FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
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- Luciano Carreiro Castelo
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1 FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Resumo Vera Lucia dos Santos O presente artigo vem apresentar um retrato da educação especial, de forma peculiar no Brasil. O estudo se dedica a apresentar a realidade desta modalidade de ensino ao longo dos anos e as dificuldades que os portadores de necessidades especiais enfrentaram para conseguir um espaço dentro do processo de ensino aprendizagem, de forma digna e sem preconceitos. Estão aqui expostos os itens que fundamentam a educação especial, legislações e outros aspectos como a inclusão, tema tão recorrente nas escolas e aparentemente ainda não esclarecido a contento. Palavras-Chave: Educação especial, fundamentos, educação, inclusão. Introdução É prerrogativa da legislação do nosso país que o acesso à educação especializada é um direito de todos os cidadãos que dela precisarem, seja essa necessidade originada por questões motoras ou neurológicas. Todavia, a educação especial é um processo marcado por lutas e diversos tipos de mudanças ao longo da história da educação. Atualmente, os portadores de necessidades especiais são melhor entendidos e percebidos no meio escolar, devido ao fato de que, ao longo da história da humanidade, o comportamento de professores e
2 comunidade escolar foi se alterando tanto no meio educacional quanto no social. Dados recentes apontam que mais de um bilhão de pessoas são portadoras de deficiências em todo o mundo, tal número representa uma em cada cinco pessoas da população e de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% dessas pessoas vive em países pobres ou em desenvolvimento, o que causa falta de acesso à readaptação. Os números são alarmantes e indicam que apenas 1% a 2% dos portadores de deficiência tem acesso a esses serviços 1. como O Decreto Federal n.º 914/1993, define o portador de deficiência pessoa que apresenta, em caráter permanente, perdas ou anomalias de sua estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica, que gerem incapacidade para o desempenho de atividades, dentro do padrão considerado normal para o ser humano (BRASIL, 1993). De acordo com a OMS, os deficientes se dividem em: deficiência física (tetraplegia, paraplegia e outros), deficiência mental (leve, moderada, severa e profunda), deficiência auditiva (total ou parcial), deficiência visual (cegueira total e visão reduzida) e deficiência múltipla (duas ou mais deficiências associadas). A deficiência mental requer um parêntese: são assim consideradas as pessoas que sejam portadoras de diferenças do que a OMS define como padrão. São pessoas com problemas cognitivos de raciocínio, comunicação, e memória, as quais são portadoras de lesões neurológicas. Essas deficiências são comumente denominadas de doenças mentais, quando, na verdade, trata-se de lesões físicas, neurológicas. Já as diferenças físicas podem 1 Disponível em
3 ser congênitas ou adquiridas, originadas por problemas de ordem genética, por acidente ou doença, ou degeneração do corpo humano, e justificam a necessidade de cuidado permanente à saúde. (ROZICKI, 2003) A respeito do passado e o presente da vida do deficiente, e o ambiente sócio-econômico-cultural, o documento internacional a respeito das regras gerais sobre a igualdade de oportunidades para as pessoas com deficiência, exibe o seguinte texto Em todas as partes do mundo e em todos os níveis de cada sociedade há pessoas com deficiência. O número total de pessoas com deficiência no mundo é muito grande e está a aumentar. Resultado das diferentes circunstâncias sócioeconómicas e das diferentes disposições que os Estados adoptam em favor do bem-estar dos seus cidadãos. A actual política em matéria de deficiência é o resultado da evolução registrada ao longo dos últimos 200 anos. Em muitos aspectos reflecte as condições gerais da vida e as políticas sociais e económicas surgidas em épocas diferentes. Não obstante, no que respeita à deficiência, também há muitas circunstâncias concretas que influenciaram as condições de vida das pessoas que dela padecem: a ignorância, o abandono, a superstição e o medo são factores sociais que ao longo de toda a história isolaram as pessoas com deficiência e atrasaram o seu desenvolvimento. 2 Historicamente, a Educação Especial, que tradicionalmente substituía a escolarização de pessoas com deficiência, assumiu diferentes concepções, terminologias e modalidades de atendimento educacional. 2 REGRAS GERAIS SOBRE A IGUALDADE DE OPORTUNIDADES PARA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: disponível em
4 A Base da Educação Especial Cervi (1999) expõe que a Educação Especial é uma modalidade de educação escolar que atende as necessidades diferenciadas dos portadores de deficiência. Estas deficiências se classificam em: física, mental, sensorial, múltiplas deficiências, distúrbios de condutas e superdotados (CERVI, 1999) De acordo com o que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9394/96), a Educação Especial, é uma modalidade da educação escolar ofertada na rede regular de ensino de modo preferencial para educandos que sejam possuidores de necessidades especiais que os diferenciem dos demais alunos no que se refere ao domínio das aprendizagens curriculares correspondentes a sua idade. Essa linha de ensino requer recursos pedagógicos e metodologias educacionais específicas e adaptadas para que possam apropriar-se dos conhecimentos oferecidos pela escola. Porém, para que se chegasse nessa definição muito teve de ser trabalhado e muitas lutas e injustiças foram cometidas. Segundo Rozick (2003), na Idade Média, os deficientes físicos e mentais eram frequentemente vistos como possuídos pelo demônio e eram queimados como as bruxas. Ainda nessa época, a segregação das pessoas com deficiência era uma prática comum e contava com o apoio da Igreja Católica, haviam inclusive instituições especializadas para isso, o objetivo era enclausurar aqueles que não se encaixavam no que se considerava um padrão de normalidade, dentre eles: os leprosos, paralíticos, doentes venéreos e mentais. A situação considerada como marco inicial da história da Educação Especial no Brasil é a criação do Instituto dos Meninos Cegos em 1854, e a fundação do Instituto dos Surdos-Mudos, em 1857, no final
5 do período imperial (JANNUZZI, 1985; MAZZOTTA,1990; MENDES, 1995). Rozick (2003), conta que na década de 1940, quando o Brasil ainda não havia adotado as políticas assistencialistas, os portadores de deficiência, quando sobreviviam, eram marcados pela estigmatização e destinados à exclusão social. Depois do ano de 1945, quando já tinham sido finalizadas as duas primeiras guerras mundiais, ficou aparente um dos graves descuidos da humanidade: a exclusão social do diferente. Mais tarde, as Declarações e os Tratados que surgiram, das Nações Unidas (ONU) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), trataram da política de integração social e não-discriminação (ROZICK, 2003). Em meados da década de 1950 foram criadas as escolas especiais de atendimento exclusivo aos alunos com deficiência, estes que foram então chamados de excepcionais. Consta no caderno Princípios e Fundamentos da Educação Especial, da doutora em Psicologia educacional Claudia Dechichi, que na fase da exclusão social: a sociedade simplesmente ignorava, rejeitava, perseguia, explorava ou eliminava as pessoas com qualquer tipo de deficiência. Nessa fase ocorrida em um período anterior ao da era cristã, de modo geral, as práticas de abandono ou de extermínio das pessoas deficientes eram atitudes legitimadas pelas sociedades (DECHICHI, 2011, p. 6). Dechichi (2011), afirma que o início do atendimento educacional voltado para o indivíduo deficiente, aqui em nosso país, aparece extremamente relacionado ao atendimento médico-assistencial. Foi por volta da década de 1960 que o modelo de educação especial contemporâneo começou a se delinear, isso em função das fortes críticas à segregação imposta aos deficientes. Procurou-se, então,
6 oferecer uma educação que realmente propiciasse a integração dos educandos à corrente principal da vida. Os alunos que antes eram atendidos em instituições especializadas devem, agora, frequentar as classes regulares. E, apesar das inúmeras dificuldades existentes em tais procedimentos, a partir da luta dos próprios grupos de pessoas com deficiência, importantes conquistas têm se concretizado, apontando para a possível construção de uma sociedade realmente inclusiva (ROSS, 2007). As disposições da LDB (Lei 4.024/ 1961) apontavam os direitos dos excepcionais à educação, preferencialmente no sistema geral de ensino. Na concepção de Jannuzzi (1992), a organização do atendimento escolar para o portador de deficiências, ao longo da história do Brasil, revelam as expectativas sociais de cada época, não só mostrando a preocupação de tornar possível a vida dos menos favorecidos, dentro das comunidades, como patenteando a segregação imposta a eles. A Constituição Federal do Brasil de 1988, assim como outros documentos oficiais, consoante com a demanda humana e social por inclusão das pessoas com necessidades especiais nas diversas instâncias sociais, define o acesso e a permanência dessa população nas escolas regulares. Após passar pelas fases de extermínio, na Antiguidade e na Idade Média, os que não se adequavam aos padrões de normalidade passaram pela segregação e depois pela integração, para que só nos anos de 1990, se falasse em inclusão. Ross (2007), expõe sua reflexão sobre o fato de que os eixos da educação especial estão firmados nos pontos de vista filosófico, legal, da política educacional e da ação pedagógica. Segundo o autor, do ponto de vista filosófico, a Educação Especial se baseia em importantes
7 documentos como a Declaração Universal dos Direitos do Homem, na Convenção sobre os Direitos da Criança e na Declaração de Salamanca. Na Declaração de Salamanca, conforme é colocado o conceito de inclusão educacional, determina-se que as ações educativas sejam inspiradas na importância de assegurar escola para todos, reconhecendo adversidade social, promovendo a aprendizagem em um processo dinâmico, de forma a atender às aspirações, aos desejos e às expectativas dos alunos, ou seja, as necessidades educacionais dos alunos. Nas origens das discussões, a educação especial foi muito ligada com a iniciativa particular de caráter assistencial, e só sobreviveu por meio da filantropia e de poucos recursos transferidos pelo poder público. Muitas alterações de cunho social foram realizadas em prol da inclusão, mas somente em meados de 1994, foi que dirigentes de mais de oitenta países se reuniram na Espanha para discutir e aprovar a Declaração de Salamanca. O documento é um dos mais importantes na área da educação especial, ele firma um compromisso de garantia dos direitos educacionais. A Declaração de Salamanca proclama que as escolas regulares inclusivas são o meio mais eficaz de combate à discriminação e, determina ainda, que as escolas devem acolher todas as crianças, independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais ou linguísticas (DECLARAÇÃO DE SALAMANCA, 1994). No mesmo período em que a Declaração de Salamanca foi assinada, ocorreu também, o lançamento da Política de Educação Especial (MEC - Portaria 1793/ 94) que recomenda a inclusão de conteúdos e disciplinas de Educação Especial nos cursos de formação de professores de nível superior.
8 No ano de 1996, a Lei de Diretrizes e Bases (LDB nº 9394/ 96), também passa a auxiliar na caminhada em prol da inclusão e aponta que a educação dos portadores de necessidades especiais deve dar-se preferencialmente na rede regular de ensino. A partir dessas alterações e determinações legais, foi que as escolas da rede pública de ensino, passaram a fazer parte da história do processo de inclusão. CONSIDERAÇÕES FINAIS O estudo aqui realizado permitiu a ampliação dos conhecimentos acerca dos fundamentos da educação especial, de modo geral, o histórico dessa modalidade de ensino e sua evolução ao longo dos anos. Com a presente pesquisa foi possível conhecer mais de perto a base da educação especial. Avaliando a condição atual em que os alunos portadores de necessidades especiais são tratados nas escolas, é possível afirmar que mudanças importantes ocorreram nesse cenário e isso impacta diretamente sobre o ensino aprendizagem desses discentes e, primordialmente, sobre as famílias, que tanto se importam com a educação de seus filhos e sofreram com a falta desta possibilidade por muitos anos. O intuito da educação é desenvolver-se em torno da igualdade de oportunidades para todos os indivíduos, independentemente das suas diferenças. Sem distinção, todo cidadão deve ter acesso a uma educação com qualidade, capaz de responder às suas diversas necessidades. Deste modo, a educação deve ser desenvolvida de forma especial e focada, numa tentativa de atender às diferenças
9 Leituras e avaliações sobre a realidade atual, levam a entender que para os fundamentos da educação especial serem realmente aplicados é essencial que o atendimento às crianças portadoras de necessidades especiais educativas, seja de acordo com o que se define em legislações específicas. Atualmente, deixou-se de focalizar o deficiente a despeito dos traços característicos da própria deficiência para direcionar a atenção aos fatores sociais necessários ao desenvolvimento desta pessoa, deixa-se de evidenciar as ineficiências, para valorizar as potencialidades destes indivíduos.
10 REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394/96, Brasília: Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência. Decreto nº 914 de setembro de CERVI, R. de M.; FILIPAK, S. T. CND Curso Normal à Distância. Paraná: Clichepar, 199, Módulo 1. DECLARAÇÃO DE SALAMANCA. Declaração Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais: acesso e qualidade. Trad. Edílson Alkmim de Cunha. 2. ed. Brasília: CORDE, DECHICHI, Claudia. Princípios e Fundamentos da Educação Especial. Curso básico: Educação Especial e Atendimento Educacional Especializado. Universidade Federal de Uberlândia. Minas Gerais: JANNUZZI, G. A luta pela educação do deficiente mental no Brasil. Campinas/SP: Editores Associados, MAZZOTTA, M. J. S. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, MENDES, E. G. Deficiência mental: a construção científica de um conceito e a realidade educacional. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. São Paulo, REGRAS. Regras gerais sobre a igualdade de oportunidades para as pessoas com deficiência: disponível em Aceso em jun.2014 ROZICKI, Cristiane. Deficiente e a participação nas esferas da vida em sociedade. Revista Espaço Acadêmico. Ano II. nº 22, Disponível em Acesso em Junho ROOS, Paulo Ricardo. Fundamentos Legais e Filosóficos da Inclusão na educação Especial. ITDE: Curitiba, 2007
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