Projeto de Algoritmos por Indução
|
|
|
- Armando Correia
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Projeto de Algoritmos por Indução Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
2 Este material é preparado usando como referência o texto do seguinte livro. Udi Manber. Introduction to Algorithms: a creative approach., 1st ed., Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
3 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Um subgrafo H de um grafo G é um grafo constituído por: um subconjunto dos vértices de G, V (H) V (G), o conjunto de todas as arestas de G que conectam vértices do conjunto V (H). Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
4 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k G H Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
5 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k G H Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
6 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k G H Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
7 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k O grau de um vértice é o número de arestas incidentes no mesmo. O menor grau de um grafo G é denotado por δ(g). No exemplo, δ(g) = 2 e δ(h) = 1. G H Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
8 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Suponha que você está organizando uma conferência. Você tem um lista de pessoas que quer convidar. Você acredita que as pessoas aceitarão o convite se houver muitas outras pessoas com quem possam trocar ideias. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
9 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Para cada cientista, você colocou abaixo do nome dele outros cientistas convidados com quem ele possivelmente gostaria de interagir. Você quer convidar o maior número possível de cientistas da sua lista. Mas também quer garantir que cada convidado terá pelo menos k colegas na conferência com quem ele gostaria de trocar ideias. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
10 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Modelando o problema como um grafo: Problema Dado um grafo não-orientado G e um inteiro k, encontrar um subgrafo induzido de tamanho máximo tal que δ(h) k ou concluir que tal subgrafo não existe. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
11 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Sabemos resolver o problema para um grafo com número de vértices no máximo k? sim! não existe subrafo H com δ(h) = k. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
12 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Sabemos resolver o problema para um grafo com número de vértices no máximo k? Sim! não existe subrafo H com δ(h) = k. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
13 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Se o grafo tiver k + 1 vértices, sabemos resolver? H só existe se G é um grafo completo, ou seja, todos os seus vértices tem grau k. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
14 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Se o grafo tiver k + 1 vértices, sabemos resolver? H só existe se G é um grafo completo, ou seja, todos os seus vértices tem grau k. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
15 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Suponha que sabemos resolver o problema para um grafo que tenha até n vértices. Podemos usar essa solução para um grafo que tenha n + 1 vértices? Podemos remover um dos vértices desse grafo, resolver e depois ver como o vértice removido impacta na solução. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
16 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Suponha que sabemos resolver o problema para um grafo que tenha até n vértices. Podemos usar essa solução para um grafo que tenha n + 1 vértices? Podemos remover um dos vértices desse grafo, resolver e depois ver como o vértice removido impacta na solução. Pergunta: Qual vértice remover? Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
17 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Se estamos procurando um subgrafo em que todos os vértices tem grau pelo menos k, então vértices com grau menor que k não podem estar em H. Remova um vértice com grau menor que k. E se todos os vértices tem grau maior que k? Então G H. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
18 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Se estamos procurando um subgrafo em que todos os vértices tem grau pelo menos k, então vértices com grau menor que k não podem estar em H. Remova um vértice com grau menor que k. E se todos os vértices tem grau maior que k? Então G H. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
19 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Se existe vértice com grau menor que k, remova um desses vértices. A remoção de um vértice e suas arestas pode diminuir o grau de outros vértices. Se um vértice car com grau menor que k, ele terá que ser removido. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
20 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k Em que ordem devemos remover os vértices? Primeiro os que já tinham grau menor que k e depois os que tiveram o grau reduzido na ordem em que são afetados? (busca em largura) Primeiro um vértice com grau menor que k e depois os afetados por ele (busca em profundidade)? O grafo resultante tem tamanho máximo? Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
21 Encontrar H: um subgrafo induzido maximal com δ(h) = k A remoção dos vértices com grau menor que k é obrigatória para a construção de H. Então, tanto faz a ordem em que eles são removidos. Quando a eliminação obrigatória de um vértice v causa a redução do grau de um outro vértice w, fazendo com que w tenha que ser eliminado, vê-se que não há escolha, a eliminação de w é obrigatória, vai acontecer em qualquer subgrafo H escolhido. Como apenas vértices cuja eliminação é obrigatória são retirados, o grafo resultante é máximo. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
22 Problema da Celebridade Em um conjunto com n pessoas, uma celebridade é uma pessoa conhecida por todos e que não conhece ninguém. Problema Identicar a celebridade, se existir, em um conjunto de n pessoas, fazendo somente perguntas no formato: "Desculpe-me, você conhece aquela pessoa ali?" Assumindo que todas as respostas são verdadeiras e que mesmo a celebridade vai responder. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
23 Problema da Celebridade O objetivo é minimizar o número de perguntas. Como existem n pessoas, no pior caso teremos que fazer a pergunta n(n 1) 2 vezes. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
24 Problema da Celebridade Formulando o problema como um grafo: Considere um grafo orientado onde: as pessoas são vértices, se a pessoa A conhece B, então existe uma aresta orientada de A para B. A celebridade é uma fonte (um vértice onde chegam arestas e de onde não saem arestas). Observação: Note que se existir celebridade, ela é a única do conjunto. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
25 Problema da Celebridade Então a entrada do problema pode ser uma matriz de adjacências n n, onde a célula M[i][j] = 1 se a pessoa i conhece a pessoa j; caso contrário, M[i][j] = 0. Problema Dada uma matriz de adjacências, determinar se existe um i tal que todas as células da coluna i são iguais a 1 e todas as células da linha i são iguais a 0, exceto M[i][i]. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
26 Problema da Celebridade Base: Considere um conjunto com duas pessoas. Sabemos vericar se uma delas é uma celebridade? Se M[A][B] = 0 e M[B][A] = 1, A é celebridade. Se M[B][A] = 0 e M[A][B] = 1, B é celebridade. Nos demais casos, não há celebridade. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
27 Problema da Celebridade Base: Considere um conjunto com duas pessoas. Sabemos vericar se uma delas é uma celebridade? Se M[A][B] = 0 e M[B][A] = 1, A é celebridade. Se M[B][A] = 0 e M[A][B] = 1, B é celebridade. Nos demais casos, não há celebridade. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
28 Problema da Celebridade Considere, por indução, que sabemos resolver para n pessoas. Pergunta: sabemos resolver em um conjunto com n + 1 pessoas? Separe uma pessoa do conjunto. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
29 Problema da Celebridade Considere, por indução, que sabemos resolver para n pessoas. Pergunta: sabemos resolver em um conjunto com n + 1 pessoas? Separe uma pessoa do conjunto. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
30 Problema da Celebridade Há três casos: 1 A celebridade é uma das pessoas do conjunto com n pessoas. 2 A celebridade é a pessoa que foi separada. 3 Não há celebridade. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
31 Problema da Celebridade Caso 1: A celebridade é uma das pessoas do conjunto com n pessoas. Então basta vericar: a se a pessoa separada também conhece a celebridade e b se a celebridade não conhece a pessoa separada do conjunto. Se as duas respostas são sim, então a celebridade do conjunto de n pessoas é uma celebridade no conjunto de n + 1 pessoas. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
32 Problema da Celebridade Caso 2: A celebridade é a pessoa que foi separada. Para determinar que essa pessoa não conhece ninguém e que todos a conhecem, são necessárias 2(n 1) perguntas. Se usarmos essa quantidade de perguntas em cada passo da indução, vamos ter uma número de perguntas O(n 2 ). Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
33 Problema da Celebridade É difícil identicar uma celebridade. É mais fácil identicar quem não é celebridade. Então podemos identicar quem não é celebridade e remover essa pessoa do conjunto de n + 1 pessoas! Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
34 Problema da Celebridade Considere duas pessoas quaisquer do conjunto de n + 1 pessoas: Alice e Bob. Ao perguntarmos para Alice se ela conhece Bob, há duas possibilidades: Se sim: então Alice não é celebridade. Removemos Alice do conjunto. Se não: então Bob não é celebridade: removemos Bob do conjunto. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
35 Problema da Celebridade Há três casos: 1 A celebridade é uma das pessoas do conjunto com n pessoas. 2 A celebridade é a pessoa que foi separada. 3 Não há celebridade. Se eliminarmos a pessoa certa, o caso 2 não ocorre. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
36 Problema da Celebridade Caso 3: Se não há celebridade. Se não há celebridade no conjunto com n pessoas, então não há celebridade, pois a pessoa separada dos demais não é celebridade. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
37 Problema da Celebridade Voltando ao caso 1: A celebridade é uma das pessoas do conjunto com n pessoas. Então basta vericar: a) se a pessoa separada também conhece a celebridade e b) se a celebridade não conhece a pessoa separada do conjunto. Se as duas respostas são sim, então a celebridade do conjunto de n pessoas é uma celebridade no conjunto de n + 1 pessoas. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
38 Problema da Celebridade Implementação da solução: Primeira fase: eliminar todos os candidatos exceto 1. Segunda fase: vericar se esse candidato é de fato uma celebridade. Considere que os candidatos estão em uma pilha, pegue dois deles. Verique com uma pergunta qual dos dois não pode ser celebridade e remova-o. Pegue outro candidato da pilha para comparar com o que sobrou e repita o processo. Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
39 Problema da Celebridade Implementação da solução: Quando restar apenas um candidato, basta vericar se ele é mesmo uma celebridade: faça 2(n 1) perguntas para saber se todos o conhecem e se ele conhece todos. Total de perguntas: 3(n 1) O(n). Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
40 Referências U. MAMBER, Introduction to Algorithms: a Creative Approach, Addison Wesley, 1st ed., Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Projeto de Algoritmos por Indução junho / 40
Projeto de Algoritmos por Divisão e Conquista
Projeto de Algoritmos por Divisão e Conquista Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho - 2018 Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Divisão e Conquista junho - 2018 1 / 70 Este material é preparado
Indução Matemática. Profa. Sheila Morais de Almeida. junho DAINF-UTFPR-PG
Indução Matemática Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho - 2018 Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Indução Matemática junho - 2018 1 / 38 Este material é preparado usando como referências os
Teoria dos Grafos. Teoria dos Grafos. Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG. agosto
Teoria dos Grafos Introdução Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG agosto - 2017 O que é Grafo? Definição formal Um grafo G = (V (G), E(G)) é uma estrutura matemática que consiste de dois conjuntos:
Introdução à Teoria dos Grafos
Introdução à Teoria dos Grafos Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho - 2018 Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Introdução à Teoria dos Grafos junho - 2018 1 / 38 Este material é preparado usando
Complexidade de Tempo e Espaço
Complexidade de Tempo e Espaço Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho - 2018 Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Complexidade de Tempo e Espaço junho - 2018 1 / 43 Este material é preparado usando
Teoria dos Grafos Aula 1 - Introdução
Teoria dos Grafos Aula 1 - Introdução Profa. Sheila Morais de Almeida Mayara Omai Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Ponta Grossa 2018 Sheila Almeida e Mayara Omai (UTFPR-PG) Teoria dos Grafos
Relações de Recorrência
Relações de Recorrência Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho - 2018 Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Relações de Recorrência junho - 2018 1 / 102 Este material é preparado usando como referências
Teoria dos Grafos Aula 6
Teoria dos Grafos Aula 6 Aula passada Busca em grafos Busca em largura (BFS Breadth First Search) Propriedades Aula de hoje BFS implementação Complexidade Busca em profundidade (DFS) Conectividade, componentes
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo. Capítulo 16: Grafos Planares. Departamento de Matemática Aplicada
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada Capítulo 16: Grafos Planares Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro. Teoria do
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo. Capítulo 5: Grafos Conexos. Departamento de Matemática Aplicada
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada Capítulo 5: Grafos Conexos Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro. Teoria do Grafos,
Invariantes de Laço. Profa. Sheila Morais de Almeida. junho DAINF-UTFPR-PG
Invariantes de Laço Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho - 2018 Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Invariantes de Laço junho - 2018 1 / 28 Este material é preparado usando como referências
Gabriel Coutinho DCC035 - Pesquisa Operacional Lista 6
Lista 6 Exercício. O objetivo deste exercício é modelar o problema de emparelhamento em um grafo bipartido como um problema de fluxo, e verificar que o Teorema de Konig é essencialmente o Teorema de Fluxo
CONCEITOS BÁSICOS EM GRAFOS
Um grafo (simples) G é formado por um conjunto de vértices, denotado por V(G), e um conjunto de arestas, denotado por E(G). Cada aresta é um par (não ordenado) de vértices distintos. Se xy é uma aresta,
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo. Departamento de Matemática Aplicada
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada Capítulo 14: Conjuntos de Corte e Conectividade Preparado a partir do texto: Rangel,
Estruturas de Dados Grafos
Estruturas de Dados Grafos Prof. Eduardo Alchieri (introdução) Grafo é um conjunto de pontos e linhas que conectam vários pontos Formalmente, um grafo G(V,A) é definido pelo par de conjuntos V e A, onde:
Árvores Árvores Geradoras de Custo Mínimo 0/16
Conteúdo 1 Árvores 2 Árvores Geradoras de Custo Mínimo Árvores Árvores Geradoras de Custo Mínimo 0/16 Árvores Definição (Grafo Acíclico) Um grafo acíclico é um grafo que não contém ciclos. Árvores Árvores
Fábio Protti - UFF Loana T. Nogueira - UFF Sulamita Klein UFRJ
Fábio Protti - UFF Loana T. Nogueira - UFF Sulamita Klein UFRJ Suponha que temos um grupo de pessoas (funcionário de uma empresa) que serão submetidos a um treinamento. Queremos identificar os grupos de
Teoria dos Grafos AULA 3
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected] AULA 3 Trajetos, Caminhos, Circuitos, Grafos Conexos Preparado
Algoritmos e Estruturas de Dados II
Algoritmos e Estruturas de Dados II Organização Revisão (DFS) Exemplo de Execução (DFS) Grafos V: e Ricardo J. G. B. Campello Parte deste material é baseado em adaptações e extensões de slides disponíveis
Otimização em Grafos
Otimização em Grafos Luidi G. Simonetti PESC/COPPE 2017 Luidi Simonetti (PESC) EEL857 2017 1 / 33 Definição do Problema Dado: um grafo ponderado G = (V, E), orientado ou não, onde d : E R + define as distâncias
Teoria dos Grafos. Grafos Planares
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected], [email protected] Grafos Planares
Teoria dos Grafos. Edson Prestes
Edson Prestes Grafos Enumeração de Passeios/Caminhos O processo associado à enumeração de caminhos de um grafo/dígrafo é semelhante ao processo de contagem com a diferença de que usaremos uma matriz de
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo. Departamento de Matemática Aplicada
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada Capítulo 18: Coloração de Arestas Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro. Teoria
Algoritmos em Grafos
Algoritmos em Grafos Baseado em: The Algorithm Design Manual Steven S. Skiena IF64C Estruturas de Dados 2 Engenharia da Computação Prof. João Alberto Fabro - Slide 1/42 Introdução (1) Um grafo G=(V,E)
Teoria dos Grafos. Edson Prestes
Edson Prestes Introdução Representação Mostre que todo passeio de u até v contém um caminho de u até v. Considere um passeio de comprimento l de u até v. Se l = 0 então temos um passeio sem nenhuma aresta.
Teorema 1 - Todo corte de arestas de um grafo conexo G contém pelo menos uma aresta em comum com qualquer árvore geradora de G. Exemplo 2 - Seja T:
12 - Conjuntos de Corte o estudarmos árvores geradoras, nós estávamos interessados em um tipo especial de subgrafo de um grafo conexo: um subgrafo que mantivesse todos os vértices do grafo interligados.
Introdução à Teoria dos Grafos. Isomorfismo
Isomorfismo Um isomorfismo entre dois grafos G e H é uma bijeção f : V (G) V (H) tal que dois vértices v e w são adjacentes em G, se e somente se, f (v) e f (w) são adjacentes em H. Os grafos G e H são
Algoritmos e Estrutura de Dados. Aula 01 Apresentação da Disciplina e Introdução aos Algoritmos Prof. Tiago A. E. Ferreira
Algoritmos e Estrutura de Dados Aula 01 Apresentação da Disciplina e Introdução aos Algoritmos Prof. Tiago A. E. Ferreira Ementa e Objetivos Ementa: Análise de Algoritmos: Notação O e Análise Assintótica.
Pesquisa Operacional
Pesquisa Operacional Teoria da Dualidade Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG outubro - 2015 Problema Dual Cada problema de Programa de Programação Linear está associado a um outro problema de
Teoria dos Grafos. Fluxo Máximo em Redes
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected], [email protected] Fluxo Máximo
Matemática Combinatória Gabarito Lista 7 Artur Souza, Bruno Leite e Marcos Castro
Matemática Combinatória Gabarito Lista 7 Artur Souza, Bruno Leite e Marcos Castro Questão 1 Sejam as pessoas representadas por nós e as relações de amizade por arestas. Utilizando o Princípio das Gavetas:
Teoria dos Grafos. Edson Prestes
Edson Prestes Referências P. O. Boaventura Netto, Grafos: Teoria, Modelos e Algoritmos, São Paulo, E. Blucher 2001; R. J. Trudeau, Introduction to Graph Theory, New York, Dover Publications, 1993; Kaufmann,
Coloração total distinta na vizinhança em grafos 4-partidos completos
https://eventos.utfpr.edu.br//sicite/sicite2017/index Coloração total distinta na vizinhança em grafos 4-partidos completos RESUMO Matheus Scaketti [email protected] Universidade Tecnológica Federal
CI065 CI755 Algoritmos e Teoria dos Grafos
CI065 CI755 Algoritmos e Teoria dos Grafos Exercícios 11 de outubro de 2017 1 Fundamentos 1. Seja S = {S 1,..., S n } uma família de conjuntos. O grafo intercessão de S é o grafo G S cujo conjunto de vértices
Teoria dos Grafos. Conjuntos de Corte e Conectividade
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected], [email protected] Conjuntos de
O estudo utilizando apenas este material não é suficiente para o entendimento do conteúdo. Recomendamos a leitura das referências no final deste
O estudo utilizando apenas este material não é suficiente para o entendimento do conteúdo. Recomendamos a leitura das referências no final deste material e a resolução (por parte do aluno) de todos os
GRAFOS. Prof. André Backes. Como representar um conjunto de objetos e as suas relações?
8/0/06 GRAFOS Prof. André Backes Definição Como representar um conjunto de objetos e as suas relações? Diversos tipos de aplicações necessitam disso Um grafo é um modelo matemático que representa as relações
Volmir Eugênio Wilhelm Departamento de Engenharia de Produção UFPR 45
Volmir Eugênio Wilhelm Departamento de Engenharia de Produção UFPR 45 Introdução a Grafos Muitos problemas de otimização podem ser analisados utilizando-se uma estrutura denominada grafo ou rede. Problemas
A resposta para este problema envolve a partição do conjunto de arestas de tal forma que arestas adjacentes não pertençam a um mesmo conjunto.
6 - oloração de restas e Emparelhamentos onsidere o seguinte problema: Problema - o final do ano acadêmico, cada estudante deve fazer um exame oral com seus professores. Suponha que existam 4 estudantes
Teoria dos Grafos Conceitos Básicos
Teoria dos Grafos Conceitos Básicos Profª. Alessandra Martins Coelho fev/2014 Grafos com apelidos diamante Grafos com apelidos Grafos com apelidos diamante casinha Grafos com apelidos diamante casinha
CAP4. ELEMENTOS DA TEORIA DE GRAFOS. Grafo [graph]. Estrutura que consiste num par ordenado de conjuntos, G ( V, E) , sendo:
Matemática Discreta ESTiG\IPB Cap4. Elementos da Teoria de Grafos pg 1 CAP4. ELEMENTOS DA TEORIA DE GRAFOS Grafo [graph]. Estrutura que consiste num par ordenado de conjuntos, G ( V, E), sendo: Exemplos
ESTRUTURAS DISCRETAS (INF 1631) GRAFOS. 1. O que é um grafo? Defina um grafo orientado. Defina um grafo não-orientado.
PUC-Rio Departamento de Informática Profs. Marcus Vinicius S. Poggi de Aragão Período: 0. Horário: as-feiras e as-feiras de - horas de maio de 0 ESTRUTURAS DISCRETAS (INF 6) a Lista de Exercícios Procure
05 Grafos: ordenação topológica SCC0503 Algoritmos e Estruturas de Dados II
05 Grafos: ordenação topológica SCC0503 Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof. Moacir Ponti Jr. www.icmc.usp.br/~moacir Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação USP 2011/1 Moacir Ponti Jr.
Teoria dos Grafos Aula 2
Teoria dos Grafos Aula 2 Aula passada Logística, regras Objetivos Grafos, o que são? Formando pares Encontrando caminhos Aula de hoje Outro problema real Definições importantes Algumas propriedades Grafo
Teoria dos Grafos. Coloração de Vértices
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected], [email protected] Coloração de
Aula 6: Dedução Natural
Lógica para Computação Primeiro Semestre, 2015 DAINF-UTFPR Aula 6: Dedução Natural Prof. Ricardo Dutra da Silva Em busca de uma forma de dedução mais próxima do que uma pessoa costuma fazer, foi criado
15 - Coloração Considere cada um dos grafos abaixo:
15 - Coloração Considere cada um dos grafos abaixo: a) Quantas cores são necessárias para colorir os vértices de um grafo de maneira que dois vértices adjacentes não recebam a mesma cor? b) Qual é o número
Indução Matemática. Matemática Discreta. Indução Matemática. Mayara Midori Omai e Sheila Morais de Almeida UTFPR-PG. Abril
Matemática Discreta Indução Matemática Mayara Midori Omai e Sheila Morais de Almeida UTFPR-PG Abril - 2017 Indução Matemática Se desejamos provar que A(n) B(n) é verdade para números inteiros k maiores
A resposta para este problema envolve a partição do conjunto de arestas de tal forma que arestas adjacentes não pertençam a um mesmo conjunto.
7 - Coloração de Arestas e Emparelhamentos Considere o seguinte problema: Problema - Ao final do ano acadêmico, cada estudante deve fazer um exame oral com seus professores. Suponha que existam 4 estudantes
Teoria dos Grafos Introdu c ao
Teoria dos Grafos Introdução Referências P. O. Boaventura Netto, Grafos: Teoria, Modelos e Algoritmos, São Paulo, E. Blucher 001; R. J. Trudeau, Introduction to Graph Theory, New York, Dover Publications,
Introdução à classe de problemas NP- Completos
Introdução à classe de problemas NP- Completos R. Rossetti, A.P. Rocha, A. Pereira, P.B. Silva, T. Fernandes FEUP, MIEIC, CAL, 2010/2011 1 Introdução Considerações Práticas Em alguns casos práticos, alguns
Teoria dos Grafos. Cobertura, Coloração de Arestas, Emparelhamento
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected], [email protected] Cobertura, Coloração
MATEMÁTICA DISCRETA. Patrícia Ribeiro 2018/2019. Departamento de Matemática, ESTSetúbal 1 / 47
1 / 47 MATEMÁTICA DISCRETA Patrícia Ribeiro Departamento de Matemática, ESTSetúbal 2018/2019 2 / 47 1 Combinatória 2 Aritmética Racional 3 3 / 47 Capítulo 3 4 / 47 não orientados Um grafo não orientado
Departamento de Matemática da Universidade de Aveiro Matemática Discreta. A prova consta de 4 questões cada uma cotada com 5 valores.
Departamento de Matemática da Universidade de Aveiro Matemática Discreta Exame Final ( 2 a Chamada: 22/0/2007 Licenciatura em Matemática (8220 Mest. Int. Eng. Computadores e Telemática (8240 Informações
SCC603 Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof.a Rosane Minghim 1o sem. 2013
SCC603 Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof.a Rosane Minghim 1o sem. 2013 Lista de Exercícios 1 1) Escrever em C funções para: a) Obter todos os nós adjacentes (vizinhos) a um nó do grafo, dado que
Definição 1.1 : Uma árvore é um grafo simples conexo e sem ciclos.
1 Árvores Definição 1.1 : Uma árvore é um grafo simples conexo e sem ciclos. Um grafo simples sem ciclos mas não conexo (em que cada componente conexa é portanto uma árvore) chama-se uma floresta. Numa
Teoria dos Grafos. Árvores
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected], [email protected] Preparado a partir
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada.
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected] Grafos Eulerianos Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro.
Problema. Quantas cores são necessárias para pintar este mapa? Número. Cromático. Estruturas de Dados - Grafos. Problema. Problema
Problema Número Quantas cores são necessárias para pintar este mapa? romático Problema Problema Problema Um problema mais complicado este? Número cromático oloridos ótimos menor número de cores necessárias
Introdução à Teoria dos Grafos (MAC-5770) IME-USP Depto CC Profa. Yoshiko. Capítulo 3
Introdução à Teoria dos Grafos (MAC-5770) IME-USP Depto CC Profa. Yoshiko Capítulo 3 Árvores Problema: Suponha que numa cidade haja n postos telefônicos. Para que seja sempre possível haver comunicação
PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: Algoritmos e Programação
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM GESTÃO DA INFORMAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: Algoritmos e Programação ( X ) SEMESTRAL - ( ) ANUAL CÓDIGO: GGI026 PERÍODO:
INF 1010 Estruturas de Dados Avançadas
INF Estruturas de Dados Avançadas Grafos //8 DI, PUC-Rio Estruturas de Dados Avançadas. Primeiro uso conhecido 7 Euler: pontes de Königsberg //8 DI, PUC-Rio Estruturas de Dados Avançadas. Primeiro uso
Teoria dos Grafos Aula 5
Teoria dos Grafos Aula Aula passada Explorando grafos Mecanismos genéricos Ideias sobre BFS, DFS Aula de hoje Busca em grafos Busca em largura (BFS Breadth First Search) Propriedades Busca em Grafos Problema
Prova Didática Grafos: Árvores Geradoras e Caminhos Mínimos, Análise de Complexidade
Prova Didática Grafos: Árvores Geradoras e Caminhos Mínimos, Análise de Complexidade Gustavo E.A.P.A. Batista 25 de janeiro de 2005 1 Contextualização 2 Caminhos Mínimos Caminhos Mínimos de uma Origem
Teoria dos Grafos. Edson Prestes
Edson Prestes Árvores Sabemos que com um ou dois vértices apenas uma árvore pode ser formada. Entretanto com três vértices podemos formar três árvores. Com quatro vértices temos quatro estrelas e doze
If969 - Algoritmos e Estruturas de Dados
If969 - Algoritmos e Estruturas de Dados Centro de Informá-ca Universidade Federal de Pernambuco Sistemas de Informação Vinicius Cardoso Garcia [email protected] Missão Mo-var, apresentar, exercitar e consolidar
Algoritmo da IFT 2 / 16. Algoritmo da IFT Estrutura da fila de prioridade Resolvendo empates. Algoritmo 1 Algoritmo geral da IFT
Transformada Imagem-Floresta (Estrutura de dados) Prof. Dr. Paulo A. V. de Miranda Instituto de Matemática e Estatística (IME), Universidade de São Paulo (USP) [email protected] 1 / 16 Algoritmo
Matemática Discreta. Teoria de Conjuntos - Parte 2. Profa. Sheila Morais de Almeida. abril DAINF-UTFPR-PG
Matemática Discreta Teoria de Conjuntos - Parte 2 Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG abril - 2017 Operações em conjuntos As operações entre conjuntos podem ser unárias, binárias, ternárias,
1.3 Isomorfismo 12 CAP. 1 CONCEITOS BÁSICOS
12 CAP. 1 CONCEITOS BÁSICOS I i I j. Essa relação de adjacência define um grafo com conjunto de vértices {I 1,...,I k }. Esse é um grafo de intervalos. Faça uma figura do grafo definido pelos intervalos
Matemática Discreta. Lógica Proposicional. Profa. Sheila Morais de Almeida. agosto DAINF-UTFPR-PG
Matemática Discreta Lógica Proposicional Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG agosto - 2016 Tautologias Tautologia é uma fórmula proposicional que é verdadeira para todos os possíveis valores-verdade
Algoritmos de aproximação - Problema do caixeiro viajante
Algoritmos de aproximação - Problema do caixeiro viajante Marina Andretta ICMC-USP 30 de setembro de 2015 Baseado no livro Uma introdução sucinta a Algoritmos de Aproximação, de M. H. Carvalho, M. R. Cerioli,
