A rede de Estações Meteorológicas Automáticas (EMAs) da DRAPALG
|
|
|
- Benedita Monteiro Regueira
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 A rede de Estações Meteorológicas Automáticas (EMAs) da DRAPALG Paulo Oliveira (Engº Mecânico / Termodinâmica) 1. Introdução (situação actual e historial da rede) A nível mundial o funcionamento das redes agrometeorológicas (fornecimento de informação meteorológica e biológica para aplicações agrícolas e/ou biológicas), obedece a regras publicadas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), que, sendo uma agência especializada das Nações Unidas, estabelece a cooperação internacional em questões do tempo, clima, hidrologia, recursos hídricos e questões ambientais. Em Portugal, existe uma multiplicidade de redes de várias marcas/modelos, pertencentes a várias entidades colectivas ou individuais, para diversos fins. Verificam-se no entanto muitas vezes sobreposições de redes, ausência de cumprimento de procedimentos de manutenção/calibração mais adequados e metadados pré-definidos. Apenas o estabelecimento de normas sob a forma de lei (de acordo com a OMM), contendo parâmetros de uniformização de metodologias, poderia garantir a plena veracidade dos dados recolhidos nas estações meteorológicas automáticas. página 1
2 De 1978 a 2002, esta Direcção Regional manteve em funcionamento uma rede com 13 Estações Meteorológicas Convencionais (EMCs), fornecendo entre outros, dados de: temperaturas do ar máxima e mínima, precipitação e evaporação. Acompanhando a evolução tecnológica deste tipo de equipamento, em 1997 começou a conversão da rede existente com a implementação de uma rede de estações automáticas, para dar uma resposta mais eficiente (atempada, precisa e completa) às necessidades agronómicas neste campo. Actualmente a rede é constituída por 13 estações, que permitem a disponibilização de informação para modelos de previsão de pragas e doenças, gestão de regas, confirmação de intempéries e outras variáveis meteorológicas utilizadas por agricultores, associações, técnicos, investigadores, universidades, etc. 2. A rede (localização e equipamento) Na implementação das várias estações tiveram-se em consideração vários aspectos relacionados com a sua localização, como sendo: o índice cultural e actividade frutícola; relevo ou orografia; dados fornecidos pelas EMCs; local representativo da zona envolvente; cobertura da rede móvel de telecomunicações; locais vigiados e de fácil acesso; maior cobertura possível da região do Algarve; abrangência das zonas de costa, barrocal e serra. 1. Patacão 2. Tavira 3. Portimão 4. Alcantarilha 5. Maragota 6. Messines 7. Alte 8. Junqueira 9. Arrochela 10. Cacela 11. Aljezur 12. Norinha 13. Lagoa Cada estação está equipada com um mastro onde se encontra instalada a caixa ambiental, que alberga: o equipamento de comando e armazenamento (logger e cartão de memória); o circuito de alimentação (bateria e painel solar); o circuito de protecção (eléctrodo de terra e módulo de sobretensões) e o circuito de comunicação (modem GSM). No mastro estão também instalados alguns sensores, nomeadamente: temperatura e humidade relativa do ar; radiação; velocidade e direcção do vento e humectação. Em suporte exclusivo ou no mastro principal temos ainda o sensor de precipitação e no solo os sensores de: temperatura do solo a 15 cm de profundidade; temperatura da relva ou superfície e evaporação (apenas na EMA do Patacão). página 2
3 A uniformização da rede foi assegurada, pois embora nem todos os sensores que medem a mesma variável sejam do mesmo fabricante/modelo, as características mais relevantes são semelhantes (tipo, precisão, gama). A altura de instalação dos mesmos também é similar e de acordo com a vegetação predominante, 2,00m para os do vento e cerca de 1,60m para os restantes. A programação de cada sistema de aquisição de dados (logger) é igual no que diz respeito à obtenção e processamento da informação em cada EMA e por consequência os dados obtidos têm o mesmo formato e disposição. 3. Funcionamento da rede (processamento da informação) Continuamente e em cada estação todos os sensores efectuam uma leitura a cada 10 segundos, o tratamento estatístico é aplicado aos dados recolhidos e é guardada a informação horária e diária. Para além das comuns operações estatísticas como a soma, média, valor mínimo e máximo, são também executados na própria estação vários algoritmos de carácter agrometeorológico, para determinação de variáveis desta área: a insolação; a evapotranspiração potencial (Penman-Monteith); o número de horas de frio acumuladas e fórmulas temporais específicas que nos permitem avaliar a propensão ao desenvolvimento de pragas e doenças, recorrendo normalmente aos valores obtidos pelo sensor de humectação (folha molhada ou humidade da folha). Diariamente, a informação tratada nas estações é automatica e sequencialmente transferida por GSM para a estação central (computador) situada na sede da DRAPALG no Patacão, onde é guardada numa base de dados para posterior processamento e divulgação. A validação dos dados diários é assegurada por uma folha de cálculo mensal por estação, elaborada com intervalos pré-estabelecidos, determinados com recurso a dados históricos. Recorre-se também, se possível, à comparação com outras estações em condições orográficas semelhantes e/ou instaladas em locais próximos. 4. Manutenção dos equipamentos A manutenção é assegurada por técnicos qualificados, da DRAPALG, e executada regularmente ou sempre que se justifique. Destacam-se 4 tipos de acções: Manutenção periódica Desmontagem parcial de algum equipamento (sensores) para limpeza, verificação das leituras e estado de conservação. Check-up dos circuitos de alimentação, comunicação e logger. Tratamento do parque ambiental, infra-estruturas e coberto vegetal; Reparação Minimização da perda de dados, procedendo-se à rápida intervenção em caso de reparação/substituição de equipamento danificado, recorrendo a stock existente e ferramentas/acessórios adequados; Calibração Periodicamente e de acordo com as especificações técnicas fornecidas pelo fornecedor/fabricante, aos sensores que o permitam e que estejam dentro da sua vida útil; Reprogramação Sempre que, devido à falta de alimentação ou avaria o logger seja desligado ou para modificação dos parâmetros de leitura e processamento. Na manutenção efectuada em campo utiliza-se uma ligação directa por cabo, entre um computador portátil e o logger, no entanto pode-se remotamente (por GSM), executar várias operações de verificação, leitura dos sensores em tempo real e até mesmo a reprogramação da estação, utilizando o mesmo programa que gere a rede, instalado na estação central. página 3
4 5. Disponibilização da informação A informação validada é disponibilizada de várias formas e para diferentes finalidades: Mensalmente - todos os dados diários validados, na página de Internet da DRAPALG em através de uma sub-página (itém Agrometeorologia) com disponibilização de outras informações sobre a rede de estações (2000 visitantes em 2 anos) e na sua rede interna pelo Gabinete de Informação Geográfica (GIG) interagindo com outro tipo de informação de carácter geográfico (mapas militares, vegetação, recursos hídricos, etc); Semanalmente na Internet - alguns dos dados diários mais relevantes e valores calculados da evapotranspiração de algumas culturas para emissão de avisos de rega, numa parceria com o Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio (COTR) em ; Diariamente - no âmbito do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas (SNAA), são transferidos todos os dados existentes na estação central (Estação de Avisos do Algarve EAA) para uma base de dados em desenvolvimento. A criação desta base de carácter nacional, tem por objectivo receber a informação de todas as Estações de Avisos das várias DRAP e dos seus parceiros nesta área, para dar apoio às decisões prestadas pelo SNAA na constatação ou previsão de factores que ajudam ao aparecimento e/ou alastramento de pragas e doenças (míldio da videira, pedrado da pereira, cochonilha pinta vermelha, mosca da azeitona, etc.) e posterior disponibilização em página de internet coordenada pela Direcção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR) em ; Sempre que solicitada - em dados estatísticos horários ou diários, para variada utilização: estudo das condições climatéricas propícias ao bom desenvolvimento de determinadas culturas; determinação de intempéries; determinação de ocorrência e intensidade de geadas; número de horas de frio necessárias para determinadas culturas, etc. 6. Considerações finais Importa acabar este artigo com uma reflexão à premente questão internacional das alterações climáticas e as suas sentidas e inevitáveis consequências na agricultura: A temperatura média global da atmosfera à superfície durante o século XX aumentou cerca de 0.6ºC; Constataram-se alterações substanciais dos padrões de distribuição da precipitação e da humidade e sofreu-se pela frequência de condições extremas como tempestades e inundações a Norte e seca nos países do Sul; página 4
5 A seca no sul da Europa levou a quebras de rendimento cultural, ao invés, alguns países nórdicos tiveram maiores lucros pelo aumento das temperaturas e diminuição da precipitação; O aumento da concentração de CO 2 na atmosfera, afecta a morfologia e fisiologia das plantas, o solo, alguns aspectos agronómicos e os agentes patogénicos. Quanto ao Algarve devem-se ter em atenção algumas medidas de adaptação: Escolha de plantas sem necessidade de longos períodos de frio; Com florações mais precoces para evitar danos de geada ou variedades mais tardias; Alterações nas datas de sementeira e colheita; Selecção e melhoramento de cultivares melhor adaptadas a um clima mais quente e seco; Adequação de práticas culturais. Quanto à rede de estações meteorológicas automáticas da DRAPALG, sendo a disponibilização da informação considerada como um Serviço de Utilidade Pública, com os assumidos compromissos de parcerias a respeitar e constatando-se uma ampla aceitação por parte da comunidade interessada nestas questões, comprovada pelas consultas/pedidos de dados. Deverse-á dar continuidade à consolidação de estruturas e equipamentos, renovação da rede e abrangimento de locais e culturas estratégicas na região do Algarve. A contínua formação dos técnicos afectos à rede é essencial para acompanhar as constantes inovações deste tipo de equipamento. Teremos especial atenção ao fornecimento da informação em tempo útil e na implementação de modelos in situ para um aprimorar do sistema de aquisição de dados. Novembro de 2010 página 5
A rede de estações meteorológicas automáticas
A rede de estações meteorológicas automáticas Paulo Oliveira Engº Mecânico (ramo Termodinâmica) As redes agrometerológicas no mundo e em Portugal Organização Meteorológica Mundial (OMM) - agência especializada
AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DO CLIENTE NOS SERVIÇOS SAGRA ONLINE
AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DO CLIENTE NOS SERVIÇOS SAGRA ONLINE Relatório de Apreciação Ref.ª IT 08/82/2007 1. Introdução No Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio (COTR) a qualidade é encarada como
O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança e de saúde em todos os aspectos do seu trabalho.
Guia de Segurança do Operador PORTUGAL: Lei n.º 102/2009 de 10 de Setembro Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança
A rede meteorológica é o conjunto dos pontos onde se medem as variáveis de estado da fase
O QUE É? A rede meteorológica é o conjunto dos pontos onde se medem as variáveis de estado da fase atmosférica do ciclo hidrológico. Compreende estações udométricas, onde se mede apenas o hidrometeoro
ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por:
A metodologia do Projecto SMART MED PARKS ARTIGO TÉCNICO O Projecto SMART MED PARKS teve o seu início em Fevereiro de 2013, com o objetivo de facultar uma ferramenta analítica de confiança para apoiar
Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005.
Estudo da vegetação 1. Introdução A intensa actividade humana desenvolvida na região Centro ao longo dos últimos milénios conduziu ao desaparecimento gradual de extensas áreas de floresta autóctone, que
PLANO DE FORMAÇÃO 2007 - COTR - CRIAR CONHECIMENTOS E CAPACIDADES
PLANO DE FORMAÇÃO 2007 - COTR - CRIAR CONHECIMENTOS E CAPACIDADES O que é COTR? O Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio COTR - é uma Associação de direito privado sem fins lucrativos, criada no dia
PROJETO: CONSOLIDAÇÃO DA MODELAGEM PREVISÃO NUMÉRICA DO TEMPO NO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) BRA/OMM/011/001 TERMO DE REFERÊNCIA
PROJETO: CONSOLIDAÇÃO DA MODELAGEM PREVISÃO NUMÉRICA DO TEMPO NO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) BRA/OMM/011/001 TERMO DE REFERÊNCIA Perfil: Especialista em TI para atuar no aprimoramento do
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Segurança e Higiene no Trabalho Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/10
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/10 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL SAÍDA(S) PROFISSIONAL(IS) -
Apresentação. Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. Oliveira de Azeméis Novembro 2007
Apresentação Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares Oliveira de Azeméis Novembro 2007 Apresentação SABE 12-11-2007 2 Apresentação O conceito de Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) que se
ANO LECTIVO PLANIFICAÇÃO ANUAL. Tema 1: A Terra: estudos e representações UNIDADE DIDÁCTICA: 1- Da paisagem aos mapas. A descrição da paisagem;
ANO LECTIVO PLANIFICAÇÃO ANUAL DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA 2007/2008 ANO GEOGRAFIA 7.º GERAIS Tema 1: A Terra: estudos e representações Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos
Diagnóstico, Monitoramento de Desastres Naturais com foco na Seca no Semiárido Nordestino
Diagnóstico, Monitoramento de Desastres Naturais com foco na Seca no Semiárido Nordestino CEX Seca no Semiárido Nordestino CEMADEN-MCTI Brasília, 28 de Maio de 2015 2 Operação do CEMADEN EM FUNCIONAMENTO
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/6
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ELECTRÓNICA PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/6 ÁREA DE ACTIVIDADE - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO OBJECTIVO GLOBAL -
Solução de Telecontagem. Gestão de Contratos. Esta solução é indicada para sistemas de contagem de caudal usando um mínimo de recursos.
Solução de Telecontagem Esta solução é indicada para sistemas de contagem de caudal usando um mínimo de recursos. Os Dataloggers utilizados neste sistema, dispensam a necessidade de rede elétrica. Para
Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos. Formação de Agricultores na Região centro
Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos Formação de Agricultores na Região centro Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos Objetivo das ações de formação: Utilização correta no uso e manuseamento
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA CONCEITOS INICIAIS. Professor: Emerson Galvani
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Disciplina: FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I CONCEITOS INICIAIS Professor: Emerson Galvani Atuação do Geógrafo Climatologista: Ensino, pesquisa e profissional
PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16
PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16 ÁREA DE ACTIVIDADE - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO OBJECTIVO GLOBAL
IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE AVISOS DE REGA NOS PERÍMETROS DE REGA DO ALENTEJO
Projecto AGRO nº 5 IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE AVISOS DE REGA NOS PERÍMETROS DE REGA DO ALENTEJO Boletim Informativo nº1 Beja, Agosto de 2002 Nesta Edição 1- Introdução 1- INTRODUÇÃO 2- Objectivos 3-
Escola Secundária/3 da Maia Cursos em funcionamento 2009-2010. Técnico de Electrónica, Automação e Comando
Ensino Secundário Diurno Cursos Profissionais Técnico de Electrónica, Automação e Comando PERFIL DE DESEMPENHO À SAÍDA DO CURSO O Técnico de Electrónica, Automação e Comando é o profissional qualificado
Procedimento de Gestão PG 02 Controlo de Documentos e Registos
Índice 1.0. Objectivo. 2 2.0. Campo de aplicação 2 3.0. Referências e definições....... 2 4.0. Responsabilidades... 3 5.0. Procedimento... 3 5.1. Generalidades 3 5.2. Controlo de documentos... 4 5.3. Procedimentos
Segurança e Higiene do Trabalho
Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XXXI Trabalhos com segurança em telhados um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído
Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA - Termos e Política de Manutenção Em vigor a partir de 1 de Setembro de 2010
Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA - Termos e Política de Manutenção Em vigor a partir de 1 de Setembro de 2010 A Manutenção do Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA consiste numa infra-estrutura de disponibilidade
MECANISMO DE ATRIBUIÇÃO DA CAPACIDADE NO ARMAZENAMENTO
MECANISMO DE ATRIBUIÇÃO DA CAPACIDADE NO ARMAZENAMENTO SUBTERRÂNEO DE GÁS NATURAL FEVEREIRO 2008 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel.: 21
NCE/10/00116 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/10/00116 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Descrição
NCE/11/01851 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/11/01851 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fedrave - Fundação Para O Estudo E
PORTUCEL SOPORCEL. INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA
PORTUCEL SOPORCEL INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA Com uma posição de grande relevo no mercado internacional de pasta e papel, o Grupo Portucel Soporcel é uma
NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO
NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO
Referencial do Curso de Técnico de Equipamento e Sistemas de Segurança Contra- Incêndios (Extintores e SADI) 1. MÓDULOS:
Referencial do Curso Técnico de Equipamento e Sistemas de Segurança Contra-Incêndios (Extintores e SADI) [2011] 1. MÓDULOS: Unidade 1 - Introdução e enquadramento da actividade de Técnico de Equipamento
GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1
GESTÃO de PROJECTOS Gestor de Projectos Informáticos Luís Manuel Borges Gouveia 1 Iniciar o projecto estabelecer objectivos definir alvos estabelecer a estratégia conceber a estrutura de base do trabalho
A Importância da Meteorologia na Agricultura
Jornadas Técnicas A Importância da Meteorologia na Agricultura Beja, 28 de Março de 2008 A importância da meteorologia no uso eficiente da água na agricultura 1 - Introdução Jorge Maia 1 Marta Santos 2
SISTEMA DE MONITORAMENTO DE CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
SISTEMA DE MONITORAMENTO DE CONDIÇÕES CLIMÁTICAS SUMÁRIO 1 Introdução...5 2 Sistema de monitoramento climático Ressonare...7 2.1 A rede de monitoramento...8 2.2 A coleta, o armazenamento e o acesso aos
PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA MEDIDA Versão:1 Data:28/10/2013
PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020 DESCRIÇÃO DA MEDIDA Versão:1 Data:28/10/2013 REDE RURAL NACIONAL NOTA INTRODUTÓRIA O desenvolvimento das fichas de medida/ação está condicionado, nomeadamente,
I. ENQUADRAMENTO REGULAMENTAR
I. ENQUADRAMENTO REGULAMENTAR 1. Disposições Regulamentares O art.º 103.º-C do Reg.(CE) nº 1234/2007, do Conselho, de 22 de outubro de 2007, inclui nos objetivos dos programas operacionais das organizações
CAPÍTULO I Disposições gerais
Regulamento Municipal do Banco Local de Voluntariado de Lagoa As bases do enquadramento jurídico do voluntariado, bem como, os princípios que enquadram o trabalho de voluntário constam na Lei n.º 71/98,
Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 300 ÍNDICE
Directriz de Revisão/Auditoria 300 PLANEAMENTO Junho de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-4 Planeamento do Trabalho 5-8 Plano Global de Revisão / Auditoria 9-10 Programa de Revisão / Auditoria 11-12
SEMINÁRIO REGA DE CEREAIS PRAGANOSOS / OS CEREAIS REGADOS NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DE ALQUEVA. Benvindo Maçãs INRB, I.P.
Instituto Nacional de Investigação Agrária Instituto Nacional de Recursos Biológicos, I.P. SEMINÁRIO REGA DE CEREAIS PRAGANOSOS / OS CEREAIS REGADOS NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DE ALQUEVA Benvindo Maçãs INRB,
Mobile Business. Your sales on the move.
Pág/02 O PRIMAVERA é um produto destinado a empresas que utilizem processos de auto-venda e/ou pré-venda com Equipas de Vendas que necessitem de um conjunto de informação e funcionalidades avançadas, disponíveis
Performance Ratio. Conteúdo. Factor de qualidade para o sistema fotovoltaico
Performance Ratio Factor de qualidade para o sistema fotovoltaico Conteúdo A Performance Ratio é uma das unidades de medida mais importantes para a avaliação da eficiência de um sistema fotovoltaico. Mais
Problemas Ambientais
Problemas Ambientais Deflorestação e perda da Biodiversidade Aquecimento Global Buraco na camada de ozono Aquecimento Global - Efeito de Estufa Certos gases ficam na atmosfera (Troposfera) e aumentam
IRRICAMPO solidez organização interna saúde económico-financeira segurança estabilidade IRRICAMPO
A IRRICAMPO tem participado activamente no espectacular crescimento do mercado nacional da rega automatizada e desde sempre que as prioridades são a solidez, a organização interna e a saúde económico-financeira,
Boas práticas ambientais e melhores técnicas disponíveis na industria extractiva
centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal Boas práticas ambientais e melhores técnicas disponíveis na industria extractiva C. M. Porto Mós M s 24/02/2010 25022010 1 centro tecnológico
Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA
REGULAMENTO O Regulamento do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho (CEMT) visa enquadrar, do ponto de vista normativo, o desenvolvimento das actividades inerentes ao funcionamento do curso, tendo
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES 1 / 6
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES Publicação e actualizações Publicado no Despacho n.º13456/2008, de 14 de Maio, que aprova a versão inicial do Catálogo Nacional de
Regulamento. Espaço Solidário de Ourique
Regulamento Espaço Solidário de Ourique Regulamento Espaço Solidário de Ourique Nota justificativa O Espaço Solidário surge no âmbito da Rede Social, de acordo com o Diagnóstico Social do Concelho, constando
Proposta de Metodologia na Elaboração de Projectos
Proposta de Metodologia na Elaboração de Projectos A Lei n.º115/99, de 3 de Agosto, estabeleceu o regime jurídico das associações representativas dos imigrantes e seus descendentes, prevendo o reconhecimento
Produza a sua própria energia
Produza a sua própria energia CONTEÚDO ENERGIAFRICA QUEM SOMOS A NOSSA MISSÃO SERVIÇOS AS NOSSAS SOLUÇÕES SOLARES PROJECTO MODULO VIDA PORTEFÓLIO MAIS ENERGIA RENOVÁVEL, MAIS VIDA PARA O PLANETA www.energiafrica.com
Segurança e Higiene do Trabalho
Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XXVIII Prevenção de acidentes com veículos na Construção Civil Parte 1 um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico
ESPAÇOS VERDES ECOJARDINAGEM TECNOLOGIAS DE ÁGUA
ESPAÇOS VERDES ECOJARDINAGEM TECNOLOGIAS DE ÁGUA A SUBSTRATO e a ENGENHARIALÍQUIDA actuam nas áreas dos espaços verdes e tecnologias da água, numa perspectiva de eficiência e de conservação da natureza.
Todos os dados de medição. Sempre disponíveis. Em qualquer dispositivo.
Análise e relatórios Camara este 14.09.2014 até 16.09.2014 Apresentação gráfica 14/09/2014 15/09/2014 16/09/2014 Data logger 1 ( C) Data logger 2 ( C) Data logger 3 ( C) Apresentação em tabela Alarmes
INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA
INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA 1 A regulação e a supervisão prudencial são um dos pilares essenciais para a criação de um clima
MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO
MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO ORIVALDO BRUNINI- JOÃO PAULO DE CARVALHO VANESSA BANCHIERI CIARELLI ANDREW PATRICK C,BRUNINI INSTITUTO AGRONÔMICO
NCE/11/01396 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/11/01396 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: E.I.A. - Ensino, Investigação
Enquadramento 02. Justificação 02. Metodologia de implementação 02. Destinatários 02. Sessões formativas 03
criação de empresas em espaço rural guia metodológico para criação e apropriação 0 Enquadramento 02 Justificação 02 de implementação 02 Destinatários 02 Sessões formativas 03 Módulos 03 1 e instrumentos
Sistema de Informação Geográfica
Sistema de Informação Geográfica Conteúdo Apresentação da Empresa Implementação do SIG na Prestiteca, porquê? SIG na Prestiteca Constituição do SIG Vantagens na implementação do SIG Principais dificuldades
MODERNIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS DAS REDES DE MONITORIZAÇÃO HIDRO METEOROLÓGICA
MODERNIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS DAS REDES DE MONITORIZAÇÃO HIDRO METEOROLÓGICA Lisboa, 18 de julho de 2014 Cláudia Brandão APA Missão Propor, desenvolver e acompanhar a gestão
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA GESTÃO
07-05-2013 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA GESTÃO Aula I Docente: Eng. Hercílio Duarte 07-05-2013 2 Objectivo Sistemas Modelos Dados Vs. Informação Introdução aos sistemas de Informação 07-05-2013 3 Introdução
NCE/10/01121 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/10/01121 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universitas, Crl A.1.a. Descrição
QUALIDADE DE SERVIÇO DE NATUREZA TÉCNICA NO SECTOR ELÉCTRICO
QUALIDADE DE SERVIÇO TÉCNICA A qualidade de serviço de natureza técnica no sector eléctrico está associada à análise dos seguintes aspectos: Fiabilidade do fornecimento da energia eléctrica (continuidade
ARQUIVO DIGITAL e Gestão de Documentos
ARQUIVO DIGITAL e Gestão de Documentos TECNOLOGIA INOVAÇÃO SOFTWARE SERVIÇOS A MISTER DOC foi constituída com o objectivo de se tornar uma referência no mercado de fornecimento de soluções de gestão de
S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. Despacho Normativo n.º 40/2005 de 7 de Julho de 2005
S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Despacho Normativo n.º 40/2005 de 7 de Julho de 2005 Pela Resolução n.º 100/2005, de 16 de Junho, foi aprovado o Plano Integrado para a Ciência e Tecnologia. Desse Plano consta
1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis
CNCCD -PROPOSTA DE PROGRAMA DE ACÇÃO NACIONAL DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO 2011 / 2020 1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis 1- Promover a melhoria das condições
Apresentação de Solução
Apresentação de Solução Solução: Gestão de Altas Hospitalares Unidade de negócio da C3im: a) Consultoria e desenvolvimento de de Projectos b) Unidade de Desenvolvimento Área da Saúde Rua dos Arneiros,
Direcção Regional de Educação do Algarve
MÓDULO 1 Folha de Cálculo 1. Introdução à folha de cálculo 1.1. Personalização da folha de cálculo 1.2. Estrutura geral de uma folha de cálculo 1.3. O ambiente de da folha de cálculo 2. Criação de uma
REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MONDIM DE BASTO. Preâmbulo
REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MONDIM DE BASTO Preâmbulo O Decreto-Lei nº 389/99, de 30 de Setembro, no artigo 21º, atribui ao Conselho Nacional para a Promoção
Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado do Cadaval. Capitulo I Disposições Gerais
Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado do Cadaval Capitulo I Disposições Gerais Artigo 1º (Âmbito) 1. O Banco Local de Voluntariado do Cadaval, adiante designado por BLVC, tem como entidade
PREVISÃO DO TEMPO PARA O MUNICÍPIO DE RIO DO SUL-SC
PREVISÃO DO TEMPO PARA O MUNICÍPIO DE RIO DO SUL-SC Gean Carlos CANAL 1 ; Leonardo de Oliveira NEVES 2 ; Isaac Weber PITZ 3 ; Gustavo SANGUANINI 4 1 Bolsista interno IFC; 2 Orientador; 3 Graduando Agronomia;
GESTÃO DE ARQUIVOS E DEPÓSITOS. Regulamento
GESTÃO DE ARQUIVOS E DEPÓSITOS Regulamento 1. Enquadramento A necessidade de arquivos e depósitos no Pavilhão de Civil é partilhada pelas várias unidades funcionais instaladas. Em particular, este documento
Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO
Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Versão Março 2008 1 Introdução Este documento tem por objetivo
Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental
Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental O momento certo para incorporar as mudanças A resolução 4.327 do Banco Central dispõe que as instituições
Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE
3. Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete 65 66 3.1 Objectivos e Princípios Orientadores O sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete, adiante designado
CONSTRUÇÃO DE UMA ESTUFA SUSTENTÁVEL E AUTO-SUFICIENTE COM ENERGIA PROVENIENTE DE LUZ SOLAR
EXTERNATO INFANTE D.HENRIQUE ANO LETIVO: 2014/2015 DISCIPLINA: Biologia TURMA: 12ºB ELEMENTOS: Bruna Cunha; Duarte Ribeiro; Joana Gandarela; Luís Faria; CONSTRUÇÃO DE UMA ESTUFA SUSTENTÁVEL E AUTO-SUFICIENTE
Dispositivos Médicos: Requisitos para a esterilização por óxido de etileno
Dispositivos Médicos: Requisitos para a esterilização por óxido de etileno A eficácia do processo de esterilização de um dispositivo médico é avaliada com base numa série de experiências e protocolos que
AS AUDITORIAS INTERNAS
AS AUDITORIAS INTERNAS Objectivos Gerais Reconhecer o papel das auditorias internas Objectivos Específicos Reconhecer os diferentes tipos de Auditorias Identificar os intervenientes Auditor e Auditado
O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações
O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações CENFIC 13 de Novembro de 2009 Elsa Caramujo Agência Nacional para a Qualificação 1 Quadro Europeu de Qualificações
ANEXO I RETIFICADO PROJETOS TÉCNICO PROPICIE 6 1. UNIVERSIDADE NACIONAL DE VILA MARIA ARGENTINA
ANEXO I RETIFICADO PROJETOS TÉCNICO PROPICIE 6 1. UNIVERSIDADE NACIONAL DE VILA MARIA ARGENTINA Title: Objectives: Requirements: Supervisor: PROJECT 01 Biofilm forming ability of Staphylococcus aureus
Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva
PROCESSO DE AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS INCLUSIVOS PT Preâmbulo Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva A avaliação inclusiva é uma abordagem à avaliação em ambientes inclusivos em que as políticas e
Planificação Semestral. Informação. Planificação da Disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação TIC 7º Ano
I Planificação Semestral DOMÍNIO/SUBDOMÍNIOS/ METAS Subdomínio: A, o conhecimento e o mundo das tecnologias 1. Meta: Compreender a evolução das TIC e o seu papel no mundo atual. Subdomínio: A utilização
PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016
PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016 CURSO/CICLO DE FORMAÇÃO Técnico de Eletrotecnia e Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos / 2015/2018 DISCIPLINA: Tecnologias da Informação e Comunicação
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO O presente Regulamento pretende enquadrar as principais regras e linhas de orientação pelas quais se rege a atividade formativa da LEXSEGUR, de forma a garantir
Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental. Acções de Valorização e Qualificação Ambiental. Aviso - ALG-31-2010-02
Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental Acções de Valorização e Qualificação Ambiental Aviso - ALG-31-2010-02 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO
O Portal da Construção Segurança e Higiene do Trabalho
Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XVIII Plano de Emergência um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a
BOAS PRÁTICAS. Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa
BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa O QUE SÃO AS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS (BPA)? Os consumidores estão cada vez
Regulamento dos Laboratórios de Física e Química
Regulamento dos Laboratórios de Física e Química 1 Missão Os Laboratórios de Física e de Química são essencialmente um lugar de aprendizagem, onde se encontram todo o tipo de materiais, devidamente organizados
Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15
Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15 Competência* Conteúdos*1 *3 a que se candidata + E a que se candidata + E a que se candidata + E a que se candidata + E Tipo de Competência*2
PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO. O IFFarroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que:
PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O IFFarroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que: Tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação; Sejam capazes de se inserir no
Moldura Digital para Fotografias
DENVER DPF 741 Manual do Utilizador Moldura Digital para Fotografias ATENÇÃO O cabo de alimentação com adaptador/dispositivo para desligar o aparelho deve estar facilmente acessível e deve poder ser desligado
MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS EMPRESAS
MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS EMPRESAS Destina-se a apoiar. nas explorações agrícolas para a produção primária de produtos agrícolas - Componente 1. na transformação e/ou comercialização de produtos agrícolas
Dimensionamento de Solar T. para aquecimento de Piscinas
Dimensionamento de Solar T. para aquecimento de Piscinas Pedro Miranda Soares Dimensionamento de Sistemas Solares Térmicos para aquecimento de Piscinas No dimensionamento de colectores solares para aquecimento
