1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
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- Carlos Cipriano de Almada
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1 PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Agronomia Professores: Sergio Omar de Oliveira Período/ Fase: 4 o Semestre: 2 o Ano: 2011 Disciplina: Uso e Conservação do Solo (UCS) Carga Horária: 60 horas/aula 2. EMENTA Noções básicas de Física do Solo e Hidrologia; Erosão do solo; Conceitos, princípios e aplicações sobre perdas de solo por erosão hídrica; Terraceamento agrícola; Compactação do solo; Práticas conservacionistas do solo; Adubação verde; Consórcio, sucessão e rotação de culturas; Avaliação da capacidade de uso das terras. 3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Ao término da disciplina o acadêmico deverá reconhecer a importância do uso adequado do solo e demonstrar conhecimento sobre as práticas de conservação do solo. 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Identificar as causas e explicar os processos de degradação do solo, com ênfase nos mecanismos de erosão hídrica; Elaborar o planejamento de procedimentos com vistas à conservação e recuperação do potencial produtivo do solo. 5. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Português (POR) interpretação de textos e redação; Metodologia Científica (MCI) o método científico; Filosofia (FIL) o pensamento racional; Física (FIS) mecânica dos fluidos e termologia; Estatítica (EST) medidas de tendência central e de dispersão; Ecologia e Gestão Ambiental (ECG) ciclos biogeoquímicos e meio ambiente; Microbiologia (MCI) microbiota do solo; Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos (GMC) fatores de formação do solo; características morfológicas do solo e classificação dos solos; 1
2 Hidráulica, Irrigação e Drenagem (HID) ciclo hidrológico; Agrometeorologia (AGC) ciclo hidrológico; Sociologia análise social do ambiente; Mecanização Agrícola (MAG) sistemas de preparo do solo; Fertilidade do Solo e Fertilizantes (FSF) o potencial produtivo do solo; Topografia e Geoprocessamento (TOG) as variações da paisagem; Bovinocultura de Leite (BOL) integração lavoura-pecuária; Bovinocultura de Corte (BOC) integração lavoura-pecuária; Controle de Plantas Daninhas (CPD) manejo da cobertura do solo; Pastagens, Plantas forrageiras e Plantas Tóxicas (PPT) manejo da cobertura do solo, integração lavoura-pecuária e avaliação da aptidão de uso das terras; Olericultura I e II (OLE) manejo da cobertura do solo e avaliação da aptidão de uso das terras; Plantas de Lavoura I, II e III (PLU) manejo da cobertura do solo e avaliação da aptidão de uso das terras; Fruticultura I e II (FRU) manejo da cobertura do solo e avaliação da aptidão de uso das terras; Silvicultura (SIL) manejo da cobertura do solo e avaliação da aptidão de uso das terras. 6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO Capacidade de aprender a localizar, analisar e interpretar conhecimentos referentes ao uso e conservação do solo; capacidade de desenvolver raciocínio crítico e analítico para a proposição de alternativas a partir da leitura e interpretação de uma realidade; facilidade de relacionamento interpessoal. 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução 1.1. Fatores que condicionam a produção vegetal 1.2. Formas de avaliação do potencial produtivo do solo 2. Noções básicas de física do solo e hidrologia 2.1. O solo como um sistema multicomponente e suas relações massa-área-volume Massa específica das partículas sólidas Massa específica do solo Umidade com base na massa seca Umidade com base no volume Porosidade total Porosidade de aeração 2.2. Ciclo hidrológico em microbacias hidrográficas Conceitos de hidrologia e (micro)bacia hidrográfica Tipos de análises hidrológicas Descrição dos processos físicos que compõem o ciclo hidrológico 3. Erosão do solo 3.1. Considerações gerais Conceito de erosão 2
3 Tipos de erosão Fontes e formas de energia erosiva Fases da erosão 3.2. Mecanismos da erosão hídrica Agentes erosivos Processo de erosão em sulcos e entressulcos Fatores que afetam a erosão hídrica Identificação e preservação das áreas de risco 4. Conceitos, princípios e aplicações sobre perdas de solo por erosão hídrica 4.1. Solos altamente susceptíveis a erosão 4.2. Limites aceitáveis de perdas de solo 4.3. Fatores que afetam as perdas de solo e a Equação Universal de Perdas de Solos O fator erosividade O fator erodibilidade Os fatores declividade e comprimento de rampa O fator uso e manejo O fator prática conservacionista Utilização prática da USLE 5. Compactação do solo 5.1. Conceitos 5.2. Compactação, umidade e consistência do solo 5.3. Intensidade e profundidade da camada compactada 5.4. Efeitos da compactação no crescimento de plantas e em atributos do solo 5.5. Diagnóstico da camada compactada 5.6. Medidas para evitar a compactação do solo 5.7. Cuidados na descompactação do solo 6. Práticas conservacionistas 6.1. Práticas de caráter edáfico 6.2. Práticas de caráter mecânico 6.3. Práticas de caráter vegetativo 7. Adubação verde 7.1. Introdução 7.2. Conceito, funções e efeitos da adubação verde 7.3. Características desejáveis de um adubo verde 7.4. Modalidades e manejo da adubação verde 7.5. Principais espécies utilizadas 8. Consórcio, sucessão e rotação de culturas 8.1. Objetivos 8.2. Princípios fundamentais e importância 8.3. Plantas companheiras e alelopatia 9. Avaliação da capacidade de uso das terras 9.1. Introdução e critérios básicos 9.2. Representação cartográfica 9.3. Avaliação e caracterização das classes de capacidade de uso das terras Está prevista viagem com visita técnica e aula prática na Epagri Estação Experimental de Campos Novos, em Campos Novos/SC. 3
4 8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas: Análise e interpretação de textos e artigos; Aulas expositivas; Experiências vivenciais; Visitas técnicas; Estudo de caso; Estudo dirigido. 9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado. No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados, conforme especificação a seguir: Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75% de freqüência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos: 1ª Média M1: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%) - Nota de participação, freqüência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 2ª Média M2: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%) - Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%) - Nota de participação, freqüência e produção em sala = Peso 1,0 (10%) 3ª Média M3: - Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%) (contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre). - Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%) Observações Importantes: As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de questões discursivas e aplicadas em data previamente marcada; O aluno que se ausentar no dia da realização da prova somente terá direito à prova substitutiva mediante processo administrativo, devidamente protocolado e autorizado pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas uma prova substitutiva no semestre; 4
5 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso, no horário de início da aula da data determinada; Receberão nota zero os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros ou Internet; Sobre os trabalhos escritos a avaliação tem como critérios de análise: 1. Qualidade das idéias: fundamento das idéias, clareza, correlação de conceitos e inferências, riqueza na argumentação e profundidade dos pontos de vista; 2. Uso de convenções: normas técnicas, correção gramatical e de digitação; 3. Sobre as apresentações: quando houver apresentação oral esta será avaliada individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto, bem como sua capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e apresentação do(a) acadêmico(a). 10. BIBLIOGRAFIA 10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 4 a ed. São Paulo : Ícone, LEPSCH, I.F.; BELLINAZZI JÚNIOR, R.; BERTOLINI, D.; ESPÍNDOLA, C.R. Manual para levantamento utilitário do meio físico e classificação de terras no sistema de capacidade de uso. Campinas: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, GUERRA, A.J.T.; SILVA, A.S.da; BOTELHO, R.G.M. Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro : Bertrand Brasil, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. D AGOSTINI, L.R. Erosão: o problema mais que o processo. Florianópolis: Ed. da UFSC, DERPSCH, R.; ROTH, C.H.; SIDIRAS, N.; KÖPKE, U. Controle da erosão no Paraná, Brasil: Sistemas de cobertura do solo, plantio direto e preparo conservacionista do solo. Eschborn: GTZ/IAPAR, GIASSON, E.; KLAMT, E.; SCHNEIDER, P. Classificação da aptidão agrícola das terras: um sistema alternativo. Guaíba: [s.n.], FERREIRA, P. H. de M. Princípios de manejo e conservação do solo. 3. ed. São Paulo: Editora Nobel, RIO GRANDE DO SUL. Secretaria da Agricultura. Manual de conservação do solo e da água: uso adequado e preservação dos recursos renováveis. Porto Alegre: Secretaria da Agricultura,
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