Principais alterações fiscais

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1 Principais alterações fiscais O E / António Santos Cristina Casalinho José Gante Page 1

2 Agenda Alterações Alterações IRS e Património; 2. Alterações IRC; 3. Alterações IVA; Page 2

3 Agenda Alterações Alterações IRS e Património; 2. Alterações IRC; 3. Alterações IVA; Page 3

4 OE 2013 LEI Nº 64-B/2011, DE 30/12 "A Fiscalidade e a competitividade" ANTÓNIO SANTOS Março 2013

5 Alterações ao CIRS ALARGAMENTO DA BASE TRIBUTÁRIA OE 2013 AUMENTO DE TAXAS DIMINUIÇÃO DAS DEDUÇÕES (Dedução especifica e coleta )

6 Alterações ao IRS Categoria A Alargamento da base tributável e redução da dedução específica Categoria B Redução da dedução no regime simplificado Categoria E Alteração das taxas de tributação Categoria F Regime de tributação Categoria G Mais-valias alteração das taxas de tributação Sobretaxa, taxas de tributação e de retenção Deduções à coleta e respetivos limites Benefícios fiscais Dedução do IVA e outros benefícios

7 Categoria A Alargamento da base tributável Subsídios de refeição (artº 2º nº 3 b) nº 2) limite do valor não sujeito Pagamento em dinheiro: 4,27 (Anteriormente 1,2 x 4,27 = 5,12 ) (Mantém-se o limite da exclusão relativamente a vales de refeição: 1,6 x 4,27 = 6,83 )

8 RESPOSTA Se uma Entidade ou Instituição pagar o Subsidio de refeição cumulativamente com o fornecimento dos vales de refeição implicará a tributação da totalidade do subsídio em sede de IRS ( já que este deixa de ter a função que lhe é atribuída - pagar a refeição Revista OTOC nº 153, de Dezembro de 2012

9 Categoria B Alargamento da base tributável REGIME SIMPLIFICADO o montante resultante da aplicação do coeficiente de 0,20 ao valor das vendas de mercadorias e de produtos e do coeficiente de 0,75 (era 70%) aos restantes rendimentos provenientes desta categoria

10 CAT. E - Alteração das taxas de tributação A PARTIR DE %

11 Categoria F Regime de tributação Art. 72 CIRS Os rendimentos prediais são tributados autonomamente à taxa de 28 %. Podem ser englobados por opção dos respetivos titulares residentes em território português.

12 Categoria G Alteração das taxas de tributação Art. 72 CIRS mais-valias e menos-valias O saldo positivo entre as mais-valias e menos-valias, resultante das operações previstas (VALORES MOBILIARIOS) é tributado à taxa de 28 %. (era 26,5%)

13 Alteração das taxas de Retenção art. 71 CIRS Antes OE2013

14 Alteração das taxas de Retenção 25 %, ( era 21,5 %) tratando-se de rendimentos decorrentes das atividades profissionais especificamente previstas na tabela a que se refere o artigo 151.º; 11,5 % tratando-se de rendimentos da categoria B referidos na alínea b) ( Os auferidos no exercício, por conta própria, de qualquer actividade de prestação de serviços, incluindo as de carácter científico, artístico ou técnico 20 %, tratando-se de rendimentos da categoria B auferidos em actividades de elevado valor acrescentado, com carácter científico, artístico ou técnico.; 25 %, ( era 16,5 %) tratando-se de rendimentos da cat. F.

15 Alteração das taxas de Retenção Os rendimentos prediais são tributados autonomamente à taxa de 28 %. Podem ser englobados por opção dos respetivos titulares residentes em território português.

16 Taxas Gerais art. 68 CIRS PASSOU DE 8 (OITO) PARA 5 (CINCO) ESCALÕES

17 Limites para as deduções de despesas e de BFs Art. 78º IRS Art. 88º IRS

18 RB A B E F G H DE 25 28/31 55 x 41 44/45 53 RLT ABATIMENTOS - BF (LIMITAÇÃO) Art. 88º IRS art. 21-PPR art. 63-Donativos art. 73-Eq.energias ren. art. 74-Seg. saúde -Ded. Colecta LIMITAÇÃO Art. 78º IRS despesas de saúde despesas de ed. e formação encargos com lares e encargos com imóveis RENDIMENTO COLECTÁVEL x TAXA art. 68 colecta = IMPOSTO A PAGAR -Ded. Colecta -Benefícios fiscais

19 Taxa adicional de solidariedade Taxa adicional de solidariedade Art. 68º-A - Para além das taxas gerais previstas no Art. 68º incidem ainda as seguintes taxas adicionais

20 Sobretaxa artº 187º - Lei OE Base de cálculo Rendimentos abrangidos deduzidos, por sujeito passivo, o valor anual da RMG (14 x 485,00 = 6.790,00) Taxa 3,5% Dedução à coleta da sobretaxa 2,5% x 485,00 = 12,13 por cada dependente Retenção na fonte que se superior à sobretaxa devida confere direito a reembolso Regras de liquidação e pagamento As mesmas previstas para o IRS Não se aplica o mínimo de cobrança (24,94) e de reembolso (9,98)

21 Deduções à Coleta

22 Dedução em sede de IRS de IVA suportado em fatura - art.66-b - EBF Dedução à coleta de 5% do IVA suportado com o limite global de 250

23 Dedução em sede de IRS de IVA suportado em fatura - art.66-b - EBF O beneficio depende: A declaração tem de ser entregue dentro do prazo Conste de fatura fora da atividade da cat. B do adquirente Faturas que contenham o NIF do adquirente

24 Actividades que permitem a dedução a) Secção G, Classe 4520 Manutenção e reparação de veículos automóveis; b) Secção G, Classe Manutenção e reparação de motociclos, de suas peças e acessórios; c) Secção I Alojamento, restauração e similares; d) Secção S, Classe 9602 Atividades de salões de cabeleireiro e institutos de beleza.

25 Declarações DECLARAÇÃO MESAL DE RENDIMENTOS Portaria n.º 6/ /01 O.c. nº20164 de Entrega até ao dia 10 do mês seguinte. -Rendimentos da cat A. Residentes -Pagos ou colocados à disposição no mês anterior MODELO 10 Rendimentos cat. B/Cat E (taxas não Liberatórias),H,F e G. Entregue até fim de Fev. do ano seguinte. Residentes MODELO 39 MODELO 30 -Rendimentos cat E (taxas liberatórias) -Entregue até ao fim de Janeiro do ano seguinte Rendimentos pagos a NÃO RESIDENTES. -Entregue até ao fim do 2º mês

26 IMI OE 2013

27 IMI Artigo 13.º Inscrição nas matrizes É afastada a obrigação de inscrição ou actualização de prédios na matriz, através da entrega pelo sujeito passivo da modelo 1, no caso em que se verifique uma mudança de proprietário, por ter ocorrido uma transmissão de um prédio ou parte do prédio

28 IMI Artigo 120.º Prazo de pagamento Montante de Imposto Número Prestações Meses igual ou menor ABRIL MAIS 250 /MENOS ABRIL/ NOVEMBRO MAIS DE ABRIL/JULHO e NOVEMBRO

29 Obrigado pela atenção dispensada

30 Agenda Alterações Alterações IRS e Património; 2. Alterações IRC; 3. Alterações IVA; Page 30

31 ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 Alterações em sede de IRC

32 Resumo das Alterações Limitação à dedutibilidade dos gastos de financiamento Agravamento de taxas de IRC na esfera de não residentes Agravamento da derrama estadual Agravamento do pagamento por conta Prorrogação do RFAI

33 CIRC

34 Artigo 67º -Limitação à dedutibilidade dos gastos de financiamento Revogada anterior redação subcapitalização

35 1. Os gastos de financiamento líquidos são dedutíveis até à concorrência do maior dos seguintes limites: a) ;ou Artigo 67º b) 30 % do resultado antes de depreciações, gastos de financiamento líquidos e impostos (EBITDA) Regimetransitório (192ºdaLeidoOE): 70 % em 2013, 60 % em 2014, 50 % em 2015, 40 % em 2016, 30%em2017 Sempre que o período de tributação tenha duração inferior a um ano, o limite é determinado proporcionalmente ao número de meses desse período de tributação.

36 Artigo 67º Os gastos de financiamento líquidos não dedutíveis podem ainda ser considerados na determinação do lucro tributável de um ou mais dos cinco períodos de tributação posteriores, conjuntamente com os gastos financeiros desse mesmo período, observando-se as mesmas limitações acima referidas.

37 Artigo 67º Consideram-se gastos de financiamento líquidos as importâncias devidas ou associadas à remuneração de capitais alheios, designadamente, juros de descobertos bancários e de empréstimos obtidos a curto e longo prazos, juros de obrigações e outros títulos assimilados, amortizações de descontos ou de prémios relacionados com empréstimos obtidos, amortizações de custos acessórios incorridos em ligação com a obtenção de empréstimos, encargos financeiros relativos a locações financeiras, bem como as diferenças de câmbio provenientes de empréstimos em moeda estrangeira deduzidos dos rendimentos de idêntica natureza

38 Artigo 67º Sempre que o montante dos gastos de financiamento deduzidos seja inferior a 30 % do EBITDA, a parte não utilizada deste limite acresce ao montante máximo dedutível, nos termos da mesma disposição, em cada um dos cinco períodos de tributação posteriores, até à sua integral utilização (n.º3)

39 Artigo 67º No caso de entidades tributadas no âmbito do regime especial de tributação de grupos de sociedades (RETGS), a limitação é aplicável a cada uma das sociedades do grupo. Não se aplica às entidades sujeitas à supervisão do Banco de Portugal e do Instituto de Seguros de Portugal nem às sucursais em Portugal de instituições de crédito e outras instituições financeiras ou empresas de seguros com sede em outro Estado membro da União Europeia

40 Artigo 87º -Taxas Revogadas as alíneas a), b), e) e f) do n.º4 Serviços, Comissões, royalties e prediais 2013 Fonte: BDO

41 Lei 55-A/2012, 29 de Outubro (em vigor desde 30/10/2012) Artigo 94º CIRC 4 - AsretençõesnafontedeIRCsãoefetuadasàtaxade25%, aplicando-se aos rendimentos referidos na alínea d) do n.º1ataxade21,5%. Residentes ou não residentes, em que as taxas de retenção não tenham caráter definitivo, em que são aplicadas as taxas do artigo 87º Deixa de existir remissão às taxas de RF previstas no CIRS

42 Artigo 87º-A Derrama estadual Redução do limite máximo do 1º escalão para ,00 Lucro tributável Taxas Demaisde até % Superiora % Sendo adaptado o respetivo pagamento adicional por conta (artigo 105º-A) Art.º192, n.º1 da Lei do OE -Estas alterações aplicam-se apenas ao LT referente ao período de tributação que se inicie em 2013

43 Artigo 105º -Cálculo PPC Aumento do limite de VN do período de tributação anterior de ,90para Aumento das percentagens a aplicar na determinação doppc de70%para80% de90%para 95%,consoanteoreferidoVN da coleta de IRC do período anterior, deduzida das retenções na fonte efetuadas por terceiros

44 Artigo 107º -Limitações aos PPC Nas situações em que o sujeito passivo verifique que o montante do pagamento por conta já efetuado é igual ousuperioraoimpostoqueserádevidoafinal Só poderá ficar dispensado (ou reduzir o montante) do 3º pagamento por conta

45 Artigo 106º -Pagamento especial por conta Quando seja aplicável o RETGS, o pagamento especial por conta passa a ser calculado tendo por base os pagamentos por conta que seriam devidos por cada uma das sociedades do grupo caso esse regime não fosse aplicável *Anteriormente eram considerados os pagamentos por conta apurados no âmbito do RETGS

46 BENEFÍCIOS FISCAIS

47 Artigo 194º da Lei do OE Despesas com equipamentos e software de faturação eletrónica As desvalorizações excecionais decorrentes do abate, no período de tributação de 2013, de programas e equipamentos informáticos de faturação que sejam substituídos por programas de faturação eletrónica, são consideradas perdas por imparidade. Dispensa de obtenção de aceitação, prevista no artigo 38.º do CIRC As despesas com a aquisição de programas e equipamentos informáticos de faturação eletrónica, adquiridos no ano de 2013, podem ser consideradas como gasto fiscal no período de tributação em que sejam suportadas.

48 Artigo 22º EBF Fundos de Investimento O saldo positivo entre as mais-valias e as menosvalias obtidas por fundos de investimento mobiliário passaasertributadoàtaxade25%(antes,21,5%) É elevada de 20% para 25% a tributação dos rendimentos prediais obtidos por fundos de investimento imobiliário (que não sejam relativos à habitação social sujeita a regimes legais de custos controlados)

49 Não foi prorrogado o benefício do Artigo 70º do EBF (Medidas de apoio ao transporte rodoviário de passageiros e mercadorias)

50 Artigo 232º da Lei do OE O Regime Fiscal de Apoio ao Investimento (RFAI) é prorrogado até 31 de dezembro de É concedida autorização legislativa para rever este benefício, transferindo-o para o Código Fiscal ao Investimento e alargá-lo a medidas de reforço de capitais próprios

51 Agenda Alterações Alterações IRS e Património; 2. Alterações IRC; 3. Alterações IVA; Page 51

52 Legislação - IVA OE 2013 Lei 66-B/2012 DL DL 197/ DL 198/2012 Novas regras na facturação... Nova obrigação de comunicar à AT as facturas emitidas... Novas regras na circulação de mercadorias J. Gante Page 52

53 Sector agrícola Revogação da isenção de IVA no sector agrícola Regras comunitárias Efeitos a 1 Abril 2013 Integração na Lista I taxa reduzida das prestações serviços e transmissões bens conexas Apresentação de Decl. Alterações no 1ºtrimestre J. Gante Page 53

54 Sector agrícola 1. SP com VN/2012 </= c/ demais condições artº 53º Novo enquadramento Isenção ARTº 53º 2. SP com VN/2012 > ou sem condições do artº 53º Novo enquadramento Regime Normal J. Gante Page 54

55 IVA 2013 Novas regras na facturação e circulação de bens Março J. Gante

56 Quais as principais alterações? 1. A factura é documento obrigatório 2. É admitida a factura na versão simplificada e factura-recibo. 3. As facturas emitidas são de comunicação obrigatória à AT 4. É criado um novo Benefício Fiscal em sede de IRS 5. Circulação de mercadorias tem novas regras a partir de Maio

57 Factura é obrigatória Transmissões de Bens Factura é obrigatória Prestações de Serviços Adiantamentos Adquirente Seja Suj. Passivo ou Particular Solicite o documento ou não

58 Factura é obrigatória Não é permitida aos sujeitos passivos a emissão e entrega de documentos de natureza diferente da factura sob pena de aplicação das penalidades legalmente previstas. Talão Consulta mesa

59 Tipos de facturas Versão Normal FACTURA Factura Recibo Recibo Electrónico Versão Simplificada Talão

60 Emissão de facturas Emissão e recepção em formato electrónico Facturas através de sistemas informáticos pré-impressas em tipografias autorizadas

61 Emissão de facturas simplificadas através de sistemas informáticos Ou Factura Simplificada pré-impressas em tipografias autorizadas Ou Máquinas registadoras, Terminais electrónicos, Balanças electrónicas

62 Emissão de factura Por via informática Portaria nº 22-A/2012 Todos os elementos inscritos nas facturas devem ser inseridos pelo próprio programa /equipamento informático (nunca manualmente)

63 Emissão de factura-recibo no Portal 1. Versão normal 2. Versão acto isolado 3. Versão avulso no serviço finanças (artº 53º) Cat B - IRS

64 Factura simplificada Quando pode ser emitida??? Transmissões Bens ou P. Serviços De valor não superior a 100 euros Consumidor Final Sujeito Passivo Factura Simplificada Retalhistas e Vendedores Ambulantes Valor bens não superior a 1000 euros Limite apenas para Consumidor Final Factura Simplificada

65 Factura simplificada Que elementos deve conter? 1. Designação Factura Simplificada ;? 2. Identificação (nome / designação / NIF) do vendedor ou prestador serviços; 3. Quantidade e designação dos bens ou serviços; Regra geral 4. Preço liquido mais imposto e taxa aplicada ou Preço total com IVA incluído à respectiva taxa; 5. NIF / NIPC do adquirente Sempre que Cliente é Suj. Passivo ou Consum. Final que a solicita

66 Comunicação das facturas

67 Comunicação das facturas 1. Quem está obrigado? Todos os sujeitos passivos Com sede ou residência em território nacional Que aqui pratiquem operações tributáveis Enquadrados ou não no regime geral

68 Comunicação das facturas 2. Qual o prazo para comunicar as facturas do mês? Até ao dia 25 do mês seguinte ao da sua emissão (OE/2013)

69 Comunicação das facturas 3. Por que vias pode ser feita? 4 soluções Opções manuais Por transmissão electrónica em tempo real (webservice); 2. Submissão do ficheiro SAF-T (via Portal das Finanças); 3. Inserção manual (via Portal); 4. Via definida na Portaria nº 426-A/2012;

70 Comunicação das facturas SAF-T(PT)

71 Comunicação das facturas Inserir manualmente Opção 1 2 opções Opção 2 (portaria) Se emissão facturas com NIF

72 Criação de benefício fiscal

73 Criação de benefício fiscal Em sede de IRS é dedutível à colecta um montante correspondente a 5% do IVA suportado pelo agregado familiar, no máximo de 250 euros, constante das facturas comunicadas à AT pelos emitentes dos seguintes sectores de actividade: Manutenção e reparação veículos automóveis; Manutenção e reparação de motociclos; Alojamento, restauração e similares; Salões de cabeleireiro e institutos de beleza;

74 N W E DL nº 198/2012 Alteração do Regime de Bens em Circulação S DL nº 147/2003 J. Gante DF Leiria Jan. 2013

75 Novas Regras na Circulação de Bens Decreto-Lei n.º 198/2012

76 Formas de comunicação a) Emissão DT Via electrónica Via informática No Portal Finanças Comunicação Electrónica Comunicação Telefónica Emissão DT Papel Inserção Portal Até 5º dia útil seguinte Novas Regras na Circulação de Bens a) a regulamentar em portaria do M.F.

77 Entrada em vigor Artigo 11.º do DL 198/2012 Entrada em vigor O presente diploma entra em vigor em 1 de janeiro de O.E./2013 dia 1 de maio de 2013 Novas Regras na Circulação de Bens

78 como incentivo ao debate olhemos a evolução das Receitas Fiscais nos últimos anos... J. Gante Page 78

79 Evolução das receitas fiscais Entre 1995 e % IRC IRS TOTAL IVA Page 79

80 Previsão Receitas fiscais Quebra receitas IRS»»»» 7 % IRC»»» 17 % IVA»»»» 2% Previsão Receitas E... em ??? Page 80

81 hora de debate J. Gante Page 81

IVA 2013. Novas regras na facturação e na circulação de mercadorias. Janeiro - 2013. 1 J. Gante

IVA 2013. Novas regras na facturação e na circulação de mercadorias. Janeiro - 2013. 1 J. Gante IVA 2013 Novas regras na facturação e na circulação de mercadorias Janeiro - 2013 1 J. Gante Legislação Dir. 2008/08/CE Dir. 2010/45/UE DL 197/2012 DL 198/2012 ( 24 de Agosto ) Ofício 30.136/2012 Ofício

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