perdões/MG. Art. 2º A cessão que se refere o rt. 1º destin-se o funcionmento d 6ª Unidde de Infr-Estrutur Terrestre do Deprtmento Ncionl de Infr-Estrutur de Trnsportes, no Município de Perdões, Estdo de Mins Geris. Art. 3º O przo d cessão será de cinco nos, contdo d ssintur do respectivo contrto, prorrogável por iguis e sucessivos períodos. Art. 4º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO BERNARDO SILVA 168, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, OR- ÇAMENTO E GESTÃO, no uso d competênci que lhe foi delegd pelo rt. 1º, inciso I, do Decreto nº 3.125, de 29 de julho de 1999, observd Resolução nº 19, de 28 de junho de 2002, do Conselho Ncionl de Desesttizção - CND, tendo em vist o disposto no rt. 79, 3º, do Decreto-lei n o 9.760, de 5 de setembro de 1946, c/c o rt. 18, inciso II, d Lei nº 9.636, de 15 de mio de 1998, e os elementos que integrm o Processo nº / , resolve: Art. 1º Autorizr cessão de uso grtuito o Deprtmento Ncionl de Infr-Estrutur de Trnsportes - DNIT, do imóvel situdo n Ru Tenente Reis nº 50, Birro de Vil Edn, Município de Prt, Estdo de Mins Geris, constituído de terreno com áre de ,33m² e áre construíd de 1.907,28m², encrvdo em prte de dois terrenos contíguos, um com áre de ,12m² e outro com áre de 5.826,61m², com s crcterístics e confrontções constntes ds Mtrículs nºs e 9.922, respectivmente, do Crtório de Registro de Imóveis d Comrc de Prt/MG. Art. 2º A cessão que se refere o rt. 1º destin-se o funcionmento d 14 Unidde Locl d 6 Unidde de Infr-Estrutur Terrestre - UNIT/MG. Art. 3º O przo d cessão será de cinco nos, contdo d ssintur do respectivo contrto, prorrogável por iguis e sucessivos períodos. Art. 4º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO BERNARDO SILVA SECRETARIA EXECUTIVA DEPARTAMENTO DE COORDENAÇÃO E CONTROLE DAS EMPRESAS ESTATAIS 11, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE COORDENAÇÃO E CONTROLE DAS EMPRESAS ESTATAIS - DEST, considerndo o disposto no rt. 1, inciso I, e 4º, do Decreto n 3.735, de 24 de jneiro de 2001, e no uso d competênci que lhe foi delegd pel Portri nº 250, de 23 de gosto de 2005, resolve: Art. 1º Alterr o limite máximo pr o qudro de pessol próprio d BBTUR - Vigens e Turismo Ltd., fixdo pel Portri nº 1.139/MP, de 30 de outubro de 2001, pr (hum mil) empregdos em Art 2º Fic BBTUR utorizd gerencir seu qudro de pessol próprio, desde que sej observdo o limite or estbelecido, dotção orçmentári provd pr o exercício e s dotções orçmentáris provds pr cd exercício, bem como s demis norms legis pertinentes. Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. EDUARDO CARNOS SCALETSKY SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL 11, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O SECRETÁRIO DE ORÇAMENTO FEDERAL, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o disposto no rt. 62, inciso III, d Lei n o , de 20 de setembro de 2005, e Considerndo existênci de superávit finnceiro de Juros de Mor d Receit Administrd pel SRF/MF e de Receit de Honorários de Advogdos, purdo no Blnço Ptrimonil do exercício de 2005, e possibilidde de utilizção desses recursos no tendimento de despess d Receit Federl e d Procurdori-Gerl d Fzend Ncionl, respectivmente, com conseqüente liberção de recursos livres do Tesouro Ncionl pr plicção em outrs despess; Considerndo necessidde de reclssificção, qunto à fonte de recursos, d nturez de receit reltiv à prcel do Seguro de Dnos Pessois Cusdos por Veículos Automotores de Vi Terrestre - DPVAT repssd à Superintendênci de Seguros Privdos - SUSEP; e Considerndo existênci de superávit finnceiro de receit própri d Fundção Escol Ncionl de Administrção Públic - ENAP purdo no Blnço Ptrimonil do exercício de 2005, e possibilidde de utilizção desses recursos no tendimento de despess reltivs os serviços prestdos pel Fundção, com conseqüente liberção de recursos livres do Tesouro Ncionl pr plicção em outrs despess, resolve: Art. 1 o Modificr, n form dos Anexos I e II dest Portri, s fontes de recursos constntes d Lei n o , de 16 de mio de 2006, no que concerne o Ministério d Fzend, o Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão e Operções Oficiis de Crédito. Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ARIOSTO ANTUNES CULAU
82 82 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 ANEXO ORGAO : MINISTERIO DA FAZENDA UNIDADE : RECEITA FEDERAL DO BRASIL ANEXO I MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO PROGRAMA DE TRABALHO (ACRESCIMO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E 0770 ADMINISTRACAO TRIBUTARIA E ADUANEIRA OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUNDACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0001 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUNDACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NACIONAL F AT I V I D A D E S AUDITORIA E FISCALIZACAO TRIBUTARIA E ADUANEIRA AUDITORIA E FISCALIZACAO TRIBUTARIA E ADUANEIRA - NACIONAL F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F P R O J E TO S E63 MODERNIZACAO DA ADMINISTRACAO FAZENDARIA E MODERNIZACAO DA ADMINISTRACAO FAZENDARIA - NACIONAL F F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ORGAO : MINISTERIO DA FAZENDA UNIDADE : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL ANEXO I MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO PROGRAMA DE TRABALHO (ACRESCIMO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E 0775 RECUPERACAO DE CREDITOS E DEFESA DA FAZENDA NACIONAL OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUNDACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0001 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUNDACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NACIONAL F AT I V I D A D E S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F
83 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN P R O J E TO S E20 AQUISICAO DE IMOVEL PARA REPRESENTACAO DA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EM SAO PAULO E AQUISICAO DE IMOVEL PARA REPRESENTACAO DA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EM SAO PAULO EM SAO PAULO F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ORGAO : MINISTERIO DA FAZENDA UNIDADE : SUPERINTENDENCIA DE SEGUROS PRIVADOS ANEXO I MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO PROGRAMA DE TRABALHO (ACRESCIMO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E 0681 GESTAO DA PARTICIPACAO EM ORGANISMOS INTERNACIONAIS OPERACOES ESPECIAIS CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO DOS SUPERINTENDENTES DE SEGUROS DA AMERICA LATINA - ASSAL CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO DOS SUPERINTENDENTES DE SEGUROS DA AMERICA LATINA - ASSAL - NACIONAL F CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO DE SUPERVISORES DE SEGUROS LUSOFONOS - ASSEL CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO DE SUPERVISORES DE SEGUROS LUSOFONOS - ASSEL - NACIONAL F CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO INTERNACIONAL DE SUPERVISORES DE SEGUROS - IAIS CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO INTERNACIONAL DE SUPERVISORES DE SEGUROS - IAIS - NACIONAL F DESENVOLVIMENTO DOS MERCADOS DE SEGUROS, PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA E CAPITALIZACAO AT I V I D A D E S FISCALIZACAO DOS MERCADOS DE SEGUROS, CAPITALIZACAO E PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA FISCALIZACAO DOS MERCADOS DE SEGUROS, CAPITALIZACAO E PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA - NACIONAL F REGULAMENTACAO DOS MERCADOS DE SEGUROS, CAPITALIZACAO E PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA REGULAMENTACAO DOS MERCADOS DE SEGUROS, CAPITALIZACAO E PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA - NA CIONAL F F SISTEMA INFORMATIZADO DA SUPERINTENDENCIA DE SEGUROS PRIVADOS SISTEMA INFORMATIZADO DA SUPERINTENDENCIA DE SEGUROS PRIVADOS - NACIONAL F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F F F F F CAPACITACAO DE SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS EM PROCESSO DE QUALIFICACAO E REQUALIFICACAO CAPACITACAO DE SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS EM PROCESSO DE QUALIFICACAO E REQUALIFICACAO - NACIO NAL F F PUBLICIDADE DE UTILIDADE PUBLICA PUBLICIDADE DE UTILIDADE PUBLICA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL
84 <!ID > 84 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 ORGAO : MINISTERIO DO PLANEJAMENTO, ORCAMENTO E GESTAO UNIDADE : FUNDACAO ESCOLA NACIONAL DE ADMINISTRACAO PUBLICA ANEXO I MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO PROGRAMA DE TRABALHO (ACRESCIMO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E 0801 DESENVOLVIMENTO DE COMPETENCIAS EM GESTAO PUBLICA AT I V I D A D E S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F DESENVOLVIMENTO GERENCIAL PARA A ADMINISTRACAO PUBLICA DESENVOLVIMENTO GERENCIAL PARA A ADMINISTRACAO PUBLICA - NACIONAL F FORMACAO INICIAL E APERFEICOAMENTO DE CARREIRAS FORMACAO INICIAL E APERFEICOAMENTO DE CARREIRAS - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ORGAO : OPERACOES OFICIAIS DE CREDITO UNIDADE : RECURSOS SOB SUPERVISAO DA SUPERINTENDENCIA DE SEGUROS PRIVADOS/SUSEP- MINISTERIO DA FAZENDA ANEXO I MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO PROGRAMA DE TRABALHO (ACRESCIMO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E 0779 DESENVOLVIMENTO DOS MERCADOS DE SEGUROS, PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA E CAPITALIZACAO OPERACOES ESPECIAIS CONCESSAO DE EMPRESTIMOS PARA LIQUIDACAO DE SOCIEDADES SEGURADORAS, DE CAPITALIZACAO E ENTIDADES DE PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA (LEI Nº , DE ART. 3) CONCESSAO DE EMPRESTIMOS PARA LIQUIDACAO DE SOCIEDADES SEGURADORAS, DE CAPITALIZACAO E ENTIDADES DE PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA (LEI Nº , DE ART. 3) - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL
85 <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN ORGAO : MINISTERIO DA FAZENDA UNIDADE : RECEITA FEDERAL DO BRASIL ANEXO II MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO PROGRAMA DE TRABALHO (REDUCAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E 0770 ADMINISTRACAO TRIBUTARIA E ADUANEIRA OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUNDACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0001 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUNDACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NACIONAL F AT I V I D A D E S AUDITORIA E FISCALIZACAO TRIBUTARIA E ADUANEIRA AUDITORIA E FISCALIZACAO TRIBUTARIA E ADUANEIRA - NACIONAL F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F P R O J E TO S E63 MODERNIZACAO DA ADMINISTRACAO FAZENDARIA E MODERNIZACAO DA ADMINISTRACAO FAZENDARIA - NACIONAL F F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ORGAO : MINISTERIO DA FAZENDA UNIDADE : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL ANEXO II MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO PROGRAMA DE TRABALHO (REDUCAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E 0775 RECUPERACAO DE CREDITOS E DEFESA DA FAZENDA NACIONAL OPERACOES ESPECIAIS HB CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUNDACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS HB 0001 CONTRIBUICAO DA UNIAO, DE SUAS AUTARQUIAS E FUNDACOES PARA O CUSTEIO DO REGIME DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS - NACIONAL F
86 86 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 AT I V I D A D E S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F P R O J E TO S E20 AQUISICAO DE IMOVEL PARA REPRESENTACAO DA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EM SAO PAULO E AQUISICAO DE IMOVEL PARA REPRESENTACAO DA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EM SAO PAULO - EM SAO PAULO F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ORGAO : MINISTERIO DA FAZENDA UNIDADE : SUPERINTENDENCIA DE SEGUROS PRIVADOS ANEXO II MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO PROGRAMA DE TRABALHO (REDUCAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E 0681 GESTAO DA PARTICIPACAO EM ORGANISMOS INTERNACIONAIS OPERACOES ESPECIAIS CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO DOS SUPERINTENDENTES DE SEGUROS DA AMERICA LATINA - ASSAL CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO DOS SUPERINTENDENTES DE SEGUROS DA AMERICA LATINA - ASSAL - NACIONAL F CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO DE SUPERVISORES DE SEGUROS LUSOFONOS - ASSEL CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO DE SUPERVISORES DE SEGUROS LUSOFONOS - ASSEL - NACIONAL F CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO INTERNACIONAL DE SUPERVISORES DE SEGUROS - IAIS CONTRIBUICAO A ASSOCIACAO INTERNACIONAL DE SUPERVISORES DE SEGUROS - IAIS - NACIONAL F DESENVOLVIMENTO DOS MERCADOS DE SEGUROS, PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA E CAPITALIZACAO AT I V I D A D E S FISCALIZACAO DOS MERCADOS DE SEGUROS, CAPITALIZACAO E PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA FISCALIZACAO DOS MERCADOS DE SEGUROS, CAPITALIZACAO E PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA - NACIONAL F REGULAMENTACAO DOS MERCADOS DE SEGUROS, CAPITALIZACAO E PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA REGULAMENTACAO DOS MERCADOS DE SEGUROS, CAPITALIZACAO E PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA - NA- CIONAL F F SISTEMA INFORMATIZADO DA SUPERINTENDENCIA DE SEGUROS PRIVADOS SISTEMA INFORMATIZADO DA SUPERINTENDENCIA DE SEGUROS PRIVADOS - NACIONAL F GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F F F F F
87 Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN CAPACITACAO DE SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS EM PROCESSO DE QUALIFICACAO E REQUALIFICACAO CAPACITACAO DE SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS EM PROCESSO DE QUALIFICACAO E REQUALIFICACAO - NACIONAL F F PUBLICIDADE DE UTILIDADE PUBLICA PUBLICIDADE DE UTILIDADE PUBLICA - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ORGAO : MINISTERIO DO PLANEJAMENTO, ORCAMENTO E GESTAO UNIDADE : FUNDACAO ESCOLA NACIONAL DE ADMINISTRACAO PUBLICA ANEXO II MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO PROGRAMA DE TRABALHO (REDUCAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E 0801 DESENVOLVIMENTO DE COMPETENCIAS EM GESTAO PUBLICA AT I V I D A D E S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL F DESENVOLVIMENTO GERENCIAL PARA A ADMINISTRACAO PUBLICA DESENVOLVIMENTO GERENCIAL PARA A ADMINISTRACAO PUBLICA - NACIONAL F FORMACAO INICIAL E APERFEICOAMENTO DE CARREIRAS FORMACAO INICIAL E APERFEICOAMENTO DE CARREIRAS - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ORGAO : OPERACOES OFICIAIS DE CREDITO UNIDADE : RECURSOS SOB SUPERVISAO DA SUPERINTENDENCIA DE SEGUROS PRIVADOS/SUSEP- MINISTERIO DA FAZENDA ANEXO II MODIFICACAO FONTES RECURSOS / IDENT. USO PROGRAMA DE TRABALHO (REDUCAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E 0779 DESENVOLVIMENTO DOS MERCADOS DE SEGUROS, PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA E CAPITALIZACAO OPERACOES ESPECIAIS CONCESSAO DE EMPRESTIMOS PARA LIQUIDACAO DE SOCIEDADES SEGURADORAS, DE CAPITALIZACAO E ENTIDADES DE PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA (LEI Nº , DE ART. 3) CONCESSAO DE EMPRESTIMOS PARA LIQUIDACAO DE SOCIEDADES SEGURADORAS, DE CAPITALIZACAO E ENTIDADES DE PREVIDENCIA COMPLEMENTAR ABERTA (LEI Nº , DE ART. 3) - NACIONAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL
88 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > 88 ISSN Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO GERÊNCIA REGIONAL NO RIO DE JANEIRO 62, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O GERENTE REGIONAL DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso d competênci que lhe foi tribuíd pel Portri n 06, de 31 de jneiro de 2001, d Secretri do Ptrimônio d União, do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão, e, de cordo com o rtigo 22, d Lei n.º 9.636, de 15 de mio de 1998, e rtigo 14 e seus prágrfos, do Decreto n.º 3.725, de 10 de jneiro de 2001, resolve: Art. 1 Permitir o uso, título oneroso e precário, à empres SPIRIDON PROMOÇÕES E EVENTOS LTDA. ME., inscrit no CNPJ sob o n / , dos terrenos crescidos de mrinh com áre totl de 4.557,00m², todos situdos às mrgens d Avenid Infnte Dom Henrique, no trecho compreendido à ltur ds Rus Tucumã e Cruz Lim, no Aterro do Flmengo, Município do Rio de Jneiro/RJ, sendo 1.518,00m² no período de de junho de 2006, e, 3.039,00m² no di 25 de junho de 2006, destindos à relizção do evento esportivo Mrton d Cidde do Rio de Jneiro , de cordo com os elementos constntes do Processo n / Art. 2 O vlor totl devido à União, em decorrênci d presente permissão de uso é de R$ 1.197,09 (um mil, cento e novent e sete reis e nove centvos). Art. 3 Serão cobrdos d Permissionári, título de ressrcimento, os custos dministrtivos d União, relciondos diret ou indiretmente com o evento, nos termos do disposto no prágrfo 6º, do rtigo 14, do Decreto n.º 3.725, de 10/01/2001. Art. 4º Durnte o período que se refere presente permissão de uso, fic Permissionári obrigd fixr n áre em que se relizrá o evento e em locl visível o público, um (01) bnner, confecciondo segundo o Mnul de Plcs d SPU, com os seguintes dizeres: ÁREA DE DOMÍNIO DA UNIÃO, COM PERMISSÃO DE USO AUTORIZADA PELA SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO - SPU indicndo o finl: RIO DE JANEIRO/RJ. Art. 5 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção.. PAULO CESAR RODRIGUES SIMÕES Ministério do Trblho e Emprego DELEGACIA REGIONAL DO TRABALHO EM SÃO PAULO 129, DE 21 DE JUNHO DE 2006 O DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO NO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso de sus tribuições legis e tendo em cont o que const no rtigo 4º, prágrfo único, d Portri Ministeril 3116, de 03/04/89, publicd no D.O.U. de 05/04/89, e considerndo o que const dos utos do Processo N / , resolve: Conceder utorizção à empres LEGAS METAL INDÚS- TRIA E COMÉRCIO LTDA pr reduzir o intervlo destindo repouso e à limentção pr té 30 (trint) minutos, em seu estbelecimento situdo à Avenid José Bonifácio, nº.1.161, Birro: Serrri, Cidde: Didem, Estdo: São Pulo, nos termos do que prescreve o prágrfo 3º, do rtigo 71, d Consolidção ds Leis do Trblho, pelo przo de 02 (dois) nos contr d publicção dest, renovável por igul período, devendo o respectivo pedido de renovção ser formuldo 03 (três) meses ntes do término dest utorizção, observdos os requisitos ds línes do rtigo 2º, d referid Portri Ministeril 3116/89 com juntd de reltório médico resultnte do progrm de compnhmento de súde dos trblhdores submetidos à redução do intervlo destindo o repouso e à limentção. O horário ser observdo é o que const d fl. 98 do referido processo. Outrossim, observ-se que presente utorizção é pr os setores de Pintur e Montgem, e estrá sujeit cncelmento em cso de descumprimento ds exigêncis constntes d menciond Portri Ministeril, consttd hipótese por regulr inspeção do Trblho. MÁRCIO CHAVES PIRES PORTARIA 130, DE 21 DE JUNHO DE 2006 O DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO NO ESTA- DO DE SÃO PAULO, no uso de sus tribuições legis e tendo em cont o que const no rtigo 4º, prágrfo único, d Portri Ministeril 3116, de 03/04/89, publicd no D.O.U. de 05/04/89, e considerndo o que const dos utos do Processo N / , resolve: Conceder utorizção à empres R. CASTRO E CIA LTDA pr reduzir o intervlo destindo repouso e à limentção pr té 30 (trint) minutos, em seu estbelecimento situdo à Avenid Ferrz Alvim, nº. 622, Birro: Jrdim Ruyce, Cidde: Didem, Estdo: São Pulo, nos termos do que prescreve o prágrfo 3º, do rtigo 71, d Consolidção ds Leis do Trblho, pelo przo de 02 (dois) nos contr d publicção dest, renovável por igul período, devendo o respectivo pedido de renovção ser formuldo 03 (três) meses ntes do término dest utorizção, observdos os requisitos ds línes do rtigo 2º, d referid Portri Ministeril 3116/89 com juntd de reltório médico resultnte do progrm de compnhmento de súde dos trblhdores submetidos à redução do intervlo destindo o repouso e à limentção. O horário ser observdo é o que const d fl. 90 do referido processo. Outrossim, observ-se que presente utorizção é pr o setor de Produção, e estrá sujeit cncelmento em cso de descumprimento ds exigêncis constntes d menciond Portri Ministeril, consttd hipótese por regulr inspeção do Trblho. MÁRCIO CHAVES PIRES PORTARIA 131, DE 21 DE JUNHO DE 2006 O DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO NO ESTA- DO DE SÃO PAULO, no uso de sus tribuições legis e tendo em cont o que const no rtigo 4º, prágrfo único, d Portri Ministeril 3116, de 03/04/89, publicd no D.O.U. de 05/04/89, e considerndo o que const dos utos do Processo N / , resolve: Conceder utorizção à empres LORENZETTI S/A IN- DÚSTRIAS BRASILEIRAS ELETROMETALÚRGICAS pr reduzir o intervlo destindo repouso e à limentção pr té 30 (trint) minutos, em seu estbelecimento situdo à Avenid Presidente Wilson, nº , Birro: Moóc, Cidde: São Pulo, Estdo: São Pulo, nos termos do que prescreve o prágrfo 3º, do rtigo 71, d Consolidção ds Leis do Trblho, pelo przo de 02 (dois) nos contr d publicção dest, renovável por igul período, devendo o respectivo pedido de renovção ser formuldo 03 (três) meses ntes do término dest utorizção, observdos os requisitos ds línes do rtigo 2º, d referid Portri Ministeril N.º 3116/89 com juntd de reltório médico resultnte do progrm de compnhmento de súde dos trblhdores submetidos à redução do intervlo destindo o repouso e à limentção. O horário ser observdo é o que const d fl. 218 do referido processo. Outrossim, observ-se que presente utorizção é pr os setores de Injetors, Pré-Linh, Extrusors, Plcs e Fios, Estmpri, Peçs de Reposição, Resistêncis e Mols, Montgem, Controle de Qulidde, Fundição, Mchri, Usingem, Sold, Mnutenção Industril, Ferrmentri e Segurnç Ptrimonil, e estrá sujeit cncelmento em cso de descumprimento ds exigêncis constntes d menciond Portri Ministeril, consttd hipótese por regulr inspeção do Trblho. MÁRCIO CHAVES PIRES PORTARIA 132, DE 21 DE JUNHO DE 2006 O DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO NO ESTA- DO DE SÃO PAULO, no uso de sus tribuições legis e tendo em cont o que const no rtigo 4º, prágrfo único, d Portri Ministeril 3116, de 03/04/89, publicd no D.O.U. de 05/04/89, e considerndo o que const dos utos do Processo N / , resolve: Conceder utorizção à empres METAGAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA pr reduzir o intervlo destindo repouso e à limentção pr té 30 (trint) minutos, em seu estbelecimento situdo à Avenid Roberto Gordon, nº222, Birro: Vil Mry, Cidde: Didem, Estdo: São Pulo, nos termos do que prescreve o prágrfo 3º, do rtigo 71, d Consolidção ds Leis do Trblho, pelo przo de 02 (dois) nos contr d publicção dest, renovável por igul período, devendo o respectivo pedido de renovção ser formuldo 03 (três) meses ntes do término dest utorizção, observdos os requisitos ds línes do rtigo 2º, d referid Portri Ministeril 3116/89 com juntd de reltório médico resultnte do progrm de compnhmento de súde dos trblhdores submetidos à redução do intervlo destindo o repouso e à limentção. O horário ser observdo é o que const d fl. 114 do referido processo. Outrossim, observ-se que presente utorizção é pr os setores de Sec. Convexo, Sec. Forno, Sec. Metlizção e Sec. Mnutenção, e estrá sujeit cncelmento em cso de descumprimento ds exigêncis constntes d menciond Portri Ministeril, consttd hipótese por regulr inspeção do Trblho. MÁRCIO CHAVES PIRES PORTARIA 133, DE 21 DE JUNHO DE 2006 O DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO NO ESTA- DO DE SÃO PAULO, no uso de sus tribuições legis e tendo em cont o que const no rtigo 4º, prágrfo único, d Portri Ministeril 3116, de 03/04/89, publicd no D.O.U. de 05/04/89, e considerndo o que const dos utos do Processo N / , resolve: Conceder utorizção à empres LINHASITA INDÚSTRIA DE LINHAS PARA COSER LTDA pr reduzir o intervlo destindo repouso e à limentção pr té 30 (trint) minutos, em seu estbelecimento situdo à Rodovi do Contorno de Ittib, Km 19, Birro: Do Engenho, Cidde: Ittib, Estdo: São Pulo, nos termos do que prescreve o prágrfo 3º, do rtigo 71, d Consolidção ds Leis do Trblho, pelo przo de 02 (dois) nos contr d publicção dest, renovável por igul período, devendo o respectivo pedido de renovção ser formuldo 03 (três) meses ntes do término dest utorizção, observdos os requisitos ds línes do rtigo 2º, d referid Portri Ministeril N.º 3116/89 com juntd de reltório médico resultnte do progrm de compnhmento de súde dos trblhdores submetidos à redução do intervlo destindo o repouso e à limentção. O horário ser observdo é o que const d fl. 272 do referido processo. Outrossim, observ-se que presente utorizção é pr os setores de Torção, Acbmento e Mnutenção, e estrá sujeit cncelmento em cso de descumprimento ds exigêncis constntes d menciond Portri Ministeril, consttd hipótese por regulr inspeção do Trblho. MÁRCIO CHAVES PIRES. Ministério dos Trnsportes GABINETE DO MINISTRO 137, DE 26 DE JUNHO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DOS TRANSPORTES, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o disposto no rtigo 87, prágrfo único, incisos I e II, d Constituição Federl: CONSIDERANDO que compete o Ministério dos Trnsportes o controle do processo de liquidção d Rede Ferroviári Federl S/A, nos termos do Decreto n.º 5.476, de 23 de junho de 2005, CONSIDERANDO o disposto n Not Técnic nº 004/DE- RIN/SPNT/MT de 19/6/2006; CONSIDERANDO o interesse d Rede Ferroviári Federl SA. - RFFSA, d Prefeitur Municipl de Curitib - PR e d ferrovi; CONSIDERANDO o Progrm Ncionl de Apoio à Regulrizção Fundiári Sustentável, e os progrms de provisão hbitcionl, em benefício dos segmentos populcionis com rend fmilir mensl de té cinco slários mínimos; CONSIDERANDO o objeto do Convênio s/nº de , celebrdo entre o Ministério dos Trnsportes, Ministério ds Ciddes, Cix Econômic Federl - CEF, e Rede Ferroviári Federl S.A. - RFFSA; resolve: Art. 1º. Autorizr à Rede Ferroviári Federl SA. - RFFSA trnscionr terreno de su propriedde, em fix de domínio, com cerc 900 metros de comprimento, n região conhecid como Bolsão Audi-União, no Município de Curitib, Estdo do Prná, pr fins de implntção de projetos de urbnizção, regulrizção fundiári e hbitcionl pr fmílis de bix rend, com Prefeitur Municipl de Curitib. Art. 2º. A utorizção previst no rtigo nterior fic condiciond à doção de providêncis, pel Rede Ferroviári Federl SA. - RFFSA, destinds grntir cessão futur de fix de domínio equivlente, por prte d Prefeitur Municipl de Curitib, que possibilite construção de nov ligção ferroviári entre Curitib e Prnguá. Art. 3º. Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO SÉRGIO PASSOS AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES RETIFICAÇÃO No nexo à Resolução nº 1485, de 7 de junho de 2006, publicd no DOU nº 110, de 9 de junho de 2006, Seção 1, pág. 101, onde se lê:... VIGÊNCIA: , lei-se:...vigência: COMPANHIA DOCAS DO CEARÁ C.N.P.J / <!ID > BALANÇO PATRIMONIAL Mio de 2006 AT I V O Circulnte ,46 Relizável Longo Przo ,49 Permnente ,38 Investimentos ,41 Imobilizdo ,81 Diferido ,16 Totl do Ativo ,33 PA S S I V O Circulnte ,31 Exigível Longo Przo ,76 Ptrimônio Líquido ,26 Cpitl Créditos P/ Aumento de Cpitl , ,58 Reservs de Lucros , 72 Lucros/Prej.Acumuldos ( ,66) Totl do Pssivo ,33 JOSÉ LUIZ F.SANTOS Tec. Cont. CRC-CE DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES 765, DE 23 DE JUNHO DE 2006 O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES, no uso ds tribuições que lhe conferem, o rtigo 21, inciso III d Estrutur Re-
89 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PROVIMENTO Nº 121, terç-feir, 27 de junho de ISSN gimentl d Autrqui, provd pelo Decreto nº 5.765, de 27/04/2006, publicd no D.O.U. de 28/04/2006, com mpro n IN/STN nº 01, de 15/01/1997, no que couber, n Mensgem nº 2004/ d Coordenção-Gerl de Contbilidde d STN, n Súmul nº 04/2004 d Coordenção-Gerl de Norms e Avlição de Execução d Despes d STN, e tendo em vist Portri Normtiv Interministeril nº 230/MD/MT, de 26/03/2003, e o constnte no processo nº / , resolve: Art. 1º Autorizr o Deprtmento de Engenhri e Construção/Exército Brsileiro, executr os serviços referentes à elborção de projeto executivo de engenhri pr implntção de 4 (qutro) Cis Fluviis no Estdo d Bhi, constituído de dois Cis no Rio Preto, um no município de Snt Rit de Cássi e outro no Município de Formos do Rio Preto e dois Cis no Rio Grnde, sendo um no distrito de São José do Rio Grnde, Município de Richão ds Neves e outro no Distrito de Jupguá, Município de Cotegipe; Art. 2º A execução dos services deverá seguir fielmente o Plno de Trblho nº , presentdo pelo Deprtmento de Engenhri e Construção, por meio de su Diretori de Obrs de Cooperção e provdo pels prtes, que pss fzer prte integrnte d presente portri; Art. 3º Autorizr que sejm repssdos recursos do OGU/DNIT-2006 pr o Deprtmento de Engenhri e Construção, visndo cobertur ds despess de execução dos serviços, importânci de R$ ,00 (Cento e sessent mil e trezentos e vinte reis); Art. 4º Os recursos finnceiros que se refere o item nterior são originários ds dotções orçmentáris consignds no Orçmento Gerl d União/DNIT, pr 2006, Código Orçmentário C Estudos de Vibilidde e Projetos de Infr-Estrutur de Trnsportes/Ncionl, Fonte: 0111, Nturez de Despes: , Not de Empenho 2006NC000646, de 18 de bril de 2006, no vlor de R$ ,00 (Cento e sessent mil e trezentos e vinte reis). Art. 5º O período de execução do objeto observrá o przo estbelecido no respectivo Plno de Trblho; Art. 6º A execução dos serviços será fisclizd pel Diretori de Plnejmento e Pesquis, por meio d Coordenção-Gerl de Desenvolvimento e Projetos, conforme Relto nº 61/2006-DPP, provdo n Reunião d Diretori Colegid de 13/06/2006, constnte d At nº 37/2006; Art. 7º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MAURO BARBOSA DA SILVA. Ministério Público d União MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIAS REGIONAIS 20ª REGIÃO 53, DE 19 DE JUNHO DE 2006 O Procurdor do Trblho subscrito, no uso ds tribuições institucionis, considerndo s tribuições constitucionis e infrconstitu - cionis do Ministério Público do Trblho n defes d ordem jurídic e dos interesses difusos e coletivos decorrentes ds relções de trblho (rt. 127 d Constituição d Repúblic Federtiv do Brsil e Lei Complementr 75/93) e considerndo novos elementos obtidos no decorrer d instrução do Inquérito Civil 35/2006, resolve incluir no rol dos inquiridos de tl procedimento o BB Bnco Populr do Brsil S.A., com fulcro nos rts. 129, incisos II e III, d Constituição Federl, 6º, VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75, de , rt. 8º, 1º, d Lei 7.347, de , designndo o servidor Silvio Roberto Silveir Assunção, nlist processul, pr secretrir os trblhos deste Inquérito. MÁRIO LUIZ VIEIRA CRUZ 55, DE 22 DE JUNHO DE 2006 O Procurdor do Trblho subscrito, no uso ds tribuições institucionis, considerndo s tribuições constitucionis e infrconstitu - cionis do Ministério Público do Trblho n defes d ordem jurídic e dos interesses difusos e coletivos decorrentes ds relções de trblho (rt. 127 d Constituição d Repúblic Federtiv do Brsil e Lei Complementr nº 75/93); considerndo grvidde dos ftos denuncidos nos utos do Procedimento de Medição nº / 2006 resolve convolr o presente procedimento em Inquérito Civil Público, tendo como prte inquirid Kromnn, com fulcro nos Artigos 129, incisos II e III, d Constituição Federl, 6º, VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr nº 75, de , rt. 8º, 1º, d Lei nº 7.347, de , designndo o servidor Henrique Britto de Crvlho, nlist processul do Ministério Público do Trblho, pr secretrir os trblhos deste Inquérito. MAURÍCIO COENTRO PAIS DE MELO MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS CONSELHO SUPERIOR 18, DE 9 DE JUNHO DE 2006 Alter redção do rtigo 1º do Provimento nº 16, de 10/JUN/05, publicdo no DOU nº 116, Seção 1, pág. 108, de 20/JUN/05, o qul dispõe sobre critérios básicos pr utilizção d rede de informátic do Ministério Público do Distrito Federl e Territórios. O CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo inciso I do rtigo 166 d Lei Complementr nº 75, de 20 de mio de 1993, tendo em vist o que const no processo nº /06-81 (pensos os processos nº /05-80, nº /02-76 e nº /01-55) e de cordo com deliberção n 127ª Sessão Ordinári, relizd no di 09 de junho de 2006; resolve: Art. 1º. O rtigo 1º do Provimento nº 16, de 10 de junho de 2005, publicdo no DOU nº 116, Seção 1, pág. 108, de 20/JUN/05, pss ter seguinte redção: Art. 1º. A utilizção dos equipmentos de informátic, sistems d Intrnet, Internet e Correio Eletrônico se destin uxilir os membros e servidores do Ministério Público n relizção de tividdes relcionds estritmente com o serviço e n discussão de tems jurídicos, institucionis, de repercussão regionl, ncionl, interncionl e de interesse comum, observds s disposições deste Provimento. Prágrfo único. Hvendo interesse em que su mensgem lcnce tmbém os intivos, o remetente deverá inserir, no cmpo próprio, o endereço [email protected] ou [email protected], conforme se trte de membro ou servidor do Ministério Público, respectivmente.(nr) Art. 2º. Este Provimento entrrá em vigor n dt de su publicção. ROGERIO SCHIETTI Procurdor-Gerl de Justiç Presidente do Conselho JOSÉ FIRMO REIS SOUB Vice-Procurdor-Gerl de Justiç Conselheiro-Reltor MARIA DE LOURDES ABREU Procurdor de Justiç Conselheir-Secretári. CÂMARA DOS DEPUTADOS FUNDO ROTATIVO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS CGC / <!ID >BALANÇO FINANCEIRO RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO: Cumprindo o disposto n Resolução n.º 60, de 1994, presentmos Prestção de Conts Anlític do Fundo Rottivo d Câmr dos Deputdos reltiv o mês de mio de A Administrção do Fundo prestrá os esclrecimentos que se fizerem necessários à perfeit compreensão ds demonstrções. RECEITAS CORRENTES ,15 DESPESAS CORRENTES ,64 Receit Ptrimonil ,64 Outrs Despess Correntes ,64 Receit de Serviços 8.645,50 Outrs Despess ,64 Outrs Receits Correntes ,01 Despes entre Órgãos do Orçmento ,00 RECEITAS DE CAPITAL ,63 Outrs Despess Correntes ,00 Alienção de Bens ,90 DISPÊNDIOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS ,60 Amortizções de Empréstimo/Finncimento , 73 Vlores em Circulção ,22 INGRESSOS EXTRA ,46 Recursos Especiis Receber ,21 ORÇAMENTÁRIOS Vlores em Circulção ,82 Outros Vlores em Circulção 0,01 Recursos Especiis Receber ,81 Obrigções em Circulção ,38 Outros Vlores em Circulção 0,01 RP's Não Processdos - Inscrição ,38 Depósitos 150,00 Depósitos de Diverss Origens 150,00 Obrigções em Circulção ,64 Restos Pgr ,64 Não Processdos Liquidr ,64 Cnceldo 0,00 TOTAL DE INGRESSOS ,24 TOTAL DE DISPÊNDIOS ,24 BALANÇO PATRIMONIAL Poder Legisltivo ATIVO FINANCEIRO ,22 PASSIVO FINANCEIRO ,64 Créditos em Circulção ,21 Depósitos 150,00 Limite de Sque c/ Vinc. Pgmento ,21 Depósitos de Diverss Origens 150,00 Ativo Finnceiro Longo Przo 0,01 Obrigções em Circulção ,64 Depósitos Longo Przo 0,01 Restos Pgr Não Processdos ,64 ATIVO NÃO FINANCEIRO , 11 A Liquidr ,64 Relizável Curto Przo ,61 PASSIVO REAL ,64 Créditos em Circulção ,61 PATRIMÔNIO LÍQUIDO ,69 Outros Créditos em Circulção ,61 Ptrimônio/Cpitl ,16 Bens e Vlores em Circulção 0,00 Lucros ou Prejuízos Acumuldos ( ,95) Estoques 0,00 Resultdo do Período ,48 Relizável Longo Przo ,50 Situção Ptrimonil Ativ ,33 Créditos Relizáveis Longo Przo ,50 Situção Ptrimonil Pssiv ( ,85) Créditos d União, Estdos e Municípios ,50 PASSIVO COMPENSADO ,39 ATIVO REAL ,33 Compensções Pssivs Diverss ,39 ATIVO COMPENSADO ,39 Compensções Diverss ,39 Compensções Ativs Diverss ,39 Outrs Compensções ,39 TOTAL ATIVO ,72 TOTAL PASSIVO ,72 DEMONSTRAÇÃO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS ORÇAMENTÁRIAS ,78 ORÇAMENTÁRIAS ,64 Receits Correntes ,15 Despess Correntes ,64 Receit Ptrimonil ,64 Outrs Despess Correntes ,64 Receit de Serviços 8.645,50 Despes entre Órgãos do Orçmento ,00 Outrs Receits Correntes ,01 Outrs Despess Correntes ,00 Receits de Cpitl ,63 RESULTADO EXTRA-ORÇAMENTÁRIO ,08 Alienção de Bens ,90 Interferêncis Pssivs ,00 Amortizções de Empréstimo/Finnc , 73 Trnsf. de Bens e Vlores Concedidos ,00 Mutções Ativs 0,00 Decréscimos Ptrimoniis ,08 Incorporções de Ativos 0,00 Desincorporções de Ativos ,08 Aquisições de Bens 0,00 Bix de Bens Móveis 0,00 RESULTADO EXTRA ,42 Bix de Direitos 4.103,08 ORÇAMENTÁRIO Acréscimos Ptrimoniis ,42 Bens/Direitos Incorp. pel Inscr. de RP ,00 Incorporções de Ativos ,00 RESULTADO PATRIMONIAL ,48 Incorporção de Bens Móveis ,00 Superávit ,48 Incorporção de Direitos 217,00 Ajustes de Bens, Vlores e Créditos 400,42 Ajustes de Créditos 400,42 Desincorporção de Pssivos 0,00 VARIAÇÕES ATIVAS ,20 VARIAÇÕES PASSIVAS ,20 NOTAS EXPLICATIVAS NOTA 1- Contexto Opercionl - O objetivo do Fundo Rottivo é prover recursos pr o prelhmento d Cs, solução do problem hbitcionl, progrms de ssistênci socil, melhori ds condições de trblho de deputdos e funcionários e relizções outrs que se fizerem necessáris o integrl cumprimento d função legisltiv. NOTA 2- Elborção ds Demonstrções - As demonstrções contábeis form preprds com bse nos critérios estbelecidos pel Lei n.º 4.320, de 1964, consubstncidos no Plno de Conts d Administrção Públic Federl. NOTA 3- Resumo ds Principis Prátics Contábeis - ) Disponibiliddes - representds, exclusivmente, pelo sldo d cont limite de sque com vinculção de pgmento conforme orientção d Mensgem n.º 2001/ d COFIN/CCONT. b) Receits e Despess - registrds obedecendo o regime contábil misto. NOTA 4- Resultdo Ptrimonil - Apresent no mês de mio de 2006 um superávit de R$ ,48. SÉRGIO SAMPAIO CONTREIRAS DE ALMEIDA Diretor-Gerl EVANDRO LOPES COSTA Diretor do Deprtmento de Finnçs, Orçmento e Contbilidde Contdor - CRC/DF 7504/0-8 ANTÔNIO FRANCISCO AMARAL Diretor d Coordenção de Contbilidde Contdor - CRC/DF 8386 NATHALIE HÉLÈNE BELLO GUÉRIOT Chefe do Serviço de Controle do Fundo Contdor - CRC/DF 9449
90 90 ISSN sentção de justifictivs por prte do Presidente do CRF/MS em fce às irregulriddes consttds. Vistos, Reltdos e Discutidos os presentes utos, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, em CONCEDER PRAZO ATÉ A PRÓXIMA REUNIÃO PLENÁRIA AO PRESIDENTE DO CRF/MS, PARA APRESENTAÇÃO DE DEFESA E JUSTIFICATIVAS EM FACE AO CONSTATADO NO RELATÓRIO DA COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS ESPECIAL DO CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA, nos termos do voto d Reltor e d Decisão do Plenário, que integr At d Sessão, que fz prte integrnte deste julgdo. Poder Judiciário. SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL <!ID > Nº 121, terç-feir, 27 de junho de 2006 PORTARIA CONJUNTA N o- 3, DE 20 DE JUNHO DE 2006 A PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA E O PRESIDENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E DO CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL, no uso de sus tribuições e tendo em vist o disposto no rtigo 9º d Lei Complementr nº 101, de 4 de mio de 2000, e no rtigo 76 d Lei nº , de 20 de setembro de 2005, bem como n Mensgem nº 404, de 23 de mio de 2006, resolvem: Art. 1º Ficm lterdos, no âmbito do Superior Tribunl de Justiç e d Justiç Federl, conforme tbel nex, os vlores indisponíveis pr empenho e movimentção finnceir estbelecidos n Portri Conjunt nº 2, de 26 de mio de Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. Min. ELLEN GRACIE Presidente do Supremo Tribunl Federl e do Conselho Ncionl de Justiç JALDO DE SOUZA SANTOS Presidente do Conselho CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA DA 2ª REGIÃO DELIBERAÇÃO N o- 1, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2005(*) <!ID > Dispõe sobre provção d prestção de conts do exercício de 2005, do Conselho Regionl de Químic - 2ª Região. O CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA DA 2ª REGIÃO - ESTADO DE MINAS GERAIS - CRQ-2, Autrqui Federl crid pel Lei n. o de 18 de junho de 1956, no uso de sus tribuições legis e regimentis e considerndo decisão unânime dotd pelos Senhores Conselheiros presentes n 566ª Sessão Plenári relizd di 13 Fevereiro de 2006; resolve: Art. 1 o- - provr, julgndo pel su regulridde bsolut, prestção de conts do Conselho Regionl de Químic - 2ª Região referente o exercício de 2005 conforme demonstrtivo bixo. Art. 2 o- - Est deliberção entr em vigor, nest dt, revogds s disposições em contrário. Min. RAPHAEL DE BARROS MONTEIRO FILHO Presidente do Superior Tribunl de Justiç e do Conselho d Justiç Federl ANEXO LIMITAÇÃO DE EMPENHO E MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA OUTROS CUSTEIOS E CAPITAL R$ 1,00 Órgão Vlor Superior Tribunl de Justiç Justiç Federl Totl TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS <!ID > DESPACHO DO PRESIDENTE Em 14 de junho de 2006 Nos termos d proposição d Secretri Gerl, rtifico dispens de licitção referente contrtção de empres pr fornecimento de refeições, em cráter emergencil, em fvor d Cozibrás-Cozinh de Brsíli Ltd, conforme rtigo 24, inciso IV, d Lei N /93. Vlor totl: R$ ,00 (PA. N /2006). Des. LÉCIO RESENDE DA SILVA. Entiddes de Fisclizção do Exercício ds Profissões Liberis CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA <!ID > ACÓRDÃO N o , DE 23 DE JUNHO DE 2006 Processo Administrtivo n o /2006 (2 volumes). Requerente: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA - CFF. Requerido: CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - CRF/MS Reltor: Conselheir Federl MARIA DA APARECIDA VIANNA. Ement: Insturção de Tomd de Conts Especil junto o CRF/MS. Aprecição pelo Plenário do Conselho Federl de Frmáci do reltório d Comissão de Tomd de Conts Especil. Decisão no sentido de, em observânci o princípio d mpl defes, conceder przo té próxim reunião plenári pr pre- WAGNER JOSÉ PEDERSOLI Presidente do Conselho HERMETO BARBOZA MACHADO Tesoureiro CRQ GILBERTO GONTIJO DO AMARAL CRC-MG /0-0 (*) N. d COEJO: Republicd por ter sído, no DOU n o- 120, de , Seção 1, pág. 132, com incorreção.
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