Descentralização e Conflito em Moçambique
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- Anna Figueiroa Lobo
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1 Descentralização e Conflito em Moçambique O Desafio da Construção do Estado Salvador Forquilha/IESE
2 Plano da Apresentação I. O problema II. O argumento III. Processo da construção do Estado no período pós-colonial IV. Reformas de descentralização, diversidade e gestão de conflito; V. Conclusão
3 I. O problema O debate sobre o Estado em Africa a partir dos anos 1980 Transições politicas; Reformas de descentralização. Em Africa, as sucessivas reformas tiveram pouco impacto na resolução dos problemas de Governação (Shandan & Loureiro 2017); A pergunta é: Porquê descentralizar? A literatura aponta essencialmente duas razões: Reforço e aprofundamento da democracia; Melhoramento dos serviços públicos; O conflito político-militar pós-eleitoral de 2014: descentralização associada à resolução do conflito; integração da heterogeneidade e das diferenças, no processo da construção do Estado;
4 Problema cont. Em que medida o modelo actual de descentralização responde ao problema da construção do Estado, numa perspectiva da integração das diferenças? Em que medida a descentralização pode jogar um papel na gestão do conflito-politico em Moçambique?
5 Argumento Numa sociedade heterogénea e dividida como Moçambique, a descentralização pode desempenhar um papel importante na integração das diferenças. Como? Ao devolver o poder para o nível local (províncias e distritos), a descentralização pode favorecer a partilha do poder e aumenta a possibilidade de diferentes partidos de participarem no processo da construção das instituições.
6 a) Processo da construção do Estado no período pós-colonial Processo marcado pela negação da heterogeneidade e das diferenças: Fundação da FRELIMO: uma fusão mais simbólica do que propriamente real (Brito, 1988); Diversidade étnica vista como perigo para o ideal da unidade nacional ; Grupos étnicos reduzidos à dimensão do folclore/ negação do grupos étnicos como entidades politicas, económicas e sociais; Entretanto, cristalização de clivagens étnico-regionais (particularmente nos anos da crise da FRELIMO, particularmente na segunda metade dos anos 1960); Clivagens étnico-regionais exacerbadas ao longo do tempo (A carta dos antigos combatentes)
7 a) Processo da construção do Estado no período pós-colonial cont. O facto de grande parte dos dissidentes da FRELIMO durante a luta armada e nos primeiros anos da independencia terem sido elites politicas oriundas do Centro e Norte exacerbou as clivagens. As clivagens étnico-regionais jogam um papel importante na estruturação do campo político e do padrão do voto, desde 1994 (ver a geografia do voto)
8 Distribuição do voto pelos circulos eleitorais nas eleições de 1994 Niassa Cab. Del Npula Zbezia Tete Sofala Manica Ibane Gaza Map. Prov. Map. Cid 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% UD Renamo Frelimo
9 Distribuição dos mandatos pelos circulos eleitorais nas eleições de 2014 Niassa Cab. Del Npula Zbezia Tete Sofala Manica Ibane Gaza Map. Prov. Map. Cid MDM Renamo Frelimo
10 80% Resultados eleitorais de % 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Frelimo Renamo UD MDM
11 a) Processo da construção do Estado no período pós-colonial cont. Numa sociedade dividida, politicamente heterogénea (como mostram os gráficos), o modelo de democracia baseado no principio o vencedor leva tudo, Marginaliza a oposição; Favorece a partidarizacao do Estado e a consequente exclusão politica; Aumenta o potencial de conflito; Ver por exemplo o Relatório do MARP (2009); Entender estas dinâmicas é crucial para entender o sentido e o papel da descentralização no processo da construção do Estado em Moçambique.
12 b)reformas de descentralização, diversidade e gestão de conflito Um modelo a duas velocidades: devolução e desconcentração; O principio de gradualismo: que consequências? Marginalização politica dos moçambicanos que vivem fora dos espaços municipalizados. O gradualismo cria duas categorias de moçambicanos; O gradualismo propicia o conflito politico, na medida em que reduz as possibilidades de os partidos da oposição de participarem nos processos de tomada de decisões e construção das instituições através das autarquias: eleições autárquicas não acontecem em todo o território nacional; O gradualismo contribui para a marginalização politica da oposição, agravada pelo principio o vencedor leva tudo.
13 b)reformas de descentralização, diversidade e gestão de conflito cont. A desconcentração não alargou necessariamente a participação local; Há uma certa captura política das instituições de participação local; Em que sentido? As IPCC (conselhos locais, foruns, etc.), num contexto de Estado altamente partidarizado acabam enfraquecendo a participação local porque reproduzem as desigualdades no acesso aos espaços de participação; Neste contexto, as IPCC reforçam a exclusão social, económica e política a nível local. Elas criam e alimentam o conflito a nível local
14 Conclusão O modelo actual da descentralização em Moçambique reforça a exclusão social, económica e política (gradualismo; IPCC); contradiz o próprio sentido da descentralização, entendida como devolução Por isso, o modelo actual dificilmente pode lidar com a questão da integração da heterogeneidade e diferenças no processo da construção do Estado. Moçambique precisa dum outro modelo. Mas, qualquer que seja o modelo é fundamental que tome em conta as dinâmicas políticas da construção do Estado no pós-independência; Numa sociedade dividia como Moçambique, a descentralização não é só uma técnica institucional para a melhoria de serviços ou aprofundamento da democracia... Ela é um meio fundamental para garantir que as instituições políticas reflictam melhor a heterogeneidade do país, as diferenças, reduzindo assim o potencial de conflito político violento.
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