NUTRIÇÃO NA ADOLESCÊNCIA

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1 NUTRIÇÃO NA ADOLESCÊNCIA Adolescência Período da vida que começa com o aparecimento de características sexuais secundárias e finaliza com o término do crescimento somático Estirão de Crescimento é o período da adolescência quando a taxa de crescimento é mais rápida e varia entre 18 a 24 meses Idade Ginecológica (pós-menarca) É o número de anos entre o início da menstruação e a idade cronológica atual Imagem corporal Autoconceito mental relacionado à taxa de crescimento e alterações nas proporções corporais Menarca Início da menstruação na mulher Pico de Velocidade de Ganho de Altura É a taxa mais rápida de crescimento durante o estirão de crescimento Puberdade Período durante o qual as características sexuais secundárias começam a se desenvolver e a capacidade de reprodução sexual é atingida Tarefas de Adolescência As realizações esperadas na adolescência que levam à maturidade nos desenvolvimentos emocional e intelectual Taxas de Maturidade Sexual (TMS) Usada para avaliar o estágio de desenvolvimento sexual de uma pessoa; normalmente expressa como estágios de maturação sexual ou estágios de Tanner. A adolescência é um dos períodos mais desafiadores no desenvolvimento humano. O crescimento relativamente uniforme da infância é subitamente alterado por um rápido aumento na sua velocidade de crescimento. Estas mudanças súbitas criam necessidades nutricionais especiais. Os adolescentes são considerados especialmente vulneráveis em termos nutricionais, por várias razões. 1º) Sua demanda de nutrientes é maior em decorrência de dramático aumento no crescimento e desenvolvimento físicos 2º) As mudanças no estilo de vida e hábitos alimentares dos adolescentes afetam a ingestão e as necessidades de nutrientes. 3º) os adolescentes têm necessidades especiais de nutrientes associados à participação em esportes, gravidez, desenvolvimento de um distúrbio de alimentação, realização excessiva de dietas, uso de álcool e drogas ou outras situações comuns aos adolescentes. ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS A Puberdade, processo de desenvolvimento físico de uma criança em adulto, é iniciada por fatores fisiológicos e inclui a maturação do corpo todo. A adolescência é o único momento após o nascimento quando a velocidade de crescimento realmente aumenta. Os adolescentes ganham cerca de 20% da altura de adulto e 50% do seu peso de adulto durante este período. A puberdade não é, portanto, sinônimo de adolescência, mas uma parte desta, compreendendo o período desde o aparecimento dos caracteres sexuais secundários (broto mamário, aumento do testículo e/ou desenvolvimento de pêlos pubianos), até o completo desenvolvimento físico e parada de crescimento. Este crescimento continua durante aproximadamente os 5 a 7 anos de desenvolvimento puberal. Uma grande porcentagem desta altura será ganha durante o período de 18 a 24 meses de estirão de crescimento. O pico de velocidade de ganho de altura é a taxa mais rápida de crescimento durante o estirão de crescimento e ocorre em diferentes idades para diferentes indivíduos, como ocorre com o início da puberdade; ou seja, meninos com a mesma idade, 13 anos por exemplo, podem ter níveis de maturação diferentes e, conseqüentemente, diferentes necessidades nutricionais diárias.

2 A idade de início da puberdade apresenta ampla variação individual, ocorrendo no sexo feminino mais freqüentemente entre 10 e 13 anos e no sexo masculino entre 12 e 14 anos de idade. O processo de crescimento e desenvolvimento da adolescência ocorre em diversos setores do organismo, porém as manifestações mais evidentes e marcantes relacionam-se ao aumento de altura e peso e à maturação sexual. Estas características biológicas são universais e ocorrem de forma semelhante em todos os seres humanos. Elas podem ser quantificadas e classificadas através de avaliação clínica (tabelas de crescimento, critérios de Tanner), exames laboratoriais (dosagem de hormônios, radiografias) e data da primeira menstruação (menarca). Entretanto, estas características não são imutáveis, pois podem ser modificadas ou interrompidas por fatores ambientais, incluindo situações de estresse (medo, ansiedade, depressão, perdas afetivas), atividade física intensa, desnutrição ou uso de substâncias químicas ilícitas ou não. Considera-se como puberdade atrasada, a ausência de qualquer característica sexual secundária em meninas a partir dos 13 anos de idade e em meninos a partir dos 14 anos de idade. Já a puberdade precoce pode ser considerada quando o início das características sexuais nas meninas ocorre antes dos 9 anos e nos meninos antes dos 10 anos. MATURAÇÃO SEXUAL A maturação sexual abrange o desenvolvimento das gônadas, órgãos de reprodução e caracteres sexuais secundários. Existe uma ampla variação normal da idade de início e da velocidade de progressão da maturação sexual dentro de uma população. Na maioria das vezes os estágios de maturação sexual ocorrem numa seqüência constante. No sexo masculino os sinais de maturação sexual costumam ocorrer na seguinte seqüência: aumento dos testículos e da bolsa escrotal (média aos nove e dez anos de idade), crescimento de pelos pubianos (em torno de 11, 13 anos de idade), pelos axilares, pelos sobre o lábio superior, na face e em outras partes do corpo, mudanças da laringe e da voz e crescimento do pênis. A mudança na voz ocorre em média entre 11 a 15 anos de idade. Características sexuais secundárias Masculino Crescimento do pênis e testículos Aparecimento de pêlos na zona púbica, axilas e no rosto Crescimento lento e prolongado "Caroço de Adão" Aumento dos ombros. Primeira ejaculação

3 Feminino Desenvolvimento das glândulas mamárias Aparecimento de pêlos na zona púbica e nas axilas Crescimento rápido e curto Aumento da bacia (ficando com as ancas mais largas). Menstruação (menarca) Planejamento Alimentar

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5 Características dos Adolescentes ALTERAÇÕES PSICOLÓGICAS A adolescência é um período de maturação para mente e corpo. Juntamente com o crescimento físico da puberdade, o desenvolvimento emocional e intelectual são rápidos. A capacidade de pensamento abstrato do adolescente, ao contrário dos padrões de pensamento concreto da infância, os tornam capazes de realizar as funções da adolescência. Estas funções são as realizações esperadas que levam à maturidade no desenvolvimento emocional e intelectual, muitas das quais têm implicações para o seu bem-estar nutricional. O desenvolvimento cognitivo e emocional, pode ser dividido em adolescência inicial, intermediária e final (ou tardia). A determinação do estágio da adolescência pode ser muito útil no fornecimento de aconselhamento nutricional assim como no planejamento de programas educacionais. Adolescência inicial Está preocupado com o corpo e a imagem corporal Confia e respeita os adultos É ansioso quanto às suas relações com os colegas É ambivalente sobre autonomia As implicações nutricionais significam que os adolescentes neste estágio são desejosos de fazer ou experimentar qualquer coisa que os fará parecer melhor ou melhorar sua imagem corporal. Entretanto, os adolescentes nesse estágio querem resultados imediatos, de forma que o aconselhamento nutricional deve ser adaptado aos objetivos a curto prazo e tratar de preocupações nutricionais relevantes para a aparência ou desempenho do adolescente (por exemplo: dança, esportes) ou ambos. Adolescência intermediária É muito influenciado por seu grupo de colegas Desconfia dos adultos Vê a independência como algo muito importante Experimenta um desenvolvimento cognitivo significante Durante este estágio, o adolescente escutará mais os colegas que os pais ou outros adultos. Os adolescentes estão se tornando mais responsáveis pelos alimentos que consomem. O impulso em direção à independência com frequência resulta em rejeição temporária dos padrões dietéticos da família. É nessa época que os adolescentes muitas vezes experimentam o vegetarianismo. O aconselhamento nutricional deve incluir a tomada de decisões criteriosas ao se alimentar fora de casa. Adolescência tardia Estabeleceu uma imagem corporal Está orientado em direção ao futuro e está fazendo planos Está cada vez mais independente É mais consistente em seus valores e crenças Está desenvolvendo intimidade e relações permanentes Na adolescência tardia, os adolescentes estão pensando sobre o futuro e estão interessados na melhora de sua saúde geral. O aconselhamento nutricional durante esse estágio pode se destinar aos objetivos a longo prazo. Os adolescentes nesse estágio ainda querem tomar suas próprias decisões, mas estão abertos a informações fornecidas pelos profissionais de saúde. Os conselheiros nutricionais devem não apenas apresentar atuais como também explicar o fundamento lógico que as apóia.

6 Conforme os adolescentes buscam a independência, com frequência assumem riscos. Muitos desses riscos são importantes para se tornarem independentes (por exemplo, colocar-se em prova para uma equipe, dedicar-se ao ensino superior, namorar), mas muitos comportamentos podem ser perigosos. Os comportamentos sérios, chamados de comportamentos de representação, podem ser classificados e incluem: uso de drogas, absentismo escolar e risco de lesão não intencional, tal como beber e dirigir, não usar cinto de segurança e nem capacete para dirigir bicicleta. O segundo grupo de comportamentos sérios, chamado de comportamentos perturbados não abertos, constitui a preocupação dos profissionais de nutrição porque abrangem comportamento relacionados à imagem corporal precária; alimentação desordenada, como comer em excesso, bulimia e realização constante de dietas; medo de perda do controle sobre a alimentação; estresse emocional e idéias de suicídio. Imagem corporal Desenvolver uma imagem corporal a imagem do próprio físico que pode ser a de um corpo adulto é uma tarefa intelectual e emocional que é mesclada a considerações nutricionais. Os adolescentes sentem-se desconfortáveis com as alterações rápidas de seus corpos, e ao mesmo tempo, querem ser como seus colegas mais perfeitos e ídolos culturais. Seu senso de valor pode ser derivado dos sentimentos sobre seus próprios atributos físicos, uma característica pessoal que os torna vulneráveis a distorções graves, caso se desenvolva um distúrbio de alimentação. O rápido ganho de peso que acompanha o desenvolvimento das características sexuais secundárias faz com que muitas jovens restrinjam desnecessariamente a quantidade de alimentos que consomem. Os meninos são tentados a usar suplementos nutricionais, esperando atingir a aparência muscular de adultos. A importância dos adolescentes se encaixarem, tendo imagens corporais que acreditam os ajudará a se adaptarem não podem ser negligenciada no aconselhamento nutricional. NECESSIDADES NUTRICIONAIS Durante a adolescência, a alimentação balanceada é tão importante quanto na primeira infância, pois além de satisfazer as elevadas necessidades de nutrientes durante esta fase, ela serve também para criar e manter bons hábitos alimentares para o resto da vida. Neste período podem aparecer novos hábitos de consumo explicáveis por motivos psicológicos, sociais e socio-econômicos, pela influência de amigos, rebeldia contra os controles exercidos pela família, busca de autonomia e identidade, aumento do poder de compra, hábito de preparar rotineiramente seu próprio alimento, a urbanização e o costume de comer fora de casa. Estes novos padrões alimentares podem repercutir, a longo prazo, na saúde futura do indivíduo maduro e na escolha posterior dos alimentos. Determinantes do comportamento alimentar do adolescente Objetivo único de aliviar a fome. Não possui, muitas vezes, a percepção de que o alimento é fonte de energia e nutrientes indispensáveis ao crescimento, desenvolvimento, desempenho presente e futuro; A necessidade de aceitação grupal é muito importante para os jovens, que consequentemente adequarão seus padrões alimentares às expectativas do grupo, deixando-se influenciar pelos outros. Muitos adolescentes desenvolvem preocupações ligadas ao corpo e à aparência. Excessos e restrições se fazem então presentes, tendo em vista imagens idealizadas, às vezes irreais;

7 O fácil acesso e incentivo da propaganda ao consumo de refeições rápidas (lanches ou produtos industrializados) podem também modificar o hábito alimentar do adolescente. Em função de numerosas atividades exercidas pelo jovem durante o dia, resta pouco tempo para o planejamento das refeições e escolha dos alimentos. Os hábitos alimentares dos adolescentes são caracterizados por omissão freqüente de refeições, ou ingestão de alimentos inadequados, muitos lanche s, dietas de moda e restrição alimentar. Excesso no consumo de gordura, sal e colesterol também são comuns nos adolescentes. As meninas consomem em média menor quantidade de alimentos e são mais propensas a ter menor ingestão de vitaminas e minerais que os meninos. Os alimentos devem ser selecionados cuidadosamente para atingir as recomendações. Rápidos aumentos de peso relacionados ao desenvolvimento de características sexuais secundárias podem levar muitas mulheres jovens, que não adotaram uma imagem corporal madura, a restringir desnecessariamente a quantidade de comida que ingerem. Homens jovens, por outro lado, são tentados a usar suplementos nutricionais, esperando obter a aparência muscular de adulto. Os jovens, muitas vezes são considerados um grupo de risco justamente por seus maus hábitos alimentares: muitas vezes deixam de fazer o café da manhã, pulam algumas refeições e as substituem por lanches, consomem alimentos industrializados e refrigerantes em grande quantidade. O aumento da freqüência de excesso de peso e obesidade observado entre os adolescentes é preocupante, assim como o hábito de fazer regime para emagrecer, especialmente entre as meninas, que pode determinar níveis de ingestão inferiores ao recomendado. Energia Existe uma variabilidade marcante para as necessidades estimadas de energia entre os sexos masculino e feminino em razão das variações na taxa de crescimento e de atividade física. As necessidades de energia dos adolescentes são projetadas para manter a saúde, promover o crescimento e a maturação e suportar um nível desejável de atividade física. É importante garantir energia adequada para o crescimento. Os adolescentes que limitam sua ingestão de energia ou têm questões sobre segurança alimentar que limitam sua ingestão de energia podem limitar o seu crescimento adulto final. Para determinar a ingestão adequada de energia (em kcal), a avaliação da atividade física é necessária. As necessidades de energia permitem quatro níveis de atividade (sedentário, pouco ativo, ativo e muito ativo). Esta atividade física reflete a energia gasta nas atividades além das atividades da vida diária. Veja as tabelas abaixo. NECESSIDADES ESTIMADAS DE ENERGIA PARA ADOLESCENTES DO SEXO MASCULINO IDADE NECESSIDADES ESTIMADAS DE ENERGIA (Kcal/dia) PESO DE ALTURA DE POUCO MUITO REFERÊNCIA (Kg) REFERÊNCIA (m) SEDENTÁRIO 10 31,9 1, ,9 1, ,5 1, ,6 1, ,0 1, ,3 1, ,9 1, ,6 1, ,2 1, Dados do Institute of Medicine, Food and Nutrition Board: Dietary reference intakes for energy, carbohydrate, fiber, fat, fatty acids, cholesterol, protein, and amino acids, Washington, DC, 2002, National Academies Press.

8 NECESSIDADES ESTIMADAS DE ENERGIA PARA ADOLESCENTES DO SEXO FEMININO IDADE NECESSIDADES ESTIMADAS DE ENERGIA (Kcal/dia) PESO DE ALTURA DE POUCO MUITO REFERÊNCIA (Kg) REFERÊNCIA (m) SEDENTÁRIO 10 32,9 1, ,2 1, ,5 1, ,6 1, ,4 1, ,0 1, ,9 1, ,1 1, ,2 1, Dados do Institute of Medicine, Food and Nutrition Board: Dietary reference intakes for energy, carbohydrate, fiber, fat, fatty acids, cholesterol, protein, and amino acids, Washington, DC, 2002, National Academies Press. Proteínas Durante a adolescência, as necessidades de proteína, como as de energia, se correlacionam mais estreitamente ao padrão de crescimento do que com a idade cronológica. Os DRI de 2002 para proteína são baseadas na quantidade de proteína necessária para o crescimento e o balanço positivo de nitrogênio. As DRI fornecem as necessidades médias estimadas (EAR) e as recomendações nutricionais (RDA). As DRI recomendam utilizar a EAR quando se avalia a ingestão de nutrientes de grupos de adolescentes. A EAR fornece a ingestão adequada para 50% da população. A RDA é recomendada para ser usada quando se avalia a ingestão de um indivíduo. Proteína: Necessidades médias estimadas e recomendações nutricionais para adolescentes IDADE EAR* (g/kg/dia) RDA** (g/kg/dia) ,76 0,95 ou 34 g/dia Meninos 0,73 0,85 ou 52 g/dia Meninas 0,71 0,85 ou 46 g/dia * EAR = Necessidades Médias Estimadas ** RDA = Recomendações Nutricionais. Baseadas no peso médio para idade Dados do Institute of Medicine, Food and Nutrition Board: Dietary reference intakes for energy, carbohydrate, fiber, fat, fatty acids, cholesterol, protein, and amino acids, Washington, DC, 2002, National Academies Press. A ingestão insuficiente de proteína é rara na população adolescente. Todavia, se a ingestão de energia for inadequada por qualquer razão (por exemplo, problemas de segurança alimentar, enfermidade crônica, tentativas de perder peso), a proteína dietética pode ser usada para atender às necessidades de energia e, portanto, será indisponível para a síntese de tecido novo ou para reparo tecidual. Isto pode resultar em um estado insuficiente de proteína, o qual levará à redução na taxa de crescime nto e na massa corporal magra. As ingestões excessivas de proteína também podem ter um impacto sobre o estado nutricional. Por exemplo, uma alta ingestão de proteínas pode interferir no metabolismo de cálcio e aumentar as necessidades de fluídos. Estas necessidades de fluídos podem colocar os atletas em alto risco de desidratação.

9 Vitaminas e Minerais Os micronutrientes desempenham um papel importante no crescimento e saúde dos adolescentes. O consumo inadequado de frutas e hortaliças tem sido ligado a certos tipos de câncer e outras doenças. As recomendações nacionais indicam um consumo maior de frutas e hortaliças por suas contribuições de vitaminas, minerais e fitonutrientes. Ingestões inadequadas causam um tremendo impacto sobre a quantidade de vitaminas e minerais necessários para o crescimento. Os adolescentes incorporam duas vezes mais cálcio, ferro, zinco e magnésio em seus corpos durante os anos de seu estirão de crescimento do que em outros períodos. Cálcio Em função dos desenvolvimentos muscular, esquelético e endócrino acelerados, as necessidades de cálcio são maiores durante a puberdade e adolescência que na infância ou fase adulta. No pico do estirão de crescimento, a deposição diária de cálcio pode ser duas vezes a deposição média durante o resto do período da adolescência. Na realidade, 45% da massa esquelética é adicionado durante a adolescência. A DRI para Cálcio é 1.300mg para todos os adolescentes, mas nem todos os adolescentes conseguem atingir essa recomendação devido ao alto consumo de refrigerantes, devido ao fato da substituição do leite pelo mesmo. Estima-se que 9% da ingestão calórica total dos adolescentes do sexo masculino e 8% da ingestão calórica total do sexo feminino pode ser atribuída pelo consumo de refrigerante. O risco de desenvolver osteoporose depende parcialmente de quanta massa óssea é construída no início da vida. As meninas constroem 92% de sua massa óssea em torno dos 18 anos de idade, mas uma ingestão inadequada de cálcio pode limitar seu crescimento ósseo final. Pesquisas apontam que quanto maior o consumo de refrigerante, maior o risco de desenvolver osteoporose. Ferro Todos os adolescentes têm altas necessidades de ferro. A construção da massa muscular nos meninos é acompanhada de maior volume sanguíneo; as meninas perdem ferro mensalmente com o início da menstruação. Durante períodos rápido crescimento, os adolescentes com freqüência possuem baixas concentrações séricas de hematócritos ou hemoglobina. A maioria desses adolescentes possui reservas adequadas de ferro mas, em vista do rápido crescimento e aumento significante na massa corporal magra, seu ferro circulante pode ser baixo. Esta condição é chama da de uma anemia fisiológica do crescimento. Durante a adolescência, a anemia secundária à deficiência de ferro pode prejudicar a resposta imunológica e diminuir a resistência à infecção. A anemia por deficiência de ferro também pode afetar o aprendizado, conforme evidenciado por estudos que mostram que crianças e adolescentes com anemia têm problemas com memória de curto prazo. Zinco Sabe-se que o zinco é essencial para o crescimento e maturação sexual. Apesar dos níveis plasmáticos de zinco declinarem durante o desenvolvimento puberal, a retenção de zinco aumenta significativamente durante o estirão de crescimento. Esta utilização aumentada pode levar ao uso mais eficiente de fontes dietéticas. Entretanto, a ingestão limitada de alimentos que contêm zinco pode afetar o crescimento físico, assim como o desenvolvimento de características sexuais secundárias.

10 Ácido fólico As recomendações para ácido fólico foram aumentadas em 1998 (DRI) para 400µg/dia. Este aumento foi projetado para reduzir o risco de defeito do tubo neural em mulheres capazes de engravidarem. Antes da fortificação do alimento com ácido fólico, a ingestão média de folato era aproximadamente 250µg/dia. Por força da Lei de Fortificação Alimentar (Food Fortification Act de 01/01/1998), espera-se que a ingestão de ácido fólico aumente. Como os outros nutrientes, as necessidades de vitaminas são primariamente determinadas por um grau de maturidade física do indivíduo, ao invés de idade cronológica, devido a demandas variáveis de crescimento. Os adolescentes que fazem dietas, apresentam um distúrbio alimentar ou doença crônica, ou fazem consistentemente escolhas alimentares precárias, são as exceções a essa regra. Uso de Suplementos pelos Adolescentes A declaração da posição da American Dietetic Association com relação à suplementação de vitaminas e minerais afirma que o consumo de uma ampla variedade de alimentos é preferida à suplementação nutricional como um método para obter as vitaminas e minerais necessários (American Dietetic Association, 2001). Apesar dessa recomendação, os estudos mostram que os adolescentes não consomem os alimentos ricos em nutrientes e normalmente têm ingestões inadequadas de muitas vitaminas e minerais. Os resultados da Pesquisa Contínua de Consumo Alimentar dos Indivíduos de 1994 mostrou que apenas 15,6% dos adolescentes relataram o uso diário de suplementos e 8,2% relataram uso menos frequente. Os adolescentes que usavam suplementos tinham ingestões dietéticas médias maiores da maioria dos micronutrientes e carboidratos e ingestões menores de gordura total e saturada do que aqueles que não tomavam suplementos. Mais de 1/3 de todos os adolescentes tinham ingestões dietéticas de vitamina A e E, cálcio, zinco que eram menores do que 75% da RDA do USDA. Além disso, 35% dos sexo feminino que não usavam suplementos consumia quantidades inadequadas de todos os micronutrientes no estudo. É evidente que a prevenção e os programas de educação são necessários para melhorar as ingestões dietéticas dos adolescentes programas que promovam as ingestões alimentares apropriadas e o uso de alimentos fortificados e suplementos, conforme seja necessário.

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