AGRONEGÓCIO GESTÃO, INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE
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- Ângela de Paiva Miranda
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1 AGRONEGÓCIO GESTÃO, INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE agronegocio - miolo.indd 1
2 AGRONEGÓCIO GESTÃO, INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE Luís Fernando Soares Zuin Timóteo Ramos Queiroz (coords.) agronegocio - miolo.indd 3
3 SOBRE OS AUTORES LUÍS FERNANDO SOARES ZUIN (COORD.) Zootecnista formado pela Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp, campus de Jaboticabal), mestre em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Docente do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (USP). Possui projetos relacionados ao desenvolvimento de uma metodologia de comunicação dialógica que visa a auxiliar os processos de desenvolvimentos de novas tecnologias nos territórios rurais. Bolsista produtividade Nível II em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora pelo CNPq. TIMÓTEO RAMOS QUEIROZ (COORD.) Professor Doutor da Unesp, Administrador pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Mestre e Doutor em Engenharia de Produção pela UFSCar. Pesquisador do Centro de Pesquisa em Administração e Agronegócio (Cepeagro), membro do corpo editorial das revistas Custos Desafio (Campo Grande) e The International Journal of Productivity and Performance Management. Coordenador do livro Agronegócios: gestão e inovação. Pesquisador fomentado pela FAPESP, com experiência nas áreas de administração e agronegócios, gestão de redes e cadeias produtivas. ANDRÉA ROSSI SCALCO Possui graduação em Engenharia de Alimentos pela Unesp, mestrado e doutorado em Engenharia de Produção pela UFSCar. Atualmente é pesquisadora do Cepeagro e professora da pós-graduação em Agronegócio e Desenvolvimento da Unesp, campus 5 agronegocio - miolo.indd 5
4 AGRONEGÓCIO: GESTÃO, INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE Experimental de Tupã, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão da qualidade, coordenação de cadeias agroalimentares e estudos organizacionais. AUGUSTO HAUBER GAMEIRO Doutor e mestre em Economia Aplicada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq-USP). Engenheiro agrônomo pela Universidade Federal de Pelotas (UFPe). É Professor Doutor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP. Coordenador do Laboratório de Análises Socioeconômicas e Ciência Animal (LAE/FMVZ). CRISTIANE HENGLER CORRÊA BERNARDO Possui doutorado em Educação pela UFMS, mestrado em Comunicação Midiática pela Unesp, especialização em Comunicação e Marketing e graduação em Comunicação Social com habilitação em jornalismo pela PUC/Campinas (1990). Atualmente é coordenadora do curso de Administração e professora assistente Doutora da UNESP, campus de Tupã. Desenvolve projeto de pesquisa na área de comunicação rural, responsabilidade socioambiental e educação e trabalho. É membro dos grupos de pesquisa Cepeagro, Pesquisa em Gestão e Educação Ambiental (PGEA) e do grupo Educação, Trabalho e Formação Profissional. Vem atuando nos seguintes temas: educação, ensino-aprendizagem, assessoria de comunicação, comunicação rural, comunicação empresarial e media training. FABIANA CUNHA VIANA LEONELLI Docente da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (FZEA-USP), na área de ciências sociais, econômicas e de gestão aplicadas ao agronegócio. Possui graduação em Engenharia Agronômica pela ESALQ-USP, mestrado e doutorado em Engenharia de Produção pela UFSCar. Na área de pesquisa e extensão, atua principalmente nos seguintes temas: rastreabilidade, certificação de alimentos e coordenação de cadeias produtivas. FAUSTO MAKISHI Possui graduação em Engenharia de Alimentos pela USP e mestrado em Engenharia de Alimentos também pela USP. Atualmente é aluno regular do curso de doutorado em Engenharia de Alimentos na USP. É membro do núcleo de 6 agronegocio - miolo.indd 6
5 SOBRE OS AUTORES pesquisa Center for Organization Studies (CORS-USP), no qual desenvolve pesquisas na linha de cadeias de valor e transferência de conhecimento e tecnologia. Tem experiência na área de engenharia de alimentos, com ênfase em gestão estratégica, planejamento, projetos e instalações agroindustriais. GIULIANA APARECIDA SANTINI PIGATTO Professora assistente da Unesp, campus de Tupã, atuando na graduação e pósgraduação (em Agronegócio e Desenvolvimento). Possui graduação em Ciências Econômicas pela Unesp, mestrado e doutorado em Engenharia de Produção pela UFSCar. Pesquisadora do Cepeagro, com atuação em economia, ênfase em organização industrial e comércio internacional. GESSUIR PIGATTO Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), mestre e doutor em Engenharia de Produção pela UFSCar. Professor da Unesp/ Tupã, docente e orientador do Programa de Pós-Graduação em Agronegócio e Desenvolvimento e docente do curso de Administração na área de economia. Desenvolve pesquisas nas áreas de serviços, internacionalização, canais de distribuição e cadeias agroindustriais. Coordenador do Cepeagro. JOÃO GUILHERME DE CAMARGO FERRAZ MACHADO Doutor em Engenharia de Produção pela UFSCar. Professor da Unesp/Tupã, atuando no curso de Administração e no Programa de Pós-Graduação em Agronegócio e Desenvolvimento, como docente e orientador. Pesquisador do Cepeagro, desenvolvendo pesquisas nas seguintes áreas: gestão de empreendimentos rurais, gestão de sistemas agroindustriais e marketing estratégico. JOSÉ VICENTE CAIXETA FILHO Graduado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP, possui mestrado em Economics pela University of New England, doutorado em Engenharia de Transportes pela Escola Politécnica da USP e pós-doutoramento na Christian- Albrechts Universität zu Kiel. Professor Titular junto ao Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Esalq-USP. Coordenador do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (Esalq-LOG). 7 agronegocio - miolo.indd 7
6 AGRONEGÓCIO: GESTÃO, INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE JÚLIO OTÁVIO JARDIM BARCELLOS Professor associado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), atuando no Departamento de Zootecnia da Faculdade de Agronomia, na graduação e pós-graduação. Coordena o Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (Nespro). É médico veterinário, com especialização em Sistemas de Produção Animal no Instituto Agronômico Mediterrâneo de Zaragoza (IAMZ), mestrado e doutorado em Zootecnia pela UFRGS. Pesquisador Nível I do CNPq. JULIO CESAR PASCALE PALHARES Possui graduação em Zootecnia pela Unesp, mestrado em Agronomia (Energia na Agricultura) pela Unesp e doutorado em Ciências da Engenharia Ambiental pela USP. Atua com pesquisas nos seguintes temas: impacto ambiental das produções animais nos recursos hídricos, gestão hídrica de atividades pecuárias e indicadores de desempenho ambiental. É membro da diretoria da Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (Sbera). MATEUS J. R. PARANHOS DA COSTA Graduado em Zootecnia pela Universidade Unesp, possui mestrado em Zootecnia pela Unesp e doutorado em Psicobiologia pela USP. Atua como professor de Etologia e Bem-Estar Animal na Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp, campus de Jaboticabal. Coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Etologia e Ecologia Animal (ETCO). Pesquisador Nível II do CNPq. RENATO DIAS BAPTISTA Doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e Mestre em Comunicação pela Unesp. Atuou nos diferentes subsistemas de gestão de pessoas por meio de assessorias e consultorias e hoje é docente do curso de Administração da Unesp, campus de Tupã. Desenvolve pesquisas sobre os temas: comunicação, cultura e comportamento humano nas organizações. 8 agronegocio - miolo.indd 8
7 SOBRE OS AUTORES POLIANA BRUNO ZUIN Doutora e Mestre em Educação (PPGE) pela UFSCar, área de concentração em metodologia de ensino. Possui graduação em Pedagogia pela mesma instituição. É bolsista de pós-doutorado pela Capes no Departamento de Linguística (PPGL-UFSCar). É pesquisadora dos grupos de pesquisa Linguagem e Interação: o ensino à distância, Linguagem: teorias e práticas e Linguagens, Etnicidades e Estilos em Transição da UFSCar. Possui experiência na área de educação, com ênfase em processos de ensino-aprendizagem, atuando principalmente nos seguintes temas: processos de ensino-aprendizagem, formação de professores nas modalidades presencial e a distância, linguagem, alfabetização, letramento e formação de extensionistas rurais. ROBERTA MARA ZÜGE Possui graduação, mestrado e doutorado em Medicina Veterinária pela USP e especialização em Ética no Agronegócio pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e Universidade de Bolonha. Coordenou o projeto de elaboração da norma brasileira de certificação de leite (MAPA/Inmetro). Consultora na área de certificação de produtos agropecuários. Instrutora e auditora certificada Globalgap. Atua em diversas áreas; BPA, BEA, qualidade e segurança de alimentos, certificação e normalização, sistemas de produção integrada e gestão agropecuária. RUBENS NUNES Graduado em Filosofia pela USP e em Ciências Econômicas, pela mesma universidade. Mestre em Economia pela USP. Doutor em Economia pela USP. Atualmente é professor doutor da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP. Sua produção acadêmica concentra-se em temas de agronegócio, competitividade, defesa da concorrência, varejo de alimentos e supermercados. VIVIAN LARA DOS SANTOS SILVA Professora do Departamento de Engenharia de Alimentos da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP. Doutora e Mestre em Engenharia de Produção pela UFSCar, sendo formada em Engenharia de Produção Agroindustrial pela mesma instituição. Pós-doutorada em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP na área de Economia das Organizações. Membro do conselho deliberativo do Center for Organization Studies (CORS-USP). 9 agronegocio - miolo.indd 9
8 APRESENTAÇÃO Novos caminhos para uma produção agropecuária sustentável Como pensar uma cadeia produtiva agroindustrial que seja ambientalmente sustentável, socialmente responsável e que ainda apresente lucratividade para todos os seus atores? Certamente, o gestor contemporâneo defronta-se diariamente com essa questão, bem como com os seus incontáveis desdobramentos nas atividades que permeiam as suas rotinas de trabalho nas organizações, deixando-o em um contexto produtivo pouco confortável. Podemos somar esse fato à pressão cada vez maior dos consumidores para serem ofertados produtos e serviços com características socioambientais distintas dos modelos atuais de produção agropecuária. Quando olhamos esse cenário, começamos a visualizar um novo contexto produtivo, significativamente mais complexo do que aquele que vivenciávamos há apenas uma década. A complexidade parte do pressuposto da presença de uma infinidade de sentidos que as pessoas 1 atribuem aos produtos, processos e serviços sustentáveis e também socialmente responsáveis. Acreditamos que o primeiro passo para se desenvolver sistemas produtivos com essas características é instigar nos sujeitos, principalmente nos gestores do agronegócio, um olhar sistêmico, já que esse olhar que os sujeitos devem possuir somente é constituído por meio de uma postura dialógica. Pensar de forma sistêmica e dialógica envolve uma abordagem diferente para os fenômenos presentes nos atuais sistemas produtivos. Os olhares dos sujeitos não podem ser mais reducionistas, mas, sim, amplos, buscando as interconexões entre os mais variados elementos presentes nos territórios rurais. O objetivo do olhar sistêmico e dialógico em um primeiro momento é visualizar as interdependências e dinâmicas entre os vários elementos constitutivos do sistema da produção agropecuária. Esses elementos podem ser agrupados em três conjuntos, sendo: 2 1. Todos os sujeitos que compõem uma cadeia produtiva e os consumidores dos seus produtos. 2. Zuin, L. F. S.; Zuin, P. B. Comunicação dialógica na gestão ambiental: novos caminhos metodológicos para a extensão rural. In: Palhares, J. C. P.; Gebler, L. (Orgs.). Gestão ambiental na agropecuária V. II. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, p Darnhofer, I.; Gibbon, D; Dedieu, B. Farming systems research: an approach to inquiry. In: Darnhofer, I.; Gibbon, D; Dedieu, B. Farming systems research into the 21st century: the new dynamic. Dordrecht: Springer Science, agronegocio - miolo.indd 13
9 APRESENTAÇÃO observada a introdução de conceitos relacionados à gestão da qualidade dos produtos agroalimentares, expondo procedimentos e ferramentas que visam a garantir o consumo seguro desses produtos pelos consumidores. Desdobrando as informações contidas nesse capítulo, temos o próximo, intitulado Certificação e rastreabilidade no agronegócio, que trata de garantir a inocuidade dos alimentos, comunicar e relatar aos consumidores vários tipos de atributos que os produtos possuem. Outro aspecto importante para a condução e lucratividade do empreendimento agroindustrial é apresentado ao leitor no capítulo Gestão da cadeia de suprimentos, sendo descritos e analisados os caminhos pelos quais os produtos e serviços que compõem essa cadeia produtiva são ofertados aos consumidores. Para terminar essa parte, o leitor irá se deparar com um conjunto de assuntos relacionados à gestão de pessoas. Os gestores e funcionários pertencentes à cadeia produtiva do agronegócio são apresentados a um novo modelo de como gerenciar as suas competências nas rotinas produtivas das organizações agroindustriais. Na terceira parte, Inovação nos agronegócios, o leitor irá se deparar com um conjunto de capítulos que visam a dialogar com os fundamentos das políticas públicas voltadas para o desenvolvimento da tecnologia e inovação nos empreendimentos agroalimentares. O objetivo é discutir com o leitor os padrões tecnológicos existentes na cadeia produtiva agroindustrial, os quais apresentam em seu bojo um caráter sistêmico de inovação. Quando pensamos no caráter sistêmico da inovação nos territórios rurais, observamos que é fundamental conhecer profundamente os sujeitos, produção e bioma para o desenvolvimento de novos produtos e serviços nos empreendimentos pertencentes a essas localidades. Finalizando essa terceira parte, temos um capítulo sobre inovação que permeia o marketing para os serviços de alimentação, no qual é relatada a evolução do setor de serviços, de tecnologia e as mudanças no comportamento dos consumidores no que diz respeito ao consumo de alimentos fora de suas casas. Esse novo modo de se alimentar do consumidor apresenta impactos diários nos padrões dos alimentos que perpassam toda a cadeia produtiva do agronegócio. Na quarta parte do livro, é revelado aos leitores um conjunto de informações relacionadas à sustentabilidade e à responsabilidade social dos empreendimentos das organizações que compõem a cadeia produtiva do agronegócio. Para isso, são trabalhados nos últimos quatro capítulos a sustentabilidade na agropecuária brasileira, a responsabilidade socioambiental nos agronegócios, os processos de ensino-aprendizado relacionados à educação ambiental e, por fim, o aproveitamento de resíduos agroindustriais como oportunidade de geração de trabalho e renda. 15 agronegocio - miolo.indd 15
10 AGRONEGÓCIO: GESTÃO, INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE Agradecemos pelo apoio recebido dos órgãos de fomento à pesquisa para a elaboração dos capítulos 1, 2 e 3, sendo: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq-Brasil). Agradecemos a concessão ao Prof. Dr. Luís Fernando Soares Zuin de uma bolsa produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora. Esses conjuntos de investigações contribuíram para o desenvolvimento desses capítulos. As opiniões, hipóteses e conclusões ou recomendações expressas neste material são de responsabilidade dos autores e não necessariamente refletem a visão da FAPESP. Contamos ainda com a colaboração da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI/SP) e do Sindicato dos Produtores Rurais de Paragominas. Ficamos muito gratos a todos os extensionistas, empreendedores, produtores e funcionários pertencentes às organizações privadas e governamentais que compõem as cadeias produtivas do agronegócio, os quais foram entrevistados para as nossas pesquisas. Os seus relatos nos ajudaram a entender como se dão as mais diversas interações nos territórios rurais e urbanos. No mais, nós desejamos aos leitores e leitoras uma boa leitura! Luís Fernando Soares Zuin e Timóteo Ramos Queiroz C O O R D E N A D O R E S 16 agronegocio - miolo.indd 16
11 SUMÁRIO PARTE I. CONCEITOS INTRODUTÓRIOS 1. Gestão, inovação e sustentabilidade nos agronegócios Comunicação organizacional dialógica na contemporaneidade dos agronegócios Metodologia de diagnóstico dialógico para os aspectos socioeconômicos e ambientais nos territórios rurais Redes entre organizações nos agronegócios...61 PARTE II. GESTÃO NOS AGRONEGÓCIOS 5. Qualidade de serviços nos agronegócios Certificação e rastreabilidade no agronegócio Gestão da cadeia de suprimentos A gestão de pessoas em tempos de transição PARTE III. INOVAÇÃO NOS AGRONEGÓCIOS 9. Fundamentos das políticas públicas para a tecnologia e a inovação Inovação no agronegócio Desenvolvimento de produtos agroalimentares sustentáveis Inovação de marketing para serviços de alimentação PARTE IV. SUSTENTABILIDADEE RESPONSABILIDADE SOCIAL 13. Agropecuária brasileira: sustentabilidade que ainda virá? Comunicação e responsabilidade socioambiental nos agronegócios Educação ambiental: a dialogia como encaminhamento teórico e metodológico para uma produção rural sustentável Lixo extraordinário 1 : aproveitamento de resíduos agroindustriais como oportunidade de geração de trabalho e renda agronegocio - miolo.indd 17
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