CASO PROBLEMA DA SEMANA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CASO PROBLEMA DA SEMANA"

Transcrição

1 CASO PROBLEMA DA SEMANA Fabiano de 41 anos, caminhoneiro, residente em Barra Mansa (RJ), recebe R$600,00 por mês. Em novembro do ano passado resolveu que aceitaria a proposta de levar uma carga até Natal para aumentar seus ganhos de final de ano, pois andava endividado. Durante a sua jornada, para ganhar tempo, previu poucas paradas resolvendo fazer uso de rebite para se manter acordado. Na madrugada do terceiro dia, sonolento, não percebeu na estrada a presença de um cavalo e o atropelou. A carga, entretanto, foi toda perdida e não estava segurada. Fabiano foi atendido no pronto-socorro do pequeno hospital local, que não dispunha nem de aparelho de radiografia.

2 COMO VOCE VAI ENCAIXAR A FISIOLOGIA DO SONO NESSE CASO PROBLEMA? VOCE PRECISA UTILIZAR A AULA TEÓRICA COMO SUBSÍDIO PARA CONTRUIR SEU CONHECIMENTO SOBRE OS ASSUNTOS DISCUTIDOS NO MÓDULO É COM ESSE CONHECIMENTO QUE VOCE IRÁ CONSTRUIR AS RESENHAS

3 FISIOLOGIA DO SONO CICLO SONO-VIGÍLIA

4 ACETILCOLINA AMINOÁCIDOS ESTÃO LIGADOS AS DROGAS ESTIMULANTES GLUTAMATO NICOTINA AMPAKINAS ASPARTATO GABA GLICINA ESTÃO ASSOCIADOS A AÇÃO E AOS EFEITOS DAS DROGAS DE ABUSO DROGAS DEPRESSORAS DA ATIVIDADE MENTAL ETANOL BENZODIAZEPINICOS

5 NEUROTRANSMISSORES CLÁSSICOS Aminas biogênicas DOPAMINA CORRELAÇÃO DIRETA COM AS AÇÕES E OS EFEITOS DAS PRINCIPAIS DROGAS DE ABUSO NORADRENALINA ESTÃO LIGADOS AS DROGAS ESTIMULANTES COCAÍNA ADRENALINA ANFETAMINAS EXTASE SEROTONINA HISTAMINA DROGAS PERTUBADORAS DA ATIVIDADE MENTAL LSD ( DOCE )

6 Áreas Cerebrais onde atua a MACONHA SISTEMA DE NEUROTRANSMISSÃO CANABINÓIDE DROGAS PERTUBADORAS DA ATIVIDADE MENTAL MACONHA

7 QUAIS SÃO E COMO FUNCIONAM OS SISTEMAS DE NEUROTRANSMISSÃO NO CÉREBRO? FUNÇÃO ENDÓGENA IMPORTANCIA PARA FISIOLOGIA NEURAL COMPORTAMENTOS QUE BENEFICIAM A SOBREVIVENCIA DO INDIVIDUO BUSCA POR ALIMENTO BUSCA POR SEXO

8 FISIOLOGIA DO SONO ESTRUTURAS DO TRONCO CEREBRAL - NÚCLEOS DA RAFE: localizados na linha média da Ponte e Bulbo, esses núcleos secretam SEROTONINA que desempenha papel fundamental na indução do sono normal.

9 FISIOLOGIA DO SONO CENTROS NEURONAIS E SUBSTÂNCIAS NEURO-HUMORAIS - NÚCLEOS DA RAFE: as fibras nervosas provenientes destes núcleos dirigem-se ao tálamo, hipotálamo, sistema límbico, córtex cerebral. A liberação de Serotonina nestes centros neuronais participa do processo indutor do sono ( administração de substâncias que bloqueiam a síntese de serotonina a animais = incapacidade de dormir )

10 SEROTONINA ou (5-hidroxitriptamina) ou 5-HT Receptores 5-HT 1-7 metabotrópico 5-HT 3 ionotrópico Núcleos da Rafe Serotonina: Prazer e sono

11 FISIOLOGIA DO SONO CENTROS NEURONAIS E SUBSTÂNCIAS NEURO-HUMORAIS GLÂNDULA PINEAL E SÍNTESE DE MELATONINA

12 FISIOLOGIA DO SONO CENTROS NEURONAIS E SUBSTÂNCIAS NEURO-HUMORAIS - A Glândula Pineal é uma glândula que recebe projeções de neurônios fotorreceptores da retina e envia conexões para o sistema límbico e córtex cerebral através do pedúnculo pineal. - Desta forma, ela recebe informação acerca da presença ou ausência da luminosidade ambiental (ciclo dia-noite) SÍNTESE CÍCLICA DE MELATONINA (deflagrada pela ausência de luz)

13 FISIOLOGIA DO SONO SÍNTESE DE MELATONINA TRIPTOFANO (leite e derivados/nozes/banana/arroz/batata/feijão/ lentilha/castanha/abacate/soja) 5-HIDROXI-TRIPTOFANO SEROTONINA N-ACETIL-SEROTONINA MELATONINA

14 FISIOLOGIA DO SONO # PODEMOS CONCLUIR = a Serotonina secretada pelos Núcleos da Rafe e liberada no Tálamo/Hipotálamo funciona como substrato para a síntese de Melatonina pela Glândula Pineal. INCIDÊNCIA DA LUZ SOBRE A RETINA INIBIÇÃO DO NÚCLEO SUPRAQUIASMÁTICO ( MARCAPASSO DO CICLO SONO-VIGÍLIA ) INIBIÇÃO DA SÍNTESE DE MELATONINA PICO DIÁRIO DE MELATONINA = À NOITE

15 FISIOLOGIA DO SONO AÇÕES DA MELATONINA 1- REDUÇÃO DA PRODUÇÃO DE CATECOLAMINAS 2- REDUÇÃO DA TEMPERATURA CORPORAL 3- LIGAÇÃO A RECEPTORES ESPECÍFICOS EXERCENDO EFEITO INIBITÓRIO SOBRE O HIPOTÁLAMO E CÓRTEX CEREBRAL SONO

16 FISIOLOGIA DO SONO OUTRAS AÇÕES DA MELATONINA A MELATONINA SECRETADA PELA GLD. PINEAL ATUA ( INIBIÇÃO ) EM 3 REGIÕES ESPECÍFICAS DO HIPOTÁLAMO: A. HIPOTÁLAMO ANTERIOR (NÚCLEOS GABAÉRGICOS) VLPO (nucleo préoptico ventro lateral do hipotalamo anterior) induz o sono B. HIPOTÁLAMO POSTERIOR (NÚCLEOS HISTAMINÉRGICOS) induz a vigilia C. HIPOTÁLAMO LATERAL (SISTEMA HIPOCRETINAS) induz a vigilia

17 FISIOLOGIA DO SONO VIGÍLIA AUSÊNCIA DE MELATONINA ( HIPOTÁLAMO DESESTIMULADO ) ELEVADAS CONCENTRAÇÕES DE Ach / 5-HT / NORADRENALINA / HISTAMINA ISSO MANTEM O ESTADO DE VIGÍLIA (ACORDADO)

18 FISIOLOGIA DO SONO PERÍODO NOTURNO (AUSÊNCIA DE LUMINOSIDADE) ATIVAÇÃO DO NÚCLEO SUPRAQUIASMÁTICO SECREÇÃO DE MELATONINA PELA GLD. PINEAL INIBIÇÃO HIPOTALÂMICA COM REDUÇÃO NA CONCENTRAÇÃO DAS MONOAMINAS CEREBRAIS SONO

19 VISÃO GERAL DO CONTROLE NEURAL DO SONO

20 ESTADO DE VIGILIA - ACORDADO

21 ESTADO DE SONO NÃO - REM

22 ESTADO DE SONO - REM

23 FISIOLOGIA DO SONO FASES DO SONO 1) SONO DE ONDAS LENTAS ou SONO NÃO-REM: - O EEG apresenta ondas cerebrais de grande amplitude e de baixa frequência; - constitui a maior parte do sono durante uma noite; - representa o sono profundo e restaurador. 2) SONO REM ( Rapid Eye Moviments ): - ocorrem movimentos rápidos com os olhos; - representa cerca de 25% do tempo total de sono e recorre a cada 90 minutos; - não é um sono restaurador; - geralmente está associado a sonhos vívidos.

24 FISIOLOGIA DO SONO SONO DE ONDAS LENTAS. FASE OU ESTÁGIO I: é a transição entre o estado de vigília e o sono, quando a Melatonina começa a ser liberada, induzindo o estado de sono. Compreende cerca de 2-5% do tempo total do sono. Já se observa relaxamento muscular esquelético;. FASE OU ESTÁGIO II: corresponde a 45-55% do tempo total do sono. Ocorre redução da atividade dos neurônios corticais. Observam-se redução da FC, da FR, da temperatura corporal e relaxamento muscular mais intenso;. FASE OU ESTÁGIO III: corresponde a 3% do tempo total do sono. Observam-se raros movimentos oculares e redução progressiva do tônus muscular ; movimento aqui são involuntários.fase OU ESTÁGIO IV: corresponde a 10-15% do tempo total do sono. Ocorre um pico na liberação de GH e o CORTISOL começa a ser liberado, até atingir seu pico no início da manhã.

25 FISIOLOGIA DO SONO SONO REM - Numa noite normal de sono, episódios de sono REM (que duram de 5-30min.) se repetem a cada 90 minutos; - Corresponde a 20-25% do sono total; - O EEG apresenta ondas de baixa amplitude e frequência variável ( Ondas em Dente de Serra ); - O indivíduo apresenta máxima hipotonia da musculatura esquelética, indicando forte inibição das áreas de controle da medula espinhal; - FC e FR irregulares; - Ocorrem oscilações da posição dos olhos, lábios, língua, cabeça e músculos timpânicos; - É neste período que a maioria dos sonhos acontecem; - É mais difícil despertar o indivíduo neste período. Geralmente, as pessoas despertam espontaneamente pela manhã durante um episódio de sono REM.

26 SONO NÃO- REM É um encéfalo ocioso em um corpo móvel SONO REM O encéfalo está ativo e alucinado em um corpo paralizado William Dement, Neurocientista

27 Paralisia do sono kanashibari Ocorre na transição entre Sono REM e o despertar Incubus: O pesadelo, por Henry Fuseli (1781), uma das representações da paralisia do sono na cultura popular

28 FISIOLOGIA DO SONO ACORDADO SONO PARADOXAL

29 ACORDADO SONO ESTAGIO 1 ESTAGIO 2 ESTAGIO 3 ESTAGIO 4

30 FISIOLOGIA DO SONO ARQUITETURA DO SONO (após uma latência média de 10min) INÍCIO DO SONO PELO ESTÁGIO I DO SONO N - REM (poucos min após) APROFUNDAMENTO PARA O ESTÁGIO II (3-60 min após) ESTÁGIOS III E IV (cerca de 90 min após) 1º EPISÓDIO DE SONO REM COM DURAÇÃO DE 5-10 MIN CERCA DE 5-6 CICLOS DE SONO N-REM X REM DURANTE UMA NOITE DE 8h DE SONO

31 FISIOLOGIA DO SONO EFEITOS FISIOLÓGICOS DO SONO - RESTAURAÇÃO DAS FUNÇÕES CEREBRAIS; - REORGANIZAÇÃO DA MEMÓRIA; - LIBERAÇÃO NEURO-HUMORAL ADEQUADA (GH / CORTISOL);

32 SONO E ENVELHECIMENTO ADULTO SAUDÁVEL = MÉDIA DE 7-8H DE SONO, COM DESPERTARES QUE REPRESENTAM ATÉ 5% DO TEMPO TOTAL DO SONO. IDOSO = MÉDIA DE 6H DE SONO / MAIOR LATÊNCIA / REDUÇÃO NO TEMPO DA FASE II / Nº MAIOR DE DESPERTARES.

33 INSÔNIA RISCO CARDIOVASCULAR 2X MAIOR; RISCO DE INFECÇÕES 1,5X MAIOR; (REDUÇÃO NA FUNÇÃO DOS LINFÓCITOS T); AUMENTA O RISCO DE QUEDAS EM ATÉ 3X; AUMENTA O RISCO DE DEPRESSÃO EM ATÉ 2,5X; INSÔNIA GRAVE = AUMENTA EM ATÉ 3X A MORTALIDADE EM UM PERÍODO DE 3 ANOS E MEIO (ROBERTSON E COL 2003).

34 FISIOLOGIA DO SONO SONO = estado de inconsciência do qual uma pessoa pode ser despertada por estímulo sensorial. COMA = estado de inconsciência do qual uma pessoa não pode ser despertada.

35 ESCALA DE COMA DE GLASGOW. ABERTURA OCULAR: 1- Nunca 2- À dor 3- À solicitação verbal 4- Espontaneamente. RESPOSTA VERBAL: 1- Nenhuma 2- Sons Incompreensíveis (gemidos / grunhidos) 3- Inapropriado (gritos) 4- Fala confusa (desorientado) 5- Orientado. RESPOSTA MOTORA: 1- Nenhuma 2- Descerebração 3- Decorticação 4- Retirada específica 5- Localiza a dor 6- Obediência aos comandos

36 CASO PROBLEMA DA SEMANA Fabiano de 41 anos, caminhoneiro, residente em Barra Mansa (RJ), recebe R$600,00 por mês. Em novembro do ano passado resolveu que aceitaria a proposta de levar uma carga até Natal para aumentar seus ganhos de final de ano, pois andava endividado. Durante a sua jornada, para ganhar tempo, previu poucas paradas resolvendo fazer uso de rebite para se manter acordado. Na madrugada do terceiro dia, sonolento, não percebeu na estrada a presença de um cavalo e o atropelou. A carga, entretanto, foi toda perdida e não estava segurada. Fabiano foi atendido no pronto-socorro do pequeno hospital local, que não dispunha nem de aparelho de radiografia.

37 REBITE As anfetaminas provocam dependência física e psíquica, podendo acarretar, com seu uso freqüente, tolerância à droga, assim como a sua interrupção brusca, síndrome de abstinência. Consumidas por via oral ou injetadas, são consideradas psicotrópicos estimulantes, por induzir a um estado de grande excitação e sensação de poder, facilitando a exteriorização de impulsos agressivos e incapacidade de julgar adequadamente a realidade. O uso prolongado pode provocar forte dependência, sendo que no extremo podem surgir alucinações e delírios, sintomas denominados "psicose anfetamínica". Nomes comerciais: Dualid, Inibex, Hipofagin, Moderine (substância ativa - dietilpropiona). Lipomax, Desobesi (substância ativa - fenproporex). Dasten, Absten, Moderamin, Fagolipo, Inobesin, Lipese, Diazinil (substância ativa - mazindol).

38 Complexo mecanismo de ação das ANFETAMINAS (Rebite) Há uma liberação constante de NA independe de Ca 2+ e potencias de ação Transportador vesicular de monoaminas anfetamina Uso crônico leva a depleção dos estoques de NA Há uma degradação dos receptores pós sinápticos Vesícula sináptica metabólitos MAO NA NA Transportador de noradrenalina NA anfetamina Receptores pós-sinápticos

39 TIROSINA L-DOPA DOPAMINA DOPAMINA NORA-EPINIFRINA NORA-ADRENALINA ADRENALINA EPINEFRINA

40 Sistemas Modulatórios Difusos NEUROTRANSMISSORES Vias Noradrenérgicas rgicas Principais Centro da Atenção Dopamina + noradrenalina: Motivação, atenção, vigilia

41 SÍNTESE DE CATECOLAMINAS Tyrosine DOPA DA TH AADC HO HO HO HO HO HO HO Norepinephrine Phenylethanol amine N-methyltransferase OH HO HO CH2 CH2 CH2 Dopamine Dopamine - hydroxylase OH CH CH CH DOPA COOH Tyrosine Tyrosine hydroxylase CH COOH CH2 CH2 CH2 NH2 NH2 NH2 NH2 NH Epinephrine Amino acid decarboxylase CH3

42 Exemplo de um sistema de neurotransmissão catecolaminérgico NET COCAÍNA, ANFETAMINAS INIBEM ESSE PONTO NET ADD D H L-Tyr TH L-Tyr (tirosina) ADD L-DOPA MAO DA D H Transportador de noradrenalina Aminoácido Descarboxilase Dopamina hidroxilase DHPG 3, 4-dihydroxyphenylglycol NORADRENALINA NA Gi Vmat Na + 2 AC Vmat NA MAO COMT PLC Gq 1 AC Gs COMT PIP2 DHPG IP3 IP DAG IP2 Transportador vesicular de monoaminas Monoaminaoxidase Catecol-O-Metil transferase

43 CASO PROBLEMA DA SEMANA Fabiano de 41 anos, caminhoneiro, residente em Barra Mansa (RJ), recebe R$600,00 por mês. Em novembro do ano passado resolveu que aceitaria a proposta de levar uma carga até Natal para aumentar seus ganhos de final de ano, pois andava endividado. Durante a sua jornada, para ganhar tempo, previu poucas paradas resolvendo fazer uso de rebite para se manter acordado. Na madrugada do terceiro dia, sonolento, não percebeu na estrada a presença de um cavalo e o atropelou. No acidente o caminhão tombou, mas felizmente ele teve apenas leves escoriações. A carga, entretanto, foi toda perdida e não estava segurada. Fabiano foi atendido no pronto-socorro do pequeno hospital local, que não dispunha nem de aparelho de radiografia.

44 BIBLIOGRAFIA SUGERIDAS NEUROCIENCIAS - Bear et al 100 BILHÕES DE NEURÔNIOS Roberto Lent Estudar o sono Ciclo de sono e vigília Ritmos do cérebro Neuroanatomia Ângelo Machado Estudar as estruturas neurais relacionadas ao sono FISIOLOGIA HUMANA Guyton e Hall FARMACOLOGIA Rang e Dale FARMACOLOGIA Goodman e Gilman Fisiologia do sono Pode ser usado para conhecer o mecanismo de ação das drogas que inibem o sono Anfetaminas, cafeína, agonistas simpaticomiméticos

Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação

Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação QUÍMICA DO SONO Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação combinada de diversas substâncias químicas

Leia mais

Projeto Medicina. Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC

Projeto Medicina. Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC Projeto Medicina Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC Neurociência DIVISÃO DO SISTEMA NERVOSO Sistema Nervoso Central Sistema

Leia mais

No Brasil, a esquizofrenia ocupa 30% dos leitos psiquiátricos hospitalares; Ocupa 2ºlugar das primeiras consultas psiquiátricas ambulatoriais;

No Brasil, a esquizofrenia ocupa 30% dos leitos psiquiátricos hospitalares; Ocupa 2ºlugar das primeiras consultas psiquiátricas ambulatoriais; Curso - Psicologia Disciplina: Psicofarmacologia Resumo Aula 7- Psicofármacos e Esquizofrenia Esquizofrenia Uma das mais graves doenças neuropsiquiátricas e atinge 1% da população mundial; No Brasil, a

Leia mais

Fisiologia do Sistema Nervoso

Fisiologia do Sistema Nervoso FORMAÇÃO DO TUBO NEURAL Fisiologia do Sistema Nervoso Curso: Biologia Profa. EMBRIOGÊNESE DO SN DIVISÃO DO SN 1 SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO Diversidade celular SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO NERVOS SOMÁTICO

Leia mais

Objetivos: Descrever os neurotransmissores -Catecolaminas dopamina, noradrenalina, adrenalina -Acetilcolina

Objetivos: Descrever os neurotransmissores -Catecolaminas dopamina, noradrenalina, adrenalina -Acetilcolina FACULDADE DE MEDICINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA VIDA PUC-Campinas DISCIPLINA DE BASES MORFOFISIOLÓGICAS DO SISTEMA NERVOSO, SENSORIAL E LOCOMOTOR BIOQUÍMICA A 2012 Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes Objetivos:

Leia mais

A Importância do Sono

A Importância do Sono 1 A Importância do Sono Dra. Regeane Trabulsi Cronfli É um total contra-senso o fato de que, num mundo em que cerca de 16 a 40% das pessoas em geral sofrem de insônia, haja aquelas que, iludidas pelos

Leia mais

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi Fisiologia Animal Sistema Nervoso Sistema Nervoso Exclusivo dos animais, vale-se de mensagens elétricas que caminham pelos nervos mais rapidamente que os hormônios pelo sangue. Mantido vivo pela eletricidade,

Leia mais

Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central e Autonômico

Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central e Autonômico Beneficência Portuguesa de São Paulo Serviços Médicos São Paulo Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central e Autonômico David Ferez [email protected] Disciplina de Anestesiologia, Dor e Terapia

Leia mais

OS GÂNGLIOS DA BASE FUNÇÕES DOS GÂNGLIOS DA BASE

OS GÂNGLIOS DA BASE FUNÇÕES DOS GÂNGLIOS DA BASE OS GÂNGLIOS DA BASE Neurofisiologia Prof. Hélder Mauad FUNÇÕES DOS GÂNGLIOS DA BASE Ajudam a planejar e a controlar padrões complexos do movimento muscular, controlando a intensidade relativa dos movimentos

Leia mais

Drogas de Abuso. Equipe de Biologia

Drogas de Abuso. Equipe de Biologia Drogas de Abuso Equipe de Biologia Drogas Qualquer substância capaz de alterar o funcionamento do organismo ilícitas lícitas Drogas de abuso Drogas utilizadas sem indicação médica, tendo por objetivo alterar

Leia mais

MEDITAÇÃO : FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS PROF. DR. JAIR SANTOS

MEDITAÇÃO : FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS PROF. DR. JAIR SANTOS Prof. Jair Santos MEDITAÇÃO : FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS PROF. DR. JAIR SANTOS Prof. Jair Santos 2 INTRODUÇÃO Newberg(2003): a meditação induz mudanças na cognição, percepção sensorial, afetos, atividade

Leia mais

DROGAS DE ABUSO. Profa. Dra. Eline Matheus

DROGAS DE ABUSO. Profa. Dra. Eline Matheus DROGAS DE ABUSO DROGAS QUE ATUAM NO SNC ESTIMULANTES DEPRESSORES DROGAS ESTIMULANTES COCAÍNA (CRACK & OXI) ANFETAMÍNICOS EFEDRINA ALUCINÓGENOS ANABOLIZANTES COCAÍNA Corte cerebral pós-mortem de um adicto

Leia mais

Organização do sistema nervoso

Organização do sistema nervoso Sistema nervoso Organização do sistema nervoso Sistema Nervoso Central (SNC) O encéfalo: O encéfalo dos mamíferos é dividido em: telencéfalo (cérebro), diencéfalo (tálamo, epitálamo e hipotálamo), mesencéfalo

Leia mais

Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Cérebro. Cerebelo. Encéfalo. Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula

Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Cérebro. Cerebelo. Encéfalo. Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula Introdução O corpo humano é coordenado por dois sistemas: o nervoso e o endócrino. O sistema nervoso é o que coordena, por meio da ação dos neurônios, as respostas fisiológicas, como a ação dos músculos

Leia mais

RESENHA: Novas perspectivas na luta contra a dependência química provocada pela cocaína.

RESENHA: Novas perspectivas na luta contra a dependência química provocada pela cocaína. RESENHA: Novas perspectivas na luta contra a dependência química provocada pela cocaína. FONTE: Yao, L. et al. (2010) Nature Medicine 16 (9), 1024. Contribuição de Rodolfo do Couto Maia (Doutorando do

Leia mais

RITMOS BIOLÓGICOS E CICLO SONO-VIG

RITMOS BIOLÓGICOS E CICLO SONO-VIG RITMOS BIOLÓGICOS E CICLO SONO-VIG VIGÍLIA Ritmos Biológicos Ritmos Biológicos Mimosa pudica Relógio endógeno Ritmos Biológicos Ritmos circadianos: ritmos que se repetem a cada dia Ritmos infradianos:

Leia mais

Introdução ao Sistema Nervoso

Introdução ao Sistema Nervoso União de Ensino Superior de Campina Grande Faculdade de Campina Grande FAC-CG Curso de Fisioterapia Introdução ao Sistema Nervoso Profa. Dra. Narlize Silva Lira Setembro /2014 Princípios de Fisiologia

Leia mais

Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro

Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro Es>mulantes do SNC Obje>vos Conhecer as formas de apresentação e de uso Compreender o mecanismo de

Leia mais

Maconha. Alessandro Alves. Conhecendo a planta

Maconha. Alessandro Alves. Conhecendo a planta Maconha Alessandro Alves Entenda bem. A maconha é a droga ilícita mais utilizada no mundo. Está entre as plantas mais antigas cultivadas pelo homem. Na China seus grãos são utilizados como alimento e no

Leia mais

CRACK. Alexandre de Araújo Pereira. Psiquiatra Mestre em Educação Médica ENSP/UECE Docente da Faculdade de Ciências Médicas UNIFENAS BH/ IPEMED

CRACK. Alexandre de Araújo Pereira. Psiquiatra Mestre em Educação Médica ENSP/UECE Docente da Faculdade de Ciências Médicas UNIFENAS BH/ IPEMED CRACK Alexandre de Araújo Pereira Psiquiatra Mestre em Educação Médica ENSP/UECE Docente da Faculdade de Ciências Médicas UNIFENAS BH/ IPEMED Breve histórico do uso de drogas Pré História 4.000 à 5.000

Leia mais

CORPO MOVIMENTO; SISTEMA NERVOSO; SISTEMA CARDIORESPIRATÓRIO; SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO. SISTEMA ENDÓCRINO

CORPO MOVIMENTO; SISTEMA NERVOSO; SISTEMA CARDIORESPIRATÓRIO; SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO. SISTEMA ENDÓCRINO CORPO X MACONHA CORPO MOVIMENTO; SISTEMA NERVOSO; SISTEMA CARDIORESPIRATÓRIO; SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO. SISTEMA ENDÓCRINO CORPO - MOVIMENTO CORPO - MOVIMENTO Movimentos estão presentes em todas as atividades

Leia mais

NEUROFISIOLOGIA ORGANIZAÇÃO GERAL:

NEUROFISIOLOGIA ORGANIZAÇÃO GERAL: NEUROFISIOLOGIA O Sistema Nervoso (SN) e o Sistema Endócrino (hormonal) desempenham a maioria das funções de controle do organismo - O SN controla atividades RÁPIDAS: contração muscular, eventos viscerais

Leia mais

SISTEMA NERVOSO. Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a:

SISTEMA NERVOSO. Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a: SISTEMA NERVOSO Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a: perceber as variações do meio (interno e externo), a difundir as modificações que essas variações produzem executar as respostas

Leia mais

Drogas que atuam no Sistema Nervoso Autônomo. Astria Dias Ferrão Gonzales 2017

Drogas que atuam no Sistema Nervoso Autônomo. Astria Dias Ferrão Gonzales 2017 Drogas que atuam no Sistema Nervoso Autônomo Astria Dias Ferrão Gonzales 2017 SNC Todos os estímulos do nosso ambiente causam, nos seres humanos, sensações como dor e calor. Todos os sentimentos, pensamentos,

Leia mais

Sistema Nervoso. Função: ajustar o organismo animal ao ambiente.

Sistema Nervoso. Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Sistema Nervoso Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Perceber e identificar as condições ambientais externas e as condições internas do organismo 1 LOCALIZAÇÃO: SISTEMA NERVOSO - CORPOS CELULARES:

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Tecido Nervoso Compreende basicamente dois tipos celulares Neurônios unidade estrutural e funcional

Leia mais

5-HT 1A Núcleos da rafe, hipocampo Gi, AMPc. 5-HT 1B Substância negra, globo pálido, gânglios da base Gi, AMPc. 5-HT 1D Cérebro Gi, AMPc

5-HT 1A Núcleos da rafe, hipocampo Gi, AMPc. 5-HT 1B Substância negra, globo pálido, gânglios da base Gi, AMPc. 5-HT 1D Cérebro Gi, AMPc UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE FARMACOLOGIA SEROTONINA Serotonina: funções e distribuição Receptores centrais e periféricos Neurotransmissor: neurônios

Leia mais

Perturbações do Sono. 16/ Maio 11 UPI Área de Pedopsiquiatria do CHLC Margarida Crujo

Perturbações do Sono. 16/ Maio 11 UPI Área de Pedopsiquiatria do CHLC Margarida Crujo Perturbações do Sono 16/ Maio 11 UPI Área de Pedopsiquiatria do CHLC Margarida Crujo funções do sono Antigamente - resultante de vapores quentes provenientes do estômago Aristóteles - produto de anemia

Leia mais

Valéria Neves Kroeff Mayer 1

Valéria Neves Kroeff Mayer 1 POSTURAS PATOLÓGICAS NAS LESÕES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Valéria Neves Kroeff Mayer 1 Anormalidades sensório motoras, posturais e do tônus, são comuns após lesões do Sistema Nervoso, tanto Central quanto

Leia mais

Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro

Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro Perturbadores do SNC ObjeDvos Conhecer as formas de apresentação e de uso Compreender o mecanismo de

Leia mais

Aula III Classificação do Sistema Nervoso segundo Critérios Funcionais. (Transcrição da aula vídeo)

Aula III Classificação do Sistema Nervoso segundo Critérios Funcionais. (Transcrição da aula vídeo) Aula III Classificação do Sistema Nervoso segundo Critérios Funcionais (Transcrição da aula vídeo) Hoje vamos estudar uma nova forma de classificação do Sistema Nervoso. Seguiremos os princípios que nortearam

Leia mais

Introdução à Farmacologia do SNC. Farmacologia II Filipe Dalla

Introdução à Farmacologia do SNC. Farmacologia II Filipe Dalla Introdução à Farmacologia do SNC Farmacologia II Filipe Dalla Introdução à Farmacologia das drogas do SNC Potencial de Membrana Todas as células possuem potencial de membrana: Potencial de membrana é

Leia mais

Alienação das drogas

Alienação das drogas Alienação das drogas Que relação podemos fazer entre os personagens mortos-vivos da ficção e os usuários de drogas em geral. São substâncias, naturais ou sintéticas que, introduzidas no organismo, podem

Leia mais

FARMACOTERAPIA EXCLUSIVA Nutracêuticos para o tratamento da dependência Química

FARMACOTERAPIA EXCLUSIVA Nutracêuticos para o tratamento da dependência Química FARMACOTERAPIA EXCLUSIVA Nutracêuticos para o tratamento da dependência Química NUTRACÊUTICOS PARA TRATAMENTO DAS DEPENDÊNCIAS QUÍMICAS TRATAMENTO COM ALTA EFETIVIDADE Os mais recentes estudos científicos

Leia mais

Sistema Nervoso. Corpo celular constituída pela membrana, organelas e núcleo celular.

Sistema Nervoso. Corpo celular constituída pela membrana, organelas e núcleo celular. Neurônio Sistema Nervoso Corpo celular constituída pela membrana, organelas e núcleo celular. Dendritos prolongamentos ramificados que captam os estímulos nervosos. Axônio prolongamento único e responsável

Leia mais

AULA 23 Drogas: produtos alucinógenos ou substância tóxicas que leva a dependência; Drogas psicoativas: entra na corrente sanguínea e atinge o SNC; Ação depressiva: diminui a atividade das células nervosas.

Leia mais

FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO

FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO Controle do funcionamento do ser humano através de impulsos elétricos Prof. César Lima 1 Sistema Nervoso Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Perceber e

Leia mais

02/04/2013. Glândula Pineal. Fernanda

02/04/2013. Glândula Pineal. Fernanda Fernanda 1 O PAPEL DA MENTE A mente permanece na base de todos os fenômenos mediúnicos. F.C.Xavier/André Luiz: Nos Domínios da Mediunidade, cap.1, p. 15-16) É o espelho da vida em toda a parte. Emmanuel

Leia mais

INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS. Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia

INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS. Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia 1 O sistema nervoso é o mais complexo e diferenciado do organismo, sendo o primeiro a se

Leia mais

EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA. Nome:... Data:... Assinatura:...

EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA. Nome:... Data:... Assinatura:... EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA Nome:... Data:... Assinatura:... DISSERTAÇÃO: RECEPTORES E VIAS DE TRANSDUÇÃO DO SINAL COMO ESTRATÉGIA AO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS FÁRMACOS

Leia mais

A NEUROPSICOLOGIA E O MEDO DA DOR

A NEUROPSICOLOGIA E O MEDO DA DOR FACULDADE DA SERRA GAÚCHA PÓS-GRADUAÇÃO PSICOTERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL PSICOTERAPIAS COGNITIVAS E NEUROCIÊNCIAS PROF. MS. DANIELLE IRIGOYEN DA COSTA A NEUROPSICOLOGIA E O MEDO DA DOR CASSIANA MARTINS

Leia mais

Fisiologia do Sistema Nervoso. 1. Sistema Nervoso Sensorial 2. Sistema Nervoso Motor 3. Sistema Nervoso Autônomo 4.

Fisiologia do Sistema Nervoso. 1. Sistema Nervoso Sensorial 2. Sistema Nervoso Motor 3. Sistema Nervoso Autônomo 4. Fisiologia do Sistema Nervoso 1. Sistema Nervoso Sensorial 2. Sistema Nervoso Motor 3. Sistema Nervoso Autônomo 4. Ritmos Biológicos Sistema Nervoso Motor a) Organização Hierárquica do Movimento Movimentos

Leia mais

SISTEMA MOTOR VISCERAL

SISTEMA MOTOR VISCERAL SISTEMA MOTOR VISCERAL SOMÁTICO Aferente ou Sensorial Sistema Nervoso VISCERAL Eferente ou Motora Sistema Nervoso Autônomo Divisão Simpática Divisão Parassimpática Divisão Entérica Órgãos Viscerais Gerais

Leia mais

Potencial de ação: Evento elétrico/químico que se inicia na região do axônio próxima ao corpo celular e desloca-se em direção aos botões terminais.

Potencial de ação: Evento elétrico/químico que se inicia na região do axônio próxima ao corpo celular e desloca-se em direção aos botões terminais. Curso - Psicologia Disciplina: Psicofarmacologia Resumo Aula 3- Bases Psicológicas e Neurais da Psicofarmacologia Neurônios: estrutura básica Soma: contém o núcleo que garante os processos vitais da célula.

Leia mais

Coordenação Nervosa Cap. 10. Prof. Tatiana Outubro/ 2018

Coordenação Nervosa Cap. 10. Prof. Tatiana Outubro/ 2018 Coordenação Nervosa Cap. 10 Prof. Tatiana Outubro/ 2018 Função Responsável pela comunicação entre diferentes partes do corpo e pela coordenação de atividades voluntárias ou involuntárias. Neurônios A célula

Leia mais

O TABAGISMO COMO DEPENDÊNCIA

O TABAGISMO COMO DEPENDÊNCIA O TABAGISMO COMO DEPENDÊNCIA Ministério da Saúde - MS Instituto Nacional de Câncer - INCA Coordenação de Prevenção e Vigilância - Conprev Divisão de Programas de Controle do Tabagismo e outros Fatores

Leia mais

SISTEMA NERVOSO. Professora: Daniela Carrogi Vianna

SISTEMA NERVOSO. Professora: Daniela Carrogi Vianna SISTEMA NERVOSO Professora: Daniela Carrogi Vianna SISTEMA NERVOSO O sistema Nervoso é um todo. Sua divisão em partes tem um significado exclusivamente didático, pois as várias partes estão intimamente

Leia mais

Fisiologia I CÓRTEX ADRENAL. Prof. Élio Waichert Júnior 1

Fisiologia I CÓRTEX ADRENAL. Prof. Élio Waichert Júnior 1 CÓRTEX ADRENAL Prof. Élio Waichert Júnior 1 Córtex adrenal Colesterol Hormônios corticosteróides Mineralocorticóides Glicocorticóides Hormônios androgênicos Afetam os eletrólitos (sódio, potássio) Afetam

Leia mais

Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro

Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro Conceitos Básicos ObjeBvos DiscuBr os conceitos básicos de substâncias psicoabvas (SPA) Conhecer as

Leia mais

SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR

SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR NEUROFISIOLOGIA Prof. Hélder Mauad DOR - Mecanismo de proteção do organismo Ocorre quando um tecido está sendo lesado Faz com que o indivíduo reaja para remover o estímulo lesivo

Leia mais

Sistema Nervoso. Aula Programada Biologia. Tema: Sistema Nervoso

Sistema Nervoso. Aula Programada Biologia. Tema: Sistema Nervoso Aula Programada Biologia Tema: Sistema Nervoso 1) Introdução O sistema nervoso é responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente. Sua função é perceber e identificar as condições ambientais externas,

Leia mais

Construindo atividades com o software Kompozer

Construindo atividades com o software Kompozer Construindo atividades com o software Kompozer 1. Contextualização 1.1. Caracterização do O.A. Área de conhecimento: Ciências biológicas Disciplina ou curso: Fisiologia Ementa em que o O.A. se encaixa:

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES BÁSICAS DAS SINAPSES E DAS SUBSTÂNCIAS TRANSMISSORAS

ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES BÁSICAS DAS SINAPSES E DAS SUBSTÂNCIAS TRANSMISSORAS ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES BÁSICAS DAS SINAPSES E DAS SUBSTÂNCIAS TRANSMISSORAS AULA 4 DISCIPLINA: FISIOLOGIA I PROFESSOR RESPONSÁVEL: FLÁVIA SANTOS Divisão sensorial do sistema nervoso Receptores

Leia mais

Sistema Nervoso Cap. 13. Prof. Tatiana Setembro / 2016

Sistema Nervoso Cap. 13. Prof. Tatiana Setembro / 2016 Sistema Nervoso Cap. 13 Prof. Tatiana Setembro / 2016 Função Responsável pela comunicação entre diferentes partes do corpo e pela coordenação de atividades voluntárias ou involuntárias. Neurônios A célula

Leia mais

Desenvolvimento Embrionário

Desenvolvimento Embrionário Desenvolvimento Embrionário SISTEMA NERVOSO Desenvolvimento Embrionário Telencéfalo Cérebro Meninges + Ossos Todo o sistema nervoso central é envolvido por três camadas de tecido conjuntivo, denominadas

Leia mais

O CÓRTEX MOTOR CÓRTEX MOTOR PRIMÁRIO

O CÓRTEX MOTOR CÓRTEX MOTOR PRIMÁRIO O CÓRTEX MOTOR - Movimentos VOLUNTÁRIOS executados pela ativação cortical de padrões de função armazenados em áreas medulares e encefálicas inferiores na MEDULA ESPINHAL, TRONCO CEREBRAL, GÂNGLIOS DA BASE

Leia mais

SISTEMA NERVOSO MOTOR

SISTEMA NERVOSO MOTOR SISTEMA NERVOSO MOTOR CÓRTEX MOTOR O cérebro é o órgão que move os músculos. sculos. Neil R. Carlson 1 CÓRTEX MOTOR ORGANIZAÇÃO DO CÓRTEX MOTOR Córtex motor primário: principal região controladora para

Leia mais

COMA. Recuperação da Consciência. Morte Encefálica

COMA. Recuperação da Consciência. Morte Encefálica Avaliação do Paciente Neurológico Dra. Viviane Cordeiro Veiga Unidades de Terapia Intensiva Neurológica Hospital Beneficência Portuguesa Alterações do nível de consciência Sonolência: indivíduos que despertam

Leia mais

Sistema Límbico. Prof. Gerardo Cristino. Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br

Sistema Límbico. Prof. Gerardo Cristino. Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Sistema Límbico Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Sistema Nervoso Central Áreas da emoção

Leia mais

Copyright The McGraw-Hill Companies, Inc. Permission required for reproduction or display. Síntese das catecolaminas

Copyright The McGraw-Hill Companies, Inc. Permission required for reproduction or display. Síntese das catecolaminas Síntese das catecolaminas Mecanismo de Ação Monoaminas não agem diretamente em canais iônicos. Exceção é o receptor 5HT-3 (serotonina). Agem através de segundos mensageiros, como camp. camp ativa PKA que

Leia mais

SISTEMA NERVOSO PARTE 1

SISTEMA NERVOSO PARTE 1 SISTEMA NERVOSO PARTE 1 1 TECIDO NERVOSO 1. O sistema nervoso é dividido em: SISTEMA NERVOSO CENTRAL e SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO 2. A unidade básica = célula nervosa NEURÔNIO 3. Operam pela geração de

Leia mais

SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo

SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo www.bioloja.com EMBRIOGÊNESE DO SN DIVISÃO DO SN O SISTEMA NERVOSO O SNC recebe, analisa e integra informações. É o local onde ocorre a tomada de decisões e o envio

Leia mais

Profa Silvia Mitiko Nishida Depto de Fisiologia. SINAPSES NERVOSAS Neurotransmissores

Profa Silvia Mitiko Nishida Depto de Fisiologia. SINAPSES NERVOSAS Neurotransmissores Profa Silvia Mitiko Nishida Depto de Fisiologia SINAPSES NERVOSAS Neurotransmissores 1 Eletromicrografia S1 S2 2 SINAPSE NERVOSA Um neurônio faz sinapse com muitos neurônios Tipos de Sinapse Nervosas 1

Leia mais

Luz, olho humano e óculos Capítulo 12 (pág. 219)

Luz, olho humano e óculos Capítulo 12 (pág. 219) Luz, olho humano e óculos Capítulo 12 (pág. 219) Raios de Luz - Alguns filósofos gregos pensavam que nossos olhos emitiam raios que permitiam enxergar os objetos; - Só nos é possível ver quando há luz

Leia mais

O uso de benzodiazepínicos em idosos

O uso de benzodiazepínicos em idosos O uso de benzodiazepínicos em idosos Rafael C Freire Doutor em psiquiatria Laboratório do Pânico e Respiração IPUB UFRJ INCT Translacional em Medicina Declaração de conflito de interesse Emprego Financiamento

Leia mais

Curso: Integração Metabólica

Curso: Integração Metabólica Curso: Integração Metabólica Aula 9: Sistema Nervoso Autônomo Prof. Carlos Castilho de Barros Sistema Nervoso Sistema Nervoso Central Sistema Nervoso Periférico Sensorial Motor Somático Autônomo Glândulas,

Leia mais

Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro

Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro Doenças, Sono e Trânsito ObjeBvos Relacionar sintomas de doenças e efeitos de medicamentos com o perigo

Leia mais

Neurotransmissão e Neurotransmissores do Sistema Nervoso Central. Liberação do neurotransmissor

Neurotransmissão e Neurotransmissores do Sistema Nervoso Central. Liberação do neurotransmissor Neurotransmissão e Neurotransmissores do Sistema Nervoso Central Liberação do neurotransmissor Fonte: Silverthorn, 2002 1 Exocitose Fonte: Golan et al., 2009 Término da ação do neurotransmissor 1 2 3 Fonte:

Leia mais

Hormônio do Crescimento

Hormônio do Crescimento Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Hormônio do Crescimento O Hormônio do Crescimento Humano é um dos muitos hormônios que tem sua produção

Leia mais

Neurotransmissão e neuromodulação

Neurotransmissão e neuromodulação Neurotransmissão e neuromodulação Sistema Nervoso Central Sistema Nervoso Periférico Sistema Nervoso Autónomo Nervos eferentes somáticos/nervos aferentes somáticos e viscerais Impulsos nervosos músculo

Leia mais

Introdução ao Sistema Nervoso - O Encéfalo

Introdução ao Sistema Nervoso - O Encéfalo Introdução ao Sistema Nervoso - O Encéfalo Profa Juliana Normando Pinheiro Morfofuncional V [email protected] O sistema nervoso é um sistema complexo de comunicação e controle no corpo animal.

Leia mais

Fisiologia da Adrenal

Fisiologia da Adrenal Fisiologia da Adrenal Profa. Letícia Lotufo Glândula Adrenal: Porção externa córtex 80 a 90% Tecido mesodérmico Porção interna medula 10 a 20% Tecido neurodérmico 1 Adrenal histologia: Zona glomerulosa

Leia mais

Apnéia do Sono e Ronco Guia Rápido

Apnéia do Sono e Ronco Guia Rápido Homehealth provider Apnéia do Sono e Ronco Guia Rápido Ronco: atrás do barulho, um problema de saúde mais sério www.airliquide.com.br O que é Apnéia do Sono? Apnéia do sono é uma síndrome que pode levar

Leia mais

Codificação neural. Natureza da Informação UFABC. Prof. João Henrique Kleinschmidt Material elaborado pelos professores de NI

Codificação neural. Natureza da Informação UFABC. Prof. João Henrique Kleinschmidt Material elaborado pelos professores de NI Codificação neural Natureza da Informação UFABC Prof. João Henrique Kleinschmidt Material elaborado pelos professores de NI 1 Princípios gerais do Sistema Nervoso Neurônio: unidade funcional do SNC Introdução

Leia mais

CONTROLE E INTEGRAÇÂO

CONTROLE E INTEGRAÇÂO CONTROLE E INTEGRAÇÂO A homeostase é atingida através de uma série de mecanismos reguladores que envolve todos os órgãos do corpo. Dois sistemas, entretanto, são destinados exclusivamente para a regulação

Leia mais

FIQUE DE BOM HUMOR! Por Dra. Taís Baddo, nutricionista

FIQUE DE BOM HUMOR! Por Dra. Taís Baddo, nutricionista FIQUE DE BOM HUMOR! Por Dra. Taís Baddo, nutricionista A máxima de que você é o que come se aplica também ao bom humor. Há uma série de alimentos que podem contribuir para melhorar o ânimo porque estimulam

Leia mais

Disciplina de Fisiologia Veterinária. GH e PROLACTINA. Prof. Fabio Otero Ascoli

Disciplina de Fisiologia Veterinária. GH e PROLACTINA. Prof. Fabio Otero Ascoli Disciplina de Fisiologia Veterinária GH e PROLACTINA Prof. Fabio Otero Ascoli GH Sinônimos: Hormônio do crescimento ou somatotrópico ou somatotropina Histologia: Em torno de 30 a 40% das células da hipófise

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 16 SISTEMA NERVOSO NOS VERTEBRADOS

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 16 SISTEMA NERVOSO NOS VERTEBRADOS BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 16 SISTEMA NERVOSO NOS VERTEBRADOS Como pode cair no enem (ENEM) A cafeína atua no cérebro, bloqueando a ação natural de um componente químico associado ao sono,

Leia mais

SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO SISTEMA NERVOSO SNP SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO SNC SISTEMA NERVOSO CENTRAL SENSORIAL neurônios aferentes MOTOR neurônios eferentes NEURÔNIOS MOTORES SOMÁTICOS NEURÔNIOS AUTÔNOMOS

Leia mais

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem

Leia mais

Prof. Laila Bekai 7ª série - Ciências

Prof. Laila Bekai 7ª série - Ciências Prof. Laila Bekai 7ª série - Ciências SISTEMA NERVOSO Sistema nervoso central (SNC) Sistema nervoso periférico (SNP) Encéfalo Medula espinhal SNP autônomo SNP somático Parassimpático Simpático Nervos motores

Leia mais

Professora: Patrícia Ceolin

Professora: Patrícia Ceolin Professora: Patrícia Ceolin DIVISÃO FUNCIONAL DO SN: Sistema nervoso visceral: PORQUE AS INERVAÇÕES DAS ESTRUTURAS VISCERAIS É IMPORTANTE??? Para que aconteça uma integração da atividade das vísceras na

Leia mais

Sistema Límbico. Norma M. S. Franco

Sistema Límbico. Norma M. S. Franco Sistema Límbico Norma M. S. Franco Sistema Límbico O sistema é de extrema importância pois controla comportamentos ligados a nossa sobrevivência. O sistema límbico é a unidade responsável pelas emoções.

Leia mais

Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença.

Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença. Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença. Bruno Araújo da Silva Dantas¹ [email protected] Luciane Alves Lopes² [email protected] ¹ ²Acadêmico(a) do

Leia mais

SISTEMA NERVOSO A FUNÇÃO GERAL

SISTEMA NERVOSO A FUNÇÃO GERAL SISTEMA NERVOSO O Sistema Nervoso se divide em a) Sistema Nervoso Central e b) Sistema Nervoso Periférico. No sistema nervoso central existem dois tipos de células: a) os neurônios e b) as células da glia

Leia mais

Fisiologia da glândula Tireóide

Fisiologia da glândula Tireóide Universidade Federal do Espírito Santo PSICOLOGIA Fisiologia da glândula Tireóide Élio Waichert Júnior Localização anatômica Secreta 3 Hormônios: Tiroxina (T4) Triiodotironina (T3) Calcitonina Prof. Élio

Leia mais

Encéfalo. Aula 3-Fisiologia Fisiologia do Sistema Nervoso Central. Recebe informações da periferia e gera respostas motoras e comportamentais.

Encéfalo. Aula 3-Fisiologia Fisiologia do Sistema Nervoso Central. Recebe informações da periferia e gera respostas motoras e comportamentais. Aula 3-Fisiologia Fisiologia do Sistema Nervoso Central Sidney Sato, MSC Encéfalo Recebe informações da periferia e gera respostas motoras e comportamentais. 1 Áreas de Brodmann Obs: Áreas 1,2,3 : área

Leia mais

DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS. Vulnerabilidades, riscos e formas de prevenção

DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS. Vulnerabilidades, riscos e formas de prevenção DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS Vulnerabilidades, riscos e formas de prevenção DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS DROGAS qualquer substância capaz de modificar a função dos organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas

Leia mais

TABAGISMO. O tema deste informe foi sugerido pelo Laboratorista Edmund Cox

TABAGISMO. O tema deste informe foi sugerido pelo Laboratorista Edmund Cox Informativo Semanal O tema deste informe foi sugerido pelo Laboratorista Edmund Cox O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo.

Leia mais

Abuso e dependência ao álcool e outras drogas e sua relação com o suicídio

Abuso e dependência ao álcool e outras drogas e sua relação com o suicídio Abuso e dependência ao álcool e outras drogas e sua relação com o suicídio Messiano Ladislau Nogueira de Sousa Médico Psiquiatra com aperfeiçoamento em terapia psicanalítica Abril, 2014 Sumário Conceitos

Leia mais

3) (UFABC/2009) Leia a tirinha:

3) (UFABC/2009) Leia a tirinha: Lista de Exercícios Pré Universitário Uni-Anhanguera Aluno(a): Nº. Professor: Mário Neto Série: 2 Ano Disciplina: Biologia 11) (Fuvest-1998) Uma jovem que sempre foi saudável chegou a um hospital em estado

Leia mais

azul NOVEMBRO azul Saúde também é coisa de homem. Doenças Cardiovasculares (DCV)

azul NOVEMBRO azul Saúde também é coisa de homem. Doenças Cardiovasculares (DCV) Doenças Cardiovasculares (DCV) O que são as Doenças Cardiovasculares? De um modo geral, são o conjunto de doenças que afetam o aparelho cardiovascular, designadamente o coração e os vasos sanguíneos. Quais

Leia mais

Sistema Nervoso Organização Geral

Sistema Nervoso Organização Geral Sistema Nervoso Organização Geral O encéfalo é o centro da razão e da inteligência: cognição, percepção, atenção, memória e emoção, Também é responsável pelo controle da postura e movimentos, Permite o

Leia mais

SECRETARIA DE RESSOCIALIZAÇÃO. Programa de Alívio e Relaxamento do Estresse

SECRETARIA DE RESSOCIALIZAÇÃO. Programa de Alívio e Relaxamento do Estresse SECRETARIA DE RESSOCIALIZAÇÃO Programa de Alívio e Relaxamento do Estresse SUMÁRIO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS EXECUÇÃO CONDIÇÕES GERAIS JUSTIFICATIVA As facilidades e a agitação da vida moderna trouxeram

Leia mais

CIÊNCIAS PROVA 4º BIMESTRE 8º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ

CIÊNCIAS PROVA 4º BIMESTRE 8º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 4º BIMESTRE 8º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ 2010 01. Ao lançar

Leia mais

NEUROTRANSMISSORES MÓDULO 401/2012. Maria Dilma Teodoro

NEUROTRANSMISSORES MÓDULO 401/2012. Maria Dilma Teodoro NEUROTRANSMISSORES MÓDULO 401/2012 Maria Dilma Teodoro NEUROTRANSMISSORES São rapidamente liberados pelos neurônio présináptico, difundem-se através da fenda, e têm um efeito de inibição ou de excitação

Leia mais

Sistema Endócrino É UM SISTEMA SOFISTICADO E SENSÍVEL FORMADO POR VÁRIOS ÓRGÃOS OU

Sistema Endócrino É UM SISTEMA SOFISTICADO E SENSÍVEL FORMADO POR VÁRIOS ÓRGÃOS OU SISTEMA ENDRÓCRINO Sistema Endócrino É UM SISTEMA SOFISTICADO E SENSÍVEL FORMADO POR VÁRIOS ÓRGÃOS OU GLÂNDULAS DIFERENTES QUE SECRETAM HORMÔNIOS. OS HORMÔNIOS SÃO MENSAGEIROS QUÍMICOS,GERALMENTE TRANSPORTADOS

Leia mais

Sistema Involuntário. Controla e Modula as Funções Viscerais. Neurônio Pré Ganglionar. Neurônio Pós Ganglionar. Parassimpático.

Sistema Involuntário. Controla e Modula as Funções Viscerais. Neurônio Pré Ganglionar. Neurônio Pós Ganglionar. Parassimpático. Sistema Nervoso Autônomo SNA Sistema Involuntário Controla e Modula as Funções Viscerais Neurônio Pré Ganglionar Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Neurônio Pós Ganglionar Simpático

Leia mais

Diencéfalo. Prof. Gerardo Cristino. Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br

Diencéfalo. Prof. Gerardo Cristino. Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Diencéfalo Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Sistema Nervoso Telencéfalo Diencéfalo Cérebro

Leia mais