Estou com febre? Triiiimmm!! Toca o despertador, é hora de. acordar. Alberta rapidamente levanta e se prepara para sair de casa.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estou com febre? Triiiimmm!! Toca o despertador, é hora de. acordar. Alberta rapidamente levanta e se prepara para sair de casa."

Transcrição

1 Estu cm febre? Triiiimmm!! Tca despertadr, é hra de acrdar. Alberta rapidamente levanta e se prepara para sair de casa. - Vams, Gaspar, que já está na hra! Vcê vai se atrasar! Gaspar se mve na cama, afundand mais entre s lençóis: - Ach que estu cm febre... Hje vu ficar na cama... Alberta se aprxima. Põe a mã na testa de Gaspar e, depis, na sua. Repete a peraçã e arrisca um diagnóstic: - Vcê está quentinh, mas nã ach que tenha febre... Vams deixar de nda! O bjetiv desta aula nã é discutir que é febre, tampuc as suas causas. Querems discutir que fazer para descbrir se estams cm febre, ist é, qual aparelh usad para esse fim e que cnheciments da física estã pr trás d seu funcinament. É bem cnhecid fat de que crp human mantém a sua temperatura em trn de 36ºC, salv quand estams cm febre. Quand alguém mencina a palavra temperatura, nós a cmpreendems, mesm sem jamais tê-la estudad. Pr exempl: quand a previsã d temp afirma que a temperatura estará em trn de 32ºC, sabems que dia será bem quente e que é bm vestir rupas leves! Em utras palavras, sabems que a temperatura está relacinada a quente e fri. Vams vltar a assunt da febre! Quand uma pessa acha que está cm febre, a primeira cisa que ns crre é clcar a mã na testa dela, u em seu pescç, e arriscar um diagnóstic. Às vezes também clcams a mã na nssa própria testa, para fazer uma cmparaçã. Quand fazems iss, pdems afirmar, n máxim, que a pessa está mais u mens quente que nós. Mas iss nã basta para dizer se ela está cm febre! Gaspar acha que está cm febre. Alberta acha que nã. E aí, cm reslver a questã? Será nss tat um bm instrument para medir temperaturas? Vams fazer uma experiência.

2 Testand nss tat... Para esta atividade vcê vai precisar de quatr recipientes. Eles devem ser suficientemente grandes para cnter água, gel e a sua mã. a) Clque s recipientes 1, 2, 3 e 4 enfileirads sbre uma mesa, cm indica a figura. b) Aqueça um puc de água e clque n recipiente 1. Cuidad para nã aquecer demais e se queimar! c) Ns utrs recipientes, clque água da trneira. Acrescente gel a recipiente 4. água + vapr (quente) água à temperatura ambiente água + gel (fria) Agra estams prnts para iniciar as bservações. d) Clque a mã esquerda n recipiente 2 e a direita, n recipiente 3. Aguarde alguns instantes. e) Mude a mã esquerda para recipiente 1 (cm água aquecida) e a direita para recipiente 4 (cm gel). Aguarde alguns instantes. f) Clque as mãs nde elas estavam anterirmente (item d). Agra respnda: que vcê sentiu? Vcê deve ter tid a sensaçã de que a água d recipiente 2 está mais fria d que a água d recipiente 3. Mas elas estã à mesma temperatura, pis ambas fram reclhidas da trneira! Cm vcê pôde ver, nss tat ns engana e pr iss nós pdems cncluir que tat nã é um bm instrument para medir temperaturas! Equilíbri: uma tendência natural O que acntecerá se deixarms s quatr recipientes da experiência acima sbre a mesa, pr um lng períd de temp? Quantas vezes uvims dizer: Venha se sentar, a spa já está na mesa, vai esfriar! Quantas vezes cnversams distraidamente e, quand percebems, a cerveja que está sbre a mesa ficu quente? Iss crre pis, quand dis u mais bjets estã em cntat, suas temperaturas tendem a se igualar e, a final de um cert temp, s dis bjets terã a mesma temperatura. Nessa situaçã, ist é, quand dis bjets estã à mesma temperatura, dizems que eles estã em equilíbri térmic. A spa u a cerveja sbre a mesa estã em cntat cm ar, que tem uma certa temperatura - chamada temperatura ambiente. Depis de cert temp,

3 tds estarã em equilíbri térmic, à temperatura ambiente! A spa, que estava mais quente que ar, vai esfriar, e a cerveja, que estava mais fria, vai esquentar. Medind temperaturas Já que nã é pssível descbrir se há febre usand apenas tat, precisams recrrer a um instrument de medida mais precis: termômetr. O termômetr utilizad para medir a temperatura d crp human é cnhecid cm termômetr clínic (Figura 1). Seu princípi de funcinament é semelhante a de utrs tips de termômetr. Esse termômetr é frmad pr um tub de vidr c n qual é desenhada uma escala: a escala termmétrica. N interir desse tub existe um utr tub, muit fin, chamad de Figura 1 tub capilar. O tub capilar cntém um líquid, em geral mercúri (ns termômetrs clínics) u álcl clrid (ns termômetrs de parede usads para medir a temperatura ambiente). Quand clcams a extremidade d termômetr clínic em cntat cm crp, líquid n interir d tub capilar se deslca de acrd cm a temperatura d crp. É imprtante ntar que, após clcar termômetr sb braç, precisams esperar alguns minuts. Esse temp é necessári para que se estabeleça equilíbri térmic entre crp e termômetr. Assim, termômetr vai indicar exatamente a temperatura d crp. Para ler a temperatura, basta verificar a altura da cluna de mercúri, utilizand a escala termmétrica. Pdems refletir agra sbre algumas questões imprtantes: Cm funcina termômetr, ist é, pr que líquid se deslca? Cm se cnstróem as escalas termmétricas? O bjetiv das seções seguintes é respnder a essas duas questões. Aquecend bjets O funcinament d termômetr se baseia num fenômen bservad nas experiências: em geral, s bjets aumentam de tamanh quand sã aquecids. Este aument de tamanh é chamad de dilataçã. Pr exempl: nas cnstruções que utilizam cncret armad, cm pntes, estradas, calçadas u mesm edifícis, é cmum deixar um pequen espaç (as chamadas juntas de dilataçã) entre as placas de cncret armad. A razã é simples: as placas estã expstas a Sl e, quand aquecidas, dilatam-se. As juntas servem para impedir que crram rachaduras.

4 Outr exempl é encntrad ns trilhs ds trens: entre as barras de ferr que frmam s trilhs existem espaçs. Eles permitem que as barras se dilatem sem se sbrepr uma à utra, cm mstra a figura abaix. Mais um exempl d nss dia-a-dia: quand está dificil remver a tampa metálica de um frasc de vidr, basta aquecê-la levemente. Assim, ela se dilata e sai cm facilidade. Mas resta agra uma dúvida: Pr que s bjets aumentam de tamanh quand aquecids? Para respnder a essa questã, precisams saber um puc sbre a estrutura ds bjets. Nã vams aqui entrar em detalhes, pis este será tema de uma utra aula. Pr enquant, basta saber que tds s bjets, independentemente d tip de material de que sã feits, sã frmads pr pequenas estruturas chamadas de átms. Sabems que esses átms estã em cnstante mviment. Vcê já aprendeu que existe uma energia assciada a mviment de um bjet: a energia cinética. Aprendeu também que ela é mair quant mair é a velcidade d bjet em mviment. A ser aquecid, um bjet recebe energia, que é transferida as seus átms. Ganhand energia, s átms que frmam bjet passam a se mver mais rapidamente. Nós já sabems que, quand aquecems um bjet, sua temperatura aumenta. Iss ns faz pensar que a temperatura de um bjet está relacinada a mviment de seus átms. Assim chegams a uma cnclusã imprtante: A temperatura de um bjet é uma grandeza que está assciada a mviment de seus átms. Tend mais energia, s átms tendem a se afastar mais uns ds utrs. Cnseqüentemente, a distância média entre eles é mair. Iss explica prque s bjets, quand aquecids, aumentam de tamanh, ist é, dilatam-se. Entã, aprendems utr fat imprtante: Dilataçã é aument de tamanh de um bjet, quand ele é aquecid, em cnseqüência d aument da distância média entre s átms que frmam.

5 Cm calcular a dilataçã de um bjet? Vams imaginar uma barra de ferr de trilh de trem. Supnha que ela tem, inicialmente, um cmpriment L 0. A ser aquecida, a barra aumenta de tamanh: aumentam seu cmpriment, sua largura e sua altura. Mas, inicialmente, vams analisar apenas a variaçã d cmpriment da barra, que é bem mair d que a variaçã das utras dimensões, ist é, a largura e a altura. Veja a ilustraçã abaix. As experiências mstram que a variaçã d cmpriment (DL) é diretamente prprcinal à variaçã da sua temperatura (Dt) e a seu cmpriment inicial (L 0 ), ist é: DL µ Dt DL µ L 0 Matematicamente, pdems escrever da seguinte maneira: DL = L 0 a Dt nde a é a cnstante de prprcinalidade. Prtant, a variaçã d cmpriment de um bjet é diretamente prpr- cinal à sua variaçã da temperatura. As experiências mstram também que a cnstante de prprcinalidade (a) depende d tip de material de que é feit bjet. N cas da nssa barra, esse material é ferr. A cnstante de prprcinalidade (a) recebe nme de ceficiente de dilataçã linear, e seu valr pde ser calculad experimentalmente para cada tip de material. Para iss, basta medir L 0, DL e Dt. L α = L t Unidade Observe que DL e L 0 têm unidade de cmpriment, que se cancela. Assim, resta a unidade d Dt, ist é, da temperatura. Prtant, a unidade d ceficiente de dilataçã linear é invers da unidade da temperatura, que verems na próxima seçã. O que vims nã se aplica apenas a cmpriment de um bjet: serve também para as utras dimensões d bjet, ist é, a largura e a altura. 0

6 Em vez de falar na variaçã de cada uma das dimensões d bjet separadamente, pdems falar diretamente da variaçã de seu vlume, ist é, da dilataçã vlumétrica, que matematicamente pde ser escrita cm: DV = V 0 g Dt nde g é chamad de ceficiente de dilataçã vlumétrica, e seu valr é três vezes ceficiente de dilataçã linear, ist é, g = 3a. Essas leis que descrevem a dilataçã de sólids servem também para s líquids. A diferença é que s líquids nã têm frma definida: eles adquirem a frma d recipiente que s cntém, que também pdem se dilatar. Agra é pssível entender cm funcina termômetr: líquid que está n interir d tub capilar se dilata à medida que é aquecid; assim, a altura da cluna de líquid aumenta. A variaçã da altura da cluna é diretamente prprcinal à variaçã da temperatura, e esse fat é muit imprtante. Ist quer dizer que as dimensões ds bjets variam linearmente cm a temperatura. Graças a esse fat, é pssível cnstruir s termômetrs e suas escalas, cm descreverems a seguir. O termômetr e sua escala Quand medims uma temperatura, que fazems, na realidade, é cmparar a altura da cluna de líquid cm uma escala. Pr iss, a escala é muit imprtante. Para cnstruir uma escala é necessári estabelecer um padrã. Lembre-se de que na Aula 2 falams sbre alguns exempls de padrões: metr padrã e quilgrama padrã. As escalas sã cnstruídas cm base ns padrões. A escala de temperatura adtada em quase tds s países d mund, inclusive n Brasil, é chamada de escala Celsius, em hmenagem a suec Anders Celsius, que a inventu. Já sabems que a altura da cluna de líquid varia de acrd cm a temperatura: quant mair a temperatura, mair a altura da cluna. Sabems também que a altura varia linearmente cm a temperatura. A escala termmétrica é frmada pr um cnjunt de pnts, cada um assciad a um númer que crrespnde a valr da temperatura. Entã, para cnstruir uma escala, é precis determinar esses pnts e estabelecer a sua crrespndência cm valr da temperatura. A escala Celsius utiliza a temperatura da água para definir seus pnts. Ela é cnstruída da seguinte maneira: inicialmente, sã definids dis pnts, inferir e superir. Para determinar pnt inferir da escala, clca-se termômetr numa mistura de água cm gel e aguarda-se equilíbri térmic (Figura 2). Neste mment, a cluna atinge uma determinada altura, nde se marca primeir pnt, definid cm zer grau Celsius, que crrespnde à temperatura de fusã d gel (passagem d estad sólid para líquid). Figura 2

7 Figura 3 O pnt superir da escala é definid clcand-se termômetr num recipiente cm água em ebuliçã (fervend). Quand equilíbri térmic é atingid, a cluna de líquid atinge uma altura que determina pnt superir da escala. Esse pnt é definid cm 100 graus Celsius, que crrespnde à temperatura de ebuliçã da água (Figura 3). Em seguida, a escala é dividida em 100 partes iguais, de md que cada uma crrespnda a um grau Celsius. Pr iss a escala Celsius é também chamada de escala centígrada (cem graus), e dizems graus Cel- sius u graus centígrads (Figura 4).Nessa escala, a temperatura nrmal d crp é de aprximadamente 36 C. Figura 4 Gaspar pediu um termômetr emprestad a Maristela. Era um termômetr um puc estranh. Nele estava escrit graus F ; menr valr indicad era 32 F e mair, 212 F. Gaspar clcu termômetr embaix d braç e esperu alguns minuts. Após esse períd, verificu a altura da cluna de mercúri: ela indicava 100 ds tais graus F. E agra? Gaspar, afinal, tinha febre u nã? Qual seria a relaçã entre s graus F e s já cnhecids graus Celsius? Tud que Gaspar sabia era que na escala Celsius, em cndições nrmais, sua temperatura deveria estar em trn ds 36 C. Gaspar telefnu para Maristela, pedind explicações. E a mça explicu: - A tal escala F é puc utilizada e se chama escala Fahrenheit, em hmenagem a seu inventr. Essa escala também utiliza a água para determinar seus pnts. Mas atribui à temperatura de fusã d gel valr 32 F (que crrespnde a 0 C), e à temperatura de ebuliçã da água atribui valr 212 F (que crrespnde a 100 C). É simples relacinar uma mesma temperatura medida nessas duas escalas, ist é, estabelecer a crrespndência entre a temperatura Fahrenheit e a temperatura Celsius. Observe este esquema:

8 Seja t F a temperatura de Gaspar medida na escala Fahrenheit. Qual será a temperatura Celsius (t C ) crrespndente? Os segments A e A sã prprcinais, assim cm B e B, de md que pdems escrever: A A' = B B' ( t 0 ) C ( t 32 ) F = (100º - 0º) 0 ) (212º - 32º) ) t C = 5 9 ( t 32 ) F Essa expressã relacina a temperatura medida nas duas escala. Assim, cnhecend a temperatura de Gaspar, medida na escala Fahrenheit, pdems saber qual a sua temperatura em Celsius. Basta substituir valr medid (100 F) na expressã acima. Assim, cncluirems que: t C é aprximadamente 37,8 C Gaspar tinha razã. Estava realmente cm febre! Abslutamente zer? Gaspar passu dia na cama, cm a questã da temperatura na cabeça. Pensu n seguinte: - A temperatura de um bjet está assciada a mviment de seus átms. Se baixarms a temperatura d bjet, esse mviment diminui. Qual será a menr temperatura que um bjet pde ter? Será pssível parar cmpletamente seus átms? Gaspar fi investigar. Descbriu que sua pergunta fi que deu rigem a uma utra escala termmétrica, chamada de escala absluta u escala Kelvin, em hmenagem a inglês Lrd Kelvin. Em grandes labratóris científics buscu-se a temperatura mínima que um crp pderia ter. Cientistas cncluíram que nã é pssível bter temperatura inferires a 273 C negativs, ist é, C! Essa temperatura é cnhecida cm zer abslut u zer Kelvin. Essa escala é adtada em labratóris, mas nã n nss dia-a-dia, pis as temperaturas cm que estams habituads sã bem maires! Nrmalmente utilizams um T maiúscul para indicar temperaturas abslutas. Sua unidade é Kelvin (K). A relaçã entre a temperatura absluta e a temperatura Celsius é simples: T = t C + 273

9 Nesta aula vcê aprendeu que: a temperatura de um bjet está relacinada às nssas sensações de quente e fri; nss tat nã é um bm instrument para medir temperaturas; a temperatura de um bjet está assciada a mviment de seus átms e que, quant mair fr a velcidade ds átms, ist é, quant mais agitads eles estiverem, mair será a temperatura d bjet; dilataçã é aument das dimensões de um bjet, em cnseqüência d aument de sua temperatura, e que as dimensões variam linearmente cm a temperatura; para medir temperaturas, utilizams instruments chamads termômetrs. funcinament ds termômetrs se baseia n fenômen da dilataçã e na sua prpriedade de linearidade; existem várias escalas termmétricas, send a mais utilizada a escala Celsius; há crrespndência entre as diferentes escalas (Kelvin, Celsius e Fahrenheit). Exercíci 1 Explique pr que, quand querems tmar uma bebida gelada, precisams aguardar algum temp depis de clcá-la na geladeira. Exercíci 2 Numa linha de trem, as barras de ferr de 1 metr de cmpriment devem ser clcadas a uma distância D uma da utra para que, cm a dilataçã devida a calr, elas nã se sbrepnham umas às utras. Supnha que durante um an a temperatura das barras pssa variar entre 10 C e 60 C. Cnsiderand que ceficiente de dilataçã linear d ferr é 1, ºC - 1, calcule qual deve ser a distância mínima D entre as barras para que, cm a dilataçã, s trilhs nã sejam danificads. Exercíci 3 Maristela mediu a temperatura de um líquid cm dis termômetrs: um utiliza a escala Celsius e utr, a Fahrenheit. Surpreendentemente, ela bteve mesm valr, ist é, t C = t F. Descubra qual era a temperatura d tal líquid. Exercíci 4 Lembrand cnceit de densidade que discutims na Aula 19, respnda: que acntece cm a densidade de um bjet quand ele é aquecid? Exercíci 5 Gaspar estava realmente cm febre: sua temperatura era de t F = 100 F. Descubra qual é valr nrmal da temperatura d crp human na escala Fahrenheit. Exercíci 6 Gaspar encheu tanque de gaslina e deixu carr estacinad sb sl frte de um dia de verã. A retrnar, verificu que cmbustível havia vazad. Explique que crreu.

Os antigos gregos acreditavam que quanto maior fosse a massa de um corpo, menos tempo ele gastaria na queda. Será que os gregos estavam certos?

Os antigos gregos acreditavam que quanto maior fosse a massa de um corpo, menos tempo ele gastaria na queda. Será que os gregos estavam certos? Lançament vertical e queda livre Se sltarms a mesm temp e da mesma altura duas esferas de chumb, uma pesand 1 kg e utra kg, qual delas chegará primeir a chã? Os antigs gregs acreditavam que quant mair

Leia mais

Água no feijão, que chegou mais um!

Água no feijão, que chegou mais um! Água no feijão, que chegou mais um! A UU L AL A Sábado! Cristiana passou a manhã toda na cozinha, preparando uma feijoada! Roberto tinha convidado sua vizinha, Maristela, para o almoço. Logo cedo, Cristiana

Leia mais

Embora seja um conceito básico

Embora seja um conceito básico O ALUNO EM FOCO Eduardo Fleury Mortimer Luiz Otávio F. Amaral 30 A seção O aluno em foco traz resultados de pesquisas sobre idéias informais dos estudantes, sugerindo formas de levar essas idéias em consideração

Leia mais

O ar está pesado. Terra. massa é muito pequena, mas, como existem muitas delas, o peso de todas juntas é considerável.

O ar está pesado. Terra. massa é muito pequena, mas, como existem muitas delas, o peso de todas juntas é considerável. A UU L AL A O ar está pesado Fim de semana, Gaspar vai à praia. Ele mora numa cidade distante do mar, não só distante, como também mais alta do que o mar: é preciso descer a serra. Num momento, durante

Leia mais

Como uma onda no mar...

Como uma onda no mar... Como uma onda no mar... A UU L AL A Certa vez a turma passou férias numa pequena cidade do litoral. Maristela costumava ficar horas a fio admirando a imensidão azul do mar, refletindo sobre coisas da vida

Leia mais

Programa de Nivelamento 2010

Programa de Nivelamento 2010 Programa de Nivelamento 2010 Apresentação A presente apostila foi confeccionada com o objetivo retomar alguns conteúdos que fizeram parte do currículo da disciplina de Física do ensino médio e serão necessários

Leia mais

Guia Boas Práticas. Turismo de Habitação e Turismo no Espaço Rural

Guia Boas Práticas. Turismo de Habitação e Turismo no Espaço Rural Guia Bas Práticas Turism de Habitaçã e Turism n Espaç Rural Guia de Bas Práticas de Turism de Habitaçã e Turism n Espaç Rural 2 1. Índice 2. Siglas 3. Definições 4. Intrduçã 4.1. Objetivs 4.2. Destinatáris

Leia mais

LEIS DE NEWTON E SUAS APLICAÇÕES

LEIS DE NEWTON E SUAS APLICAÇÕES NOTA DE AULA PROF. JOSÉ GOMES RIBEIRO FILHO LEIS DE NEWTON E SUAS APLICAÇÕES 1. INTRODUÇÃO Como pode um rebocador pequeno rebocar um navio muito mais pesado do que ele? Por que ele precisa de uma longa

Leia mais

= 9. Relação entre escalas: CELV Colégio Estadual Luiz Vianna Física 2 Adriano do Valle Pág. 1

= 9. Relação entre escalas: CELV Colégio Estadual Luiz Vianna Física 2 Adriano do Valle Pág. 1 CELV Colégio Estadual Luiz Vianna Física 2 driano do Valle Pág. 1 Os estados de agrupamento da matéria Estado Sólido: s forças de coesão entre as moléculas são intensas e só permitem às partículas ligeiras

Leia mais

O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O QUE PROPÕEM AS NOVAS DIRETRIZES NACIONAIS? Zilma de Moraes Ramos de Oliveira zilmaoliveira@uol.com.

O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O QUE PROPÕEM AS NOVAS DIRETRIZES NACIONAIS? Zilma de Moraes Ramos de Oliveira zilmaoliveira@uol.com. O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O QUE PROPÕEM AS NOVAS DIRETRIZES NACIONAIS? Zilma de Mraes Rams de Oliveira zilmaliveira@ul.cm.br 1. APRESENTAÇÃO Uma cisa é certa: a Educaçã Infantil está em grande

Leia mais

Veja as situações de doença aguda que o faz ir com mais frequência ao Centro de Saúde,

Veja as situações de doença aguda que o faz ir com mais frequência ao Centro de Saúde, Veja as situações de dença aguda que faz ir cm mais frequência a Centr de Saúde, Cuidads a ter em casa Quais s sintmas de alerta que devem fazer ir a Médic de Se tem tsse, nariz entupid, espirrs e/u ping

Leia mais

Soluções de Maior Desempenho e de Menor Custo com o IBM InfoSphere Warehouse V10 Guia da Solução IBM Redbooks

Soluções de Maior Desempenho e de Menor Custo com o IBM InfoSphere Warehouse V10 Guia da Solução IBM Redbooks Sluções de Mair Desempenh e de Menr Cust cm IBM InfSphere Warehuse V10 Guia da Sluçã IBM Redbks O acess a infrmações precisas e em temp hábil é fundamental para as empresas que querem melhr atender as

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DE CURITIBA DISCIPLINA: FÍSICA - Professor: Ronald Wykrota (wykrota@uol.com.br) AULAS 82, 83 e 84

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DE CURITIBA DISCIPLINA: FÍSICA - Professor: Ronald Wykrota (wykrota@uol.com.br) AULAS 82, 83 e 84 DISCIPLINA: FÍSICA - Professor: Ronald Wykrota (wykrota@uol.com.br) AULAS 82, 83 e 84 ELETRICIDADE: É a parte da Física que estuda os fenômenos que ocorrem com as Cargas Elétricas. É dividida didaticamente

Leia mais

6 A SEQUÊNCIA DIDÁTICA

6 A SEQUÊNCIA DIDÁTICA 70 6 A SEQUÊNCIA DIDÁTICA Muito tem se discutido sobre a inserção de Física Moderna e Contemporânea no Ensino Médio. Os desafios são muitos: como trabalhar conceitos tão abstratos? Qual a melhor metodologia?

Leia mais

Existe, mas não sei exibir!

Existe, mas não sei exibir! Existe, mas não sei exibir! Você já teve aquela sensação do tipo ei, isso deve existir, mas não sei exibir um exemplo quando resolvia algum problema? O fato é que alguns problemas existenciais são resolvidos

Leia mais

Questões de Vestibulares

Questões de Vestibulares (UEP) No fim do século XVIII, enjamin Thompson, engenheiro americano exilado na Inglaterra (país onde recebeu o título de conde Rumford), realizou os primeiros experimentos convincentes sobre a natureza

Leia mais

BEM VINDO À AMWAY. Guia do participante

BEM VINDO À AMWAY. Guia do participante BEM VINDO À AMWAY Guia do participante Esta página foi deixada intencionalmente em branco. Sumário Seção 1: O conteúdo de hoje Introdução do curso 1 O que estamos fazendo hoje? 2 O ciclo de aprendizado

Leia mais

UFRGS 2001 RESOLUÇÃO DA PROVA DE FÍSICA. Prof. Giovane Irribarem de Mello Curso: Uniforte Pré-Vestibular

UFRGS 2001 RESOLUÇÃO DA PROVA DE FÍSICA. Prof. Giovane Irribarem de Mello Curso: Uniforte Pré-Vestibular UFRGS 00 RESOLUÇÃO DA PROVA DE Prof. Giovane Irribarem de Mello Curso: 0. O gráfico de velocidade (v) contra tempo (t), mostrado abaixo, representa, em unidades arbitrárias, o movimento retilíneo de uma

Leia mais

CAPÍTULO I ESCALAS TERMOMÉTRICAS

CAPÍTULO I ESCALAS TERMOMÉTRICAS CAPÍTULO I ESCALAS TERMOMÉTRICAS 1 - Um mesmo termômetro é graduado simultaneamente nas escalas Celsius e Fahrenheit. Pede-se determinar: a) qual a indicação fornecida por esse termômetro, na escala Fahrenheit,

Leia mais

UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA

UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA 010 UNIVERIDDE NT CECÍLI ETÁTIIC N ETRUTUR José Carlos Morilla Estática nas Estruturas 1. Estruturas... 3 1.1. arras... 3 1.1.1. Classificação das barras... 4. Esforços que atuam nas estruturas... 4.1.

Leia mais

O Carburador. O que é um carburador?

O Carburador. O que é um carburador? O Carburador O que é um carburador? É um aparelho ou dispositivo, que a partir de um combustível líquido e do ar da atmosfera, prepara e fornece para todos os regimes de trabalho do motor, uma mistura

Leia mais

NOME: ANO: 9º OLÍMPIADA BRASILEIRA DE FÍSICA NÍVEL 1

NOME: ANO: 9º OLÍMPIADA BRASILEIRA DE FÍSICA NÍVEL 1 NOME: ANO: 9º TURMA: ENS. FUND. II DATA: / /014 PROF.: RAMILTON BATINGA OLÍMPIADA BRASILEIRA DE FÍSICA NÍVEL 1 1. (G1 - ifsp 014) Sete crianças saíram em uma van para visitar as obras de um dos estádios

Leia mais

A termometria nos séculos XIX e XX

A termometria nos séculos XIX e XX Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 28, n. 1, p. 101-114, (2006) www.sbfisica.org.br História da Física A termometria nos séculos XIX e XX (The thermometry in the XIXth and the XXth centuries) Denise

Leia mais

FAZ CALOR EM MOSSORÓ?

FAZ CALOR EM MOSSORÓ? FAZ CALOR EM MOSSORÓ? Francisco Josélio Rafael 1 André Ferrer Pinto Martins 2 1 Centro de Educação Integrada Prof. Eliseu Viana / Mossoró-RN, joselio1969@hotmail.com 2 Departamento de Educação / UFRN,

Leia mais

CONFORTO TÉRMICO NOS AMBIENTES DE TRABALHO

CONFORTO TÉRMICO NOS AMBIENTES DE TRABALHO CONFORTO TÉRMICO NOS AMBIENTES DE TRABALHO PRESIDENTE DA REPÚBLICA Fernando Henrique Cardoso MINISTRO DO TRABALHO E EMPREGO Francisco Dornelle FUNDACENTRO PRESIDÊNCIA Humberto Carlos Parro DIRETORIA EXECUTIVA

Leia mais

Material do bloco Alcance do lançamento chumbo A 1 ferro A 2 granito A 3

Material do bloco Alcance do lançamento chumbo A 1 ferro A 2 granito A 3 1. Três blocos de mesmo volume, mas de materiais e de massas diferentes, são lançados obliquamente para o alto, de um mesmo ponto do solo, na mesma direção e sentido e com a mesma velocidade. Observe as

Leia mais

3 A Iteratividade. 3.1 Automatizando as Células do Excel

3 A Iteratividade. 3.1 Automatizando as Células do Excel 3 A Iteratividade 3. Automatizando as Células do Excel Até o momento a única forma de mostrar ao usuário o resultado da programação era o uso do MsgBox. Essa caixa de saída é uma forma muito próxima do

Leia mais

CLÍNICA VETERINÁRIA São Paulo 2ª Edição - 2005

CLÍNICA VETERINÁRIA São Paulo 2ª Edição - 2005 CLÍNICA VETERINÁRIA São Paulo 2ª Edição - 2005 ÍNDICE UM ALERTA AO EMPREENDEDOR... 7 PARA NÃO FRACASSAR... 8 SOBRE OPORTUNIDADE... 10 PLANO DE NEGÓCIO: O QUE É? COMO ELABORAR?... 11 O QUE CONSIDERAR NUM

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA ELETRIZAÇÃO. Eletricidade

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA ELETRIZAÇÃO. Eletricidade UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA ELETRIZAÇÃO Eletricidade ELETROSTÁTICA Carga elétrica Força elétrica Campo elétrico Trabalho e potencial elétrico Capacitância eletrostática ELETRODINÂMICA Corrente

Leia mais

Os princípios fundamentais ao longo da História da Física

Os princípios fundamentais ao longo da História da Física Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 28, n. 4, p. 541-553, (2006) www.sbfisica.org.br Os princípios fundamentais ao longo da História da Física (The fundamental principles of physics and the History

Leia mais