Cesar Seara Conselheiro ABCON Brasil

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1 Cesar Seara Conselheiro ABCON Brasil 28 a 30 de Setembro de 2010 Centro de Convenções Frei Caneca São Paulo BRASIL

2 A SAÚDE COMEÇA PELA BOCA E, PELA ÁGUA QUE SE BEBE!

3 UMA TRISTE REALIDADE! FONTE: ITB

4 ABCON Fundação 1996 ABCON Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviço Público de Água e Esgoto 2001 SINTERCON Sindicato Interestadual das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto Objetivo Promover a participação das empresas privadas no setor de água e esgoto. Associados concessionários privados 24 empresas privadas Contratos 15 milhões de habitantes 10% população urbana Concessões plenas 177 municípios (7,5 milhões hab) PPPs e concessões parciais 40 municípios (7,5 milhões hab)

5 BRASIL SITUAÇÃO DA ÁGUA E ESGOTO Água 95% Perdas 41 % INVESTIMENTOS R$ 155 bilhões (SNIS/ABCON) Coleta 49 % Tratamento 30 % PRAZO 47 anos 2055 (SNIS/ABCON) Fonte: SNIS 2008

6 HISTÓRIA RECENTE DA PSP NO BRASIL Lei de Concessão* nº 8.987/1995 Lei de PPP nº /2004 Lei dos Consórcios Públicos nº /2005 Decreto Regulamentador nº (2010) Lei do Saneamento nº /2007 1ª onda pioneirismo ª onda Privatização Paralisação Novo marco regulatório ª onda atual Primeiras concessões : Limeira, Niterói,... Primeiros BOTs Jundiaí, Itu, Ribeirão Preto Chegada dos operadores internacionais Manaus e Campo Grande Fracasso PL4146 Fracasso projeto Embasa Crise internacional, saída dos operadores internacionais Definição da nova política de saneamento básico Novas regras e organização * Revisões e complementações: Lei 9.074/95; Lei 9.648/98; Lei 9.791/99; Lei /05

7 MARKET SHARE - Brasil FONTE: SNIS 2008

8 EVOLUÇÃO DOS GASTOS COMPROMETIDOS E DESEMBOLSADOS EM INICIATIVAS DE SANEAMENTO BÁSICO (em R$ bilhões)

9 NOVA ORGANIZAÇÃO DA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS PUBLICOS DIRETA INDIRETA GESTÃO ASSOCIADA Licitação pública DAE, AUTARQUIA OU EMPRESA MUNICIPAL Consórcio ou convênio estado - município Consórcio ou convênio entre municípios Contratos de PPP ou concessão Sem licitação pública Licitação pública Empresa privada Contrato de programa Contratos de PPP ou concessão Licitação pública Contrato de PPP Empresa estadual Empresa privada Empresa privada

10 OS DESAFIOS A VENCER PARA O DESENVOLVIMENTO DA PPP

11 PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS (PPP) Primeiros contratos de PPP com CESB Embasa e Sabesp Aumento da PSP de 6% para 10% da população urbana contratos contratos novo contrato

12 LICITAÇÕES LANÇADAS 24

13 LICITAÇÕES ESTÁGIO ATUAL

14 O QUE FALTA FAZER APÓS TRÊS ANOS DA LEI Nº /2007?

15 OS INTERVENIENTES

16 EXECUTIVO FEDERAL MINISTÉRIO DAS CIDADES Acompanhar o cumprimento das leis do marco regulatório Planos municipais e estaduais de saneamento Regulação dos serviços Regularização dos contratos (vencidos, precários ou inexistentes Divulgar os modelos de PPP disponíveis Concessão plena Concessão patrocinada Concessão administrativa

17 LEGISLATIVO FEDERAL SENADO FEDERAL E CÂMARA DOS DEPUTADOS Evitar a descaracterização do marco regulatório Discutir com seriedade e profundidade os projetos de lei inadequados e intempestivos sobre: Fixação de tarifas Limitação de cobranças dos serviços Definição de regulamento para prestação dos serviços NÃO PERMITIR QUE QUALQUER REGULAMENTAÇÃO MODIFIQUE A LEI

18 TRIBUNAIS DE CONTAS ESTADUAIS FISCALIZAÇÃO DOS LEGISLATIVOS ESTADUAIS As interpretações errôneas dos TCE s das licitações 21 licitações de PPP de suspensas ou canceladas na 1ª publicação 8 canceladas Da regulação dos serviços Auditoria operacional do TCE/PR sobre a qualidade dos serviços Da manifestação de interesse Inibição da prática pelo TCE/SC

19 MINISTÉRIO PÚBLICO FISCALIZAÇÃO DA SOCIEDADE A omissão em atitudes equivocadas como: Emenda constitucional no PR e PEC no RS proibindo a PSP Falta de cumprimento da lei (regularização contratos, planos municipais de saneamento e ente regulador) Ingerência em temas como: Contestações de licitações de PPP Inadequação de TAC s às metas contratuais de PPP

20 EXECUTIVOS E LEGISLATIVOS ESTADUAIS E MUNICIPAIS Fiscalizar a aplicação adequada do marco regulatório: Planos municipais e estaduais realísticos Regulação profissional, autônoma e independente, como por exemplo: bacias hidrográficas Garantir a aplicação, promoção e defesa: Da tarifa justa e realística principal financiador do setor De subsídio transparente, direto, indireto ou cruzado Das PPP s concessões plenas, patrocinadas, administrativas

21 JUDICIÁRIO MINISTÉRIO PÚBLICO TRABALHAR PARA Julgamentos harmônicos nos três níveis da federação Não repetir os mesmos julgamentos Dar velocidade às decisões judiciais Inibir a aplicação inadequada da justiça Promover o modelo de arbitragem

22 OPERADORES TITULARES DE SERVIÇO E ENTES REGULADORES Buscar a eficiência operacional através de: Investimentos que sejam autossustentáveis Visão de longo prazo com planejamento Parcerias entre operadores públicos e privados Modelos tripartites Município + SAE + PSP Município + CESB + PSP

23 FINANCIAMENTO EXECUTIVO FEDERAL (MC, MF, MP, FGTS, FAT) Promover Parceria entre operadores e financiadores Compartilhamento de riscos Comprometimento do poder concedente Extinguir A burocracia e indefinições Áreas de risco e meio ambiente Covenant realísticos e adequados a realidade Project Finance x Corporate Finance

24 SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA ENTIDADES (ONG, OSCIP, ASSOCIAÇÕES) Exigir Que a política seja usada para fazer saneamento Planejamento, regulação e universalização Prestação de serviços de qualidade para todos Coibir O uso do saneamento para fazer política O uso do saneamento para fazer obras

25 CONCLUSÕES 1. Planejar e regular para universalizar os serviços de água e esgoto 2. Usar a política para fazer saneamento e não usar o saneamento para fazer política 3. Investir em controle e gestão operacional para viabilizar os recursos aplicados em expansão 4. Conscientizar-se que setor privado é um parceiro facilitador das soluções, uma opção à disposição dos gestores públicos, através da efetiva promoção das PPP s.

26 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS CONCESSIONÁRIAS PRIVADAS DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE ÁGUA E ESGOTO Av. São Gabriel, 149 conj São Paulo (SP) Brasil +55 (11) Conselheiro: Cesar Seara [email protected]

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