Porquê respeitar a diversidade?
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- Brian Canário Monteiro
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1 32 Pró Inclusão ANDEE NOTÍCIAS Janeiro de 2012 (1ª Quinzena) ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DOCENTES DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Quinta da Arreinela de Cima, Almada TLM: [email protected] Site: Porquê respeitar a diversidade? Não há nada melhor para sabermos se as nossas ideias são claras do que tentar transmiti-las e explicá-las a alguém que esteja fora do contexto em que habitualmente elas circulam. Há muito que costumo dizer aos meus estudantes de investigação que o tema que se procura investigar só está maduro quando o conseguirmos explicar a uma criança de dez anos. Vem isto a propósito de uma pessoa conhecida que, quando lhe explicava o meu interesse pela educação inclusiva, me disse um pouco espantado: Mas eu pensava que o papel da escola era reduzir a diversidade em lugar de a respeitar!. Tentei argumentar que não: a ideia era que a escola reconhecesse as diferenças entre os alunos diferenças de maturidade, de forma de aprender, de culturas familiares e comunitárias, etc. não para acabar com as diferenças mas para, respeitando-as, contribuir para formar cidadãos mais competentes. Este episódio convidou-me a refletir sobre este assunto do respeito pela diversidade. E desta minha reflexão compartilho três aspetos: 1. Qualquer pessoa (isto inclui obviamente as crianças ) tem uma representação sobre o mundo. Esta representação pode ser influenciada por muitos factores: o conhecimento, as emoções, a socialização, a experiência, etc. As representações são por natureza pessoais e extremamente diversas. A questão é: esta diversidade de representações é um erro? Há uma certa e outras erradas? Eu diria que em situações muito estritas (p. ex. a teoria heliocêntrica) há uma verdade aceite que se impõe a representações erradas. Mas isto só em situações muito restritas. A criança desenvolve representações únicas e estas representações estão sempre certas em função das variáveis que ela sente, conhece, experimenta, etc. Respeitar esta diversidade de representações é essencial para desenvolver projectos de aprendizagem bem sucedidos. 2. Se todos são diferentes todos têm que ser ensinados diferentemente? Claro que não. Pensar que a diferença na aprendizagem implica uma inconciliável diferença no ensino conduz-nos a um impasse irresolúvel: não é possível aprender em grupo. Os grupos humanos (tais como uma classe) sendo diferentes, podem (e devem) aprender conjuntamente. Sempre conjuntamente e sempre em grande grupo? Isso não: precisamos
2 para respeitar a diversidade de proporcionar aos nossos alunos oportunidades de aprendizagem diversas: teóricas, práticas, verbais. não-verbais, experienciais, de observação, em pares, em pequeno grupo, em grupo de projecto em grupo de nível, etc. etc. Ensinar alunos diversos sempre da mesma maneira é um absurdo 3. A diversidade tem a ver com o respeito pelos outros. Pensar que quem não pensar de uma certa maneira pensa necessariamente mal é uma falta de respeito pelos outros (isto inclui obviamente as crianças). Respeitar os outros é procurar entender (entender mesmo) porque pensam de uma certa forma, entender quais os valores que estão subjacentes a atitudes, a (in)seguranças, a valores... Ter respeito pela diversidade não significa tomar como certo o bom tudo o que a diversidade nos traz. A ignorância, muitas tradições, a ordem social, o fundamentalismo e tantos outros factores constituem verdadeiros obstáculos à diversidade. Ao fim e ao cabo, quem precisa de respeito não é a diversidade: são os percursos de cada pessoa (isto inclui obviamente as crianças) e, para respeitarmos os outros, nada melhor que assumirmos uma atitude de humildade perante as certezas que temos. Essas certezas são certamente úteis para organizarmos a nossa vida mas são certamente bem menos úteis para ajudar os outros a organizarem a vida deles. David Rodrigues Presidente da Pró-Inclusão ANDEE Notícias da ANDEE Foram eleitos no passado dia 17 de Dezembro os órgãos sociais da Pró-Inclusão: ANDEE para o triénio 2011/2014. No próximo dia 19 de Janeiro irá realizar-se a Tomada de Posse dos seguintes corpos sociais: ASSEMBLEIA-GERAL Presidente: Joaquim Colôa Dias (Sócio nº. 17) Vice-Presidente: Humberto Cecílio Pereira Viegas (Sócio nº 8) Secretário: Ana Maria Lopes Reis Ferreira (Sócio nº 21) DIRECÇÃO Presidente: David António Rodrigues (Sócio nº. 1) Vice-Presidente: Fátima Maria Pereira Craveirinha (Sócio nº. 2)
3 Tesoureiro: Elvira Cristina de Oliveira Marques da Silva (Sócio nº. 3) Secretário: Jorge Humberto Berardo Nogueira (Sócio nº. 4) Secretário: Ana Rosa Duarte Pires da Trindade (Sócio nº. 5) Vogal: Isabel Fernandes Lopes (Sócio nº. 6) Vogal: Maria Leonor Flauzino de Brito (Sócio nº. 16) CONSELHO FISCAL Presidente: António Vieira Ferreira (Sócio nº. 11) Vogal: Alcinda Margarida Casimiro de Almeida (Sócio nº. 14) Vogal: Nelson David Ferreira Santos (Sócio nº 191).O Centro de Formação PIN-ANDEE foi acreditado em 2011 com o registo nº CCPFC/ENT-AP- 0312/11, com a intenção de contribuir para a promoção da formação contínua de todos os profissionais da educação, que se dedicam ao desenvolvimento da Educação inclusiva. É constituído pela Diretora do CF Isabel Lopes e pela Comissão Pedagógica: Luzia Lima, Joaquim Colôa, Fátima Craveirinha, Ana Ferreira, Helena Neves e Nelson Santos. A Comissão Pedagógica concebeu um Plano de Formação para 2012 que foi proposto para acreditação ao Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua de Braga (CCPFC), pelo que se aguarda a aprovação do mesmo. A formação será custeada pelos próprios formandos a baixo custo para associados. Plano de Formação (até Junho de 2012) o Dificuldade de Aprendizagem Específicas: Dislexia, Disortografia e Discalculia. Formador: Jorge Humberto o Aprendizagem Ativa (na Educação Especial): Agir, Construir para Aprender! Formadora: Ana Rosa Trindade o Tecnologias de Informação e Comunicação para os Alunos com Necessidades Educativas Especiais. Formador: Jorge Humberto o Tudo o que a Inclusão pode Conter: dos Conceitos às Práticas. Formadora: Elvira Silva o Adequação do Processo Ensino Aprendizagem aos alunos com Necessidades Educativas Especiais Formadora Ana Ferreira o Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde: Construção de Critérios e instrumentos de Medidas para a Elegibilidade de Crianças para Apoios de Educação Especial
4 Formadora: Alcinda Almeida A Pró-Inclusão: ANDEE pretende ainda dar sequência aos Ciclos de Sábados Falando Com Quem Faz com o objetivo de continuar a contribuir para a divulgação e disseminação das práticas pedagógicas, das reflexões e dos trabalhos desenvolvidos em prol de uma Educação Inclusiva. Este Ciclo de Sábados terá início no mês de Fevereiro e será gratuito para os associados. Na próxima newsletter serão divulgados os respectivos temas. SUGESTÃO DE LEITURA Em busca de indicadores de Educação Inclusiva. A voz dos professores de apoio sobre o que pensam, o que fazem e o que gostariam de fazer. Isabel Sanches Se entendermos que a construção da cidadania se faz na dialéctica entre igualdade e a diferença temos direito a ser iguais quando a diferença nos inferioriza, quando a igualdade nos descaracteriza também a escola (tendencialmente) para todos, frequentada por crianças e jovens provenientes de todos os contextos sociais e culturais, precisa de encontrar os meios e as estratégias de valorização dos percursos e das experiências de vida dos alunos, abandonado. O livro de Isabel Rodrigues Sanches das Edições Universitárias Lusófonas Em busca de Indicadores de Educação Inclusiva. A voz dos professores de apoio sobre o que pensam, o que fazem e o que gostariam de fazer com prefácio do Prof. Drº António Teodoro, tem como base a tese de doutoramento apresentada pela autora na Universidade Lumière Lyon 2, e constitui um importante contributo para o debate sobre as politicas e as práticas de educação inclusiva no nosso país. Assenta numa vasta revisão de literatura sobre o percurso da passagem da integração escolar à educação inclusiva e na interrogação de práticas docentes. Notícias dos OUTROS Porto tem Livros Falados para Deficientes Visuais Está disponível no Porto uma Biblioteca Sonora Digital, com um repositório eletrónico, acessível online, de livros falados ou áudio livros.
5 Os livros são produzidos e disponibilizados pela Biblioteca Sonora, parte integrante da Biblioteca Pública Municipal da cidade invicta, e o acesso a eles é totalmente gratuito, embora seja restrito a invisuais e amblíopes, nos termos da lei. O projeto promovido pelo Pelouro do Conhecimento e Coesão Social do município, conta já com algumas de obras em suporte digital. Porém, a Biblioteca Sonora é atualizada semanalmente e, até Março de 2012, estima-se que possam ser disponibilizados cerca de 500 títulos, o que corresponde a um total de mais de horas de gravação. Para mais informações aceder a: Formação da Associação Portuguesa de Psicomotricidade A Associação portuguesa de Psicomotricidade (APP) irá promover a partir do mês de Fevereiro as seguintes Formações: o Formação no âmbito da Psicomotricidade no Período Pré-Escolar; o Formação no âmbito da Psicomotricidade na Saúde Mental do Adulto e do Idoso; As inscrições decorrem até ao dia 27 de Janeiro. Para mais informações contactar: APP - Tel [email protected] - Para que a PIN-ANDEE possa crescer na sua representatividade, acções e actividades necessitamos da sua participação. ASSOCIE-SE! Ser associado da Pró-Inclusão: Associação Nacional de Docentes de Educação Especial (PIN-ANDEE) só tem vantagens. O pagamento da quota anual (35 - não chega a ser 10 cêntimos por dia) engloba o envio quinzenal da newsletter, a entrega duas vezes por ano da revista Educação Inclusiva, a gratuitidade ou redução na inscrição nas várias iniciativas levadas a cabo pela associação ou em parceria com outras instituições. REGULARIZE AS SUAS QUOTAS! www. proinclusao.com.sapo.pt [email protected]
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