Shadow Banking no Brasil
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- Lorena Amaro Gameiro
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1 Shadow Banking no Brasil 1 Introdução escriturados fora do balanço dos bancos. Além disso, várias entidades, com pouca ou nenhuma regulação, shadow banking system 1 para designar o conjunto de tais entidades e atividades. shadow banking. Assim, o FSB, juntamente com o Comitê de Valores (IOSCO, na sigla em inglês), vem empreendendo esforços com vistas a ampliar o entendimento do conceito de shadow banking, bem como das entidades e atividades a ele relacionadas, com intuito de desenvolver shadow banking como um sistema de intermediação de crédito que envolve atividades e entidades fora do sistema bancário tradicional 2. Por um lado, tais atividades podem ser complementares ou concorrentes às desempenhadas pelo sistema bancário tradicional, ampliando o acesso ao crédito e provendo fontes alternativas de investimento, contribuindo, dessa shadow banking pode ser fonte de risco sistêmico, por envolver, sem a devida supervisão e regulação, riscos tipicamente bancários, tais como 2 Estimativas do shadow banking O esforço de mapeamento do shadow banking de todas as entidades e atividades que, numa interpretação ampla, enquadram-se no conceito de shadow banking. 1/ Também conhecido como sistema bancário paralelo, bancos-sombra ou shadow banking por ser o mais difundido internacionalmente. 2/ Para maiores detalhes, vide Shadow Banking: Strengthening Oversight and Regulation, publicado pelo FSB em outubro de 2011, e disponível em. Março 2015 Relatório de Estabilidade Financeira 33
2 alavancagem de fato contribuem para o aumento do risco sistêmico ou indicam alguma arbitragem regulatória. 2.1 Estimativa ampla A estimativa ampla dos ativos do shadow banking. No caso brasileiro, essa estimativa compreende uma vasta gama de participantes 4 do Sistema Financeiro Nacional (SFN), tais como fundos de investimento recebíveis do agronegócio (CRA), fundos de investimento imobiliário (FII), intermediários de mercado 6 e Gráfico 1 Estimativa ampla do shadow banking brasileiro Dezembro 2013, ativos em R$ milhões % % % % % Fundos de investimento Veículos estruturados Fundos imobiliários Intermediários de mercado % Companhias financeiras Outros1/ Fontes: BCB, CVM, Cetip, Susep, BM&F 1/ Sociedades de capitalização, credenciadoras e emissores não bancários de cartão de crédito. A estimativa ampla dos ativos do shadow banking 8 shadow banking self-securitisation e das entidades típicas de shadow banking que são prudencialmente consolidadas em conglomerados bancários. Este relatório está disponível em, apenas em inglês. 4/ As seguradoras, reguladas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), e os fundos de pensão, regulados pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), não são incluídos no conceito de shadow banking pelo FSB e pelo BCB, tendo em vista que não estão supervisionados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), foram incluídos na estimativa ampla do shadow banking veículos coletivos de investimento, a princípio, estando sujeitos a corridas, além de poderem se envolver em transferência de risco de crédito, em 6/ Correspondem basicamente às corretoras de câmbio e às corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários, que foram incluídas na estimativa ampla do shadow banking funding às sociedades de arrendamento mercantil, às sociedades de crédito imobiliário repassadoras e às sociedades de crédito ao microempreendedor que não pertencem a conglomerado bancário. Embora essas entidades sejam reguladas e supervisionadas pelo BCB de forma similar às entidades bancárias, foram incluídas na estimativa ampla do shadow banking por estarem envolvidas na concessão de crédito e não possuírem acesso direto ao BCB nem 8/ Neste caso, o sistema bancário tradicional é composto por bancos e conglomerados bancários; por entidades similares por terem acesso ao BCB poupança e empréstimo, os conglomerados não bancários de crédito, as companhias hipotecárias; e por instituições de controle governamental: os bancos de desenvolvimento e as agências de fomento. Março 2015 Relatório de Estabilidade Financeira 34
3 importância relativa da estimativa ampla do shadow banking no país. Gráfico 2 Sistema bancário tradicional e shadow banking Estimativa ampla Crescimento acumulado dos ativos, 2005 = Sistema bancário tradicional Shadow banking amplo Fontes: BCB, CVM 2.2 Estimativa estrita 9 têm se empenhado no sentido de melhorar a estimativa do shadow banking, com vistas a uma medida estrita que seja mais representativa dos Análise dos fundos de investimento apontou que a indústria brasileira aplica seus recursos predominantemente Gráfico 3 Ativos dos fundos de investimento Dezembro 2013, ativos em R$ milhões % % ; 14% % % % Títulos públicos federais (TPFs) Compromissadas com TPFs Títulos bancários Ações Títulos privados de nãofinanceiras Outros1/ Fonte: CVM 1/ Inclui principalmente ativos no exterior e derivativos. Contudo, essa análise agregada não permite avaliar riscos que estão individualmente presentes nos balanços dos 9/ O BCB e a CVM são responsáveis pela coleta de informações para os grupos de trabalho internacionais coordenados pelo FSB. Março 2015 Relatório de Estabilidade Financeira 35
4 características de shadow banking, ou seja, que poderia estar envolvido em transferência de risco de crédito, a estimativa ampla do shadow banking 10 que poderiam levar a corrida na indústria de fundos risco típico de setor bancário tradicional. Assim, foram 11, com ativos líquidos 12 corresponderam àqueles que poderiam apresentar alguma característica típica de shadow banking. a: fundos de investimento imobiliário, por investirem predominantemente em propriedades imobiliárias; FIDCs dos ativos do shadow banking Gráfico 4 Estimativa estrita do shadow banking no Brasil Dezembro ,6 110,2 280,8 R$ bilhões , , ,5 139,0 382,0 A B C D E F G H A = Medida ampla do shadow banking B = Fundos fechados e exclusivos C = Fundos de curto prazo D = Fundos de ações Fontes: BCB, CVM E = Fundos líquidos e sem alavancagem F = Deduções adicionais G = FII + FIDCs fechados + CRI + CRA H = Medida estrita do shadow banking 10/ De forma geral, essa metodologia está em linha com as discussões empreendidas no FSB, mas com enfoque maior nas atividades (funções econômicas) típicas a ele relacionadas, independentemente do tipo de entidade que as empreende. A CVM tem ressaltado a estrutura regulatória aplicável aos de alavancagem em diversas categorias de fundos, mitiga, já na partida, a suscetibilidade dos fundos à corrida por parte de seus cotistas. 11/ 12/ por esses títulos. Março 2015 Relatório de Estabilidade Financeira 36
5 3 Interconectividade do shadow banking com o sistema bancário Outra preocupação recorrente relacionada ao shadow banking global no âmbito das discussões internacionais tradicional. Por esse motivo, em cada jurisdição, as autoridades buscam mensurar o grau de interconectividade entre esses dois setores. do sistema bancário estão aplicados nas entidades shadow banking compreendidas na medida estrita, enquanto as captações provenientes desse setor representam pelo canal de contágio direto para o sistema bancário é irrelevante. Tabela 1 Interconectividade entre o sistema bancário e o shadow banking estrito Dezembro 2013 Ativos financeiros Bancos investindo no SB SB investindo em bancos % dos ativos bancários 0,6 2,4 % dos ativos do SB 7,6 30,3 Fonte: BCB chamado canal indireto ou de mercado, que ocorre em situações nas quais entidades dos dois setores investem em um mesmo mercado, onde eventuais rupturas ou situações de estresse ocasionadas pela ação de uma delas O contágio indireto é tradicional fonte de preocupação das autoridades reguladoras, haja vista os riscos para a que compõem a estimativa estrita do shadow banking mercado de títulos privados do país. conglomerados bancários no Brasil, podem resultar, em tese, em diversos tipos de riscos, tais como: i) a ou aumentando a probabilidade e a magnitude de resgates dos fundos por ele geridos; ii) contrapartes que podem e agravando a situação do gestor; iii) a administração de inúmeros fundos sem o devido monitoramento do risco e, em última instância, sobre sua reputação e imagem. Todavia, cabe mencionar que não há evidências de que mesmo em momentos de estresse. shadow banking para a conhecimentos sobre o tema e ao aperfeiçoamento de métricas de avaliação dos riscos presentes nas entidades por eles regulados, tais como os referentes à administração de recursos de terceiros, aos fundos de investimento, Março 2015 Relatório de Estabilidade Financeira 37
6 4 Regulação e supervisão shadow banking, inclusive em sua estimativa ampla, estão sob regulação e supervisão de autoridades com jurisdição nacional, principalmente do CMN, da CVM e do próprio BCB. O quadro 1 resume as principais medidas e informações coletadas que visam mitigar os riscos oferecidos pelas entidades mais relevantes que compõem a medida ampla do shadow banking no país. Destaca-se que, em relação aos fundos de investimentos e seus administradores e gestores, a regulamentação 14. No Brasil, não há diferenças materiais entre a regulação e a supervisão aplicáveis às instituições bancárias de riscos e benefícios por parte do conglomerado bancário. A coleta de informações detalhadas permite análises apropriadas das características tanto das entidades em si recomendado pelos organismos internacionais, só foi possível devido à vasta gama de informações colhidas disso, a interconectividade com o sistema bancário pode ser determinada a partir das informações fornecidas pelos serviços de registro, liquidação e custódia de títulos e derivativos, disponíveis em bases diárias para as autoridades supervisoras. O BCB e a CVM participam de fóruns internacionais 16 de estudos e de discussão sobre o shadow banking, de promover a coordenação e o aprimoramento da atuação das entidades da administração pública federal que (Subcomitê de Monitoramento da Estabilidade do SFN) mantém o Coremec informado sobre a evolução dos SFN e em que seja necessária a atuação conjunta ou coordenada das entidades-membro. 14/ de cotas e às obrigações do fundo. 16/ Março 2015 Relatório de Estabilidade Financeira 38
7 Quadro 1 Mitigadores dos riscos relacionados às principais entidades que compõem a medida ampla do shadow banking brasileiro Instituições/ativos shadow banking Companhias financeiras Sociedade de crédito ao microempreendedor Sociedade de crédito imobiliário Sociedade de crédito imobiliário repassadora Sociedade de arrendamento mercantil Intermediários de mercado Sociedade corretora de TVM* Sociedade distribuidora de TVM* Sociedade corretora de Câmbio Fundos de investimento ICVM 409 Regulador/ supervisor CMN/BCB Transformação de liquidez/risco de corrida Alguns mitigadores de risco Alavancagem Exigência de estruturas de gerenciamento de riscos (resoluções CMN nº 3.380, nº 3.464, nº e nº 4.090) Envio trimestral de informações contábeis (Circular BCB nº 3.402) Remessa mensal de dados para cálculo de limites de capital realizado, patrimônio líquido, endividamento e risco de crédito por cliente (Resolução CMN nº 3.567; Circular BCB nº 3.398) Exigência de estruturas de gerenciamento de riscos de liquidez, mercado, crédito e operacional (resoluções CMN nº 3.380, nº 3.464, nº e nº 4.090) Envio mensal/trimestral de informações contábeis (Circular BCB nº 3.402) e remessa mensal de informações prudenciais para realização do monitoramento/supervisão direta e indireta (resoluções CMN nº e nº e circulares BCB nº e nº 3.429) Dependendo da relevância, tem os mesmos requerimentos que os bancos quanto a capital mínimo, riscos de mercado, crédito e operacional (Basileia III) (resoluções CMN nº e nº e circulares BCB nº 3.429, nº 3.644, nº e nº 3398) Exigência de marcação a mercado dos ativos dos fundos (Instrução CVM nº 438) Requerimento de controle de liquidez por parte do gestor Envio diário de informações a CVM Obrigatoriedade de os administradores suspenderem os resgates em situação de extrema iliquidez em que um pedido de resgate puder prejudicar os demais cotistas Resgates em espécie em casos específicos Testes de estresse com cenários para saques, liquidez, passivos e concentração de cotistas Mudança do administrador/gestor por deliberação em assembleia na qual cada cota tem direito a um voto. (Todos esses itens referem-se à Instrução CVM nº 409) Não podem tomar/conceder empréstimos (Instrução CVM nº 409) Aluguel de ativos somente por meio de contraparte central (Resolução CMN nº 3.539; Instrução CVM nº 441) Limites de concentração de ativos/emissores também valem para derivativos e repos (Instrução CVM nº 409) Todos os derivativos devem ser registrados em câmaras (Lei nº , de 2011; Resolução CMN nº 3.505; Instrução CVM nº 409) Algumas categorias de fundos só podem usar derivativos para proteção (Instrução CVM nº 409) FIDCs Fundos de investimento imobiliário (FII) CMN/CVM Subscrição ou aquisição de cotas de FIDCs apenas por investidores qualificados (Instrução CVM nº 356) Informe mensal à CVM de dados sobre os fundos, como carteira, inadimplência, retenção de riscos (Instrução CVM nº 489) Uso de derivativos apenas para proteção (Instrução CVM nº 356) Mesma estrutura de exigências da Instrução CVM nº 409 para os FIDCs (ex.: controles do risco de liquidez, testes de estresse, etc.) Em determinados casos há limites para concentração por devedor da carteira de recebíveis (Instrução CVM nº 356) O originador dos recebíveis não pode ser parte relacionada ao gestor, administrador, custodiante ou consultor do fundo (Instrução CVM nº 356) Constituídos somente sob a forma de condomínio fechado, não permitem resgate de cotas Integralização de imóveis e direitos relativos a estes deve ser feita com base em laudo de avaliação elaborado por empresa especializada e com informações asseguradas pelo administrador Envio períodico de informações à CVM, tais como carteira de ativos, balancetes, parecer de auditor independente etc., e aos cotisas, neste caso do valor do patrimônio e das cotas e de movimentações ocorridas etc. (Instrução CVM nº 472) CRI/CRA Exigência de termo de securitização, levando a uma estrutura de pass-thru, na qual o fluxo de caixa gerado pelos ativos do lastro é repassado aos investidores, sem transformação de maturidade e liquidez Instituição de regime fiduciário apartando os ativos que são lastros de um CRI do patrimônio da securitizadora e do lastro de outras emissões de CRI. (Todos esses itens estão na Lei nº 9.514, de 1997 e na Instrução CVM nº 414) * Também são reguladas/supervisionadas pela CVM em sua área de atuação. Março 2015 Relatório de Estabilidade Financeira 39
8 5 Conclusões Diferentemente de outros países, o shadow banking brasileiro compreende basicamente entidades que são reguladas e supervisionadas pelo BCB e pela CVM. A regulação dessas entidades segue as melhores práticas shadow banking, fato também shadow banking, bem como suas Infere-se que, atualmente, não há riscos relevantes para o sistema bancário tradicional decorrentes do shadow banking No entanto, o processo de monitoramento e de supervisão ainda se encontra em fase de desenvolvimento, que podem alterar a percepção das autoridades reguladoras acerca do risco do shadow banking no Brasil. A grau de concentração das atividades de administração e gestão de recursos recomendam a continuidade e mesmo Por isso, prossegue o aprimoramento dos processos de monitoramento do shadow banking, em especial no que shadow banking, sem prejudicar eventuais benefícios do setor para a economia doméstica e para o bom funcionamento do SFN. Março 2015 Relatório de Estabilidade Financeira 40
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