Transmissão. Caixa de Câmbio - Básico
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- Agustina Veiga
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1 Transmissão Caixa de Câmbio - Básico
2 Prefácio Este módulo de treinamento refere-se à caixa de câmbio. O módulo de treinamento é parte de uma série de módulos destinados ao treinamento Básico de Transmissão. Este módulo deve ser estudado após a conclusão dos módulos: Generalidades e Torque. Durante o estudo deste módulo, você terá oportunidade de aprender a função da caixa de câmbio, quais são os seus principais componentes e também como funcionam estes componentes individualmente e no conjunto da Caixa de Câmbio. Conteúdo Generalidades 3 Tipos de caixa de câmbio 4 Caixa de câmbio manual - Principais modelos 5 Caixa de câmbio manual - Principais partes 6 Alojamento da embreagem 7 Caixa básica 8 Caixa básica - Eixo de entrada e eixo principal 9 Caixa básica - Eixo intermediário e eixo da ré 10 Caixa básica - Garfos seletores e bomba de óleo 11 Grupo redutor (1) 12 Grupo redutor alta (A) 13 Acionamento do grupo redutor 14 Grupo desmultiplicador 15 Acionamento do grupo desmultiplicador 16 Funcionamento do grupo desmultiplicador em alta 17 Funcionamento do grupo desmultiplicador em baixa 19 Caixa de câmbio manual - Sincronização de seus componentes 21 Funcionamento do sincronismo 22 Funcionamento dos dispositivos de sincronização 23 Componentes externos da caixa de câmbio 24 Mudanças de marcha manual 25
3 Generalidades A caixa de câmbio é o componente da transmissão que comanda as mudanças de torque do veículo. O torque é alterado conforme a marcha selecionada na caixa de câmbio. Se não houvesse caixa de câmbio no veículo, ou seja, o motor fosse conectado diretamente às rodas de tração, a velocidade do veículo não ultrapassaria 8 Km/h. Isto porque as variações no torque do motor seriam insignificantes. Resumindo A caixa de câmbio comanda as mudanças de torque do veículo. Se é necessário mais torque, reduzimos a marcha, Se é necessário mais velocidade, aumentamos a marcha. TP
4 Tipos de caixa de câmbio Foram desenvolvidos vários modelos de caixas de câmbio, que se adaptam aos veículos dependendo das tarefas a serem cumpridas por estes. As caixas de câmbio dividem-se basicamente em três modelos: Caixa de câmbio manual (1): Neste tipo de caixa de câmbio, a mudança de marcha é realizada pelo motorista através de uma alavanca de seleção mecânica. Caixa de câmbio automática (2): Neste tipo de caixa de câmbio, a mudança de marcha é realizada de maneira totalmente automática com o auxílio das informações que a unidade de controle da caixa de câmbio recebe dos seus sensores e das outras unidades de controle. Caixa de câmbio semi-automática (3): Neste tipo de caixa de câmbio, o motorista é quem seleciona a marcha a ser engatada, porém, é um sistema eletrônico que controla as mudanças de marcha. TP
5 Caixa de Câmbio Manual - Principais Modelos Os principais modelos de caixa de câmbio manual encontradas nos veículos Volvo são : R1400/R1700 (1) SR1700/1900 (2) VT2014/2514 (3) As caixas de câmbio R1400 e R1700 (1) possuem 9 velocidades, sendo 8 marchas sincronizadas à frente e uma marcha ré não sincronizada. As caixas de câmbio SR1700 e SR1900 (2) são de 14 velocidades 2 Velocidades lentas CRAW + 12 velocidades) com as 12 velocidades mais altas sincronizadas. As 4 velocidades de marcha à ré e a CRAW não são sincronizadas. As caixas de câmbio VT2014/2514(3) são de 14 velocidades como das caixas de câmbio SR. * S - Um S na designação significa que a caixa de câmbio está equipada com um desmultiplicador (Split) montado na frente da caixa de velocidade básica. * R - O R na designação significa que a caixa de câmbio possui uma mudança alta e uma mudança baixa, e está ligada diretamente à saída da caixa de câmbio básica. * VT - Transmissão VOLVO. * 20 ou 25 - Torque máximo da caixa que é 2050 Nm ou 2450 Nm. * 14 - Número de marchas que possui a caixa. TP
6 Caixa de Câmbio Manual - Principais Partes: A caixa de câmbio é basicamente dividida em quatro Partes. Alojamento da embreagem (C) - Este alojamento liga a caixa de câmbio ao motor e protege a embreagem. Grupo Desmultiplicador (S) - O grupo desmultiplicador divide as marchas possibilitando o uso de marchas altas e baixas (Split). Caixa Básica (B) - A caixa básica possui engrenagens de marchas básicas, engrenagem das marchas reduzidas e engrenagens das marchas à ré. Grupo Redutor (R) - O grupo redutor é composto por um conjunto de engrenagens planetárias que dobram o número de marchas da caixa básica (B). TP
7 Alojamento da Embreagem O alojamento da embreagem (1) é responsável pela ligação da caixa de câmbio ao motor. Ele também é responsável pela proteção da embreagem. TP
8 Caixa Básica A caixa básica possui as engrenagens e eixos que permitem as mudanças de marchas. Os principais eixos são : - Eixo de entrada (1) - Eixo principal (2) - Eixo intermediário (3) - Eixo da ré (4) As engrenagens estão posicionadas nos eixos. São cinco engrenagens com mudanças sincronizadas, a engrenagem reduzida e a engrenagem da ré não sincronizada. Obs: A engrenagem reduzida é também conhecida como CRAWL. TP
9 Caixa Básica - Eixo de Entrada e Eixo Principal Eixo de Entrada (1) Também conhecido por eixo primário, o eixo de entrada é o responsável pela transmissão do torque, produzido pelo motor, para a caixa de câmbio. Esta transmissão é realizada através do disco de embreagem. Este eixo é apoiado com mancais de rolamentos no alojamento da embreagem. Eixo Principal (2) No eixo principal estão as cinco engrenagens com mudanças sincronizadas. Estas engrenagens funcionam livremente através de mancais de agulha, e de rolamentos. Este eixo é apoiado no eixo de entrada e na carcaça da caixa básica. O apoio é realizado em mancais de rolamentos. TP
10 Caixa Básica - Eixo Intermediário e Eixo da Ré Eixo Intermediário (1) Também conhecido por eixo secundário, o eixo intermediário possui apenas engrenagens fixas, ou seja, todas as engrenagens são pressionadas no eixo, e assim giram sempre com a mesma velocidade do eixo. O eixo secundário recebe a potência transmitida do eixo de entrada e é apoiado no alojamento da embreagem e na carcaça traseira da caixa de câmbio. Eixo da Ré (2) Neste eixo é montada a engrenagem da marcha à ré. A engrenagem da ré está posicionada entre a sua engrenagem de acionamento, presente no eixo principal, e sua engrenagem correspondente, presente no eixo intermediário. A engrenagem da ré tem o objetivo de mudar o sentido de rotação do eixo principal e do eixo de saída. Quando a engrenagem de acionamento muda o sentido de rotação do eixo principal, esta força inversa é transmitida para as rodas de tração, através do eixo de saída, e o veículo se movimenta para trás. TP
11 Caixa Básica - Garfos Seletores e Bomba de Óleo Na caixa básica, além dos eixos e engrenagens, também encontramos os garfos seletores e a Bomba de Óleo. Garfos Seletores (1) Os garfos seletores são responsáveis pela movimentação das luvas de engate, no eixo principal, para que seja possível o engate das diferentes marchas do veículo. Os garfos seletores recebem o movimento do seletor, através dos eixos seletores, e são montados com ajuda de retentores que juntos, forma a unidade seletora. Bomba de Óleo (2) As caixas de câmbio maiores são lubrificadas com o auxilio de uma bomba de óleo que pressiona o óleo para os pontos de lubrificação da caixa. A bomba de óleo é fixa na parte traseira da caixa de câmbio, e é acionada por uma engrenagem do eixo intermediário através de uma engrenagem própria, presente no eixo da ré. TP
12 Grupo Redutor (1) A caixa de mudança de marchas é complementada com um grupo redutor de duas velocidades. - Grupo Redutor Alto - Grupo Redutor Baixo Com o grupo redutor, as engrenagens básicas da caixa de câmbio são duplicadas, atendendo as exigências de um caminhão moderno. O grupo redutor é constituído por um sistema planetário que transmite a potência do eixo principal diretamente para as engrenagens de acionamento: 1. Engrenagem Satélite 2. Engrenagem Anelar 3. Anel de Engate 4. Engrenagem Solar 5. Suporte de Planetários As mudanças no grupo redutor são feitas através de um cilindro pneumático (6). TP
13 Grupo Redutor Alto (A) Quando a engrenagem anelar (1) é fixada por meio do anel (2) de engate ao suporte das engrenagens planetárias, todo o conjunto gira. A força proveniente da caixa básica passa diretamente através do grupo desmultiplicador sem desmultiplicação. Isto significa que a caixa de câmbio trabalha em marchas altas. Grupo Redutor Baixo (B) A engrenagen anelar (1) é bloqueada na carcaça da caixa de câmbio e força as engrenagens satélites (3) a girar entre as engrenagens anelar (1) e solar (4). O suporte das engrenagens planetárias (5) gira no mesmo sentido da engrenagem solar, mas com menor velocidade. Isto significa que a força proveniente da caixa básica é transmitida através das engrenagens planetárias, trabalhando em marchas baixas. TP
14 Acionamento do Grupo Redutor O grupo redutor é operado por uma tecla na manopla da alavanca seletora de marchas. O grupo redutor baixo é selecionado quando movemos a tecla para baixo (1), o que corresponde às marchas de 1ª a 3ª. O grupo redutor alto é selecionado quando movemos a tecla para cima (2), o que corresponde às marchas de 4ª a 6ª. TP
15 Grupo Desmultiplicador Simplificadamente, o grupo desmultiplicador tem a função de dividir (desmultiplicar) as marchas da caixa de câmbio. Desta maneira, tanto a primeira marcha como as outras marchas, ficam com uma marcha baixa e alta. CURIOSIDADE O grupo desmultiplicador também é conhecido por SPLIT CONCLUSÃO: As caixas com ambos os grupos: desmultiplicador e redutor, como as SR e as VT, possuem 12 marchas sincronizadas, duas marchas de baixa velocidade para a frente, não sincronizadas, e duas de marcha à ré não sincronizadas. A desmultiplicação de marchas é efetuado por sincronizadores da caixa de câmbio. TP
16 Acionamento do Grupo Desmultiplicador O grupo desmultiplicador (SPLIT) assim como o grupo redutor é acionado por uma tecla (1) na manopla da alavanca seletoras de marchas. OBSERVAÇÃO: A tecla de acionamento do grupo desmultiplicador não é a mesma que aciona o grupo redutor. As marchas altas são selecionadas quando a tecla é posicionada na posição H (High). As marchas baixas são selecionadas quando a tecla é posicionada na posição L (Low). * High Alta * Low Baixa * Split Grupo Desmultiplicador TP
17 Funcionamento do grupo desmultiplicador em Alta Quando a tecla da alavanca de mudança de marchas (1) é posiciona em H (Alta), uma válvula relé (2) é acionada. A válvula relé (2) fica posicionada permitindo a passagem do ar comprimido para um cilindro pneumático (3). TP
18 No momento em que o pedal da embreagem é pressionado, a válvula de acionamento do grupo desmultiplicador (1) envia o ar para o interior do cilindro pneumático (2). O ar desloca o êmbolo do cilindro, engrenando as marchas altas. Neste instante o eixo da válvula de acionamento do grupo desmultiplicador (1) aciona um interruptor e acende uma luz no painel indicando para o motorista que a marcha alta está acionada. TP
19 Funcionamento do Grupo Desmultiplicador em Baixa Quando a tecla de alavanca de mudança de marchas (1) é posicionada em L (Baixa), uma válvula relé (2) é acionada. A válvula relé (2) fica posicionada permitindo a passagem do ar comprimido para o cilindro pneumático (3). TP
20 No momento em que o pedal da embreagem é pressionado, a válvula de acionamento do grupo desmultiplicador (1) envia o ar para o cilindro pneumático (2). O êmbolo é pressionado e desloca engrenando assim o grupo desmultiplicador nas marchas lentas. TP
21 Caixa de Câmbio Manual - Sincronização de seus componentes O objetivo da sincronização é facilitar as mudanças de marchas adaptando a velocidade entre o eixo principal à mesma velocidade do eixo intermediário na troca de marchas. A caixa de mudança de marchas é equipada com vários dispositivos de sincronização : 1 - Luva de engate 2 - Anel de engate 3 - Engrenagem 4 - Anel sincronizador 5 - Corpo de engate TP
22 Funcionamento do Sincronismo O corpo de engate está conectado ao eixo principal através de estrias. A luva de engate é engrenada ao redor do corpo de engate. O objetivo desta luva é mover o corpo de engate em direção ao anel sincronizador e conectá-lo ao anel de engate. O anel sincronizador é pressionado entre o corpo de engate e o anel de engate pela luva de engate. A fricção que surge no anel sincronizador adapta a velocidade entre o corpo e a luva de engate. Quando alcançar a mesma velocidade, a luva de engate pode engrenar-se com o anel de engate. Nesta condição a engrenagem é totalmente acoplada ao eixo principal através do corpo de engate e pode transmitir a potência do motor para as rodas de tração através do eixo de saída. TP
23 Funcionamento dos dispositivos de sincronização O conjunto sincronizador funciona da seguinte maneira : O anel sincronizador (4) é pressionado entre o corpo de engate (5) e o anel de engate (2) pela luva de engate (1). A fricção que surge no anel sincronizador (4) adapta a velocidade entre o corpo (5) e a luva de engate (1). Quando eles alcançarem a mesma velocidade, a luva de engate (1) pode engrenar-se com o anel de engate (4). Nesta condição, a engrenagem é totalmente acoplada ao eixo principal através do corpo de engate (5) e pode transmitir a potência do motor para ar rodas de tração através do eixo de saída. TP
24 Componentes externos da Caixa de Câmbio A caixa de câmbio contém uma série de componentes externos para evitar danos à caixa e facilitar a mudança de marchas realizada pelo motorista. Este componentes variam de acordo com o modelo da caixa de câmbio. Basicamente elas possuem : 1. Válvula de Bloqueio 2. Válvula de Liberação 3. Válvula Relé 4. Sensor do tacógrafo 5. Válvula Inibidora 6. Sensor de marcha ré 7. Válvula Solenóide 8. Cilindro de Comando Maiores detalhes sobre este componentes, estudaremos no módulo específico das caixas de câmbio. TP
25 Mudanças de Marchas Manual A mudança de marchas é realizada por uma alavanca de mudança de marchas (1). A alavanca de mudança de marchas (1) é apoiada em um suporte guia (2). Quando a alavanca de mudança de marchas (1) é acionada, o movimento é transmitido ao trambulador (5) com a ajuda da barra de acionamento (3) e do braço de controle (4). O braço de controle é conectado no eixo de controle lateral (6) do trambulador (2). O trambulador (2), por sua vez aciona os eixos da caixa de câmbio. TP
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