Plano de Ensino. Ementa
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- Moisés Palha Ramires
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1 Curso: PEN-EDI - Pedagogia (Noturno)- Educação Infantil Departamento: DPE - Pedagogia Disciplina: Prát de Ens II (Estágio Supervisionado) Código: 8ESEII Carga horária: 285 Período letivo: 2013/2 Professor: Adilson de Angelo Lopes Francisco Contato: [email protected] Ementa Ação docente e teoria pedagógica: a educação como práxis emancipadora. Prática docente na Educação Infantil. A relação ensino e pesquisa na prática educativa formal e não formal. Avaliação. Objetivo geral Assegurar às estagiárias a vivência em instituições de educação infantil e capacitá-las para uma análise crítica do seu funcionamento, de desenvolvimento, aprendizagem e formação de conceitos de crianças na faixa de 0 aos 5 anos e 11 meses de idade. Analisar, a partir da documentação pedagógica, as práticas pedagógicas em espaços coletivos de educação infantil, considerando os eixos interações, linguagens e brincadeiras. Construir propostas pedagógicas para e com as crianças, respeitando suas singularidades e as suas manifestações expressivas. Subsidiar o exercício da docência como práxis junto às crianças de zero a 5 anos e 11 meses. Objetivo específico Discutir eixos temáticos que fundamentem teórica e metodologicamente a docência na educação infantil, tendo como foco as crianças e suas manifestações expressivas; Sistematizar propostas pedagógicas alicerçadas nos direitos fundamentais das crianças, suas manifestações expressivas e os eixos definidos pelas DCNsEI: interações e brincadeiras; Desenvolver práticas de observação, registro e análise acerca dos modos de ser e viver das crianças nos espaços coletivos de Educação Infantil; Problematizar as práticas de cuidados e educação presentes no contexto de estágio, estabelecendo relações entre as condições estruturais da instituição, a constituição do corpo docente, a relação creche-famílias e o projeto de docência elaborado para o estágio; Compreender a documentação pedagógica como ferramenta fundamental para coleta de dados das relações adulto-criança, criança-criança, adulto-adulto em espaços coletivos de Educação Infantil; Estabelecer relações entre o contexto observado no campo de estágio e os fundamentos teórico-metodológicos do conhecimento pedagógico apropriado ao longo do curso; Construir um projeto investigativo de docência alicerçado nas DCNsEI, nos direitos fundamentais das crianças, nos eixos temáticos e conceitos fundamentais que orientam o estágio, tendo como referência as observações, registros e reflexões realizados na instituição (campo de estágio) e nas aulas e orientações na universidade. Produzir relatório de estágio. Conteúdo programático Considerações sobre o estágio na sua articulação entre ensino, pesquisa e extensão A docência na Educação Infantil - Educação e cuidado como elementos indissociáveis para ampliação de repertório cultural das crianças Rotina: concepções e implicações para a prática pedagógica Rotina: organização de tempos e espaços para e com as crianças Documentação pedagógica: práticas de observação e registro Protagonismo infantil - Manifestações expressivas e os modos de viver a infância Implicações éticas na pesquisa com a criança pequena
2 Planejamento estrutura e sequência didática da rotina diária para 0 a 3 anos e 4 a 5 anos e 11 meses Elaboração do Projeto de ação docente Dados de Identificação Conceitos centrais Objetivos Metodologia/Sequência didática Espaços, interações, linguagens e brincadeiras Organização da rotina diária Avaliação Referências Elaboração do Relatório de estágio Capa/folha de rosto Resumo/sumário Introdução Descrição da trajetória de formação e do estágio Análise das atividades de estágio Considerações finais Referências Apêndices Anexos Metodologia 1. Estudos da produção teórica na área da educação infantil (exposição dialogada, discussão teórica, leituras indicadas); 2. Socialização dos projetos de docência em campo elaborados na sétima fase do curso; 3. Aulas centradas em eixos temáticos correlatos às leituras indicadas e temas concernentes ao campo da Educação Infantil; 3.Observação participante e produção do Registro Diário; 4. Discussão, análise e socialização das práticas de observação e registro entre o grande grupo, professores responsáveis pelo estágio e profissionais da instituição (campo de estágio) interessados. 5. Construção do Plano de Docência articulado com os Projetos em andamento na Instituição 6. Atuação nos campos de estágio (docência); 7. Elaboração do Relatório Final de Estágio; 8.Apresentação dos resultados do estágio na instituição campo e no Seminário Final de Estágio. Sistema de avaliação A avaliação, entendida como investigação que visa realimentar o processo ensino-aprendizagem, será constante. Observar-se-á a participação e o empenho de cada acadêmica/o no desenvolvimento das atividades, seu compromisso com a equipe e o envolvimento com as discussões das leituras realizadas. Para registro final, após avaliação qualitativa individual e coletiva, será feita a avaliação quantitativa com base nos seguintes indicadores/critérios e respectivos instrumentos: i) Envolvimento com as atividades em sala; ii) Exercício da Docência e Planejamento e atuação no Campo; iii) Envolvimento com as atividades em sala; iv) Exercício da Docência Planejamento e atuação no Campo. Bibliografia básica Texto 01 FREIRE, P. (1982) Ação cultural para a liberdade e outros escritos. Rio de Janeiro: Paz e Terra (6ª edição), p Texto 02 - FREIRE, Madalena. O que é um grupo. In GROSSI, Ester Pilar & BORDIN, Jussara (Org.). Paixão de Aprender. Editora Vozes: Rio de janeiro, 1992.
3 Texto 03 - FREIRE, Paulo; SHOR, Ira. Medo e ousadia: cotidiano do professor. 5ª edição. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986, p Texto 04 OSTETTO, Luciana E. O estágio tecido com os fios do ensino, da pesquisa e da extensão. In: NORONHA, ELISIANE C. S. F.; ANDRADE, Izabel C. F.; MAURÍCIO, Wanderléa P. D. Itinerários da formação docente: saberes e experiências do Estágio Curricular do USJ. São Paulo: Laborciência, p Texto 05 - CERISARA, Ana Beatriz et al. Partilhando olhares sobre as crianças pequenas: reflexões sobre o estágio na educação infantil. In: Revista Eletrônica Zero-a-Seis. Florianópolis: CED/NUPEIN, v. 05, 2002, p Disponível no site: Texto 06 - BROERING, Adriana de Souza. Imagens do lado de cá: a creche e o estágio entre ações, conquistas e aprendizagens. In: SEARA, Izabel Christine et al (Org.). Práticas Pedagógicas e Estágios: diálogos com a cultura escolar. Florianópolis: Letras Contemporâneas, p Texto 7 - BARBOSA, Maria Carmem S. Por amor e por força. Rotinas na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, Texto 08 MARQUES, A. C. T. L.; ALMEIDA, M. I. de. A documentação pedagógica na abordagem italiana. Rev. Diálogo Educ., Curitiba, v. 12, n. 36, p , maio/ago Texto 09 - KRAMER, Sonia. Autoria e autorização: questões éticas na pesquisa com crianças. In: Cadernos de Pesquisa, n. 116, p Fundação Carlos Chagas, São Paulo: Autores Associados, Texto 10 MÜLLER, Fernanda. Infâncias nas vozes das crianças: culturas infantis, trabalho e resistência. Educ. Soc., Campinas, vol. 27, n. 95, p , maio/ago Disponível em: < Acesso em: 18 fev Texto 11 MARTINS FILHO, Altino José; BARBOSA, Maria Carmem Silveira. Metodologias de pesquisas com crianças. In: Revista Reflexão e Ação, Santa Cruz do Sul, v.18, n2, p.08-28, jul./dez Disponível em:< Acesso em: 18 fev Texto 12 - CORSARO, William A.. Entrada no campo, aceitação e natureza da participação nos estudos etnográficos com crianças pequenas. Educ. Soc., Campinas, vol. 27, n. 95, p , maio/ago Disponível em < acesso em: 18 fev BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Trabalhando com projetos na Educação Infantil. In: XAVIER, Maria Luisa M.; ZEN DALLA, Maria Isabel H. Planejamento em destaque: análises menos convencionais. Porto Alegre: Mediação, p BARBOSA, Maria Carmen Silveira. A Rotina nas Pedagogias da Educação Infantil: dos binarismos à complexidade. In: Currículo sem Fronteiras, v.6, n.1, p.56-69, jan/jun BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Infantil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, FORTUNATI, Aldo. A educação infantil como projeto da comunidade: crianças, educadores e pais nos novos serviços para a infância e a família a experiência de San Miniato. Trad. Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed, GUIMARÃES, Daniela. Técnicas corporais, cuidado de si e cuidado do outro nas rotinas com bebês. In: ROCHA, Eloisa Acires Candal; KRAMER, Sonia (org.). Educação Infantil: enfoques em diálogo. Campinas: Papirus, p OSTETTO, Luciana E. (org.). Encontros e Encantamentos na Educação Infantil: Partilhando experiências de estágios. 8. ed. Campinas, SP: Papirus, OSTETTO, Luciana E. et al. Deixando marcas... A prática do registro no cotidiano da educação infantil. Florianópolis: Cidade Futura, SCHMITT, R. V. O encontro com bebês e entre bebês: uma análise do entrelaçamento das relações. In: ROCHA, Eloisa Acires Candal; KRAMER, Sonia (Org.). Educação Infantil: enfoques em diálogo. 3. ed.campinas, SP: Papirus, 2011, v., p Bibliografia complementar
4 BARBOSA, Maria Carmem S [et al.]. A infância no ensino fundamental de 9 anos. Porto Alegre: Penso, BARBOSA, Maria Carmem S. Por amor e por força. Rotinas na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, BARBOSA, Maria Carmem S., HORN, Maria da Graça S. Organização do espaço e do tempo na escola infantil. In: CRAIDY, C. E KAERCHER,G. E. Educação Infantil: Pra que te quero? Porto Alegre: Artmed, BARRETO, Ângela M.R.F. A educação Infantil no contexto das políticas públicas. Revista Brasileira de Educação, nº 24, set./dez. 2003, Campinas: Autores Associados. BATISTA, Rosa et al. Partilhando olhares sobre as crianças pequenas: reflexões sobre o estágio na educação infantil.in: 12º. Encontro Nacional de Prática de Ensino (ENDIPE). Curitiba. Conhecimento Local e Conhecimento Universal, CD Room, BRASIL. Indicadores de qualidade na Educação Infantil. Brasília: MEC/SEB, Disponível em: < em: 19 fev BRASIL. Política Nacional para a Educação Infantil: pelo direito das crianças de zero a seis anos à educação. Brasília: MEC, Disponível em: < Acesso em: 18 fev BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Volumes I, II e III. Brasília: MEC/SEB, Disponível em: < em 19 fev BRASIL. Política de Educação Infantil no Brasil: Relatório de Avaliação. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica. Brasília: MEC, SEB; UNESCO, Disponível em: < Acesso em 19 fev CARVALHO, M. I. C. & RUBIANO, M. R. B. Organização do espaço em instituições pré-escolares. In: OLIVEIRA, Zilma (Org.). Educação infantil: muitos olhares. São Paulo: Cortez, p CERISARA, Ana Beatriz. De como o Papai do Céu, o coelhinho da Páscoa, os anjos e o Papai Noel foram viver juntos no céu! In: KISHIMOTO, Tizuko Morchida (Org.) O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, p DAHLBERG, G.; MOSS, P., PENCE, ALAN. Qualidade na educação da primeira infância: perspectivas pós-modernas. Porto Alegre: Artes Médicas, EDWARDS, Carolyn, GANDINI, Leila, FORMAN, George (Org). As cem linguagens da criança: a abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância. Porto Alegre: Artes Médicas, FARIA, Ana L. G O espaço físico como um dos elementos fundamentais para uma pedagogia da educação infantil. In: FARIA, Ana Lúcia G. de e PALHARES, Marina S. (Org.) Educação infantil pós-ldb: rumos e desafios. Campinas, SP: Autores Associados - FE/UNICAMP; São Carlos, SP: Editora da UFSCar; Florianópolis: Editora da UFSC, p FARIA, Ana Lúcia G; PALHARES, Marina S. (Org.) Educação infantil pós-ldb: rumos e desafios. Campinas: Autores Associados, FE/UNICAMP; São Carlos: Editora da UFSCar; Florianópolis: Editora da UFSC, GANDINI, Lella et al. O papel do ateliê na educação infantil: a inspiração de Reggio Emilia. Porto Alegre: Penso, GANDINI, Lella e EDWARDS, Carolyn. (Org.) Bambini: a abordagem italiana à educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, GANDINI, Lella; GOLDHABER,, Jeanne. Duas reflexões sobre a documentação. In: GANDINI, L.; EDWARDS, C. Bambini: a abordagem italiana à educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2002, p MACHADO, Maria Lucia de A. (Org.) Encontros e desencontros em Educação Infantil. São Paulo: Cortez, NASCIMENTO, Anelise Monteiro do (org). Educação Infantil e ensino fundamental: contextos, práticas e pesquisa. Rio de Janeiro: Nau Editora: EDUR, OLIVEIRA, Zilma Ramos. Educação infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. Educação infantil: muitos olhares. São Paulo: Cortez, OSTETTO, Luciana E. O estágio curricular no proceso de tornar-se professor. In. Educação infantil: saberes e fazeres da formação de professores. Campinas: Papirus, p ROCHA, Eloisa Acires Candal; KRAMER, Sonia (org.). Educação Infantil: enfoques em diálogo. Campinas: Papirus, 2011.
5 ROCHA, Eloisa Candal; OSTETTO, Luciana Esmeralda. O estágio na formação universitária de professores de educação infantil. In: SEARA, Izabel Christine et al (Org.). Práticas Pedagógicas e Estágios: diálogos com a cultura escolar. Florianópolis: Letras Contemporâneas, p ROCHA, Eloisa Candal A Pesquisa Em Educação Infantil No Brasil: trajetória recente e perspectivas de consolidação de uma pedagogia. Campinas, SP. Tese de Doutorado. Universidade Estadual de Campinas. SOARES, Natália Fernandes Direitos da criança: utopia ou realidade? In: PINTO, Manuel; SARMENTO, Manuel J. (coord.) As crianças : Contextos e Identidades. Braga, Portugal: Centro de Estudos da Criança, p UDESC. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos da UDESC: teses, dissertações, monografias e TCCs. 3. ed. Florianópolis:UDESC, Disponível em: < em 19 fev WEFFORT, Madalena Freire et al. Observação, registro, reflexão: instrumentos metodológicos I. São Paulo: Espaço Pedagógico, ZABALZA, M.A. Diários de Aula: um instrumento de pesquisa e desenvolvimento profissional. Porto Alegre: Artmed, ZABALZA, M.A. Qualidade em Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, (site do Ministério da Educação, no qual são encontrados todos os documentos oficiais da Política Nacional de Educação Infantil, sendo que são leituras obrigatórias: os Referenciais Curriculares Nacionais para Educação Infantil (3 volumes) e as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil). Informações sobre realização de Prova de 2ª Chamada A Resolução nº 018/2004-CONSEPE regulamenta o processo de realização de provas de segunda chamada. Segundo esta resolução, o aluno que deixar de comparecer a qualquer das avaliações nas datas fixadas pelos professores, poderá solicitar segunda chamada de provas na Secretaria Acadêmica através de requerimento por ele assinado, pagamento de taxa e respectivos comprovantes, no prazo de 5 (cinco) dias úteis, contados a partir da data de realização de cada prova, sendo aceitos pedidos, devidamente comprovados, motivados por: I - problema de saúde, devidamente comprovado, que justifique a ausência; II - doença de caráter infecto-contagiosa, impeditiva do comparecimento, comprovada por atestado médico reconhecido na forma da lei constando o Código Internacional de Doenças (CID); III - ter sido vítima de ação involuntária provocada por terceiros;
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