Perspectivas de Desempenho da Hotelaria
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- Gustavo Dinis Corte-Real
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1 Perspectivas de Desempenho da Hotelaria Editorial O estudo de Perspectivas de Desempenho da Hotelaria, produzido pelo FOHB, chega à sua terceira edição no ano de 2015 para apresentar um panorama dos resultados do setor, além das expectativas de desempenho da hotelaria para os próximos anos, coletadas por meio de sondagem efetuada junto às redes associadas ao FOHB. Inspirado no modelo de projeções do Panel of Experts da Organização Mundial do Turismo, o objetivo é fornecer dados e análises relevantes para os players do mercado com base nos três indicadores de desempenho mais utilizados na hotelaria: a taxa de ocupação, a diária média e o RevPAR, tanto para o cenário nacional quanto para as principais cidades do país. Nessa edição, apresentamos uma leitura dos resultados do ano de 2014, em que foi possível identificar que o desempenho do setor ficou dentro do previsto, embora o ineditismo característico do Mundial tenha dificultado a previsão quanto ao desempenho no período. Apesar disso, os resultados obtidos demonstraram a razoabilidade das projeções efetuadas. Já para o primeiro semestre de 2015, diante de um cenário divergente em relação ao do ano anterior, todos os índices analisados ficaram abaixo do previsto, o que pode ser explicado pelo agravamento da crise econômica que avançou no decorrer do ano. O alcance da retração econômica que afeta a economia brasileira vem se potencializando durante os últimos meses mediante um cenário de crise política e da dificuldade para implantar ações que sirvam para estancar a crise, trazer bom humor para os mercados e recolocar o país no caminho do crescimento econômico. A magnitude da crise foi subestimada pela maior parte dos mercados e mesmo as previsões econômicas de maior confiabilidade tiveram de ser revistas diversas vezes durante a sua evolução, inclusive os indicadores do PIB, que variaram de um aumento de 1% à atual previsão de queda de 3,05%, de acordo com o Boletim Focus divulgado em 4 de novembro de 2015 pelo Banco Central. Esse contexto afetou negativamente o resultado das análises comparativas. Entretanto, os índices não foram influenciados somente por esta crise. Algumas cidades, como Belo Horizonte e Brasília, também sofreram com a superoferta hoteleira, o que resultou em um desequilíbrio do mercado e uma maior discrepância entre indicadores projetados e reais. Diversas outras cidades também apresentaram diferenças significativas entre os indicadores, demonstrando assim que um gerenciamento de receitas mais eficiente poderia ter mantido os resultados obtidos mais próximos das previsões realizadas anteriormente. Em períodos de crise, aumentam as pressões externas e internas, principalmente de travel managers e investidores, mas é de extrema importância compreender os efeitos das oscilações das diárias médias a partir de experiências anteriores. Temos exemplos recentes que mostram que o período de recuperação de crises pode ser muito longo e ainda mais prejudicial para o mercado que o da própria crise. A cidade de São Paulo sofreu no início dos anos 2000 devido à soma de alguns fatores como: as dificuldades econômicas do Brasil, o abatimento do mercado turístico após os ataques de 11 de setembro em Nova Iorque, além da superoferta que atingiu a cidade no mesmo período. Formou-se, assim, uma das maiores crises da história do setor no país. A diária média e, consequentemente, o RevPAR da capital paulista chegaram a níveis alarmantes durante o período mais grave da crise, e só retornaram ao patamar desejável muito recentemente. Ou seja, foi preciso uma trajetória de cerca de 15 anos para a recuperação da rentabilidade setorial. Para o ano de 2016, este estudo aponta uma leve recuperação da taxa de ocupação com relação ao ano de 2015 e, principalmente, um reajuste compensatório nas tarifas praticadas atualmente, por meio da necessidade do aumento da diária média e do RevPAR na maior parte dos destinos brasileiros. Os dados e o contexto descritos evidenciam que o caminho a ser trilhado é de um planejamento no gerenciamento das tarifas baseado na confiança do potencial de venda dos nossos destinos e empreendimentos, mantendo, então, a sustentabilidade econômica setorial. Em resumo, a crise que enfrentamos, diferentemente daquelas que passamos nos anos de 2008 e 2009, traz consigo um processo inflacionário que torna frágil a rentabilidade do negócio hoteleiro no Brasil. Os custos de energia, de insumos e de evidentes aumentos nas cargas tributárias, como a reoneração da folha de pagamentos, exercem uma pressão nas despesas dos empreendimentos cerca de 40% maior que o índice de inflação previsto para 2015, que é de mais de 9% ao ano. Por isso, promover o reajuste da inflação nas tarifas é necessário para se fazer frente à atual situação, com o objetivo de mantermos um mercado saudável, em que possamos continuar a gerar empregos, distribuir renda e promover a melhor experiência para nossos hóspedes. Patrick Mendes Vice-presidente de Estudos e Tendências
2 1. Desempenho da Hotelaria 2014 e % 80% 60% 40% 20% 100% 0% 80% 60% 40% 20% R$ 500 R$ 400 R$ 300 R$ 200 R$ 100 R$ 0 0% Desempenho 2014 (mensal) jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez TO DM RevPAR Taxa de ocupação R$ 400 R$ 300 R$ 200 R$ 100 R$ 0 BEL BHZ BSB CGB CPQ CWB FOR GYN JUN MAO NAT POA REC RIO GDE SSA Diária média e RevPAR BEL BHZ BSB CGB CPQ CWB FOR GYN JUN MAO NAT POA REC RIO GDE SSA DM RevPAR Desempenho da hotelaria 2014 Os dados consolidados do ano de 2014 indicam uma ocupação acumulada de 63,5%, uma diária média de R$ 262 e um RevPAR de R$ 166. Os valores observados são próximos daqueles observados no consolidado do ano de 2013, o que permite inferir que o impacto da Copa do Mundo no desempenho hoteleiro se restringiu a picos nos meses de realização do evento junho e julho, como evidencia o gráfico ao lado. No acumulado do ano, notou-se um equilíbrio em relação ao cenário do ano de 2013, com leve queda na taxa de ocupação e aumentos inferiores a 5% nos demais indicadores. Dentre as cidades analisadas nesse estudo, Fortaleza, Rio de Janeiro e Recife são as que apresentaram as mais altas taxas de ocupação no ano de 2014: 74%, 73% e 71%, respectivamente. Já em relação à diária média, o maior destaque é o Rio de Janeiro (R$ 450), a cidade mais positivamente impactada pela Copa do Mundo. Na sequência figura Brasília, com diária média de R$ 343. Por fim, em relação ao RevPAR, novamente o Rio de Janeiro se destaca (R$ 328), seguido por Recife (R$ 229). 2
3 Desempenho da hotelaria 1º sem % 80% 60% 40% 20% 0% 100% 80% 60% 40% 20% 0% Desempenho 1º sem 2015 (mensal) jan fev mar abr mai jun TO DM RevPAR Taxa de ocupação - 1º sem 2015 BEL BHZ BSB CGB CPQ CWB FOR GYN JUN MAO NAT POA REC R$ 300 R$ 250 R$ 200 R$ 150 R$ 100 R$ 50 R$ 0 RIO GDE SSA O desempenho observado ao longo do primeiro semestre de 2015 foi relativamente equilibrado entre os meses, sem variações expressivas nos indicadores, porém com quedas se comparados os dados de 2015 e A queda mais acentuada observou-se no RevPAR (-17,2% em relação a 2014). Contudo, há de se levar em conta a realização da Copa do Mundo em 2014 e os impactos que a mesma provocou nos indicadores de desempenho nos meses de junho e julho desse ano. De qualquer forma, a desaceleração da economia brasileira teve seus impactos no setor já observados no desempenho desse primeiro semestre do ano. R$ 500 R$ 400 R$ 300 R$ 200 R$ 100 R$ 0 Diária média e RevPAR - 1º sem 2015 BEL BHZ BSB CGB CPQ CWB FOR GYN JUN MAO NAT POA REC DM RevPAR RIO GDE SSA Entre as cidades analisadas, notam-se quedas acentuadas dos três indicadores em Belo Horizonte, cidade que enfrenta um cenário de superoferta. Cuiabá e Recife também se destacam pelos indicadores em queda, enquanto Belém, Goiânia e Curitiba apresentam cenários mais equilibrados em comparação ao observado no primeiro semestre de
4 2. Cenário macroeconômico A economia e o turismo em 2014 e no 1º. semestre de 2015 PIB 2014: R$ 5,5 trilhões ( 0,4%) 1º S 2015: R$ 2,8 trilhões ( 2,1%) INFLAÇÃO 2014: 6,41% 1º S. 2015: 6,17% O PIB brasileiro fechou o ano de 2014 no patamar de R$5,5 trilhões, um crescimento bastante moderado em relação ao ano anterior (0,4%) (IBGE, 2015). Já no primeiro semestre de 2015, o Produto Interno Bruto do país apresentava queda de 2,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, configurando um cenário de recessão econômica que vem se acentuando ao longo dos meses. Por sua vez, a inflação que fechou 2014 em 6,41% (IPCA IBGE, 2015), já alcançava o patamar de 6,17% no acumulado do primeiro semestre de 2015, contribuindo para o agravamento do cenário de recessão do país. Após o ano de 2014, marcado pela Copa do Mundo e pelas eleições presidenciais acirradas, 2015 vem tendo como tônicas duas crises: a política e a econômica, que acabam por impactar o desempenho não apenas do setor hoteleiro, mas de todos os demais setores da economia nacional. Perspectivas para 2015 e 2016 CRESCIMENTO DO PIB, SEGUNDO O BOLETIM FOCUS 2015: 3,2 2016: 1,43% O Boletim Focus de 23/10/2015 previa que o PIB brasileiro teria uma retração de -3,2% ao final do ano, previsão essa que vem se notando mais negativa a cada edição do boletim (Banco Central, 2015). As estimativas atuais do Banco Central também preveem uma retração do PIB em 2016: -1,43%, segundo o mais recente Boletim Focus. Especialistas preveem que a recuperação da economia brasileira será lenta e 2016 ainda será um ano de indicadores econômicos em retração. O impacto dessa desaceleração no setor de serviços é nítido, incluindo-se nele a hotelaria. Ainda assim, o setor segue otimista, com aberturas de novos empreendimentos em diversos destinos % 39% 53% Evolução da oferta de UHs a % 19% 106% 23% 43% 60% 23% 144% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDE % 73% 8% 10% 7% MAO POA REC RIO SSA SLZ Evolução da oferta Como já mencionado ao longo do estudo, o aumento da oferta de empreendimentos e unidades habitacionais em algumas praças tem impacto direto em seu desempenho. Cuiabá (+144%), Goiânia (+106%) e Rio de Janeiro (+73%) destacam-se com os mais altos crescimentos da oferta de UHs entre 2014 e 2016, como evidencia o gráfico ao lado.
5 3. Sondagem de expectativas Metodologia e amostra Os resultados apresentados a seguir foram obtidos a partir de pesquisa direta realizada junto às redes hoteleiras associadas ao FOHB. A amostra é composta por 16 redes respondentes, que administram aproximadamente UHs (70% da oferta das redes associadas ao FOHB), distribuídas por 14 estados e no Distrito Federal. A pesquisa identificou as expectativas de variação de três indicadores taxa de ocupação, diária média e RevPAR em algumas das principais cidades do país. As projeções dizem respeito a períodos distintos: 2015 em comparação com 2014; 1º e 2º semestres de 2016 em comparação com os mesmos períodos de 2015, 2016 em comparação com 2015 e Projeções para Projeções de crescimento da taxa de ocupação ,6% -5,3% -1,0% -2,0% -5,6% -11,5% -15,8% 0,9% -8,0% -3,7% -5,2% -3,6% -4,4% -8,9%-10,7%-10,7% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDEMAOPOA REC RIO SSA SLZ 3,5% -23,4% -20,2% 1,4% -1,5% 1,0% -4,9% -2,3% -1,1% -10,8% -13,2% -13,0% -16,3% -22,6% 3,5% 0,8% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDEMAOPOA REC RIO SSA SLZ 1,4% Projeções de crescimento da diária média Projeções de crescimento do RevPAR ,3% -4,0% -1,3% -2,1% -7,2% -11,9% -13,6% -34,9% -28,7% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDE -20,9% -30,7% -21,1%-20,7% -5,1%-3,5% MAOPOA REC RIO SSA SLZ Como evidencia o gráfico ao lado, a expectativa dos respondentes para o fechamento do ano de 2015 é de queda na ocupação em quase todas as cidades analisadas: em apenas 1 das 16 localidades (Goiânia) a expectativa é de um leve aumento na ocupação (+0,9%). O cenário traçado é coerente com o observado até o presente momento do ano, levando-se ainda em consideração o momento econômico do país. Em relação à diária média, o cenário traçado também é de queda em relação a 2014 na maioria das cidades: em 10 das 16 analisadas estima-se uma diária média menor do que a do ano anterior. Cabe destacar os cenários de quedas acentuadas esperadas em Belo Horizonte (-23,4%), Recife (- 22,6%) e Brasília (-20,2%). Nas cidades em que são previstos aumentos, esses são moderados, situados entre 0,5% e 3,5%. Em decorrência dos dois indicadores já analisados, o cenário para o RevPAR também é, em geral, de quedas: em 15 das 16 cidades analisadas espera-se uma queda no RevPAR. Destacam-se as quedas acentuadas de Belo Horizonte (-34,9%) e Recife (-30,7%). Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador também têm estimativas situadas inferiores a -20%. 5
6 *Redes respondentes por cidade: Belém (BEL)=3, Belo Horizonte (BHZ)=8, Brasília (BSB)=5, Campinas (CPQ)=4, Cuiabá (CGB)=3, Curitiba (CWB)=9, Fortaleza (FOR)=6, Goiânia (GYN)=4, Grande São Paulo (GDE )=7,Manaus (MAO)=3, Porto Alegre (POA)=6, Recife (REC)=4, Rio de Janeiro (RIO)=6, Salvador (SSA)=5,São Paulo (SÃO) =10. Projeções para o 1º semestre de ,1% 0,7% Projeções de crescimento da taxa de ocupação - 1º sem ,8% 1,6% 0,5% -0,6% 2,2% -3,2% -0,5% -0,1% -0,4% 0,3% 0,8% 2,7% 1,1% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDE MAO POA REC RIO SSA SLZ Projeções de crescimento da diária média - 1º sem ,6% 3,3% 4,5% 5,3% 3,1% 3,2% 3,8% 3,8% 4,6% 3,8% 0,5% 1,1% 2,5% 1,7% 1,8% 0,5% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDE MAO POA REC RIO SSA SLZ 3,8% 4,1% 1,7% 1,6% Projeções de crescimento do RevPAR - 1º sem ,1% 7,0% 5,3% 5,4% 4,6% 5,2% 3,5% 3,5% 2,5% 2,9% 1,7% 2,1% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDE MAO POA REC RIO SSA SLZ A expectativa para o primeiro semestre do ano é de recuperação moderada em relação ao ano anterior na maior parte das cidades analisadas. Estima-se uma taxa de ocupação superior ao 1º semestre de 2015 em 11 das 16 cidades analisadas. Os maiores destaques ficam para a recuperação prevista em Brasília (+3,8%) e a queda estimada na Grande São Paulo (-3,2%). Em relação à diária média, a expectativa é de recuperação em todas as cidades analisadas no 1º semestre de Cabe, porém, mencionar que os aumentos previstos são moderados e situados abaixo das estimativas para a inflação no ano de Os aumentos mais significativos serão observados em Curitiba (+5,3%), São Luís (+4,6%) e Cuiabá (+4,5%). Em linha com o esperado para a taxa de ocupação e a diária média, para o RevPAR também estimase um cenário de recuperações, ainda que moderadas. Nele destacam-se as cidades de São Luís (+7,0%), a Grande São Paulo (+5,4%), Curitiba (+5,3%) e a cidade de São Paulo (+5,2%). Prevê-se uma leve queda no indicador em apenas uma das cidades analisadas Cuiabá (-0,1%). 6
7 ,4% Projeções de crescimento da taxa de ocupação - 2º sem ,0% 3,6% 0,2% 1,1% 0,6% 2,0% 3,7% 1,0% 1,5% 0,8% 3,9% 3,2% 2,2% 3,8% 0,2% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDE MAO POA REC RIO SSA SLZ Projeções de crescimento da diária média - 2º sem ,7% 3,4% 5,7% 3,5% 5,7% 4,1% 1,7% 4,4% 4,8% 4,3% 3,8% 4,6% 22,6% 5,6% 3,6% 5,1% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDE MAO POA REC RIO SSA SLZ Projeções de crescimento do RevPAR - 2º sem ,2% 4,9% 8,0% 6,7% 4,4% 3,4% 5,6% 5,1% 6,2% 3,7% 8,6% 25,9% 7,6% 7,8% 5,2% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDE MAO POA REC RIO SSA SLZ Projeções para o 2º semestre de 2016 No 2º semestre do ano de 2016 estima-se uma recuperação mais intensa da ocupação, comparando-se com as expectativas para o 1º semestre do mesmo ano. Os destaques positivos em relação à taxa de ocupação são: Recife (+3,9%), São Luís (+3,8%), Goiânia (+3,7%) e Brasília (+3,6%). Em apenas uma das cidades prevê-se uma queda no indicador Belém (-1,4%). Da mesma forma, para o 2º semestre do ano a expectativa é de aumentos moderados na diária média, levemente superiores aos estimados para o primeiro semestre e situados, em geral, entre +3,5% e + 6,5%. A exceção a esse panorama é a cidade do Rio de Janeiro, em que se estima um aumento de +22,6% na diária média, aumento que contempla tanto um movimento de recuperação, já que a cidade deverá fechar 2015 com queda no indicador, como a influencia da realização dos Jogos Olímpicos Rio Analogamente, o RevPAR também têm estimativa de aumento em todas as localidades analisadas, com especial destaque, novamente, para a cidade do Rio de Janeiro (+25,9%). Merece destaque ainda as estimativas para o 2º semestre de 2016 nas cidades de Recife (+8,6%), Brasília (+8,0%), São Luís (+7,8%) e Salvador (+7,6%). 7
8 Projeções para Projeções de crescimento da taxa de ocupação ,1% 2,0% 3,3% 1,3% 0,8% 0,3% 2,5% -1,6% 0,1% 0,7% 0,8% 1,9% 3,3% 3,2% 1,3% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDE MAO POA REC RIO SSA SLZ Projeções de crescimento da diária média ,1% 3,3% 3,7% 3,3% 2,6% 4,6% 1,8% 3,2% 4,5% 3,2% 2,5% 1,8% 12,8% 3,8% 3,9% 4,5% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDE MAO POA REC RIO SSA SLZ Projeções de crescimento do RevPAR ,2% 4,8% 6,4% 3,7% 3,4% 4,8% 2,9% 4,5% 4,5% 4,0% 2,6% 2,7% 14,6% 7,2% 7,2% 5,1% BEL BHZ BSB CPQ CGB CWB FOR GYN GDE MAO POA REC RIO SSA SLZ O resultado acumulado para o ano de 2016, em sintonia com o traçado para os dois semestres do ano, é de aumentos moderados. Em 15 das 16 cidades analisadas estimam-se aumentos na taxa de ocupação, em geral situados entre 0,5% e 3%. Prevê-se queda, ainda que moderada, apenas da Grande São Paulo (-1,6%). As projeções indicam leves aumentos da diária média em todo o conjunto das localidades analisadas. Como mencionado anteriormente, a cidade do Rio de Janeiro se sobressai das demais, dinâmica motivada tanto pelos Jogos Olímpicos, com por um movimento de recuperação do desempenho observado em Cabe ainda destacar os aumentos previstos para Curitiba (+4,6%), São Paulo (+4,5%) e Grande São Paulo (+4,5%). As expectativas para o RevPAR também indicam aumentos, mais acentuados, novamente, na cidade do Rio de Janeiro. Cabe destaque ainda para o desempenho do indicador nas cidades de São Paulo (+7,2%), São Luís (+7,2%) e Brasília (+6,4%). 8
9 Perspectivas para 2017 As expectativas dos respondentes para o ano de 2017 são, em geral, positivas. Em relação à taxa de ocupação, 9 das 15 redes que indicaram que esperam um desempenho superior ao observado em Tanto para a diária media, como para o RevPAR um total de 12 respondentes também sinaliza um cenário de aumento do patamar dos indicadores analisados. Perspectiva para a taxa de ocupação Perspectiva para a diária média Perspectiva para o RevPAR Aumento Equilíbrio 10% 5% 0% -5% -10% -15% -20% Perspectivas Brasil e ,0% 6,7% 6,6% 4,1% 4,9% 2,9% 0,8% 1,5% 2,0% -6,9% -7,2% -13,2% º sem º sem TO DM RevPAR Projeções Brasil As projeções de desempenho para o Brasil em cada um dos períodos analisados foram elaboradas a partir da extrapolação dos dados coletados para cada uma das cidades analisadas, considerando-se o peso de cada uma delas na oferta de UHs das redes respondentes. As previsões para o fechamento do ano de 2015 são negativas para os 3 indicadores analisados: estima-se uma queda de -6,9% na taxa de ocupação, de -7,2% da diária média e de -13,2% no RevPAR. Em 2016 prevê-se uma recuperação parcial do cenário negativo de 2015, com um aumento de 2% da taxa de ocupação ao final do ano, acompanhado por aumentos de 4,9% na diária média e de 6,6% no RevPAR. 9
10 4. Anexo Tabelas de resultados Projeções de crescimento de taxa de ocupação, diária média e RevPAR por período e cidade Cidade º sem º sem TO DM RevPAR TO DM RevPAR TO DM RevPAR TO DM RevPAR BEL -0,6% 3,5% 1,4% 0,1% 1,6% 1,7% -1,4% 6,7% 5,2% 0,1% 4,1% 4,2% BHZ -15,8% -23,4% -34,9% 0,7% 3,3% 3,8% 2,0% 3,4% 4,9% 2,0% 3,3% 4,8% BSB -11,5% -20,2% -28,7% 3,8% 0,5% 4,1% 3,6% 5,7% 8,0% 3,3% 3,7% 6,4% CPQ -5,3% 1,4% -8,3% 1,6% 1,1% 1,6% 0,2% 3,5% 1,3% 3,3% 3,7% CGB -1,0% -1,5% -4,0% 0,5% 4,5% -0,1% 1,1% 5,7% 6,7% 0,8% 2,6% 3,4% CWB -2,0% 1,0% -1,3% 5,3% 5,3% 0,6% 4,1% 4,4% 0,3% 4,6% 4,8% FOR -5,6% -4,9% -11,9% -0,6% 3,1% 3,5% 2,0% 1,7% 3,4% 1,8% 2,9% GYN 0,9% -2,3% -2,1% 2,2% 3,2% 3,5% 3,7% 4,4% 5,6% 2,5% 3,2% 4,5% GDE -8,0% -1,1% -7,2% -3,2% 3,8% 5,4% 1,0% 4,8% 5,1% -1,6% 4,5% 4,5% MAO -3,7% -10,8% -13,6% -0,5% 2,5% 2,5% 1,5% 4,3% 6,2% 0,1% 3,2% 4,0% POA -8,9% -13,2% -20,9% -0,1% 1,7% 1,7% 0,8% 3,8% 3,7% 0,7% 2,5% 2,6% REC -10,7% -22,6% -30,7% -0,4% 0,5% 2,9% 3,9% 4,6% 8,6% 0,8% 1,8% 2,7% RIO -10,7% -13,0% -21,1% 0,3% 1,8% 2,1% 3,2% 22,6% 25,9% 1,9% 12,8% 14,6% SSA -5,2% -16,3% -20,7% 0,8% 3,8% 4,6% 2,2% 5,6% 7,6% 1,3% 3,8% 5,1% SLZ -3,6% 3,5% -5,1% 2,7% 4,6% 7,0% 3,8% 3,6% 7,8% 3,3% 3,9% 7,2% -4,4% 0,8% -3,5% 1,1% 3,8% 5,2% 0,2% 5,1% 5,2% 3,2% 4,5% 7,2% BRASIL -6,9% -7,2% -13,2% 0,8% 2,9% 4,1% 1,5% 6,7% 8,0% 2,0% 4,9% 6,6% Comparação entre desempenho projetado e real 2014 Cidade Projeção Real Real (-) projeção TO DM (R$) RevPAR (R$) TO DM (R$) RevPAR (R$) TO DM RevPAR BEL 57,9% 196,5 118,2 53,6% 188,2 100,9-8,0% -4,4% -17,1% BHZ 61,0% 236,6 151,0 62,0% 232,3 144,0 1,6% -1,8% -4,9% BSB 60,5% 354,7 218,6 57,8% 343,3 198,6-4,7% -3,3% CGB 70,1% 233,8 166,0 64,8% 228,2 148,0-8,1% -2,5% -12,2% CPQ 66,2% 257,2 169,7 62,8% 269,4 169,1-5,4% 4,5% -0,3% CWB 68,9% 222,7 152,6 67,2% 219,2 147,2-2,6% -1,6% -3,7% FOR 77,4% 229,5 170,6 74,0% 239,4 177,3-4,6% 4,2% 3,7% GYN 71,2% 192,9 136,3 64,2% 183,3 117,7-11,0% -5,2% -15,8% JUN 67,5% 242,0 163,3 64,7% 239,9 155,2-4,4% -0,9% -5,3% MAO 57,0% 223,7 127,7 54,7% 225,5 123,3-4,2% 0,8% -3,6% NAT 78,7% 186,9 147,6 63,3% 205,4 129,9-24,5% 9,0% -13,6% POA 65,6% 248,6 156,0 62,3% 256,9 160,1-5,2% 3,3% 2,6% REC 70,7% 337,5 243,3 70,6% 324,2 229,0-0,1% -4,1% -6,3% RIO 72,8% 458,1 338,0 72,8% 450,2 327,7-1,8% -3,1% 63,0% 294,6 190,5 63,2% 291,8 184,3 0,3% -1,0% -3,3% GDE 70,5% 274,9 189,2 68,2% 273,5 186,5-3,5% -0,5% -1,4% SSA 63,8% 223,0 143,1 55,7% 225,2 125,4-14,6% 1,0% -14,2% BRASIL 64,9% 266,6 175,1 63,5% 262,0 166,2-2,3% -1,8% -5,3% Comparação entre desempenho projetado e real 1º sem 2015 Cidade Projeção Real Real (-) projeção TO DM (R$) RevPAR (R$) TO DM (R$) RevPAR (R$) TO DM RevPAR BEL 50,2% 195,2 98,0 57,1% 199,9 114,2 12,1% 2,3% 14,2% BHZ 60,1% 251,1 150,9 42,2% 179,6 75,9-42,2% -39,8% -98,8% BSB 58,9% 354,6 206,9 46,8% 278,1 130,1-26,0% -27,5% -59,1% CGB 67,7% 259,6 174,8 58,2% 179,8 104,6-16,4% -44,3% -67,2% CPQ 63,7% 282,1 180,4 60,8% 255,4 155,3-4,7% -10,5% -16,2% CWB 66,8% 227,8 151,7 64,4% 211,7 136,3-3,8% -7,6% -11,3% FOR 73,3% 265,3 195,7 69,8% 214,1 149, ,9% -30,9% GYN 62,4% 186,1 115,9 61,7% 186,1 114,7-1,2% -1,1% JUN 62,9% 241,9 152,2 61,6% 240,7 148,2-2,1% -0,5% -2,7% MAO 53,9% 253,5 138,6 48,1% 182,9 87,9-12,2% -38,6% -57,7% NAT 67,4% 238,8 160,7 61,2% 205,9 126,1-10,1% -16,0% -27,5% POA 63,5% 276,9 176,7 52,1% 208,4 108,6-21,8% -32,9% -62,7% REC 69,4% 342,8 239,5 65,7% 225,6 148,2-5,6% -52,0% -61,6% RIO 72,9% 487,0 347,9 61,3% 389,6 238,8-19,0% -2-45,7% 62,6% 311,6 192,2 62,5% 268,2 167,6-0,1% -16,2% -14,7% GDE 69,9% 291,8 201,6 64,0% 252,9 161,9-9,2% -15,4% -24,6% SSA 57,5% 255,9 146,7 52,6% 197,6 103,9-9,3% -29,5% -41,2% BRASIL 63,3% 279,9 175,8 59,0% 253,0 149,3-7,4% -10,6% -17,8% 10
11 FOHB Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil Criado em 2002, o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil é uma entidade que atua em prol do setor seguindo três eixos principais: Representação, Desenvolvimento e Informação. Suas ações contemplam parcerias com o setor público, iniciativa privada e demais entidades em projetos de capacitação e qualificação, reivindicações e produção de importantes pesquisas e estudos para o setor. Atualmente, o FOHB representa as 26 principais redes hoteleiras nacionais e internacionais que atuam no Brasil, totalizando 630 hotéis e 104 mil UHs (unidades habitacionais), presentes em 147 cidades, em 24 estados e no Distrito Federal. Para mais informações, acesse: Presidência Executiva Presidente: Manuel Gama Vice-Presidente Administrativo Financeiro: Paulo Caputo Vice-Presidente de Desenvolvimento de Talentos: Eduardo Slaviero Vice-Presidente de Desenvolvimento Setorial: Rafael Guaspari Vice-Presidente de Marketing e Distribuição: César Nunes Vice-Presidente de Estudos & Tendências: Patrick Mendes Conselho Consultivo Presidente do Conselho: Roberto Rotter Vice-Presidente do Conselho: Roland de Bonadona Conselheiro: Alexandre Gehlen Conselheiro: Alexandre Solleiro Conselheiro: Guilherme Paulus Conselheiro: Jayme Canet Neto Diretoria Executiva Diretora Executiva: Flávia Matos Gerente de Marketing e Relações com Associados: Ana Paula Rodrigues Coordenadora de Eventos: Fabiana Ribeiro Assistente Administrativo Financeiro: Débora Ferreira Assistente de Diretoria: Ícaro Souza 11
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