Desafios e oportunidades do setor de telecomunicações no Brasil
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- Beatriz Bastos Caminha
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1 Desafios e oportunidades do setor de telecomunicações no Brasil
2 Metodologia de pesquisa Diagnóstico Contexto histórico Transversalidade Panorama brasileiro Marcos legais e regulatórios Gargalos Interfaces das políticas públicas Mecanismos de financiamento Investimentos x = Parcerias entre esferas de governo Formação de preços e tarifas Impactos dos investimentos Perspectivas e cenários Dimensões setoriais Incertezas e cenários Recomendações
3 Agenda Diagnóstico Interfaces das políticas públicas Perspectivas e cenários
4 Agenda Diagnóstico Interfaces das políticas públicas Perspectivas e cenários
5 Contexto histórico Tecnologias Tecnologias de informação e comunicação - TIC Consumo Convergência Telecomunicações Serviço Rede Monopólio natural Digitalização Protocolos IP Livre competição Competição regulada Plataformas, Conteúdos, Aplicações Redes convergentes Instituições Liberalização comercial Elementos em rede Liberalização regulatória Fonte: adaptado de Fransman (2007).
6 Contexto histórico (cont.) Nova atribuição de papéis para os setores público e privado Modernização da infraestrutura Aumento do acesso da população aos serviços de telecomunicações Alta concentração de operadores de redes convergentes Diversificação de serviços dos operadores de redes convergentes Telecom como parte de um setor maior: TICs + conteúdo audiovisual Dupla função da infraestrutura de telecomunicações Telefonia + novos serviços e aplicações Permitir oferta dos provedores de plataformas, conteúdos e informações
7 O caráter transversal das telecomunicações TIC são tecnologias de uso geral Amplo espaço para melhoria e elaboração Aplicação em ampla gama de usos Potencial uso em uma grande variedade de produtos e processos Fortes complementaridades com tecnologias existentes e novas Impactos nas demais infraestruturas Aplicação de novas soluções tecnológicas Infraestrutura Aeroportuário Álcool e biocombu stíveis Elétrico Ferroviário Fontes alternativ as (eólica e solar) Petróleo e gás natural Portuário Rodoviário Aplicações avançadas de serviços de telecomunicações Sistemas de informação integrados a sensores e atuadores remotos para controle de tráfego, logística e segurança. Sistemas de informação integrados a sensores e atuadores remotos nas etapas de manejo da matéria-prima e de produção de combustíveis. Leitura automática remota de medidores. Smart Grid. Sistemas de informação integrados a sensores e atuadores remotos para controle de tráfego. Sistemas de informação integrados a sensores e atuadores remotos de informação meteorológica. Sistemas de informação integrados a sensores e atuadores para prospecção, exploração e distribuição. Sistemas de informação integrados a sensores e atuadores remotos para controle de tráfego, logística e segurança. Sistemas de informação integrados a sensores e atuadores remotos para controle de tráfego, logística e segurança.
8 O caráter transversal das telecomunicações (cont.) Impactos ambientais Recursos e energia consumida em todo seu ciclo de vida TICs: 2-2,5% da emissão de gases de efeito estufa (GEF) Aumentar eficiência do uso da energia, aumentar eficiência da produção e consumo de bens, reduzir produção e consumo de bens e reduzir movimento de bens e pessoas Diminuição do consumo de energia e recursos pelo uso das TICs Medição e monitoramento desses impactos Categoria Consumo de bens e desmaterializ ação Consumo de energia Movimento de pessoas e bens Maior eficiência do espaço de escritório e de armazename nto de bens Maior eficiência do trabalho Lixo Efeitos Ao reduzir o consumo de bens (ex: consumo de papel), pode-se reduzir o consumo de energia relacionado à produção de bens e descarte, bem como geração de lixo. Ao melhorar a eficiência do uso da energia para reduzir o consumo (ex: smartgrid), o consumo de energia relacionado a geração, transmissão e distribuição de energia pode ser reduzido. Ao reduzir o movimento de pessoas (ex: videoconferência e teletrabalho) e bens, o consumo de energia requerido para os meios de transporte pode ser reduzido. Ao utilizar o espaço do escritório de forma eficiente e reduzir o espaço de armazenamento de bens, o consumo de energia para iluminação, condicionamento de ar etc pode ser reduzido, diminuindo assim o consumo de energia. Ao aumentar a eficiência do trabalho, o consumo de recursos e de energia pode ser reduzido. Ao reduzir a produção de lixo, o consumo de energia requerido para a preservação ambiental, bem como para o descarte de lixo etc pode ser reduzido. Fonte: adaptado de ITU (2009a)
9 Panorama brasileiro: Brasil e mundo Posição no ranking Brasil Argentina Chile México Rússia China Índia África do Sul 1 - Linhas telefônicas fixas por 100 habitantes (2007) 2 - Linhas móveis por 100 habitantes (2007) 3 - Assinantes de Internet banda larga por 100 habitantes (2007) 4 - Usuários de Internet por 100 habitantes (2007) 5 - Computadores pessoais por 100 habitantes (2005) 6 - Tráfego de Internet com resto do mundo, por habitantes (2005) Fonte: adaptado de WEF (2009)
10 Panorama brasileiro: regiões do Brasil 100 Proporção de domicílios Total Brasil Norte Nordeste Centro-Oeste Sul Sudeste Acesso à Internet Telefone fixo Telefone celular TV por assinatura Proporção de domicílios Total Brasil Urbana Rural Acesso à Internet Telefone fixo Telefone celular TV por assinatura Fonte: adaptado de CETIC.Br (2009)
11 Marcos legais e regulatórios Telefonia fixa foco da LGT (regime público) Serviço de Telefonia Fixa Comutada STFC Metas de Universalização (PGMU) + reversibilidade dos bens a União + continuidade do serviço garantida pela União Prazo das concessões: 2025 Telefonia móvel (regime privado) Serviço Móvel Pessoal SMP
12 Marcos legais e regulatórios (cont.) Acesso a Internet (serviço de valor adicionado) Requer contratação de outro serviço de telecomunicações que lhe dê suporte Banda larga Fixa: via Serviço de Comunicação Multimídia SCM (regime privado) Móvel: via SMP TV por assinatura (regime privado) Serviço de TV a Cabo (Lei do Cabo 1995) Serviços Especiais (1997) MMDS (microondas), DTH (satélite) e UHF codificado Radiofrequências Bem público Recurso limitado
13 Gargalos Preços de bens e serviços de telecomunicações ainda elevados para renda média da população brasileira, relativamente baixa e má distribuída. Baixos indicadores de escolaridade e proficiência no uso de TICs em boa parte da população brasileira. Ambiente de competição pouco dinâmico e restrições regulatórias. Heterogeneidade regulatória entre os serviços. Problemas ligados ao uso do FUST. Percepção dos usuários de que os serviços são de baixa qualidade. Descompasso entre crescimento das redes de telecomunicações e os recursos do ator responsável pelas atividades de fiscalização da qualidade dos serviços prestados. Pouca articulação entre política setorial e outras ações do Estado p.e. política fiscal.
14 Agenda Diagnóstico Interfaces das políticas públicas Perspectivas e cenários
15 Mecanismos de financiamento Recursos privados: R$ 148 bilhões ( ) Recursos públicos: BNDES: R$ 26 bilhões ( )
16 Investimentos Investimento em infra-estrutura e exploração dos serviços de telecomunicações é primariamente privado Tendência de, no mínimo, manutenção dos níveis de investimento dos últimos anos Previsão de R$ 67 bilhões para (*) Decréscimo da importância da telefonia fixa tradicional (serviço de voz em banda estreita) Crescente papel da comunicação em banda larga e da comunicação móvel (*) GT do Investimento / BNDES
17 Investimentos (cont.) Influência das políticas públicas no investimento Investimento público é complementar Financiamento via BNDES Coordenação da aplicação do FUST Programas públicos Acessos coletivos Redução de desigualdades Foco no acesso a Internet Tendência de crescimento nos últimos anos Contratos com União impõem regras de expansão (STFC e SMP)
18 Parcerias entre esferas de governo Legislação Serviços de telecomunicações são da esfera da União. FUST prevê parcerias entre União e demais esferas, mas sua utilização é praticamente nula Resultado Maior parte das iniciativas de Estados e Municípios não possui articulação declarada com a União Por outro lado... Há programas que prevêem parcerias entre União e prefeituras Ex: GESAC, Banda Larga nas Escolas
19 Formação de preços e tarifas Há diferenças entras as regras para formação dos preços dos serviços STFC é prestado no regime público: plano básico e tarifas ANATEL define a modalidade e os valores máximos das tarifas SMP, TV por assinatura e SCM prestados em regime privado: os preços são livres
20 Formação de preços e tarifas (cont.) Política tributária Impacto em toda a cadeia de suprimento dos serviços de telecomunicações, incluindo os equipamentos necessários ao seu consumo, como computadores e aparelhos celulares Tributação sobre serviços varia entre 42% e 60% do preço e tem crescido Federal: PIS, COFINS, FISTEL, FUST e FUNTTEL Estadual: ICMS Municipal: ISS e outros (ex: permissão de uso de vias públicas)
21 Formação de preços e tarifas (cont.) Interconexão Remuneração é negociada livremente, cabendo a ANATEL arbitrar em casos de conflito Prestador de STFC é remunerado pela TU-RL (~R$ 0,03) Prestador de SMP é remunerado pelo VU-M (~R$ 0,30) Historicamente, VU-M é uma ordem de grandeza maior que TU-RL Atual regulamentação do STFC e do SMP prevê a introdução de metodologia de cálculo dos preços da interconexão por meio de modelos de aferição dos custos da mesma. Entretanto, isso ainda não foi feito pela ANATEL.
22 Impactos dos investimentos Só infra e massificação dos serviços não são suficientes Existência de infraestrutura de TICs Intensidade do uso de TICs pela sociedade Impacto das TICs, por seu uso eficiente e efetivo Políticas públicas influenciam positivamente ou negativamente a capacidade do país auferir os benefícios potenciais para a economia por meio da infraestrutura de telecomunicações Posição do Brasil no NRI (WEF) Uso governamental Uso empresarial Ambiente mercadológico Ambiente político e regulatório Ambiente de infraestrutura Uso individual Aptidão individual Aptidão governamental Aptidão empresarial
23 Impactos dos investimentos (cont.) Por um lado, combate aos gargalos de renda e capacitação da população e de preços dos bens e serviços é lento, há pouca articulação entre políticas e timidez na incorporação de aspectos relacionados ao impacto no meio ambiente no marco legal e regulatório do setor. Por outro lado, há setores que inovaram com o uso de TICs, como o financeiro, e o próprio Estado tem promovido novos serviços por meio de ações de governo eletrônico.
24 Agenda Diagnóstico Interfaces das políticas públicas Perspectivas e cenários
25 Cenário futuro Variável Papel do poder público Usuários, demanda e aplicações Investimentos Competição Massificação Legislação ambiental Comportamento esperado TICs são alvo de políticas públicas articuladas. A participação do Estado na prestação de serviços continua complementar à do setor privado ou o Estado passa a ser um ator relevante na prestação de serviços, por meio de empresa pública. Cesta de serviços convergentes é uma realidade para a maioria da população. Outros setores utilizam amplamente aplicações desenvolvidas sobre serviços de telecomunicações. Capacidade de investimento cresce por meio de maior atuação do setor público, visando reduzir desigualdades regionais e sociais. Mercado nacional explorado por diversos atores em ampla concorrência. O acesso em banda larga é o principal serviço que será aplicado para a comunicação entre indivíduos. Surgimento e aplicação rigorosa de novo arcabouço regulatório para lidar com os impactos ambientais das TICs (positivos e negativos).
26 Recomendações 1. Promover sinergia entre políticas públicas. 2. Definir funções do Estado no novo contexto de convergência. 3. Considerar PPP como alternativa para prestação de serviços de telecomunicações. 4. Intensificar programas de governo eletrônico e de inclusão digital atrelados a metas e avaliações de impacto.
27 Recomendações (cont.) 5. Promover sinergia entre União, Estados e Municípios. 6. Promover massificação do uso e do acesso à infraestrutura de telecomunicações em banda larga. 7. Solucionar obstáculos à utilização do FUST.
28 Recomendações (cont.) 8. Implementar regulação ambiental sobre todo o ciclo de vida dos bens de telecomunicações. 9. Promover debate sobre as diferentes formas de competição no setor. 10.Promover debate para modernizar e simplificar marco regulatório.
29 Implicações para políticas públicas É imprescindível a existência de políticas públicas voltadas ao setor de telecomunicações e à utilização de seus bens e serviços nos demais setores da economia. Sem ações externas dificilmente as telecomunicações, as TICs em geral e os conteúdos de informação audiovisual permitirão que o país como um todo alcance e usufrua todos os benefícios à economia que seu caráter transversal permite em termos potenciais.
30 Implicações para políticas públicas (cont.) As telecomunicações são um setor com variáveis heterogêneas; não pode haver uma solução única para o papel do Estado e suas políticas públicas de massificação dos serviços. Simples tradução de práticas oriundas de outros países não necessariamente trará efeitos similares no Brasil. Utilização de conceitos e fórmulas estrangeiras deve ser cuidadosamente analisada sob a óptica das condições específicas do setor de telecomunicações brasileiro e suas diversas variáveis e dimensões.
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