VIRTUALIZAÇÃO:TECNOLOGIA VERDE NA CONSOLIDAÇÃO DE SERVIDORES

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1 VIRTUALIZAÇÃO:TECNOLOGIA VERDE NA CONSOLIDAÇÃO DE SERVIDORES Adriano Lopes Viglioni 1 Jorge Alves da Silva Júnior 2 Augusto Nogueira Zadra 3 Resumo Uma tecnologia com visão objetiva na sustentabilidade em TI, despontando como possível solução para os vários desafios existentes na consolidação de uma infraestrutura de TI eficaz e consciente. Esse artigo visa iluminar o início da busca pelo conhecimento sobre a virtualização. Provocar o interesse, baseado no entendimento do conceito, da evolução e da projeção de um futuro sustentável em TI, de se descobrir as características e o potencial que essa tecnologia tem para se planejar e estudar mudanças possíveis e efetivas nas empresas, cujos profissionais de TI estão em constante combate contra gastos e desperdícios, contra o consumo elevado de energia. Envolvidos na conquista do escasso espaço físico do mundo moderno. Esse artigo objetiva, ainda, apresentar definições e demonstrar a robustez e a consistência dos modelos de virtualização, além do momento em que esta tecnologia se encontra em virtude da sua importância, suas técnicas e aplicações práticas. Dessa forma, embasar a preparação da infraestrutura de TI para um futuro sustentável e de como a virtualização se encaixa nesse contexto. Palavras-chave: virtualização, servidores de rede, TI verde, conceito, história, infraestrutura de TI. 1 Bacharelando em Sistemas de Informação. Faculdade Infórium de Tecnologia. 2 Bacharelando em Sistemas de Informação. Faculdade Infórium de Tecnologia. 3 Bacharél em Ciência da Computação e Professor na Faculdade Infórium de Tecnologia.

2 2 1. Introdução O mundo está em movimento, e nele habita uma sociedade composta por criaturas que questionam sua própria existência, seu habitat, seu futuro. Seus questionamentos levam ao estudo de novas tecnologias, direciona à expansão do conhecimento nas mais variadas áreas, seja cultural, artística ou científica, permite evoluir, descobrir, desvendar mistérios da natureza ou explicar propriamente um processo qualquer, na amplitude macroscópica do universo ou em microscópicos ciclos biológicos, pulsos elétricos, e ainda, invisíveis transferências de dados em circuitos. Mas, são corretamente calculados os recursos empregados nessa busca? A expansão social e populacional está sendo organizada para que estabeleça de forma sustentável? Ao longo do tempo, utiliza-se mais espaço físico se usufrui de uma quantidade cada vez maior de recursos naturais, pois é preciso construir, é preciso constituir uma infraestrutura cada vez mais capaz de dar suporte à evolução que se busca. Infraestrutura habilitada a suportar os negócios que essa sociedade de produtores e consumidores gera cada dia em maior número. Operações financeiras maiores e mais frequentes, indústrias que contratam mais funcionários e possuem parques produtivos em diversos pontos do planeta, mais pessoas necessitando de serviços básicos de saúde, educação e diversão, e mais pessoas precisando aprender e consumir todo o conhecimento gerado ao longo de sua evolução. Um conhecimento que precisa estar disponível e ao alcance de quem o buscar, no menor tempo possível. Um conhecimento que necessita de espaço para armazenamento, de poder de processamento que o torne disponível de forma estável, de infraestrutura de comunicação que o leve para qualquer canto da Terra, bem como possa exportar para além das fronteiras hoje conhecidas. Vários são os obstáculos que os diretores de Tecnologia da Informação (TI) e profissionais da área de Informática encontram visando utilizar, de maneira eficaz, a infraestrutura de TI, quando se necessita equalizar o custo de recurso empregado nessa utilização. A diminuição da disponibilidade desses recursos e a dificuldade de se converter matéria prima em energia, espaço físico para armazenamento de dados ou o beneficiamento de elementos que se traduza em maior poder de processamento pode proporcionar um esforço, de tal valor, que proporcione a inviabilidade de determinados negócios. A capacidade de resposta e o apoio às novas iniciativas empresariais demandam flexibilidade na adaptação às

3 3 mudanças organizacionais. Há um clima de urgência em TI que infere, até mesmo, em restrições orçamentárias e rigorosos requisitos regulamentares. E, nesse contexto, a virtualização é uma inovação tecnológica fundamental que permite a implementação de soluções criativas para tais desafios de negócios. 1.1 Por que virtualizar? A infraestrutura de TI passa por um momento onde há um aumento na complexidade dos ambientes tecnológicos, mas, ao mesmo tempo, tem ocorrido uma diminuição na eficiência de atendimento das demandas que esse setor abrange. Segundo Tulloch (2010, p. 1) com a economia global em crise,a virtualização, com seus ganhos potenciais de eficiência e capacidade de redução de custos, é vista como uma estratégia fundamental para permitir a sua sobrevivência futura no mercado. OInternational Data Corporation (IDC)(2009,apud Pollon,2008),explicita que as empresas, normalmente, separam as aplicações em servidores diferentesbuscando evitar que uma aplicação em que ocorra um problema qualquer, afete outra aplicação importante que esteja na mesma máquina, tornando essa aplicação indisponível. Virtualizar pode proporcionar inúmeras reduções: de investimentos em hardware, espaço físico do datacenter, consumo de energia, consumo do ar condicionado, custo de manutenção e operação, além de aumentar a disponibilidade dos sistemas e aperfeiçoar os recursos de tecnologia das empresas, visto que ocorrerá a consolidação de servidores, ou seja, fazer mais com menos. A economia em custos totais de TI pode chegar de 50% a 70% com um ambiente virtualizado (Gandolpho, 2008). A virtualização também é definidapela capacidade de se criar diversas máquinas virtuais em um único hardware (Creasy, 1980). Seu objetivo principal é a simplificação da administração de recursos computacionais através de técnicas que permitem abstrair os recursos físicos e suas características em relação aos sistemas, aplicações ou usuários (Siqueira, 2006). 1.2 Objetivo

4 4 Este artigo tem por objetivo apresentar o conceito da virtualização, bem como os princípios característicos dessa tecnologia. Promover a discussão sobre custos e benefícios de forma que seja o assunto possa ser pauta de debates nas empresas de TI, ou que possuam infraestrutura de Tecnologia da Informação no suporte aos seus negócios. 2. O conceito Para se entender o conceito de virtualização, é necessário revisitar as definições de computador e seus componentes, de sistema operacional, além de se descrever, basicamente, o fluxo e a mecânica do processamento que ocorre quando esse computador realiza suas operações. Feedback (controle) Entrada Processamento Saída Figura 1 - Sistemas e seus componentes. Fonte: Adaptado de Bertalanfy (1969) Se um computador fosse definido somente por sua infraestrutura física, denominada hardware, seria considerado como algo passível de toque físico, de existência física de suas partes compostas sobre uma mesa, por exemplo. Uma máquina que, por si só, não teria propósito algum. Porém, quando junta-se a essa máquina um sistema operacional, a visão e o objetivo do computador muda radicalmente. Um sistema, para Karl Ludwig Von Bertalanffy, fundador da Teoria Geral dos Sistemas, é um conjunto de elementos inter-relacionados com um objetivo comum (Von Bertalanffy, 1969), como descrito na figura 1, e um sistema operacional de computador é uma camada de software que gerencia todos os recursos físicos e lógicos de um computador, disponibilizando, ao usuário, a possibilidade de se realizar alguma coisa factível com um computador (Tanenbaum, 2009).

5 5 Como consequência, uma ideia mais completa do que é um sistema computacional e suas funções começa a tomar formae inferir o uso da informática com propósito de auxilio nas tarefas diárias de pessoas ou empresas.ao mesmo tempo,infinitas possibilidades de uso desse sistema computacional surgem todos os dias. Uma das aplicações da informática, com sua constante modernização de infraestrutura e descobertas na arquitetura de softwares, que evolui juntamente com a própria TI é a tecnologia de virtualização. Talvez como uma necessidade de se extrapolar o que um tipo de hardware pode fazer naquele momento, dando a essa infraestrutura uma nova funcionalidade, ou pela necessidade crescente de se realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo, sabe-se que, ao longo das ultimas décadas, estudiosos, por conta própria ou com apoio de grandes universidades, desenvolveram tecnologias que permitiram a aplicação da virtualização como se apresenta nesse trabalho. Tecnologias que foram incrementando o conhecimento e abrindo novas frentes de estudos, como o lançamento da multiprogramming pelo professor Strachey, da Universidade de Oxford (Pollon, 2008), ou a invenção da memória virtual, ou ainda, o compartilhamento de tempo por sistemas operacionais desenvolvidos pela Universidade de Manchester (Saltzer, 1965). O fato é que, através de simulações de infraestrutura, da modernização dos sistemas operacionais que são executados pelos computadores, consegue-se, atualmente, criar um ambiente que funciona exatamente como um ambiente real, composto por computador, sistema operacional e aplicativos, mas que, na verdade, não exista fisicamente. De forma básica, a virtualização é a capacidade de um computador, através da característica própria de seu hardware, como processadores que contém instruções para suportar virtualização, ou através de características do SO desses computadores, como sistemas operacionais para servidores que possuem tecnologia de software para criação e gerenciamento de máquinas virtuais, de emular ou simular um novo ambiente computacional dentro de si mesmo. Smith e Nair (2005,apud Carissimi, 2008) explica que as máquinas virtuais, quando implementadas por aplicações que executam sobre o SO do computador físico denominado host ou hospedeiro, são chamadas de máquinas virtuais de processo. Enquanto uma máquina virtual é implementada como uma camada de software que atua entre o hardware e o SO do hospedeiro é conhecida como monitor de máquina

6 6 virtual, ou VMM (Virtual Machine Monitor). Ainda segundo Carissimi (2008), um monitor de máquina virtual pode prover virtualização total ou paravirtualização, dependendo se o SO que executa na máquina virtual deve ou não ser adaptado para isso. 3. O que é possível virtualizar? Inerente ao dinamismo do conceito e a evolução franca da tecnologia de virtualização, dúvidas sobre o que se pode realizar e alcançar através da aplicação dessa tecnologia surgem naturalmente. Para Pollon (2008), na teoria, pode-se aplicar a virtualização com o intuito de se dividir recursos a partir de um único recurso físico, conforme demonstrado na figura 2. Virtual Recurso A Recurso B Recurso C Virtualização Físico Figura 2- Fragmentação de Recursos. Fonte: Adaptado de Pollon (2008). Recurso Ainda segundo Pollon (2008), a virtualização pode ser utilizada para reunir recursos e disponibilizar somente um para os usuários. Como exemplo, a virtualização de armazenagem de dados, que se apresenta para o usuário como um único local de armazenamento ou storage, quando, na verdade, pode ser composto por um ou vários storages diferentes, mesmo não presentes no mesmo local físico. Como na figura 3.

7 7 Virtual Recurso Virtualização Físico Recurso A Recurso B Recurso C Figura 3 - Agregação de Recursos. Fonte: Adaptado de Pollon (2008). A virtualização ainda abrange um modelo que descreve a emulação de um recurso que não exista no hospedeiro, de forma que seja disponibilizado pelo ambiente virtualizado, chamado de guest ou convidado. Esse modelo também pode ser aplicado de maneira inversa, um recurso físico não estar presente na máquina virtual ou virtual machine (VM) Pollon (2008). Descrito na figura 4. Virtual Recurso Apresentado Virtualização Físico Recurso Figura 4 - Emulação de Recursos. Fonte: Adaptado de Pollon (2008). O ultimo modelo de virtualização específico descrito por Pollon (2008) é o que descreve a divisão de um recurso físico em diversas máquinas virtuais, de forma que esse mesmo recurso possa ser utilizado como se fosse uma única instância para cada VM, ou cada usuário. Um servidor de aplicações onde um único software é disponibilizado em máquinas virtuais como se fosse individual ou local para o usuário é um exemplo de aplicação desse modelo, mostrado na figura 5.

8 8 Virtual Recurso Recurso Recurso Virtualização Físico Recurso Recurso Recurso Figura 5 - Isolamento de Recursos. Fonte: Adaptado de Pollon (2008). Em qualquer projeto de virtualização, pode-se aplicar qualquer um desses modelos, de forma individual ou combinando-os, tornando o projeto, um projeto de modelos mistos (Pollon, 2008). 4. Características da Virtualização 4.1 Propriedades dos monitores de máquina virtual Segundo Laureano (2006), as propriedades dos monitores de máquinas virtuais são oito, com as definições que se seguem: Isolamento: Garantia que a execução de uma máquina virtual e qualquer aplicação contida nessa VM, bem como possíveis falhas nessa execução, falhas de segurança, problemas de desempenho ou qualquer incidente envolvendo esse ambiente virtual, não afete, de forma alguma, o seu hospedeiro nem outros sistemas convidados que convivam com essa VM nesse hospedeiro (Laureano, 2006). Inspeção: Define a permissão, por parte do VMM, de inspecionar o estado da máquina virtual e seu consumo de recursos do host(laureano, 2006). Interposição: Capacidade por parte do VMM de interpelar uma máquina virtual para inserir instruções ou auxiliar essa VM nas execuções de seus processamentos (Laureano, 2006).

9 9 Eficiência: Execução de instruções diretamente no hardware do hospedeiro, desde que essas instruções não afetem o hospedeiro. Isso promove um desempenho melhor na execução dessas instruções, tornando a virtualização mais eficiente (Laureano, 2006). Gerenciabilidade: Administração simplificada e centralizada das máquinas virtuais, uma vez que são unidades independentes, com instâncias independentes (Laureano, 2006). Compatibilidade de Software: Define que se um software foi escrito para determinada plataforma ou determinado SO, independente do hardware onde é executado, esse software precisa funcionar, ser executado normalmente dentro de um ambiente virtual que promova a emulação dessa plataforma ou SO. Da mesma forma que ele seria executado diretamente no ambiente físico para o qual foi escrito. A máquina virtual consegue esconder do software qualquer diferença entre hardwares ou entre camadas de softwares de baixo nível, sobre os quais são executados os sistemas. Através de máquinas virtuais, um software pode ser portado para diversas plataformas (Laureano, 2006). Encapsulamento: Para Laureano (2006), a camada de virtualização pode ser usada para manipular e controlar a execução do software na máquina virtual. Como exemplo, o encapsulamento permite o salvamento de estados da máquina virtual para recuperação de determinadas posições, restauração de back-ups e análises posteriores à sua execução. Desempenho: A compensação do desempenho entre a perda possível gerada pela inserção de uma camada de software para gerenciamento das máquinas virtuais e o benefício estabelecido pela utilização de ambientes virtuais. Segundo Laureano (2006), a utilização de sistemas virtuais compensa uma parte dessa possível perda. 4.2 Tipos Considera-se, pela forma com a qual o monitor de máquinas virtuais é implementado, que existem dois tipos de virtualização (Laureano, 2006). Máquinas virtuais do tipo I: É o tipo de virtualização onde cada máquina virtual comporta-se exatamente como uma máquina física independente, completa, executando seu próprio sistema operacional. O VMM tem o controle do hardware do

10 10 host e disponibiliza ambientes onde as máquinas virtuais são executadas sobre o mesmo sistema físico (Laureano, 2006). Figura 6 - Máquinas virtuais do tipo I. Fonte: Laureano, 2006 Máquinas virtuais do tipo II: Nesse tipo, para Laureano (2006), há um sistema sendo executado em uma camada existente entre o VMM e o hardware. Assim, o monitor de máquinas virtuais não possui controle do recurso físico, sendo responsável por simular as operações que seriam controladas pelo hospedeiro. Figura 7 - Máquinas virtuais do tipo II. Fonte: Laureano, 2006 Geralmente, nas implementações dos tipos de virtualização apresentados são inseridas otimizações nos sistemas e subsistemas que gerenciam instruções de

11 11 E/S (entrada e saída), gerenciam memória, na integração de APIs do hospedeiro ao sistema convidado, acesso a drivers de dispositivos do hardware do host pelos sistemas operacionais convidados. Essas otimizações buscam, basicamente, melhorar o desempenho das aplicações dos sistemas convidados. As modificações inseridas nesses tipos, leva à formação de tipos diferenciados denominados tipos híbridos (Laureano, 2006). 5. Consolidação de servidores Entre todas as aplicações da tecnologia de virtualização, a consolidação de servidores é provavelmente a mais utilizada. Parte da explicação para isso são os custos que um parque de infraestrutura de TI composto por diversos servidores e todos os equipamentos necessários para esses servidores funcionarem. A administração desse ambiente se torna cada vez mais complexa. A quantidade de funcionários responsáveis pelo suporte a essa infraestrutura inchada pode ter que aumentar constantemente. O investimento em segurança física e lógica para garantir estabilidade, privacidade, estabilidade e disponibilidade dos serviços de uma empresa que possua uma infraestrutura tradicional de serviços prestados pela TI também aumenta em proporção ao número de servidores. O custo com a manutenção do espaço físico e consumo de energia elétrica são consideráveis e também não podem ser ignorados, além de ar-condicionado, sistemas de back-up, licenças de softwares, e o investimento em treinamento dos responsáveis por tudo isso pode se tornar uma enorme dor de cabeça para os gerentes e administradores de TI dessas empresas. A consolidação de servidores, através da virtualização, propicia alternativas aplicáveis a todos esses fatores. O uso da tecnologia de virtualização faz com que as empresa sejam atraídas pela possibilidadede reduzir custos com componentes de rede, energia e refrigeração. A maioriadas empresas adere a essa tecnologia devido à possibilidade de se poder realizar as tarefasmais rapidamente, já que essa tecnologia permite a otimização de processos ao garantiralta disponibilidade, consolidação, desempenho, escalabilidade e redução do ambiente (WANDERS, 2011, p.30).

12 12 De acordo com a pesquisa da Network World (www.networkworld.com) apud Carissimi, (2008), a virtualização de servidores ocorre pelos motivos que se seguem, em ordem de importância: aumento da taxa de utilização de servidores, redução do custo operacional de datacenters, melhora nos procedimentos de recuperação de desastres e de back-up, criação de ambientes mais flexíveis para desenvolvimento e teste de software e redução do custo de administração de TI. A taxa de utilização de um servidor, que dentro de uma infraestrutura tradicional de TI está entre 5% e 15% somente, chega facilmente entre 60% e 80% (VMWare, 2006). Aplicação Aplicação Aplicação Sistema Operacional Sistema Operacional Sistema Operacional Figura 8 - Servidores não virtualizados. Fonte: Adaptado de Silva (2007). VM 1 Aplicação VM 2 Aplicação VM 3 Aplicação Sistema Operacional Sistema Operacional Sistema Operacional Figura 9 - Servidor virtualizado. Fonte: Adaptado de Silva (2007).

13 13 A consolidação de servidores é definida, em linhas gerais, em utilizar a virtualização para reunir em uma máquina física, várias máquinas virtuais que prestam os mesmos serviços de TI antes disponibilizados em máquinas físicas separadas, porém, economizando recursos e custos de manutenção e administração. As figuras 9 e 10 representam esse conceito de forma simples. As vantagens obtidas através da consolidação de servidores, segundo Wanders (2011), são: redução do espaço necessário e diminuição do número de equipamentos e periféricos utilizados no ambiente do servidor; menor consumo de energia elétrica para alimentar os servidores, já que haveria um menor número de máquinas físicas; redução do custo operacional, e por consequência, economia financeira; redução do tempo de manutenção e gestão, diminuindo a indisponibilidade e menor tempo de recuperação em caso de desastre. 5.1 Planejamento de virtualização de servidores Atualmente, existem ferramentas disponibilizadas por grandes empresas que facilitam a elaboração de um projeto de virtualização, como o MicrosoftAssessment& Planning Toolkit, fornecido gratuitamente. Segundo a Microsoft (2013), omap Toolkit facilita avaliar a infraestrutura de TI atual e determinar as tecnologias certas para as necessidades de TI em uma empresa, simplificando e dinamizando o planejamento em vários tipos de cenários diferentes, através de avaliações automatizadas em toda a rede. Essa ferramenta possui recursos para realização de inventários de ambientes de servidores heterogêneos, rastreamento de uso de softwares, relatórios de preparação e relatórios de consolidação de servidores, a figura 11 demonstra a tela de controle do MAP. A partir dos relatórios gerados, o administrador de TI possui dados relevantes para tomar as decisões necessárias sobre aplicação ou não da virtualização na consolidação dos servidores de sua empresa.

14 14 Figura 10 - Tela do MAP Tookit 6. Virtualização e a TI Verde A apresentação da consolidação de servidores no capítulo anterior abordou, entre vários tópicos, importantes questões relativas à operação de servidores, mas que, de forma colateral, afeta também o nosso meio ambiente e compromete, fatalmente, o futuro da sociedade. Um dos estudos mais completos que tratam da quantificação da energia gasta nos datacenters é o do Lawrence Berkeley NationalLaboratory (Greenberg e Mills, 2005). Nesse estudo é analisado e comprovado que a demanda por energia cresce em duas frentes: o número crescente de servidores e o consumo maior dos equipamentos mais modernos porque, sendo mais compactos, necessitam de maior refrigeração. Demonstra-se que 60 a 70% da energia consumida em um datacenteré gasta pelos componentes de refrigeração, e que além da questão ecológica que se propõe, há a questão do elevado custo que deve ser avaliada.

15 15 Ao conjunto de técnicas que envolvem o consumo de energia e tratam da reciclagem dos descartes pela infraestrutura de TI dá-se o nome de TI Verde. Segundo estudos (Mansur, 2009), a aplicação de políticas de redução do consumo de energia pelos computadores, através da TI Verde, pode implicar uma economia de 15% em energia elétrica mensal e, consequentemente, a diminuição do custo operacional. A consolidação de servidores é um elemento essencial na estratégia de TI Verde. Além de benefícios ambientais, iniciativas verdes possibilitam o aumentoda lucratividade e criação de vantagens competitivas. Associa-se à redução de energia, a redução da geração de calor, acarretando menor consumo de refrigeração e a redução do tempo necessário para manutenção e gestão como elementos beneficiadores da TI Verde (Mansur, 2009). Conforme Costa (2013) adotar a virtualização e a consolidação de servidores é uma opção interessante a ser adotada pelas empresas em busca da prática da TI Verde. Cada servidor virtualizado nos EUA economiza sete mil kwh de energia elétrica e representa quatro toneladas a menos de dióxido de carbono poluindo nossa atmosfera. (COSTA, 2013). Ainda segundo Costa (2013) implantar soluções de virtualização e consolidação de servidores traz, entre outras coisas, uma redução de 50% nos custos de armazenamento, operação e investimento em hardware. A eliminação de hardware excessivo a uma proporção de 10:1, além de redução de até 80% no consumo de energia em refrigeração e eletricidade necessária para a operação. A virtualização e suas técnicas são parte das estratégias de uma TI Verde, mas não se traduzem como tudo o que se pode fazer em função da TI Verde. Esse conceito de TI abrange muitas outras táticas, planos e métodos que podem ser aplicados em prol do meio ambiente. A virtualização se enquadra como ação integrante de uma importante aplicação de boas práticas de TI Verde, a criação de Data Centers verdes. Os Centros de Dados (Data Centers) são instalações que contêm equipamentos eletrônicos utilizados para processamento, armazenamento de dados e comunicações de redes que se tornaram comuns e essenciais ao funcionamento das empresas, centros acadêmicos e sistemas de governos. Esses centros então crescendo e se expandindo rapidamente, graças ao novo paradigma digital e à oferta de serviços variados. (LAMB, 2009).

16 16 O aumento de serviços disponíveis na internet, bem como o aumento da informatização dos serviços prestados por empresas exigem que as empresas, invariavelmente, aumentem o número de servidores para suprir as novas demandas. E a instalação de novas máquinas acarreta um consumo maior de energia e de espaço, por exemplo, o que sobrecarrega a infraestrutura. Mansur (2009, p.245) afirma que: A maioria dos datacenters atualmente existentes não foi construídapara suportar a densidade de calor e consumo de energia típica dosservidores e soluções de armazenamento atuais. O gerenciamento dacapacidade de energia, refrigeração e contingência está crescendo deimportância nas organizações pela restrição de espaço físico e devidoao nível de crescimento da temperatura média dos equipamentos. Segundo Lamb (2009), o centro de dados é o lugar ideal para se começar a melhorar a eficiência energética da computação. O consumo de energia em um centro de dados é predominantemente devido a duas cargas: servidores e refrigeração. O processo para tornar um centro de dados energeticamente eficiente é composto por cinco etapas (LAMB, 2009): Diagnosticar: Etapa onde se faz o diagnóstico da verificação, com ferramentas de medição, dos pontos quentes e áreas onde existem mistura de ar quente e frio, já que é nesse momento que ocorre o desperdício de energia. A avaliação é realizada por profissionais consultores de energia. (LAMB, 2009). Gerenciar e Medir: As ferramentas já existentes internamente a muitos hardwares, quando utilizadas, podem aumentar a confiabilidade e a disponibilidade dos serviços, pois quando a energia é bem gerenciada, reduz-se a necessidade de energia para a alimentação do centro de dados e dos sistemas de resfriamento. Muitos produtos de hardware possuem recursos internos de gerenciamento de energia que nunca são utilizados. (LAMB, 2009.p.22) Refrigerar: Segundo Lamb (2009) os sistemas de refrigeração dos centros de dados são responsáveis por 50% do consumo de energia, dessa forma, toda iniciativa que busque a economia dessa energia representa uma grande oportunidade de redução de custo. Para Lamb (2009), estratégias como as seguintes podem aumentar a eficiência da refrigeração dos centro de dados:

17 17 Vedação adequada da sala do centro de dados; Otimização do fluxo de ar; Utilização de economizadores quando possível; Aumento da eficiência do sistema de refrigeração. Virtualizar: A virtualização, juntamente a uma concepção verde para novos hardwares de servidores e armazenamento define uma solução para manter os custos de energia e resfriamento sob controle (LAMB, 2009). Construir: Há um novo conceito em construção de novos centros de dados devido ao consumo exagerado de energia. Leva-se em consideração a eficiência energética, garantia de disponibilidade, confiabilidade e performance (INFO ONLINE, 2010) 7. Conclusão O campo da virtualização é muito amplo, e há ainda bastantes estudos e pesquisas a serem efetuados nessa área. O artigo apresentado demonstrou, de forma sucinta, o conceito, modelos e aplicações da virtualização,todavia, não é objetivo desse trabalho esgotar as possibilidades, nem tem a pretensão de ser uma resposta definitiva às questões abordadas. Reforça-se, porém, que a virtualização é uma ferramenta interessante no que concerne o estabelecimento de políticas sustentáveis no mundo de TI. O que se deseja é que em um futuro próximo, os ambientes de TI Verde tornem-se uma realidade. Novos serviços e produtos sejam ofertados tendo como foco uma maior eficiência energética, proporcionando o surgimento de novos negócios. Desse modo, pode-se ter um equilíbrio entre a utilização de recursos naturais e a oferta de novos serviços. Espera-se que o apetite pelo conhecimento da virtualização tenha sido disposto por esse trabalho de forma que, ao se alimentar o mercado com mais essa referência, objetiva-se contribuir na constituição de um planeta tecnologicamente mais eficiente e ambientalmente mais saudável.

18 18 8. Referencias Bibliográficas BERTALANFFY, Ludwig V.. General System Theory: Foundations, Development, Applications. New York: George Braziller, Inc, CADERNOS DE GRADUAÇÃO Ciências Exatas e Tecnológicas. Aracajú: [s.n.], ISSN Disponível em: <http://www.unit.br/publica/2011.1/cdg_ext_02_data_center_verde.pdf>. Acesso em 06 jun CARISSIMI, Alexandre. Virtualização: da teoria a soluções. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE REDES DE COMPUTADORES E SISTEMAS DISTRIBUÍDOS (SRBC). Minicursos SBRC. Rio de Janeiro: SBC, 2008.p CREASY, Robert Jay. The Originofthe VM/370 Timesharing System.IBM JournalofResearchandDevelopment, Palo Alto, v.25, n.5, p , Set GANDOLPHO, Cibele. Data Center Virtual.Info Exame, [s.l], Disponível em: <http://info.abril.com.br/corporate/edicoes/49/arquivos/6482_1.shl>. Acesso em: 19 jun LAMB, John P.. The Greeningof IT: HowCompaniesCanMake a Difference for The Environment. Palo Alto: IBM Press, p. LAUREANO, Marcos. Máquinas Virtuais e Emuladores: Conceitos, Técnicas e Aplicações, São Paulo: Novatec, p. MANSUR, Ricardo. Governança Avançada de TI: na prática. Rio de Janeiro: Brasport, p. MAP TOOLKIT: Software gratuito. Versão 5.5. Redmond: Microsoft. Disponível em: <http://www.microsoft.com/pt-br/sam/map.aspx>. Acesso em: 06 jun POLLON, Vanderlei. Virtualização de servidores em ambientes heterogêneos e distribuídos f. Monografia (Curso de Especialização em Tecnologias, Gerência e Segurança de Redes de Computadores) Insituto de Informática, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, SALTZER, Jerome H..The Compatible Time Sharing Systems: A programmer sguide. Cambridge: MIT Press, p. SILVA, Rodrigo F. Virtualização de Sistemas Operacionais, f. Monografia (Graduação emtecnologia da Informação e da Comunicação) -Instituto Superior de Tecnologia em Ciências da Computação, Laboratório Nacional de Ciência da Computação, Petrópolis, 2007.

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