INTRODUÇÃO Odontoeducação
|
|
|
- Ilda Maria do Mar Caires Gil
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 1 INTRODUÇÃO Odontoeducação é um neologismo criado para expressar a proposta multidisciplinar do Projeto Casinha de Pérolas Brancas, que vem sendo desenvolvida em Brasília desde A proposta está embasada em pesquisas iniciadas em 1984, no âmbito da Odontopediatria, primeiramente com o apoio da Psicologia e, depois com o da Pedagogia. A proposta de Odontoeducação visa, em nível macro, a disseminação de informações referentes à saúde bucal e sua importância para o ser humano, do ponto de vista físico, econômico-social e emocional. A Odontoeducação é um Projeto inédito e ousado que vem ao encontro da população infantil, carente não só economicamente como de informações educativa, trazendo um aprendizado fundamental às suas vidas, que é a saúde bucal. Em nível micro procura atender as necessidades individuais da criança, do adolescente e de seus familiares em termos de informações sobre a saúde bucal, a instalação de hábitos adequados de higiene e alimentação e a prevenção da cárie e de outras doenças de ordem sistêmica. Assim, o Projeto tem por finalidade atuar de forma complementar na educação da criança e do adolescente, mediante a divulgação de novos conceitos e processos que conduzam a uma adequada higiene bucal. Ele foi pensado para propiciar à população infanto-juvenil carente de informações específicas, um
2 2 aprendizado fundamental em suas vidas, garantindo uma saúde bucal sem traumas. Os conhecimentos adquiridos dentro do Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção, certamente, permitiram não só a sistematização das experiências como contribuíram para enriquecer os fundamentos pedagógicos e psicológicos do projeto. Sua ambiência enquanto produto de conhecimento acadêmico aponta, ainda, para uma maior aproximação entre Universidade e Comunidade, permitindo que os conhecimentos produzidos contribuam para uma melhor qualidade de vida dos cidadãos. 1.1 Justificativa A situação atual da saúde bucal no Brasil. O Brasil ostenta um dos maiores índices da doença cárie do mundo, muito embora conte com um elevado número de profissionais, hoje (cento e sessenta mil) cirurgiões - dentistas, na sua grande maioria centrada nas regiões Sul e Sudeste 77%, na região Nordeste 13%, na região Centro-Oeste 7% e na região Norte 3%. Devido a esta má distribuição, não estamos conseguindo reduções da doença cárie nos níveis mínimos aceitáveis, apesar da obrigatoriedade legal de fluoretação de águas de abastecimento público (somente 42% da população brasileira recebe água fluoretada), das eventuais campanhas de distribuição de pasta e escovas de dente e também, da aplicação tópica de flúor nas escolas.
3 3 Figura 1: Distribuição de Cirurgiões-Dentistas no Brasil Sul e Sudeste Nordeste Centro-Oeste Norte Regiões Fonte: Ministério da Saúde O Ministério da Saúde, publicou um relatório indicando que entre nossas crianças, na faixa de prevalência de 07 a 14 anos, o índice de dentes cariados, perdidos, obturados (CPOD) é ainda elevado, situando-se na transição entre 6.67 e 3.06, referente ao CPOD aos 12 anos. Objetiva-se a redução destes índices, buscando uma aproximação das metas referendadas pela OMS, para o ano 2010 que é de 1.0 aos 12 anos de idade. Esta meta, certamente, será inatingível, caso não modifiquemos o curso do caminho pelo qual trilhamos, que se mostrou, até aqui, inadequado e de custo elevado. Todos os estudos de custo/benefício enfocando educação/prevenção versus curativo concluem que a cada R$1,18 investido em ação educativa/ preventiva produz-se uma economia de R$7,42 em média. Caso houvesse uma orientação política efetiva nesse sentido, certamente estaríamos nos mesmos índices dos países mais desenvolvidos do mundo. Ao ingressarmos no terceiro milênio custa-nos acreditar que, a despeito das imensas evoluções científicas em constante acontecimento, a prevenção em saúde bucal seja pouco valorizada no Brasil. Em o Sistema Único de Saúde (SUS), investiu na prevenção cerca de R$83 milhões para uma
4 4 cobertura populacional de 19% dos escolares de 5 a 14 anos. Em contra partida investiu cerca de R$ 180 milhões para o atendimento curativo; o que vem nos mostrar o baixo comprometimento por parte do poder público, na prevenção. A população é absolutamente carente de informações dos seus direitos de cidadania, ignorando que a saúde é um direito legal do cidadão. Para que se dê a conscientização é necessário a aquisição de conhecimentos básicos, tais como o fato de que as doenças infecciosas bucais não se limitam a produzir lesões nas estruturas da boca, mas podem favorecer outros danos de ordem sistêmica tais como: abcessos cerebrais; meningites crônicas e agudas; miocardites e endocardites bacterianas; infarto agudo do miocárdio; doenças infecciosas oculares e de pele; tétano e muitas outras. Esses males vêm acontecendo silenciosamente há décadas. Distante da informação, a população sequer pode avaliar o quanto as infecções bucais representam em termos de riscos letais, como é demonstrado pelo fato de que 45%das endocardites são de origens bucais, segundo estudo realizado pelo INCOR. Os poucos programas para educação de saúde bucal existentes são aplicados a partir dos sete anos de idade, os quais utilizam recursos anacrônicos que não mais atendem à visão do homem, desprezando a faixa dos três a seis anos de idade, da educação infantil, período este importante para aquisições de hábitos sociais. A criança não tem acesso ao aprendizado quanto à higiene bucal adequada. Neste período, dos três aos seis anos de idade e no que o antecede, a criança recebe orientações quase que exclusivamente da família, que via de regra não possui o conhecimento necessário para realizar essa tarefa.
5 1.1.2 Atuação Interdisciplinar como Proposta Odontoeducativa 5 Os Psicólogos intensificaram mais suas pesquisas, a partir da década de 80, sobre o período que vai do nascimento até os três anos de idade, quando se formam as primeiras impressões da criança. O desenvolvimento básico dos comportamentos de receio, medo, hábitos sociais e de higiene, preconceitos e reações a mudanças está condicionado ao nível de formação que a célula familiar é capaz de transmitir na primeira infância. Na medida que a família, fornece os primeiros princípios da educação, da repressão dos instintos da criança e, sobretudo, da aquisição das habilidades da fala, constitui-se no ambiente privilegiado para desmitificar a transmissão de conceitos errôneos sobre o que se passa dentro da boca de uma criança, tais como "após a refeição a sua boca está suja" ou "o bichinho da cárie comerá os seus dentes se você não escová-los" e tantas outras expressões de terror utilizadas para introduzir a indefesa criança ao hábito da higiene bucal. Correto seria a Odontoeducação chegar até os agentes familiares para que esses possam transmitir a importância e a beleza de uma boca saudável através de uma educação seqüenciada e não ocasional que impossibilita a formação de hábitos. Entregar a boca a alguém, como no caso o dentista, é um ato de grande intimidade. Considerar a significação emocional da boca é então estar consciente que o trabalho do dentista é muito mais do que a função protética, técnico manual. A conscientização da necessidade da disciplina de Psicologia ser incluída nos curso de Odontologia se deu em 03/09/82, através da resolução n.º 4 do Conselho Federal de Educação, o que se constitui de fundamental importância para uma base de como se comporta um indivíduo frente a um tratamento
6 6 odontológico e como conduzi-lo para que cuide bem de sua boca e de seu corpo e busque ajuda psicoterapêutica quando necessário. A Odontoeducação mostra a necessidade de se ter no currículo universitário, uma nova metodologia juntamente com a psicologia a pedagogia atuando na odontologia, para que os alunos adquiram uma nova visão da maneira de como lidar com a criança, frente à saúde bucal, assim como no desenvolvimento da criatividade no uso dos materiais e recursos pedagógicos adequados à aprendizagem da criança de acordo com sua faixa etária quanto à saúde de uma maneira geral, sempre atuando interdisciplinarmente. Existe uma distância entre a teoria aprendida na faculdade e a realidade da criança, como também na atuação para estimular suas fantasias, chegando mesmo a torná-las contra nós odontólogos quando, por exemplo; retiramos tecidos cariados e mostramos a ela como se fosse pedacinho dos bichinhos que dizemos que ela tem na boca. A confusão existe porque a criança faz a associação dos bichos; baratas, formigas, aranhas, etc. com os que dizem ela ter na boca e é neste conflitante fluxo de conhecimentos desvirtuados que a criança se encontra hoje. Há necessidade de clarear tudo isso, através da tomada de consciência da invasão na intimidade da criança sem o conhecimento necessário e sem pedir licença, obturando os buracos provocados pela cárie e esquecendo que podemos criar "buracos psicológicos" irreversíveis em sua mente. A união entre a Odontologia infantil e a Pedagogia, nos dá a oportunidade de avançar com a Odontoeducação quilômetros de distância, através da importante atuação do professor na formação de conceitos na criança e família no que concerne a informações básicas a sua cidadania e integridade humana.
7 7 1.2 Estabelecimento do Problema De que forma podemos construir materiais educativos adequados a leigos e profissionais para promover a Odontoeducação? 1.3 Objetivo Geral O Projeto de Odontoeducação, ora proposto, vem ao encontro do preenchimento de uma lacuna voltada para o problema Doença Infectocontagiosa Cárie, pretendendo contribuir para a sua substancial redução buscando uma aproximação aos índices da OMS, para o ano 2010 que é o CPOD de 12 anos de idade igual a 1.0. O objetivo central deste Projeto é introduzir, interdisciplinarmente, a odontoeducação como parte obrigatória no currículo escolar da rede oficial de ensino, como um dos componentes das Ações de promoção da Saúde. A doença cárie pode ser considerada como doença democrática por manifestar-se indistintamente em ricos e pobres. Igualmente democrática é a falta de informação sobre práticas e hábitos de higiene bucal, indispensáveis à prevenção deste mal social, haja vista não serem sistematicamente disponibilizadas nas escolas. Já que o termo democracia foi por duas vezes abordado, é importante ter em mente que ricos e pobres, indiscriminadamente, têm acesso à educação, tratando-se de direito inalienável mediante um dispositivo constitucional. Portanto, quando a Odontoeducação for considerada obrigatória nas escolas públicas e privadas, iniciaremos a redução gradativa da doença cárie da forma mais democrática possível. Fazendo parte do currículo, a odontoeducação será sistematizada, sendo que, ao ingressar no ciclo de ensino fundamental (preferivelmente na educação
8 8 infantil) a criança iniciará o aprendizado da importância da boca como parte do seu corpo. Assim, gradativamente acrescentar-se-á novos conhecimentos necessários à eliminação da dor, sofrimento, perda de produtividade escolar, e outros males originários da cárie. A medida ideal seria que, paralelamente, os pais e os outros familiares que não tiveram a oportunidade da educação sistematizada, sejam educados nos ambientes dos hospitais, ambulatórios e postos de saúde, principalmente as gestantes na fase pré-natal, enquanto que as crianças na faixa de 0 a 3 anos também poderiam receber as primeiras orientações nos ambientes das creches Objetivos Específicos: a) Em curto prazo (de 1 a 12 meses da implantação do Projeto): Introduzir interdisciplinarmente Odontoeducação nos currículos escolares da educação infantil, ensino fundamental e ensino médio da rede oficial de ensino; Conscientizar pais, educadores e profissionais da área de saúde, sobre a importância da necessidade de desmitificação dos métodos e processos que envolvem a obtenção de saúde bucal satisfatória no meio infantil, através de meios mais adequados. b) Em médio prazo (de 1 a 3 anos da implantação do Projeto): Proporcionar à população infantil o acesso às informações sobre cuidados pessoais e hábitos de higiene bucal, contidos no Programa de Odontoeducação, parte integrante das Ações de Promoção da Saúde.
9 c) Em longo prazo (após de 3 anos da implantação do Projeto): 9 Obtenção de uma melhoria substancial no índice CPOD registrado no Brasil, aproximando-o daqueles sugeridos pela Organização Mundial de Saúde OMS. Conscientização da importância da saúde bucal, quanto a qualidade de vida. 1.4 Hipóteses Gerais A imagem mental veiculada pelas mídias faz com que crianças, adultos e adolescentes se afastem de um cuidado necessário que deve ser dispensado a saúde bucal. Figura 2: No imaginário infantil o profissional da odontologia é um bicho papão. Fonte: Internet A odontoeducação em sua proposta de ressignificação do cuidado bucal pelo uso das diversas mídias, em uma proposta interdisciplinar envolvendo psicólogos e pedagogos, dentre outros, pode transformar essa imagem mental.
10 Figura 3: Ao ressignificar transformamos o monstro em uma espécie de fada madrinha. 10 Fonte : Internet 1.5 Limitações Como já foi descrito na justificativa, o poder público investe escassos recursos financeiros na prevenção, fruto de uma crise imposta pela atual conjuntura, dificultando a disponibilização de meios que são de fundamental importância para o sucesso do acompanhamento do Projeto. No intuito de garantir efetivamente o objetivo sugerimos que esta metodologia seja desenvolvida em parceria com as Universidades locais, Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e Educação envolvendo os recursos financeiros e humanos necessários para o real sucesso do Projeto. 1.6 Descrição dos Capítulos Neste primeiro capítulo apresentamos o projeto, nossos objetivos, as justificativas, a questão de pesquisa que visamos responder e as hipóteses e limitações correspondentes.
11 11 No capítulo 2 trataremos da odontoeducação e da linguagem, entendida aqui como toda e qualquer forma de comunicação, oral, icônica, gestual, demonstrando a importância da comunicação para a ressignificação do trabalho do odontólogo e como instrumento básico de nossa proposta de uma odontoeducação. No capítulo 3 levantaremos questões relativas a psicologia e a pedagogia no sentido de sinalizar os caminhos que deveremos percorrer para atingir a meta pretendida assim como os cuidados que devemos ter ao percorre-los. No capítulo 4 discutiremos a implicação dessas reflexões na concepção das mídias educativas a serem empregadas. A metodologia de implementação de uma odontoeducação é o centro do capítulo 5. No capítulo 6 apresentaremos os Resultados Obtidos e, finalmente, no capítulo 7, as conclusões e sugestões para futuros trabalhos.
TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS:
TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS: Art. 3º - A Escola oferece os seguintes níveis de ensino: I. Educação Infantil: de 0 a 05 anos de idade. Educação Precoce de 0 a 03 anos Educação
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave
CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG).
ANÁLISE DAS CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO FÍSICA PRESENTES EM UMA INSTITUIÇÃO FILÁNTROPICA E MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA CIDADE DE GOIÂNIA/GO CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de
Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum
Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum 1. O direito constitucional à educação é concretizado, primeiramente, com uma trajetória regular do estudante, isto é, acesso das crianças e jovens a
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE
RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE Ana Paula Cavalcanti e Renata Cristine de Sá Pedrosa Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco FACP/UPE [email protected] Introdução
Prefeitura Municipal de Santos
Prefeitura Municipal de Santos Estância Balneária SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO Seção de Suplência/ SESUPLE Parceiros do Saber Projeto de alfabetização de Jovens e Adultos Justificativa
Programa de Gestão Estratégica da chapa 1
Programa de Gestão Estratégica da chapa 1 Apresentamos a primeira versão do programa de gestão estratégica da chapa Construindo Juntos um ICT de Excelência. Esse documento é fruto de uma construção coletiva,
Educação Patrimonial Centro de Memória
Educação Patrimonial Centro de Memória O que é história? Para que serve? Ambas perguntas são aparentemente simples, mas carregam uma grande complexidade. É sobre isso que falarei agora. A primeira questão
Pedagogia Estácio FAMAP
Pedagogia Estácio FAMAP # Objetivos Gerais: O Curso de Graduação em Pedagogia da Estácio FAMAP tem por objetivo geral a formação de profissionais preparados para responder às diferenciadas demandas educativas
PLANO DE TRABALHO 2011 PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL
PLANO DE TRABALHO 2011 PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL COLATINA 2011 ÍNDICE 1) INTRODUÇÃO 2) DESCRIÇÃO DA CLIENTELA 3) OBJETIVOS 4) CARGA HORÁRIA 5) DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 6) CRONOGRAMA 7) PREVISÃO
Informações gerais Colégio Decisão
1 Informações gerais Colégio Decisão 2 Carta da Diretora Colégio Decisão Venha, que estamos de portas abertas para você. Carta da Direção Prezados país e responsáveis, A Organização de uma escola pede
PLANO ESTADUAL DE CULTURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PLANO SETORIAL DO LIVRO E LEITURA
PLANO ESTADUAL DE CULTURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PLANO SETORIAL DO LIVRO E LEITURA Introdução O Plano Setorial da Superintendência da Leitura e do Conhecimento do Estado do Rio de Janeiro é fruto
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 1ª Série Empreendedorismo Administração A Atividade Prática Supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem desenvolvido por meio de etapas,
SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE
SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, [email protected] Nathali Gomes
Carta de Princípios dos Adolescentes e Jovens da Amazônia Legal
Carta de Princípios dos Adolescentes e Jovens da Amazônia Legal A infância, adolescência e juventude são fases fundamentais no desenvolvimento humano e na formação futura dos cidadãos. No plano social,
IMPLANTANDO O ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE ESTADUAL DE ENSINO
ORIENTAÇÕES PARA A GARANTIA DO PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO NA CONVIVÊNCIA DOS DOIS REGIMES DE ENSINO: ENSINO FUNDAMENTAL COM DURAÇÃO DE OITO ANOS E ENSINO FUNDAMENTAL COM DURAÇÃO DE NOVE ANOS. IMPLANTANDO
PALAVRAS CHAVE: Promoção de saúde, paciente infantil, extensão
TÍTULO:PROGRAMA DE ATENÇÃO ODONTOLÓGICA À CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA AUTORES: Mesquita, M. F, Menezes, V. A*., Maciel, A. E.**, Barros, E.S INSTITUIÇÃO:Faculdade de Odontologia de Pernambuco. FOP/UPE
PROGRAMA: GRAVIDEZ SAUDÁVEL, PARTO HUMANIZADO
PROGRAMA: GRAVIDEZ SAUDÁVEL, PARTO HUMANIZADO BOM PROGRESSO- RS 2009 PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM PROGRESSO Administração: Armindo Heinle CNPJ. 94726353/0001-17 End. Av. Castelo Branco, n 658 Centro CEP:
Profª. Maria Ivone Grilo [email protected]
Educação Inclusiva Direito à Diversidade O Ensino comum na perspectiva inclusiva: currículo, ensino, aprendizage m, conheciment o Educação Inclusiva Direito à Diversidade Profª. Maria Ivone Grilo [email protected]
TÉCNICAS DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DA CÁRIE DENTÁRIA EM CRIANÇAS
TÉCNICAS DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DA CÁRIE DENTÁRIA EM CRIANÇAS Kelin Angélica Zonin* Róger Reche* Leodinei Lodi** *Acadêmicos do curso de Odontologia da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai
PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) O Congresso Nacional decreta:
1 PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) Autoriza o Poder Executivo a criar o Programa Nacional Pró-Infância Brasileira e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Artigo
NILCE DE MENEZES MOREIRA ISABEL CRISTINA LODI BASSANESI JULIANA MASIERO
NILCE DE MENEZES MOREIRA ISABEL CRISTINA LODI BASSANESI JULIANA MASIERO PROJETO SORRISO NA ESCOLA EDUCAÇÃO, ARTE E CULTURA BOM JESUS DO SUL PR, FEVEREIRO DE 2011. NILCE DE MENEZES MOREIRA ISABEL CRISTINA
META NACIONAL 15: garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais
O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR
Título do artigo: O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Área: Gestão Coordenador Pedagógico Selecionadora: Maria Paula Zurawski 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador
SÍNDROME DE DOWN E A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA
SÍNDROME DE DOWN E A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA Bárbara Lea Guahyba 1 Mara Regina Nieckel da Costa 2 RESUMO O artigo aqui apresentado tem como tema a inclusão social de pessoas portadoras de síndrome de
Mostra de Projetos 2011
Mostra de Projetos 2011 A enfermagem atuando na prevenção da saúde do adolescente propondo a redução das DST Doenças Sexualmente Transmissíveis e Minimizando os números de Gravidez na Adolescência. Mostra
UMA EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA NO CONTEXTO DE CRECHE
UMA EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA NO CONTEXTO DE CRECHE COSTA, Efigênia Maria Dias 1 NEVES, Elidiana Oliveira das 2 OLIVEIRA, Marta Luis de 3 SANTOS, Jefferson Silva de Barros 4 SILVA, Luiz Eduardo
PROJETOS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DO PLANEJAMENTO À AÇÃO.
PROJETOS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DO PLANEJAMENTO À AÇÃO. LETICIA VICENTE PINTO TEIXEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIAS). Resumo É sabido o quanto é grande o esforço das escolas em ensinar a leitura
A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS
A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS Gisllayne Rufino Souza UFPB [email protected] Profa. Dra. Marlene Helena de Oliveira França UFPB/Centro de Educação/Núcleo
ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS
ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS Mônica Abranches 1 No Brasil, no final da década de 70, a reflexão e o debate sobre a Assistência Social reaparecem e surge
ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)
13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X) SAÚDE
RESOLUÇÃO. Redação dada pela Res. CONSEPE 42/2003, de 29 de outubro de 2003.
RESOLUÇÃO CONSEPE 55/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE PEDAGOGIA, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso da atribuição
EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO
EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO Neste ciclo, o projeto é desenvolvido de forma integrada, a partir de um tema as áreas de conhecimento do currículo escolar devem contribuir com seus conteúdos e metodologias no
Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP
Proposta: Propor mudanças nas leis que regem a publicação, desenvolvimento e divulgação dos testes no Brasil, de forma que se padronizem e ofereçam subsídios do alcance e limites dos testes. Proposta:
DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE) Bom-dia, Excelentíssimo. Senhor Ministro-Presidente, bom-dia aos demais integrantes
O SR. FRANCISCO BATISTA JÚNIOR (PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE) Bom-dia, Excelentíssimo Senhor Ministro-Presidente, bom-dia aos demais integrantes da nossa Mesa que, neste momento, estão dividindo
Apresentação. Cultura, Poder e Decisão na Empresa Familiar no Brasil
Apresentação Cultura, Poder e Decisão na Empresa Familiar no Brasil 2 No Brasil, no final da década de 1990, as questões colocadas pela globalização, tais como o desemprego, a falta de qualificação de
TÍTULO: AUTORES INSTITUIÇÃO:
TÍTULO: PERFIL DAS ATIVIDADES EXTENSIONISTAS DOS CURSOS DE ODONTOLOGIA DA REGIÃO SUL DO BRASIL. AUTORES: BALAGUEZ, Carina G.; RADTKE, Anne C. M.; MIGUENS JR, Sergio A. Q.. E-mail:[email protected].
FACULDADE ASTORGA FAAST REGULAMENTO ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
FACULDADE ASTORGA FAAST REGULAMENTO ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS LICENCIATURA EM PEDAGOGIA As atividades de Estágio Supervisionado constantes da Matriz Curricular do Curso de Pedagogia da FAAST deverão ser
Núcleo Regional de Piên
Núcleo Regional de Piên Municípios participantes Lapa Mandirituba Quitandinha Tijucas do Sul Agudos do Sul Campo do Tenente Piên Rio Negro Ações prioritárias para a região Objetivo 1: Erradicar a extrema
Projeto Jornal Educativo Municipal
Estado de Goiás Prefeitura Municipal de Santa Bárbara de Goiás Secretaria Municipal da Educação Santa Bárbara de Goiás - GO Projeto Jornal Educativo Municipal Santa Bárbara de Goiás Janeiro/2013 Estado
Educação. em territórios de alta. vulnerabilidade
Educação em territórios de alta vulnerabilidade 1 A pesquisa procura responder à seguinte questão: A vulnerabilidade social do território inf luencia a qualidade da escola? Como? Por que foi feita a pesquisa?
Ao final do estudo deste módulo, você será capaz de: Caracterizar o ambiente escolar; Enumerar pontos sensíveis no ambiente escolar;
1 Módulo 1 O ambiente escolar Apresentação do Módulo Os fatos frequentemente divulgados na mídia reforçam a necessidade de conhecimento do ambiente escolar. Mais do que conhecer, é preciso criar mecanismos
ÁREA TEMÁTICA: Saúde. Resumo
TÍTULO: DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS EM UMA ESCOLA COMUNITÁRIA NA COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ NA CIDADE DE JOÃO PESSOA. AUTORES: Wilton Wilney Nascimento Padilha 1 ; Fátima Regina Nunes de Sousa
O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA UMA PRÁTICA DIDÁTICO-PEDAGÓGICA INOVADORA
1 O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA UMA PRÁTICA DIDÁTICO-PEDAGÓGICA INOVADORA CEZÁRIO, Maria Angélica [email protected] 1 RESUMO O escopo desse texto
Direito à Educação. Parceria. Iniciativa. Coordenação Técnica. Apoio
Direito à Educação Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa Objetivos Refletir sobre: O que é Direito à Educação e como chegamos até aqui Garantia do direito à educação no Brasil Papel atual do Gestor
EXMO. SR. DR. PROCURADOR REGIONAL DA REPÚBLICA DA 1ª REGIÃO. Assunto: Leitos Psiquiátricos nos Hospitais Públicos Federais
EXMO. SR. DR. PROCURADOR REGIONAL DA REPÚBLICA DA 1ª REGIÃO. Assunto: Leitos Psiquiátricos nos Hospitais Públicos Federais ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA (ABP), associação civil sem fins lucrativos
Fluminense (UFF/RJ). Palavras-Chaves: Graduação, Licenciamento Ambiental, prática crítico-reflexivo, periódicos científicos.
O ENSINO DA DISCIPLINA DE GRADUAÇÃO ESTUDOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS (EIA) NO ÂMBITO DOS AVANÇOS E CONFLITOS DO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL BRASILEIRO. Ludmila Caetano 1*, Célio F. Quintanilha 1,
AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO.
AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: UFF/CMIDS E-mail: [email protected] RESUMO A presente pesquisa tem como proposta investigar a visão
Conversando sobre a REALIDADE. Propostas Educação. Ano 1 - nº 3 - Nov/15
Conversando sobre a REALIDADE social do BRASIL Propostas Educação Ano 1 - nº 3 - Nov/15 Partido da Social Democracia Brasileira Presidente: Senador Aécio Neves Instituto Teotônio Vilela Presidente: José
Experiências de Formação de Nutricionistas para o Sistema Único de Saúde
Experiências de Formação de Nutricionistas para o Sistema Único de Saúde CASO 9: PRÁTICAS INTEGRADORAS Introdução Neste Caso Didático será relatada a experiência do curso de graduação em Nutrição do Centro
Linha 1: Resposta biológica nas terapias em Odontologia.
Linha 1: Resposta biológica nas terapias em Odontologia. Descrição. O entendimento dos processos fisiológicos, celulares e moleculares associados com o uso de diversos materiais, medicamentos e demais
TÍTULO: AUTORES: E-mail: INSTITUIÇÃO: ÁREA TEMÁTICA
1 TÍTULO: EXTENSÃO RURAL: O PAPEL DOS ESTUDANTES DE MEDICINA VETERINÁRIA NA ORIENTAÇÃO DE PRODUTORES FAMILIARES AUTORES: Wanderson A. B. Pereira, Murilo M. O. de Souza, David G. Francis E-mail: [email protected],
Disciplina Corpo Humano e Saúde: Uma Visão Integrada - Módulo 3
3. A transversalidade da saúde Você já ouviu falar em Parâmetros Curriculares Nacionais? Já ouviu? Que bom! Não lembra? Não se preocupe, pois iremos, resumidamente, explicar o que são esses documentos.
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA -PIBID-FAAT
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA -PIBID-FAAT Projeto Institucional - Faculdades Atibaia FAAT Parceria entre o Ensino Superior e a Escola Pública na formação inicial e continuada
PROMOVENDO ATIVIDADES RELACIONADAS À HIGIENE PESSOAL NO ENSINO FUNDAMENTAL
PROMOVENDO ATIVIDADES RELACIONADAS À HIGIENE PESSOAL NO ENSINO FUNDAMENTAL Renata Fonseca Bezerra¹, Eliete Alves de Sousa¹, Paloma Rodrigues Cunha¹, Larissa Costa Pereira¹, Francisco Cleiton da Rocha²
AÇÕES COLETIVAS E INDIVIDUAIS DE SAÚDE BUCAL EM ESCOLARES DO ENSINO FUNDAMENTAL
AÇÕES COLETIVAS E INDIVIDUAIS DE SAÚDE BUCAL EM ESCOLARES DO ENSINO FUNDAMENTAL Autores: Cynthia de Freitas Real (Acadêmica do Curso de Odontologia da Universidade Federal de Pelotas Rio Grande do Sul,
Dispõe sobre o atendimento educacional especializado aos alunos identificados com altas habilidades ou superdotados no âmbito do Município de Manaus.
PROJETO DE LEI N º 280/2013 ESTADO DO AMAZONAS Dispõe sobre o atendimento educacional especializado aos alunos identificados com altas habilidades ou superdotados no âmbito do Município de Manaus. Art.
QUANTO VALE O MEU DINHEIRO? EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PARA O CONSUMO.
RESUMO QUANTO VALE O MEU DINHEIRO? EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PARA O CONSUMO. Francinilda Raquel Cardoso Silva (1); José Jorge Casimiro dos Santos (2) Faculdade São Francisco da Paraíba [email protected] ¹
CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA
CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA O Fórum das universidades públicas participantes do PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA vem, por meio desta, defender
Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006
Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no
REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP
REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA
Papo com a Especialista
Papo com a Especialista Silvie Cristina (Facebook) - Que expectativas posso ter com relação à inclusão da minha filha portadora da Síndrome de Down na Educação Infantil em escola pública? Quando colocamos
ESCOLA SECUNDÁRIA DA QUINTA DAS FLORES
ESCOLA SECUNDÁRIA DA QUINTA DAS FLORES Projecto Educativo - 2004/2007 INTRODUÇÃO O que importa é que a escola pense e para pensar são precisas muitas cabeças. Uma cabeça sozinha pode pensar, pode chegar
Programa de Pós-Graduação em Educação
52 URIARTE, Mônica Zewe. 33 Programa de Pós-Graduação em Educação Resumo: Este artigo apresenta informações sobre a experiência da UNIVALI quanto ao ensino de artes no Curso de Pedagogia, preparado para
Desigualdade Entre Escolas Públicas no Brasil: Um Olhar Inicial
29 Desigualdade Entre Escolas Públicas no Brasil: Um Olhar Inicial Gabriel Barreto Correa (*) Isabel Opice (**) 1 Introdução Não é novidade que o Brasil apresenta, além de índices educacionais muito baixos
OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS
APRENDER BRINCANDO INVESTIDAS DA PRÁTICA EDUCACIONAL EM ESPAÇOS NÃO ESCOLARES JUNTO AO PROGRAMA INTEGRAÇÃO AABB COMUNIDADE, UMA EXPERIÊNCIA COM CRIANÇAS E JOVENS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DA CIDADE DE
O TRABALHO SOCIAL EM HABITAÇÃO COM UM CAMPO DE ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL
O TRABALHO SOCIAL EM HABITAÇÃO COM UM CAMPO DE ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL HADDAD, Tatiana Paula (Estágio I), e-mail: [email protected]; PETILO, Kássia Schnepper (Estágio I), e-mail: [email protected];
O CURRÍCULO PROPOSTO PARA A ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NAS ESCOLAS ITINERANTES DO MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA NO PARANÁ.
O CURRÍCULO PROPOSTO PARA A ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NAS ESCOLAS ITINERANTES DO MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA NO PARANÁ. CAMPOS, Eronilse de F átima- (BIC/UNICENTRO SAPELLI, Marlene
Lei nº 12.796 de 04/04/2013
O governo federal publicou nesta sexta-feira (5), no Diário Oficial da União, a lei número 12.796 que altera a lei que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Como novidade, o texto muda
O PSICÓLOGO (A) E A INSTITUIÇÃO ESCOLAR ¹ RESUMO
O PSICÓLOGO (A) E A INSTITUIÇÃO ESCOLAR ¹ CORRÊA, D. M. W²; SILVEIRA, J. F²; ABAID, J. L. W³ 1 Trabalho de Pesquisa_UNIFRA 2 Psicóloga, graduada no Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria,
A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL
A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL ALVES, Ana Paula PUCPR SAHEB, Daniele PUCPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo
AÇÕES FORMATIVAS EM ESPAÇO NÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO NO PROJETO SORRIR NO BAIRRO DO PAAR
AÇÕES FORMATIVAS EM ESPAÇO NÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO NO PROJETO SORRIR NO BAIRRO DO PAAR Souza, Wanclesse Renata Gomes de 1, Silva, Fernanda Senna 2 1 Graduando em Pedagogia- Universidade Federal
A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Autora: Maria José Calado. Orientador: Professor Dr.Washington Luiz Martins (UFPE). Instituição Superior de
300 QUESTÕES DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL
Caro Leitor, A equipe técnica do Concurseiro da Saúde empenha-se em desenvolver apostilas e materiais atualizados de acordo com as leis recentemente publicadas a fim de estar sempre em consonância com
A APRENDIZAGEM DO ALUNO NO PROCESSO DE INCLUSÃO DIGITAL: UM ESTUDO DE CASO
ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 A APRENDIZAGEM DO ALUNO NO PROCESSO DE INCLUSÃO DIGITAL: UM ESTUDO DE CASO Alexsandra Magne Rubino
A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA
A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA Tamara Nomura NOZAWA 1 Telma Lúcia Aglio GARCIA 2 Edmárcia Fidelis ROCHA
"UMA BOCA SAUDÁVEL NA IDADE ADULTA DEPENDE DOS CUIDADOS QUE FOREM MANTIDOS DESDE O BERÇO".O que é a Odontopediatria?
"UMA BOCA SAUDÁVEL NA IDADE ADULTA DEPENDE DOS CUIDADOS QUE FOREM MANTIDOS DESDE O BERÇO".O que é a Odontopediatria? A Odontopediatria é uma especialidade dentro da Medicina Dentária que oferece aos bebés,
O modelo lógico para um protocolo de atendimento à gestante. Gabriele dos Anjos e Isabel Rückert - FEE
O modelo lógico para um protocolo de atendimento à gestante Gabriele dos Anjos e Isabel Rückert - FEE Apresentar os resultados da elaboração do modelo lógico para uma política de saúde. Trata-se da iniciativa
PROJETO DE LEI 01-00453/2014 dos Vereadores Floriano Pesaro (PSDB), Andrea Matarazzo (PSDB), José Américo (PT) e Marta Costa (PSD)
Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo PROJETO DE LEI 01-00453/2014 dos Vereadores Floriano Pesaro (PSDB), Andrea Matarazzo (PSDB), José Américo (PT) e Marta Costa (PSD) Autores
MELHORIA DA INFRAESTRUTURA FÍSICA ESCOLAR
MELHORIA DA INFRAESTRUTURA FÍSICA ESCOLAR Este projeto visa investir na melhoria da infraestrutura escolar, por meio de construção, ampliação e reforma, bem como dotá-las com equipamentos e mobiliários
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO Considerando o objetivo de formação de docentes em que a atividade prática de prestação de serviços especializados é relevante à sociedade, torna-se necessário
O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA
O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA Bruna Tayane da Silva Lima; Eduardo Gomes Onofre 2 1 Universidade Estadual
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING (Extrato do Projeto Pedagógico)
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING (Extrato do Projeto Pedagógico) PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO São habilidades e competências gerais trabalhadas no projeto pedagógico: Visão Holística e Cultural:
ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)
13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE
JUNTA DE FREGUESIA DA UNIÃO DE FREGUESIAS DE SACAVÉM E PRIOR. Projeto Pedagógico e de Animação de Campos de Férias
JUNTA DE FREGUESIA DA UNIÃO DE FREGUESIAS DE SACAVÉM E PRIOR Projeto Pedagógico e de Animação de Campos de Férias ÍNDICE 2 Introdução Pág. 3 Princípios e Valores Pág. 3 Objetivos Gerais Pág. 4 Objetivos
PALAVRAS-CHAVE (Concepções de Ciência, Professores de Química, Educação Integrada)
CONCEPÇÕES SOBRE CIÊNCIA DOS PROFESSORES DE QUÍMICA DO ENSINO MÉDIO DO IFG CAMPUS GOIÂNIA: IMPLICAÇÕES PARA A FORMAÇÃO INTEGRADA. Layla Karoline Tito ALVES, Instituto de Química,[email protected].
PROFESSOR PEDAGOGO. ( ) Pedagogia Histórico-Crítica. ( ) Pedagogia Tecnicista. ( ) Pedagogia Tradicional. ( ) Pedagogia Nova.
PROFESSOR PEDAGOGO 41 - Identifique como V (verdadeira) ou F (falsa) as afirmativas abaixo, que tratam da atuação do professor pedagogo. ( ) Os professores pedagogos devem orientar, acompanhar e avaliar
PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2012.2
ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO (PSD-G) 2012.2 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional, que sejam capazes de transformar
INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM
INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM Andreza Magda da Silva Dantas Escola.E.E.M.Fc. Sá Cavalcante Paulista PB [email protected] Introdução Zelga Dantas de
Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006
Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE CAMPINAS OESTE Rua Candido Mota, 186 Fundação Casa Popular Campinas-SP
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE CAMPINAS OESTE Rua Candido Mota, 186 Fundação Casa Popular Campinas-SP 1. Identificação da Unidade Escolar PLANO DE GESTÃO (QUADRIÊNIO 2015-2018)
A VISÃO DE MEIO AMBIENTE DE ALUNOS DO SEGUNDO CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL: ANÁLISE DE DESENHOS
A VISÃO DE MEIO AMBIENTE DE ALUNOS DO SEGUNDO CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL: ANÁLISE DE DESENHOS Maria Carolina de Carvalho Luciana M. Lunardi Campos (orientadora) Departamento de Educação IBB -UNESP Rubião
Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento
Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas 14.1. Treinamento é investimento O subsistema de desenvolver pessoas é uma das áreas estratégicas do Gerenciamento de Pessoas, entretanto em algumas organizações
