AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
|
|
|
- Lucca de Sá Chagas
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL 3º ano Engenharia Mecânica 2º semestre 2008/2009 Guias de Laboratório 2 ATENÇÃO: LEIA ESTE GUIA ATÉ AO FIM ANTES DE QUALQUER IMPLEMENTAÇÃO. SE TIVER DÚVIDAS ESCLAREÇA-AS. Título: Automatização de um sistema de maquinação. Enunciado Suponha que dado processo de maquinação é para ser executado sem interrupção para lotes de m peças (em geral m é grande mas naturalmente em simulação usará um número baixo). O processamento será de acordo com a cor da peça, cor esta detectada por uma câmara vídeo. Vamos supor que são duas as cores que interessam, correspondendo a cada uma um dado processamento. No fim deste, segue-se um processo de lavagem comum aos dois tipos de peças. Genericamente o processo pode resumir-se nos seguintes passos: 1) Uma peça é detectada num sensor de presença. Nesta altura o tapete rolante começa a rolar para a direita. A seguir a peça cai 1 no tapete e ao deslocar-se sobre ele é detectada pelo sensor de presença da esquerda do tapete. Quando a peça é detectada o tapete pára e uma câmara detecta a sua cor (eventualmente terá de ajustar a peça à mão para ficar debaixo da câmara. Para o efeito vai iniciar um tempo de espera de 5s durante o qual uma luz vermelha deve piscar e que lhe permite colocar a peça de baixo da câmara). A peça pode ser amarela, verde ou outra 2. Para cada caso o procedimento é o seguinte: Amarela: desencadeia-se o ciclo pneumático I (executado uma única vez), diferente para cada turma e descrito na tabela no final deste enunciado. Durante este ciclo uma luz amarela deve permanecer acesa. É incrementado o contador de peças amarelas. Verde: desencadeia-se o ciclo pneumático II (executado uma única vez), diferente para cada turma e descrito na tabela no final deste enunciado. Durante este ciclo uma luz verde deve permanecer acesa. É incrementado o contador de peças verdes. 1 Ou seja,na prática um dos elementos do grupo coloca a peça sobre o tapete em movimento 2 O software fornecido também detecta o vermelho e o azul. Por isso pode substituir as cores referidas por estas, ou das quatro combinar duas. O ideal será treinar em casa e trazer consigo as peças.
2 Outra cor: A peça é rejeitada. Para isso o tapete roda para a esquerda a peça cai e quando o sensor de presença é actuado (significa que a peça foi retirada) o tapete pára, ficando o sistema pronto a receber nova peça. Quando terminou o processamento da peça amarela ou verde esta é levada para um novo posto através do avanço do tapete, que deve parar quando o sensor da direita é actuado. Inicia-se um fase de limpeza igual para as duas. Esta limpeza é realizada através de um cilindro pneumático (pode escolher o A, B ou C), que deve avançar, ficar neste estado 10s e depois recuar. Depois de recuado o tapete avança durante uns segundos para que a peça caia e depois pára. O sistema fica assim preparado para nova peça. O operador tem à disposição três botões: um tipo start/stop (SS) e dois de pressão, um para alarme e outro para paragem forçada. Quando o sistema é iniciado com a ligação do start deve ser iniciado o contador com o lote de peças que deve ser processado (todas são contabilizadas, incluindo as que não são verdes nem amarelas). Quando se liga este interruptor para a posição de stop o sistema deve parar desde que todo o lote em processamento tenha terminado. A actuação de um botão de paragem forçada vai parar todo o processo. Para garantir que o sistema retoma da posição inicial, o mestre irá dar ordens directas de reset dos cilindros e de paragem do tapete. O sistema só retoma com a colocação do interruptor SS em OFF e depois em ON. A contagem de peças é reinicializada. Finalmente o botão de alarme deve suspender a execução em qualquer etapa do processo excepto se estiver na limpeza, devendo então esperar que esta tenha terminado. Durante este período deve piscar uma luz vermelha. O processo recomeça quando o botão de alarme deixar de ser premido. Tabela com os ciclos a realizar por turma T T T T T T C+C-(A+B+)B-A- C+A+B+(C-A-)B- (B+C+)A+A-C-B- A+(B+C+)A-C-B- A+C+C-B+(B-A-) C+(A+B+)A-B-C- A+A-(B+C+)B-C- (B+A+)C+B-A-C- A+C+B+(C-B-)A- (A+C+)B+B-A-C- B+(C+A+)C-A-B- A+B+B-C+(A-C-) Como bem sabe os diversos escravos podem ser programados em GRAFTEC, ou outra linguagem, porém recorda-se que o modelo GRAFCET especificado para o mestre não pode ser implementado em GRAFTEC, tendo de recorrer de preferência à implementação em Lista de Instruções com base no modelo. I) (5 val) Estabeleça o modelo GRAFCET funcional 3 deste processo que deve incluir um GRAFCET mestre e um ou mais escravos. II) (5 val) Derive as equações de movimento para os ciclos correspondentes a cada cor, usando o método dos diagramas de funcionamento. 4 3 Não se esqueça que o GRAFCET funcional é independente da implementação. Não use o GRAFTEC para o representar pois é limitado. Considera-se funcional o GRAFCET em que os comandos e as receptividades são expressas em linguagem corrente destinadas a um cliente não técnico.
3 III) (6 val) Implemente o programa que desenvolveu no autómato SAIA de forma a poder corrê-lo no lab Presencial. Relativamente a esta apresentação faça a listagem dos símbolos usados, e os que declarou como variáveis globais e locais. Forneça ainda o código. Tem vantagens em fazer alguns testes no lab remoto, mas já tem a experiência de que não o pode guardar para o final. O que se aconselha é o seguinte: 1. Que deduzam desde já as equações de movimento, percebendo como tal é feito a partir do livro das aulas de problemas e de dúvidas. Implementem estas equações como ilustrado no livro e certifiquem-se desde já que os ciclos funcionam como previsto no lab remoto. Em anexo está sugerido como deve posteriormente integrar este módulo no seu programa em GRAFTEC. 2. Se tiver terminado o trabalho cedo e tiver acesso ao lab remoto pode sempre simular todo o processo mas terá de fazer algumas simplificações: a. Ignore a existência do tapete e de sensor de presença. De acordo com a cor das peças implemente o procedimento descrito ignorando sempre o tapete. Se não tiver webcam ou ligações suficientemente rápidas pode substituir a detecção da cor por registos. As peças que usar em casa serão as que deve levar para o laboratório para detectar a cor. Se não tiver serão fornecidas. Naturalmente o programa de interface que vai usar é o fornecido com este enunciado. b. Considere três registos um onde vai colocar o valor de m e os outros dois onde vai poder ler o número de peças processadas de cada tipo, antes de iniciar novo ciclo. c. Considere duas flags para os botões de start e de emergência. Neste trabalho não é valorizada a utilização do lab remoto pois este serve sobretudo de apoio e confirmação de métodos a usar no presencial e que praticamente todos eles foram ilustrados nas folhas de problemas apresentadas com soluções fornecidas. 4 Divida esta tarefa entre os membros do grupo. Treine-se para o exame!
4 Avaliação e Relatório final 1. No início da aula o grupo deve apresentar ao docente o relatório do trabalho a realizar e que consta genericamente duma introdução ao trabalho, da modelação do problema e na descrição da resolução de cada uma das alíneas. Naturalmente não incluirá o capítulo de Análise de resultados e conclusões. Será atribuída uma nota de 0 a 2 em que o zero significa que o trabalho não foi minimamente preparado, 1 que o trabalho foi minimamente preparado e 2 que foi bem preparado. Grupos classificados de 0 não poderão realizar o trabalho ficando com 0 na nota final deste. 2. No fim da aula ou antes se o trabalho acabar mais cedo, o docente verifica se o problema proposto ficou a funcionar de acordo com o especificado. Terá que dar uma classificação de acordo com esta observação e também de acordo com o tempo levado pelo grupo a realizar o trabalho e o grau de autonomia revelado. Será atribuída uma nota de 0 a 2 em que o zero significa que o trabalho não foi terminado ou foi realizado com grande ajuda do docente, 1 que o trabalho foi terminado em quase todas as vertentes dentro do tempo previsto e com poucas ajudas e 2 quando trabalha dentro de todas as especificações, foi feito sem ajudas ou ajudas menores e terminou bem dentro do tempo previsto. 3. Os alunos terão de apresentar, 2 dias após terem realizado o laboratório, o relatório final do mesmo, que deve corresponder ao elaborado para a fase 1, acrescentado dum capítulo de resultados e outro de conclusões. Este trabalho é classificado numa escala de 0 a 20. Relativamente ao apresentado no ponto 1 deverá incluir um capítulo de Análise de resultados e conclusões. Deverão também ser incluídas correcções de erros eventualmente detectados. O trabalho deve ser entregue na secretaria da Secção de Sistemas até às 17h do segundo dia útil após ter realizado o laboratório. 4. As notas indicadas em cada alínea referem-se à avaliação do relatório final. Os 4 valores que faltam destinam-se à apreciação global do trabalho o que inclui a apresentação geral, o capítulo de introdução e o da análise de resultados e conclusões. Não é avaliado o facto da simulação no laboratório remoto correr ou não, mas é exigido o envio do código e uma descrição breve de como a simulação foi feita (manual de utilização desse código) no relatório. 5. O relatório deverá ser entregue numa versão electrónica (enviada por para o docente do laboratório e para o responsável da disciplina numa única file tipo zip (não rar) não são aceites diskettes referindo como assunto AI_LAB2) e numa versão em papel. A versão electrónica deve ter obrigatoriamente o seguinte nome: turmagrupol2.zip (ex: 3301G1L2.zip) e deve incluir o relatório e os ficheiros de código escritos no PG5. O deve ter assunto e ser: AI_Lab2. A versão em papel deve vir agrafada. A capa deve ser exactamente como ilustrado na última página deste guia. As fotos a incluir serão as disponibilizadas no Fénix.
5 A nota final de cada laboratório de 0 a 20 é depois calculada de acordo com a fórmula: N = 0 se N = 0 Labx Fase1 ( ) 3 N = N + N 2 + N 0,6 se N 0 Labx Fase1 Fase2 Fase Fase1 Os alunos deverão apresentar-se pontualmente no início das aulas, pois não é possível permanecerem para além das 2h, consideradas suficientes com uma preparação adequada dos trabalhos. Distribuição das bancadas pelos grupos G1 G6 G2 G7 G3 G8 G4 G5 No FENIX será disponibilizada a tabela de símbolos relativa a cada bancada. Esta distribuição poderá ser excepcionalmente revista para o laboratórios 3, para atender eventuais solicitações de alunos com necessidades específicas para o problema proposto, sobre o qual os alunos já têm algum conhecimento. Assim, face ao laboratório 3 os alunos deverão junto dos docentes discutir o mais rapidamente a sua viabilidade e comunicar até ao dia 22 de Maio, as suas pretenções, por ao docente de laboratório com cópia para o professor responsável da disciplina.
6 Anexo I Elementos existentes nas bancadas: 1: Cilindros, caixas de luz, botões de entrada.. Tapete rolante com câmara vídeo Programa Mestre 2: Cilindros, caixas de luz, botões de entrada.. Tapete rolante com câmara vídeo Programa Mestre Caixa de semáforos 3: Cilindros, caixas de luz, botões de entrada.. Tapete rolante com câmara vídeo Programa Mestre Elevador 7: Cilindros, caixas de luz, botões de entrada.. Tapete rolante com câmara vídeo Programa Mestre Botões adicionais 8: Cilindros, caixas de luz, botões de entrada.. Tapete rolante com câmara vídeo Programa Mestre Caixa de semáforos 9: Cilindros, caixas de luz, botões de entrada.. Tapete rolante com câmara vídeo Programa Mestre Sistema Festo 4: Cilindros, caixas de luz, botões de entrada.. Tapete rolante com câmara vídeo Programa Mestre Elevador Botões adicionais 5: Cilindros, caixas de luz, botões de entrada.. Tapete rolante com câmara vídeo Programa Mestre Elevador Esta tabela enuncia os elementos por bancada. Por um lado os elementos necessários a todos os grupos para a realização dos laboratórios 1 e 2, num princípio de equidade, e depois elementos extras que poderão ser usados no laboratório 3. Os elementos extra enunciados como Elevador têm como base um protótipo que permite múltiplos desenvolvimentos mas infere de pequenos comportamentos menos estáveis.
7 Grupo: 3302G1 Laboratório: 2 AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL LABORATÓRIOS 2008/2009 Foto aluno 1 Foto aluno 2 Foto aluno 3 Número NomeAluno1 Número NomeAluno2 Número NomeAluno3 3º Ano de Engenharia Mecânica Instituto Superior Técnico
8 ANEXO I Neste anexo apresenta-se um exemplo de como pode ser chamado um grupo de instruções correspondentes às equações de movimento de cilindros pneumáticos. É uma solução, poderá eventualmente haver outras, que tem em conta as especifidades do GRAFTEC. O implementação apresentada corresponde à realização do seguinte ciclo: A+A-B+B- Espera 5s (AcendeLuz) A sequência é controlada por um interruptor start/stop e o ciclo é implementado a partir das equações (ver livro da disciplina pg 199). Note que a flag fim_ciclo é que vai permitir detectar quando o ciclo terminou para poder progredir. Terá de criar uma no seu programa colocada no instrução mais adequada. Solução: XOB 16 RES Cil_A RES Cil_B RES l1 SET F 1 RES F 2 EXOB COB 0 0 STH F 1 ANH start ANH a0 RES F 1 SET F 2 STH F 2 ANL start ANH fim_escravo RES F 2 SET F 1 STH F 1 RES Cil_A RES Cil_A RES L1 STH F 2 CSB H ciclo ECOB
9 ANEXO II Interface com a detecção da cor (Manual do utilizador) Em primeiro lugar certifique-se que tem o ficheiro de calibração. Se desejar interagir com o autómato clique no menu PCD e Ligar PCD. Figura 1:Ligação ao PCD.
10 O utilizador pode usar o software de reconhecimento de cor para os mais variados fins. De seguida exemplificamos com um pequeno programa para o autómato SAIA que simplesmente compara o valor do registo R 10 com os valores 1, 2, 3, 4 (respectivamente correspondentes à cor amarelo, vermelho, azul e verde) e acende uma luz correspondente à cor da peça (repare que há um blinker que foi usado para piscar uma lâmpada verde O 37 de 1 em 1 segundo, devido à ausência de uma lâmpada azul). Note que deverá descarregar o programa para o PCD estar ONLINE e a correr o programa (RUN) de modo a que se dê a interacção entre o autómato e a interface SAIA-MASTER. Figura 2: Exemplo de uma aplicação para interacção do software com autómatos SAIA. Vamos então experimentar o programa para 4 peças de cores diferentes, 3 tampas (vermelha, azul e verde) e para um pedaço de cartão amarelo. Figura 3:Peças usadas para motivo exemplificativo.
11 Passamos então a ter os seguintes resultados para cada uma das peças, individualmente: Figura 4:Análise para pedaço de cartão amarelo.
12 Figura 5: Análise para tampa verde.
13 Figura 6: Análise tampa azul.
14 Figura 7: Análise para tampa vermelha.
15 Figura 8:Análise para o caso em que não há nenhum objecto na imagem.
16 ANEXO III Teste de valores inteiros em registos Neste problema tem de fazer teste com valores inteiros, colocado num registo, para distinguir as cores. Uma forma de implementar este teste é exemplificada na figura a seguir: Se não percebe as instruções consulte o Help do PG5.
17 ANEXO IV Breve Introdução do espaço de cor CIE Lab (leitura opcional). O espaço de cor CIE Lab (ou também conhecido como CIE L*a*b*) é o espaço de cor que melhor reproduz todas as cores visíveis pelo olho humano. Isto é conseguido porque este espaço de cor imita a resposta logaritmica de células da retina denominadas cones 5 à luminosidade. Foi desenvolvido pela Comissão Internacional de Iluminação (ou Commission Internationale d'eclairage, daí a sigla CIE). O parâmetro L representa a luminosidade (L=0 é preto e L=100 representa o branco), o a é um parâmetro cujos valores positivos representam o magenta e negativos o verde, e finalmente o b representa para valores positivos o amarelo e para negativos o azul. Este espaço de cor foi criado para ser usado como referência no entanto é extremamente importante ter a noção de que a conversão para este espaço de cor (por exemplo do espaço RGB) não é precisa no sentido em que alguma informação sobre a cor é perdida no processo (i.e. a gama de cores de um outro espaço de cor não pode ser traduzida na totalidade para o espaço CIE Lab). Este modelo serve apenas como referência para entender melhor que parâmetros podem alterar uma dada cor visível assim como o processo da mudança para um outro espaço de cor. Este espaço de cor é representado através de um modelo tridimensional e o seu parâmetro de percepção mais intuitiva é o L visto que alterar este parâmetro é o equivalente a alterar o brilho (brightness) da televisão comum. Os restantes parâmetros são um pouco mais difíceis de entender visto que é necessária alguma capacidade de abstracção para os visualizar mentalmente. Estes são obtidos para um dado valor de L cortando uma fatia da representação 3D deste espaço de cor. Deste modo torna-se complicado entender onde começa uma cor e acaba outra já que para diferentes valores de L, as mesmas coordenadas a e b podem representar diferentes cores. Figura 9:Luminosidade a 25%, 50 % e 75% respectivamente. Condições para situar o ponto no espaço de cor Para situar um ponto no espaço CIE Lab são precisas três coordenadas: L, a e b como já foi referido. Como a coordenada L diz respeito à luminosidade e neste trabalho não se 5 Fotoreceptores localizados da retina que possuem pigmentos fotosensíveis que iniciam o processo de visão fotónica (i.e. processo de sensibilidade do olho humano à luminosidade).
18 identificam as cores preto ou branco, então optámos por só levar em conta as coordenadas a e b, permitindo-nos assim trabalhar num espaço só com duas dimensões, em lugar de um espaço tridimensional (caso em que entrariam em conta as 3 coordenadas). A razão para tal tem a ver com a dificuldade em distinguir a fronteira entre uma cor e outra (ver introdução teórica). É importante que o utilizador controle bem as condições de iluminação do ambiente de trabalho de forma a que permaneçam constantes. Para isso aconselhamos o uso de uma lâmpada de luz branca. Assim sendo, definimos o seguinte sistema de eixos: d2 d1 d4 d3 Descrição da figura 2: d1, d2, d3 e d4 são os declives das semi-rectas assinaladas na figura acima, com início na origem do referencial. Assim cada zona é definida pelas seguintes condições: amarelo: a < b*d1 e a > -b*d4; vermelho: a > b*d1 e a > -b*d2; azul: a < -b*d2 e a > b*d3; verde: a < b*d3 e a < -b*d4;
Problemas para Automação Industrial
Problemas para Automação Industrial Série 5: GRAFCET: problemas de modelação. Prática do conceito de Master/Slave. Programação de autómatos Nota prévia: Estes problemas têm como principal objectivo dar
Controladores Lógicos Programáveis 2
Escola Superior de Tecnologia Instituto Politécnico de Castelo Branco Departamento de Informática Curso de Engenharia Informática Automação e Controlo Industrial Ano Lectivo de 2004/2005 Controladores
PRÁTICA 9-11 PRÁTICA 9-11. Objectivo: GRAFCET: problemas de modelação. Prática do conceito de Master/Slave. Problema 9.1: Problema 9.
PRÁTICA 9- PRÁTICA 9- Objectivo: GRAFCET: problemas de modelação. Prática do conceito de Master/Slave Problema 9.: Problema : Um dispositivo automático destinado à triagem de caixas de dois tamanhos diferentes,
Múltiplos Estágios processo com três estágios Inquérito de Satisfação Fase II
O seguinte exercício contempla um processo com três estágios. Baseia-se no Inquérito de Satisfação Fase II, sendo, por isso, essencial compreender primeiro o problema antes de começar o tutorial. 1 1.
12633 INDUSTRIAL DRIVE GRANGER, INDIANA 46530 USA Telefone: (800) 348-5070 / (574) 272-9950 Fax: (574) 277-6566 (www.glunz-jensen.
MÓDULO DE TAPETE TRANSPORTADOR CM62-X-R GLUNZ & JENSEN 12633 INDUSTRIAL DRIVE GRANGER, INDIANA 46530 USA Telefone: (800) 348-5070 / (574) 272-9950 Fax: (574) 277-6566 (www.glunz-jensen.com) REF.: 0001000-0035CM62XRSO-PO
Procedimentos Fim de Ano - PRIMAVERA
Procedimentos Fim de Ano - PRIMAVERA A finalidade deste documento é, essencialmente, clarificar os procedimentos a considerar antes da abertura de ano e a forma como realizar esta operação. O manual está
Bases de Dados. Lab 1: Introdução ao ambiente
Departamento de Engenharia Informática 2010/2011 Bases de Dados Lab 1: Introdução ao ambiente 1º semestre O ficheiro bank.sql contém um conjunto de instruções SQL para criar a base de dados de exemplo
Trabalhos Práticos. Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores
Trabalhos Práticos Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores 1. Objectivos 2. Calendarização 3. Normas 3.1 Relatório 3.2 Avaliação 4. Propostas Na disciplina de Programação
Novo Formato de Logins Manual de Consulta
Gestão Integrada de Acessos Novo Formato de Logins Manual de Consulta Gestão Integrada de Acessos Histórico de Alterações Versão Descrição Autor Data 1.0 Versão inicial DSI/PPQ 2014-07-11 Controlo do documento
Manual de Utilização
Manual de Utilização Versão 1.0 18/01/2013 Sempre consulte por atualizações deste manual em nossa página. O Cotação Web está em constante desenvolvimento, podendo ter novas funcionalidades adicionadas
SUMÁRIO Acesso ao sistema... 2 Atendente... 3
SUMÁRIO Acesso ao sistema... 2 1. Login no sistema... 2 Atendente... 3 1. Abrindo uma nova Solicitação... 3 1. Consultando Solicitações... 5 2. Fazendo uma Consulta Avançada... 6 3. Alterando dados da
Programação de Robótica: Modo Circuitos Programados - Avançado -
Programação de Robótica: Modo Circuitos Programados - Avançado - 1 Programação de Robótica: Modo Circuitos Programados - Avançado ATENÇÃO Lembramos que você poderá consultar o Manual de Referência do Software
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL LABORATÓRIOS
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL LABORATÓRIOS EQUIPAMENTOS POR BANCADA: sua utilização 2007/8 O laboratório de Automação Industrial está actualmente dividido em oito bancadas de trabalho operacionais. A sua distribuição
Gescom isales. Aplicação Mobile Profissional para Vendedores
Aplicação Mobile Profissional para Vendedores Indíce Introdução... 3 Aplicação... 4 Produtos... 4 Categorias... 4 Produtos... 5 Carrinho de Vendas... 6 Encomendas... 7 Clientes... 10 Sincronização... 11
Passagem de Ano Primavera Software
Passagem de Ano Primavera Software Linha Profissional v 7 Manual Dezembro 2009 Procedimentos Fim de Ano A finalidade deste documento é, essencialmente, clarificar os procedimentos a considerar antes da
Manual de Utilizador. CNCVisual. Julho de 2006. Âmbito do Projecto de 5º Ano de Engenharia Mecânica. Autor: Bruno Lameiro
Manual de Utilizador CNCVisual Julho de 2006 Âmbito do Projecto de 5º Ano de Engenharia Mecânica Autor: Bruno Lameiro Introdução: A existência do manual de utilizador da aplicação CNCVisual tem como objectivo
02 - Usando o SiteMaster - Informações importantes
01 - Apresentação do SiteMaster - News Edition O SiteMaster foi desenvolvido para ser um sistema simples de gerenciamento de notícias, instalado em seu próprio computador e com configuração simplificada,
Plataforma de Benefícios Públicos Acesso externo
Índice 1. Acesso à Plataforma... 2 2. Consulta dos Programas de Beneficios Públicos em Curso... 3 3. Entrar na Plataforma... 4 4. Consultar/Entregar Documentos... 5 5. Consultar... 7 6. Entregar Comprovativos
MANUAL DO UTILIZADOR
MANUAL DO UTILIZADOR SISTEMA DE INFORMAÇÃO FORMAÇÃO CONTÍNUA (Art.21.º do Decreto-Lei n.º22/2014, de 11 de fevereiro) 6 de julho de 2015 Índice 1. ENQUADRAMENTO... 5 1.1 Objetivo... 5 1.2 Contactos Úteis...
Diagrama funcional GRAFCET
Exemplo 1 Diagrama funcional GRAFCET Diagrama funcional GRAFCET: Configuração Mestre/Escravo Caso estudado de modelação e implementação de um sistema de comando baseado num modelo mestre/escravo Pretende-se
Guia de instalação e Activação
Guia de instalação e Activação Obrigado por ter escolhido o memoq 5, o melhor ambiente de tradução para tradutores freelancer, companhias de tradução e empresas. Este guia encaminha-o através do processo
Manual Sistema de Autorização Online GW
Sistema de Autorização Online GW Sumário Introdução...3 Acesso ao sistema...4 Logar no sistema...4 Autorizando uma nova consulta...5 Autorizando exames e/ou procedimentos...9 Cancelamento de guias autorizadas...15
EAmb V.1 ESPOSENDE AMBIENTE. GestProcessos Online. Manual do Utilizador
EAmb V.1 ESPOSENDE AMBIENTE GestProcessos Online Manual do Utilizador GestProcessos Online GABINETE DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EAmb Esposende Ambiente, EEM Rua da Ribeira 4740-245 - Esposende
Modelo Cascata ou Clássico
Modelo Cascata ou Clássico INTRODUÇÃO O modelo clássico ou cascata, que também é conhecido por abordagem top-down, foi proposto por Royce em 1970. Até meados da década de 1980 foi o único modelo com aceitação
Núcleo de Processamento de Dados TUTORIAL PARA OS ALUNOS DOS CURSOS SEMIPRESENCIAIS PARA A MATRÍCULA NO MÓDULO ACADÊMICO
Núcleo de Processamento de Dados TUTORIAL PARA OS ALUNOS DOS CURSOS SEMIPRESENCIAIS PARA A MATRÍCULA NO MÓDULO ACADÊMICO Observações Iniciais Antes de tudo, é importante salientar que para operar o Módulo
PdP. Autor: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 26/12/2005 Última versão: 18/12/2006
TUTORIAL Servo-motor Autor: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 26/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br
Comunicação de Dados de Autenticação e Credenciais de Acesso para Resposta ao Inquérito
Mais informação Acesso ao Sistema de Transferência Electrónica de dados de Inquéritos (STEDI). Onde se acede ao sistema de entrega de Inquéritos? Deverá aceder ao sistema através do site do GEP www.gep.mtss.gov.pt
Lição 1 - Criação de campos calculados em consultas
1 de 5 21-08-2011 22:15 Lição 1 - Criação de campos calculados em consultas Adição de Colunas com Valores Calculados: Vamos, inicialmente, relembrar, rapidamente alguns conceitos básicos sobre Consultas
Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3
Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3 A LEGO Education tem o prazer de trazer até você a edição para tablet do Software LEGO MINDSTORMS Education EV3 - um jeito divertido
Guia Site Empresarial
Guia Site Empresarial Índice 1 - Fazer Fatura... 2 1.1 - Fazer uma nova fatura por valores de crédito... 2 1.2 - Fazer fatura alterando limites dos cartões... 6 1.3 - Fazer fatura repetindo última solicitação
Novo Order Manager para o Software NobelProcera
Novo Order Manager para o Software NobelProcera Guia Rápido Versão 1 O novo Order Manager facilita mais os processos e procedimentos envolvidos nas encomendas através do sistema NobelProcera. Isto inclui
TUTORIAL CORTADORA LASER. Software de Edição e Output ADOBE ILLUSTRATOR. 1. Abrir o programa ADOBE ILLUSTRATOR localizado na barra de tarefas
TUTORIAL CORTADORA LASER Software de Edição e Output ADOBE ILLUSTRATOR 1. Abrir o programa ADOBE ILLUSTRATOR localizado na barra de tarefas 2. Para iniciar a edição do trabalho para enviar para o equipamento,
Especificação do 3º Trabalho
Especificação do 3º Trabalho I. Introdução O objetivo deste trabalho é abordar a prática da programação orientada a objetos usando a linguagem Java envolvendo os conceitos de classe, objeto, associação,
GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA ERP PORTUGAL
GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA ERP PORTUGAL Versão: 1.0 Data: 05-06-2009 Índice Acesso e estados dos Formulários... 3 Escolha do Formulário e submissão... 4 Bases para a navegação
SISTEMA DE INFORMAÇÃO DAS PARTICIPAÇÕES DO ESTADO
SISTEMA DE INFORMAÇÃO DAS PARTICIPAÇÕES DO ESTADO SIPART (versão Setembro/2004) Manual de Utilização ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. ACEDER À APLICAÇÃO...4 3. CRIAR NOVO UTILIZADOR...5 4. CARACTERIZAÇÃO GERAL
Projecto Final de Curso 2004/2005 RESPIFE. Reengenharia de Sistema Produtivo Integrado para Fins Educacionais. Guia do Robot
RESPIFE Reengenharia de Sistema Produtivo Integrado para Fins Educacionais Guia do Robot Alunos: Filipe Barbosa de Sá Pinto, nº. 0005030955 Rui Alexandre da Costa Ribeiro, n.º 000503073 Docente: Armando
2 Diagrama de Caso de Uso
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Caso de Uso (Use Case) Autoria:Aristófanes Corrêa
Sumário: Fluxo Operacional... 3 Contatos... 4. Agenda Online... 10. Reservas de Salas... 26. Tarefas... 42
Sumário: Fluxo Operacional... 3 Contatos... 4 Passo a passo para visualização de contatos... 5 Passo a passo para filtragem da lista de contatos... 6 Como ordenar a lista de contatos... 7 Como gerar uma
Portaria Express 3.0
Portaria Express 3.0 A portaria do seu condomínio mais segura e eficiente. Com a preocupação cada vez mais necessária de segurança nos condomínio e empresas, investe-se muito em segurança. Câmeras, cercas,
Engenharia de Software Sistemas Distribuídos
Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 FEARSe Requisitos para a 1 a entrega 18 de Março de 2010 1 Introdução O projecto conjunto das disciplinas de Engenharia de Software
ACENDENDO AS LUZES. Capitulo 2 - Aula 1 Livro: Arduino básico Tutor: Wivissom Fayvre
ACENDENDO AS LUZES Capitulo 2 - Aula 1 Livro: Arduino básico Tutor: Wivissom Fayvre Projeto 1 LED piscante Neste capitulo, todos os projetos utilizam luzes LED s de diversas formas. Em relação ao hardware,
Usando o Excel ESTATÍSTICA. Funções
Funções Podemos usar no Excel fórmulas ou funções. Anteriormente já vimos algumas fórmulas. Vamos agora ver o exemplo de algumas funções que podem ser úteis para o trabalho de Excel. Para começar podemos
OI CONTA EMPRESA MANUAL DO USUÁRIO
OI CONTA EMPRESA MANUAL DO USUÁRIO 1 Bem-vindo ao Oi Conta Empresa! A Oi tem o orgulho de lançar mais um produto para nossos clientes corporativos, o Oi Conta Empresa. Nele, nossos clientes poderão acessar
Manual Telemetria - RPM
Sumário Apresentação... 2 Home... 2 Definição do Idioma... 3 Telemetria RPM... 4 Pré-requisitos necessários para utilizar o menu Telemetria RPM... 5 Faixas RPM... 11 Configura Faixa do Veículo... 15 Acumulado
LeYa Educação Digital
Índice 1. Conhecer o 20 Aula Digital... 4 2. Registo no 20 Aula Digital... 5 3. Autenticação... 6 4. Página de entrada... 7 4.1. Pesquisar um projeto... 7 4.2. Favoritos... 7 4.3. Aceder a um projeto...
Sistema GPB Gestão de Pombais
Sistema GPB Gestão de Pombais Manual Rápido (Versão 07.01) Janeiro de 2007 SITE : WWW.SISTEMAGP.COM EMAIL: [email protected] Um produto POMOR Software de Gestão, Lda. Objectivo deste Manual Rápido Com
AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO PYTHON
Computadores e Programação Engª Biomédica Departamento de Física Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Ano Lectivo 2003/2004 FICHA 1 AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO PYTHON 1.1. Objectivos
SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE AVALIAÇÕES INTERMÉDIAS SPAI
SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE AVALIAÇÕES INTERMÉDIAS SPAI Resumo de Configurações e Parametrização Optimizado para EXCEL 2007 Aplicação de suporte e gestão das operações de registo e processamento de avaliações
Manual Equipamento ST10 Flasher Rev. 1
Maio de 2014 2 Sumário Introdução:... 3 Acessórios utilizados:... 4 Instalação:... 5 Abrindo e Conhecendo o Software:... 10 SET PORT... 11 RELOAD MONITOR... 13 BlankCheck... 14 ERASE FLASH... 14 DUMP...
Regulamento de Vigilâncias de Provas Escritas de Avaliação do DEEC
Regulamento de Vigilâncias de Provas Escritas de Avaliação do DEEC Autores: Aprovação: Comissão Executiva do DEEC Comissão Executiva do DEEC Data: 3 de Fevereiro de 2011 Distribuição: Docentes do DEEC
Controladores Lógicos Programáveis. Automação e Controlo Industrial. Escola Superior de Tecnologia. Ricardo Antunes, António Afonso
Escola Superior de Tecnologia Instituto Politécnico de Castelo Branco Departamento de Informática Curso de Engenharia Informática Automação e Controlo Industrial Ano Lectivo de 2004/2005 Controladores
COMO OTIMIZAR A SUA PLANILHA ATRAVÉS DA GRAVAÇÃO DE UMA MACRO EM EXCEL
COMO OTIMIZAR A SUA PLANILHA ATRAVÉS DA GRAVAÇÃO DE UMA MACRO EM EXCEL! Como otimizar e agilizar os procedimentos operacionais em suas planilhas?! Como gravar uma seqüência lógica de procedimentos operacionais
Faculdade de Engenharia Optimização. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu
1 Programação Não Linear Aula 25: Programação Não-Linear - Funções de Uma única variável Mínimo; Mínimo Global; Mínimo Local; Optimização Irrestrita; Condições Óptimas; Método da Bissecção; Método de Newton.
Ministério Público. Guia de Consulta Rápida
Ministério Público Ministério Público Guia de Consulta Rápida Versão 3 (Outubro de 2009) - 1 - ÍNDICE 1. ACEDER AO CITIUS MINISTÉRIO PÚBLICO... 4 2. BARRA DE TAREFAS:... 4 3. CONFIGURAR O PERFIL DO UTILIZADOR...
CONTABILIDADE GERAL e GESTÃO PREVISIONAL PARA ESNL Versões 5.220/5.230
CONTABILIDADE GERAL e GESTÃO PREVISIONAL PARA ESNL Versões 5.220/5.230 Para as Entidades até agora classificadas como IPSS utilizadoras da Aplicação de Contabilidade PMR, vimos disponibilizar a passagem
MANUAL PASSO-A-PASSO DO SISTEMA ONLINE
MANUAL PASSO-A-PASSO DO SISTEMA ONLINE Junho 2015 Editor, ler com atenção as orientações informadas neste manual. Informamos que documentação preenchida incompleta e/ou que não atenda as normas da Agência
Manual de Cobrança. Código Nome De Até 1 Jose da Silva a Jz 2 Ana Maria k Pz 3 Marcelo q zz
Manual de Cobrança Cadastrando um Funcionário Entre no programa e no menu principal entre na opção: Cadastros / Cadastros de Funcionários e Acionador. Será apresentada a tela abaixo: Nesta tela deverão
Ferramenta de Testagem IECL Orientações para o Aluno (PT)
Ferramenta de Testagem IECL Orientações para o Aluno (PT) Índice 1 INTRODUÇÃO 3 2 REALIZAÇÃO DOS TESTES 3 2.1 Login 3 2.2 Verificação do áudio para o teste de Audição 5 2.3 Realização de um teste 5 3 Informação
GIAE VERSÃO 2.1.1 28 JUNHO DE 2011 MUITO IMPORTANTE
GIAE VERSÃO 2.1.1 28 JUNHO DE 2011 MUITO IMPORTANTE Devido a um bug detectado no motor da base de dados, situação agora corrigida pelo fabricante, esta nova actualização do GIAE é disponibilizada numa
Capítulo. Comunicação de Dados Capítulo 9
Capítulo 9 Capítulo Este capítulo descreve o que é preciso saber para transferir programas entre a fx-7400g PLUS e certos modelos de calculadoras científicas com função de gráficos CASIO ligados com um
Guia de Demonstração MeusPets
1. Objetivo e Principais Funcionalidades Com o email clique no link de ativação. E confirme a instalação. O MeusPets é um sistema simplificado para acompanhamento da vida do Pet. Pode ser usado de forma
Relatório SHST - 2003
Relatório da Actividade dos Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Relatório SHST - 2003 Programa de Validação e Encriptação Manual de Operação Versão 1.1 DEEP Departamento de Estudos, Estatística
Manual de Utilizador Documentos de Transporte. TOConline. Suporte. Página - 1
TOConline Suporte Página - 1 Documentos de Transporte Manual de Utilizador Página - 2 Índice Criação de um documento de transporte... 4 Definições de empresa- Criação de moradas adicionais... 9 Comunicação
Como é que a Poluição Luminosa Afeta as Estrelas
Como é que a Poluição Luminosa Afeta as Estrelas Poluição Luminosa Projeto DSR Apagar as Luzes para Acender as Estrelas Resumo: Cada aluno irá construir um Leitor de Magnitude que será utilizado para determinar
GUIA INTEGRA SERVICES E STATUS MONITOR
GUIA INTEGRA SERVICES E STATUS MONITOR 1 - Integra Services Atenção: o Integra Services está disponível a partir da versão 2.0 do software Urano Integra. O Integra Services é um aplicativo que faz parte
Arquitetura de Rede de Computadores
TCP/IP Roteamento Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 4. Roteamento i. Máscara de Rede ii. Sub-Redes iii. Números Binários e Máscara de Sub-Rede iv. O Roteador
FACULDADE DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO. PROJETO FINAL I e II PLANO DE TRABALHO <NOME DO TRABALHO> <Nome do Aluno> <Nome do Orientador>
FACULDADE DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO PROJETO FINAL I e II PLANO DE TRABALHO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) a ser desenvolvido
COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1
COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1 Oficina do Correio Para saber mais sobre Correio electrónico 1. Dicas para melhor gerir e organizar o Correio Electrónico utilizando o Outlook Express Criar Pastas Escrever
MANUAL DO UTILIZADOR
MANUAL DO UTILIZADOR Versão 1.6 PÁGINA DE PESQUISA A página principal do PacWeb permite a realização de um número muito variado de pesquisas, simples, ou pelo contrário extremamente complexas, dependendo
Treinamento GVcollege Módulo Acadêmico - Pedagógico
Treinamento GVcollege Módulo Acadêmico - Pedagógico 2015 GVDASA Sistemas Pedagógico 2 AVISO O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações
Guia Rápido do Contacts
Guia Rápido do Contacts IPBRICK SA 12 de Novembro de 2014 1 Conteúdo 1 Introdução 3 2 IPBrick - Contactos 3 2.1 Separador Administração........................ 4 2.1.1 Requisitos dos ficheiros.csv..................
Implementação/Regras do Integrador ENOGESTÃO / ERP
Implementação/Regras do Integrador ENOGESTÃO / ERP O objectivo central desta sincronização é a utilização por parte dos clientes das funcionalidades gerais dos seus ERP s, tal como: gestão documental,
Manual do Usuário CFCWeb BA
ÍNDICE Acesso ao sistema... 2 Tela Principal... 3 Cadastro de Candidatos... 5 Agenda Teórico... 6 Agenda Prático... 7 Consulta Agendamentos do Candidato por Serviço... 9 Cadastro de Grade Horária... 10
1 2 3 W O R K S H O P 4 5 6 W O R K S H O P 7 W O R K S H O P 8 9 10 Instruções gerais para a realização das Propostas de Actividades Para conhecer em pormenor o INTERFACE DO FRONTPAGE clique aqui 11 CONSTRUÇÃO
Utilização do SOLVER do EXCEL
Utilização do SOLVER do EXCEL 1 Utilização do SOLVER do EXCEL José Fernando Oliveira DEEC FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO MAIO 1998 Para ilustrar a utilização do Solver na resolução de
Conceitos importantes
Conceitos importantes Informática Informação + Automática Tratamento ou processamento da informação, utilizando meios automáticos. Computador (Provem da palavra latina: computare, que significa contar)
Como incluir artigos:
Como incluir artigos: O WordPress é uma ferramenta muito flexível, com muitas variações e ajustes que podem torná-lo algo muito simples e também muito sofisticado conforme os recursos que são configurados
www.portalfuturum.com.br
www.portalfuturum.com.br GEOGRAFIA Solos GUIA RÁPIDO DO AMBIENTE DE FORMAÇÃO DO PORTAL FUTURUM Prezado(a) cursista, Bem-vindo(a) ao Ambiente de Formação do Portal Futurum (AFPF)!!! A proposta deste material
Eberhardt Comércio e Assist. Técnica. Ltda.
Rua das Cerejeiras, 80 Ressacada CEP 88307-330 Itajaí SC Fone/Fax: (47) 3349 6850 Email: [email protected] Guia de emissão de relatórios para envio ao DNPM ou arquivo e uso do software do sistema de
Manual de Utilização do Sistema GRServer Cam on-line (Gerenciamento de Câmeras On-line)
Manual de Utilização do Sistema GRServer Cam on-line (Gerenciamento de Câmeras On-line) Criamos, desenvolvemos e aperfeiçoamos ferramentas que tragam a nossos parceiros e clientes grandes oportunidades
Manual Operacional SIGA
SMS - ATTI Julho -2012 Conteúdo Sumário... 2... 3 Consultar Registros... 4 Realizar Atendimento... 9 Adicionar Procedimento... 11 Não Atendimento... 15 Novo Atendimento... 16 Relatórios Dados Estatísticos...
Manual de configuração do sistema
Manual de configuração do sistema (v.1.5.x Beta) Rua México, 119 Sala 2004 Centro Rio de Janeiro, RJ www.doctors-solution.com.br www.simdoctor.com.br [email protected] Sumário 1. Fazendo seu primeiro
PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2011 / 2012
Departamento de Engenharia Electrotécnica PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2011 / 2012 Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 1º ano 2º semestre Trabalho Final Reservas de viagens
ERP AIRC. Transição de Ano Económico 2014-2015 (Receita) Apresentado por: AIRC
Apresentado por: AIRC Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 ÂMBITO... 3 1.2 OBJETIVOS... 3 1.3 REQUISITOS A OBSERVAR... 3 1.3.1 Versões das aplicações... 3 1.4 RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS... 3 2. SCA ENTRADA EM VIGOR
Table of Contents. PowerPoint XP
Table of Contents Finalizando a apresentação...1 Usando anotações...1 Desfazer e repetir...1 Localizar e substituir...2 Substituir...2 Efeitos de transição...3 Esquema de animação...6 Controlando os tempos
MANUAL TISS Versão 3.02.00
MANUAL TISS Versão 3.02.00 1 INTRODUÇÃO Esse manual tem como objetivo oferecer todas as informações na nova ferramenta SAP que será utilizada pelo prestador Mediplan, a mesma será responsável para atender
Informática II Cap. 3
Cap. 3 1 Tradicionalmente, programar significava apenas a escrita de um programa, que resolvesse o problema pretendido de uma forma aparentemente correcta. Problema Problema Programa Programa Desvantagens:
Manual do Visualizador NF e KEY BEST
Manual do Visualizador NF e KEY BEST Versão 1.0 Maio/2011 INDICE SOBRE O VISUALIZADOR...................................................... 02 RISCOS POSSÍVEIS PARA O EMITENTE DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA.................
Comm5 Tecnologia Manual de utilização da família MI. Manual de Utilização. Família MI
Manual de Utilização Família MI ÍNDICE 1.0 COMO LIGAR O MÓDULO... pág 03 e 04 2.0 OBJETIVO... pág 05 3.0 COMO CONFIGURAR O MÓDULO MI... pág 06, 07, 08 e 09 4.0 COMO TESTAR A REDE... pág 10 5.0 COMO CONFIGURAR
OI CONTA EMPRESA MANUAL DO USUÁRIO (exceto Administradores de Conta)
OI CONTA EMPRESA MANUAL DO USUÁRIO (exceto Administradores de Conta) 1 Bem-vindo ao Oi Conta Empresa! A Oi tem o orgulho de lançar mais um produto para nossos clientes corporativos, o Oi Conta Empresa.
Tutorial: criação de uma Ficha de Voluntário online
Tutorial: criação de uma Ficha de Voluntário online A pedido da Coordenação Nacional, o grupo de Coordenação Distrital de Coimbra elaborou este pequeno tutorial que ensina como criar um formulário online
Importação de Dados no Sphinx
Importação de Dados no Sphinx A importação de dados refere-se à transferência de dados coletados em outro ambiente para dentro do software Sphinx. No software, encontre a opção Importar dados no estágio
Manual Xerox capture EMBRATEL
Manual Xerox capture EMBRATEL Versão 2 Junho/2011 Tópicos 1) Instalação do Xerox Capture 2) Utilização do Xerox Capture 2.1) Capturar pacotes de imagens pelo scanner 2.2) Importar pacote de imagens a partir
