Em defesa do Sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas. desde 1896

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1 Em defesa do Sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas desde 1896

2 Quem Somos? Instituição de Utilidade Pública Restauração Pastelarias e Cafés Mais de um século de existência Empreendimentos Turísticos e Alojamento Local Animação Integramos todas as actividades ligadas ao alojamento, e ao fornecimento e serviço de alimentação e bebidas, fora do lar Restauração de Serviço Rápido Indústria e Comércio Alimentar Restauração Colectiva

3 O que fazemos? Prestamos vários serviços de apoio aos associados, através de consultas especializadas: Informações gerais Apoio jurídico Apoio ao nível da arquitectura Apoio nas questões fiscais e de contabilidade Apoio na área da Qualidade, Higiene e Segurança Apoio à classificação e reclassificação, Fazemos parte de várias Confederações, Federações e Associações, nacionais e europeias Interagimos com as várias Entidades Oficiais, criando projectos específicos para benefício dos seus associados Negociamos os contratos colectivos de trabalho com as estruturas sindicais

4 O que fazemos? Publicamos uma revista mensal distribuída gratuitamente, pelos seus Associados Possuímos uma loja - loja AHRESP Possuímos um Centro Local de Apoio à Integração do Imigrante (CLAI)

5 O que fazemos? Promovemos cursos de formação profissional Editamos várias publicações técnicas

6 O que fazemos? Criamos recentemente o Balcão Único Empresarial

7 Onde estamos? SEDE Lisboa DELEGAÇÕES: Algarve Alentejo Aveiro Castelo Branco Mafra Ponta Delgada Porto Santarém Setúbal Viseu

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9 PARCERIA APOIO

10 VALORES O direito à alimentação é um dos pilares da nossa civilização. A justa necessidade, a solidariedade cívica e a responsabilidade social devem mover as instituições e os cidadãos. Em épocas de crises e roturas sociais, os cidadãos devem apelar aos seus valores éticos e culturais, assumindo as adequadas responsabilidades através de iniciativas voluntárias. A alimentação mínima, essencial à sobrevivência, à manutenção da saúde e ao desenvolvimento digno e justo de todos os cidadãos, sem excepção de idade e poder económico, tem que ser garantida. A Declaração Universal dos Direitos Humanos refere que toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar, e à sua família, a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação,.

11 OBJECTIVO A Campanha Direito à Alimentação - DA visa congregar esforços de diversas entidades da sociedade portuguesa, da esfera pública e privada, com vista a proporcionar aos grupos sociais mais afectados pela crise económica actual, condições mínimas adequadas de acesso à alimentação. A Campanha disponibilizará refeições a título gratuito a cidadãos, seleccionados pelas redes sociais, transitoriamente em situação económica e financeira especialmente difícil, através do acesso a estabelecimentos de hotelaria e restauração aderentes.

12 COMISSÃO DE HONRA Associação Nacional dos Municípios Portugueses Caixa Geral de Depósitos Cáritas Portuguesa Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome Fundação Calouste Gulbenkian Fundação Oriente Grupo Jerónimo Martins SGPS, S.A. Grupo Nabeiro Grupo SONAE Grupo Trivalor SGPS, S. A. Makro Cash & Carry Portugal, S.A. Millennium BCP Montepio Geral Petição Desperdício Alimentar União das Misericórdias Portuguesas

13 LANÇAMENTO OFICIAL DA CAMPANHA Dia 10 de Dezembro de 2010

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18 DOADORES Os DOADORES são instituições/empresas que disponibilizam refeições em prol da Campanha. Podem ser desde estabelecimentos de hotelaria e restauração a cantinas escolares e cantinas de empresas e instituições, desde que se comprometem a disponibilizar refeições. PARCEIROS Os PARCEIROS são instituições/empresas que, não sendo Doadores, participam activamente na divulgação e dinamização da Campanha. Os principais parceiros são os Municípios, que têm a incumbência de distribuir os resultados desta Campanha aos cidadãos mais carenciados. DESTINATÁRIOS Os DESTINATÁRIOS são a razão da existência desta Campanha, e são todos os cidadãos com carências alimentares, que através da acção de todos os intervenientes, nomeadamente, Doadores e Parceiros, têm acesso à alimentação, e a uma vida mais digna e saudável.

19 BENEFICIÁRIOS Identificados e seleccionados pelo Município ou pela sua rede social. Os critérios para identificação e selecção dos Beneficiários ficam a cargo do Município ou da sua rede social, que deve elaborar um Regulamento próprio. O Município, trimestralmente, deverá validar a condição de carência dos Beneficiários. Em função dos estabelecimentos aderentes e da proximidade destes à residência do Beneficiário, o Município informa o cidadão sobre o nome, localização e horário do Estabelecimento Solidário. O Beneficiário deverá deslocar-se ao Estabelecimento Solidário, identificar-se e entregar recipientes próprios para transporte da refeição (sopa, parto principal, pão e fruta). A partir do momento em que o Beneficiário recebe a refeição é responsável pelo seu transporte e condições de salubridade.

20 OPERAÇÃO e promovem a adesão de Municípios Actualmente existem 91 Municípios aderentes. Os Municípios aderentes identificarão e seleccionarão os cidadãos com dificuldades que beneficiarão desta acção. Irão encaminhar os cidadãos com carências alimentares para os Estabelecimentos solidários.

21 OPERAÇÃO e promovem a adesão de Estabelecimentos de Hotelaria e Restauração COMO SE INSCREVEM? Os Estabelecimentos de Hotelaria e Restauração podem inscrever-se como Doadores, directamente, e de forma voluntária, no sítio da Campanha, ou através do preenchimento da ficha de inscrição em papel

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23 OPERAÇÃO e promovem a adesão de Estabelecimentos de Hotelaria e Restauração COMO SE INSCREVEM? Os Estabelecimentos de Hotelaria e Restauração podem inscrever-se como Doadores, directamente, e de forma voluntária, no sítio da Campanha, ou através do preenchimento da ficha de inscrição em papel Com a validação da inscrição, cada Estabelecimento de Hotelaria e Restauração recebe um Autocolante identificativo de adesão à Campanha, passando a ser um Estabelecimento Solidário.

24 AUTOCOLANTE

25 Estabelecimentos de Hotelaria e Restauração O QUE TÊM DE FAZER? Os Estabelecimentos Solidários comprometem-se a fornecer refeições completas, e gratuitas, compostas por sopa, prato principal, pão e fruta. No acto de inscrição, os Estabelecimentos Solidários deverão indicar quantas refeições irão disponibilizar por dia de funcionamento, e o horário em que as mesmas estão disponíveis. Em qualquer altura o Estabelecimento Solidário pode alterar a sua forma de participação na Campanha, e até desistir da mesma.

26 Estabelecimentos de Hotelaria e Restauração COMO SABEM A QUEM ENTREGAM AS REFEIÇÕES? O Município envia, mensalmente, a cada um dos Estabelecimentos Solidários, uma lista com o nome e n.º de identificação dos cidadãos com carências alimentares que irão receber as refeições. Essas pessoas são obrigadas a apresentar o documento de identificação para receber a refeição, e o Estabelecimento Solidário apenas tem de verificar se constam da lista previamente enviada pelo Município. COMO ENTREGAM AS REFEIÇÕES? Os cidadãos carenciados vão buscar as refeições em recipientes próprios A partir do momento em que a refeição passa para a posse do beneficiário, a responsabilidade pelas condições de transporte dos alimentos será imediatamente endossada a esta.

27 DIVULGAÇÃO Municípios Assegurada pela ANMP através do envio de ofícios e reforço através de s Estabelecimentos de Hotelaria e Restauração Assegurada pela AHRESP através do envio de mailing s, com Flyer explicativo, e reforço através de s e telemarketing Cidadãos beneficiários da Campanha Assegurada pelos Municípios e suas redes sociais

28 DIVULGAÇÃO Revista AHRESP

29 DIVULGAÇÃO Meios de comunicação social

30 MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO Flyer / folheto

31 MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO Mupis Os Municípios irão disponibilizar os seus espaços de publicidade para que sejam colocados mupis alusivos à Campanha.

32 PROJECTOS - PILOTO Santa Maria da Feira Este Município já se encontra a desenvolver, por iniciativa própria, este modelo de operação da Campanha há cerca de 2 anos. Actualmente estão suprimidas todas as carências alimentares identificadas, existindo ainda alguns estabelecimentos de restauração disponíveis para aderir à Campanha. Entroncamento Após o lançamento da Campanha, o Município do Entroncamento tomou desde logo a iniciativa de a implementar no seu concelho, estando em pleno funcionamento desde o dia 4 de Abril. Neste Município já estão cobertas a totalidade das pessoas com carências alimentares e a distribuição das refeições é assegurada pela Associação do Voluntariado e Acção Social do Entroncamento.

33 PROJECTOS - PILOTO Lisboa Dada a sua dimensão este Município elegeu 4 freguesias - piloto para iniciar a Campanha: Santa Catarina, Sé, S. Vicente de Fora e Encarnação. Os Beneficiários da Campanha já se encontram identificados e as refeições vão começar a ser distribuídas recorrendo ao Banco de Voluntariado da Câmara Municipal de Lisboa. Leiria A proactividade deste Município, realizando acções de rua de sensibilização dos estabelecimentos de restauração, resultou na existência de cerca de 250 refeições/mês. As refeições vou começar a ser distribuídas ainda esta semana.

34 ACTUALMENTE DAMOS CERCA 1500 REFEIÇÕES / MÊS PERSPECTIVAS FUTURAS Iniciar uma campanha alargada de comunicação com o objectivo de potenciar um aumento de número de Municípios inscritos e Estabelecimentos de Hotelaria e Restauração aderentes. Alargar a actividade da Campanha aos restantes Municípios inscritos. Alargar a actividade da Campanha às Regiões Autónomas.

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