PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS GHC
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- Malu Vieira Alvarenga
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1 PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS GHC Quedas são eventos adversos em que um indivíduo cai inadvertidamente ao chão ou em outro nível. Isto pode ser devido a um escorregão ou tropeço, perda do equilíbrio ou falha na resposta voluntária reflexa, podendo resultar em injúrias, como fraturas e lacerações. Podem ser caracterizadas por uma série de fatores como presença de riscos ambientais (falta de grades nos leitos e barras de apoio nos banheiros), distribuição inadequada da assistência de enfermagem ou prescrição concomitante de medicamentos que afetam o equilíbrio. No ambiente hospitalar, estas complicações podem ocasionar elevação do tempo de hospitalização previsto (WHO, 2010; Nascimento, 2008), nos custos do tratamento e causar desconforto ao paciente, assim como acarretar um cepticismo em relação à qualidade do serviço prestado. A OMS relata que as quedas são um dos maiores problemas de saúde pública entre idosos e estima-se que quedas fatais ocorram a cada ano, sendo esta a segunda causa de óbito não intencional, atrás de acidentes automobilísticos. As taxas de óbito por quedas são maiores entre adultos com idade superior a 60 anos (WHO, 2010). Dados de prevalência indicam a ocorrência de 2.3 a 7 quedas por 1000 pacientesdia. Sabe-se que mais de 30% dos pacientes com mais de 65 anos caem todos os anos, sendo que muitos caem mais de uma vez, e o risco de queda aumenta com a idade. Embora somente 3-10% destas quedas resultem em ferimentos sérios, elas têm implicações importantes na alocação de recursos médicos (Gillespie, 2004). A ocorrência de quedas está associada a considerável morbidade e mortalidade, redução das funções básicas e prematura admissão em instituições de longa permanência e, particularmente em idosos, pode ser determinante para a institucionalização (AGS, 2001;WHO, 2010; Wachter, 2010). Durante a internação hospitalar, a ocorrência de quedas é caracterizada por uma série de fatores ligados ao cuidado do paciente, podendo ser resultantes de falhas nos processos de trabalho (WHO, 2010; Wachter, 2010). Aproximadamente 30% das quedas resultam em injúrias e 5-10% resultam em injúrias sérias, tais como fratura, lesões graves de tecidos moles ou 1
2 lacerações e lesões traumáticas cerebrais (Ganz, 2007; Hitcho et al., 2004; Tinetti, 2010). As ações acerca da prevenção de eventos adversos na prática hospitalar têm tomado proporções globais, dada a grande mobilização em relação às práticas qualificadas em torno da segurança do paciente (WHO, 2010). Deste modo, as intervenções preventivas, principalmente as multifatoriais, têm por objetivo assegurar a minimização das possibilidades para ocorrência de quedas, uma vez que, ao cair, o paciente pode ter declínio da autonomia, prolongamento da hospitalização, aumento dos custos do tratamento (WHO, 2010; Nascimento, 2008; Marin et al., 2000; Paula, 2009) ESTRATÉGIAS Visando promover a segurança do paciente no ambiente hospitalar, enfocando na prevenção de quedas, as seguintes estratégias são adotadas na instituição: Avaliação continua das notificações das quedas da instituição, relatadas pelo sistema de notificação do HNSC. Revisão contínua dos equipamentos de segurança e da disponibilização destes nas enfermarias. Utilização de protocolo informatizado de prevenção de quedas, com aplicação de escala de avaliação de risco de queda (Escala de Moorse). Utilização de pulseira identificadora de risco de queda nos pacientes avaliados pela Escala de Morse. Entrega de folder de orientação aos pacientes e acompanhantes. Realização de capacitações com as equipes de enfermagem para sensibilização, orientação de registros e prevenção de quedas no sistema de notificação de eventos adversos do HNSC. 2
3 10. 2 PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS Avaliação do risco de queda Conceito Avaliação do risco do paciente apresentar uma queda durante a internação, utilizando a Escala de Morse Objetivo Manter a segurança no atendimento ao paciente, prevenindo quedas durante a sua internação e possíveis danos relacionados a estas Material Necessário - Computador; - Caneta esferográfica azul ou preta; - Prescrição de enfermagem; - Carimbo do funcionário que realizará o registro Descrição das Atividades: - Realizar a avaliação do paciente (enfermeiro); - Preencher no GHC sistemas da Escala de Morse (enfermeiro); - Colocar na pasta a prescrição de enfermagem (enfermeiro); - Realizar as intervenções de enfermagem ao paciente avaliado (equipe de enfermagem); - Colocar a pulseira (amarela) de risco de quedas no membro superior direito; - Realizar a checagem das intervenções de enfermagem (equipe de enfermagem); Observações: 3
4 O enfermeiro é responsável pela supervisão das atividades prescritas na prescrição de enfermagem. Se o paciente apresentar piora no quadro clínico, reaplicar a escala. A primeira avaliação deve ser feita na internação INDICADORES Indicador 1 Taxa de quedas por 100 pacientes-dia: indicador de processo Numerador: número notificações de quedas Denominador: pacientes-dia no periodo Fórmula do indicador: (numerador/denominador) X 100 Periodicidade de avaliação: mensal 10.4 Anexos Prescrição de Enfermagem 4
5 5
6 Folder de Orientação ao Paciente 6
7 Anexo 1. INSTRUMENTO DE NOTIFICAÇÃO DE QUEDAS Preenchimento no momento da queda Etiqueta do paciente Nome: Registro: Gênero: M( ) F( ) Unidade Internação: Idade: Data e hora do incidente: Houve dano ao paciente? ( ) Não houve dano ( ) Dano não grave (que não requer observação extra ou medicamentos, ex.: pequeno corte no dedo) ( ) Dano de gravidade moderada (que requer tratamento, cirurgia ou aumento no tempo de internação, ex.: laceração que requer sutura ) ( ) Dano grave (aquele permanente, com perda da capacidade funcional, ex.: traumatismo craniano, fratura de fêmur) Necessitou de avaliação médica devido à queda? ( ) N ( ) S Foi necessário algum procedimento em decorrência da queda? ( ) N ( ) S, qual? ( ) sutura ( ) curativo ( ) exames de imagem ( ) transferência a outro hospital ( ) medicação específica para tratar a queda ( ) outro Condições do paciente antes da queda: ( ) orientado/alerta, consciente ( ) ( ) agitado ( ) deambulação acamado ilimitada ( ) visão comprometida ( ) em ( ( ) deambulação pós-operatório )desacompanhado limitada ( ) uso de artefatos para ( ) em uso de medicamentos que afetam o equilíbrio, sensório (ex.: deambulação (ex.: bengala, óculos) anti-hipertensivos, sedativos, antialérgicos, anti-eméticos) ( ) outros: Risco do meio ambiente: ( ) piso com irregularidades, falhas, molhado ou encerado ( ) iluminação inadequada ( ) mobiliário inapropriado (cama sem trava nas rodas, muito alta, sem grade ou com grade adaptada, cadeira de banho sem trava ou cadeira de rodas sem trava) ( ) ausência de barra de segurança no banheiro/corredor ( ) outros: Local da queda: ( ) Na unidade onde está internado: ( ) banheiro ( ) escadas 7
8 ( ) quarto ( ) banheiro ( ) escadas ( ) cama ( ) maca ( ) corredor outros: ( ) cadeira ( ) Outro setor: Qual? Fator desencadeante da queda: ( ) escorregão convulsão ( ) desmaio ( ) ( ) tropeço ( ) paresia ou fraqueza de membros ( ) tontura/vertigem ( ) outros: INCIDENTE IDENTIFICADO POR: PREENCHIDO POR: CARGO: CARGO: Ass.: 8
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