Princípios da educação inclusiva. Profa Me Luciana Andrade Rodrigues
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- Jónatas Tavares Aveiro
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1 Princípios da educação inclusiva Profa Me Luciana Andrade Rodrigues
2 Objetivos - Pensar na imagem que nós temos do outro ; - Conversar sobre Estigma e preconceito; - Discutir sobre as estratégias a serem usadas com as diferentes deficiências; - Legislação; - Acessibilidade.
3 Conteúdos - Legislação; - AEEs - Atividades; - Escola com acessibilidade.
4 Um dia você aprende... Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
5 Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
6 Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida. Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar
7 Abstrair diferenças é abrir mão da convivência, promovendo a segregação e a conseqüente exclusão social. Isto nos remete ao círculo vicioso. Trata-se do círculo de medo e intolerância alimentado pelo desconhecimento.
8
9 A deficiência, vale lembrar, é marcada pela perda de uma das funções do ser humano, seja ela física,psicológica ou sensorial. O indivíduo pode, assim, ter uma deficiência, mas isso não significa necessariamente que ele seja incapaz; a incapacidade poderá ser minimizada quando o meio lhe possibilitar acessos. (BRASIL,2006,p.21)
10 A conceituação da deficiência serve, portanto, para definirmos políticas de atendimentos, recursos materiais, condições sociais e escolares.
11 QUEM SÃO OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL OU QUAIS SÃO OS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS?
12 artigo 5º: I - dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, compreendidas em dois grupos: a) aquelas não vinculadas a uma causa orgânica específica; b) aquelas relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências; II dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis; III - altas habilidades/superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os leve a dominar rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes.
13 Resolução CNE/CEB nº 2/2001, no artigo 2º, Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos. (MEC/SEESP, 2001)
14 Legislação relacionada com a educação inclusiva
15 Conferência Mundial de Educação para Todos -1990, na Tailândia, em Jomtien; -Educação para Todos igualdade e dignidade para todos; respeito e desenvolvimento da herança cultural, lingüística e espiritual, defender a justiça social, proteger o meio-ambiente e trabalhar a diversidade de sistemas sociais, políticos e religiosos e enriquecimento dos valores culturais e morais comuns.
16 Declaração de Salamanca direito fundamental à educação; toda criança possui características que são únicas; crianças com necessidades educacionais especiais devem ter acesso à escola regular; escolas inclusivas constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias
17 Convenção da Guatemala(2001) Convenção da Organização dos Estados Americanos, que discutiu e firmou um documento sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.
18 Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU) assegurar um sistema de educação inclusiva adotando medidas para garantir que: As pessoas com deficiência não sejam excluídas do sistema educacional geral sob alegação de deficiência e que as crianças com deficiência não sejam excluídas do ensino fundamental gratuito e compulsório, sob alegação de deficiência; As pessoas com deficiência possam ter acesso ao ensino fundamental inclusivo, de qualidade e gratuito, em igualdade de condições com as demais pessoas na comunidade em que vivem (Art.24).
19 Legislação: Brasil - LDB/61 : referência a educação dos chamados de excepcionais (Título X da Educação de Excepcionais). -LDB (Lei 9394/96): capitulo voltado para a educação especial (Capítulo V - Da Educação Especial). - Lei nº10436, de 24 de abril de 2002 regulamentada pelo Decreto nº5626/05 relacionados com a Língua de Brasileira de Sinais (LIBRAS), língua reconhecida a partir de 2002 como materna da comunidade surda. - Decreto nº 6571, de 17 de setembro de Neste documento está definido que o AEE.
20 2003, o MEC cria o Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade. Objetivo: formação de gestores e educadores para a garantia do direito de acesso de todos à escolarização, a organização do atendimento educacional especializado e a promoção da acessibilidade.
21 Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva - inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação; - acesso ao ensino regular; - transversalidade da modalidade de educação especial.
22 - atendimento educacional especializado (AEE); - formação de professores para o AEE; - participação da família e da comunidade; - acessibilidade arquitetônica, nos transportes, nos mobiliários, nas comunicações e informação; - e articulação intersetorial na implementação das políticas públicas
23 Em 2004, o Ministério Público Federal divulga o documento O Acesso de Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns da Rede Regular, com o objetivo de disseminar 10 os conceitos e diretrizes mundiais para a inclusão, reafirmando o direito e os benefícios da escolarização de alunos com e sem deficiência nas turmas comuns do ensino regular.
24 Decreto nº 6.094/2007 estabelece dentre as diretrizes do Compromisso Todos pela Educação, a garantia do acesso e permanência no ensino regular e o atendimento às necessidades educacionais especiais dos alunos, fortalecendo a inclusão educacional nas escolas públicas.
25 Atividade Na sua escola pública chegaram 3 crianças com deficiência para o ensino fundamental (1º ao 6º ano) com idades entre 9 e 12 anos. Um dos alunos tem 9 anos e é surdo, o segundo é uma aluna com paralisia cerebral de 12 anos e o terceiro é um menino com sindrome de Down de 9 anos. - Como vocês encaminhariam os alunos? - Qual critério seria usado para a inclusão? - Com relação aos professores como estes seriam capacitados? - Ou as famlias seriam orientadas a buscarem uma instituição especializada?
26 Educação Especial - Escola especial; - Classe especial; - Sala de recursos; - Professor itinerante;
27 Educação Especial como parceira do ensino regular Atendimento Educacional Especializado AEE Sala de recursos multifuncionais Intérpretes de LIBRAS
28 Recursos educacionais Materiais adaptados
29 vocalizador
30
31 Quando ELES caminham juntos, ELES fazem à diferença... Quando TODOS nós caminharmos juntos faremos uma sociedade MELHOR... Luciana Rodrigues
32 Escola com acessibilidade -Vamos nomear nossa escola em Libras e Braille. - Sinal luminoso sem barulho. - Projeto Politico Pedagógico com carater inclusivo; - Adaptar o currículo ou ter um olhar diferenciado para as atividades, conteúdos e avaliação?
33 O que necessitam todas as pessoas? - Perceber-se como cidadão (escolhas) - Independência / Interdependência - Maior participação familiar/ comunidade - Aprenderem uma profissão -Viverem no mesmo espaço que todos (habilidades e interesses) -Aprender conceitos, habilidades e condutas no contexto real - Estar com pessoas da mesma idade.
34 Referências Bibliográficas ARANHA, M.S. Paradigmas da relação da sociedade com as pessoas com deficiência. Revista do Ministério Público do Trabalho, Ano XI, no. 21,março, 2001, pp BRASIL. Ministério da Educação. LEI N.º de 24 de abril de Disponível em portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei10436.pdf. Ministério da Educação.Decreto Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.Disponível em Ministério da Educação. Resolução CNE/CEB nº2. Disponível em Ministério da Educação. Atendimento Educacional Especializado. Disponível em Ministério da Educação. Declaraçào de Salamanca.Disponível em
35 BRASIL. Ministério da Educação. Convenção da Guatemala. Disponível em GOFFMAN, E Estigma: Notas sobre a manipulação da Identidade Deteriorada. Rio de Janeiro. MAZZOTTA,M.Educação especial no Brasil historia e políticas publicas.são Paulo, CORTEZ, 5ª Edição Deficiência, educação escolar e necessidades especiais: reflexões sobre inclusão sócioeducacional. São Paulo: Editora Mackenzie, Fundamentos de Educação Especial. São Paulo: Pioneira, 1982.
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