Exames Laboratoriais em Reumatologia
|
|
|
- Sônia Sacramento Mendes
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Exames Laboratoriais em Reumatologia Kaline Medeiros Costa Pereira Disciplina de Reumatologia da Unifesp Fleury Medicina e Saúde
2 Agenda Proteínas de fase aguda ASLO Complemento total e frações Antifosfolípides Exames para diagnóstico de artrite reumatoide Fator reumatoide Anti-CCP Investigação de doenças autoimunes sistêmicas FAN Identificação de autoanticorpos específicos Importância dos métodos utilizados para a identificação de anticorpos antinucleares
3 Proteínas de fase aguda VHS = infecção, inflamação, neoplasias, hipergamaglobulinemias, hiperfibrinogenemia, gravidez, síndrome nefrótica e arterite temporal Inespecífico, mas bastante sensível para o rastreamento e controle de tratamento de algumas doenças infecciosas ou inflamatórias A presença de anemia importante ou de alterações morfológicas nas hemácias pode dificultar a interpretação do resultado PCR Pode aumentar até 100 x nas primeiras 24 h de infecções e doenças reumáticas febre reumática = aumento pode sugerir nova agudização vasculites sistêmicas = parâmetro para acompanhar tratamento Pode ajudar a discriminar processo infeccioso bacteriano (elevada) de processo infeccioso viral (níveis baixos)
4 Proteínas de fase aguda Mucoproteína muito usada nos anos 50, artesanal, trabalhosa, grande variabilidade Alfa-1-glicoproteína ácida Imunonefelometria, automatizado, preciso e específico Meia vida de 5 dias um dos melhores indicadores de atividade inflamatória = AR, LES, doença de Crohn, neoplasias, IAM, traumas, queimaduras, exercícios físicos intensos = desnutrição, hepatopatias graves, enteropatias com perda proteica, gravidez
5 ASLO ASLO Útil no diagnóstico de estreptococcias Títulos altos ou ascensão entre 2 amostras infecção aguda por estreptococo beta-hemolítico do grupo A ou seqüela pós-estreptocócica Cerca de 80-85% dos pacientes com febre reumática têm títulos elevados Aumentam 1 semana após a infecção aguda Pico em 2 a 4 semanas Normalizam depois de 6 a 12 meses Títulos < 200 UI e forte suspeita de FR repetir após 4 semanas
6 Complemento total - CH50 Avaliação funcional da cascata do complemento Níveis baixos = ativação da via clássica ou deficiência de um dos componentes CH50 baixo dosar o C2, C3 e C4 Seguimento clínico e monitoramento terapêutico de doenças autoimunes (LES) C2 Avalia a ativação da via clássica = doenças autoimunes Útil no diagnóstico precoce de reativação do LES Deficiência mais comum (heterozigótica = 1:100) CH50 baixo, C3 e C4 normais dosar C2 em duas ocasiões Complemento C3 Consumo predominante ou seletivo glomerulonefrite aguda pósestreptocócica, glomerulonefrite mesangiocapilar tipo II e outras nefrites Níveis muito baixos podem decorrer da ativação da via alternativa ou de deficiência congênita do C3, do fator I ou do fator H Níveis elevados do C3 = processos inflamatórios e infecciosos agudos
7 Antifosfolípides Síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAF) Tromboembolismo, complicações obstétricas e presença de um dos antifosfolípides (afl) circulantes - em duas ocasiões, com um intervalo de mais de 3 meses e menos de 5 anos Anticardiolipina (acl) Elisa - títulos significativos 80 GPL ou MPL IgM pode dar resultados falso-positivos, pp. em baixos títulos e na presença de FR e crioglobulinas Anticoagulante lúpico (AL) Teste funcional Anti-ß2-glicoproteína I (anti- ß2-GPI) Pode ser o único anticorpo detectado em 3-10% dos casos de SAF AL e acl são positivos em cerca de 70% dos portadores de SAF se negativos e forte suspeita de SAF = anti-ß2-glicoproteína I
8 Antifosfolípides Pontos relevantes na interpretação do resultado dos antifosfolípides A ocorrência de trombose pode interferir nos níveis de anticorpos afl o teste não deve ser solicitado com menos de 12 semanas após um episódio de trombose Um resultado positivo de afl que tenha sido realizado mais de cinco anos depois das manifestações clínicas não deve ser considerado Os anticorpos afl podem surgir transitoriamente devido a episódios infecciosos e com o uso de determinados fármacos (hidralazina, procainamida, interferon, clorpromazina, quinidina, fenitoína e vários antibióticos, entre outros)
9 Exames para Diagnóstico de Artrite Reumatoide Fator reumatoide Autoanticorpo (em geral IgM) que se liga ao fragmento Fc da IgG humana Waaler Rose = trabalhoso, manual, baixa reprodutibilidade Látex = mais sensível, fácil realização, mas pouco específico Imunonefelometria = automatizado, bastante sensível e preciso, mas mantém baixa especificidade Presente em até 80% dos adultos com AR, mas em apenas 33% na fase inicial da doença Positivo em outras condições: Outras doenças reumáticas Infecções virais Neoplasias Outros estados hiperglobulinêmicos Lúpus sistêmico, esclerodermia, polimiosite, S. Sjögren Mononucleose, hepatites crônicas B e C, Leishmaniose, malária, endocardite bacteriana, tuberculose, hanseníase Doenças linfoproliferativas Crioglobulinemia, hepatopatias crônicas, sarcoidose, doenças pulmonares crônicas
10 Exames para Diagnóstico de Artrite Reumatoide Anticorpos antipeptídeos citrulinados Antifilagrina Presentes em cerca de 70% dos portadores de AR Pesquisados por IFI Em corte de esôfago de rato sensibilidade 45% especificidade próxima a 100% Em células da mucosa oral (APF) encontrados em cerca de 75% especificidade de 85% títulos >1/40 = especificidade próxima a 100%
11 Exames para Diagnóstico de Artrite Reumatoide Anticorpos antipeptídeos citrulinados Anti-CCP (peptídeo citrulinado cíclico) Detectados em 75% dos casos de AR em adulto Especificidade em torno de 95% Elisa = bastante sensível, mais específico que FR Marcador precoce Suspeita de AR inicial Fator reumatoide negativo
12 Investigação de doença autoimune sistêmica (colagenoses) Suspeita clínica de doença autoimune Delimitação do comprometimento sistêmico Hemograma Urina I Creatinina Enzimas hepáticas Enzimas musculares Capilaroscopia periungueal Rx tórax / TC tórax / Prova função pulmonar Ecocardiograma Pesquisa de autoanticorpos - FAN
13 Suspeita de doença autoimune sistêmica Autoanticorpos contra antígenos celulares FAN IFI em células HEp-2 método padrão para triagem de anticorpos antinúcleo Padrão Título
14 Padrões fortemente associados a autoimunidade Anti-Sm Anti-U1-RNP Nuclear homogêneo Nuclear pontilhado grosso Anti-DNA nativo Antinucleossomo Anti-histona LES
15 Padrões moderadamente associados a autoimunidade Esclerose sistêmica Antifibrilarina Anti-Th/To Antinucleolina Anti-B23 Centromérico Nucleolar Anti-CENP-A Anti-CENP-B Anti-CENP-C CREST
16 Padrões não associado a doença autoimune sistêmica Pontilhado Fino Denso Proteína de 75 kda???
17 Padrão do FAN em 918 indivíduos saudáveis e 153 pacientes com doença reumática autoimune Porcentagem Normais DRAI NPF NPG NPF denso NPFH Hom Cent Nucleolar Cito Misc Normais 12.8% FAN positivo DRAI 90.1% FAN positivo Mariz HA et al, Arthritis & Rheumatism
18 Porcentagem 60 Normais DRAI Normais 12.8% FAN positivo DRAI 90.1% FAN positivo Título da reação Mariz HA et al, submitted
19 Resumo O padrão de fluorescência e o título são parâmetros importantes para a valorização do FAN Alguns padrões (ex, homogêneo e pontilhado grosso) são fortemente indicativos de autoimunidade PFd e PF simples são os padrões dominantes do FAN HEp-2 em indivíduos sadios Padrão PF principalmente em baixo título Padrão PFd em títulos baixos, médios e altos PG, homogêneo, centromérico e nucleolar são os padrões dominantes do FAN em pacientes com DRAI
20 Identificação dos Anticorpos Antinucleares FAN positivo - IFI em HEp-2 Identificação dos autoanticorpos - IDD, HP, Elisa Lúpus eritematoso sistêmico DNA, nucleossomo, Sm/RNP, P ribossomal Esclerose sistêmica Scl-70 Síndrome de Sjögren SS-A/Ro, SS-B/La Polimiosite Jo-1
21 Identificação dos Anticorpos Antinucleares Autoanticorpo Características Antinucleossomo Marcador mais precoce do LES, altamente específico (95%) Anti-DNA Anti-Sm Anti-p-ribossomal Anti-RNP Anti-SSA/Ro Anti-SSB/La Anti-Jo-1 Anti-Scl-70 Altamente específico para LES (IFI) = critério diagnóstico Acompanha atividade renal Altamente específico para LES (IDD) = critério diagnóstico Altamente específico para LES, envolvimento renal e psiquiátrico controverso Pode ocorrer em LES, SSj, AR, ES, PM e superposição Fotossensibilidade e lúpus neonatal Presente em LES, AR, SSj Mais frequente em AR, SSj primária e superposição Marcador específico de PM (IDD) Marcador específico de ES (IDD) SSj: síndrome de Sjögren; AR: artrite reumatoide; ES: eslerodermia; PM: polimiosite
22 Importância dos Métodos para Identificação Imunodifusão dupla = padrão-ouro Contraimunoeletroforese Hemaglutinação passiva Enzimaimunoensaio (ELISA)
23 % de casos positivos Positividade do Anticorpo Anti-Sm
24 Valor Diagnóstico x Metodologias AC Sensibilidade Especificidade Valor Preditivo Positivo Luminex ELISA IDD Luminex ELISA IDD Luminex ELISA IDD Sm ,7 97, ,7 64,3 100 SCL ,2 98,3 99,6 75,0 69,2 80,0 Jo , ,5 100 RNP 24 21, ,2 99, ,4 97,1 100 SSA/Ro 25,3 32, ,2 98,4 99,2 88,8 96,3 97,0 SSB/La 13,9 15,6 5 95,4 97, ,6 89,3 100
25 Métodos para Identificação Métodos automatizados = Triagem Imunodifusão Dupla = Confirmação
26 Identificação de autoanticorpos Presença de autoanticorpos antes do início dos sintomas do Lúpus Eritematoso Sistêmico Arbuckle MR et al: N Engl J Med 2003;349:
27 Caso clínico 1:80 1:320 Fevereiro, 2003 Março, 2003 Mulher, 32 anos, nos últimos dois meses: febre, mal estar, poliartrite em pequenas e grandes articulações, eritema difuso leve. Recuperação total em alguns meses sem uso de medicação específica. Sorologia para Erythrovirus (parvovírus) B19 Positiva para IgM and IgG FAN transitório induzido por infecção por Erythrovirus
28 Conclusões O juízo clínico é decisivo para a boa utilização dos testes de autoanticorpos Os parâmetros título e padrão de fluorescência contribuem para a valorização do resultado do FAN Autoanticorpos em indivíduos aparentemente não autoimunes Tendem a ocorrer em títulos mais baixos Tendem a apresentar menor avidez É um fenômeno cuja ocorrência é maior: Quando se solicita o exame sem critério clínico Quando se utilizam testes muito sensíveis
29 Conclusões Deve-se considerar as seguintes possibilidades Doença latente Manifestação frustra de autoimunidade (ocorrência familiar) Distúrbio imunológico transitório (infecção viral, fármacos, etc) Deve-se fazer rastreamento clínico e oferecer amparo ao paciente (acompanhamento nos primeiros tempos) Não se pode estigmatizar o paciente
30 Quem não sabe o que procura, não sabe o que fazer com o que encontra. William Osler, médico canadense que em 1895 acrescentou a palavra sistêmico ao lúpus eritematoso.
RESUMO DOS PRINCIPAIS AUTO-ANTICORPOS E MARCADORES REUMÁTICOS
RESUMO DOS PRINCIPAIS AUTO-ANTICORPOS E MARCADORES REUMÁTICOS [ Índice ] Lúpus eritematoso sistêmico Esclerodermia Polimiosite/Dermatomiosite Doença mista do tecido conjuntivo Síndrome de Sjögren Vasculites
ANEXO II. 1 HEPATITE B VÍRUS DA HEPATITE B (Hepatitis B Vírus HBV)
ANEXO II ANEXO DA RESOLUÇÃO SESA Nº.../2009 MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ALTERAÇÃO DA CAUSA DE REJEIÇÃO DO CÓDIGO 57 (INCONCLUSIVO), PELOS SERVIÇOS DE HEMOTERAPIA NO SHTWEB. 1. Segundo a RDC nº 153 de 14
Suspeita clínic a de doença celíaca. + IgA sérica POSITIVO 3? Anti-gliadina IgG POSITIVO?
DOENÇA CELÍACA Suspeita clínic a de doença celíaca ttg 1 IgA ou Antiendomísio (AEM) IgA 2 + IgA sérica 3? Probabilidade de doença celíaca é baixa Probabilidade de doença celíaca é alta Deficiência de IgA?
Faculdades Einstein de Limeira Biomedicina. SÍFILIS Diagnóstico Laboratorial
Faculdades Einstein de Limeira Biomedicina SÍFILIS Diagnóstico Laboratorial SÍFILIS 1. CONCEITO Doença infecciosa, sistêmica, de evolução crônica 2. AGENTE ETIOLÓGICO espiroqueta Treponema pallidum. 3.
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?
HEPATITES. Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO
HEPATITES Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO Hepatites virais: agentes etiológicos A B C D E Vírus hepatotrópicos G TT Herpes vírus EBV CMV Enterovírus Adenovírus Febre
INTERFERÊNCIA DE REAÇÕES CRUZADAS NO DIAGNÓSTICO DA TOXOPLASMOSE
INTERFERÊNCIA DE REAÇÕES CRUZADAS NO DIAGNÓSTICO DA TOXOPLASMOSE Clarissa Zanoni Kera Arantes RESUMO: O grande número de casos positivos para pesquisa de anticorpos da classe IGM para e mononucleose num
Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas
Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Vírus da Rubéola Togavirus Vírus de RNA fita simples Principal epítopo dominante:
Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes
Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários
PERFIL HEPATITE. Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico.
PERFIL HEPATITE Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico. TLA - Total Lab Automation Agilidade e Confiança TAT (Turn Around Time) de produção de 2 horas. Quatro linhas de produção totalmente
Interpretação de exames laboratoriais Lactato desidrogenase (LDH)
Interpretação de exames laboratoriais Lactato desidrogenase (LDH) Nathália Krishna O que é? NAD+ está presente em quantidades somente catalíticas na célula e é um cofator essencial para a glicólise,dessa
Febre Reumática Sociedade Brasileira de Reumatologia
Febre Reumática CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: CREDITO IMAGEM DA CAPA: http://www.guildford.gov.uk/play EDITORAÇÃO: Rian Narcizo Mariano PRODUÇÃO: www.letracapital.com.br Copyright SBR-, 2011 O conteúdo desta
CASOS CLÍNICOS. Referentes às mudanças no tratamento da tuberculose no Brasil. Programa Nacional de Controle da Tuberculose DEVEP/SVS/MS
CASOS CLÍNICOS Referentes às mudanças no tratamento da tuberculose no Brasil Programa Nacional de Controle da Tuberculose DEVEP/SVS/MS Departamento de Vigilância Epidemiológica Caso 1 Caso novo de TB pulmonar
GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
POP n.º: I 29 Página 1 de 5 1. Sinonímia Pesquisa de anticorpos frios. 2. Aplicabilidade Bioquímicos e auxiliares de laboratório do setor de Imunologia. 3. Aplicação clínica As Crioaglutininas são anticorpos
Doenças Médicas e Gravidez ISABEL NOGUEIRA
Doenças Médicas e Gravidez ISABEL NOGUEIRA Passado- mito, contraindicação Desconhecimento científico Prognóstico gravidez reservado Presente compreensão dos efeitos da doença na gravidez e vice-versa Conhecimento
ONCO HEMATO. anemia falciforme D57.0 Anemia falciforme com crise. D57.1 Anemia falciforme sem crise
ONCO HEMATO anemia falciforme D57.0 Anemia falciforme com crise D57.1 Anemia falciforme sem crise anemia hemolítica autoimune D58.9 Anemia hemolítica hereditária não especificada D59.0 Anemia hemolítica
O QUE VOCÊ PRECISA SABER
DIAGNÓSTICO DE INFLUENZA E OUTROS VIRUS RESPIRATÓRIOS NO HIAE. O QUE VOCÊ PRECISA SABER Maio de 2013 Laboratório Clínico Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Apenas para lembrar alguns aspectos das
Perfil FAN e AUTO-ANTICORPOS. Qualidade e precisão para diagnóstico e acompanhamento clínico.
Perfil FAN e AUTO-ANTICORPOS Qualidade e precisão para diagnóstico e acompanhamento clínico. Investimento em treinamento contínuo Garantia de resultados precisos e seguros. Profissionais capacitados Equipe
Dengue NS1 Antígeno: Uma Nova Abordagem Diagnóstica
Dengue NS1 Antígeno: Uma Nova Abordagem Diagnóstica Dengue é uma doença endêmica que afeta mais de 100 países, incluindo as regiões de clima tropical e subtropical da África, Américas, Leste do Mediterrâneo,
Forum de Debates INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM. Rui Toledo Barros Nefrologia - HCFMUSP [email protected]
Forum de Debates Sociedade Paulista de Reumatologia INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM PACIENTE COM LES Rui Toledo Barros Nefrologia - HCFMUSP [email protected] Resumo do Caso Feminino, i 43 anos diagnóstico prévio
FAN Anticorpos Antinucleares
FAN Anticorpos Antinucleares 1. Introdução A presença de anticorpos direcionados para antígenos próprios, auto-anticorpos, é uma característica das doenças auto-imunes. Auto-anticorpos são imunoglobulinas
Algoritmo de investigação Alterações do leucograma
2013 26 de Abril Sexta-feira Algoritmo de investigação Lígia Peixoto Manuel Ferreira Gomes Teste simples e barato. Consiste no estudo da série branca, efectuando-se uma contagem total Intervalos dos leucócitos
CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE DEFESA DA SAÚDE CESAU ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 064 /2015 - CESAU
ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 064 /2015 - CESAU Salvador, 13 de abril de 2015 OBJETO: Parecer. - Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde- CESAU REFERÊNCIA: 3 a promotoria de Justiça de Dias D'Àvila / Dispensação
Faringoamigdalites na Criança. Thaís Fontes de Magalhães Monitoria de Pediatria 17/03/2014
Faringoamigdalites na Criança Thaís Fontes de Magalhães Monitoria de Pediatria 17/03/2014 Faringoamigdalites Quadro Clínico Inflamação de estruturas faríngeas com: Eritema Edema Exsudato faríngeo Úlcera
2. Aplicabilidade: Bioquímicos/biomédicos do setor de imunologia
1. Sinonímia: Fator reumatoide, FR, Látex 2. Aplicabilidade: Bioquímicos/biomédicos do setor de imunologia 3. Aplicação clínica Diagnósticos para determinação quantitativa in vitro dos fatores reumatóides
Hepatites Virais 27/07/2011
SOCIEDADE DIVINA PROVIDÊNCIA Hospital Nossa Senhora da Conceição Educação Semana Continuada de Luta Contra em CCIH as Hepatites Virais 27/07/2011 Enfº Rodrigo Cascaes Theodoro Enfº CCIH Rodrigo Cascaes
ESCLERODERMIA LOCALIZADA LOCALIZED SCLERODERMA
ESCLERODERMIA LOCALIZADA LOCALIZED SCLERODERMA Esclerodermia significa pele dura. O termo esclerodermia localizada se refere ao fato de que o processo nosológico está localizado na pele. Por vezes o termo
18/9/2014 CONCEITO FISIOPATOLOGIA FISIOPATOLOGIA MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
UNESC - ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: FLÁVIA NUNES LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO CONCEITO O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença crônica de causa desconhecida, onde acontecem alterações fundamentais
Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa. Reação Ag-Ac in vitro
Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa Reação Ag-Ac in vitro Testes sorológicos Uso de soro ou outros fluidos biológicos de paciente p/ diagnóstico laboratorial Demonstração de anticorpos específicos
Polimialgia reumática e arterite temporal Resumo de diretriz NHG M92 (fevereirio 2010)
Polimialgia reumática e arterite temporal Resumo de diretriz NHG M92 (fevereirio 2010) Hakvoort L, Dubbeld P, Ballieux MJP, Dijkstra RH, Meijman HJ, Weisscher PJ, Willemse BG, Eizenga WH traduzido do original
2. HIPERTENSÃO ARTERIAL
TESTE ERGOMETRICO O teste ergométrico serve para a avaliação ampla do funcionamento cardiovascular, quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante. São observados os sintomas,
HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem
HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem O Vírus da Hepatite C (HCV) é considerado o principal agente etiológico responsável por 90 a 95% dos casos de hepatite pós-transfusional não A e não
Importância da detecção de anticorpos antinucleares pela técnica de imunofluorescência indireta HEp-2 em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico *
Importância da detecção de anticorpos antinucleares pela técnica de imunofluorescência indireta HEp-2 em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico * The importance of antinuclear-antibodies detection in
TROMBOCITOPENIA NA GRAVIDEZ
TROMBOCITOPENIA NA GRAVIDEZ Ricardo Oliveira Santiago Francisco Herlânio Costa Carvalho INTRODUÇÃO: - Trombocitopenia pode resultar de uma variedade de condições fisiológicas e patológicas na gravidez.
Definição. Febre Reumática. Introdução. Introdução. Epidemiologia 24/08/2011
Definição Febre Reumática Doença inflamatória, sistêmica, deflagrada pelo agente infeccioso Streptococcus β-hemolítico do grupo A, que ocorre em pessoas geneticamente predispostas ; Professor Leonardo
Autor. Revisão Técnica. Durval Alex Gomes e Costa
Apresentação A estrutura do Guia de Interpretação de Exames, em que cada capítulo aborda um exame diferente, foi concebida para ser uma alternativa à literatura especializada na melhor interpretação possível
ENSAIOS IMUNOLÓGICOS NAS ENFERMIDADES VIRAIS ANTICORPOS MONOCLONAIS GENÉTICA MOLECULAR CITOMETRIA DE FLUXO
ENSAIOS IMUNOLÓGICOS NAS ENFERMIDADES VIRAIS I - INTRODUÇÃO *NOVAS TECNOLOGIAS ANTICORPOS MONOCLONAIS GENÉTICA MOLECULAR CITOMETRIA DE FLUXO *DECISÃO DIAGNÓSTICA CONFIRMAÇÃO TRATAMENTO MONITORAMENTO PREVENÇÃO
Fibrose Cística. Triagem Neonatal
Fibrose Cística Triagem Neonatal Fibrose cística Doença hereditária autossômica e recessiva, mais frequente na população branca; Distúrbio funcional das glândulas exócrinas acometendo principalmente os
PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos?
11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 48 QUESTÃO 26 Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos? a) Heparina. b) Histamina. c) Fator ativador de plaquetas
Momento II. ASF Região Sul. Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança. Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira
Momento II ASF Região Sul Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira CICLO DE VIDA DA CRIANÇA O ciclo de vida da criança compreende um ser que vivencia
Diagnóstico Microbiológico
Diagnóstico Microbiológico Identificação e Tipagem Bacteriana Prof. Vânia Lúcia Diagnóstico clínico Sinais (mensuráveis) e sintomas (subjetivos) Origem Etiologia Natureza Diagnóstico laboratorial Identificação
www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro
www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro Artrite de lyme Versão de 2016 1. O QUE É ARTRITE DE LYME 1.1 O que é? A artrite de Lyme é uma das doenças causadas pela bactéria Borrelia burgdorferi (borreliose
DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO
UNESC ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: : FLÁVIA NUNES DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO ENDOCARDITE REUMÁTICA O desenvolvimento da endocardite reumática é atribuído diretamente à febre reumática, uma doença
03/07/2012 PNEUMONIA POR INFLUENZA: PREVENÇÃO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO, ONDE ESTAMOS? Encontro Nacional de Infecções Respiratórias e Tuberculose
Encontro Nacional de Infecções Respiratórias e Tuberculose PNEUMONIA POR INFLUENZA: PREVENÇÃO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO, ONDE ESTAMOS? Encontro Nacional de Infecções Respiratórias e Tuberculose Goiânia
Informe Epidemiológico CHIKUNGUNYA N O 03 Atualizado em 24-11-2014, às 11h.
Informe Epidemiológico CHIKUNGUNYA N O 03 Atualizado em 24-11-2014, às 11h. Vigilância Epidemiológica de Febre Chikungunya No Brasil, a febre chikungunya é uma doença de notificação compulsória e imediata,
DESAFIOS NO DIAGNOSTICO LABORATORIAL DO SARAMPO NA FASE DE ELIMINAÇÃO. Marta Ferreira da Silva Rego
DESAFIOS NO DIAGNOSTICO LABORATORIAL DO SARAMPO NA FASE DE ELIMINAÇÃO Marta Ferreira da Silva Rego Diagnostico Laboratorial Fase de Eliminação Diagnostico Clinico menos confiável. Com baixa prevalência
PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DE DROGAS IMUNOBIOLÓGICAS EM UTILIZAÇÃO NO BRASIL
PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DE DROGAS IMUNOBIOLÓGICAS EM UTILIZAÇÃO NO BRASIL Dra. Ana Cristina de Medeiros Ribeiro Reumatologista do HC FMUSP e CEDMAC Doutoranda pela FMUSP IMUNOBIOLÓGICOS NO BRASIL Anti-TNF
Instrumento Administrativo Política Institucional Nº 02.03 Política de Vacinação
Rev: 03 Data: 19/07/2010 Página 1 de 5 Anexo I - Rol de Vacinas cobertas por esta Política Vacina Nome da Droga Pré-requisitos para cobertura Documentação necessária Observação Crianças de 1 a 12 anos:
Regulamenta o uso de testes rápidos para diagnóstico da infecção pelo HIV em situações especiais.
ATUALIZAÇÃO E NORMATIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DO HIV PORT 151/OUT 2009 Lúcia Sena Farmacêutica-Bioquímica do Programa de DST/AIDS do município de Duque de Caxias HISTÓRICO Diagnóstico Laboratorial
Avaliação Semanal Correcção
Avaliação Semanal Correcção 1. Mulher de 32 anos, caucasiana. Antecedentes pessoais e familiares irrelevante. 11 Gesta, 11 Para, usa DIU. Recorreu ao S.U. por dor abdominal de início súbito, localizada
Papilomavírus Humano HPV
Papilomavírus Humano HPV -BIOLOGIA- Alunos: André Aroeira, Antonio Lopes, Carlos Eduardo Rozário, João Marcos Fagundes, João Paulo Sobral e Hélio Gastão Prof.: Fragoso 1º Ano E.M. T. 13 Agente Causador
VIVER BEM OS RINS DO SEU FABRÍCIO AGENOR DOENÇAS RENAIS
VIVER BEM OS RINS DO SEU FABRÍCIO AGENOR DOENÇAS RENAIS Leia o código e assista a história de seu Fabrício Agenor. Este é o seu Fabrício Agenor. Ele sempre gostou de comidas pesadas e com muito tempero
Aparelho Gastrointestinal Dor Abdominal Aguda
Aparelho Gastrointestinal Dor Abdominal Aguda Dor abdominal Difusa Localizada Abdome agudo Sem abdome agudo Exames específicos Tratamento específico Estabilizar paciente (vide algoritmo específico) Suspeita
CORRELAÇÃO ENTRE VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO E PROTEÍNA C REATIVA EM UM GRUPO DE IDOSOS.
CORRELAÇÃO ENTRE VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO E PROTEÍNA C REATIVA EM UM GRUPO DE IDOSOS. Autor: ANA LUIZADA SILVA Orientador: Sâmia Macedo Queiroz Mota Castellão Tavares Coautor(es): Ana Luiza da Silva,
MYCAMINE MYCAMINE. micafungina. micafungina. Guia de Prescrição. e Monitorização. de Prescrição. Guia e Monitorização
MYCAMINE MYCAMINE micafungina micafungina Guia de Prescrição Guia e Monitorização de Prescrição e Monitorização Informação para médicos prescritores Informação Dezembro para de 2011 médicos (versão prescritores
A Secretária de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições, e considerando:
Detecção de anticorpos anti-hiv - Portaria 488 de 17/6/1998 Ementa: As unidades hemoterápicas, públicas e privadas, que realizam atividades de Hematologia, ficam obrigadas a cumprir as etapas do conjunto
Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina : Imunologia. Leucograma. Prof.Dr. Manoel Barral-Netto
Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina : Imunologia Leucograma Prof.Dr. Manoel Barral-Netto Os Neutrófilos são os granulócitos mais comuns no sangue. (55-70% de todos os Leucócitos
CADASTRO DE EXAME SEM SOLICITAÇÃO MÉDICA. Eu: RG: Órgão expedidor: UF: CPF: - Cidade: Estado: Telefone: ( ) -
CADASTRO DE EXAME SEM SOLICITAÇÃO MÉDICA Este formulário foi desenvolvido pelo departamento de Controle de Qualidade do Bioanálise para atendimento a clientes que desejam realizar exame(s) por conta própria
Diretrizes Assistenciais PREVENÇÃO DA DOENÇA ESTREPTOCÓCICA NEONATAL
Diretrizes Assistenciais PREVENÇÃO DA DOENÇA ESTREPTOCÓCICA NEONATAL Versão eletrônica atualizada em fev/2012 O agente etiológico e seu habitat A doença estreptocócica neonatal é causada por uma bactéria,
Infecções e Gestação : Atenção ao Filho de Mãe com Toxoplasmose. I Encontro da rede Mãe Paranaense
Infecções e Gestação : Atenção ao Filho de Mãe com Toxoplasmose Andrea Maciel de Oliverira Rossoni Serviço de Agenda Visão do pediatra e do médico generalista Sintomas Como investigar Como tratar Acompanhamento
A IMPORTÂNCIA DO PRÉ-NATAL
A IMPORTÂNCIA DO PRÉ-NATAL Programa BemVindo - www.bemvindo.org.br A OMS - Organização Mundial da Saúde diz que "Pré-Natal" é conjunto de cuidados médicos, nutricionais, psicológicos e sociais, destinados
Litíase urinária- Identificação dos grupos de risco e tratamento. Humberto Lopes UFJF II Encontro de Urologia do Sudeste - BH
- Identificação dos grupos de risco e tratamento Humberto Lopes UFJF II Encontro de Urologia do Sudeste - BH 11% homens X 5,6% mulheres Brancos X negros Oxalato de cálcio 80% Recorrência 40% 5 anos, 75%
QUESTÕES DE HEMATOLOGIA E SUAS RESPOSTAS
QUESTÕES DE HEMATOLOGIA E SUAS RESPOSTAS O QUE É VERDADEIRO E O QUE É FALSO? Questões 1 Anemia na deficiência de ferro a) Está geralmente associada com elevação do VCM. b) O HCM geralmente está diminuído.
17/03/2011. Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ [email protected]
Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ [email protected] São doenças causadas pela proliferação descontrolada de células hematológicas malignas ou incapacidade da medula
GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
POP n.º: I 22 Página 1 de 5 1. Sinonímia Beta 2 Microglobulina, b2m 2. Aplicabilidade Aos técnicos e bioquímicos do setor de imunologia 3. Aplicação clínica A beta-2-microglobulina é uma proteína presente
INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária
INDICAÇÕES BIOEASY Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária 1- ANIGEN RAPID CPV AG TEST BIOEASY PARVOVIROSE Vendas de Filhotes:
Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014. Fabio Kater
Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014 Fabio Kater Multivitaminas na prevenção do câncer de mama, próstata e pulmão: caso fechado! Revisão da literatura para tipos específicos de câncer
Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO
Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução
Lílian Maria Lapa Montenegro Departamento de Imunologia Laboratório rio de Imunoepidemiologia
XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia e VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia Avaliação do desempenho da técnica de nested- PCR em amostras de sangue coletadas de pacientes pediátricos com suspeita
Política de Vacinação
Rol de s cobertas por esta Política Catapora ou Varicela contra Varicela Biken Crianças de 1 a 12 anos: esquema vacinal em dose única. Pacientes imunocomprometidos: portadores de leucemia linfóide aguda
TÉCNICA EM LABORATÓRIO/HEMOTERAPIA
UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO TÉCNICA EM LABORATÓRIO/HEMOTERAPIA Parte I: Múltipla Escolha 01 Quanto à classificação do grupo
Diretrizes Assistenciais. Avaliação Clínica e Laboratorial do Candidato ao Transplante Renal com Doador Falecido
Diretrizes Assistenciais Avaliação Clínica e Laboratorial do Candidato ao Transplante Renal com Doador Falecido 2011 Avaliação Clínica e Laboratorial do Candidato ao Transplante Renal com Doador Falecido
ATLAS VIRTUAL DE LEUCÓCITOS
ATLAS VIRTUAL DE LEUCÓCITOS (2013) ALTERAÇÕES LEUCOCITÁRIAS E SUAS RELAÇÕES COM PATOLOGIAS. PARA QUE SERVE? E COMO SE INTERPRETA? Prof.Dr. Paulo Cesar Naoum Academia de Ciência e Tecnologia de São José
Nota Técnica: Prevenção da infecção neonatal pelo Streptococcus agalactiae (Estreptococo Grupo B ou GBS)
Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde Áreas Técnicas da Saúde da Mulher e da Criança e Assistência Laboratorial Nota Técnica: Prevenção da infecção neonatal pelo Streptococcus
OraQuick ADVANCE HIV-1/2 Teste Rápido para a Detecção de Anticorpos HIV-1/2. Plasma. Amostras HIV-1. Amostras HIV-1. Amostras
Dispositivo Médico para Diagnóstico In vitro Nome Mandatário Fabricante Distribuidor Tipo de Teste Teste rápido. OraQuick ADVANCE /2 Teste Rápido para a Detecção de Anticorpos /2 Aplicação Diagnóstica
DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel
DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO Claudia de Lima Witzel SISTEMA MUSCULAR O tecido muscular é de origem mesodérmica (camada média, das três camadas germinativas primárias do embrião, da qual derivam
HELMA PINCHEMEL COTRIM FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
Doença Hepática Gordurosa Não-Alcoólica, Obesos Graves & Cirurgia Bariátrica HELMA PINCHEMEL COTRIM FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA A prevalência de obesidade é crescente nos últimos
Hepatites Virais. Carmen Regina Nery e Silva agosto 2011 [email protected]
Hepatites Virais Carmen Regina Nery e Silva agosto 2011 [email protected] Definição Hepatite viral: Doença causada exclusivamente por vírus hepatotrópico. Diagnóstico Diferencial: CMV, mononucleose
INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS
INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS CINÉTICA DO FERRO Danni Wanderson Introdução A importância do ferro em nosso organismo está ligado desde as funções imune, até as inúmeras funções fisiológicas, como
Residente de Reumatologia da UNIFESP. São Paulo 03/08/2011
Dra. Bruna Castro Residente de Reumatologia da UNIFESP São Paulo 03/08/2011 S EVOLUÇÃO DISCUSSÃO IDENTIFICAÇÃO HDA AMP VAB, 33 anos, feminina, i branca, solteira, auxiliar de enfermagem, natural de Monte
Caso 14. 1ª Parte. Refletindo e Discutindo
Caso 14 1ª Parte Gabriel, 17 anos, procurou Maria, agente comunitária de saúde, para saber onde poderia tratar de seus vários dentes com buracos porque queria servir ao Exército. Maria pergunta se esse
preenchido. Presc. Máxima mensal 372 comprimidos 60 comprimidos,
ESPONDILITE ANCILOSANTE Portaria SAS/MS n 640 24/07/2014 Medicamento SULFASSALAZINA METOTREXATO NAPROXENO CID 10 M45, M46.8 M45, M46.8 Apresentação 500mg (comprimido) 2,5mg (comprimido)e 500mg (comprimido)
Avaliação por Imagem do Pâncreas. Aula Prá8ca Abdome 4
Avaliação por Imagem do Pâncreas Aula Prá8ca Abdome 4 Obje8vos 1. Entender papel dos métodos de imagem (RX, US, TC e RM) na avaliação de lesões focais e difusas do pâncreas. 2. Revisar principais aspectos
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se
RELAÇÃO DE EXAMES REALIZADOS NO IBEx
1 Ácido úrico 2 Albumina 3 Alfa 1 glicoproteína ácida 4 Alfa fetoproteína 5 Amilase 6 Androstenediona 7 Anticorpos Anti-HIV I, Western Blot 8 Anticorpos anti-hiv1 + HIV2 (Determinação Conjunta) ELISA 9
Conceito. Autoimunidade é uma resposta imune específica contra um antígeno ou uma
AUTOIMUNIDADE Conceito Autoimunidade é uma resposta imune específica contra um antígeno ou uma série de antígenos próprios Doença Autoimune é uma síndrome provocada por lesão tissular ou alteração funcional
RESPOSTA RÁPIDA 154/2014 Alfapoetina na IRC
RESPOSTA RÁPIDA 154/2014 Alfapoetina na IRC SOLICITANTE Dra. Herilene de Oliveira Andrade Juíza de Direito Comarca de Itapecerica NÚMERO DO PROCESSO 0335.14.706-3 DATA 26/03/2014 SOLICITAÇÃO Solicito parecer
Tratamento anticoagulante a longo prazo do tromboembolismo venoso (TEV)
Tratamento anticoagulante a longo prazo do tromboembolismo venoso (TEV) Vânia Maris Morelli Disciplina de Hematologia e Hemoterapia Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP TEV (TVP MI e EP) ~7 dias
