Construindo atividades com o software Kompozer
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- Thomas Freire Borba
- 10 Há anos
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1 Construindo atividades com o software Kompozer 1. Contextualização 1.1. Caracterização do O.A. Área de conhecimento: Ciências biológicas Disciplina ou curso: Fisiologia Ementa em que o O.A. se encaixa: Sistema nervoso Tópicos dentro das ementas: Células nervosas Público-alvo: Alunos de ensino médio e de nível superior Conhecimento prévio do público alvo: Noções de biologia celular Fluência tecnológica: Conhecimentos básicos de informática. Objetivos pedagógicos que se deseja atingir: Possibilitar ao aluno que ele identifique e reconheça as estruturas constituintes de uma célula nervosa. Desempenho atual: Alguns alunos apresentam dificuldades em compreender mecanismos complexos acerca de funcionalidades neurais por não apresentarem domínio de conhecimentos celulares básicos. Desempenho esperado: Espera-se que os alunos se apropriem de conhecimentos básicos sobre estruturas neurais, reconhecendo-as e as identificando. 1.2 Reusabilidade do OA Outras disciplinas que pode utilizar o OA: Fisiologia animal, fisiologia humana Cenário de uso: disponibilização do OA no Tidia-Ae para que os alunos possam acessar a aula à distância, no momento que desejarem.
2 2. Requisitos 2.1 Didáticos pedagógicos Tipo de abordagem: Aprendizado significativo (o aluno aprende relacionando o conteúdo com algo que ele já conhece) Funcionais e técnicos Ferramenta para desenvolvimento do OA: KompoZer Funcionalidades: O O.A. deverá ser uma aula na qual sejam apresentadas as estruturas que constituem as células nervosas. Para isso, além da descrição deverão ser apresentadas ilustrações, as quais deverão estar disponíveis no menu repositório do Tidia-Ae. Requisitos de acesso: o OA deverá ser publicado no Tidia-Ae (condição necessária para o acesso dos alunos). Requisito de disponibilização: O OA deverá ser depositado no Tidia-Ae. 3. Arquitetura Sumário das Aulas Página 1 Título: Aula 1 Sistema Nervoso Nós interagimos o tempo todo com tudo com o que nos rodeia, quando sentimos o calor do fogo em nossas mãos procuramos nos afastar, quando levamos a picada de um inseto e em uma série de outras situações. Mas você já se perguntou como funciona este mecanismo? O que nos permite interagir com o meio?
3 Encontraremos respostas para estas perguntas ao longo deste no curso, mas antes de sanar nossa curiosidade precisaremos conhecer as estruturas que estão envolvidas em todas essas ações. Vamos lá?! Um dos grandes responsáveis por nossas interações com tudo o que nos rodeia é o sistema nervoso, que apresenta como principal componente o neurônio, uma célula especializada em receber, transmitir e conduzir informações para outras células. O sistema nervoso pode ser subdivido em sistema nervoso central (medula espinal) e em sistema nervoso parasimpático. Nesta aula começaremos a estudar o sistema nervoso central, para isso iremos conhecer um pouco sobre as estruturas de um neurônio: O neurônio é constituído por: Corpo celular: responsável pela maior parte da nutrição da célula; Dendritos: são prolongamentos ramificados que tem origem no corpo celular e constituem as partes receptoras do neurônio; Axônio: trata-se de uma fibra nervosa, responsável por transmitir sinais para as células seguintes; Ramificações terminais do axônio: são ramificações extensas que possuem botões, os quais liberam hormônios no espaço denominado fenda sináptica. Abaixo visualizaremos as imagens comentadas no texto:
4 Indicamos também a visualização da animação abaixo: Abaixo indicamos a leitura do texto sobre circuitos neuronais: file:///c:/users/adriana/desktop/kompozer/oa/ciruitos%20neuronais.html Fonte: Referências bibliográficas Amabis, J.M., Martho, G.R. Fundamentos de biologia moderna, São Paulo, Guyton, A. C., Fisiologia humana, Rio de Janeiro, Página 2 Título: Aula 1 Circuitos neurais Os neurônios do sistema nervoso central são organizados em vários tipos de circuitos, os mais importantes são os seguintes: 1. O circuito divergente, que permite a estimulação de muitos neurônios por um único sinal que chega; cada um dos neurônios estimulados vai, por sua vez, estimular muitos outros neurônios. Por exemplo, a estimulação de um grande neurônio do córtex motor do cérebro pode, algumas vezes, fazer com que fibras de um músculo periférico contraiam. 2. O circuito convergente, onde sinais oriundos de diversas origens cerebrais devem atuar, a um só tempo, sobre o mesmo neurônio, para que este entre em atividade. Por exemplo, alguns dos neurônios do cérebro que participam na análise de sinais aferentes necessitam, não apenas dos sinais sensoriais, originados na periferia, mas, também, antes que ocorra a reação.
5 3. O circuito reverberatório, formado por série de neurônios que transmitem sinais por via celular. Isto é, um neurônio estimula outro neurônio, em seguida, outro e outro e assim por diante, até que o sinal retorne ao neurônio inicial. Dessa forma, o sinal percorre o circuito, ou reverbera, até que o neurônio fatigue. Contudo, enquanto o circuito reverbera, também envia sinais para outras partes do cérebro e para o sistema muscular, causando estimulação prolongada. Por exemplo, as contrações musculares que produzem a respiração são o resultado complexo de reverberação no centro respiratório do tronco cerebral. Guyton, A. C., Fisiologia humana, p. 98, Rio de Janeiro, 1988.
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