Legislação Ambiental
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- Sabrina Gomes Coelho
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1 Legislação Ambiental Ação Civil Pública Agrotóxicos Poluição Mineração Crimes Ambientais Desapropriação Educação Ambiental Estações Ecológicas e Áreas de Proteção Ambiental Florestas Temas Infrações Adm. Ambientais Fundo Nacional de Meio Ambiente Pesca Política Agrícola Fauna Gerenciamento Costeiro Zoneamento industrial Política Nacional de Meio Ambiente Detergentes Águas Unidades de Conservação SNUC Leis, Decretos, Resoluções... 1
2 Legislação Ambiental Leis? Decretos? Portarias? Resoluções? 2
3 Legislação Ambiental - Hierarquia entre as leis: - Constituição - Leis - Decretos - Portarias/Resoluções NA AUSÊNCIA DE LEI AMBIENTAL ESPECÍFICA, NORMAS TÉCNICAS PODEM SUPRIR A LACUNA. Normas Jurídicas LEI: Preceito que deriva do poder legislativo DECRETO: Determinação escrita emanada do chefe do estado, governo ou de outra autoridade superior. Ordenação com força de lei e não feita no parlamento DECRETO-LEI: Decreto do chefe de governo instituindo uma lei que, em regime normal, só poderia ser emanada ou aprovada pelo parlamento RESOLUÇÃO: Ato ou efeito de resolver. Deliberação, decisão PORTARIA: Diploma ou julgamento oficial assinado por um ministro, em nome do chefe de estado. 3
4 Princípios Gerais do Direito Ambiental Princípio do direito à sadia qualidade de vida Princípio do acesso eqüitativo aos recursos naturais Princípios do usuário-pagador e poluidor-pagador Princípio da precaução Princípio da prevenção Princípio da reparação Princípio da participação Princípio da obrigatoriedade da intervenção do poder público Princípios Gerais do Direito Ambiental Princípios usuário-pagador e poluidor-pagador: o uso dos recursos naturais pode ser gratuito ou pago. Obriga o poluidor a pagar a poluição que pode ser causada ou que já foi causada Princípio da precaução: ação antecipada antes do risco ou perigo Princípio da reparação: o dano realizado ao meio ambiente deve ser devidamente reparado 4
5 Fonte: Departamento Nacional de Infra-Estrutura em Transportes (DNIT) Constituição Federal Art Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. 1.º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público: exigir, na forma da lei, para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente, estudo prévio de impacto ambiental, a que se dará publicidade; 2.º Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com solução técnica exigida pelo órgão público competente, na forma da lei. 3.º As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados. 5
6 Constituição Federal Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: VI Proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas VIII preservar as florestas, a fauna e a flora Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: VI florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção ao meio ambiente e controle da poluição Art. 30. Compete aos Municípios: I Legislar sobre assuntos de interesse local II Suplementar a legislação federal no que couber Constituição Federal Política Nacional de Meio Ambiente (PNMA) Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA) Conselho Nacional de Meio Ambiente (CNMA) Lei de Crimes Ambientais Política Nacional de Recursos Hídricos Constituição Estadual Política Estadual de Meio Ambiente Sistema Estadual de Licenciamento de Atividades Poluidoras Conselho Proteção Ambiental (COPAM) Lei Orgânica Municipal Política Ambiental do Município Sistema Municipal de Meio Ambiente Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM) 6
7 Política Nacional de Meio Ambiente Lei Federal 6938/81 Estabelece a Política Nacional de Meio Ambiente (PNMA) Constitui o Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA) Institui o Cadastro de Defesa Ambiental Poluidor Pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental. O poluidor está sujeito às penalidades previstas na Lei. 7
8 Política Nacional de Meio Ambiente Instrumentos: o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental; o zoneamento ambiental; a avaliação de impactos ambientais; o licenciamento e a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras; os incentivos à produção e instalação de equipamentos e a criação ou absorção de tecnologia, voltados para a melhoria da qualidade ambiental; a criação de reservas e estações ecológicas, áreas de proteção ambiental e as de relevante interesse ecológico, pelo Poder Público Federal, Estadual e Municipal; o sistema nacional de informações sobre o meio ambiente; o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental; as penalidades disciplinares ou compensatórias ao não cumprimento das medidas necessárias à preservação ou correção da degradação ambiental. Fonte: Departamento Nacional de Infra-Estrutura em Transportes (DNIT) 8
9 O Sistema Nacional de Meio Ambiente SUDEMA COPAM SMMA CONSELHO DE GOVERNO Órgão Superior CONAMA Órgão Consultivo e Deliberativo MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Órgão Central IBAMA + ICM Órgão Executor ENTIDADES ESTADUAIS Órgãos Seccionais ENTIDADES MUNICIPAIS Órgãos Locais Cada órgão tem sua função, como parte da estrutura geral! Órgão superior: Conselho de Governo - assessorar o Presidente da República na formulação da política nacional e nas diretrizes governamentais para o meio ambiente e os recursos ambientais. Órgão consultivo e deliberativo: Conselho Nacional do Meio Ambiente - assessorar, estudar e propor ao Conselho de Governo, diretrizes de políticas governamentais para o meio ambiente e os recursos naturais e deliberar, no âmbito de sua competência. Órgão central: Ministério do Meio Ambiente - formular, planejar, coordenar, supervisionar e controlar a política nacional e as diretrizes governamentais para o meio ambiente. Órgãos executores: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e Instituto Chico Mendes - executar e fazer executar as políticas e diretrizes governamentais definidas para o meio ambiente. Órgãos seccionais: os órgãos ou entidades da Administração Pública Federal direta ou indireta - proteção da qualidade ambiental ou as de disciplinamento do uso dos recursos ambientais. Órgãos locais: os órgãos ou entidades municipais, responsáveis pelo controle e fiscalização dessas atividades, nas suas respectivas jurisdições. 9
10 O CONAMA compõe-se de: I - Plenário; II - Câmara Especial Recursal; III - Comitê de Integração de Políticas Ambientais; IV - Câmaras Técnicas; V - Grupos de Trabalho; VI - Grupos Assessores. Composição CONAMA Governo Federal: Governos Estaduais: Governos Municipais: Rep. Sociedade Civil: Rep. Setor Empresarial: Membro honorário: Convidados: (sem direito a voto) Presidente (Ministra) e Sec. Executivo 10
11 Integram o Plenário do Conama I - o Ministro de Estado do Meio Ambiente, que o presidirá; II - o Secretário-Executivo do Ministério do Meio Ambiente, que será o seu Secretário-Executivo III - um representante do IBAMA e um do Instituto Chico Mendes IV - um representante da Agência Nacional de Águas-ANA; V - um representante de cada um dos Ministérios, das Secretarias da Presidência da República e dos Comandos Militares do Ministério da Defesa, indicados pelos respectivos titulares; VI - um representante de cada um dos Governos Estaduais e do Distrito Federal, indicados pelos respectivos governadores; VII - oito representantes dos Governos Municipais que possuam órgão ambiental estruturado e Conselho de Meio Ambiente com caráter deliberativo, sendo: um representante de cada região geográfica do País; um representante da Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente- ANAMMA; dois representantes de entidades municipalistas de âmbito nacional; VIII - vinte e um representantes de entidades de trabalhadores e da sociedade civil, sendo: a) dois representantes de entidades ambientalistas de cada uma das Regiões Geográficas do País; b) um representante de entidade ambientalista de âmbito nacional; c) três representantes de associações legalmente constituídas para a defesa dos recursos naturais e do combate à poluição, de livre escolha do Presidente da República; d) um representante de entidades profissionais, de âmbito nacional, com atuação na área ambiental e de saneamento, indicado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental-ABES; e) um representante de trabalhadores indicado pelas centrais sindicais e confederações de trabalhadores da área urbana (Central Única dos Trabalhadores- CUT, Força Sindical, Confederação Geral dos Trabalhadores-CGT, Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria-CNTI e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio-CNTC), escolhido em processo coordenado pela CNTI e CNTC; f) um representante de trabalhadores da área rural, indicado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura-CONTAG; g) um representante de populações tradicionais, escolhido em processo coordenado pelo Centro Nacional de Desenvolvimento Sustentável das Populações Tradicionais-CNPT/IBAMA; h) um representante da comunidade indígena indicado pelo Conselho de Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Brasil-CAPOIB; i) um representante da comunidade científica, indicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência-SBPC; j) um representante do Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares-CNCG; l) um representante da Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza- FBCN; IX - oito representantes de entidades empresariais; e X - um membro honorário indicado pelo Plenário. 1o Integram também o Plenário do CONAMA, na condição de Conselheiros Convidados, sem direito a voto: I - um representante do Ministério Público Federal; II - um representante dos Ministérios Públicos Estaduais, indicado pelo Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça; e III - um representante da Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias da Câmara dos Deputados. 11
12 Câmaras Técnicas CT Assuntos Internacionais CT Assuntos Jurídicos CT Atividades Minerárias, Energéticas e de Infraestrutura CT Biodiversidade, Fauna e Recursos Pesqueiros CT Controle e Qualidade Ambiental CT Economia e Meio Ambiente CT Educação Ambiental CT Florestas e Atividades Agrossilvopastoris CT Gestão Territorial e Biomas CT Saúde, Saneamento Ambiental e Gestão de Resíduos CT Unidades de Conservação e demais Áreas Protegidas Resoluções CONAMA Resolução CONAMA Nº 001/ "Dispõe sobre critérios básicos e diretrizes gerais para o Relatório de Impacto Ambiental - RIMA" Resolução CONAMA Nº 237/ "Dispõe sobre a revisão e complementação dos procedimentos e critérios utilizados para o licenciamento ambiental Resolução CONAMA Nº 396/ "Dispõe sobre a classificação e diretrizes ambientais para o enquadramento das águas subterrâneas e dá outras providências." 12
13 Resolução CONAMA 237/97 Licenciamento IBAMA: empreendimentos e atividades com significativo impacto ambiental de âmbito nacional ou regional ÓRGÃO AMBIENTAL ESTADUAL: localizados ou desenvolvidos em mais de um Município cujos impactos ambientais diretos ultrapassem os limites territoriais de um ou mais Municípios delegados pela União aos Estados ou ao Distrito Federal, por instrumento legal ou convênio ÓRGÃO AMBIENTAL MUNICIPAL: empreendimentos e atividades de impacto ambiental local e daquelas que lhe forem delegadas pelo Estado por instrumento legal ou convênio. Resolução CONAMA 237/97 Licenciamento Licença Prévia - LP Licença Instalação - LI Licença Operação LO Cada etapa depende da aprovação da etapa anterior 13
14 14
15 Crimes Ambientais: Lei 6905/98 Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências São imputáveis criminalmente não só o responsável direto pelo dano, como também outros agentes que, sabendo da conduta criminosa, se omitiram ao impedir a sua prática mesmo estando ao seu alcance evitá-la (diretor, o administrador, o membro de conselho e de órgão técnico, o auditor, o gerente, advogado, etc.) Crimes Ambientais: Lei 6905/98 Pessoas físicas: penas privativas de liberdade prisão ou reclusão penas restritivas de direitos - prestação de serviços à comunidade, interdição temporária de direitos, suspensão parcial ou total de atividades, prestação pecuniária e recolhimento domiciliar. Pessoas jurídicas: multa restritivas de direitos - suspensão parcial ou total de atividades; interdição temporária de estabelecimento, obra ou atividade; e proibição de contratar com o Poder Público, bem como dele obter subsídios, subvenções ou doações. 15
16 PENALIDADES - Lei 9605/98 Multa simples ou diária Pena de reclusão (três meses a 5 anos) Pena restritiva de direitos: Prestação de serviços à comunidade Interdição temporária de direitos Suspensão parcial ou total de atividades Prestação pecuniária Recolhimento domiciliar CONDIÇÕES ATENUANTES Baixo grau de instrução ou escolaridade Arrependimento do infrator, manifestado pela reparação ou limitação do dano Comunicação prévia do perigo iminente de degradação ambiental Colaboração com os agentes da vigilância e do controle ambiental 16
17 CONDIÇÕES AGRAVANTES Reincidência nos crimes ambientais Ter o agente cometido a infração: para obter vantagem coagindo outrem para execução da infração afetando ou expondo a perigo, de maneira grave, a saúde pública ou o meio ambiente em domingos ou feriados; à noite; atingindo UC ou áreas urbanas... Infrações Contribuir para a degradação dos corpos d água (queda na classificação oficial) Praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais Provocar incêndios em matas ou florestas Pichar edificação ou monumento urbano Dificultar a fiscalização do Poder Público... 17
18 INSTRUMENTOS DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE Direito de Petição Direito de Certidão Ação Civil / Pública Ação Popular Audiência Pública Licenciamento Ambiental EIA/RIMA DEFINIÇÕES PETIÇÃO: Todos podem solicitar, através de petição, informações sobre questões ambientais aos órgãos públicos CERTIDÃO: Para fundamentar sua ação no exercício do seu direito, todo cidadão pode pedir atestado de atuação dos órgãos públicos na defesa do meio ambiente 36 18
19 AÇÃO CIVIL PÚBLICA Regulamentada em 1985 pela Lei 7347, cuida de interesses difusos (Interesses que unem as pessoas não muito bem identificadas, p. ex., os usuários das águas de um rio) por iniciativa de associações civis representativas; também, a União, estados, municípios, empresas públicas e sociedades de economia mista, mas sempre pessoa jurídica. O Ministério Público, estará sempre presente, ou como autor ou co-autor da ação ou como fiscal da lei Serve para prevenir dano ambiental, apurar a responsabilidade, medir o valor do dano e determinar a recuperação do meio ambiente 37 AÇÃO POPULAR Novidade trazida pela Constituição de 1988, serve para pleitear a anulação ou a declaração de nulidade de atos lesivos ao patrimônio público e a responsabilização pessoal da autoridade. Pode ser iniciada por uma pessoa jurídica (associações e corporações) ou qualquer cidadão (para a Lei, o eleitor) 38 19
20 AUDIÊNCIA PÚBLICA Reunião aberta a todos, com representantes do Poder Público e da Comunidade para debater questões de interesse sobre o Meio Ambiente Qualquer associação tem o direito de requerer a realização de Audiência Pública para exposição de Estudos de Impacto Ambiental de determinado empreendimento 39 O MINISTÉRIO PÚBLICO É uma instituição (da União ou dos Estados) a quem cabe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais. Entre suas atribuições está a promoção do Inquérito Civil Administrativo e participação na Ação Civil Pública para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e outros interesses difusos e coletivos, e defender judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas
21 LICENCIAMENTO AMBIENTAL - procedimentos gerais Negociação com o órgão ambiental Equipe multidisciplinar elabora o EIA/RIMA Realização de Audiência Pública quando o órgão ambiental julgar necessário por solicitação do ministério público quando solicitado por um grupo de no mínimo 50 cidadãos Aprovação do órgão ambiental Política Nacional de Recursos Hídricos Lei 9433/97 Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos Cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGERH) Agência Nacional de Águas 21
22 PNRS Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. 22
23 Quem está sujeito? Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Geradores de resíduos sólidos (e, f, g, k) Estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços que gerem resíduos perigosos ou que gerem resíduos não perigosos, mas que não sejam equiparados aos resíduos domiciliares Empresas de construção civil... Conteúdo: Descrição da atividade, diagnóstico dos RS, explicitação dos responsáveis, procedimentos operacionais, ações preventivas e corretivas, metas, etc. Responsabilidade O poder público, o setor empresarial e a coletividade são responsáveis pela efetividade das ações voltadas para assegurar a observância da PNRS. Existe uma responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Inclui: fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e os titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos Objetiva: promover o aproveitamento e reduzir a geração de RS, incentivar a utilização de insumos de menor agressividade ao meio ambiente, etc. 23
24 Responsabilidade São obrigados a estruturar e montar um sistema de logística reversa, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de : Agrotóxicos (resíduos e embalagens) Pilhas e baterias Óleos lubrificantes (resíduos e embalagens) Lâmpadas fluorescentes Produtos eletroeletrônicos e seus componentes Os consumidores deverão efetuar a devolução após o uso aos comerciantes ou distribuidores. E esses deverão efetuar a devolução dos produtos e embalagens aos fabricantes ou aos importadores dos produtos e embalagens. Lei 9433/97 A Política Nacional de Recursos Hídricos baseia-se nos seguintes fundamentos: I - a água é um bem de domínio público; II - a água é um recurso natural limitado, dotado de valor econômico; III - em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano e a dessedentação de animais; IX - a gestão dos recursos hídricos deve sempre proporcionar o uso múltiplo das águas; IV - a bacia hidrográfica e a unidade territorial para implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e atuação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos; VI - a gestão dos recursos hídricos deve ser descentralizada e contar com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades. 24
25 Art. 5º São instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos: I - os Planos de Recursos Hídricos; II - o enquadramento dos corpos de água em classes, segundo os usos preponderantes da água, III - a outorga dos direitos de uso de recursos hídricos; IV - a cobrança pelo uso de recursos hídricos; V - a compensação a municípios; (vetado) VI - o Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos. Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos tem os seguintes objetivos: I - coordenar a gestão integrada das águas; II - arbitrar administrativamente os conflitos relacionados com os recursos hídricos; III - implementar a Política Nacional de Recursos Hídricos; IV - planejar, regular e controlar o uso, a preservação e a recuperação dos recursos hídricos; V - promover a cobrança pelo uso de recursos hídricos. 25
26 SINGERH Conselho Nacional de Recursos Hídricos Agência Nacional de Águas Conselhos de Recursos Hídricos dos Estados e do Distrito Federal Comitês de Bacia Hidrográfica Órgãos dos poderes públicos federal, estadual, do Distrito Federal e municípios cujas competências se relacionem com a gestão de recursos hídricos O Conselho Nacional de Recursos Hídricos é composto por: I - representantes dos Ministérios e Secretarias da Presidência da República com atuação no gerenciamento ou no uso de recursos hídricos; II - representantes indicados pelos Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos; III - representantes dos usuários dos recursos hídricos; IV - representantes das organizações civis de recursos hídricos. Parágrafo único. O número de representantes do Poder Executivo Federal não poderá ceder à metade mais um do total dos membros do Conselho Nacional de Recursos Hídricos. 26
27 Os Comitês de Bacia Hidrográfica são compostos por representantes: I - da União; II - dos Estados e do Distrito Federal cujos territórios se situem, ainda que parcialmente, em suas respectivas áreas de atuação; III - dos Municípios situados, no todo ou em parte, em sua área de atuação; IV - dos usuários das águas de sua área de atuação; V - das entidades civis de recursos hídricos com atuação comprovada na bacia. 27
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